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E o vencedor é...
Concentração de urgências. Onde já vimos este filme?

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 26:32


As maternidades às pinguinhas não funcionam, mas as pessoas ainda não se convenceram de que não podem ter uma urgência à porta de casa. E foi Paulo Rangel a levantar a polémica das Lajes?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
Médio Oriente: Analista afirma que “não há uma única razão para os ataques ao Irão"

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 8:59


No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.

SER Málaga
"Vimos caer los restos de un misil justo debajo del hotel" malagueños atrapados en Dubái tras el cierre del espacio aéreo

SER Málaga

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 18:42


SER Málaga
“Escuchamos las bombas y vimos el humo”: dos hermanas malagueñas, atrapadas en Abu Dabi tras el ataque a Irán

SER Málaga

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 5:19


“Escuchamos las bombas y vimos el humo”: dos hermanas malagueñas, atrapadas en Abu Dabi tras el ataque a Irán

Eco Medios Entrevistas
Matías Rott (Especialista en conflictos internacionales - Tel Aviv) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 20:38


Matías Rott (Especialista en conflictos internacionales - Tel Aviv) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Daniel Sabsay @DanielSabsay1 (Abogado Constitucionalista) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 8:53


Daniel Sabsay @DanielSabsay1 (Abogado Constitucionalista) No La Vimos Venir @rpmalmendros

venir vimos no la abogado constitucionalista
Herrera en COPE
Javier Rupérez, diplomático y exdiputado de UCD: "Cuando vimos el espectáculo del 23F pensamos que la democracia se venía abajo"

Herrera en COPE

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 11:11


El diplomático y exdiputado de UCD, Javier Rupérez, ha recordado en el programa 'Herrera en COPE' su experiencia como testigo directo del golpe de Estado del 23-F. Durante una entrevista con Jorge Bustos, Rupérez ha calificado la primera impresión como "terrible, angustiosa", al sentir que "la ilusión de la democracia" y todo por lo que habían luchado se desvanecía en ese momento.Rupérez se encontraba en la "tercera fila" del hemiciclo cuando los guardias civiles irrumpieron. "Había llegado corriendo", ha relatado, apenas cinco minutos antes de la votación. La sensación inmediata fue que todo el esfuerzo por construir la democracia se perdía: "Cuando vimos aquel espectáculo pensamos que todo lo que habíamos hecho, todo lo que habíamos pasado, todo lo que habíamos sufrido, se venía abajo".El exdiputado ha rememorado los momentos de mayor tensión, como la imagen de Gutiérrez Mellado enfrentándose a los golpistas o la intervención de Adolfo Suárez para protegerlo. ...

Convidado
Angola: “Quem detém o poder está mais preocupado com o património do que com a vida do cidadão”

