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Enquanto o STF retoma o julgamento sobre a manutenção de benefícios e "penduricalhos" para magistrados, uma fala de uma ex-juíza defensora da categoria viralizou e causou indignação nacional.Ao tentar justificar a necessidade de auxílios-moradia, alimentação e saúde que elevam salários para além do teto constitucional, ela afirmou que, sem esses valores, o desembargador "mal teria dinheiro para o lanche".A declaração ocorre em um país que ainda luta contra a miséria extrema e a insegurança alimentar.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Judiciário #Privilégios #Vergonha #Brasil #STF #Salários #Justiça #Desigualdade
Artigo jornalístico publicado
O relatório Acesso a Cuidados de Saúde 2025 confirma as dificuldades do SNS e uma evidente desigualdade de acesso, mas há também evoluções positivas. Que futuro queremos para os cuidados de saúde?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O relatório Acesso a Cuidados de Saúde 2025 confirma as dificuldades do SNS e uma evidente desigualdade de acesso, mas há também evoluções positivas. Que futuro queremos para os cuidados de saúde?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A cidade de São Paulo registrou, de janeiro a outubro de 2025, o maior número de feminicídios desde o início da séria histórica, em 2015, quando o crime foi tipificado em lei federal. Somente neste ano, foram 53 casos. Ao todo, o Estado de São Paulo teve, de janeiro a outubro deste ano, 207 registros de feminicídio. No País, dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que de janeiro a setembro de 2025 mais de 2,7 mil mulheres sofreram esse tipo de crime. Outras 1.075 morreram vítimas de feminicídio. A legislação considera feminicídio quando um assassinato envolve violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher da vítima. Em entrevista à Rádio Eldorado, a socióloga Silvana Mariano, coordenadora do Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina, disse que a proteção deve ir além de ações de segurança pública e envolver políticas públicas para abordar a desigualdade de gênero já no ambiente escolar. Ela também defendeu medidas mais urgentes de assistência às mulheres, como o oferecimento de abrigos e de pagamento de aluguel para que elas se sintam encorajadas a sair da casa onde vivem com o agressor. “Uma característica do feminicídio envolve a brutalidade. É uma morte em que a causa já é a desigualdade entre homens e mulheres. A espetacularização da violência e da morte é uma das suas dimensões”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Armadilhas e dimensões partilhadas pelo Observatório da Luta Contra a Pobreza da Rede Europeia Anti-Pobreza
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a informação que a alta carga tributária e a inflação persistente têm reduzido o poder de compra e tornado mais difícil manter o padrão de vida da classe média no Brasil. Esse cenário ocorre mesmo com a melhora da renda da população e, de acordo com economistas e especialistas em tributação ouvidos pelo site "G1", pode ser explicado por diversos fatores. Entre eles a composição da renda dessas famílias, que é principalmente composta por rendimentos tributáveis; a defasagem da tabela do Imposto de Renda; a diferença no tratamento tributário entre pessoas com rendas semelhantes; e o alto percentual da renda destinado ao consumo.Ouça a conversa completa!
Reflexão com o Observatório da Luta Contra a Pobreza da Rede Europeia Anti-Pobreza
No quarto episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã', a jornalista e empresária Joyce Pascowitch abre as portas dos bastidores do poder brasileiro. Com décadas de experiência circulando pela elite, ela compartilha histórias, reflexões sobre luxo e desigualdade, e defende que a elite brasileira tem um papel fundamental na transformação do país, mas que colabora muito pouco.Nesta conversa, Maria Homem e Felipe Miranda exploram as contradições de uma nação que mistura glamour e desigualdade. Como falar de luxo em um país com milhões de famintos? O que a experiência com o câncer ensinou a Joyce sobre poder e tempo? E qual o verdadeiro luxo brasileiro, aquele que não é cópia de Paris ou Milão?Um debate sobre filantropia, responsabilidade social, a cultura do cancelamento, a força da mulher e o futuro de um país que, segundo Joyce, precisa de mais gente rica e engajada para dar certo.
