Podcast appearances and mentions of leonor antunes

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Goście Dwójki
Rewizja kanonu, czyli Miasto kobiet i Kwestia kobieca w Muzeum Sztuki Nowoczesnej

Goście Dwójki

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 17:34


Blisko 200 artystek z całego świata, od Artemisii Gentileschi i Angeliki Kauffmann przez Tamarę Łempicką, Fridę Kahlo i Evę Hesse po Marlene Dumas, Tracey Emin, Leonor Antunes, Yoko Ono i Talę Madani. Ponad pięć wieków twórczości kobiet, pokaz zaangażowania oraz siły działań feministycznych.

Artes
"da desigualdade constante dos dias de leonor*” de Leonor Antunes no CRAC Occitanie

Artes

Play Episode Listen Later Jun 17, 2025 9:04


O CRAC Occitanie, em Sète, França, acolhe até ao dia 31 de Agosto, a exposição les inégalités constantes des jours de Leonor*, da artista portuguesa Leonor Antunes. Trata-se de uma exposição desenvolvida a partir da mostra da desigualdade constante dos dias de Leonor*, apresentada no Centro de Arte Moderna Gulbenkian (CAM), em Lisboa, entre Setembro de 2024 e Fevereiro de 2025. Concebida e produzida pelo CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, a mostra conta com curadoria de Leonor Antunes, Marie Cozette (directora do CRAC Occitanie - Centro Regional de Arte Contemporânea) e Rita Fabiana, esta última responsável pela curadoria da versão portuguesa. Distribuída por seis salas no rés-do-chão do CRAC, a exposição reafirma o percurso de mais de 25 anos da artista lisboeta, conhecida pelas esculturas suspensas que dialogam com a arquitectura e a história dos espaços onde se inserem. No CRAC, o público é convidado a circular livremente entre os trabalhos de Leonor Antunes, pisando um chão que é ele mesmo também obra da artista. As peças tomam forma no espaço. E aqui tudo foi adaptado às características do edifício: a ausência de janelas, as divisões, o chão, que reaproveitei da exposição de Lisboa. Este chão – feito de cortiça, latão e linóleo – é um dos elementos que liga as diferentes salas da exposição. Outro elemento é a corda de cânhamo que percorre todos os espaços, presa no tecto e suportando as peças: “Cada sala tem o seu novelo, reciclado de outras exposições. Esta linha vai-se desenrolando e cria uma malha onde tudo se liga.” O título da exposição parte de um desenho de Ana Hatherly, artista, escritora e cineasta portuguesa, realizado em 1972 — ano de nascimento de Leonor Antunes — e onde surge o nome “Leonor”. Os títulos das obras de Leonor Antunes são quase sempre citações ou nomes que carregam ecos de histórias esquecidas. A artista interessa-se pela forma como a história da arte, do design e da arquitectura tem deixado figuras femininas na sombra. Um desses casos é o de Sadie Speight, arquitecta e designer modernista britânica, que colaborou com o arquitecto Leslie Martin na concepção do edifício do CAM, mas cujo nome raramente é mencionado: “Ela teve um papel fundamental no projecto, mas nunca teve o reconhecimento que merecia.” Essa aproximação entre obras e nomes pouco conhecidos é parte de um trabalho de investigação contínua da artista, que dedica “metade do tempo passado nessa pesquisa, nessa busca incessante” por figuras femininas que ficaram à margem da história da arte. Leonor Antunes não procura vitimizar essas mulheres, mas “situar o trabalho destas pessoas”. Não é uma obsessão, mas um trabalho de situar estas figuras no tempo. Nomeá-las é uma forma de não deixar que desapareçam. A história da arte que nos ensinaram é patriarcal, masculina. Mas há muitas outras histórias por contar. A exposição les inégalités constantes des jours de Leonor*, de Leonor Antunes, pode ser vista no CRAC Occitanie, em Sète, França, até ao dia 31 de Agosto. A mostra conta com curadoria de Leonor Antunes, Marie Cozette e Rita Fabiana.

