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Falo sobre um caso que ganhou bastante visibilidade recentemente no qual a empregada doméstica Samara Regina, grávida de 5 meses, teria sido espancada por sua patroa, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, acusada de furtar um anel/pulseira. Falo sobre racismo estrutural, desigualdade social, patriarcado e de como o trabalho doméstico no Brasil, herdeiro da escravidão, mantém os padrões de exploração, assédio, precarização, racismo e violência.
Neste episódio, a entrevistada é a pesquisadora Janaina Peruzzo, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Ela é autora da tese "A capacidade adaptativa da cidade: resiliência e corredores ambientais urbanos", orientada pelo professor Homero Fonseca Filho
Trabalhar, trabalhar, trabalhar... Contribuir para a vida em sociedade via trabalho é importante, mas não a forma como o capitalismo se desenvolveu nos obriga a passar do ponto.É possível gostar do trabalho, mas a manutenção de uma desigualdade abissal exige que a vida gire em torno disso. E para naturalizar, nada melhor que tornar o trabalho uma virtude.Como esse processo aconteceu? E qual o futuro desse modelo - e da nossa saúde mental - com a chegada de "inteligências artificiais" e plataformas que precarizam cada vez mais o trabalhador?Nossa conversa é com a Mônica Gurjão, mestre e doutora em psicologia social pela PUC-S{, pós-doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da USP, professora da pós-graduação em Psicologia Social do Mackenzie.Ela acabou de lançar o livro "O Trabalho na Era da Plataformização: O Algoritmo da Desigualdade no Brasil", pela editora Diálogo Freiriano.Siga a Mônica no Instagram: @psicologa.monicagurjao Indicações- Colonialismo Digital: Por uma Crítica Hacker-Fanoniana (livro)- As Big Techs e a Guerra Total: O Complexo Militar-Industrial-Dataficado (livro)- Backrooms (filme)- Tênebra: Narrativas Brasileiras de Horror (1839-1899) (livro)- A Ficção como Cesta (texto)Produção: Baioque ConteúdoRoteiro e apresentação: Luiz Fujita Jr e André LombardiCoordenação geral: Tainã DamiãoRedes: Tainah MedeirosEdição: Pedro OliveiraTrilha sonora: Paulo GarfunkelInstagram: @entrementespodcastYouTube: @entrementespodcastSupport the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!Support the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!
Continuamos o estudo da obra, com o Capítulo XVI, intitulado "Não se pode servir a Deus e a Mamon" (parte 7); realizando a leitura do item "Desigualdade das riquezas".
260 - O Problema da MeritocraciaMeritocracia é o princípio segundo o qual as pessoas são recompensadas com base em seu mérito, ou seja, em seu desempenho, esforço e resultados. Mas, há pessoas que torcem o nariz para o assunto quando o foco da meritocracia passa a ser somente a valorização financeira em função de resultados, pois assim corremos o risco de fazer com que o jogo seja desigual; afinal, as pessoas não têm desempenhos iguais. E assim, na mesma medida que damos recompensas para quem se saiu bem, damos punições para quem se saiu mal.---------------------------------------------------------------A vida é uma jornada, com várias etapas e ciclos! E depois de muito tempo trabalhando com Coaching, eu aperfeiçoei a metodologia de coaching para ajudar você a encarar os desafios e promover o seu crescimento pessoal e profissional. Descubra a Jornada e seja Coach de si mesmo!A Jornada é muito mais do que um produto digital, é mais do que uma metodologia, é mais do que ferramentas, é a SUA HISTÓRIA! Acesse: https://ponteaofuturo.com.br/jornada/
Confira no Morning Show desta quinta-feira (11): O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União) aprovou um pacote de projetos que aumentam os gastos públicos. As propostas aumentam despesas obrigatórias e mudam regras previdenciárias para categorias específicas. A maior preocupação do Planalto é com a proposta que renegocia dívidas de produtores rurais atingidos por eventos climáticos e crises econômicas, de autoria do senador Renan Calheiros (MDB). O presidente dos EUA Donald Trump fez um post nas redes sociais afirmando que irá bombardear o Irã “muito duramente” na noite desta quinta-feira (11) e que tomará a ilha de Kharg e pontos de infraestrutura petrolífera. A postagem ainda diz que a tomada será “igual ao que fizemos na Venezuela”. A ameaça ocorre no dia de abertura da Copa do mundo da FIFA, que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá. O 17º boletim Desigualdade nas Metrópoles, realizado pelo Observatório das Metrópoles, apontou que a proporção de pessoas consideradas pobres nas grandes cidades brasileiras caiu de 19,5% em 2024 para 18,4% em 2025. O mesmo levantamento, entretanto, mostra