Seu time realmente está mais produtivo com IA ou isso é apenas uma percepção enganosa? Neste episódio, nossos hosts discutem o relatório DORA 2025, revelando a surpreendente disparidade entre a percepção dos desenvolvedores sobre sua produtividade e os resultados reais medidos. Entenda por que a inteligência artificial pode estar amplificando problemas existentes em vez de resolvê-los e como as métricas estão mudando na era da IA. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Métricas DORA 2025; IA: velocidade x estabilidade nas entregas; Percepção x realidade na produtividade; Arquétipos de equipes na era da IA; Desigualdade na adoção tecnológica; Novas habilidades para desenvolvedores; Impacto social da IA no desenvolvimento; Previsões para DORA 2026; IA e segurança no código. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
No episódio, o economista Antônio da Luz destaca que a semana de 8 a 14 de dezembro de 2025 foi marcada por intensa agenda política e econômica. Ele participou de reuniões no Senado e palestras sobre arroz, soja e cenário macroeconômico, reforçando o papel central do agronegócio.Nos indicadores, o IPCA deve encerrar o ano próximo ao teto da meta (4,5%), abrindo espaço para corte da Selic em janeiro. A “super quarta” traz decisões de juros no Brasil e nos EUA, com expectativa de manutenção aqui e queda lá. Também saem dados de vendas no varejo, confiança do consumidor e setor de serviços, confirmando desaceleração da economia.O PIB do 3º trimestre de 2025 cresceu apenas 0,1% frente ao trimestre anterior e 1,8% na comparação anual. O acumulado em quatro trimestres ficou em 2,7%, mostrando perda de ritmo. O agro puxou o resultado, com alta de 10,1%, enquanto indústria avançou 1,7% e serviços 1,3%. Sem o agro, o PIB teria sido negativo.A taxa de investimento caiu para 17,3% e a poupança para 14,5%, níveis considerados muito baixos. Isso limita o crescimento sustentado e mantém o país preso a ciclos curtos de expansão via gasto público.Foi sancionada a isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil, mas Antônio ressalta que se trata apenas de atualização da tabela. O dado mais preocupante é que 76% da população tem renda média de R$ 3.036 (cerca de US$ 557), evidenciando pobreza estrutural.Na comparação internacional, o salário médio nos EUA é de US$ 6.600, na OCDE US$ 3.700, no Chile US$ 3.200 e na China US$ 1.440, contra apenas US$ 557 no Brasil. A diferença está na taxa de investimento: 35–40% do PIB na China contra 17% no Brasil.Antônio conclui que o modelo de crescimento brasileiro está equivocado, com baixa poupança, insegurança jurídica e educação frágil, fatores que afastam investimentos e condenam o país a um crescimento medíocre. ➡
Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição. Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma. O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.” Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. Neste 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Está no ar mais um episódio do podcast Economistas! O tema desta semana é a realidade da população negra no mercado de trabalho. O Cofecon realizou um debate alusivo ao Mês da Consciência Negra, tendo como expositoras as economistas Beatriz Barro e Lucia dos Santos Garcia. A apresentação foi da presidenta do Cofecon, Tania Cristina Teixeira, com moderação da conselheira federal Teresinha de Jesus Ferreira da Silva.
Os principais afetados são populações rurais, povos tradicionais e pessoas que vivem em cidades pequenas
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a notícia que a pobreza, extrema pobreza e desigualdade chegaram em 2024 aos menores níveis da série histórica iniciada em 1995, enquanto a renda média dos brasileiros atingiu seu maior patamar em 30 anos. Ouça a conversa!
