Podcasts about universidade estadual

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Naruhodo
Naruhodo Entrevista #62: Verônica Bender Haydu

Naruhodo

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 80:28


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora Psicóloga, Mestra e Doutora em Psicologia, coordenadora do Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais da UEL, Verônica Bender Haydu. Só vem! >> OUÇA (80min 28s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Verônica Bender Haydu é graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina, mestre e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP-SP). Realizou estágio pós-doutoral na UFSCar, junto ao programa de Psicologia.  Professora do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina. Coordena o Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais. Acreditada pela ABPMC e é membro do Think Tank sobre cultura e análise do comportamento e do grupo Matemática e Análise do Comportamento (MATEMAC).  Lidera o Grupo de Pesquisa "Análise do Comportamento: Implicações Clínicas e Educacionais" cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, desenvolvendo pesquisas em cooperação com docentes e discentes da UEL, da UFES e da UFSCar. Desenvolve pesquisas ligadas às seguintes linhas: 1) Análise Experimental do Comportamento e Psicobiologia, 2) avaliação, desenvolvimento e aplicação de tecnologias comportamentais, 3) realidade e ambientes virtuais: aplicações clínicas e educacionais, 4) análise de comportamento verbal e de práticas culturais, com ênfase em questões ambientais. Suas atividades estão voltadas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mais especificamente o ODS 3 (Saúde e bem-estar) e o ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis). Lattes: https://lattes.cnpq.br/1726041421275880 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #61: Carolina Parreiras

Naruhodo

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 88:22


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Antropóloga, Mestra e Doutora, com Pós-Doutorados pela Unicamp, USP e Columbia University (NY-EUA), Coordenadora de Projeto Jovem Pesquisador da FAPESP, Carolina Pareiras.Só vem!>> OUÇA (88min 23s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Carolina Parreiras Silva possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (2005), Mestrado (2008) em Antropologia Social e Doutorado em Ciências Sociais (2015), todos pela mesma universidade.Como parte do doutorado, foi uma das participantes do Summer Doctoral Programme, promovido anualmente pelo Oxford Internet Institute da Universidade de Oxford (Inglaterra).Tem experiência docente e de pesquisa na área de Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, Gênero, Sexualidade e estudos de internet, contando com vários artigos e papers publicados em periódicos e livros nacionais e internacionais.De 2013 a 2016, atuou como gestora e consultora para projetos sociais em organização do terceiro setor.Foi pesquisadora de pós-doutorado (bolsista Fapesp) do Departamento de Antropologia, da Universidade de São Paulo - USP (2016 - 2020) e professora colaborado do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Unicamp (2017 - 2020).Foi Visiting Scholar no Institute of Latin American Studies (ILAS) da Columbia University in the City of New York (2019 - 2020).Foi pesquisadora de pós-doutorado do Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Unicamp (2021 - 2022).É coordenadora do Comitê Antropologia Digital Divulgação Científica da Associação Brasileira de Antropologia e também da Anpocs Pública.É também coordenadora de projeto Jovem Pesquisador da Fapesp no Departamento de Antropologia da USP e também do LETEC - Laboratório Etnográfico de Estudos Tecnológicos e Digitais.Finalmente, é pesquisadora colaboradora do departamento de Antropologia da USP e do PPGAS - USP, onde atua como orientadora de mestrado.Lattes: http://lattes.cnpq.br/9058475337040782*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Rádio Escafandro
153: Paraná pela segregação

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 64:39


Em março de 2025, pais de crianças com síndrome de Down ajuizaram uma ação no Supremo Tribunal Federal contra duas leis do estado do Paraná.Eles diziam que as leis estaduais criavam um ambiente segregado na educação das pessoas com deficiência, que isso batia de frente com o que está escrito na Constituição. E que iam na contramão do que estava sendo feito no restante do mundo em termos de educação de pessoas com deficiência.No alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) movida pela Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down estava uma das entidades mais conhecidas e respeitadas quando se fala em pessoas com deficiência. A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).A associação foi beneficiada pelas leis do Paraná, que davam a ela e a instituições semelhantes o mesmo status de escola, e facilitava a transferência de recursos federais. No embate entre segregação e inclusão gerado pela ADI 7796, as Apaes se posicionaram pela segregação. Elas inclusive atuaram em prol de um decreto do governo Bolsonaro que possibilitaria replicar, no restante do país, o modelo do Paraná.O episódio 153 de Escafandro mergulha fundo nesse embate jurídico e tenta entender que interesses estão por trás das leis paranaenses que vão contra o consenso mundial quando se fala em educação de pessoas com deficiência.Mergulhe mais fundoA nova velha Política Nacional de Educação Especial de 2020: distorcer para retrocederEpisódios relacionados#68: Lindinês e a década das cotas#94: O professor, a fanfarra e o pé de mangaEntrevistados do episódioMeire CavalcanteJornalista, pedagoga, mestra e doutora em Educação Inclusiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Caio SilvaAdvogado, professor, membro do comitê jurídico da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) e coordenador da diretoria da pessoa com deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro.Liana Lopes BassiDoutora em Serviço Social e Políticas Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Presidente da Federação Paranaense das Associações de Síndrome de Down (FEPASD).Jarbas Feldner de BarrosProfessor e presidente da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes).Flávio ArnsSenador da República. Ex-secretário de educação do estado do Paraná.Cléo BohnPresidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).Ficha técnicaProdução, reportagem e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia FurnariDireção, roteiro e sonorização: Tomás Chiaverini

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #59: Iveth Whitaker

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 146:40


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação, Mestrado e Doutorado em Enfermagem, líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma, Iveth Whitaker.Só vem!>> OUÇA (146min 40s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, janeiro é tempo de recomeços - e o recomeço mais importante é o momento em que acordamos, todos os dias.Afinal, a escolha da manhã muda tudo:- Vestir a roupa de treino assim que acorda — mesmo treinando só à tarde — aumenta a chance de cumprir a meta.- Colocar uma peça inteligente para trabalhar ou criar conteúdo te coloca instantaneamente em modo produtivo e confiante.- Mesmo para ficar em casa, trocar o pijama por um look confortável e bonito muda o humor, a energia e a presença.Ou seja: a Insider entra no seu ritual matinal e acompanha sua rotina com naturalidade.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto, ou 15% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.E bons recomeços pra você!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Iveth Yamaguchi Whitaker possui graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Londrina (1979), mestrado em Enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade Federal de São Paulo (1994) e doutorado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (2000).Atualmente é Professora Associado (aposentada) do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo, vinculada às linhas de pesquisa Cuidado Clínico em Enfermagem e Saúde e Fundamentos Métodos Processos e Tecnologia em Enfermagem.Participou das atividades do European Center for Injury Prevention na Universidad de Navarra na Espanha.Desenvolve pesquisa com ênfase em morbidade e mortalidade hospitalar em trauma, índices de gravidade e indicadores em trauma; cuidados intensivos com foco na carga de trabalho de enfermagem, avaliação de risco de lesão por pressão, nutrição enteral e delirium.É lider do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma: emergência e cuidados intensivos e possui parceria com pesquisadora da Faculdad de Enfermería da Universidad de Cantábria e do Instituto de Investigación Marques de Valdecilla (IDIVAL) da Espanha.Lattes: http://lattes.cnpq.br/4954772252354513*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

HLTH Matters
Eliminating Data Waste: How Amgen's Leandro Boer Is Reimagining Precision Medicine and Patient Equity

HLTH Matters

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 17:33


About Leandro Boer:Leandro Boer, MD, PhD, is a seasoned global biopharmaceutical executive and physician specializing in cardiology and cardiovascular pharmacology. Currently serving as Vice President of US Medical, General Medicines at Amgen, he leads medical strategy and execution across cardiovascular, bone, neuroscience, nephrology, and obesity therapeutic areas, overseeing a nationwide organization of over 100 professionals. With more than two decades of experience spanning the United States, Latin America, Canada, Africa, and the Middle East, Dr. Boer has built a distinguished career at leading companies such as Amgen, AstraZeneca, and Novartis.His leadership has shaped global and regional initiatives in medical affairs, clinical development, real-world evidence generation, regulatory strategy, and implementation science. Clinically, his expertise covers resistant hypertension, type 2 diabetes, obesity, heart failure, chronic kidney disease, and hyperlipidemia. Known for combining scientific rigor with strategic vision, Dr. Boer has directed cross-functional teams supporting drug development, commercialization, and lifecycle management across multiple therapeutic areas.A medical doctor trained in cardiology with a Ph.D. in cardiovascular pharmacology from Universidade Estadual de Campinas, Dr. Boer has consistently demonstrated a commitment to advancing evidence-based medicine, patient outcomes, and collaborative leadership within the healthcare ecosystem.Things You'll Learn:The foundation of innovation lies in focusing on what never changes—patients, healthcare providers, and equitable systems of care.Amgen's precision medicine and data-driven strategies prevent “data waste” and ensure every insight contributes to patient outcomes.Machine learning tools like Atomic are accelerating clinical trials by predicting successful sites, leading to faster drug development.The company's bold goal to reduce cardiovascular events by 50% by 2030 relies on partnerships, AI, and implementation science.Representation in clinical research and decentralized trials is crucial to ensuring equitable access and meaningful outcomes for all populations.Resources:Connect with and follow Leandro Boer on LinkedIn.Follow Amgen on LinkedIn and explore their website.

