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#674 - Escola do Deserto - 7ª Estação - Entrando na Terra Prometida | JB Carvalho by JB Carvalho
Os espiões não foram punidos por falta de inteligência, mas por uma visão equivocada da missão judaica. Segundo a Cabalá, eles preferiam permanecer no deserto, cercados por milagres e espiritualidade, em vez de entrar na Terra de Israel e enfrentar os desafios do mundo material. Nesta aula, vamos explorar o verdadeiro significado do pecado dos espiões, o medo da responsabilidade espiritual e por que a missão divina é transformar a realidade física em uma morada para D'us.Curtiu a aula?Faça um pix RABINOELIPIX@GMAIL.COM e nos ajude a darmos sequência neste projeto!#ParashaShelach #Espiões #Cabalá #TerraDeIsrael #Torá #Judaísmo #Chassidut #MissãoDivina #RabinoEliahu #EstudoDaTorá #VidaEspiritual #Israel #ParashatHashavua #Chabad #Moshiach #shelach #espião #torah #kabala
Nesta semana em que se comemora o "Dia Mundial dos Oceanos", celebrado em 8 de junho, somos convidados a olhar com mais atenção para esse imenso ambiente azul que cobre grande parte do planeta e sustenta a vida na Terra. Este é o assunto em destaque nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", com o comentarista Marco Bravo. Muitas vezes, quando falamos em meio ambiente, pensamos nas florestas, nas árvores, nos rios e nos animais terrestres. Mas os oceanos são fundamentais para o equilíbrio do planeta. Eles regulam o clima, influenciam as chuvas, armazenam calor, abrigam uma imensa biodiversidade e garantem alimento, renda e qualidade de vida para milhões de pessoas.
"O Temor do Senhor aumenta os dias, mas os perversos terão os anos da vida abreviados." Provérbios 10:27"Porque, quanto ao Senhor, Seus olhos passam por toda a Terra, para mostrar-Se Forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com Ele..." II Crônicas 16:9a"O Temor do Senhor é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, EU ODEIO." Provérbios 8:13
CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 09 DE JUNHO DE 2026 BIGTECHS - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (24): O pré-candidato à Presidência Renan Santos voltou a criticar a família Bolsonaro e afirmou que a direita errou ao apoiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ligado ao Movimento Brasil Livre e ao partido Missão, Renan defendeu a construção de uma nova alternativa política para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem associação a escândalos. O pré-candidato também declarou que o Caso Master começou durante o governo Bolsonaro e afirmou considerar natural o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro nas investigações relacionadas a Daniel Vorcaro. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou um novo lote de arquivos sobre supostos avistamentos de objetos voadores não identificados. Os documentos incluem relatos de pessoas que afirmaram ter visto esferas verdes, discos e bolas de fogo misteriosas. A divulgação faz parte de um processo iniciado nos anos 1970 para tornar públicos arquivos do governo americano sobre fenômenos aéreos não identificados. O primeiro pacote de documentos já havia sido liberado em maio, por determinação do presidente Donald Trump, junto com a criação do site oficial WAR.GOV/UFO para hospedar os registros sobre os chamados UAPs. Um tiroteio registrado próximo à Casa Branca deixou duas pessoas baleadas neste sábado (23), segundo informações do Serviço Secreto dos Estados Unidos. De acordo com as autoridades, o suspeito sacou uma arma de uma bolsa e começou a atirar na região da rua 17 com a Pennsylvania Avenue. Agentes reagiram aos disparos e atingiram o homem, identificado pela CBS News como Nasire Best, de 21 anos, que morreu após ser levado ao hospital. Um possível transeunte também foi atingido e encaminhado para atendimento médico. Segundo a emissora americana, o suspeito já era conhecido pelas autoridades e tinha histórico de problemas de saúde mental. O Governo de São Paulo promoveu um mutirão digital chamado “Baixaço” para incentivar o download do aplicativo SP Mulher Segura. A plataforma reúne diversas funcionalidades integradas voltadas ao combate à violência doméstica e à proteção das mulheres. A iniciativa busca ampliar o acesso da população às ferramentas de segurança e fortalecer os canais de apoio às vítimas no estado. Um possível acordo entre Irã e Estados Unidos prevê que o tráfego de navios no Estreito de Ormuz volte ao nível anterior à guerra dentro de 30 dias, segundo