Podcasts about desigualdade

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Filosoficamente Incorreto
Consumismo, desigualdade social, concentração de renda, globalização e diversidade

Filosoficamente Incorreto

Play Episode Listen Later Jan 12, 2023 7:10


Consumismo, desigualdade social, concentração de renda, globalização e diversidade --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pedro-mendes-ju00fanior/message

CIREFE - Podcast
Comentários ao ”O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI” - Parte 5

CIREFE - Podcast

Play Episode Listen Later Jan 8, 2023 10:42


Comentários ao "O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI" - Parte 5 Sérgio Castro Capítulo XVI - Não se pode servir a Deus e a Mamon - Salvação dos ricos - Preservar-se da avareza - Jesus em casa de Zaqueu - Parábola do Mau Rico - Parábola dos Talentos - Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria - Desigualdade das riquezas Instruções dos Espíritos - A verdadeira propriedade - Emprego da riqueza - Desprendimento dos bens terrenos - Transmissão da riqueza

Direto da Redação
Lula toma posse, chora, prega conciliação e diz que governo será marcado pelo combate à desigualdade

Direto da Redação

Play Episode Listen Later Jan 2, 2023 5:02


Lula toma posse, chora, prega conciliação e diz que governo será marcado pelo combate à desigualdadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

CIREFE - Podcast
Comentários ao ”O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI” - Parte 4

CIREFE - Podcast

Play Episode Listen Later Jan 1, 2023 17:13


Comentários ao "O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI" - Parte 4 Sérgio Castro Capítulo XVI - Não se pode servir a Deus e a Mamon - Salvação dos ricos - Preservar-se da avareza - Jesus em casa de Zaqueu - Parábola do Mau Rico - Parábola dos Talentos - Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria - Desigualdade das riquezas Instruções dos Espíritos - A verdadeira propriedade - Emprego da riqueza - Desprendimento dos bens terrenos - Transmissão da riqueza

Radioagência
Lula pede união para combate à desigualdade

Radioagência

Play Episode Listen Later Jan 1, 2023


Filosoficamente Incorreto
A desigualdade racial no Brasil: Taxa de homicídios de negros e de não negros

Filosoficamente Incorreto

Play Episode Listen Later Dec 28, 2022 8:54


A desigualdade racial no Brasil: Taxa de homicídios de negros e de não negros --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pedro-mendes-ju00fanior/message

CIREFE - Podcast
Comentários ao ”O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI” - Parte 3

CIREFE - Podcast

Play Episode Listen Later Dec 25, 2022 12:26


Comentários ao "O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI" - Parte 3 Sérgio Castro Capítulo XVI - Não se pode servir a Deus e a Mamon - Salvação dos ricos - Preservar-se da avareza - Jesus em casa de Zaqueu - Parábola do Mau Rico - Parábola dos Talentos - Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria - Desigualdade das riquezas Instruções dos Espíritos - A verdadeira propriedade - Emprego da riqueza - Desprendimento dos bens terrenos - Transmissão da riqueza

O Antagonista
"O Estado é um dos causadores da desigualdade no Brasil”, diz Tiago Mitraud | Meio Dia em Brasília

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 22, 2022 28:50


Os deputados Tiago Mitraud e José Nelto debatem, no Meio-Dia em Brasília, os reajustes de salário aprovados de forma expressa pelo Congresso Nacional. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Direito e Economia
EDUCACAO E DESIGUALDADE NO BRASIL, com Guilherme Lichand (Universidade de Zurique), Maria Eduarda Perpétuo (Universidade de Zurique) e Priscila Soares (Universidade de São Paulo)

Direito e Economia

Play Episode Listen Later Dec 22, 2022 61:11


Nesse episódio, Ana Frazão conversa com os professores Guilherme Lichand, Maria Eduarda Perpétuo e Priscila Soares sobre recente trabalho em que os professores propõem o índice de desigualdade educacional. A partir do mapeamento de dados de 1980 a 2021, a pesquisa comprova que pessoas de origem mais pobre ganham menos mesmo quando estudam o mesmo que as pessoas que vêm das elites. Para interpretar os dados, os professores exploram as razões que levam à maior apropriação do prêmio salarial que decorre da educação pelas elites, tratando de temas como a qualidade de ensino, a importância do capital social e recortes de gênero e raça. Dentre as principais conclusões, estão a de que é impossível falar em meritocracia no Brasil, bem como a de que o mero acesso a educação superior, por meio de iniciativas como as ações afirmativas, não consegue isoladamente reduzir as desigualdades relacionadas ao prêmio salarial. Os professores também tratam das relações entre crescimento econômico e redução de desigualdade, bem como compartilham suas visões sobre direito e economia.

Economia
Legado econômico de Bolsonaro: reformas abafadas por Estado sufocado e alta das desigualdades

Economia

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 6:29


Quando assumiu o Planalto, em 2019, o presidente Jair Bolsonaro era celebrado por grupos econômicos e financeiros do país por ter colocado à frente do “superministério” da Economia o liberal Paulo Guedes, que prometia colocar as contas públicas em dia e encurtar as garras do Estado. Quatro anos depois, o governo entrega parcialmente as promessas – mas deixa para trás um rastro de desigualdades sociais e serviços públicos fragilizados. O presidente lega ao país um superávit primário (arrecadação menos gastos, à exceção dos juros da dívida) de R$ 23,4 bilhões, um resultado inédito desde 2013. De acordo com dados do Ministério da Economia, a dívida bruta do governo caiu para 74% do PIB (Produto Interno Bruto) e o total de compromissos devido pelo Brasil a organismos financeiros baixou 20% em relação a 2016. Mas, ao contrário do que possa parecer à primeira vista, o balanço final não é de ordem, mas de desordem fiscal, na avaliação de economistas como Ernesto Lozardo, ex-presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). "Entenda ordem fiscal como sendo o custo da dívida menor do que a taxa de crescimento do país. Nós estamos exatamente na situação contrária. A taxa de juros do país cresce a um índice muito elevado, está em 13,75% ao ano, em um país que está crescendo, no máximo, 3%. Isso é inviável”, explica Lozardo. "Portanto, há uma desordem fiscal, e não para atender projetos econômicos e sociais importantes, mas para atender demandas políticas de cada parlamentar e, em troca, o governo ter aprovação das suas emendas, com orçamentos secretos”, aponta. O professor da FGV-SP, defensor da agenda de reformas de Paulo Guedes, ressalta que a atual gestão modernizou a economia brasileira, ao promover privatizações importantes, novos marcos legais para setores como saneamento e gás e inovações como a criação do PIX. Os resultados no combate ao desemprego também são flagrantes, com uma queda de 14% para 8% do índice em quatro anos. Pandemia não explica tudo A seu favor, Bolsonaro sempre terá a pandemia de coronavírus como desculpa por não ter entregue a economia em melhores condições. Críticos, porém, relembram que, no começo do mandato – portanto antes do surgimento da Covid-19 –, o presidente criava polêmicas institucionais e atritos com parceiros comerciais importantes do Brasil, a exemplo da China. As movimentações criaram um clima de incertezas que afugentou investidores e prejudicou o desempenho econômico do país. Na sequência, a promessa de crescimento econômico robusto jamais se concretizou. Dados do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas) indicam que a alta média do PIB nos anos Bolsonaro foi de 1,5%, um dos piores desde os anos 1990. O economista e consultor Raul Velloso, um dos maiores especialistas em contas públicas do país e também adepto do viés liberal, aponta que a queda histórica do nível de investimentos prejudicou o crescimento e a distribuição de renda. "A taxa de investimento público e privado só caiu desde os anos 1980. O privado é uma linha reta, de em torno de 1,1% do PIB, e o público cai nove vezes, de cerca de 5% do PIB a 0,6%, no último ano. É um negócio chocante. Como é que o país vai crescer se o total dá 1,7% do PIB?”, questiona Velloso, ao relatar uma reunião que teve com  Guedes sobre o tema. "Se eu coloco no mesmo gráfico essa taxa e a taxa de crescimento econômico, os dois gráficos andam grudados: cai um, cai outro. E agora ainda tem o teto, que quando eles entraram, estava em vigor. O Paulo Guedes nunca conseguiu se posicionar de forma positiva contra o teto. O que ele fez foi ficar correndo atrás”, diz o especialista do Instituto Nacional de Altos Estudos. Legado social desastroso Em nome do respeito ao teto de gastos, o governo promoveu cortes generalizados em serviços públicos, inclusive essenciais como saúde e educação, conforme denuncia a equipe de transição do futuro governo Luiz Inácio Lula da Silva. O país também sentiu o impacto da alta mundial da inflação, em reflexo à retomada acelerada da atividade e à retirada dos estímulos à economia pelos países, com o enfraquecimento da pandemia, e à guerra da Ucrânia. Acusado de demorar a reagir, o governo viu o índice passar de 12%, um recorde desde 2003. Neste contexto, os números da desigualdades e pobreza atingiram os maiores picos desde 2012. Enquanto o número de milionários cresceu, o da pobreza disparou, atingindo 29,4% da população brasileira, segundo o IBGE. "Eu acho que um governo tem que ser medido por aquilo que deixou socialmente – se houve um progresso social ou não. E do ponto de vista de quatro áreas, educação, ciência e tecnologia, saúde e cultura, o Brasil ficou muito atrasado – já era atrasado e ficou ainda muito mais”, avalia Lozardo. "Um país não cresce simplesmente pelo investimento: ele cresce pela produtividade, e produtividade significa ter mão de obra qualificada. Mas nós temos quase metade da população brasileira pobre e 14% faminta”, destaca o professor da FGV. A política monetária restritiva adotada para conter a inflação continuará a ter impacto em 2023: o Boletim Focus, que traz as perspectivas do mercado para a economia, antecipa um crescimento econômico de apenas 0,75%, problemático para um país emergente.