Oxigênio
#211 – Mãos à Obra – Ep. 2

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 25:20


No segundo episódio da série “Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro”, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini contam como é o delicado processo de restauro de obras de arte danificadas. É um trabalho minucioso que envolve vários experimentos, alguns deles realizados no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), usando as linhas de luz do acelerador de partícula Sirius. Eles também te contam como o restauro das obras danificadas nos ataques golpistas é um sinal de fortalecimento dos símbolos da democracia brasileira. _____________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque –  8 de Janeiro” – Ep.2 Mãos à Obra Presidente Lula: Hoje, é dia de dizermos em alto e bom som, ainda estamos aqui, ao contrário do que planejávamos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Se essas obras de arte estão aqui de volta, restauradas com esmero por homens e mulheres que a elas dedicaram mais de 1.760 horas de suas vidas, é porque a democracia venceu. Muito obrigado, companheiros. Aurélio: Este é o segundo episódio da série sobre a restauração das obras vandalizadas no 8 de janeiro de 2023. Se você ainda não escutou o episódio anterior, dá uma olhadinha nele e aí volta pra cá, porque hoje nós vamos nos aprofundar em toda a ciência do restauro de uma obra rara e também pensar sobre o atual cenário da democracia brasileira.  Marcos: Eu sou o Marcos Ferreira, um dos apresentadores dessa série. Aurélio: E eu sou o Aurélio Pena, e você está ouvindo o Podcast Oxigênio. Aurélio: Uma das obras mais famosas entre as restaurações é o mural Mulatas à Mesa, de Di Cavalcanti, parte do acervo do Palácio da Alvorada. Natural da cidade do Rio de Janeiro, Di Cavalcanti viveu entre 1897 e 1976. O artista modernista produziu principalmente pinturas, desenhos, murais e caricaturas. Suas reconhecidas cores vibrantes e temas tipicamente brasileiros o tornaram um dos grandes nomes da pintura e do modernismo do Brasil.  Marcos: A obra, produzida em 1962, mostra uma cena na qual predominam figuras femininas, as chamadas mulatas, retratadas com curvas voluptuosas, pele morena e uma postura que mistura sensualidade e introspecção. Elas aparecem em um ambiente descontraído, cercadas por elementos tropicais, como frutas e flores, que evocam a exuberância e o calor do Brasil. A pintura é de grande importância porque reflete a valorização da cultura e da identidade nacional, exaltando a miscigenação como um elemento central do Brasil. Di Cavalcanti buscou celebrar a mulher brasileira, representando não apenas a sua beleza, mas também como um símbolo da força e do espírito nacional. Foi essa obra que levou sete facadas.  Aurélio: A cultura japonesa tem um tipo de arte chamado Kintsugi. Nela as rachaduras e avarias de um objeto são mantidas e valorizadas, normalmente com ouro. Essas imperfeições contam a história desses objetos. Marcos: Uma lógica parecida com a do Kintsugi foi utilizada na restauração da Mulatas à Mesa, como nos contou a coordenadora do projeto de restauro, a professora Andréia Bachettini, que você também ouviu no primeiro episódio desta série. Andréia Bachettini: Quando eu desembrulhei ela lá no início, em setembro de 23, eu fiquei muito impactada assim com a brutalidade que ela foi agredida. E o processo de restauração foi muito pensado assim, como que a gente vai não tirar o valor dessa obra, mas também a gente não podia esconder essas marcas que ela sofreu, essas sete perfurações que ela sofreu. Então a gente optou por remover esse reentelamento, o reentelamento, para os leigos, é colar uma tela para dar sustentabilidade à tela original. Então ela já tinha essa tela, ela tem a tela original, e colada a ela um outro linho que era um tecido bem resistente. Esses dois tecidos foram rasgados, inclusive a sustentação dela é feita com um bastidor em madeira que também foi quebrado, os montantes, as travas desse bastidor foram quebradas. Então a gente teve que fazer uma substituição de travas do bastidor, e aí optamos então por fazer um reentelamento com o tecido de poliéster de vela de barco, de vela, que é transparente assim, e não esconderia então as cicatrizes por trás da obra. Pela frente ela ficou imperceptível, a gente fez a restauração com a técnica de pontilhismo, que são sobreposição de pontinhos na cor, dando a ilusão de ótica da cor na superfície. Então ela fica imperceptível pela frente, mas pelo verso as marcas dessa restauração estão evidenciadas. Aurélio: Ao destacar a figura da mulata, que frequentemente é marginalizada na sociedade brasileira, a obra também provoca reflexões sobre questões sociais, como a posição da mulher negra e mestiça no Brasil. Assim, vai além da mera representação de uma imagem, tornando-se um manifesto visual da busca por uma identidade cultural, nacional e autêntica no contexto modernista. Marcos: O restauro de uma obra é extremamente sofisticado, e envolve profissionais de áreas das quais normalmente nem imaginamos. Um exemplo disso é que parte do projeto exigiu um estudo das tintas e vernizes utilizadas nos quadros danificados, feita por cientistas de materiais.  Andréia Bachettini: Falando um pouquinho do ofício, hoje a conservação e restauração não é só um artesanato, só o fazer, a habilidade manual. Claro que existe a necessidade de ter habilidade manual para interferir em uma obra, mas por trás de tudo isso, tem muita ciência, muito estudo. A gente tem que conhecer os materiais que foram feitos nessas obras. É um trabalho multidisciplinar, envolve profissionais da química, da biologia, da arquitetura, da física, da história da arte, da conservação e restauração, da museologia. Pensar como essa obra vai ficar exposta depois. Então são muitos profissionais envolvidos na restauração hoje.  Aurélio: Compreender com precisão a composição dessas tintas é uma etapa importante, pois permite aos restauradores recriar os materiais que serão utilizados para recuperar as obras, garantindo que elas fiquem quase como se fossem tocadas. Essa tarefa não é simples, já que muitas vezes as tintas usadas no passado são bem diferentes das que nós temos hoje. Além disso, é comum que artistas misturem diversos meios e pigmentos para conseguir os efeitos desejados. Em alguns casos, faziam as próprias tintas, sem deixar registro sobre esse processo. Marcos: Para entender um pouco mais sobre como o estudo dos vernizes e tintas foi feito, conversamos com dois professores da Universidade Federal de Pelotas, o Bruno Nuremberg e o Mateus Ferrer, que atuaram nas análises químicas das obras danificadas pelos golpistas.  Aurélio: Bruno, você pode contar um pouquinho pra gente como se deu esse estudo?  Bruno Nuremberg: Em janeiro de 2024, a gente já estava montando o laboratório lá em Brasília para realizar esse projeto de restauro. Claro que a base dele é a parte do restauro dessas obras, mas ele também contou com várias ações pontuais, dentre elas a que eu e o Mateus a gente está desenvolvendo até agora, que seria o quê? Seria a pesquisa dos materiais presentes nesses bens culturais para fazer toda uma parte de documentação, um estudo dos materiais utilizados pelo artista, tentar descobrir novas informações. Aurélio: E por que é feito um estudo dos materiais presentes nas obras?  Bruno Nuremberg: Então a gente pode utilizar essas técnicas na parte do pré-restauro. Por exemplo, eu tenho um quadro e nesse quadro eu preciso remover o verniz dele porque ele passou por um processo de oxidação.  Marcos: A oxidação que o professor Bruno mencionou é uma reação química que acontece com o oxigênio do ar e que acaba desgastando um material. Bruno Nuremberg:  Então se eu tiver conhecimento do material que compõe esse meu verniz, ou seja, do aglutinante, do polímero, eu vou conseguir estar direcionando um solvente muito mais adequado para ser aplicado nesse processo de remoção desse verniz. Outro ponto muito importante é que conhecendo esses materiais a gente também consegue direcionar mais corretamente, digamos assim, quais materiais devem ser utilizados no processo de restauração, no processo de intervenção. Então todo material que eu vou aplicar numa obra de arte, ele não pode ser exatamente da mesma composição. Ele tem que ter a mesma característica estética, mas a parte química dele tem que ser diferente. Por que isso? Porque daqui a 15, 20 anos um novo restaurador vai trabalhar em cima dessa tela e ele tem que distinguir os materiais que foram aplicados ali naquela intervenção. Eles têm que ser quimicamente diferentes. Então no futuro, daqui a 50, 100 anos, quando essa obra precisar passar por um processo de limpeza ou de reintegração pictórica, que seria o processo de repintar perdas, as pessoas já vão ter essas informações ali, quais materiais foram utilizados, vão ter, enfim, tudo caracterizado quimicamente, dados robustos e confiáveis do que aquela obra presença de materialidade. Então se eu tenho, por exemplo, uma pintura a óleo e eu vou fazer uma reintegração com óleo, se eu precisar retirar no futuro essa intervenção que eu fiz, eu vou estar causando um dano na pintura original que também era a base de óleo Marcos: E Bruno, quais são os desafios na caracterização dos componentes químicos dessas obras de arte?  Bruno Nuremberg: Quando a gente se depara com esse tipo de amostra, a gente encontra desafios que, digamos assim, na pesquisa tradicional de engenharia de materiais, da química, a gente não tem. O número de amostras que a gente pode coletar de uma obra de arte, ele não é ilimitado. Então a gente tem que ter uma série de autorizações, a gente tem que ver, tem vários critérios que a gente tem que seguir para poder realizar essas amostragens. As amostras que a gente coleta tem em torno de um milímetro quadrado, digamos assim. Então são amostras super pequenas. Então a gente tem numa pintura, por exemplo, tu vai encontrar aglutinantes de vernizes, tu vai encontrar cargas, tu vai encontrar aditivos, tu vai encontrar pigmentos, tu vai encontrar dois, três tipos de aglutinantes. Então essa sopa química dentro desse universo microscópico é o que a gente tem que realizar de caracterização. Aurélio: Esse tal aglutinante de verniz que o Bruno mencionou é também conhecido como ligante. Ele é o componente essencial que atua como base da formulação e é responsável por unir todos os outros ingredientes, como pigmentos e aditivos das tintas, e por formar uma película na superfície da obra que protege ela.  Marcos: Nós conversamos também com o professor Mateus Ferrer, que também é da UFPel, que trabalhou junto com o Bruno no estudo desses materiais das obras raras. Ele nos contou um pouquinho de como isso foi feito.  Mateus Ferrer: Primeiro que ali não são somente pinturas, não são somente telas. Nós temos diversos tipos de obras, inclusive materiais cerâmicos, telas de várias épocas, pintores diferentes, com técnicas e materiais diferentes. Então isso gera uma complexidade e a gente nota uma complexidade até mesmo na literatura.  Marcos: Para determinar com alta precisão os constituintes de amostras muito pequenas das telas, os professores Bruno e Mateus utilizaram diversas técnicas avançadas de análise. Algumas foram realizadas na própria universidade, enquanto outras foram feitas em instalações abertas para toda a comunidade científica, no CNPEM, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, que fica em Campinas/SP. Uma delas é a técnica de espectroscopia de infravermelho, que permite identificar e medir quais substâncias estão presentes nas obras do acervo nacional.  