Podcasts about Cabe

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Latest podcast episodes about Cabe

KingwoodUMC
What We Do Today, To Become Tomorrow (1Tim 4:7-10) | Cabe Matthews

KingwoodUMC

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 27:01


In 1 Timothy 4:7-10 we hear a challenge to take our spiritual health seriously. We need to engage spiritual disciplines intentionally, discerningly, and personally, because what we do today is who we will become tomorrow. If you prefer to listen, stream, and/or watch, join us and subscribe on Youtube: https://www.youtube.com/@kingwoodmethodist

Radio Algeciras
Entrevista Ya no te cabe más

Radio Algeciras

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 3:04


Radio Algeciras
Chirigota Ya no te cabe más

Radio Algeciras

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 21:00


Nem tudo o que vai à rede é bola
Vamos à Bola. A arte de resolver o(s) jogo(s) à cabeçada

Nem tudo o que vai à rede é bola

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 10:29


De cabeça e na sequência de pontapés de canto. Foi assim que Sporting e FC Porto resolveram, ontem, os respetivos jogos ganhos pela margem mínima. Ainda, a competitividade incomparável da II Liga.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cabeça de Lab
POR DENTRO DO LUIZALABS: TIME DE PORTIFÓLIO

Cabeça de Lab

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 60:04


Neste episódio do Cabeça de Lab, mergulhamos na engenharia por trás do Portfólio, uma das áreas mais estratégicas do ecossistema digital.Falamos sobre o papel do time, a complexidade das regras de negócio e como a área lida com alto volume de eventos, consistência de dados e sistemas distribuídos. Backend, frontend, arquitetura, testes, observabilidade e decisões críticas que sustentam a operação em escala fazem parte da conversa.Também discutimos experiência, acessibilidade, integração com produto e os desafios de evoluir regras sem gerar impactos em cascata.Um episódio técnico e direto ao ponto para quem quer entender como tecnologia, negócio e escala se conectam na prática.---Nos siga no Twitter e no Instagram: @luizalabs @cabecadelabDúvidas, cabeçadas e sugestões, mande e-mail para o cabecadelab@luizalabs.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou uma DM no InstagramParticipantes:RAISSA XAVIER - https://www.linkedin.com/in/raissaxavier/ VINICIUS FRANÇA - https://www.linkedin.com/in/vinicius-fran%C3%A7a-8699347a/CLENIO EDUARDO - https://www.linkedin.com/in/cl%C3%AAnio-eduardo-da-silva-b22a62160/JOÃO VILAR

Radio Madrid
La Persiana de Madrid: en el día de la radio no cabe la tristeza

Radio Madrid

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 13:52


Los viernes, en La Ventana de Madrid con Roberto Torija, Virginia Sarmiento repasa los mejores momentos de la semana a base de gazapos, lapsus y escenas sonoras desconcertantes. El único objetivo de La Persiana de Madrid es encarar el fin de semana con una sonrisa y con la complicidad de todos los compañeros de Radio Madrid.

La Ventana de Madrid
La Persiana de Madrid: en el día de la radio no cabe la tristeza

La Ventana de Madrid

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 13:52


Los viernes, en La Ventana de Madrid con Roberto Torija, Virginia Sarmiento repasa los mejores momentos de la semana a base de gazapos, lapsus y escenas sonoras desconcertantes. El único objetivo de La Persiana de Madrid es encarar el fin de semana con una sonrisa y con la complicidad de todos los compañeros de Radio Madrid.

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

KingwoodUMC Vine
Gifts For God's Glory (1 Corinthians 12-14) | Cabe Matthews

KingwoodUMC Vine

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 33:04


Today we talk about Abiding in God's gifting for us. Much is made of what we are supposed to do with our giftings! But what if it's as simple as showing us that the Spirit of God really desires to do something THROUGH YOU! Let's dive in together! If you prefer to listen, stream, and/or watch, join us and subscribe on Youtube: https://www.youtube.com/@kingwoodmethodist

Podcast Filosofia
A Filosofia na Busca da Verdade

Podcast Filosofia

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 37:05


Neste episódio, o professor José Roberto, da sede São Caetano do Sul- SP, foi convidado a compartilhar algumas reflexões filosóficas sobre a filosofia e a busca da verdade.  Discorreu-se sobre a relação entre a humildade e as verdades absolutas; foi citado o filósofo Platão com o mito da caverna, assim como se propôs analisar a simbologia do sol e o que existe de luminoso em nossa consciência.  Refletiu-se que a sabedoria é a base de busca da verdade e a filosofia funciona como uma aproximação à sabedoria. Os grandes sábios traduzem para o nível humano o que já existe nas leis da natureza. Buscam adaptar as verdades atemporais às sociedades de sua época, visando melhorar à coletividade.  Cabe a cada um de nós apreender o melhor de cada filósofo para aprimorar a nós mesmos, enquanto nos esforçamos para elevar nossas consciências, compartilhando os aprendizados do caminho Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha: Felix Mendelssohn - Lieder ohne Worte op. 30 nº 1 .

Na Na Na
nanana - ANÁLISIS | ¿Quién cabe en la talla M? - 09/02/2026

Na Na Na

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 7:46


El canon de belleza es una cuestión cultural: un ideal encarnado por personas que cumplen ciertas características y que acaban convirtiéndose en referentes, como las estrellas de Hollywood, o tu artista favorita, por ejemplo. Un canon de belleza es algo aspiracional y algo que se puede performar a través de la moda: una industria que tiene muy claro cómo es un cuerpo ideal, como está investigando Cristina Real, diseñadora de moda y patronista que está estudiando las tallas, la estandarización corporal. Completamos el análisis con las reflexiones de Esther Pineda, doctora en Ciencias Sociales y autora del libro "Bellas para morir", donde acuña el término de "violencia estética".Escuchar audio

