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Bem-vindos a mais um episódio do Pod-RI!! No episódio de hoje, convidamos a Profa. Dra. Fernanda Mello Sant'Anna para conversarmos sobre como o negacionismo, o poder e a desigualdade impactam diretamente a crise climática na América Latina.Siga o Pod-RI em nossas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/podr_i/Twitter: https://twitter.com/podr_iFacebook: https://www.facebook.com/podcastRlLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pod-ri/3viewAsMember=true
Obrigações de divulgação de remunerações são uma estratégia cada vez mais popular para diminuir as diferenças salariais entre homens e mulheres. No entanto, a eficácia deste tipo de medida é ainda pouco estudada. Foi nesse contexto que o Banco de Portugal publicou um estudo que avalia o impacto de legislação portuguesa que, desde 2018, obriga a uma análise e justificação das disparidades salariais de género nas empresas nacionais. Ana Melissa Ferreira, do Departamento de Estudos Económicos do Banco de Portugal, é uma das autoras do estudo e, neste episódio, explica-nos as principais conclusões desta investigação.
A presença feminina ainda é pequena em setores historicamente ocupados por homens e a Transpetro é um exemplo desse desafio. Hoje, as mulheres representam apenas 15% do quadro de funcionários da companhia, enquanto os homens são 85%. Para tentar mudar esse cenário, a empresa estabeleceu metas progressivas para ampliar a participação feminina em cargos de liderança até 2030. As ações incluem programas voltados ao desenvolvimento de lideranças femininas e mudanças nos processos internos de recrutamento e seleção. Em entrevista ao Podcast Canaltech durante o Summit Mulheres nas Profissões, Juliana Orta, gerente executiva de Recursos Humanos da Transpetro, explicou que o desafio começa antes mesmo da contratação. Por ser uma empresa estatal, a admissão de funcionários acontece por meio de processos seletivos públicos. Isso limita a possibilidade de a companhia escolher diretamente quem será contratado. A estratégia, segundo a executiva, é estimular mais mulheres a disputar essas vagas. Entre as iniciativas estão visitas a universidades e centros técnicos para apresentar oportunidades profissionais e incentivar candidatas a participarem dos processos seletivos. A companhia também mantém convênios para apoiar a formação de mulheres na engenharia. Outra mudança está prevista para um novo processo seletivo público da Transpetro, que contará com um mecanismo de paridade de gênero. A proposta é aumentar o equilíbrio entre homens e mulheres entre os profissionais selecionados. Dentro da companhia, a estratégia também passa pelas posições de liderança. A Transpetro possui metas definidas pelo conselho de administração e acompanhadas anualmente para aumentar a representatividade feminina até 2030. Tecnologia e inteligência artificial também começam a fazer parte dessa transformação. Embora a IA não seja utilizada na admissão por processo seletivo público, a Transpetro já recorre à tecnologia e à automação em etapas de processos internos para posições de liderança. Segundo Juliana, porém, o uso ainda acontece com cautela e acompanhado de avaliações humanas. Para a executiva, transformar um ambiente historicamente masculino exige principalmente consistência. Mudanças culturais levam tempo, e a expectativa é que a representatividade avance até que metas específicas de gênero deixem de ser necessárias. Você também vai conferir: ONU alerta para riscos de IAs poderosas demais, golpe do sósia usa semelhança facial para roubar identidades e GPT-6 Astra chega mais poderoso e com alerta de segurança Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Souza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Especial Rádio JA, o tema é a desigualdade financeira e os diferentes impactos que ela provoca na sociedade. Ao longo do episódio, discutimos as diferenças de renda, as oportunidades e os desafios enfrentados por pessoas em diferentes realidades econômicas, refletindo sobre como a desigualdade está presente no nosso dia a dia.
Sistemas de inteligência artificial podem reproduzir racismo, misoginia e exclusão quando são treinados com dados marcados por desigualdades históricas. O debate sobre tecnologia passa também pela concentração de poder nas big techs, pela coleta de dados e pela ausência de populações periféricas nas decisões sobre o futuro digital.
