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“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”
Cidadãos com dupla nacionalidade, mesmo que sejam residentes no Reino Unido, terão de apresentar passaporte britânico nas fronteiras. Câmara de Pinhel homenageia emigrantes.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADOLESCENTES 2026“LA VUELTA AL MUNDO EN 365 DIAS”Narrado por: Mone MuñozDesde: Buenos Aires, ArgentinaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church19 de FebreroEl palacio de la arrogancia«LA VERDADERA HUMILDAD Y EL TEMOR DEL SEÑOR CONDUCEN A RIQUEZAS, A HONOR Y A UNA LARGA VIDA» (PROVERBIOS 22:43).Quedé con la boca abierta y casi se me salen los ojos al pasar por esos portales. El lujo era tan grande que me sentí como un pordiosero. Entrar al palacio más opulento del mundo fue como sentirme un plebeyo que le pide pan a un noble.Cerca de París, capital de Francia, el Palacio de Versalles atrae multitudes de turistas hipnotizados por su belleza. Allí llegaron a convivir simultáneamente 36 mil personas adulando a Luis XIV, un monarca arrogante que se apodó a sí mismo «el Rey Sol». ¿Te imaginas eso? Dentro de aquellos ventanales decorados con opulencia sin igual, la nobleza vivía de manera vacía gastando y desperdiciando el dinero de la hambrienta plebe. Esto fue así hasta que, un siglo después, la Revolución Francesa llevó al pueblo a invadir el palacio para derrocar a la monarquía con sus propias manos. La realeza fue ejecutada y Versalles se convirtió en un símbolo del pasado egoísta.El lugar más visitado de este complejo de palacios es un corredor. La Galería de los Espejos es un espacio tan brillante y luminoso que hace doler los ojos; hay tantos cristales decorando 17 paredes espejadas que el visitante se siente en una burbuja de vidrio encantada. Los reflejos de los infinitos jardines y fuentes inundan el ambiente. Podemos imaginarnos la arrogancia de aquellos nobles que desfilaban y admiraban su brillo reflejado en los marcos del castillo.¡Es inútil! El orgullo forma parte de nuestra naturaleza humana. Desde la entrada del pecado, la vanidad y el egoísmo han sido armas poderosísimas de tentación en manos del enemigo. Pero nadie soporta convivir mucho tiempo con gente que se cree mejor que los demás, ¿o a ti te gusta estar con alguien que vive con la nariz parada? ¡Claro que no! Nunca lo olvides: la humildad es la verdadera corona de la realeza de Dios. En su Reino no entran las personas creídas, arrogantes, y mucho menos los pretenciosos. Y si Jesús nos dio el ejemplo aquí en la Tierra, vale la pena seguirlo por el camino de la sencillez, ¿verdad? Él nació en un pesebre de paja para probar que ningún ser humano es el «sol» de nada. Y la cruz fue la mayor lección de sumisión de un Creador que se sometió al castigo que merecían sus propias criaturas.Disfruta este día, con el Sol en su lugar, y reflexiona solo en el amor de Dios. Así serás noble como un humilde cristiano.
Porque ya es hora de empezar a entrar en calor, que mejor que haciéndolo con muy buena música. Y mejor aún bailando, saltando y gritando al más puro estilo Rock Stock Bar. Nos vemos en la primera fiesta de 2026 en La Piedad Live MusicMen Without Hats - The Safety DanceAlphaville - Big in JapanEMF - UnbelievableThe Soup Dragons - I'm FreeHappy Mondays - Step On
Rav Segal ensina o Livro Mishná Brurá
El periodista reflexiona sobre cómo el COI ha descalificado y readmitido al cabo de unas horas a un atleta ucraniano de Skeleton por llevar pegadas en el casco imágenes de deportistas asesinados por Rusia en su país
Mariana Vieira da Silva e Duarte Pacheco analisam os impactos políticos da eleição presidencial de António José Seguro e da demissão da ministra da Administração Interna. No plano europeu, o painel residente junta-se à eurodeputada Ana Vasconcelos Martins no debate sobre a competitividade europeia, tema forte do retiro de líderes europeus esta quinta-feira na Bélgica.
¡ No caigan en la trampa previa al 14 de febrero !
