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É muito difícil lidar com o fim da Copa do Mundo depois de mais de um mês vendo e falando sobre jogos. Mas as séries estão aí pra isso, e com o fim da Copa a gente voltou a ver e está aqui para comentar - de quebra, com um leve atraso, analisamos as indicações ao Emmy Awards, o querido Oscar da televisão.
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Joana Marques foi à festa de verão do Estoril Open, que marca o início de uma estação (o verão) e o fim de outra (a TVI).
ACABOU a Copa e agora temos o Corinthians de volta! Futebol com coração é mais emoção! Essa pré-temporada vai dar jeito no time? Voltaremos com tudo? E recebemos mais um transferban… os salários continuam atrasados. Quando esse pessoal do clube vai se mexer pra de fato tirar o Corintians dessa humilhação? As brabas voltaram e ganharam, os homens farão o mesmo? E, claro, falamos um pouco da Copa e da campeã, Espanha! SIGA A IRMANDADE! https://linktr.ee/irmandadecorinthiana
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Marcos, capítulo 5, versículos 21 ao 36, nos traz uma reflexão sobre crer e não temer.No texto acima, encontramos a história de Jairo, um homem que tinha todos os motivos para desistir. Sua filha estava gravemente enferma e a situação parecia fugir completamente do seu controle. Mesmo sendo um líder da sinagoga, alguém respeitado e influente, ele se viu diante de uma realidade que seu cargo, seus recursos e sua experiência não podiam resolver.Ao saber que Jesus estava por perto, Jairo correu até Ele, lançou-se aos seus pés e suplicou por ajuda. Esse foi o primeiro passo da fé: reconhecer que somente Jesus poderia transformar aquela situação.Enquanto Jesus caminhava em direção à casa de Jairo, algo aparentemente frustrante aconteceu. A caminhada foi interrompida pela mulher que sofria de uma hemorragia havia doze anos. Jesus parou para atendê-la, conversou com ela e dedicou tempo àquela necessidade. Para Jairo, cada segundo parecia precioso. Talvez ele tenha pensado: "Jesus, minha filha está morrendo, não há tempo para isso!"Muitas vezes nos sentimos assim. Oramos, buscamos a Deus e parece que Ele está demorando. Enquanto esperamos, vemos Deus agir na vida de outras pessoas e somos tentados a acreditar que Ele se esqueceu de nós. Mas o atraso de Deus nunca significa abandono.Foi então que chegaram as piores notícias: "Tua filha morreu; por que ainda incomodas o Mestre?" (v.35). Em outras palavras, disseram a Jairo: "Acabou. Não há mais esperança. Desista."Mas Jesus imediatamente respondeu: "Não temas, crê somente." (v.36)Essa palavra continua ecoando até hoje para todos aqueles que estão enfrentando situações difíceis. Quando as circunstâncias dizem "acabou". Jesus diz "continue crendo". Quando as pessoas dizem "não tem mais jeito", Jesus diz "não desista". Quando a esperança parece morrer, Jesus nos convida a confiar ainda mais.A fé verdadeira não é apenas acreditar quando tudo está bem; é permanecer confiando quando as notícias são ruins. Jairo poderia ter desistido naquele momento, mas escolheu continuar caminhando com Jesus. E porque não desistiu, viu o impossível acontecer: sua filha foi ressuscitada.Talvez hoje exista alguma área da sua vida que pareça sem solução. Talvez você tenha recebido notícias desanimadoras, enfrentado portas fechadas ou vivido longos períodos de espera. A mensagem deste texto é simples e poderosa: você não pode desistir.O mesmo Jesus que caminhou ao lado de Jairo continua caminhando conosco. O que parece morto para os homens ainda está sob o controle de Deus. A última palavra não pertence às circunstâncias, mas ao Senhor.Conclusão: Quando a espera for longa, não desista.Quando os obstáculos surgirem, não desista.Quando as notícias forem contrárias, não desista.Quando a fé for provada, não desista.Ouça a voz de Jesus dizendo ao seu coração: "Não temas, crê somente." Quem continua caminhando com Cristo descobre que os milagres acontecem além dos limites daquilo que consideramos possível.Que Deus fortaleça sua fé para continuar avançando, mesmo quando tudo parecer contrário. Afinal, quem anda com Jesus nunca tem motivo para desistir.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
ABIOSE - VIDA LATENTEPODCASTHistórias de Humor, Ficção, Romance, Drama, Terror e muito maisSEGUE A GENTE e AVALIE com 5 ESTRELAS. NÃO CUSTA NADA, É RÁPIDO.Criação / Designs: Jorge BarretoTodos os direitos reservados: "JB Studio"E-mail para: abiose.vidalatente@gmail.comInstagram: @abiosevidalatentehttps://podcasters.spotify.com/pod/show/abiosevidalatentehttps://twitter.com/Abiose_V_L***RECOMENDADO PARA MAIORES DE 18 ANOS***Ajude o nosso canal a crescer.COLABORE FAZENDO UM PIX DE QUALQUER QUANTIA PARA O PODCAST:CHAVE: abiose.vidalatente@gmail.comObrigado por nos ouvir.
Sérgio Abrantes já fez mais de 200 lançamentos digitais e viveu um lançamento tão desastroso que não conseguiu recuperar. Nesse episódio do Hotmart Cast, ele conta esse erro, o método que criou depois disso para reduzir risco em qualquer lançamento — e como esse método foi usado no relançamento do Whindersson Nunes, que já tinha tentado lançar antes sem sucesso.Você vai entender por que grandes lançamentos falham mesmo com planejamento, como usar cenários financeiros para prever resultados antes de lançar, por que testar pequeno antes de escalar evita prejuízo (a estratégia usada com o Whindersson), e qual o erro de comunicação que mais derruba parcerias entre agências e experts. Visite o canal da Hotmart no Youtube: https://www.youtube.com/@hotmart
A rutura no Bloco e a polémica moção de confiança proposta a Montenegro agitam a política. Afinal que rasteira é esta de Miguel Relvas a Montenegro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jesus queria tornar o perdão perfeitamente possível, sem abrandar a gravidade do pecado e sem fazer mal à santidade de Deus.
O Bernardo tinha uma vida feliz com a Fernanda e o filho, até que ela sofreu um AVC hemorrágico. Sua esposa voltou para casa com graves sequelas e ele passou a dedicar a sua vida para cuidar dela. Durante a recuperação, uma fisioterapeuta chamada Helena, se tornou um grande apoio, mas com o tempo, Bernardo estava se apaixonando por ela. Tomado pela culpa, ele decidiu se afastar e preservar o casamento. Com a melhora da esposa, ele entendeu que o que ele sentia não era amor, mas sim gratidão por curar o seu grande amor.