Palestra do Evangelho Segundo o Espiritismo do CEASA - Sessão da tarde - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil
Palestra do Evangelho Segundo o Espiritismo do CEASA - Sessão da noite - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil
A médica de família Margarida Graça Santos, no início do episódio desta semana, propõe um exercício de imaginação que não foge muito da realidade. Imaginemos: chega à consulta uma mulher solteira de 32 anos, com quatro filhos. Sai de casa às 4h para apanhar o primeiro autocarro e chegar a tempo de um dos dois trabalhos que tem. Vem com cansaço arrastado. Não consegue arranjar casa porque ninguém assina contrato sem trabalho fixo. Os filhos faltam à escola frequentemente, simplesmente porque não há quem os leve. O que faz um médico numa situação destas? Encaminha a utente para um assistente social. Nesta 'Consulta Aberta', exploramos o papel da assistência social nos dias de hoje e o que a realidade social nos revela sobre a saúde da população portuguesa. Para isso, contamos com as histórias da assistente Cláudia Simões. “Todas as vidas são iguais. Este é um princípio basilar para um médico, mas também deve ser para um assistente social”, e é por ele que se guia. Ouça aqui o novo episódio do podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
A gravidez é um dos principais motivos que levam à evasão escolar entre jovens de 14 a 29 anos, segundo uma nota técnica do Instituto Guetto, com base em uma pesquisa do IBGE. O Conexão Senado conversou com o gerente do Instituto, Jackson Almeida, sobre o tema e suas implicações. Ele aponta os dados da pesquisa, os grupos populacionais que mais sofrem com isso, as possíveis soluções para enfrentar o problema apontadas na nota técnica e a urgência na criação de políticas públicas capazes de enfrentar as múltiplas condições que dificultam a continuidade dos estudos.
A inteligência artificial promete transformar a forma como trabalhamos, mas os seus efeitos não são iguais para todos. O economista João Duarte explica quais são as profissões que se tornaram mais produtivas com a IA, quais as funções que estão mais expostas à automação e porque é que o uso destes sistemas pode beneficiar mais um trabalhador menos qualificado do que um especialista.Partindo da evidência de que a IA permite produzir mais com menos pessoas, levantam-se outras questões: como gerir o risco de concentração de riqueza e o aumento das desigualdades? Teremos no futuro empresas multimilionárias geridas por uma única pessoa — ou essa realidade já começou?A dupla explica ainda por que motivos o uso da IA se mantém invisível na economia e debruça-se sobre o cenário (provável) de a produtividade descer antes de subir verticalmente.Por fim, olhamos para Portugal. Que riscos e oportunidades se colocam ao crescimento e à competitividade do país? Será que a IA nos vai permitir dar um salto produtivo?Para saber se a IA é uma aliada ou uma ameaça à nossa produtividade, não perca este [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISArlindo Oliveira, «A Inteligência Artificial Generativa» (Ensaios da Fundação n.º 146, FFMS, 2025). Ethan Mollick, «Co-inteligência» (Ideias de Ler, 2024; original Co-Intelligence, Portfolio/Penguin, 2024)Daron Acemoglu & Simon Johnson, «Poder e Progresso» (Temas e Debates, 2024; original Power and Progress, 2023)Stanford HAI, «AI Index Report» (edição 2026)BIOSJoão DuarteProfessor associado com agregação na Nova School of Business and Economics. A sua investigação foca-se na produtividade, em particular nas razões pelas quais a Europa tem crescido menos do que os Estados Unidos — tema do seu artigo publicado no Journal of International Economics. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Fabian Figueiredo considera pautas ao domingo e exames na segunda-feira "inadmissíveis". O Bloco exige a demissão do ministro, que acusa de estar "a leste da realidade" e de ignorar os alertas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando pensamos em Psicologia, e principalmente sobre a oferta X necessidade em relação a terapia, não podemos deixar de considerar (ou não deveríamos ao menos deixar de considerar) a desigualdade social, e como cada indivíduo (incluso o profissional) é afetado por ela. No episódio de hoje, vamos tratar sobre a desigualdade dentro da terapia e como isso se correlaciona ao adoecimento e com as redes sociais.E agora, psi?
