Podcasts about computa

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Latest podcast episodes about computa

Cabeça de Lab
O BRASIL NA ERA QUÂNTICA: CIQUANTA-PB

Cabeça de Lab

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 82:18


Neste episódio do Cabeça de Lab, pedimos licença para entrar nos bastidores do CIQUANTA-PB, o Centro Internacional de Computação e Tecnologias Quânticas da Paraíba.Falamos sobre o funcionamento prático de um computador quântico, os bastidores desse projeto pioneiro e por que ele posiciona o Brasil na vanguarda da tecnologia global. Além disso, debatemos os impactos profundos que a computação quântica trará para o mercado, o desenvolvimento da pesquisa científica, a formação de novos talentos e o futuro da inovação tecnológica no país.___Nos siga no Twitter e no Instagram: @luizalabs e @cabecadelabDúvidas, cabeçadas ou sugestões? Mande um e-mail para cabecadelab@luizalabs.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ___Participantes:CLAUDIO FURTADO: https://www.linkedin.com/in/claudio-furtado-83567628/CIQUANTA: https://ciquanta.secties.pb.gov.br/RAISSA XAVIER | https://www.linkedin.com/in/raissaxavierANA CAROLINA BARRETO | https://www.linkedin.com/in/anacarolinafonsecabarreto/

Emílias Podcast
Engenharia de Hardware, Emprendedorismo e Cultura Maker, com Julia Peron Metzger (JuliaLabs)

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 62:23


Neste episódio do Emílias Podcast, Julia Peron Metzger foi entrevistada por Adolfo Neto e Carolina Bruno, compartilhando sua jornada na Engenharia de Computação com foco na área de hardware. Na contramão da maioria dos colegas que seguiram para o desenvolvimento de software, Júlia uniu sua paixão pela eletrônica à criação de conteúdo digital e ao empreendedorismo, gerenciando hoje uma marca autoral de acessórios eletrônicos. Durante a conversa, ela detalhou os desafios de coordenar uma cadeia física de produção e relembrou sua recente viagem internacional por grandes polos tecnológicos, como Shenzhen na China, onde registrou o ecossistema maker e a cultura de testes rápidos no exterior.A trajetória de Júlia também joga luz sobre o isolamento feminino na tecnologia, já que ela foi a única mulher a se formar em uma turma que inicialmente contava com quase 50 alunos. Ela defendeu a necessidade de maior representatividade feminina no setor para que problemas reais sejam resolvidos sob novas perspectivas e relatou como lida com o preconceito no mercado através do humor em suas redes sociais. Ao analisar o cenário brasileiro, explicou que as altas taxas de importação de componentes encarecem a inovação e punem o erro dos estudantes. Para incentivar quem está começando, ela destacou o fascínio de tirar ideias do papel e recomendou os materiais de eletrônica do professor Newton C. Braga.JuliaLabshttps://www.instagram.com/juliallabs/ https://www.youtube.com/@UChfu9xWITOvsXYLKm7hieSQ  https://www.tiktok.com/@juliallabs Indicações: (Adolfo)Why We Fear AI: On the Interpretation of Nightmares - Hagen Blix  https://amzn.to/49RZFt3 (JuliaLabs)Professor Newton C Braga: https://www.youtube.com/c/InstitutoNCBNewtonCBraga https://www.newtoncbraga.com.br/ Naruto - Masashi Kishimoto https://naruto.fandom.com/pt-br/wiki/Masashi_Kishimoto Episódio 139Edição: Carolina BrunoSite da Rede Emílias de Podcasts: https://fronteirases.github.io/redeemilias/ Site do Emílias - Armação em Bits:  https://utfpr.curitiba.br/emilias/ Formulário de feedback: https://questionario.utfpr.edu.br/limesurvey/index.php/251852

Rádio PUC
Podcast PUC Urgente Ep. 45

Rádio PUC

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 6:14


Os reporteres João Paulo Lima e Sophia Broitman trazem as notícias desta semana. O Comunicar está com vagas abertas para estagiários revisores, enquanto, a Fundação Behring está oferecendo bolsas de estudo para o curso de Ciência da Computação.

Arco43
O X da Questão #133 - Como a robótica educacional ajuda a colocar a BNCC Computação em prática?

Arco43

Play Episode Listen Later May 22, 2026 5:57


A BNCC Computação muda apenas o uso da tecnologia na escola ou também a forma como os alunos aprendem a compreender o mundo digital? Neste episódio do X da Questão, Marcos Keller discute como a BNCC Computação propõe uma formação que vai além das telas e dos dispositivos, conectando pensamento computacional, cultura digital e uso crítico da tecnologia. Da lógica e resolução de problemas à ética digital e à robótica educacional, o episódio reflete sobre o papel da escola na formação de estudantes mais criativos, conscientes e preparados para interpretar o presente.

Scicast
O que é Computação Quântica? (SciCast #688)

Scicast

Play Episode Listen Later May 21, 2026 95:05


O que é computação quântica? Como conceitos quânticos se aplicam à computação e como isso pode mudar tudo? E, mais importante, o que NÃO é computação quântica? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Cézar Antônio , Natalia Nakamura, Roberto Spinelli, Vinicius Trevisan Citação ABNT:Scicast #688: Computação Quântica. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Cézar Antônio , Natalia Nakamura, Roberto Spinelli, Vinicius Trevisan . [S.l.] Portal Deviante, 21/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-688See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
O que é Computação Quântica? (SciCast #688)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later May 21, 2026 95:05


O que é computação quântica? Como conceitos quânticos se aplicam à computação e como isso pode mudar tudo? E, mais importante, o que NÃO é computação quântica? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Cézar Antônio , Natalia Nakamura, Roberto Spinelli, Vinicius Trevisan Citação ABNT:Scicast #688: Computação Quântica. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, Cézar Antônio , Natalia Nakamura, Roberto Spinelli, Vinicius Trevisan . [S.l.] Portal Deviante, 21/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-688

Dev Sem Fronteiras
Desenvolvedor Android em Berlim, Alemanha - Carreira Sem Fronteiras #244

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later May 21, 2026 31:45


O alvinopolense Guilherme se interessou por computação logo cedo, tendo feito um site de Cartola FC logo aos 10 anos de idade. Dali, foi um pulo para fazer um curso de informática, na expectativa de aprender a montar computadores. Ao invés disso, aprendeu a programar. Com um projeto envolvendo Arduíno na bagagem, que também lhe colcou em contato com Android, foi nisso que ele focou enquanto cursava Computação na UFMG.Ao mesmo tempo, ele sempre se interessou pela cultura e pela vida no exterior. Juntando as duas coisas, ele passou a buscar trabalho em outros países, até que um dia o trabalho veio até ele. Um recrutador lhe apresentou uma oportunidade na Alemanha, que acabou se tornando seu trabalho até recentemente, quando se mudou novamente, agora para a Dublin.Neste episódio, o Guilherme compartilha melhor essa trajetória, e conta as semelhanças e as diferenças entre se trabalhar e morar no Brasil, na Alemanha, e na Irlanda.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaGuilherme Miranda, Desenvolvedor Android em Berlim, AlemanhaLinks:GlassdoorLevels.fyiTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Fintech Talks - Podcast
Fintech Talks #120 - O Impacto da Computação Quântica no Mercado Financeiro [Luiz Augusto/Venturus]

Fintech Talks - Podcast

Play Episode Listen Later May 21, 2026 65:44


Nesta semana recebemos no Fintech Talks Luiz Augusto (o Econofísico), pesquisador quântico do Venturus, para uma conversa sobre um dos temas mais fascinantes e estratégicos da próxima década: o impacto da computação quântica no mercado financeiro.Ao longo do episódio, exploramos como essa nova fronteira tecnológica pode transformar áreas como gestão de risco, otimização de processos, prevenção a fraudes, inteligência artificial e segurança da informação. Luiz também explicou, de forma acessível, os fundamentos da computação quântica, os conceitos por trás dos qubits e por que gigantes globais já estão acelerando investimentos nessa corrida tecnológica.Falamos ainda sobre os riscos que os computadores quânticos representam para os atuais modelos de criptografia utilizados pelo sistema financeiro global, os movimentos em torno da criptografia pós-quântica e por que bancos, adquirentes, bolsas e grandes empresas já começaram a se preparar para esse novo cenário.O episódio também traz discussões sobre Quantum Machine Learning, computação híbrida, computação “quantum inspired”, infraestrutura crítica, soberania tecnológica e o status do Brasil nessa nova corrida global por capacidade computacional avançada.Confira!