Appleton Podcast
Episódio 129 – “O espaço, a curadoria.” – Conversa com Joana Valsassina

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Jun 7, 2024 90:24


Joana Valsassina é curadora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, onde coordena o Programa Nacional de Itinerâncias da Coleção de Serralves. Formada em museologia pelaNew York University e em arquitetura pela Universidade de Lisboa, trabalhou anteriormentecomo curadora independente e integrou equipas curatoriais de instituições como o MAAT, em Lisboa, o MoMA e o The Drawing Center em Nova Iorque.Ao longo do seu percurso profissional tem trabalhado com artistas portugueses e internacionais como Leonor Antunes, Julião Sarmento, Cabrita, Silvestre Pestana, Rui Chafes, Pope.L, Susana Mendes Silva, Ana Guedes, Claire Santa Coloma, Sara Chang Yan, Joanna Piotrowska, Horácio Furtuoso, Gabriela Salazar ou Jennifer May. Links: https://momsgallery67.com/whats-motherly-about-moms-gallery https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/06/20/remain-alert-and-have-a-safe-day/ https://www.moma.org/calendar/exhibitions/3931 https://www.youtube.com/watch?v=6dLRkjFcCcA https://www.youtube.com/watch?v=5bGpSNzIwV0 Episódio gravado a 22.03.2024 Música final: Capicua, Quadrado Perfeito, Universal Music Portugal SA http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa

Artes
A arte contemporânea portuguesa em destaque em Bordéus

Artes

Play Episode Listen Later Sep 28, 2022 10:04


Até Fevereiro do próximo ano, o Frac Bordéus acolhe a exposição “Les Péninsules Démarrées”, o panorama da arte contemporânea portuguesa desde 1960. A curadoria ficou a cargo de Anne Bonnin. O título vem do poema “Le bateau ivre” de Arthur Rimbaud, que explica o movimento artístico e os seus ziguezagues para se libertar das amarras da ditadura. Até Fevereiro do próximo ano, o Frac Nouvelle-Aquitaine MÉCA – Bordéus acolhe a exposição “Les Péninsules Démarrées”, o panorama da arte contemporânea portuguesa desde 1960. Uma exposição colectiva, que conta com 135 obras de 29 artistas portugueses ou ligados a Portugal, de gerações e horizontes diferentes. A curadoria ficou a cargo de Anne Bonnin. O título vem do poema “Le bateau ivre” de Arthur Rimbaud, que explica “maravilhosamente” o movimento artístico e os seus ziguezagues para se libertar das amarras da ditadura. Anne Bonnin é crítica de arte e curadora. Em 2019, organizou a primeira exposição retrospectiva em França da artista portuguesa Lourdes Castro. Um passo importante para esta descoberta dos artistas portugueses, que acabou por a conduzir também a esta exposição. “Porquê Portugal? Na verdade, é uma história de curadoria e de encontros com artistas e, uma coisa levou à outra, entrei nesta história, descobri artistas, há artistas com quem já trabalhei, como o Francisco Tropa ou o Jorge Queiroz. Portanto, é uma história, na qual eu gradualmente entrei durante as minhas viagens e que se concretizou, primeiro, com a exposição de Lourdes Castro. Como uma coisa levou a outra, aqui estou eu, a mostrar artistas que descobri durante as minhas viagens, artistas de diferentes gerações. Ao entrar nesta história, surgiu-me a ideia de apresentar, de trazer um olhar, de entrar numa história e descobrir as bases da arte actual. Portanto, não é uma abordagem histórica, mesmo que esta exposição tenha muitos aspectos históricos que fazem parte da história contemporânea da arte portuguesa e também internacional. A ideia era olhar para uma arte actual, mas também de olhar para a arte actual através de alguns artistas importantes que começam a ser activos nos anos 60 e que continuam a sua carreira até aos anos 2000. Os artistas mais velhos, a maioria nasceu nos anos 30 e já morreram. Lourdes Castro e Paula Rego, como sabem, desapareceram este ano. Conhecermos melhor alguns artistas mais jovens foi um dos motivos também para entrar nesta história. Como Jorge Queiroz ou Leonor Antunes que está na colecção do FRAC, o Francisco Tropa, que tem uma exposição no Museu de Arte Moderna [em Paris] este ano. A Ana Jotta que será convidada do Festival de Outono. Eis vários nomes que são familiares, mas acho que a maioria dos artistas não o são. Então esta história também faz com que seja interessante voltar atrás, dar uma perspectiva da arte contemporânea, mas ao percorrer uma grande variedade de formas, que não são intuitivas, mas que em qualquer caso estejam ligadas de forma digressiva e por associação. A disposição das obras reflecte precisamente esta ideia de uma conversa entre artistas de diferentes gerações que apesar disso têm um certo número de afinidades. Penso que as afinidades, tanto através de artistas de diferentes gerações, como também as afinidades entre artistas da mesma geração acabam por sobressair sem que haja necessidade de as meter em evidência.”  Francisco Tropa, Álvaro Lapa, Malangatana, Armanda Duarte, Jorge Queiroz… uma viagem entre o passado e o presente neste espaço aberto à interpretação. “Na verdade, cruzo duas perspectivas, uma mais histórica e outra mais temática. A primeira sala, por exemplo, evoco o contexto, com dois artistas, de uma situação histórica nos anos 70 e sob a ditadura de Salazar. Depois, a relação com a literatura é algo muito preponderante entre os artistas dos anos  60, mas ainda hoje, acho até que o Jorge Queiroz é um exemplo disso. Depois, a poesia experimental que faz parte de um movimento internacional, mas que os portugueses foram precursores, é a poesia como uma experiência plástica e experiência linguística e experiência ética e política também. A seguir a imagem, porque acho que a arte tem sempre uma relação com a imagem, a imagem como um enigma, como memória, a memória do presente e a memória do passado. Depois, outro tema é a vida quotidiana: o  mundo das pequenas coisas que se refere a esta noção de pequena, pequena coisa, pequeno país, a vida quotidiana nestes aspectos detalhados. Outro tema ainda é o corpo e as suas metamorfoses, e finalmente autorrepresentação e algumas monografias.  Escolhi mostrar um conjunto de artistas, uma espécie de mini monografias na exposição. Por exemplo, queria mostrar o Jorge Queiroz que trabalha com Nathalie Obadia mas que, creio, nunca teve uma grande exposição numa instituição francesa.” Foi no dia desta reportagem que Jorge Queiroz viu, pela primeira vez, a escolha de Anne Bonnin para a disposição e interacção dos seus trabalhos “São trabalhos feitos em diferentes tempos. É sempre interessante e estranho ver os trabalhos expostos por alguém e relacionados com as obras que estão à volta da exposição outros artistas. Criam surpresas e fazem aparecer coisas uns dos outros."  A exposição “Les Péninsules Démarrées”, o panorama da arte contemporânea portuguesa desde 1960, estará patente até ao dia 26 de Fevereiro de 2023, no Frac Nouvelle-Aquitaine MÉCA – Bordéus e integra a programação da Temporada Cruzada Portugal-França.