O livro Prisões, Criminalização e Antipunitivismo analisa o sistema prisional brasileiro como reflexo das desigualdades sociais, do racismo estrutural e das políticas de controle social. O jornalista Anderson Mendanha conversou com a assistente social e pesquisadora Giovanna Canêo, uma das organizadoras da obra, ao lado de Eunice Teresinha Fávero e Daniela Augusto Campos. Ela comenta a importância da análise crítica proposta no livro e sua contribuição acadêmica e teórica para profissionais de diversas áreas que convergem para a questão prisional. Acompanhe.
O Brasil avançou no acesso à Educação Infantil e aumentou a proporção de jovens que concluem o Ensino Médio na idade adequada. Estudos do Todos Pela Educação, elaborados com base nos dados da PNAD Contínua 2025, do IBGE, mostram que as desigualdades ainda marcam a trajetória escolar.
As mulheres ganham, em média, menos 244€ por mês do que os homens que fazem o mesmo tipo de trabalho. As disparidades salariais estão a reduzir-se, mas ainda são muito elevadas em Portugal. Análise de Clara Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Falo sobre um caso que ganhou bastante visibilidade recentemente no qual a empregada doméstica Samara Regina, grávida de 5 meses, teria sido espancada por sua patroa, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, acusada de furtar um anel/pulseira. Falo sobre racismo estrutural, desigualdade social, patriarcado e de como o trabalho doméstico no Brasil, herdeiro da escravidão, mantém os padrões de exploração, assédio, precarização, racismo e violência.
Neste episódio, a entrevistada é a pesquisadora Janaina Peruzzo, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Ela é autora da tese "A capacidade adaptativa da cidade: resiliência e corredores ambientais urbanos", orientada pelo professor Homero Fonseca Filho
Trabalhar, trabalhar, trabalhar... Contribuir para a vida em sociedade via trabalho é importante, mas não a forma como o capitalismo se desenvolveu nos obriga a passar do ponto.É possível gostar do trabalho, mas a manutenção de uma desigualdade abissal exige que a vida gire em torno disso. E para naturalizar, nada melhor que tornar o trabalho uma virtude.Como esse processo aconteceu? E qual o futuro desse modelo - e da nossa saúde mental - com a chegada de "inteligências artificiais" e plataformas que precarizam cada vez mais o trabalhador?Nossa conversa é com a Mônica Gurjão, mestre e doutora em psicologia social pela PUC-S{, pós-doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da USP, professora da pós-graduação em Psicologia Social do Mackenzie.Ela acabou de lançar o livro "O Trabalho na Era da Plataformização: O Algoritmo da Desigualdade no Brasil", pela editora Diálogo Freiriano.Siga a Mônica no Instagram: @psicologa.monicagurjao Indicações- Colonialismo Digital: Por uma Crítica Hacker-Fanoniana (livro)- As Big Techs e a Guerra Total: O Complexo Militar-Industrial-Dataficado (livro)- Backrooms (filme)- Tênebra: Narrativas Brasileiras de Horror (1839-1899) (livro)- A Ficção como Cesta (texto)Produção: Baioque ConteúdoRoteiro e apresentação: Luiz Fujita Jr e André LombardiCoordenação geral: Tainã DamiãoRedes: Tainah MedeirosEdição: Pedro OliveiraTrilha sonora: Paulo GarfunkelInstagram: @entrementespodcastYouTube: @entrementespodcastSupport the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!Support the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!
Continuamos o estudo da obra, com o Capítulo XVI, intitulado "Não se pode servir a Deus e a Mamon" (parte 7); realizando a leitura do item "Desigualdade das riquezas".