FIAPCAST
FIAPCAST32: Computação Forense e a cena do crime digital com Marcelo Lau e Gustavo Galegale 

FIAPCAST

Play Episode Listen Later May 20, 2026 40:11


Um cibercrime nunca é perfeito: ele sempre deixa rastros. Neste episódio do FIAPCAST, mergulhamos no universo da investigação digital para mostrar como os especialistas encontram evidências onde a maioria das pessoas só enxerga códigos. Dê o play e entenda por que a tecnologia se tornou a principal testemunha contra crimes e fraudes.  - André David: LinkedIn e Instagram      - Marcelo Lau: LinkedIn e Instagram    - Gustavo Galegale: LinkedIn e Instagram  

Dev Sem Fronteiras
Pesquisadora e Doutoranda em Computação em Barcelona, Espanha - Carreira Sem Fronteiras #243

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later May 14, 2026 36:33


A curitibana Mariana sempre gostou muito de matemática, e fez curso técnico de informática. Porém, ao invés se graduar em Ciência da Computação, acabou cursando Informática Biomédica, por conta de uma segunda predileção da época do ensino médio: as aulas de genética.Uma vez formada e com contato com atividades como iniciação científica e pesquisa, ela engatou um mestrado antes de, graças à indicação de uma amiga, fazer as malas para trabalhar em Barcelona (onde ela já aproveitou para engatar um doutorado).Neste episódio, a Mariana detalha como virou colega de Barcelona Supercomputing Center do Fabrício Carraro, e as particularidades de se morar na terra onde “você me ligou” não significa “você me ligou”.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaMariana Carmin, Pesquisadora e Doutoranda em Computação em Barcelona, EspanhaLinks:Colunas da Mariana na revista da SBCTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

UFOP CAST
PODCAST INFORMATIVO: UFOP assina acordo de cooperação com Instituto de Tecnologia de Nanjing, da China

UFOP CAST

Play Episode Listen Later May 14, 2026 6:04


Na última quarta-feira, dia 13, a delegação do Instituto de Tecnologia de Nanjing, da China, visitou diversas instalações da Universidade Federal de Ouro Preto. Composta por professores, pesquisadores e diretores das áreas de Automação, Computação e Engenharia de Potência, a comitiva chinesa participou de diversas reuniões e visitas a laboratórios da UFOP, contribuindo para o fortalecimento das parcerias internacionais da universidade. Neste Podcast Informativo, confira todas informações sobre essa importante visita. Aperte o play e ouça agora!Ficha TécnicaProdução: Letícia de Lelis e Manuela ResendeEdição de Texto: Elis Cristina, Lucas Porfírio e Patrícia Consciente Edição de áudio e sonoplastia: Elis Cristina e Luís Otávio Xavier

Emílias Podcast
Mulheres e Inteligência Artificial: construindo o futuro da tecnologia, com Elisa Terumi

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later May 14, 2026 71:18


Live transmitida no YouTube: https://youtube.com/live/1Asid6duA98Resumo:A Inteligência Artificial (IA) tem avançado rapidamente nos últimos anos, impulsionada pelo desenvolvimento dos grandes modelos de linguagem (LLMs) e da IA generativa. Esses sistemas já são capazes de gerar textos, responder perguntas, auxiliar na programação e apoiar atividades em diversas áreas do conhecimento. Nesta apresentação, serão abordados os principais conceitos por trás dessas tecnologias, incluindo como os LLMs funcionam, suas aplicações atuais e os desafios que ainda precisam ser enfrentados, como vieses, alucinações e questões éticas. Também serão discutidas as oportunidades que essa área oferece e a importância de ampliar a participação feminina na construção dessas tecnologias, já que quem desenvolve os sistemas de IA também ajuda a moldar a forma como eles impactarão a sociedade no futuro.Mini biografia:Elisa Terumi é doutora em Ciência da Computação pela PUCPR e pesquisadora na área de Inteligência Artificial, com foco em Processamento de Linguagem Natural e modelos de linguagem. Atua no treinamento e na avaliação de modelos de IA para diversas aplicações. É integrante do programa LinkedIn Top Voices e publica regularmente conteúdos sobre IA e inovação tecnológica em sua newsletter. Também é fundadora da comunidade Mulheres Programando, iniciativa voltada ao incentivo e à visibilidade de mulheres na tecnologia.Linkedin: https://www.linkedin.com/in/elisa-terumi/

OsProgramadores
E-151-Sandro Mancuso-Software Craftsman / Managing Director at Codurance

OsProgramadores

Play Episode Listen Later May 10, 2026 93:36


Neste episódio do podcast OsProgramadores, Marcelo conversa com Sandro Mancuso sobre Software Craftsmanship, excelência em engenharia de software e o papel do desenvolvedor como profissional da tecnologia.Sandro compartilha aprendizados acumulados ao longo de mais de 25 anos de carreira trabalhando em diferentes tipos de empresas e projetos ao redor do mundo, além de reflexões sobre qualidade de software, pragmatismo, liderança técnica e evolução profissional.Sandro Mancuso é um reconhecido software craftsman, autor, palestrante internacional e uma das principais referências globais do movimento Software Craftsmanship.Ao longo de sua carreira, trabalhou em:

Emílias Podcast
Giro de Notícias 6: Artigo WIT, Maternidade e Maratona Feminina de Programação

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later May 8, 2026 9:50


O projeto Emílias – Armação em Bits é um Programa de Extensão do Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) câmpus Curitiba.Link de inscrição no grupo de WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/BWiLVbQ2HF167UH4Cq932PEpisódio publicado do Emílias Podcast:Mapas de resistência: Inteligência Artificial no combate ao feminicídio, Rayane Pimentel (WIT 2025)https://youtu.be/BlisXqNxfvcEmílias - Armação em Bits teve artigo aceito para apresentação no Women in Information Technology 2026, que vai acontecer em julho em Gramado-RS, como parte do Congresso da Sociedade Brasileira de Computaçãohttps://csbc.sbc.org.br/2026/wit/Desafios da Maternidade e Conselhos para Mulheres na Carreira, Cíntia Baulé #cortespodcasthttps://youtu.be/aDvu9fPeUQA Programa Aurora:https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/programa-da-capes-incentiva-mulheres-maes-a-continuar-na-pesquisaPlataforma MEC Livroshttps://meclivros.mec.gov.br/institucional/sobre https://www.gov.br/mec/pt-br/mec-livros https://www.abcdoabc.com.br/mec-livros-290-mil-usuarios-primeira-semana Maratona Feminina de Programação (MFP) - 4º edição:Para participar é necessário estar inscrito na MFP (inscreva-se no site: https://mfp.ic.unicamp.br) e responder o forms da sede UFPR:https://docs.google.com/forms/d/1-EGn3ZK6mmD_kzmn3qRYK88zbExZltUbF0BHD_PpSRI/edit

Arauto Repórter UNISC
Direto ao Ponto - Crístian Carlin e Leonel Tedesco, Jornada de Atualização em Computação da Unisc

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later May 5, 2026 19:40


Crístian Carlin e Leonel Tedesco participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a Jornada de Atualização em Computação da Unisc, que ocorre entre 11 e 14 de maio e terá programação com big tech mundial.

Assunto Nosso
Direto ao Ponto - Crístian Carlin e Leonel Tedesco, Jornada de Atualização em Computação da Unisc

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later May 5, 2026 19:40


Crístian Carlin e Leonel Tedesco participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre a Jornada de Atualização em Computação da Unisc, que ocorre entre 11 e 14 de maio e terá programação com big tech mundial.

Gama Revista
Kizzy Terra: IA e o futuro do trabalho

Gama Revista

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 31:53


Com a inteligência artificial, qual é o futuro do trabalho? Para a cientista de dados Kizzy Terra, as mudanças no presente já são significativas e é preciso ter domínio sobre elas.“A inteligência artificial já tem capacidade de substituir algumas tarefas, mas o ponto tem a ver com a tomada de decisão. A inteligência artificial conseguindo ou não fazer uma determinada tarefa, no fim, é alguém que vai decidir”, afirma a cientista de dados Kizzy Terra ao Podcast da Semana.Terra é cientista de dados e cocriadora do canal Programação Dinâmica, no YouTube, com vídeos que ultrapassaram a marca de 2 milhões de visualizações e 50 mil espectadores únicos mensalmente. É Bacharel em Engenharia de Computação pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), mestre em Matemática Aplicada pela FGV-RJ, e doutoranda em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP.A Gama, Terra fala sobre as principais angústias dos trabalhadores e o medo de ser substituído pela inteligência artificial no mercado de trabalho. Comenta também sobre a importância do senso crítico no uso da IA, reflete sobre como a tecnologia pode mudar nosso jeito de pensar para o bem ou para o mal, a depender do tipo de uso, e ressalta como a tecnologia não é neutra e pode, sim, perpetuar discriminações. “Na minha opinião, inteligência artificial não serve para tudo. Como sociedade, a gente tem que fazer novos acordos para entender onde ela pode servir”, afirma na entrevista.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

Fronteiras da Engenharia de Software
Palestra EEES: Ethics by Design - Questões Éticas em Estudos Experimentais em ES, com Everton Cavalcante (UFRN)

Fronteiras da Engenharia de Software

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 122:43


Esta palestra (que você pode ver no YouTube) integra a Escola de Estudos Experimentais em Engenharia de Software (EEES 2026), realizada como subevento do ICSE 2026, a principal conferência internacional da área de Engenharia de Software.

