Podcasts about arte contempor

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Radio Praga - Español
Manifestación en apoyo a Ucrania | Balance de los juegos olímpicos | Arte contemporáneo checo

Radio Praga - Español

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 28:36


Manifestación en apoyo a Ucrania por el 4.º aniversario de la guerra | Balance de los juegos olímpicos Milán-Cortina | Arte contemporáneo checo según una pareja neerlandesa

Chequia en 30 minutos
Manifestación en apoyo a Ucrania | Balance de los juegos olímpicos | Arte contemporáneo checo

Chequia en 30 minutos

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 28:36


Manifestación en apoyo a Ucrania por el 4.º aniversario de la guerra | Balance de los juegos olímpicos Milán-Cortina | Arte contemporáneo checo según una pareja neerlandesa

Radio Mallorca
Entrevista a Miguel Eek (22 de febrero)

Radio Mallorca

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 18:32


El cineasta mallorquín Miguel Eek gira con su película 'Amílcar', que llega el próximo viernes al Museo de Arte Contemporáneo de Nueva York. Ha explicado en 'A vivir Baleares' su trabajo y la figura de este libertador.

Guía de Barcelona
Un Museo divertido de Arte contemporáneo en Barcelona: Museo Moco

Guía de Barcelona

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 6:07


😊Visitas guiadas privadas en Barcelona Contacto: hello@lookingbarcelona.com😃 Si queréis visitar Barcelona, me encantaría ser vuestro guía,escribeme: hello@lookingbarcelona.com ¿Te gustaría descubrir un museo moderno y lleno de obras originales? ¿te apetece conocer artistas pop y de street art como Banksy, Basquiat o Warhol, Y todos en un solo lugar en Barcelona? En los próximos 5 minutos te voy a hablar de un museo de arte urbano y moderno, situado en la parte antigua de Barcelona uno de las zonas más encantadoras de la ciudad. Soy José Gómez, guía oficial de Barcelona . Tengo una pequeña empresa que se llama Looking Barcelona, donde propongo visitas guiadas privadas para descubrir esta maravillosa ciudad. Te dejo mi email en las notas del programa .y si visitas Barcelona…. me encantaría ser tu guía. Contacto: hello@lookingbarcelona.com😃

Reportagem
Dupla de artistas gaúchos explora universo e linguagem em exposição em Marselha

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 7:00


O Fundo Regional de Arte Contemporânea de Marselha (Frac Sud), no sul da França, acolhe até 15 de novembro a exposição "Champ étoilé" (Campo estrelado), da dupla de artistas gaúchos Angela Detanico e Rafael Lain. A mostra é um mergulho na imensidão do universo, contemplando linguagem e instigando o público a refletir sobre os mistérios do cosmos.  Daniella Franco, enviada especial da RFI a Marselha Composta por seis obras guiadas pela luz como elemento central, “Champ étoilé” articula peças que se entrelaçam para criar pontes entre beleza, poesia e ciência. O conjunto oferece um recorte emblemático da pesquisa de Detanico e Lain, marcada pela linguística e pela exploração da relação entre tempo e espaço. "É uma exposição que nos fala das nossas origens, dos seres vivos, desde o Big Bang. Mais de 13 bilhões de anos depois, essa luz que criou a vida na Terra, continua existindo. Então, essa reflexão nos convida a nos descentralizar e a compreender que, nesta cadeia ambiental e do universo, nós somos apenas um elo", diz a curadora da mostra e diretora do Frac Sud, Muriel Enjalran.  Para ela, as obras de Angela e Rafael vão além da poesia do cosmos, abordando também o lugar dos seres humanos no mundo, algo que não é novo para os brasileiros. "O Brasil, com seus povos indígenas, reflete há muito tempo sobre essa intercorrelação dos astros, da natureza e da humanidade", ressalta.  Angela Detanico explica que a ideia era colocar em diálogo diferentes momentos da história da luz e do universo. "As obras fazem um pouco esse passeio pelo tempo e pelo espaço, falando um pouquinho também de linguagem, que é um dos nossos temas de predileção. Então nós temos o sol, a lua, estrelas, galáxias muito distantes. A nossa ideia era realmente criar essas diferentes temporalidades", diz.   "Para nós é importante a compreensão de que toda a matéria do universo estava, no passado, unida em um mesmo ponto. Então, tudo faz parte de um todo. Mesmo que a gente tenha a experiência e a consciência da individualidade, no fundo, nós somos todos parte de um sistema que se equilibra e que é interdependente", completa Rafael.  Telescópios e campos de flores Entre as obras exibidas, está a monumental instalação "Floraison de la Lumière" (Florescimento da Luz), concebida no âmbito do Prêmio Marcel Duchamp 2024, a maior recompensa de artes plásticas e visuais da França, para o qual Angela e Rafael foram nomeados. A peça, exposta no ano passado no Centro Pompidou, em Paris, associa imagens de telescópios a fotografias de campos de flores feitas pelos artistas.  Outro destaque da exposição é a instalação "Les Mers de lune" (Os Mares da Lua), projeções em um disco de pedras brancas, que reproduzem uma espécie de jardim zen. A instalação é acompanhada de uma etérea trilha sonora composta para uma peça de dança apresentada por Angela e Rafael em Marselha em 2013. Outras peças foram concebidas especialmente para a exposição "Champ étoilé" , como a luminosa tela "Souleu". A obra é uma representação do sol feita na língua provençal de Marselha. Já "Analema"é um trabalho em texto que evoca os 365 dias do ano.  Angela e Rafael são naturais de Caxias do Sul (RS) e viveram mais de vinte anos na França, antes da recente decisão de retornar ao Brasil. Para eles, todo o trabalho desenvolvido se conecta com o país. "Tudo vem de lá e acaba lá, com essa natureza tão presente no Brasil, além desta conexão com os elementos que a gente carrega", observa Angela. 

Secession Podcast
Artists: Cevdet Erek in conversation with Bettina Spörr

Secession Podcast

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 33:40


Shortly before the opening on 28 November 2026, Cevdet Erek talks with curator Bettina Spörr about his exhibition and sound installation on Secession's façade. Cevdet Erek Secessions-Ornamentik  29.11.2025 – 22.2.2026 Some of Cevdet Erek's site-specific installations and sonic environments, placed at the intersection of sound, sculpture, and architecture, evolve around the idea of ‘sound ornamentation'. With this term, the artist refers to Adolf Loos's Ornament and Crime (1908) amongst others. This text celebrates lack of ornamentation as the mark of a ‘cultivated' society. Loos' polemic is key to a moralising discourse that once sought to purge architecture of decoration in the name of progress. In that context, ornament – associated with sensuality, femininity, and excess – was condemned as wasteful and irrational. Loos' text linked ornament to primitivism and degeneration, framing modern Western culture as superior to the supposedly ‘undeveloped'. Such rhetoric not only marginalised the close relationship between ornament and abstraction but also exposed the colonial and patriarchal logics underpinning modernist aesthetics. Erek re-enters this ideological terrain, transforming ornamentation from decorative surface into temporal, vibratory structure – one that organises space and perception. In his installations sound is not background but architecture itself – something built, inhabited, and experienced by bodies in motion. Here, ornamentation becomes a verb: it describes the act of tuning, of aligning oneself with surrounding frequencies. Through attention, the visitor becomes part of the composition. In this way, Erek's installations dissolve the boundaries between composer and listener, architecture and inhabitant. More Cevdet Erek was born in Istanbul in 1974, where he lives and works. He has developed site-specific installations and presented his work extensively in solo and group exhibitions, among others at Museumsquartier, Vienna; Hamburger Bahnhof – Museum für Gegenwart, Berlin; Art Institute of Chicago; M HKA – Museum of Contemporary Art, Antwerp; MUAC Museo Universitario de Arte Contemporáneo, Mexico City; Pavilion of Turkey, 57th Venice Biennale; Spike Island, Bristol; Kunsthalle Basel, Basel; Liverpool Biennial, Liverpool; 36th Bienal de São Paulo (both 2025); Manifesta 14, Pristina (2022); Gropius Bau, Berlin; SFMOMA, San Francisco; Schirn Kunsthalle, Frankfurt am Main; 5th Marrakech Biennale (2014); Palais de Tokyo, Paris; Sharjah Biennial 11 (2013); 9th Gwangju Biennale (2012); CCA Wattis Institute for Contemporary Arts, San Francisco; dOCUMENTA 13, Kassel (2012); 12th Istanbul Biennial (2011); Tate Modern, London. Since 2008, Bettina Spörr is a curator at the Secession, where she engages in close collaboration with artists to conceptualise and realise exhibitions that explore the profound impact of contemporary art on society. Throughout her career, she has worked with numerous artists on solo exhibitions and, in 2010, curated the group show where do we go from here? at the Secession. Secession Podcast: Artists features artists exhibiting at the Secession. The Dorotheum is the exclusive sponsor of the Secession Podcast. Programmed by the board of the Secession. Jingle: Hui Ye with an excerpt from Combat of dreams for string quartet and audio feed (2016, Christine Lavant Quartett) by Alexander J. Eberhard Audio Editor: Paul Macheck Executive Producer: Bettina Spörr

Designaholic
Tips para navegar la Semana del Arte – designaholic 244 – Isa Castilla

Designaholic

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 42:17


En este episodio, Jorge Diego recibe de vuelta a Isa Castilla para convertir la Semana del Arte en la Ciudad de México en una guía accionable: cómo moverse entre ferias, galerías, museos, performances y programación pública sin caer en el intento de “ver todo” y terminar sin ver nada. A partir de su experiencia organizando Feria Material y su lectura del ecosistema, Isa explica cómo se consolidó la semana en los últimos 15 años —con la llegada de nuevas instituciones y plataformas— y por qué hoy funciona como un momento clave para celebrar producción artística, fortalecer mercado y fomentar coleccionismo. La conversación aterriza en decisiones concretas: comprar boletos con anticipación, planear rutas por zonas, revisar horarios especiales, identificar charlas y “joyitas” de espacios que abren solo en estos días, y recordar que el valor está también en conversar con galeristas y artistas para entender mejor lo que se está viendo.Escucha este episodio si estás…• por viajar a CDMX en Semana del Arte y quieres planear mejor• buscando una ruta realista entre ferias, galerías y museos• interesado en el ecosistema (artistas, galerías, ferias, advisors)• empezando a coleccionar y quieres afinar ojo y criterio• tratando de aprovechar programación pública, charlas y performancesShow Notes y Links relacionados a este episodioIsa Castilla → (https://www.instagram.com/isanats/)Feria Material (12ª edición; nueva sede: Estudios Maravilla) → (https://material-fair.com/)Recomendaciones:• Planear por zonas para evitar traslados imposibles y aprovechar mejor el tiempo.• Revisar programas públicos y charlas (paneles, agenda paralela).• Usar la app OndaMX para concentrar horarios, sedes y programación.• Conseguir el librito “Mexico City Artguide” como guía impresa para palomear• Entrevista anterior de Isa Castilla en Designaholic → (https://youtu.be/SwA62L8Z2KE?si=7EZ71ZFrkf2aqo6a)• Nuestro recorrido previo de Art Week 2025 → (https://youtu.be/n90T38u6Sjc?si=smX-whe72ymQouqc)• Zona MACO y Emergente → (https://zsonamaco.com/)• Salón ACME → (https://salonacme.com/es)• Clavo Movimiento → (https://clavomovimiento.com/)• BADA México → (https://bada.com.mx/)• Museo Jumex → (https://www.fundacionjumex.org/es)• Exposición: Gabriel de la Mora – “El Petit Mort” → (https://www.fundacionjumex.org/es/exposiciones/393-gabriel-de-la-mora-la-petite-mort)• Museo Tamayo → (https://www.museotamayo.org/)• Museo Eco → (https://eleco.unam.mx/)• Exposición: Leo Marz – “Atmósfera Total” → (https://www.instagram.com/futurifico/)• Pablo Landa (director del Eco) → (https://www.instagram.com/landaruiloba/)• MUAC (Museo Universitario de Arte Contemporáneo) → (https://muac.unam.mx/)• Exposición: Néstor Jiménez – “Uno entre Millones” → (https://muac.unam.mx/exposicion/nestor-jimenez)• Marta Palau → (https://muac.unam.mx/exposicion/marta-palau)• Delcy Morelos (Land Art) → (https://muac.unam.mx/exposicion/delcy-morelos)• Museo Universitario del Chopo → (https://www.chopo.unam.mx/)• Fundación Casa Wabi (exposición de Cristina Umaña y María Nahidich; curaduría de Andrea Bustillos) → (https://casawabi.org/)• Lago Algo → (https://www.lago-algo.mx/es)• Galería Saenger → (https://saengergaleria.com/)• Casa Gilardi → (https://casagilardi.mx/)• Casa Siza → (https://casasiza.com/)• Casa Alonso Rebaque (diseñada por Félix Candela y Héctor Alonso Rebaque) → (https://www.instagram.com/p/DTgIRR4AUZi/)• Immaterial (programa ligado a Material; performances y sedes/colaboraciones) → (https://revista192.com/performance-material-fair/)• Bárbara Sánchez Kane → (https://www.instagram.com/sanchez_kane/)• Avelina Lésper → (https://www.instagram.com/avelina.lesper/)• Premios Gorrita Azul → (https://www.premiosgorritaazul.com/)• OndaMX (app recomendada para programación y horarios) → (https://ondamx.art/es)Suscríbete a nuestro newsletter semanal “Las 5 de la Semana” aquí: https://embeds.beehiiv.com/b98191c1-e91e-4e8c-bf49-e4ff0603f851 Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Reportagem
Nova sede da Fundação Cartier em Paris remodela olhar sobre a arte contemporânea em frente ao Louvre