informações divulgadas pela agência iraniana Tasnim. O memorando de entendimento também prevê a suspensão completa do bloqueio naval no mesmo período e a liberação parcial de fundos iranianos congelados ainda na primeira fase das negociações. O possível acordo inclui o fim da guerra em diferentes frentes e a suspensão das sanções americanas sobre o petróleo iraniano durante o processo de negociação. Apesar disso, o Irã ainda não teria aceitado medidas relacionadas ao seu programa nuclear. Alberto Barros, analista político da Vox Brasil, concedeu entrevista ao Jornal da Manhã para comentar o cenário das pré-campanhas presidenciais, os resultados das pesquisas eleitorais e as perspectivas para as eleições de 2026. Durante a conversa, o analista também avaliou os possíveis impactos do escândalo envolvendo o Banco Master sobre diferentes candidatos e o ambiente político nacional. O Maio Amarelo é um movimento internacional de conscientização criado para reduzir sinistros e mortes no trânsito. Desenvolvida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, a campanha busca colocar a segurança viária em pauta na sociedade e incentivar a participação de motoristas, pedestres e ciclistas na prevenção de acidentes. A iniciativa promove ações educativas e debates sobre responsabilidade e comportamento no trânsito. A Câmara dos Deputados deve votar nesta semana a proposta de emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mantendo os salários atuais e garantindo dois dias de folga por semana aos trabalhadores. Apesar do avanço da proposta, as negociações seguem em andamento e a tendência é que o texto final seja mais enxuto, deixando temas específicos para regulamentação posterior, como os regimes especiais de trabalho, incluindo escalas 12x36 e atividades embarcadas. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Luiz Gastão. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
CEU NA TERRA BRASÍLIA - PAULO BORGES JR | 02/02/2026
O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra. Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante. [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel: Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida. Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música] Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano. [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona. Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos. Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta. Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions, são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/channel/UC9RN5vG3C0qlq4pZFx-k9-w?feature=shared ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
Crônicas da Cidade - 07/05/26
Neste episódio, Luiz Mandarino, Diretor de Operações do Energy Center da MIT Technology Review Brasil, e o jornalista Thomaz Gomes discutem a fusão nuclear sob uma nova perspectiva: não apenas como promessa tecnológica, mas como uma possível fonte energética que enfrenta desafios concretos de escala, custo e implementação. Ao longo da conversa, o episódio explora o conceito de fusão nuclear, explicando como a união de átomos leves, como os isótopos do hidrogênio, gera enormes quantidades de energia, em um processo semelhante ao que ocorre nas estrelas. Também são apresentados os principais desafios técnicos para replicar esse fenômeno na Terra, incluindo a necessidade de temperaturas extremas, confinamento de partículas e estabilidade do sistema. O episódio analisa ainda as principais rotas tecnológicas em desenvolvimento, como o confinamento magnético (com destaque para tokamaks e stellarators) e o confinamento inercial a laser, além dos avanços recentes que marcaram a história da fusão, como o primeiro balanço energético positivo alcançado em laboratório. Outro ponto central é a discussão sobre o estudo publicado na Nature Energy, que traz uma visão mais cautelosa sobre o futuro da fusão. A análise sugere que, ao contrário de outras tecnologias energéticas, a redução de custos pode ocorrer de forma mais lenta, devido à complexidade, ao tamanho dos projetos e à necessidade de customização dos reatores. Por fim, o episódio reflete sobre o real potencial da fusão nuclear na transição energética: uma tecnologia que pode oferecer energia limpa, estável e de alta densidade, mas que ainda enfrenta incertezas sobre custo, escalabilidade e tempo de maturação, desafiando a ideia de que teremos, no curto prazo, “um sol para cada um”. O podcast é um oferecimento do Energy Summit.