Filosofia Socran
A mosca DIGITAL e o cérebro na MÁQUINA

Filosofia Socran

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 110:14


A mosca como REPRESENTAÇÃOBibliografia:1. Ontologia e Inteligência SentienteXavier Zubiri: Obra de referência: "Inteligência Sentiente" (Série de três volumes: Inteligência e Realidade, Inteligência e Logos, Inteligência e Razão).Aristóteles: Referenciado pela sua concepção de Nous (intuição intelectual) como a faculdade que capta os primeiros princípios, distinta dos sentidos. Obra de referência: "De Anima" e "Analíticos Posteriores".Tomás de Aquino: Citado pelas Cinco Vias (via da contingência) e pelo conceito de Ato Puro. Defende que o Intelecto Divino possui uma intuição presencial, vendo tudo de uma só vez. Obra de referência: "Suma Teológica"2. Semiótica e LinguísticaC. S. Peirce: Propositor do Pansemiotismo, onde "todo pensamento é um signo" e a verdade é um processo contínuo de semiose. Nas fontes, ele é associado à "armadilha do signo", onde a mediação impede o acesso direto à "coisa em si". Obra de referência: "Collected Papers".Ferdinand de Saussure (Informação externa): Fundamental para a linguística estrutural. Sua distinção entre significante (imagem acústica) e significado (conceito) é essencial para entender a natureza arbitrária do signo, tema que dialoga com a crítica de Zubiri à "escravidão ao signo". Obra de referência: "Linguística Geral"3. Filosofia da Mente e ConsciênciaJohn Searle: Famoso pelo experimento do Quarto Chinês, que demonstra que a sintaxe não equivale à semântica. Ele defende que o cérebro tem um "poder causal" biológico que máquinas puramente formais não possuem. Obra de referência: "Mente, Cérebro e Ciência".David Chalmers: Citado pela definição de Qualia (experiência interna e subjetiva) e pelo experimento mental do Zumbi Filosófico, que ilustra sistemas que imitam o comportamento sem ter consciência real. Obra de referência: "The Conscious Mind".Bernard Lonergan (Informação externa): Filósofo e teólogo que explorou o ato de entender (insight). Sua obra complementa a discussão sobre a "Razão vs. Intuição" ao detalhar as operações dinâmicas da consciência humana (atenta, inteligente, racional e responsável). Obra de referência: "Insight: Um Estudo sobre a Compreensão Humana".4. Crítica do Conhecimento e ModernidadeImmanuel Kant: Atua como o "divisor de águas" ao distinguir a Intuição Intelectual (criativa, restrita a Deus) da Intuição Sensível (passiva e humana, onde o objeto nos é "dado"). Obra de referência: "Crítica da Razão Pura".René Descartes: Associado ao racionalismo e ao Evidens Intuitus (concepção de uma mente pura e atenta), exemplificado pelo "Penso, logo existo". Obra de referência: "Meditações Metafísicas".John Locke: Representa a intuição como a percepção imediata da concordância entre duas ideias. Obra de referência: "Ensaio sobre o Entendimento Humano".5. Limites da Computação e LógicaKurt Gödel: Seus Teoremas da Incompletude provam que a verdade excede a prova formal e que sistemas matemáticos não podem se autojustificar por completoAlan Turing: Pai da ciência da computação, propositor da Máquina de Turing e do Jogo da Imitação. Ele via o pensamento como uma manipulação simbólica de regras lógicasRoger Penrose: Crítico da IA forte, argumenta que o entendimento humano é um processo não-computacional que exige compreensão real, e não apenas simulação de sintaxeJames J. Gibson: Citado pela Solução Ecológica, defendendo que a percepção é direta e que o organismo capta as possibilidades de ação (affordances) no ambiente sem representações internas6. Outros autores relevantes citadosDavid Hilbert: Liderou o projeto para transformar a matemática em um sistema puramente mecânico e completoWolfgang Smith: Aborda o Enigma Quântico e a necessidade de uma causalidade vertical para sustentar a realidade corpóreaQuer Ajudar o canal? Veja como:*Link do meu Livro: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6...*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran

Dev Sem Fronteiras
CEO e Professor Universitário em Dublin, Irlanda - Carreira Sem Fronteiras #238

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 50:24


O goiano de nascença, mas matogrossense de coração Anderson teve o primeiro contato com o computador pelos idos de 1989, e foi o suficiente para lhe colocar na rota de se graduar em Ciência da Computação.Mais tarde, já com uma pós-graduação em gestão, e um doutorado em sistemas distribuídos, a dinâmica do mercado o incentivou cada vez mais a tentar mudar-se para São Paulo. Ao invés disso, Anderson mudou-se para Dublin, com a intenção de estudar inglês.Poucos dias depois, a intenção mudou: aprender inglês na convivência com nativos, fora da escola e, até mesmo, fora da cidade. Aos poucos dominou o idioma aponto de garantir-se em um emprego. Anderson, porém voltou ao Brasil, casou-se e, depois de ser pai, voltou com a família para a Irlanda, onde ele equilibra o trabalho de CEO com a tarefa de ser professor universitário.Neste episódio, ele detalha melhor essas idas e vindas, que também incluiu passagens por Florianópolis e Porto Alegre, antes da mudança definitiva (até o momento) para a terra onde os motoristas de ônibus são bastante gentis.Neste episódio, o Álvaro detalha melhor essa jornada, detalha o seu dia a dia, e também topa um convite inesperado.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaAnderson Carvalho, CEO e Professor Universitário em Dublin, IrlandaLinks:LinkedIn do AndersonO mercado não espera você estar pronto. Garanta seu lugar na Skills & Go Experience, o lugar em que você aprende, ao vivo e na prática, as habilidades que vão definir a próxima era do desenvolvimento.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Emílias Podcast
Inteligência Artificial na Saúde: Motivações e Tecnologias, Dra. Cíntia Baulé (DoctorAssistant.ai)

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 57:00


Neste episódio do Emílias Podcast, Adolfo Neto e Carolina Bruno conversam com Cíntia Baulé, Médica de Família e Senior Medical Advisor na DoctorAssistant.ai. O diálogo percorre a trajetória de Cíntia, desde sua residência médica até o mestrado em Saúde Pública, onde investigou a satisfação médica com prontuários eletrônicos, o ponto de partida para sua atuação em HealthTech.Os principais tópicos abordados incluem:Inteligência Artificial (IA)  na Saúde: Como o uso de Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) está transformando consultas em registros clínicos estruturados.Carreira e Maternidade: Cíntia compartilha sua visão sobre a gestão de múltiplas funções: médica, professora, executiva e mãe.Mulheres no Mercado: Relatos sobre os desafios enfrentados no ambiente profissional e a importância de referências femininas em áreas de inovação.Entrevistada:Dra. Cíntia Baulé https://www.linkedin.com/in/cintia-baule-a4372892/ Página da DoctorAssistant.ai: https://doctorassistant.ai Indicações:How do we heal medicine? TEd Talk de Atul Gawande https://www.ted.com/talks/atul_gawande_how_do_we_heal_medicine  Range (Por que os generalistas vencem em um mundo de especialistas), David Epstein https://amzn.to/41lAHxG Start with Why (Comece pelo porquê: Como grandes líderes inspiram pessoas e equipes a agir), Simon Sinek https://amzn.to/4cmoePo Deep Medicine: How Artificial Intelligence Can Make Healthcare Human Again, Eric Topol https://amzn.to/420nrOZ Livros de Atul Gawande:Complicações https://amzn.to/41VbKJu Better https://amzn.to/4t0FC2Y Checklist https://amzn.to/4c9kdNT Mortais https://amzn.to/3O6gN6K Dr. Atul Gawande | 2014 Spring Commencement Address | UNC-Chapel Hill https://www.youtube.com/watch?v=RLGBbSM2Gmg A Rede Emílias de Podcasts https://fronteirases.github.io/redeemilias/  é uma iniciativa dedicada à divulgação de conteúdos relevantes nas áreas de tecnologia, ciência da computação e engenharia de software, com um foco especial na diversidade e inclusão. Esta rede abrange cinco podcasts distintos, cada um com um propósito único e uma audiência dedicada. Estes podcasts fazem parte das atividades de divulgação científica do Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada da UTFPR Curitiba e está associado ao programa de extensão Emílias - Armação em BitLinktree do Emílias - Armação em Bits https://linktr.ee/emilias 