Latinoamérica 21
La observación electoral y la mejora democrática

Latinoamérica 21

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 35:34


El calendario electoral de este 2026 comenzó con la reciente elección de Laura Fernández en primera vuelta en Costa Rica. Unos comicios en los que más allá del contundente resultado a favor del partido oficial, destaca la solidez, transparencia y profesionalismo institucional del proceso costarricense tal como los confirma la observación electoral internacional. Y es precisamente en el papel que desempeña este acompañamiento técnico externo, es en donde queremos fijar nuestro análisis en este episodio de Mirada Semanal. Destacando su importancia para el mejoramiento de la integridad electoral de una región marcada por la polarización, el avance del extremismo y la sostenida desafección electoral de importantes segmentos de la ciudadanía.Y es que además de Costa Rica, este año será decisivo para países con grandes niveles de conflictividad social, violencia política y permanentes tensiones institucionales como Colombia, Perú, Brasil o Haití, sin descartarse la posibilidad de una convocatoria electoral sobrevenida en Venezuela. Cabe destacar el caso de Brasil, la mayor economía del continente y una de las más influyentes diplomáticamente, celebrará comicios generales en octubre. Un proceso comicial que pondrá a prueba si la gestión de Lula Da Silva ha podido realmente recomponer el tejido social y superar el sectarismo, la corrupción y la crispación política del pasado recientes. También destaca el caso de Colombia, una nación con un historial reciente de conflicto interno, asesinatos políticos y debates profundos sobre paz y justicia, en el que sus ciudadanos votarán en mayo para elegir un nuevo presidente en medio de una feroz contienda política. Más al sur, Perú nación que acudirá a elecciones en abril en un contexto de alta volatilidad institucional, fragmentación partidista tras años de crisis institucional que han generado descontento generalizado y sostenido en el país andino. Sin embargo, el caso más crónico será el de Haití, el proceso electoral de agosto buscará reestablecer una mínima normalidad tras años de violencia entre pandillas, desplazados, pobreza y una crisis humanitaria continuada.En virtud de la compleja agenda política que debe afrontarse en buena parte de los países de la región, la observación electoral resulta crucial. Especialmente para promover la transparencia, documentar irregularidades y ofrecer recomendaciones técnicas de lo que ocurre en cada etapa del proceso, desde la campaña hasta la comunicación de resultados. En un contexto regional donde el descrédito de la política ha alimentado teorías de fraude y desconfianza generalizada en el proceso electoral, la labor de observadores puede marcar la diferencia entre un resultado aceptado socialmente o uno que avive más las tensiones. Para analizar este tema nos acompañó la Dra. Ana Claudia Santano. Doctora y Máster en Ciencias Jurídicas y Políticas de la Universidad de Salamanca, España. Profesora de Derecho Constitucional, Electoral y Derechos Humanos en diversas instituciones de Brasil y América Latina. Coordinadora general de Transparencia Electoral Brasil. Una voz calificada desde la experiencia internacional quien nos ayudará a entender la observación electoral en tiempos de deterioro democrático.Analistas:Manuel Alcántara SáezMaría Puerta RieraInvitada:Ana Cláudia SantanoEdición y Conducción:Xavier Rodríguez Franco

Rádio Comercial - Já se faz Tarde
Teorias da conspiração ou da nossa cabeça?

Rádio Comercial - Já se faz Tarde

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 14:53


Com Joana Azevedo e Diogo Beja

Meditación del Día RC
Miércoles 4 de febrero de 2026. Dios no cabe en nuestras cajas.

Meditación del Día RC

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 9:48


Te compartimos la meditación del día tomada de Mc 6, 1-6.Para más recursos para encontrarte con Dios en la oración, visita nuestra página web www.meditaciondeldia.com, nuestra tienda www.meditaciondeldia.com/tienda/ o síguenos en Instagram @meditaciondeldia_ y compártenos tu opinión!Conviértete en donante de Meditación del Día en este enlace: https://bit.ly/DonarMdDMaría Reina de los Apóstoles, ¡enséñanos a orar!Este podcast es parte de JuanDiegoNetwork.com¡Gracias por escucharnos!

do burnout ao despertar
as vozes da minha cabeça

do burnout ao despertar

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 25:13


pra quem dorme e acorda sentindo que está em dívida com a vida.referencias que cito no ep:- livro Sociedade do Cansaço de Byung-Chul Han: https://a.co/d/0bGPxyrU- Música Tente Outra Vez de Raul Seixas

KingwoodUMC Vine
The Gospel Of Jesus Christ (1 Corinthians 15:1-8) | Cabe Matthews

KingwoodUMC Vine

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 31:58


As we continue to discuss what Abiding in Christ looks like, Paul lays out an easy 3 step answer in 1 Corinthians. Paul preaches a gospel that saves, that is received, and is centered around the person of Jesus.  If you prefer to listen, stream, and/or watch, join us and subscribe on Youtube: https://www.youtube.com/@kingwoodmethodist

Se Habla Español
Español con noticias 81: El salario mínimo en España - Episodio exclusivo para mecenas