RedaçãoCast - Ensino de Redação Online
TEMA DE REDAÇÃO (ÁUDIO): DESIGUALDADE DE GÊNERO NO FUTEBOL E A PERMANÊNCIA DE UMA SOCIEDADE MACHISTA NO ÂMBITO BRASILEIRO

RedaçãoCast - Ensino de Redação Online

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 4:46


Proposta de redação escrita: DESIGUALDADE DE GÊNERO NO FUTEBOL E A PERMANÊNCIA DE UMA SOCIEDADE MACHISTA NO ÂMBITO BRASILEIRO Mais temas de redação: http://bit.ly/cursos-de-redacao-e-temas Cursos de redação: http://bit.ly/cursos-de-redacao-e-temas

Reportagem
"O Brasil, país mais desigual do mundo, precisa enfrentar este dilema", diz economista

Reportagem

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 6:10


Octavio de Barros foi economista-chefe do Bradesco por 14 anos e assessor do Ministério da Fazenda. Doutor em Economia pela Universidade Paris 10, atualmente é vice-presidente da Câmara de Comércio França-Brasil e fundador do think tank República do Amanhã no Brasil e na França. Após conferência em Paris, ele falou com exclusividade à RFI sobre os maiores desafios do terceiro governo de Lula e sobre por que é urgente investir na diminuição da desigualdades no país. Paloma Varón, da RFI Neste evento organizado pela Câmara de Comércio do Brasil na França (CCBF), o economista falou a um público francês sobre como ele vê a política econômica no Brasil a partir de 2023. Para ele, num país onde 46% das crianças estão abaixo da linha de pobreza e 29% dos jovens entre 18 e 24 anos não estudam nem trabalham, é preciso ter ousadia na política econômica para a questão social. "O risco de não agir na área social é muito maior do que o eventual risco de ter algum pequeno aumento na relação da despesa pública sobre o PIB, que eu acho realmente não vai ser nada muito significativo. Mas o Brasil precisa enfrentar esse dilema. Tornou-se insustentável a situação social do Brasil, que é o país mais desigual do mundo - aqui eu me refiro a países importantes", analisa. O economista clama por o que ele chama de "radicalidade democrática responsável": "As externalidades dessa desigualdade são muito negativas no plano social e também no plano empresarial. E ao Brasil, dado o nível de desenvolvimento que o país já tem, não nos é dado o direito de não olhar com ousadia essa questão da desigualdade. É preciso uma certa radicalidade democrática responsável. A palavra 'responsável' não está aí por acaso; é possível, sim, conferir um papel de protagonismo para a questão da desigualdade na política econômica, e na política em geral, com muita responsabilidade macroeconômica na área fiscal", acredita.  Bolsa para jovens "Vai ser necessária ousadia, inclusive com aquela proposta da senadora Simone Tebet de conferir uma bolsa para os estudantes ficarem na escola, não precisarem trabalhar. O grande desafio não é só de continuar as políticas de médio e longo prazo para melhorar a educação, mas também sustentar com uma certa ousadia políticas emergenciais de curto prazo para dar um caráter mais emancipador a segmentos que estão muito penalizados no Brasil", completa.  Para isso, Barros considera que é preciso acabar com o teto de gastos, inclusive na Constituição, e que "é muito mais razoável ter leis como a Lei de Responsabilidade Fiscal ou algum outro critério para crescimento da dívida pública, com proporção do PIB".  Otimista com o futuro do Brasil, o economista considera boa a escolha de Fernando Haddad para a Fazenda. "O Fernando Haddad é uma pessoa extraordinariamente competente e muito maduro. É uma pessoa que ouve muito bem e vai montar uma equipe de gente muito qualificada. Ele não é um técnico no sentido clássico de macroeconomia, mas ele é um político. E a gente aprendeu, ao longo da história, que o ministro da Fazenda no Brasil tem que ter uma relação muito próxima do presidente da República". "Acho que nós não teremos nenhum tipo de surpresa negativa no plano fiscal. Acho que é exatamente o oposto: vamos ter uma surpresa positiva, e os agentes econômicos vão reconhecer que hoje ninguém mais brinca com a área fiscal, ninguém corre risco na área fiscal. É uma área muito delicada e que abala muito os mercados, particularmente, e pode gerar aumento de taxa de juros de longo prazo e reduzir o crescimento. Então, o fiscal, no governo Lula, vai ser tratado com responsabilidade", disse ele, lembrando que o Brasil tem a maior taxa de juros reais do mundo (8%). Mercado financeiro versus social? Octavio de Barros, que trabalhou durante 25 anos no mercado financeiro, acha que o setor não tem motivos para preocupação. "É evidente que o mercado financeiro gostaria de ver pessoas ligadas a eles no comando da Economia. Isso aí é comum, é normal. Mas eu acho que vão se surpreender. Eu acho que não vão ter nenhum tipo de risco, muito pelo contrário. E acho que o mercado financeiro em algum momento vai reconhecer a necessidade do Brasil de focar no social - com responsabilidade, obviamente". Em meio à inflação e crise energética mundial, o economista vê oportunidades para o Brasil, tanto interna quanto externamente. "As oportunidades poderiam se resumir no fato de o Brasil produzir uma energia limpa e de passar a ter uma uma atitude totalmente diferente do governo precedente em relação à questão climática, a Amazônia, em particular, e o Cerrado". Economia verde "Eu acho que, se o Brasil for de fato capaz de mostrar para o mundo que nós temos esse desafio  - como um desafio nosso e não apenas um desafio que interessa a outros países - de fazer da economia verde e da redução da desigualdade novos drivers de crescimento, o país tem um belo cartão de visitas para o mundo, com oportunidades que poucos outros países têm", analisa. "Os países emergentes que produzem energia limpa e sustentável e, ao mesmo tempo estão fora do circuito mais tenso da geopolítica mundial, têm um potencial de atração de investimentos e de negócios maior do que os outros. Então eu vejo um cenário internacional que pode ser muito favorável ao Brasil", sublinha.  O presidente da Câmara de Comércio do Brasil na França, Philippe Lecourtier, que já foi embaixador da França no Brasil e abriu a conferência de Octavio de Barros, concorda com o economista e se mostra bastante esperançoso com os rumos que as relações entre França e Brasil devem tomar a partir de 2023. "O quadro político é importante para criar um clima  favorável e, incontestavelmente, haverá, no plano político, uma grande retomada das relações entre os dois governos. Se o clima econômico e social no Brasil melhorar, como é bastante provável, nossos investidores ficarão ainda mais inclinados a estarem presentes no Brasil, com ainda mais possibilidades de desenvolvimento", acredita o antigo embaixador da França no Brasil. "O Brasil é um país pacífico, com energia abundante e barata e tem ativos maravilhosos para investimentos franceses. E, para as empresas brasileiras que se beneficiarão desta cooperação, o ano de 2023 será auspicioso. Eu acredito que vai ser um ótimo ano para que nós - brasileiros e franceses - retomemos a fundo nossas relações políticas e econômicas", conclui Lecourtier.

