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Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ampliam a presença do Brasil nos esportes de neve. No snowboard halfpipe, Augustinho Teixeira e Pat Burgener representam o país em uma das provas mais técnicas do programa olímpico, historicamente dominada por potências europeias e norte-americanas. Luciana Quaresma, especial de Milão para a RFI Ambos nasceram fora do Brasil mas são filhos de mães brasileiras. Construíram carreiras no exterior mas neste ciclo olímpico decidiram defender o país que os conecta às suas origens, traduzindo em esporte uma escolha de identidade e pertencimento. Vaga olímpica e qualificação Para Augustinho Teixeira, que nasceu em Ushuaia, na Argentina, Milão-Cortina marca a estreia em uma Olimpíada de Inverno. O snowboarder garantiu sua vaga ao somar pontos consistentes no ranking de qualificação, em especial com desempenho na etapa da Copa do Mundo em Laax, na Suíça, onde terminou na 24ª posição, resultado que o manteve dentro das vagas classificatórias para os Jogos. O jovem atleta, de 20 anos, que começou na neve ainda na infância ao lado da família vê essa qualificação como a consagração de anos de dedicação. “Estou vivendo algo inimaginável. A classificação para a Olimpíada é a prova de que o esforço, a disciplina e o foco em cada detalhe me trouxeram até aqui”, diz Augustinho, refletindo sobre sua trajetória. Além de garantir sua participação nos Jogos, Augustinho vem somando experiência em competições internacionais e foi o campeão em uma etapa da Copa Europeia de Snowboard halfpipe em Kitzsteinhorn, na Áustria — um marco importante em sua evolução esportiva. Medalha histórica e Brasil no pódio Se Augustinho entra em Milão-Cortina fazendo sua estreia olímpica, Pat Burgener chega com um capítulo esportivo já escrito em grandes palcos internacionais. Nascido na Suíça e filho de mãe brasileira, Pat, de 31 anos disputou duas edições anteriores dos Jogos Olímpicos de Inverno — em PyeongChang 2018 (5º lugar) e Pequim 2022 (11º lugar), representando o país europeu antes de optar por competir pelo Brasil no ciclo 2025/2026. A temporada antes da Olimpíada já trouxe um momento histórico: Pat Burgener conquistou a primeira medalha da história do Brasil na Copa do Mundo de snowboard halfpipe, ao levar o bronze na etapa de Calgary, no Canadá, em janeiro deste ano. O resultado marcou não apenas o melhor desempenho brasileiro na modalidade, mas também consolidou Burgener como uma das principais esperanças para Milão-Cortina. “Foi uma sensação incrível. Saber que meu nome entrou na história do esporte brasileiro, colocando o país no pódio pela primeira vez na Copa do Mundo de halfpipe, é algo que vai comigo para os Jogos”, comenta Pat. Essa conquista veio após um início de temporada promissor, que incluiu um quarto lugar em Secret Garden, na China, outro resultado destacado antes de Calgary. Identidade, cultura e escolha consciente Para Augustinho, competir por uma bandeira que carrega simbolismo familiar é mais do que representar um país em uma competição: é traduzir uma história de vida. “O Brasil sempre foi parte da minha história, mesmo morando fora. Representar o país da minha mãe e levar essa bandeira ao halfpipe é algo que me enche de orgulho e responsabilidade”, ele afirma. Esse sentimento de conexão se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na forma como ele vê seu papel dentro e fora da pista, como referência e inspiração para novos praticantes brasileiros de snowboard. Pat, por sua vez, reforça a ideia de que a escolha de representar o Brasil é também uma forma de expandir horizontes e criar novas possibilidades para a modalidade. “Defender o Brasil no snowboard é mais do que uma mudança de nacionalidade. É trazer visibilidade para um país que não é tradicional nos esportes de inverno e mostrar que aqui também pode haver espaço e oportunidades”, diz ele, ressaltando o apoio que tem recebido tanto da família quanto da federação brasileira. Snowboard brasileiro em foco Em Milão-Cortina 2026, Augustinho Teixeira e Pat Burgener não apenas competem nas pistas de neve, mas representam duas trajetórias que se cruzam sob a mesma bandeira e com propósitos que vão além dos resultados individuais. Unidos pelo mesmo objetivo de colocar o Brasil cada vez mais presente no cenário internacional do snowboard, eles mostram que a presença verde e amarela também pode ganhar espaço nas montanhas cobertas de neve, inspirando uma nova geração de atletas e fãs no país.