Mensagem do dia 30 de Novembro de 2025 por Ed René Kivitz Manifesto contra a desigualdade | Celebração Ibab AO VIVO 11h www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Os índices de pobreza e desigualdade no Brasil registraram os menores números dos últimos trinta anos, com um aumento da renda média da população e a diminuição de pessoas em condição de extrema pobreza. Entretanto, os motivos para a melhora dos índices são diversos e mostram que a qualidade de vida da população vulnerável ainda está comprometida. O professor José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados, explica a situação. “As políticas que melhoraram os índices de extrema pobreza não continuaram a ser focadas, como o Bolsa Família, por exemplo. Se você distribuir dinheiro de uma forma extensa, você vai contar com isso. O problema é a sustentabilidade disso, ainda temos cerca de 11 milhões de pessoas na extrema pobreza e uns 45 milhões de pessoas que estão abaixo da linha da pobreza. Há um contingente de pessoas que estão fora da linha da pobreza em termos de números, mas vivem uma vida bastante difícil. A melhoria não quer dizer que a coisa esteja caminhando para se extinguir.” Para garantir a manutenção das políticas públicas, Portella defende a diminuição das isenções para os ricos do País. “O Brasil caminha para um cenário de não poder financiar isso, porque o governo está aumentando a sua dívida e concedendo mais privilégios. São R$650 bilhões em isenções, com 400 bilhões para os ricos. Nós precisamos de mais políticas públicas na inovação, na criação de empregos qualificados em termos salariais e em termos de produtividade para o futuro. É necessário embarcar os brasileiros que estão com renda menor, que estão com conhecimento mais reduzido sobre isso, para que eles possam aumentar a renda pessoal e aumentar a produtividade e fazer o País ficar mais rico.” “Temos que solucionar a questão da renda média com um aumento brutal, ascensão da renda dos mais pobres e, sobretudo, retirar da extrema pobreza os 11 milhões que estão lá, o que é possível fazer em quatro anos. Nós precisamos melhorar a vida do brasileiro mais pobre, que não melhora só com o aumento da renda média, que pode vir do aumento do ganho dos mais ricos, para enfim acabar com a extrema desigualdade vergonhosa que existe no nosso país”, finaliza o professor.
Igor Pantoja, coordenador de Relações Institucionais da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Proposta do governo divide o Estado em quatro unidades e recebe críticas por risco a municípios menores e aos usuários do serviço.
Estudo do Ipea mostra que o Brasil alcançou, em 2024, os melhores resultados de renda, desigualdade e pobreza de toda a série histórica de pesquisas domiciliares, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1995. Sonoras:
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O Brasil deu um passo importante em um dos pilares da saúde pública e da cidadania: o acesso a banheiros dentro das residências. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Saneamento com base em dados do IBGE, mais de 98% dos lares brasileiros agora contam com banheiro de uso exclusivo, um crescimento de quase 8 milhões de domicílios desde 2019. O avanço revela progresso acelerado na infraestrutura básica, mas também expõe desigualdades profundas que persistem entre regiões e faixas de renda. No episódio de hoje do JR 15 Minutos, a diretora-presidente da ABCON, Christianne Dias, analisa o que impulsionou essa evolução, onde ainda estão os gargalos e o que precisa ser feito para que o saneamento chegue a todos.
Data lembra conquistas históricas na defesa dos direitos dos menores, mas também expõe graves desafios que milhões continuam a enfrentar; da pobreza à violência, passando pela exclusão educativa e digital.
Enquanto somos cobrados a tomar banhos curtos e reciclar lixo, uma minoria privilegiada age como se as regras não valessem para ela. No último episódio da temporada, mergulhamos na contradição por trás da COP 30, a conferência climática sediada no coração da Amazônia. Discutimos como o evento, que deveria salvar o planeta, é patrocinado por grandes poluidores como Petrobras e Vale, e hospeda seus participantes em navios de cruzeiro e jatos particulares. Exploramos o conceito de "free climate riders" — os que mais poluem e menos se responsabilizam — e como a crise climática escancara a desigualdade global. Este episódio questiona: de que adianta discutir o futuro do planeta se o presente já desmorona para milhões, enquanto os poderosos transformam a crise em espetáculo? Uma conversa urgente sobre justiça, hipocrisia e a verdadeira face da emergência climática.Roteiristas: Luana Menezes e Isabel BuenoApresentadoras: Luiz Lori e Raquel D'AlmeidaEdição: Luiz LoriSupervisão: Prof. Dr. Thiago Babo
A COP30 em Belém: Implementação, TFFF e a Crise da Desigualdade.