Até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e como é que o fascismo utiliza os princípios democráticos para a destruir são questões que sobressaem das entrelinhas de “Um julgamento - Depois do inimigo do povo”, uma criação da encenadora Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura que é apresentada, a partir deste sábado e até dia 22 de Julho, no Festival de Avignon. Os dois artistas imaginaram uma continuação para a peça “Um Inimigo do Povo” (1882), de Henrik Ibsen, à luz dos dias de hoje, das "fake news", da erosão democrática, do capitalismo desenfreado e dos julgamentos sumários nas redes sociais. “A verdade acabou” é a primeira frase que se ouve da boca de Wagner Moura, o homem do cinema que reitera que quer “estar aqui”, no teatro, depois de 16 anos longe dos palcos. O espectáculo “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo” é apresentado no Festival d'Avignon de 11 a 22 de Julho e questiona até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e a justiça. A criação da encenadora e dramaturga Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura inspira-se na obra de Henrik Ibsen, de 1882, mas não é uma adaptação. O texto, de Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo, é a continuação da história de Thomas Stockman, “uma segunda chance” que lhe é dada para falar e tentar provar que não é o “Inimigo do Povo”. Quem decide é um “tribunal popular” composto por 11 espectadores sorteados que sobem a palco. E há dois finais para a peça. Recuemos à história do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen que é o mote para esta história: o médico Thomas Stockman denuncia a poluição de uma estância balnear para proteger a população, mas o seu irmão, Peter Stockman, silencia a denúncia porque diz que a população depende dessa fonte de rendimento para sobreviver. “A economia não pode estar na frente da vida das pessoas” versus “a vida das pessoas depende da economia”, ouvimos de ambas as partes. Esta é também a história de uma família destruída por dissensões políticas e morais. O Thomas Stockman de 2026 é interpretado magistralmente por Wagner Moura que quer mostrar que não é “um inimigo público”. E tudo começa com a frase: “A verdade acabou. Isso é o que mais me assusta. Acabou. Não existem mais factos. Só versões. E quando a verdade perde o valor, então toda essa sala, e tudo o que ela representa, se torna uma encenação”. Em palco, tudo se dilui: teatro, cinema, documentário, encenação, improvisação, verdade, manipulação. No julgamento, questiona-se, por exemplo, o que é a verdade na era das fake news e das “diferentes versões” e a própria dramaturgia vai diluindo as fronteiras entre realidade e ficção, entre actor e personagem, entre actuação e performance, com momentos em que não sabemos se os actores improvisam ou se tudo não passa de encenação. A peça é uma coprodução entre o Festival d'Avignon, o Centro Cultural de Belém (Portugal), o Holland Festival (Países Baixos), o Edinburgh International Festival (Reino Unido) e o centro de artes DeSingel (Bélgica). E foi em Avignon que conversámos com Christiane Jatahy a propósito deste trabalho que é a terceira peça que ela aqui apresenta, depois de “O agora que demora”, em 2019, e “A Hora do Lobo”, em 2021. “Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo”, resume a encenadora na entrevista à RFI. RFI: Como é que surgiu a ideia de partir deste texto com Wagner Moura? Christiane Jatahy, Encenadora: “Eu e o Wagner há muito tempo que a gente desejava trabalhar juntos. Ele assistiu a um espectáculo que eu fiz em Los Angeles e ele falou, a partir dali, que ele realmente queria voltar ao teatro através do nosso encontro. A gente então começou a ler muitas coisas, a ver muitos filmes. Ele tem muita paixão por esse texto do Ibsen, mas eu disse-lhe que eu não gostaria de montar o texto como o texto é porque eu achava que a gente precisava revisitar esse texto de uma maneira mais extrema, de realmente recriá-lo. E aí eu propus a ideia do tribunal. A encenação é minha, Wagner actua e a gente trabalhou juntos no texto. Eu propus essa ideia, ele aceitou na hora e, a partir desse momento, eu comecei a pensar na estrutura dramatúrgica, a gente dialogou muito sobre isso e assinámos o texto juntos com Lucas Paraizo também que é um roteirista. Essas questões que você apresentou na introdução da sua pergunta eram sempre questões que permeavam dois pontos que permeavam muito o nosso querer para fazer esse espectáculo. Primeiro é isso: ‘A verdade acabou'. Como é que a gente sobrevive num mundo em que tudo são versões? Como é que a gente consegue, de facto, manter um diálogo quando a minha verdade não é a sua? E não é que a gente esteja debatendo uma ideia, a gente, na verdade, está completamente em contradição, como se se estivesse vivendo em dois mundos diferentes. Isso é uma questão que eu acho que é muito urgente ser discutida porque isso significa que acabou o diálogo e a gente não pode sobreviver democraticamente se não tem mais diálogo. E aí eu vou directamente à sua segunda questão. É nessa maneira e através dessa fissura que o fascismo se aproveita porque o que o fascismo faz é criar uma verdade única, o que o fascismo faz é criar um inimigo único, o que o fascismo faz é inventar uma história do passado que não representa a realidade e fazer as pessoas se movimentarem através da raiva e não de uma ideia de colectividade e cooperação, utilizando todas as ferramentas da democracia e, na verdade, atingindo e atirando em tudo que é provocador do pensamento - a cultura, a os estudos, a universidade... Então, todas essas coisas estão subliminarmente dentro da peça, mas elas são os motores que nos moveram a criar esse espectáculo.” O teatro é transformado em tribunal popular e quebra os limites da quarta parede com o papel do público. Estamos habituados, no seu trabalho, a que o público participe, mas aqui ainda vai mais longe: o público absolve ou condena. Por que é que decidiu dar este papel ao público? “Porque quando eu pensei que não teria sentido montar a peça como ela é - para mim porque para outras pessoas pode ter - eu não queria trazer uma resposta sobre se ele é ou não é um inimigo do povo e se ele é ou não é um herói. Interessava-me, na verdade, levar essa questão para o público e ter essa resposta. Foi daí que veio a ideia do tribunal e a ideia de que o público, a cada noite, através da percepção do que ele está vendo, de diferentes pontos de vista e, portanto, a abertura ao diálogo com o público e de algumas questões que eles possam colocar, que a gente chegasse num veredicto que sempre nos surpreende e é muito interessante em cada lugar.” Há dois finais? “Há dois finais. Um final que é um monólogo caso ele seja considerado inimigo do povo e um final que é um outro monólogo, caso ele não seja considerado, como aconteceu na noite de ontem [ensaio geral de 10 de Julho].” Há uma tela para depoimentos audiovisuais, há gravações de telemóvel, há câmaras presenciais, há palco e bastidores ao mesmo tempo e há bastidores que entram no palco. Mais uma vez, a Christiane elimina as fronteiras entre teatro e cinema, nomeadamente com um actor de cinema que volta ao teatro. Também apaga os limites entre documentário e ficção, entre encenação e improvisação. Qual é o significado de todas estas camadas, estas transposições? “Essas são camadas que eu realmente exploro. Eu sempre digo que tem fronteiras que me interessa trabalhar, não para fixá-las, mas para expandi-las e são exactamente essas que você descreveu. Primeiro, respondendo a essa questão, o Wagner traz o cinema. Então, quando ele diz que ele joga com a questão do cinema e do teatro, do final perfeito para um filme, a gente está, de facto, através da presença dele, ressignificando a questão do cinema no teatro. Eu acho que isso é importante dizer, sem projecção, sem nada, só com discurso e a sua própria presença. E como a cada espectáculo me interessa que o cinema entre de uma forma muito dramatúrgica, completamente conectado ao que a gente está contando e não como uma exposição da projecção do que nós estamos contando, no sentido da amplificação