Emílias Podcast
Giro de Notícias #4: Responsabilidade da Meta, Meninas Digitais Amapá e Permanência na Tecnologia

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 14:02


Meninas na Computação da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) https://www2.unifap.br/meninasnacomputacao/ https://www.instagram.com/meninasnacomputacao Mulheres Amapaenses Nas Áreas de STEM https://www.instagram.com/manas_unifap/MANAS https://www2.unifap.br/meninasnacomputacao/m-a-n-a-s-mulheres-amapaenses-nas-areas-de-stem/ IEEE WIE UNIFAPhttps://www.instagram.com/wieunifap/ https://www.instagram.com/p/DVoLIV3AIg3/ 7 de março Elas por Elashttps://www.instagram.com/p/DVmbBA8CRNJ/?img_index=1 Pertencer para permanecer: comunidades como força para mulheres na tecnologiahttps://www.youtube.com/live/J1YLqP-a2ZsMulheres e Inteligência Artificial: construindo o futuro da tecnologia, com Elisa Terumihttps://www.youtube.com/watch?v=1Asid6duA98&t=7sReitora da UFRGS explica seu jeitohttps://www.instagram.com/reel/DVoEZbGDgXP/?igsh=MTYwcW4xN3U2bThxag== Laurie Williams, Professora na Universidade Estadual da Carolina do Nortehttps://www.youtube.com/watch?v=riw8h9Y2BnYResponsabilidade da Metahttps://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7442571405084225536/https://edition.cnn.com/2026/03/24/tech/meta-new-mexico-trial-jury-deliberation Lei Felca? Reel de Minghttps://www.instagram.com/reel/DWDPHNvjEqW/Correção: Lidiany foi entrevistada no Fronteiras da Engenharia de Software  

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #64: Diogo Cortiz

Naruhodo

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 84:09


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, graduado em Sistemas de Informação, com especialização em Neurociência, Mestre e Doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, Pesquisador do NIC.BR, Diogo Cortiz. Só vem! >> OUÇA (84min 09s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Diogo Cortiz da Silva é Professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e Pesquisador no NIC.br. Doutor e Mestre pelo Programa de Tecnologias da Inteligência e Design Digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com Doutorado Sanduíche pela Universite Paris I - Pantheon-Sorbonne, Especialista em Neurociência e Comportamento pela PUC-RS e MBA em Economia Internacional pela Universidade de São Paulo. Realizou estágio de pós-doutorado na Universidade de Salamanca, Espanha, e foi pesquisador visitante no laboratório de Ciência Cognitiva da Queen Mary Universidade of London. Foi Chefe do Departamento de Computação, Proponente e Coordenador da Graduação em Design e Coordenador do Programa de Mestrado e Doutorado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital. Atualmente suas pesquisas estão na área de Tecnologia, IA, Ciência Cognitiva e Design. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6494551464509082 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

Quebrando o Controle
A GDC 26 e as tendências para os próximos eventos de games - QoC #258

Quebrando o Controle

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 97:14


Acabamos de passar pela GDC 2026 (Game Developers Conference), o maior termômetro mundial para quem cria e pensa jogos. Mas o que foi discutido em San Francisco não fica só por lá: reflete diretamente no que veremos na gamescom latam, no BIG Festival e na forma como consumimos eventos de games daqui para frente. Vamos entender as tendências, os desafios técnicos e o novo papel das feiras de negócios em um mundo cada vez mais híbrido e movido por IAs generativas.

Emílias Podcast
Giro de Notícias #3: Mulheres e Jogos

Emílias Podcast

Play Episode Listen Later Mar 26, 2026 15:50


Neste Giro de Notícias da Rede Emílias de Podcasts, Adolfo Neto e Fernanda Augusta dos Santos conversam sobre algumas notícias relacionadas a mulheres e jogos.“Alunos do curso de Engenharia da Computação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) causaram controvérsia após apresentarem um jogo de computador baseado no caso de Jeffrey Epstein.”https://www.instagram.com/p/DVwm1tdiWD4/?igsh=MTFibzZxcjBpcnZxcw%3D%3D “Os pesquisadores e departamentos da área de STEM (incluindo Inteligência Artificial) precisam realmente enfrentar essa realidade, mas, até agora, o silêncio no meu meio tem sido ensurdecedor.”Iris van Rooij“STEM (including Artificial Intelligence) researchers and departments really need to grapple with this reality, but so far the silence in my local sphere has been deafening.”https://www.linkedin.com/posts/irisvanrooij_stem-including-artificial-intelligence-share-7439035550856196096-QmMX/“Quando se fala de Jeffrey Epstein, o foco geralmente recai sobre um único homem e os crimes horrendos que ele cometeu. Mas outra questão é: como ele conseguiu circular tão facilmente nos círculos acadêmicos e científicos de elite durante anos?”Pamela Wisniewskihttps://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7436444256124383233/ Estudante de biotecnologia roda 'Doom' em bactérias; entendahttps://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2024/01/6795415-estudante-de-biotecnologia-roda-doom-em-bacterias-entenda.htmlCarol Shaw / Atari - Activision - Vídeo/REEL NO INSTAGRAM de Gi Spacecoding (já entrevistamos)  sobre Carol Shaw“Carol é reconhecida como pioneira no design e programação de games, Shaw conquistou notoriedade por seu trabalho solo no desenvolvimento de ‘River Raid' para o Atari 2600” https://www.instagram.com/reel/CzOyGnqAw9b/?igsh=dGtieWUwa2Q0OHBlRoberta Williams / Sierra onlineCasal Ken e Roberta Williams. Foram homenageados do VGA 2014. A Roberta é responsável por popularizar o gênero de jogos de aventura com múltiplas escolhas para PC, onde o jogador precisava pensar para obter o melhor desfecho. https://youtu.be/W2NMpK2Rnks?si=CJRB0ON07FzOplg5Rieko Kodama / Sega - Conhecida como a 1° dama dos JRPGs - https://youtu.be/PYuFwnq2SKE?si=DaOrFY8IfwDRTuxHVídeo em português sobre a Rieko Kodama https://youtu.be/omfuRhUhdAI?si=Lt0uPSpRgBNfNKX4Profa. Lynn Alves / Pesquisadora de Jogos no BrasilLynn Alves, pedagoga, doutora na área de jogos eletrônicos e aprendizagem, e docente na Universidade Federal da Bahia, foi a profissional brasileira convidada a integrar o time de escritores do projeto, com um capítulo exclusivo sobre a realidade brasileira naqueles dias de produção de games sem auxílio de engines gratuitas ou lojas virtuais para depositar os projetos realizadoshttps://indiebrasilis.com.br/?p=846Thais Weiller / JoyMasher. Game Designer, Produtora e Professora de Jogos na PUC PR. Atualmente está concluindo o Doutorado na Inglaterra. Tem vários jogos comerciais de sucesso no portfólio. Possui livros publicados sobre Game Design. https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/viver/2016/11/desenvolvedora-brasileira-de-games-fala-sobre-representacao-das-mulher.htmlAna Ribeiro / Pixel RippedProgramadoras da ARVORE: Ana Ribeiro, Alessandra Fernandes e Gabriela Matiashttps://youtu.be/LghQKdRkGhI?si=AgYhU9p8b1AI7Brv De estudante de psicologia, a concursada do Tribunal de Justiça, empreendedora de loja de empadas até virar Game Designer de jogos de realidade virtual.https://br.ign.com/pixel-ripped-1989/54421/news/as-pessoas-ficam-surpresas-diz-produtora-de-pixel-ripped-1989-sobre-mulheres-que-criam-games

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #63: Claudinei Biazoli

Naruhodo

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 80:52


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Psiquiatra, Bacharel em Ciências Moleculares e Doutor em Radiologia, Claudinei Biazoli. Só vem! >> OUÇA (80min 53s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Claudinei Eduardo Biazoli Junior é Professor, Psiquiatra, Bacharel em Ciências Moleculares e Doutor em Radiologia pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição da Universidade Federal do ABC (UFABC). Coordena o Laboratório Interdisciplinar de Neurociência do Desenvolvimento Afetivo e Social (LINDAS-UFABC). Tem experiência em neuroimagem funcional e genética do desenvolvimento, saúde mental de crianças refugiadas e neurociência afetiva e social.  Lattes: http://lattes.cnpq.br/1530049503337087 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