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 8:12


A liberdade de expressão, a participação cívica e política e os direitos humanos estão a ser cada vez mais reprimidos em Angola. As conclusões constam do relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo, que acusam as forças de segurança de acções ilegais -nomeadamente em Julho de 2025, durante a greve dos táxis, marcada por episódios de violência que provocaram 22 mortos, incluindo três menores. Em entrevista à RFI, Jaime Mussinda, jurista do MUDEI, afirma que quem detém o poder em Angola nada faz para levar justiça às vítimas destas atrocidades. Quais são as conclusões deste relatório? O relatório do Movimento Cívico MUDEI, agora tornado público, visa apresentar as violações sistemáticas de direitos humanos que ocorreram, sobretudo com maior incidência, nos dias 27, 28 e 29 de Julho de 2025. No entanto, trata-se de um relatório semestral, no qual conseguimos compilar todos os tipos de atrocidades e violações ocorridas nos primeiros seis meses do ano de 2025. No país, continua o encerramento do espaço cívico e as liberdades estão cada vez mais reprimidas. A participação cívica, política e até cultural continua a ser problemática. Registamos, com preocupação, um crescimento gritante das violações de direitos humanos. Em cada relatório apresentamos recomendações e documentamos as vítimas. Mas, pelo que parece, quem detém o poder político e os órgãos que deveriam auxiliar na investigação destas violações pouco ou nada fazem. A repressão não se limita apenas aos activistas. Quem são as vítimas destas práticas repressivas, tendo em conta que falam em 22 mortos, incluindo três menores? As vítimas desta brutalidade policial são cidadãos que podem ser activistas, jornalistas ou moto-taxistas. Vimos crianças serem executadas, sobretudo na província da Huíla. Vimos também uma mãe que saiu de casa à procura do filho, que se encontrava na rua, e que foi alvejada pelas costas. As vítimas desta brutalidade policial são todos os cidadãos que, em algum momento, se sintam encurralados ao exercer o seu direito de circulação. As organizações não-governamentais criticam a actuação das forças de segurança e, passo a citar, “frequentemente à margem da lei, revelando um padrão de impunidade e de instrumentalização do aparelho de Estado para fins de controlo social e silenciamento de vozes críticas”. Qual é a responsabilidade do aparelho de Estado nestas práticas violentas? Nos termos da Constituição da República de Angola e da legislação em vigor, a polícia tem como missão manter a ordem e a tranquilidade públicas e proteger o cidadão. Os serviços de investigação criminal, nos termos dos estatutos orgânicos do Ministério do Interior, têm como finalidade a investigação do crime. No entanto, infelizmente, as organizações não-governamentais em Angola, apesar de demonstrarem vontade de investigar e apurar os factos relativos a cada violação de direitos humanos, não têm tido essa possibilidade. São reprimidas e rotuladas. Os relatórios trimestrais e sequenciais que temos publicado são, de certo modo, actos de resistência. Mas quem investiga, neste caso, o agente da polícia que alvejou uma senhora que carregava o filho? É a própria polícia.... Qual é a resposta do Governo angolano a estes relatórios? O Governo angolano nunca respondeu. Temos dito que os nossos relatórios são lidos em França, em Inglaterra, em Portugal e noutras partes do mundo, mas nunca fomos ouvidos ou levados em consideração pelos órgãos de direito em Angola. Pediram para ser recebidos pelas autoridades angolanas? Não. Utilizamos os canais de comunicação que chegam à Índia, à América e à Europa, e temos plena certeza de que esses mesmos canais chegam ao Palácio da Justiça e ao ministro da Justiça. Contudo, estamos a falar de um ministro que é um órgão político e não uma entidade equidistante de quem detém o poder. Sempre que as violações de direitos humanos tenham como pano de fundo a protecção de quem detém o poder político, não podemos esperar imparcialidade de um ministro político, sobretudo quando não dispomos de instituições verdadeiramente independentes. Após aquelas atrocidades [a greve dos táxis que ocorreu em Julho de 2025] o Governo angolano disponibilizou 500 mil milhões de kwanzas para reparar os supermercados que tinham sido vandalizados nesse período. Todavia, até ao momento, nenhuma das vítimas mortais foi indemnizada. Quem detém o poder político parece mais preocupado com bens patrimoniais e recursos do que com a vida e a dignidade do cidadão. A seu ver, o que revela este silêncio dos responsáveis? Revela falta de compromisso com a nação e com a dignidade da pessoa humana. Não há outra explicação. Temos o caso de uma menina de 13 anos que foi alvejada e perdeu a sensibilidade nos membros inferiores. Até hoje, não teve assistência médica, nem medicamentosa adequada num hospital público. Foi necessário que activistas cívicos e cidadãos comuns se solidarizassem para comprar uma cadeira de rodas, garantindo-lhe o mínimo de condições. Foram membros do Movimento Cívico Mulheres que tiveram de a levar para um hospital noutra província, fora de Luanda, porque, sempre que recorriam a hospitais em Luanda, enfrentavam situações de tratamento indigno, como se a menina fosse uma vândala. Trata-se de uma criança de 13 anos que estava no local errado, à hora errada. É uma criança. Quais são as recomendações deste relatório? Pedimos uma investigação clara e aprofundada, despida de qualquer interferência política, sobre as violações de direitos humanos referidas no relatório. Exigimos igualmente a responsabilização criminal e civil dos agentes que alvejaram cidadãos indefesos. Pedem o reforço das garantias processuais e o respeito pelos direitos fundamentais… Certamente. Defendemos a responsabilização dos agentes envolvidos, desde o comandante-geral da Polícia ao ministro do Interior e, inclusivamente, ao comandante-em-chefe. Queremos também a responsabilização dos meios de comunicação social públicos que difundiram informações falsas antes, durante e depois destas atrocidades ocorridas em Julho 2025. Exigem ainda a libertação dos detidos arbitrariamente. Está marcada para o dia 28 de Março uma manifestação para protestar contra a prisão de Serrote de Oliveira, conhecido como "General Nila", André Miranda, e de Osvaldo Caholo. O que se pode esperar dessa manifestação? Vamos exigir a libertação do companheiro BuKa, que se encontra detido, acusado de terrorismo sem que tenha sido apresentada qualquer prova. O mesmo sucede com Osvaldo Caholo, detido por ter divulgado um vídeo nas redes sociais antes de uma manifestação em Junho de 2025. Até ao momento, não foi julgado. Há também o caso do "general Nila", Serrote de Oliveira; que, no dia da manifestação, saiu para filmar um acto que decorria na comunidade. Ele está impedido de ver a família ou um advogado… Os contactos estão severamente limitados. Embora residam em Luanda, foram colocados numa penitenciária de Calombololoca, na província de Ícolo e Bengo. Há múltiplas violações de direitos num único acto. Mesmo quando um indivíduo está detido, o único direito que lhe é retirado é o direito de circulação -o direito de ir e vir. Todos os demais direitos fundamentais: direito à vida, à integridade, ao lazer e ao contacto com a família e com os seus representantes legais devem ser mantidos. Não se compreende como é possível negar-lhes o contacto com advogados e familiares. É isto que está a mobilizar a sociedade a sair à rua para exigir, no mínimo, a libertação imediata e a responsabilização daqueles que desencadearam estas acções ou que pretendem encarcerar cidadãos por criticarem ou se oporem ao modus vivendi e operandi do poder. A RFI tentou contactar o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes, para reagir às conclusões deste relatório, mas, até ao momento, não obteve resposta.

Eco Medios Entrevistas
Diego Giuliano @DiegoGiuliano (Diputado Nacional por Santa Fe) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 15:15


Diego Giuliano @DiegoGiuliano (Diputado Nacional por Santa Fe) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Ariel Tarico (Humorista) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 17:50


Ariel Tarico (Humorista) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Mónica Frade @MonicaFradeok (Diputada Nacional por la Pcia. Bs As. Coalición Cívica, en JxC) No La Vimos Venir

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 9:43


Mónica Frade @MonicaFradeok (Diputada Nacional por la Pcia. Bs As. Coalición Cívica, en JxC) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
María Alexandra Gómez García (Esposa de Nahuel Gallo, gendarme detenido en Venezuela) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 14:28


María Alexandra Gómez García (Esposa de Nahuel Gallo, gendarme detenido en Venezuela) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Agustín Monteverde @Ag_Monteverde (Senador Nacional por La Libertad Avanza) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 15:39


Agustín Monteverde @Ag_Monteverde (Senador Nacional por La Libertad Avanza) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Podcast
NO LA VIMOS VENIR con Alejandro Almendros 21-02-2026