Visite ou participe da Igreja Metodista Congregacional.
Judeus ou gentios, religiosos ou irreligiosos a Bíblia é categórica: não há um sequer que seja justo!Neste sermão pregado na Primeira Igreja Presbiteriana de Governador Valadares, o Rev. Jakstone Braga expõe o clímax do argumento de Paulo em Romanos: após demonstrar a culpa dos gentios em Romanos 1 e a hipocrisia dos judeus em Romanos 2, Paulo fecha o veredicto em Romanos 3.9-20, toda a humanidade está debaixo do pecado, sem exceção.Se você quer entender a Bíblia com profundidade e seriedade, esse sermão é essencial para compreender o evangelho em sua plenitude.
» Sábado» Holy» Tema: Assim na Terra como Céu» Pregador: Sem. Willian Rodrigues » Data: 21/03/2026#IBAlameda #Alameda #juventude---------------------------------------------------------------------------------------------------Nossos Cultos Online:► Libertação: SEXTA, às 20h► Juventude: SÁBADO, às 19h► Celebração: DOMINGO, às 10h e 18h30Acompanhe nossas Redes Sociais:► Facebook: https://www.facebook.com/IgrejaBatistaAlameda► Instagram: https://www.instagram.com/igrejabatistaalameda► Youtube: https://www.youtube.com/igrejabatistaalameda► Site: https://igrejabatistaalameda.com.br/
Eu sou Giancarlo Marx e hoje eu vou falar sobre o tema: Justiça: O Nome de Deus na Terra. Se nos últimos meses falamos sobre o sagrado no cotidiano e a resistência da alegria, hoje precisamos falar sobre a base onde tudo isso se sustenta. Afinal, não existe paz verdadeira onde a injustiça ainda dita as regras. Sem querer me repetir demais aqui, mas “Paz sem voz não é paz, é medo”. Muitas vezes, fomos ensinados que ‘fazer justiça’ é algo para tribunais ou para militantes políticos, enquanto à igreja caberia apenas a ‘caridade’. Mas, na Bíblia, a justiça não é um conceito frio delegado às estruturas humanas, Ela é, antes de tudo, um atributo do caráter do próprio Deus. Quando o profeta Amós grita: ‘Corra a justiça como as águas, e a retidão como o ribeiro impetuoso’, ele não está pedindo uma reforma do código penal. Ele está denunciando uma adoração que Deus rejeita porque este “adorador” ignora completamente a causa do pobre. Já aprendemos que o Evangelho não veio apenas para salvar almas para o céu, mas para reconciliar todas as coisas na terra. Isso significa que a nossa espiritualidade é medida pela forma como tratamos o ‘outro’ — especialmente aquele que o sistema insiste em invisibilizar. No Reino de Deus, a justiça não é oposta ao amor. Mas sim, justiça é o nome que o amor recebe quando se manifesta publicamente. É o amor traduzido em políticas públicas, em mesas fartas para todos e em direitos respeitados. Uma fé que se preocupa com o ‘paraíso’ mas ignora a fome, o racismo e a desigualdade aqui do lado, é uma fé que ainda não entendeu o que significa seguir o carpinteiro de Nazaré. Neste mês, eu te convido a se perguntar: Como a minha fé pode colaborar para que o mundo seja um lugar menos cruel? Oração e ação não são irmãs gêmeas. Vêm do mesmo lugar. São um mesmo corpo. Que em 2026 a gente pare de pedir apenas por bênçãos individuais e comece a lutar por uma justiça que seja comum a todos. Afinal, se Deus é justo, a nossa adoração mais sincera é praticar a justiça. Eu vou ficando por aqui. Um abraço e até o próximo Ampulheta. PARTICIPANTES:– Giancarlo Marx COISAS ÚTEIS:– Duração: 03m55s– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios.– Todos os “Ampulheta” CITADOS NO PROGRAMA:– Amós 5:24-26 GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS:– WhatsApp– Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post Justiça: O Nome de Deus na Terra | Ampulheta 76 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Um gato enorme.Um apetite maior que o mundo.E uma fome que nunca parecia suficiente.Em “Gobledegook, o gato com uma fome colossal”, você vai conhecer uma história da tradição oral recontada por Linda Rhode, cheia de exagero, repetição e humor — daquele jeito que as crianças adoram escutar (e pedir de novo).Prepare-se para uma narrativa divertida sobre excesso, consequência e uma cabeçada memorável.