que a desigualdade aumentou. O Governo brasileiro fez o registro do nome “Pix” no Instituto Nacional de Propriedade Industrial como uma “Marca de Alto Renome”. Na prática, o registro garante que apenas o Banco Central possa usar a marca em todo o território nacional. Segundo o Governo, esse é o “mais alto nível de proteção” que pode ser concedido à uma marca. O presidente Lula (PT) afirmou que o governo federal estuda uma nova estratégia para recuperar celulares roubados ou furtados em todo o país. A proposta prevê o envio de mensagens aos aparelhos identificados como produto de crime, orientando os usuários a devolvê-los em agências dos Correios, evitando a necessidade de comparecimento a delegacias. Segundo Lula, o governo possui informações sobre cerca de 2,5 milhões de celulares roubados, incluindo dados de identificação dos aparelhos. Os estudantes da Universidade de São Paulo (USP) encerraram uma greve de quase 60 dias na semana passada, mas alunos de outras instituições como a Unicamp e a Unesp permanecem em paralisação. As reivindicações são por pautas variadas, como permanência estudantil, reajuste de bolsas e cotas para pessoas transgênero. O novo gestor do Theatro Municipal de São Paulo, Édilson Venturelli, afirmou que as óperas montadas sob sua gestão não terão “temas políticos ou identitários”. Josias Teófilo explica que na o que não haverá é “política partidária”. Recentemente o comando da instituição mudou da Organização Social Sustenidos para o Instituto Baccarelli. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) cancelou a participação em um evento de lançamento de uma candidata a deputada distrital nesta quinta-feira (11) depois que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ter crise de soluços. A equipe médica do ex-presidente vem tentando ajustar a medicação para aliviar a situação de Bolsonaro. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que reduz a maioridade penal para crimes graves por 44 votos contra 18. A emenda à Constituição segue para uma comissão especial e fica a cargo do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos). O relator da emenda, deputado Coronel Assis (PL-MT) explica os detalhes do texto. Um caso curioso aconteceu em Ribeirão Preto: uma mulher consultou o ChatGPT para saber se estava grávida após ter sintomas estranhos e a inteligência artificial respondeu que eram apenas gases. Mas, após mais desconfianças, Tainara resolveu fazer um teste de farmácia que deu positivo. A moça estava com oito meses de gravidez e para completar, Tainara ainda brigou com a IA pelo erro! O caso mostra como é importante consultar especialistas orgânicos, de carne e osso! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num país onde a ambição tantas vezes soa excessiva ou desconfortável, este podcast propõe recuperá‑la como motor de mudança. Em 'Ambição para Portugal', Pedro Boucherie Mendes entrevista diferentes convidados com o objetivo de perceber o que significa hoje querer mais e melhor para Portugal. O primeiro episódio sai dia 16 de junho em todas as plataformas de podcast e também nos sites do Expresso, SIC e SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Pautas Femininas desta semana discute como o racismo e as desigualdades sociais continuam impactando a vida das mulheres negras no Brasil. A partir dos dados do Atlas da Violência 2026, o programa analisa os desafios enfrentados por essa parcela da população e as iniciativas voltadas à promoção da equidade de gênero e raça. Segundo o levantamento, 67,5% das mulheres assassinadas em 2024 eram negras. O estudo também mostra que 77% das vítimas de homicídio no país pertenciam à população negra, revelando a persistência de desigualdades históricas e estruturais. Para refletir sobre esses números e suas consequências para a sociedade brasileira, a jornalista Marcela Diniz entrevista a professora e filósofa Katiúscia Ribeiro. A especialista destaca a importância do recorte racial para compreender a violência no Brasil e defende o fortalecimento de políticas públicas voltadas à redução das desigualdades. O programa também aborda a necessidade de ampliar o letramento racial e de gênero nas instituições públicas, tema que ganha destaque diante dos desafios para o reconhecimento e o enfrentamento da violência contra mulheres negras. Na segunda parte da edição, a coordenadora do Comitê Permanente pela Promoção da Equidade de Gênero e Raça do Senado Federal, Stella Vaz, apresenta iniciativas voltadas à construção de ambientes mais inclusivos e representativos no serviço público. Entre elas estão os novos materiais lançados pela Rede Equidade para estimular reflexões sobre diversidade, inclusão e combate às discriminações.