CosmoTeo
Nobel de Física 2022 - Desigualdade de Bell

CosmoTeo

Play Episode Listen Later Dec 14, 2022 37:17


Nobel de Física 2022 (em inglês): https://www.nobelprize.org/prizes/physics/2022/ Notícia do Nobel de Física em 2022 (em inglês), 1 pág: https://www.nobelprize.org/uploads/2022/10/press-physicsprize2022-2.pdf Texto com informações populares, não técnicas, sobre o Nobel de Física em 2022 (em inglês)https://www.nobelprize.org/uploads/2022/10/popular-physicsprize2022-2.pdf Texto técnico (ainda será publicado) sobre o Nobel de Física em 2022 (em inglês). Os ganhadores escrevem uma aula sobre a contribuição que fizeram e publicam nesse site. Geralmente sai em dezembro, na época do recebimento do prêmio: https://www.nobelprize.org/prizes/physics/2022/advanced-information/ Notícia do Nobel de Física 2022 em português: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nobel-fisica-2022-entrelacamento-quantico&id=020110221004#.Y0leVXbMKBd Paradoxo EPR (em inglês): https://plato.stanford.edu/entries/qt-epr/ Textos didáticos sobre emaranhamento (em português): * https://cref.if.ufrgs.br/?contact-pergunta=estados-emaranhados-em-mecanica-quantica * https://cref.if.ufrgs.br/?contact-pergunta=desigualdade-de-bell * https://cref.if.ufrgs.br/?contact-pergunta=teletransporte-quantico Acompanhe os artigos do CosmoTeo no Hora de Berear: https://bit.ly/cosmoteo Não deixe de acompanhar os vídeos do CosmoTeo no YouTube: https://bit.ly/canalcosmoteo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/alexandre-fernandes-df/message

Poder Entrevista
Monetização de dados pessoais reduz desigualdade, diz André Vellozo

Poder Entrevista

Play Episode Listen Later Dec 12, 2022 16:50


O CEO da DrumWave, André Vellozo, de 53 anos, disse que a monetização de dados pessoais diminuirá a desigualdade social. Ele defende que será possível ampliar a renda das pessoas se elas tiverem autonomia sobre as próprias informações, como financeiras, de saúde, de comportamento e outras.Segundo ele, o mundo está próximo de passar por uma revolução na economia, baseada em propriedade dos dados. Vellozo avalia que essa transformação será até 2025, o que contribuirá para o crescimento mundial.Ele concedeu entrevista ao Poder360 em 5 de dezembro de 2022, por videoconferência. A DrumWave é uma empresa de monetização de dados que fica no Vale do Silício, nos Estados Unidos. A companhia fez um acordo de cooperação técnica com o Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) para criar uma carteira de dados do cidadão.

CIREFE - Podcast
Comentários ao ”O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI” - Parte 2

CIREFE - Podcast

Play Episode Listen Later Dec 11, 2022 14:28


Comentários ao "O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI" - Parte 2 Sérgio Castro Capítulo XVI - Não se pode servir a Deus e a Mamon - Salvação dos ricos - Preservar-se da avareza - Jesus em casa de Zaqueu - Parábola do Mau Rico - Parábola dos Talentos - Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria - Desigualdade das riquezas Instruções dos Espíritos - A verdadeira propriedade - Emprego da riqueza - Desprendimento dos bens terrenos - Transmissão da riqueza

CIREFE - Podcast
Comentários ao ”O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI” - Parte 1

CIREFE - Podcast

Play Episode Listen Later Dec 4, 2022 13:43


Comentários ao "O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo XVI" - Parte 1 Sérgio Castro Capítulo XVI - Não se pode servir a Deus e a Mamon - Salvação dos ricos - Preservar-se da avareza - Jesus em casa de Zaqueu - Parábola do Mau Rico - Parábola dos Talentos - Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria - Desigualdade das riquezas Instruções dos Espíritos - A verdadeira propriedade - Emprego da riqueza - Desprendimento dos bens terrenos - Transmissão da riqueza

Bom Dia, Bixa! | Notícias sobre as Comunidades LGBTQIAPN+
BOM DIA, BIXA | Médicos relatam desigualdade no atendimento à pessoas LGBTQIA+, Personagens não-bináries na cultura pop, e O que aconteceu com o invasor do estádio Lusail?

Bom Dia, Bixa! | Notícias sobre as Comunidades LGBTQIAPN+

Play Episode Listen Later Nov 30, 2022 13:26


Quarta-feira, 30 de novembro de 2022 Hoje, com apresentação de Zé Henrique Freitas (@zehenrikky) Veja os destaques de hoje do seu podcast diário de notícias sobre as Comunidades LGBTQIAPN+: 49% dos médicos brasileiros testemunharam desigualdade no atendimento a LGBTQIA+, diz pesquisa Geek Queer: não binários ainda são pouco representados na cultura pop O que aconteceu com homem que invadiu campo com bandeira LGBTQIA+ no Qatar Complemento Ouça o podcast Bisão Voador ________________________________________________ Alguma sugestão de pauta? Comentários? Indicações? Mande Mensagem de Voz no site do BOM DIA, BIXA no Anchor: anchor.fm/killbixa Se quiser, mande um e-mail para bomdiabixa@gmail.com Siga nas redes e fale com a gente na DM: @bomdiabixa no Instagram, Twitter e TikTok __________________________________________________ Este podcast integra a @FIOpodcasts | Rede Ativista de Vozes Idealização - GG Pesquisa e Roteiro - Zé Henrique Freitas Identidade Visual, Edição e Produção - Rod Gomes Apresentação - Nara Lívia, Rod Gomes, Zé Henrique Freitas, Isa Potter e Bia Carmo ____________________________________________________________________________________________________ Não deixe de clicar em SEGUIR o podcast aí no seu player favorito, nem de ativar notificações para não perder nenhum episódio! Ah, e se compartilhar, não deixe de nos marcar nas redes. ;)

Podcast Saúde - Agência Radioweb
Desigualdade e falta de verbas bloqueiam fim da pandemia de Aids

Podcast Saúde - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Nov 30, 2022 2:06


O Dia Mundial de Combate à Aids é celebrado no dia 1º de dezembro e os desafios para erradicar a doença continuam urgentes. Um relatório divulgado pela ONU, aponta que a desigualdade e a falta de recursos são fatores que bloqueiam o fim da pandemia de Aids. Na maior parte da África, por exemplo, até 2021, as mulheres representaram 63% das novas infecções por HIV, o vírus causador da Aids.