Mateus Ferrer: Então a gente tem o que a gente encontra na literatura, de forma muito vaga, e tem o nosso conhecimento do nosso grupo, que de fato a gente está explorando, buscando novas técnicas, buscando ferramentas, buscando laboratórios parceiros, buscando projetos como o caso do Sirius, que esse foi o primeiro projeto e não será o único, haverão outros projetos que a gente precisa de super laboratórios e equipamentos que a gente não tem na nossa estrutura.  Aurélio: Isso só é possível porque existe uma interação entre o infravermelho e as substâncias estudadas, mais especificamente, quando as moléculas das tintas ou dos vernizes conseguem interagir com a luz infravermelha. O nome disso é atividade do infravermelho. Dessa maneira, parte dessa luz interage com a amostra, podendo ser absorvida por ela, sendo isso detectado e medido pelo equipamento. Marcos: É interessante destacar que a infraestrutura de estudos com o infravermelho beneficia toda a comunidade científica brasileira, estando disponível na linha de luz Imbuia, uma das linhas de luz do Sirius, um acelerador de partículas de última geração e o mais famoso equipamento do CNPEM. A nossa Imbuia é a única linha de luz infravermelha em um equipamento desse tipo no mundo todo, mostrando para a comunidade científica internacional que o Brasil é, sim, líder em ciência de ponta.  Bruno Nuremberg: A gente consegue obter informações a respeito dos pigmentos pela espectroscopia Raman, a espectroscopia infravermelho, para a gente identificar especialmente a parte orgânica, então quais são os polímeros que compõem essa tinta, quais são os polímeros que compõem os vernizes, e a parte de microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia de fluorescência para fazer a identificação de elementos, elementos químicos. Então, essas três técnicas aplicadas, a gente geralmente consegue informações bem completas, essas informações se complementam para a gente montar o quebra-cabeça de cada uma dessas micro amostras. Aurélio: A espectroscopia Raman é uma técnica de análise que utiliza a interação da luz com a amostra para obter informações sobre a sua estrutura molecular e a composição química. Marcos: Já a microscopia eletrônica de varredura, mencionada pelo Bruno, é uma técnica para gerar imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Isso acontece ao se varrer cada ponto da superfície da amostra com um feixe de elétrons bem pequeno e focado. Bruno Nuremberg: O projeto que foi submetido lá foi para utilizar o micro-FTIR, na linha Imbuia-micro. O nosso objetivo lá, então, era fazer o mapeamento químico da fração orgânica da obra do Di Cavalcanti, intitulada Mulatas à Mesa. Então, o nosso objetivo, na verdade, era identificar quais compostos orgânicos estavam presentes dentro de cada uma das camadinhas que compõem a nossa tela. A gente teve, além da utilização do equipamento, toda uma parte de preparo de amostras que foi bem complexa.  Aurélio: O professor Mateus também explicou que, para conseguir analisar essas amostras, que em geral são bem complexas, foi muito importante a ajuda da equipe científica do CNPEM, para que algumas dificuldades fossem superadas.  Mateus Ferrer: Além do pessoal da Imbuia, incluindo o cientista de linha, que foi o Bruno, o pessoal da LCRIO (Laboratório de Preparações Criogênicas), a gente teve muita dificuldade ali com essas obras. Cada uma tinha um tipo de densidade, um tipo de dureza, e junto também com a pesquisadora Juliana, do nosso grupo também, que se dedicou bastante nos cortes ali. Eu acredito que esse foi um dos grandes desafios, que a gente tinha pouquíssima amostra, quase a gente não enxergava as amostras, então a gente tinha que preparar essas amostras e para depois fazer o infravermelho com diversas formas que a gente usou ali. Mas eu acho que o grande diferencial que a gente teve ali foi realmente o mapeamento, o infravermelho acoplado com o mapeamento, que a gente conseguia encontrar as composições e as regiões daquele determinado material que a gente enxergava. Então a gente conseguia ver as camadas, mais a quantidade de materiais ali que faziam parte daquelas amostras.  Marcos: Professor Mateus, conta para a gente como o estudo químico dos materiais usados nas obras de arte pode também resultar em novos conhecimentos artísticos e históricos.  Mateus Ferrer: Quando a gente começa a entrar nesse mundo de entender o material, a gente começa a ver e comprovar de fato que a arte é um reflexo da história. Lógico que a gente tem obras também nacionais e de artistas de fora do Brasil, mas a gente começa a entender um pouquinho da história da forma como nunca ninguém viu. Eu sei que tem pessoas que criticam quando a gente quer olhar a obra de uma forma mais lógica, de uma forma científica, mas a gente começa também a pegar uma essência que não está diretamente impressa ali na obra. A gente começa a entender qual o material que aquela pessoa utilizava, a gente começa a ver discrepâncias, por exemplo, uma pessoa de classe média acima usava e uma pessoa de classe inferior usava. Então, a gente começa a entender a história e também extrair algum tipo de sentimento ali entendendo o material que foi utilizado naquela obra. São pistas para a gente, para que a gente possa entender naquela época qual era o tipo de pigmento, qual era o tipo de resina, no caso pega uma composição da tinta no geral ali ou no verniz que se utilizava, por que tal pintor utilizava materiais totalmente diferentes do que era dessa época. É dessa época mesmo? Então são questões aí que a gente, são pistas, é um processo investigativo realmente que a gente tem que ir aí se apoiando também na história. Presidente Lula: Se essas obras de arte estão aqui de volta é porque a democracia venceu, caso contrário estariam destruídas para sempre e tantas outras obras inestimáveis teriam o mesmo destino da tela de Di Cavalcanti, vítima do ódio daqueles que sabem que a arte e a cultura carregam a história e a memória de um povo. A arte e a cultura que as ditaduras odeiam, a história e a memória que sempre tentaram apagar. Estamos aqui porque é preciso lembrar para que ninguém esqueça, para que nunca mais aconteça. Aurélio: Em janeiro de 2025, em um evento comemorativo da finalização do processo de restauro das obras em Brasília, o presidente Lula discursou sobre a importância do reestabelecimento do acervo nacional e também da nossa democracia. Marcos: A fala de Lula sobre a finalização do projeto é um exemplo claro de como a manutenção da cultura e história de um país é também o restauro da democracia brasileira. Não é possível uma democracia saudável existir sem um patrimônio material, mantido em bom estado e celebrado nos espaços públicos, acessíveis para todas as gerações, por meio dos aparelhos de cultura. Aurélio: Sobre isso, o professor Mateus comenta sobre a falta de incentivos para áreas como as artes, os estudos museológicos, a manutenção e o restauro dos nossos acervos históricos.  Mateus Ferrer: É muito difícil a gente pensar em incentivos na parte de restauro e proteção quando a gente vê que a gente não dá valor às nossas obras. Então como é que a gente está pensando em incentivos, em proteger algo que a gente não valoriza? Então a gente precisa pensar realmente de incentivos na arte como um todo, dos nossos artistas, das obras que a gente tem, dos legados já que foram deixados aí e lógico isso vai vir também um incentivo na proteção desse patrimônio material que é tão precioso e tão fantástico e diversificado aqui no nosso país. Aurélio: Agora que já temos as obras restauradas e os golpistas que as danificaram vêm sendo julgados e punidos, o que o futuro promete? A democracia voltou à sua normalidade ou ainda se encontra ameaçada?  Jornalista 1: Um protesto pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista em São Paulo.  Jornalista 2: O ex-presidente Jair Bolsonaro e sete governadores participaram da manifestação. Bolsonaro: O movimento aqui hoje é pela anistia, pela liberdade das pessoas de bem que nunca pegaram arma na sua vida, tanto é aquele dos condenados que estão respondendo o processo, não achei ninguém com qualquer passagem pela polícia. Música (Marcelo Crivella): A anistia chegou, é a justiça mais ampla.  Aurélio: Fizemos essa pergunta para o cientista político e professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero Leiner, que você já deve ter ouvido no episódio anterior.  Piero Leiner: Diante desse cenário, os problemas para a democracia foram tão profundos no Brasil e tão pouco solucionados que a gente só está vivendo, assim como aquele corredor que começa tropeçando e não consegue reestabelecer o equilíbrio. A restituição do nosso processo democrático está demorando demais para acontecer, porque a máquina está ocupada em lidar com esse excesso de ruído que essas coisas todas vinculadas ao Bolsonaro e ao bolsonarismo criaram durante esses últimos anos. O bolsonarismo radicaliza cada vez mais para a extrema direita e agora com o Trump, então, isso vai escalar muito mais e o Lula acaba indo também no vácuo disso para o campo do centro-centro-direita, o que é um problema. Agora, o que vai ser nos próximos dois anos? Bom, eu acho que isso ainda está incerto, não dá para saber exatamente o que vai rolar, mas tem pesquisas mostrando um Lula muito pouco competitivo hoje já. Marcos: O professor Piero também nos contou sobre como Bolsonaro, de certa maneira, sempre buscou se vender como antissistêmico, por mais que antes da presidência, ele e a sua família já estivessem no sistema político brasileiro há décadas. Piero Leiner: Eu acho que muita gente está com uma espécie de ideia fixa na ideia de uma espécie de utopia regressiva, de que a gente vive numa sociedade extremamente desorganizada e que é uma sociedade cujos pilares são estabelecidos por uns poucos agentes que controlam a ordem das coisas a partir de uma espécie de sala secreta. É um pouco uma espécie de visão conspiratória tá? Que começa daquela percepção muito comum, muito do senso comum, de que os políticos são uma casta que só trabalha em benefício próprio, que conseguem produzir um sistema que beneficia a eles e que a sociedade é alguma coisa completamente separada ou apartada desse sistema. E a partir de um determinado momento, as pessoas passaram a botar na cabeça a ideia de que precisaria vir uma espécie de agente antissistêmico ou antissistema para fazer uma reviravolta na vida social. Quando, na verdade, isso é um engodo, uma mega farsa. Como é possível um cara ser liberal e antissistêmico ao mesmo tempo? Então, essa rebelião brasileira é uma rebelião profundamente auto-enganada, porque eles procuram justamente os agentes da ordem e da ordem que cria a própria desordem para fazer o seu movimento de rebelião. Ou seja, já é uma rebelião que nasce equivocada do começo. Me parece que tem como grande tarefa esvaziar aí sim o potencial de transformador que poderia estar ancorado a um campo popular de esquerda, etc., e tal. Marcos: Chegamos ao final do nosso episódio. Se você gostou, não se esqueça de deixar cinco estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes e também compartilhe o Oxigênio com os seus amigos em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas disponíveis na internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, o Labjor da Unicamp, em especial a coordenadora do Oxigênio, a professora Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até mais! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: professores da Universidade Federal de Pelotas: Andréa Lacerda Bachettini, Bruno Noremberg, Mateus Ferrer e, Piero Leirner, da Universidade Federal de São Carlos. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Músicas: Youtube Audio Library (sem atribuição necessária) e “A Anistia Chegou” de Marcelo Crivella. Para saber mais:  Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m  