Oxigênio
#215 – Tecnologias para a soberania digital

Oxigênio

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 41:00


Diante dos diversos problemas éticos, políticos e sociais causados pelas grandes corporações tecnológicas (big techs) na última década, cresce a busca por alternativas à estrutura digital moldada por estas empresas do Norte Global. O uso de softwares livres e de código aberto — replicáveis por qualquer pessoa, comunidade, instituição ou governo — reacende o debate sobre soberania digital no mundo. Nesse sentido, redes sociais alternativas, construídas sobre bases de código aberto surgem como saída plausível do monopólio das big techs e das estruturas opacas e dominantes. Neste episódio, Damny Laya e Rogério Bordini conversam com especialistas da comunidade do software livre e redes descentralizadas (Fediverso) sobre experiências concretas de tecnologias voltadas à soberania digital no Brasil e no mundo. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO DAMNY: Rogério, eu queria começar com uma pergunta incômoda: o que significa, hoje, participar de uma rede social na internet? ROGÉRIO: Eu diria que é uma espécie de plataforma multiúso: serve pra gente se conectar com nossos amigos, familiares, compartilhar conteúdos diversos, como um vídeo interessante, um meme, participar de grupos de discussão, como no saudoso Orkut, lembra? Tudo isso como se fosse uma extensão das nossas interações sociais, só que no mundo virtual. Mas parece que a coisa hoje em dia tá BEM diferente. Hoje a gente não é só usuário dessas redes, mas também produto, audiência, e até alvo. E, diria mais, cada vez mais, reféns. DAMNY: Refém é uma palavra forte, mas talvez seja a mais adequada. Refém de um modelo de negócio que extrai nossos dados, monitora nossos passos, lê nossas conversas, mapeia nossos gostos e comportamentos, e depois vende tudo isso como se fosse mercadoria. ROGÉRIO: E o problema não é só econômico. Também é político. Nos últimos anos, as grandes plataformas deixaram claro de que lado estão. Em janeiro de 2025, por exemplo, Mark Zuckerberg, CEO da Meta e dono do Instagram, Facebook e WhatsApp, anunciou mudanças profundas nas políticas de moderação de conteúdo, alinhando a empresa à agenda da extrema-direita nos Estados Unidos. O próprio Donald Trump, que tinha sido banido das redes após os ataques ao Capitólio, foi readmitido com honrarias. DAMNY: E não foi só a Meta. O X, antigo Twitter, adquirido pelo Elon Musk, transformou a moderação num vale tudo. Discurso de ódio, desinformação organizada, ataques sistemáticos a cientistas e jornalistas. Tudo isso enquanto as plataformas investem pesado para inviabilizar qualquer tentativa de regulação, seja no Brasil, na Europa ou no mundo tudo. ROGÉRIO: Essas redes deixaram de ser espaços de encontro e se tornaram territórios hostis. E muitos usuários, insatisfeitos com essas políticas e mecanismos de uso destas plataformas, têm buscado por alternativas, como aconteceu com o  êxodo quando Musk assumiu o X.  DAMNY: Mas para onde ir? As alternativas pareciam muito semelhantes às já existentes com políticas de uso também questionáveis. Até que, nos últimos anos, um ecossistema silencioso começou a chamar a atenção. ROGÉRIO: Você tá falando do Fediverso? DAMNY: Exato. O Fediverso. Uma constelação de redes sociais descentralizadas, interconectadas, que funcionam numa lógica completamente diferente daquela das big techs. Sem um dono. Sem um algoritmo sombrio. Sem anúncios. Sem vigilância como modelo de negócio. [música] DAMNY: Eu sou Damny Laya, jornalista de ciência e tecnologia, pesquisador e bolsista Mídia Ciência do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri). Tenho me dedicado a estudar redes descentralizadas, governança da internet e soberania digital. O incômodo que a gente descreveu agora há pouco não é só profissional, é também de quem passa o dia pensando sobre esses sistemas e se pergunta: dá pra fazer diferente? ROGÉRIO: E sou Rogério Bordini, também jornalista de ciência. Pesquiso o Fediverso e o uso de ferramentas de acesso aberto como forma de emancipação dos algoritmos de controle. O tema do Fediverso tem aparecido cada vez mais nas conversas que a gente tem com colegas, estudantes e gestores públicos.  DAMNY: Tanto que, para este episódio, a gente foi atrás de quem entende do assunto. Conversamos com especialistas do Fediverso, da cultura do software livre e da agenda da soberania digital. Queríamos entender não só o que é esse ecossistema, mas como ele funciona na prática. ROGÉRIO: Então, neste episódio, a gente vai explicar o que é o Fediverso, como ele está organizado e sobre algumas plataformas que fazem parte dele, além de como você pode fazer parte desse ecossistema. Mas também vamos discutir os desafios, a moderação de conteúdo, a governança comunitária e a barreira de entrada para quem não é familiarizado com a tecnologia. DAMNY: E, claro, vamos ouvir quem está na linha de frente. Nossos convidados vão ajudar a gente a entender também se o Fediverso pode ser, de fato, um caminho para a soberania digital ou o que falta para isso acontecer. ROGÉRIO: Pois bem. Respira que o Oxigênio tá só começando. [fim da música] [VINHETA DE ABERTURA OXIGÊNIO] ROGÉRIO: Imagine que as redes sociais comerciais são como grandes shopping centers. O Facebook, o Instagram, o X, o TikTok… Cada um é um centro comercial imenso, com suas próprias lojas, suas próprias regras, sua própria segurança. Pra entrar, você precisa aceitar o contrato deles. E, principalmente: o shopping é dono de tudo. Do estacionamento, das câmeras, dos corredores, do que você faz lá dentro. Você é visitante, mas não morador. DAMNY: Essa é uma boa analogia. Mas, nessa lógica, a gente pode comparar o Fediverso com o quê então? ROGÉRIO: O Fediverso é como uma cidade. Não tem um único dono. Tem ruas, praças, casas. Cada bairro tem suas próprias regras, sua própria administração. Mas as ruas se conectam, as praças são acessíveis a todo mundo, e você pode circular livremente. Melhor ainda: você pode morar num bairro, mas visitar os outros sem precisar mudar de endereço. THIAGO: O Fediverso é a tentativa de construção de uma praça pública digital, de fato, onde as pessoas podem realmente ter seus lugares de fala, seus púlpitos, seus vários púlpitos ali pra fazer seus discursos, suas falas, ou pra sentar no banco e ler um livro, enfim, ela é de fato essa possibilidade de criar uma praça pública digital. DAMNY: Esse aí é o ativista digital, comunicador e um dos fundadores da Fundação Alquimidia em Florianópolis, o Thiago Gonzaga, mais conhecido como Thiago Skarnio. Isso que ele acabou de falar é crucial: você pode ajudar a construir sua própria praça pública, seu próprio bairro. Soberania digital começa aí. ROGÉRIO: Exato. Mas vamos organizar isso. O Fediverso é formado por um conjunto de servidores independentes que se comunicam entre si. Cada um desses servidores é chamado de instância. Uma instância pode ser imensa, com dezenas de milhares de usuários, ou pode ser pequena, com meia dúzia de amigos. Pode ser administrada por uma universidade, por um coletivo de ativistas, por uma empresa, uma escola, ou só uma pessoa. DAMNY: O importante é que cada instância é autônoma. Ela define suas próprias regras de moderação, sua política de privacidade, seu código de conduta. E, ao mesmo tempo, ela conversa com as outras instâncias. Apesar de serem instancias independentes, elas conseguem conversar entre elas. Isso que é conhecido como universo federado. Além disso, precisamos falar de outra característica do Fediverso: a interoperabilidade. ROGÉRIO: Essa é uma palavra feia, mas o conceito é simples. Interoperabilidade é a capacidade de sistemas diferentes se entenderem. Imagina que o que você posta no X pudesse ser visto pelos usuários do Instagram ou vice-versa. Isso não é possível de se fazer nessas redes comerciais porque trabalham com protocolos e linguagens fechadas. No Fediverso, isso só funciona porque todas as plataformas e redes sociais utilizam o mesmo protocolo, chamado ActivityPub. DAMNY: Nestas redes sociais – sejam de blogs, microblogs, vídeos, imagens ou outros tipos de conteúdo – os sites do Fediverso que utilizam esse protocolo conseguem se conectar entre si, pois todos falam a mesma linguagem. ROGÉRIO: E isso é o oposto do que as Big Tech fazem. Elas constroem muralhas. Você não leva seus contatos do Instagram pro Threads, por exemplo. Você não exporta sua lista de seguidores do X pro Bluesky. Cada plataforma é uma ilha, e mudar de ilha significa recomeçar do zero. DAMNY: Enquanto isso, no Fediverso, você pode migrar de uma instância para outra, levar seus contatos, manter suas conversas. Neste caso, você é o dono dos seus contatos. Ou, no mínimo, é a comunidade que você escolheu. ROGÉRIO: Vamos dar um exemplo. O Mastodon é a plataforma mais popular do Fediverso, hoje com mais de 10 milhões de usuários. DAMNY: Essa rede costuma ser comparada ao X, já que também funciona como um micro‑blog. A interface lembra o X – com posts de até 500 caracteres, linha do tempo, reposts e favoritos – mas a lógica é totalmente diferente. ROGÉRIO: Diferente em pelo menos três aspectos fundamentais. Primeiro: não há um algoritmo influenciando no que você vê. O feed é cronológico reverso. O que seus contatos postam aparece na ordem em que publicaram. Se você está nas redes há mais tempo, deve lembrar que no começo o Facebook e o Instagram até seguiam essa lógica, mas mudaram completamente a entrega dos posts nos últimos anos.  DAMNY: Segundo: a moderação é comunitária. Cada instância possui regras próprias, acessíveis e transparentes a todos os usuários. Se você não concorda com a moderação da sua instância, pode se mudar para outra.  ROGÉRIO: Terceiro: não há anúncios. Mastodon, por exemplo, não é comercializado como um produto porque não tem acionistas. Seu financiamento vem de doações, campanhas de financiamento coletivo, apoio institucional e outras fontes. Isso transforma radicalmente a relação entre a plataforma e seus usuários. DAMNY: Agora, é importante deixar claro que descentralização não é sinônimo de solução para todos os problemas. Existem, sim, instâncias tóxicas no Fediverso, como de grupos extremistas, negacionistas e assediadores. A diferença é que, no Fediverso, as comunidades podem se desfederar. O Thiago explica um pouco: THIAGO: O Fediverso tem um pouco de autorregulação. Se uma instância é nociva, permite conteúdo tóxico, ela acaba sendo isolada de várias outras instâncias. Você pode bloquear aquela instância. Assim como o e-mail. Não quer mais receber e-mail de tal domínio. Você pode bloquear. ROGÉRIO: E isso nos leva a um ponto crucial. Nas redes centralizadas, você está sempre sujeito ao arbítrio unilateral de uma empresa. Se o X do Musk decide que você violou uma regra, mesmo que vaga e mal explicada, você pode perder sua conta. Recurso às vezes nem existe. No Fediverso, a relação já é outra. Você não é súdito, você é cidadão. DAMNY: Cidadão de uma federação. Pois a federação consiste exatamente nisso: unidades autônomas que decidem cooperar, servidores administrados por pessoas como eu e você, dispostos a criar verdadeiras redes sociais. Nenhum deles controla o outro, mas todos podem se comunicar. Se quiserem interromper a comunicação, podem silenciar ou bloquear mutuamente. ROGÉRIO: E a promessa é a de uma experiência online onde você não é o produto, onde o algoritmo não te manipula, onde suas conversas não são vigiadas para alimentar máquinas de perfilamento e publicidade comportamental. Mais do que uma promessa, é um ato de autonomia e de soberania digital. DAMNY: Mas como atrair pessoas para esse universo? Como encontrar uma instância ou comunidade que faça sentido? E como garantir que essas redes não repitam, em outra roupagem, os mesmos problemas de outras redes comerciais? E também, se o Fediverso é tão bom assim, por que todas as pessoas não estão o utilizando? ROGÉRIO: É sobre isso que a gente vai conversar no próximo bloco. Porque o Fediverso não é só tecnologia. É cultura, é política, é experimentação institucional. E tem gente aqui no Brasil construindo isso com as próprias mãos. [Música]  ROGÉRIO: Instituições públicas e movimentos sociais no Brasil têm começado a experimentar o Fediverso como alternativa às plataformas comerciais, como é o caso de universidades, órgãos de pesquisa e equipamentos culturais. Gente que decidiu que não queria mais alimentar máquinas de vigilância com os dados da sua própria comunicação institucional. DAMNY: Exato. Porque uma coisa é a migração individual, a escolha pessoal de abandonar uma determinada rede. Outra coisa, é quando uma instituição pública ou um movimento social decide ocupar novos territórios. Aí a conversa ganha contornos de política pública, de infraestrutura, de projeto de país. ROGÉRIO: E essa questão se refere a isso que chamamos de soberania digital. Conceito que parece abstrato, mas que se materializa em decisões muito concretas. Quem guarda meus dados? Quem define as regras da minha conversa? Quem pode me expulsar de um espaço? E, mais importante: eu posso construir meu próprio espaço? DAMNY: O Fediverso oferece uma resposta possível para essas perguntas. Não por acaso tem atraído atenção de pesquisadores, ativistas, jornalistas e gestores públicos no Brasil e no mundo. Essa iniciativa de procurar o Fediverso como alternativa não surge isoladamente; ela responde a um movimento já em andamento ao redor do globo. Grandes instituições passaram a abandonar o X, por exemplo. ROGÉRIO: Pois é. O The Guardian, com 27 milhões de seguidores, anunciou sua saída do X, classificando a plataforma como tóxica e afirmando que o Elon Musk tem usado sua influência para moldar o discurso político. Mais de sessenta universidades na Alemanha e na Áustria também decidiram encerrar suas contas porque os algoritmos da plataforma, segundo elas, se opõem à integridade científica e democrática. DAMNY: Na França, 86 associações solidárias e ambientalistas também abandonaram o X. Na Espanha, a Greenpeace e a Conferência de Reitores das Universidades Espanholas também se despediram. O argumento se repete: a plataforma não reflete mais os valores das instituições que a ocupavam. São 60 mil contas desativadas por dia, e isso foi só em novembro de 2024. ROGÉRIO: E no Brasil a gente também tem sentido esse movimento. Milhões de usuários deixaram o X nos últimos meses, e a empresa perdeu entre 80 e 100 milhões de dólares anuais em receita no país. Mas, o boicote é louvável, porém ainda tá longe do ideal. DAMNY: Exato. A pergunta que fica é: para onde ir? Muita gente tem migrado para o Threads ou o Bluesky. Essa última é uma plataforma descentralizada, sim, mas mantida por bilionários, o antigo dono do Twitter, Jack Dorsey, que no fim das contas é mais um Tech Bro. Trocar um bilionário por outro, mesmo com arquitetura diferente, não resolve o problema estrutural da concentração de poder e da falta de controle comunitário. ROGÉRIO: É aí que entra o Fediverso. E o que a gente tem visto é que, paralelamente a esse êxodo, há um movimento de instituições públicas brasileiras, movimentos sociais, coletivos e ativistas que estão fazendo uma aposta diferente. Em vez de migrar para outra plataforma comercial, estão ocupando o Fediverso, criando instâncias, desenvolvendo comunidades, experimentando soberania digital na prática. DAMNY: Sobre isso falará Thiago Skarnio, o único latino-americano no conselho do FediForum, o maior evento mundial dedicado a pensar e melhorar o Fediverso. THIAGO: Ano passado a gente conseguiu articular, fez uma sugestão também para o Comitê Gestor da Internet, que tivesse o domínio social.br para que tivesse uma extensão de domínio específica para mídias sociais, focando nas instâncias do Fediverso. Foi acatado isso, a gente achou bem legal, então dá para registrar o social.br hoje, indica que aquilo é uma mídia social. A gente fez o Websocial.br, né, o Dam participou, falando das universidades, iniciativas, e tem feito algumas ações que eu chamo de ações estruturantes para o Fediverso né? Criou um fórum online para os organizadores de instâncias trocarem informações e debaterem, e documentarem, né, tirarem suas dúvidas, para quem está mais tempo no Fediverso, isso é para focar em quem mantém a instância. E recentemente articulou também para que existisse uma instância chamada Orgânica.social, que é uma instância que está aberta hoje, é uma instância feita junto com a Pop Solutions, ela está hospedada em território nacional, e ela é feita para acolher um grande volume de pessoas no Brasil, se o Twitter saiu do ar, o Instagram, se precisar de algum lugar para correr hoje existe a Orgânica.social. Essa iniciativa coletiva também tem muitas pessoas ali, tem uma comunidade cada vez mais crescente, tem o coletivo Onda, que está ajudando também com a moderação, junto com as pessoas da própria comunidade, e a Alquimidia tem ajudado a construir isso. ROGÉRIO: Entre essas ações estruturantes para o Fediverso que o Thiago acabou de mencionar, a que mais tem tido impacto é a criação da instância da Organica.Social, uma rede social descentralizada no Brasil, com a infraestrutura do Mastodon. Hoje a Orgânica tem quase 2 mil usuários e continua crescendo graças à campanha #vemprofediverso, impulsionada pela Alquimidia e outros parceiros nas redes sociais corporativas. THIAGO: Porque eu considero que a gente está hoje prototipando uma web social brasileira, o que a gente está fazendo hoje é meio que prototipando, a gente sabe que tem ainda pouca gente relacionada à população brasileira inteira, mas a gente sabe que o que a gente está fazendo hoje está sendo feito para ficar grande, para que seja ocupado e utilizado por toda a população. Tem feito várias frentes também com governos para ver se eles implementam, e tem acompanhado essas iniciativas universitárias, que é muito legal também, e a gente sabe que uma hora isso vai acabar crescendo bastante. DAMNY: O Thiago também falou como é gerenciada a instância da Organica e as diferenças na governança em relação com as redes sociais comerciais. THIAGO: a proposta da orgânica é ser uma instância comunitária. A gente meio que lançou uma proposta que é para ser coletiva, cada vez mais. Ela é coletiva e vai ser mais. A gente participa da governança da instância junto com outras organizações e pessoas. A gente participa da moderação, nós criamos os termos de uso, depois de muita pesquisa, as regras a gente também organizou baseado nas experiências anteriores do Fediverso e outras instâncias. E a gente participa hoje também da parte do acolhimento. A gente tem tutoriais sobre o Fediverso e manda para as pessoas, disponibiliza. Então, a gente tem feito essa atuação na orgânica de cultivar a cultura federada. A diferença disso para uma rede como o Instagram é porque o Instagram está na mão de uma empresa bilionária, na mão de um bilionário e que o código é fechado, então, a gente não tem como participar da governança do Instagram. A gente não tem como definir as regras de funcionamento, a gente não tem como participar. ROGÉRIO: Quando Thiago fala sobre código fechado, ele toca num tema fundamental para as redes descentralizadas: o software livre e o código aberto. Esses princípios permitem que conheçamos o funcionamento das plataformas — por exemplo, como o Mastodon, que foi construído com código aberto justamente para que possa ser replicado e adaptado por qualquer pessoa. THIAGO: O código da orgânica é um código do Mastodon. A pessoa pode olhar o código, como é que funciona, ver o que está acontecendo ali, e pode entrar em contato com os moderadores, pode questionar, pode enfim, tem várias formas hoje de participar da gestão da orgânica. A ideia é criar um conselho mesmo dos moderadores. Então tem várias formas de participar da orgânica, enquanto no Instagram não tem como. Não tem como você participar de nada você só consome aquilo que está ali, e no máximo você vai gerir teus contatos. DAMNY: Esse movimento de grupos que fazem acontecer a Organica.Social, que atrai outras pessoas pro Fediverso e geram novas redes sociais e comunidades, é o que o Rafael Evangelista enxerga como a possibilidade sociotécnica das redes federadas e descentralizadas. Que não é mais do que a possibilidade de fazer uma transição desse modo de uso de redes sociais, como acontece hoje nas redes centralizadas, para um modo que aponte para a ideia de apropriação tecnológica por parte de grupos sociais organizados. ROGÉRIO: O Rafael, pra quem não sabe, é professor do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp (Labjor) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet (CGI), ele quem teve a ideia de criar uma instância no Mastodon pro Nudecri, núcleo do qual o Labjor faz parte. RAFAEL: O Nudecri é um núcleo de pesquisa que é uma estrutura que não existe tipicamente em outras universidades, outras universidades estão estruturadas em institutos que dão cursos de graduação e pós, etc., e nós somos um núcleo de pesquisa que porventura dá cursos de pós-graduação, mas nós somos essencialmente um núcleo de pesquisa. Esse núcleo de pesquisa que é o Nudecri, por teimosia de algumas pessoas do próprio núcleo, a gente sempre insistiu em manter um conjunto de ferramentas tecnológicas próximas a nós, a gente sempre foi refratário a ideia de, por exemplo, pegar sites jornalísticos que nós fazemos e colocar em grandes provedores, a gente sempre gostou de ter essa estrutura conosco, então temos o nosso servidor no laboratório, então a gente tem um servidor nosso no laboratório não porque a gente resolveu ter agora, a gente tem isso desde os anos 2000, e isso foi ficando e a gente foi brigando pra manter. E essa briga por manter envolve essa percepção de pesquisadores de que era importante ter controle da tecnologia, de conhecer a tecnologia. Da tecnologia ser um tema pra nós e a gente sentir que tem que estar próximo dela com a capacidade de experimentar e também porque a gente desde o começo foi muito claro de que nos cabia ter e que não nos cabia ter. DAMNY: Existe também um aspecto super importante, ter uma pessoa técnica no campo da TI, como bem destaca o Rafael. RAFAEL: Nós temos um funcionário nosso que é um TI, temos um TI integrado, isso é altamente importante pra esse processo da gente ter isso mais próximo, foi por ter essa relação próxima que eu pude pegar e falar com o técnico, poxa, será que a gente consegue experimentar? E aí preciso tirar o chapéu pro André que é o nosso TI, porque além de tudo, a gente não basta ter um TI, a gente precisa ter um TI que esteja interessado em ser parceiro nas experimentações tecnológicas. ROGÉRIO: E se você tá dentro de uma universidade, deve ter acesso ao drive do Google pelo seu e-mail institucional, por exemplo. Só que essa “parceria” é algo que acaba fragilizando a soberania e a autonomia universitária. É algo que o coletivo Rede pela Soberania Digital Brasileira apontou no manifesto entregue ao presidente Lula em setembro de 2023. A experiência que vem desenvolvendo o Nudecri é tanto um exercício de apropriação tecnológica quanto uma forma de ir contra esse movimento.  DAMNY: Nesse contexto, o Rafael convida a gente a refletir. RAFAEL: Como é que as universidades podem ser também um lugar para a produção dessa sociabilidade em torno da tecnologia para a produção dessa apropriação tecnológica num contexto de resistência à terceirização das infraestruturas tecnológicas para as Big Techs? Então, ter uma instância do Mastodon no nosso servidor é importante porque é um sinal de que um desses lugares de apropriação tecnológica podem ser os grupos de pesquisa. ROGÉRIO: E podem ser mesmo, né, Dam? Você precisa saber que o Damny e o Rafael levantaram um projeto de pesquisa sobre Fediverso nas Universidades, certo? DAMNY: Exatamente. O projeto leva por nome “O Fediverso nas Universidades Públicas: iniciativas para a construção de uma soberania digital nas universidades paulistas”. E a partir dele começamos um projeto de divulgação científica, com uma bolsa Mídia Ciência da Fapesp, graças à qual estamos aqui fazendo esse episódio hoje.  Mas o Rafael pode nos falar melhor como tem sido isso. RAFAEL: A gente tentou fazer um processo de convencimento dos pesquisadores para que eles se apropriem do Fediverso, mas esse processo foi também de tentar trazer os veículos que esses pesquisadores gerenciam para dentro do Fediverso. ROGÉRIO: E graças ao esforço de vocês o Oxigênio e a revista ComCiência estão no Mastodon, e ouvi que os outros veículos do Nudecri também estão chegando né. DAMNY: Estão chegando e seguimos no processo de atrair e de convencer eles que aqui no Fediverso esses veículos têm audiência. ROGÉRIO: Definitivamente é tudo um desafio que precisa de estratégia para convencer às pessoas a entrarem pro Fediverso porque é algo diferente dentre nossa cultura de redes sociais. Mas, argumentos não nos faltam do ponto de vista ético e político, como já mencionamos. Ainda assim parece que falta alguma coisa.  RAFAEL: mais do que trazer as pessoas para cá, para o Fediverso, eu acho que o desafio é trazer conteúdo para o Fediverso. Então, não é só que o pesquisador “x” tenha o seu perfil lá, não, é que essa produção que ele trabalha de graça para as redes comerciais, que ele trabalha de graça para o público para uma rede social que é um bem comum, uma rede social que é aberta, descentralizada, federada, etc., quer dizer, quando você tiver mais conteúdo no Fediverso as pessoas vão tender a entrar no Fediverso. Porque acho que as pessoas vão atrás não só das relações sociais que estão nas redes sociais, elas vão atrás dos conteúdos que estão nas redes sociais. DAMNY: Esse trabalho que estamos fazendo no Nudecri para divulgar e comunicar ciência no Fediverso é um esforço como o que vem fazendo, por exemplo, a Comissão Europeia, algumas organizações ambientais, os governos da França, Suíça, Holanda e Alemanha, e alguns veículos de comunicação como a BBC que decidiram também implementar seus próprios servidores em redes sociais descentralizadas como o Mastodon. Tudo isso num esforço por se desvencilhar das redes sociais nas mãos e sob completo controle das big techs. E nesse sentido eu gostaria de destacar o trabalho que está fazendo a Holanda. Lá a Cooperativa de TI da educação e pesquisa holandesa, a SURF (que em português é algo assim como “Instalações Colaborativas de Computação Universitária”) eles pararam de usar o X por causa das políticas antidemocráticas do Musk, e agora estão explorando o Mastodon como uma plataforma de código aberto para educação e pesquisa no país. O piloto foi lançado em fevereiro de 2023 e continua em andamento. Estudantes, pesquisadores, funcionários e instituições da Holanda podem experimentar o Mastodon de forma acessível.  