Reportagem

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 5:39


A Fundação Cartier para a Arte Contemporânea abriu suas portas em um novo endereço em Paris, dessa vez em frente ao Louvre, com projeto do renomado arquiteto Jean Nouvel. A mostra inaugural, intitulada “Exposição Geral”, reúne cerca de cem artistas e celebra 40 anos de programação, conectando diversidade, história e cidade. O espaço transparente, com plataformas ajustáveis, cria uma experiência inédita, onde arquitetura e arte dialogam com o dinamismo cultural e artístico da capital francesa. A Fundação Cartier para a Arte Contemporânea abriu em outubro de 2025 um novo capítulo de sua história na capital francesa, dessa vez em frente ao Louvre, em um edifício reinventado pelo arquiteto Jean Nouvel. A mostra inaugural percorre quatro décadas de criação contemporânea a partir do acervo da instituição. Concebida como um diálogo entre arquitetura, cidade e memória artística, a mostra revisita o papel da Fundação na trajetória de inúmeros criadores, entre eles o francês Jean-Michel Othoniel, para quem a exposição representa “um pouco da própria juventude” e o início de um vínculo decisivo com o mundo da arte. “Essa exposição é muito emocionante para mim. Ela representa um pouco da minha juventude, da minha formação, é quem eu sou", relatou à RFI. "Tive a sorte de iniciar um diálogo com a fundação em 1988, com Marie-Claude Beaud, que me ofereceu minha primeira residência artística. Depois disso, a instituição continuou me acompanhando, adquiriu obras de diferentes períodos do meu trabalho, inclusive da época em que participei da Documenta. Em 2004, realizamos uma grande exposição, minha primeira individual em Paris, que me tornou conhecido pelo público dos museus parisienses.” O espaço projetado por Jean Nouvel aposta na transparência e na circulação livre. Cinco plataformas ajustáveis permitem acomodar obras monumentais ou intimistas, enquanto volumes tridimensionais e pontos de vista de 360 graus oferecem uma experiência inédita de observação e circulação. “Jean Nouvel desconstruiu a linearidade da história da arte”, explica Béatrice Grenier, diretora de programação da instituição. “Isso nos permite trabalhar com artistas e propor uma nova narrativa da história da arte, conectando o interior da Fundação à cidade e ao patrimônio histórico que nos rodeia.” Entre os artistas presentes estão nomes internacionais como Olga de Amaral (Colômbia), Sally Gabori (Austrália), Chéri Samba (República Democrática do Congo), Damien Hirst (Reino Unido) e Joan Mitchell (Estados Unidos).  “O objetivo era traçar um retrato da Fundação Cartier para a Arte Contemporânea em seu novo endereço, nas duas praças do Palais-Royal, em pleno coração de Paris, em frente ao Louvre e também diante de uma das mais antigas praças públicas da cidade, a Praça do Palais-Royal", destaca Garnier, que é co-curadora da exposição inaugural da nova Fundação Cartier. "A questão era justamente esta: como fazer isso? Como apresentar, ao mesmo tempo, as linhas estruturantes de uma coleção construída ao longo da programação da Fundação nos últimos 40 anos e, ao mesmo tempo, sugerir os temas que a Fundação Cartier pretende continuar defendendo no futuro de sua programação?”, sinalizou à RFI. Desconstruir a linearidade da história da arte Grenier detalha a opção estética no design do novo espaço. “O arquiteto Jean Nouvel refletiu profundamente sobre essa questão. Ele é o autor do Instituto do Mundo Árabe, [do antigo prédio] da Fundação Cartier no boulevard Raspail, inaugurado em 1994, e também concebeu o Museu do Quai Branly, além do Louvre de Abu Dhabi. Este último se insere, de certa forma, em um percurso de reflexão sobre a evolução da museografia", afirmou. "O percurso da mostra é fundamental porque Nouvel propôs um plano circular, no qual diferentes objetos, de distintas civilizações, são organizados em uma mesma linha do tempo. O que ele faz com esse edifício é justamente desconstruir a linearidade da história da arte", sublinhou Grenier. "Esse princípio aparece claramente no novo prédio da Fundação Cartier. Em vez de um espaço bidimensional, organizado por uma sucessão linear de paredes expositivas, temos volumes. Isso permite conceber exposições em espaços que oferecem pontos de vista de 360 graus sobre as obras e sobre a própria exposição.” A mudança para um endereço central permite à Fundação Cartier aproveitar o fluxo de visitantes do Louvre e se integrar a um eixo cultural estratégico da cidade, que inclui também a Comédie-Française, o Museu de Artes Decorativas e a Bourse de Commerce, onde fica a coleção privada de François Pinault. A Fundação possui hoje cerca de 4.500 obras, e a exposição rotativa apresenta aproximadamente 600 trabalhos. A "Exposição Geral" fica em cartaz na nova sede da Fundação Cartier até 23 de agosto de 2026. 

Reportagem
Exposição em Madri celebra legado de Oscar Niemeyer

Reportagem

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 5:01


O fotógrafo espanhol Juan Carlos Vega transforma a junção entre arquitetura e balé, duas de suas grandes paixões, em uma verdadeira ode à obra de Oscar Niemeyer. O resultado é a mostra em cartaz em Madri até o dia 30 de janeiro. Ana Beatriz Farias, correspondente da RFI na Espanha Ao entrar na sala de exposições da fundação madrilenha Ortega-Marañón, onde está em cartaz a mostra “Niemeyer Legado”, é fácil perceber que tudo ali indica movimento. As obras fotográficas expostas unem arquitetura e balé, como se os edifícios fossem linhas de uma partitura e os corpos dos bailarinos as notas que dão vida à música. É assim que o fotógrafo Juan Carlos Vega interpreta a interação entre dança e cidade, retratada de diferentes formas na exposição. A disposição dos quadros é única em cada uma das seções. As instalações de videoarte mostram, em movimento, o olhar de Vega sobre a produção de Oscar Niemeyer. As mesas centrais têm formato de “S”, dialogando diretamente com a geometria refletida em todo o salão. Elas reúnem revistas, fotografias e textos que contam como a história do fotógrafo e a obra do arquiteto se encontram.   A obra de Niemeyer A proposta da exposição é apresentar o legado de Niemeyer como um processo aberto, em permanente construção, à medida que é redescoberto e ressignificado. É a partir dessa base que Juan Carlos Vega interpreta os projetos do carioca, considerado um dos maiores nomes da arquitetura mundial e primeiro arquiteto vivo a ver uma de suas obras se converter em Patrimônio Mundial da Humanidade, com o reconhecimento de Brasília pela Unesco, em 1987. Depois, também receberam a honraria o conjunto arquitetônico da Pampulha – que fica em Belo Horizonte e foi inscrito em 2016 – e a Feira Internacional de Rachid Karami, em Trípoli, no Líbano. Esta última passou a fazer parte da lista da Unesco em 2023. As imagens reunidas em “Niemeyer Legado” retratam espaços como a Igreja de São Francisco, em Belo Horizonte; o Congresso Nacional, em Brasília; o Memorial da América Latina, em São Paulo; o Memorial Teotônio Vilela, em Maceió, e  o Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Nas fotos, os ângulos e curvas projetados por Niemeyer se fundem com as formas desenhadas pelo corpo de baile, disposto sempre em interação com a paisagem arquitetônica. Brasília, única no mundo Enquanto cada um dos recantos brasileiros visitados para dar origem à mostra recebe o seu devido destaque na exposição, a capital federal ocupa lugar privilegiado na vida do espanhol Juan Carlos Vega. Faz cinco anos, completados neste mês de janeiro, que Vega conheceu Brasília. A primeira impressão foi a de encarar algo único. “Em Brasília aconteceu algo especial comigo. Há algo que não há em nenhuma parte do mundo. É que os edifícios estão sozinhos. Não estão colados uns aos outros, têm muito espaço. E isso faz com que você tenha um enquadramento, uma visão diferente de outras cidades”, comenta o fotógrafo. Desde a primeira aterrissagem, Vega já esteve na capital brasileira dez vezes. Essas visitas, registradas em imagens, se somaram a trabalhos feitos em outras cidades e deram origem a diversas exposições. Em 2022, o espanhol inaugurou a mostra “Niemeyer – Dança por Vega” – que passou pelo Instituto Cervantes de Brasília; pela Casa de Chá, na Praça dos Três Poderes, e pela Casa Thomas Jefferson. Em 2024, realizou o projeto “Niemeyer – Utopia do movimento, legado internacional”, com exibição dupla no Senado Federal do Brasil e no Instituto Cervantes de Brasília. Já em 2025, apresentou a exposição “Brasília 65, Visões em um Sonho Geométrico”, na Fundação Pons, em Madri.  Hoje, cinco anos depois do primeiro encontro com a capital brasileira, a cidade segue inspirando novos passos, olhares e enfoques. “Sempre que vou a Brasília, algo novo me inspira. É incrível. O relevo [presente na impressão de algumas fotos] foi um trabalho [feito] aqui, mas era com uma fotografia de Brasília. E tudo o que vou investigando e vou fazendo... Muito vem de quando vou a Brasília e tenho a inspiração”, reflete Vega. Formatos e acessibilidade Como o fotógrafo explica, a inspiração que a cidade traz não afeta apenas o momento do clique: ela o leva a querer transformar os resultados de suas obras, brincar com formatos, cores, modelos e desconstruções. Tudo isso também se reflete na exposição “Niemeyer Legado”, onde as fotografias ganham aspectos multidimensionais. Relevos e recortes adicionam ainda mais movimento às criações. Há quadros adaptados ao toque que, além de vistos, podem ser sentidos. O formato permite que pessoas cegas tenham contato com as fotografias feitas por Vega. A primeira foto confeccionada dessa maneira foi dedicada e entregue pelo autor à Infanta Margarita, tia do Rei Felipe VI, que tem deficiência visual. Legado Internacional Além das criações de Niemeyer em solo brasileiro, é possível apreciar, na exposição, parte do legado internacional do arquiteto. Estão representados o Palácio Mondadori, em Milão, e o Centro Niemeyer, em Avilés – uma cidade pertencente ao Principado de Astúrias, região onde Juan Carlos Vega nasceu. As fotografias feitas na Itália e na Espanha são de 2024 e, segundo Vega, abriram portas para que ele explorasse o trabalho de Niemeyer em mais cidades, como Niterói, São Paulo e Belo Horizonte – clicadas em 2025. E a busca por explorar novos ângulos da obra de Niemeyer não está finalizada. O fotógrafo diz que está se tornando especialista no arquiteto brasileiro e mantém uma lista de outras cidades, dentro e fora do Brasil, que pretende agregar a essa jornada de ressignificação de seu legado. Descobrir-se artista A exposição “Niemeyer Legado” inaugura oportunidades. Por um lado, permite que o público que está em Madri se encante pelo Brasil e, potencialmente, visite o país para conhecer sua “cultura maravilhosa”, como define Vega. Por outro lado, o trabalho é uma celebração dos 25 anos de carreira do fotógrafo que, a partir desse projeto, tem solidificado conceitos internos sobre sua arte e sobre si mesmo. “Demorei muito tempo para dizer que eu era fotógrafo, porque me parecia uma palavra muito importante de dizer. Como para mim é muito importante dizer a palavra ‘artista'. Então, poder dizê-la é como se realizar, não? Eu acredito que esse projeto também me deu isso. O avançar em mais um ponto. Não só profissionalmente, mas também internamente e emocionalmente”, conclui, comovido. A exposição “Niemeyer Legado” está em cartaz na Fundação Ortega–Marañón até o dia 30 de janeiro. A visita é gratuita, de segunda a sexta-feira, de 10h às 20h30.