Oxigênio
#210 – Restauros de um golpe – Ep. 1

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 18:34


No primeiro episódio do ano, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini retomam os eventos do 8 de janeiro de 2023 para pensar como a destruição de obras de arte reflete a forma de pensar que motivaram as ações golpistas nesse dia. E depois, como o restauro dessas obras pode ajudar a elaborar a reconstrução da democracia no país? No episódio, você escuta pesquisadores que explicam os impactos dos atos golpistas e também como foi o processo de restauro das obras danificadas. _________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque –  8 de Janeiro” – Ep.1 Restauros de um golpe Golpistas: Quebra tudo. Vamos entrar e tomar o que é nosso. Chega de palhaçada. Marcos: Quebradeira, gritaria e confusão. Ouvindo essa baderna, pode-se imaginar que estamos falando de um cenário de guerra. Mas esse foi o som ouvido durante os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Golpistas: Entremos no Palácio dos Três Poderes. Telejornalista: Milhares de pessoas invadiram a sede dos três poderes em 8 de janeiro de 2023. Elas não aceitavam a derrota de Jair Bolsonaro e pediam um golpe de Estado. Golpistas: Intervenção federal. Intervenção federal. Telejornalista: De lá pra cá, investigações da Polícia Federal descobriram que a tentativa de golpe começou meses antes. Políticos e militares alinhados a Bolsonaro se reuniram e elaboraram planos para permanecer no poder. Para eles, era importante que os manifestantes se mantivessem exaltados. Aurélio: Durante o atentado, os golpistas danificaram diversas obras de arte do Acervo Nacional, sendo elas de valor inestimável para a cultura, memória e história do nosso país. Quadros como o Mulatas à Mesa, do pintor Emiliano di Cavalcanti, o retrato de Duque de Caxias, do artista Oswaldo Teixeira e o Relógio de Baltasar Martinot são apenas alguns dos itens danificados e destruídos. Marcos: Os escombros de toda essa devastação não foram simplesmente abandonados. Hoje, tais obras estão restauradas, quase como se nada tivesse acontecido naquele dia fatídico. E é isso que a gente vai contar pra você nesta série, com dois episódios. No episódio de hoje, vamos rememorar como foi o dia da invasão à Brasília. Vamos também conhecer um pouco sobre as etapas do processo de restauro das obras que pertencem ao nosso Acervo Nacional, que você já consegue visitar novamente. E no próximo episódio, vamos explorar mais detalhes dos desafios técnicos e científicos em se estudar e restaurar as obras raras no Brasil, de forma mais aprofundada. Aurélio: Eu sou Aurélio Pena. Marcos: E eu sou o Marcos Ferreira. Aurélio: Nosso editor é Rogério Bordini. E este é o podcast Oxigênio. Vinheta: Você está ouvindo Oxigênio. Aurélio: Para entender a importância desse restauro, primeiro a gente precisa saber um pouquinho sobre o que foi o 8 de janeiro. Marcos: A mudança do ano de 2022 para 2023 foi o período de troca entre governos presidenciais no Brasil. Em 2022, o atual presidente Lula foi eleito com 50,9% dos votos contra 49,1% para o agora ex-presidente Bolsonaro, durante o segundo turno das eleições. Essa disputa acirradíssima representa uma enorme divisão política no Brasil, como nunca tivemos antes na nossa história. Aurélio: O cenário era de tensão. Durante anos, Bolsonaro vinha questionando a legitimidade das eleições e dando declarações favoráveis a um golpe de Estado, caso não vencesse as eleições. Bolsonaro: Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições vai ter um caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha, uma fogueira. Nós não podemos, pessoal, deixar chegar as eleições, acontecer o que tá pintado, tá pintado. Eu parei de falar em votos, em eleições há umas três semanas… Cês tão vendo agora que acho que chegaram à conclusão, a gente vai ter que fazer alguma coisa antes. Aurélio: Dessa forma, quando o ex-presidente foi derrotado nas urnas, ele já havia plantado as sementes de uma revolta antidemocrática que explodiu nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Marcos: Vale ressaltar que as inúmeras alegações de fraude eleitoral feitas por Bolsonaro nunca foram confirmadas. Pelo contrário, segundo um relatório encomendado pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, que contou com uma análise de nove organizações internacionais independentes, o sistema eleitoral brasileiro é, abre aspas, ”seguro, confiável, transparente, eficaz, e as urnas eletrônicas são uma fortaleza da democracia”, fecha aspas.  E ainda mais, o próprio ex-presidente nunca forneceu evidências que suportassem essas alegações. Aurélio: Em 8 de janeiro de 2023, uma semana após a posse de Lula, alguns grupos alinhados ao bolsonarismo, insatisfeitos com o resultado da eleição e, claro, influenciados por discursos de contestação ao processo eleitoral, organizaram as manifestações que culminaram na invasão de prédios dos três poderes da república na cidade de Brasília. Trajados de verde e amarelo, os golpistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, que é a sede do Executivo, e o Supremo Tribunal Federal, que a gente conhece como STF. Esses edifícios são símbolos da democracia brasileira e abrigam as principais instituições políticas do nosso país. Marcos: Durante os ataques, os golpistas destruíram janelas, móveis, obras de arte históricas, documentos e equipamentos. Além disso, realizaram pichações, roubaram objetos e tentaram impor sua insatisfação por meio de atos de vandalismo e intimidação. Hoje sabemos que uma parcela das Forças Armadas foi conivente com os atos antidemocráticos e, por conta disso, a devastação causada pelos bolsonaristas foi imensa, principalmente ao acervo histórico e cultural nacional. Aurélio: No próprio dia desses ataques, centenas de manifestantes foram detidos e investigações subsequentes foram e vêm sendo conduzidas para identificar os organizadores e os financiadores dessas ações. Marcos: Em março de 2025, Bolsonaro se tornou réu em ação penal sobre a acusação dos crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estad; Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. E em novembro de 2025, o ex-presidente foi condenado pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, a 27 anos e 3 meses de cumprimento de pena em regime fechado, tornando Bolsonaro inelegível até 2060. Pelo menos essas são as últimas informações até a gravação deste episódio. Aurélio: Para ter uma maior noção do significado político dos atos do 8 de janeiro, conversamos com o Leirner, professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Ele fez uma análise desse crescente cenário antidemocrático desde o ano de 2013 até hoje. Marcos: Professor Piero, como a nossa democracia chegou ao ponto de termos vivenciado esses atos golpistas no 8 de janeiro de 2023? Piero: Esse é um ponto que eu acho que talvez divirja um pouco de algumas leituras, porque eu acho que o fenômeno Bolsonaro é secundário em relação ao fenômeno do desajuste institucional que a gente começou a viver no pós-2013. Após junho de 2013, houve uma espécie de janela de oportunidade, uma condição para que certos atores institucionais promovessem uma desorganização desses parâmetros que a gente está entendendo como parâmetros da democracia. Basicamente, esses atores são muitos e estão ramificados pela sociedade como um todo, mas me interessa, sobretudo, quem foram os atores estatais que produziram esse desarranjo, lembrando que eles são atores que têm muito poder. Basicamente, eu acho que esses atores estatais vieram de dois campos, o judiciário de um lado e os militares de outro. Ambos contribuíram de maneira absolutamente problemática para esse desarranjo institucional. Marcos: As investigações relacionadas à invasão de Brasília, realizadas pelo STF, responsabilizaram cerca de 900 pessoas por participação nos ataques. Os crimes realizados pelos golpistas estão nas categorias de: Associação criminosa; Abolição à violência do Estado Democrático de Direito; e danos ao patrimônio público. Aurélio: Além de Bolsonaro, outros dois grandes envolvidos na trama golpista chegaram a ser presos. O Tenente-Coronel Mauro Cid, em março de 2024, por coordenar financiadores privados dos ataques e manifestações golpistas. E o General Walter Braga Neto, preso em dezembro de 2024, por dar suporte estratégico aos golpistas, fornecendo estrutura para que eles não fossem interceptados. Piero: Eu não quero tirar, evidentemente, o caráter golpista do que aconteceu no dia 8 de janeiro de 23, mas eu queria chamar a atenção para um aspecto que eu só vi considerado nas reflexões de um livro chamado “Oito de Janeiro, A Rebelião dos Manés”. Eu acho que eles trabalham um lado, que é um lado que é bastante interessante, do ponto de vista de quem está pensando a questão simbólica do que foi a conquista do Palácio. E do fato desse grupo ter sequestrado todo o potencial antissistêmico e iconoclasta, que é, vamos dizer assim, tradicionalmente, um potencial atribuído àquilo que a gente pode entender como, vamos dizer assim, a potência virtual da massa revolucionária da esquerda. Há muito tempo a gente vê essa ideia da direita sequestrando, primeiro, a ideia de linguagem antissistêmica.  