Rádio EJA Florianópolis
#09 Leitura Livre - "Desigualdade Social" por Leonardo Brose

Rádio EJA Florianópolis

Play Episode Listen Later Nov 29, 2022 1:59


Texto "Desigualdade Social" escrito por Wesley Henrique Gonçalves.

Celebrar Em Casa Projeto Igreja Doméstica
Desigualdade social quem ganha?...

Celebrar Em Casa Projeto Igreja Doméstica

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 10:46


Com Esli Aparecido Jofre da Silva

Podcast Saúde - Agência Radioweb
Negligência do governo federal acentua desigualdade na vacinação

Podcast Saúde - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 2:54


A atuação negligente e desordenada do governo federal, a ausência de campanhas públicas informativas, a gestão inadequada e a falta de estratégia nacional entre a União e os estados impediram o país de atingir a meta vacinal de 90% contra a covid-19.

#DNACAST
Desigualdade Racial no Brasil (Manoel Soares e Natalia Deodato) | ESPECIAL CONSCIÊNCIA NEGRA

#DNACAST

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 99:28


Desigualdade Racial no Brasil (Manoel Soares e Natalia Deodato) | ESPECIAL CONSCIÊNCIA NEGRA Vamos entender mais profundamente sobre a realidade dos negros no Brasil? Está no ar o 2º episódio do especial de Consciência Negra do Jota Jota Podcast. Nesse episódio, convidamos Manoel Soares, apresentador do Encontro e cofundador da CUFA (Central Única das Favelas), e Natália Deodato, ex-BBB e empresária, para uma conversa reflexiva e profunda sobre a luta pelos direitos por uma sociedade mais igualitária. Por mais que 54% da população brasileira seja negra, ainda é preciso falar de um tema tão antigo, mas ainda sim tão recente. Prepare papel e caneta, compartilhe com quem precisa ouvir esse episódio também e não esqueça de se inscrever no canal!

Política em Foco
Desigualdade no Brasil, ranking

Política em Foco

Play Episode Listen Later Nov 18, 2022 1:40


Números sobre a desigualdade no Brasil --- Send in a voice message: https://anchor.fm/annaruthdantas/message

Cantos do Sabiá
Desigualdade que Mata - Papo Raiz

Cantos do Sabiá

Play Episode Listen Later Nov 9, 2022 6:57


Momento Sociedade - USP
Sociedade em Foco #128: Transição para novo governo pode gerar dificuldades na geração de políticas públicas efetivas

Momento Sociedade - USP

Play Episode Listen Later Nov 8, 2022 8:29


Com agravantes do orçamento secreto e de conflitos de interesses, presidente eleito encontrará desafios para solucionar questões de desigualdade caras à sociedade brasileira

LivresCast
Desigualdade é problema político e social | LivresCast com Fábio Ostermann

LivresCast

Play Episode Listen Later Nov 1, 2022 69:30


Cofundador do Livres, o cientista político Fábio Ostermann participa do movimento liberal brasileiro desde que se dizia que todos os liberais do país “cabiam numa kombi”. Eleito deputado federal em 2018, ele conversa com a gente sobre o que é preciso para construir um Brasil mais livre, de superação de desigualdades à popularização da defesa […]

O Diário de Uma Atleta Escorpiana
Desigualdade das Riquezas

O Diário de Uma Atleta Escorpiana

Play Episode Listen Later Oct 29, 2022 46:13


...é um o problema que inutilmente se procurará resolver, desde que se considere apenas a vida atual - de O Evangelho Segundo o Espiritismo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/claudia-cereser/message

Ilustríssima Conversa
O futuro da desigualdade no Brasil, com Pedro Ferreira de Souza

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Oct 29, 2022 44:57


O futuro da desigualdade no Brasil é o tema do quarto episódio da série especial do Ilustríssima Conversa que discute o que vem pela frente em questões importantes da conjuntura atual. O convidado deste episódio, Pedro Ferreira de Souza, é doutor em sociologia pela UnB (Universidade de Brasília) e autor de "Uma História da Desigualdade: a Concentração de Renda entre os Ricos no Brasil (1926-2013)", vencedor de dois prêmios Jabuti em 2019. Na conversa, o pesquisador diz que houve aumento da desigualdade de renda durante as ditaduras que o país viveu, mas que os períodos democráticos não tiveram eficácia semelhante na direção contrária, falhando em enfrentar a concentração de renda no topo da pirâmide. O convidado também apontou medidas que podem contribuir para o Brasil ser menos desigual e discutiu os entraves políticos que dificultam o combate dos privilégios do 1% ou do 5% mais rico do país. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli Para se aprofundar Plano de Biden de aumentar impostos dos mais ricos teria poucas chances no Brasil, de Marta Arretche, Rodrigo Mahlmeister e Eduardo Lazzari Por que investir em educação não é suficiente para reduzir desigualdade, de Marcelo Medeiros See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Diário de Uma Atleta Escorpiana
Desigualdade das Riquezas

O Diário de Uma Atleta Escorpiana

Play Episode Listen Later Oct 26, 2022 17:12


Em qualquer situação da vida, na pobreza ou na riqueza, que estejamos sempre equilibrados espiritualmente ligados ao mais alto e que não nos sintamos humilhados ou desprezados por termos pouco materialmente nem melhores que ninguém por dispor de recursos materiais em abundância --- Send in a voice message: https://anchor.fm/claudia-cereser/message

Painel Eletrônico
Brasil não cumpre 10 de 13 recomendações da ONU sobre trabalho, redução da pobreza e da desigualdade

Painel Eletrônico

Play Episode Listen Later Oct 21, 2022


Estadão Notícias
Combater a desigualdade social está no radar dos presidenciáveis?

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Oct 20, 2022 31:06


A desigualdade social no Brasil vem crescendo a passos largos. Enquanto os 10% mais ricos possuem 80% das riquezas privadas do País (investimentos e imóveis, por exemplo), 33 milhões de pessoas vivem com insegurança alimentar, quando não conseguem realizar todas as refeições do dia. Essa desigualdade vem desde que o Brasil foi descoberto. Com a chegada dos portugueses, aqueles que eram ligados a monarquia tinham educação, saúde e riquezas, enquanto a maioria da população nativa vivia em condições análogas à escravidão. Os presidenciáveis prometem reduzir essa desigualdade, seja pelo pagamento de benefícios ou pela geração de empregos. Lula (PT) promete taxar grandes fortunas e reverter os valores para programas sociais. Jair Bolsonaro (PL) aposta no Auxílio-Brasil de 600 reais para reduzir a desigualdade. Afinal, quais são os principais desafios para diminuir a desigualdade social? O que deve estar na pauta do próximo presidente? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre esse assunto com Carla Beni, economista e professora do MBA da FGV. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Jennifer Neves Sonorização/Montagem: Moacir Biasi.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Divã de CNPJ
Planejamento financeiro para empreendedores

Divã de CNPJ

Play Episode Listen Later Oct 19, 2022 76:12


No Divã de CNPJ dessa semana, Facundo Guerra conversa com o consultor financeiro Eduardo Amuri que dá dicas sobre como conciliar a vida financeira dos empreendedores a partir da democratização da educação financeira e o planejamento em conjunto com um profissional. Vem ouvir!Temas do episódio:00:00 Introdução02:30 O que significa dinheiro?08:00 A visão do dinheiro para os esquerdistas13:00 Influências externas da vida financeira19:00 Papel do estado com a dívida histórica24:00 Consciência de classe30:00 É possível precificar?34:00 Democratização do planejamento financeiro38:00 Preconceito com pessoas ricas46:00 Redução da desigualdade social50:00 Educação financeira para crianças1:04:30 Camaleão social1:09:00 Ferramentas tecnológicas e criptomoedasDivã de CNPJ é um Original da Pod360Apresentador: Facundo GuerraDireção Executiva: Marcos Chehab e Tiago BiancoDireção de Conteúdo: Felipe LobãoProdução: Débora Wajnberg SardelliEngenheiro de vídeo: Guilherme Diaz

JE Notícias
Pobreza e a desigualdade aumentaram no primeiro ano de pandemia | O Jornal Económico

JE Notícias

Play Episode Listen Later Oct 17, 2022 0:40


Segundo a PORDATA “em 2020, primeiro ano da pandemia, o número de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social aumentou 12,5%, algo que não acontecia desde 2014”.