260 - O Problema da MeritocraciaMeritocracia é o princípio segundo o qual as pessoas são recompensadas com base em seu mérito, ou seja, em seu desempenho, esforço e resultados. Mas, há pessoas que torcem o nariz para o assunto quando o foco da meritocracia passa a ser somente a valorização financeira em função de resultados, pois assim corremos o risco de fazer com que o jogo seja desigual; afinal, as pessoas não têm desempenhos iguais. E assim, na mesma medida que damos recompensas para quem se saiu bem, damos punições para quem se saiu mal.---------------------------------------------------------------A vida é uma jornada, com várias etapas e ciclos! E depois de muito tempo trabalhando com Coaching, eu aperfeiçoei a metodologia de coaching para ajudar você a encarar os desafios e promover o seu crescimento pessoal e profissional. Descubra a Jornada e seja Coach de si mesmo!A Jornada é muito mais do que um produto digital, é mais do que uma metodologia, é mais do que ferramentas, é a SUA HISTÓRIA! Acesse: https://ponteaofuturo.com.br/jornada/
Confira no Morning Show desta quinta-feira (11): O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União) aprovou um pacote de projetos que aumentam os gastos públicos. As propostas aumentam despesas obrigatórias e mudam regras previdenciárias para categorias específicas. A maior preocupação do Planalto é com a proposta que renegocia dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos e crises econômicas, de autoria do senador Renan Calheiros (MDB). O presidente dos EUA Donald Trump fez um post nas redes sociais afirmando que irá bombardear o Irã “muito duramente” na noite desta quinta-feira (11) e que tomará a ilha de Kharg e pontos de infraestrutura petrolífera. A postagem ainda diz que a tomada será “igual ao que fizemos na Venezuela”. A ameaça ocorre no dia de abertura da Copa do mundo da FIFA, que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá. O 17º boletim Desigualdade nas Metrópoles, realizado pelo Observatório das Metrópoles, apontou que a proporção de pessoas consideradas pobres nas grandes cidades brasileiras caiu de 19,5% em 2024 para 18,4% em 2025. O mesmo levantamento, entretanto, mostra que a desigualdade aumentou. O Governo brasileiro fez o registro do nome “Pix” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial como uma “Marca de Alto Renome”. Na prática, o registro garante que apenas o Banco Central possa usar a marca em todo o território nacional. Segundo o Governo, esse é o “mais alto nível de proteção” que pode ser concedido à uma marca. O presidente Lula (PT) afirmou que o governo federal estuda uma nova estratégia para recuperar celulares roubados ou furtados em todo o país. A proposta prevê o envio de mensagens aos aparelhos identificados como produto de crime, orientando os usuários a devolvê-los em agências dos Correios, evitando a necessidade de comparecimento a delegacias. Segundo Lula, o governo possui informações sobre cerca de 2,5 milhões de celulares roubados, incluindo dados de identificação dos aparelhos. Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) encerraram uma greve de quase 60 dias na semana passada, mas alunos de outras instituições como a Unicamp e a Unesp permanecem em paralisação. As reivindicações são por pautas variadas, como permanência estudantil, reajuste de bolsas e cotas para pessoas transgênero. O novo gestor do Theatro Municipal de São Paulo, Édilson Venturelli, afirmou que as óperas montadas sob sua gestão não terão “temas políticos ou identitários”. Josias Teófilo explica que na o que não haverá é “política partidária”. Recentemente o comando da instituição mudou da Organização Social Sustenidos para o Instituto Baccarelli. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) cancelou a participação em um evento de lançamento de uma candidata a deputada distrital nesta quinta-feira (11) depois que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ter crise de soluços. A equipe médica do ex-presidente vem tentando ajustar a medicação para aliviar a situação de Bolsonaro. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que reduz a maioridade penal para crimes graves por 44 votos contra 18. A emenda à Constituição segue para uma comissão especial e fica a cargo do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos). O relator da emenda, deputado Coronel Assis (PL-MT) explica os detalhes do texto. Um caso curioso aconteceu em Ribeirão Preto: uma mulher consultou o ChatGPT para saber se estava grávida após ter sintomas estranhos e a inteligência artificial respondeu que eram apenas gases. Mas, após mais desconfianças, Tainara resolveu fazer um teste de farmácia que deu positivo. A moça estava com oito meses de gravidez e para completar, Tainara ainda brigou com a IA pelo erro! O caso mostra como é importante consultar especialistas orgânicos, de carne e osso! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Pautas Femininas desta semana discute como o racismo e as desigualdades sociais continuam impactando a vida das mulheres negras no Brasil. A partir dos dados do Atlas da Violência 2026, o programa analisa os desafios enfrentados por essa parcela da população e as iniciativas voltadas à promoção da equidade de gênero e raça. Segundo o levantamento, 67,5% das mulheres assassinadas em 2024 eram negras. O estudo também mostra que 77% das vítimas de homicídio no país pertenciam à população negra, revelando a persistência de desigualdades históricas e estruturais. Para refletir sobre esses números e suas consequências para a sociedade brasileira, a jornalista Marcela Diniz entrevista a professora e filósofa Katiúscia Ribeiro. A especialista destaca a importância do recorte racial para compreender a violência no Brasil e defende o fortalecimento de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades. O programa também aborda a necessidade de ampliar o letramento racial e de gênero nas instituições públicas, tema que ganha destaque diante dos desafios para o reconhecimento e o enfrentamento da violência contra mulheres negras. Na segunda parte da edição, a coordenadora do Comitê Permanente pela Promoção da Equidade de Gênero e Raça do Senado Federal, Stella Vaz, apresenta iniciativas voltadas à construção de ambientes mais inclusivos e representativos no serviço público. Entre elas estão os novos materiais lançados pela Rede Equidade para estimular reflexões sobre diversidade, inclusão e combate às discriminações.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Relatório do Unicef mostra que 20% dos menores analisados para o estudo vivem em pobreza monetária, o que significa que suas necessidades básicas não são garantidas.
