266th pope of the Catholic Church
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Los españoles ultiman las compras para la cena de Nochevieja, con la cesta un 5% más cara. Pescado y marisco, con precios al alza, y las uvas a 4,75 euros/kg, son los productos destacados en mercados de Valladolid y Sevilla, con notable afluencia turística. El Papa León XIV repasa el año 2025, marcado por guerras y la muerte del Papa Francisco, pero también por la peregrinación del Año Santo, invitando a la gratitud y la esperanza. Dos españoles permanecen hospitalizados en Arabia Saudí tras un grave accidente de tráfico donde fallecen otros dos compatriotas. LaLiga retoma la competición el 2 de enero de 2026. El Real Madrid está a cuatro puntos del líder y el Atlético a nueve, comentando la Supercopa. La San Silvestre se celebra en diversas localidades. Juan Carlos León presenta "Probablemente pensarás que esta canción habla de ti", un libro que desvela dedicatorias ocultas en 32 temas icónicos de artistas como Carly Simon, John Lennon, Joni Mitchell o Billy Joel. La Puerta del ...
En #AgendaPropia repasamos los temas que atravesaron el año: la muerte del Papa Francisco, las elecciones nacionales y provinciales, la situación económica, los grandes estrenos culturales como El Eternauta y Belén, y las canciones de artistas locales, nacionales e internacionales que fueron parte de nuestra radio.
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
El día de hoy se tocará el tema sobre la catequesis del Papa Francisco en donde nos invita a recuperar la pasión por evangelizar. Descubramos juntos cómo vivir nuestra fe con coherencia imitando a Cristo, sólo aquí en Enamórate con Lupita Venegas. ¡Un programa especialmente para ti!
Impulsados por el llamado del papa Francisco a ocupar el “continente digital”, cada vez más sacerdotes católicos utilizan redes sociales para difundir el mensaje cristiano. Si bien muchos consideran a Jesús como el primer influencer de la historia, estos sacerdotes modernos declaran tener el mismo objetivo: acercar a más personas a la fe cristiana.
tags: - Horacio Verbitsky miente y difama al Papa Francisco ; Cuidemos al Papa Francisco ; Con el arma arriba de la mesa y los chatarreros ; Clarín miente ; Verbitsky hace lo que hace Clarín y hace lo que hace Lanata ; Rendo como representante de Clarín y también de Página 12 ; - Gustavo Vera.
Quem terá saudades de 2025? Elegemos, na última emissão do ano, o melhor, o pior e o nem por isso. Trump, o sintomático, dominou o mundo e deu gás aos neo-iliberalismos. Luís Montenegro, num inédito número de equilibrismo político, foi a figueira nacional do ano, agora que o sistema se tornou triangular. O Papa Francisco morreu e subiu ao trono de São Pedro Leão XIV. A chamada diplomacia pela força conseguiu gerar uma ténue esperança no Médio Oriente, calando as armas depois da destruição de Gaza, mas foi incapaz de acabar com a guerra na Ucrânia. Houve deslumbramento e receios de apocalipse perante a revolução tecnológica da inteligência artificial. E ainda não foi este ano que acabaram os jornais em papel, mas já faltou mais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El centro de Madrid vive un 25 de diciembre con tráfico y turistas, mientras el Papa Francisco aboga por la paz global en su mensaje navideño. El rey Felipe VI alerta sobre extremismos y la polarización política, provocando distintas reacciones. Se informan trágicos sucesos: dos adolescentes mueren en un incendio en Alhaurín el Grande y un padre e hijo en Palencia por monóxido de carbono. Ángel Expósito interpreta el mensaje real como una crítica a la clase política y los extremos, lamentando la falta de autocrítica gubernamental y la difícil situación económica de los jóvenes. En el Hospital Niño Jesús de Madrid, el equipo médico y de enfermería trabaja intensamente. Raquel Jiménez, jefa de pediatría, explica la utilidad de la hospitalización domiciliaria para niños que pueden pasar la Navidad en casa. Marta Pérez Somarriba, oncóloga, detalla cómo el hospital se esfuerza por crear un ambiente festivo para los niños ingresados, intentando dar altas si es posible y apoyando a las ...
El rey Felipe VI dedica su discurso de Navidad a la convivencia, frágil y esencial para evitar la polarización. Aborda la crisis de confianza que alimenta extremismos, radicalismos y populismos, y el malestar social por el coste de la vida, la vivienda e incertidumbre tecnológica. Las reacciones políticas varían: el PSOE enfatiza la corresponsabilidad; el PP, una España sin muros; SUMAR lo halla complaciente; Podemos, crítico; y los independentistas lo tachan de extremista. Un analista elogia el discurso por su estructura y temas clave como la convivencia, confianza social e institucional, y la memoria de la Transición. En el ámbito internacional, el Papa Francisco pide paz para Gaza y Ucrania en su primera misa de Navidad. Zelenski denuncia nuevos ataques rusos y expresa su deseo de que Putin perezca. La Navidad en pequeños pueblos españoles se vive de forma comunitaria. En Fago (Huesca), vecinos celebran con asados, tranquilidad y nieve. Tajueco (Soria) organiza la decoración del ...