O Papo Antagonista desta segunda-feira, 23, analisa o pedido da OAB pelo fim do inquérito das fake news, a declaração de Mendonça sobre a "tentação do diabo" e a onda de violência no México.Duda Teixeira e Madeleine Lacsko participam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #AndreMendonca #PoliticaBrasil
* Apoie a Cultura: Seja Membro do Canal á partir de R$1,99 por mês. John Steinbeck Jr. Não escreveu sobre a elite, mas sobre trabalhadores rurais, migrantes famintos e sonhadores quebrados pela Grande Depressão. Ele foi a voz da "América esquecida".Autor de obras-primas como " Ratos e Homens”, "As Vinhas da Ira" e "A Leste do Éden". Steinbeck usou sua máquina de escrever para mostrar que mesmo na mais profunda miséria, o espírito humano busca dignidade e solidariedade e forçou a América a olhar para seus marginalizados não como estatísticas, mas como seres humanos. Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com mais pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Encontro voces na próxima história. Até lá! (Tania Barros)- Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,26-34Naquele tempo:Jesus disse à multidão:'O Reino de Deusé como quando alguém espalha a semente na terra.Ele vai dormir e acorda, noite e dia,e a semente vai germinando e crescendo,mas ele não sabe como isso acontece.A terra, por si mesma, produz o fruto:primeiro aparecem as folhas, depois vem a espigae, por fim, os grãos que enchem a espiga.Quando as espigas estão maduras,o homem mete logo a foice,porque o tempo da colheita chegou'.E Jesus continuou:'Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus?Que parábola usaremos para representá-lo?O Reino de Deus é como um grão de mostardaque, ao ser semeado na terra,é a menor de todas as sementes da terra.Quando é semeado, crescee se torna maior do que todas as hortaliças,e estende ramos tão grandes,que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra'.Jesus anunciava a Palavrausando muitas parábolas como estas,conforme eles podiam compreender.E só lhes falava por meio de parábolas,mas, quando estava sozinho com os discípulos,explicava tudo.Palavra da Salvação.
No concelho onde vive há mais de 20 anos, Seguro arrecadou cerca de 45% dos votos - mais do dobro dos que conseguiu André Ventura. Os moradores estão confiantes numa vitória na 2ª volta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre Leonardo Câmara, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 2,1-12Alguns dias depois,Jesus entrou de novo em Cafarnaum.Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa.E reuniram-se ali tantas pessoas,que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta.E Jesus anunciava-lhes a Palavra.Trouxeram-lhe, então, um paralítico,carregado por quatro homens.Mas não conseguindo chegar até Jesus,por causa da multidão,abriram então o teto,bem em cima do lugar onde ele se encontrava.Por essa abertura desceram a camaem que o paralítico estava deitado.Quando viu a fé daqueles homens,Jesus disse ao paralítico:"Filho, os teus pecados estão perdoados".Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados,refletiam em seus corações:"Como este homem pode falar assim?Ele está blasfemando:ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus".Jesus percebeu logoo que eles estavam pensando no seu íntimo,e disse: "Por que pensais assim em vossos corações?O que é mais fácil:dizer ao paralítico: 'Os teus pecados estão perdoados',ou dizer: 'Levanta-te, pega a tua cama e anda'?Pois bem, para que saibais que o Filho do Homemtem, na terra, poder de perdoar pecados,— disse ele ao paralítico: —eu te ordeno:levanta-te, pega tua cama, e vai para tua casa!"O paralítico então se levantoue, carregando a sua cama, saiu diante de todos.E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo:"Nunca vimos uma coisa assim".Palavra da Salvação.
Seja membro do canal e ganhe benefícios:https://www.youtube.com/channel/UCdmGjywrxeOPfC7vDllmSgQ/joinUm satélite da Starlink explodiu e a SpaceX confirmou que ele vai cair na Terra em breve. Enquanto isso, em São Francisco, carros da Waymo travaram durante um apagão. No Brasil, a Eve (Embraer) realizou o primeiro voo do seu "carro voador" elétrico! Confira essas e outras notícias no Hoje no TecMundo de hoje.
Receberemos novamente o Prof. Ariel Lazari, arqueólogo e filósofo católico, para um episódio especial:“Lugares do Natal na Terra Santa”
“Oração e jejum na terra, e guerra nas regiões celestiais!” A Palavra nos ensina que a batalha espiritual não se trava com instrumentos humanos, nem com estratégias naturais. Ela acontece em um nível mais profundo, invisível aos olhos, mas real no espírito.
Mensagem compartilhada na manhã do dia 14 de Dezembro de 2025 pelo Daniel Karrer da Nova Igreja de Ipanema.
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Nesta mensagem poderosa inspirada em Mateus 6:19, o Pr. @Juanribe Pagliarin revela o verdadeiro sentido da vida — um chamado profundo para parar de buscar tesouros que se perdem e começar a investir em riquezas eternas.Em tempos de ansiedade, correria e vaidade, esta palavra traz consolo e direção espiritual, mostrando que o valor da existência não está nas conquistas materiais, mas no amor, na fé e na presença de Deus.
Andando na Terra com a Cabeça no Céu | Pr. João Brito | 02/11/25
Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Tanya 11 TishreiCap20Parte8-Os níveis de onde se origina o poder criativo continuo presente na terra
Alien Species Here on Earth - US Congressman Speaks Out - Redacted eng-us
Neste episódio do Raízes do Agro, conversamos com José Luis Coelho, que compartilha sua trajetória, desde suas raízes profundas na ESALQ, passando pela vida acadêmica e o mundo corporativo em gigantes como Massey Ferguson e John Deere, até sua experiência como produtor rural em Goiás. Discutimos a mecanização, o salto dos tratores para a agricultura 4.0, a revolução do plantio direto e a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). Ele também detalha as inovações em genética e pecuária (Nelore, Black Angus), e os desafios enfrentados pelos produtores no Brasil. Uma conversa essencial para quem busca entender o futuro do agronegócio e a paixão pela terra. Este episódio foi gravado na Agrishow, a maior feira do agronegócio da América Latina, diretamente do estande do Grupo Piccin. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo Grupo Piccin! O Grupo Piccin, que hoje contempla o foco de trabalho em equipamentos, componentes e inovação, começou com o trabalho de um homem, Santo Piccin. Com a evolução da agricultura, os desafios se tornaram mais complexos, exigindo a utilização de implementos agrícolas mais eficientes. Grupo Piccin: excelente em produzir o melhor para o campo. Site: https://piccin.com.br/Instagram: https://www.instagram.com/grupopiccinFacebook: https://www.facebook.com/grupopiccinLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/piccin-máquinas-agrícolas-ltdaYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCk4BdnkZnq7gObUiR0XQR7g INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: José Luis CoelhoEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
#307 | Entrando na Terra Prometida | Pr.Heber Teo
E NÃO SEJAIS OUVINTES ESQUECIDIÇOS"Também vos digo que, se dois de vós concordarem na Terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em Meu Nome, aí estou Eu no meio deles." Mateus 18:19-20."E sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos.Porque, se alguém é ouvinte da Palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural;Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era.Aquele, porém, que atenta bem para a Lei Perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito." Tiago 1:22-25
Henrique Avancini e Ana Lidia Borba conversam sobre a participação do brasileiro no Tour da Eslovênia, a primeira prova nível .PRO do ciclista desde sua chegada ao pelotão de Estrada. O supercampeão conta sobre seu aprendizado no asfalto, o desafio de correr contra os ciclistas do WorldTour, suas frustrações e a expectativa pelos próximos desafios.
Santo Onofre: o santo solitário do dia dos namorados que passou 60 anos sem contato com ninguém https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/06/santo-onofre-o-santo-solitario-do-dia-dos-namorados-que-passou-60-anos-sem-contato-com-ninguem.shtml The Evolution of Life with David Attenborough (4K Documentary) https://youtu.be/kIP8r7kUc5c?si=z2nQOTpLSD4rD5XR Scientists mapped what happens if a crucial system of ocean currents collapses. The weather impact would be extreme https://edition.cnn.com/2025/06/11/climate/ocean-currents-amoc-collapse-extreme-cold AMOC Collapse Visualization https://amocscenarios.org/?lat=36.75&lon=-93&model=cc_RCP45&is_amoc_on=false&is_delta=false&metric=temp_1_in_10_yr_min Superondas de calor se ... Read more The post jorros de vida na terra, céu e mar! a ciência dos sentimentos appeared first on radinho de pilha.
Você é uma força da Federação Galáctica na Terra - Neva - Sementes das Estrelas
Considere apagar da sua mente uma imagem erroneamente plantada…A ideia de que, depois da morte, você irá até a porta do céu e terá uma nova oportunidade é uma mentira que muitos acreditam.A verdade é: a porta do céu é aqui na terra.A decisão sobre a eternidade não acontece depois da morte — ela é tomada agora, enquanto há vida.Não pense que vai dar tempo de se arrepender mais tarde… A hora é agora!
Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Space Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos.E no programa de hoje!!!Vamos desenterrar a incrível e pouco conhecida saga da Kosmos 482, uma missão soviética destinada a Vênus em 1972 que falhou logo após o lançamento. Descobriremos como essa falha, em plena Guerra Fria, levou à queda de destroços misteriosos na Nova Zelândia e deixou uma cápsula espacial, um verdadeiro 'fantasma de Vênus', orbitando a Terra por mais de 50 anos! Exploraremos os desafios de pousar no inferno venusiano, os segredos por trás da missão, sua longa jornada orbital e o que sua história nos ensina sobre a exploração espacial e o crescente problema do lixo espacial.Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!!Imaginem o cenário: estamos em 1972, no auge da Corrida Espacial. A União Soviética, após ver os americanos cravarem a bandeira na Lua, está determinada a manter sua dianteira na exploração dos planetas. O alvo da vez é Vênus, o nosso vizinho mais próximo, um mundo coberto por nuvens densas e com uma superfície tão hostil que desafia a imaginação. Uma nave sofisticada, parte do lendário programa Venera, é lançada com a missão de penetrar essa atmosfera esmagadora e talvez até pousar em solo venusiano.Mas algo, algo crucial, dá terrivelmente errado logo após o lançamento. O último estágio do foguete falha. A nave, em vez de seguir sua jornada interplanetária, fica presa, girando e girando ao redor da Terra numa órbita elíptica e instável, como um **carro que patina no gelo e não consegue sair do lugar**. O que poderia ter acontecido?E a história só fica mais estranha a partir daí.Poucos dias depois, objetos metálicos misteriosos começam a cair do céu na Nova Zelândia, do outro lado do mundo, causando espanto e teorias mirabolantes. Eram esferas de titânio com inscrições em russo! Seriam destroços da missão fracassada? O governo soviético nega veementemente qualquer relação. Por que tanto segredo?Enquanto isso, a nave principal se desfaz em órbita, seus pedaços reentrando na atmosfera ao longo dos anos... exceto um. Um fragmento específico, que muitos acreditam ser a parte mais importante da missão – a cápsula de descida, projetada para suportar o inferno de Vênus – permanece lá em cima. Por décadas! Cinquenta anos orbitando a Terra como um espectro silencioso da Guerra Fria, um segredo soviético flutuando no espaço, como uma **mensagem numa garrafa que nunca chegou ao seu destino**. O que aconteceu com essa cápsula? Ela ainda está lá? Ou já caiu?O que era exatamente essa missão Venera-72? Por que ela falhou de forma tão dramática? Que segredos essa cápsula perdida guardou por tanto tempo em sua jornada solitária? E o que a queda dos seus destroços nos ensina sobre a exploração espacial e seus perigos?Para entendermos completamente a história da Kosmos 482, precisamos primeiro ajustar nossos relógios e calendários. Voltemos para o início da década de 1970, mais precisamente para o ano de 1972. A Guerra Fria, aquela disputa tensa e multifacetada entre os Estados Unidos e a União Soviética, estava em pleno vapor, e um dos seus palcos mais visíveis e simbólicos era, sem dúvida, o espaço. Mas por que o espaço se tornou um campo de batalha tão importante nessa disputa ideológica?