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria, que pode reduzir pena de Bolsonaro. E relatório conclui que Juscelino Kubitschek foi assassinado pela ditadura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
The daily lives of many Australians revolve around toilet access. But while public toilets are a vital part of urban infrastructure, they're often unsafe, unusable or hard to find. - O cotidiano de muitos australianos gira em torno do acesso a banheiros públicos. Mas, embora esses locais sejam uma parte essencial da infraestrutura urbana, eles muitas vezes são inseguros, inutilizáveis ou difíceis de encontrar.
Vai passar a ser necessário, a quem queira fazer humor, ter licença de porte de piada. Emitida por Donald Trump, naturalmente. O presidente norte-americano não a concede ao humorista Jimmy Kimmel. Talvez tenha sido, uma piada, aliás, suspeitam Trump e a porta-voz da Casa Branca, a desencadear o desvario do homicida incompetente que viajou da Califórnia a Washington com a intenção, falhada, de matar gente da administração americana num jantar de gala. Enquanto isso, a guerra continua em modo de pausa. Mas com o estreito de Ormuz duplamente bloqueado não há paz para o preço dos combustíveis. À escala doméstica, o deputado socialista que virou as costas ao presidente da Assembleia da República conseguiu pôr na ordem do dia, apesar da atitude controversa, o tema da transparência na actividade política. E o coro da casa de pessoal do conselho de ministros, a cantar o hino nacional, deu solenidade ao anúncio de uma chuva de milhões, onde há de tudo menos calendário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
A artista portuguesa multidisciplinar de escala global, Grada Kilomba, com um pé entre Lisboa e Berlim, apresenta a exposição: “O Fundo do Mundo”, a partir do dia 30 de maio, na Fundação Albuquerque, em Sintra. Um conjunto de obras de Grada nunca antes mostradas em Portugal, que abordam as violências que se perpetuam: da escravatura ao colonialismo, das múltiplas guerras às crises climáticas, e atuais genocídios trágicos, num mergulho até ao avesso da ‘glória’ humana, propondo-se uma reflexão através da arte. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio, Ana Frazão conversa com Daniel Duque, Economista e Pesquisador em Desigualdade, Mercados de Trabalho e Educação. O entrevistado aborda os resultados do ano de 2025, que tem sido visto como o melhor para o trabalho desde que o IBGE começou a série história em 2012: tivemos a menor taxa de emprego em 13 anos (5,6%), mas há sinais de que esses resultados não se manterão. O professor Daniel também explora o problema demográfico, seja para mostrar que há um déficit estrutural de jovens no mercado de trabalho, seja para mostrar que o envelhecimento do Brasil vai pesar mais no mercado de trabalho do que o próprio Bolsa-Família. Por fim, o professor trata de questões como a possibilidade de superação da armadilha da renda média por meio da criação de empregos mais complexos, o trabalho em plataformas, a ameaça da inteligência artificial sobre os empregos e os impactos do fim da escala 6x1.