Aurélio: Conforme nos conta Piero, a destruição do acervo nacional possui também um aspecto simbólico de destruição da democracia e da cultura por uma massa que se imagina antissistema.   Marcos: Meses após a triste destruição do acervo nacional em Brasília, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, junto com instituições parceiras, iniciou o projeto de recuperação das obras danificadas. Aurélio: A equipe do projeto contou com diversos restauradores profissionais, da Universidade Federal de Pelotas, a UFPel, que hoje é uma das instituições com grande tradição em formar restauradores no nosso país. O projeto durou cerca de 10 meses, sendo que todos os restauros foram entregues em janeiro de 2025. Marcos: E para entender como é realizado esse processo de resgatar um patrimônio vandalizado, a gente conversou com uma especialista que coordenou esse enorme desafio. Andréa: Bem, eu sou a professora Andréa Lacerda Bachettini, sou professora do departamento de museologia, conservação e restauro do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas, na qual também sou vice-diretora do Instituto do ICH. E atualmente eu coordeno esse projeto que se chama LACORP, Laboratório Aberto de Conservação e Restauração de Pintura, que coordenou então as restaurações das obras vandalizadas no 8 de janeiro do Palácio do Planalto, em Brasília. Contando um pouquinho a história desse projeto, ele começa justamente lá no 8 de janeiro de 23, quando aconteceu o ataque às instituições em Brasília. O nosso grupo de professores ficou muito estarrecido com tudo que a gente estava acompanhando nas mídias e nas redes sociais e pela televisão ao vivo, a destruição das praças e das instituições dos três poderes. Marcos: E Andréa, como que foi o início desse processo e o seu primeiro contato com as obras danificadas? Andréa: Inicialmente a gente recebeu um dossiê de 20 obras danificadas no 8 de janeiro, muito minucioso, com detalhamento enorme do estado de degradação que elas se encontravam. E aí foi nessa oportunidade que a gente viu as obras pessoalmente. Eu fico emocionada e arrepiada até hoje quando eu lembro da gente ver, por exemplo, a obra do Flautista do Bruno Jorge, que é uma obra em metal, ela é um bronze, e ela tem uns 2,8 metros de altura, e ela tem uma barra de ferro maciça por dentro, e ela estava fraturada em quatro pedaços. Aurélio: Conforme nos contou Andréa, a equipe de restauração realmente fez um trabalho bem impressionante, que demandou construir um laboratório todo lá em Brasília para conseguir trabalhar com as obras. Andréa: Então, o projeto tinha inicialmente cinco metas, a meta 1, que era a restauração das obras de arte, das 20 obras, com também a montagem de um laboratório em Brasília. Por que a montagem de um laboratório em Brasília? Pelo custo do seguro dessas obras de arte. O seguro das obras de arte inviabilizaria o projeto, levando essas obras para a Pelotas. Até porque, para vocês terem uma ideia, o laboratório foi montado, então, dentro do Palácio do Alvorada, que é a residência do presidente da República, e nós tivemos que levar uma série de equipamentos, produtos solventes, reagentes químicos, que são usados até para outras substâncias, fazer bombas, então a gente tinha que ter uma série de autorizações para poder entrar com esses insumos dentro da casa do presidente. Então, era uma rotina de trabalho bem difícil logo no início, até por questões de segurança mesmo da presidência, por causa desse atentado. E hoje a gente descobre que existiam até outros planos de assassinato do presidente, vice-presidente… Então, hoje a gente fica pensando, ainda bem que existiu toda essa segurança no início. Marcos: E você pode contar para a gente como se deu a finalização desse projeto? Nós ficamos sabendo que vocês estiveram em Brasília com o presidente Lula. Como foi isso? Andréa: Na finalização do projeto, agora no dia 8 de janeiro de 25, lá em Brasília, a gente então presenteou os alunos das escolas que participaram de oficinas, presentearam o presidente Lula com uma réplica da miniânfora e também a releitura da obra do Di Cavalcanti. Tudo foi muito gratificante, tudo muito emocional, a gente montou uma exposição na sede do Iphan em Brasília, em agosto, quando a gente fez também um seminário para apresentar as nossas etapas da restauração e todos os colegas, o desenvolvimento do projeto como um todo, foi aberto ao público, foi transmitido também pelos canais do Iphan, pelo YouTube, para nossos alunos em Pelotas também poderem acompanhar. Eu nunca imaginei que hoje, depois de 16 anos, a gente ia fazer um trabalho tão lindo, tão maravilhoso. Para a carreira da gente é muito bacana, mas como cidadã apaixonada pelo patrimônio cultural, pela arte, eu fico muito realizada, estou muito feliz. Aurélio: É muito lindo ver a paixão que a Andréa tem pelas obras e pela cultura brasileira, mas infelizmente a gente percebe que há muito descaso com a conservação do nosso patrimônio material. Pensando nisso, professora, qual é a importância da conservação e do restauro de acervos artísticos e culturais no Brasil? Andréa: A importância dessas obras restauradas é extremamente importante para a preservação da nossa memória, da nossa cultura, da nossa identidade. Pensar por que essas obras foram vitimizadas, foram violentadas. É importante também a democratização dessas obras, que as pessoas tenham acesso, que elas tenham representatividade. Muitas pessoas não conheciam essas obras, porque elas também ficam dentro de gabinetes. Como é importante a valorização da arte, do nosso patrimônio cultural, para a preservação da memória do nosso povo. E, sem isso, a gente não é um povo civilizado, porque isso é a barbárie que a gente passou. Eu fico pensando, a gente está devolvendo agora para a população brasileira essas obras que foram muito violentadas, dentro da sua integridade física, com uma pesquisa que mostra também a força das universidades, que foram também muito atacadas. Então, é a valorização disso tudo, da ciência, da arte, da cultura, do povo brasileiro. E mostrando que a gente tem resiliência, que a gente é forte, que a gente resiste. Que não é só uma tela rasgada, ela representa a brasilidade, a história da arte do nosso país. Marcos: Chegamos ao final do nosso primeiro episódio. No próximo, vamos nos aprofundar ainda mais nos inúmeros desafios enfrentados pela equipe de restauradores, e refletir sobre o estado da nossa democracia. Se você gostou, não se esqueça de deixar 5 estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes. E também, compartilhe Oxigênio com seus amigos e em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas da internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, LabJor da Unicamp. Em especial, a professora Simone Pallone de Figueiredo e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até o próximo episódio! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: Piero de Camargo Leirner, Andréa Lacerda Bachettini. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Para saber mais:  Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m

Cealecast
Cealecast #113: Adaptações de obras literárias para crianças e adolescentes

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 54:00


Neste episódio do Cealecast, a conversa propõe reflexões sobre as adaptações de obras literárias para crianças e adolescentes e suas contribuições para a formação de leitores e para as práticas pedagógicas na Educação Básica.A mediação é da professora do Centro Pedagógico da UFMG, doutora em Educação pela UFMG e pesquisadora do Ceale, Juçara Moreira Teixeira, com a participação do professor da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) e especialista em Literatura Infantil e Juvenil, Diógenes Buenos Aires de Carvalho.O diálogo aborda como os clássicos literários se transformam ao longo do tempo e ganham novas formas, linguagens e sentidos ao chegar ao público infantil e juvenil.Confira também no YouTube:https://youtu.be/xHCmABxkETU?si=5ZlFeTfWT4z7qeDAO Cealecast é o podcast bimestral do Ceale (Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita Magda Soares), da Faculdade de Educação da UFMG, sob coordenação da professora e pesquisadora Mônica Araújo.