Cracks Podcast con Oso Trava
#366. Jorge Pérez - Vivir con Riesgo, Real Estate, Donald Trump, Coleccionar Arte y Crear Legado

Cracks Podcast con Oso Trava

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 110:26


Dime qué piensas del episodio.Mi invitado de hoy es Jorge Pérez, Fundador y Chairman de Related Group, La empresa de desarrollo inmobiliario más grande de Florida y una de las más grandes en el mundo.Además de ser fundador de The Related Group, es el hombre detrás del Museo de Arte Contemporáneo de Miami y el creador de algunos de los proyectos más icónicos del mundo.Hoy, Jorge y yo hablamos de principios, riesgos, ventas, mentalidad, familia, arte, fracaso, humildad y legado.Por favor ayúdame y sigue Cracks Podcast en YouTube aquí."Rodéate de los mejores, escúchalos y déjalos hacer.”- Jorge PérezComparte esta frase en TwitterEste episodio es presentado por Rocket Closet, el servicio que ha cambiado por completo la manera en que viajo para esquiar y por Eight Sleep, la compañía que está revolucionando la tecnología del sueño.Qué puedes aprender hoyCómo rodearte de cracks y dejar el ego fueraCómo limitar el riesgo sin dejar de tomarloCómo resistir una crisis brutal*Rocket Closet es el servicio que ha cambiado por completo la manera en que viajo para esquiar.Rocket Closet almacena tu equipo en instalaciones seguras y climatizadas en las principales estaciones de esquí de Colorado y Utah. A través de su app, puedes programar la entrega de tu equipo directamente en tu destino y recibirlo puntualmente.Rocket Closet te ofrece 50% de descuento en tu primer año usando el código OSOTRAVA en www.rocketcloset.com.*Este año he dormido mejor que nunca… Y no, no tuve que cambiar mi colchón.Eight Sleep creó el Pod, una funda inteligente que colocas sobre tu colchón actual y que transforma por completo tu descanso.La nueva versión, Pod 5 Ultra regula automáticamente tu temperatura durante la noche, para que duermas más profundo, sin interrupciones… y despiertes con más energía, foco y claridad mental.Cada lado de la cama tiene su propia temperatura —desde 12º hasta 43º—, así que si tú tienes calor y tu pareja frío, cada quien duerme como quiere.Y si roncas, el Pod lo detecta y ajusta ligeramente tu posición para que dejes de hacerlo… sin despertarte.Ahora también tienen una blanket y funda de almohada con control de temperatura. Aprovecha el descuento más grande del año del 10 de noviembre al 1 de diciembre:Entra a eightsleep.com/osotrava y usa mi código OSOTRAVA para obtener hasta $8,000 MXN de descuento en el Pod 5 Ultra.* Ve el episodio en Youtube

Rosa Argentina Rivas Lacayo
ARTE CONTEMPORÁNEO

Rosa Argentina Rivas Lacayo

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 36:10


ARTE CONTEMPORÁNEO by Rosa Argentina Rivas Lacayo

Appleton Podcast
Episódio 185 – “Os bastidores da Arte Contemporânea” – Conversa com Inês Teixeira

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 60:48


Inês Teixeira (Lisboa, 1979) é licenciada em Gestão de Recursos Humanos (1997-2001) que, quis o acaso, nunca exerceu. Trabalhou durante uma década - de 2003 a 2013- na Galeria Cristina Guerra como produtora. Entre 2014 e 2020 exerceu a função de responsável de eventos da Fundação Joana Vasconcelos que acumulou com a de produtora no Atelier da mesma artista. Entre 2020 e 2024 assumiu a função de Gallery Manager da galeria UMA LULIK__. Simultâneamente, colaborou com artistas e diversas instituições como a Trienal de Arquitectura e Culturgest. Atualmente colabora como freelancer com galerias, espaços culturais e na organização da feira ARCOlisboa. Episódio gravado a 9.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Cultura FM Brasília
Olhar indígena na arte contemporânea

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 5:44


O protagonismo indígena nas artes visuais é destaque da exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa”, do artista visual Ziel Karapotó. A jornalista Nita Queiroz traz agora os detalhes dessa mostra que está em cartaz na Caixa Cultural.

olhar arte contempor caixa cultural
Agitación y Cultura
"Símbolos migrantes" de Rorro Berjano: un viaje por las marcas, la identidad y la aspiración en el MEIAC

Agitación y Cultura

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025


El Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo (MEIAC) expone desde este viernes 'Símbolos migrantes', del artista extremeño Rorro Berjano, un proyecto de producción propia del museo que aborda, desde el lenguaje del arte contemporáneo, la vigencia del símbolo en la sociedad actual y su relación con las aspiraciones, la identidad y la pertenencia. Charlamos con el artista.

Así las cosas con Carlos Loret de Mola
#Entérate con Marina Vargas

Así las cosas con Carlos Loret de Mola

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 7:19


El Museo de Arte Contemporáneo de Querétaro y Galería Ana Tejeda inauguran ‘REVELACIONES' de Marina Vargas, itinerancia del Museo Nacional Thyssen Bornemisza de Madrid, en México

A brush with...
A brush with… Kader Attia

A brush with...

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 60:45


Kader Attia talks to Ben Luke about his influences—from writers to musicians, film-makers and, of course, other artists—and the cultural experiences that have shaped his life and work. Attia was born in 1970 in Dugny, France, and lives in Berlin and Paris. He grew up between the French capital and Bab el Oued, a suburb of Algiers in Algeria, and his Algerian-French identity and the culture and history of Europe and North Africa—the global north and south—have profoundly informed his subject matter and materials. His work across three decades in photography, collage, sculpture, installation and sound, is concerned with a central concept: repair. By association, the notion of repair is inevitably connected with violence and injury. Within this overarching theme, he explores political and social issues in the present and the complex legacies of colonialism. While directly addressing particular historical and current moments, his work is rich in metaphor, and he considers this poetic aspect crucial to art's ability to effect social change. Attia regards his output as the evidence of an ongoing process of research, but despite its fundamentally philosophical and textual genesis, it is often dramatic visually and experientially.He reflects on what he calls the “menemonic traces” and ghosts present through his work, explains why he feels the gaze is a bodily phenomenon beyond the ocular, and discusses the importance of his trips while a young person in Congo and Mexico. He talks about his early interest in Michelangelo's drawings, his engagement with writers from the psychoanalyst Karima Lazali to the poets Édouard Glissant and Aimé Césaire, and the cathartic power of music. Plus he gives insight into his life in the studio and answers our usual questions, including the ultimate: what is art for?Kader Attia: Shattering and Gathering our Traces, Lehmann Maupin, New York, until 20 December; Kader Attia. The Lost Paradise, Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Seville, Spain, until 18 January 2026; Kader Attia: A Descent into Paradise, Museo Amparo, Puebla, Mexico, until 4 January 2026.Bienal de Sao Paulo: Not All Travellers Walk Roads—Of Humanity as Practice, until 11 January 2026; The World Tree: 24th Paiz Art Biennial, Guatemala City and Antigua Guatemala, until 15 February 2026. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Carrusel de las Artes
La Fundación Cartier estrena monumental sede de arte contemporáneo en París

Carrusel de las Artes

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 13:39


Transparente, modulable y cargada de historia, la nueva sede de la Fundación Cartier combina la elegancia clásica del París del siglo XIX con la audacia del diseño contemporáneo, creando un espacio hecho a la medida de su colección artística. Todos los detalles de su inauguración en Carrusel de las Artes.

Lengua, conversaciones con Jorge Velázquez
T13. Episodio 17: Óscar Martín Centeno.

Lengua, conversaciones con Jorge Velázquez

Play Episode Listen Later Nov 23, 2025 64:07


Óscar dejó la carrera de Letras Hispánicas para estudiar la Licenciatura en Historia y Ciencias de la Música, también tiene un Master en Liderazgo y Gestión de Centros Educativos, un Diplomado en Magisterio Musical, y actualmente es Director del Centro de Educación Infantil, Primaria y Secundaria Santo Domingo de Algete, que forma parte de los prestigiosos 'Apple Distinguished School'. Participa en numerosas antologías y revistas literarias. Ha publicado artículos en revistas nacionales e internacionales y sus textos han sido traducidos a diversos idiomas. Coordina el Centro de Estudios de la Poesía de la U.P. José Hierro de San Sebastián de los Reyes, así como el ciclo Poesía en la Esfera del Ayuntamiento de Alcobendas. Ha escrito varios libros de poesía, que han ganado numerosos premios: Espejos enfrentados, Las Cántigas del Diablo, Sucio tango del alma, Circe y el más reciente: Cuando el funambulista besó a la mujer bala. Ha publicado, también, los libros para docentes Manual de creación literaria en la era de Internet y Animación a la lectura mediante las nuevas tecnologías. Dirigió documentales, propuestas educativas multimedia y piezas de videoarte para entidades como el Museo de Arte Contemporáneo Reina Sofía o el Museo Thyssen Bornemisza.