JK Cast #260 - Quem é Contra a Industrialização? Como Diminuir a Desigualdade, Direita x Esquerda, O Combate a Inflação
Assista tambem no Youtube. Nadia Calviño é Presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI). Foi anteriormente Vice-Presidente do Governo de Espanha e Ministra da Economia, liderando a política económica durante um período marcado pela pandemia e pela implementação do plano de recuperação europeu. Com uma longa carreira nas instituições europeias, incluindo a Comissão Europeia, onde foi Diretora-Geral do Orçamento, é uma das figuras mais influentes da política económica europeia. _______________ Índice: Challenges to European Competitiveness Access to funding Mobilizing investment from pension funds and insurance firms Mobilizing private savings | Example of Sweden Capital markets initiative 28th regime Promoting mergers & acquisitions Industrial policy How EIB loans create soft power for Europe Access to critical raw materialsSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Falo sobre a condenação, agora pelo TJRJ, do ex-prefeito do Rio e hoje Dep. Federal Bispo Crivella, por ter, em 2019, usado sua posição para censurar uma revista em quadrinhos na Bienal do Livro do Rio que trazia um casal de homens se beijando. Discuto liberdade política, liberdade de expressão, censura e discriminação (inclusive pela desigualdade de tratamento).
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Relatório da ONU revela divisões geopolíticas e comerciais; todos os indicadores estão em queda, inclusive investimento privado; mas investimentos em combustíveis fósseis dobram e comércio Sul-Sul quadruplica.
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Brinca é professor associado com agregação na Nova SBE. É editor associado das revistas científicas com revisão por pares "Notas Económicas" e "Portuguese Económic Journal" e mantém uma participação ativa na sociedade civil, com participações em conselhos consultivos de entidades públicas como o IGCP, EPE, Associação Portuguesa de Distribuição e da Iniciativa Liberal (como independente). Tem também uma participação regular nos media, sendo colunista de vários periódicos e comentador residente da RTP. _______________ Índice (1ª parte): Como compara a economia europeia com outras? Portugal: Será que o PIB per capita cresceu menos do que se acha? PIB vs outras medidas de desenvolvimento Economia UE vs EUA Política Industrial Porque ficou a UE para trás face a EUA e China? Desigualdade e populismo A concorrência das economias asiáticas Pandemia enquanto acelerador da digitalização Desafio de criar um verdadeiro Mercado Único na UE | Estudo do FMI Peso da regulação | “Efeito Bruxelas” | Goldplating regulatório Na Europa há maior aversão ao risco? Falta de capital de risco (venture capital). Portugal: Consensos entre economistas Portugal: Impacto do IRC alto. Dificuldades políticas de baixar o IRCSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio, Ana Frazão conversa com Rafael Ribeiro, Professor do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (UFMG) e Pesquisador do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (MADE/FEA-USP). O eixo da conversa é a desigualdade, a começar pelas diversas formas pelas quais foi justificada ao longo da história. Para o Professor Rafael, “a desigualdade extrema não é natural nem eficiente, mas sim uma falha política que corrói a democracia e freia o crescimento.” A partir daí, o professor explora as consequências econômicas e políticas da desigualdade, assim como as medidas necessárias para reduzi-la. Especial destaque è dado ao papel da tributação progressiva e justa no objetivo de redução de desigualdade, ocasião em que o professor Rafael explora também os argumentos contrários, tais como os de que haverá desincentivos ao empreendedorismo, evasão fiscal, assim como fuga de empregos e empresas.