da imagem, o cinema, nesse caso, entra como prova, entra como caminho para os testemunhos que não estão ali se poderem expressar. Como tantos tribunais online que a gente tem hoje em dia, inclusive o tribunal da próprias redes sociais que se dá através de recortes de imagens, de edições, de coisas, de manipulação das imagens. Então, e para finalizar a resposta, para mim o teatro entra na ficção, ele dá espaço para a ficção quando a gente mostra que a gente está no teatro, que o espaço é o teatro, que os bastidores estão presentes, mas que o que está acontecendo ali transforma em algo que é real. Então, nesse jogo entre ficção e realidade, para mim é muito importante que todos os dispositivos do teatro estejam muito evidentes.” E a própria improvisação também permite a entrada, se calhar, do real no próprio palco. “Completamente.” A peça questiona até onde estamos dispostos a ir para defender os nossos ideais e a verdade, mas também mostra, como disse, que o fascismo utiliza os princípios democráticos para nos manipular. A peça deixa inclusive instalar-se a dúvida sobre se vale a pena comprometermos tudo, a família, a comunidade, em nome da verdade. Como é que conseguem fazer isto e até que ponto não é perigoso mostrar que a verdade pode ser só performativa? “Primeiro eu acho que o imperativo moral tem que ser maior do que o medo do que pode acontecer em relação à economia. Eu acho que isso é uma coisa que está na peça e que a gente tem que falar como sociedade. A gente precisa defender o imperativo moral, a gente precisa proteger a sociedade, mas a gente não pode se deixar dobrar pelo mercado. E isso é uma discussão sobre o capitalismo que a gente não tem como não pensar quando está tudo realmente interligado e é evidente. Eu acho que – e eu acho bonito como o Wagner toma isso para ele - quando você defende uma ideia, você vai pagar um preço por ela. A gente sabe. Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, ou seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram, na verdade, a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. Então, eu acho que é o contrário. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo.” O problema de transformar o mundo é que a maioria é quem ganha e Wagner Moura, Thomas Stockmann, diz na peça que “é preciso proteger a minoria da maioria” e que “a maioria nunca tem razão”. O que é que faz de Thomas Stockmann, esta peça e a forma como vocês a reinventaram algo absolutamente contemporâneo? “Bom, antes eu vou responder sobre a questão da maioria e da minoria porque eu acho que é interessante pensar que a gente nomeia a minoria como se a minoria fosse menos e a minoria, na verdade, sempre é mais. Existem muito mais pessoas que são consideradas minorias do que realmente a maioria. A maioria, na verdade, é quem tem o poder. Aí a gente vai falar – e falamos disso na peça - quantas democracias têm eleito pessoas que não representam as minorias que algumas vezes as estão elegendo? Isso faz parte da manipulação que a gente estava falando antes. Então, acho que essa colectividade de mudança tem a ver com tentar denunciar essa manipulação, conseguir fazer com que as pessoas percebam que estão sendo manipuladas e que não vão ganhar com isso. Mas isso é uma discussão que eu não tenho resposta, mas é para a gente pensar.” Além dessa parte da manipulação, que é absolutamente contemporânea na forma como os políticos ganham as eleições, que outras questões tornam esta personagem muito contemporânea? Por exemplo, em França, militantes ecologistas chegaram a ser chamados de ‘ecoterroristas”… “Eu acho que, na verdade, a gente coloca em pauta essa discussão sobre onde é que determinadas posições ultrapassam o limite democrático e questionam o valor democrático. Acho que a gente já viu democracias causando barbáries, mas, por enquanto, a única solução que a gente tem é a democracia. Ao mesmo tempo, é óbvio que quando a gente coloca na boca de Thomas Stockmann, o personagem ético da história, frases como essa - e eu acho que é importante dizer que em toda a peça são as únicas frases que pertencem ao Ibsen quando a gente ouve no gravador - eu acho que a gente está falando, na verdade, sobre uma coisa que também está na peça que é heróis perfeitos não existem.” Há outra frase que fica. No final, Wagner Moura diz: “Todas as vezes que penso nos meus filhos, lembro-me que o ser humano pode ser terrível, mas também pode ser extraordinário”. Quer-me falar por que é que colocou esta nota no final? “Primeiro, eu acho que é importante dizer que a gente fala muito de política em toda esta entrevista, mas essa peça fala de família. Essa peça fala sobre os afectos profundos familiares, como é que a questão política externa está dentro das famílias, como é que isso é inseparável, indissociável e a gente viveu muito isso no Brasil, de como é que as questões políticas podem realmente destruir e criar guerras familiares. O que acontece nesta peça é isso. Essa é uma das últimas frases que o Wagner Moura fala que eu acho realmente muito comovente e é sobre uma utopia e uma distopia na mesma frase. É um pouco tudo isso que a gente conversou aqui. De facto, a gente pode ser terrível, mas se a gente lembrar que a gente também pode ser extraordinário, talvez a gente possa voltar a essa ideia não só de mudar o mundo, mas de tentar deixar o mundo - como também é dito na peça - para os nossos filhos, para os nossos netos e, com sorte, para os nossos bisnetos.”
Almada sem água, Portugal fora do Mundial e Marine Le Pen condenada. Três acontecimentos que dominam a atualidade e que estiveram em debate no Geração V.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PF faz buscas na casa de Jair Bolsonaro, mas não encontra novas armas. E Cenipa aponta distração de pilotos, segurança frágil e falha da Anac em queda de avião da Voepass.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Falando de Nada, comentamos a decisão da Comcast de dividir a NBC e sua operação de TV a cabo em duas empresas, analisando os motivos por trás da reestruturação e como ela reorganiza os negócios da companhia.Também debatemos o desempenho de bilheteria de Supergirl e os desafios enfrentados pelo novo filme da DC, além das disputas entre a Amazon MGM e o sindicato dos diretores de Hollywood, que acabaram resultando em um novo acordo entre os estúdios e a categoria.Seja um membro da Guilda dos Tagarelers e participe das pautas semanais:https://www.youtube.com/channel/UCa8ekYf6l76ikQszoMYuHkw/join00:00 - Começou o Falando de Nada00:55 - Acabou o sonho do Hexa em 202610:11 - O que está acontecendo com o filme da Supergirl22:25 - Comcast divide NBC e TV a cabo em 2 empresas29:12 - Sindicato de diretores de Hollywood processa MGM32:50 - Sindicato dos diretores retifica acordo de 4 anos com estúdios37:52 - O Fim do aplicativo TV Time43:05 - Perguntinhas MarotasQuer enviar um Pix da Alegria? Entre em contato com nosso produtor @bclemente22 no Instagram!✉ Quer mandar sua sugestão de pauta ou dúvida? Envie um e-mail para
Portugal despediu-se do Campeonato do Mundo e este é, inevitavelmente, o episódio mais difícil da nossa edição especial.O sonho terminou frente à Espanha e procuramos perceber porquê. Entre opções táticas, decisões durante o jogo e uma identidade coletiva que nunca apareceu de forma consistente, analisamos tudo o que marcou a eliminação portuguesa.Falamos do impacto da saída por lesão de Nuno Mendes, da importância que Gonçalo Ramos poderia ter tido, das decisões de Roberto Martínez e da diferença entre uma seleção recheada de talento individual e outra que voltou a mostrar porque é uma das equipas mais fortes do mundo enquanto coletivo.Olhamos também para o percurso de Portugal neste Mundial, destacamos os jogadores que mais cresceram, aqueles que ficaram abaixo das expectativas e fazemos um balanço do legado de Roberto Martínez à frente da Seleção Nacional.Fechamos com um olhar para o que resta da competição, as nossas previsões para a reta final do Mundial e uma conclusão que este torneio voltou a reforçar: o talento continua a ser fundamental, mas sem uma ideia coletiva dificilmente chega para vencer.