A Frente Parlamentar da Educação Profissional e Tecnológica promoveu recentemente uma audiência pública sobre mão de obra qualificada e impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho. A jornalista Carla Benevides, da TV Senado, conversou sobre o assunto com o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), presidente da frente. Ele defendeu a ampliação da educação técnica e do uso de novas tecnologias a jovens vulneráveis para transformar realidades e reduzir a criminalidade. Acompanhe.
No Conecta Mente de hoje, recebemos Guibson Trindade, referência nacional em ESG racial e Gerente Executivo do Pacto de Promoção da Equidade Racial, para uma conversa essencial sobre os impactos do racismo estrutural no desenvolvimento do país.Durante o episódio, falamos sobre como a desigualdade racial limita oportunidades, reduz produtividade, trava a inovação e impede que talentos ocupem espaços estratégicos nas empresas e na economia brasileira.Instagram: @multiprosaTikTok: @multiprosaE-mail: conectamente@cdlbh.com.br
Relatório do Unicef mostra que 20% dos menores analisados para o estudo vivem em pobreza monetária, o que significa que suas necessidades básicas não são garantidas.
Alcolumbre promulga Lei da Dosimetria, que pode reduzir pena de Bolsonaro. E relatório conclui que Juscelino Kubitschek foi assassinado pela ditadura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
The daily lives of many Australians revolve around toilet access. But while public toilets are a vital part of urban infrastructure, they're often unsafe, unusable or hard to find. - O cotidiano de muitos australianos gira em torno do acesso a banheiros públicos. Mas, embora esses locais sejam uma parte essencial da infraestrutura urbana, eles muitas vezes são inseguros, inutilizáveis ou difíceis de encontrar.
Mesmo com mais mulheres no mercado de trabalho, a desigualdade salarial no Brasil continua aumentando. Dados do 5º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que mulheres recebem, em média, 21,3% a menos que os homens no setor privado. Tania Cristina Teixeira, presidenta do Conselho Federal de Economia (Cofecon), explica que a qualidade de inserção de mulheres no mercado vai além da quantidade de empregos.