Um pulo em Paris
Franceses premiados com o Nobel mostram importância da educação como meio de emancipação e mobilidade social

Um pulo em Paris

Play Episode Listen Later Oct 7, 2022 11:03


A França termina a semana com mais dois Nobel em sua coleção: um de Física e outro de Literatura. O país acumula 68 laureados na história do prestigioso prêmio. Essas recompensas dizem muito sobre a importância da educação como meio de emancipação e mobilidade na sociedade francesa. Os dois vencedores cresceram em cidades pequenas, do interior do país.  O físico Alain Aspect, de 75 anos, vencedor do Nobel junto com um americano e um austríaco por trabalhos na área de física quântica, vem de uma família de professores e começou a escola num vilarejo de 1.800 habitantes na região sudoeste. Ele estudou a vida inteira em escola pública e brinca com suas origens. Diz que é o próprio "provinciano que um dia chegou à capital". Depois de ganhar o Nobel, falou que o amor pela ciência nasceu na escola primária.  A outra vencedora é a escritora Annie Ernaux, de 82 anos, primeira francesa a conquistar o Nobel de Literatura. Ela, então, vem de mais longe. Mas é um caso emblemático do quanto o ensino escolar é essencial e libertador. Ernaux nasceu em 1940 em uma zona semi-rural da Normandia, num meio pouco escolarizado. Os pais dela tinham uma mercearia numa cidadezinha de 6.800 habitantes. "Foi na escola católica, portanto privada – mas subsidiada pelo Estado –, que ela teve contato pela primeira vez com meninas de classe privilegiada", conta Izabella Borges, tradutora, ensaísta e professora universitária, doutora em Literaturas, Culturas e Língua Lusófonas pela Universidade Sorbonne Nouvelle. Na escola, ela passa por humilhações e sente o peso do fosso social – quando ouviu de uma professora, por exemplo, que o destino dela seria o mesmo dos pais, sendo que era boa aluna e tinha vontade de aprender. Em seu diário, anotava essas situações, os questionamentos e sentimentos que geravam.  Os estudos, e a possibilidade de integrar uma formação universitária, e de ensinar, se tornam uma prioridade para a futura escritora. "Ernaux entende, a partir de então, a importância política, portanto social, da defesa da escola pública, e mais particularmente do ensino como ferramenta mestra da emancipação feminina", enfatiza Izabella Borges. Depois, fez faculdade de Letras e começou a trabalhar como professora. Os livros dela tratam, sob ângulos diferentes, vidas marcadas por desigualdades de gênero, linguagem e meio social, assinalou o júri do Nobel.  Diferente de outros autores premiados, alguns difíceis de ler, Ernaux tem uma escrita acessível. "Um estilo único, clínico, desprovido de lirismo, intencionalmente sem sobressaltos, que tem como objetivo convocar o universal pela escrita da experiência singular", diz a ensaísta brasileira. Alguns críticos acham que ela produz uma literatura "seca", quando na verdade busca a síntese perfeita, sem excessos. Obra é estudada nas escolas de todo o país Na França, os livros de Annie Ernaux fazem parte do programa escolar há tempos, e são referências para uma crítica social do país, com seu engajamento em defesa dos direitos das mulheres e a denúncia de discriminações.  No Twitter, o presidente Emmanuel Macron cumprimentou Ernaux pela recompensa, com o seguinte comentário: "Há 50 anos, Annie Ernaux escreve o romance da memória coletiva e íntima da França". "A voz dela é a da liberdade da mulher e dos esquecidos do século", declarou o presidente.  A prêmio Nobel de Literatura tem quatro livros publicados no Brasil pela editora Fósforo, de São Paulo. Dois deles são apontados como fundadores da obra da autora.  O primeiro título é O Lugar, de 1983, em que Ernaux parte da morte do pai para dissecar as relações familiares e de classe. O segundo é “O Acontecimento", livro que virou filme e foi premiado no Festival de Veneza no ano passado. Neste volume, ela narra sua experiência traumática com um aborto, que fez no início dos anos 1960, quando o procedimento ainda era ilegal na França. "Esse evento marcante para a autora, parece ter intensificado o profundo desejo de escrever, de relatar uma visão contestatória da ordem social e, sobretudo, a condição das mulheres na sociedade contemporânea", sublinha a professora da Sorbonne Nouvelle. Todos os textos de Ernaux indicam o engajamento da autora com a causa feminista e com os valores defendidos pela esquerda, destaca a ensaísta. Autora promete discurso engajado em Estocolmo Ernaux revelou que estava na cozinha de sua casa ouvindo rádio quando soube da premiação. Ela afirmou que precisou de alguns minutos para respirar e digerir a informação. "Fiquei meio espantada e senti um vazio, porque é preciso um tempo para um acontecimento desses se tornar realidade", disse ela.  A França é o país que tem o maior número de prêmios de Literatura na história do Nobel, 16 ao todo, com o de 2022. Mas este é o primeiro atribuído a uma mulher, o que corrige uma injustiça e gera esperança na nova geração de escritoras. É incompreensível como um país que tem autoras com obras engajadas e de grande qualidade literária, como Colette, Marguerite Duras ou Marguerite Yourcenar, para citar apenas algumas, nunca tenham sido reconhecidas.  Ernaux já confirmou que irá receber o prêmio em Estocolmo, em dezembro. Ela disse que fará um discurso engajado, como é sua literatura. Mas, antes de viajar para a capital sueca, Ernaux participará da Festa Literária Internacional de Paraty, na última semana de novembro. Durante a Flip, ela terá outro livro lançado no Brasil, O Jovem, em que relata uma relação vivida com um homem 30 anos mais novo que ela. Ela disse que essa experiência fez com que voltasse a ser, durante alguns meses, a "menina escandalosa" da sua juventude. 