Se Habla Español

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 30:05


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Hola, ¿cómo va todo? Parece mentira, pero ya estamos en el mes de febrero. Y eso quiere decir que estamos más cerca de que termine el frío aquí en Luxemburgo. Ya tengo ganas de ir caminando de nuevo al trabajo, como hacía hasta el mes de noviembre. Pero bueno, hay que seguir esperando un poco más. Vamos a ver qué nos espera en las próximas semanas. Eso sí, a pesar del frío, lo más importante es tener trabajo. Y hoy vamos a hablar de algo muy relacionado con el trabajo, en concreto, del salario mínimo interprofesional, o SMI por sus siglas en español. Como te puedes imaginar, el salario mínimo interprofesional es el sueldo más bajo que puede cobrar legalmente una persona por una jornada completa. En España, el SMI se fija cada año por el Gobierno tras consultar con empresarios y sindicatos. Además, se suele expresar en 14 pagas: 12 meses más dos pagas extra, en verano y en Navidad. ¿Por qué es importante? Porque marca el suelo salarial de muchos contratos y de sectores con sueldos más bajos, como agricultura, limpieza, comercio o trabajo doméstico. Subir el SMI empuja hacia arriba los salarios más bajos y reduce la desigualdad. En 2025, el SMI se situó en 1.184 euros al mes en 14 pagas (16.576 euros al año). Fue una subida del 4%, y ese cambio benefició de forma directa a alrededor de 2,4 millones de personas; la mayoría mujeres y jóvenes. Si miramos la evolución reciente, el salto es grande. En 2018 el SMI era de 735 euros; desde entonces ha ido aumentando: 900 (2019), 950 (2020), 965 (2021), 1.000 (2022), 1.080 (2023), 1.134 (2024) y 1.184 (2025). Para 2026, el Ministerio de Trabajo ha planteado subir el SMI un 3,1%, hasta 1.221 euros mensuales. Bien, antes de escuchar la noticia quiero explicarte tres siglas que aparecen en la información. Hablo de CEOE, CEPYME y UGT. CEOE significa Confederación Española de Organizaciones Empresariales. Es la principal asociación que representa a las empresas en España. Participa en negociaciones con el Gobierno y los sindicatos para decidir temas como salarios, condiciones laborales y normativa empresarial. CEPYME es la Confederación Española de la Pequeña y Mediana Empresa. Representa a las pymes, que son la mayoría de las empresas en España. Su objetivo es defender los intereses de los negocios más pequeños en esas negociaciones. UGT significa Unión General de Trabajadores. Es uno de los sindicatos más importantes del país. Los sindicatos defienden los derechos de los trabajadores y negocian con el Gobierno y las empresas para mejorar salarios, horarios y condiciones laborales. En resumen: CEOE y CEPYME representan a las empresas, y UGT representa a los trabajadores. Por eso, cuando se negocia el salario mínimo, estas organizaciones tienen mucho que decir. Con este contexto claro —qué es el SMI, por qué importa, su evolución y los principales actores—, ahora sí, escuchamos la noticia y luego analizamos el vocabulario y las expresiones clave. Una vez más, se trata de una noticia de Radio Nacional de España. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Bueno, hoy sí que tenemos que explicar muchas cosas. Así que, no me entretengo más y vamos directos a las palabras y expresiones más importantes para que puedas entender la noticia mucho mejor. Lanzar una oferta: Presentar oficialmente una propuesta en una negociación (no es “tirar”, sino anunciar o presentar algo formalmente). -Tras varias horas de reunión, el Ministerio lanzó una oferta de subida salarial. -La empresa lanzó una oferta a los trabajadores para evitar la huelga. Apostar (por): Elegir o apoyar una opción entre varias, mostrando preferencia o confianza en ella. -El Gobierno apuesta por una subida del 3,1%. -El sindicato apuesta por mejorar los contratos temporales. -Paga: Cada uno de los pagos del salario a lo largo del año. En España es común cobrar 14 pagas: 12 mensuales más dos pagas extra (verano y Navidad). -El SMI se cobra en 14 pagas, con dos extras al año. -Si cobras en 12 pagas, la cantidad mensual es mayor porque incluye las pagas extra. Generosa / menos generosa (propuesta): Una propuesta generosa ofrece más (por ejemplo, una subida mayor). Menos generosa ofrece menos. -Los expertos plantearon una opción más generosa del 4,7%. -El Ministerio eligió la alternativa menos generosa. -IRPF (Impuesto sobre la Renta de las Personas Físicas): Impuesto que se paga sobre los ingresos que una persona obtiene en un año. -Quieren que el SMI continúe sin pagar IRPF en la práctica. -Si tus ingresos suben, puede aumentar lo que pagas de IRPF. -Mesa de diálogo social: Espacio formal de negociación entre Gobierno, sindicatos y empresas para acordar medidas laborales o salariales. -La subida del SMI se discute en la mesa de diálogo social. -En la mesa acordaron reunirse la próxima semana para cerrar cifras. -Consensuada: Acordada por varias partes tras dialogar; no es una decisión unilateral. -La propuesta fue consensuada con el Ministerio de Hacienda. -Buscan una posición consensuada entre sindicatos y empresarios. -La pelota está en el tejado: Expresión que significa que ahora le toca decidir o actuar a otra parte. -Lanzada la oferta, la pelota está en el tejado de los empresarios. -Hemos hecho nuestra propuesta; la pelota está en vuestro tejado. -Tener sintonía: Estar de acuerdo o tener buena relación y coincidencia de ideas con alguien. -Los sindicatos tienen más sintonía con la propuesta del Ministerio. -La patronal no tiene sintonía con una subida tan alta. -Subida pronunciada: Aumento grande o notable (no pequeño). -Los sindicatos pedían una subida pronunciada del SMI. -Una subida pronunciada puede afectar más a ciertos sectores. -Tributar: Pagar impuestos sobre una renta o ingreso. -Con esta cifra, el SMI podría tributar en el IRPF. -Si superas el mínimo exento, tendrás que tributar por lo ganado. -Carácter retroactivo: La medida se aplica desde una fecha anterior a su publicación o acuerdo. -La subida tendrá carácter retroactivo desde el 1 de enero. -El convenio incluye mejoras con efecto retroactivo al inicio de año. Perfecto, pues ya estamos preparados para escuchar la noticia por segunda vez. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Muy bien. Ahora me toca el turno a mí para ofrecerte la noticia cambiando algunas palabras. Tras tres horas de encuentro, el Ministerio de Trabajo ha presentado su propuesta. Optan por un aumento del 3,1%, es decir, un alza de 37 euros mensuales que situaría el salario mínimo en 1.221 euros al mes repartidos en 14 ingresos. Trabajo escoge la alternativa menos favorable de las que planteó el comité de expertos porque prefiere que el SMI siga exento de IRPF. Joaquín Pérez Rey, secretario de Estado de Trabajo, ha explicado que la iniciativa que ha trasladado el Ministerio a la mesa de diálogo social es una medida acordada con el departamento responsable, el Ministerio de Hacienda. Una vez anunciada la oferta, la responsabilidad de responder recae ahora en las organizaciones empresariales y en las centrales sindicales. Parece muy difícil contar con el visto bueno de CEOE y CEPYME, que defendieron una revalorización del 1,5%. Quienes mantienen mayor afinidad con el equipo de Yolanda Díaz son los sindicatos: reclamaban una subida más intensa y que el SMI cotizara en el impuesto sobre la renta. Aun así, se muestran abiertos a negociar. El negociador de UGT, Fernando Luján ha pedido a todas las partes, y por supuesto, a ellos mismos, que piensen en la importancia de esta decisión”. Por último, el incremento, sea cual sea la cifra final, tendrá efectos retroactivos; es decir, se aplicará desde el 1 de enero. Y una cosa más que se me ha olvidado decir antes. Yolanda Díaz es la Ministra de Trabajo en España. Por eso dicen el Ministerio de Yolanda Díaz, o sea, el Ministerio de Trabajo. Genial. Escuchamos la noticia por última vez. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Ha quedado claro, ¿verdad? Pues para terminar me gustaría comparar la situación de España con respecto a otros países del entorno. Con la subida de 2025, España se situó en el grupo intermedio de la Unión Europea por salario mínimo mensual bruto, con 1.184 € al mes en 14 pagas. Con esa cifra, España aparece alrededor del séptimo puesto entre los países de la UE, por detrás de economías como Luxemburgo, Irlanda, Países Bajos, Alemania, Bélgica o Francia, y por delante de Portugal, Chipre, Lituania o Polonia. Franja alta (más de 1.800–2.600 € al mes): Luxemburgo (≈2.638 €), Irlanda (≈2.282 €), Países Bajos (≈2.193 €), Alemania (≈2.161 €), Bélgica (≈2.070 €) y Francia (≈1.802 €). España queda por debajo de este grupo, pero lidera el bloque intermedio. Franja media (1.000–1.500 €): España, Eslovenia, Polonia, Lituania, Portugal y Chipre. Franja baja (por debajo de 1.000 €): Varios países de Europa Central y del Este mantienen salarios mínimos inferiores a 1.000 € mensuales.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214