Vai passar a ser necessário, a quem queira fazer humor, ter licença de porte de piada. Emitida por Donald Trump, naturalmente. O presidente norte-americano não a concede ao humorista Jimmy Kimmel. Talvez tenha sido, uma piada, aliás, suspeitam Trump e a porta-voz da Casa Branca, a desencadear o desvario do homicida incompetente que viajou da Califórnia a Washington com a intenção, falhada, de matar gente da administração americana num jantar de gala. Enquanto isso, a guerra continua em modo de pausa. Mas com o estreito de Ormuz duplamente bloqueado não há paz para o preço dos combustíveis. À escala doméstica, o deputado socialista que virou as costas ao presidente da Assembleia da República conseguiu pôr na ordem do dia, apesar da atitude controversa, o tema da transparência na actividade política. E o coro da casa de pessoal do conselho de ministros, a cantar o hino nacional, deu solenidade ao anúncio de uma chuva de milhões, onde há de tudo menos calendário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
A artista portuguesa multidisciplinar de escala global, Grada Kilomba, com um pé entre Lisboa e Berlim, apresenta a exposição: “O Fundo do Mundo”, a partir do dia 30 de maio, na Fundação Albuquerque, em Sintra. Um conjunto de obras de Grada nunca antes mostradas em Portugal, que abordam as violências que se perpetuam: da escravatura ao colonialismo, das múltiplas guerras às crises climáticas, e atuais genocídios trágicos, num mergulho até ao avesso da ‘glória’ humana, propondo-se uma reflexão através da arte. Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio, Ana Frazão conversa com Daniel Duque, Economista e Pesquisador em Desigualdade, Mercados de Trabalho e Educação. O entrevistado aborda os resultados do ano de 2025, que tem sido visto como o melhor para o trabalho desde que o IBGE começou a série história em 2012: tivemos a menor taxa de emprego em 13 anos (5,6%), mas há sinais de que esses resultados não se manterão. O professor Daniel também explora o problema demográfico, seja para mostrar que há um déficit estrutural de jovens no mercado de trabalho, seja para mostrar que o envelhecimento do Brasil vai pesar mais no mercado de trabalho do que o próprio Bolsa-Família. Por fim, o professor trata de questões como a possibilidade de superação da armadilha da renda média por meio da criação de empregos mais complexos, o trabalho em plataformas, a ameaça da inteligência artificial sobre os empregos e os impactos do fim da escala 6x1.
A medida prevê saque limitado e vinculado ao pagamento das dívidas.
JK Cast #260 - Quem é Contra a Industrialização? Como Diminuir a Desigualdade, Direita x Esquerda, O Combate a Inflação
Assista tambem no Youtube. Nadia Calviño é Presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI). Foi anteriormente Vice-Presidente do Governo de Espanha e Ministra da Economia, liderando a política económica durante um período marcado pela pandemia e pela implementação do plano de recuperação europeu. Com uma longa carreira nas instituições europeias, incluindo a Comissão Europeia, onde foi Diretora-Geral do Orçamento, é uma das figuras mais influentes da política económica europeia. _______________ Índice: Challenges to European Competitiveness Access to funding Mobilizing investment from pension funds and insurance firms Mobilizing private savings | Example of Sweden Capital markets initiative 28th regime Promoting mergers & acquisitions Industrial policy How EIB loans create soft power for Europe Access to critical raw materialsSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Falo sobre a condenação, agora pelo TJRJ, do ex-prefeito do Rio e hoje Dep. Federal Bispo Crivella, por ter, em 2019, usado sua posição para censurar uma revista em quadrinhos na Bienal do Livro do Rio que trazia um casal de homens se beijando. Discuto liberdade política, liberdade de expressão, censura e discriminação (inclusive pela desigualdade de tratamento).