Hoy empieza todo 2
Hoy empieza todo - Festival ACRO, Luis Antonio de Villena y 'Anatomía de un instante' - 20/11/25

Hoy empieza todo 2

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 119:47


Cristina Moreno nos resume las novedades culturales y habla con Sara Sarabia y Verónica Ruth Frías, organizadores del Festival ACRO de Arte Contemporáneo, que se celebra este fin de semana en Villanueva del Rosario, en Málaga. Nos visita Luis Antonio de Villena para presentar el ensayo 'Diamantes, mística y cilicios. Secretos y pasiones en el Siglo de Oro'. Recordando a autores como Lope de Vega, Quevedo, Teresa de Ávila y Juan de la Cruz, y explorando los amores carnales y espirituales, el autor nos justifica que no existe un siglo de oro como tal.Abraham Boba nos deleita con los poemas de Eileen Myles en su obra 'Yo soy tu presidenta', salpimentados con canciones de The velvet underground o Ivy Anderson.Nos visitan Alberto Rodríguez, Álvaro Morte, Eduard Fernández y David Lorente para presentar, en este 20N, la serie 'Anatomía de un instante'. Basada en el libro de Javier Cercas, nos cuenta cómo se llegó hasta el golpe de Estado del 23F, a través de cuatro de las personas más relevantes de ese momento crucial en nuestra historia: Adolfo Suárez, Santiago Carrillo, Manuel Gutiérrez Mellado y Antonio Tejero. Escuchar audio

Hoy empieza todo 2
Hoy empieza todo - Gente que trabaja: Festival ACRO - 20/11/25

Hoy empieza todo 2

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 11:10


Cristina Moreno nos resume las novedades culturales y habla con Sara Sarabia y Verónica Ruth Frías, organizadores del Festival ACRO de Arte Contemporáneo, que se celebra este fin de semana en Villanueva del Rosario, en Málaga. Escuchar audio

El MUNDO DEL ARTE
T08. E04 PLATAFORMA DE ARTE CONTEMPORÁNEO Y SARA TORRES

El MUNDO DEL ARTE

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 38:21


En este episodio me acompaña Sara Torres Sifón, directora de PAC (Plataforma de Arte Contemporáneo), pera hablar sobre la plataforma y su misión de acercar el arte contemporáneo a todo el mundo.Hablamos de quiénes son los lectores de PAC y de la labor que realizan para dar visibilidad a galerías, exposiciones y artistas emergentes. Comentamos la necesidad de descentralizar la oferta cultural y cubrir lo que está sucediendo más allá de Madrid y Barcelona porque existe una oferta cultural muy interesante que merece mayor atención mediática.Comentamos su libro ¿Se puede sobrevivir al arte contemporáneo? y hablamos de los consejos que dan para orientarse en el sector: cómo navegar por ferias y convocatorias, las buenas prácticas y por qué el networking es tan importante.También debatimos sobre la famosa y dañina expresión “por amor al arte” y cómo contribuye a perpetuar la precariedad en el sector.Por último, hablamos sobre la producción de proyectos desde PAC.

Agitación y Cultura
Terracota expone sus obras en la galería Covington de Madrid

Agitación y Cultura

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025


La marca Terracota Mérida llega a "Covington Gallery" de Madrid, en la calle López Silva, 5, en La Latina. Las piezas pertenecen a colecciones como Rediseñando la Historia, que parte de elementos tradicionales a través de conceptos modernos y también se pueden ver piezas de la colección Picasso, realizada para el Museo de Arte Contemporáneo Reina Sofía. Charlamos con Juanma Pérez Vinagre.

Appleton Podcast
Episódio 180 – “Ontem, hoje e amanhã” – Conversa com Isabel Carlos

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 69:44


Isabel Carlos (Coimbra,1962), é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e mestre em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa com a tese «Performance ou a Arte num Lugar Incómodo» (1993). É crítica de arte desde 1991. Assessora para a área de exposições de Lisboa'94 – Capital Europeia da Cultura no âmbito da qual foi curadora das exposições colectivas “Depois de Amanhã” no Centro Cultural de Belém e “Do Sublime” no Museu do Chiado.Foi co-fundadora e subdirectora do Instituto de Arte Contemporânea, tutelado pelo Ministério da Cultura entre 1996 e 2001, onde entre outras tarefas foi responsável pela aquisição da colecção de arte contemporânea mostrada em 2000 no Centro Cultural de Belem na exposição “Initiare”.Foi membro dos júris da Bienal de Veneza em 2003, do Turner Prize em 2010, The Vincent Award em 2013, entre outros. Em 2004 foi directora artistica da Bienal de Sidney e curadora da exposição “On Reason and Emotion” que mostrou no MCA, na Art Gallery of New South Walles, no ArtSpace e no Royal Botanical Gardens. Em 2007 organizou para o Instituto Camões a exposição “Troca de Olhares” que foi mostrada em Maputo, Luanda e Mindelo. Entre 2009 e 2015 foi directora do CAM_Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Entre as múltiplas exposições que organizou e catálogos que concebeu e em que escreveu, destacam-se:-“Inhabited Drawings”, Drawing Center, New York em 2004 também nesse ano a Bienal de Sidney «On Reason and Emotion».- “Intus” de Helena Almeida, Pavilhão de Portugal, Bienal de Veneza em 2005.- “Provisions for the Future”, Bienal de Sharjah, 2009.- “Plegaria Muda” exposição de Doris Salcedo no CAM em 2011 que teve itinerância no Moderna Museet, Malmo; MAXXI, Roma; MUAC, Mexico; Pinacoteca, S.Paulo.Organizou as seguintes exposições antológicas bem como as respectivas publicações: “Entrada Azul”- Helena Almeida, Casa da America, Madrid 1998; “Tela Rosa para Vestir” - Helena Almeida, Fundacion Telefonica, Madrid 2008; em Lisboa no CAM: “Menina Limpa Menina Suja” – Ana Vidigal, 2010, no mesmo ano “Mais que a Vida” - Vasco Araujo e Javier Tellez, que depois seguiu para o Marco em Vigo; em 2011 “Linha de Montagem” - Miguel Palma”; em 2012 “Frutos Estranhos” – Rosangela Renno, que depois seguiu para o FotoMuseum em Winterthur; “Trabalhos com Texto e Imagem” - João Penalva, a seguir mostrada no Kunsthalle Brandts, Odense; em 2013 Lida Abdul , primeiro no CAM e depois na Fundacao Calouste Gulbenkian em Paris, no mesmo ano “Sob o Signo de Amadeo”, exposição alargada da colecção do CAM e um ciclo de performance; “O Peso do Paraíso”- Rui Chafes, 2014; “Luanda, Los Angeles, Lisboa” - Antonio Ole, 2016. “Todos os Títulos Estão Errados” - Paulo Quintas, Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, EGEAC - Lisboa, 2018; no mesmo ano “O Outro Casal - Helena Almeida e Artur Rosa” no Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa. Entre 2023 e 2024 foi administradora delegada deste museu assegurando a transição entre direcções. Em 2019 mostrou a colecção de José Lima, no Palácio de São Bento, Lisboa. Entre 2019 e 2022 integrou a comissão de aquisições de arte contemporânea da Camara Municipal de Lisboa. Em 2023 organizou “Hello! Are You There?” retrospectiva e catalogo raisoné da obra de Luisa Cunha, Maat, Lisboa; “Fotografia Habitada”, antológica de Helena Almeida, Instituto Moreira Sales, S.Paulo, ambas as exposições foram consideradas entre as melhores do ano nos respectivos países.Desde o final de 2024 é Directora do Pavilhão Julião Sarmento, um novo museu da cidade de Lisboa. Links: https://www.pavilhaojuliaosarmento.pt/ https://www.mca.com.au/exhibitions/14th-biennale-of-sydney-on-reason-and-emotion/ https://www.publico.pt/2006/01/20/jornal/intus-de-helena-almeida-agora-em-lisboa-59220 https://www.maat.pt/pt/exhibition/luisa-cunha-hello-are-you-there https://www.artecapital.net/entrevista-160-isabel-carlos https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-34/ https://www.publico.pt/2013/01/23/culturaipsilon/noticia/as-linhas-com-que-uma-obra-se-cose-1658156 Episódio gravado a 22.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Rádio Ufal
Jhonyson Nobre expõe obras na Bienal

Rádio Ufal

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 2:37


As exposições de Arte Contemporânea foram organizadas pela Pinacoteca da Ufal

Vida em França
Ao encontro de artistas e galerias que promovem arte africana no salão AKAA