Tanto en las tiendas de souvenirs del Vaticano como en el corazón de los fieles católicos, conviven el recuerdo del papa Francisco como la presencia naciente de su sucesor, León XIV. RFI conversó con creyentes en la Plaza San Pedro acerca de este nuevo papado en vísperas de la Navidad. En la Plaza San Pedro, en el corazón del Vaticano, el pesebre ha sido montado y todo está listo para la primera Navidad del papado de León XIV. En los puestos de souvenirs, nadie diría, sin embargo, que la era del papa Francisco ha terminado. Las imágenes del pontífice argentino se venden tanto como las de León, que todavía sigue siendo algo desconocido para los fieles. “Este Papa es bastante reciente, no ha tenido el tiempo de exponerse también. Es un poco pronto para hablar, pensaría yo”, explica Sebastián, un joven colombiano. La italiana Martina reconoce que León XIV ha tenido poco tiempo para que su mensaje cale. Pero critica que no tenga la espontaneidad y valentía que tanto reconocimiento le valieron a Francisco. “Digamos que aún no lo conocemos muy bien, pero no sé, la diferencia respecto al papa Francisco se ve en cosas como el lenguaje o la toma de posiciones. Se expone menos que el papa Francisco. Lo creo yo y muchas otras personas. Algo en lo que León XIV se diferenció inmediatamente fue en la humildad, cómo apareció el primer día del papado. Hubo una gran diferencia”, opina Martina. Las diferencias en el estilo han quedado patentes en el primer viaje papal internacional. En 2013, Francisco eligió Brasil y acaparó titulares al abogar por la integración, y no la marginalización, de los homosexuales. León ha elegido países de minoría católica, como Líbano y Turquía. Aunque su mensaje ha sido de paz, se ha mostrado comedido y discreto. Con todo, algunos fieles latinoamericanos creen que dejará huella, a pesar de su menor carisma. “Francisco fue importante dentro de la religión católica en los últimos años, ya que unió harto a la Iglesia con las personas. Entonces, ojalá siga en la misma senda y que una a más gente. Pero bueno, el papa de hoy en día también es latinoamericano, tiene orígenes de Perú. Entonces igual nosotros como latinoamericanos, nos sentimos representados por su figura como padre”, estima Ignacio, chileno. La próxima gran ocasión para conocer a León XIV será en las festividades navideñas, cuando celebre su primera Misa del Gallo.
El análisis político sugiere que Pedro Sánchez capitaliza la derrota de Gallardo en Extremadura para consolidar un "frente amplio plurinacional" antes de las elecciones. El Gobierno prorroga ayudas al transporte público e implanta un abono de 60€/mes para trenes y autobuses estatales, excluyendo AVE y transporte urbano. José Cobo, cardenal-arzobispo de Madrid, observa una "sed" espiritual en la sociedad y la creciente polarización social. Insta a la Iglesia a ofrecer "horizontes," ética y "amabilidad social." Aclara que la Iglesia ha preservado bienes y culto en el Valle de los Caídos. Percibe una "moda de lo católico" como búsqueda de sentido, gracias al Papa Francisco. Anuncia una "muy probable" visita del Papa a Madrid en 2026, por el centenario de Gaudí. Critica la gestión migratoria y la falta de ley de sinhogarismo. El debate navideño subraya que su significado cristiano es innegable, siendo las historias del Evangelio más potentes que las ideas abstractas para conmover. ...
La designación de Roland Hicks es leída como una señal clara del rumbo que busca imprimir León XIV, primer pontífice estadounidense y nacido en Chicago. Tanto el papa como el nuevo arzobispo han mostrado una postura firme a favor de los migrantes y disposición a desafiar las políticas de la administración Trump en este ámbito. Se trata del relevo de la archidiócesis más grande de Norteamérica, con cerca de 2,5 millones de católicos distribuidos en casi 300 parroquias. Un relevo que muestra una dirección al frente de una archidiócesis clave en Norteamérica. León XIV aceptaba la renuncia del cardenal Timothy Dolan, tras cumplir en febrero los preceptivos 75 años, edad en la que todo obispo debe presentar su jubilación. En su lugar ha situado a Roland Hicks como undécimo arzobispo de Nueva York, un pastor de 58 años, relativamente joven para ese cargo. Hicks ha mostrado su sensibilidad por cuestiones sociales y solidaridad con los migrantes en un contexto de críticas a la política migratoria de la administración Trump. Este nombramiento vuelve a poner sobre la mesa las tensiones entre dos corrientes de la iglesia. Carlos Andrés Gómez, especialista en filosofía de la religión, lo ha valorado así en la antena de RFI: "este relevo episcopal refleja una tensión real dentro de la iglesia, entre continuidad y cambio, entre tradición y adaptación. El desafío, sin embargo, sigue siendo evitar que ese diálogo se convierta en una ambigüedad doctrinal o en una desilusión del mensaje evangélico. En eso incluso vale la pena citar las palabras del Papa Francisco, 'no licuar la fe'. " Apaciguar estas disputas en el seno de la Iglesia es un anhelo de numerosos católicos. Ahora bien, ¿se puede decir que León XIV está bien encaminado para lograrlo? Carlos Andrés Gómez valora ese equilibrio por el que Leon XIV fue elegido. "Es un pontificado que empezó con mucho entusiasmo, pero ya aparecen, sobre todo en el sector tradicional unas que han sido frecuentes, por ejemplo, sobre el manejo del tema LGTBI. Hay que reconocer que fue un Papa elegido mirando al consenso, un consenso entre dos tendencias, una más tradicional y otra más progresista dostendencias muy fuertes, una tendencia más tradicional, una tendencia más progresista. Se ha buscado conciliar eso y por lo tanto, él combina de alguna manera elementos de estas dos facciones" dice este especialista en filosofía de la religión en RFI. El nuevo arzobispo, consciente del peso simbólico del cargo, aceptó el nombramiento con un tono pastoral: “Acepto este nombramiento con humildad y con el corazón abierto”. Incluso apeló al humor para tender puentes culturales con su nueva diócesis: “Potencialmente, mi primera declaración controvertida: soy fan de los Cubs y me encanta la pizza de masa gruesa”. En noviembre, Hicks respaldó un mensaje especial de la Conferencia de Obispos Católicos de Estados Unidos que condenaba las redadas migratorias impulsadas por el gobierno republicano. En esa ocasión, afirmó que el comunicado “afirma nuestra solidaridad con todos nuestros hermanos y hermanas, al tiempo que expresa nuestras preocupaciones, nuestra oposición y nuestras esperanzas con claridad y convicción. Está fundamentado en el compromiso permanente de la Iglesia con la doctrina social católica de la dignidad humana y en un llamado a una reforma migratoria significativa”.