A transferência de competências sociais para as autarquias pode gerar desigualdades no acesso aos apoios- A conclusão é de um estudo do ISCTE , revelado esta semana. Edição de Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um estudo divulgado nesta terça-feira (14) pelo Observatório Fiscal Internacional, em Paris, verificou que a América Latina é a segunda região mais desigual do mundo em termos de concentração de riqueza, e que os mecanismos para tornar mais equilibrado o sistema tributário de sete países da região são insuficientes. O relatório foi encomendado pelo governo do Brasil, que exerce a presidência rotativa da Plataforma Tributária Latino-Americana e do Caribe (PTLac). Lúcia Müzell, da RFI em Paris Os países analisados foram Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, México, Colômbia e Peru. Em comum, todos adotam pouca progressividade nos impostos e diminuição da carga tributária efetiva sobre os ultrarricos. A concentração da riqueza nas mãos de poucos é ainda mais evidente no topo da pirâmide, entre o 1% mais rico da população. “Nos últimos 25 anos, a riqueza dos bilionários na região aumentou seis vezes e, no caso do Brasil, sete vezes, o que representa um aumento de mais de três vezes o crescimento da economia no mesmo período”, salienta Vicente Silva, um dos coordenadores do estudo. “Sabemos que a concentração econômica não só afeta o crescimento dos países, como também tem efeitos muito adversos sobre a própria democracia.” Os pesquisadores, ligados à Paris School of Economics e sob a supervisão do economista Gabriel Zucman, concluíram que os sistemas tributários em vigor são incapazes de corrigir as desigualdades, ao serem projetados para taxar principalmente o consumo e o trabalho, em vez do capital. O resultado é que os 50% mais pobres pagam mais impostos do que o 1% mais rico. “No caso do Brasil, essa regressividade no topo da pirâmide é muito acentuada. O brasileiro médio paga cerca de 42% de sua renda em impostos, enquanto o 0,01% mais rico paga 19%”, nota Silva. Imposto Mínimo Efetivo sobre a Riqueza O estudo analisou diferentes alternativas para diminuir os desequilíbrios: aumentar o imposto de renda em 50% nessa faixa de renda, elevar ou ampliar o imposto sobre heranças, fortalecer o combate à sonegação fiscal, entre outras. Na prática, entretanto, nenhuma seria tão eficaz quanto a criação de um novo instrumento, específico para essa camada da população. “A razão é muito simples: os super-ricos podem estruturar seu patrimônio para ter uma renda tributável muito baixa. Portanto, qualquer medida que vise incidir sobre a renda não será eficaz”, explica o pesquisador chileno. “A nossa proposta de um Imposto Mínimo sobre a Riqueza incide sobre o patrimônio, que é uma base muito mais estável e menos manipulável do que a renda. Não importa se você declarar renda zero: todos os anos o Estado cobrará um mínimo sobre seus ativos”, completa. O imposto mínimo sugerido é de 2% sobre os patrimônios acima de US$ 100 milhões. Apenas 3.000 pessoas seriam atingidas, de um total de 500 milhões de habitantes nos sete países analisados. O potencial de arrecadação chega a US$ 24 bilhões por ano. Evasão fiscal Os pesquisadores também sugerem a adoção de cláusulas “anti-saída”, para evitar a evasão fiscal. A medida consistiria em continuar a exigir o pagamento de impostos no país onde ocorreu o enriquecimento, durante um certo período de tempo após uma eventual troca de país de residência. Mas Vicente Silva aponta que, na prática, os dados mostram que os ricos não vão embora se um imposto dessa natureza é aplicado. “Pessoas de alto patrimônio líquido têm seus negócios em seu país, possuem redes de contatos, influência, reconhecimento, conhecem o setor, têm vínculo com o país, além de suas famílias. Existem diversos fatores que as fazem permanecer em seus países”, detalha. “Portanto, as evidências mostram que aquelas que saem são muito, muito poucas.” O relatório busca embasar a adoção de reformas tributárias na região. O texto salienta que muitos dos obstáculos técnicos para rastrear a riqueza e a evasão fiscal já foram vencidos nos últimos anos, em parte graças ao aumento da cooperação internacional nessa área. Assim, a barreira política tende a ser o principal empecilho para a adoção de sistemas mais progressivos, ressalta o documento. “A solução reside em um esforço político determinado para garantir que os ultrarricos contribuam pelo menos tanto quanto o resto da população. Não se trata de retornar aos impostos sobre a riqueza do passado, mas sim de uma nova geração de reformas concebidas para corrigir falhas e arrecadar a receita substancial de que a região necessita urgentemente”, escreveu Gabriel Zucman.
Palestra ao Vivo - 11/04/2026 - 18h - Alexander Shah
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Relatório da ONU revela divisões geopolíticas e comerciais; todos os indicadores estão em queda, inclusive investimento privado; mas investimentos em combustíveis fósseis dobram e comércio Sul-Sul quadruplica.
