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Sob o signo do amor, Paris realiza neste final de semana a tradicional Nuit Blanche, ou “noite em claro”, com exposições, performances e instalações efêmeras na madrugada de sábado (6) para domingo (7). O evento acontece sob a égide do novo prefeito socialista de Paris, Emmanuel Grégoire, e celebra seus 25 anos com uma programação gratuita espalhada por toda a capital francesa, em museus, monumentos, espaços públicos e locais normalmente fechados ao público. Patrícia Moribe, da RFI em Paris A concepção artística desta edição foi confiada à DJ e produtora cultural Barbara Butch, nome conhecido da cena cultural parisiense, que escolheu o amor como eixo central da programação. "Num mundo marcado por relações de força, escolher o amor é um ato de compromisso", afirma a diretora artística. A proposta é transformar a cidade em um espaço de encontros e trocas, reunindo mais de uma centena de projetos artísticos em diferentes pontos da capital francesa. Barbara Butch também aparece no cartaz oficial do evento, fotografada pela dupla francesa Pierre e Gilles. Entre as exposições da Nuit Blanche 2026 está "Falando de Amor", que reúne trabalhos de 14 estudantes da Escola de Belas-Artes de Paris no Espace Niemeyer, sede histórica do Partido Comunista Francês projetada pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. A inspiração, explica a curadora independente Virginie Pringuet, nasceu da canção homônima de Antonio Carlos Jobim. Segundo ela, a escolha do título busca homenagear a amizade entre Niemeyer e o compositor brasileiro. A mostra foi concebida como um diálogo com a arquitetura do edifício e procura destacar a visão humanista e inovadora do arquiteto. E por falar de amor Criada especialmente para o local, a exposição apresenta esculturas, instalações sonoras e performances que utilizam a arquitetura modernista como ponto de partida. "Os estudantes observaram o prédio de muito perto, por dentro e por fora, explorando a cúpula, os jardins, as salas de reunião e os detalhes da construção", relata Pringuet. As intervenções ocupam principalmente o nível subterrâneo do edifício, uma área pouco conhecida pelo público. Segundo a curadora, as obras exploram o encontro entre linhas curvas e retas para propor uma experiência sensorial da arquitetura, destacando elementos como o concreto, a luz e os volumes do espaço. O percurso convida os visitantes a redescobrir uma das obras mais conhecidas da arquitetura brasileira em Paris durante a Nuit Blanche. Outro destaque da programação é "Sirénocturne", da artista francesa Annette Messager, apresentada na Piscine Château-Landon, antiga piscina pública do 10º distrito. Conhecida por trabalhos que abordam temas como memória, identidade e imaginário feminino, Messager transforma o espaço por meio de sons de sereias e intervenções visuais que dialogam com a água, a noite e o universo dos sonhos. A programação inclui ainda instalações como "Liquid Mirror", de Mathias Kiss, no Petit Palais; "La Déclaration", proposta participativa conduzida por Barbara Butch diante do Hôtel de Ville; e "On s'aime" ("Nós nos amamos"), projeto audiovisual construído a partir de depoimentos e declarações de amor coletados entre moradores de Paris e da cidade portuária de Le Havre. Aniversário especial A edição de 2026 tem um significado especial por marcar os 25 anos da Nuit Blanche, criada em 2002 e posteriormente adotada como referência para eventos semelhantes em diversas cidades ao redor do mundo. O aniversário oferece uma oportunidade para refletir sobre a evolução da iniciativa, que nasceu com o objetivo de ampliar o acesso à arte contemporânea e se tornou um dos eventos culturais mais conhecidos de Paris. Mais do que uma sequência de exposições, a Nuit Blanche mantém a proposta de ocupar lugares pouco habituais da cidade. Piscinas públicas, praças, prédios administrativos, monumentos históricos e espaços normalmente fechados ao público tornam-se cenários para intervenções artísticas durante uma única noite. Nesse contexto, tanto a Piscine Château-Landon quanto o Espace Niemeyer ganham novas leituras ao receber obras que dialogam com a memória e a arquitetura dos locais. Ao escolher o amor como tema da celebração de seus 25 anos, a Nuit Blanche também procura dialogar com um contexto internacional marcado por guerras, tensões e polarização. A curadoria defende a arte como espaço de encontro e imaginação coletiva, reunindo artistas consagrados, jovens criadores e milhares de visitantes esperados para percorrer Paris durante algumas horas da madrugada.
João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público.Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.Links: https://cargocollective.com/joaosousacardoso www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/ www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5 https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardosowww.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3 Episódio gravado a 06.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Os dois estudantes de Design de Comunicação da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto conquistaram o 1.º prémio da Filigrana Design Competition, da Joalharia do Carmo com a proposta "Não chores, Alice".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pesquisadora Carol Lazorda, historiadora e mestranda em Design e Cultura na Escola de Belas Artes da UFRJ, fala sobre moda sustentável e sobre a relação entre moda e território com foco na moda circular.Trabalho realizado na disciplina Laboratório de Áudio, do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação da UFRJ.Reportagem: Júlia LeonettiEdição: Alexandre Fifo Nascimento
O SantoFlow recebe Patrícia Cardim, CEO e diretora-geral do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, para uma conversa profunda sobre vida, liderança e rotina de fé.À frente de uma das instituições mais tradicionais do país — que completou 100 anos — Patrícia carrega a responsabilidade de liderar um legado familiar enquanto imprime inovação, criatividade e visão estratégica no mundo da educação.Mas neste episódio, vamos além da trajetória profissional.Ela abre sua história pessoal, compartilha os desafios de assumir liderança tão jovem, decisões importantes ao longo do caminho e como sua fé sustenta sua rotina, suas escolhas e sua forma de conduzir pessoas e projetos.Falamos sobre propósito, disciplina, identidade, equilíbrio entre vida profissional e espiritual, além da importância de manter valores firmes em ambientes de alta pressão.Uma conversa profunda, inspiradora e extremamente atual — especialmente para quem busca viver a fé no meio do mundo.✨ Um episódio elegante, inteligente e cheio de sentido.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Ei, você já conhece a única formação on-line do Padre Duarte Lara e da Maria Gabriela? Vem conhecer o Armas Espirituais:https://pay.kiwify.com.br/r9VbS60https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAgenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
João Marçal nasceu em Santarém, em 1980.Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito.O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho.Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma. Links: https://joaomarcal.com/ https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/ https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/ https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o https://soundcloud.com/marcal-dos-campos https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774 https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/ Episódio gravado a 17.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Neste programa, fomos até a um atelier em Belleville, em Paris, para conhecermos Rita RA, uma artista multidisciplinar, de 34 anos, que se define como “caçadora recolectora” de materiais e de momentos. Entre instalação, vídeo, arte digital, design, fotografia, pintura, colagem e tanto mais, Rita RA vive a arte como uma forma de aproximar as pessoas e isso reflecte-se nos seus workshops, exposições e projectos associativos. Rita Rebelo de Andrade, nome artístico Rita RA, chegou a Paris em 2023 e vive e trabalha entre a capital francesa e a portuguesa. A aventura Paris-Lisboa começou com um estágio em Paris com a artista portuguesa Carolina E. Santo e com a sua associação, a "Assembler du Dehors", agora instalada num acolhedor atelier no bairro de Belleville. Depois do estágio, a artista continuou a trabalhar com Carolina E. Santo e alguns dos seus trabalhos poderão ser vistos entre 28 e 31 de Maio neste atelier, no âmbito das chamadas “portas abertas dos artistas de Belleville”. Rita RA formou-se em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, fez Erasmus em Arte Multimédia em Ljubljana, na Eslovénia, e um mestrado em Artes Cénicas na Universidade Nova de Lisboa. Trabalhou na produção de eventos da Galeria Underdogs (fundada por um dos mais internacionais artistas portugueses contemporâneos, Alexandre Farto, aka Vhils) e na produção artística do Festival Iminente, em Lisboa, que junta música, artes visuais e cultura urbana. Também ajudou a desenvolver o Centro Cultural Brotéria e está a co-criar o projecto associativo Casa Redonda, igualmente em Lisboa (que vai ser oficialmente lançado a 21 de Maio). Para ela, a arte é uma forma de se estar na vida e reflecte-se em projectos criativos colaborativos com outros artistas e com o próprio público. Rita diz que quer "aproximar pessoas, gerar pensamento crítico e desenvolver pontes" e é isso que tem feito e promete continuar a fazer. Uma das peças que ela mais acarinha chama-se “Comunhão” e é uma obra impressa em papel hóstia e destinada a ser comida pelos visitantes. No dia da entrevista à RFI, em cima da mesa de trabalho do atelier de Belleville, estavam livros, postais e uma resma enigmática de papéis de tom pastel que têm muitas histórias para contar. Quisemos conhecer algumas dessas histórias, das criações em curso, dos projectos e ambições e foi por essas andanças que a conversa divagou. Para ouvir neste programa.
Como é já tradição há longos anos, o Ensaio Geral regressa à Póvoa de Varzim para acompanhar o Festival Literário Correntes d'Escritas. No programa desta semana juntam-se na mesa da rádio dois escritores com livros novos. O português Rui Zink está a lançar "Olga Salva o Mundo", e o brasileiro Itamar Vieira Júnior apresenta "Coração sem Medo". Neste Ensaio Geral especial, conversamos também a cantora, poeta, artista plástica Márcia, que na Póvoa de Varzim tem uma exposição de desenho e pintura intitulada “É preciso espaço para falhar”.
André CortezFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Ali encontra Daniela Thomas onde inicia uma parceria e também, como considera, uma continuação de sua formação. A partir de então já assinou mais de cem projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.Julio DojcsarCenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações). Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Esteve como professor especialista convidado do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp – 2019, onde ministrou entre outros projetos o curso Intervenção Urbana e Teatro. Prêmio de Melhor Cenografia festival internacional de Gazenga – Angola 2017 com o espetáculo Revolver do Coletivo Negro. Prêmio Shell de Figurino em conjunto com Silvana Marcondes – O Santo guerreiro e o Herói Desajustado – Cia São Jorge de Variedades – 2008. Osvaldo Miguel GabrieliEstudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.Renato Bolelli RebouçasDiretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.Carol BučekProfissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Desde 2015, é coordenadora de cenografia da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), tendo contribuído também para o festival Mirada desde 2010 e, mais recentemente, para a Bienal SESC de Dança. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se as óperas Macbeth e O Navio Fantasma (TMSP), Ariadne de Naxos e Os Montecchios e os Capuletos (Theatro São Pedro).Entre 2018 e 2020, atuou como professora no curso de Cenografia da EBAC e, desde 2022, coordena o curso Técnicas de Palco no Instituto de Teatro Brasileiro (ITB).
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "O Agente Secreto" (2025), de Kleber Mendonça Filho. O longa é o representante oficial do Brasil no Oscar 2026 e concorre a quatro estatuetas: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Elenco. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos os vários aspectos que levaram "O Agente Secreto" a se tornar um filme brasileiro tão celebrado mundialmente nesta temporada, desde os prêmios conquistados no Festival de Cannes até o Globo de Ouro e o Oscar. Aspectos que incluem o uso cada vez mais aprimorado da linguagem cinematográfica por Kleber e sua equipe, a união perfeita de imagem e trilha sonora e, claro, o elenco formidável que conta com a grande revelação do ano: Tânia Maria, intérprete da impagável Dona Sebastiana. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Introdução com carnaval e expectativa para o Oscar 00:06:43 - Um filme melhor após o outro 00:11:41 - (Re)criando memórias 00:19:24 - O verdadeiro agente secreto 00:25:20 - Os grandes coadjuvantes 00:29:17 - O que aconteceu com Armando? 00:35:37 - A Perna Cabeluda 00:40:17 - Divisão em capítulos 00:44:46 - A elite e os matadores 00:52:41 - Elza e Hans 00:56:15 - Memórias analógicas e musicais 01:06:19 - Considerações finais e cenas ou momentos favoritos O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
(00:00:00) Générique et présentation (00:01:30) (1) Avant le départ (00:04:50) (2) Isaac et ses fils (00:07:50) (3) La mission confiée à Jacob (00:11:55) (4) La bénédiction (00:15:20) (5) Le repentir d'Ésaü ? (00:17:40) (6) Les silences de Jacob et de Yahvé (00:20:28) Générique de fin Dans ces tous premiers versets, Jacob demeure absolument silencieux. Pas un son, pas même un geste. Rébecca aussi disparaît du paysage narratif. Les premiers pas de l'exil de Jacob laisse place à la parole des victimes du stratagème de Rébecca : Isaac et Ésaü. NOTES Le destin de RébeccaBIBLIOGRAPHIE | CARTES & ILLUSTRATIONSÉpisode enregistré en Vendée (85, France), janvier 2025. Image de couverture : Rodolfo AMOEDO, le départ de Jacob, 1884 – huile sur toile : 105,5 cm x 136 cm (Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, BR) – source : wikimedia-commons.CHAPITRES 00:00 Générique et présentation 01:30 (1) Avant le départ 04:50 (2) Isaac et ses fils 07:50 (3) La mission confiée à Jacob 11:55 (4) La bénédiction 15:20 (5) Le repentir d'Ésaü ?17:40 (6) Les silences de Jacob et de Yahvé 20:28 Générique de finPlateformes d'écoute | Réseaux Sociaux | @Contact podcast@aularge.eu | Infolettre | RSS Au Large Biblique, un podcast conçu, réalisé et animé par François Bessonnet, prêtre & bibliste. Génériques : Erwan Marchand (D.R.)Sous Licence Creative Commons (cc BY-NC-ND 4.0 FR)Soutenez le podcast avec Tipeee ou Ko-fihttps://linktr.ee/aulargebiblique
Nesta quarta-feira, às 8h, no Papo Empreendedor da @guaruja929fm você vai conhecer as histórias de Cristiane Búrigo, Giovana Ramos & Paulo Gonçalves Júnior.Cristiane é artista, empreendedora e fundadora da Casa 12 Atelier.Cresceu em uma família de origem italiana, marcada pelo convívio, pela valorização da educação e por uma forte presença feminina, o que moldou desde cedo sua sensibilidade artística, seu olhar humanista e seu senso de coletividade. Formou-se em Belas Artes pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e é pós-graduada em História da Arte pela Unisul, seguindo uma vocação que já se manifestava na infância, entre a pintura, a escrita e as aulas de arte.Ao longo da sua trajetória profissional, atuou na indústria cerâmica, no ensino artístico e no empreendedorismo criativo. Viveu experiências marcantes no setor da moda e da confecção na década de 80, liderando uma marca de jeans em um período de grandes desafios econômicos, o que contribuiu de forma decisiva para sua visão de negócio, resiliência e gestão. Posteriormente, direcionou sua criatividade para o universo da decoração, iniciando o movimento de “vestir a casa”, a partir do desenvolvimento de cortinas, tecidos, almofadas e elementos autorais.A Casa 12 Atelier nasce dessa vivência artística e empreendedora, unindo pintura, tecido, curadoria e sensibilidade estética. Ao lado dos sócios Ana e Luís, Cristiane construiu uma marca baseada em relações de confiança, empatia e parcerias duradouras com fornecedores, arquitetos e equipe. Mais do que um espaço físico, a Casa 12 representa um conceito sensível de morar, onde arte, afeto e identidade se encontram.Giovana Ramos é empreendedora, esteticista e cosmetóloga, atuando desde os 27 anos na área da estética, sempre com um olhar atento, sensível e responsável no cuidado com as pessoas. Aos 31 anos, construiu sua trajetória profissional acreditando que estética, saúde e autoestima caminham juntas, e que cada atendimento deve respeitar a individualidade, a história e as necessidades de quem está do outro lado.Seu trabalho é guiado por princípios sólidos como ética, atualização constante e responsabilidade profissional, entendendo a estética como parte do bem-estar físico, emocional e da autoconfiança. Apaixonada por cuidar de pessoas, Giovana valoriza a escuta, o acolhimento e a construção de relações verdadeiras com suas clientes.Além da carreira, é mãe do Antony, de 2 anos, papel que ampliou ainda mais sua visão sobre empatia, equilíbrio e consciência. Como ser humano e empreendedora, acredita no crescimento emocional, na leveza das relações e na construção de uma vida mais consciente, gentil e alinhada com propósito.Paulo Gonçalves Júnior Mais conhecido como Juninho Gonçalves, é empresário, administrador e corretor de seguros. Iniciou sua trajetória profissional aos 15 anos, trabalhando na metalúrgica da família, e aos 18 passou pela área de marketing da Ceusa Revestimentos, onde ampliou sua visão estratégica sobre negócios e marca.Aos 19 anos, ao lado da irmã e do cunhado, fundou a Ozonio Corretora de Seguros, empresa que em 2026 completa 20 anos de história e hoje é a terceira maior corretora de Santa Catarina, com 29 colaboradores e mais de 5 mil clientes ativos.É formado em Administração com habilitação em Marketing pela Faculdade FASC e possui formação e habilitação como corretor de seguros pelo Instituto da SUSEP, além de especialização em seguros de transportes (cargas).Paralelamente à atuação empresarial, sempre esteve envolvido com iniciativas culturais e eventos, sendo um dos criadores da FEIJURU, festa que teve 10 edições de grande sucesso. Atualmente, é presidente da tradicional Festa do Vinho de Urussanga, conectando empreendedorismo, gestão e valorização da cultura regional.Não fique de fora dessa!#guarujátáon #papoempreendedor #rádio #grandesempreendedores #empreendedorismo #casa12 #mulheres #empresárias
Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Distrito Federal para compor essa “mesa” de diálogos.Heloisa Lyra BulcãoCenógrafa e figurinista, desde 1982, com atuação em teatro, dança, cinema e exposições. É pesquisadora e professora independente, com 2 pós-doutorados em educação (UERJ/CNPq e UERJ/Faperj) e doutorado em artes cênicas (UNIRIO). Autora dos livros Luiz Carlos Ripper para além da cenografia (FAPERJ, 2014) - indicado a prêmios APTR e Questão de Crítica - e Luiz Carlos Ripper: poesia e subversão (FUNARTE, 2016). Foi uma das curadoras da exposição brasileira na Quadrienal de Praga 2023, que recebeu o prêmio de Melhor Trabalho em Equipe na Mostra dos Países e Regiões. Maria CarmenÉ cenógrafa e figurinista há 53 anos, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Criou cenários e figurinos para mais de 100 peças teatrais e megaespetáculos de rua. Trabalhou no Rio com Aderbal Freire F.º, Cecil Thiré e Domingos de Oliveira, organizou o Departamento de Figurino da TVE e traduziu o livro "Espaço–Teatro" de Bepi Pastore. Especializou-se em arquitetura cênica na Itália, revitalizando 33 teatros históricos. Em Brasília, fundou o NAC, coordenou cursos do ESTEC, projetou o Teatro Goldoni e fundou o Atelier Cenográfico. Atuou como Coordenadora de Difusão Cultural da FUNARTE (2007-2009). Maíra CarvalhoÉ diretora de arte, produtora e pesquisadora desde 2002. Em seu currículo, tem cerca de cinquenta produções de conteúdo audiovisual, dentre longas-metragens, séries, telefilmes, curtas, além de dezenas de produções publicitárias, espetáculos teatrais e cenografias de eventos. Em maio de 2025, foi agraciada com a Sigla da Associação Brasileira de Cinematografia, assinando a partir de então como Maíra Carvalho, ABC.De 2006 a 2015, foi professora de audiovisual e direção de arte em faculdades do DF. É graduada em História e Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília, especialista em História e Estética do Cinema pela Universidad de Valladolid (Espanha) e em História da Arte pela Faculdade Dulcina de Moraes.É sócia criadora da produtora Quartinho Direções Artísticas e sócia da BRADA (Coletivo de Diretoras de Arte do Brasil) e da API (Associação das Produtoras Independentes) da ABC (Associação Brasileira de Cinematografia).Cyntia CarlaFigurinista, diretora, professora, circense, atriz, cenógrafa e maquiadora. É professora efetiva na UnB- Universidade de Brasília, lecionando disciplinas em diferentes áreas com ênfase em maquiagem e figurino. Graduou-se como bacharel em artes cênicas e é mestra na linha de pesquisa poéticas contemporâneas com a dissertação “O Livro de Lilitt: a construção de um corpo performático”, ambos pela UnB – Universidade de Brasília. Doutora pela Universidade de Lisboa - Doutoramento em Artes (Artes Performativas e da Imagem em Movimento), com a tese “De Ponta-cabeça: Percursos Feministas No Circo”. Como figurinista, cenógrafa e maquiadora atuou principalmente na cidade da Brasília assinando mais de 60 projetos incluindo; dança, cinema, circo, teatro e ópera. Foi integrante e membro fundadora do grupo de teatro-circo “Trupe de Argonautas” no Brasil e do grupo Soul Circus Almada em Portugal.Roustang CarrilhoÉ multiartista, Mestre em Artes Cênicas pela UnB e Técnico em Canto Popular pela Escola de Música de Brasília. Referência como cenógrafo e figurinista no Distrito Federal, reúne mais de 25 anos de atuação em projetos de dança, música, cinema e teatro. Sua pesquisa articula estética, performance e processos colaborativos de criação.Atua também como diretor de palco e ator. Integra a Andaime Cia. de Teatro (desde 2008) e o Coletivo Antônia (desde 2010). Realizou trabalhos em Portugal, Nova York, Chile, México e Praga.
O Museu Guimet apresenta em Paris a exposição “Mangá. Uma arte completa!”, uma imersão nas origens e na evolução do mangá. A mostra reúne obras raras, revistas históricas e peças das coleções japonesas para revelar tradições, influências ocidentais e a força criativa de mestres dos séculos 20 e 21 — uma viagem ao universo que transformou o mangá em verdadeiro fenômeno global. Márcia Bechara, da RFI em Paris Em vitrines e painéis, visitantes percorrem séculos de narrativas gráficas japonesas, do teatro nô às primeiras experiências com animação, passando pelo humor satírico da imprensa e pela explosão de gêneros que marcou o século 20. A curadoria é assinada por Estelle Bauer, que sublinha o ineditismo da iniciativa. “Eu acho que é a primeira vez que mangás são expostos em um museu de Belas Artes, numa instituição parisiense. Eles estão muito curiosos no Japão com os resultados dessa exposição”, refletiu. A declaração resume o impacto institucional dessa entrada definitiva do mangá no circuito das artes visuais da capital francesa. Especialista em arte japonesa, Bauer explica como buscou evidenciar a profunda ligação entre os mangás contemporâneos e a iconografia ancestral do Japão. “Eu sou historiadora da arte japonesa, então olho os mangás com essa referência e esse conhecimento da arte antiga do país. Isso era uma evidência, existe uma imensidão de relações entre o Japão antigo e os personagens do mangá que usam, por exemplo, máscaras de teatro antigas", exemplificou. "Há cenas que são tiradas diretamente de lendas japonesas. Foi umpouco isso que tentamos mostrar.” A exposição revela esse diálogo ao aproximar obras do acervo tradicional do museu — esculturas, máscaras, pinturas — das narrativas visuais dos mangakás modernos", destaca. Conexões estruturais dos mangás Para Bauer, essas conexões não são apenas estilísticas, mas estruturais para o trabalho de criação dos autores. “Os mangakás se inspiraram muito de sua tradição, de sua cultura visual, e foi isso que tentamos mostrar na exposição, criando uma espécie de diálogo entre as obras do museu, as obras de coleções patrimoniais e os mangás.” Em um dos núcleos mais comentados da mostra, uma escultura rara exemplifica essa relação direta com o imaginário pop. “Acho que o autor de Dragon Ball se inspirou de aspectos variados da tradição japonesa, mas uma das referências possíveis é o dragão que caça a Pérola da Sabedoria. Apresentamos, durante a exposição, uma escultura que faz referência a isso, e que, na verdade, foi um presente do antepenúltimo Shogun do Japão ao imperador Napoleão 3° em 1864.” Um olhar complementar sobre a mostra é o de Valentin Paquot, especialista em mangás e consultor do catálogo da exposição. Ele chama atenção para a dimensão industrial e econômica desse universo, frequentemente esquecida em debates artísticos. “Houve uma abordagem realmente industrial e não somente artística na criação dos mangás. É claro que se trata de um gênero artístico legítimo, mas, por trás dos mangás, existe também muito dinheiro... Apenas em 2024, esse mercado gerou 704 bilhões de yens somente no Japão, ou seja, um total equivalente a € 4 bilhões, é uma soma colossal. Nós adoraríamos dispor de um orçamento igual para os quadrinhos na França”, compara. Leia tambémDiva do mangá, japonesa é segunda mulher a vencer o Festival Internacional de HQ da França Paquot lembra que o boom editorial japonês, impulsionado pelo pós-guerra e pelo baby boom, foi decisivo para a consolidação de um mercado de larga escala. “É um segmento muito mercantilizado, com um volume enorme de revistas. Essa explosão começou na época do baby boom japonês, com mais de 80 revistas mensais na época. E, além disso, o mangá também foi muito usado como veículo de publicidade.” Paquot também destaca a presença marcante dos yōkai, seres sobrenaturais do folclore japonês que atravessam tanto mangás quanto animes. “Se nos voltarmos ao que chamamos de yokais, ou seja, aos monstros japoneses, que estão muito bem sublinhados nessa exposição, podemos ver o incrível bestiário presente nesse repertório japonês, e, na verdade, trata-se de uma gramática muito conhecida lá. Isso quer dizer que, se usamos um determinado personagem, sabemos com antecedência a mensagem que se quer passar...” Segundo ele, essa gramática visual não impede liberdade criativa — ao contrário. “E se o mangaká tiver vontade de brincar, ele pode criar o que chamamos de ‘gap', uma surpresa, ou seja, ele vai utilizar um monstro do qual é esperado um determinado comportamento, mas que vai fazer exatamente o oposto. Os mangakás adoram nos surpreender desse jeito...” Tradição e cultura pop em diálogo “Manga. Tout un art!” ocupa três andares do Museu Guimet e foi concebida para apresentar o mangá em paralelo às coleções asiáticas da instituição — de máscaras do teatro Nô, vestes de samurais e katanas a desenhos originais de Dragon Ball, One Piece, Naruto e Astro Boy. A curadoria apostou em uma montagem dinâmica que atrai o público jovem sem perder densidade histórica. Um dos pontos altos é a sala dedicada à Grande Onda, um clássico de Katsushika Hokusai (1830/1831), onde se discute como o “traço claro e estruturado” do mestre "antecipa códigos narrativos dos quadrinhos modernos" — e como essa iconografia segue influenciando autores e estilistas. A mostra também destaca o papel de Osamu Tezuka, cujas séries Astro Boy e A Princesa e o Cavaleiro ajudaram a revolucionar linguagem e formatos, abrindo caminho para gêneros como o shōjo (voltado originalmente para meninas) e para movimentos mais adultos como o gekiga. Como gesto de ponte com novas gerações, o cartaz da exposição foi encomendado ao mangaká francês Reno Lemaire (Dreamland), reforçando o diálogo entre tradição japonesa e produção contemporânea. De onde vem o mangá: raízes, encontros e viradas Embora o termo “mangá” tenha sido popularizado por Hokusai no século XIX e hoje seja associado às HQs japonesas, suas raízes remetem aos emaki (rolos narrativos) da era medieval e ao repertório do ukiyo‑e. A exposição em Paris parte exatamente dessa genealogia para ler o mangá como herdeiro de séculos de visualidade. O encontro com o Ocidente, no fim do século XIX, incorporou a tradição de caricatura e sátira dos jornais europeus, catalisando o nascimento do mangá moderno com autores como Kitazawa Rakuten. Já na primeira metade do século 20, o kamishibai — o “teatro de papel” de rua — refinou a narrativa seriada e a relação direta com o público, elementos que migram depois para as revistas e, mais tarde, para o anime televisivo. O kamishibai tem raízes nos emaki e em práticas de narração pictórica (etoki); sua “era de ouro”, nas décadas de 1930–50, antecede a popularização da TV — não à toa apelidada de “kamishibai elétrico”. Muitos artistas transitaram do kamishibai para o mangá e o anime, sedimentando técnicas e modos de contar histórias que hoje são marca do quadrinho japonês. Uma paixão brasileira? O Brasil tem uma relação de longa data com o mangá e o anime. Lobo Solitário chegou ao país em 1988, e a consolidação do formato “de trás para frente” se deu de forma massiva com Dragon Ball, no início dos anos 2000. A partir daí, editoras especializadas e selos de grandes grupos aceleraram a oferta e profissionalizaram a distribuição. O resultado aparece nas vendas: entre julho de 2023 e julho de 2024, 71% dos 100 quadrinhos mais vendidos em livrarias brasileiras foram mangás — com liderança da Panini, seguida pela JBC (adquirida pela Companhia das Letras em 2022), entre outros selos. Em outro recorte, os mangás concentraram 46,7% das vendas do mercado de quadrinhos no país, confirmando o apelo da cultura pop japonesa. Esse interesse transborda para eventos e streaming. A CCXP, maior festival de cultura pop do mundo em público, reuniu 287 mil pessoas em 2023; e a Crunchyroll anunciou, em 2024, que o Brasil já é seu segundo maior mercado de assinantes globais — impulsionando dublagens, estreias em cinema e ativações de grande porte. Mesmo num cenário em que o hábito de leitura geral encolheu — o país perdeu cerca de 6,7 milhões de leitores em quatro anos, segundo a pesquisa Retratos da Leitura 2024, organizada pelo Instituto Pró‑Livro (IPL) — o mangá mantém tração ao se apoiar em uma cadeia multimídia (animes, games, produtos licenciados) e em comunidades de fãs muito engajadas. Números, gêneros e linguagem do mangá Para além do rótulo “quadrinho japonês”, o mangá se organiza por segmentação etária e temática (shōnen, shōjo, seinen, josei etc.) e por gêneros que vão do épico de ação à introspecção psicológica, passando por romance escolar e ficção científica — uma diversidade que facilita identificação e renovação de leitores. A transposição para anime e o modelo em formato de série na publicação ajudam a sustentar fidelização e vendas recorrentes. No Brasil, essa dinâmica se reflete em listas de mais vendidos dominadas por franquias como One Piece, Demon Slayer e Jujutsu Kaisen, ao lado dos clássicos nacionais infantis — um arranjo que mostra coexistência de perfis geracionais e explica o espaço dos mangás nas prateleiras e nos eventos.
Até dia 22 de dezembro, você pode conferir a exposição Paris–Rio, no Largo do Millôr, em Ipanema. A iniciativa é da Escola de Comunicação e da Escola de Belas Artes da UFRJ, em parceria com a Escola Superior Profissional de Artes Gráficas de Paris. A proposta foi tratar temas diversos, como cultura e meio ambiente, incentivando a produção de estudantes que residem nas duas capitais.Reportagem: Vitória Matos, Ana Patomatti e Luan ArrigoniEdição: Gustavo Silveira
A décima edição da Bienal de Artes e Design da EBA reúne 65 obras de estudantes de graduação e pós-graduação da instituição. Com o tema “Ecos”, os trabalhos possuem múltiplas linguagens e abordam questões sociais e ambientais contemporâneas. A mostra pode ser visitada pelo público até o dia 17 de janeiro, de terça-feira a sábado, das 12h às 19h. A entrada é gratuita.Reportagem: Beatriz FonsecaEdição: Gustavo Silveira
O Conselho Estadual de Cultura (CEC), órgão consultivo vinculado à Secretaria da Cultura (Secult), aprovou, na última semana, a minuta de tombamento do Sítio Histórico do município de Santa Teresa, na Região Serrana do Estado. O que muda a partir de agora? Segundo a Secult, o tombamento é um "ato administrativo que visa preservar, por meio da legislação, bens de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental, protegendo-os contra alterações ou danos que comprometam suas características originais". Após aprovação da minuta de resolução de tombamento pela plenária do Conselho Estadual de Cultura, o documento segue para homologação do governador do Estado. Com a publicação do documento homologado no Diário Oficial, o sítio histórico será inscrito no livro do Tombo Histórico e no Livro de Tombo das Belas Artes, finalizando o processo de tombamento.
Pedro O Novo (Portugal, 1992) vive e trabalha em Lisboa. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Pedro O Novo encontra inspiração na literatura, sobretudo nos clássicos, para criar os seus personagens e referências. Estas são incorporadas na pintura de forma literal, mas com um toque fantasioso, transmitindo a sua essência e imediatismo. Nas suas pinturas, existe um constante sentido de revivalismo e nostalgia por outro tempo — um tempo que nunca viveu. Atualmente, está a estudar marcenaria e planeia integrar o rigor, o método e a tridimensionalidade desta disciplina no seu universo pictórico. Entre as suas exposições individuais destacam-se: Vernissage (Balcony Gallery, 2025), Sign Shop (Appleton Box, Lisboa, 2025), Primeira Década (Braço Perna, Lisboa, 2024), Dói-me a paleta (Atelier “Caro Olaias”, Lisboa, 2019), Nostalgia (Galeria Municipal, Beja, 2017). Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais: EDGE IS VIRTUE - Dialogue #12 (Dialogue Gallery, Lisbon, 2025), Encontros Imediatos de Segundo Grau (Galeria Avenida da Índia, Lisboa, 2023), Hearts On Fire (Plato Gallery, Évora, 2023), Spike to Spika (Monumental Gallery, Lisboa, 2023), Pintura sem Fim (Brotéria, Lisboa, 2023), Why do We Watch Cartoons & Documents of Innuendo (Ainori Gallery, Lisboa, 2022), POW SPLAT YEAH (Appleton Box, Lisboa, 2021), Novos Olhares sobre o Côa (Museu Arqueológico do Carmo, Lisboa, 2017). Links: https://pedroonovo.com/about/ https://balcony.pt/pedroonovo/ http://www.ainori.pt/pt/pedro_o_novo_2.html https://www.instagram.com/p/DNTXvbQMU3J/ https://www.agendalx.pt/events/event/pedro-o-novo/ Episódio gravado a 22.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Márcio Desideri é doutorando em Artes da Cena na UFRJ. É mestre e bacharel em Artes Visuais pelo instituto de artes da UNESP. Trabalhou nos filmes “Inexplicável” e “Homem com H”, e em séries, como “Senna”, da Netflix, e também teatro, com reconhecimento internacional e nacional. Escreve artigos científicos sobre a linguagem da maquiagem, bem como ensaios e contos. Foi professor da universidade Belas Artes e do Senac, ambos de São Paulo.O mercado de maquiagem cênica está em expansão. Com o avanço tecnológico, as formas emergentes do fazer se multiplicam e necessitam de profissionais capacitados para novas demandas. Entretanto a dicotomia entre o saber e a popularização virtualizada da práxis, dificulta o ofício, como as consequências da desvalorização do maquiador, falta da mão de obra qualificada, regularização da profissão, escassez de fundamentação teórica e a desinformação de técnicas, processos e procedimentos. Dessa forma o setor despreparado pode não compreender o potencial que a prática da maquiagem possibilita e sua importância na nossa sociedade, em que agrega a indústria de entretenimento e o circuito das artes.Neste livro pioneiro no Brasil, abordaremos a relevância da maquiagem para os palcos, destacando técnicas, processos e procedimentos fundamentais para a realização de um trabalho qualificado. Além de um breve panorama sobre sua história, na qual explicaremos os produtos a serem utilizados, os variados processos criativos e os desafios durante o percurso, o mercado profissional, o uso de inteligência emocional, cuidados com a imagem, a postura do maquiador e a criação de portfólio. Bem como técnicas com o passo-a-passo e os procedimentos corretos, abrangendo o uso do airbrush e próteses de látex. Além de introduzir a teoria das cores, os fundamentos da maquiagem cênica, como composição, luz e sombra, volume e formas. Ademais relacionaremos a maquiagem com a linguagem do desenho, da pintura e da escultura. Dessa maneira oferecemos aos profissionais da área que buscam reatualizar o conhecimento, como para os iniciantes, e não apenas só maquiadores, como também os atores, produtores e diretores, um material didático e prático, com intuito de revelar e informar sobre o universo fascinante que é a maquiagem cênica.Site/Rede social do trabalho: https://www.maquiartista.com.br/about-2-1Link para compra: https://www.travessa.com.br/maquiagem-cenica-tecnicas-processos-e-procedimentos/artigo/1474bed6-e70c-4454-a132-8116913395da (Travessa: site direcionado pelo site do convidado)https://acasocultural.com.br/produtos/maquiagem-cenica-tecnicas-processos-e-procedimentos/
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Uma Batalha Após a Outra" (One Battle After Another, 2025), de Paul Thomas Anderson. Estrelado por Leonardo DiCaprio, Teyana Taylor, Sean Penn, Chase Infiniti, Benicio Del Toro e Regina Hall, o longa é um dos melhores lançamentos do ano e forte candidato ao Oscar 2026. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Inspirado no livro "Vineland", de Thomas Pynchon (mesmo autor de "Vício Inerente"), "Uma Batalha Após a Outra" conta a história de Bob Ferguson (DiCaprio), um antigo revolucionário que é arrastado de volta a um mundo de perigos e conspirações quando sua filha, Willa (Infiniti), é colocada em risco. Em meio a confrontos intensos e situações imprevisíveis, ele precisa desafiar seu próprio passado para tentar salvá-la, em uma história marcada por ação incessante e reviravoltas inesperadas. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "One Battle After Another" (2025), de Jonny Greenwood; "The Revolution Will Not Be Televised" (1971), de Gil Scott-Heron; e "Dirty Work" (1971), de Steely Dan. Todos os direitos reservados aos artistas.
Este fim-de-semana, o Museu de Arte Moderna de Paris abriu as portas ao mais recente trabalho da coreógrafa portuguesa Tânia Carvalho. "Nem tudo é visível, nem tudo é audível" é uma criação concebida em homenagem a Pierre Boulez, por ocasião do centenário do compositor francês. A performance envolve mais de trinta alunos dos Conservatórios Nacionais de Lyon e Paris e propõe uma deambulação coreográfica, musical e museológica. “Nem tudo é visível, nem tudo é audível” transforma o museu numa partitura em movimento, onde o público é convidado a traçar o seu próprio percurso sensorial, que acaba por ser fragmentado e único. A deambulação impossibilita uma visão total da obra e convida o espectador a perder-se entre o (in)visível e o (in)audível. “Não é preciso estar sempre presente em todo o lado nem saber sempre o que se passa em todo o lado. Às vezes é bom deixar escapar coisas, porque o que é para vir ter até nós, vem”, afirma Tânia Carvalho, que acrescenta que o titulo da performance surgiu da própria experiência de criação: “Quando comecei a fazer isto, percebi que não queria uma deambulação em que as pessoas vissem sempre a mesma coisa ao mesmo tempo. Num museu é impossível ver tudo.” A peça estreou no Museu de Belas-Artes de Lyon e foi adaptada ao espaço parisiense, respeitando a arquitectura e o ritmo das salas: “Há muitas salas e são mais pequenas. Quis que as pessoas se pudessem dispersar e procurar o seu lugar. Não fiz a pensar nas obras, fiz a pensar onde é que cada parte de dança ficava melhor, com que música.” Sobre a relação com Pierre Boulez, Tânia Carvalho admite que foi uma descoberta. “Até agora não tinha assim muita relação. Já conhecia, mas não muito bem. E agora já ouvi bastante. A relação mudou. Foi uma encomenda, porque é o centenário do seu nascimento, e decidiram festejar a sua existência, o seu trabalho, o seu percurso. Eu aceitei.”
Design [ … ] Dito, é um podcast parceiro da TV Unifor, que explora o universo do design de forma crítica e despojada, trazendo convidados que compartilham suas vivências, desafios e perspectivas sobre a área, e tem por objetivo debater e conhecer os espaços de atuação do design no mercado de trabalho. O nome do programa, [ … ] Dito, funciona como uma metáfora para as maneiras como o design é entendido: ele pode ser [mal]dito (mal compreendido), [pré]dito (com uma interpretação prévia) ou [ben]dito (quando sua intenção é perfeitamente captada), dentre outros.No episódio de estreia do podcast Design [ … ]Dito, disponível no canal Uniforcast em todos os tocadores de áudio, os apresentadores Jorge Godoy e Bruno Ribeiro, professores da Universidade de Fortaleza, recebem João Vilnei, professor da UFC em Quixadá e professor de Artes no ICA da UFC. O convidado, que é doutor em Arte e Design pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto FBAUP/Portugal, mestre em Criação Artística Contemporânea pela Universidade de Aveiro – UA/Portugal e bacharel em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Ceará – UFC/Brasil, se autodefine em sua biografia como "artista" antes de qualquer outra coisa, refletindo o tema central da conversa: a intersecção entre arte, design e comunicação. No episódio “Vamos Frescar”, que se configura como uma rica sessão de conselhos para estudantes, João Vilnei enfatiza a importância de uma mudança de mentalidade na jornada acadêmica e profissional. Ele aconselha os alunos a olharem para seus projetos não apenas como trabalhos, mas como produção de conhecimento. Reforça que o estudo, e não a ferramenta, é o que realmente define um designer. João Vilnei também motiva os estudantes a reconhecerem seu potencial técnico e criativo para participar de projetos que visam a melhoria da sociedade, usando o design como uma poderosa ferramenta para esse fim. O professor aborda ainda a independência que osalunos adquirem ao entrar na faculdade e o fato que a entrada no mercado de trabalho acontece no exato momento em que iniciam a vida universitária, incentivando uma postura proativa e responsável. O podcast Design [ … ] Dito é uma produção do núcleo de podcast da TV Unifor, plataforma que explora o universo do design de forma crítica e despojada, trazendo convidados que compartilham vivências e desafios sobre a área.Ficha Técnica: Produção: Beatriz Barros, Isabela Fortaleza, Clara de Assis, Wivyna Santos, João Pedro Moreira e Matheus Pinheiro Coordenação Técnica: Hélio Viana Professora Orientadora: Ana Paula Farias Secretária Executiva: Tamires Andrade Direção TVU: Max Eluard Direção de Comunicação, Marketing e Comercial: Ana Quezado Reitor: Randal Martins Pompeu Emissora: TV Unifor - Universidade de Fortaleza Transmissão: Canal UniforCast - Spotify, Deezer, entre outros.
"Aquela que eu (não) fui" é um espetáculo da Cia. Luna LuneraEduardo Andrade possui graduação em Arquitetura e Urbanismo e Mestrado em Artes pela UFMG, Doutorado em Artes Cênicas pela UFRJ, com sanduíche na Columbia University (EUA) pelo CNPq. Tem experiência nas áreas de Arquitetura e Artes, com ênfase em Cenografia, tendo desenvolvido dezenas de trabalhos para teatro e dança, além de algumas produções em cinema e TV (portifólio disponível no site www.edandrade.com.br). Recebeu diversas indicações e prêmios na área e teve a oportunidade de participar de festivais e montagens em variadas localidades do país e do exterior. Desde 2008 é professor efetivo da Escola de Belas Artes da UFMG, onde coordena o Laboratório de Cenografia e Iluminação Cênica (LIC), atuando na pesquisa e no ensino na área da realização plástica do espetáculo. É cofundador e líder do Grupo de Pesquisa "Barracão - Cenografia e outras práticas espaciais cênico-performáticas" que investiga a prática da cenografia e sua relação com os elementos constituintes do discurso cênico. Integra o quadro docente do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG, atuando na linha de Pesquisa Poéticas Tecnológicas. Suas pesquisas envolvem o campo da iluminação cênica, o uso de tecnologias na cena e, mais especificamente, as noções de teatralidade e performatividade aplicadas às artes visuais e à cenografia teatral. É autor do livro "O espaço encena: teatralidade e performatividade na cenografia contemporânea", fruto de sua tese de doutorado, laureada com Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2020.@edsandrade | edandrade.comMorgana Mafra é artista, pesquisadora e professora de dança e performance. Doutora em Artes, na linha de Artes Cênicas, pela UFMG (2024) e mestre em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG (2018), onde investigou corpo e performance, é também graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard–UEMG (2013), com habilitação em fotografia e escultura. Sua formação atravessa a dança contemporânea, com ênfase na improvisação e na educação somática. Sua pesquisa e criação se dão no entrelaçamento de linguagens — dança, performance, videodança, videoperformance, fotografia, escultura, instalação, peças sonoras — e também cenografia e direção de arte —, explorando o corpo como lugar de escuta e composição. Trabalha com estruturas improvisadas e procedimentos que emergem da interação entre gesto, matéria e forças ambientais, em diálogo com objetos e materialidade que atravessam o corpo e a cena. É idealizadora e coordenadora do projeto transdisciplinar Residir a Cava, que reúne artistas e pesquisadores em territórios minerados para criar a partir das relações entre corpo e paisagem.Release: O espetáculo revela momentos decisivos na vida de pessoas que não conseguiram esconder o que sentiam, expondo suas emoções no exato momento em que se manifestaram. Quando o sentimento se torna palavra, não há como silenciar – quem se cala, falha. Ao longo da trama, acompanhamos gestos de coragem de indivíduos que se recusaram a aceitar uma vida insatisfatória, buscando sempre a verdade em seus próprios corações.Ficha Técnica:Concepção: Cia. Luna LuneraDramaturgia: Diogo LiberanoDireção: Isabela Paes, Lucas Fabrício, Marina Arthuzzi, Vinícius ArneiroAssistência de direção: Zé Walter AlbinatiAtuação: Cláudio Dias, Joyce Athiê, Marcelo Soul, Renata PazConcepção cenográfica: Ed Andrade e Morgana MafraAssessoria de cenografia: Matheus LukashevichEstagiária de cenografia: Isabella SaibertCenotecnia: Nilson Santos e Artes Cênica Produções LTDAMontagem de cenário: Henrique Fonseca e Israel SilvaIluminação: PRISMA – Marina Arthuzzi, Rodrigo Marçal, Wellington Santos (Baiano)Operação de luz: PRISMAFigurino: Marney HeitmannAssistente de figurino: Vinicius de AndradeCostureira: Maria Vieira LimaDireção de movimento e preparação corporal: Eliatrice GischewskiAmbientação sonora: Daniel NunesOperação de som: Matheus Fleming@cia.lunalunera.oficial
As convidadas do programa Pânico desta quarta-feira (10) são Barbara Kogos e Paula CamachoBarbara KogosBarbara Kogos é jornalista com registro profissional, formação em magistério e trajetória acadêmica na área de Letras e Gestão Pública. Comunicadora estrategista de comunicação política e uma cidadã comum que decidiu transformar indignação em ação. É natural de Santos e se tornou referência nacional nas redes sociais por traduzir a política com coragem, clareza e impacto.Hoje, soma quase 400 mil seguidores em todas as redes e mais de 8 milhões de visualizações mensais, com vídeos que informam, provocam e educam, sempre com independência, humor e firmeza. Conquistou a marca de 11 milhões de visualizações em um único vídeo, no Tiktok, revelando as votações dos deputados na câmara e seus espectros políticos fluidos. Sou autora da palestra “Política Para Todos – Como Você Pode Mudar o Jogo” e dos e-books "O jogo da Política" e “Jogo Revelado – Entenda o Sistema Antes Que Ele Controle Você”, que já estão prontos para lançamento e despertar ainda mais milhares de pessoas para enxergarem a política como ela realmente é.Com conteúdos diários nas redes, palestras e e-books, tenho criado um movimento de formação política acessível, direta e provocadora. Leva o que as escolas e universidades esconderam. E mostra como a política está no preço do gás, no remédio, no silêncio da imprensa, na guerra das narrativas.Ensina política com clareza, coragem e impacto, traduz temas complexos de forma acessível e direta, mostra os bastidores da manipulação ideológica e ensina as pessoas a pensarem com autonomia.Redes Sociais: Instagram: instagram.com/barbarakogos Tiktok: tiktok.com/@barbarakogosoficial Youtube: www.youtube.com/@barbarakogosPaula Camacho Paula Camacho é formada em Design Gráfico pela Universidade de Belas Artes de São Paulo e construiu grande parte de sua carreira atuando no desenvolvimento de marcas e embalagens, com especial foco em marketing digital e edição de vídeos.O interesse pelo sistema político brasileiro surgiu durante as manifestações de 2013, conhecidas como os protestos dos 20 centavos, despertando nela uma busca contínua por conhecimento na área. Desde então, tem se dedicado ao estudo e à análise do cenário político nacional.Em 2024, lançou o canal Zona de Polêmica no YouTube, um espaço de viés de direita, onde compartilha suas opiniões sobre política com irreverência e descontração.Em 2025 estreou um programa ao vivo no canal da Revista Oeste, o Oeste com Elas que acontece de seg a sexta das 10h ao 12h junto com Adriana Reid e Marina Helena que abordam todo tipo de temas, mas principalmente política e economia com muita descontração.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/zonadepolemica/Youtube: Zona de Polêmica: https://www.youtube.com/@zonadepolemica24
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "A Hora do Mal" (Weapons, 2025), de Zach Cregger, um dos grandes sucessos de 2025. Também comentamos outros filmes de horror recentes sobre os quais ainda não havíamos falado no podcast: "O Pranto do Mal", "Apartamento 7A", "Pecadores", "Extermínio: A Evolução", "M3GAN 2.0" e "Prédio Vazio". - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Em "A Hora do Mal", uma comunidade é abalada pelo desaparecimento repentino de crianças de uma mesma sala de aula. As suspeitas recaem sobre a professora delas, enquanto os pais e a polícia tentam desvendar o mistério. No elenco, Julia Garner, Josh Brolin, Amy Madigan, Benedict Wong e Alden Ehrenreich. Confira a minutagem em que os filmes são discutidos: 00:03:57 - "A Hora do Mal" 01:04:07 - "O Pranto do Mal", "Apartamento 7A", "Pecadores", "Extermínio: A Evolução", "M3GAN 2.0", "Prédio Vazio" Quem se senta à mesa conosco neste podcast é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos meramente ilustrativos das músicas "Weapons Main Theme" (2025), de Ryan Holladay, Hays Holladay & Zach Cregger; "Beware of Darkness" (1970), de George Harrison; e "Terminator 2 Main Title" (1991), de Brad Fiedel. Todos os direitos reservados aos artistas.
Esta série de programas especiais será um espaço para dialogarmos sobre o mercado de trabalho existente para o/a profissional de cenografia em várias regiões brasileiras. Queremos conhecer sobre as diversas realidades existentes no país. Para isso, chamaremos alguns convidados e convidadas do Paraná para compor essa “mesa” de diálogos.- Ivana Lima é É artista visual, bacharel em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (Embap, 2008). Iniciou seu percurso artístico aos 14 anos, estudando pintura com Luis Carlos Andrade Lima e Ronald Simon, e desde 1997 frequenta os ateliês do Museu da Gravura Cidade de Curitiba, onde atualmente também atua como orientadora no ateliê de xilogravura. Teve orientação de importantes nomes como Ana Gonzalez, Nelson Hohmann, Andréia Las e Denise Roman, espaço que também proporcionou a aproximação com o saudoso artista Carlos Henrique Tullio, resultando na colaboração com o projeto Jardim das Esculturas, da Sociedade Giuseppe Garibaldi.- Paulo Vinícius é artista de teatro (cenógrafo, figurinista, ator e diretor) desde 1990. Multiartista, sua formação ocorreu de maneira transdisciplinar, com trabalhos realizados na Moda, no Cinema, nas Artes Visuais, na Dança, na Música e, principalmente, no Teatro. Atuante em Curitiba desde 2004, já trabalhou com diferentes artistas, coletivos, diretores e companhias. Professor na universidade desde 2014, ministrou diferentes disciplinas na área do Design Cênico. Sua pesquisa acadêmica está focada no desenvolvimento de projetos cenográficos e seus diferentes processos criativos, entrelaçando teoria e prática, através de metodologias específicas de ensino-aprendizagem para a disciplina de Cenografia. É graduado em Filosofia pela UNESP, graduado em Artes Cênicas pela UNESPAR, especialista em Cenografia pela UTFPR, mestre em Filosofia e doutor em Educação pela PUCPR. No decorrer da sua trajetória já recebeu importantes prêmios por sua prática artística. Seu portfólio pode ser visitado no endereço www.figurinoecena.ato.br@pv_paulovinicius - Eduardo Giacomini é ator, figurinista, cenógrafo e produtor com atuação profissional contínua há mais de 30 anos. Formado em Artes Cênicas pela PUC-PR, é especialista em Teatro pela FAP-PR. Fundou, ao lado da artista Olga Nenevê, o Grupo Obragem, cuja pesquisa cênica é centrada no intérprete criador, com ênfase nos registros autênticos de corpo e voz.Desde 1995, Giacomini assina figurinos, cenários e adereços para espetáculos de teatro, dança, ópera e circo, em parceria com diversas companhias e produtoras de Curitiba. É autor dos livros de figurinos Alegorias da Alteridade (2003) e Alegorias da Alteridade – Figuras Santificadas (2023), obras que elaboram um diálogo entre a indumentária cênica, o mito e as culturas tradicionais do Paraná, a partir de lendas indígenas e personagens do imaginário popular.Reconhecido por sua contribuição ao teatro paranaense, foi homenageado em 2021 em cerimônia solene da Câmara Municipal de Curitiba. Também é atuante no movimento de teatro de grupo da cidade e nas discussões sobre a democratização do acesso à arte e à cultura.@giacomini.eduardo- Fernando Marés é cenógrafo, figurinista e cenotécnico com atuação autônoma desde 1980. É formado pelo Curso Permanente de Teatro do Centro Cultural Teatro Guaíra, licenciado em Teatro e mestre em Teatro pela UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Em sua dissertação de mestrado, intitulada “Através das Paredes: A Cenografia como escrita alegórica”, investigou a cenografia como linguagem simbólica dentro do campo das artes cênicas.Sua trajetória inclui a criação de cenários e figurinos para espetáculos de teatro, dança e audiovisual, além da realização de oficinas e cursos voltados à cenografia e cenotécnica.
Curador e professor na Universidade de Belas Artes de Lisboa, saiu recentemente da administração do CCB e vem ao Fala com Ela dias depois da inauguração do Pavilhão Julião Sarmento, um amigo que lhe deixa saudades.
A convidada do programa Pânico dessa quinta-feira (15) é Paula Camacho.Paula Camacho é formada em Design Gráfico pela Universidade de Belas Artes de São Paulo e construiu grande parte de sua carreira atuando no desenvolvimento de marcas e embalagens, com especial foco em marketing digital e edição de vídeos.O interesse pelo sistema político brasileiro surgiu durante as manifestações de 2013, conhecidas como os protestos dos 20 centavos, despertando nela uma busca contínua por conhecimento na área. Desde então, tem se dedicado ao estudo e à análise do cenário político nacional.Em 2024, lançou o canal Zona de Polêmica no YouTube, um espaço de viés de direita, onde compartilha suas opiniões sobre política com irreverência e descontração.Em 2025, estreou um programa ao vivo no canal da Revista Oeste, o Oeste com Elas que acontece de segunda a sexta feira, das 10h às 12h, junto com Adriana Reid e Marina Helena, que abordam todo tipo de temas, mas principalmente política e economia, com muita descontração.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/zonadepolemicaCanal no YouTube: https://www.youtube.com/@zonadepolemica24
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos os três filmes que faltavam na nossa cobertura do Oscar 2025: "O Reformatório Nickel", de RaMell Ross, "O Brutalista", de Brady Corbet, e "Um Completo Desconhecido", de James Mangold. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema "O Reformatório Nickel" (Nickel Boys) é baseado no livro de Colson Whitehead, vencedor do Pulitzer, e narra a poderosa história de amizade entre dois jovens negros que passam juntos pelas angustiantes provações de um reformatório juvenil na Flórida, nos anos 1960. Indicado ao Oscar de Melhor Filme e de Melhor Roteiro Adaptado, o longa-metragem chama a atenção por sua história impactante e pela direção habilidosa, com planos feitos em ponto de vista de primeira pessoa. "O Brutalista" se tornou o segundo filme com mais prêmios no Oscar 2025, perdendo apenas para "Anora". Venceu as estatuetas de Melhor Ator, para Adrien Brody, Melhor Fotografia (assinada por Lol Crawley) e Melhor Trilha Sonora Original (para o compositor Daniel Blumberg). Filmado em 70mm, com VistaVision, o longa acompanha a jornada do arquiteto húngaro László Toth, que sai da Europa no pós-guerra para reconstruir sua vida nos Estados Unidos, onde encontra uma série de dificuldades pessoais e profissionais. O elenco também conta com Guy Pearce e Felicity Jones, ambos indicados ao Oscar como coadjuvantes. Encerramos com "Um Completo Desconhecido", cinebiografia do músico Bob Dylan, com recorte nos primeiros anos de sua carreira. Timothée Chalamet interpreta Dylan na influente cena musical de Nova York do início dos anos 1960, quando iniciou o relacionamento com Sylvie Russo (Elle Fanning) e conviveu com artistas como Pete Seeger (Edward Norton), Joan Baez (Monica Barbaro), Woody Guthrie (Scoot McNairy) e Johnny Cash (Boyd Holbrook). O filme concorreu a oito estatuetas no Oscar 2025: Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado, Ator (Chalamet), Ator Coadjuvante (Norton), Atriz Coadjuvante (Barbaro), Som e Figurino. Sentam-se à mesa conosco neste podcast para discutir "Emilia Pérez" e "Wicked": - Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; - Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos os filmes "Emilia Pérez", de Jacques Audiard, e "Wicked", de John M. Chu, dois musicais que concorrem ao Oscar 2025. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Escrito e dirigido Jacques Audiard ("Ferrugem e Osso"), "Emilia Pérez" se passa no México, nos dias atuais, quando a advogada Rita recebe uma oferta inesperada. Ela precisa ajudar um temido chefe de cartel a se aposentar de seus negócios e desaparecer para sempre, tornando-se a mulher que ele sempre sonhou ser. No Festival de Cannes, o filme ganhou o Prêmio do Júri e o Prêmio de Melhor Atriz, divido entre Karla Sofía Gascón, Zoe Saldaña e Selena Gomez. No Oscar 2025, o longa recebeu 13 indicações: Melhor Filme, Filme Internacional, Direção, Roteiro Adaptado, Atriz (Karla Sofía Gascón, primeira mulher trans indicada nesta categoria), Atriz Coadjuvante (Zoe Saldaña), Fotografia, Montagem, Som, Maquiagem e Penteado, Trilha Sonora Original e Canção Original (para "El Mal" e "Mi Camino"). "Wicked" é dirigido por John M. Chu ("Podres de Ricos") e baseado no famoso musical da Broadway, por sua vez adaptado do livro de Gregory Maguire. Situado no universo do clássico "O Mágico de Oz", o filme é estrelado por Cynthia Erivo como Elphaba, uma jovem incompreendida por causa de sua pele verde incomum, que ainda não descobriu seu verdadeiro poder; e Ariana Grande como Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece a sua verdadeira alma. No Oscar 2025, "Wicked" recebeu 10 indicações: Melhor Filme, Atriz (Cynthia Erivo), Atriz Coadjuvante (Ariana Grande), Montagem, Direção de Arte, Figurino, Maquiagem e Penteado, Efeitos Visuais, Som e Trilha Sonora Original. Sentam-se à mesa conosco neste podcast para discutir "Emilia Pérez" e "Wicked": - Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; - Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do curso Cinema de Ação e do livro “Cine Killer“; - Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos os filmes "Anora", de Sean Baker, e "Conclave", de Edward Berger, dois favoritos na corrida do Oscar 2025. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Escrito, dirigido e montado por Sean Baker ("Projeto Flórida"), "Anora" acompanha uma profissional do sexo do Brooklyn que conhece e se casa com o filho de um oligarca. Assim que a notícia chega à Rússia, seu conto de fadas é ameaçado quando os pais de seu marido partem para Nova York para anular o casamento. O filme ganhou a Palma de Ouro e concorre no Oscar 2025 a seis estatuetas: Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Montagem, Atriz (Mikey Madison) e Ator Coadjuvante (Yura Borisov). Em "Conclave", dirigido por Edward Berger ("Nada de Novo no Front"), após a morte inesperada do atual pontífice, o Cardeal Lawrence é encarregado de conduzir processo confidencial de escolha de um novo Papa. Os líderes mais poderosos da Igreja Católica de todo o mundo se reúnem nos corredores do Vaticano para participar da seleção, cada um com suas próprias ambições. Lawrence se vê no centro de uma conspiração, desvendando segredos que ameaçam não apenas sua fé, mas também as fundações da Igreja. Estrelando Ralph Fiennes, Stanley Tucci e John Lithgow, o filme foi indicado ao Oscar em 8 categorias: Melhor Filme, Roteiro Adaptado, Montagem, Ator (Ralph Fiennes), Atriz Coadjuvante (Isabella Rossellini), Trilha Sonora Original, Direção de Arte e Figurino. Sentam-se à mesa conosco neste podcast para discutir "Anora" e "Conclave": - Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; - Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do curso Cinema de Ação e do livro “Cine Killer“; - Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Nosferatu" (2024), de Robert Eggers, diretor de "A Bruxa", "O Farol" e "O Homem do Norte". A nova versão do clássico do horror de 1922 traz no grande elenco Lily-Rose Depp, Nicholas Hoult, Willem Dafoe e Bill Skarsgård. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Um dos grandes filmes de terror de todos os tempos, o "Nosferatu" de 1922 foi realizado por F.W. Murnau como uma adaptação não autorizada do livro “Drácula”, de Bram Stoker. Antes de retornar às telas nesta nova versão, agora, mais de 100 anos depois, o longa já havia ganhado uma refilmagem em 1979: “Nosferatu: O Vampiro da Noite”, com direção de Werner Herzog. No filme de Robert Eggers, o ator Bill Skarsgård, mais conhecido por viver o palhaço assassino Pennywise, em “It – A Coisa”, interpreta mais um vilão memorável, o Conde Orlok. Lily-Rose Depp e Nicholas Hoult dão vida a Ellen e Thomas Hutter, o casal assombrado pelo antigo vampiro da Transilvânia. E quem os ajuda na cruzada contra essa figura demoníaca é o Professor Albin Eberhart von Franz, papel de Willem Dafoe. No podcast, nós analisamos a releitura de "Nosferatu" feita por Eggers, que, assim como em seus filmes anteriores, aborda temas como sexualidade reprimida, tabus da masculinidade e medos profundos e históricos da humanidade. Sentam-se à mesa conosco neste podcast para discutir "Nosferatu": - Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; - Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do curso Cinema de Ação e do livro “Cine Killer“; - Matheus Monteiro, crítico, roteirista, cineclubista e professor, autor do Cinegrafia. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
Na coluna desta segunda-feira (13), o professor Milton Teixeira conta a história da criação do Museu Nacional de Belas Artes, ocorrido em 13 de janeiro de 1937, por decreto do presidente Getúlio Vargas.
No episódio #40 do podcast Em Foco, nós analisamos o filme "Se Meu Apartamento Falasse" (The Apartment, 1960), um dos grandes clássicos de Billy Wilder, vencedor do Oscar e estrelado por Jack Lemmon e Shirley MacLaine. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira abaixo a minutagem dos quadros do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:08:24 - Grande Angular: conheça a equipe e a história por trás do filme 00:15:01 - Ponto de Vista: os aspectos atemporais de "Se Meu Apartamento Falasse" 01:09:13 - Zoom: nossas cenas favoritas comentadas 01:23:43 - Fora de Quadro: a exposição no MIS-SP e as adaptações do filme para a Broadway e para Bollywood Escrito por Billy Wilder e I.A.L. Diamond, "Se Meu Apartamento Falasse" acompanha C.C. Baxter, funcionário de uma empresa de seguros em Nova York. Ele tem um pequeno apartamento onde mora sozinho, mas decide emprestá-lo a seus chefes para encontros com amantes, com a promessa de que será promovido na firma. Insatisfeito com os abusos de seus superiores, ele tenta parar com os favores, mas se sente cada vez mais pressionado. Tudo muda, no entanto, quando ele descobre que a mulher por quem está apaixonado é amante de um dos principais diretores da empresa. Nosso podcast foi gravado em ocasião da dupla celebração do cinema de Billy Wilder neste ano de 2024, com a exposição imersiva dedicada à obra do cineasta, em cartaz no MIS-SP -- Museu da Imagem e do Som de São Paulo, e com o relançamento do livro "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder", escrito por Ana Lúcia Andrade, que também ajudou a realizar a exposição. "Se Meu Apartamento Falasse" foi indicado a 10 estatuetas no Oscar e venceu cinco: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte e Melhor Montagem. Ganhou também o Globo de Ouro nas categorias Melhor Filme de Comédia, Melhor Atriz em Comédia ou Musical para Shirley MacLaine, e Melhor Ator em Comédia ou Musical para Jack Lemmon. Os dois também foram indicados ao Oscar e MacLaine ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza. Participam do podcast: -- Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório; -- Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório; -- Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". No Em Foco, você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema. Este episódio contém trechos da trilha sonora original de "Se Meu Apartamento Falasse", composta por Adolph Deutsch. Todos os direitos reservados ao artista.
Nesta episódio falo com 2 estudantes da Licenciatura em Escultura da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Esta Licenciatura só existe nesta Instituição de Ensino Superior! O que aprendes nesta licenciatura? Quais as saídas profissionais e o ambiente na instituição? TUDO o que precisas de saber nesta LIVE!
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Ainda Estou Aqui" (2024), dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres. O longa-metragem é o representante do Brasil no Oscar 2025. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza, "Ainda Estou Aqui" foi escrito por Murilo Hauser e Heitor Lorega a partir do livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva. O filme conta a história da família do escritor durante a ditadura militar brasileira, nos anos 1970. A protagonista é a mãe de Marcelo, Eunice Paiva, papel de Fernanda Torres. Quando seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, vivido por Selton Mello, é levado subitamente por agentes do exército para prestar um depoimento, Eunice inicia uma busca incessante pelo paradeiro dele, ao mesmo tempo em que precisa sustentar sozinha seus cinco filhos (interpretados por Valentina Herszage, Barbara Luz, Luiza Kosovski, Guilherme Silveira e Cora Mora). Quem se senta à mesa conosco neste podcast para discutir "A Substância" é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. Este episódio contém trechos das músicas: "É Preciso Dar um Tempo", Erasmo Carlos; e "Jimmy, Renda-se", Tom Zé. Todos os direitos reservados aos artistas.
Patrícia Reis curou a exposição, mas entre as várias fotografias, a sua favorita é a de Jorge Palma. Os 10 anos de Observador em exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes até dia 7 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "A Substância" (The Substance, 2024), de Coralie Fargeat. Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, o longa estrelado por Demi Moore e Margaret Qualley é um body horror cervical que faz um comentário satírico e ferino sobre a sociedade do espetáculo. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Em "A Substância", a atriz veterana Elizabeth Sparkle se vê no fim de seus dias de fama quando é demitida da emissora de TV onde apresenta um programa de ginástica. Ela é apresentada a uma substância misteriosa que permite criar um duplo mais jovem e esbelta de si mesma, mas com o qual ela compartilha a mesma consciência. Contudo, o que parecia ser uma solução para a angústia de Elizabeth se torna uma verdadeira jornada de autodestruição. Quem se senta à mesa conosco neste podcast para discutir "A Substância" é Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br.
Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos dois filmes ligados ao cinema de horror que retomam sucessos de décadas passadas: "Os Fantasmas Ainda se Divertem" (Beetlejuice Beetlejuice, 2024), continuação da clássica comédia de 1988, novamente com direção de Tim Burton e com Michael Keaton no papel principal; e "O Corvo" (The Crow, 2024), nova adaptação dos quadrinhos de James O'Barr, agora com Bill Skarsgård vivendo o papel imortalizado por Brandon Lee no cultuado longa de 1994. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira abaixo a minutagem em que comentamos cada filme: 00:00:00 - Introdução 00:06:00 - Os Fantasmas Ainda Se Divertem 01:02:43 - O Corvo Em "Os Fantasmas Ainda Se Divertem", 35 anos depois dos eventos do primeiro filme, Lydia Deetz (Winona Ryder) volta a ser assombrada por Beetlejuice, ao mesmo tempo em que tenta se reconectar com a filha, Astrid (Jenna Ortega), que não acredita nos poderes mediúnicos da mãe. As duas acabam tendo que lidar com o mundo dos mortos junto com Delia (Catherine O'Hara), que busca se reconectar com o recém-falecido marido. Em "O Corvo", o diretor Rupert Sanders propõe uma releitura da história de Eric Draven, mostrando mais de seu relacionamento com Shelly (FKA Twigs) antes de ambos serem assassinados e Eric retornar dos mortos para se vingar do crime. O filme também traz um novo e demoníaco vilão (interpretado por Danny Huston), e um visual muito diferente do clássico dos anos 90. Sentam-se à mesa conosco neste podcast: Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br.
Professor da Faculdade de Belas Artes do Porto e um dos designers portugueses mais premiados internacionalmente. Autor da campanha que deu nova identidade visual à cidade do Porto e que assinou também o polémico logotipo da República Portuguesa.
Analisamos "Pulp Fiction" no aniversário de 30 anos de um dos mais populares e influentes filmes dos anos 90, escrito e dirigido por Quentin Tarantino. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira abaixo a minutagem dos quadros e capítulos do podcast: 00:00:00 - Introdução 00:05:20 - Grande Angular: ficha do filme e as origens de "Pulp Fiction" 00:13:59 - Close-up: O que o estilo de cinema de Quentin Tarantino tem de melhor? 00:29:49 - Ponto de Vista: Como é rever "Pulp Fiction" 30 anos depois? 00:48:01 - Ponto de Vista: "Pulp Fiction" é mais linguagem do que substância? 01:04:41 - Ponto de Vista: A violência nos filmes do Tarantino é um mérito ou um problema? 01:27:35 - Ponto de Vista: "Pulp Fiction" tem um protagonista? 01:42:59 - Zoom: nossas cenas favoritas de "Pulp Fiction" 01:56:20 - Fora de Quadro: Prequel sobre os irmãos Vega? 01:59:35 - Fora de Quadro: Qual é o seu filme favorito do Tarantino? Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, "Pulp Fiction" é estrelado por John Travolta, Samuel L. Jackson, Uma Thurman, Bruce Willis e Ving Rhames nos papéis principais. No elenco coadjuvante, estão Tim Roth, Amanda Plummer, Eric Stoltz, Christopher Walken, Harvey Keitel, Rosanna Arquette e Maria de Medeiros. Além da análise do filme, o nosso podcast traz os bastidores da origem de "Pulp Fiction" e discute tópicos como a influência que o longa teve sobre cineastas da nova geração, o duelo entre forma e conteúdo nos filmes de Tarantino, sua colaboração com a montadora Sally Menke, o uso da violência como entretenimento, entre outros. Também elegemos nossas cenas favoritas de "Pulp Fiction" e os nossos filmes favoritos do Tarantino. Participam do podcast: Renato Silveira e Kel Gomes, editores do cinematório; Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do livro "Introdução ao Roteiro para Cinema", que pode ser baixado na bio do seu perfil Insólito Audiovisual; e Paulo Henrique Fontenelle, montador e diretor dos documentários “Loki – Arnaldo Baptista”, “Cássia”, “Dossiê Jango” e da série “O Caso Escola Base”. No Em Foco, você ouve debates e análises de filmes, sejam eles clássicos, grandes sucessos de bilheteria e de crítica, produções que marcaram época ou que foram redescobertas com o passar dos anos, não importa o país de origem. Além disso, você revisita conosco a filmografia de cineastas que deixaram sua assinatura na história do cinema. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br.
Em uma sessão dupla, analisamos os filmes "Rivais", de Luca Guadagnino, e "Guerra Civil", de Alex Garland, e os conflitos de seus personagens. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira a partir de qual minutagem cada filme é comentado: 00:10:47 - Guerra Civil 01:02:47 - Rivais "Rivais", mais novo filme do cineasta italiano Luca Guadagnino ("Me Chame Pelo Seu Nome"), é um romance que acompanha Tashi, uma tenista prodígio que, ao virar treinadora, transforma seu marido em um campeão mundialmente famoso. Mas, durante um torneio, o casal reencontra o ex-namorado de Tashi, o que reacende velhas rivalidades dentro e fora da quadra. O filme é estrelado por Zendaya, Mike Faist e Josh O'Connor. O roteiro é do estreante Justin Kuritzkes. Já "Guerra Civil" é um suspense que se passa em um futuro distópico, quando um grupo de jornalistas percorre os Estados Unidos durante um intenso conflito que envolve toda a nação. O elenco principal é formado por Kirsten Dunst, Wagner Moura, Cailee Spaeny e Stephen McKinley Henderson. O roteiro e a direção são assinados por Alex Garland, conhecido pelas aclamadas ficções científicas “Ex-Machina: Instinto Artificial” e “Aniquilação”, além da série "Devs". Sentam-se à mesa conosco para discutir "Rivais" e "Guerra Civil": Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do livro "Introdução ao Roteiro para Cinema", que pode ser baixado na bio do seu perfil Insólito Audiovisual; Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
Analisamos o filme "Dias Perfeitos", premiado em Cannes e indicado ao Oscar, aclamado como um dos melhores trabalhos recentes de Wim Wenders. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Dirigido por Wim Wenders ("Asas do Desejo", "Paris, Texas", "Buena Vista Social Club"), e escrito por ele ao lado de Takuma Takasaki, “Dias Perfeitos” se passa em Tóquio e acompanha o cotidiano de um homem de meia-idade que trabalha como zelador de banheiros públicos na capital japonesa. Mas uma série de encontros inesperados apontam para um passado oculto na vida feliz e harmoniosa do protagonista. Com homenagem ao mestre Yasujirô Ozu ("Era uma Vez em Tóquio") e uma trilha sonora composta por músicas escolhidas a dedo, “Dias Perfeitos” ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, para Koji Yakusho, e foi indicado ao Oscar 2024 de Melhor Filme Internacional. Sentam-se à mesa conosco para discutir "Dias Perfeitos": Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do livro "Introdução ao Roteiro para Cinema", que pode ser baixado na bio do seu perfil Insólito Audiovisual. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
Analisamos a comédia absurda dirigida por Kristoffer Borgli ("Doente de Mim Mesma") que traz Nicolas Cage no papel de um involuntário invasor de sonhos. Discutimos onde o filme melhora em relação ao primeiro, seu ritmo, os novos personagens e a evolução da jornada do "herói" Paul Atreides. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Com produção de Ari Aster (diretor de "Hereditário" e "Midsommar"), para a A24, "O Homem dos Sonhos" (Dream Scenario, 2023) acompanha Paul Matthews (Cage), um professor universitário com uma vida banal, que, misteriosamente, começa a aparecer nos sonhos de pessoas que ele nem conhece. Logo, esses sonhos se tornam pesadelos, e ele precisa aprender a lidar com essa nova fama. Fazendo sua estreia em língua inglesa, o norueguês Borgli acompanha a ascensão e a queda dos 15 minutos de fama de um homem comum com um destino inusitado. “Eu vejo a ficção como um lugar para investigar aspectos sombrios ou disfuncionais da vida moderna. Há uma tendência muito humana de focar no espaço negativo tudo o que sentimos que está faltando, mesmo quando aparentemente temos tudo. Nós nos tornamos miseráveis na ausência de algum potencial inventado”, reflete o diretor, que também assina o roteiro e a montagem do longa. O elenco também conta com Julianne Nicholson, Michael Cera, Tim Meadows, Dylan Gelula e Dylan Baker. A trilha sonora é assinada por Owen Pallett e a fotografia é de Benjamin Loeb. Sentam-se à mesa conosco para discutir "O Homem dos Sonhos": Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório; Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do livro "Introdução ao Roteiro para Cinema", que pode ser baixado na bio do seu perfil Insólito Audiovisual. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
Analisamos "Duna: Parte 2" (2024), de Denis Villeneuve, continuação da adaptação do clássico da ficção científica escrito por Frank Herbert. Discutimos onde o filme melhora em relação ao primeiro, seu ritmo, os novos personagens e a evolução da jornada do "herói" Paul Atreides. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Lançado pouco mais de dois anos após o primeiro filme, "Duna: Parte 2" retoma a história logo após Paul Atreides se juntar aos Fremen, com quem ele segue seu treinamento em meio à crença de que é o "escolhido" que colocará fim à guerra e guiará o povo de Arrakis à salvação. Porém, uma nova investida dos Harkonnen, agora liderados pelo psicótico Feyd-Rautha, pretende dominar de vez o planeta e escravizar seus habitantes. O roteiro foi escrito por Villeneuve em parceria com Jon Spaihts. A trilha sonora é novamente assinada por Hans Zimmer. A fotografia é de Greig Fraser e a montagem é de Joe Walker. O elenco de "Duna: Parte 2" tem o retorno de Timothée Chalamet, Zendaya, Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Javier Bardem, Dave Bautista, Stellan Skarsgård e Charlotte Rampling. As novidades são Austin Butler, Florence Pugh, Christopher Walken e Léa Seydoux. Sentam-se à mesa conosco para analisar "Duna: Parte 2": Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório; Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do livro "Introdução ao Roteiro para Cinema", que pode ser baixado na bio do seu perfil Insólito Audiovisual. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
Analisamos o filme "Anatomia de uma Queda" (2023), de Justine Triet, vencedor da Palma de Ouro e do Oscar de Melhor Roteiro Original. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema "Anatomia de uma Queda" é um retrato envolvente de uma mulher sendo julgada como suspeita de assassinar seu marido. Sandra, uma escritora alemã (papel de Sandra Hüller), desmorona quando seu companheiro, Samuel (vivido por Samuel Theis), é encontrado morto. Aos poucos, o julgamento deixa de ser apenas uma investigação das circunstâncias da morte dele e se torna uma inquietante jornada psicológica às profundezas da relação conturbada do casal e da culpa que a sociedade patriarcal impõe às mulheres. "Anatomia de uma Queda" é o quarto longa de Justine Triet, cineasta francesa que antes dirigiu "A Batalha de Solférino", "Na Cama com Victoria" e "Sibyl". Ela assina o roteiro ao lado de Arthur Harari. O elenco conta ainda com Swann Arlaud, Milo Machado-Graner e Antoine Reinartz. Sentam-se à mesa conosco para analisar "Anatomia de uma Queda": Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório; Renné França, professor, crítico, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do livro "Introdução ao Roteiro para Cinema", que pode ser baixado na bio do seu perfil Insólito Audiovisual. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
Analisamos o filme "Pobres Criaturas", de Yorgos Lanthimos, estrelado por Emma Stone, Mark Ruffalo e Willem Dafoe. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema "Pobres Criaturas" é baseado no livro de Alasdair Gray, publicado em 1992, e conta a história de Bella Baxter, uma jovem mulher na Londres da era Vitoriana que embarca em uma jornada de libertação e auto-descoberta, após passar por um experimento cirúrgico à la "Frankenstein" pelas mãos do excêntrico Dr. Godwin Baxter. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, o filme coleciona indicações e prêmios no Oscar, Bafta, Globo de Ouro, entre outros. "Pobres Criaturas" é dirigido por Yorgos Lanthimos, cineasta grego que se tornou um dos mais celebrados diretores de Hollywood ao longo da última década. São dele filmes como "Dentes Caninos", "O Lagosta", "O Sacrifício do Cervo Sagrado" e "A Favorita". O roteiro do filme é assinado por Tony McNamara, que colaborou com Lanthimos em "A Favorita", assim como a protagonista do filme, a atriz Emma Stone, que aqui também é produtora. O elenco conta ainda com Mark Ruffalo, Willem Dafoe, Ramy Youssef, Christopher Abbott, Jerrod Carmichael, Margaret Qualley, Kathryn Hunter e Hanna Schygulla. Sentam-se à mesa conosco para analisar "Pobres Criaturas": Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder"; Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório; Matheus Monteiro, crítico, roteirista, cineclubista e professor, autor do perfil Cinegrafia; Renné França, professor, crítico e cineasta, diretor do filme “Terra e Luz”, autor do livro "Introdução ao Roteiro para Cinema", que pode ser baixado na bio do seu perfil Insólito Audiovisual. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
Analisamos o filme dirigido por Todd Haynes e estrelado por Natalie Portman, Julianne Moore e Charles Melton. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Escrito por Samy Burch e inspirado na história verídica de Mary Kay Letourneau, "Segredos de um Escândalo" gira em torno de uma atriz que se prepara para interpretar no cinema uma mulher que se envolveu em um escândalo, mais de 20 anos atrás, quando teve um relacionamento amoroso com um menor de idade. A aproximação entre as duas leva a um jogo de intriga e manipulação que afeta as vidas de todos ao redor delas. Sentam-se à mesa conosco para a retrospectiva do cinema em 2023: Larissa Vasconcelos, jornalista, crítica e redatora do cinematório; Ana Lúcia Andrade, professora de Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, autora dos livros "O Filme Dentro do Filme: a Metalinguagem no Cinema" e "Entretenimento Inteligente: O Cinema de Billy Wilder". O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva para contato@cinematorio.com.br. A sua mensagem pode ser lida no podcast!
É seguramente um dos talentos maiores da composição em língua portuguesa e toda ela é um caminho bonito de música e letra, a tocar e a narrar vistas bonitas.Ao EP A Pele Que Há em Mim, seguiu-se Dá, Casulo, Quarto Crescente e Vai e Vem editado em 2018. Picos e vales é o mais recente trabalho da viagem da compositora, que já escreveu para artistas como Ana Moura, António Zambujo e Sérgio Godinho, entre outros. Já conquistou o Prémio José da Ponte da Sociedade Portuguesa de Autores e celebrou a sua década de trabalho no Coliseu dos Recreios, Lisboa. Nomeada duas vezes para os Globos de Ouro, Márcia iniciou o seu percurso formando-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e relata, no seu primeiro livro, alguns dos caminhos que a levaram a ser hoje uma das artistas mais reconhecidas no panorama nacional. Tem um livro maravilhoso que guardo com carinho em minha casa e me conquistou logo pela capa chamado “As estradas são para ir”. E são tanto para ir que tenho N'A Caravana para irmos e a descobrirem, Márcia.Podem seguir a Márcia: https://www.instagram.com/marcia__ig/?hl=enProdução e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.