Biologia In Situ
066 - Desmonte na Saúde

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Sep 30, 2022 66:36


Olá, bio-ouvinte! Hoje, no nosso episódio 65, trataremos sobre o Desmonte da Educação. Para saber mais escute o nosso episódio, o link está disponível em nossa bio! E lembre-se, você também pode participar através do biocartinhas. Afinal, um tema tão importante como este merece nossa total atenção.   Este episódio é em memória de Rosângela Maria dos Santos, que recebeu apoio gratuito do SUS enquanto precisou.   TRANSCRIÇÃO do episódio no POST NO SITE!   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @biologiainsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO padrim.com.br/biologiainsitu Picpay: @biologiainsitu Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Gabriel Oliveira, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Pesquisa de pauta: Alice Saldanha e Viviane Turman. Revisão científica: Felipe Ramos e Nadja Lopes. Revisão textual: Sueli Rodrigues. Roteirização: Sueli Rodrigues e Vitor Lopes. Direção: Vitor Lopes. Locução: Renata Santos e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Ryanny Costa. Arte de capa: Jennifer Leão. Publicação nas redes sociais: Madjorie Gomes. Transcrição: Cecília de Lima, Cristianne Santos, Karina Laskawski, Laura Batista, Luiza Ferreira e Mariana Tigano.   REFERÊNCIAS 2019 | IBGE. Disponível em: . Acesso em: 23 ago. 2022.  ALMEIDA, N. D. A saúde no Brasil, impasses e desafios enfrentados pelo Sistema Único de Saúde - SUS. Revista Psicologia e Saúde, 28 jun. 2013.    BARCELLOS, C.; QUITÉRIO, L. A. D. Vigilância ambiental em saúde e sua implantação no Sistema Único de Saúde. Revista de Saúde Pública, v. 40, p. 170–177, fev. 2006.  BUSS, P. M.; LABRA, M. E. Sistemas de saúde: continuidades e mudanças. [s.l.] Editora FIOCRUZ, 1995.  IBGE | Projeção da população. Disponível em: . Acesso em: 27 ago. 2022.  JUNIOR, S.; DA, J. B. 40 anos do Programa Nacional de Imunizações: uma conquista da Saúde Pública brasileira. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v. 22, n. 1, p. 7–8, mar. 2013.  PAIM, J. S. Sistema Único de Saúde (SUS) aos 30 anos. Ciência & Saúde Coletiva, v. 23, p. 1723–1728, jun. 2018.  Revista Poli Edição Especial 30 anos do SUS | Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio. Disponível em: . Acesso em: 26 ago. 2022.  SANTOS, I. S.; VIEIRA, F. S. Direito à saúde e austeridade fiscal: o caso brasileiro em perspectiva internacional. Ciência & Saúde Coletiva, v. 23, p. 2303–2314, jul. 2018.  SILVA, Z. P. DA et al. Perfil sociodemográfico e padrão de utilização dos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), 2003- 2008. Ciência & Saúde Coletiva, v. 16, p. 3807–3816, set. 2011.  Sistema Único de Saúde (SUS): estrutura, princípios e como funciona — Português (Brasil). Disponível em: . Acesso em: 27 ago. 2022.  SUS: O que é? Leia mais no PenseSUS | Fiocruz. Disponível em: . Acesso em: 27 ago. 2022.  Aniversário da criação do Ministério da Saúde. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/25-7-aniversario-de-criacao-do-ministerio-da-saude-3/#:~:text=O%20Minist%C3%A9rio%20da%20Sa%C3%BAde%20foi,que%20respondia%20pelas%20duas%20pastas. Institucional, Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/institucional#:~:text=%C3%89%20fun%C3%A7%C3%A3o%20do%20Minist%C3%A9rio%20da,qualidade%20de%20vida%20ao%20brasileiro. Covid em Manaus: sem oxigênio, pacientes dependem de ventilação manual para sobreviver em Manaus. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-55674229 https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2022/05/5006845-pazuello-e-outros-reus-sao-inocentados-em-caso-da-crise-de-oxigenio-em-manaus.html Documento mostra alerta sobre falta de oxigênio em Manaus no dia 8 de janeiro. Disponível em: www.cnnbrasil.com.br/politica/documento-mostra-alerta-sobre-falta-de-oxigenio-em-manaus-no-dia-8-de-janeiro/https://www.portaldaindustria.com.br/industria-de-a-z/saude-suplementar-o-que-e-e-como-funciona/ Fiocruz: Falta de leitos para Covid é a ponta do iceberg do colapso da saúde. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/fiocruz-falta-de-leitos-para-covid-e-a-ponta-do-iceberg-do-colapso-da-saude/ Observatório Covid-19 aponta maior colapso sanitário e hospitalar da história do Brasil. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/noticia/observatorio-covid-19-aponta-maior-colapso-sanitario-e-hospitalar-da-historia-do-brasil https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2021/03/15/mandetta-teich-pazuello-e-queiroga-os-4-ministros-da-saude-da-pandemia.htm OCKÉ-REIS, CARLOS O. Os desafios da ANS frente à concentração dos planos de saúde, 2007 SOARES, MARCELO N. W., Desigualdade social e saúde no Brasil, 200 https://www.ufsm.br/midias/arco/desigualdade-fator-risco-covid-19/ https://federacaors.org.br/para-2022-ministerio-da-saude-perde-20-do-orcamento-de-2021

#BiroscaNews
#BiroscaNews 182: Violência Política - dezenas de mortos:feridos por motivações políticas esse ano

#BiroscaNews

Play Episode Listen Later Sep 29, 2022 10:01


Falo sobre episódios de racismo, discriminação e preconceito que aconteceram essa semana no país...Gostou do conteúdo? Curta, Compartilhe e Assine o Canal!

Direito e Economia
Economia, racismo e desigualdade, com Mario Theodoro, Professor Doutor em Economia e Autor do livro A Sociedade Desigual.

Direito e Economia

Play Episode Listen Later Sep 29, 2022 67:55


No episódio, Ana Frazão conversa com Mário Theodoro, Graduado, Mestre e Doutor em Economia (Doutorado pela Sorbonne), Consultor Legislativo aposentado do Senado Federal, Membro da Associacao Brasileira dos Economistas pela Democracia - ABED e autor do recente livro A Sociedade Desigual. Um dos fios condutores da conversa foi a questão da desigualdade no Brasil e no mundo e como o racismo foi e continua sendo um elemento organizador da desigualdade no Brasil. O Professor Mario explica por que o Brasil é uma sociedade tão desigual, quais são os motores dessa desigualdade e o quanto isso está relacionado ao nosso passado escravista. Dentre outros tópicos abordados, estão o papel das elites, do Estado e da própria teoria econômica para a construção ou para a legitimação de um projeto político que naturalizou a desigualdade. O Professor também compartilha sua experiência profissional e apresenta diversas sugestões de tópicos e autores que são imprescindíveis para a compreensão dos impactos do racismo na economia, na sociedade e na política na atualidade.

Na Rádio - Renascença V+ - Videocast
Margarida Ferreira Marques: "O problema comum dos jovens de todo o mundo é a desigualdade"

Na Rádio - Renascença V+ - Videocast

Play Episode Listen Later Sep 26, 2022 1:35


Margarida Ferreira Marques: "O problema comum dos jovens de todo o mundo é a desigualdade"

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Combater a desigualdade é desafio para os próximos governantes

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Sep 26, 2022


Boletim da ALMG - Edição n.º 5479

Rádio Assembleia - ALMG Novidades
Eleições 2022 - Como combater a desigualdade no Brasil?

Rádio Assembleia - ALMG Novidades

Play Episode Listen Later Sep 26, 2022


Segundo o IBGE, 47 milhões de brasileiros terminaram 2021 na pobreza.

#BiroscaNews
#BiroscaNews 181: Racismo, Discriminação e Preconceito de Classe na mesma semana

#BiroscaNews

Play Episode Listen Later Sep 22, 2022 10:04


Falo sobre episódios de racismo, discriminação e preconceito que aconteceram essa semana no país...Gostou do conteúdo? Curta, Compartilhe e Assine o Canal!