Appleton Podcast
Episódio 76 - Fernando Ribeiro + Santana Pinto

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 36:50


Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola José Carlos Santana PintoColeção com carácter de enfoque, onde a palavra sobressai e convida ao questionamento, nela convivem artistas portugueses (entre outros, Pedro Cabrita Reis, Julião Sarmento, António Sena, Joaquim Rodrigo), dispostos paredes meias com autoresinternacionais (Carl Andre, On Kawara, Josef Kosuth, Lawrence Weiner, Daniel Buren, Christian Boltanski, Niele Noroni, Haim Steinback, Allan MacCollum, Alfredo Jarr, Antoní Muntadas, Hans-Peter Feldmann...). Também a produção mais recente tem despertado a sua atenção, incorporando, por exemplo, obras deDetanico e Lain, Jonathan Monk, Haris Epaminonda, João Onofre, Carla Filipe, Leonor Antunes, Délio Jasse, Carlos Bunga, João Louro, André Guedes, Filipa César.Uma característica singular da coleção reside no sentido criterioso com que o colecionador estuda e escolhe as suas obras. Fernando Figueiredo RibeiroTrabalha no setor financeiro há 28 anos, dos quais cerca de 11 passados em Londres. Licenciado em economia pela Universidade Católica Portuguesa e um MBA pela Universidade Nova de Lisboa. Adquiriu a sua primeira obra de arte aos 21 anos. Da arte, diz que é uma paixão pelo que fica.A colecção de arte contemporânea portuguesa de Fernando Figueiredo Ribeiro passa da esfera privada para a fruição pública. Em Junho de 2016, na inauguração de uma exposição com obras da colecção, assinou um contrato de comodato de dez anos, para que o acervo, que inclui muitos dos nomes mais relevantes da arteportuguesa das últimas décadas (José Pedro Croft, Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Ana Hatherly, Ana Jotta, António Júlio Duarte, Helena Almeida) e muitos artistas em início de carreira, possa ser instalado no Quartel, antiga sede dos bombeiros locais que passa a acrescentar ao seu nome Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes/Colecção Figueiredo Ribeiro. No final deste ano fechapara obras de ampliação. Passará a ter 1100 metros quadrados de área útil e deverá reabrir no final de 2018. São cerca de 1800 obras que ficarão à guarda do Quartel em Abrantes. Links: https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto https://www.publico.pt/2017/02/20/culturaipsilon/noticia/uma-coleccao-de-arte-que-vai-passar-de-casa-para-o-quartel-1761995 https://www.tsf.pt/portugal/cultura/arte-em-sao-bento-mostra-expressao-portuguesa-da-colecao-figueiredo-ribeiro-12878778.html Episódio gravado a04.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa

Appleton Podcast
Episódio 64 - "O artista por trás do Ar.Co" - Conversa com Manuel Costa Cabral

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later May 30, 2022 76:19


Manuel Costa CabralFormou-se em Pintura em 1963, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1965 e 1969, integrou o ateliê do artista Manuel Lapa, tendo trabalhado no design e montagem de exposições temáticas, nomeadamente no Pavilhão de Portugal na exposição do Rio de Janeiro, em 1965; "Turismo em Portugal", em Moçambique (1966) e Lisboa (1968); "Iconografia do Rei D. Miguel", no Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1971 e 1972, foi bolseiro (durante seis meses) nos Estados Unidos, pelo Instituto Internacional de Educação (IIE) e pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob a orientação de Rudolf Arnheim, da Harvard University. Entre 1974 e 1977, integrou a equipa para a formação de professores primários, projeto do Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral (CIDAC), na República da Guiné-Bissau. Em 1973, foi cofundador da escola Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, e seu diretor-executivo durante vinte e um anos. Nessa qualidade, programou e promoveu exposições anuais de professores e alunos e, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, várias exposições, como "Simpósio Internacional de Cerâmica, Alcobaça '87", "Thomas Gentille", "Minoru Niizuma" e "Bolseiros Portugueses no Royal College of Art". Em 1991, recebeu em Londres o título de Honorary Fellow do Royal College of Art. Em 1993, como curador independente, organizou a exposição de arte portuguesa "Orientations", na Fundação Akemi, em Amagasaki, Japão. De 1994 a 2011, foi diretor do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, no qual foi responsável pelo programa das exposições temáticas bianuais na Sede, pelas exposições individuais de Jorge Martins, Gabriela Albergaria, Leonor Antunes e Ricardo Jacinto no Centre Culturel Portugais, em Paris, e ainda em colaboração com o Centro de Arte Moderna, pelas exposições dos artistas internacionais Betty Woodman e Richard Serra, em Lisboa. Em 1982, retomou a atividade de pintor e tem participado em exposições individuais e coletivas. Desde 2015, é curador de exposições e conferências no âmbito da colaboração com a Fundação Carmona e Costa, nomeadamente das exposições individuais dos artistas Jorge Martins, na Sede, Maria José Oliveira, na Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA), e Graça Costa Cabral, na SNBA e no Arquipélago dos Açores, em São Miguel. Este ano foi co-curador com o artista Pedro Tropa da exposição "Arquivo" de Maria José Palla na Appleton Square. Links: https://www.publico.pt/2011/04/08/jornal/nao-queria-ser--um-revolucionario-de-mesa-de-cafeentrevista-manuel-costa-cabral-21556965 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/06/25/minha-solidao-sente-se-acompanhada-de-manuel-costa-cabral/ https://www.arcoabecedario.pt/entries/59?locale=en http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/exposicao-graca-costa-cabral-obras-1982-2015/ http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/ciclos_conferencias/2017.aspx#https://observador.pt/especiais/fotografos-compulsivos-gentrificacao-e-um-cafe-museu-um-guia-de-exposicoes-ate-final-do-ano/https://expresso.pt/revista/culturas/2022-04-14-Maria-Jose-Palla-o-rosto-como-paisagem.-Quando-me-fotografo-torno-me-um-objeto-duplo-uma-imagem-do-que-e-e-do-que-ja-foi-2bf8bd5fhttps://umbigomagazine.com/en/blog/2022/05/03/maria-jose-palla-arquivo-na-appleton-square/ Episódio gravado a06.05.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral Financiamento:República Portuguesa -Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa

Beaux-Arts de Paris
Penser le Présent avec Leonor Antunes

Beaux-Arts de Paris

Play Episode Listen Later Oct 25, 2021 66:37


Dans le cadre de son exposition the homemaker and her domain présentée à la Chapelle des Petits-Augustins, l'artiste Leonor Antunes revient sur sa pratique et les origines du projet. Crédit photo : Pati Grabowicz

Entrevistas
Entrevista à artista plástica Leonor Antunes

Entrevistas

Play Episode Listen Later Oct 26, 2020 8:22


A artista plástica Leonor Antunes apresenta até 05 de abril de 2021 no Mudam, a exposição "joints, voids and gaps". Informações: www.mudam.lu

I Girasoli
I Girasoli di sabato 15/09/2018

I Girasoli

Play Episode Listen Later Sep 15, 2018 26:24


MAGRITTE: La Ligne de vie..Apre al pubblico domani al Masi di Lugano la mostra del grande surrealista che detestava la società borghese.....THE LAST DAYS IN GALLIATE:..Andiamo tra le sculture e le installazioni di LEONOR ANTUNES..artista portoghese…. si interroga sul ruolo sociale dell'arte e del design....SONY WORLD PHOTOGRAPHY AWARDS:..nella bella cornice della Reggia di Monza le fotografie vincitrici e..finaliste del concorso Sony....a cura di Tiziana Ricci

I Girasoli
I Girasoli di sab 15/09

I Girasoli

Play Episode Listen Later Sep 14, 2018 26:24


MAGRITTE: La Ligne de vie..Apre al pubblico domani al Masi di Lugano la mostra del grande surrealista che detestava la società borghese.....THE LAST DAYS IN GALLIATE:..Andiamo tra le sculture e le installazioni di LEONOR ANTUNES..artista portoghese…. si interroga sul ruolo sociale dell'arte e del design....SONY WORLD PHOTOGRAPHY AWARDS:..nella bella cornice della Reggia di Monza le fotografie vincitrici e..finaliste del concorso Sony....a cura di Tiziana Ricci

I Girasoli
I Girasoli di sab 15/09

I Girasoli

Play Episode Listen Later Sep 14, 2018 26:24


MAGRITTE: La Ligne de vie..Apre al pubblico domani al Masi di Lugano la mostra del grande surrealista che detestava la società borghese.....THE LAST DAYS IN GALLIATE:..Andiamo tra le sculture e le installazioni di LEONOR ANTUNES..artista portoghese…. si interroga sul ruolo sociale dell'arte e del design....SONY WORLD PHOTOGRAPHY AWARDS:..nella bella cornice della Reggia di Monza le fotografie vincitrici e..finaliste del concorso Sony....a cura di Tiziana Ricci

Monocle 24: The Monocle Weekly
Leonor Antunes, Tim Marshall and David Hollander

Monocle 24: The Monocle Weekly

Play Episode Listen Later Jun 3, 2018 60:00


We welcome back foreign-affairs specialist and best-selling author Tim Marshall to discuss his book ‘Divided: Why We’re Living in an Age of Walls’. Plus: installation artist Leonor Antunes talks us through her show ‘A Thousand Realities from an Original Mark’ and curator David Hollander talks about his new book ‘Unusual Sounds: The Hidden History of Library Music’.

Bad at Sports
Bad at Sports Episode 460-Dana causan problemas en México

Bad at Sports

Play Episode Listen Later Jun 23, 2014 105:56


This week: Dana B makes a run for the border. Dana B from What's the T? interviews jet-setting artists Leonor Antunes at ZONA MACO and Carson Fisk Vittori at Material Art Fair. In her final dispatch from Mexico City, Dana B. interviews Joel Dean and Jason Benson of Oakland's important projects on IP's booth at Material Art Fair, their duo show at Lodos Contemporáneo, fashion earring trends, blue masa tortillas and how we suggested she become a drug mule in order to pay her expenses on the trip versus sending in her receipts to the home office.