Luis Herrero analiza los resultados electorales en Aragón.
09.02.2026 | Orad para no entrar en tentación | Lucas 22:463 MINUTOS A LOS PIES DE JESÚS – UN DEVOCIONAL DIARIOEsta mañana, José Luis del equipo de Aviva te trae un devocional sobre Lucas 22:46.#MiDevocionalDiario #Devocionaldiario #Devocional #Diosmehabla #Iglesialatina #Aviva #Munich #München #3minutos #Jesús #Jesúscambiamivida #Año2025 #Bendición #Biblia #Fe #Dios #Reflexionesbiblicas #Reflexionescristianas #EspírituSanto #FeenAcción #ValoresCristianos #Testimoniocristiano #Cristo #VidaenCristo #Oración #Iglesia #VidaEterna #VidaEspiritual #Adoración #Esperanza #Alabanza #Cantico #Cielo #Alma #Amor #Evangelizar #BuenaNoticia #Cruz #TentaciónVisita nuestro Sitio Web: http://avivaeu.org/ Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100064726774838 Instagram: https://www.instagram.com/avivaeu/YouVersion – Plan de lectura 'La Biblia en un año cronológicamente': https://www.bible.com/es/reading-plans/37938 @avivaeu@aviva.erlangen@aviva.augsburg@aviva.munich
O humorista Diogo Batáguas é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O autor do “Conteúdo do Batáguas”, um dos programas mais vistos no YouTube em Portugal, diz que se define como “um gajo que teve sorte”. “Hoje em dia vivo da comédia e isso é surpreendente para mim”, explica. O humorista recorda algumas peripécias de ter crescido na Margem Sul, sem gostar de cumprir regras. Foi guarda-redes numa equipa com Silvestre Varela, chegou a trabalhar como cantoneiro nas praias da Costa da Caparica, foi locutor de rádio e jornalista desportivo. “De vez em quando ainda me ligam da BBC porque o meu nome deve estar lá perdido como jornalista desportivo português”, revela o comediante. Adepto fervoroso do Futebol Clube do Porto, chegou a ir de carro até Roma para ver o clube jogar. “Ser do Porto eleva os patamares de expectativa para a vida. Quando eu era puto o Porto é pentacampeão. Passado um bocadinho ganha uma Liga dos Campeões. Agora como é que se vive o resto da vida? O Porto estragou-me a vida ao ganhar tudo”, ironiza Diogo Batáguas. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 7 de fevereiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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El tiempo "absolutamente invernal" se instala en España. Durante su intervención en el programa 'Herrera en COPE', el meteorólogo José Antonio Maldonado ha confirmado a Carlos Herrera que la situación meteorológica en la Península seguirá marcada por el frío y la lluvia. Desde Santa Cruz de Tenerife, donde disfruta de un "tiempo bueno", Herrera ha recibido un pronóstico poco alentador para el resto del país, que Maldonado ha calificado como de invierno puro y duro.Según el experto de 'ElTiempo.es', hoy entrará por el norte una masa polar ártica que provocará precipitaciones en la península y en Baleares. Se esperan fenómenos tormentosos en Galicia, que podrían ir acompañados de granizo por la tarde. La nieve hará acto de presencia en gran parte de la mitad norte, no solo en zonas de montaña, con una cota que bajará desde los 1.200 hasta los 800 metros. A pesar de que las temperaturas máximas no serán excesivamente bajas, la sensación será "muy desapacible".Para el ...