Vida em França

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 17:20


No final da semana passada decorreu em Paris a décima edição do salão de arte africana AKAA, Also Known As Africa, uma mostra reunindo galerias de várias partes com um foco sobre a criação vinda do continente africano e da diáspora. Nesta feira cuja organização coincidiu com a Basel Paris, uma mostra internacional que transforma por alguns dias Paris no maior museu do mundo, estiveram duas galerias baseadas em Portugal que apresentaram grandes nomes ou figuras emergentes das artes plásticas dos países de África Lusófona. A RFI falou com os responsáveis dessas duas galerias, Janire Bilbao e Carlos Cabral Nunes, mas igualmente com dois artistas, Renée Gagnon, artista luso-canadiana conhecida designadamente por uma série de fotografias que fez nos musseques de Luanda no final dos anos 70 e ainda o guineense radicado aqui em Paris, Nú Barreto, que já ouviram nas nossas antenas por ser também um dos organizadores da bienal de Bissau. Foi com ele que decidimos abrir a nossa visita deste salão, de olhos postos sobre uma das obras que apresentou nesta que não foi a sua primeira participação no certame. O artista guineense propôs designadamente um grande painel em forma de bandeira americana feita de retalhos, com as cores do continente africano, amarelo, vermelho, verde e estrelas negras caídas no chão. Os "Estados Desunidos de África". "Acho que o comparativo com a bandeira americana terá um pé bastante curto, porque é uma metáfora. Eu fui recuperar a bandeira americana porque é a América e os Estados Unidos da América. O essencial na União aqui é os 'Estados Desunidos da África'. E então o que me interessava era recuperar esse simbolismo da dimensão, porque achei que também que a África tem uma dimensão superior aos Estados Unidos, estamos a falar em termos de superfícies. Mas se reparar, as cores foram invertidas. Porquê? Eu inverti porque eu estou a falar do continente africano. Daí, fui buscar as cores mais utilizadas nas bandeiras das nações africanas. Verde, amarelo, vermelho e preto. Usamos sempre preto. Eu uso as estrelas de cores pretas nesse trabalho. Daí que para esse comparativo entre os Estados Unidos e esta bandeira é só isto. O resto é uma forma de questionamento que eu, enquanto artista, faço, vou abordando diferentes temáticas e em cada bandeira que eu vou criando", esclarece. O verde, o amarelo, o vermelho são também as cores dominantes colocadas por cima das fotografias a preto e branco que Renée Gagnon tirou há cinquenta anos nos nos bairros da lata da capital angolana, em plena guerra civil. A história por detrás de uma obra de arte pode ser ela também um autêntico romance. "Eu fui acompanhar um amigo meu, um belo português, que ia montar uma agência de publicidade em Luanda e eu também estava interessada no tipo de construção dos musseques que são os 'bidonvilles' de Luanda. O interesse destas casas precárias é que elas são feitas de restos de embalagem de caixas e queria mostrar que, mesmo assim, são bonitas. Há uma vontade das pessoas que constroem, de fazer uma casa bonita. E então comecei a circular nos musseques, a ver como é que era. Com a Guerra da Independência, recebi uma bolsa da Fundação Gulbenkian para ir fotografar os musseques, porque havia incêndios e tinham medo que os musseques acabassem por desaparecer da cidade. E eu, como era uma coisa histórica, queria muito fixar isso do ponto de vista sociológico e do ponto de vista artístico", começa por recordar a artista. "Tinha pedido um Jipe para chegar às portas dos musseques porque havia esse combate dentro dos musseques e um guarda com uma arma no bolso, escondida, vestido à paisana para me mostrar os caminhos que eu podia tomar. Então fui ver e falar com as pessoas e fui muito bem recebida. As pessoas diziam 'vem fotografar a minha casa. A minha casa é bonita'. E então estava muito entusiasmada. Eu trabalhava das oito horas da manhã até ao pôr-do-sol. E agora, 50 anos depois, eu retomei estas fotografias que estavam inéditas, decidindo trabalhar sobre elas. E fiz para este salão e fiz fotografias pintadas porque lá na África não há cor, o sol come tudo e então as cores que eu pus em cima das fotografias a preto e branco são minhas cores", conta ainda a fotógrafa que refere não ter mais regressado a Angola desde essa época. "Estava muito triste com a guerra", explica a artista que todavia revela que em breve, no próximo mês de Fevereiro, volta pela primeira vez a Luanda para apresentar as suas fotografias. Renée Gagnon, fez parte, juntamente com o pintor moçambicano Ernesto Shikhani ou ainda a ceramista, também ela de Moçambique, Reinata Sadimba, dos artistas cujas obras foram colocadas em destaque neste salão pela Perve Galeria, um espaço no coração de Lisboa, que tem trabalhado para dar a conhecer o fervilhar da criação artística dos países de África Lusófona. Entrevistado pela RFI, o director desta estrutura, Carlos Cabral Nunes, uma presença assídua do salão, lamenta que a arte de África Lusófona não seja mais conhecida e que as instituições culturais em Portugal não demonstrem mais interesse. "Há ainda muito a fazer e eu penso que isso é uma responsabilidade também nossa. Quando digo nossa, é em Portugal, porque é o país da União Europeia que de facto tem uma possibilidade de ajudar nesse processo de internacionalização, desde logo dos mestres de língua portuguesa em África e, por essa via, depois também chegar às novas gerações e dar, no fundo, esse apoio para uma certa continuação de um discurso que é um discurso com uma matriz cultural própria", diz o galerista. "Por exemplo, o Museu Nacional de Arte Contemporânea, no Chiado, presumo que não tenha nada relativo a estes grandes mestres de língua portuguesa. A própria colecção do Estado português também tem uma escassez tremenda. O próprio Museu Berardo, a Colecção Berardo, não. E por aí fora. Quer dizer, há excepções, a própria Gulbenkian, também tem muito pouca coisa. E, portanto, há aí uma grande lacuna", observa Carlos Cabral Nunes. "Posso dar um exemplo muito recente, uma das obras mais impactantes que apresentámos na Frieze Masters, em Londres, que foi destacada na feira pelo Observer, pelo Monde, pelo quotidiano de arte, etc. O embaixador de Portugal em Londres perguntou-me 'mas esta obra, porque é que não fica em Portugal?' E eu disse 'Eu por mim até estava disposto a fazer um preço especial'. Mas não posso andar a bater às portas, a pedir para ficarem com a obra. E é óbvio que é uma obra que de repente entra num circuito internacional e tem uma série de museus de várias partes interessadas na sua aquisição. E nós queremos, de facto, que as obras cheguem ao público desde logo. Continuamos muito presos, infelizmente, àquela noção que eu gostava que já tivesse morrido há muitos anos, do 'Orgulhosamente Sós'", conclui. Também presente no salão, a Movart Gallery dá igualmente destaque aos nomes já conhecidos ou ainda por descobrir da África Lusófona, como o mestre angolano António Olé ou o fotógrafo moçambicano Mário Macilau, cuja foto a preto e branco estilizada de uma mulher foi a "capa" do visual da mostra. A responsável desta galeria considera que subsiste muito por fazer na divulgação do trabalho dos artistas de África Lusófona. "Ainda é um bocadinho desconhecida por aí. A nossa missão é importante, de dar a conhecer e contar estas histórias para todo o mundo", considera a galerista para quem se "está no início de um grande caminho que ainda há a percorrer". Janire Bilbao não deixa contudo de apontar que "muitas vezes parece um pouco constrangedor, porque é um nicho muito pequeno e às vezes é preciso mais apoio das instituições". A fechar a nossa visita pelo salão AKAA, voltamos a ouvir Nú Barreto, não só na qualidade de artista mas também de curador de eventos culturais que tal como Janire Bilbao e Carlos Cabral Nunes, julga que ainda há muito caminho a percorrer para valorizar a criação africana, em primeiro lugar no próprio continente. "Os africanos sempre criaram. Essa criação sempre foi acompanhada e desenvolvida. E continua a ser. Agora, o que acontece é uma escassez em termos de promoção, em termos de divulgação dessas sabedorias e a própria forma de tentarem conter essa criação, esse dinamismo todo criativo que existe para que possa ser desenvolvido e o continente possa usufruir desses valores todos. Infelizmente, o desequilíbrio do continente, as formas de fazerem no continente, em certos países ou na maioria dos países, faz com que esses valores tenham tendência a se exportarem e ficarem fora, onde vão brilhar lá fora. No meu caso, o meu país não tem nada estruturado. Não existe uma política cultural no meu país para que as coisas possam funcionar como deveriam ser", aponta Nú Barreto. "Há países que estão a sair aos poucos. Benim, Costa do Marfim, África do Sul. É um caso um pouco particular. Gana, Nigéria. Estão a sair aos poucos. Estão a propor coisas bastante interessantes em termos do desenvolvimento cultural, de promoção da cultura dentro do próprio país. Sentia-me muito feliz que muitos países tentassem encontrar, em conformidade com as suas realidades, a forma de proporcionar mais, de apoiar mais a cultura, porque ninguém vive sem cultura", conclui o artista guineense. Eis mais algumas imagens apanhadas no salão AKAA:

Convidado
Assalto ao Louvre: "é mais fácil atacar um museu do que uma joalharia em Paris"

Convidado

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 11:16


Nesta quarta-feira, o Museu do Louvre em Paris, reabriu as suas portas, após três dias de encerramento para dar tempo à investigação de recolher todos os dados sobre o espectacular assalto de que foi alvo no domingo. O que se sabe para já é que  indivíduos invadiram pelo exterior a galeria onde se encontravam as jóias da Coroa de França. Para tal, utilizaram um elevador de carga, cerraram uma das janelas da sala, partiram os mostruários, levaram as jóias e fugiram de lambreta. Tudo isto em sete minutos. Até ao momento, não se conhece o paradeiro dos assaltantes e muito menos das jóias avaliadas em 88 milhões de Euros mas cujo valor patrimonial é considerado "inestimável". Tanto o Presidente da República como o próprio governo ordenaram o reforço da segurança deste museu que apesar da sua importância e apesar do número impressionante de visitantes -9 milhões em 2024- mostrou as suas fragilidades. Esta problemática, aliás, mereceu recentemente um relatório interno e as autoridades estavam cientes de que existiam falhas na segurança. Philippe Mendes, galerista luso-francês em Paris, considera que apesar do seu carácter espectacular, o assalto de domingo não foi tão minuciosamente preparado como parece à primeira vista. RFI: O que se pode dizer sobre o assalto ao Museu do Louvre no domingo? Philippe Mendes: Em termos de rapidez, eu acho que foi um assalto bem organizado, embora me pareça que não é de grande banditismo. Tenho a impressão que foi mais um roubo de bandidos mais básicos. Sabem que têm que ser muito rápidos porque os seguranças e a polícia, em menos de dez minutos, podem chegar. Portanto, eles fizeram isso muito rápido. Mas ao mesmo tempo, há muitas coisas que mostram que não são aqueles bandidos, tipo CNN. Toda a gente pensou que isto foi um roubo tipo Arsène Lupin. Não foi. Deixaram cair uma coroa importantíssima. Ao fugir, deixam os elementos que utilizaram para poderem entrar, a serra para o vidro, não conseguiram deitar fogo ao elevador que usaram para os levar até lá acima. Isto tudo mostra um bocadinho que isto está desorganizado. Foi pensado, mas não foi organizado. Eu acho que foi mesmo um assalto, um roubo de oportunidade. Sabiam que ao domingo há pouco trânsito em Paris, era muito fácil de fugir. Sabiam que havia falhas, porque isto já foi comunicado várias vezes nos jornais franceses. A presidente do Louvre, ela mesmo -acho que foi o grande erro dela- há um ano ou dois, alertou, mas alertou publicamente sobre as falhas, sobre os problemas de segurança no Louvre. Tendo feito isso, claramente que indicou a quem poderia pretender um dia a fazer um assalto ao Louvre, que era o momento. Devia ter alertado claramente o Ministério da Cultura, devia ter alertado a Procuradoria de Paris, mas não devia ter alertado, indo aos jornais, e fazer uma coisa pública, porque isso aí era o sinal que eles podiam lá ir e que havia várias falhas. E claramente que aquela janela da galeria de Apollon era um dos pontos fracos do Louvre. É uma janela que dá para aquela rua que ao domingo não tem trânsito. Sabia-se mais ou menos que as jóias estavam todas ali, que era o primeiro andar. Não é assim tão alto, portanto tinha ali tudo mais ou menos certo para eles. Portanto, nesse aspecto, acho que foi um assalto pensado mas pouco organizado. Conseguiram. Agora o que é gravíssimo é que atacaram não só o património francês ou a história de França. Atacaram não só o Louvre, mas atacaram também todos os franceses. Ao roubar o Louvre, roubaram a França. RFI: Isto acontece no Louvre, que é um dos mais conhecidos e prestigiados museus a nível mundial. É uma espécie de montra da França, praticamente ao mesmo título que Notre-Dame. O que é que isto significa para a França? Philippe Mendes: O Louvre, como Notre-Dame, é um dos monumentos principais de Paris, de França e um dos mais conhecidos no mundo. Portanto, falando do Louvre, estamos a falar ao mundo inteiro. Toda a gente sabe o que é o Louvre e o que é Notre-Dame. Portanto, claramente que é muito mais sensível e que o mundo inteiro está atento ao que se passa em monumentos como este, que é o maior museu e o mais visitado do mundo. Claramente que choca. O choque é muito maior e tem uma repercussão internacional muito forte e dá um mau sinal claramente do que se está a passar no património francês e a nível da cultura em França. Isso é uma pena, mas podia ter acontecido noutro museu qualquer. Os museus agora são muito vulneráveis. Eu acho que este roubo dá para reflectir sobre uma coisa muito importante: é que a economia internacional está mal, vai haver cada vez mais assaltos deste tipo e claramente que, por exemplo, na Praça Vendôme, em Paris, onde estão todas as grandes lojas de joalharia mais importantes, eles têm um sistema de alarme de segurança muito mais forte e bem organizado do que os museus franceses que não apostaram completamente na segurança, porque não têm meios para isso. Porque embora a França tenha um Orçamento de Estado para a cultura importante, não é assim tão importante como isso para ter a segurança que pretendia. Portanto, é muito mais fácil atacar um museu hoje em dia do que atacar uma joalharia em Paris. Foi o que aconteceu, porque estamos agora a falar do Louvre. Mas não se esqueça que há um ano e meio foram roubadas e falou se muito menos, sete ou oito caixas de rapé do Museu Cognacq-Jay, que é um museu não muito longe do Louvre. Duas delas pertenciam ao Louvre, outras duas, à Coroa Real inglesa, e foram roubadas por quatro pessoas, exactamente com o mesmo método. Quatro homens entraram mascarados em pleno dia, partiram os mostruários e fugiram com as caixas. Não houve tanta repercussão nos jornais internacionalmente, porque o museu, embora seja um muito um bom museu em França, não tem aquele impacto que teve o Louvre. Mas isto mostra que os museus são muito frágeis e são vulneráveis e são atacados regularmente. Foi atacado (no mês passado) o Museu de História Natural de Paris, onde roubaram pepitas de ouro. Desapareceram, foram derretidas. Claramente que agora nunca mais as vamos encontrar. Foram roubadas do Museu de Limoges, há alguns meses, porcelanas chinesas de grande valor que certamente foram -desta vez- uma encomenda para a China. Portanto, há assaltos regularmente nos museus, porque os museus não têm essa protecção, como devia ser. RFI: Disse-o há pouco, apesar da própria directora do Louvre ter alertado publicamente que havia falhas na segurança e apesar de ter havido inclusivamente um relatório interno referindo que o facto de se prescindir de 200 funcionários, nomeadamente na área da segurança, sobre um efectivo de 2000 funcionários nestes últimos 15 anos no Louvre, podia também representar um problema para a segurança do museu e apesar de as próprias autoridades terem sido alertadas, nada foi feito e só agora é que está a pensar em reforçar a segurança do Museu do Louvre. Philippe Mendes: Sim, já devia ter sido feito. Depois, só agora é que se está a pensar. Sim, mas é sempre assim. Agora estamos a falar porque houve um assalto. Mas imagine que amanhã há uma inundação em Paris e o Louvre fica inundado. Vai se criticar porque não foi feito nada antes para proteger o Louvre das inundações e outros. Embora haja um plano, eu acho que ele não é o melhor. Há sempre razões para criticar a falta de fundos para isso. Mesmo que houvesse mais guardas no Louvre, os guardas não podem intervir. Portanto, o que é que eles poderiam ter feito? Não sei bem se é uma questão só de falta de pessoal no Louvre. Acho que não. Eu acho que se podia pensar melhor na segurança do Louvre, a nível de organização, menos humana, mas mais técnica. RFI: Estão a monte três ou quatro assaltantes com jóias estimadas em 88 milhões de Euros e sobretudo com um valor patrimonial "inestimável". As jóias são conhecidas, as fotografias destas jóias andam por todo o lado, no mundo inteiro. O que é que eles vão fazer com essas jóias? Philippe Mendes: Eu acho que a única possibilidade que eles têm é de desfazer as jóias todas e vender diamante por diamante, safira por safira. Não podem vender as jóias tal e qual como obra de arte, porque em si elas têm um valor de 88 milhões de Euros, porque são obras que ainda por cima foram compradas pelo Estado para o Museu do Louvre nos últimos 30 anos. Portanto, tinham já um valor de mercado. Mas entrando no Louvre, têm um valor inestimável histórico, agora patrimonial. Portanto, esse valor de 88 milhões de Euros no mercado de arte é zero, porque as peças tal e qual não podem ser vendidas, ninguém vai comprar. Portanto, eles vão desfazer completamente peça por peça e vão tentar vender no mercado. RFI: Está prestes a abrir mais uma edição da Feira Internacional de Arte Contemporânea de Paris (a Art Basel no final da semana). Como é que se pode avaliar o ambiente em que decorre este evento este ano? Philippe Mendes: Tendo acontecido o que aconteceu, vão certamente reforçar a segurança à volta deste evento. É um evento que acaba por ser equivalente a um dos maiores museus do mundo, durante os dias de abertura, com obras de uma importância financeira muito, muito, muito alta. Mas quem é que se vai atrever a entrar agora num assalto no Museu do Grand Palais? Ninguém. Eu acho que não é propriamente um problema nesse nível. Recordo-me que há três ou quatro anos, na Tefase, em Maastricht (nos Países Baixos), a feira internacional mais importante do mundo onde eu participei, houve um assalto, ainda por cima num stand da joalharia. Foi exactamente a mesma coisa. Eram quatro mascarados. Entraram em pleno dia. Chegaram, roubaram as jóias, fugiram e nunca mais apareceram. Nos dias seguintes, nunca houve um problema na Tefase. Foi um roubo de oportunidade. A Tefase reforçou a segurança e nunca mais houve nenhuma preocupação até agora a esse nível. Portanto, eu acho que vai correr muito bem a Feira Internacional de Arte Contemporânea, a Art Basel em Paris. Não é porque houve um assalto no Louvre que Paris está fragilizada a este nível. Acho que não. Não podemos entrar numa paranóia agora de que 'Paris está perigosa e há assaltos'. Não é por aí. Foi bem pensado. Foi uma ocasião que eles perceberam muito bem que estava ali. E aproveitaram.

Así las cosas con Carlos Loret de Mola
#Entérate con Javier Camarena

Así las cosas con Carlos Loret de Mola

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025 5:52


Javier Camarena participará el 15 de octubre en una gala benéfica en el Museo Universitario de Arte Contemporáneo (MUAC) en apoyo a “Casa Colibrí”. de la Fundación Antes de Partir, A.C. que brinda atención a niños con cáncer

antes fundaci partir con javier arte contempor muac javier camarena museo universitario
Out Of Office: A Travel Podcast
6 Lesser Known Museums We Love

Out Of Office: A Travel Podcast

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 56:09


On this episode of Out Of Office: A Travel Podcast, Kiernan and Ryan travel the world over to share our favorite obscure museums. From Kuala Lumpur to Hartford, CT, we've got some surprises on this one. Things we talk about on this week's episode: Wadsworth Athenaeum https://www.thewadsworth.org/  Button Museum https://buttonmuseum.org/  Museo de Arte Contemporáneo de Bogotá (MAC) https://museu.ms/museum/details/17154/museo-de-arte-contemporaneo-de-bogota  Islamic Arts Museum https://iamm.org.my/  Museum of Socialist Art https://www.artandobject.com/articles/museum-socialist-art-bulgarias-de-facto-museum-communist-history  Museum of Apiculture   https://mro.si/en/musem-of-apiculture  NYC School Architecture https://www.untappedcities.com/cbj-snyder-shools/?ref=daily-newsletter 

John Vargas Fotografia
Por qué es importante la fotografía erótica en el arte contemporáneo

John Vargas Fotografia

Play Episode Listen Later Sep 21, 2025 224:12


Por qué es importante la fotografía erótica en el arte contemporáneo es una pregunta que ha acompañado a generaciones de artistas, críticos y amantes de la imagen. En este intrigante panel sobre Fotografía Erótica, nos acompañan destacados creadores como Julio Moreno, María Bedoya, Mao Escruceria y Mick Rincón, quienes exploran sin tapujos el impacto de la sensualidad, el deseo y la intimidad en la construcción del lenguaje visual contemporáneo.En este video descubrirá cómo la fotografía erótica ha trascendido la censura, se ha transformado en un vehículo de libertad creativa y ha inspirado debates profundos sobre la belleza, el cuerpo y la identidad. ¿Es arte? ¿Es provocación? ¿O es una de las formas más puras de narrar lo humano?Prepárese para una conversación fascinante que combina historia, crítica y experiencias personales de artistas que han marcado un antes y un después en la fotografía erótica. Si le apasiona la fotografía, el arte o la exploración de nuevas miradas, este video es para usted.#FotografíaErótica #ArteContemporáneo #FotografíaArtística #FotografíaDeAutor #ArteVisual #CuerpoYArte #FotografíaCreativa #ErotismoEnElArte #FotografíaDeRetrato #DebateFotográfico

En Blanco y Negro con Sandra
RADIO – MARTES, 16 DE SEPTIEMBRE DE 2025 – Firmaron con New Fortress y en una crisis energética

En Blanco y Negro con Sandra

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 52:02


1.   Apunto de firmar con New Fortress hoy, si es que no lo han hecho ya. La preguntaes, ¿cómo queda Puerto Rico y quién sale ganando?2.   Pendientesa obligación más de $11,800 millones para la red eléctrica cuando LUMA no haalcanzado el 40% de los proyectos de reconstrucción3.   EEUUhunde segunda lancha venezolana en el Caribe y eleva tensión con Caracas y Maduroacusa a Puerto Rico de preparar la invasión5.   Bancréditodemanda a sus exabogados tras multa de $15 millones impuesta por FinCEN6.   Muytemprano para hablar de acuerdo en caso de hermanos de 'Georgie' NavarroEste es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales.  Estas emisoras de radio son:1.    Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2.    Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3.    Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4.    WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián5.    X61 – 610 AM en Patillas6.    X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste7.    WPAB 550 AM - Ponce8.    ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico9.    WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentario Una vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcotto También nos pueden seguir en:REDES SOCIALES:  Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTok BLOG:  En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.com  SUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcotto OTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra. 4.   Vivimos una guerra civil en P.R./EE.UU. [dondese han eliminado derechos fundamentales como la libertad de expresión, lapresunción de inocencia y la libertad del individuo]7.   Autoridad para el Financiamiento de la Viviendaexhorta a solicitar al Programa de Asistencia Directa al Comprador bajo losfondos CDBG-GR para comprar su casa8.   Oriental abre 3ra convocatoria de Fondos Semillapara emprendedores y organizaciones sin fines de lucro junto con la FundaciónComunitaria de Puerto Rico9.   Abogan por visibilizar el Alzhéimer desde elarte en una vigilia en el Museo de Arte Contemporáneo de Puerto Rico enSanturce

Efervesciencia
Efer 712 (22-5-25): Lumes desde o MARCO

Efervesciencia

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 56:31


Desde o panóptico do Museo de Arte Contemporánea de Vigo, o Marco, celebramos o día internacional dos museos da man do Proxecto LUMES nunha confluencia de ciencia e arte, entre a academia e o publico, e entre o norte de Portugal e Galicia. (4:05) Fran Aboy é o responsable do LUMES. (10:24) A UNESCO nomeou a Braga como Cidade Creativa da Artes Audiovisuais. Contamos con Sara Borges, coordinadora do "Circuito", o servizo educativo do Braga Media Arts. (16:03) Luis Hernández dirixe o grupo Videalab da UdC de visualización avanzada con aplicacións á arquitectura dixital e ao patrimonio histórico. (37:26) Eferméride do 22 de maio do Calendario da Historia da Ciencia de Moncho Núñez. (38:39) En Braga atópase tamén o Laboratorio Ibérico de Nanotexia, INL, onde Lorena Diéguez lidera o grupo de dispositivos nanomédicos e Mariam Debs é a responsable de comunicación.

Noticentro
UNAM inicia reparación del Museo Universitario Arte Contemporáneo

Noticentro

Play Episode Listen Later Jul 24, 2025 1:38


FMF investiga a “Chicharito” Hernández por comentarios machistas Recuperan 123 inmuebles invadidos en Edomex  Departamento de Estado de EU  aprueba venta de armas por 322 mdd a Ucrania

Agenda Samaria
"Huellas de El Libertador', mirada a la memoria de Simón Bolívar, exhibición homenaje al gran Leo Matiz en Santa Marta

Agenda Samaria

Play Episode Listen Later Jul 20, 2025 6:41


Una agenda que incluye tres grandes exposiciones‘Tierra de pintores, Santa Marta 500 años', ‘Huellas de El Libertador', una mirada a la memoria de Simón Bolívar es la exhibición homenaje al gran Leo Matiz y ‘ Diálogos Mestizos: Arte y Memoria'; con varios artistas de diversas expresiones artísticas, instalada en significativos espacios de prestigio,propone que la Quinta de San Pedro Alejandrino sea una interlocutora natural de esta iniciativa.Sobre la mirada de Leo Matiz, nuestro invitado, el artista e investigador de la historia del arte Darío Ortiz estará en la apertura de la muestra el 23 de julio y en la visita guiada el 24; Un ambiente de celebración ad portas de los 500 años de Santa Marta. El Museo Bolivariano de Arte Contemporáneo conmemora sus 39 años y el natalicio 242 de El Libertador Simón Bolívar, con una programación académica, artística y cultural, a realizarse este miércoles 23 de julio. con entrada libre.