No segundo episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã', o filósofo e psicanalista Vladimir Safatle defende: o país não nasceu como uma sociedade, mas como um experimento econômico fundado na violência do latifúndio escravagista.Nesta conversa provocadora, Maria Homem e Felipe Miranda exploram as contradições da identidade brasileira. A nossa famosa cordialidade seria apenas a máscara que esconde a violência estrutural? Por que repetimos os mesmos erros, independente de quem governa? Como o liberalismo brasileiro se relaciona com a herança da ditadura militar?Um debate franco sobre violência policial, desigualdade, autoritarismo e os traumas que nos impedem de avançar como nação. Para quem quer entender o Brasil além da polarização, com uma tese mais à esquerda encontrando sua antítese liberal.Temas em Destaque:• O Brasil como experimento de violência e escravidão• Cordialidade vs. violência estrutural• Violência policial e normalização do terror• Liberalismo brasileiro e ditadura militar• Desigualdade, capitalismo e herança feudal• Psicanálise, filosofia e transformação socialNosso e-mail: hellobrasil@empiricus.com.br
A parte da população mais rica do planeta — equivalente a 0,01% — emite, em apenas um dia, mais gases de efeito estufa do que metade da população mais pobre em um ano. Segundo o relatório da Oxfam, “Saque Climático: como poucos poderosos estão levando o planeta ao colapso”, um integrante dessa elite despeja, em média, 800 quilos de dióxido de carbono por dia — 400 vezes mais do que alguém da base social. No episódio, Viviana Santiago, diretora executiva da Oxfam Brasil, explica como a desigualdade alimenta a crise climática e aponta caminhos para uma transição mais justa e sustentável para o planeta.
Convidado: Marcelo Neri, economista e diretor do FGV Social. A desigualdade de renda no Brasil atingiu o menor nível da história em 2024, segundo dados do IBGE. Também no ano passado, o rendimento médio do brasileiro aumentou. Entre 2022 e 2024, 17 milhões de brasileiros saíram da situação de pobreza. A estes dados se somam outros positivos: além de a renda média do brasileiro ter aumentado, o país deixou o mapa da fome da ONU depois de 3 anos. Apesar dos resultados positivos, ainda há um longo caminho a percorrer. Para 77% dos brasileiros, o país ainda é muito desigual. Em 2024, 1% da população mais rica do país tinha rendimento médio 30,5 vezes superior à metade da população mais pobre. Números que revelam uma desigualdade estrutural. Para analisar o que os indicadores revelam sobre o atual status da desigualdade brasileira, Victor Boyadjian ouve o economista Marcelo Neri. Diretor do FGV Social, Neri desenha o conjunto de fatores que levaram à melhora do cenário brasileiro. “Os dados objetivos mostram que a renda nunca esteve tão alta. A pobreza nunca esteve tão baixa”, diz. Marcelo responde qual o papel da melhora do mercado de trabalho e da renda do brasileiro nos resultados recentes e o que é preciso fazer para o Brasil sair do paradoxo de ser um país desigual. “Crescimento é fundamental. Mas é preciso combater a desigualdade usando os instrumentos que a gente tem”, afirma, citando o Bolsa Família e outros programas sociais. E conclui: "se a gente fizer política de combate [à pobreza], a desigualdade cai”.