El análisis de Roberto Moro arranca con una lectura positiva de los índices, destacando que el Ibex es el que mejor comportamiento está mostrando en el contexto europeo. A nivel técnico, es el único que mantiene una pauta clara de continuidad alcista, mientras que el resto de índices del continente se mueven con mayor indefinición, aunque sin alejarse demasiado de los máximos históricos recientemente alcanzados. Esta lateralidad se interpreta más como consolidación que como señal de debilidad, dentro de un escenario general que sigue siendo favorable y resistente incluso a eventos macro relevantes. En el mercado de materias primas, el foco se sitúa en el fuerte desplome del oro al contado, acompañado por caídas generalizadas en otros metales. A pesar del movimiento brusco, se interpreta como una corrección técnica tras una subida muy vertical, más que como un cambio de tendencia. Se reconoce que, en el contexto actual, afirmar que no hay que entrar en oro suena casi a herejía, y aunque se asume que pueden producirse ajustes adicionales, la visión de fondo sigue siendo constructiva para el metal precioso, especialmente como activo complementario. En cuanto al sector financiero, se muestra una clara confianza en la banca, especialmente en la española, que está ofreciendo un comportamiento muy sólido tanto en precio como en estructura técnica. Aunque el índice sectorial bancario europeo se mueve con ciertas dudas cerca de resistencias —hasta el punto de que “no me los contaría” como señal definitiva—, el tono sigue siendo positivo. Dentro del conjunto europeo, la banca española destaca claramente, y la italiana también presenta un aspecto técnico muy atractivo, reforzando la idea de mantener posiciones en el sector. Por último, en el mercado estadounidense se pone el acento en los grandes valores tecnológicos. Moro señala que Microsoft es la más noble en su comportamiento dentro de los siete grandes. Aun así, se advierte que podría estar marcando el inicio de una caída más bien testimonial, tras un movimiento previo considerado exagerado. La recomendación general es de prudencia: reconocer la fortaleza estructural del valor, pero evitar nuevas entradas hasta que el precio muestre señales más claras de estabilización tras la corrección.
Eleva tu energía y transforma tus días con tu nuevo DIARIO DE GRATITUD, descárgalo completamente gratis aquí: https://www.mardelcerro.com/gratitudEnero suele llegar con prisa, listas interminables y la presión de empezar el año “bien”.En este episodio de Medita Podcast, converso con Alfonso Aguirre sobre cómo crear estructura sin perder presencia, diseñar una visión clara para el 2026 y dejar de perseguir metas aisladas para empezar a caminar con dirección.Hablamos de planeación consciente, enfoque trimestral, cómo evitar el burnout desde el inicio del año y por qué dejar de correr puede ser la mejor estrategia para avanzar con propósito.Exploramos también qué significa vivir en tu potencial, cómo unir las piezas de tu historia personal y profesional, y cómo confiar en el proceso sin soltar la acción.Una conversación profunda y práctica para iniciar el año con claridad, estrategia y calma.Si te gustó este episodio te invito a escuchar:Un Nuevo Comienzo: Limpieza Profunda para Entrar al Año Liviana y en Paz https://youtu.be/MtsLIZNfy4YMeditación para arrancar el año relajados y presentes https://youtu.be/DZGWR-IWNoQMás acerca de Alfonso Aguirre:Su página: https://www.alfonsoaguirre.com/Instagram: https://www.instagram.com/aguirrealfonso/
Programa completo en You Tube en vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=vPCE93ZRXis Canal de Telegram para No perderte Nada! https://t.me/segundaguerramundialtelegram Canal de Whatsapp https://whatsapp.com/channel/0029VaSmnrC0QeatgWe2Lm27 ¿Para qué fue Churchill a Berlín en julio de 1945? ¿Qué edificios importantes visitó? ¿Cómo fue la reacción de los civiles alemanes al ver a Churchill en Berlín? ¿Qué quería ver Churchill en el búnker de Hitler? ¿Qué le ocurrió a Churchill cuando entró en el búnker de Hitler? ¿Qué comentó Churchill durante su visita a Berlín? A continuación, en este programa lo analizamos!
El análisis de actualidad económica, todas las mañanas a las 07:30.
Entrar en los lugares más peligrosos del mundo cambia tu forma de ver la vida para siempre.En este episodio del podcast, Zazza el Italiano nos habla sin filtros, cómo es convivir con criminales, pandillas armadas y zonas donde la ley no existe. Desde favelas controladas por sicarios hasta barrios donde la muerte es parte del día a día, Zazza revela lo que ha vivido grabando algunos de los vídeos más extremos de YouTube.Hablamos de miedo, ansiedad, violencia real, supervivencia, control mental y del impacto psicológico de enfrentarte cara a cara con el peligro. Zazza explica cómo ha aprendido a leer a las personas, moverse entre criminales y mantener la calma cuando un solo error puede costarte la vida.