Os socialistas enfrentam mais um congresso, onde se discute o papel do partido no atual contexto político português. Com a liderança de José Luís Carneiro sob escrutínio, o PS enfrenta desafios internos e externos, desde a ascensão do Chega até à necessidade de se reinventar para reconquistar a confiança dos portugueses. Outrora força dominante, encontra-se agora como terceira força num parlamento tripartido, atrás do PSD e do Chega. O partido sofre de desgaste, afastamento do eleitorado e dificuldades em renovar a sua base social. Passou de um partido de quadros para um partido de funcionários, e isso afeta a sua ligação com o seu eleitorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Enquanto o STF retoma o julgamento sobre a manutenção de benefícios e "penduricalhos" para magistrados, uma fala de uma ex-juíza defensora da categoria viralizou e causou indignação nacional.Ao tentar justificar a necessidade de auxílios-moradia, alimentação e saúde que elevam salários para além do teto constitucional, ela afirmou que, sem esses valores, o desembargador "mal teria dinheiro para o lanche".A declaração ocorre em um país que ainda luta contra a miséria extrema e a insegurança alimentar.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Judiciário #Privilégios #Vergonha #Brasil #STF #Salários #Justiça #Desigualdade
O relatório Acesso a Cuidados de Saúde 2025 confirma as dificuldades do SNS e uma evidente desigualdade de acesso, mas há também evoluções positivas. Que futuro queremos para os cuidados de saúde?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quarto episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã', a jornalista e empresária Joyce Pascowitch abre as portas dos bastidores do poder brasileiro. Com décadas de experiência circulando pela elite, ela compartilha histórias, reflexões sobre luxo e desigualdade, e defende que a elite brasileira tem um papel fundamental na transformação do país, mas que colabora muito pouco.Nesta conversa, Maria Homem e Felipe Miranda exploram as contradições de uma nação que mistura glamour e desigualdade. Como falar de luxo em um país com milhões de famintos? O que a experiência com o câncer ensinou a Joyce sobre poder e tempo? E qual o verdadeiro luxo brasileiro, aquele que não é cópia de Paris ou Milão?Um debate sobre filantropia, responsabilidade social, a cultura do cancelamento, a força da mulher e o futuro de um país que, segundo Joyce, precisa de mais gente rica e engajada para dar certo.
Mensagem do dia 30 de Novembro de 2025 por Ed René Kivitz Manifesto contra a desigualdade | Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No segundo episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã', o filósofo e psicanalista Vladimir Safatle defende: o país não nasceu como uma sociedade, mas como um experimento econômico fundado na violência do latifúndio escravagista.Nesta conversa provocadora, Maria Homem e Felipe Miranda exploram as contradições da identidade brasileira. A nossa famosa cordialidade seria apenas a máscara que esconde a violência estrutural? Por que repetimos os mesmos erros, independente de quem governa? Como o liberalismo brasileiro se relaciona com a herança da ditadura militar?Um debate franco sobre violência policial, desigualdade, autoritarismo e os traumas que nos impedem de avançar como nação. Para quem quer entender o Brasil além da polarização, com uma tese mais à esquerda encontrando sua antítese liberal.Temas em Destaque:• O Brasil como experimento de violência e escravidão• Cordialidade vs. violência estrutural• Violência policial e normalização do terror• Liberalismo brasileiro e ditadura militar• Desigualdade, capitalismo e herança feudal• Psicanálise, filosofia e transformação socialNosso e-mail: hellobrasil@empiricus.com.br
Convidado: Marcelo Neri, economista e diretor do FGV Social. A desigualdade de renda no Brasil atingiu o menor nível da história em 2024, segundo dados do IBGE. Também no ano passado, o rendimento médio do brasileiro aumentou. Entre 2022 e 2024, 17 milhões de brasileiros saíram da situação de pobreza. A estes dados se somam outros positivos: além de a renda média do brasileiro ter aumentado, o país deixou o mapa da fome da ONU depois de 3 anos. Apesar dos resultados positivos, ainda há um longo caminho a percorrer. Para 77% dos brasileiros, o país ainda é muito desigual. Em 2024, 1% da população mais rica do país tinha rendimento médio 30,5 vezes superior à metade da população mais pobre. Números que revelam uma desigualdade estrutural. Para analisar o que os indicadores revelam sobre o atual status da desigualdade brasileira, Victor Boyadjian ouve o economista Marcelo Neri. Diretor do FGV Social, Neri desenha o conjunto de fatores que levaram à melhora do cenário brasileiro. “Os dados objetivos mostram que a renda nunca esteve tão alta. A pobreza nunca esteve tão baixa”, diz. Marcelo responde qual o papel da melhora do mercado de trabalho e da renda do brasileiro nos resultados recentes e o que é preciso fazer para o Brasil sair do paradoxo de ser um país desigual. “Crescimento é fundamental. Mas é preciso combater a desigualdade usando os instrumentos que a gente tem”, afirma, citando o Bolsa Família e outros programas sociais. E conclui: "se a gente fizer política de combate [à pobreza], a desigualdade cai”.