Debate da Super Manhã: Formada por 14 municípios e com quase 4 milhões de pessoas, a Região Metropolitana do Recife é uma das mais desiguais do Brasil. Entre os luxuosos bairros e a pobreza das periferias, a diferença de renda e o acesso a serviços essenciais é uma realidade presente e marcante na vida da população local. No debate desta terça-feira (15), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a desigualdade no Grande Recife, a realidade socioespacial da região, o papel das políticas públicas e dos programas sociais e os desafios da pirâmide social da localidade. Participam o sociólogo e pesquisador do Centro Josué de Castro, José Arlindo Soares, o sociólogo e pesquisador, Maurício Garcia, e o sociólogo e membro da Rede PENSSAN, Renato Carvalheira.
O índice mede o grau de concentração de renda e chegou a 0,534 em 2024, menor indicador na série histórica. Quanto mais próximo de 0, menor a desigualdade. Estudo aponta que o aumento da renda foi maior entre os 40% mais pobres, o que ajudou a diminuir a taxa de pobreza nessas regiões.Sonora:
Lula e membros do governo comemoram a aprovação unânime da isenção do Imposto de Renda até R$5 mil e da taxação dos super-ricos, dando início a uma trajetória de maior igualdade e justiça tributária no país. Sonoras:
Arcane não é só uma adaptação de videogame - é um marco na animação contemporânea. No novo episódio do Cinem(ação), Rafael Arinelli, Júlia Barth e Rodrigo Basso recebem o artista e jogador de LoL Vítor Campos para falar das camadas dessa série que conquistou fãs e críticos no mundo todo.O papo começa pela trama intensa das irmãs Vi e Jinx, explorando como a disputa entre Piltover e Zaun se transforma em um retrato poderoso sobre desigualdade social, dilemas morais e tragédia. Daí seguimos para o impacto estético da obra: uma animação que parece pintura em movimento, trilha sonora que vibra com a narrativa e um design de personagens capaz de comunicar complexidade em cada detalhe.Também discutimos a força transmídia de Arcane, que ao mesmo tempo acolhe quem nunca jogou League of Legends e aprofunda a mitologia para os veteranos. E claro, não deixamos de comparar as duas temporadas, analisando ritmo, construção dramática e os momentos que mais nos emocionaram.Se você quer entender por que Arcane se tornou uma obra-prima e redefiniu o padrão para adaptações audiovisuais, esse episódio é para você. Aperte o play e venha se perder com a gente nesse papo cheio de análise, emoção e spoilers!• 04m31: Pauta Principal• 1h33m12: Plano Detalhe• 1h50m25: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Julia): Anime: Diários de uma Apotecária• (Basso): Série: Família Soprano• (Vitor): Game: Ruined King• (Rafa): Youtube: Falha de CoberturaEdição: ISSOaí
Para José Luiz Portella, desigualdade no Brasil é estrutural e alimentada por políticas públicas ineficazes
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (19/08/2025): A crise entre EUA e Brasil se agravou ontem com movimentos nas frentes política e comercial. No campo político, o ministro do STF Flávio Dino invalidou medida da Justiça britânica relativa à tragédia de 2015 em Mariana (MG) e barrou restrições de “atos unilaterais estrangeiros” contra cidadãos brasileiros, o que pode beneficiar Alexandre de Moraes, enquadrado na Lei Magnitsky. Em reação, o governo dos EUA afirmou que nenhum tribunal estrangeiro pode anular punições aplicadas pelo país. Em postagem replicada pela embaixada dos EUA no Brasil, a gestão Trump chamou Alexandre de Moraes de “tóxico”. No campo econômico, o Itamaraty enviou defesa aos EUA sobre as acusações de práticas desleais de comércio. O Brasil afirmou que não reconhece a legitimidade das acusações e que a Organização Mundial do Comércio é o único foro para a solução de impasses comerciais. E mais: Economia: Embraer diz aos EUA que tarifaço contraria interesse dos americanos Política: Ao ‘Washington Post’, Moraes descarta ‘recuar um milímetro’ Internacional: Zelenski e europeus pedem garantias de segurança em reunião com Trump Metrópole: Tarcísio defende que o contrato com a Enel não seja prorrogadoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Podcast discute onde estão as barreiras à progressão das mulheres na carreira das universidades brasileiras e o que está sendo feito para amenizá-las. E mais: formiga-infernal; microalga; células de defesa