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Brinca é professor associado com agregação na Nova SBE. É editor associado das revistas científicas com revisão por pares "Notas Económicas" e "Portuguese Económic Journal" e mantém uma participação ativa na sociedade civil, com participações em conselhos consultivos de entidades públicas como o IGCP, EPE, Associação Portuguesa de Distribuição e da Iniciativa Liberal (como independente). Tem também uma participação regular nos media, sendo colunista de vários periódicos e comentador residente da RTP. _______________ Índice (1ª parte): Como compara a economia europeia com outras? Portugal: Será que o PIB per capita cresceu menos do que se acha? PIB vs outras medidas de desenvolvimento Economia UE vs EUA Política Industrial Porque ficou a UE para trás face a EUA e China? Desigualdade e populismo A concorrência das economias asiáticas Pandemia enquanto acelerador da digitalização Desafio de criar um verdadeiro Mercado Único na UE | Estudo do FMI Peso da regulação | “Efeito Bruxelas” | Goldplating regulatório Na Europa há maior aversão ao risco? Falta de capital de risco (venture capital). Portugal: Consensos entre economistas Portugal: Impacto do IRC alto. Dificuldades políticas de baixar o IRCSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio, Ana Frazão conversa com Rafael Ribeiro, Professor do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (UFMG) e Pesquisador do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (MADE/FEA-USP). O eixo da conversa é a desigualdade, a começar pelas diversas formas pelas quais foi justificada ao longo da história. Para o Professor Rafael, “a desigualdade extrema não é natural nem eficiente, mas sim uma falha política que corrói a democracia e freia o crescimento.” A partir daí, o professor explora as consequências econômicas e políticas da desigualdade, assim como as medidas necessárias para reduzi-la. Especial destaque è dado ao papel da tributação progressiva e justa no objetivo de redução de desigualdade, ocasião em que o professor Rafael explora também os argumentos contrários, tais como os de que haverá desincentivos ao empreendedorismo, evasão fiscal, assim como fuga de empregos e empresas.
A médica de família Margarida Graça Santos, no início do episódio desta semana, propõe um exercício de imaginação que não foge muito da realidade. Imaginemos: chega à consulta uma mulher solteira de 32 anos, com quatro filhos. Sai de casa às 4h para apanhar o primeiro autocarro e chegar a tempo de um dos dois trabalhos que tem. Vem com cansaço arrastado. Não consegue arranjar casa porque ninguém assina contrato sem trabalho fixo. Os filhos faltam à escola frequentemente, simplesmente porque não há quem os leve. O que faz um médico numa situação destas? Encaminha a utente para um assistente social. Nesta 'Consulta Aberta', exploramos o papel da assistência social nos dias de hoje e o que a realidade social nos revela sobre a saúde da população portuguesa. Para isso, contamos com as histórias da assistente Cláudia Simões. “Todas as vidas são iguais. Este é um princípio basilar para um médico, mas também deve ser para um assistente social”, e é por ele que se guia. Ouça aqui o novo episódio do podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os socialistas enfrentam mais um congresso, onde se discute o papel do partido no atual contexto político português. Com a liderança de José Luís Carneiro sob escrutínio, o PS enfrenta desafios internos e externos, desde a ascensão do Chega até à necessidade de se reinventar para reconquistar a confiança dos portugueses. Outrora força dominante, encontra-se agora como terceira força num parlamento tripartido, atrás do PSD e do Chega. O partido sofre de desgaste, afastamento do eleitorado e dificuldades em renovar a sua base social. Passou de um partido de quadros para um partido de funcionários, e isso afeta a sua ligação com o seu eleitorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Enquanto o STF retoma o julgamento sobre a manutenção de benefícios e "penduricalhos" para magistrados, uma fala de uma ex-juíza defensora da categoria viralizou e causou indignação nacional.Ao tentar justificar a necessidade de auxílios-moradia, alimentação e saúde que elevam salários para além do teto constitucional, ela afirmou que, sem esses valores, o desembargador "mal teria dinheiro para o lanche".A declaração ocorre em um país que ainda luta contra a miséria extrema e a insegurança alimentar.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Judiciário #Privilégios #Vergonha #Brasil #STF #Salários #Justiça #Desigualdade
O relatório Acesso a Cuidados de Saúde 2025 confirma as dificuldades do SNS e uma evidente desigualdade de acesso, mas há também evoluções positivas. Que futuro queremos para os cuidados de saúde?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O relatório Acesso a Cuidados de Saúde 2025 confirma as dificuldades do SNS e uma evidente desigualdade de acesso, mas há também evoluções positivas. Que futuro queremos para os cuidados de saúde?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quarto episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã', a jornalista e empresária Joyce Pascowitch abre as portas dos bastidores do poder brasileiro. Com décadas de experiência circulando pela elite, ela compartilha histórias, reflexões sobre luxo e desigualdade, e defende que a elite brasileira tem um papel fundamental na transformação do país, mas que colabora muito pouco.Nesta conversa, Maria Homem e Felipe Miranda exploram as contradições de uma nação que mistura glamour e desigualdade. Como falar de luxo em um país com milhões de famintos? O que a experiência com o câncer ensinou a Joyce sobre poder e tempo? E qual o verdadeiro luxo brasileiro, aquele que não é cópia de Paris ou Milão?Um debate sobre filantropia, responsabilidade social, a cultura do cancelamento, a força da mulher e o futuro de um país que, segundo Joyce, precisa de mais gente rica e engajada para dar certo.
Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição. Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma. O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.” Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. Neste 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os principais afetados são populações rurais, povos tradicionais e pessoas que vivem em cidades pequenas
Mensagem do dia 30 de Novembro de 2025 por Ed René Kivitz Manifesto contra a desigualdade | Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estudo do Ipea mostra que o Brasil alcançou, em 2024, os melhores resultados de renda, desigualdade e pobreza de toda a série histórica de pesquisas domiciliares, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1995. Sonoras:
Data lembra conquistas históricas na defesa dos direitos dos menores, mas também expõe graves desafios que milhões continuam a enfrentar; da pobreza à violência, passando pela exclusão educativa e digital.
No segundo episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã', o filósofo e psicanalista Vladimir Safatle defende: o país não nasceu como uma sociedade, mas como um experimento econômico fundado na violência do latifúndio escravagista.Nesta conversa provocadora, Maria Homem e Felipe Miranda exploram as contradições da identidade brasileira. A nossa famosa cordialidade seria apenas a máscara que esconde a violência estrutural? Por que repetimos os mesmos erros, independente de quem governa? Como o liberalismo brasileiro se relaciona com a herança da ditadura militar?Um debate franco sobre violência policial, desigualdade, autoritarismo e os traumas que nos impedem de avançar como nação. Para quem quer entender o Brasil além da polarização, com uma tese mais à esquerda encontrando sua antítese liberal.Temas em Destaque:• O Brasil como experimento de violência e escravidão• Cordialidade vs. violência estrutural• Violência policial e normalização do terror• Liberalismo brasileiro e ditadura militar• Desigualdade, capitalismo e herança feudal• Psicanálise, filosofia e transformação socialNosso e-mail: hellobrasil@empiricus.com.br
Convidado: Marcelo Neri, economista e diretor do FGV Social. A desigualdade de renda no Brasil atingiu o menor nível da história em 2024, segundo dados do IBGE. Também no ano passado, o rendimento médio do brasileiro aumentou. Entre 2022 e 2024, 17 milhões de brasileiros saíram da situação de pobreza. A estes dados se somam outros positivos: além de a renda média do brasileiro ter aumentado, o país deixou o mapa da fome da ONU depois de 3 anos. Apesar dos resultados positivos, ainda há um longo caminho a percorrer. Para 77% dos brasileiros, o país ainda é muito desigual. Em 2024, 1% da população mais rica do país tinha rendimento médio 30,5 vezes superior à metade da população mais pobre. Números que revelam uma desigualdade estrutural. Para analisar o que os indicadores revelam sobre o atual status da desigualdade brasileira, Victor Boyadjian ouve o economista Marcelo Neri. Diretor do FGV Social, Neri desenha o conjunto de fatores que levaram à melhora do cenário brasileiro. “Os dados objetivos mostram que a renda nunca esteve tão alta. A pobreza nunca esteve tão baixa”, diz. Marcelo responde qual o papel da melhora do mercado de trabalho e da renda do brasileiro nos resultados recentes e o que é preciso fazer para o Brasil sair do paradoxo de ser um país desigual. “Crescimento é fundamental. Mas é preciso combater a desigualdade usando os instrumentos que a gente tem”, afirma, citando o Bolsa Família e outros programas sociais. E conclui: "se a gente fizer política de combate [à pobreza], a desigualdade cai”.