En Casa de Herrero
El jardín de las delicias: Museo de Arte Contemporáneo de la Fundación Serralves

En Casa de Herrero

Play Episode Listen Later Jul 3, 2025 8:05


Luis Herrero y Ayanta Barilli hablan sobre el museo de Oporto.

Personal Upgrade Academy
De Finanzas a CEO: Como Construir con propósito. Liderazgo, arte y transformación | EP 195

Personal Upgrade Academy

Play Episode Listen Later Jul 1, 2025 63:21


Hoy nos acompaña Jacqueline Bern de Mena, una líder panameña que conquistó hitos históricos y redefinió el liderazgo femenino en la región. Como CEO de Bern Holdings, dirige una firma familiar con cuatro décadas de trayectoria en desarrollo inmobiliario, construcción y turismo. A su vez, recientemente se convirtió en la primera mujer presidenta de la Junta Directiva de Cable & Wireless Panamá, representando un cambio de paradigma en las telecomunicaciones Apasionada por el arte, la educación y la igualdad de género, Jacqueline ha impulsado también la responsabilidad social corporativa de su grupo empresarial, participando activamente en la Fundación Bern, el Museo de Arte Contemporáneo de Panamá y movimientos como Mujer + PanamáSu perfil educacional —dos licenciaturas de Emory, estudios en la London School of Economics y certificaciones en RSE— demuestran la fuerza de una visión integral y estratégicaEn este episodio, exploraremos su camino como mujer a la cabeza de grandes corporaciones, cómo integra propósito en sus negocios y las claves para liderar con impacto y conciencia.

Las mañanas de RNE con Íñigo Alfonso
Empecemos el día con Historia: Antigua cárcel de Badajoz, testigo de la represión franquista anti-LGTBI

Las mañanas de RNE con Íñigo Alfonso

Play Episode Listen Later Jun 27, 2025 4:17


La dictadura franquista utilizó la antigua cárcel de Badajoz como una pieza clave en su sistema represivo contra homosexuales y transexuales a partir de 1970, basado en la Ley sobre Peligrosidad y Rehabilitación Social. El historiador Javier Fernández Galeano, estudioso de la comunidad LGTBIQ+, conoce el pasado de la vieja cárcel de Badajoz y la ha contado recientemente en el mismo edificio, transformado hace 30 años en el MEIAC, el Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo.Informa Íñigo PicabeaEscuchar audio

En Caso de que el Mundo Se Desintegre - ECDQEMSD

La historia de un concierto fallido y un público exaltado que quería venganza ECDQEMSD podcast episodio 6062 Denme 2 Minutos Conducen: El Pirata y El Sr. Lagartija https://canaltrans.com Noticias del Mundo: Caos en Los Ángeles California - La caza de migrantes - Trump vuelve a amenazar a Musk - El gobernador Gavin Newsom - Crisis en Bolivia - Japoneses a la Luna - Cyborg Policial Tai 1.0 - Mastantuono al Real Madrid - La canción del sistema solar Historias Desintegradas: Un festival punk inolvidable - Un retraso - Arden las gradas - Buscando a los músicos - Mecánico relax - Linda Carter - Aceite de motor - Un historial turbio - La Pesada del Rock - Cómprese otro vehículo - El payaso asustador - Trauma cumpleañero - Inundaciones en Toluca - Botas para lluvia - Impuso y Arte Contemporáneo - Escudo de Armas - Heráldica - El modernismo - Seguridad vial  y más... En Caso De Que El Mundo Se Desintegre - Podcast no tiene publicidad, sponsors ni organizaciones que aporten para mantenerlo al aire. Solo el sistema cooperativo de los que aportan a través de las suscripciones hacen posible que todo esto siga siendo una realidad. Gracias Dragones Dorados!! NO AI: ECDQEMSD Podcast no utiliza ninguna inteligencia artificial de manera directa para su realización. Diseño, guionado, música, edición y voces son de  nuestra completa intervención humana.

Temprano en la Tarde... EL PODCAST
Sobre equidad de género ¿derecho fundamental en las universidades? …Y documentales participativos.

Temprano en la Tarde... EL PODCAST

Play Episode Listen Later Jun 4, 2025 60:09


Sobre equidad de género ¿derecho fundamental en las universidades? …Y documentales participativos. José Raúl Cepeda y Michelle Estrada conversan con portavoces de la Comisión de la Mujer del Colegio de Abogados y Abogadas de Puerto Rico; y con los productores de un documental participativo. Segmento 1 Mañana Jueves, 5 de junio desde las 4:30 p.m. en la librería El Candil en Ponce se presenta el panel: La equidad de género: derecho fundamental en las universidades. Con: Lcda. Esther Vicente Profa. Nina Torres Vidal Lcda. Zoé Negrón Comas Moderadora: Lcda. Noeli Pérez de la Torre Hablamos con la Lcda. Josefina Pantoja, de la Comisión de la Mujer “María Dolores "Tati" Fernós” del Colegio de Abogados y Abogadas de Puerto Rico. Explica la Lcda. Pantoja los centros de educación superior necesitan defender una política y una práctica clara de equidad de género. Esto incluye desde las discusiones sobre los ataques a las políticas establecidas de diversidad e inclusión hasta el uso de lenguaje inclusivo. Segmento 2 Lcda. Zoé Negrón Comas, decana asociada de Asuntos Académicos de la Facultad de Derecho de la Universidad Interamericana de Puerto Rico, también parte de la Comisión de la Mujer “María Dolores "Tati" Fernós” y una de las deponentes del evento. ¿Por qué en Ponce? ¿Retos ante la administración de universidades religiosas? Sesgos de género en instituciones de educación superior religiosas afectan la formación de sus estudiantes. Segmento 3 Rhett Lee García, Tranki Films y coproductor que nos habla de la presentación del documental participativo “El llamado de la montaña: Historias de resistencia desde Adjuntas” que estrena el Domingo, 8 de junio en el Cine Solar de Casa Pueblo y 11 de junio en el Museo de Arte Contemporáneo en San Juan Las investigadoras Dunja Fehimović y Cecilia Sosa, de la Universidad de Newcastle en el Reino Unido, conducen la investigación titulada “Ecologías (des)coloniales en el cine insular hispano caribeño del siglo XXI” y llegaron a Adjuntas en búsqueda de desarrollar un documental participativo. Acá se juntaron con el documentalista Rhett Lee García, de Tranki Films y colaborador de Casa Pueblo por muchos años, hicieron el taller de video participativo Juntxs por Adjuntas en diciembre pasado y luego reclutaron a un grupo de coproductores comunitarios. La filmación se llevó a cabo en febrero pasado en Adjuntas. Segmento 4 El cine participativo no es nuevo en Puerto Rico. Lo importante es el archivo histórico compartido a nivel global. ¿Quienes participan en este primer documental? Amanda Serrano, estudiante universitaria de UPR RP, es una de las coproductoras comunitarias. Amanda nos relata su experiencia con su participación en el documental.

El ojo crítico
El ojo crítico - Eduardo Vasco y Lara Grube exploran el límite escénico - 28/05/25

El ojo crítico

Play Episode Listen Later May 28, 2025 54:24


Eduardo Vasco y Lara Grube vienen a hablarnos de 'Viaje hasta el límite', una obra de Luis Martín-Santos escrita en 1953 y ahora en cartel en el Teatro Español hasta el 8 de junio. Ernesto Arias interpreta a Pedro, un empresario que lleva al extremo sus relaciones para saber si lo quieren a él o a su dinero. Con ecos de Sartre y Camus, la pieza explora la codicia, el amor y el efecto Pigmalión en un entorno de posguerra marcado por la alta burguesía.Dani Galindo informa sobre la décima edición del Festival Visibles, que promueve la inclusión y diversidad en las artes escénicas, con una programación que pone en valor las diferencias. Ángela Núñez nos presenta la obra del escultor gallego Rodríguez-Méndez, expuesta en el Centro de Arte Contemporáneo 2 de Mayo de Móstoles. Su trabajo, en constante transformación, desafía los límites del objeto artístico. Agnès Batlle nos lleva al CaixaForum Barcelona, donde José Juan Pérez Preciado comisaría Rubens y los artistas del Barroco flamenco, una exposición con 60 obras que muestran la influencia de Rubens en otros grandes maestros flamencos.Laura García cubre la nueva creación de La Fura dels Baus en el Teatro Cervantes de Málaga: SONS: ser o no ser, una versión inmersiva de Hamlet que mezcla proyecciones, sonido envolvente y contacto directo con el público. Inko Martín adelanta el homenaje de la Orquesta y Coro RTVE al director rumano Sergiu Comissiona, que tendrá lugar el 30 de mayo en el Teatro Monumental. Por último, Martín Llade comenta El poder de la música, de Pedro González Mira, un relato novelado donde un personaje, Gastón, recorre su vida a través de la música, desde la radio de su infancia hasta convertirse en crítico, guiado por Bach, Bartók o Beethoven.Escuchar audio

Al otro lado del micrófono
Perder el norte: el podcast cultural del CAAC y el C3A