Eco Medios Podcast

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 124:19


NO LA VIMOS VENIR con Alejandro Almendros 21-02-2026 Entrevistas a: Agustín Monteverde @Ag_Monteverde (Senador Nacional por La Libertad Avanza) María Alexandra Gómez García (Esposa de Nahuel Gallo, gendarme detenido en Venezuela) Diego Giuliano @DiegoGiuliano (Diputado Nacional por Santa Fe) Mónica Frade @MonicaFradeok (Diputada Nacional por la Pcia. Bs As. Coalición Cívica, en JxC) Ariel Tarico (Humorista)

Vida em França
França recua no índice de Percepção da Corrupção

Vida em França

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 9:09


A Transparência Internacional divulgou recentemente o Índice de Percepção da Corrupção 2025, que coloca a Dinamarca no topo da tabela, com 89 pontos, e o Sudão do Sul na última posição, com apenas nove. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. A descida ocorre após três casos de corrupção de grande impacto mediático que marcaram a actualidade francesa. Para Adriano do Vale, professor de Economia na universidade Poitiers e autor da obra "A Independência dos Bancos Centrais à luz da história, do pensamento e das práticas", o resultado reflecte a percepção que os próprios franceses têm do estado do país. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. Como é que se explica esta tendência? O índice produzido pela Transparência Internacional é, antes de mais, um índice de percepção, que tem como base sondagens, inquéritos de certa forma semelhantes a outros inquéritos e sondagens de opinião. Ou seja, aqui reúnem-se dados sobre a maneira como as populações percepcionam e compreendem estes fenómenos. Daí que a evolução que se regista para a França se deva à maneira como os franceses percepcionam a corrupção no seu país. E isso deve-se apenas a uma questão de percepção, o que tem muito a ver, claro, com a opinião pública, com a opinião publicada e com os acontecimentos recentes em França. A Transparência Internacional cita os escândalos políticos ligados ao ex-Presidente Nicolas Sarkozy, que foi preso 20 dias em Outubro, depois de ter sido considerado culpado de solicitar ilegalmente fundos ao ex-líder líbio Muammar Kadhafi. E um outro caso ainda em julgamento: a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, e outros membros do Partido Nacional, que foram considerados culpados, em Março, por desvio de fundos do Parlamento Europeu. De que forma é que estes casos mancham a imagem da França no Índice de Percepção da Corrupção? Em ambos os casos, trata-se de aspectos financeiros, mas que dizem respeito, antes de mais, à vontade dos políticos de acumular poder, de se manterem no poder e de reforçarem as suas posições. Ou seja, uma dinâmica bem interna à política que, apesar de tudo, envolve aspectos que podem ser conotados como sendo de corrupção. No caso do ex-Presidente Sarkozy, neste dossiê líbio, prende-se com a campanha eleitoral, com a vontade de ser eleito e com a necessidade, pelo menos do ponto de vista do candidato, de ter o maior número de recursos, sabendo, claro, que os recursos empregues numa campanha estão relacionados com os resultados eleitorais a obter. E, na altura, ao que se pôde averiguar, houve dinheiro da parte de Kadhafi, da Líbia, que veio para a campanha de Sarkozy. E aqui o que se passa é que estamos a falar de um país e de um líder que eram considerados persona non grata e que estiveram envolvidos, segundo o que foi averiguado, em actividades terroristas. Depois há ainda o caso de Marine Le Pen… No caso de Marine Le Pen, estamos a falar de um outro tipo de benefício: não o de ser eleita, mas, claro, o de acumular poder, de ter vantagem para o partido. Estamos a falar de fundos europeus desviados. Vamos esperar pela decisão final, mas, por enquanto, é essa a leitura da Justiça francesa. Fundos europeus que vêm das contribuições do Estado -porque, sublinhamos, o orçamento europeu é essencialmente composto por contribuições dos Estados -e, neste caso, o partido terá organizado um sistema em que o dinheiro que era dado para os assistentes parlamentares estava a ser, quase na íntegra, canalizado unicamente para a actividade da Frente Nacional em França, segundo a leitura da Justiça. Ou seja, há aqui uma zona algo cinzenta. Nem sempre é fácil definir o que é a actividade francesa de um partido e o que é a actividade europeia de um partido. Mas, neste caso, segundo o ponto de vista da Justiça, não há dúvidas de que essa linha foi transposta, porque esses assistentes parlamentares não trabalhavam para causas europeias. Em Maio, o Senado francês publicou um relatório onde revelou que o Governo encobriu fraudes contra consumidores perpetradas pela gigante alimentar Nestlé, permitindo à empresa utilizar tratamentos proibidos para produzir águas minerais naturais, incluindo a Perrier. Aqui estamos perante um caso que é mais de captura de interesses? Sem dúvida. Aqui, contrariamente aos dois casos anteriores, em que, por mais que haja uma potencialidade de corrupção no caso de Sarkozy e uma dinâmica bem política no outro caso, estamos perante uma interface entre o político e os interesses privados, nomeadamente empresariais. E aqui a análise muda de perspectiva e torna-se claramente uma análise do âmbito da corrupção ou do conflito de interesses. A corrupção é definida, nomeadamente no direito francês, como um processo ou comportamento pelo qual são solicitadas, aceites ou recebidas ofertas, promessas, donativos ou presentes com vista a uma contrapartida, consistente na obtenção de um acto, favor ou vantagem. Ou seja, a corrupção pressupõe uma relação. Neste caso, sendo ainda necessário esclarecer certos aspectos, com ou sem contrapartidas directas, verifica-se a capacidade de interesses privados fazerem valer os seus objectivos, muitas vezes influenciando a não aplicação de normas ou a aprovação de determinadas regulações. O conflito de interesses é uma noção um pouco mais subtil, mas a fronteira aqui também não é fácil de estabelecer. O conflito de interesses é aquele caso em que se pode suspeitar que alguém que tenha um cargo público não esteja a servir o interesse geral, mas sim o seu próprio interesse ou o interesse de um terceiro. E aqui entramos numa zona em que, à partida, não é necessariamente uma mala de dinheiro. A contrapartida pode ser, por exemplo, uma nomeação futura para o sector privado, depois do exercício do cargo público, uma reconversão no sector que foi regulado. Uma facilitação para que determinada pessoa obtenha um cargo?  Com certeza. Ou, por exemplo, o facto de Durão Barroso, após ter sido presidente da Comissão Europeia, ter ido para a Goldman Sachs Europa gerou uma grande controvérsia nesse sentido, quanto à reconversão do detentor de cargo público após esse mesmo período de mandato. Pode-se questionar até que ponto esse detentor de cargo público foi íntegro, foi independente. Pode ter havido um pacto de corrupção implícito que tenha estado na base de uma promessa de emprego futuro. E depois o que é que se passa? Há uma troca de favores, de endereços, de contactos, do conhecimento da máquina legislativa, da máquina política, de acesso, etc. E é esse tipo de troca de favores que está em causa. Além disso, chega-se ainda à conclusão de que há falta de recursos e de liderança na luta contra a corrupção. De que forma é que a transparência da vida pública e a regulação económica podem ser importantes na luta contra a corrupção? Estamos a falar aqui da qualidade das políticas públicas. E estamos a falar não só da qualidade no sentido de elas serem eficazes, de atingirem os objectivos que se propõem, sejam eles o desenvolvimento económico, a coesão social e territorial, a luta contra as desigualdades ou a preservação do ambiente. Estamos a falar de atingir os objectivos, ou seja, trata-se da questão da eficácia. Estamos a falar também da questão da eficiência: atingir esses objectivos com o menor custo, com boa gestão dos dinheiros públicos, dos fundos públicos, com qualidade das instituições. Mas eu diria mais: a questão da legitimidade. É aí que a questão se torna mesmo difícil e complicada neste momento para a Europa. Ou seja, quando falta legitimidade à política e às instituições, a democracia está enfraquecida. E aqui combinam-se vários aspectos. Um é o sentimento de impotência, que vem muitas vezes da ideia de que há muita supranacionalidade. No caso europeu, por exemplo, há certos aspectos que não estão na mão dos políticos, nomeadamente em termos de política económica. Faltam ferramentas, mas, no entanto, esses políticos são responsabilizados pelos resultados económicos perante as suas populações. Noutros casos, temos agências independentes, como, por exemplo, o Banco Central Europeu, que é ao mesmo tempo supranacional e independente, mas também uma série de agências a nível nacional que levam à diluição das responsabilidades e dos poderes, o que também não favorece a eficácia da acção pública. Estes comportamentos podem justificar esta estagnação na Europa relativamente à queda dos índices de corrupção? Eu falava da percepção que os franceses têm da política. Vimos há dias um instituto de sondagens a mostrar que só 22% dos franceses têm confiança na política. E estabelecemos a questão do sentimento de impotência: por um lado, as forças da mundialização, a integração económica, as agências independentes, uma democracia que é esvaziada, no fundo, do seu poder e da sua capacidade de transformar a vida real. E depois este sentimento de que a política está ao serviço de certos interesses pessoais, de que os políticos não só governam para si mesmos, em certos casos, mas também governa para servir interesses particulares. E a questão dessa captura pelos interesses privados.

1 Year Daily Audio Bible En Espanol
Las consecuencias de nuestras decisiones

1 Year Daily Audio Bible En Espanol

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 22:08


En esta primera lección aprendimos que Dios nos da la habilidad de tomar decisiones para bien o mal. Él observa nuestras decisiones y nos hace responsables por ellas. Vimos las 3 cosas (de 5) que tienen que ver con las decisiones: 1. Error: Tomar decisiones basadas en tu apariencia en vez de hacer lo correcto 2. Error: Necesitar ser querido por todos mis compañeros 3. Importante: Estar dispuesto a hacer lo que no se ha hecho para logar lo

Historia de Aragón
TERRITORIO TRAIL 08X25 La Barkley Marathons que no vimos venir

Historia de Aragón

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 102:21


En la emisión de esta semana de Territorio Trail repasamos a fondo la Barkley Marathons, en lo que ha sido la edición más temprana e inesperada de su historia. Aroa Sío presenta los objetivos del 2026, una temporada que ha comenzado cosechando un excelente resultado en la Arc of Attrition by UTMB. Continuamos nuestro camino a la Western States 100 con Gerard Morales, descubrimos por qué el Gran Trail Peñalara es el ultratrail que todo corredor debería tener en su currículum, en la sección #PequeñasGrandesCarreras la protagonista es el Trail Torrollones y finalizamos con el resumen del primer mes de entrenamiento específico para el Maratón de Zaragoza y los deberes para las siguientes semanas.

Territorio Trail
TERRITORIO TRAIL 08X25 La Barkley Marathons que no vimos venir

Territorio Trail

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 102:21


En la emisión de esta semana de Territorio Trail repasamos a fondo la Barkley Marathons, en lo que ha sido la edición más temprana e inesperada de su historia. Aroa Sío presenta los objetivos del 2026, una temporada que ha comenzado cosechando un excelente resultado en la Arc of Attrition by UTMB. Continuamos nuestro camino a la Western States 100 con Gerard Morales, descubrimos por qué el Gran Trail Peñalara es el ultratrail que todo corredor debería tener en su currículum, en la sección #PequeñasGrandesCarreras la protagonista es el Trail Torrollones y finalizamos con el resumen del primer mes de entrenamiento específico para el Maratón de Zaragoza y los deberes para las siguientes semanas.