Entrevistas Jornal Eldorado
Desigualdade entre homens e mulheres é a principal causa dos feminicídios, diz especialista

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 16:43


A cidade de São Paulo registrou, de janeiro a outubro de 2025, o maior número de feminicídios desde o início da séria histórica, em 2015, quando o crime foi tipificado em lei federal. Somente neste ano, foram 53 casos. Ao todo, o Estado de São Paulo teve, de janeiro a outubro deste ano, 207 registros de feminicídio. No País, dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que de janeiro a setembro de 2025 mais de 2,7 mil mulheres sofreram esse tipo de crime. Outras 1.075 morreram vítimas de feminicídio. A legislação considera feminicídio quando um assassinato envolve violência doméstica e familiar e menosprezo ou discriminação à condição de mulher da vítima. Em entrevista à Rádio Eldorado, a socióloga Silvana Mariano, coordenadora do Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina, disse que a proteção deve ir além de ações de segurança pública e envolver políticas públicas para abordar a desigualdade de gênero já no ambiente escolar. Ela também defendeu medidas mais urgentes de assistência às mulheres, como o oferecimento de abrigos e de pagamento de aluguel para que elas se sintam encorajadas a sair da casa onde vivem com o agressor. “Uma característica do feminicídio envolve a brutalidade. É uma morte em que a causa já é a desigualdade entre homens e mulheres. A espetacularização da violência e da morte é uma das suas dimensões”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Espectros - Autismo em Entrevista

Graduado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú, com especializações em psicopedagogia, educação especial, autismo, análise do comportamento aplicada e também em Neurociência pela Universidade Federal de Pernambuco, Victor Eustaquio passou a atuar no campo do autismo a partir de uma experiência em São Paulo na Associação de Amigos do Autista. Depois, migrou para o estado de Pernambuco, onde fundou a clínica Somar. Com essas credenciais, é entrevistado do mês no Espectros.O Espectros é o podcast de entrevistas da Revista Autismo. Acesse em: http://canalautismo.com.br/espectros

PodeCircus
Ep. 109 - Rodrigo Mallet Duprat

PodeCircus

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 7:31


E a sexta temporada do PodeCircus se aproxima do final. Hoje recebemos mais um professor/pesquisador vinculado ao grupo Circus. Ele é acrobata, malabarista, palhaço e ator. Atualmente, Professor Doutor do Departamento de Artes Cênicas do Instituto de Artes da Unicamp. Fundador e integrante da Cia Bravata de Circo e Teatro, membro do CIRCUS – Grupo de Pesquisa em Circo e da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas – ABRACE. Foi coordenador e professor da área circense da Escola do Futuro do Estado de Goiás em Artes Basileu França e professor de Circo no Circo da Cidade - Curitiba PR. Integrou a cia Los Circo Los (2004/2016). Pós-Doutorado, Doutor e Mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas–UNICAMP. Atualmente, desenvolve pesquisas nas áreas de: corpo, linguagem e arte; circo e teatro de rua; pedagogia do circo; formação do profissional circense; comicidade, acrobacia, malabarismo, equilibrismo e mímica. Com vocês, em nosso picadeiro sonoro, Rodrigo Mallet Duprat!!!Para saber mais:https://www.instagram.com/rodrigomallet/ Conheça o Grupo Circus: https://linktr.ee/CircusFef

Vetsapiens
Leptospirose

Vetsapiens

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 6:17


Neste episódio, a Dra. Karin Botteon, médicaveterinária e colaboradora do Vetsapiens, explica quais são os sorovares de Leptospira mais relevantes no Brasil, os sinais clínicos que levantam suspeita da doença ecomo diferenciá-la de outras infecções. Ela também detalha a abordagem diagnóstica mais precisa — combinando PCR e sorologia —, além das principais estratégias de prevenção, da vacinação ao controle ambiental.A Dra. Karin reforça ainda o risco zoonótico e aimportância de orientar tutores para evitar a transmissão. Uma conversa essencial para a prática clínica e para a proteção de cães e pessoas.  Dra. Karin Denise BotteonGraduada pela Universidade Estadual de LondrinaResidência em Clínica Médica de Pequenos Animaispela UNESP – Campus BotucatuMestrado pela Universidade de São Paulo – Depto deCirurgia e Anestesiologia – Enfoque em medicina transfusional e banco de sanguede cães e gatosGerente Técnica Pets da Boehringer Ingelheim AnimalHealth BrasilMembro: Association of Veterinary Hematology andTransfusion Medicine, International Society of Feline Medicine e Membro doComitê de Bem-estar Animal do CRMV-SPC.V. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6434355151222555 Conecte-se com o Vetsapiens!www.vetsapiens.com https://www.facebook.com/vetsapienshttps://www.instagram.com/vetsapiens/

Rádio UESC
Boletim UESC - 17/12/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 32:07


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na quarta-feira, 17 de dezembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

Rádio UESC
Boletim UESC - 15/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 10:03


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na Segunda-feira, 15 de dezembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

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Boletim UESC - 12/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 16:47


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na sexta-feira, 12 de dezembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

O Assunto
O projeto que reduz a pena de Bolsonaro

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 23:30


Convidado: Davi Tangerino, advogado criminalista e professor de Direito da UERJ. Aprovado na Câmara durante a madrugada da quarta-feira (10), o chamado PL da Dosimetria agora segue para o Senado. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. A votação terminou às 2h30, depois de uma terça-feira caótica na Câmara. O texto prevê a reduzir a pena dos condenados pela trama golpista, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro e os militares do núcleo crucial. O projeto amplia a possibilidade de que a pena de um crime seja absorvida por outra -- é o que deve acontecer com a condenação de Bolsonaro por abolição violenta do Estado Democrático de Direito e pelo crime de tentativa de golpe de Estado. E também reduz o tempo de pena em regime fechado para alguns casos, de 25% para 16%. A expectativa é que o texto seja analisado no Senado já na semana que vem. Se aprovado no Congresso, o projeto segue para sanção presidencial. Quem explica os principais pontos do PL da Dosimetria é Davi Tangerino, professor de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Em conversa com Natuza Nery, o advogado criminalista detalha o que acontece com a soma das penas por diferentes crimes – e no caso específico de Bolsonaro, o que muda na condenação por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O professor responde também o que acontece com a chamada progressão de regime no caso de Bolsonaro. E quem, além do ex-presidente e dos outros condenados na trama golpista, pode ser beneficiado caso o projeto vire lei.

O Assunto
O projeto que reduz a pena de Bolsonaro

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 23:26


Convidado: Davi Tangerino, advogado criminalista e professor de Direito da UERJ. Aprovado na Câmara durante a madrugada da quarta-feira (10), o chamado PL da Dosimetria agora segue para o Senado. Foram 291 votos a favor e 148 votos contra, além de 1 abstenção. A votação terminou às 2h30, depois de uma terça-feira caótica na Câmara. O texto prevê a reduzir a pena dos condenados pela trama golpista, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro e os militares do núcleo crucial. O projeto amplia a possibilidade de que a pena de um crime seja absorvida por outra -- é o que deve acontecer com a condenação de Bolsonaro por abolição violenta do Estado Democrático de Direito e pelo crime de tentativa de golpe de Estado. E também reduz o tempo de pena em regime fechado para alguns casos, de 25% para 16%. A expectativa é que o texto seja analisado no Senado já na semana que vem. Se aprovado no Congresso, o projeto segue para sanção presidencial. Quem explica os principais pontos do PL da Dosimetria é Davi Tangerino, professor de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Em conversa com Natuza Nery, o advogado criminalista detalha o que acontece com a soma das penas por diferentes crimes – e no caso específico de Bolsonaro, o que muda na condenação por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O professor responde também o que acontece com a chamada progressão de regime no caso de Bolsonaro. E quem, além do ex-presidente e dos outros condenados na trama golpista, pode ser beneficiado caso o projeto vire lei.