Debate da Super Manhã: Formada por 14 municípios e com quase 4 milhões de pessoas, a Região Metropolitana do Recife é uma das mais desiguais do Brasil. Entre os luxuosos bairros e a pobreza das periferias, a diferença de renda e o acesso a serviços essenciais é uma realidade presente e marcante na vida da população local. No debate desta terça-feira (15), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a desigualdade no Grande Recife, a realidade socioespacial da região, o papel das políticas públicas e dos programas sociais e os desafios da pirâmide social da localidade. Participam o sociólogo e pesquisador do Centro Josué de Castro, José Arlindo Soares, o sociólogo e pesquisador, Maurício Garcia, e o sociólogo e membro da Rede PENSSAN, Renato Carvalheira.
Arcane não é só uma adaptação de videogame - é um marco na animação contemporânea. No novo episódio do Cinem(ação), Rafael Arinelli, Júlia Barth e Rodrigo Basso recebem o artista e jogador de LoL Vítor Campos para falar das camadas dessa série que conquistou fãs e críticos no mundo todo.O papo começa pela trama intensa das irmãs Vi e Jinx, explorando como a disputa entre Piltover e Zaun se transforma em um retrato poderoso sobre desigualdade social, dilemas morais e tragédia. Daí seguimos para o impacto estético da obra: uma animação que parece pintura em movimento, trilha sonora que vibra com a narrativa e um design de personagens capaz de comunicar complexidade em cada detalhe.Também discutimos a força transmídia de Arcane, que ao mesmo tempo acolhe quem nunca jogou League of Legends e aprofunda a mitologia para os veteranos. E claro, não deixamos de comparar as duas temporadas, analisando ritmo, construção dramática e os momentos que mais nos emocionaram.Se você quer entender por que Arcane se tornou uma obra-prima e redefiniu o padrão para adaptações audiovisuais, esse episódio é para você. Aperte o play e venha se perder com a gente nesse papo cheio de análise, emoção e spoilers!• 04m31: Pauta Principal• 1h33m12: Plano Detalhe• 1h50m25: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Julia): Anime: Diários de uma Apotecária• (Basso): Série: Família Soprano• (Vitor): Game: Ruined King• (Rafa): Youtube: Falha de CoberturaEdição: ISSOaí
2ª parte da conversa sobre políticas de habitação. Veja também em youtube.com/@45_graus Simone Tulumello é geógrafo e investigador no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. É membro fundador da Rede H – Rede Nacional de Estudos sobre Habitação e autor do livro *Habitação para além da "crise": Políticas, conflito, direito* (Tigre de Papel, 2024). Vera Gouveia Barros é economista e investigadora, licenciada pela Nova SBE e doutorada pelo ISEG. Tem investigado nas áreas da Economia da Habitação e do Turismo, sendo autora de estudos com o position paper *A Situação da Habitação em Portugal*, publicado pela SEDES, onde integra o Observatório de Políticas Económicas e Financeiras, e coautora do estudo *O Mercado Imobiliário em Portugal* (FFMS). _______________ Índice: (0:00) Início (2:53) Devemos penalizar as casas vazias? | Temos o direito de ter mais do que uma casa? (16:50) Habitação pública (20:35) Ou a solução está em facilitar a construção privada? | Posição Causa Pública sobre crise da habitação | Barreiras ao licenciamento (37:24) Especulação e financeirização da habitação? (49:11) Procura por estrangeiros: turismo (alojamento local), estatuto de residente não habitual, vistos gold, nómadas digitaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.