#ElGranMusical | Brenda, la voz que representará a Ecuador en Viña del Mar by FM Mundo 98.1
O bobsled brasileiro chega ao maior palco do esporte mundial, os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, sustentado por dois pilares fundamentais: experiência e resiliência. Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam mais do que a busca por resultados – são símbolos de uma modalidade construída com sacrifício, identidade e espírito coletivo. Luciana Quaresma, especial para a RFI em Milão Quando a convocação olímpica foi confirmada, Bindilatti sentiu o impacto de quem já percorreu esse caminho diversas vezes. Aos 46 anos, ele vai disputar sua sexta edição de Jogos Olímpicos, um feito raro no esporte brasileiro – ainda mais em uma modalidade de inverno. “Passa um filme na cabeça. Representar o Brasil é um prazer imenso, e ter essa oportunidade pela sexta vez é algo para poucos”, afirma. Mais do que a longevidade, chama atenção a forma como ele chega a este ciclo olímpico. Em plena alta performance, Bindilatti garante estar na melhor condição da carreira. “Eu sempre me preparei para os Jogos Olímpicos, mas especificamente para esse, chego melhor do que nos outros. Isso prova que idade é apenas um número.” Liderança dentro e fora do trenó Hoje, Bindilatti exerce um papel central no time. Ao longo dos anos, acumulou conhecimento técnico e estratégico que transformou sua função: além de atleta, tornou-se mentor das novas gerações. “Antes, até aprender como mexer no trenó, fazer ajustes, pilotar, era muito mais difícil. Hoje, pela nossa expertise, os atletas aprendem muito mais rápido. Eu consigo ajudar não só na parte física e técnica, mas também na mental”, explica. Essa liderança se reflete na formação do futuro da equipe. Um dos exemplos é Gustavo Ferreira, jovem atleta convocado para acompanhar o grupo em Milão-Cortina, já pensando no ciclo olímpico de 2030. “A ideia é ele sentir o peso de um Jogos Olímpicos agora, para chegar muito mais maduro no próximo ciclo.” Davidson: a batalha interior e a identidade brasileira Do outro lado do trenó, Davidson de Souza , conhecido como Boka, chega a mais uma Olimpíada com a bagagem de quem conhece o bobsled em seus limites físicos, mentais e emocionais. São 12 anos dedicados à modalidade, marcados por transições, quedas e reconstruções. No imaginário do atleta, a cena da largada se repete como um ritual: o corpo em tensão máxima, a explosão muscular antes da descida. “Nada está acabado”, resume. Vindo do atletismo, Davidson faz parte da geração que ajudou a construir o bobsled brasileiro a partir da migração de atletas de esportes individuais para uma modalidade coletiva, que exige precisão absoluta e confiança mútua. “O bobsled me fez crescer muito como pessoa. Conviver com o time, treinar, viajar e viver juntos ensina coisas que vão além do esporte”, afirma. Um acidente, um retorno e a vaga olímpica A classificação para Milão-Cortina carrega um peso especial para Davidson. Um ano antes da convocação, ele sofreu um grave acidente, no qual fraturou o fêmur e rompeu quatro músculos da perna. A lesão quase encerrou sua trajetória no esporte. O retorno exigiu resiliência diária, física e mental. “Foi uma trajetória gigantesca até chegar aqui.” Mesmo com passaporte canadense, Davidson não abre mão da própria identidade. “Eu sou brasileiro e vou morrer brasileiro. Representar o Brasil é uma honra imensa.” Velocidade, risco e controle mental No bobsled, as descidas podem chegar a 150 km/h. Quedas e acidentes fazem parte da modalidade, mas não interferem no foco da equipe. “O nível mental que a gente tem hoje é muito alto. Nada nos tira do foco”, garante Davidson. Treinos e competições em St. Moritz, na Suíça, consolidaram a confiança do grupo para enfrentar qualquer cenário em Cortina d'Ampezzo. Para Bindilatti, o suporte familiar é a base que sustenta a carreira. Casado e pai de duas crianças – uma filha de 7 anos e um filho de 10 –, ele admite que a distância pesa, mas é compensada pela parceria e pela tecnologia. “O que me move é o amor e o suporte da minha família. Isso me permite fazer o que me propus da melhor forma possível.” Pensando no legado, ele também idealizou um centro de treinamento de bobsled e skeleton no Brasil, com foco no alto rendimento e no impacto social. O projeto chegou a iniciar obras em São Caetano, mas hoje aguarda recursos para ser concluído. “É uma forma de devolver tudo o que o esporte me deu, formando novos atletas e dando oportunidades.” Fora das pistas, cultura e música O bobsled também moldou a identidade de Davidson fora da pista. Artista e compositor, ele é o autor do hino do bobsled brasileiro, criado a partir das vivências com o time. A música segue presente na preparação dos atletas até hoje. “Saber que isso motiva alguém a se dedicar um pouco mais é sensacional”, diz ele. Às vésperas de Milão-Cortina 2026, Edson Bindilatti e Davidson de Souza representam gerações, histórias e trajetórias distintas, unidas por um mesmo propósito: levar o Brasil ao gelo com dignidade, competitividade e identidade. Entre experiência e superação, liderança e pertencimento, o bobsled brasileiro chega à Olimpíada sustentado por atletas que transformaram um esporte improvável em projeto de vida – e em símbolo de resiliência olímpica.
Em uma temporada em que o Brasil volta a ocupar espaço de destaque nas grandes premiações, de festivais europeus a Hollywood, os artistas da voz também entram em cena. No último fim de semana, mais de duas dezenas de brasileiros participaram da premiação do 12º SOVAS (Society of Voice Arts & Sciences) Voice Awards, conhecido como o “Oscar da voz”. O paranaense Sebastian Zancanaro consolidou esse protagonismo ao estabelecer o recorde da noite e aparecer, com sua equipe, em 11 indicações e vencer em duas categorias. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles A cerimônia premia profissionais de dublagem, locução, audiolivros, animação, publicidade e audiodescrição e aconteceu no mesmo palco em que, no domingo anterior, Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho receberam o Globo de Ouro, em Beverly Hills. “Receber o SOVAS é uma honra imensa. Esse prêmio tem um peso real em Hollywood porque celebra a excelência da voz e de quem vive contando histórias. Estar aqui cercado pelos melhores dos melhores da nossa indústria me inspira, contagia e eleva o nosso trabalho, eleva o meu trabalho. Representar o Brasil e a nossa comunidade nesse espaço é motivo de muito orgulho”, conta Sebastian. No SOVAS deste ano, cinco projetos produzidos pelo brasileiro — três longas-metragens e duas séries — chegaram à lista final. As indicações vieram pelo trabalho como produtor e diretor de elenco, e as estatuetas vieram por “Escape From ISIS” e “Crônicas de Exorcismo: O Início”. Este é o segundo ano consecutivo em que Sebastian é indicado ao SOVAS. Em 2025, ele já havia levado duas estatuetas pelo trabalho no filme “Deep Sea”. De Ponta Grossa a Hollywood A trajetória do brasileiro começou cedo e longe dos estúdios californianos. “Nasci em Ponta Grossa, no Paraná, e fiz teatro lá. Com 14 anos, peguei carteira profissional como ator. Então fiz muito teatro, escrevi também peças, poesias e tinha alguns membros da minha família que também faziam parte do teatro em Curitiba. Sempre tive essa paixão, essa curiosidade pelas artes. Sempre quis morar nos Estados Unidos, porque eu tinha uma paixão, uma afinidade muito grande pela língua inglesa, e com 18 anos eu vim para cá, na década de 1990”, relembra. Nos Estados Unidos, Zancanaro se formou pela Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York, mas fincou residência em Los Angeles, onde há duas décadas se dedica a tudo o que envolve voz e atuação. Já trabalhou em grandes produções internacionais de animação, como A Era do Gelo, e em produções gravadas integralmente em seus estúdios, como Diário de um Banana. Hoje, a maioria de seus projetos é na língua inglesa, mas ele também já fez conteúdos em português para televisão e streaming. “Acho que um dos projetos de que eu mais gostei foi a série de época O Nome da Rosa, que foi para o Brasil, inclusive; a dublagem, a gente fez bem antes da pandemia. Foi um projeto supercorrido, mas tinha um roteiro maravilhoso, com uma qualidade muito boa e um time maravilhoso, com Jonas Torres, Erik Marmo, Eduardo Carvalho e Carlos Machado.” À frente de um estúdio que realiza dublagens e gravações de voz para cinema e TV, Zancanaro divide o tempo entre produção, direção de elenco e escrita. O próximo passo, admite, é assumir mais projetos como diretor e roteirista, talvez fazendo ainda mais essa ponte Hollywood–Brasil. “Fico feliz em fazer parte dessa comunidade aqui em Hollywood, que está sendo reconhecida no Globo de Ouro, no Oscar, no SOVAS. Muitos atores brasileiros — Mabel César, por exemplo, que ganhou no SOVAS o prêmio de diretora de dublagem em inglês pelo filme Homem com H (Netflix) — e eu ganhando a premiação também como diretor de elenco. Fico muito, muito inspirado para continuar fazendo trabalhos de qualidade, não só em Hollywood, mas no Brasil também, quem sabe um dia.” Na avaliação de Zancanaro, Califórnia e Brasil “estão com tudo”, e os artistas brasileiros estão ajudando a criar essa ponte de acesso à cultura e à arte, para fazer projetos de excelência para audiências globais.
Em uma temporada em que o Brasil volta a ocupar espaço de destaque nas grandes premiações, de festivais europeus a Hollywood, os artistas da voz também entram em cena. No último fim de semana, mais de duas dezenas de brasileiros participaram da premiação do 12º SOVAS (Society of Voice Arts & Sciences) Voice Awards, conhecido como o “Oscar da voz”. O paranaense Sebastian Zancanaro consolidou esse protagonismo ao estabelecer o recorde da noite e aparecer, com sua equipe, em 11 indicações e vencer em duas categorias. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles A cerimônia premia profissionais de dublagem, locução, audiolivros, animação, publicidade e audiodescrição e aconteceu no mesmo palco em que, no domingo anterior, Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho receberam o Globo de Ouro, em Beverly Hills. “Receber o SOVAS é uma honra imensa. Esse prêmio tem um peso real em Hollywood porque celebra a excelência da voz e de quem vive contando histórias. Estar aqui cercado pelos melhores dos melhores da nossa indústria me inspira, contagia e eleva o nosso trabalho, eleva o meu trabalho. Representar o Brasil e a nossa comunidade nesse espaço é motivo de muito orgulho”, conta Sebastian. No SOVAS deste ano, cinco projetos produzidos pelo brasileiro — três longas-metragens e duas séries — chegaram à lista final. As indicações vieram pelo trabalho como produtor e diretor de elenco, e as estatuetas vieram por “Escape From ISIS” e “Crônicas de Exorcismo: O Início”. Este é o segundo ano consecutivo em que Sebastian é indicado ao SOVAS. Em 2025, ele já havia levado duas estatuetas pelo trabalho no filme “Deep Sea”. De Ponta Grossa a Hollywood A trajetória do brasileiro começou cedo e longe dos estúdios californianos. “Nasci em Ponta Grossa, no Paraná, e fiz teatro lá. Com 14 anos, peguei carteira profissional como ator. Então fiz muito teatro, escrevi também peças, poesias e tinha alguns membros da minha família que também faziam parte do teatro em Curitiba. Sempre tive essa paixão, essa curiosidade pelas artes. Sempre quis morar nos Estados Unidos, porque eu tinha uma paixão, uma afinidade muito grande pela língua inglesa, e com 18 anos eu vim para cá, na década de 1990”, relembra. Nos Estados Unidos, Zancanaro se formou pela Academia Americana de Artes Dramáticas, em Nova York, mas fincou residência em Los Angeles, onde há duas décadas se dedica a tudo o que envolve voz e atuação. Já trabalhou em grandes produções internacionais de animação, como A Era do Gelo, e em produções gravadas integralmente em seus estúdios, como Diário de um Banana. Hoje, a maioria de seus projetos é na língua inglesa, mas ele também já fez conteúdos em português para televisão e streaming. “Acho que um dos projetos de que eu mais gostei foi a série de época O Nome da Rosa, que foi para o Brasil, inclusive; a dublagem, a gente fez bem antes da pandemia. Foi um projeto supercorrido, mas tinha um roteiro maravilhoso, com uma qualidade muito boa e um time maravilhoso, com Jonas Torres, Erik Marmo, Eduardo Carvalho e Carlos Machado.” À frente de um estúdio que realiza dublagens e gravações de voz para cinema e TV, Zancanaro divide o tempo entre produção, direção de elenco e escrita. O próximo passo, admite, é assumir mais projetos como diretor e roteirista, talvez fazendo ainda mais essa ponte Hollywood–Brasil. “Fico feliz em fazer parte dessa comunidade aqui em Hollywood, que está sendo reconhecida no Globo de Ouro, no Oscar, no SOVAS. Muitos atores brasileiros — Mabel César, por exemplo, que ganhou no SOVAS o prêmio de diretora de dublagem em inglês pelo filme Homem com H (Netflix) — e eu ganhando a premiação também como diretor de elenco. Fico muito, muito inspirado para continuar fazendo trabalhos de qualidade, não só em Hollywood, mas no Brasil também, quem sabe um dia.” Na avaliação de Zancanaro, Califórnia e Brasil “estão com tudo”, e os artistas brasileiros estão ajudando a criar essa ponte de acesso à cultura e à arte, para fazer projetos de excelência para audiências globais.
En la Historia Sonora de hoy con Ana Francisca Vega por MVS Noticias: Madre e hijo representarán a México en los Juegos Olímpicos de Invierno 2026- See omnystudio.com/listener for privacy information.
El nombramiento se da en medio del proceso de renovación de este órgano directivo, luego de que se confirmara la salida de dos de sus integrantes y se abriera la puerta a una recomposición interna.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paragem no futsal português e agulhas apontadas para o UEFA Euro 2026, com dois convidados bem especiais neste episódio. Cristiano e Rúben Santos, dois dos melhores árbitros portugueses, vieram ao zerozero para uma conversa descontraída e que traz outra perspetiva em relação ao futsal. Uma perspetiva muitas vezes esquecida e só falada pelos piores motivos...
Representar ou brincar? Entre novelas e a escola, como é ser um ator de sucesso aos nove anos? Neste Alta Definição em podcast, Rodrigo Costa partilha de forma descontraída com Daniel Oliveira a sua experiência no mundo das novelas, anúncios e teatro. O jovem ator fala sobre os desafios de conciliar a carreira com a escola e a infância, revela curiosidades dos bastidores, a importância da família e amigos, e reflete sobre o que é ser criança e crescer também no mundo da televisão. Rodrigo mostra-se sensível, determinado e apaixonado pela arte de representar, inspirando outras crianças a seguirem os seus sonhos com dedicação, alegria e equilíbrio entre trabalho e diversão. Sem nunca esquecer os estudos, claro. O Alta Definição foi emitido a 20 de dezembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O sinal admirável do Presépio, muito amado pelo povo cristão, não cessa de suscitar maravilha e fascínio. Representar o acontecimento da natividade de Jesus equivale a anunciar, com simplicidade e alegria, o mistério da encarnação do Filho de Deus. De facto, o Presépio é como um Evangelho vivo que transvaza das páginas da Sagrada Escritura. Ao mesmo tempo que contemplamos a representação do Natal, somos convidados a colocar-nos espiritualmente a caminho, atraídos pela humildade d'Aquele que Se fez homem a fim de Se encontrar com todo o homem, e a descobrir que nos ama tanto, que Se uniu a nós para podermos, também nós, unir-nos a Ele” (Papa Francisco, ADMIRABILE SIGNUM, Carta Apost. 12/19, n. 1).
A gordura abdominal, a famosa “barriguinha”, é uma preocupação comum para muitas pessoas. Além de ser esteticamente indesejável, esse tipo de gordura localizada também está associada a riscos para a saúde. Ela pode ser desencadeada por diversos fatores e um dos principais riscos associados à gordura abdominal é a má alimentação. O âncora Jota Batista conversa, nesta terça-feira (18), com a nutricionista do Hospital Jayme da Fonte, Celiete Cavalcanti.
O 28, 29 e 30 de outubro de 2025 tivo lugar no recinto da Feira Internacional de Galicia Abanca, en Silleda, a oitava edición do campionato autonómico de FP GaliciaSkills, convocado pola Xunta de Galicia. Neste marco de excelencia competiron máis de 240 alumnado de toda Galicia ―en concreto, 242 participantes segundo os datos oficiais― nas 36 modalidades previstas (27 de competición, 6 de demostración e 3 destinadas a alumnado de Educación Especial). Falo con Alba Figueiras, Andrés Martíns e con Anxo Silva: Especialidade e resultado: Anxo Silva Romero participou na categoría de Ebanistería no GaliciaSkills 2025 e acadou a medalla de ouro. Formación e contexto: Forma parte do ciclo de Madeira-Mobles (ou similar) no IES Plurilingüe Antón Losada Diéguez, polo que o seu dominio combina tanto o deseño como a execución de pezas de mobilería ou elementos derivados da carpintería fina. A obtención da medalla supón recoñecer a súa excelencia técnica, precisión e creatividade no ámbito da madeira. Próximos retos: – Representar a Galicia na fase estatal do concurso (SpainSkills 2026) logo de gañar ouro no autonómico. Especialidade e resultado: Andrés Martíns, segundo fontes do centro Losada, acadou a medalla de prata na modalidade de Carpintaría durante o GaliciaSkills 2025. É importante diferenciar que non parece que a súa medalla sexa de ouro, pero si un recoñecemento alto que pon en valor o seu dominio técnico. Formación e contexto: Igual que Anxo, Andrés está no ciclo de madeira do centro, polo que comparte contorno formativo. Carpintaría implica traballos sobre estruturas de madeira, ensamblaxes, produción e acabado de elementos de enxeñaría de madeira (marcos, estruturas, mobles simples, etc). Alba Figueiras — CIFP de Hostalaría e Turismo de Santiago, exalumna do IES Plurilingüe Antón Losada Diéguez. Especialidade: Servizos de Restauración Resultado: Medalla de prata no GaliciaSkills 2025 Alba Figueiras, alumna do CIFP de Hostalaría e Turismo de Santiago, destacou no campionato autonómico de Formación Profesional GaliciaSkills 2025 coa obtención da medalla de prata na especialidade de Servizos de Restauración. Durante as tres xornadas de competición, amosou unha excelente combinación de destreza técnica, atención ao cliente e coñecementos de protocolo e maridaxe, convencendo o xurado coa súa profesionalidade e seguridade. ️ "SUSCRÍBETE" ao podcast MÁIS ENTREVISTAS: https://www.ivoox.com/podcast-salta-da-cama_sq_f1323089_1.html Máis Información e outros contidos: ✔️Facebook: https://www.facebook.com/PabloChichas ✔️Twitter: https://twitter.com/pablochichas ✔️Instagram: https://www.instagram.com/pablochichas/ ✔️Clubhouse: @pablochichas ✔️Twich: https://www.twitch.tv/pablochichas
Boullón explica los cambios que se han lelvado a cabo en esta tradición tan esperada, que se desarrollará el 7 de noviembre a partir de las 19:00h
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Recibimos a las cantantes Achinoam Nini (más conocida como Noa) y Mira Awad. Ambas, israelíes pero con pequeños matices. Noa es judía de origen yemení y Mira es hija de padre palestino y madre búlgara. Juntas, han compartido escenario y mensajes de paz, abogando por la convivencia y una solución al conflicto palestino-israelí. En 2009 representaron a Israel en el Festival de Eurovisión, y este año interpretaron "Imagine" en el Festival de San Remo cantando en hebreo, árabe e inglés como un gesto simbólico de esperanza y reconciliación. Tomás O'rreilly, compañero de Radio Exterior en la traducción.Escuchar audio
Sech- orgulloso de representar a Panamá en Premios Juventud
Gabriel Fernández diu que podrà representar millor els seus votants com a regidor no adscrit
08 25-09-25 LHDW La Platea: Discrepancias sobre la calidad de Sirat, la película que representará a España en los Oscars. Había otras opciones quizá de mayor calidad
Cuando hablamos de los dones espirituales, a veces pensamos en títulos o posiciones, pero la Biblia nos muestra que en realidad son regalos de Dios para su iglesia. Hoy descubrimos juntos qué significa ser apóstol, o mejor dicho, ser enviado. 🙌 No se trata de un cargo humano ni de tener más autoridad, sino de reflejar a Jesús, el apóstol supremo, y de continuar su misión en el mundo. 🔑 En esta enseñanza veremos que ser enviado implica: ✨ Fundar y cuidar comunidades de fe. ✨ Transmitir la enseñanza de Cristo con fidelidad. ✨ Representar a Jesús dondequiera que vayamos. Así como un cuerpo necesita de todos sus sentidos para funcionar bien, la iglesia necesita de cada uno de nosotros viviendo en unidad, ejercitando los dones y cumpliendo la misión que Cristo nos encomendó: ir y hacer discípulos. 🌍✝️ Tienes alguna pregunta, escríbenos a hola@somosviva.org Síguenos para disfrutar de todo nuestro contenido y acompáñanos de manera presencial, cada domingo, 10:00 AM. ©️Iglesia Cristiana Viva Cra. 22 164 24 Brr. Toberín Bogotá, Colombia Si quieres conocer más acerca de nuestra comunidad visita nuestro sitio web: www.somosviva.org
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
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Ricardo Pais acaba de cumprir 80 anos e garante nunca ter ambicionado ser um homem do seu tempo, embora considere como o comediante alemão Karl Valentin que “antigamente o futuro era habitado com mais esperança.” O seu percurso é marcado pela direção de grandes instituições teatrais, com uma fugaz passagem pelo Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, e uma forte presença no Teatro Nacional São João, no Porto. Isto além dos seus múltiplos papéis artísticos, enquanto encenador, ator e professor. Ricardo afirma que, agora que vive mais fora de cena, está a tratar da sua cabeça e a dedicar-se ao novo tempo, depois das sobras, sem grandes saudosismos ou pretensões. Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
El futbolista del Rayo Vallecano debutó el pasado domingo con la selección española.
El futbolista del Rayo Vallecano debutó el pasado domingo con la selección española.
Aeropress é um método de preparo de café que resulta em uma bebida mais encorpada e chinesa.
Emisión del lunes 11 de agosto de 2025 Para ahorrar dinero y simplificar el sistema electoral, la presidenta Claudia Sheinbaum propone desaparecer a los diputados plurinominales. Sin embargo, su propuesta cambiaría de raíz la composición de la Cámara de Diputados y le daría todavía más poder a Morena. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com www.radioformula.mx
En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Gonzalo Monroy, especialista en temas energéticos, habló sobre el reporte que estima que, para 2030, la deuda de Pemex estará 26% por debajo del saldo con el que fue recibida. También comentará sobre la confirmación de la Fiscalía respecto a que el asesinato de un delegado en Tamaulipas estuvo relacionado con la lucha contra el huachicol fiscal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta sobre a decisão do STF de que pessoas com dívidas poderão ter carteira de motorista e passaporte apreendidos, a nova camisa vermelha da seleção brasileira e a falta de mão de obra no Nordeste.
El mundo llora la pérdida del papa Francisco, pero todos le recuerdan con esperanza, especialmente en Roma. En '24 Horas de RNE' nos desplazamos hasta allí y hablamos con Mauro Pallotta, artista conocido como 'Maupal', el grafitero del papa Francisco que le dedica obras en las calles de Roma: "Al pintar al papa sentía empatía ya que su cara era muy similar a la de mi abuelo [...] Y Francisco tenía mucha simpatía hacia mi trabajo". En su obra 'El Superpapa' quiso pintarle como "un augurio, un buen deseo [...] era un hombre muy normal pero con valores profundos, como su amor al equipo de fútbol San Lorenzo de Almagro". Maupal cuenta que tuvo problemas con la Policía porque "no se puede pintar enfrente del Vaticano, es peligroso", pero destaca riéndose que las autoridades se lo tomaron "con calma" cuando el papa dio su bendición a las pinturas.El artista tiene las obras en su edificio particular que "está a solo 30 metros del Vaticano" y tiene un patio interior "antiguo" dispuesto con una "ínsulae romana", un bloque de viviendas de varios pisos en la antigua capital italiana. Todo el ambiente del patio es muy típico pues también tiene "una fontana propia de Roma y un dibujo creado para el alcalde". En la pared del patio hay un fantasma llamado Gualti, de Gualtieri, igual que el alcalde de Roma Roberto Gualtieri: "Al principio era un poco fantasma, pero ahora los romanos sí que está contentos con este alcalde", justifica así el nombre de la pintura. Sobre la obra dedicada al papa Francisco "he querido representar su fuerza, su fortaleza, siempre dispuesta hacia el amor, pero con firmeza", ha explicado Maupal. La dueña del edificio explica que "es una emoción muy importante y estamos muy contentos porque ante todo Mauro es un amigo y luego porque es una gran emoción tener al Santo Padre siempre aquí con nosotros". Comparan con un pueblo el ir con Maupal, ya que todo el mundo conoce al artista cuando va por la ciudad: "Dentro de una ciudad grande tener este espacio más pequeño es un privilegio para nosotros, estamos muy contentos", afirma la dueña.Escuchar audio
Liliana Reis considera que Nuno Melo "esteve claramente bem" num debate marcado pela Defesa. Já Francisco Paupério acusa o líder do CDS de ter cometido vários erros, apesar de tutelar a pasta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuestros humoristas Leo Harlem, Goyo Jiménez, Paula Púa y Borja Fernández Sedano nos acompañan en 'La quinta hora'. Además, hemos invitado a Melody a Más de Uno para hablarnos de Esa diva.
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Isabel Aninat y Arturo Fontaine hablaron con el cientista político Jorge Ramírez sobre el financiamiento económico, la fragmentación política, el cambio en el sistema electoral y la representación parlamentaria.
Atleta britânico não quer para entrar na equipe do país por um motivo absurdo, uma nova meia-maratona no Pará, alguns novidades da NB42k de Porto Alegre, Maratona de Porto Alegre tem um montão de inscritos e faltou água na Meia das Pontes de Brasília.#cnanews
O código secreto dos emojis e a influência negativa das redes sociais nos adolescentes são foco da nova série sensação que está a provocar debate. Uma conversa com a jornalista Mariana Marques Tiago.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En las noticias del Me Bajo de la Vida, te hablaremos de un atraco por Bizum y de un matrimonio en crisis por culpa de Enrique Iglesias. Más gente que está fatal: la que trae Nacho Gómez Hermosura en su zapping. Como Leticia Sabater y su problema con los puntos de la DGT y un gimnasio contra flipados. También andayeros y andayeras contándonos los sitios más extraños en los que se han quedado dormidos, la broma telefónica con San Bernardino y mucho más para empezar el fin de semana con 30 minutos de buen rollo.
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
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Jonathan Ruvalcaba, el clavadista que gastó todo su dinero para representar a República Dominicana
El mayor general (r) Volodymyr Havrylov, ex viceministro de Defensa de Ucrania, se refiere al llamado de Estados Unidos al presidente Volodímir Zelenski para que “baje el tono” tras llamarlo dictador.
08 06-02-25 LHDW Melody representará a España en Eurovisión, ¿Otro fracaso más?. El declive de Karla Sofía por sus tuits. ACDC viene a España en julio
En esta ocasión hablamos con la gente de Orlando sobre las críticas y la responsabilidad social en el reggaeton. Además conversamos sobre qué género musical tiene las canciones más funables, el reggaeton boricua versus el colombiano y hace cuánto salió la última canción buena del género urbano. Gracias a: Casalú es fundada por unos genios venezolanos que le metieron ron al mundo de los seltzers. Descubre más ➼ https://www.instagram.com/drinkcasalu NordVPN Deal ➼ https://nordvpn.com/edn Deal exclusivo de 4 meses gratis. Ya puedes regalar Patreon para hacer más feliz a alguien: https://www.patreon.com/escueladenada/gift Si quieres ver más contenido de Escuela de Nada, suscríbete a Patreon donde por $6 al mes tendrás acceso a un episodio exclusivo cada viernes y contenido extra los martes). También podrás elegir el tópico principal de un episodio al mes en nuestro Tema de Oro y además tendrás acceso a los primeros 100 episodios del podcast. https://www.patreon.com/escueladenada Escúchanos en Spotify https://open.spotify.com/show/4xOM98A8Es30eGevw6tYwe?si=QwORHX8BTMyzKxJOa9_oZQ&dl_branch=1 Y por último, síguenos en nuestras redes sociales: ESCUELA DE NADA Instagram: https://www.instagram.com/escueladenada/ Twitter: https://twitter.com/escueladenada Tik Tok: https://www.tiktok.com/@escueladenada Facebook: https://www.facebook.com/escueladenada Discord: https://discord.com/invite/S8bYM6A 0:00 Intro 2:25 Experiencia de Chris como pitcher 10:46 Las nacionalidades del show 12:50 Opiniones y contexto de +57 18:04 Las acusaciones de la canción 21:12 La peor canción ped*fila 24:24 Más canciones horribles 27:16 La prostituci*n de adultos mayores 29:40 La responsabilidad social de los reggaetoneros 32:26 ¿Representar a tu país? 34:02 Las calles de Medellín 36:26 +57 vs. Veneka 37:27 Los boricuas en Orlando 41:91 La opinión impopular de Nacho 43:08 El reggaeton es un género nuevo 46:07 Cada quien defiende su basura 50:06 Medellín vs. Orlando 51:25 Los chinos latinos 55:22 EDN chino 56:23 Llamamos a Daniel García 58:28 El nuevo personaje de Chris 58:50 Confesiones del público 1:02:03 Mucho pelo en el gu3v0 1:04:32 El problema con los boricuas 1:06:35 Problemas s3xual3s y de pareja 1:15:44 El cuento cerrador 1:19:37 Despedida Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ao primeiro olhar, ela parece carregar a leveza de quem nasceu para pedalar. Mas não se engane: por trás da expressão de garota e do sorriso fácil, há uma enorme força, forjada pela vontade e determinação de vencer. Vinda de uma família onde o ciclismo é mais do que um hobby – quase uma tradição –, ela encontrou cedo a inspiração para trilhar um caminho próprio. Porém, foi no momento em que trocou os gramados pelo asfalto que descobriu sua verdadeira vocação. Desde então, sua história tem sido marcada por uma ascensão vertiginosa, guiada pelo talento natural e pela obstinação de quem não aceita menos do que o máximo. Os primeiros títulos nacionais vieram como prova de seu potencial, mas foi quando pedalou entre as melhores do mundo que ela mostrou sua capacidade de ir além. Vestir a maglia azzurra no Giro d'Italia Feminino de 2024 foi um marco, mas talvez tão memorável quanto ver seu nome entre as atletas convocadas para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris, a sua estréia. Agora, ela segue rumo ao futuro com a mesma coragem que a fez acreditar em si mesma desde o início. Representará nos próximo s dois anos uma das mais tradicionais equipes do ciclismo mundial, levando consigo não apenas as cores da bandeira brasileira, mas também o sonho de transformar a modalidade no país que tanto a inspira. Carioca por nascença, ciclista por paixão e referência de uma nova geração de atletas, é com alegria que recebo novamente no Endörfina a vencedora do prêmio Brasil Olímpico de 2023, campeã brasileira de ciclismo de estrada e contrarrelógio, a primeira carioca e ciclista brasileira no World Tour, Ana Vitória Tota Magalhães. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. A Galibier Vida, Saúde e Previdência, com mais de 20 anos de história, é uma empresa que tenho a honra de conhecer de perto. O comprometimento da Galibier com seus clientes é impressionante, oferecendo soluções de proteção que vão além do comum, sempre com a credibilidade e confiança que só o Giovane e sua equipe podem proporcionar. Com uma relação estreita com as melhores seguradoras do mercado, a Galibier se dedica a garantir que você tenha a segurança e tranquilidade que precisa, seja com seguros de Vida, Saúde ou Viagem. Dentre os serviços, destaco o Seguro de Vida Resgatável, que protege quem você ama e ainda dá a flexibilidade de resgatar os valores acumulados, se necessário. Além disso, o Seguro Saúde com cobertura mundial garante atendimento onde quer que você esteja, e o Seguro Viagem cuida de todos os detalhes da sua jornada, desde pequenos imprevistos até emergências médicas. E não sou só eu que confio na Galibier. Alguns dos convidados mais especiais aqui do Endörfina também utilizam os serviços da empresa, que está sempre presente em momentos importantes da vida deles. Se você quer cuidar do seu futuro e de quem você ama, confie na Galibier. Siga no Instagram em @galibierconsultoria e conheça mais sobre como a Galibier pode fazer a diferença para você e sua família.
Enrique Quintana
Conversamos con Andrea Ramos, entrenadora de triatlón residente en Melbourne, quien ha logrado clasificar a los mundiales de la serie Ironman 70.3 en Nueva Zelanda, que se realizará este diciembre, y en España, en noviembre de 2025, donde representará a su país, Colombia.