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Boletim UESC - 11/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 8:50


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na quinta-feira, 11 de dezembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

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Boletim UESC - 10/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 9:51


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Boletim UESC - 09/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 6:08


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Boletim UESC - 08/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 9:33


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Boletim UESC - 05/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 14:02


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Boletim UESC - 04/12/2025

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Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 12:00


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na quinta-feira, 04 de dezembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

Rádio UESC
Boletim UESC - 03/12/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 12:10


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Rádio UESC
Boletim UESC - 02/12/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 10:49


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CBN Vitória - Entrevistas
Compostos naturais podem retardar o envelhecimento da pele, sinaliza estudo da Ufes

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 7:47


Uma boa notícia para a longevidade! Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em parceria com o professor Elizeu Fagundes, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), publicaram estudo inédito que avalia o potencial de compostos bioativos naturais presentes na prevenção e tratamento do envelhecimento da pele. O artigo "Desvendando o potencial antienvelhecimento: análise in silico da astaxantina, curcumina, quercetina e resveratrol na modulação das vias de envelhecimento da pele" destaca os efeitos de quatro substâncias promissoras: astaxantina, curcumina, quercetina e resveratrol. Os nomes podem até "parecer" estranhos, mas estão presentes em alimentos conhecidos à alimentação. Em entrevista à CBN Vitória, a professora do Departamento de Ciências Biológicas da Ufes, Débora Meira, que participou do estudo, fala sobre o assunto.

O Assunto
China x EUA: caminhos opostos na energia limpa

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 23:33


Convidado: Lucas Corrêa, professor da Universidade do Estado de Santa Catarina e autor da tese “Harder, better, faster, greener: a China e os Estados Unidos na corrida pelas tecnologias energéticas verdes”. As duas maiores economias do mundo são também as maiores poluidoras do planeta: quase metade de todas as emissões de gases causadores do efeito estufa vem da China e dos EUA. E os dois países têm adotado posturas opostas sobre esse tema. Enquanto a China investe pesado na chamada tecnologia verde para a transição energética, os EUA ampliaram sua exploração de petróleo e ficaram de fora das discussões da COP30, em Belém. Autor de uma tese de doutorado sobre a corrida pelas tecnologias de energia verde, Lucas Corrêa conversa com Victor Boyadjian neste episódio. Professor da Universidade Estadual de Santa Catarina, Lucas traça o histórico da disputa entre os Pequim e Washington durante duas décadas. Lucas detalha como a transição energética é pensada como instrumento de desenvolvimento econômico pelo governo de Pequim. Enquanto os EUA saíram do Acordo de Paris e incentivam a exploração de combustíveis fósseis. O professor responde quais são os diferentes tipos de tecnologia nos quais os chineses estão investindo. Ele explica qual foi a estratégia chinesa para ampliar a venda de carros elétricos em países em desenvolvimento – hoje, 8 em cada 10 carros elétricos vendidos no Brasil são de marcas chinesas. Por fim, Lucas conclui quais são as consequências geopolíticas de China e EUA terem estratégias divergentes em relação à transição energética.

Rádio UESC
Boletim UESC - 01/12/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 14:17


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na segunda-feira, 01 de dezembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

Radio Terrana
#13 As ambiguidades da educação digital

Radio Terrana

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 67:58


A Rádio Terrana é um podcast do Pimentalab da Unifesp, um programa sobre ciências terranas, tecnopolíticas e experimentações em tempos de catástrofes. Encruzilhadas sonoras entre práticas científicas, ações de retomada e lutas pelo Comum.Sobre o episódio: Henrique Parra e Samira Correia entrevistam o professor Fernando Quiroga, para tratar de suas pesquisas e sobre tecnologias e educação, assim como seus impactos na formação ambígua de sujeitos e cidadãos.Fernando Lionel Quiroga é professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG). Ele é da área de Fundamentos da Educação e atua no CEAR — o Centro de Ensino e Aprendizagem em Rede — como professor e pesquisador. Também faz parte do Programa de Pós-Graduação em Educação, Linguagens e Tecnologias, no campus de Anápolis. Tem doutorado e mestrado em Ciências pela UNIFESP, é graduado em Educação Física e Pedagogia, e ainda tem uma especialização em Psicopedagogia Institucional. Seus temas de pesquisa giram em torno de educação e tecnologias, políticas educacionais, sociologia da educação e teoria crítica da tecnologia. Ele também escreve como colunista no Blog Brasil 247 (https://www.brasil247.com/authors/fernando-lionel-quiroga), trazendo reflexões sobre educação e sociedade.Samira Correia da Silva é mestranda em Ciências Sociais pela Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Paulo (EFLCH-UNIFESP), sob orientação do professor Henrique Parra. Atualmente pesquisa sobre plataformização e cibermediação no ensino médio público de São Paulo.Ficha Técnica:Participantes da entrevista: Fernando Quiroga, Henrique Parra e Samira Correia.Captação, edição e montagem: Gustavo CardozoProdução:Pimentalab (Laboratório de Tecnologia, Política e Conhecimento, UNIFESP): https://www.pimentalab.net ;Apoio:UNIFESP - PIBEX e Rede Lavits (Latinoamericana de Estudos em Vigilância, Tecnologia e Sociedade): https://www.lavits.org

Rádio UESC
Boletim UESC - 28/11/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 15:15


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Rádio PT
PODTREMER | Eps 54 - PodTremer 27/11 | Fim da Escala 6x1

Rádio PT

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 46:44


O podcast PodTremer desta quinta-feira, 27 de novembro, vai falar sobre o "Fim da Escala 6x1". Quem conversa com a gente é Cristiana Paiva, integrante do Conselho Nacional de Juventude e Secretária de Juventude da CUT Nacional, agricultora familiar, graduada em Licenciatura em Educação do Campo pela Universidade Federal de Roraima e mestre em Agroecologia pela Universidade Estadual de Roraima.

Rádio UESC
Boletim UESC - 27/11/2025

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Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 19:29


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Boletim UESC - 26/11/2025

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Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 20:55


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Boletim UESC - 25/11/2025

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Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 12:19


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na terça-feira, 25 de novembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

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Boletim UESC - 24/11/2025

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Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 22:11


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na segunda-feira, 24 de novembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

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Boletim UESC - 19/11/2025

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Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 15:38


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na Quarta-feira, 19 de novembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

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Boletim UESC - 18/11/2025

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Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 7:46


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na Terça-feira, 18 de novembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

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Boletim UESC - 17/11/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 12:31


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na segunda-feira, 17 de novembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

Biolab Cast
O coração do homem não é de ferro – BIOLAB CAST 2025 T2 EP#10

Biolab Cast

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 65:09


No novo episódio do Biolab Cast, a jornalista Daiana Garbin recebe o Dr. Marcelo Aragão Moraes e o influenciador Tadeu França para uma conversa reveladora sobre a saúde do homem. Ao longo do episódio, eles falam sobre os principais mitos da saúde masculina, a prevenção cardiovascular, a resistência dos homens em buscar ajuda médica, e os sinais de alerta que exigem atenção. O bate-papo também aborda as novas diretrizes da hipertensão arterial e a importância de cuidar da saúde mental como parte essencial do bem-estar masculino.Dê o play e acompanhe o episódio completo!Apple Podcasts:⁠ ⁠⁠https://mkt.biolabfarma.com.br/3wM4qna⁠Spotify:⁠ ⁠⁠https://mkt.biolabfarma.com.br/43fuMu9⁠Deezer:⁠ ⁠⁠https://mkt.biolabfarma.com.br/3v8eqqn⁠REDES SOCIAIS BIOLAB FARMACÊUTICA:Instagram @biolabfarmaceuticaFacebook @biolabfarmaceuticaTikTok @biolabfarmaceuticaLinkedIn ⁠https://www.linkedin.com/company/biolabfarmaceutica⁠_____________________________________________________________MEDIADORA:Daiana Garbin – @garbindaianaJornalista e apresentadora.CONVIDADOS: Dr. Marcelo Aragão Moraes – @marcelo66316Médico formado pela Universidade Estadual do Pará – UEPA.Especialista em Cardiologia Clínica pelo Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo.Pós-graduado em Fisiologia do Exercício e Medicina Esportiva pela UNIFESP – Escola Paulista de Medicina.Atuação em avaliação clínica, cardiológica e de performance, acompanhamento de atletas e esportistas, prevenção e tratamento de fatores de risco cardiovascular.CRM-SP: 66.316 | RQE: 56.967Tadeu França – @otadeufrancaPai de 2, Formado em Educação Física, Criador de conteúdo, ator, apresentador, escritor e palestrante.Nas redes sociais fala sobre Paternidade, Masculinidade e Saúde Mental da perspectiva de quem vive ativamente o papel do cuidado com a casa e com os filhos, e utiliza para isso, o humor crítico como linguagem.É autor do livro “Gugo, o Carneiro Peludo”, que trata de maneira lúdica temas importantes como Antibullying e Antirracismo na infância.COMUNICAÇÃO, DIREÇÃO E PRODUÇÃO: AR PROPAGANDA @ar.propaganda

Rádio UESC
Boletim UESC - 14/11/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 14:33


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na sexta-feira, 14 de novembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep86 | FLOTILHA DA LIBERDADE

ADunicamp

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 42:18


Em agosto de 2025, uma delegação internacional formada por ativistas, parlamentares e defensores dos direitos humanos partiu em uma missão humanitária conhecida como Flotilha da Liberdade, uma iniciativa global que tenta romper simbolicamente o bloqueio imposto por Israel à Faixa de Gaza. Entre os integrantes, 12 brasileiros embarcaram nessa travessia marcada pela solidariedade e pela resistência, entre eles a vereadora de Campinas Mariana Conti, o ativista Thiago Ávila, o ex-diretor do Sindicato dos Trabalhadores da USP, Magno de Carvalho e outros militantes comprometidos com a defesa do povo palestino. O grupo, no entanto, foi interceptado antes de chegar ao destino, enfrentando uma série de intimidações e riscos que evidenciam a violência do cerco israelense.Nesta entrevista, vereadora de Campinas Mariana Conti (PSOL), relata o que viveu a bordo da Flotilha, suas motivações que a levaram a participar da ação, os momentos de tensão durante a travessia, e as reflexões que emergem de uma experiência onde solidariedade internacional e luta por justiça se encontram em alto-mar. Mariana Conti é vereadora em Campinas, socióloga e doutoranda em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e também servidora da Unicamp. Iniciou sua militância aos 17 anos no movimento estudantil da Unicamp e foi coordenadora do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Você pode assistir ou ouvir o videocast #ConexãoADunicamp nas principais plataformas do gênero.CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicamp

Rádio UESC
Boletim UESC - 12/11/2025

Rádio UESC

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 14:55


Ouça as principais notícias da Universidade Estadual de Santa Cruz transmitidas ao vivo pela Rádio UESC na quarta-feira, 12 de novembro de 2025. Ouça a nossa programação ao vivo no app oficial Rádio UESC para Android ou no app Radiosnet para IOS. Acompanhe todas as novidades em nosso Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@radiouesc

Canaltech Podcast
IA vai roubar empregos? O futuro é mais colaborativo do que você imagina

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 21:50


Você acha que a inteligência artificial (IA) vai substituir os seres humanos no mercado de trabalho? O Instituto dos Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) divulgou uma pesquisa com dados sobre o impacto da IA no mercado no próximo ano, e a realidade parece mais colaborativa do que excludente. No episódio de hoje, o repórter Marcelo Fischer entrevistou Gabriel Gomes de Oliveira, membro do IEEE e professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade Estadual de Campinas, para entender como a IA vai expandir empregos em 2026 e outros dados relevantes para o mercado. Você também vai conferir: Tim Cook promete Siri com IA e diz que Apple está aberta a colaborações no setor; Rockstar demite funcionários e é acusada de repressão sindical; 300 milhões de registros pessoais já vazaram na dark web em 2025; YouTube Premium grátis com Clube iFood; BYD Dolphin 2027 perderá recurso que gerava "amor e ódio" nos clientes. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo, Gabriel Cavalheiro, Jaqueline Sousa, André Magalhães e Danielle Cassita, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
O poder das facções no Nordeste

O Assunto

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 31:31


Convidados: Gabriela Azevedo, repórter do g1 Ceará; e Francisco Elionardo de Melo Nascimento, professor e coordenador executivo do COVIO, o Laboratório de Estudos sobre Conflitualidades e Violência da Universidade Estadual do Ceará. As duas maiores facções criminosas do Brasil nasceram no Sudeste e, nas últimas décadas, se expandiram para outros Estados. Um raio-x feito pelo Ministério da Justiça mostra que mais da metade das organizações criminosas que atuam em território nacional está na região Nordeste, entre elas justamente o PCC e o Comando Vermelho, as duas maiores facções do país. A chegada desses grupos criminosos provocou uma série de disputas territoriais, que agravaram o problema da segurança pública nos estados. Um dos retratos desta disputa é uma “vila fantasma” no Ceará, como relata a Natuza Nery neste episódio a repórter Gabriela Azevedo, do g1 Ceará. Gabriela visitou esta vila na cidade de Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza. Ela conta o que viu no local e o que ouviu de moradores expulsos da região. Depois, Natuza conversa com o professor Francisco Elionardo de Melo Nascimento, da Universidade Estadual do Ceará. Coordenador-executivo do COVIO, o Laboratório de Estudos sobre Conflitualidades e Violência da universidade, Elionardo detalha como se deu a expansão do crime organizado na região e explica como a expulsão de moradores é prática recorrente na disputa territorial com outros grupos criminosos.

Bem Estar
12x8 agora é pré-hipertensão! Tire todas as suas dúvidas sobre a nova diretriz de prevenção e tratamento da pressão arterial

Bem Estar

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 37:16


O tão famoso 12x8, sinônimo de pressão normal e saudável, caiu por terra na última semana com a publicação da nova diretriz de hipertensão pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Segundo o documento, 12x8 já é considerado pré-hipertensão e quem tem a pressão nesse patamar deve adotar mudanças no estilo de vida. Mas as novidades não param por aí. A nova diretriz também estabeleceu um rigor maior no tratamento de quem já é hipertenso e dedicou um capítulo inteiro à pressão arterial nas mulheres. As alterações hormonais sofridas ao longo da vida colaboram para a elevação da pressão e fazem com a doença cardiovascular seja a maior causa de morte das brasileiras. A nossa convidada é a cardiologista Andrea Brandão, coordenadora-geral da Diretriz Brasileira de Hipertensão 2025 e professora titular da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #44: Renatha El Rafihi Ferreira

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 92:20


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Psicóloga, Mestrado em Análise do Comportamento e Doutorado em Psicologia Clínica, Renatha El Rafihi Ferreira.Só vem!>> OUÇA (92min 21s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: PODCAST ALÔ CIÊNCIA? - NOVA TEMPORADAIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte, este recado especial é dos nossos amigos do podcast “Alô, Ciência?”, que está com uma nova temporada no ar!Com a série “Nós na Evolução”, você vai acompanhar como nós, seres humanos, interferimos na evolução das espécies.São 6 episódios que abordam temas que vão desde a domesticação dos cães, o surgimento da agricultura, a relação do ser humano com as extinções de mamíferos gigantes, até os dias de hoje, com a urbanização, as superbactérias e os impactos das mudanças climáticas.Há mais de 8 anos, o "Alô, Ciência?" traz discussões no formato de mesa redonda, conectando ciência à sociedade, cultura e política.Mas, nesta nova temporada, a proposta é diferente: um formato narrativo, cheio de histórias envolventes, múltiplas entrevistas, relatos pessoais e uma imersão sonora que vai te transportar para o centro desses temas.A nova temporada do "Alô, Ciência?" já está disponível em todos os aplicativos de podcast. Então, não perca!No Spotify:https://open.spotify.com/episode/7LtLsW3zRbp9CiQDZbKIXQ?si=RRuuDWSfRm6VMmC8SdPN4A*Renatha El Rafihi Ferreira é Professora Associada do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de São Paulo e Professora Subsidiária do Departamento de Psiquiatria da USP.É também Orientadora no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e no programa de Pós-Graduação em Psiquiatria, ambos da Universidade de São Paulo.É Mestre em Análise do Comportamento pela Universidade Estadual de Londrina e Doutora (aprovada com louvor) em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo, com Pós-Doutorado e Livre-Docência pela Universidade de São Paulo.Realizou estágios de pesquisa no exterior durante o doutorado (Guy's and St Thomas NHS Foundation Trust - London, UK) e pós-doutorado (Virginia Tech - USA).Foi Certificada por Notório Saber em Psicologia do Sono pela Associação Brasileira do Sono - ABS e Sociedade Brasileira de Psicologia - SBP. É autora e revisora de artigos científicos em periódicos nacionais e internacionais. Editorial Board da BMC Psychology e do JCBS - Journal of Contextual and Behavioral Science. Membro da American Psychological Association (APA), da Association for Contextual Behavioral Science (ACBS), da Associação Brasileira do Sono (ABS) , da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP), e da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental (ABPMC).Linhas de pesquisa: Psicologia do sono; Psicoterapia Comportamental; Psicoterapias comportamentais e contextuais para insônia e outras queixas de sofrimento mental em adultos; Desenvolvimento e implementação de tecnologias baseadas na ciência comportamental e contextual para saúde e políticas públicas.Lattes: http://lattes.cnpq.br/7333817930895569*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #41: José Siqueira

Naruhodo

Play Episode Listen Later Apr 28, 2025 96:02


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Estatístico, Mestre e Doutor em Administração, com pós doutorado na respeitadíssima Courant Institute of Mathematical Sciences de Nova York, José Siqueira.Só vem!>> OUÇA (96min 02s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*José de Oliveira Siqueira, bacharel em Estatística pelo IME-USP e Mestre e Doutor em Administração pela FEA-USP, é Docente do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). É também docente e orientador do mestrado e doutorado acadêmico interdisciplinar em Bioestatística da Universidade Estadual de Maringá (UEM).Fez Pós-doutorados pelo Departamento de Matemática do Courant Institute of Mathematical Sciences (CIMS) da New York University (NYU), tendo como Supervisor o professor Marco Avellaneda, ambos os pós docs com bolsa de pesquisa no exterior da FAPESP.É avaliador ad hoc FAPESP e CAPES na área de Psicometria e Econometria Financeira. Foi também coordenador e membro do Comitê de Ética de Pesquisa com Seres Humanos do Instituto de Psicologia da USP. Atualmente é representante do Departamento de Patologia na CAPPesq.Foi docente do Departamento de Administração da USP e do Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da USP.Lattes: http://lattes.cnpq.br/6545534512730877*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

PQU Podcast
Episódio #310 - PQU Entrevista Heber Vargas

PQU Podcast

Play Episode Listen Later Apr 16, 2025 69:32


A cada dez episódios, uma entrevista aqui no PQU Podcast! Desta vez fomos à Universidade Estadual de Londrina, no Paraná, onde entrevistamos o psiquiatra, professor, pesquisador e meu primeiro grande mentor, Heber Vargas. Em uma entrevista descontraída, o Heber conta a história de como construiu uma carreira de sucesso. Você verá que apesar de já ter feito muito, ele demonstra disposição e vontade de fazer ainda mais! Espero que esta história seja tão inspiradora para você, psiquiatra em formação, como foi para nós do PQU Podcast.