Fim de ciclo para Roberto Martinez, que sai da Seleção Nacional após a eliminação de Portugal do Mundial aos pés da Espanha. O duelo ibérico é um dos temas principais deste episódio, bem como os bons jogos de futebol que têm existido neste Mundial nos últimos dias ou, por exemplo, a fantástica campanha de Cabo Verde. #futebol #podcast #fifaworldcup2026 #cristianoronaldo #vaidarportugal
Paute o debate no pix: podcastbelgrado@gmail.com
A derrota da Seleção Brasileira para a Noruega vai muito além do futebol. Neste episódio do Escadão, o jornalista Leonardo Mascarenhas analisa como um resultado dentro de campo pode revelar dilemas sobre liderança, estratégia, renovação e escolhas políticas em São Paulo.Por que insistimos nas mesmas escalações? O que futebol e eleições têm em comum? E quais lições a política paulista pode tirar quando o apito final revela que apenas tradição não garante vitória?Um episódio sobre futebol, poder, democracia, comunicação e o futuro das eleições no maior estado do país.
Esta Semana em África ficou marcada pelo fim da participação de Cabo Verde no Mundial de Futebol, mas também as críticas da oposiçõa na Guiné-Bissau, o fluxo de moçambicanos que sai da África do Sul sob ameaças racistas ou ainda a desistência final de Jorge Bom Jesus nas presidenciais de São Tomé e Príncipe. Os Tubarões Azuis caíram de pé no Mundial de Futebol masculino que decorre nos Estados Unidos, México e Canadá. Face aos campeões em título, a Argentina, Cabo Verde deu luta e conseguiu por duas vezes igualar a partida, perdendo apenas por um auto-golo já no prolongamento do jogo. Durante 120 minutos, os cabo-verdianos sonharam e saem desta competição com a cabeça erguida dando a conhecer ao Mundo a sua forma de jogar, mas sobretudo o seu país, as suas tradições e a sua alegria. Na hora do adeus, o guarda-redes Vozinha, que se tornou uma das sensações desta competição e é agora aclamado mundialmente, diz esperar que Cabo Verde continue a atingir novas metas e que o futuro está aberto para o arquipélago. Na Guiné-Bissau, os dois principais blocos da oposição acusam a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) de ter perdido neutralidade para legitimar o regime de transição militar instalado após a tomada de poder em Dezembro de 2025. Numa carta aberta, denunciam a exclusão da oposição das missões da organização, contestam o apoio ao processo de revisão constitucional e alertam para a degradação das condições democráticas no país. O coordenador interino da PAI-Terra Ranka e um dos signatários da carta, António Samba Baldé, explica as razões deste repúdio em entrevista a Lígia Anjos. Na África do Sul, as manifestações e a violência contra os imigrantes continuam, tendo já levado pelo menos 25 mil pessoas a abandonar o país. A fronteira de Ressano Garcia, na província de Maputo, no sul de Moçambique, está a registar o regresso massivo de cidadãos, entre moçambicanos e malauianos, como nos conta o nosso correspondente Orfeu Lisboa. Do outro lado, na África do Sul, continuam as manifestações e a ausência dos imigrantes, que optam por fugir para os seus países de origem ou esconder-se nas suas casas, já está ter um forte impacto no quotidiano de várias cidades como descreve a nossa correspondente Mariamo Hassamo. Em São Tomé e Príncipe, o ex-primeiro-ministro são-tomense Jorge Bom Jesus anunciou a sua decisão de desistir da corrida às presidenciais de 19 de Julho, alegando uma “avalanche de inverdades criminosas” e um clima de “divisão e crispação política” em torno da sua candidatura. Mantêm-se na corrida Carlos Vila Nova, Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu e Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim. A campanha eleitoral começa hoje em São Tomé e Príncipe. Em Angola, vão começar a ser cobrados os serviços de saúde prestados à população devido à revisão da Lei de Bases do Sistema Nacional de Saúde, pondo fim à gratuidade universal da assistência médica em vigor há 34 anos. A proposta, aprovada na especialidade, está a gerar controvérsia entre parlamentares, embora o governo clarifique que a medida será aplicada apenas a cidadãos com capacidade financeira, como explica o nosso correspondente Francisco Paulo.