Convidado
CPLP passa por "momento agudo de tensões" entre Estados-membros

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 12:08


Desde o alegado golpe de Estado na Guiné-Bissau, a CPLP tem estado envolta em acusações e disputas entre os seus Estados-membros. Esta semana, as autoridades nomeadas pelos militares em Bissau teceram duras acusações contra Angola, Cabo Verde e Timor-Leste, mostrando o "momento agudo de tensões" que vive esta organização. A tomada de poder pelos militares na Guiné-Bissau veio expor as falhas e divisões no seio da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), com acusações mútuas e avisos sobre a situação inconstitucional no país. Xanana Gusmão, primeiro-ministro timorense, disse mesmo que se trata de "um estado falhado" e João Lourenço, Presidente angolano, deixou um aviso contra o "branqueamento dos golpes de Estado" na sede da União Africana. Em entrevista à RFI, Pedro Seabra, subdirector do Centro de Estudos Internacionais do ISCTE, lembrou que a história da CPLP está repleta de tensões, mas que este é "um momento bastante agudo de tensões" na instituição. "A história da CPLP está repleta de exemplos e de casos em que tem havido tensões entre os diferentes Estados membros. No entanto, mais uma vez, a Guiné-Bissau está neste momento a oferecer-nos um episódio em que, de facto, essas tensões vêm ao de cima e estão a demonstrar as fragilidades em que esta organização está assente. E, portanto, basta declarações de algum líder, algum chefe de Estado, um contexto já de si difícil e intenso dentro de um Estado membro, para estas fragilidades começarem a mostrar precisamente aquilo que a CPLP não consegue fazer. E as críticas que merece receber por vezes. Mas sim, concordo que podemos estar a falar num momento bastante agudo de tensões entre a organização", declarou o investigador. Para Pedro Seabra, há uma tendência "mais alargada em que regimes derivados de golpes militares necessitam muitas vezes de um adversário externo" de forma a legitimá-los como os "verdadeiros garantes de interesses nacionais". No caso da Guiné-Bissau, os militares no poder visam agora a CPLP. "Neste momento, qualquer declaração que venha do lado da CPLP e que seja percebida como contrária, pejorativa ou ofensiva, esta pretensa estabilidade que o novo regime quer transmitir. Vai ser sempre instrumentalizado na praça pública e acho que vai ser sempre também utilizada como forma de consolidar internamente a necessidade deste mesmo regime se manter no poder com aquilo que é, para todos os efeitos, um estado de excepção e suspensão da normalidade democrática. E, portanto, podemos dizer que calhou a vez da CPLP, fruto das declarações, obviamente das autoridades timorenses e que não será certamente a última vez que iremos assistir a casos deste género", garantiu. Se logo após o alegado golpe de Estado, os países lusófonos mostraram alguma reserva quanto à sua condenação e deixaram que tanto a CEDEAO como a União African tomassem a dianteira da condenação pública, mais de três meses após a mudança de regime e a prisão durante vários meses dos opositores políticos, tem levado a cada vez mais críticas vindas dos países lusófonos. "Vimos várias cautelas na forma como vários Estados membros da CPLP decidiram intervir ou pronunciar-se face ao que se estava a passar. Eu creio que isso demonstra bastante bem qual é o raio de alcance possível para uma intervenção eminentemente lusófona a este nível. É preciso sempre optar por uma abordagem de bastidores mais diplomática, que tente evitar esticar a corda e interromper os canais de contactos existentes. E assim se explica ou assim se justifica essa abordagem mais cautelosa ao início. Admito que com alguma esperança de que pudesse convencer os autores deste golpe a voltar às casernas e a reverter e a repor a normalidade democrática. Mas à medida que assistimos a uma consolidação deste regime e a vemos a um adiar cada vez mais, para médio longo prazo, de uma efectiva transição e retorno à normalidade democrática, vemos também que a maior parte dos países tem que se posicionar de alguma forma, condenar o que aconteceu e tentar oferecer aqui condições para, de alguma forma, ajudar a reverter o estado das coisas", concluiu Pedro Seabra.

Eco Medios Podcast
NO LA VIMOS VENIR con Alejandro Almendros 14-02-2026

Eco Medios Podcast

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 122:28


NO LA VIMOS VENIR con Alejandro Almendros 14-02-2026 Entrevistas a: Laura Fernández (Mamá de Lara asesinada durante un hecho de inseguridad) Gabriela Hernández (Hija de Nélida Sánchez, detenida política por el régimen venezolano) Carlos Fara @carlosfara (Analista Político, Consultor) Camila Albarenga (Emprendedora)

Eco Medios Entrevistas
Camila Albarenga (Emprendedora) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 10:50


Camila Albarenga (Emprendedora) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Carlos Fara @carlosfara (Analista Político, Consultor) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 20:01


Carlos Fara @carlosfara (Analista Político, Consultor) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Gabriela Hernández (Hija de Nélida Sánchez, detenida política por el régimen venezolano) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 8:24


Gabriela Hernández (Hija de Nélida Sánchez, detenida política por el régimen venezolano) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Laura Fernández (Mamá de Lara asesinada durante un hecho de inseguridad) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 14:38


Laura Fernández (Mamá de Lara asesinada durante un hecho de inseguridad) No La Vimos Venir @rpmalmendros

LoGGado - Séries de TV, Cinema, Música e Muito Mais
LoGGadoCast 484 - Bridgerton, A Empregada, The Beauty e Tudo o Que Vimos nas Férias!