Falido e com muitos problemas familiares, Seong Gi-Hun é abordado por um estranho homem de terno que o propõe um jogo infantil em troca de dinheiro, porém, a cada rodada perdida, uma opção: Gi-Hun pode aceitar um tapa na cara em troca de alguns trocados. Até onde vai a humilhação pelo dinheiro? Round 6 é uma série sul-coreana que recentemente terminou em sua 3ª temporada (que, na real, são somente 2). A história gira em torno de personagens com problemas financeiros e sociais, que se submetem a jogos na esperança de ganhar um grande prêmio. A pegadinha: a cada rodada mais e mais jogadores morrem, aumentando o prêmio na mesma medida em que o sangue é derramado. Essa semana, nossa bancada comenta cada episódio da série, explorando a dinâmica dos jogos, o debate sobre a natureza humana, a questão da desigualdade social e da promoção da competitividade (muitas vezes violenta) no capitalismo. Mas a questão que fica é: precisava mesmo de mais duas temporadas? Aceite nosso convite e embarque conosco nesse mundo de jogos infantis macabros e violentos.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Thiago Natário e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Round 6 (2021 – 2025)Citações off topic:O Albergue (2005)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #429 – O Assassino e o horror em David FincherRdMCast #505 – The Last of Us 2: sucesso ou flop?RdMCast #357 – Stranger Things 4: o mundo invertido de VecnaRdMCast #495 – Mickey 17 e o Horror social em Bong Joon-hoRdMCast #359 – Franquia Jogos Mortais: o eterno legado de JigsawRdMCast #501 – Relembrando Black Mirror (e nossos traumas)Siga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
2ª parte da conversa sobre políticas de habitação. Veja também em youtube.com/@45_graus Simone Tulumello é geógrafo e investigador no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. É membro fundador da Rede H – Rede Nacional de Estudos sobre Habitação e autor do livro *Habitação para além da "crise": Políticas, conflito, direito* (Tigre de Papel, 2024). Vera Gouveia Barros é economista e investigadora, licenciada pela Nova SBE e doutorada pelo ISEG. Tem investigado nas áreas da Economia da Habitação e do Turismo, sendo autora de estudos com o position paper *A Situação da Habitação em Portugal*, publicado pela SEDES, onde integra o Observatório de Políticas Económicas e Financeiras, e coautora do estudo *O Mercado Imobiliário em Portugal* (FFMS). _______________ Índice: (0:00) Início (2:53) Devemos penalizar as casas vazias? | Temos o direito de ter mais do que uma casa? (16:50) Habitação pública (20:35) Ou a solução está em facilitar a construção privada? | Posição Causa Pública sobre crise da habitação | Barreiras ao licenciamento (37:24) Especulação e financeirização da habitação? (49:11) Procura por estrangeiros: turismo (alojamento local), estatuto de residente não habitual, vistos gold, nómadas digitaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Igor Pantoja, coordenador de relações institucionais do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras. Nossa Cidade vai ao ar quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana no episódio 294 falamos sobre as empresas e a “trampa” por IA ou AI Slop e a desigualdade mundial da IA.
De acordo com José Luiz Portella, apesar de todos reconhecerem a existência do problema, há uma omissão generalizada — tanto da população quanto da elite — em agir contra ele
Desigualdade digital desafia inclusão no acesso à internet em São Paulo
Igor Pantoja, coordenador de relações institucionais do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras. Nossa Cidade vai ao ar quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Igor Pantoja, coordenador de relações institucionais do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras. Nossa Cidade vai ao ar quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 - Hoje, no Ulrich Responde...01:48 - Swap de dólar e estabilidade financeira global03:45 - Déficit fiscal e balança comercial dos EUA05:21 - Fed e injeção de liquidez em recessão07:38 - Pobreza relativa: China x EUA08:31 - Desigualdade de renda e automação13:44 - Bitcoin como reserva de valor14:35 - Investir na Austrália? Guerra e ETFs16:33 - Bancarização das exchanges e reservas fracionárias em Bitcoin18:40 - Frequência ideal de investimentos19:16 - Tokenização de ativos e oportunidades de investimento20:14 - Trump, protecionismo e valorização do dólar21:38 - Queda da natalidade e efeitos econômicos globais23:43 - Bitcoin pode chegar a US$150 mil?24:06 - Mercado como pacificador em conflitos globais25:38 - PIB dos EUA em queda: recessão à vista?28:59 - Morando na Europa, devo converter meu dinheiro em euro?29:38 - Valor mínimo para ter dinheiro fora do Brasil30:59 - O endividamento da China e relação com exportações32:37 - Conflito Índia x Paquistão e impacto no Brasil33:10 - Tarifas de Trump e queda na atividade da China34:08 - A decisão mais difícil da minha vida?34:54 - Recomendação de filmes35:29 - Teoria dos ciclos econômicos ainda é válida?35:37 - Elon Musk deixando governo e voltando à Tesla?
Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ela é apaixonada por ajudar os outros! Carina Pirró é psicóloga há mais de 20 anos, possuindo uma experiência notável no trabalho com a mente humana. Tendo atuado em atendimento hospitalar, ela viu com os próprios olhos fenômenos que muitos profissionais só veem nos livros. Assim, neste episódio do podcast, ela nos conta mais sobre a sua trajetória profissional e explica aspectos intrigantes sobre a psicologia humana. Aperte o play e confira.#psicologia #ansiedade #depressão #psicologiahospitalar #investigaçãocriminal #criminal Assista aos demais programas do Investigação Criminal:https://www.youtube.com/@ICInvestigacaoCriminal
Igor Pantoja, coordenador de relações institucionais do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras. Nossa Cidade vai ao ar quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Episódio gravado ao vivo no “Policy Fest”, organizado pelo Instituto de Políticas Públicas da Nova SBE. Simone Tulumello é geógrafo e investigador no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. É membro fundador da Rede H – Rede Nacional de Estudos sobre Habitação e autor do livro *Habitação para além da "crise": Políticas, conflito, direito* (Tigre de Papel, 2024). Vera Gouveia Barros é economista e investigadora, licenciada pela Nova SBE e doutorada pelo ISEG. Tem investigado nas áreas da Economia da Habitação e do Turismo, sendo autora de estudos com o position paper *A Situação da Habitação em Portugal*, publicado pela SEDES, onde integra o Observatório de Políticas Económicas e Financeiras, e coautora do estudo *O Mercado Imobiliário em Portugal* (FFMS). _______________ Índice: (0:00) Introdução (4:48) Início: Os principais factos da Crise da Habitação. | Taxa de sobrecarga das famílias em despesas em habitação | Barómetro da Habitação (FFMS) | Estudo Banco de Portugal: porque não desceram os preços quando os bancos centrais subiram as taxas de juro? (27:49) Mercado da habitação: falhas (37:50) Como aumentar a oferta de casas. Dados da OCDE | Precisamos de mais oferta pública? (50:07) Controlo de rendas? | Artigo: Digital Socialism, de Evgeny Morozov | O caso da Catalunha (58:40) Medidas para ajudar quem precisa a comprar casa. (1:04:26) Proprietários: a riqueza de milhões de portugueses aumentou nos últimos 10 anos | Quem compra vs quem arrenda | Quem mais sofre com a Crise são os mais pobres | O regresso das barracas (1:11:28) Precisamos de mais habitação pública? ______________ Esta conversa teve a sonoplastia de Hugo OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Igor Pantoja, coordenador de relações institucionais do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras. Nossa Cidade vai ao ar quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.