La designación de Roland Hicks es leída como una señal clara del rumbo que busca imprimir León XIV, primer pontífice estadounidense y nacido en Chicago. Tanto el papa como el nuevo arzobispo han mostrado una postura firme a favor de los migrantes y disposición a desafiar las políticas de la administración Trump en este ámbito. Se trata del relevo de la archidiócesis más grande de Norteamérica, con cerca de 2,5 millones de católicos distribuidos en casi 300 parroquias. Un relevo que muestra una dirección al frente de una archidiócesis clave en Norteamérica. León XIV aceptaba la renuncia del cardenal Timothy Dolan, tras cumplir en febrero los preceptivos 75 años, edad en la que todo obispo debe presentar su jubilación. En su lugar ha situado a Roland Hicks como undécimo arzobispo de Nueva York, un pastor de 58 años, relativamente joven para ese cargo. Hicks ha mostrado su sensibilidad por cuestiones sociales y solidaridad con los migrantes en un contexto de críticas a la política migratoria de la administración Trump. Este nombramiento vuelve a poner sobre la mesa las tensiones entre dos corrientes de la iglesia. Carlos Andrés Gómez, especialista en filosofía de la religión, lo ha valorado así en la antena de RFI: "este relevo episcopal refleja una tensión real dentro de la iglesia, entre continuidad y cambio, entre tradición y adaptación. El desafío, sin embargo, sigue siendo evitar que ese diálogo se convierta en una ambigüedad doctrinal o en una desilusión del mensaje evangélico. En eso incluso vale la pena citar las palabras del Papa Francisco, 'no licuar la fe'. " Apaciguar estas disputas en el seno de la Iglesia es un anhelo de numerosos católicos. Ahora bien, ¿se puede decir que León XIV está bien encaminado para lograrlo? Carlos Andrés Gómez valora ese equilibrio por el que Leon XIV fue elegido. "Es un pontificado que empezó con mucho entusiasmo, pero ya aparecen, sobre todo en el sector tradicional unas que han sido frecuentes, por ejemplo, sobre el manejo del tema LGTBI. Hay que reconocer que fue un Papa elegido mirando al consenso, un consenso entre dos tendencias, una más tradicional y otra más progresista dostendencias muy fuertes, una tendencia más tradicional, una tendencia más progresista. Se ha buscado conciliar eso y por lo tanto, él combina de alguna manera elementos de estas dos facciones" dice este especialista en filosofía de la religión en RFI. El nuevo arzobispo, consciente del peso simbólico del cargo, aceptó el nombramiento con un tono pastoral: “Acepto este nombramiento con humildad y con el corazón abierto”. Incluso apeló al humor para tender puentes culturales con su nueva diócesis: “Potencialmente, mi primera declaración controvertida: soy fan de los Cubs y me encanta la pizza de masa gruesa”. En noviembre, Hicks respaldó un mensaje especial de la Conferencia de Obispos Católicos de Estados Unidos que condenaba las redadas migratorias impulsadas por el gobierno republicano. En esa ocasión, afirmó que el comunicado “afirma nuestra solidaridad con todos nuestros hermanos y hermanas, al tiempo que expresa nuestras preocupaciones, nuestra oposición y nuestras esperanzas con claridad y convicción. Está fundamentado en el compromiso permanente de la Iglesia con la doctrina social católica de la dignidad humana y en un llamado a una reforma migratoria significativa”.
¿Cómo prepararnos realmente para la Navidad en medio del ajetreo de la vida ordinaria? En esta meditación, se nos invita a seguir el consejo del Papa Francisco y de San Josemaría: detenernos y meternos en la escena del Evangelio como un personaje más.A través de la figura de San José, descubrimos qué significa ser un "hombre justo" y un auténtico maestro de la vida interior. Analizamos su respuesta ante lo inesperado: desde el anuncio del ángel en sueños hasta la huida a Egipto, José no solo escuchó la voluntad de Dios, sino que la transformó en hechos concretos y en una entrega total.En este episodio exploraremos:• La importancia de hacer un alto en el camino para que el activismo no llene el corazón, sino el encuentro con Cristo.• La misión de José al poner el nombre de Jesús y su papel como modelo de obediencia para el mismo Niño Dios.• Cómo buscar la voluntad de Dios en lo ordinario: en una sonrisa, en el servicio a los demás y en las pequeñas contrariedades diarias.• Consejos de Santa Teresa de Ávila y San Josemaría para tomar a San José como guía en nuestra oración.Prepárate para vivir una Navidad diferente, cultivando un diálogo íntimo con Dios que te permita decirle "sí" en cada circunstancia de tu vida
El año 2025 concluye con un anuncio del Papa León XIV que reaviva antiguas disputas en el seno de la Iglesia católica: el reemplazo de una figura clave del sector conservador en Estados Unidos por un perfil progresista, más cercano a las preocupaciones sociales. ¿Qué revela este nombramiento sobre la orientación de su pontificado iniciado en mayo pasado? Entrevista con Carlos Andrés Gómez Rodas, profesor especializado en filosofía de la religión de la Universidad Ibero. El Papa nombró a Rolan Hicks al frente de la arquidiócesis de Nueva York, en sustitución del cardenal Timothy Dolan, una de las voces más influyentes del ala conservadora del episcopado estadounidense. Se trata del nombramiento episcopal más importante desde la elección de León XIV. El relevo marca un giro simbólico hacia un obispo identificado con una sensibilidad social más marcada. Hicks ha expresado públicamente su solidaridad con los migrantes, en un contexto de fuertes críticas a la política migratoria de la administración Trump. El nombramiento vuelve así a poner sobre la mesa las tensiones persistentes entre dos grandes corrientes dentro de la Iglesia. Para Carlos Andrés Gómez Rodas, profesor de filosofía de la religión en la Universidad Ibero de Colombia, "este relevo episcopal refleja una tensión real dentro de la Iglesia entre continuidad y cambio, entre tradición y adaptación". El académico subraya, no obstante, que el desafío de fondo sigue siendo otro: "evitar que ese diálogo se convierta en una ambigüedad doctrinal o en una dilución del mensaje evangélico". En este punto, recuerda una advertencia recurrente del papa Francisco: "no licuar la fe". Buscando el apaciguamiento Apaciguar estas disputas internas es un deseo compartido por numerosos católicos. La pregunta es si León XIV está en condiciones de lograrlo. Gómez Rodas considera que el pontífice va, por ahora, en esa dirección. "Sí, creo que sí. El pontificado de León XIV empezó con mucho entusiasmo, aunque ya han aparecido, sobre todo en el sector más tradicional, críticas que se repiten con frecuencia", explica. Entre ellas menciona el manejo del tema LGTBI, y en particular el hecho de que el Papa haya autorizado una misa y celebraciones vinculadas a esa comunidad. "En este punto, no diría que ha sido ambiguo, sino incluso favorable, amigable", señala. El profesor recuerda, sin embargo, que León XIV fue elegido buscando un equilibrio entre dos tendencias muy marcadas en el seno de la Iglesia: una más tradicional y otra más progresista. "Ha sido un Papa que ha tratado de conciliar esas fuerzas y que, por lo tanto, combina elementos de ambas 'facciones', si se las quiere llamar así", afirma. El interrogante, añade, es cuánto tiempo podrá mantenerse ese frágil equilibrio: "Habrá que ver cuándo vuelven esos vientos fuertes que incluso llegaron a amenazar con un cisma, o un seudo-cisma, dentro de la Iglesia católica. Pero esto solo el tiempo lo dirá". Un retorno al mensaje original El profesor Gómez Rodas subraya además un rasgo que, a su juicio, ha marcado los primeros siete meses del pontificado de León XIV: un retorno explícito a las fuentes del mensaje cristiano. En sus intervenciones públicas y homilías, señala, el Papa ha insistido desde el inicio en que el centro de la vida eclesial no es una agenda política ni una reforma meramente institucional, sino la relación personal con Jesucristo. "Cuando uno escucha sus homilías, desde las primeras, es muy claro que el centro de la vida de la Iglesia es Cristo mismo", explica el académico. Ese énfasis se traduce, según Gómez Rodas, en una atención constante a los grandes ejes de la fe cristiana: la encarnación, la redención, la conversión personal y la vida sacramental. Los temas sociales, añade, no desaparecen del discurso papal, pero quedan subordinados a lo que considera esencial: el anuncio del Evangelio. Forjar comunidades cristianas sólidas El perfil personal de León XIV también ayuda a comprender esta síntesis. "Él ha sido misionero y además es agustino, fraile", recuerda Gómez Rodas, quien ve en ello una combinación particular entre compromiso social y profundidad teológica. Una orientación que ha sido bien recibida en sectores del catolicismo más tradicional, precisamente porque refuerza la idea de que la misión principal de la Iglesia es "instaurar todo en Cristo", más que limitarse a acompañar procesos culturales, sociales o económicos. En ese sentido, concluye, León XIV aparece como un Papa "más explícitamente cristocéntrico". El profesor marca asimismo una diferencia significativa entre León XIV y su predecesor, el papa Francisco. A su entender, el cambio no es de fondo doctrinal, sino de acento pastoral. "Yo diría que el énfasis ya no es tan sociopolítico como podía percibirse en Francisco", afirma, "sino que hay una llamada más fuerte, previa, a la misión, a la evangelización, a la catequesis y a la vida sacramental". Para Gómez Rodas, detrás de esta orientación subyace un mensaje claro: los problemas sociales no se resuelven únicamente mediante discursos o ideologías, sino a través de comunidades cristianas sólidas, bien formadas, arraigadas en la fe y con claridad doctrinal. De ahí, señala, una invitación implícita del Papa a reforzar la identidad católica, cuidar la liturgia, profundizar en la formación de los fieles y fortalecer la vida espiritual.
Entrevistamos a José Luis Martín Moreno, doctor en Filosofía y ensayista español, para hablar de 'Antropología del Amor', centrado en el análisis del deseo, el vínculo, la libertad personal y las transformaciones culturales contemporáneas. 'Pensar y sentir': Leonardo Daimiel presenta un texto del Papa Francisco sobre la Navidad. 'Hoy no es un día cualquiera' con Luis Antequera. 'Los papeles de Feliciano' habla de la figura del rey Alfonso XIII. El profesor Luis Felipe Verdeja presenta otra entrega de los metales en la Biblia. 'Curiosidades científicas' con el profesor José Luis Amaya.
En este episodio de El Club de los Búhos, hacemos reflexión teloógica sobre el belén navideño que montamos en casa ,a partir de la carta Admirabile Signum que escribió el Papa Francisco en 2019. Imprescindible para toda persona que planea montar un nacimiento en su casa para celebrar la Navidad.
La esperanza no es una palabra vacía, ni nuestro vago deseo de que las cosas vayan bien: la esperanza es una certeza, porque se fundamenta en la fidelidad de Dios a sus promesas. Y por eso se llama virtud teologal: porque está infundida por Dios y tiene a Dios como garante. Papa Francisco
El 17 de diciembre, el mundo recuerda al Papa Francisco en el que habría sido su cumpleaños número 89. En este episodio de Vaticano hacemos memoria de su vida, su pontificado y su visión franciscana como primer Papa latinoamericano.
CADENA 100 presenta la mejor variedad musical con 45 minutos de música sin interrupción. El programa felicita a Fernando Alonso y Melissa Jiménez, quienes esperan un hijo. Andrea, una de las presentadoras, está a punto de dar a luz y acude hoy a la ginecóloga. Suena música de artistas como Katy Perry y Nil Moliner. Se comenta que quedan doce días para la Lotería de Navidad, destacando el número 21425, fecha del fallecimiento del Papa Francisco, y se desea una Feliz Navidad desde CADENA 100. Mateo y Andrea continúan al frente del programa, y Cristina de Madrid comparte que escucha CADENA 100 en el coche como sus momentos de tranquilidad, disfrutando de lo nuevo de Ana Mena, sonando su canción "Lárgate". Se comparte un vídeo de TikTok sobre tostar sándwiches con una plancha de ropa, y Diana de Madrid cuenta una divertida anécdota sobre cómo usó un tampón como tapón para el oído. Además, se ofrece una técnica para evitar que los hijos peleen por el mando de la tele, diciendo que funciona ...
Este episodio es posible gracias a Pegaso Travel para que viajes a Miami sin problemas. Únete a nuestro Patreon y por $5 al mes disfruta los episodios completos, los primeros 37 episodios, acceso a grabaciones en vivo, preestrenos y otros beneficios. patreon.com/chisteinternoEpisodio 109 - Alexis Valdés Alexis Valdés es un actor, humorista y creador cubano radicado en Miami. Con una trayectoria de más de tres décadas, es reconocido por su versatilidad como comediante, cineasta, guionista, productor, poeta y músico; en pocas palabras, un auténtico showman. Tras formarse como ingeniero y consolidarse durante diez años en la televisión y la radio cubanas, Alexis se trasladó a España en los años noventa, donde alcanzó popularidad en programas como “El Club de la Comedia” y en obras como “Un cubano en la corte del Rey Juan”. Más tarde, ya establecido en Miami, fue presentador de los reconocidos late shows “Esta Noche Tu Night” y “Seguro que Yes”, y ha escrito obras como “Oficialmente Gay” y, más recientemente, “Ignorancia Artificial”.En nuestra conversación hablamos sobre la llegada de la inteligencia artificial, su trayectoria en la televisión cubana, el personaje Bandurria, la decisión de mudarse a Europa, cómo se adaptó al público español, el éxito de “El Club de la Comedia”, su llegada a Miami, los late shows locales y sobre la vez que no le contestó una llamada telefónica al Papa Francisco. ¡Gracias, Alexis, por visitar de nuevo Chiste Interno!El libro de Chiste Interno ya está disponible en Amazon: https://www.amazon.com/dp/B0G51S7MMYChiste Interno Academia (Cursos On-Demand y Talleres en Vivo)Cursos On-Demand:"Aprendo Stand-Up" y "Acelerador de Chistes" con Reuben MoralesDisponible en: chisteinterno.com/reuben“Antes de Comenzar a Escribir Comedia” con Elio CasaleDisponible en: chisteinterno.com/elio“Creación de Personajes” con Héctor Orbegoso Rivera Disponible en chisteinterno.com/hectorPara más información, visita: chisteinterno.com/academiaCréditosCreado y conducido por Oswaldo GrazianiProducción ejecutiva por Oswaldo Graziani y Adrián SalasProducción, post-producción y música por Adrián SalasAsistencia de producción por Katherine MirandaEdición de formato largo por JR CorredorEdición de formato corto por Ricardo CarmonaEdición de compilados por Yamn MilánComunidad y Contenido por Pedro GraterolDiseño gráfico por Bodega Creative (bodegacreative.xyz)Redacción por Yxa FuentesEstudio de grabación: Astro Studio chisteinterno.com
Desde Panamá, les presentamos a Cuquita Arias, ícono de la gastronomía de su país. Autora de libros que celebran la cocina tradicional, incluyendo recetas afro-panameñas. Cuquita ha dedicado su vida a rescatar los sabores que definen la identidad de Panamá y presentarlos con un arte inigualable y excelencia! En este episodio, nos comparte su trayectoria, su pasión por la cocina y cómo convirtió su talento en una misión social. Además, nos revela momentos inolvidables de su carrera, como haber cocinado para el Papa Francisco. Un encuentro lleno de sabor, historia, colores y humanidad que no te puedes perder. ✅ Gracias por escuchar el podcast de Mariale, hoy decido cuidar de mi salud emocional. Recibe atención personalizada de parte de “Opción Yo” desde este enlace. https://opciónyonueva.trb.ai/wa/18zyR0Q ✅ SUBSCRIBETE: https://youtube.com/@RequenaOficial?si=NScj0MzLPHnISkzYInstagram: https://www.instagram.com/requenaoficial?igsh=czIzZGJ6aTZudDhoFacebook: https://www.facebook.com/marialerequenaoficialEdicion: Colmena FilmsProduccion: Rebeca Herrera Benarroch
O começo de conversa é um programa que antecede o "Uma Conversa" da semana, sempre com algum artigo que vai ajudar a compreender o tema a ser abordado. Nessa semana lemos um trecho do discurso do Papa Francisco aos Movimentos Sociais em 2014.| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| Redes Sociais: @1Conversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com
Los cristianos estamos llamados a la felicidad, pero no a una felicidad de sofá, como decía el Papa Francisco, sino a la felicidad que se encuentra junto a Dios, de la cual María es modelo.
En este episodio, conversamos con Vanya Thais, periodista y activista católica peruana, sobre temas cruciales que afectan a la Iglesia Católica y al mundo actual. Analizamos el legado del Papa Francisco, la influencia del catolicismo en la política global, la batalla cultural y la guerra espiritual que enfrentan los creyentes, y las leyendas negras que buscan desacreditar a la Iglesia. Vanya comparte su perspectiva sobre cómo los católicos pueden responder a estos desafíos con fe y acción.Temas destacados: • El legado del Papa Francisco y el futuro del papado. • La influencia del catolicismo en la política contemporánea. • La batalla cultural y la guerra espiritual en el mundo actual. • Leyendas negras modernas sobre la Iglesia Católica. • El papel de la mujer en la Iglesia y la sociedad. • La importancia de la educación en la formación de la fe.#VanyaThais #IglesiaCatólica #PapaFrancisco #BatallaCultural #GuerraEspiritual #CatolicismoYPolítica #LeyendasNegras #MujerEnLaIglesia #EducaciónYFe #FeYAcción #CulturaYFe #IglesiaYSociedad #ActivismoCatólico #Perú #FeCatólica #FuturoDelPapado #CatolicismoEnElMundo #RetosDeLaIglesia #PerspectivaCatólica #EstebanFigueroa #JohannaMontenegro #Inquebrantables
No domingo passado, celebrámos o Dia Mundial dos Pobres, uma data marcada no calendário mundial pelo Papa Francisco, há nove anos
Capacitan en lengua de señas a personal de Seguridad del Edomex Viviendas se inundan en Atizapán por ruptura de tubería Subastan cámara del papa Francisco por 6.5 millones de euros Más información en nuestro podcast
¿Indicios del documento programático del pontificado?, la nula reacción a lo que el Papa dijo a los industriales argentinos, ¿San Enrique Shaw?, famosos del cine en el Vaticano, comiendo con los pobres, los migrantes en Estados Unidos, el camino sinodal alemán, Nigeria y la persecución de cristianos y la cámara del millón de dólares del Papa Francisco...Texto de el Papa León a los Industriales de Argentina y la nota en Vatican News.¡Juega y gana gratis con Descifrando a León!Entérate antes de todos de lo que pasa dentro del Vaticano en www.descifrandoaleon.com, ¡Regístrate gratis! Sigue a Inés San Martín a Javier Martínez Brocal y a José Manuel De Urquidi.Ve el documental gratis: "Leo from Chicago"Segmentos de hoy:La Voz del PapaLas 5 Noticias de la Semana por Javier, más el bonusAnálisis de la Semana por InésLa Tesis de la Semana- miniComunidadHomilía Remix ++++++++++++++++++++++++++++Este episodio es posible gracias a Amen Apps, la plataforma en la que puedes obtener consejos y ayuda espiritual de sacerdotes y religiosos 24x7.Descarga el app gratis en:AndroidiPhonePágina AmenUn podcast de Juan Diego Network
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Meditación en el martes de la XXXIII semana del Tiempo Ordinario, predicada en el retiro previo a la Confirmación de niñas de 16 años del colegio Alegra en el oratorio del colegio. Sirviéndonos de una homilía del Papa Francisco en la JMJ de Cracovia de 2016, meditamos sobre los obstáculos que tuvo que superar Zaqueo para encontrarse con Jesús: superar su pequeña estatura, vencer la vergüenza paralizante e ignorar a la multitud que murmuraba. Se intercalan canciones de las niñas en vivo, pues se trataba de un rato de Adoración.
No episódio de hoje do Sacristia, recebemos Dom Luiz Antônio Lopes Ricci, bispo da Diocese de Itapetininga (SP).Natural de Bauru (SP), Dom Luiz foi ordenado presbítero em 1997 e, em 2017, nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de Niterói (RJ) pelo Papa Francisco. Três anos depois, assumiu a Diocese de Nova Friburgo (RJ) e, desde abril de 2025, conduz o rebanho de Itapetininga.Doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, é também membro da Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB. Sua trajetória é marcada pela dedicação à formação, ao ensino e à missão pastoral.Com o lema episcopal “Fecit mihi magna” – “Fez em mim maravilhas” (Lc 1,49), Dom Luiz testemunha a confiança e a gratidão de quem reconhece as ações de Deus em sua vida e ministério.APRESENTADOR:Guto AzevedoInstagram: @gutoazevedooficialCAPTAÇÃO E TRANSMISSÃO:Studio SantoFlowInstagram: @santoflowpodcastCom o apoio de nossos patrocinadores, o SantoFlow Podcast continua a levar o amor e a fé de Deus a milhares de pessoas ao redor do mundo.#podcast #domalgacirmunhak #santoflowpodcast
Meditación sobre el Evangelio del viernes de la XXX semana del Tiempo Ordinario. Los fariseos espían a Jesús para ver si cura a un enfermo en sábado. No ven a la persona que hay detrás del enfermo, ni a la Persona que es Jesús. Para ver personas hay que tener ya un poco de amor hacia ellas: el amor que se tiene hacia un hermano. Meditamos los nn. 87-98 de la Encíclica "Fratelli tutti" del Papa Francisco.
Mediodía COPE informa que Carlos Puigdemont se reúne en Perpiñán con la cúpula de Junts, donde aclara sus decisiones. La legislatura se presenta complicada sin presupuestos, y Pedro Sánchez acude al Senado por el caso Koldo y la financiación ilegal del PSOE. Feijóo promete cambiar el país y critica la corrupción. El IBEX 35 alcanza los 16.000 puntos, impulsado por acuerdos comerciales y el dato de inflación en EE. UU. Javier Milei gana las elecciones en Argentina con el 41% de los votos. Brigitte Macron denuncia por difamación en Francia, donde 10 personas afrontan un juicio por ciberacoso y se debate la libertad de expresión frente a la honorabilidad. Un documental destaca el relevo generacional en el sector porcino español, segundo exportador de Europa. Se debate la inclusión de la bioética práctica como asignatura obligatoria en Medicina, ya que los médicos toman decisiones éticas cruciales diariamente. El Papa León XIII subraya la dignidad de la maternidad y el Papa Francisco pide ...
Meditación sobre el Evangelio del viernes de la XXIX semana del Tiempo Ordinario. Jesús reprocha a su generación que sepan interpretar las señales que indican el tiempo meteorológico que va a hacer, y no sepan interpretar y leer correctamente los signos que están viendo, lo que sería justo hacer en esas circunstancias. Nosotros contamos con el Papa Francisco, que es un signo de nuestros tiempos, por medio del cual el Espíritu Santo nos habla.
Una frase que está acuñada al Papa Francisco y popularizada por el Papa León XIV es: "La pobreza más grave es no conocer a Dios" porque quien conoce a Dios vive con alegría y certeza, tiene paz y puede crecer en un proceso con confianza. Descubramos juntos este tema tan importante sólo aquí en Enamórate con Lupita Venegas.
Hoy en Punto de Vista: Un regalo del Papa FranciscoVisita mi sitio web https://www.hoyenlaiglesia.org/ y suscríbete GRATIS para recibir las últimas noticias católicas.
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Convidado do Desculpa Alguma Coisa, videocast de Tati Bernardi, no Canal UOL, o humorista Ricardo Araújo Pereira relembrou a surpresa e o impacto do encontro com o Papa Francisco no Vaticano, como virou humorista, piadas com portugueses e mais.
Durante siglos, el Vaticano ha ocultado textos que desafían la versión oficial del cristianismo. Uno de los más polémicos es el Evangelio de Judas, un manuscrito que pone en duda la traición más famosa de la historia y sugiere que Judas no fue el enemigo de Cristo, sino su aliado más fiel.En este episodio de Noche de Lluvia exploramos las revelaciones que el Papa Francisco habría recibido sobre este evangelio, los documentos confidenciales dentro del Vaticano y cómo este texto amenaza con reescribir todo lo que creíamos saber sobre la fe, el poder y la redención.Prepárate para escuchar lo que la Iglesia nunca quiso admitir.
Meditación sobre el Evangelio del sábado XXVI del Tiempo Ordinario. Los setenta y dos discípulos regresan llenos de alegría, diciendo que hasta los demonios se les sometían en nombre de Jesús. Nada merece más la pena que el acercar las personas a Dios. Pero aún debemos estar más alegres de que Dios nos haya concedido la fe, el bautismo, la Iglesia. Consejos del Papa Francisco para el apostolado.
Hoy conversamos con Roberto Dabusti, un laico argentino de 52 años, esposo y padre de cinco hijos y muy comprometido con su fe. Roberto fue responsable de Comunicación y Relaciones Institucionales de la Catedral de Buenos Aires y primer Secretario de Prensa del Arzobispado de Buenos Aires y del Cardenal Jorge Mario Bergoglio. En ese rol trabajó muy de cerca de quien sería luego elegido Sumo Pontífice de la Iglesia Católica y conocido como el Papa Francisco en el mundo entero. Roberto nos comparte cómo era trabajar con él, a la vez que nos revela claves para poder entenderlo mejor y comprender cómo se comunicaba con los demás, para así poder seguir aprendiendo de él. Roberto es también el postulador de la causa de canonización de Monseñor Jorge Gottau, quien fue el primer obispo de Añatuya y el creador de la colecta Más por Menos. Hoy nos cuenta quién fue este siervo de Dios y cómo podemos inspirarnos en su ejemplo de humanizar a los demás y de entregarnos por los más necesitados. Roberto es Licenciado en Comunicación Social y doctorando en Comunicación. Realizó estudios de posgrado en Dirección y Gestión de Organizaciones Sin Fines de Lucro, en Comunicación y una diplomatura en Liderazgo para la transformación social. Actualmente se desempeña como gerente de Responsabilidad Social de Axion Energy (Pan American Energy). Fue director nacional de Desarrollo Humano en el Ministerio del Interior, Presidencia de la Nación. Fue Gerente de RSE en el Grupo Telecom y trabajó en LAN Argentina y en Arca Continental Coca-Cola. Desarrolló RED Sustentable, un espacio de reflexión. A sus 18 años comenzó a misionar en la diócesis de Añatuya en Santiago del Estero y hoy continúa haciéndolo, ahora junto con su esposa e hijos. Integra el consejo de la Fundación River Plate y es voluntario en diversas organizaciones de la sociedad civil. Es profesor de Comunicación y RSE en diversas universidades. “No tengo plata ni oro, pero te doy lo que tengo”: un espacio donde encontrarnos con el que verdaderamente nos llena, para que nos tome de la mano, nos levante y nos ponga en camino nuevamente. Somos Sol, Colo y Tere, con el apoyo del Pbro. Gastón Lorenzo, Parroquia Católica Nuestra Señora del Pilar, Ciudad de Buenos Aires, Argentina. Entrevistamos a personas que nos comparten su vida y nos ayudan a profundizar nuestra fe. Contactate con nosotros: podcastdelpilar@gmail.com Cortina musical: "Tan pobre y tan rico"· Jóvenes Catedral de San Isidro. Álbum: “Hazte canto”. Este podcast está realizado a beneficio de la FundaciónNuestra Señora del Pilar, que acompaña a niños, adolescentes y mujeres en estado de vulnerabilidad en Buenos Aires, Argentina. Te invitamos a colaborar con esta obra. Hacé click acá para donar, o entrá a la página de la Fundación para conocer más acerca de la fundación y otras formas de ayudar. Muchas gracias.
© Copyright. Estos audios están protegidos por las leyes de Derechos de Autor.Para permisos, contactarme en:www.semperfiat.com
Envíame un mensajeEl jesuita subrayó en su mensaje que percibió de León XIV la misma actitud de acogida hacia los católicos LGTB que atribuyó en su momento al Papa Francisco. “Openness and welcome”, resumió Martin, celebrando que el nuevo Pontífice mantenga —según él— la línea de su predecesor en este aspecto.Support the show YouTube Facebook Telegram Instagram Tik Tok Twitter
El audio presenta música y noticias variadas. Se discuten los desafíos del regreso a clases y su coste económico. Entre las noticias, se menciona el caso de un soldado japonés escondido por 30 años, el contrato de Messi, el Papa Francisco y los jóvenes, y la victoria de Carlos Alcaraz en el US Open. Se comparten anécdotas personales sobre primeras citas fallidas y se promociona el programa 'Buenos Días JaviMar' y 'Cadena 10 por Ellas'. También se incluyen mensajes publicitarios.
El Opus Dei, fundado por Josemaría Escrivá de Balaguer tras una "iluminación divina" en 1928, es una Prelatura Personal de la Iglesia Católica que promueve la santidad en la vida ordinaria. Sin embargo, su historia está marcada por controversias que van desde el uso de la autoflagelación y acusaciones de condiciones laborales dudosas, hasta serias denuncias de manipulación en el manejo de herencias millonarias. A pesar de estas polémicas y las recientes reformas del Papa Francisco que buscan reajustar su estatus canónico, el Vaticano ha evitado intervenir directamente en las controversias internas más álgidas, dejando a la "Obra de Dios" envuelta en un persistente halo de misterio y poder.También puedes escucharnos en Spotify, Apple Podcasts, Amazon Music o tu app de podcasts favorita.Apóyanos en Patreon:https://www.patreon.com/leyendaspodcastApóyanos en YouTube:https://www.youtube.com/c/leyendaslegendarias/joinVisita nuestra página para ver contenido extra:www.leyendaslegendarias.comSíguenos:https://instagram.com/leyendaspodcasthttps://twitter.com/leyendaspodcasthttps://facebook.com/leyendaspodcast#Podcast #LeyendasLegendarias #OpusDei #Sectas #JosemariaEscriva #Vaticano #IglesiaCatolica #Controversia #HerenciasOpusDei #EscandalosReligiosos #MortificacionCorporal