Meio Ambiente
Seca, incêndios, tempestades: depois de ‘ver para crer', consciência ambiental cresce na França

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Sep 1, 2022 14:20


Picos de calor mais intensos e próximos, incêndios florestais descontrolados, tempestades devastadoras, prejuízos agrícolas, racionamento de água. A França chega ao fim de um verão histórico, em que vários recordes meteorológicos foram batidos e as consequências das mudanças do clima se tornaram mais visíveis. A sequência de fenômenos extremos levou a conscientização ambiental a aumentar no país – mas isso não significa que todos estejam mais dispostos a mudar de hábitos para proteger o planeta. Lúcia Müzell, da RFI As paisagens amarronzadas pela seca tomaram conta de boa parte do país: em dois meses, a França teve 33 dias de calor além dos padrões. Foi o segundo verão mais quente já registrado. Regiões como a Bretanha, acostumada a uma estação amena e chuvosa, registraram as temperaturas mais altas da história. Trinta mil hectares de florestas viraram fumaça, inclusive em partes do país onde os incêndios florestais não ocorriam. O verão ainda não terminou, mas diferentes pesquisas já mostram um efeito “ver para crer” no país – a consciência ambiental dos franceses cresceu nesses últimos dois meses. Uma delas, do instituto BVA, indica que 21% da população disse ter entendido que as mudanças climáticas já atingem o país – que se somam a outros 66% que já haviam entendido isso antes. Em outra sondagem, da Odoxa, 71% das pessoas declararam que, depois deste verão, temem ser pessoalmente atingidas pelas alterações do clima. O economista ambiental Matthieu Glachant avalia que haverá um antes e um depois do verão de 2022. "Eu acho que foi importante o que aconteceu porque, do nada, a mudança climática se transformou em uma experiência pessoal. Há muito tempo, conhecemos os relatórios do IPCC que nos alertavam sobre tudo isso – até que chegamos no momento em que as previsões se realizaram diante dos nossos olhos”, observa. "Acho que isso provocará um verdadeiro impacto nos cidadãos e, por consequência, nos políticos." “Não conseguia pensar em outra coisa" E foi em plenas férias que os franceses se depararam com essa nova realidade que, segundo os climatologistas, tende a se instalar nos próximos anos. O aumento do calor já transforma o Mediterrâneo em um mar tropical. “É muito preocupante. Já faz tempo que eu tenho uma consciência sobre o clima. Mas esse verão, com essas grandes secas e incêndios, foi horrível. Foi muito pesado para mim”, conta o desenvolvedor Antoine B., 38 anos, que dividiu as férias entre um período no norte e outro no sul do país. "Falo sinceramente: eu só pensava nisso. Com aquele calor o tempo todo, a gente percebe que precisa realmente mudar as coisas.” A preocupação com o planeta leva Antoine a recusar, cada vez mais, confortos como pegar avião ou ligar o ar condicionado, para não “piorar ainda mais as coisas". "Na empresa, eu não consigo cortar o ar condicionado, mas no carro eu só ando de vidros abertos, por mais quente que esteja la fora”, aponta. “Acho que me tornei exagerado, aquela pessoa chata que vai dizer para o outro não andar de avião porque polui. Mas eu acho que chegamos num ponto em que é preciso ser exagerado, porque a mudança do clima está exagerada.” Reações como a dele, entretanto, ainda não são a regra. Entre estar mais consciente e começar a agir, ainda existe um fosso: apenas 41% dos entrevistados pela BVA têm a intenção de aumentar as ações em favor do planeta. Isso pode significar hábitos como usar menos carro, comer menos carne ou aumentar a reciclagem do lixo. "O que vemos muito claramente nos estudos, e há muito tempo, é que apenas o fato de ‘ver' um risco não é suficiente para causar esse efeito de ação. Visualizar chama a atenção, mas para gerar ação é preciso não só estar informado sobre o que é possível fazer, como o que cada categoria de indivíduos pode fazer”, explica o psicólogo social especialista em riscos ambientais Oscar Navarro, da Universidade de Nimes. "Algumas ações são evocadas de maneira muito global. Para que cada um passe para o que chamamos em psicologia de ‘intenção de agir', é preciso que elas correspondam ao que o indivíduo considera que ele pode fazer. São mecanismos complexos dos humanos: passar da intenção para a ação envolve muitas coisas."  Macron de jet ski O vácuo entre o discurso e os atos também inclui as mais altas autoridades de um país. Dias depois de os últimos incêndios florestais serem finalmente controlados no sudoeste da França, o presidente Emmanuel Macron pousou para fotos em um jet ski, durante as férias – uma diversão que consome combustível e simboliza a desconexão, cada vez mais criticada, entre as elites e medidas necessárias para diminuir o impacto humano sobre a Terra. "O exemplo do presidente Macron é muito emblemático sobre o que acontece com a maioria dos cidadãos. Nós todos temos as nossas contradições. Até as pessoas mais sensibilizadas com o meio ambiente terão, em alguns momentos, comportamentos que serão totalmente contrários às suas opiniões”, comenta a professora de desenvolvimento sustentável Mireille Chiroleu Assouline, da Universidade Paris 1 – Sorbonne. "Macron foi um exemplo de comportamento contraditório, paradoxal, tanto em relação aos compromissos dele e da França, como aos esforços que ele está pedindo dos franceses." O psicólogo Oscar Navarro esclarece que, mesmo aqueles que têm plena consciência sobre a realidade das mudanças climáticas pode acabar optando por não fazer a sua parte – ou por não fazer mais do que já faz. “É preciso retirar a ideia de que a ‘negação' é decorrente de uma má vontade. Não: ela é simplesmente um mecanismo psicológico bastante básico que temos, que nos permite nos proteger de todo o sentimento negativo gerado por uma determinada problemática, mas também pelas dificuldades de enfrentá-la e que, tipicamente, nos causa um sentimento de culpa”, afirma. “A psicologia humana tem a particularidade de termos a tendência de nos compararmos uns aos outros o tempo todo. Isso torna as coisas mais difíceis quando, por exemplo, a gente tenta fazer as coisas direito, assumir a nossa parte de responsabilidade, mas percebemos que há tantas outras pessoas, inclusive próximas, que não fazem nada. E aí nos sentimos sempre perdedores, já que os outros continuam aproveitando enquanto eu estou me esforçando”, esclarece. Desigualdade face à crise climática O economista Matthieu Glachant, professor da Mines ParisTech e da London School of Economics, chama atenção para um ponto fundamental: as diferenças entre os pobres e ricos nesta conta do clima. "Tem uma palavra muito importante em mudança climática que é desigualdade. Desigualdade na contribuição à mudança climática, pelo nível de emissões. As pessoas modestas não andam de jet ski nas férias, nem pegam avião para ir para a Tunísia. E tem também a desigualdade em relação à adaptação às mudanças climáticas. Quando somos pobres, não vamos instalar ar condicionado em casa para enfrentar o calor”, frisou. As temperaturas extremas levaram ao racionamento de água em algumas partes do país, algo bastante raro na França. Agora, em meio à crise energética que atravessa a Europa desde a guerra na Ucrânia, as empresas são incitadas a diminuir o consumo de luz. Na volta das férias, Macron advertiu que o tempo da “abundância e da despreocupação” acabou. Essa confluência de fatores tende a levar à adoção de medidas favoráveis ao meio ambiente, como o aumento das energias renováveis. "Economizar energia e reduzir as emissões de gases de efeito estufa são dois objetivos concomitantes. Podemos, então, esperar que medidas poderão ser tomadas já nos próximos meses”, diz Chiroleu-Assouline, que também é economista. "De qualquer forma, os preços altos da energia levam a maioria dos franceses a economizar – por isso, eu lamento que o governo esteja subvencionando a queda dos preços dos combustíveis nos postos. Isso é contraprodutivo, já que naturalmente os motoristas teriam tendência a economizar combustíveis.” A professora também chama a atenção para a importância de melhorar a eficiência das infraestruturas que já existem na França – um país rico que, até agora, não se preocupava muito com para os pequenos ou grandes desperdícios do dia a dia.  "Percebemos só agora que há vazamentos enormes em diversas redes de abastecimento pela França. Em alguns lugares, chega a ter desperdício de 30% da água”, destaca. "Ou seja, sabíamos que elas existiam, mas como não faltava água, não tomávamos nenhuma medida pra poder consertar esses vazamentos. Como essa, há muitas medidas que podem ser tomadas: quando o sistema é tão ineficaz, fica fácil de agir.” Adaptação na agricultura O verão escaldante levou a prejuízos elevados na agricultura, em especial nas culturas que precisam de muita água, como frutas e legumes. Por trás dos produtores, as seguradoras estão cada vez mais preocupadas com a instabilidade do clima. O verão de 2022 também teve este efeito: alertar sobre as perdas econômicas que estão em jogo para diversos setores. “Vamos começar a construir reservatórios de água para termos quando tivermos anos muito secos? Vamos mudar o tipo de cultura, como a do milho, que rende bastante, à condição de ter bastante água? Há muitas questões colocadas e que precisaremos resolver nos próximos anos, de adaptação”, afirma Glachant. O psicólogo Oscar Navarro sublinha que essa sensação de já estarmos correndo contra o tempo pode acabar dificultando a aceitação, pela população, de tantas mudanças e projetos que estão por vir – não só na França. "O que eu temo é que a gente poderia ter feito projetos com uma escala aceitável no tempo, pelas populações, a exemplo das instalações de energias renováveis. Mas agora, em plena crise, deveremos andar bem mais rápido, instalar novas infraestruras gigantescas, que serão fonte de conflitos, de tensões ou até mesmo de novos problemas ecológicos”, lamenta. "Esse é um risco que eu vejo surgir agora”, adverte.