Al otro lado del micrófono

Play Episode Listen Later May 20, 2025 8:30


1171. Hoy no es lunes, pero traigo igualmente una recomendación de podcast, porque la ocasión lo merece. En este episodio quiero hablarte de “Perder el norte”, el nuevo proyecto sonoro que han lanzado dos instituciones culturales andaluzas de referencia: el Centro Andaluz de Arte Contemporáneo (CAAC) y el Centro de Creación Contemporánea de Andalucía (C3A). Un podcast que, desde el primer capítulo, se posiciona como una ventana sonora para descubrir el arte contemporáneo desde un punto de vista crítico y transformador. El título del podcast, Perder el norte, ya deja entrever que no se trata de un canal institucional al uso. Es una apuesta clara por abrir los museos más allá de sus paredes físicas, por conectar con nuevos públicos y por reivindicar el podcast como una herramienta más dentro de la comunicación cultural. Y, oye, no es poca cosa. Me parece una forma de acercar el arte a la ciudadanía, de una manera mucho más directa y sincera, poniendo el foco en el audio como vehículo para el pensamiento, para la conversación y, sobre todo, para la reflexión. El podcast está conducido por Patricia Bueno, que irá dialogando con artistas, comisarios, investigadores y otras voces relevantes del panorama cultural andaluz y global. El primer episodio ya está disponible y se titula Sturtevant, el eco de la innovación, centrado en la exposición del mismo nombre que acoge el CAAC. En él escuchamos a Jimena Blázquez, directora tanto del CAAC como del C3A, y a Blanca Cortés, experta en derechos de autor. Ambas reflexionan sobre temas como la autoría, la apropiación o el pensamiento crítico en el arte, algo que me ha parecido realmente necesario en los tiempos que corren. El podcast tendrá una periodicidad quincenal y ya han adelantado algunos de los temas que tratarán en los próximos episodios: conservación del arte contemporáneo, pensamiento popular desde el sur, o exposiciones de artistas como Ana Segovia, Cristina Mejías o Regina de Miguel. Temas que no sólo nos permitirán descubrir las obras expuestas en estos centros, sino también entender mejor los debates que las rodean. Como productor y como amante del formato podcast, no puedo hacer otra cosa que aplaudir este tipo de iniciativas. Proyectos con propósito, con contenido y con un enfoque claro. En lugar de caer en la tentación del vídeo podcast, que habría sido lo más sencillo, han decidido apostar por el audio puro. Por la voz. Por la conversación. Y eso, al menos para mí, es motivo de celebración.Nace un nuevo podcast para pensar el arte desde el surhttps://www.eldiadecordoba.es/vivir-cordoba/nace-nuevo-podcast-pensar-arte-desde-sur_0_2003931145.htmlWeb de 'Perder el norte': https://www.caac.es/actividad/perder-el-norte/_________________¡Gracias por pasarte 'Al otro lado del micrófono' un día más para seguir aprendiendo sobre podcasting!Si quieres descubrir cómo puedes unirte a la comunidad o a los diferentes canales donde está presente este podcast, te invito a visitar https://alotroladodelmicrofono.com/unetePor otro lado, puedes suscribirte a la versión compacta, sin publicidad y anticipada de este podcast, 'El destilado del micrófono' a través de la plataforma Mumbler a través de: https://alotroladodelmicrofono.com/destilado (Puedes escucharlo en cualquier app de podcast mediante un feed exclusivo para ti).Además, puedes apoyar el proyecto mediante un pequeño impulso mensual, desde un granito de café mensual hasta un brunch digital. Descubre las diferentes opciones entrando en: https://alotroladodelmicrofono.com/cafe. También puedes apoyar el proyecto a través de tus compras en Amazon mediante mi enlace de afiliados https://alotroladodelmicrofono.com/amazonLa voz que puedes escuchar en la intro del podcast es de Juan Navarro Torelló (PoniendoVoces) y el diseño visual es de Antonio Poveda. La dirección, grabación y locución corre a cargo de Jorge Marín. La sintonía que puedes escuchar en cada capítulo ha sido creada por Jason Show y se titula: 2 Above Zero.'Al otro lado del micrófono' es una creación de EOVE Productora.

Jornal da USP
Cultura na USP #85: Sérgio Ferro conversa sobre sua exposição no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP

Jornal da USP

Play Episode Listen Later May 8, 2025 59:42


São as últimas semanas para conferir a retrospectiva do pintor, arquiteto, teórico e militante brasileiro

El ojo crítico
El ojo crítico - Avelina Prat y Manolo solo nos traen 'Una quinta portuguesa' - 05/05/25

El ojo crítico

Play Episode Listen Later May 5, 2025 55:00


Más allá de intentar enmarcarlo en un género, si algo podemos decir de 'Una quinta portuguesa' es que es "una historia de personajes", construida por su directora Avelina Prat y que protagoniza Manolo Solo. Una película llena de capas, implícita y con un amplio subtexto que aflora gracias a los silencios y a pequeños gestos.En la pequeteca, Leticia Audibert nos trae el último Premio SM Gran Angular 2025, 'Hoy honramos a los vivos' de Marina Aguirre. También damos las buenas tardes a las “Centellas” chispeantes de nuestra crítica de arte, Mery Cuesta, que nos habla de 'Procesos, ritmos y vibraciones', una exposición de la artista Fuencisla Francés en el Museo de Arte Contemporáneo Esteban Vicente de Segovia. Y de exposiciones va la cosa, Ángela Núñez nos cuenta cómo el Museo Nacional de Antropología abre por primera vez sus puertas al Festival PHotoESPAÑA con la exposición 'Nosce Te Ipsum' (Conócete a ti mismo) de la artista afroamericana Ayana Jackson.El próximo jueves se suben al escenario del teatro de la zarzuela de Madrid tres de ellas encarnadas por Jone Martínez, María Hinojosa Montenegro y Pilar Alva-Martín. Estamos hablando de "Cómicas" y tiene más detalles Olga Baeza. Para cerrar, os traemos la última actualidad cultural junto a Elvira de Luis.Escuchar audio

En Perspectiva
Entrevista Pablo Atchugarry - El MACA inauguró sala de teatro con su festival internacional

En Perspectiva

Play Episode Listen Later Apr 17, 2025 45:51


¿Cómo cierra la temporada de verano el MACA, el Museo de Arte Contemporáneo Atchugarry? ¿Cuáles fueron las novedades de este año? ¿Qué planes tiene Pablo Atchugarry para los próximos meses? En estos días se concretó un gran acontecimiento: acaba de inaugurarse en el MACA una sala de teatro construida especialmente y equipada con tecnología de última generación. Con este nuevo espacio cobra mayor relieve el festival de teatro, que se desarrolla por estos días en su tercera edición y que ya es un clásico de Semana de Turismo para Manantiales, Punta del Este y el departamento de Maldonado en general. Pero, claro, como ocurre con todos los espacios del MACA, ese escenario estará disponible todo el año, con lo cual se abren oportunidades de exhibición en otoño e invierno que hasta ahora no existían en la zona. ¿Va a seguir creciendo todavía más el MACA o ya completó su infraestructura? Conversamos En Perspectiva con el artista plástico Pablo Atchugarry para que nos comparta cómo vive cada uno de estos pasos.

El ojo crítico
El ojo crítico - Margarita Leoz y el arte de escribir sobre el dolor y la vida

El ojo crítico

Play Episode Listen Later Mar 6, 2025 53:20


Comenzamos con Margarita Leoz, quien presenta su libro 'Lo que permanece', editado por Seix Barral. En esta obra, la autora navarra engarza sus recuerdos para ordenar sentimientos y comprender el dolor de la muerte de su padre, un suceso que coincidió con el nacimiento de sus mellizos. Un relato íntimo y conmovedor que aborda el duelo y la vida desde una perspectiva profundamente personal.Laura Fernández nos introduce en el mundo del nature writing, un género literario que celebra la naturaleza y su conexión con el ser humano. Recomienda la colección 'Libros Salvajes' de Errata Naturae, donde cada obra es una aventura que invita a reflexionar sobre nuestro lugar en el mundo natural.Desde ARCO, la Feria de Arte Contemporáneo más importante de España, Ángela Núñez nos ofrece un adelanto de las exposiciones y galerías que se presentan este año. Un recorrido por las tendencias y propuestas más destacadas del arte actual.Finalmente, Conxita Casanovas nos adelanta los estrenos cinematográficos de la semana, incluyendo 'Mickey 17', 'Presence', 'Lee Miller' y 'Tardes de soledad'.Escuchar audio

El ojo crítico
El ojo crítico - 'L'Herència' de Mathew López, dirigida por Josep María Mestres

El ojo crítico

Play Episode Listen Later Mar 5, 2025 53:19


Comenzamos en IFEMA, donde ha abierto sus puertas ARCO, la Feria de Arte Contemporáneo más importante de nuestro país. Nuestra compañera Ángela Núñez nos ofrece una primera impresión de las galerías y las obras que se presentan este año, destacando la diversidad y la innovación.En Barcelona, el teatro Lliure de Gràcia vive un 'acontecimiento teatral' con la obra 'L'Herència' de Mathew López, dirigida por Josep María Mestres. Esta producción reúne todos los ingredientes para crear magia en el escenario: una historia conmovedora, una adaptación precisa, un elenco en armonía y una dirección certera.Además, desde el 6 de marzo, los amantes de la literatura podrán disfrutar de la obra más desconocida de Julio Cortázar: su poesía completa. Este volumen monumental, editado por Andreu Jaume, incluye poemas inéditos del autor de 'Rayuela', ofreciendo una nueva perspectiva sobre su legado literario.Finalmente, cerramos con la sesión de música clásica que nos trae cada semana Martín Llade, un espacio dedicado a los grandes compositores y sus obras maestras.Escuchar audio

El ojo crítico
El ojo crítico - Juan Cruz y los misterios de la literatura en 'Secreto y pasión'

El ojo crítico

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 53:49


El periodista, escritor y editor Juan Cruz nos acompaña con su libro 'Secreto y pasión de la literatura', editado por Tusquets. En él, explora la pasión por la escritura y los misterios que rodean a grandes nombres de la literatura, como Susan Sontag, a los que ha entrevistado él mismo.Además, hablamos de ARCO, la Feria Internacional de Arte Contemporáneo que celebra su 44ª edición en Madrid. Olga Baeza nos trae a Miko Bielski, de la Sala Replika.Y terminamos con Martín Llade, que nos presenta 'Utopía', el nuevo álbum de la pianista Isabel Dombriz. Este trabajo incluye una selección de fantasías para piano, con obras de Bruckner, Smetana, Reger, Falla, Laura Vega y Mozart. Dombriz explora la libertad creativa del género, desde la Fantasía en sol mayor de Bruckner hasta la Fantasía en Re menor de Mozart, con un enfoque en la musicalidad y la expresión personal.Escuchar audio

Expresso de las Diez
Vivir con lupus - El Expresso de las 10 - Ma. 04 Febrero 2025

Expresso de las Diez

Play Episode Listen Later Feb 4, 2025


El lupus es una enfermedad en la que el sistema inmunológico, encargado de proteger al cuerpo contra infecciones y enfermedades, ataca por error a los tejidos y órganos sanos. Esto puede provocar inflamación y daño en diversas partes del cuerpo, como la piel, las articulaciones, los riñones, el corazón, los pulmones y el sistema nervioso. Para las personas que viven con lupus, contar con información adecuada sobre su enfermedad es fundamental para mejorar su calidad de vida y manejar los desafíos que esta condición plantea, por lo que en este podcast de El Expresso de las 10 te invitamos al Congreso Internacional “Potencia Lupus 2025” el cual tiene entre sus objetivos abrir espacios para el diálogo científico, académico, formativo y narrativo en torno al lupus. En este podcaste de El Expresso de las 10 contamos con la presencia de la Dra. Ana Guilaisne Bernard, Reumatóloga, fundadora de “Una Sonrisa Al Dolor” Asociación Civil de pacientes reumáticos y parte de la historia de este programa en temas de Reumatología. Además escucha las voces de la Dra. Laura Athié, Comunicóloga con Maestría en Ciencias del Lenguaje y Maestría en Política Educativa; Doctora en Ciencias del Lenguaje y Presidenta del Centro de Estudios Transdisciplinarios Athié-Calleja por los derechos de las personas con lupus A.C. (Cetlu) y al Dr. Efrén Calleja, Comunicólogo con Maestría en Gestión Cultural y Desarrollo Sostenible Maestría en Diseño y Producción Editorial, Doctor en Cartografías del Arte Contemporáneo y Director del Centro de Estudios Transdisciplinarios Athié-Calleja por los derechos de las personas con lupus A.C. (Cetlu).

Fundación Juan March
Autobiografía intelectual de Estrella de Diego

Fundación Juan March

Play Episode Listen Later Jan 30, 2025 63:37


La catedrática de Arte Contemporáneo de la Universidad Complutense de Madrid, ensayista y académica Estrella de Diego hace un recorrido por su trayectoria vital e intelectual en diálogo con el director del Museo de Bellas Artes de Bilbao, Miguel Zugaza, en una nueva sesión del formato Autobiografía intelectual. La protagonista ha comisariado exposiciones como la representación española en la 22ª Bienal de São Paulo y en la 49ª Bienal de Venecia y muestras monográficas sobre Andy Warhol y Gala y Salvador Dalí. En 2011 recibió la Medalla de Oro al Mérito en las Bellas Artes.Más información de este acto