El bosque habitado
El bosque habitado - La vía de la luz... verde - 01/02/26

El bosque habitado

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 119:23


Tras dos semanas de dolorosa información en torno a la tragedia ferroviaria de Adamuz, nos detenemos en un claro del bosque para reflexionar más allá de lo evidente. Lo hacemos de la mano de uno de nuestros biólogos de cabecera, José María Galán, a quien le tocó vivir el horror en primerísima persona. Él fue uno de los supervivientes del Alvia: el que avisó a los servicios de emergencia desplegados en torno al Iryo de que había un infierno un poco más lejos, oculto en la oscuridad. ¿Cabe sacar algún aprendizaje de semejante horror, desde la serenidad?Además, analizamos la crisis del modelo urbano actual y la necesidad de transformar las ciudades en espacios sostenibles centrados en las personas y no en los vehículos motorizados. A través de las reflexiones del biólogo y botánico Raúl de Tapia y los textos de Ignacio Abella, abordamos el impacto del crecimiento desmedido, el calentamiento global y la pérdida de biodiversidad. Es preciso acometer una renaturalización urgente que incluya la revegetación de espacios, la eliminación de pavimentos sellados y la recuperación de la conectividad ecológica en ríos, caminos y espacios degradados.Reunimos destellos de sabiduría de autores como Antonio Muñoz Molina o Richard Louv y nos dejamos envolver por la música de La Maravillosa Orquesta del Alcohol, Macaco, Miguel Ríos, Second y Muerdo en ese viaje de apoyo mutuo hacia ciudades más fértiles y humanas.Escuchar audio

Podcasts sobre Astrologia
Lua Cheia em Leão

Podcasts sobre Astrologia

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 8:11


01 de fevereiro de 2026 às 19h09Sol e Lua em oposição.Lua a 13 graus de Leão, se opondo ao Sol, e Marte em Aquário.Há dois times no céu se manifestando. O emocional reforçado pela energia de Leão, que remete a criatividade, auto-expressão, liderança e iniciativa.E a consciência, representada pelo Sol; ação, por Marte; comunicação, com Mercúrio e relacionamentos e valores com Vênus, todos eles em Aquário.Sem mencionar Plutão, também em Aquário.A Lua, durante o dia 1/02 irá se opor a todos eles. Trazendo conflitos internos e dissonâncias.Cabe a você sentir, estar presente e não reagir. Observe quais temas mais lhe incomodam, o que lhe gera pressão?Ter consciência dos conflitos internos, trará clareza sobre as áreas que você tende a magnetizar dissabores externos.Saiba como trabalhar com esta energia ouvido ao podcast.@casademinerva#casademinerva #astrology #becurious#respect #celebreatelife #astrologia #direcionamento #boasenergias #respectlife #humanbeings #inspiringlife#empoweringwomen #rdias #astrologia #2026#energiasdalua #lua #luacheia #leão

La Brújula
Rafa Latorre, sobre la ausencia de Sánchez en Huelva: "Otras prioridades impidieron su presencia. Sólo cabe exigirle que esclarezca el accidente"

La Brújula

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 12:36


Rafa Latorre, sobre la ausencia de Sánchez en Huelva: "Otras prioridades impidieron su presencia. Sólo cabe exigirle que esclarezca el accidente"

Não Inviabilize

Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Lar e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE PETLOVEPlanos de saúde Petlove. Se tem pet, tem que ter! Cabe no seu bolso, tem cobertura ampla e perto de você, são práticos e digitais para contratar e a microchipagem é grátis. Usando o cupom PONEI100 você ganha 100% de desconto na primeira mensalidade. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.Link: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=instagram&utm_medium=influencer&utm_campaign=n%C3%A3oinviabilizeQUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

Cabeça de Lab
A IA ESTÁ EM TUDO, E AGORA? UM GIRO PELAS NOTÍCIAS DA SEMANA

Cabeça de Lab

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 33:39


Neste episódio do Cabeça de Lab, o time se reúne para comentar as notícias mais quentes do mundo da tecnologia que estão circulando no Medium do LuizaLabs. Entre café, risadas e opiniões sinceras, conversamos sobre como a inteligência artificial tem aparecido no nosso dia a dia - do entretenimento ao varejo, da saúde à música.Um episódio leve, crítico e cheio de provocações sobre tendências, exageros, benefícios e dilemas do uso da IA hoje, tudo isso com diferentes pontos de vista, reflexões pessoais e aquele papo que parece conversa de corredor entre pessoas que vivem tecnologia no dia a dia.Edição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: ⁠⁠https://radiofobia.com.br/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠---Nos siga no Twitter e no Instagram: @luizalabs @cabecadelabDúvidas, cabeçadas e sugestões, mande e-mail para o cabecadelab@luizalabs.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou uma DM no InstagramParticipantes: ANA CAROLINA FONSECA BARRETO | https://www.linkedin.com/in/anacarolinafonsecabarreto/MARCOS NORIYUKI | https://www.linkedin.com/in/marcos-noriyuki-miyata/MONICA HILLMAN | https://www.linkedin.com/in/monicamhillmanRAISSA XAVIER | https://www.linkedin.com/in/raissaxavier

24 Horas | Showcast - La mañana informativa
Presidente de Comisión de Educación responde a Gobierno por "trabas" a Ley de Sala Cuna: "Hoy no existe acuerdo en el proyecto"

24 Horas | Showcast - La mañana informativa

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 15:44


Gustavo Sanhueza, senador de la UDI y presidente de la Comisión de Educación, se defendió ante las críticas del Gobierno por poner "trabas" al proyecto de ley de Sala Cuna Universal, asegurando que no pondrá en tabla una iniciativa de la que no existe un acuerdo. Cabe recordar que el Ejecutivo acusó al partido, y específicamente a Sanhueza, por no convocar a la comisión de Educación del Senado. Esto, tras encontrarse en un encuentro internacional en Panamá.