Eu estava tentando fazer uma lista sobre filmes de aventura com o Adriano. O problema de fazer lista é que você sempre acaba tendo que justificar para si mesmo o motivo de não colocar o filme que todo mundo esperava que você colocasse. A gente falou sobre o que faz uma jornada valer a pena no cinema, sobre como é sair de casa e voltar um pouco diferente.Acabou entrando Jodorowsky, irmãos Coen e bastante Miyazaki. E a gente também falou sobre Don's Plum. Aquele filme do Leonardo DiCaprio com o Tobey Maguire que eles processaram o diretor para não sair, provavelmente porque perceberam que estavam parecendo os idiotas que eles realmente eram nos anos 90. É um filme estranho.O episódio já está disponível.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Brasil pede dinheiro pra China01:45 O Panda Bond: como funciona o título de dívida em yuan02:19 A história das 9 moedas do Brasil (e o Real português)03:18 Dívida externa: quanto o Brasil deve em moeda forte04:42 Os 5 bilhões de yuans: o que isso representa de verdade05:38 Vota no Robzão no Prêmio iBest
Já não se discute tanto sobre obediência, discute-se sobre ecrãs. Sem conflito não há autonomia e o atrito entre gerações pode estar a desaparecer. Os pais hoje têm medo do conflito com os filhosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Após o incidente registrado durante a semifinal do Campeonato Municipal de Futsal de Lauro Müller, no último sábado (20), a diretoria do Cairu se manifestou oficialmente sobre o caso envolvendo a emissão de fumaça dentro do ginásio municipal. Em entrevista à Rádio Cruz de Malta FM, o integrante da diretoria, Augusto Dandolini, explicou que a situação ocorreu após a utilização de um material que teria sido comercializado como adequado para ambientes fechados. Segundo Augusto, a proposta da torcida e da diretoria era proporcionar uma apresentação inédita no futsal amador da região, com a exibição de um bandeirão em formato 3D e efeitos visuais durante a entrada da equipe em quadra. "A ideia nunca foi sinalizador com fumaça. Inclusive nós temos as mensagens do fornecedor dizendo que o material era para ambiente interno e que não gerava fumaça", afirmou. De acordo com ele, a diretoria reconhece que houve falha ao não testar o equipamento antes da utilização. "Talvez foi o principal erro da diretoria, não ter feito um teste antes para comprovar que realmente não poderia ser usado", declarou. Apesar do susto, Augusto ressaltou que ninguém ficou ferido e que a prioridade naquele momento foi garantir a segurança do público. "O importante naquele momento já não era mais o jogo e sim que ninguém se machucou. Acabou sendo só um incidente e nenhum acidente", destacou. O dirigente explicou ainda que o time busca esclarecimentos junto ao fornecedor para entender se houve erro no produto entregue. "A gente está buscando uma resposta mais concreta do fornecedor, porque quem não sabe dessa situação acabou apontando o Cairu como irresponsável por soltar fumaça dentro do ginásio fechado", comentou. Confusão envolvendo vice-prefeito A entrevista também abordou a discussão registrada em vídeo entre o vice-prefeito de Lauro Müller, Serraninho, e alguns torcedores após o incidente. Embora não estivesse presente no momento da confusão, Augusto afirmou que a diretoria apurou que houve apenas um momento de exaltação entre as partes. "Acredito que todo mundo no momento queria ajudar, mas como é um momento um pouco tenso, pode ser que aconteça um disse me disse ali. Pelo que eu vi não foi nada demais", avaliou. Ele também pediu desculpas caso algum integrante do clube tenha ofendido o vice-prefeito. "Se o vice-prefeito se sentiu ofendido por alguma pessoa do Cairu, a gente pede desculpa, não era a intenção", afirmou. Jogo será retomado com portões fechados Após reunião entre representantes do Cairu, Amaral, Comissão Municipal de Esportes, Polícia Militar e autoridades municipais, ficou definido que a partida será retomada nesta quinta-feira, às 20h, com os portões do ginásio fechados ao público. Como medida definida após o episódio, o Cairu também concordou em realizar a doação de cinco cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade no município. "O Cairu também concordou no pagamento de cinco cestas básicas para famílias necessitadas do município como forma de uma retribuição pelo incidente causado", informou. Augusto ainda fez questão de elogiar a atuação da Polícia Militar durante a ocorrência. "Os policiais militares que estavam lá foram super tranquilos e souberam gerir muito bem a situação", disse. Trabalho de fortalecimento do esporte local Ao longo da entrevista, o dirigente também destacou o trabalho desenvolvido pela diretoria do Cairu nos últimos anos para fortalecer o futebol e o futsal amador em Lauro Müller. "A ideia sempre foi valorizar o campeonato como um todo. Eu acho que se o Cairu vai bem, as outras equipes também vão bem, o campeonato vai bem e a cidade vai bem", afirmou. Segundo ele, além das atividades esportivas, o clube promove ações sociais e eventos comunitários para reforçar o papel da equipe junto à sociedade. Encerrando a entrevista, Augusto voltou a lamentar o ocorrido e reforçou que a intenção era apenas tornar o evento mais atrativo para atletas e torcedores.
Jérémy Doku ponderou deixar o Mundial para assistir ao nascimento do primeiro filho. Acabou por conseguir as duas coisas, mas a hesitação expõe um conflito que muitos pais conhecemSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Banco Central decidiu reduzir os juros brasileiros pela terceira vez seguida na semana passada. Novamente, o corte foi de 0,25 ponto percentual, levando a taxa Selic para 14,25%. Apesar da flexibilização, o Comitê de Política Monetária (Copom) reconheceu os desafios do cenário econômico atual e se mostrou mais preocupado com os riscos para a inflação. Quais serão os próximos passos do Copom, afinal? Será que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim? No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica como o rumo dos juros nos Estados Unidos pode influenciar as decisões do Banco Central do Brasil. Entenda, ainda: Um novo discurso do banco central americano; Japão eleva os juros e o Reino Unido pode estar perto de subir; EUA e Irã assinam acordo de paz.
A meditação desta semana foi sobre “Quando as coisas dão errado”. E adivinha o que aconteceu com a gravação... Sim, deu errado! Acabou a memória da câmera no meio, depois fui regravar e ficou fora de foco. No fim, peguei da gravação de hoje o pedaço que faltava e colei na de ontem. Ficou meio pastiche, mas paciência. Às vezes as coisas dão errado... e esta meditação, pelo visto, quis dar exemplo prático do próprio tema. Quando a vida sai do roteiro, talvez o grande segredo para vencer seja aprender a perder com beleza. Como Mad Jack Churchill, o soldado inglês da Segunda Guerra que ia para a batalha com gaita de foles, arco, flechas e espada, até a derrota pode ser atravessada com alma grande. Capturado, ferido pelas circunstâncias e sem saída aparente, ele ainda encontra espaço para tocar uma música triste antes de cair nas mãos do inimigo. Há algo profundamente cristão nisso: não anestesiar a dor, não fugir dos limites, mas integrá-los, deixando que as cicatrizes se tornem ensinamentos gravados na alma.Diante dos fracassos, o caminho começa por parar e refletir. Como o homem perdido no mar que só descobriu a direção certa quando deixou de nadar desesperadamente e observou a correnteza, também nós precisamos frear o trem antes de gastar nossas forças na direção errada. Foi assim com o Filho Pródigo, que só começou a voltar para casa quando “entrou em si”. Depois vem a aceitação humilde: reconhecer a verdade sem se esconder como Adão, sem empurrar a culpa para os outros, mas fazendo um ato de contrição diante de Deus, que é Pai misericordioso e sempre abre uma porta de perdão, graça e recomeço.A partir daí nasce o propósito: pequeno, concreto, inteligente e possível. Não adianta transformar cada queda numa sentença de condenação, como se não houvesse mais jeito. É melhor olhar com serenidade para os recursos reais que temos e perguntar: o que dá para mudar agora? Talvez rezar em outro horário, estudar quando há mais energia, afastar a tentação da torta na geladeira, começar feio, mas começar. Star Wars nasceu depois de um primeiro roteiro confuso; Winston Churchill venceu o medo da tela em branco atacando-a com tinta; Rafael Nadal cresceu justamente porque encontrou cedo as derrotas que o ensinaram a lutar melhor. Para um algoritmo, o erro é algo a corrigir; para uma pessoa, pode ser o início de uma mudança profunda.No fim, a vida cristã é uma escola de esperança. “Todas as coisas concorrem para o bem dos que amam a Deus”, inclusive os tropeços, as gravações que dão errado, as perdas no balanço, as quedas, os recomeços e as telas em branco. Em Caná, quando o vinho acabou e tudo parecia caminhar para o vexame, Nossa Senhora estava presente e levou aquela falta até Jesus, que transformou a vergonha em alegria abundante. Que ela também esteja ao nosso lado quando as coisas derem errado, ajudando-nos a parar, aceitar, propor a mudança e lançar-nos de novo, com a confiança de quem sabe que a última palavra de Deus nunca é fracasso, mas redenção.___________________________Referências:"Mad" Jack Churchill, soldado britânico da Segunda Guerra MundialMagnifica Humanitas, n. 120 e n. 128Sobre: Richard Gasquet e Rafael Nadal: As virtudes do Fracasso, Charles Pépin.Sobre os 4 passos a tomar: https://www.artofmanliness.com/character/self-improvement/podcast-1120-how-to-try-again/ Outra entrevista com uma especialista sobre o assunto: https://www.artofmanliness.com/character/self-improvement/podcast-940-the-3-types-of-failure-and-how-to-learn-from-each/Brené Brown, reflexão sobre não anestesiar seletivamente as emoções: • The Power of Vulnerability | Brené Brown |...