En este episodio, el abogado Jonathan explica a fondo la noticia que se volvió viral: “ICE puede entrar a tu casa sin orden judicial.” ¿Qué dice realmente el memorando? ¿Cuál es la diferencia entre una orden firmada por un juez y una orden administrativa de ICE (I-205)? Jonathan desglosa la Cuarta Enmienda, los conceptos de reasonable suspicion y probable cause, y aclara a quién están apuntando hoy (especialmente personas con orden final de deportación). Además, analizamos el caso de un padre ecuatoriano y su hijo detenidos en Minnesota pese a haber entrado “legalmente” con CBP One, las protestas y cierres de negocios en Minneapolis, y la expansión de acciones migratorias en otros estados como Maine. Cerramos con preguntas en vivo sobre ICE check-ins, fianzas, prórrogas en corte, mandamus, errores en formularios (I-485), TPS/I-130, y cómo prepararte ante un sistema más agresivo. Capítulos00:02.029 – Bienvenida e inicio del show: agenda del episodio01:49.582 – Noticia viral: “entradas a casas sin orden” y por qué se distorsiona en redes04:15.200 – Cuarta Enmienda: reasonable suspicion vs probable cause (ejemplo DUI)06:37.998 – La casa como espacio protegido: cuándo se necesita juez09:00.446 – Orden judicial vs orden administrativa de ICE (I-205) y el memorando11:18.958 – A quién afecta hoy: enfoque en órdenes finales (y el riesgo de abuso)13:42.196 – Caso Minnesota: padre e hijo (CBP One) detenidos pese a “hacer todo bien”16:06.592 – Qué significa esto para solicitantes de asilo y entradas por frontera sur18:28.928 – Minneapolis: negocios cierran/protesta contra ICE20:54.464 – Maine: acciones de control migratorio y expansión a otros estados23:10.198 – Q&A: ICE check-in y “salida voluntaria” (no firmar sin abogado)24:22.690 – Q&A: embarazo + corte de mérito (moción/prórroga y evidencia médica)26:13.630 – Q&A: fianza y posibilidad de rearresto27:55.822 – Q&A: USCIS y asilo afirmativo; entrevistas y mandamus30:23.950 – Mandamus explicado (casos de +5 años)32:48.566 – CAT/retención y opciones si niegan asilo35:34.210 – Historia: “milagros” en corte y cambios de fecha40:22.742 – Prórroga/continuance: fundamentos y práctica (Practice Manual)44:20.590 – Revisión profesional de caso (opción para quien no tiene abogado)01:12:10.363 – Llamada: ajuste por matrimonio + error en I-485 (trabajo sin autorización)01:19:22.058 – Llamada: TPS/I-130, mala gestión con firma, y qué hacer ahora01:28:57.248 – Cierre: últimas preguntas y despedida #Inmigración #ICE #Asilo #DerechosDelInmigrante #AbogadoDeInmigración #USCIS #CorteDeInmigración #TPS #AjusteDeEstatus #CBPOne #Minnesota #Maine #CuartaEnmienda Contenido informativo general; no sustituye asesoría legal individual.
La noche siempre ha sido un territorio extraño, sobre todo cuando cae sobre caminos alejados, pueblos silenciosos y parajes donde la luz apenas alcanza para orientarse. Hay lugares que durante el día parecen inofensivos, pero que al anochecer se transforman y obligan a quienes los cruzan a enfrentarse con algo que no siempre puede explicarse.Envía tus experiencias paranormales a: gritosenlanoche2019@gmail.comProducción y voz: Mario Gutiérrez Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Trump, desde el Foro Económico Mundial, advirtió que si la OTAN no entrega Groenlandia a EE.UU., será algo que “no se olvidará”, aunque estaría agradecido si lo hicieran.Trump cancela los aranceles que había amenazado con imponer a Europa.Tiroteo durante operativo migratorio.Los preparativos para enfrentar la tormenta invernal este fin de semana.Jurado delibera en juicio contra ex policía escolar en Uvalde.