Kilómetro Cero
Kilometro Cero: Gran avance respecto al cáncer de páncreas

Kilómetro Cero

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 77:00


Jaume Segalés y su equipo comentan asuntos de la actualidad y traen las mejores recomendaciones culturales. Hoy en Km0, tras repasar la actualidad informativa y deportiva, profundizamos en los siguientes asuntos: Gran avance respecto al cáncer de páncreas La Fundación Cris Contra el Cáncer, entidad referencia en la investigación oncológica y hematológica, acaba de presentar los resultados de un estudio de gran impacto mundial liderado por el Dr. Mariano Barbacid, actual director del Grupo de Oncología Experimental del Centro Nacional de Investigaciones Oncológicas (CNIO), director del Proyecto CRIS de páncreas y presidente de honor científico de CRIS Contra el Cáncer. El equipo del doctor Barbacid ha logrado la desaparición completa de adenocarcinomas ductales de páncreas en modelos animales sin efectos secundarios y con una duración nunca vista hasta ahora, mediante una terapia no tóxica basada en la combinación de tres inhibidores. Es la primera vez que se logra una curación completa en modelos experimentales, con baja toxicidad, alta durabilidad y con una estrategia realista para ser trasladada a pacientes. Cabe recordar que en España se diagnostican más de 10.300 nuevos casos de cáncer de páncreas al año, cifra que no ha dejado de aumentar durante la última década. El cáncer de páncreas es uno de los tumores con peor pronóstico y sus índices de supervivencia prácticamente no han variado desde hace 20 años Entrevistamos a Isabel Cuadrado, coordinadora de proyectos científicos de CRIS Contra el Cáncer. RuralBOTic Un centenar de escolares de cinco Colegios Rurales Agrupados de la Comunidad de Madrid participan mañana viernes en el torneo de Ruralbotic. Una iniciativa de la Fundación ASTI que promueve la formación en competencias STEM (Ciencia, Tecnología, Ingeniería y Matemáticas) entre los alumnos de Primaria del entorno rural. El evento tendrá lugar en el Corral del Concejo de Garganta de los Montes. RuralBOTic fue uno de los proyectos seleccionados por la Fundación Mutua Madrileña en la convocatoria de ayudas que otorga anualmente a Proyectos de Acción Social. Su objetivo es reducir la brecha de oportunidades educativas entre el medio urbano y el rural acercando la robótica educativa y el pensamiento computacional a los centros escolares de pequeñas localidades madrileñas. Entrevistamos a Laura González, responsable de Programas de la Fundacion ASTI.

Hoy por Hoy
Hoy por Hoy | Magazine | Todo lo que cabe en nuestros bolsillos, el regreso de "Aída", by Paco León y el largo viaje de María y Carmen Menéndez. |

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 94:19


¿Recuerdan aquella sorpresa (agradable o desagradable; curiosa o extraña) que encontraron en algunos de sus bolsillos o de otros? Esa es la premisa que le hemos propuesto a nuestros oyentes esta mañana a las diez dentro de la hora que "El rincón y la esquina", con Manuel Delgado y Marta Sanz, hemos dedicado a eso, a nuestros bolsillos. Además en el Viaje de Ida de Pepe Rubio, hemos comprado billete para el largo y comprometido viaje de María y Carmen Menéndez... Finalmente hemos recibido a Paco León, el director, actor y guionista que lleva este viernes al cine "Aída y vuelta", una revisión sobre qué hubiera pasado si la exitosa serie no hubiera finalizado en 2014, prolongándose al menos hasta 2018, cuando surgió el Me Too, las cancelaciones o se pidieron los límites del humor y la libertad de expresión. 

Escapismo Emergencial
Episódio 280: No Budget não cabe o mar

Escapismo Emergencial

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 63:18


Já pensou na oportunidade de curtir 80% de uma praia? Pois a cidade de São Paulo está pronta pra te trazer esse novo empreendimento. Vem descobrir!Tópicos de Interesse: Oscar, Peixes transgenicos, Cola superbonder, Academias de luxo, 80% da praiaQuer Fazer parte do nosso Grupo VIP no Zap, ter acesso a conteúdos exclusivos, e ainda ajudar nosso podcast a melhorar e produzir cada vez mais conteúdo bacana? apoia.se/escapismopodcast. O quanto você puder contribuir nos ajuda bastante! E a partir de R$5,00 você pode participar de sorteios!E se você não pode contribuir mensalmente, mas quer nos ajudar de alguma forma, temos PIX! escapismopodcast@gmail.com! sinta-se à vontade para doar, significa muito pra gente!

Não Inviabilize
CHAMPANHOTA

Não Inviabilize

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 16:49


Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Champanhota e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE PETLOVEPlanos de saúde Petlove. Se tem pet, tem que ter! Cabe no seu bolso, tem cobertura ampla e perto de você, são práticos e digitais para contratar e a microchipagem é grátis. Usando o cupom PONEI100 você ganha 100% de desconto na primeira mensalidade. Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da PetloveLink: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=instagram&utm_medium=influencer&utm_campaign=n%C3%A3oinviabilizeQUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

E o vencedor é...
Cotrim Figueiredo já está com a cabeça em 2031

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 23:40


João Cotrim Figueiredo não chegou à segunda volta, mas já está em preparações para 2031. Já Seguro e Ventura continuam em "luta de egos" para esta segunda volta para Belém.See omnystudio.com/listener for privacy information.

seguro ventura jest cabe cotrim figueiredo
El Ritmo de la Mañana
Qué negocio ya no cabe más en Santo Domingo y en la ciudad de Santiago

El Ritmo de la Mañana

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 13:45 Transcription Available


Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
Sondagens põem cabeça dos candidatos à roda?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 6:49


André Ventura em primeiro ou em segundo lugar e Gouveia a Melo está a afundar-se lentamente. Marques Mendes recebe balão de oxigénio e Seguro percebe que tudo muda de o dia para o outro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

KingwoodUMC Vine
A Better New Years (Colossians 3) | Cabe Matthews

KingwoodUMC Vine

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 34:54


New Years is upon us, and inevitably what comes with that is... New Years resolutions! But is there a better way to think about becoming more like Christ than a white-knuckled faith or a man-made sanctification? Let's talk about it. If you prefer to listen, stream, and/or watch, join us and subscribe on Youtube: https://www.youtube.com/@kingwoodmethodist

Daniel Ramos' Podcast
Episode 511: 12 de Enero del 2026 - Devoción matutina para menores - ¨Héroes y villanos¨

Daniel Ramos' Podcast

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 4:47


====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2026“HEROES Y VILLANOS”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church12 DE ENEROUN HÉROE QUE DA DE COMER«Y dirá el Rey a los que estén a su derecha: "Vengan ustedes, los que han sido bendecidos por mi Padre; reciban el reino que está preparado para ustedes desde que Dios hizo el mundo. Pues tuve hambre, y ustedes me dieron de comer; tuve sed, y me dieron de beber; anduve como forastero, y me dieron alojamiento. Estuve sin ropa, y ustedes me la dieron; estuve enfermo, y me visitaron; estuve en la cárcel, y vinieron a verme"» (Mateo 25: 34-36).Quizás los logros mejores recordados de Samuel Peralta Sosa, cono¬cido popularmente como Sammy Sosa, tienen que ver con su carrera en el béisbol. Sosa fue un tremendo beisbolista dominicano cuyos batazos mandaban las pelotas a las gradas con inusual frecuencia. Uno de sus mejores años, tal vez el mejor, fue 1998 cuando registró 66 cuadrangulares en la temporada. Este es un logro que valió una ovación durante 6 minutos de pie por sus fans en Chicago. En junio de ese año, Sosa consiguió 20 cuadrangulares. Ningún pelotero ha marcado más jonrones en un mes hasta ahora.Ese año, Sammy Sosa no ganó el título como el bateador que produjo más jonrones en la temporada; quien ganó fue Mark McGwire con 70 jonrones. Sería hasta el año 2000 cuando Sosa se llevaría el título de más jonrones producidos en una temporada con 50. Lo interesante de esto fue el comportamiento de estos jugadores en la competencia por ser el mejor, mientras que los medios incitaban una riña con sus comentarios. Cabe decir que ambos jugadores estaban orgullosos el uno del otro y manifestaban disfrutar la competencia sanamente. Sosa fue nombrado el jugador más valioso de la Liga Nacional de Béisbol el 20 de noviembre de 1998.Ese año, el huracán George barrió con severidad la República Dominicana dejando a más de 100 000 personas sin hogar. La escasez de alimento y sitios de refugio impuso un estado terrible en el país. Sosa jugó un papel clave en la provisión de alivio a las víctimas del desastre. A través de la Cruz Roja, Sosa hizo llegar a su país, en conjunto, más de 30 toneladas de frijol y arroz y muchos toneles de agua purificada.Precisamente en el mes de junio de 1998, cuando marcó su mejor récord al bate, Sosa organizó la Fundación de Caridad Sammy Sosa con el propósito de fomentar la educación y la calidad de vida de los niños en República Dominicana y Estados Unidos. Mediante esta fundación, Sosa recolectó más de 700 000 dólares para su país y para otros países latinoamericanos en necesidad.Sammy Sosa cumplió mejor el rol de héroe cuando ayudó a sus semejantes que cuando hacía cuadrangulares. Si bien es muy satisfactorio lograr proyectos personales en la vida, a la vista del cielo tiene mejor reconocimiento el hacer cosas buenas por los demás. 

The Kid Carson Show
194 - Your Favourite "Awake" Real Estate Agent: Nicole Gilmore

The Kid Carson Show

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 35:18


Wouldn't it be more fun to have an awake real estate agent? Meet your new best friend, Nicole Gilmore. From Richmond's foreshore claims and title security to the Torrens system, bank jitters, market swings, COVID era war stories, reverse mortgages, and the growing urge to reset in Alberta or Mexico, we cover it all.Connect with Nicole GilmoreIG → @nicolegilmorerealtorWebsite → gilmorerealestate.caBe featured on The Kid Carson ShowStep into a premium interview experience with Kid Carson and collapse time on your growth.

Capital, la Bolsa y la Vida
Acuerdo Sánchez-Junqueras, ¿es legal? "No cabe la bilateralidad"

Capital, la Bolsa y la Vida

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 11:16


El catedrático Javier Martín Fernández analiza el nuevo modelo de financiación autonómica y cuestiona el acuerdo entre el Gobierno y Cataluña.

Cabeça de Lab
TECNOLOGIA, EDUCAÇÃO E AMÉRICA LATINA: O QUE O LACLO NOS ENSINA

Cabeça de Lab

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 35:18


Neste episódio do Cabeça de Lab, conversamos sobre tecnologia e educação a partir da experiência no LACLO, a Conferência Latino Americana de Learning Objects and Technology. Falamos sobre pesquisa em computação aplicada à educação, o papel da inteligência artificial no ensino, computação desplugada, formação de professores e os desafios reais das escolas na América Latina. A conversa passa por temas como uso consciente de IA em sala de aula, avaliação, escrita acadêmica mediada por tecnologia, jogos educacionais, modelagem de dados sem computador e a importância de produzir conhecimento a partir da nossa própria realidade. Um episódio para quem quer entender como tecnologia, pedagogia e contexto social se cruzam na construção do futuro da educação.Edição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: ⁠⁠https://radiofobia.com.br/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠---Nos siga no Twitter e no Instagram: @luizalabs @cabecadelabDúvidas, cabeçadas e sugestões, mande e-mail para o cabecadelab@luizalabs.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou uma DM no InstagramParticipantes: MARCOS NORIYUKI | https://www.linkedin.com/in/marcos-noriyuki-miyata/RAISSA XAVIER | https://www.linkedin.com/in/raissaxavier/

O Antagonista
'Não se pode passar a mão na cabeça de Maduro'

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 11:16


No Papo Antagonista desta segunda-feira, 5, Duda Teixeira e Madeleine Lacsko conversaram com Nelsinho Trad (PSD-MS), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, sobre os desdobramentos da captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos, após decisão do presidente Donald Trump.Assista à entrevista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br

KingwoodUMC Vine
The Response Of The Heart (Luke 2:22-38) | Cabe Matthews

KingwoodUMC Vine

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 32:07


When Jesus appears, he reveals our hearts. In Luke 2:22-38, people respond to Jesus's appearance with faith, hope, and love. When Jesus appears to you, what does he reveal of your heart?

Noticias de América
Panamá: demolición de monumento chino reaviva tensiones entre EE.UU. y China