As maiores notícias de tecnologia do dia estão aqui no Hoje no TecMundo! Falamos sobre o caso grave envolvendo o ChatGPT e conversas de teor sexual com menores, um golpe bilionário que usa o INSS como isca, o tarifaço de Trump afetando o Amazon Prime Day, o lançamento dos satélites da Amazon para competir com a Starlink e a reentrada de uma nave soviética após 53 anos no espaço!
Herdou o nome 'do Bem' da família, não sendo nenhum alter ego profissional ou 'da moda'. No entanto, diz ter a malícia de qualquer outro comum mortal. Na vida gosta de futebol e de sobremesas, mas é na secção dos frigoríficos dos hipermercados que encontra o seu pior inimigo. Procura, no stand-up, brincar com as camadas dos problemas mundanos que afetam todas as pessoas da mesma maneira, mas continua a ser a mesma Luana que contava mentiras na escola para se adaptar. No entanto, é na vida pessoal que gosta de ser de verdade. Confessa que o dia em que percebeu a sua sexualidade foi o mais libertador de sempre: "Foi um momento de fogo de artifício. Gostava que toda a gente tivesse a experiência que eu tive (...) é mesmo um alívio". A apresentadora e humorista falou ainda sobre como os pais lidaram quando lhes contou sobre a sua homosexualidade: "Quando eu contei não estava a dar uma novidade a ninguém. Primeiro porque estava muito apaixonada por aquela miúda, e segundo porque eu sempre fui bastante maria rapaz e eu sinto que as pessoas à minha volta estavam todas só à espera do dia". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2023, cientistas anunciaram ter identificado provisoriamente o gás sulfeto de dimetila – uma possível bioassinatura de vida – na atmosfera de K2-18b, um exoplaneta a 124 anos-luz de distância. Em 17 de abril de 2025, cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, anunciaram ter encontrado o gás novamente com o Telescópio Espacial Webb , mas desta vez com um sinal mais forte. Eles afirmaram que o sulfeto de dimetila parece ser milhares de vezes mais abundante em K2-18b do que na Terra. No entanto, mais dados são necessários para confirmar completamente sua presença e se ele está conectado à vida... ou não. E muitos cientistas ainda estão céticos.K2-18b é um mundo super-Terra ou sub-Netuno , orbitando na zona habitável – onde poderia existir água líquida – de sua estrela. Sua classificação exata também ainda é motivo de debate entre os cientistas, o que tem grande influência na descoberta relatada. Ele tem cerca de 8,6 vezes mais massa e 2,6 vezes mais massa que a Terra, e orbita uma estrela anã vermelha a cerca de 124 anos-luz de distância.Quando os cientistas anunciaram a possível detecção de sulfeto de dimetila (DMS) em setembro de 2023, usando o Telescópio Espacial Webb, a notícia gerou muita discussão. Foi uma descoberta potencialmente empolgante, sem dúvida. O gás é uma bioassinatura em potencial , um traço químico, molecular ou de outra natureza de vida biológica. Mas a detecção foi fraca e longe de ser conclusiva. Os astrônomos precisariam observar o planeta novamente com o Webb para tentar determinar se o gás realmente estava lá ou não.Nikku Madhusudhan , astrofísico da Universidade de Cambridge, participou da pesquisa anterior e é o autor principal do artigo sobre as descobertas mais recentes.Uma grande surpresa dos resultados é a quantidade aparente de sulfeto de dimetila na atmosfera do planeta. Se os resultados forem precisos – e ainda precisam ser confirmados – então o K2-18b tem milhares de vezes mais gás em sua atmosfera do que a Terra. Na Terra, é menos de uma parte por bilhão. Mas no K2-18b, estima-se que seja de 10 partes por milhão.As novas observações revelaram a existência provisória de um gás semelhante, o dissulfeto de dimetila . Ambas as moléculas pertencem à mesma família química e podem ser potenciais bioassinaturas.Na Terra, organismos marinhos como o plâncton produzem quase todo o sulfeto de dimetila. Mas ele também pode se formar sem vida e foi detectado em cometas e nuvens de gás no espaço. Portanto, sua presença, por si só, não é garantia de vida. Pelo menos ainda não.Alguns estudos sugerem que K2-18b é um mundo Hiceano , um planeta rochoso coberto por um oceano global, mas com uma atmosfera de hidrogênio. Poderia ser semelhante à Terra em alguns aspectos, mas também completamente alienígena. Como Madhusudhan observou:Trabalhos teóricos anteriores previram a possibilidade de altos níveis de gases à base de enxofre, como sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila, em planetas hiceanos. E agora observamos isso, em linha com o que foi previsto.Mas mesmo isso ainda é motivo de debate entre os cientistas. Outros estudos afirmam que ele pode ter um oceano de magma quente, ou ser mais como um subnetuno, com uma atmosfera profunda e densa, sem superfície sólida ou oceano. Qualquer que seja o cenário correto, é claro, tem implicações diretas para a possibilidade de vida em K2-18b.Madhusudhan fez uma declaração forte no comunicado de imprensa de Cambridge, dizendo:Considerando tudo o que sabemos sobre este planeta, um mundo Hiceano com um oceano repleto de vida é o cenário que melhor se ajusta aos dados que temos.Mas, ao mesmo tempo, ele reconhece que mesmo os novos resultados são preliminares e estão abertos ao debate, dizendo:É importante que sejamos profundamente céticos em relação aos nossos próprios resultados, porque só testando e testando novamente conseguiremos chegar ao ponto em que tenhamos confiança neles. É assim que a ciência tem que funcionar.
Deus criou a família para refletir nosso relacionamento com Ele. Quando os valores familiares são deturpados, o ser humano se afasta do Criador. Quem vive apenas para si não compreende o verdadeiro significado dos relacionamentos.Se este vídeo te ajudou, deixe seu like, comente e compartilhe para alcançar mais pessoas!
Levar as cadeiras dos restaurantes para casa: sim ou não?
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Por Pr. Luiz Sayão. | Efésios 2.11-22 | https://bbcst.net/G9125
"Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a Vida Eterna." João 12:24-25
Expectativas não superadas, nostalgia e a esperança que acabou. Se você quer saber o que achamos da segunda temporada de Anéis de Poder, é só apertar o play! OZOB: A CYBERPUNK BOARD GAME Participe da campanha de Financiamento Coletivo: https://ozob.page.link/NerdCast *Atenção: Parcelamento estendido em até 12 vezes sem juros! AIRBNB Confira os vídeos da campanha Fique em um Airbnb: https://jovemnerd.page.link/Fique_Num_AirBnb_Noite https://jovemnerd.page.link/Fique_Num_Airbnb_Espaco CITADO NO PROGRAMA OZOB: A CYBERPUNK BOARD GAME - A 1ª MISSÃO: https://youtu.be/uVTq_4oKr_E PEDIDOS DE DOAÇÃO Pedido de Doação de Sangue para MÔNICA DE ANDRADE MARTINS nos bancos de sangue SERUM, que funcionam todos os dias, das 07h às 18h, inclusive fins de semana e feriados, nos endereços a seguir: SERUM CENTRO - Av. Marechal Floriano 99, Centro, Rio de Janeiro| BANCO DE SANGUE BARRA DA TIJUCA - Av. Ayrton Sena 2150, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro | BANCO DE SANGUE NOVA IGUAÇU - Av. Henrique Duque Estrada Meyer 953, Posse, Nova Iguaçu CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA