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Diante dos blocos em alto-mar de onde a Petrobras sonha em extrair petróleo, está a maior faixa contínua de manguezais do mundo, na costa norte do Brasil. A cerca de 100 quilômetros de Belém e da Conferência do Clima das Nações Unidas, na ilha de Marajó, uma pequena comunidade de pescadores se mobiliza contra o projeto de prospecção do governo federal na bacia da foz do rio Amazonas – com potencial de abalar ainda mais uma localidade já duramente afetada pelas mudanças climáticas. Lúcia Müzell, enviada especial da RFI a Belém Ecossistemas complexos, mas também extremamente vulneráveis a um vazamento de óleo, os manguezais estão na linha de frente dos riscos do projeto. Enquanto o mundo se levanta para defender a ameaça à floresta amazônica, os mangues são as vítimas esquecidas, observa o professor Marcus Fernandes, diretor do Laboratório de Ecologia de Manguezal da UFPA (Universidade Federal do Pará). "Na Amazônia, a gente sempre se voltou para terra firme, e esqueceu de que nós temos uma costa. O Brasil tem a segunda maior área de manguezal do mundo, e a Amazônia tem 85% dessa área”, salientou. Nesses 85%, está a maior área contínua de manguezal do mundo, entre a Baía do Marajó e a Baía de São José, no Maranhão. Diferentemente de uma praia, onde uma catástrofe ambiental pode ser melhor controlada, em zonas úmidas e pantanosas o impacto é quase irreversível. “Você não tira o petróleo, na verdade. Você forma uma camada impermeável sobre o sedimento lodoso do manguezal”, explicou o professor. "Isso faz uma espécie de bloqueio da troca gasosa e reduz o oxigênio disponível nas raízes, a respiração da planta, que leva a uma asfixia radicular e à consequente morte das árvores. É uma grande catástrofe, que dura por décadas, até centenas de anos”, complementou. Presidente do Ibama ameniza os riscos A autorização para os testes da Petrobras foi o processo ambiental "mais longo” já feito pelo Ibama, argumenta o presidente do órgão federal, Rodrigo Agostinho. Ele defende um procedimento “muito exigente” e ameniza os riscos do projeto. “Todas as modelagens apontam que, em mais de 90% dos momentos, se tiver um vazamento de óleo, esse óleo vai para mar aberto em vez de vir para a nossa costa. Mas sempre existe risco”, reconheceu à RFI, à margem dos eventos da COP30. O bloco FZA-M-059, alvo da autorização do Ibama, fica a 175 quilômetros da costa do Amapá e a 500 quilômetros da foz do Amazonas. “O pré-sal é muito mais próximo, e em acidentes na região do pré-sal, o óleo tende a vir para o litoral, por conta da corrente do Brasil. É diferente da margem equatorial onde, na maior parte do tempo, as modelagens apontam que a maior probabilidade é que esse óleo vá para o alto mar”, assinalou Agostinho. O bloco em questão localiza-se a cerca de 600 quilômetros da Reserva Extrativista Marinha de Soure, administrada pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade). Na pacata Vila dos Pesqueiros, moram menos 400 pessoas que sobrevivem de serviços e da pesca, principalmente de caranguejos e moluscos no manguezais. ‘O mangue é vida' "O mangue é o nosso sustento. É a nossa segunda casa”, sublinhou Patricia Faria Ribeiro, ex-pescadora, cozinheira e liderança comunitária. "O mangue é vida para a gente, porque esse território é nosso. Então, quem tem que cuidar dele somos nós." A notícia da liberação caiu como uma bomba – ninguém estava a par dos planos da companhia de petróleo na região. "Estamos mobilizando agora todas as comunidades que antes não estavam sabendo e agora, sabendo, juntando forças com estratégia, com cartazes, dizendo 'não queremos, não queremos'”, disse pescador artesanal Jorge Gabriel. “Somos contra a destruição de uma fauna, uma flora que é a nossa vivência, a nossa vida toda. Com poucos recursos, nós conseguimos sobreviver, porque aqui temos rio, temos o manguezal, que é riquíssimo, berçário para muitos peixes. Então, se isso acontecer, serão poucos ficando ricos e muitos ficando pobres", destacou. As estatísticas são deficientes, mas em toda a costa, são milhões de pessoas dependendo da pesca e da coleta de moluscos e frutos do mar. "A gente sempre viveu tranquilo aqui. Pegou o caranguejo direto do mangue e comeu. Pegou o peixe direto do mar e comeu”, complementou Patricia, “nascida e criada” na Vila dos Pesqueiros. Ela exige a mais transparência sobre o que poderá acontecer com a ilha se o projeto de exploração de petróleo seguir adiante. "Nós precisamos saber o que realmente vai acontecer. Não pensar só nos royalties, mas pensar no nosso futuro”, insistiu. Impacto no turismo Agente comunitário de saúde há 35 anos, Alfredo Leal dos Santos hoje só pesca nas horas vagas, mas também vê com preocupação o futuro da ilha onde nasceu. "Nós temos uma vida saudável aqui. Respiramos esse ar puro, a nossa água não é nem tratada, ela vem direto do poço. Ainda temos esse privilégio”, disse. "Imagine acontecer um vazamento desses? Não estão pensando nos praianos, nos ribeirinhos que dependem desse sustento, e no próprio turismo. Se vem a acontecer alguma coisa, vai também afastar o turista: ele jamais vai querer vir para uma área que está contaminada.” No dia em que a reportagem visitou a localidade, a associação Nem um Poço a Mais promovia um debate público sobre o assunto, com a participação de lideranças comunitárias, moradores e pesquisadores, mas também vítimas de vazamentos de petróleo na Bahia, no Rio de Janeiro ou no México. "Já tem muita perfuração. Continuem fazendo o que já destruíram, mas continuem sugando para lá, e não destruindo mais e mais e mais”, destacou o pescador João Gabriel. Isabel Brito, moradora do bairro vizinho de Tucunduva, ajudou a organizar o evento, que buscou ser o estopim de uma mobilização maior dos comunitários contra o projeto da Petrobras. “Muitos classificam estes lugares como pobres porque não circula dinheiro, mas circula alimento, e alimento de qualidade. As pessoas moram bem, vivem bem”, destacou. "É muito difícil, para quem não enxerga isso, entender que a exploração do petróleo aqui, independente de vazamento ou não, ele vai destruir milhares de postos de produção de riqueza." Transição energética é questionada Apesar de ser eleitora de Lula, ela rejeita o argumento do governo federal de usar os recursos da exploração do petróleo para combater a pobreza e financiar a transição ecológica no Brasil. "Não precisa destruir o modo de vida das pessoas para destruir a pobreza junto. Quanto à transição energética, quem consome muito que pare de consumir tanto. Por que nós e a Amazônia temos que ser sacrificados?”, indagou. "Por que os indígenas, os povos tradicionais têm que ser sacrificados para garantir o modo de vida de quem está destruindo e continuar consumindo do jeito totalmente perdulário que consomem hoje?”, questionou. O consumo intenso de petróleo no mundo nos últimos 150 anos já causou impactos bem reais na região: o aumento do nível do mar, consequência do aquecimento global. Em uma década, o avanço das águas sobre a terra já decepou mais de 500 metros da área costeira da Vila dos Pesqueiros, destruída pela erosão. “Derrubou muita área onde tínhamos plantações de coqueiros, muito muricizeiro, goiabeiras, e hoje a gente não tem mais nada”, contou a cozinheira Lucileide Borges. "Tinha uma ilha por trás, de mangues, e hoje a gente não tem mais. A praia nunca vai voltar como era antes. Agora, a gente está preservando o que a gente ainda tem. Imagine se vem um poço de petróleo?”, afirmou. Os moradores mais antigos já trocaram até cinco vezes de endereço, na esperança de fugir das águas. Em fevereiro de 2014, mais 35 casas foram levadas pela maré. A de Lucileide, onde ela mora há 50 anos, salvou-se por pouco. “Por enquanto, a casa ainda não caiu e a gente permanece lá. A gente tem bastante medo, mas a gente vai sobrevivendo. É uma tristeza muito grande”, relatou. "A nossa situação é crítica porque, sem recursos financeiros, a gente não pode fazer outra casa." A COP30 e o aumento dos recursos de adaptação A comunidade é um exemplo flagrante da necessidade de aumento dos recursos para adaptação às mudanças do clima, um dos principais focos da COP30, em Belém. O objetivo da presidência brasileira do evento é triplicar o financiamento global para medidas de resiliência aos impactos do aumento das temperaturas no planeta. Os manguezais, com árvores de grande porte essenciais para proteger as comunidades costeiras, também precisam de políticas específicas para serem preservados, inclusive pelo importante papel que exercem na mitigação das mudanças do clima. Os mangues absorvem da atmosfera até três vezes mais carbono do que uma floresta de terra firme e ainda estocam 80% deste gás no solo. As projeções mais pessimistas indicam que a metade da ilha do Marajó poderá afundar – justamente a a costa onde estão os manguezais, salienta o pesquisador Marcus Fernandes, da UFPA. “Eles têm um aviso prévio”, lamenta. “Isso é uma das funções da COP: a gente está tentando discutir essas questões, para um processo que está encaminhado. Esses próximos passos vão ter que ser muito direcionados para a resiliência, tanto da população, das comunidades quanto do ambiente.”
Radiojornal da editoria Política, transmitido ao vivo no dia 13 de novembro de 2025, para a disciplina Laboratório de Jornalismo em Áudio.
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Você já parou pra pensar em como a bioquímica está presente no nosso cotidiano? É através dela que são desenvolvidos diversos produtos e processos que impactam diretamente o meio ambiente e a nossa qualidade de vida. Conversamos com a professora Ana Maria Mazotto, do Instituto de Microbiologia da UFRJ, coordenadora do Laboratório de Biocatálise Microbiana, sobre o uso de enzimas na degradação de efluentes coloridos da indústria têxtil.Produção e apresentação: Louise Fillies e Luisa ScorzelliEdição: Gabriel Savelli
Todos os sábados, na programação da Rádio Taquara, é reproduzido o programa Medicina e Saúde, apresentado pelo Dr. Mauro Werb Júnior. O patrocínio é de Laboratório Bom Pastor, Proeco, Farmácia Santé, Vitória Régia e Unimed Encosta da Serra. Confira a edição deste sábado (15/11).
Muito bem, meus amigos. Como vocês estão?O terceiro episódio do No Auge! das Letras, quadro do podcast Papo no Auge!, está no ar. Neste quadro, falamos sobre literatura, sobre o poder transformador da leitura e damos palco para escritores joinvilenses.Neste terceiro programa do quadro, Sara Lopes, Gabi Didoné e eu conversamos com a Professora, editora e produtora cultural Helena Farias. Nossa convidada coordena o projeto Laboratório de Autores Joinville, iniciativa que promove a formação de novos escritores na cidade catarinense por meio de oficinas de escrita criativa.Na conversa, cheia de emoção, além de Helena, algumas autoras inscritas no projeto falaram sobre a importância do Laboratório e como a Literatura as curou. Ouça o No Auge! das Letras e desfrute de boas histórias. Bora ler.Este projeto é financiado pela Política Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura.
Você sabia que por trás de cada ilícito ambiental, há um sistema complexo envolvendo vários crimes, como corrupção, trabalho escravo, tráfico de pessoas e lavagem de dinheiro?O crime ambiental não é apenas uma ameaça à natureza e à humanidade, mas também um crime financeiro que movimenta milhões, destrói comunidades e enfraquece economias nos países onde não é combatido. Neste episódio do podcast Febraban News, baseado em debates do 15º Congresso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (PLDFT), abordamos essa realidade.Conduzido por Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban, o episódio expõe como o crime ambiental é a ponta do iceberg de uma rede que explora pessoas, degrada o meio ambiente e corrói a confiança. No episódio são abordados o trabalho análogo à escravidão, o tráfico de pessoas e o narcotráfico, evidenciando a transversalidade desses crimes e seu alto custo humano, que atinge a dignidade e a vida de comunidades, como a situação no território indígena dos Yanomami. A subnotificação e a dificuldade de atuação em áreas remotas são desafios cruciais.Para enfrentar essa realidade, o podcast Febraban News destaca os depoimentos da secretária de Meio Ambiente do Mato Grosso, Mauren Lazzaretti e do delegado da Polícia Civil do Pará e Coordenador dos Laboratórios de Tecnologia contra o Crime, Alexandre Bezerra Oliveira. Eles confirmam a importância da tecnologia no mapeamento e enfrentamentos dos crimes e a cooperação entre os setores público e privado.Participam também deste episódio:Horciliano Marques, superintendente de Prevenção a Atos Ilícitos do Itaú UnibancoMarcela Ulhoa, coordenadora do UNODC BrasilDaniel Daher, delegado da Polícia Federal na Repressão a Crimes contra os Direitos HumanosAmaury Oliva, diretor de Sustentabilidade e Cidadania Financeira da Febraban
Originalmente exibido em 11.10.2023. Nosso tema de hoje : os peptídeos, que são compostos formados pela união de dois ou mais aminoácidos. São sintéticos, moléculas produzidas em laboratório. Quer saber o que tem de novidade sobre Peptídeos Sintéticos e Tratamento de Asma? Para abordar o tema, a apresentadora Neide Diniz conversa com a pesquisadora do Laboratório de Toxinologia aplicada do Instituto Butantan, Mônica Lopes Ferreira. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO NEIDE DINIZ// PRODUÇÃO CARLA COUTINHO// DIREÇÃO DE IMAGEM BEM-HUR MACHADO DANIEL NEVES//EDIÇÃO FELIPE TRINDADE // DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES//OPERADORES DE CÂMERA DANIEL NEVES, SEBLEN MANTOVANI, TOTA PAIVA E ALEXANDRE PRADO//TÉCNICO DE SOM MARCITO VIANNA E MAURÍCIO MAIA// OPERADOR DE TELEPROMPTER RODRIGO DA SILVA COSTA//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIREÇÃO ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DEBORA GARCIA// // COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//DIRETOR DE PRODUÇÃO RAPHAEL UCHÔA//CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO// COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENADOR DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH// PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
O tempo de enchimento capilar (TEC) é uma técnica para avaliar quanto tempo leva para o sangue voltar à pele após uma leve pressão, em um intervalo denominado tempo de reperfusão. A quantidade observada demonstra a saúde da circulação sanguínea, além de mostrar problemas no sistema — os quais podem ocorrer por desidratação, infecções, doenças crônicas ou alterações cardiovasculares. A medição é avaliada visualmente por um profissional médico, que acompanha o retorno do sangue graças a um cronômetro. Entretanto, o exame está suscetível a variáveis como iluminação, temperatura ambiente, cor da pele e experiência do observador, que podem comprometer o resultado. Como forma de evitar erros, pesquisadores do Laboratório de Instrumentação Fotobiomédica do Departamento de Física da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP desenvolveram uma forma automatizada e quantitativa, aliada à placa de vidro transparente — como uma balança digital comercial —, para acompanhar o TEC por meio dos pés. Trata-se de sensores ópticos, acoplados ao objeto no chão. O próprio corpo do paciente realiza a pressão e um algoritmo matemático registra exatamente a variação da cor da pele durante o processo. Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.
Todos os sábados, na programação da Rádio Taquara, é reproduzido o programa Medicina e Saúde, apresentado pelo Dr. Mauro Werb Júnior. O patrocínio é de Laboratório Bom Pastor, Proeco, Farmácia Santé, Vitória Régia e Unimed Encosta da Serra. Confira a edição deste sábado (08/11).
Radiojornal da editoria Esportes, transmitido ao vivo no dia 6 de novembro de 2025, para a disciplina Laboratório de Jornalismo em Áudio.
Radiojornal da editoria Cultura, transmitido ao vivo no dia 6 de novembro de 2025, para a disciplina Laboratório de Jornalismo em Áudio.
O #ConversaHumanista desta semana aborda a estreia do filme “O Agente Secreto”, de Kléber Mendonça Filho. Neste episódio, Guilherme Guerra e José Thiago Lemes recebem o crítico de cinema Ticiano Osório, do jornal Zero Hora, para analisar o momento do cinema brasileiro e as chances do filme de concorrer ao Oscar.O episódio faz parte da 14ª temporada do Podcast Humanista, produzido por estudantes da disciplina Laboratório de Jornalismo Convergente da Fabico/UFRGS. Com supervisão dos professores Felipe Moura de Oliveira e Marcelo Ruschel Träsel, e com a técnica de Neudimar da Rocha e Alberto Dabul.
Radiojornal da editoria Política, transmitido ao vivo no dia 6 de novembro de 2025, para a disciplina Laboratório de Jornalismo em Áudio.
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EM BREVE ABREM AS ENCOMENDAS DO TARÔ DE ANO NOVO, FIQUEM LIGADAS!Laboratório de Tarô com Madama e Edy de Lucca: https://www.madama.site/laboratoriodetarotHoróscopo mensal ELLE Brasil: https://elle.com.br/lifestyle/horoscopo-de-novembro-2025-previsoes-signos-madama-bronaConsultas particulares: https://madama.gendo.app/Newsletter Madamail: https://substack.com/@madamailSiga @br000na e @horoscopinho no instagramcontato@madamabrona.com.brDireção criativa: MadamaProdução: Paula CunhaVídeo: Giancarlo OliveiraFoto: Leonardo AraujoArte: Bruno Cardoso, Matheus Pierozan, Paula Cunha e Giancarlo OliveiraLocação: Ateliê Bonzão
Debate da Super Manhã: Um dos pilares para a manutenção da ordem pública e proteção dos direitos fundamentais, a ação policial existe para garantir a segurança de todos, porém sua legitimidade passa pela lei e pela proporção com que é exercida. No debate desta quarta-feira (5), o comunicador Tony Araújo conversa com os nossos convidados para falar sobre os limites da atuação dos policiais no país, os princípios legais e constitucionais, a abordagem e a busca pessoal, as prisões e as conduções desses profissionais e a responsabilidade dos agentes da ordem pública. Participam o coronel veterano da PMSC, ex-comandante da PMSC, ex-secretário de Segurança Pública de Santa Catarina e ex-presidente do Conselho Geral dos Comandantes das PMs, Cel. Araújo Gomes, a socióloga, cientista social e coordenadora executiva do Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares (GAJOP) em Pernambuco, Edna Jatobá, o pesquisador, consultor e especialista em Governança, Estratégias e Sistemas de Segurança Pública, pesquisador do Laboratório de Governança, Risco e Conformidade (LABGRC/UFPE) e do Laboratório de Apoio à Criação e Inovação (LACAI/UFPE), Armando Monteiro, e o mestre e doutor em Direito pela UFPE, advogado criminalista e professor de Processo Penal da Faculdade Nova Roma, Martorelli Dantas.
Os eletrodomésticos estão cada vez mais alimentados por inteligência artificial, mas a tecnologia, de fato, muda a forma como usamos produtos há décadas na rotina? No episódio de hoje, a repórter Elisa Fontes conversou com Renato Franzin, pesquisador do Laboratório de Sistemas Integráveis e professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, ele fala sobre as principais tendências do setor, a evolução dos sensores e conectividade, e o futuro dos eletrodomésticos. Você também vai conferir: Linha Galaxy S26 pode ficar mais cara; Samsung é condenada a pagar R$ 1 bilhão por quebra de patente; Brasil perde R$ 4 bilhões por causa de “celulares piratas”; OpenAI explica como planeja fazer dinheiro com o Sora; TypeScript se torna linguagem mais popular do GitHub pela primeira vez. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Vinícius Moschen, Bruno Bertonzin, Nathan Vieira e Claudio Yuge, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Gabriela Azevedo, repórter do g1 Ceará; e Francisco Elionardo de Melo Nascimento, professor e coordenador executivo do COVIO, o Laboratório de Estudos sobre Conflitualidades e Violência da Universidade Estadual do Ceará. As duas maiores facções criminosas do Brasil nasceram no Sudeste e, nas últimas décadas, se expandiram para outros Estados. Um raio-x feito pelo Ministério da Justiça mostra que mais da metade das organizações criminosas que atuam em território nacional está na região Nordeste, entre elas justamente o PCC e o Comando Vermelho, as duas maiores facções do país. A chegada desses grupos criminosos provocou uma série de disputas territoriais, que agravaram o problema da segurança pública nos estados. Um dos retratos desta disputa é uma “vila fantasma” no Ceará, como relata a Natuza Nery neste episódio a repórter Gabriela Azevedo, do g1 Ceará. Gabriela visitou esta vila na cidade de Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza. Ela conta o que viu no local e o que ouviu de moradores expulsos da região. Depois, Natuza conversa com o professor Francisco Elionardo de Melo Nascimento, da Universidade Estadual do Ceará. Coordenador-executivo do COVIO, o Laboratório de Estudos sobre Conflitualidades e Violência da universidade, Elionardo detalha como se deu a expansão do crime organizado na região e explica como a expulsão de moradores é prática recorrente na disputa territorial com outros grupos criminosos.
Episódio 124 – Renato Portugal | Computação Quântica e Pesquisa Científica no LNCCNeste episódio do OsProgramadores, conversei com Renato Portugal, pesquisador no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). Renato atua nas áreas de computação quântica, algoritmos quânticos (como quantum walks), criptografia e computação de alto desempenho.Falamos sobre sua trajetória desde a matemática e a física até a pesquisa em computação quântica e os desafios de desenvolver algoritmos quânticos aplicáveis. Uma verdadeira aula sobre o assunto.
Todos os sábados, na programação da Rádio Taquara, é reproduzido o programa Medicina e Saúde, apresentado pelo Dr. Mauro Werb Júnior. O patrocínio é de Laboratório Bom Pastor, Proeco, Farmácia Santé, Vitória Régia e Unimed Encosta da Serra. Confira a edição deste sábado (01/11).
jana é canceriana com ascendente em áries, mãe de gays, opinativa, loira e bonita de pele. nessa conversa falamos muitos absurdos, eu passei pano pra jana lendo o mapa astral dela mas também falamos verdades.EM BREVE ABREM AS ENCOMENDAS DO TARÔ DE ANO NOVO, FIQUEM LIGADAS!Laboratório de Tarô com Madama e Edy de Lucca: https://www.madama.site/laboratoriodetarotHoróscopo mensal ELLE Brasil: https://elle.com.br/lifestyle/horoscopo-de-outubro-previsoes-signos-madama-bronaConsultas particulares: https://madama.gendo.app/Newsletter Madamail: https://substack.com/@madamailSiga @br000na e @horoscopinho no instagramcontato@madamabrona.com.brDireção: Pedro Rodrigues e Adriane LisboaDireção de Produção: Ian SenaProdução: Bruna Correa, Mateus Vieira, Paula Cunha, Samuel ThomasiDireção de Fotografia: Giancarlo OliveiraOperadores de Câmera: Matheus Ross, Caio Augusto, Cesar Moncau e Victor AlmeidaDireção de Arte: Pedro Rodrigues e Adriane LisboaContra-regra: Rafa RibasMaquiagem: Samir FerreiraFigurino: Bruno MansurEdição, cor e mixagem: Giancarlo OliveiraFoto: Leonardo AraújoCatering: Bruno Moralles
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Mestra e Doutora em Psicologia Experimental, Professora Titular da USP, Patrícia Izar.Só vem!>> OUÇA (116min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Patrícia Izar graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental, também pela USP, onde hoje é Professora Titular, atuando na área de Etologia e Comportamento Animal.É co-líder do Laboratório de Etologia, Desenvolvimento e Interações Sociais, com a Dra. Briseida Dogo de Resende, onde desenvolve pesquisa em ecologia comportamental de primatas neotropicais, com ênfase em plasticidade fenotípica, desenvolvimento e cognição.Coordena pesquisas de campo de longo prazo com macacos-prego (gênero Sapajus) em três áreas de conservação: o Parque Estadual Carlos Botelho, SP, a Fazenda Boa Vista, PI e a Reserva Biológica de Una, BA.Atualmente coordena o projeto temático financiado pela FAPESP “Plasticidade fenotípica de macacos-prego (gênero Sapajus) fase 2: investigação sobre efeitos de antropização do ambiente” e projeto INCT CNPq “Uma Só Saúde e Coexistência em habitats antropuizados”, ambos envolvendo redes de pesquisa em colaboração nacional e internacional.Foi Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia de 2016 a 2025; Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia entre 2023 a 2025, e Vice-Presidente entre 2018 e 2019, Secretária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia(2020 a 2022), Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society de 2019 a 2022 e representante da comunidade acadêmica na Comissão pró-Primatas Paulistas de 2020 a 2024. Assumiu em agosto de 2024 a vice-diretoria do Instituto de Psicologia da USP. É editora associada dos periódicos Proceedings B, Behavioural Processes e Primates.Já publicou mais de cem artigos e capítulos de livros e orientou mais de 60 trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação e graduação, e supervisões de pós-doutorado.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5453327164161334 *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
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Debate da Super Manhã: A escalada violenta provocada pelas brigas de facções criminosas representa um dos maiores desafios enfrentados pela segurança pública em todo o país. Essas ações que operam tanto nas ruas quanto dentro dos presídios, evidenciam a fragilidade do Estado em conter o avanço do crime organizado. No debate desta segunda-feira (20), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o crescimento dos grupos criminosos, a corrupção e as falhas institucionais e os impactos sociais dos bandos nas comunidades. Participam o comandante-geral da Polícia Militar de Pernambuco (PM-PE), Ivanildo Torres, o delegado-geral da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), Renato Rocha, o pesquisador, consultor e especialista em Governança, Estratégias e Sistemas de Segurança Pública, pesquisador do Laboratório de Governança, Risco e Conformidade (LABGRC/UFPE) e do Laboratório de Apoio à Criação e Inovação (LACAI/UFPE). Armando Nascimento, e o jornalista e titular da Coluna Segurança do Jornal do Commercio, Raphael Guerra.
Laboratório de Tarô com Madama e Edy de Lucca: https://www.madama.site/laboratoriodetarotHoróscopo mensal ELLE Brasil: https://elle.com.br/lifestyle/horoscopo-de-outubro-previsoes-signos-madama-bronaConsultas particulares: https://madama.gendo.app/Newsletter Madamail: https://substack.com/@madamailEM BREVE ABREM AS ENCOMENDAS DO TARÔ DE ANO NOVO, FIQUEM LIGADAS!Siga @br000na e @horoscopinho no instagramcontato@madamabrona.com.brDireção criativa: MadamaProdução: Paula CunhaVídeo: Giancarlo OliveiraFoto: Leonardo AraujoArte: Bruno Cardoso, Matheus Pierozan, Paula Cunha e Giancarlo OliveiraLocação: Ateliê Bonzão
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (04): Segundo o Partido dos Trabalhadores (PT), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deverá ser o candidato da esquerda ao governo de São Paulo em 2026. A direção nacional da legenda tenta convencer o ministro a enfrentar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) nas próximas eleições estaduais. Reportagem: Victoria Abel. O governador Tarcísio de Freitas defendeu punições mais severas a estabelecimentos flagrados vendendo bebidas falsas ou contaminadas, em meio ao aumento de casos de intoxicação por metanol. Reportagem: Beatriz Manfredini. Durante depoimento à CPMI do INSS, o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, foi questionado pelo senador Sergio Moro (União Brasil) sobre as falhas no alerta ao governo Lula a respeito das fraudes em descontos ilegais em aposentadorias e pensões. O embate entre os dois gerou troca de farpas durante a sessão. Reportagem: André Anelli. O governo de São Paulo implementou um novo procedimento para detectar metanol em casos suspeitos em até uma hora. Por meio de exames de urina e sangue, os resultados serão enviados ao Laboratório de Toxicologia Analítica Forense do Departamento de Química da USP, em Ribeirão Preto, que utiliza cromatografia gasosa para confirmar o diagnóstico. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) participou de um evento neste sábado (4) e, durante coletiva, comentou sua recente conversa com o secretário de Comércio dos Estados Unidos. Alckmin afirmou manter diálogo constante com o representante norte-americano e mencionou uma futura reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos EUA, Donald Trump. Reportagem: Janaína Camelo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Qual sua primeira memória relacionada a uma fábrica de prancha? Essa foi a pergunta que deu origem a um giro de histórias dos shapers que participaram do Log Lab, o Laboratório de Tocos criado por Caio Teixeira. O workshop que preza pela troca de experiências e experimentação de pranchas reuniu quase 90 modelos diferentes de oito shapers (sete deles presentes no evento) para algo entre 50 a 60 surfistas se divertirem à beça em uma baía tranquila de frente para a Ilha do Pontal, em Ubatuba.Além do próprio Caio, essa edição do workshop reuniu os shapers Neco Carbone, Igor Pitasi, Matheus Maze, Frederico Antunes da Pluma, Maria Amorim e Suzana Till da Women Who Shape Surfboards. Ogro também se fez presente, senão ele próprio, enviando sua representante, um glider altamente disputado entre a galera. Não podemos deixar de mencionar também a ilustre presença do amigo de profissão Julio Adler, que por uma ou duas horas deixou os microfones do seu Bóia para também conversar com Caro Bridi e Rapha Tognini nos microfones do Surf de Mesa.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do ator, diretor e pesquisador, com bacharelado em Artes Cênicas, mestrado em Comunicação e Semiótica e doutorado em Artes Cênicas, Gustavo Sol.Só vem!>> OUÇA (154min 45s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Gustavo Garcia da Palma, que se autodenomina Gustavo Sol, é performer, ator, diretor e pesquisador, atuando também como professor de teatro e preparador de atores para cinema, teatro e dança.Pesquisa a relação entre computação, neurociência e performatividade, utilizando técnicas de biosensoriamento como Near Infrared Espectroscopy (NIRS), Eletroencefalografia (EEG), Eletrocardiografia (ECG), Eletromiografia (EMG), Resistência Galvânica da Pele (GSR) entre outras, para coletar dados durante a performance como interface cérebro máquina em ambientes poéticos multimídia.É Pós Doutorando pela UFABC, Programa de Neurociência e Cognição, no Laboratório de Neurociências Aplicadas, sob a supervisão de João Ricardo Sato.É Doutor pela ECA/USP (2013 - 2017 - bolsa CAPES), sob orientação do Dr. Luiz Fernando Ramos. Fez Doutorado Sanduíche na Universidade Paul-Valery Montpellier III, em 2016, com curso em Berlim (Alemanha) sobre Dramaturgia Digital com a equipe criadora do software Isadora (Troika Tronix), além de estágio no Centro de Epilepsia de Zurique (EPI Klinik, Zurich, Suíça, 2016). Ainda em 2016, elaborou residência artística junto com Daniel Romero, artista multimídia e diretor do Laboratório de Artes e Tecnologia no hTh - CND, Montpellier, França. Seu trabalho performático "Objeto Descontínuo" (2013) utiliza um equipamento de EEG como interface cérebro computador para interagir com os elementos multimídia (sons e vídeos) através do sensoriamento neuronal ao vivo. Assuntos que marcam seu processo criativo são as narrativas e memórias autobiográficas e ficcionais associadas à situações de alteração de consciência como procedimentos para uma dramaturgia digital (DDL). É Mestre pela PUC/SP, (Orient. Helena Katz, 2008), e sua dissertação leva o título de Estados Alterados de Consciência em Artemídia: o papel do corpo no trabalho do ator.Fez Bacharelado em Artes Cênicas na UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas (2000), foi orientado por Eusébio Lobo e Luiz Monteiro Jr.Atualmente é pesquisador colaborador do Laboratório de Pesquisas em Robótica e Reabilitação (LABORE), do Instituto Federal de São Paulo que tem parcerias com a Escola de Engenharia de São Carlos da USP, com a Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD) e com a Imperial College London, Londres, UK.Possui trabalhos em Cinema, destacando-se como ator em Instruções Para Matar Maíra (2011), dose única (2007), O Pracinha de Odessa (2013 - gravado em Russo) e Popókas (2009 - ganhador do prêmio de melhor ator no Aruanda Fest e também gravado em Russo).Lattes: http://lattes.cnpq.br/1414652576334230Site Pessoal: https://www.gustavosol.com.br/*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Laboratório de Tarô com Madama e Edy de Lucca: https://www.madama.site/laboratoriodetarotConsultas particulares: https://madama.gendo.app/Newsletter Madamail: https://substack.com/@madamailSiga @br000na e @horoscopinho no instagramcontato@madamabrona.com.br
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Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Biomédica, Mestra e Doutora em Neurociências, com Pós-Doutorados em Bioquímica e em Virologia, professora e divulgadora científica, Mellanie Fontes-Dutra, a @mellziland.Só vem!>> OUÇA (93min 08s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Mellanie Fontes Dutra da Silva é graduada em Biomedicina (UFRGS), com as habilitações em Bioquímica, Patologia Clínica e Virologia. Mestre e Doutora em Neurociências (UFRGS), com Pós-Doutorado em Bioquímica (UFRGS) e em Virologia (Feevale).Atualmente, é professora da Escola de Saúde da Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), para os cursos de Medicina, Biomedicina e Engenharia Biomédica. É coordenadora dos cursos Biomedicina, modalidade presencial e híbrido/EaD (Unisinos), e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Alimentos, Nutrição e Saúde, situado no ittNutrifor-TECNOSINOS.É coordenadora do Núcleo de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas e Saúde Única - UNISINOS, e do Núcleo de Pesquisa em Neuropsiquiatria Nutricional - UNISINOS. Também é membro do Comitê de Ética em Pesquisa (Unisinos), da Comissão Interna de Biossegurança (CIBio - Unisinos), e participa do GT Curricularização Saúde Única da Rede Saúde do Rio Grande do Sul e da Rede de Saúde Humana, Animal e Ambiental Rede Saúde Única da FIOCRUZ RS.Estuda, atualmente, os impactos de eventos climáticos extremos sobre a saúde física (explorando agentes infecciosos e resposta imunológica, bem como doenças crônicas não transmissíveis - DCNTs) e mental das populações atingidas, bem como agentes infecciosos de emergentes de importância para a saúde pública e as interrelações entre as microbiotas do organismo em diversos contextos fisiológicos e patológicos, com enfoque no sistema imunológico.Tem experiência em neurodesenvolvimento e seus transtornos, com atuação no campo de pesquisa desde 2010. Trabalhou no Laboratório de Plasticidade NeuroGlial (PNG), situado no Grupo de Estudo Translacional do Transtorno do Espectro do Autismo (GETTEA), assim como no Autism Well-Being Awareness and Research Development Institute (A.W.A.R.D. Institute), tendo como foco a pesquisa sobre os transtornos do espectro do autismo (TEA).Divulgação científica: Foi uma das principais vozes da ciência no twitter, em 2020 e 2021 (IBPAD/SciencePulse). É organizadora do Pint of Science de Porto Alegre, que tem o objetivo de divulgar e popularizar a ciência.É idealizadora e coordenadora da Rede Análise (@redeanalise no twitter) e membro da rede #TodosPelasVacinas (www.todospelasvacinas.info). Durante o ano de 2021, participou como membro do grupo InfoVid e como guia da equipe Halo, uma iniciativa global que faz parte do projeto Verificado das Nações Unidas.Atualmente, é embaixadora da World Wide Fund for Nature (WWF) Brasil.Lattes: http://lattes.cnpq.br/6219326679133695*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
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