Noticias de América

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 2:25


Un monumento situado cerca de la entrada del Canal de Panamá que conmemoraba la histórica presencia china en ese país fue demolido por orden de una autoridad local, lo que provocó críticas de Pekín y una rápida reacción del presidente panameño, quien prometió su reconstrucción. Entrevista con el profesor de Relaciones Internacionales de la Universidad de Panamá, Euclides Tapia. El monumento, que celebraba más de 150 años de presencia china en Panamá, se encontraba a un centenar de metros de la entrada del Canal, frente al puente de las Américas, que conecta el norte y el sur del continente. "China deplora la demolición forzosa por parte de las autoridades locales competentes en Panamá de un monumento a las contribuciones chinas al Canal de Panamá", indicó el Ministerio de Asuntos Exteriores de China en un comunicado publicado en X. Euclides Tapia, catedrático de Relaciones Internacionales de la Universidad de Panamá, critica la forma en que se llevó a cabo la demolición del monumento, pero considera que su ubicación es problemática, al igual que lo fueron en 2018 los planes chinos de construir una embajada en la entrada del Canal. "No se podía permitir la construcción de una instalación en las riberas del Canal de Panamá por parte de China, porque daba la impresión a los barcos, a los tripulantes y a los pasajeros que entraban al Canal de Panamá de que este había sido construido por los chinos. Ese argumento finalmente se impuso y, en su momento, obligó al gobierno del señor Juan Carlos Varela, presidente de la República de Panamá [entre 2014 y 2019], a desistir de las intenciones del gobierno chino de establecer su embajada allí". Amenazas al Tratado de Neutralidad  El gobierno de China sostiene que el monumento es un testimonio de la "tradicional amistad" entre ambos países. Cabe recordar que en Panamá, un país de 4,5 millones de habitantes, al menos 300.000 personas forman parte de la comunidad chino-panameña. Para el profesor Tapia, la demolición del monumento y la reacción oficial de Pekín revelan las crecientes tensiones geopolíticas en torno al Canal, lo que pone en riesgo el Tratado de Neutralidad del Canal, vigente desde 1979. "Ese tratado ha sido objeto hasta el momento de amenazas serias por parte del gobierno de Donald Trump, que ha reivindicado el control del Canal de Panamá con argumentos fatuos, como que el Canal está controlado por los chinos. Eso es una falsedad total. [Estados Unidos] amenaza incluso con usar la fuerza. Eso constituye, evidentemente, una franca violación de lo pactado entre Panamá y Estados Unidos en el Tratado de Neutralidad". En abril, el gobierno panameño concluyó un acuerdo con la administración Trump para el despliegue de tropas estadounidenses en los alrededores del Canal, aunque continúa negándose al establecimiento de bases militares. "Desgraciadamente, esa es otra violación flagrante del Tratado de Neutralidad que consintió Panamá. En el artículo 5.º del tratado se establece taxativamente que solo la República de Panamá manejará el Canal y mantendrá fuerzas, sitios de defensa e instalaciones militares — e insisto en la palabra ‘militares'— en la República de Panamá", concluye. La administración Trump también ha promovido la adquisición, por parte de la empresa estadounidense BlackRock, de los puertos situados en las inmediaciones del Canal, actualmente en manos de una compañía de Hong Kong. El acuerdo se encuentra estancado debido a la oposición de Pekín, que busca formar un conglomerado de distintas empresas, según informa The Wall Street Journal. Un nuevo episodio en la competencia geopolítica por el control del Canal.

Noticias de América
Panamá: demolición de monumento chino reaviva tensiones entre EE.UU. y China

Noticias de América

Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 2:25


El símbolo que conmemoraba la histórica presencia china en el país istmeño fue demolido por orden de una autoridad local, lo que levantó críticas de Pekín y una rápida reacción del presidente panameño. El arco que celebraba más de 150 años de presencia china en Panamá se encontraba a un centenar de metros de la entrada del Canal, en un lugar privilegiado frente al puente de las Américas, que conecta el norte y el sur del continente. Sin embargo, no fue su localización —escogida con su construcción en 2004— lo que motivó su demolición. La alcaldesa de Arraiján, municipalidad a la que pertenecía, ordenó la demolición inmediata y sin previo aviso por “motivos de seguridad” y por la “expiración de la concesión del terreno”. La respuesta oficial de Pekín fue inmediata: "China deplora la demolición forzosa por parte de las autoridades locales competentes en Panamá de un monumento a las contribuciones chinas al Canal de Panamá", indicó el Ministerio de Asuntos Exteriores de China en un comunicado publicado en X. Euclides Tapia, catedrático de Relaciones Internacionales de la Universidad de Panamá, critica la forma en que se llevó a cabo la demolición de este símbolo, pero considera que su ubicación es problemática, al igual que lo fueron en 2018 los planes chinos de construir una embajada en la entrada del Canal, como cuenta a los micrófonos de RFI. "No se podía permitir la construcción de una instalación en las riberas del Canal de Panamá por parte de China, porque daba la impresión a los barcos, a los tripulantes y a los pasajeros que entraban al Canal de Panamá de que este había sido construido por los chinos. Ese argumento finalmente se impuso y, en su momento, obligó al gobierno del señor Juan Carlos Varela, presidente de la República de Panamá [entre 2014 y 2019], a desistir de las intenciones del gobierno chino de establecer su embajada allí". Amenazas al Tratado de Neutralidad del Canal El gobierno de China sostiene que el monumento es un testimonio de la "tradicional amistad" entre ambos países. Cabe recordar que en Panamá, un país de 4,5 millones de habitantes, al menos 300.000 personas forman parte de la comunidad chino-panameña. Para el profesor Tapia, la demolición del monumento y la reacción oficial de Pekín revelan las crecientes tensiones geopolíticas en torno al Canal, lo que pone en riesgo el Tratado de Neutralidad del Canal, vigente desde 1979. "Ese tratado ha sido objeto hasta el momento de amenazas serias por parte del gobierno de Donald Trump, que ha reivindicado el control del Canal de Panamá con argumentos fatuos, como que el Canal está controlado por los chinos. Eso es una falsedad total. [Estados Unidos] amenaza incluso con usar la fuerza. Eso constituye, evidentemente, una franca violación de lo pactado entre Panamá y Estados Unidos en el Tratado de Neutralidad". En abril, el gobierno panameño concluyó un acuerdo con la administración Trump para el despliegue de tropas estadounidenses en los alrededores del Canal, aunque continúa negándose al establecimiento de bases militares. "Desgraciadamente, esa es otra violación flagrante del Tratado de Neutralidad que consintió Panamá. En el artículo 5.º del tratado se establece taxativamente que solo la República de Panamá manejará el Canal y mantendrá fuerzas, sitios de defensa e instalaciones militares — e insisto en la palabra ‘militares'— en la República de Panamá", concluye. La administración Trump también ha promovido la adquisición, por parte de la empresa estadounidense BlackRock, de los puertos situados en las inmediaciones del Canal, actualmente en manos de una compañía de Hong Kong. El acuerdo se encuentra estancado debido a la oposición de Pekín, que busca formar un conglomerado de distintas empresas, según informa The Wall Street Journal. Un nuevo episodio en la competencia geopolítica por el control del Canal.

WGospel.com
Ouça o relógio da consciência!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 5:09


TEMPO DE REFLETIR 01625 – 26 de dezembro de 2025 João 8:9 – Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até os últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Quando os escribas e fariseus fizeram aquela mulher adúltera ficar de pé no meio de todos, não lhes passou pela cabeça o vexame por que passariam poucos minutos depois. “Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério”, acusaram (Jo 8:4). O Mestre, antes de desmascará-los publicamente, usou uma engenhosa estratégia: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (Jo 8:7). Depois de tê-los encostado na parede, Jesus continuou escrevendo no chão os pecados dos acusadores. O golpe foi certeiro: cada um viu a própria hipocrisia como se fosse uma manchete de primeira página. Foi nesse instante que, “acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um” (verso 9). Embora acusados pela consciência, os escribas e fariseus não estavam arrependidos. E uma prova é o fato de que, se Jesus não tivesse revelado o comprometimento de cada um deles, não teriam arredado o pé dali. Cabe aqui uma pergunta: Por que aqueles homens se sentiram acusados? Porque, enquanto Jesus escrevia no chão, houve um período de silêncio para que cada um ouvisse uma voz que fazia muito tempo não era ouvida: a voz da consciência. O som do relógio da Catedral de São Paulo, em Londres, pode ser ouvido a muitos quilômetros de distância. No entanto, nos momentos de maior movimento nas ruas, avenidas e praças da cidade, a maioria das pessoas não percebe que o potente relógio está tocando. Nossa consciência é como um relógio. Mas nem todas as pessoas ouvem as suas batidas. A vida moderna engendrou muitos abafadores: o ruído dos interesses materiais, a ganância, a competição, a pressa, a falta de devoção. Vivemos agitados, correndo de um lado para outro, e quando o relógio soa, não lhe ouvimos as batidas. O Espírito Santo tem uma voz forte e penetrante, mas é necessário que os ouvidos espirituais estejam desobstruídos. Do contrário, a doce voz do Consolador ficará despercebida. Conhecemos bem a função dos “sonorizadores” que há nas rodovias, avisando que há lombadas à frente. Aquele ruído, embora desagradável, é um sinal de alerta. Mostra-nos que precisamos reduzir a velocidade do veículo. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, por favor, faça-nos sensíveis e receptivos à voz da consciência e acima de tudo à voz do Teu Santo Espírito. Ajuda-nos a reconhecer nossa condição pecaminosa e transforme-a completamente. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Cabeça de Vento
Cabeça de Vento 59 | A crise da indústria eólica de 2025 e o que esperar de 2026

Cabeça de Vento

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 51:11


No último episódo do Cabeça de Vento de 2025, Elbia Gannoum, nossa presidente executiva e enviada especial de energia da COP30 explica o ano de 2025 junto com Francisco Silva, diretor técnico regulatório, e Marcello Cabral, Diretor de Novos Negócios. Os três fazem uma retrospectiva do ano, comentam sobre a micro e a macro crise da indústria eólica e lembram de outros fatos importantes que aconteceram ao longo do ano. Elbia, Francisco e Marcello também falam sobre o que esperar para 2026. 

Arquivo Misterio
Enfiou um Machado na cabeça da própria mãe | Carlos e Denise Hallowell

Arquivo Misterio

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 29:46


KingwoodUMC Vine
Re-Lighting Joyful Hope! And... Ryan's Back | GET TALKIN' with Kimberly, Chris, and Ryan

KingwoodUMC Vine

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 38:50


Today we react and talk through Cabe's sermon Sunday on the theme of Joy and Isiah 35! How does the beautiful Images of Jesus reviving deserts, healing families, etc play out in "real life," especially when we feel like we have "tried" and nothing is "working?" Also, if you want to get one of the hosts Christmas gifts... We have some ideas! If you prefer to listen, stream, and/or watch, join us and subscribe on Youtube: https://www.youtube.com/@kingwoodmethodist

KingwoodUMC Vine
Jesus, The Highway Of Joy (Isiah 35) | Pastor Cabe Matthews

KingwoodUMC Vine

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 34:03


Today, as we look at the Advent theme of Joy, we turn to Isiah 35. Simply put, we look at Jesus as the bringer of Joy! And the beauty of an image of the desert blooming to life! If you prefer to listen, stream, and/or watch, join us and subscribe on Youtube: https://www.youtube.com/@kingwoodmethodist

The Home Builder Digital Marketing Podcast
Episode #298: Optimizing Builder Content for AI Search - Cabe Vinson

The Home Builder Digital Marketing Podcast

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 31:17


This week on The Home Builder Digital Marketing Podcast, Cabe Vinson of Blue Tangerine joins Greg and Kevin to discuss how home builders can optimize their online content to appear prominently in AI search results. https://www.buildermarketingpodcast.com/episodes/298-optimizing-builder-content-for-ai-search-cabe-vinson

Ponte Aérea - André Boaventura e Camilo Pinheiro Machado
PONTE AÉREA #464 - CELTICS NAS CABEÇAS DO LESTE!

Ponte Aérea - André Boaventura e Camilo Pinheiro Machado

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 32:27


Pedro Maia e Raphael Roque analisam a ótima temporada do Boston Celtics apesar das saídas de Porzingis e Jrue Holiday, e da ausência do astro Jayson Tatum. Quais os motivos para esses rendimento acima do esperado? Pedro e Roque também debatem a situação desconfortável envolvendo Chris Paul e o Los Angeles Clippers. Vem no play!

Podtrash
Podtrash 797 – Tragam-me a Cabeça de Alfredo Garcia

Podtrash

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 68:13


Horror! Medo! Desespero! Sofrimento! No episódio desta semana, o Podtrash mergulha na brutalidade seca e na poesia amarga de Sam Peckinpah em Tragam-me a Cabeça de Alfredo Garcia!Prepare-se para um road movie sujo, violento, regado a tequila, suor, desespero e promessas de recompensa que nunca acabam bem no universo do mestre do western da nova […]

Som a Pino Entrevista
Alberto Continentino: 'O baixo é um instrumento central'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 38:18


Roberta Martinelli conversa com Alberto Continentino sobre sua relação com o baixo, as influências que moldaram sua trajetória e o processo de criação do disco "Cabeça a Mil e o Corpo Lento".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Brasil Podcast
Café Brasil 1006 - Ceticismo tecnológico - A internet fazendo nossa cabeça

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 36:29


O episódio mergulha no impacto profundo que a tecnologia tem na nossa atenção, identidade e vínculos humanos. Partindo de Black Mirror – Nosedive, mostramos como já vivemos na lógica das “estrelas” e da performance permanente. Com Nicholas Carr, Neil Postman e Robert Putnam, entendemos como a internet remodela cérebros, relacionamentos e até quem acreditamos ser. Um convite urgente à lucidez digital. Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................

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Our Measure Of Trust | Cabe Matthews

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Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 29:22


The core calling of people of faith is to trust God. In the Old Testament, God promised His people a home, and He promises us an eternal home as well. The way we receive that promise is simple but profound: we trust Him. If you prefer to listen, stream, and/or watch, join us and subscribe on Youtube: https://www.youtube.com/@kingwoodmethodist