André Ventura e Luís Montenegro negociaram até à hora da votação. Foi uma negociação longa que levou a um adiamento da votação por meia hora, mas está rejeitada a reforma laboral do Governo na generalidade porque o Chega se juntou à esquerda e votou contra a proposta de lei. O diploma foi rejeitado com os votos contra do Chega, do PS, Livre, PCP, Bloco, PAN e JPP, apesar dos votos a favor do PSD, da IL e do CDS-PP. E agora?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nem todo ciclo termina com uma demissão, uma separação ou um grande acontecimento. Às vezes, ele já acabou dentro de você, mas a estrutura externa da sua vida continua aparentemente igual.Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim revela os sinais silenciosos de que um ciclo kármico terminou ou está próximo do fim. A alegria diminui, aquilo que antes motivava perde a força, as conversas deixam de ter profundidade e você começa a viver no piloto automático, presente fisicamente, mas emocionalmente distante da própria vida.O perigo está em esperar uma ruptura dramática para reconhecer algo que a sua alma já compreendeu.Você também entenderá por que algumas pessoas se afastam durante uma mudança de ciclo, como o entusiasmo migra para novos interesses e por que até a vontade de reorganizar a casa, os objetos e a rotina pode representar uma transição interna mais profunda.Neste episódio, você aprenderá a:• reconhecer quando um ciclo terminou antes da ruptura material;• diferenciar cansaço passageiro de ausência de propósito;• perceber quando um antigo sucesso já não representa quem você se tornou;• compreender mudanças nos relacionamentos e nos círculos de proximidade;• identificar para onde o seu entusiasmo está migrando;• desenvolver autoliderança para não esperar a vida decidir por você.Talvez você não esteja perdido. Talvez esteja apenas entre a vida que já terminou e aquela que ainda não teve coragem de começar.Comece suas Meditações Espiritualistas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/Conheça os cursos e eventos de Marcello Cotrim:https://www.lojamotivacional.com.brInscreva-se no canal, compartilhe este episódio e envie para alguém que sente que já não pertence à vida que continua levando.
O acordo anunciado entre Washington e Teerão para pôr fim a mais de cem dias de guerra no Golfo chegou à véspera da abertura do G7 e mudou o centro de gravidade da cimeira. O Presidente francês queria discutir inteligência artificial, dívida dos países mais vulneráveis e tensões comerciais. Acabou confrontado com uma realidade mais incómoda: num mundo cada vez mais fragmentado, os aliados europeus continuam a assistir de fora às decisões estratégicas tomadas pelas grandes potências. Emmanuel Macron queria fazer da cimeira do G7 em Évian um momento de reflexão sobre os grandes desafios económicos e tecnológicos do século XXI. A agenda francesa previa debates sobre os desequilíbrios da economia mundial, as tensões comerciais e a inteligência artificial. À chegada dos líderes das principais democracias industrializadas, o foco das atenções deslocou-se para o Médio Oriente, após o anúncio de um entendimento preliminar de cessar-fogo entre Washington e Teerão. Para Eric Monteiro, docente de Ciências Políticas da Universidade de La Rochelle, esta mudança de prioridades é reveladora de uma transformação mais profunda. "O que a imprensa internacional e os países convidados abordam prioritariamente é a questão da ordem mundial que está completamente desregulada", observa o especialista, apontando o impacto das tensões no Golfo Pérsico sobre os mercados energéticos e na economia. A situação tem também uma dimensão política para Emmanuel Macron. Este é o último G7 do segundo mandato presidencial francês e um dos últimos momentos de afirmação internacional antes do fim do seu percurso no Eliseu. O Presidente francês pretendia colocar no centro da agenda temas estruturantes para o futuro da Europa, desde os equilíbrios económicos à inteligência artificial. Mas, como observa Eric Monteiro, "apesar da pauta ser interessante, falar das dívidas mundiais, das tensões comerciais e da inteligência artificial, isso acaba por passar para segundo plano". A sucessão de crises internacionais voltou a impor-se à agenda. A questão que atravessa grande parte das discussões em Évian é a relação dos aliados europeus com os Estados Unidos. Eric Monteiro recorda que Emmanuel Macron foi duramente criticado quando afirmou, em 2019, que a NATO se encontrava em "morte cerebral". A declaração provocou então "um electrochoque", mas os acontecimentos posteriores vieram, segundo o analista, reforçar parte do diagnóstico francês. A adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança Atlântica, bem como o reforço dos investimentos militares europeus, reflectem uma crescente consciência de que a segurança do continente não pode depender exclusivamente de Washington. "Há um embrião de tomada de consciência de que a Europa tem que se reforçar sozinha e que não poderá mais contar só com os Estados Unidos", afirma. Segundo o especialista, a principal mudança resulta da imprevisibilidade da política americana. "Há uma tomada de consciência da imprevisibilidade do posicionamento da primeira potência mundial", sublinha. As decisões comerciais tomadas pelos Estados Unidos, nomeadamente em matéria de tarifas aduaneiras, alimentaram entre vários aliados europeus a percepção de que os interesses estratégicos de Washington nem sempre coincidem com os da Europa. Esta desconfiança estende-se ao domínio da defesa. O debate sobre a substituição dos F-16 portugueses, as reservas de alguns países europeus relativamente aos equipamentos norte-americanos e a proposta francesa de alargar a protecção da sua força de dissuasão nuclear aos parceiros europeus revelam uma reflexão mais ampla sobre autonomia estratégica. Para Eric Monteiro, a dúvida crescente em torno das garantias de segurança americanas representa "uma mudança muito importante na situação dos últimos 80 anos". Apesar da atenção mediática estar actualmente concentrada no Irão, a guerra na Ucrânia continua a ocupar um lugar central nas preocupações europeias. Eric Monteiro rejeita a ideia de um conflito banalizado pela sua duração. Pelo contrário, considera que a resistência ucraniana desmentiu as previsões iniciais do Kremlin. "É impressionante como todos se enganaram", afirma. "Vladimir Putin anunciava uma operação que ia ser resolvida em alguns dias ou no máximo duas semanas. Já estamos a entrar no quinto ano de guerra." Segundo Eric Monteiro, os Estados Unidos procuraram sempre evitar um confronto directo com a Rússia, enquanto a Europa consolidou uma posição mais firme de apoio a Kiev. "A Europa demorou algum tempo, mas foi sempre clara sobre o facto de que, se não defendermos a Ucrânia, seremos os próximos", resume. França, Reino Unido e Itália surgem, segundo o analista, entre os países que mantiveram uma linha de apoio constante à Ucrânia. É o dossier iraniano que domina os corredores de Évian. Para Eric Monteiro, a forma como foi anunciado o entendimento entre Washington e Teerão confirma uma lógica antiga da política externa americana. "É sempre America First. E quando é Trump, é realmente assumido e dito de maneira aberta", afirma. O especialista sublinha, contudo, que ainda não existe um acordo definitivo. "Por enquanto não se trata realmente de um acordo definitivo. É um memorandum of understanding", explica. O documento prevê uma trégua de 60 dias, a reabertura progressiva do estreito de Ormuz e a retoma das negociações sobre o programa nuclear iraniano. Questões centrais, como o eventual levantamento das sanções, permanecem em aberto. A escolha do calendário também não parece inocente. Ao anunciar o entendimento na véspera da cimeira, Donald Trump chega ao G7 apresentando-se como o homem que trouxe a paz. "Ele nunca pode aparecer como um loser. Tem que mostrar sempre que ele é que domina as coisas", observa. O risco, acrescenta, é que esta questão monopolize os debates. "Vai-se falar do Irão, essencialmente", prevê o analista, receando que temas considerados essenciais para o futuro europeu acabem relegados para segundo plano. Entre esses temas está a inteligência artificial, uma das prioridades da presidência francesa. Para Eric Monteiro, a questão tecnológica deve ser analisada como uma questão de soberania. A Europa procura reduzir a dependência dos grandes grupos americanos e, em menor grau, chineses, através do desenvolvimento de infra-estruturas próprias, centros de dados europeus e soluções tecnológicas independentes. "Há uma verdadeira vontade de ter data centers na Europa e aplicações que não dependam dos Estados Unidos", afirma. Para o especialista, estas questões são hoje tão estratégicas quanto as questões de defesa. "São realmente importantes para a soberania da Europa." O anúncio de um investimento francês suplementar de 655 milhões de euros na inteligência artificial insere-se nesta estratégia mais ampla. Eric Monteiro aponta a constelação europeia de satélites, os projectos industriais comuns e as novas parcerias entre os sectores da defesa e das tecnologias digitais como exemplos de uma Europa que procura afirmar a sua autonomia num ambiente internacional cada vez mais competitivo.
Esse episódio é pra qualquer pessoa que tem conhecimento, tem vontade de criar um infoproduto, e mesmo assim não sai do lugar, por uma dúvida besta.O problema não é técnico, não é do infoproduto em si, não é de mercado. O problema está dentro de você.Fica até o final porque o episódio começa como uma aula de estratégia e termina como um espelho. E às vezes é exatamente esse espelho que muda tudo.
O David conheceu a Bruna na infância e os dois cresceram juntos até transformarem a amizade em amor. Aos 21, eles se casaram cheios de sonhos, até que, aos 23 anos, Bruna sofreu uma parada cardíaca após uma convulsão. Ela ficou muito tempo sem oxigênio no cérebro, passou meses na UTI e saiu do hospital com graves limitações. Os médicos disseram que ela talvez nunca mais tivesse consciência, mas ela começou a apresentar pequenas melhoras. Desde então, David dedica a vida aos cuidados da esposa, enfrentando noites sem dormir, dificuldades financeiras e uma rotina diferente da que sonharam. Hoje ela não fala e não consegue fazer nada sozinha, mas já emite alguns sons, algo que os médicos disseram que ela nunca faria. No programa, David lê uma carta que ela escreveu tempos atrás e se emociona. Agora, 8 anos depois, ele continua ao lado dela, acreditando que o amor verdadeiro permanece mesmo quando tudo muda.
Ângela chegou às casas de acolhimento com 5 anos. Aos 13 anos, veio do Porto para Lisboa, para um novo acolhimento residencial, onde ficaria até aos 20 anos. Viveu 15 anos em casas, mas nem por isso em família. Com pessoas que entraram e saíram. Adultos que a acompanhavam como profissão. Ainda viveu numa casa de autonomia até aos 22 anos. No total, 17 anos. O percurso posterior da Ângela não terá sido o mais habitual em quem começou a vida nas piores condições. Acabou o ensino secundário, foi para a faculdade, fez o mestrado e está, neste momento, a fazer o estágio da Ordem dos Psicólogos. Não só, porque aos 25 anos deixou de ter direito ao apoio do Estado para quem, estando nas suas condições, continua a estudar. Sem qualquer rede familiar de apoio, trabalha na Zara e, nas horas extra, ainda faz algum trabalho de modelo. A vida da Ângela daria sempre para uma excelente conversa. O facto da sua tese de mestrado ter sido sobre a experiência do acolhimento residencial de outros jovens ainda a pode tornar mais rica. Porque olha de dentro e de fora para uma realidade que, apesar de todas as dificuldades, mudou nas últimas décadas. Quando fiz o meu primeiro trabalho sobre crianças institucionalizadas, no início dos anos 90, o cenário era ainda mais agreste. Este é um episódio especial, integrado na celebração do Dia Internacional da Criança. A Ângela já não é criança. Mas é agora, com 26 anos, que olha para a infância e a adolescência que determinou a forma como se vê e vê os outros, como escreveu no seu Instagram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ângela chegou às casas de acolhimento com 5 anos. Aos 13 anos, veio do Porto para Lisboa, para um novo acolhimento residencial, onde ficaria até aos 20 anos. Viveu 15 anos em casas, mas nem por isso em família. Com pessoas que entraram e saíram. Adultos que a acompanhavam como profissão. Ainda viveu numa casa de autonomia até aos 22 anos. No total, 17 anos. O percurso posterior da Ângela não terá sido o mais habitual em quem começou a vida nas piores condições. Acabou o ensino secundário, foi para a faculdade, fez o mestrado e está, neste momento, a fazer o estágio da Ordem dos Psicólogos. Não só, porque aos 25 anos deixou de ter direito ao apoio do Estado para quem, estando nas suas condições, continua a estudar. Sem qualquer rede familiar de apoio, trabalha na Zara e, nas horas extra, ainda faz algum trabalho de modelo. A vida da Ângela daria sempre para uma excelente conversa. O facto da sua tese de mestrado ter sido sobre a experiência do acolhimento residencial de outros jovens ainda a pode tornar mais rica. Porque olha de dentro e de fora para uma realidade que, apesar de todas as dificuldades, mudou nas últimas décadas. Quando fiz o meu primeiro trabalho sobre crianças institucionalizadas, no início dos anos 90, o cenário era ainda mais agreste. Este é um episódio especial, integrado na celebração do Dia Internacional da Criança. A Ângela já não é criança. Mas é agora, com 26 anos, que olha para a infância e a adolescência que determinou a forma como se vê e vê os outros, como escreveu no seu Instagram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esther Fischborn, Eduardo Moura e Queki discutem a derrota por 3 a 1 para o Corinthians na Arena. Grêmio é superado com facilidade e torcida perde a paciência com Luís Castro. Treinador fica (até quando?), mas vice de futebol pede para sair. Aperte o play e ouça!