LoGGado - Séries de TV, Cinema, Música e Muito Mais

Play Episode Listen Later Feb 14, 2026 197:58


O LoGGadoCast está no ar! E nesta edição, Edu Sacer, Leo Oliveira, Márcio Zanon e Mandy Aguiar comentam as últimas novidades da TV, cinema e streaming! Para ouvir, dê o play, aumente o volume e deixe seu feedback nos comentários!Comentado no Cast:03:42 - Notícias e Amenidades54:02 - O Que Assistimos nas Férias02:57:20 - Comentários03:09:35 - DespedidasLinks Relacionados:Apoie pelo Pix: contatologgado@gmail.comApoie no PatreonLoGGado no TelegramLoGGado no InstagramLoGGado no BlueskySeriadores AnônimosCompre AQUI os livros de Leozio!Arquivo de Episódios do LoGGadinThe Sacer Show 32 – É Preciso Ter Fé!Mande sua barra para o S.A.D.OBS: trilha do episódio sem copyrights

Hoy Trasnoche
236: Por eso vos saliste tan romántica

Hoy Trasnoche

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 73:01


Vimos otra de las oscarizadas: El Agente Secreto (O Agente Secreto, 2025), candidata brasilera a cuatro estatuillas. Entre otros temas también charlamos del cine como herramienta política (¿sí? ¿o no?), Shaicob Elgordi, thrillers políticos setentosos y directores que no son "de la generación de leer libros".www.hoytrasnoche.com

YaMétete Kudasai! Anime Podcast
EP 97: Cine otaku: lo que vimos y lo que viene

YaMétete Kudasai! Anime Podcast

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 95:17


Así es amigo del mundo Friki, compartimos con ustedes lo mucho o poco que pudimos ver sobre anime en la pantalla grande, algunos estrenos como Kimetsu no Yaiba y Chainsaw man, otros no tan estrenos pero que nos gustan mucho de los estudios Ghibli. Además, les traemos una pequeña lista de las películas esperadas durante este 2026. ¿Qué estás esperando? ¡Pícale play y MÉTETE KUDASAI!

Partida de Xadrez
Os três “pês” para enfrentar a nova realidade climática

Partida de Xadrez

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 49:10


Descrição: Os fenómenos climáticos extremos a que temos assistido são o tema deste episódio. Vimos agora o rasto de destruição deixado pela depressão Kristin, depois de no último verão termos tido grandes incêndios, agravados pelas secas prolongadas e ondas de calor. Gonçalo Moura Martins e António Ramalho explicam o que esta nova realidade vai mudar em termos económicos, de engenharia e no financiamento e realçam os 3 “pês” - planeamento, prevenção e prontidão – que vão distinguir a nossa capacidade ou incapacidade de resposta.

Eco Medios Entrevistas
Virginia Rivero (Esposa de Germán Giuliani, Argentino detenido en Venezuela) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 10:00


Virginia Rivero (Esposa de Germán Giuliani, Argentino detenido en Venezuela) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Oscar Zago @dipzago (Diputado Nacional por CABA. Movimiento de Integración y Desarrollo) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 18:34


Oscar Zago @dipzago (Diputado Nacional por CABA. Movimiento de Integración y Desarrollo) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Vasco Bariani (Músico) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 7:32


Vasco Bariani (Músico) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Eco Medios Entrevistas
Marcos Ariel Cianni @MarcosCianni (Director Provincial de Deporte Social de la Pcia. de Bs. As.) No La Vimos Venir

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 10:19


Marcos Ariel Cianni @MarcosCianni (Director Provincial de Deporte Social de la Pcia. de Bs. As.) No La Vimos Venir @rpmalmendros

Cuéntamela Toda
Los Juegos del Hambre (2012)

Cuéntamela Toda

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 144:02


El Battle Royale ha comenzado y Jennifer Lawrence está dispuesta a ganarlo todo, aunque eso signifique tener que darse al Peeta. Vimos el primer filme de una saga que marcó a toda una generación y que empoderó a las girls.Dirigida por Gary Ross-Puedes apoyarnos y tener acceso anticipado enhttps://www.patreon.com/updateando Show en vivo y más contenido enTwitch: https://www.twitch.tv/updateando-https://www.instagram.com/updateando/https://twitter.com/updateandohttps://www.facebook.com/updateando/https://discord.gg/YftZeAj-Sigue a Lego:https://twitter.com/Lego_Rodriguezhttps://www.instagram.com/Lego__RodriguezSigue a Mei:https://www.instagram.com/meimeimei.___Sigue a Cham:https://x.com/Cham311#TheHungerGames #LosJuegosDelHambre #Katniss

Noche De Chicxs
T9E21 ¡Vimos El Pack De Mi Abuelo!

Noche De Chicxs

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 124:44


¿Martes otra vez? ¡Saben lo que eso significa! Hoy llega un nuevo episodio de Noche de Chicxs con MUCHO CHISME, y qué mejor que con nuestra querida Natalia Alcocer.

El podcast de los 3 Gordos Bastardos
Episodio 636, Lo que vimos en el Xbox Developer Direct 2026

El podcast de los 3 Gordos Bastardos

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 81:28


Bienvenido a otra de estas sesiones semanales de gordeo auditivo, noticias y discusiones acaloradas. En esta ocasión contamos con la presencia de parte del staff de 3gb.com.mx: Adrián, Eze y Rafa. Obtén tu oferta exclusiva de NordVPN en esta liga - https://nordvpn.com/3GordosB - ¡No hay riesgo, con la política de 30 días de prueba, si no te gusta el producto puedes pedir tu reembolso completo!

VESTIGIOS DE LA HISTORIA
Cinco películas que nos vimos en vacaciones.

VESTIGIOS DE LA HISTORIA

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 54:43 Transcription Available


En el primer episodio de Vestigios de la Historia decidimos honrar nuestras vacaciones con lo que mejor sabemos hacer: ver películas como si fuera trabajo de campo etnográfico. Arrancamos con Mátate, amor (ese título que haría sudar a cualquier algoritmo), seguimos con 1978 para confirmar que el terror argentino está vivo y coleando, pasamos a Bailarina para analizar científicamente cómo Ana de Armas puede patear gente con más elegancia que nosotros caminamos en la mañana, nos pusimos serios con American Hustle para sentirnos intelectuales, y cerramos con Inmaculada, donde Sydney Sweeney demuestra que, incluso en el horror, uno puede verse absurdamente bien mientras todo sale mal. 