Episodio 953 de Contralínea En Vivo conducido por Aníbal García y Darren García: -Trump autoriza a la CIA entrar en Venezuela- Transmisión 16 de octubre de 2025 CONTRALÍNEA EN VIVO se transmite de lunes a viernes a partir de las 10:00hrs (hora del centro de México) a través de Facebook live, YouTube y Telegram. La MESA DE ECONOMÍA POLÍTICA se trasmite todos los lunes a partir de las 14:00hrs. Nuestro programa de análisis, AMÉRICA INSUMISA, se trasmite los martes a partir de las 14hrs. AGENDA DE SEGURIDAD NACIONAL es los miércoles a partir de las 14:00hrs Estamos en Facebook, YouTube, Twitter, TikTok, Instagram, Whatsapp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.
Já pensou passar a noite escondido na atração de um parque de diversões itinerante? Pois bem, isso é exatamente o que acontece com quatro adolescentes de uma pequena cidade no estado do Iowa. No entanto, o que era para ser um momento inesquecível, com muito amorzinho e risadas, se torna uma batalha pela vida quando o eles passam a ser perseguidos por um terrível assassino mascarado.Esse é o ponto de partida da pérola oitentista The Funhouse, que no Brasil recebeu o icônico título de Pague para Entrar, Reze para Sair. Dirigido pelo mestre Tobe Hooper, o filme pega carona nos slashers adolescentes produzidos na época, trazendo sangue, personagens com escolhas duvidosas e, é claro, um assassino bastante memorável.Com elementos de metaficção, uma atmosfera sinistra e adolescentes sendo interpretados por atores de 30 anos, Pague para Entrar, Reze para Sair é uma pequena joia do cinema de horror que merece ser celebrada pelos fãs do gênero. O Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Gabriel Braga e Thiago Natário.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMAPague para Entrar, Reze para Sair (1981)Citações off topicO Massacre da Serra Elétrica (1974)Devorado Vivo (1976)O Beco das Almas Perdidas (1947)O Beco do Pesadelo (2021)EpisódiosRdMCast #304 – Horror na tradução: os melhores e piores títulos de filmesRdMCast – #182 ‘O Massacre da Serra Elétrica' e a morte do Sonho AmericanoTem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo
Hay días donde llegamos a Dios como si estuviéramos sobreviviendo… y sí, Él nos recibe. Pero el Salmo 100 nos recuerda que existe otra manera de entrar: con alegría y con un corazón lleno de gratitud. En este episodio de Alimente su Fe, Marcos Witt comparte una verdad transformadora: la gratitud no es solo educación espiritual—es una llave. Cuando aprendes a entrar con acciones de gracias, tu atmósfera cambia, tu fe se fortalece y tu corazón vuelve a respirar. Porque no entras a cualquier lugar… entras a la presencia del Rey.
Conocemos la actualidad del mañana de la mano de El Mundo Today
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El director de análisis de atlCapital explica la caída de la petrolera y analiza si es momento de entrar con este precio más bajo o de esperar.
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En el consultorio de hoy Javier Alfayate presenta una visión claramente alcista del mercado, apoyada en la amplitud de mercado y en la participación mayoritaria de los valores en las subidas. La idea principal es que no se trata de un avance sostenido solo por unos pocos grandes componentes, sino de un movimiento respaldado por una base amplia, lo que refuerza la solidez de la tendencia. Mientras esta amplitud se mantenga positiva y no aparezcan señales claras de agotamiento, el escenario de fondo sigue siendo favorable para la renta variable. Otro eje central es la gestión del riesgo y del momento de entrada. Se insiste de forma reiterada en que no basta con que un activo sea bueno o pertenezca a un sector atractivo: el precio de entrada y la distancia respecto a niveles de control son determinantes. Entrar tarde, cuando el recorrido ya está muy avanzado, incrementa el riesgo y reduce la rentabilidad esperada. Por ello, se priorizan situaciones con una ecuación riesgo-recompensa equilibrada frente a movimientos excesivamente extendidos. También se subraya la importancia de la fortaleza relativa y la selección sectorial. El análisis pone el foco en identificar qué sectores lideran el mercado y, dentro de ellos, qué activos muestran estructuras técnicas más limpias y consistentes. Se recomienda evitar valores débiles, en tendencia bajista o en simples rebotes, aunque pertenezcan a sectores populares o tengan expectativas futuras atractivas. El criterio dominante es seguir al precio y al dinero, no anticiparse a posibles giros. Por último, el mensaje general es de disciplina y adaptación al contexto. El mercado puede generar vértigo tras subidas prolongadas, pero mientras la tendencia se mantenga intacta, la estrategia pasa por acompañarla y vigilar señales objetivas de deterioro. No se busca adivinar techos ni suelos, sino reaccionar a lo que el mercado va confirmando, combinando paciencia, control del riesgo y una selección exigente de activos.