Estamos #NOAR! Fortaleza perde para o Athletic-MG fora de casa pela Série B do Brasileirão. Vem acompanhar!
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 - Começando mais um Ulrich Responde00:13 – Game over para Flávio Bolsonaro?05:48 – O áudio do Flávio abre espaço para uma 3ª via?07:11 – Lula vai almoçar Zema e Michele nos debates?07:53 – Sábia a atitude de Zema?10:46 – Qual candidato você acha que conseguiria organizar a economia brasileira?11:21 – Com esse episódio do Flávio Bolsonaro, a esperança de derrotar o Lula acabou?12:03 – O mercado já está precificando uma possível derrota de Flávio Bolsonaro?13:07 – Dólar subindo é reação a possível vitória de Lula?13:34 – Por que não devemos gastar todo o nosso tempo acompanhando o noticiário político?17:01 – Visita da delegação americana à China: o que acontece se o "Air Force One" caísse?21:37 – Michael Burry e liquidez: em qual moeda ficar líquido para aproveitar oportunidades?22:33 – O modelo chinês de investimento público em infraestrutura pode ser replicado no Brasil?24:19 – Faz sentido usar a ação Stretch STRC como alocação de caixa para oportunidades?25:36 – Por que não falaram sobre metais do grupo da platina (PGM) com Marcelo Lopez?26:31 – Como o Bitcoin responderia a um eventual crash das ações de tecnologia?27:33 – Como libertário, você acredita que a democracia já falhou?28:04 – Estamos próximos de um novo "Cisne Negro"?28:26 – Visão sobre Inteligência Artificial: futuro caótico ou administrável?30:39 – O que acha de uma carteira composta por Strategy, Stretch e OranjeBTC OBTC3?30:50 – Por que o Euro não consegue se tornar a principal moeda global no lugar do dólar?31:37 – Por que Nasdaq subiu no meio da guerra?33:13 – Qual ativo você está mais exposto?33:15 – Não seria interessante para o Brasil um presidente que não se curva ao imperialismo americano?34:08 – Aeroporto, Bitcoin ou segundo passaporte: qual a melhor saída do Brasil?35:06 – Qual é a Stablecoin mais confiável e transparente atualmente?35:46 – Além de Richard Rytenband, quais mentores e autores impactaram sua trajetória?38:24 – Encerramento e considerações finais.
Bruno Cardoso Reis afirma que o encontro entre Donald Trump e Xi Jiping teve resultados limitados. Para o historiador, as promessas de compra de aviões foram modestas face ao peso das duas economias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta os critérios de "casting" no filme de Christopher Nolan, "The Odyssey".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após meses de polêmica e queda na aprovação, o governo Lula cedeu à pressão popular e anunciou o fim da taxação para compras internacionais de baixo valor.O que motivou esse recuo? Como fica a relação com a indústria nacional? Analisamos os bastidores dessa decisão.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #TaxaDasBlusinhas #Lula #SemImposto #Economia #PoliticaBrasil #Shein #Shopee #AliExpress #Varejo #Consumo #Ecommerçe #Recuo #Populismo #MarketingPolitico #Brasil2026 #Noticias #PodcastBrasil #Importação #Isenção #DireitoDoConsumidor
NO EPISÓDIO 631, TEREMOS A PRESENÇA DO PROFESSOR LUIZ ANTONIO VALLE.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! CANAL DO CONVIDADO: @luizantonio-xeque-mate-global INSCREVA-SE EM @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Hoje o Intercept revelou que Flávio Bolsonaro negociou R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro, o dono do Banco Master, pra bancar o filme biográfico do pai. E que cobrou cada parcela, por áudio, por WhatsApp. Esse é o tipo de coisa que decide eleição.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
Pauta:1) GUERRA DO GOLFO III AINDA NÃO ACABOU2) MOSCOU EM ALERTA PELO DIA DA VITÓRIA3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Mais um conteúdo no ar! Desordem de gastos, empréstimos de mercado, toda a exposição dos dados que tentam explicar como se deu todo o processo financeiro do Fortaleza. Estão neste programa Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli. Na direção, João Trigueiro. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
ALZHEIMER: a CIÊNCIA acabou de admitir o ERRO — e o Ayurveda já sabia
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam fala do CEO do Fortaleza em vídeo publicado após forte declaração do capitão Brítez. Crise financeira do Fortaleza fica mais exposta do que nunca. Na direção, João Trigueiro. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Boa terça, angulers! Voltamos de férias! Acabou a farra e já abrimos o #326 com adio de Janeiro sem Governo. Cláudio Castro, na eminência de ser cassado pro TSE, renunciou e está inelegível por oito anos. O Estado do Rio está com um governador interino, Ricardo Couto, presidente do TJ-RJ, e precisará convocar novas eleições para um mandato-tampão. No próximo dia 8, o STF decide se as eleições serão diretas ou indiretas. Mais uma vergonha na conta da política fluminense. No segundo bloco, comentamos a pesquisa PENSE, do IBGE, sobre a saúde dos estudantes brasileiros entre 13 e 17 anos. Um panorama profundo sobre os adolescentes e saúde mental, assédio, bullying, drogas, cuidados com saúde, educação sexual. Assunto importantíssimo. De olho nos combustíveis, hein? A alta do diesel estabilizou mas já aumentou mais de 20% desde o início da guerra. Sirva-se!Apoie o Angu de Grilo no apoia.se: apoia.se/angudegrilo ou na Orelo: orelo.cc/angudegriloCortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza
Alexandre Garcia comenta concessão de prisão domiciliar para Bolsonaro, reunião no STF para tratar de segurança pública, e prisão de assessor parlamentar que sacou R$ 2,7 milhões.
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Márcio “Cromado”, um dos nomes mais importantes da luta livre esportiva e treinador de grandes atletas de MMA.Ele volta aos anos 80/90, às guerras de praia e boate, à rivalidade Jiu-Jitsu x Luta Livre e à transição para o cenário profissional com ADCC, eventos internacionais e o boom do grappling. Fala da decisão de largar o emprego de escritório para assumir que era lutador, dos erros da sua geração e de como hoje tenta evitar que seus alunos repitam os mesmos desvios.Cromado abre o bastidor do treino de MMA: dor, sangue, cabeça, ego, medo e mostra o papel do mestre como pai, mentor e ancião: resgatar jovens do crime, segurar atletas no caminho certo, cuidar da mente antes da técnica e preparar o lutador para apanhar e continuar lúcido. Ele fala ainda da banalização de graduações, da importância da raiz com kimono, da nova geração feminina casca-grossa e do desafio de manter valores em um esporte cada vez mais midiático.Uma conversa direta e profundamente humana sobre luta, caráter, legado e responsabilidade com a próxima geração.