Astillero Informa con Julio Astillero
Mesa de los miércoles | En Davos vimos hartazgo de Europa ante Trump

Astillero Informa con Julio Astillero

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 22:09


Lo que pase con Groenlandia nos dirá hacia dónde va el trumpismo, Europa y el mundo: mesaEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

REDE (Relatos Desclasificados)
Una Bruja Frente A La Patrulla: Lo Que Vimos Esa Noche No Tenía Explicación - REDE

REDE (Relatos Desclasificados)

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 18:31 Transcription Available


¡ Rápido ! Suscríbete y activa la campanita.Se parte de la comunidad REDE.ENVIAME TUS HISTORIAS A: relatosdesclasificados@gmail.comSÍGUEME EN FANPAGE: https://bit.ly/33H3Og3SÍGUEME EN INSTAGRAM: https://bit.ly/3dgiBmd

Es la Mañana de Federico
El jefe de la Policía de Adamuz: "Vimos a gente gritando, llorando y caminando sin rumbo"

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 6:17


Federico entrevista a Antonio Ruiz, efe de la Policía local de Adamuz que cuenta cómo fueron los primeros momentos al llegar al lugar de la tragedia.

Astillero Informa con Julio Astillero
La mesa multicolor | Lo grave es el silencio sobre el avión

Astillero Informa con Julio Astillero

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 28:50


Vimos un Senado ausente y un gobierno que tardó en explicar el avión. Todo se deja a Sheinbaum: mesaEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Cosas que dijimos hoy
Cosas que vimos, leímos y escuchamos en 2025

Cosas que dijimos hoy

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 78:42


RESUMIDO
RESUMIDO Drops

RESUMIDO

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 7:27


Olá, eu sou o Bruno Natal e este é o RESUMIDO Drops, uma versão mais curta do podcast que você já conhece, com uma atualização rápida das notícias.Neste episódio, vou falar das tendências para 2026. Em 2025, vimos a rivalidade tecnológica virar realpolitik, com países e empresas brigando pelo domínio dos chips e dos dados.Em 2026, a disputa se concentrará em quem dita as regras, controla os dados e detém o silício. A tendência é que a regulação vá atrás da tecnologia em uma velocidade inédita, mas o risco de vigilância também irá aumentar.Nesta edição do RESUMIDO Drops, sigo a retrospectiva de 2025, dessa vez focado na Crise da Conexão Humana. Vimos o cansaço digital virar um problema de saúde pública. O mercado correu para lucrar com a solidão, mas a sociedade começou a reagir, buscando refúgio no analógico, no privado e na autenticidade.Em 2025, a tecnologia nos prometeu mais facilidade e eficiência, mas entregou exaustão e o esvaziamento das relações humanas. O dilema central foi o valor do contato genuíno versus a conveniência sintética.Apresentado por Bruno Natal.--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido/--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/

Farofa Conceito
Feliz ano novo com mais Heated Rivalry, os hits do verão e os filmes que vimos durante o recesso

Farofa Conceito

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 46:20


A série canadense do momento segue dando o que falar entre os gayzinhos do Farofa Conceito.Comentamos os últimos episódios de Heated Rivalry que entregaram calor e emoção, além de falarmos sobre outros filmes e obras de arte que assistimos durante o recesso, como é o caso do gostoso Josh O'Connor que pode fazer o que quiser aqui em casa, inclusive o live-action do Ratatouille comigo na versão direto pro OnlyFans. Por fim, mas mais ou menos, porque também já não lembro a ordem, falamos sobre as divas e divos e dives que estão fazendo a alegria do nosso verão, como Pedro Sampaio, Melody e MC Meno K com JETSKI, Marina Sena com o EP Marinada vol. 01 e Anitta, que não fez nada e nem foi citada nesse episódio, mas e daí? Vamos com tudo em 2026 e votem no Farofa Conceito Awards.

RESUMIDO
RESUMIDO Drops

RESUMIDO

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 5:58


Nesta edição do RESUMIDO Drops, sigo a retrospectiva de 2025, dessa vez focado na Crise da Conexão Humana. Vimos o cansaço digital virar um problema de saúde pública. O mercado correu para lucrar com a solidão, mas a sociedade começou a reagir, buscando refúgio no analógico, no privado e na autenticidade.Em 2025, a tecnologia nos prometeu mais facilidade e eficiência, mas entregou exaustão e o esvaziamento das relações humanas. O dilema central foi o valor do contato genuíno versus a conveniência sintética.Apresentado por Bruno Natal.--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido/--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
Izarra asegura que Delsy Rodríguez traicionaría a Cabello y Padrino: "La vimos entregar a Maduro"

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 22:28


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Penitencia
2025: las historias que escuchamos para cambiar #Penitencia #podcast #México

Penitencia

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 37:19


Este año en Penitencia nos sentamos a escuchar. No fueron historias fáciles de contar ni de escuchar, pero todas llevaban la misma pregunta: ¿Cómo llegamos aquí?En 2025 aprendimos algo que no podemos seguir ignorando: la violencia no nace de la nada. Tiene raíces que podemos rastrear, causas que podemos nombrar, orígenes que podemos transformar si nos atrevemos a mirarlos sin prejuicios.Conocimos a adolescentes que no encontraron otras formas de sentirse vivos, madres que robaron para salvar a sus hijos enfermos, personas inocentes que perdieron décadas en prisión por cumplir cuotas de detención, y niños que crecieron entre rejas sin conocer el mundo exterior. Vimos cómo medio millón de niños tienen hoy a sus padres en prisión y cómo hasta 250 mil corren riesgo de ser reclutados por el crimen organizado.Pero también descubrimos que los ciclos de violencia se pueden romper. Que cuando nos atrevemos a escuchar sin juzgar primero, algo cambia en nosotros. Que el origen de la violencia está en el abandono, en los talentos desperdiciados, en las familias destruidas, en la ignorancia de nuestros derechos, en la soledad de creernos separados.Este episodio especial es un recorrido por las voces que nos enseñaron que entender el origen de la violencia es el primer paso para transformarla. Porque solo cuando lo encontramos, podemos empezar a cambiarlo.Lanzamos Inocencia en Prisión, creamos Código Penitencia, presentamos #LasPalabrasLiberan, llegamos a Times Square y nos convertimos en uno de los podcasts de mayor crecimiento en español dentro del true crime. Pero esto nunca se trató de números, sino de una comunidad que decidió no voltear la mirada.2026 nos espera con los mismos problemas, pero también con todos los que ahora saben acompañar, con todos los que decidieron actuar para mejorar el país donde vivimos.Gracias por buscar con nosotros el origen de la violencia. La transformación empieza con escuchar, con no quedarnos callados, con exigir mejor, con acompañar, con actuar.Cada martes y cada jueves, en PENITENCIA, encontrando el origen de nuestra violencia.Para ver episodios exclusivos, entra aquí: https://www.patreon.com/Penitencia_mx¿Quieres ver los episodios antes que nadie? Obtén acceso 24 horas antes aquí: https://www.youtube.com/channel/UC6rh4_O86hGLVPdUhwroxtw/joinVisita penitencia.comSíguenos en:https://instagram.com/penitencia_mx  https://tiktok.com/@penitencia_mx  https://facebook.com/penitencia.mx  https://x.com/penitencia_mx  Spotify: https://spotify.link/jFvOuTtseDbApple: https://podcasts.apple.com/mx/podcast/penitencia/id1707298050Amazon: https://music.amazon.com.mx/podcasts/860c4127-6a3b-4e8f-a5fd-b61258de9643/penitenciaRedes Saskia:https://www.youtube.com/@saskiandr - suscríbete a su canalhttps://instagram.com/saskianino  https://tiktok.com/@saskianino  https://x.com/saskianino

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | A ESTRELA DE NATAL

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 3:10


Leitura Bíblica Do Dia: MATEUS 2:1-5,7-12 Plano De Leitura Anual: HABACUQUE 1–3; APOCALIPSE 15  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  “Se você encontrar aquela estrela, sempre poderá encontrar o caminho de casa.” Essas foram as palavras de meu pai, ao me ensinar a localizar a Estrela do Norte, quando criança. Papai tinha servido nas Forças Armadas durante a guerra e houve momentos em que a vida dele dependia de capacidade de navegar sob o céu noturno. Ele garantiu que eu soubesse os nomes e localizações de várias constelações, mas encontrar a estrela Polar era o mais importante. Saber a localização dessa estrela significava adquirir o senso de direção onde quer que estivesse e encontrar o meu caminho. As Escrituras falam de outra estrela de essencial importância. Alguns sábios do Oriente (área que hoje pertence ao Irã e Iraque) estavam atentos às estrelas no céu que indicavam o local do nascimento de quem seria o rei de Deus para o Seu povo. Eles vieram a Jerusalém perguntando: “Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo” (MATEUS 2:1-2). Os astrônomos não sabem o que causou o aparecimento da estrela de Belém, mas a Bíblia revela que Deus a criou para que o mundo se voltasse para Jesus: “a brilhante estrela da manhã” (APOCALIPSE 22:16). Cristo veio para nos salvar de nossos pecados e nos guiar de volta a Deus. Siga-o e você encontrará o caminho de casa.  Por: JAMES BANKS 

Marketing sin Filtro
Instagram para TV, Netflix compra Warner y Disney en sora ¡No lo vimos venir!

Marketing sin Filtro

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 30:07


¿Quién es el verdadero dueño de tu atención? Netflix quiere comprar Warner, Disney entrega sus personajes a OpenAI y los Oscars huyen de la televisión tradicional para refugiarse en YouTube. La industria del entretenimiento está colapsando y renaciendo ante nuestros ojos. En este episodio analizamos las compras hostiles, la intervención de Trump en Hollywood y cómo el algoritmo está reemplazando a la creatividad humana. ¿Estamos listos para ver películas creadas 100% por robots? Dale play antes de que decidan por ti.☕️ Acompaña este episodio con Café Granell: https://cafesgranell.es¡Ya disponible los sabores de navidad!Pruébalos con un 10% de descuento usando el código SINFILTRO10 al hacer tu pedido.⏰ Minutos (00:00) Intro(02:22) Empresas que gobiernan nuestra atención(02:40) Historia de la TV y la psicología del mando(03:25) Noticia: Instagram para TV(03:50) La guerra del formato vertical(04:30) Ver Shorts en TV(04:50) Futuro: ¿Televisores verticales o Gafas AR?(05:20) El algoritmo de Reels expuesto(05:54) Los Oscars se transmitirán en YouTube(06:20) Los eventos en vivo mueren en TV(07:35) Netflix compra Warner Bros(07:50) Por qué Netflix rechaza comprar CNN(08:05) El impacto de monopolizar licencias(08:35) Debate: Guiones basados en estadísticas vs. Inspiración(09:08) La contraoferta hostil de Paramount(09:40) ¿Trump apoya a Paramount?(10:00) Conexiones: Jared Kushner y la familia Ellison(11:15) Alianza entre Disney y OpenAI(11:50) El problema de Sora y la calidad del contenido(12:35) Estrategia de Disney para proteger su IP(13:10) ¿Se puede vender arte de Disney hecho con IA?(13:58) Adaptar los negocios al consumo actual(14:15) Mejor hecho que perfecto

Voces del Abismo
La Llorona y lo que vimos bajo las escaleras | 3 Relatos Reales de Terror

Voces del Abismo

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 28:51


Esta noche nos reunen tres relatos de suscriptores que seguramente perturbaran tu sueño. escúchlos bajo tu propio riesgo, y sobre todo, evita sugestionarte.¿Tienes una experiencia paranormal? Envíala a: Vocesdelabismo@gmail.com Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.