Uma oportunidade para pensar e aprofundar na própria vida.

“Um homem de joelhos é mais poderoso que o mundo. É uma fortaleza inexpugnável contra o ateísmo e a loucura dos homens. Um homem de joelhos faz tremer o orgulho de Satanás! Todos vocês que, aos olhos dos homens, não tem poder nem influência, mas que sabem permanecer de joelhos diante de Deus, não tenham medo daqueles que querem intimidá-los. Sua missão é grandiosa. ‘Ela consiste em impedir que o mundo se desfaça' (A. Camus)” (Cardeal Sarah, “O poder dos joelhos”).

O descanso não é não fazer nada; é distrair-se em atividades que exigem menos esforço (São Josemaria, "Caminho", n. 357).

Não há alegria? - Então pensa: há um obstáculo entre Deus e mim. - Quase sempre acertarás ( São Josemaria, "Caminho", n. 662).

Ser, cada um de nós, Cristo que passa: isto é o que Deus quer e o que a humanidade necessita. Não basta ser honrados e cumpridores de um plano de vida espiritual, mas insípidos no trabalho ou nas relações familiares e sociais. Com a graça do Espírito Santo, a nossa conduta há de fazer presente a Cristo entre os homens e, com Ele e n'Ele, o amor de Deus Pai; um amor que os demais hão de notar, com naturalidade: 'Nonne cor nostrum ardens erat in nobis, dum loqueretur in via? — Porventura não ardia o nosso coração em nós quando nos falava no caminho? Estas palavras dos discípulos de Emaús deviam sair espontâneas, se és apóstolo, dos lábios dos teus companheiros de profissão, depois de te encontrarem a ti no caminho da sua vida (D. Javier, Carta 2/97).

Se formos almas de fé, daremos aos acontecimentos desta terra uma importância muito relativa, como a deram os santos... (São Josemaria, "Via Sacra", IV, 5).

Recolhimento espiritual - janeiro 2026

Filhos meus, ninguém tem o direito de dizer: eu não posso. Tu podes! Desde o lugar onde está, como Cristo em Belém, porque tens a força Dele.Tu podes, e deves ter impulso corredentor e desejos de converter toda tua vida – tudo o que faças, inclusive o que parece indiferente – em um canto de louvor ao Senhor.Não busquemos desculpas. Todos estamos envolvidos, todos podemos e devemos colaborar na tarefa de aproximar as pessoas de Deus (D. Javier, Prelado do Opus Dei).

Tens que aprender a dissentir dos outros - quando for preciso - com caridade, sem te tornares antipático (São Josemaria, "Sulco", n. 429).

“Hoje, no mundo, Deus ou é desconhecido ou é perseguido. Qual a consequência? Está à vista em todos os países: violência, pornografia descarada, atentados à vida inocente... As pessoas se assombram e perguntam: como chegamos a esse ponto? A resposta aparece bem clara: como não ocorrerão tais aberrações, si se abandona a Deus, que é o fundamento de toda a ordem moral, que é quem nos mantém no caminho justo?” (D. Álvaro, tertúlia, 07/05/78).

Oração do rei Balduíno da Bélgica (devido às suas convicções católicas, Balduíno renunciou, entre 4 e 5 de março de 1990, às suas funções como chefe de Estado ao recusar assinar a lei de despenalização do aborto no país; seu processo de beatificação foi aberto em dezembro de 2024): “Senhor, perdoai que, sendo tão pouca coisa, tenha tais pretensões. Fazei-me humilde. Ensinai-me a ser feliz, sabendo-me pequeno”.

Resignar-se com a Vontade de Deus; conformar-se com a Vontade de Deus; querer a Vontade de Deus; amar a Vontade de Deus (São Josemaria, "Caminho", n. 774).

Entendo-te perfeitamente quando me escreves a respeito do teu apostolado: "Vou fazer três horas de oração com a Física. Será um bombardeio para que "caia" outra posição, que se acha do outro lado da mesa da biblioteca..., e que o senhor já conheceu quando esteve aqui" (São Josemaria, cfr "Sulco", n. 471).

A nossa segurança é proporcional à nossa confiança. Toda a força de Deus está, por assim dizer, em dependência do nosso abandono. O mar de Deus nos sustenta. O abandono provoca o poder e a misericórdia de Deus, move as entranhas do nosso Pai, como quando uma criança, aos prantos, se agarra ao pai, gritando: ‘eu só confio em você! eu só confio em você'. Será que um pai na terra não empregaria toda a sua força para não decepcionar o seu filho que clama dessa maneira? E que poderíamos dizer de Deus, infinitamente bom e todo poderoso, quando pedimos a sua ajuda como se Ele fosse o único possível salvador?

Queres de verdade ser santo? Cumpre o pequeno dever de cada momento. Faz o que deves e está no que fazes (São Josemaria, "Caminho", n. 815).

Voltamos de novo à experiência de cada dia, ao relacionamento com as nossas mães da terra. Acima de tudo, o que é que elas desejam para os seus filhos, que são carne da sua carne e sangue do seu sangue? O seu maior sonho é tê-los perto de si. Quando os filhos crescem e não é possível continuarem a seu lado, esperam com impaciência as suas notícias, emociona-as tudo o que se passa com eles: desde uma ligeira doença até os eventos mais importantes.Olhai: para nossa Mãe Santa Maria, jamais deixamos de ser pequenos, porque Ela nos abre o caminho para o Reino dos Céus, que será dado aos que se fazem crianças. De Nossa Senhora não devemos separar-nos nunca. Como a honraremos? Procurando a sua intimidade, falando-lhe, manifestando-lhe o nosso carinho, ponderando no coração as cenas da sua vida na terra, contando-lhe as nossas lutas, os nossos êxitos e os nossos fracassos (São Josemaria, “Amigos de Deus”, n. 290).

Um dia - não quero generalizar; abre teu coração ao Senhor e conta-lhe a tua história -, talvez um amigo, um simples cristão igual a ti, te fez descobrir um panorama profundo e novo, e, ao mesmo tempo, antigo como o Evangelho. Sugeriu-te a possibilidade de te empenhares seriamente em seguir Cristo, em ser apóstolo de apóstolos. Talvez tenhas perdido então a tranquilidade e não a tenhas recuperado, convertida em paz, enquanto livremente, porque te apeteceu - que é a razão mais sobrenatural -, não respondeste sim a Deus. E veio a alegria, forte, constante, que só desaparece quando te afastas dEle (São Josemaria, “É Cristo que Passa”, n. 1).

Querei-vos muito uns aos outros. E ao dizer isto, digo-vos o que está no âmago do cristianismo: Deus caritas est (I Ioann. IV, 8), Deus é carinho. Estais lembrados daquele João, nosso padroeiro, que é também um bom modelo para aprender a amar Jesus Cristo?Quando estava já velho, velho, velho, embora devesse sentir-se jovem, jovem; quando talvez quase nem pudesse falar, porque o corpo já não reagia, repetia aos seus discípulos: Filioli, diligite alterutrum (São Jerônimo, In epist. ad Galat., comm. 3, 6).Filhos da minha alma, amai-vos uns aos outros, que o resto é conversa. Deixai-vos de simpatias e antipatias; nós agimos sobrenaturalmente. Querei-vos! Querei-vos de verdade (São Josemaria, Tertúlia, 19-III-1964.).

“No curral de Belém, tocam-se céu e terra (...). O céu não pertence à geografia do espaço, mas à geografia do coração. E o coração de Deus, na Noite santa, inclinou-Se até ao curral: a humildade de Deus é o céu. E se formos ao encontro desta humildade, então tocamos o céu. Então a própria terra se torna nova" (Bento XVI, Homilia, 24/12/2007).

O sinal admirável do Presépio, muito amado pelo povo cristão, não cessa de suscitar maravilha e fascínio. Representar o acontecimento da natividade de Jesus equivale a anunciar, com simplicidade e alegria, o mistério da encarnação do Filho de Deus. De facto, o Presépio é como um Evangelho vivo que transvaza das páginas da Sagrada Escritura. Ao mesmo tempo que contemplamos a representação do Natal, somos convidados a colocar-nos espiritualmente a caminho, atraídos pela humildade d'Aquele que Se fez homem a fim de Se encontrar com todo o homem, e a descobrir que nos ama tanto, que Se uniu a nós para podermos, também nós, unir-nos a Ele” (Papa Francisco, ADMIRABILE SIGNUM, Carta Apost. 12/19, n. 1).

Algumas vezes - ouviste-me comentar isso com frequência -, fala-se do amor como se fosse um impulso para a autossatisfação, ou um mero recurso para completar de modo egoísta a própria personalidade.- E sempre te disse que não é assim: o amor verdadeiro exige que saiamos de nós mesmos, que nos entreguemos. O autêntico amor traz consigo a alegria: uma alegria que tem as suas raízes em forma de Cruz (São Josemaria, "Forja", n. 28).

“Ela pisa com os seus calcanhares as sarças secas do inverno e, a seus pés, já florescem as rosas da primavera. Ela nos lança o seu rosário convidando-nos a subir. Sim, Mãe de Deus, imagem Dele: contigo queremos ir subindo, de rosa em rosa, até chegar à felicidade infinita” (Paul Claudel, “Señor, enseñanos a orar!”, Excelsa, Buenos Aires, 1946, p. 73-74).

A nossa entrega nos confere como um título – um direito, vamos dizer assim – às graças convenientes para sermos fiéis ao caminho que empreendemos um dia, porque Deus nos chamou. A fé nos diz que, qualquer que seja a circunstância pela qual atravessemos, essas graças não nos faltarão se não renunciamos voluntariamente a elas. Mas nós precisamos cooperar.Deste modo vos asseguro que o diabo se afasta, porque não cabe, não encontra espaço na alma de quem quer estar unido a Deus, que coloca os meios e não se fecha na sua solidão (São Josemaria).

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6, 56).Não humanizamos nós a Deus Nosso Senhor quando o recebemos: é Ele quem nos diviniza, nos eleva, nos levanta. Jesus Cristo faz o que a nós é impossível: sobrenaturaliza nossas vidas, nossas ações, nossos sacrifícios. Ficamos endeusados (SãoJosemaria, Apuntes de la predicación, 06/70).

Ó Deus todo-poderoso, concedei a vossos fiéis o ardente desejo de possuir o reino celeste, para que, acorrendo com as nossas boas obras ao encontro do Cristo que vem, sejamos reunidos à sua direita na comunidade dos justos.

Motivações extrínsecas: aquilo que nos faz obter, do nosso entorno, uma recompensa tangível ou intangível, pelas nossas ações;Motivações intrínsecas: a satisfação interior e o aprendizado que podemos adquirir, de acordo com a interação com o meio;Motivações transcendentes: dar ou querer dar / contribuir com algo que está no nosso meio.

Recolhimento espiritual - novembro 2025

"Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo" (Mt 2, 2). Foi o que aconteceu conosco. Nós também percebemos que pouco a pouco se acendia na alma um novo resplendor: o desejo de sermos plenamente cristãos; se assim me posso exprimir, a ânsia de tomarmos Deus a sério. Se cada um de nós se pusesse agora a contar em voz alta o processo íntimo da sua vocação sobrenatural, os outros perceberiam que tudo isso era divino. Agradeçamos a Deus Pai, a Deus Filho, a Deus Espírito Santo e a Santa Maria, por meio da qual nos vêm todas as bênçãos do céu, este dom que, juntamente com a fé, é a maior graça que o Senhor pode conceder a uma criatura: o firme anseio de alcançar a plenitude da caridade, na convicção de que não só é possível, como também necessária, a santidade no meio das ocupações profissionais, sociais... (São Josemaria, "É Cristo que Passa", n. 32).

“No meio de crises e tempestades, o Senhor interpela-nos e convida-nos a despertar e a ativar esta solidariedade capaz de conferir solidez, apoio e um sentido a estas horas em que tudo parece naufragar. A criatividade do Espírito Santo nos encoraje a gerar novas formas de hospitalidade familiar, fraternidade fecunda e solidariedade universal” (Papa Francisco, Audiência, 02/09/2020).

Faz-me tremer aquela passagem da segunda epístola a Timóteo, quando o Apóstolo se dói de que Demas tenha fugido para Tessalônica, atrás dos encantos deste mundo... Por uma bagatela, e por medo das perseguições, atraiçoa a tarefa divina um homem que São Paulo cita, em outras epístolas, entre os santos. Faz-me tremer, conhecendo a minha pequenez; e leva-me a exigir de mim fidelidade ao Senhor até nos fatos que podem parecer indiferentes, porque, se não me servem para unir-me mais a Ele, não os quero! (São Josemaria, "Sulco", n. 343).

Na vida, é preciso amar, filhas e filhos meus. Quem não sabe ou não quer fazê-lo, é um pobre infeliz, que se encerra no seu egoísmo, e não encontra senão motivos de amargura, suscetibilidades, preocupações, tristezas. Muitas vezes, quando tropeçamos com obstáculos deste tipo no nosso caminho pessoal, a explicação está em que encolhemos o coração. Não o damos inteiramente ao Senhor, ou pomo-nos a perder o tempo, prendendo-nos em laços daqui de baixo.Para perseverar fielmente, delicadamente, é preciso amar. Amar, dando; amar, guardando-nos para Ele, com a mortificação, com a guarda dos sentidos, fugindo das ocasiões; amar, vencendo o egoísmo, com uma disponibilidade e uma entrega incondicionadas à tarefa que a Obra nos pede, que as almas nos exigem (São Josemaria).

A preguiça distorce o nosso desejo de paz porque, por sua causa, pensamos que a melhor maneira de a alcançar é fechar os olhos para os problemas que nos cercam, baixar a cabeça e evitar qualquer possível conflito...

Mãe de Deus, Mãe nossa, que tanto entendes das misérias dos teus filhos. Poder suplicante: perdão pela nossa vida, pelo que houve em nós que devia ter sido luz e foram trevas; que devia ter sido força e foi frouxidão; que devia ter sido fogo e foi tibieza. Já que conhecemos a pouca qualidade da nossa vida, queremos ser de outra maneira, triunfar contigo (São Josemaria, 15-VIII-1961).

Com quem estou, quando não estou com Deus? (SãoJosemaria, "Forja", n. 511).

Com o pouco que somos – pelas nossas limitações, pelos nossos pecados, pela nossa má vontade – Ele quer fazer muito, seremos aquelas pessoas que fazem diferença no seu ambiente...

“Senhor, obrigado por teres vindo. Poderias ter-nos salvado sem ter vindo. Em suma, bastava que tivesses querido salvar-nos. Não está claro que a Encarnação fosse necessária. Mas quiseste colocar entre nós o exemplo completo de toda a perfeição (...). Obrigado, Mestre, por teres vindo, por seres entre nós, homem entre os homens, Homem entre os homens, como um entre nós (...), e, no entanto, o Homem que atrai tudo a si, porque desde que veio, não existe outra perfeição.“Obrigado por teres vindo e porque posso olhar para ti e nutrir a minha vida em ti” (Falar com Deus 28 DTC-B).

Nos momentos de nevasca e vendaval, umas práticas piedosas sólidas - nada sentimentais -, bem arraigadas e adaptadas às circunstâncias próprias de cada um, serão como essas estacas pintadas de vermelho, que continuam a marcar-nos o rumo, até que o Senhor decida que o sol brilhe de novo, os gelos derretam e o coração torne a vibrar, aceso com um fogo que na realidade nunca esteve apagado: foi apenas o rescaldo oculto pela cinza de uns tempos de prova, ou de menos empenho, ou de pouco sacrifício (São Josemaria, "Amigos de Deus", n. 151).

O cristão percebe com nova claridade toda a riqueza da sua filiação divina, na medida em que se reconhece plenamente livre por trabalhar nas coisas do Pai, e se sente possuído de uma alegria que se torna constante, por nada ser capaz de destruir a sua esperança (São Josemaria, "É Cristo que Passa", n. 138).

Recebi a iluminação sobre toda a Obra, enquanto lia aqueles papeis*. Comovido, ajoelhei-me – estava sozinho no meu quarto, entre uma prática e outra** –, dei graças ao Senhor, e lembro-me com emoção do repicar dos sinos da paróquia de Nossa Senhora dos Anjos que, na Casa Central dos Lazaristas, passei a limpo com alguma unidade as notas soltas, que até então vinha tomando; desde aquele dia o burrinho sarnento*** percebeu a formosa e pesada carga que o Senhor, na sua bondade inexplicável, tinha posto sobre suas costas. Nesse dia o Senhor fundou sua Obra: desde então comecei a entrar em contato com leigos, estudantes ou não, mas jovens. E a formar grupos. E a rezar e a fazer rezar. E a sofrer... Sempre sem vacilação, mesmo eu não querendo! (São Josemaria, Apuntes íntimos, n. 306: citada y comentada en AVP, I, pp. 293, 302 y 316).* Anotações do retiro que estava fazendo.** Atividades do retiro.*** Como se referia a ele mesmo.

Recolhimento espiritual - outubro 2025

Recolhimento espiritual - outubro 2025

Não penses mais na tua queda. - Esse pensamento, além de pesada laje que te cobre e esmaga, facilmente se tornará uma ocasião de próximas tentações. - Cristo te perdoou. Esquece o "homem velho" (São Josemaria, "Caminho", n. 262).

A festa de hoje está relacionada com uma vitória importante dos cristãos na batalha naval de Lepanto.Era o dia 7 de outubro de 1571, a partir de então festa de Nossa Senhora da Vitória ou do Rosário.Os cristãos passavam por um momento crítico...Os turcos pretendiam dominar toda a Europa...O Papa Pio V, mais tarde canonizado, percebeu a necessidade de fazer frente a esse avanço muçulmano.Não contou com muito apoio...A batalha de Lepanto seria uma batalha desigual.Sabendo disso, São Pio V convocou todos os cristãos a rezarem pedindo a proteção de Maria Santíssima.Conta-se que durante as três horas que durou a batalha o Papa esteve rezando a Virgem Maria, até o momento da vitória.Nossa Senhora lhe revelou no mesmo instante no que consistiu a conquista...Comentou com os cardeais e estes posteriormente repassaram ao povo...O Papa estava tão certo da intervenção direta da Mãe de Deus que em sua honra instituiu a festa de Nossa Senhora da Vitória.

“Quando Josemaría Escrivá fala sobre como todos os homens são chamados a ser santos, parece-me que ele está se referindo basicamente à sua experiência pessoal, porque ele nunca fez coisas incríveis sozinho, mas se limitou a deixar Deus agir” (Cardeal Joseph Ratzinger, Osservatore Romano, “Deixando Deus fazer a obra”, 6-X-2002).

Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles”.Foi então precipitado o grande Dragão, a primitiva Serpente, chamado Demônio e Satanás, o sedutor do mundo inteiro. Foi precipitado na terra, e com ele os seus anjos. Eu ouvi no céu uma voz forte que dizia: Agora chegou a salvação, o poder e a realeza de nosso Deus, assim como a autoridade de seu Cristo, porque foi precipitado o acusador de nossos irmãos, que os acusava, dia e noite, diante do nosso Deus.Mas estes venceram-no por causa do sangue do Cordeiro e de seu eloquente testemunho. Desprezaram a vida até aceitar a morte.Por isso alegrai-vos, ó céus, e todos que aí habitais. Mas, ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.

Para sermos almas de oração é necessário cuidar de alguns aspectos importantes no nosso relacionamento com Deus, que ajudarão a enxergá-Lo mais próximo de nós...

Como é bela a nossa Fé Católica! - Dá solução a todas as nossas ansiedades, e aquieta o entendimento, e enche de esperança o coração (São Josemaria, "Caminho", n. 582).

Filhos meus, somos como uma família que cresce e se desenvolve na liberdade e glória dos filhos de Deus, com a liberdade que Jesus Cristo adquiriu para nós. Mas, por amor a essa liberdade, queremos ter boa atadura. Essa é a maior demonstração de liberdade; dizei ao Senhor: “coloca em mim algemas de ferro, atai-me a Ti, que eu quero somente te servir e te amar”. A liberdade somente pode entregar-se por Amor; eu não compreendo outro tipo de escravidão (São Josemaria).