O ministro da Saúde Mark Butler afirmou estar em negociação com a farmacêutica que produz o remédio. No momento, quem sofre de diabetes 2 já consegue comprar o Ozempic com desconto no PBS (Pharmaceutical Benefits Scheme). Cerca de 500 mil australianos usam este tipo de medicação para perder peso.
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Pastor John Nos Comparte:
Eleva tu energía y transforma tus días con tu nuevo DIARIO DE GRATITUD, descárgalo completamente gratis aquí: https://www.mardelcerro.com/gratitudEn esta meditación guiada de inicio de año realizamos un ritual profundo de limpieza de creencias para soltar la prisa, la autoexigencia y las historias que ya no te sostienen. A través de una visualización suave, recorremos tu “casa interna” para identificar creencias como “voy tarde”, “no soy suficiente” o “tengo que poder con todo”, y abrir espacio para nuevas creencias de calma, confianza, merecimiento y presencia.Esta práctica te ayudará a: ✨ Liberar creencias limitantes del año anterior ✨ Entrar al 2026 liviana, renovada y en paz ✨ Reconectar con tu ritmo interno ✨ Activar tu intuición y tu poder interiorSi deseas comenzar el año desde la claridad y no desde la prisa, esta meditación es para ti. Gracias por abrir conmigo el noveno año de Medita Podcast.
"Mas, buscai Primeiro o Reino de Deus, e a Sua Justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Mateus 6:33"Tenho-vos dito isto, para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo." João 16:33
Hablamos con la atleta ganadora en 2024 que confía en repetir hazaña en 2025: "Fue un sorpresón y este año vamos a por todas de nuevo", afirmó la leonesa: "Entrar en el estadio lo recordaré siempre".
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En este episodio, Nelly Aponte visita Insomnio para compartir historias basadas en hechos reales donde la Navidad deja de ser una celebración y se convierte en un infierno.Apariciones y entidades que se transforman, como la presencia que se manifiesta en las barrancas de Tenampa imitando gestos y voces familiares para anunciar tragedias, o aquellas que adoptan la forma de figuras cercanas —desde familiares fallecidos hasta un falso Santa Claus durante la madrugada del 24—, demostrando que no todo lo que se presenta como conocido viene con buenas intenciones.También te hablaremos de pactos y brujería pedidos con desesperación, donde pedir ayuda al más allá para obtener dinero o estabilidad trae consecuencias físicas y emocionales imposibles de explicar, así como de casas embrujadas y espacios en donde los entes se aparecen, como la Casa 17, donde los trabajos ocultos y las presencias continúan incluso después de la muerte de quien los inició.Además, se presentan casos de acoso paranormal recurrente, en los que una misma entidad aparece cada diciembre y persigue a una familia a lo largo de generaciones, dejando claro que algunas presencias no desaparecen, solo esperan el momento para volver.
Hay personas gastalonas y otras ahorrativas. ¿Cuál es el idioma que se debe hablar en común para que las finanzas en pareja no sea motivo de disgustos? El asesor en finanzas Andrés Gutiérrez nos explica 5 tips para que el dinero nunca falte y el amor no se vaya. Es tiempo de agradecer y disfrutar la Navidad escuchando Por el Placer de Vivir con el Dr. César Lozano. Disponible en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, ViX y el canal de YouTube de Uforia Podcasts.¿Cómo te sentiste al escuchar este Episodio? Déjanos tus comentarios, suscríbete y cuéntanos cuáles otros temas te gustaría escuchar en #porelplacerdevivir
✨ Este episodio especial es una invitación a hacer una pausa consciente antes de entrar al 2026. Una meditación sencilla y profunda para soltar el ruido del año que termina, aquietar la mente y preparar tu energía para lo que viene.