O Assunto
A desigualdade na recuperação do emprego

O Assunto

Play Episode Listen Later Aug 26, 2022 24:47


A retomada da atividade depois da fase mais crítica da pandemia conseguiu reduzir o desemprego, embora à custa de recorde na informalidade e com a renda média em patamar muito baixo. Um quadro que pressiona sobretudo os 10% mais pobres: “eles não estão conseguindo mais estabelecer uma estratégia de sobrevivência”, afirma Ricardo Paes de Barros, que trabalhou por mais de 30 anos no Ipea pesquisando pobreza, mercado de trabalho e educação. Neste episódio, que marca os 3 anos de O Assunto, o economista é o convidado de Renata Lo Prete. Também professor do Insper, ele descreve a economia do país como “uma locomotiva que vai partir”, mas na qual o “vagão dos pobres não está conectado e vai ficar para trás”. É por isso, argumenta, que o Estado deve focar suas políticas públicas no conjunto de 20 milhões de pessoas com menor renda. Será necessário desfazer o “tremendo desserviço” patrocinado pelo governo federal, que mantém os dados do CadÚnico desatualizados. É a partir dessas informações que mais de 9 mil assistentes sociais podem chegar àqueles que mais precisam e, em conjunto, definir estratégias para seu futuro. “É obrigação da sociedade dar oportunidade e condição”, afirma, para que essas famílias possam “protagonizar a superação da pobreza”.

Paulo Vieira
Justiça no Brasil: Como diminuir a desigualdade e a violência através da inteligência emocional

Paulo Vieira

Play Episode Listen Later Jul 25, 2022 53:03


Justiça no Brasil: Como diminuir a desigualdade e a violência através da inteligência emocional by Paulo Vieira

ONU News
Pandemia agrava pobreza e desigualdade no Brasil e gera desafios para mais vulneráveis

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 22, 2022 3:14


+Liberdade
A Desigualdade e a Educação, Miguel Herdade

+Liberdade

Play Episode Listen Later Jul 9, 2022 13:48


Intervenção de Miguel Herdade, coordenador do grupo de trabalho para a Educação do Instituto +Liberdade, no debate sobre os 'Desafios de uma Democracia Liberal', realizado em colaboração com o Núcleo de Estudantes Liberais (NEL) da Faculdade de Direito de Lisboa. O debate pode ser visto na íntegra aqui: https://www.youtube.com/watch?v=DtIWnFpngCw

JKCast
JK Cast # 126 - Qual o Limite do Aumento da Taxa de Juros? Fluxo de Caixa Negativo. Queda de Ações após Fusões. FCFF e FCFE. Desigualdade e Pobreza.

JKCast

Play Episode Listen Later Jul 2, 2022 32:12


No episódio 126 do JK Cast, José Kobori e Eddie Kobori responderam as perguntas sobre o limite da Taxa de Juros, Fluxo de caixa negativo, Queda de ações após fusão e aquisição, FCFF e FCFE, Desigualdade e pobreza. ------------------------------------------------------------------------------------------------------ PEEC - JK: http://jkglobalpartners.com.br/peecjk Guia Prático de Investimentos: https://bit.ly/guiapraticodeinvestimentos Cursos: Fundos de Investimentos: https://pay.hotmart.com/S44987590R Comportamento dos Mercados - https://josekobori.com.br/ocomportamentodosmercados Investidor de Alta Performance - https://josekobori.com.br/oinvestidordealtaperformance Segredos da Independência - https://josekobori.com.br/segredosdaindependencia Site: https://josekobori.com.br/ ------------------------------------------------------------------------------------------------------ SIGA-ME NAS REDES SOCIAIS: Instagram: https://bit.ly/instajosekobori Facebook: https://bit.ly/facejosekobori LinkedIn: https://bit.ly/linkedInjosekobori Twitter: https://bit.ly/twitterjosekobori Site: https://bit.ly/sitejosekobori Blog: https://bit.ly/blogjosekobori Baixe o Ebook – Como os eventos econômicos impactam a sua vida: http://bit.ly/ebookjosekobori Participe do grupo no Telegram: http://bit.ly/josekoboritelegram

Jornal da USP
Brasil Latino: Amanda Harumy e Luiz Eduardo Greenhalgh e o futuro da democracia

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 3, 2022 55:37


Os desafios colocados aos países latino-americanos, especialmente ao Brasil, passam por graves problemas sociais que abalam a normalidade institucional

E Tem Mais
Candidaturas negras: quais os obstáculos para reduzir desigualdade nas eleições

E Tem Mais

Play Episode Listen Later Mar 28, 2022 23:21


Neste episódio do E Tem Mais, Carol Nogueira apresenta um panorama dos obstáculos que dificultam as chances de sucesso de candidaturas negras nas eleições no Brasil. Apesar de pretos ou pardos representarem cerca de 56% da população brasileira, apenas 44% dos vereadores, 32% dos prefeitos, 26% dos governadores e 23% dos deputados e senadores no país são negros. Novas regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral estabelecem que, a partir das eleições deste ano, é obrigatória a distribuição proporcional dos recursos eleitorais, incluindo verba e tempo de propaganda, entre candidatos brancos e negros. Mas os avanços na busca por maior representatividade no processo eleitoral ainda esbarram em uma série de dificuldades. Para descrever as barreiras que impedem uma redução maior da desigualdade racial nas eleições brasileiras, participam deste episódio o Frei David Raimundo dos Santos, fundador da ONG Educafro, e o Especialista em Diversidade da CNN Brasil, Maurício Pestana. Com apresentação de Carol Nogueira, este podcast é produzido pela Maremoto para a CNN Brasil. Você também pode ouvir o E Tem Mais no site da CNN Brasil. E aproveite para conhecer os nossos outros programas em áudio. Acesse: cnnbrasil.com.br/podcasts.

ibab - igreja batista de água branca
A Mesa que supera a desigualdade e a polarização | Claudio Manhães

ibab - igreja batista de água branca

Play Episode Listen Later Jan 3, 2022 32:56


Mensagem do dia 02 de Janeiro de 2022 por Claudio Manhães A Mesa que supera a desigualdade e a polarização|1 Coríntios 11.17-26 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais: www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab