Podcasts about Oriente

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Latest podcast episodes about Oriente

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. EUA-Irão: trégua trará a paz ou uma nova guerra? — Debate

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 94:27


Esta trégua é demasiado frágil para festejar ou pode ser o princípio da reconfiguração do Médio Oriente?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
7h Acordo de paz para o Médio Oriente

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 14:29


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Noticiário Nacional
9h PR saúda o acordo para o Médio Oriente

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 14:50


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Café Europa
Gabinete de Guerra. Caminho para paz ou apenas um "mal menor" no Médio Oriente?

Café Europa

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 7:35


Bruno Cardoso Reis destaca que o acordo é o cenário mais racional para reabrir o Estreito de Ormuz e aliviar a economia. E ainda acrescenta que o sucesso depende dos cálculos de Netanyahu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zoom
Gabinete de Guerra. Caminho para paz ou apenas um "mal menor" no Médio Oriente?

Zoom

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 7:35


Bruno Cardoso Reis destaca que o acordo é o cenário mais racional para reabrir o Estreito de Ormuz e aliviar a economia. E ainda acrescenta que o sucesso depende dos cálculos de Netanyahu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

WGospel.com
Os pecados de Sodoma

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 10:00


OS PECADOS DE SODOMA – ENCONTRO COM AS PROFECIAS 006 A profecia que vamos estudar neste momento foi feita por dois anjos a um homem chamado Ló, mais ou menos no ano de 1898 AC. Está em Gênesis 19:12 e 13. “Disseram aqueles homens a Ló: Tens alguém mais aqui? Teu genro, teus filhos, tuas filhas, e todos quantos tens nesta cidade, tira-os fora deste lugar, porque nós vamos destruir este lugar, pois o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo”. Para compreendermos bem esta profecia, precisamos analisar outros pontos que formam a base dessa drástica ação de Deus sobre Sodoma e Gomorra. Abraão e Ló eram parentes. Abraão era tio de Ló. Os dois saíram juntos de Ur dos Caldeus, em busca da terra prometida. Após alguns anos de convivência, os pastores dos rebanhos de Abraão e os de Ló começaram a brigar pelos melhores pastagens (Gênesis 13:7-9). Havia necessidade urgente de separação. E o que chamou a minha atenção foi a maneira de Abraão resolver o problema. Ele reuniu-se com o sobrinho e disse que não havia necessidade de estarem brigando, porque eles eram irmãos. Que grande lição! O verdadeiro irmão não briga. Se é para ter briga, é melhor se separar e continuarem amigos. Hoje, muitos agem de forma contrária. Brigam, se ofendem, se destroem, mesmo se chamando irmãos. Coube então a Ló a tarefa de escolher onde estabelecer as suas tendas. Imagino os dois em pé na parte mais alta da Palestina e Ló, olhando para o Oriente, e percebendo que o vale do Jordão era bem regado, escolhe aquela porção do território. Neste lugar havia muita água, muito pasto e boas cidades. Ló foi para o Oriente em direção à Sodoma, e Abraão foi para Canaã. A profecia do programa de hoje tem a ver com a família de Ló e os habitantes de Sodoma. Então vamos conhecer um pouco da história de Sodoma e sua localização. A cidade de Sodoma estava numa planície, com mais quatro cidades. Ficava na parte sul do Mar Morto. Essa planície era chamada de o jardim do Senhor. As colheitas eram abundantes, as flores enchiam o ar de perfume. O comércio era intenso, as caravanas do mundo inteiro passavam por ali. A riqueza também era característica de Sodoma. A ociosidade e a riqueza deram origem ao luxo e ao orgulho. Em Sodoma havia regozijo e orgia, banquetes e bebedice. O povo desafiava abertamente a Deus e a lei do Senhor; a violência era aceita por quase todas as pessoas. Em nossos dias isso, infelizmente, se repete. Muitos, inclusive jovens, parece que não têm mais nada a fazer. Como têm dinheiro pegam seus carros, enchem de amigos e saem para os bares em busca de diversão. Bebem o quanto podem e depois saem pelas ruas participando de rachas, sem nenhuma responsabilidade, matando e ferindo inocentes, tantas vezes. Um dos grandes problemas de Sodoma era a perversão sexual, em todas as suas esferas. Os relacionamentos homossexuais, condenados com veemência pela Bíblia Sagrada, eram praticados e incentivados abertamente. Como hoje em dia. A Bíblia chama isso tudo de “abominação” (Levítico 18:22).  Porém é importante ressaltar que a repulsa de Deus é ao pecado. Ele ama o pecador e está pronto para perdoar e transformar, se houver interesse. No caso que estamos estudando hoje, Deus enviou dois anjos com um recado urgente. Ló deveria deixar a cidade o mais rápido possível pois Sodoma seria destruída. O texto bíblico sugere que os habitantes de Sodoma estavam decididos a abusar sexualmente dos dois seres que trouxeram o recado divino ao sobrinho de Abraão. A situação ficou muito tensa junto à porta da casa de Ló naquela noite. Gênesis 19:5-7 conta que os homens da cidade, desde o mais novo ao mais velho, foram buscar os forasteiros. As tentativas de Ló em acalmá-los, não deram certo. Ao ser atacado, Ló foi salvo pelos anjos que feriram de cegueira todas aquelas pessoas. O recado divino para Sodoma então é comunicado a Ló. “Deus vai destruir esta cidade com fogo. Avise seus parentes e saiam daqui”.  Ló correu e avisou as filhas casadas. Regressou, porém, triste por causa das zombarias dos genros. E, como Ló estava demorando em agir, os anjos o apressaram. Deveria pegar sua esposa e as duas filhas que ainda eram solteiras, e todos fugirem o mais rápido possível para longe do lugar, sem olhar para trás. Era a hora difícil de deixar a bela casa, deixar amigos, deixar roupas, deixar o grande rebanho. Deixar tudo! Sodoma e as cidades vizinhas foram destruídas. Somente Ló e as filhas se salvaram. A esposa desobedeceu a ordem de não olhar para trás e, infelizmente, perdeu a vida. Hoje, amigo ouvinte, a palavra de Deus tem sido anunciada aos quatro cantos do mundo que a maldade está atingindo o seu limite e em breve, muito breve, Deus vai intervir e destruir esta terra.  Você poderá até dizer ou pensar que isso é bobagem, que isso é fruto de mentes doentes, fanáticas, que isto é invenção de crentes. Bem, você é livre para pensar o que quiser, mas o nosso mundo cheio de violência, orgulho, sensualismo, má distribuição do dinheiro, cheio de perversidades sexuais, será destruído. A Bíblia garante isso. E promete novo céu e nova terra onde habitará para sempre a justiça. E a profecia de Sodoma nos dá essa garantia. O que Deus falou de fato aconteceu. Portanto, “creia no Senhor teu Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dele e você prosperará”.

Expresso - Eixo do Mal
Círculo vicioso no Médio Oriente, PSU no Parlamento

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 51:50


Donald Trump cancelou o ataque desta noite ao Irão porque parece que, pela milionésima vez, um acordo está quase quase a ser assinado. O Irão, como de costume, diz que não. Trump também diz que o estreito de Ormuz não está encerrado. O Irão, como de costume, diz que não. Por cá a Prestação Social Única vai hoje a debate no Parlamento. Que partido vai votar ao lado do governo? A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 11 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Gabinete de Guerra
É possível uma invasão terrestre dos EUA a Kharg?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 16:02


Maria Isabel Tavares considera uma invasão terrestre da ilha de Kharg um cenário complicado de acontecer. Destaca ainda a capacidade de Donald Trump em escalar o conflito no Médio Oriente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Estudos Medievais
Estudos Medievais 57 - O Cisma de 1054

Estudos Medievais

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 84:29


No quinquagésimo sétimo episódio do Estudos Medievais, recebemos a Profa. Dra. Cláudia Regina Bovo, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, para falar sobre o Cisma de 1054 e as relações entre as cristandades latina e grega na Idade Média. A convidada explica o que é um cisma e por que 1054 é chamado de Cisma do Oriente, detalhando as excomunhões mútuas entre Humberto de Silva Candida e Miguel Cerulários e os debates teológicos do período. Cláudia Bovo discute também qual papel as divergências em torno dos pães ázimos e da questão filioque desempenharam no episódio, além de questionar a influência de conceitos como “cesaropapismo” e avaliar como a historiografia recente tem buscado valorizar as conexões entre as comunidades, não apenas o rompimento.ParticipantesCláudia Regina BovoDiego PereiraMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)⁠⁠Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)⁠Gabriel Cordeiro (roteiro)⁠⁠Isabela Silva (roteiro)⁠⁠José Fonseca (roteiro)⁠Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)⁠⁠Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasBOVO, Cláudia Regina. A circulação epistolar sobre a controvérsia azimista entre cristãos latinos e bizantinos, Historia del Orbis Terrarum, 26, 2021, p. 12-32.CONGAR, Yves. After Nine Hundred Years: The Background Of The Schism Between The Eastern And Western Churches. Nova York: Fordham University Press, 1959.MIATELLO, André. Cismas. Theologica Latinoamericana Enciclopedia Digital. https://teologicalatinoamericana.com/?p=1449PEREIRA, Diego de Souza. À espera de Roma: controvérsia eucarística e papado no século XI. 2024. 120 p. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em História) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2024.RYDER, Judith. Changing perspectives on 1054. Byzantine and Modern Greek Studies, 35 , 1 , 2011 , p. 20 - 37.

Sem Moderação
“Se aprovarem a PSU com o Chega, não percebo como é que o PS dará a mão ao governo no OE”

Sem Moderação

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 21:48


A proposta de Prestação Social Única do Governo gera polémica antes ainda de chegar ao Parlamento. Francisco Mendes da Silva considera que o Governo “introduziu notas de polémica ideológica totalmente desnecessárias”, nomeadamente na questão do trabalho social, que classifica como “desproporcionada” e sem aplicação prática real. Daniel Oliveira vai mais longe e defende que a medida reflete uma visão da pobreza “como resultado do vício e da preguiça.” Ambos apontam os riscos da dependência crescente do Chega para aprovar legislação, numa altura em que os eleitores do PSD são, segundo as sondagens, os que mais rejeitam o partido de André Ventura. No Médio Oriente, Israel continua a atacar o sul do Líbano numa quadratura do círculo que compromete qualquer acordo. Para Francisco Mendes da Silva, o Irão não tem incentivos para negociar sem garantias sólidas. Daniel Oliveira sublinha que a comunidade internacional permitiu que as coisas chegassem a um ponto em que “até uma teocracia como o Irão é vista como a única capaz de travar o que ali está a acontecer”, o que é “duplamente trágico”. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 9 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.

Noticiário Nacional
14h António Guterres pede o fim imediato dos ataques no Médio Oriente

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 14:02


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Contra-Corrente
101 dias depois, o Médio Oriente mudou. Mas em que sentido?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 7:26


Irão, EUA e Israel preparam novos combates ou acordos? Arriscarão os EUA deixar um Israel desafiador entregue a si mesmo e à sua sorte ou é apenas ruído para aumentar a pressão sobre o Irão?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Contra-Corrente
Médio Oriente. Agudizar o conflito força negociações? — Debate

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 96:54


Entre o ruído das palavras de Trump e o reacender do conflito no terreno, 101 dias depois o que está realmente a acontecer entre Israel, Irão e EUA?See omnystudio.com/listener for privacy information.

BASTA BUGIE - Santi e beati
San Giorgio non dialoga col drago, ma lo combatte e lo uccide

BASTA BUGIE - Santi e beati

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 8:18


TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8569SAN GIORGIO NON DIALOGA COL DRAGO, MA LO COMBATTE E LO UCCIDEdi Roberto de Mattei Nel suo libro Fisionomie di santi, lo scrittore francese Ernest Hello dedica un profilo a San Giorgio, definendolo "uno dei santi più illustri e dimenticati; illustri ieri, dimenticati oggi". Hello scriveva il suo libro nel 1879; oggi San Giorgio non è solo dimenticato, ma nella Chiesa cattolica, dopo il Concilio Vaticano II, la sua memoria è stata addirittura retrocessa a festa liturgica facoltativa, forse perché san Giorgio è il santo guerriero per eccellenza, antitetico al modello del cattolico pacifista oggi dominante. San Giorgio nacque probabilmente in Cappadocia tra il 275 e il 285, e morì martire a Nicomedia intorno al 303. I suoi genitori erano cristiani: il padre Geronzio, di origine persiana, e la madre Policromia, cappadoce. Educato nella fede, crebbe nella disciplina e nel timore di Dio. A diciassette anni abbracciò la carriera militare sotto l'imperatore Diocleziano. Si distinse per coraggio e rettitudine, divenendo tribunus militum, cioè un ufficiale di alto grado dell'esercito romano. Nel 303, l'anno in cui più infuriava la persecuzione di Diocleziano, Giorgio si presentò all'imperatore e ardì rimproverarlo, confessando di essere cristiano. Fu torturato in tutti i modi possibili, ma continuò a professare la sua fede. Lo fustigarono fino a mettere le ossa allo scoperto, lo gettarono in una fossa ardente, gli applicarono stivaletti roventi ai piedi, ma Giorgio continuava a soffrire senza arrendersi. Più volte dato per morto, Giorgio risorse miracolosamente, convertendo testimoni e soldati, tra cui il comandante Anatolio. Persino l'imperatrice Alessandra, colpita dalla sua fede, abbracciò il cristianesimo e subì il martirio. Alla fine l'ufficiale cristiano chiese di essere condotto davanti al tempio dove si adoravano gli dei. Diocleziano pensò di averlo finalmente piegato. Ma Giorgio, rivolgendosi all'idolo, dopo aver fatto il segno della croce gli chiese: "Vuoi che ti faccia sacrifici come a Dio?". Allora il demonio, forzato alla confessione rispose: "Non sono Dio. Non c'è altro Dio al di fuori di quello che tu predichi". Poi gli idoli del tempio caddero in polvere. A questo punto l'imperatore ordinò di decapitare il milite cristiano. In quel tempo ciò accadde a molti martiri. Il Signore li fece sopravvivere ad inauditi tormenti, permettendo che morissero solo per mezzo della decapitazione. MEGALOMARTIRESan Giorgio è entrato nella storia, come "Megalomartire", cioè grande testimone della fede, ed è venerato soprattutto in Oriente. Ma egli è celebre per un altro episodio, tramandatoci dalla Legenda Aurea di Jacopo da Varagine, che è una raccolta medioevale non di leggende, ma di testimonianze storiche. Nei dintorni della città di Silena, in Libia, un mostro terribile, che viveva in un lago, terrorizzava la popolazione, precipitandosi su animali o su uomini. Si cercò di placarlo dandogli ogni giorno due pecore, ma presto i greggi finirono e si consultò l'oracolo. Questi rispose che, per sfamarlo, bisognava servire al dragone, vittime umane da tirare a sorte. Questa storia non è inverosimile. Gli oracoli pagani, ispirati dal demonio, chiedevano spesso sacrifici umani per placare gli dei e solo il Cristianesimo interruppe questa pratica infernale. La sorte designò un giorno come vittima la figlia del Re. Il sovrano rifiutò di concedere la figlia, ma il popolo iniziò a rivoltarsi, circondando il palazzo e minacciando la famiglia reale. A questo punto il Re cedette e consegnò la figlia alla folla, per immolarla al drago. La giovane attendeva la sua sorte sulle rive del lago, quando le apparve un soldato cristiano, che la rassicurò, invitandola ad avere fiducia nel nome di Cristo. Quando il drago emerse, Giorgio, salito a cavallo, lo affrontò nel nome del Signore, e lo trafisse da parte a parte con la sua lancia. Poi condusse il mostro ferito fino alla città e promise di ucciderlo, a condizione della conversione del popolo. Il Re fu battezzato e ventimila uomini con lui, senza contare le donne e i bambini. Giorgio rifiutò ogni ricompensa e andò verso il suo destino, che sarebbe stato il martirio. Il dato più antico e più solido della memoria cristiana di san Giorgio è la sua morte sotto Diocleziano. Eppure, l'immagine di san Giorgio che domina ovunque - dalle icone bizantine agli affreschi medievali, fino alla pittura rinascimentale - è quella del cavaliere che trafigge il drago. Questa scena, al di là della sua storicità, ha un valore simbolico. Il drago ci ricorda che esistono nemici, non solo dei singoli individui, ma delle collettività umane. Sotto le sembianze del drago potremmo raffigurare la Rivoluzione anticristiana che da secoli aggredisce la Civiltà cristiana. San Giorgio è il cristiano, o il gruppo di cristiani che, armati di fede, combattono e annientano il nemico.SENZA TIMORE FINO ALLA VITTORIASe la lotta di san Giorgio contro il drago può essere messa in dubbio dalla critica storica, non può esserlo un altro episodio, tramandato da testimoni. Il 15 luglio 1099, nel corso della Prima Crociata bandita dal Papa beato Urbano II, quando i crociati giunsero alle porte di Gerusalemme, san Giorgio apparve rivestito di una bianca armatura su cui risplendeva, rossa, la croce e fece segno ai combattenti di seguirlo senza timore fino alla vittoria. Lo stesso accadde nella battaglia di Antiochia. Da allora san Giorgio è il patrono non solo della lotta, ma del trionfo sul nemico, e come tale è stato invocato nei secoli. Particolarmente forte fu la devozione nella Repubblica di Genova, il cui vessillo - croce rossa in campo bianco - divenne simbolo del santo. Il grido "Genova e San Giorgio!" accompagnava i combattenti in battaglia. Anche Venezia lo venerò, dopo san Marco, come suo speciale protettore. Ma nessuna provincia del mondo cattolico sorpassò l'Inghilterra nell'ossequio reso a questo santo, venerato fin dal IX e X secolo. Un concilio nazionale, tenuto ad Oxford nel 1222, ordinò che la festa del grande Martire fosse di precetto in tutta l'Inghilterra per onorarlo quale protettore del popolo inglese. In Italia, le città e i comuni di cui san Giorgio è patrono sono più di cento. Il suo cranio, portato a Roma dall'Oriente, nell'VIII secolo, è custodito a Roma nella chiesa di San Giorgio al Velabro.La memoria liturgica di san Giorgio si celebra il 23 aprile, giorno della sua nascita al cielo. In Georgia, terra che porta il suo nome, il santo è venerato con particolare solennità anche il 23 novembre.Oggi abbiamo bisogno della protezione di san Giorgio, e dobbiamo invocarlo perché infonda spirito combattivo e conduca alla vittoria tutti coloro che hanno la responsabilità, o la vocazione, di difendere il popolo cristiano dai suoi nemici.

La rosa de los vientos
Francecs Miralles: "El humor es una manera muy humana e inteligente de poner distancia"

La rosa de los vientos

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 23:26


Francesc Miralles, escritor y experto en desarrollo personal afirma que la filosofía de Oriente se parece al estoicismo de occidente "Acepta lo que depende de ti. saber quien no depende de ti, y pon tu fuerza, tu energía y tu atención en lo que tú puedes controlar. y no intentes cambiar a las personas que no eres tú, ahí tienes una batalla perdida". A lo largo de la ruta, que es la vida de una persona, lo importante es seguir adelante.

Noticiário Nacional
8h Nova fase da guerra no Médio Oriente

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 14:05


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Convidado
O que representa uma retoma de ataques entre Israel e o Irão?

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 13:40


Israel e Irão retomaram, por algumas horas, os ataques directos pela primeira vez desde o frágil cessar-fogo assinado há dois meses. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, ambas as partes informaram que suspenderam as operações, depois de Donald Trump ter exortado as partes a fazerem-no. É que a retoma dos ataques pode comprometer as negociações entre Estados Unidos e o Irão e mostram “posições cada vez mais divergentes” entre os Estados Unidos e Israel, explica a investigadora Maria Ferreira. A nossa convidada de hoje não antevê o fim do conflito no Médio Oriente a curto prazo porque, para já, Israel e Irão não têm vantagens em negociar e apenas Donald Trump está a jogar “a sua própria sobrevivência política interna” e “não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel”. Esta segunda-feira, Israel confirmou ter atacado um complexo petroquímico e alvos militares no Irão, enquanto Teerão disse ter retaliado, atacando uma instalação petroquímica israelita e duas bases aéreas em Israel. As forças israelitas também anunciaram o lançamento pelos hutis de um míssil a partir do Iémen contra Israel, que foi interceptado. O fogo cruzado recomeçou na noite de domingo com um ataque iraniano contra território israelita, em retaliação ao bombardeamento de Israel ao Líbano horas antes. Estes ataques diminuem ainda mais a perspectiva de um possível acordo para pôr fim à guerra que começou a 28 de Fevereiro com ataques aéreos israelitas e americanos ao Irão.  Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, o exército iraniano disse ter terminado a vaga de ataques e ameaçou retomar se Israel continuar a bombardear o Líbano. Por seu lado, a Reuters avança que Israel também decidiu parar esta série de ataques contra o Irão. Um pouco antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, exortou o Irão e Israel a cessarem as ofensivas. Para falarmos sobre este tema, convidámos Maria Ferreira, investigadora portuguesa do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. RFI: O que representa esta retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão? Maria Ferreira, Investigadora: “Penso que representa o facto de os Estados Unidos e Israel, que desenvolveram em conjunto esta ofensiva, terem objectivos de política externa para o conflito completamente diferentes. Desde o primeiro dia de ofensiva que Israel disse explicitamente que a sua questão com o Irão era uma questão existencial, portanto, Israel compreende o Irão como uma ameaça existencial, enquanto para os Estados Unidos a questão seria relativa ao enriquecimento de urânio, à eventual posse de armas nucleares, que é algo que pode ser gerido através de uma negociação diplomática, tal como aconteceu durante a administração de Barack Obama. Para Israel, a questão não é o enriquecimento de urânio, não é a eventual posse de armas nucleares por parte do Irão. Israel representa o Irão como uma ameaça existencial e, portanto, uma ameaça existencial só é dirimida através da eliminação do regime iraniano. Mas essa eliminação do regime iraniano só pode acontecer através de uma incursão terrestre que é muito difícil de ser executada. Temos dois aliados com objectivos distintos numa guerra e o Irão está a tentar, através de uma resiliência militar e civil notável, aproveitar as diferenças de objectivos que existem entre os Estados Unidos e Israel.” Donald Trump disse “Quem decide sou eu, não ele” em referência a Benjamin Netanyahu e já não esconde o desacordo, tendo-se mostrado muito insatisfeito com a ofensiva israelita no Líbano. Que leitura faz desta declaração de Trump em relação a Netanyahu? É só mais uma declaração ou tem peso? “Tem muito peso, sobretudo quando nós lemos estas declarações à luz da divulgação de um relatório recentemente da própria ‘intelligence' norte-americana que denuncia actividades de espionagem da 'intelligence' israelita sobre os próprios Estados Unidos. Portanto, a ‘intelligence' israelita estaria a tentar penetrar nos mecanismos de decisão norte-americanos, tentando averiguar quais serão os próximos passos da administração Trump para a questão no Irão. Estas actividades de ‘intelligence' subversivas não fazem parte de nenhum acordo de troca de informações, estamos a falar de actividades subversivas de captura de informação secreta que estariam, segundo este relatório, a preocupar seriamente o Pentágono. Isto denuncia uma cisão eventual, não só em relação aos objectivos que os dois Estados têm para o conflito, mas denuncia a existência de uma fractura entre as ‘intelligences' e os aparelhos militares dos dois Estados.” Esta fractura também é uma fractura política? Como é que esta cisão se pode materializar no terreno? “É profundamente política. Ainda ontem Donald Trump deu a entender que a linguagem da guerra no Médio Oriente é distinta da linguagem da guerra no Ocidente, quando argumentou que aquilo que nós, no Ocidente, entendemos por cessar-fogo é diferente do que Israel e Irão entendem por cessar-fogo. É claro que este argumento é uma tentativa de mascarar, no fundo, a incapacidade norte-americana de controlar o seu principal aliado no Médio Oriente, que é Israel, e mesmo de revitalizar aquela que era uma das grandes conquistas de anos e que são os acordos de Abraão. Note-se que Donald Trump admitiu que não tinha conhecimento sequer dos ataques a Beirute. Esta cisão vai ter consequências políticas porque, enquanto os Estados Unidos estão a tentar gerir o conflito através de vias diplomáticas - porque não têm mais opções militares para apresentar em relação à questão do Irão, já que puseram de lado a possibilidade de uma incursão militar terrestre - Israel persiste na sua tentativa de conquistar território. Quem conhece a geografia do Médio Oriente sabe a importância que o Líbano tem para a percepção da ameaça em Israel e, portanto, para o regime de Netanyahu o controlo dos 'proxies' do Irão é muito importante. Para o Irão, o controlo dos seus 'proxies', que são braços armados fora do seu próprio território, também é muito importante. Aquilo que nós temos aqui são três ‘players', dois dos quais estão em posições cada vez mais divergentes, o que está claramente a complicar a solução para o conflito. Solução essa que Donald Trump está a desejar que aconteça para a sua própria sobrevivência política interna. Nós sabemos aquilo que aconteceu na semana passada no Congresso, quando os próprios senadores republicanos já mostram grandes dissensões em relação à presença militar dos Estados Unidos no Irão.” Até que ponto é que a retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão vai afectar as negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão? Elas estão definitivamente comprometidas? “Eu penso que sim, porque enquanto os Estados Unidos não conseguirem retomar o seu controlo sobre as actividades de Israel - e isso não parece fácil, dado que neste momento existe até uma própria desconfiança sobre eventuais actividades subversivas de Israel em território norte- americano - enquanto isso não acontecer, nós não teremos condições para haver uma negociação séria porque não há vontade de Israel de encetar uma negociação com o Irão. E o Irão também ainda não está num ponto de tal fragilidade que precise necessariamente de entrar em negociações, quer com os Estados Unidos, quer com Israel porque o Irão percebeu que controla algo fundamental, que é a percepção da ameaça sobre o estreito de Ormuz e sobre a percepção da ameaça sobre o eventual desenvolvimento de uma crise económica com base no controlo do estreito de Ormuz. Isso dá-lhe uma vantagem estratégica e faz com que esta vontade negocial destas duas partes, Israel e Irão, seja praticamente inexistente. Nenhum deles tem, neste momento, interesse em negociar. Quem tem mais interesse em negociar? Quem está a entrar naquilo a que se chama um ‘break-even point' são os Estados Unidos. Mas os Estados Unidos não têm controlo sobre os objectivos estratégicos de Israel, nem em relação ao Irão, nem em relação aos 'proxies' do Irão. E neste sentido, neste jogo, nem Israel nem o Irão têm neste momento qualquer tipo de incentivo externo para bloquearem o conflito ou para pararem as hostilidades, enveredarem por um verdadeiro cessar-fogo e começarem a negociar. E se não há vontade de negociar, se não há propensão para a negociação, é difícil que haja um acordo negocial sério ou duradouro.” Como é que vê o envolvimento dos hutis do Iémen nesta nova escalada? “Como disse há pouco, os os 'proxies' do Irão são fundamentais no seu esforço de guerra no contexto do Médio Oriente. E, portanto, quer o Hamas, quer o Hezbollah, quer os hutis, são formas de o Irão perpetuar a guerra na sua geografia próxima e de enfrentar os seus inimigos através de braços armados. Também perante a relativa aliança dos Estados Unidos com os restantes países do mundo árabe, é uma forma de demonstrar que o Irão, no seu esforço de guerra, não está isolado perante a força da superpotência que são os Estados Unidos e da grande potência regional que é Israel. É preciso olharmos para a geografia do Médio Oriente, para a sua geografia política, quer para a sua geografia religiosa, quer para a sua geografia energética, e perceber que, se os Estados Unidos foram ao longo de décadas construindo uma rede de alianças muito com base em incentivos económicos com o Qatar, a Arábia Saudita, o Irão também ao longo dos últimos 50 anos, foi construindo um regime de alianças com forças subversivas, com actores erráticos que agora utiliza no seu esforço de guerra. Portanto, é compreensível que estas forças, ainda que esporadicamente, venham ao encontro das necessidades de guerra definidas pelo próprio regime iraniano.” Nesse sentido, como é que vê os próximos tempos? O que será necessário para restaurar um cessar-fogo credível? “Eu penso que países como a Jordânia, a Arábia Saudita têm neste quadro um papel fundamental porque são países cuja economia depende absolutamente daquilo a que se chama a paz comercial ou a paz pelo comércio, dos fluxos de energia regulares, os fluxos de pessoas, nomeadamente fluxos turísticos, do comércio. A estes países do Médio Oriente este conflito não é de todo interessante e têm aqui uma palavra fundamental. Eu penso que isso foi bem lido por Donald Trump quando, no seu primeiro mandato, desenvolveu a lógica que está por trás dos acordos de Abraão. Estes países têm um papel fundamental na estabilização do Médio Oriente e mais do que o Paquistão, que se assumiu já como um potencial mediador, é a estes países que os Estados Unidos devem recorrer no sentido de criar uma base política estratégica pacífica no Médio Oriente.” Isso demoraria algum tempo, mas tendo em conta que temos as eleições intercalares em Novembro nos Estados Unidos, a curto prazo vamos ter o fim do conflito? “Penso que não. A não ser que algo mudasse em Israel que levasse a uma mudança fundamental de orientação estratégica, mas isso não está a acontecer. Aliás, o regime de direita radical de Netanyahu está a agir como os regimes populistas de direita extremista normalmente agem, ou seja, com um grande potencial para a expansão geográfica, com uma grande propensão para a escalada de conflitos, uma total desvinculação de instituições internacionais e uma muito fraca necessidade de contribuírem para bens públicos globais. Estes quatro traços de política externa são em parte partilhados pelos Estados Unidos. Simplesmente nos Estados Unidos, neste momento, Donald Trump não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel, nomeadamente no que toca à propensão para a escalada do conflito com o Irão. E é isso que, a meu ver, está a complicar e a complexificar qualquer tipo de processo negocial em relação à guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irão.”

Kilómetro Cero
Kilómetro Cero: Gálata y Tato Cabal

Kilómetro Cero

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 83:21


Jaume Segalés y su equipo hablan de Gálata y Tato Cabal. Hoy en Km0, tras repasar la actualidad informativa y deportiva, profundizamos en los siguientes asuntos: Gálata y Tato Cabal Gálata en el Teatro Gran Vía La extensa y variada historia de la vibrante capital de la actual Turquía contada a través de la danza. Todo un vistoso y fascinante viaje que nos muestra el legado que tres grandes civilizaciones dejaron en esta espléndida ciudad a lo largo de 2.000 años, desde su fundación por los griegos con el nombre de Bizancio, pasando por su transformación en capital del Imperio Romano de Oriente como Constantinopla y, por último, su reconversión en Estambul, la ciudad más importante del Imperio Otomano. Creado y dirigido por la directora escénica y coreógrafa Cristiane Azem, Gálata despliega 25 bailarinas sobre el escenario. Una parte de ellas de la compañía profesional de Cristiane Azem y otras del núcleo didáctico Galata de estudios sobre Turquía. Música y coreografías arropadas por un espectacular vestuario y una cuidada puesta en escena respaldados por investigaciones históricas y pictográficas que nos harán transportarnos a cada época de esta ciudad llena de Historia. Podemos disfrutar de este espléndido espectáculo del 10 al 14 de junio en el Teatro Gran Vía (Gran Vía, 66). Entrevistamos a su directora y creadora, Cristiane Azem. Tato Cabal Entrevistamos al célebre gestor cultural madrileño con motivo de sus dos últimas publicaciones. Por un lado, la novela romántica El día era la noche y, por otro, la obra tragicómica de teatro Por el humo… Una figura clave de la cultura que, entre otros hitos, ha dirigido el Circo Price en su reapertura, la primera edición de La Noche en Blanco y la productora Pentación, que también fundó. Tras su extensa carrera como guionista de cine y televisión durante los años 80 y 90, desde 2011 se ha enfocado por completo en la literatura y ha publicado 8 títulos desde entonces.

Gabinete de Guerra
Economia russa conseguirá aguentar mais tempo de guerra?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 14:48


Liliana Reis, especialista em relações internacionais, admite que é a melhor altura para a Europa liderar o apoio à Ucrânia porque diz que a Rússia está frágil e os EUA estão focados no Médio Oriente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Conversas à quinta - Observador
5 Continentes. EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Há uma magna questão a inquietar a época estival que se aproxima: onde vamos poder plantar o chapéu de sol na praia? Outra pergunta que surgiu, de repente, sem que déssemos por ela: como havemos de chamar ao português se deixarmos de lhe poder chamar língua portuguesa? E ainda mais um sobressalto: como manter a compostura nas redes sociais quando se têm responsabilidades públicas? Questões candentes mas que empalidecem, naturalmente, quando se torna necessário redefinir o conceito de cessar-fogo. Trump, no papel de lexicógrafo-chefe, contribuiu esta semana para tornar a definição compatível com aquilo que se está a passar no Médio Oriente. O raio do estreito é que não há maneira de voltar a abrir-se para aliviar o sufoco económico do mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Europa
5 Continentes. EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

Café Europa

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

5 Continentes
EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

5 Continentes

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Visión de Oriente Próximo
Capítulo 12 - 2026: El “Gran Israel”: entre la utopía mesiánica y la realidad estratégica efectiva

Visión de Oriente Próximo

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 40:34


El concepto del Gran Israel suele debatirse entre dos extremos: quienes lo consideran una teoría conspirativa sin fundamento y quienes lo utilizan para explicar toda la política israelí. La realidad se encuentra en un punto intermedio. La idea tiene raíces históricas y religiosas vinculadas a la Eretz Israel (Tierra de Israel) y a ciertas corrientes del sionismo. Sin embargo, el movimiento sionista nunca fue homogéneo y desde sus orígenes coexistieron visiones pragmáticas y maximalistas sobre las fronteras de un eventual Estado judío. El gran punto de inflexión fue la Guerra de los Seis Días de 1967, cuando Israel pasó a controlar Cisjordania, Jerusalén Oriental, Gaza, el Sinaí y los Altos del Golán. A partir de entonces surgieron dos dinámicas paralelas: una de carácter estratégico y otra de carácter ideológico. Los primeros asentamientos israelíes posteriores a 1967 estuvieron fuertemente influidos por consideraciones de seguridad. La estrechez territorial de Israel antes de la guerra llevó a sectores militares y políticos a buscar profundidad estratégica, especialmente mediante propuestas como el Plan Allon, orientado a controlar zonas defensivas clave sin incorporar grandes poblaciones palestinas. Durante los años setenta comenzó a fortalecerse una dimensión distinta. Movimientos como Gush Emunim promovieron el asentamiento en Judea y Samaria por razones históricas, nacionales y religiosas, considerando esos territorios como parte inseparable de la patria judía. Desde entonces, los asentamientos dejaron de ser únicamente una herramienta de seguridad para convertirse también en una expresión ideológica. Con el paso de las décadas, el crecimiento demográfico de los asentamientos, las Intifadas, el fracaso de procesos de paz, la retirada de Gaza y el ascenso de partidos nacionalistas y religiosos modificaron el equilibrio interno. Actualmente, algunos asentamientos pueden justificarse desde la lógica estratégica, pero otros responden principalmente a motivaciones ideológicas. Por ello, el movimiento de asentamientos y los debates sobre anexión constituyen el ámbito donde la idea del Gran Israel posee mayor capacidad explicativa. No obstante, Israel es una sociedad políticamente plural donde conviven nacionalistas, conservadores, liberales, socialdemócratas, religiosos, laicos y partidos árabes. Esto dificulta sostener que exista una estrategia nacional unificada orientada a construir un Gran Israel. En otros escenarios, la utilidad explicativa del concepto disminuye. Jerusalén involucra factores históricos, nacionales y religiosos que van más allá del expansionismo. Los Altos del Golán responden en gran medida a consideraciones geoestratégicas relacionadas con la defensa del norte israelí. En el caso del Líbano, las acciones israelíes han estado asociadas principalmente a seguridad, disuasión y contención de Hezbolá, no a proyectos de anexión. Respecto a Irán, la rivalidad gira alrededor de la cuestión nuclear, el equilibrio regional y la competencia geopolítica, sin reivindicaciones territoriales israelíes. La versión más extrema de la teoría, según la cual Israel buscaría expandirse desde el Nilo hasta el Éufrates, carece de respaldo empírico sólido. La devolución completa del Sinaí a Egipto tras los acuerdos de paz constituye uno de los principales argumentos contra la idea de una expansión territorial ilimitada. La principal conclusión es que el Gran Israel existe como corriente ideológica real dentro de determinados sectores del nacionalismo y del sionismo religioso israelí, especialmente en relación con Cisjordania y los asentamientos. Sin embargo, convertirlo en la explicación única de toda la política exterior, militar y estratégica israelí conduce a simplificaciones que no resisten un análisis riguroso. Su capacidad explicativa es relevante en ciertos temas territoriales, pero limitada cuando se intenta aplicar a la totalidad de los conflictos y decisiones de Israel en Oriente MedioFuente: Radio Sefarad

Imagen por la Historia
Ruy González de Clavijo, el embajador que llegó hasta el final del mundo conocido | Archivo de Mecenas 2 - Episodio exclusivo para mecenas

Imagen por la Historia

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 9:23


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Hoy viajamos hasta uno de los rincones más lejanos, misteriosos y fascinantes del mundo conocido para un castellano del siglo XV. Vamos a recorrer miles de kilómetros junto a un hombre prácticamente olvidado por la historia popular, pero protagonista de una de las aventuras diplomáticas más extraordinarias de la Edad Media. Su nombre era Ruy González de Clavijo. En 1403, el rey Enrique III de Castilla le encomendó una misión casi impensable: cruzar el Mediterráneo, atravesar Constantinopla, Armenia, Persia y los desiertos del Asia central para llegar hasta Samarcanda, la fastuosa capital del gran Tamorlán. Un viaje épico en un momento en el que Europa temblaba ante el avance turco y en el que la diplomacia podía decidir el destino de reinos enteros. Pero esta no es solo la historia de una embajada medieval. Es también la historia del primer gran libro de viajes escrito en castellano. El relato de un hombre que observó Oriente con ojos europeos dos siglos antes de que existiera el concepto moderno de exploración global. Una crónica llena de rutas comerciales, ceremonias, peligros, ciudades imposibles y encuentros con uno de los gobernantes más poderosos de su tiempo. Porque mucho antes de América, mucho antes de Elcano o de Cortés, un madrileño de la corte castellana ya había llegado hasta el corazón de Asia. Y hoy vamos a recorrer su viaje.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Imagen por la Historia. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/1361206

Grandes Reportajes de RFI
Kilómetros de agua: la odisea de vivir sin grifo cerca de Medellín

Grandes Reportajes de RFI

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 11:33


En las laderas de la vereda Granizal, al suroriente del municipio de Bello en Antioquia - Colombia, el agua no llega al abrir una llave. Llega en carrotanques, en canecas cargadas cuesta arriba y en jornadas que comienzan mucho antes de preparar el desayuno. Allí, miles de familias han aprendido a organizar su vida alrededor de la búsqueda diaria de un recurso esencial. Entre caminos de tierra, barrios construidos de manera informal y una institucionalidad que parece quedarse al borde de la carretera, el agua se convirtió en un bien tan valioso que algunos habitantes la comparan con el oro. Esta es la historia de quienes recorren kilómetros para conseguir algo que otros dan por sentado. Escuche el reportaje del colombiano Mateo López, estudiante de la Universidad de Antioquia de Medellín, ganador de la décima segunda edición del Premio Reportaje de RFI en Español. "Ninguno tiene agua para abajo", dice una voz mientras señala las casas que se descuelgan por la montaña. Desde la parte más alta de Altos de Oriente se alcanza a ver buena parte de la vereda Granizal: techos de zinc, escaleras improvisadas y calles empinadas que durante tres décadas han sido construidas por quienes llegaron buscando un lugar donde empezar de nuevo. Pero en este paisaje hay una ausencia que se siente todos los días: el agua potable. La rutina comienza temprano. Hacia las siete de la mañana aparecen los carrotanques (camiones cisterna) que abastecen los tanques comunitarios ubicados junto a la carretera. Cuando llegan, la escena se repite una y otra vez. Personas con baldes, canecas y recipientes de todos los tamaños forman filas para recoger el agua que necesitarán durante el día. El problema es que el recorrido apenas empieza ahí. Desde el tanque hasta la casa todavía queda una subida que hacer cargando decenas de litros sobre los hombros. "Coja la canequita, coja la coca, tire para allá, cargue para acá", explica una habitante mientras describe una tarea que para ella se volvió costumbre. "No es lo mismo que abrir una llave y ya. Hacer las cosas se vuelve más demorado". Cada lavado de ropa, cada plato limpio y cada baño están precedidos por el esfuerzo físico de transportar el agua. En El Pinar, uno de los barrios fundados en los años noventa y que pertenece a esta verdad, los vecinos todavía recuerdan cuando el sector era apenas un terreno de barro. "Aquí no había caminos. Eso era puro pantano", cuenta una mujer. "La gente martillaba hasta la una de la mañana arreglando sus casitas". Tampoco había alcantarillado ni redes de acueducto. El agua llegaba como podía llegar. Y en muchos sentidos, sigue llegando igual. Con el paso de los años llegaron más habitantes. Muchas familias eran víctimas del conflicto armado que encontraron en estas montañas un lugar donde reconstruir sus vidas. También llegaron nuevas formas de control. Algunos habitantes relatan cómo la administración comunitaria del agua fue reemplazada por grupos que asumieron el manejo de conexiones y cobros. "Nos avisaron que iban a llegar", recuerda una antigua líder del sector. "Nos dijeron que si queríamos seguir, pero con esas condiciones yo dije que no". La consecuencia es que hoy muchas personas deben elegir entre cargar agua potable desde la carretera o pagar por agua sin tratar distribuida a través de redes informales. Ninguna de las opciones resulta sencilla. "Eso es lo más duro. Vemos el agua como el oro", afirma otra habitante. La frase no es una metáfora exagerada. En estas casas cada gota tiene una función. El agua con la que se lavan los platos puede terminar utilizándose para descargar el sanitario. La que sobra después de limpiar una taza se guarda para otra necesidad. Nada se desperdicia. "Cuando uno no tiene agua en la llave, ese poquito donde lavó algo no lo bota porque después hace falta", explica. La escasez también transforma la relación emocional con el recurso. "Lo que sí me parece lindo es que uno aprende a apreciarla", dice una mujer. "Cualquier gotica de agua es un tesoro". Luego guarda silencio unos segundos antes de añadir: "Pero pasar de vivir en el campo, donde el agua sobra, a venir acá y sufrir por ella... eso es muy duro". Las tareas domésticas son quizás donde más se siente el peso de esa realidad. Varias familias mantienen recipientes separados según el uso que le darán al agua. Una caneca para cocinar. Otra para lavar alimentos. Otra para trapear (limpiar el piso) o descargar el baño. Mantener ese equilibrio exige una administración permanente del recurso. Y casi siempre son las mujeres quienes cargan con esa responsabilidad. A la dificultad para conseguir agua se suma la preocupación por su calidad. Algunas personas cuentan que el agua almacenada durante varios días adquiere olor a fango o se deteriora rápidamente. "Somos animales de costumbre y nos acostumbramos", comenta una habitante entre risas resignadas. Sin embargo, reconoce que no se siente tranquila utilizándola para todo. "Esa agua no es limpia", dice. La paradoja es imposible de ignorar. La vereda Granizal se encuentra junto a Medellín, una ciudad reconocida por sus transformaciones urbanas. Del otro lado de la montaña hay fuentes hídricas que abastecen amplios sectores del Valle de Aburrá. Sin embargo, aquí el agua sigue llegando en camiones y viajando en baldes. Cuando el carrotanque aparece; las conversaciones se interrumpen. Alguien grita que ya llegó. Las personas salen de sus casas con recipientes vacíos y apuran el paso para alcanzar un turno. La fila vuelve a formarse. El agua empieza a correr y, por unos minutos, todo gira alrededor de ella. Después tocará emprender nuevamente el camino cuesta arriba. Porque en estas montañas, conseguir agua sigue siendo un trabajo cotidiano. Un recorrido que se mide en esfuerzo, en tiempo y, muchas veces, en kilómetros.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | PURIFICADO POR CRISTO

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 2:51


LEITURA BÍBLICA DO DIA: 1 JOÃO 1:5-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: 2 CRÔNICAS 19–20; JOÃO 13:21-38  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira 

Virginia Gawel
LA ANSIEDAD SILENCIOSA (Entrevista con Lorena Brítez)

Virginia Gawel

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 43:15


Entrevista de la periodista Lorena Brítez a Virginia GawelVIRGINIA GAWEL: Licenciada en Psicología, integrando Psicologías de Oriente y Occidente + Neurociencias Contemplativas. En 1994 fundó el Centro Transpersonal de Buenos Aires. Docente en el Instituto Universitario Hospital Italiano, Universidad Católica-Hospital Británico, Fundación Metta Hospice (España), y otras instituciones. Miembro ejecutivo de la International Transpersonal Association. Autora de “El fin del autoodio” (Ed. El Ateneo).

Gabinete de Guerra
Médio Oriente. "O Irão tem uma posição de vantagem clara"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later May 31, 2026 14:46


Liliana Reis alerta que o controlo do Estreito de Ormuz e a exigência de ativos dão a Teerão margem para ditar termos a nível global. A especialista em RI não acredita num cessar-fogo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fundación Juan March
Místicos y guerreros de Oriente (II): Los samuráis. Mito y realidad

Fundación Juan March

Play Episode Listen Later May 28, 2026 72:25


canal.march.esLa figura de los samuráis se ha expandido culturalmente a través de los medios de masas. Sin embargo, los propios guerreros antiguos japoneses contribuyeron a construir la narrativa sobre su imagen y tradición, que en ocasiones no concuerda con la realidad histórica. En la segunda conferencia del ciclo “Místicos y guerreros de Oriente”, Jonathan López-Vera, doctor en Historia por la Universidad Pompeu Fabra de Barcelona, analiza la veracidad detrás de los samuráis, así como los factores que han dado lugar a la construcción del mito.Más información de este acto canal.march.es

Diplomatas
“Integração da Ucrânia na UE criaria uma grande Europa, que nunca existiu, e que teria como corolário a União de Defesa”

Diplomatas

Play Episode Listen Later May 28, 2026 32:43


O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal a guerra no Médio Oriente, entre Estados Unidos e Israel contra o Irão, que faz esta quinta-feira três meses. Carlos Gaspar e Patrícia Daehnhardt analisaram o estado das negociações entre Washington e Teerão e os trunfos que a Administração Trump e o regime iraniano ainda têm para usar, tendo em vista um acordo de paz duradouro. Convidada desta semana do Diplomatas, a investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais e do Instituto de Defesa Nacional, especialista em política da Alemanha, analisou depois a proposta de Friedrich Merz para oferecer à Ucrânia um estatuto intermédio de “membro associado” da União Europeia. Os investigadores debateram também a resposta negativa de Volodymyr Zelensky, que considerou a proposta “injusta” e que defende a “adesão plena” do país invadido pela Rússia ao bloco comunitário. No final do programa, Carlos Gaspar e Patrícia Daehnhardt comentaram a primeira encíclica do Papa Leão XIV, dedicada a temas como a inteligência artificial, a teoria da “guerra justa” e o papel da Igreja Católica na escravatura. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Central3 Podcasts - Travessia
#212 - MPB Pentacampeã

Central3 Podcasts - Travessia

Play Episode Listen Later May 27, 2026 89:07


O futebol e a música são duas estradas paralelas do que o Brasil tem de melhor.  Em clima de Copa do Mundo, o Travessia desta semana traz os hits que o brasileiro escutava nos anos em que a seleção levantou o caneco.  De Tom e Vinícius na magia do Mundial da Suécia de 58, a Zeca Pagodinho, que embalou a família Scolari no Oriente em 2002, passando por 62, 70 e 94.  Músicas que estavam nas rádios, e em nossas mentes e corações, durante a época de cada uma das cinco conquistas.Seja nosso apoiador e participe do maior e melhor grupo de música popular brasileira do país. Acesse apoia.se/travessiapodcast

LA PATRIA Radio
Visita académica del proyecto emisora Institución Universitaria Oriente de Caldas (Unioc). Educación

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later May 27, 2026 2:59


Visita académica del proyecto emisora Institución Universitaria Oriente de Caldas (Unioc). Educación by LA PATRIA

Gabinete de Guerra
"Ameaça russa a Kiev é claramente um ato de desespero"

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later May 27, 2026 7:25


O Coronel José do Carmo afirma que a guerra é a última razão quando a diplomacia falha. Admite ainda que o impasse no Médio Oriente e o desespero russo tornam o uso da força militar inevitável.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast diario para aprender español - Learn Spanish Daily Podcast

En este episodio viajamos a los Países Bajos del siglo XVII para conocer la tulipomanía, considerada la primera gran burbuja especulativa de la historia. Te contamos cómo una flor exótica llegada de Oriente llegó a valer una fortuna, cómo nació un mercado donde se compraban y vendían tulipanes que aún no existían y qué pasó cuando aquella locura estalló. Hoy la tulipomanía sigue siendo un símbolo de los peligros de la codicia.

Podcast Filosofia
A elegância do comportamento e o retorno à Natureza

Podcast Filosofia

Play Episode Listen Later May 26, 2026 40:52


Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole do Brasil, os professores Danilo Gomes e José Roberto refletem sobre a elegância do comportamento e a necessidade de um retorno consciente à natureza. A partir de referências filosóficas como Confúcio, Platão, Ortega y Gasset e tradições antigas do Oriente e do Ocidente, o diálogo explora a relação entre ética, beleza e harmonia na vida humana. Ao longo da conversa, é apresentada a ideia de que a verdadeira elegância não está ligada apenas à aparência exterior, mas principalmente à forma como o ser humano se relaciona consigo mesmo, com os outros e com a natureza. O comportamento ético, cortês e harmonioso é visto como uma expressão de inteligência e discernimento, capaz de aproximar o indivíduo daquilo que há de mais essencial em sua natureza. Os professores também refletem sobre os desafios da sociedade contemporânea, marcada pela desconexão interior, pela perda do sentido de unidade e pelo afastamento do ritmo natural da vida. Em contraste, antigas civilizações compreendiam o ser humano como parte integrante do cosmos e cultivavam uma relação de profundo respeito com a Terra, o trabalho, os objetos e as relações humanas. A conversa destaca ainda como a amizade, a fraternidade, a cortesia e o cuidado com as pequenas coisas podem contribuir para uma sociedade mais humana, integrada e consciente. Ao reconhecer-se como parte de uma grande unidade viva, o ser humano pode reencontrar sentido, esperança e um propósito mais elevado para sua existência. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Adagio da Sinfonia nº 10, de Gustav Mahler

Fundación Juan March
Místicos y guerreros de Oriente (I): El monasterio de Shaolin: cuna del zen y del kung-fu

Fundación Juan March

Play Episode Listen Later May 26, 2026 66:33


canal.march.esEl budismo Chan (conocido generalmente por su terminología japonesa como zen) y el arte marcial más conocido en Occidente, el wushu o kung-fu, comparten su origen en el monasterio de Shaolin, fundado en el siglo V d. C., en una de las cinco montañas sagradas chinas: el Monte Song.Más información de este acto canal.march.es

il posto delle parole
Lorenzo Tanzini "Un Medioevo mediterraneo"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later May 26, 2026 23:59 Transcription Available


Lorenzo Tanzini, Francesco Paolo Tocco"Un Medioevo mediterraneo"Mille anni tra Oriente e OccidenteCarocci Editorewww.carocci.itIl volume, in una nuova edizione aggiornata e completamente rivista, propone una lettura del Medioevo fondata su una prospettiva mediterranea che valorizza le profonde interazioni dell'Europa occidentale con il mondo greco-bizantino e quello arabo-islamico. Il Medioevo viene dunque inteso come teatro di una millenaria trasformazione dell'eredità romana, assimilata in modi diversi e complementari dall'Occidente latino-germanico, dall'Impero bizantino, dall'Oriente islamico. Queste realtà storiche hanno vissuto continui scambi, interazioni, conflitti e sovrapposizioni, nel corso dei quali le stesse identità politiche, sociali e culturali sono state costantemente rielaborate. Ne emerge un racconto sfaccettato e complesso, la cui apertura tematica segue le linee consolidate della ricerca medievistica italiana e offre al contempo una solida base per la conoscenza di fenomeni storici i cui riflessi sono ancora vivi nel presente.Lorenzo TanziniInsegna Storia medievale all'Università degli Studi di Cagliari. Ha dedicato le sue ricerche alle forme di potere secolari ed ecclesiastiche nell'Italia e nel Mediterraneo tardomedievali. Tra le sue pubblicazioni: A consiglio. La vita politica nell'Italia dei comuni (Roma 2014) e Una Chiesa a giudizio. I tribunali vescovili nella Toscana del Trecento (Roma 2020).Francesco Paolo ToccoInsegna Storia medievale all'Università degli Studi di Messina. Specialista di storia politica, sociale e culturale della Sicilia e del Mezzogiorno medievali nei loro rapporti con il contesto italiano e mediterraneo, ha pubblicato vari volumi, tra cui: Niccolò Acciaiuoli. Vita e politica in Italia alla metà del XIV secolo (Roma 2001) e Ruggero II. Il drago d'Occidente (Palermo 2011).Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Mercado Abierto
La Tertulia Económica de Mercado Abierto

Mercado Abierto

Play Episode Listen Later May 25, 2026 14:33


Imputación de Zapatero y conflicto de Oriente. Con Miguel Córdoba, de CEU San Pablo, Miguel Ángel Robles, CEO de Business Plus y Juan Carlos Martínez Lázaro, de IE University.

Learn Italian with LearnAmo - Impariamo l'italiano insieme!

Quando si pensa all'Italia, il caffè è tra le prime cose che vengono in mente. Ma come è arrivato in Italia? Perché gli italiani lo bevono così? E perché, se ordini «un caffè» in un bar italiano, ti arriva sempre e solo un espresso? In questo articolo scoprirai tutta la storia del caffè in Italia — dalle origini africane fino alla moka — e imparerai il vocabolario e le curiosità che ti faranno fare un'ottima figura con gli italiani. Non è italiano! Tutta la verità sul CAFFÈ 1. Le Origini del Caffè: un Viaggio Lunghissimo Oggi il caffè sembra italianissimo — quasi come se fosse nato tra le colline della Toscana o nei vicoli di Napoli. Ma la verità è un'altra: il caffè non è italiano, almeno non all'inizio. Le origini del caffè si trovano probabilmente in Etiopia, in Africa. Esiste una leggenda che racconta di un pastore di nome Kaldi, che un giorno notò qualcosa di strano: le sue capre, dopo aver mangiato alcune bacche rosse di una pianta particolare, non riuscivano più a dormire la notte — erano iperattive, quasi euforiche. Kaldi assaggiò quelle bacche, le portò a dei monaci, e da lì cominciò tutto. Dalla penisola arabica — soprattutto dallo Yemen — il caffè si diffuse rapidamente. Nel mondo arabo nacquero i primi luoghi pubblici dove si beveva caffè, si discuteva di politica, si facevano affari, si raccontavano storie: i precursori dei nostri bar. Il caffè era già un fatto sociale ancora prima di arrivare in Europa. 2. Il Caffè Arriva in Italia Il caffè arrivò in Italia intorno al XVI e XVII secolo, grazie ai commerci tra Venezia e l'Impero Ottomano. Venezia, in quel periodo, era uno dei centri commerciali più importanti d'Europa — la porta tra Oriente e Occidente. Ed è proprio da quella porta che entrò il caffè. Ma all'inizio non tutti erano contenti di questa novità. Alcune persone lo consideravano una bevanda sospetta, straniera, persino pericolosa. C'erano voci che lo definivano «la bevanda del diavolo». Secondo una storia molto popolare, fu Papa Clemente VIII a risolvere la questione: assaggiò il caffè, gli piacque molto, e lo "benedisse" ufficialmente. Da quel momento, nessuno poteva più dire che fosse una bevanda del diavolo — se lo beve il Papa, va bene per tutti. Nel Seicento aprirono le prime botteghe del caffè, che erano molto più di semplici bar: erano luoghi di incontro, di cultura, di discussione. Artisti, scrittori, filosofi, commercianti — tutti si ritrovavano lì per parlare, leggere, discutere. Bere caffè era già, da subito, un atto collettivo e sociale. 3. L'Italia Reinventa il Caffè: Nasce l'Espresso Fin qui, il caffè era semplicemente importato. Ma gli italiani non si accontentano: devono sempre migliorare le cose. Alla fine dell'Ottocento e all'inizio del Novecento, l'Italia fece qualcosa di rivoluzionario: inventò un modo completamente nuovo di preparare il caffè. Grazie all'uso della pressione del vapore, si riuscì a estrarre il caffè in pochi secondi, in modo rapido, concentrato, intenso. Nacque così l'espresso. L'espresso non è solo un tipo di caffè — è quasi una metafora dello stile di vita italiano: breve, intenso, e senza fronzoli. Si beve in piedi al banco, in trenta secondi, si chiacchiera un momento con il barista, e si torna alla vita. Se qualcuno offre un espresso, non bisogna aspettarsi di sedersi e sorseggiarlo per venti minuti come un tè inglese: l'espresso si beve subito, finché è ancora caldo. 4. La Moka: il Caffè Entra nelle Case Italiane Se l'espresso è il re del bar, la moka è la regina di casa. Nel 1933, un uomo di nome Alfonso Bialetti inventò un oggetto destinato a diventare iconico: la moka, quella piccola caffettiera ottagonale in alluminio che probabilmente si è vista mille volte. L'idea era geniale nella sua semplicità: l'acqua nella parte inferiore, il caffè macinato nel filtro nel mezzo, e la pressione del vapore che spinge l'acqua attraverso il caffè, facendolo salire nella parte superiore. Il risultato? Un caffè forte, profumato, fatto comodamente a casa. Con la moka, il rito del caffè entrò nelle cucine italiane. E con esso, entrarono anche tutti i momenti che ci girano intorno: aspettare che il caffè salga, sentire quel gorgoglio caratteristico, gridare in cucina «Il caffè è pronto!» Se l'espresso al bar è la pausa veloce, la moka è il momento lento — il caffè della domenica mattina, quello dopo pranzo in famiglia, quello che fa la nonna. C'è qualcosa di profondamente affettivo nella moka: non è solo uno strumento, è un oggetto carico di ricordi. Il suo nome, tra l'altro, deriva da Mokha, una città dello Yemen famosa per il commercio del caffè — un altro segno del lungo viaggio che il caffè ha fatto prima di arrivare nelle nostre case. 5. Quanti Tipi di Caffè Esistono in Italia? In Italia il caffè non è uno solo. Esistono tantissime varianti, e conoscerle permette di ordinare al bar come un vero italiano. Espresso — il caffè classico: corto, intenso, concentrato. Quando si ordina semplicemente «un caffè» in un bar italiano, arriva sempre questo. Caffè lungo — più acqua rispetto all'espresso, sapore meno concentrato. Adatto a chi preferisce un caffè meno intenso. Caffè ristretto — meno acqua dell'espresso normale, ancora più concentrato e intenso. Non è per tutti — ma chi lo ama non lo cambierebbe con niente. Caffè macchiato — un espresso con una piccola quantità di latte, solo una «macchia». Non è un cappuccino: è un espresso leggermente ammorbidito. Cappuccino — espresso con latte montato a schiuma. È il caffè tipico della colazione italiana. Attenzione: in Italia il cappuccino si beve al mattino, mai dopo pranzo. Ordinarlo nel pomeriggio o dopo cena è considerato una cosa da turisti. Marocchino — espresso con cacao in polvere e schiuma di latte. Una piccola coccola per chi ama la combinazione di caffè e cioccolato. Caffè corretto — espresso con l'aggiunta di un liquore: grappa, sambuca o brandy, a seconda dei gusti. Si dice che il liquore «corregga» il caffè — viene bevuto spesso la mattina da chi ama iniziare la giornata con un tocco in più. Caffè americano — espresso allungato con acqua calda. Più simile al caffè filtrato americano: più lungo e meno intenso rispetto all'espresso classico. Consiglio pratico: per fare colazione come un italiano, ordina un cappuccino e un cornetto. Siediti al banco, bevi veloce, e vai avanti con la giornata. Domande Frequenti Perché in Italia "Un Caffè" Significa Sempre Espresso? Perché l'espresso è diventato il caffè per antonomasia in Italia fin dalla sua invenzione a fine Ottocento. Quando si dice «un caffè» senza specificare altro, il barista capisce automaticamente che si vuole un espresso. Qualsiasi altra variante — lungo, macchiato, americano — va specificata esplicitamente. È Vero che il Cappuccino Non Si Beve dopo Pranzo in Italia? Sì, è una delle regole non scritte più radicate della cultura italiana. Gli italiani ritengono che il latte appesantisca la digestione, quindi il cappuccino — e in generale qualsiasi caffè con latte abbondante — si beve al mattino, a colazione. Dopo pranzo o cena si beve sempre e solo l'espresso. Ordinare un cappuccino nel pomeriggio non è un errore grammaticale, ma è un segnale infallibile che si è stranieri. Qual È la Differenza tra Caffè Macchiato e Cappuccino? La differenza principale sta nella quantità di latte. Il caffè macchiato è un espresso con una piccola «macchia» di latte — pochissimo, giusto per ammorbidire leggermente il sapore. Il cappuccino invece ha una quantità molto maggiore di latte montato a schiuma, che bilancia l'espresso in modo più deciso. In termini di volume, il cappuccino è circa tre volte più grande di un macchiato. Come Mai il Caffè Fu Chiamato "Bevanda del Diavolo"? Quando il caffè arrivò in Europa nel XVI e XVII secolo, era una bevanda completamente sconosciuta e di provenienza orientale. In un'epoca in cui tutto ciò che veniva dall'Oriente o che aveva effetti stimolanti era guardato con sospetto, alcuni ecclesiastici lo considerarono pericoloso e lo associarono al diavolo. Fu Papa Clemente VIII, secondo la tradizione, a eliminare questa diffidenza assaggiandolo personalmente e approvandolo — rendendo di fatto impossibile continuare a condannarlo. La Moka Si Usa Ancora nelle Case Italiane? Sì, moltissimo. Nonostante la diffusione delle macchine per il caffè in capsule, la moka rimane presente nella stragrande maggioranza delle cucine italiane. Ha un valore che va oltre il pratico: è un oggetto carico di significato affettivo e culturale, legato ai ricordi di famiglia, alle domeniche mattina, al caffè della nonna. Nel 2021 la moka Bialetti è stata addirittura inserita nella collezione permanente del MoMA di New York come esempio di design italiano iconico. La storia del caffè è lunga e ricca, così come la sua varietà. Scoprila nell'articolo dedicato a tutti i tipi di caffè. { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Quiz sul Caffè nella Cultura Italiana", "description": "Quiz interattivo sul caffè italiano con 10 domande su storia, tradizioni, tipi di caffè e vocabolario per studenti di italiano.", "educationalLevel": "Intermedio B1-B2", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Qual era la funzione principale delle prime botteghe del caffè in Italia nel Seicento?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Luogo di incontro culturale e politico" } }, { "@type": "Question", "name": "Secondo la tradizione, fu Papa Clemente VIII a far sì che il caffè fosse accettato in Italia dopo averlo assaggiato.", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "Vero" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale caratteristica rende l'espresso diverso dagli altri modi di preparare il caffè?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer",...

Noticentro
Construcción de Línea III de Mexicable entra en recta final

Noticentro

Play Episode Listen Later May 21, 2026 1:42 Transcription Available


Banxico alerta por impacto global en alimentos y energéticos Conflicto entre Israel y Hezbolá deja miles de víctimas en LíbanoRelámpago del Catatumbo ilumina cielos de VenezuelaMás información en nuestro podcast#grc

Focus economia
Festival dell'Economia di Trento – "Dal mercato ai nuovi poteri. Le speranze dei giovani"

Focus economia

Play Episode Listen Later May 21, 2026


È entrato nel vivo il Festival dell'Economia di Trento, organizzato dal Il Sole 24 Ore e da Trentino Marketing, con una seconda giornata dedicata ai temi del commercio internazionale, dei dazi Usa, dell'economia sociale, dell'agricoltura e dell'intelligenza artificiale. Attesi numerosi esponenti del governo, tra cui Giancarlo Giorgetti, Francesco Lollobrigida e Alessandra Locatelli. Grande spazio anche ai giovani, con interventi di Corrado Passera e del presidente Inps Gabriele Fava. Protagonista anche Radio 24, in diretta da Piazza Fiera con Focus Economia, Effetto Giorno, La Zanzara e altri programmi live. Ne parliamo con Maurizio Rossini, AD di Trentino Marketing e con Stefano Besseghini, ex presidente Arera.L'Italia guarda a Oriente nel disordine globaleDopo il bilaterale tra Giorgia Meloni e Narendra Modi, Italia e India hanno elevato i rapporti a partenariato strategico speciale, fissando l'obiettivo di raggiungere 20 miliardi di euro di interscambio entro il 2029 e firmando sette accordi su trasporti, agricoltura e contrasto ai reati economico-finanziari. Sullo sfondo resta però un quadro internazionale sempre più instabile: a Pechino Xi Jinping e Vladimir Putin hanno rafforzato la cooperazione strategica tra Cina e Russia, criticando le operazioni americane in Iran e America Latina, senza però chiudere l'intesa sul gasdotto Power of Siberia 2, considerato cruciale da Mosca. Il commento è di Giulio Sapelli, Università Statale Milano.Bruxelles taglia le stime sull'Eurozona allo 0,9% con lo shock energiaLa Commissione europea ha rivisto al ribasso le stime di crescita per Eurozona e Unione Europea a causa del nuovo shock energetico legato al conflitto in Medio Oriente. Per l'Eurozona il Pil 2026 è ora previsto a +0,9%, mentre per l'Italia la crescita scende allo 0,5%. Intanto il presidente dell'Istat Francesco Maria Chelli avverte sui rischi di una nuova fiammata inflazionistica causata dalla guerra in Iran e dalle tensioni sullo Stretto di Hormuz. Secondo il rapporto annuale Istat, nonostante la resilienza dell'economia italiana e il forte calo dei disoccupati dal 2019, l'aumento dei prezzi energetici potrebbe frenare la ripresa e aggravare la perdita di potere d'acquisto delle famiglie, ancora inferiore dell'8,6% rispetto al periodo pre-pandemia. Ne parliamo con Marco Buti, professore all'Istituto Universitario Europeo ed ex Direttore Generale Affari Economici della Commissione Europea.

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Relatório questiona impacto de mudanças urbanísticas na crise de habitação da Austrália | Notícias 20 de maio

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Play Episode Listen Later May 20, 2026 9:30


Um novo relatório afirma que existe a possibilidade de que alterações urbanísticas, destinadas a combater a crise da habitação, estejam a favorecer grandes proprietários imobiliários. Empresas e famílias australianas estão a ser alertadas de que um conflito prolongado no Médio Oriente poderá fazer subir a inflação. Um homem morreu e quatro pessoas ficaram feridas na sequência de um alegado tiroteio na zona sudoeste de Sydney. As Nações Unidas baixam as previsões para o crescimento económico mundial. James David Vance afirma que Washington DC e Teerão fizeram progressos significativos nas negociações sobre o programa nuclear, com um acordo proposto que visa impedir o Irão de desenvolver uma arma nuclear. Morreu aos 91 anos o antigo governador-geral da Austrália, Peter Hollingworth. Estas e outras notícias em destaque no noticiário de hoje.

LA PATRIA Radio
5. 'El sueño de 40 años es realidad. El oriente de Caldas ya cuenta con una institución universitaria. Educación

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later May 20, 2026 5:32


Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos

Conversas à quinta - Observador
5 Continentes. A economia global sobreviverá a um conflito com o Irão?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later May 9, 2026 41:00


O impacto da tensão no Médio Oriente e a era dos robôs na Ucrânia surpreendem? Bruno Cardoso Reis analisa ainda a nova postura da Coreia do Norte e os riscos ambientais e políticos no Ártico.See omnystudio.com/listener for privacy information.