ROGÉRIO: E uma curiosidade: A SURF foi quem criou o sistema Eduroam, sabe? O Wi-Fi público que usamos aqui na Unicamp e na maioria das universidades do país e no mundo. E tem mais, lembra que a gente falou que a base destas ações estão no código aberto e o software livre? Bom, aqui no Brasil há uma experiência que está sendo implementada em outras partes do mundo. Uma demonstração de como funciona uma política pública baseada em software livre: o Tainacan. DAMNY: A gente conversou com um dos seus criadores, o José Murilo, especialista em políticas públicas voltadas para a tecnologia digital e a internet, e coordenador de Arquitetura da Informação Museal no Instituto Brasileiro de Museus, o Ibram. Ele vai nos explicar o que é e o que faz o Tainacan. MURILO: Ele é um repositório digital. Então, basicamente, ele trata da publicação de acervos digitais, de instituições de memória, arquivos, bibliotecas e museus.  Agora, ele está pronto para publicar qualquer coleção. Se você tem uma coleção de chaveiros e você quer publicá-la na internet, você tem, e é muito fácil porque é um plugin, basta você, se você tem o WordPress já instalado rapidamente, você já começa a operar. E ele é uma ferramenta muito interessante, porque, por ser um plugin para WordPress, ele muito facilmente chupa arquivos, acervos. Por exemplo, ele chupa acervos do YouTube, ele chupa acervos do Flickr, e trazendo metadados. E, rapidamente, aquilo vira uma coleção que você está hospedando localmente, enfim. DAMNY: O Murilo tocou em dois conceitos importantes: o WordPress e plugins. Acho que vale a gente fazer um parêntese para entender melhor como funciona o Tainacan. Porque quando a gente fala em Fediverso, em instâncias, em protocolos, pode parecer que estamos falando de um mundo muito distante da experiência comum das pessoas. Mas existem pontes. Uma delas é o WordPress que é uma plataforma de publicação, originalmente para blogs, que hoje alimenta mais de 40% de todos os sites da internet. É um software livre, o que significa que qualquer pessoa pode baixar, instalar, modificar e usar sem pedir licença a ninguém. ROGÉRIO: E o que são plugins? São como aplicativos que você instala no seu site para adicionar funcionalidades novas. Quer uma loja virtual? Instala um plugin. Quer integração com redes sociais? Instala outro. Quer que seu site WordPress se torne parte do Fediverso? Existe um plugin para isso. Ele faz com que seu site passe a falar a língua do ActivityPub, aquele protocolo que a gente mencionou, e pronto. As pessoas podem seguir seu site diretamente no Mastodon e comentar seus posts, interagir como se estivessem na mesma rede. É uma forma de trazer a lógica do Fediverso para dentro de ferramentas que milhões de pessoas já usam, sem precisar aprender nada do zero. DAMNY: Então o Tainacan é esse plugin, que como bem falou o Murilo, é só adicionar ao seu site ou blog, e já faz o trabalho de criar um acervo do que você quiser. ROGÉRIO: O Tainacan é uma ferramenta maravilhosa, mas o mais importante é que é produto de uma política pública, feito em instituições públicas, numa relação entre o Ibram e as universidades federais.  MURILO: Antes do MinC (Ministério da Cultura) ser extinto, a gente tinha iniciado, a partir do Fórum da Cultura Digital Brasileira, uma política para acervos digitais, pensando numa tecnologia que pudesse atender a interoperabilidade entre arquivos, bibliotecas e museus. E nisso surgiu o Tainacan. O Tainacan ele nasce lá em 2016, 2015, na verdade, quando a gente tinha feito uns editais de digitalização de cultura afro, e a gente queria um protótipo de tecnologia que pudesse atender a essa demanda, ou seja, de difundir acervos digitais, tratando dos modelos de dados de arquivos, bibliotecas e museus. DAMNY: Tem várias pessoas envolvidas nesse projeto, que integra o Programa Acervo em Rede, uma política pública baseada em software livre. ​ Mas, uma que é central é o professor Dalton Martins, especialista em ciências da informação, quem iniciou o projeto na Universidade Federal de Goiás, e foi para o Ibram para ocupar o cargo de Coordenador-Geral de Sistemas de Informação Museal. Também, é importante, houve uma conexão muito forte com a Universidade Federal do Espírito Santo. ROGÉRIO: Vale destacar que esse desenho institucional proposto para essa cooperação Ibram-Universidade favoreceu o envolvimento de jovens museólogos, arquivistas e bibliotecários na formulação e implementação de aplicações, e na ativação de redes para o campo museal. ​E tudo isso movimentado pela cultura do software livre. Mas por que isso é importante? MURILO: Olha, o software livre é a única forma de você ter realmente uma garantia de que aquela aplicação vai continuar funcionando como ela funciona hoje, sem a interferência externa. Quando fala, por exemplo, quando a gente anuncia o Tainacan e faz a propaganda dele, é um pouco nesse sentido. Como é que você vai garantir que a informação pública que você está publicando numa plataforma proprietária vai continuar publicada com aquele mesmo tipo de acesso perenemente? Não tem como. A única forma de você garantir é com o software livre. Então, assim, eu acho muito importante que a gente tenha chegado nesse ponto no campo da cultura, com um projeto dessa natureza, mostrando o caminho. Acho que a gente não tem a visibilidade que a gente deveria ter, porque o acesso a esse software é muito fácil. Você baixar um plugin é muito fácil. Nós temos tutoriais da formação de utilização da ferramenta no YouTube, e temos uma equipe lá que está pronto para dar suporte para todo mundo. Tem muita gente fazendo o seu próprio Tainacan. A gente deu atendimento ao pessoal do Corinthians, o pessoal da Mangueira, enfim, a conversa está espalhando, e as pessoas estão vendo que publicar seus próprios acervos faz sentido no século XXI. DAMNY: Olha a magnitude deste bem público que é o Tainacan. Qualquer um pode fazer uso dele. Instituições do tamanho do Corinthians, da Mangueira, estão querendo usar ele para guardar seus acervos. E a questão não fica só aqui no Brasil. MURILO: Ah, eu quero dizer também que os museus federais do México já usam Tainacan e os museus da Colômbia também já estão utilizando Tainacan. O que está quase permitindo que a gente pense num agregador Americana. Já pensou? ROGÉRIO: Então o Tainacan tem impacto além das fronteiras brasileiras. Ele é quem permite o funcionamento de mais uma grande criação para os acervos culturais digitais: a Brasiliana Museus, um serviço de agregação de coleções museológicas desenvolvido a partir do Tainacan. MURILO: A Brasiliana, ela vem de um desafio que a gente sempre colocou quando a gente pensava a política para acervos digitais. A gente falava que a gente deveria ter como meta um agregador e uma máquina de busca nos conteúdos da cultura brasileira. Que não fosse o algoritmo do Google, ou seja, que a gente pudesse de alguma forma trabalhar essa instância da pesquisa e exploração em busca como política pública, como uma forma que o algoritmo que você pensasse para isso estivesse dando visibilidade aos conteúdos da cultura brasileira, enfim. Então a brasiliana começa um pouco assim, como um agregador museológico, de instituições museológicas, mas o grande desafio era a gente estar trabalhando com esses índices de forma a produzir uma busca de qualidade, através desses indicadores. Então foi assim, a gente iniciou com os museus do Ibram, mas na medida em que a brasiliana foi lançada, ela já abriu para adesão de outras instituições, teve entrada do Museu da Pessoa, por exemplo.  DAMNY: Com a Brasiliana, o Ibram inaugurou a iniciativa dos Museus brasileiros no Fediverso, quando ativaram o plugin ActivityPub no site WordPress da Brasiliana Museus, e publicaram o primeiro post de um domínio gov.br na web social, ou seja, no Fediverso.  MURILO: A gente parte, eu acho que é um post que eu fiz na Brasiliana, em janeiro de 2024, era isso, ou seja, a gente estava constatando que o estado das redes sociais era uma coisa calamitosa e que, a partir da política pública, a gente gostaria de explorar possibilidades, alternativas, enfim, na perspectiva dos museus. E quando eu digo isso, eu quero dizer que, por exemplo, museus utilizam intensamente Instagram, já utilizaram mais, mas usam muito o Flickr. E a gente sempre teve essa ideia de que gostaria de, pelo menos, oferecer uma alternativa, oferecer uma possibilidade que um determinado museu quisesse usar algo alternativo, que houvesse essa possibilidade. Então, foi assim. Foi a possibilidade de criar contas para os museus no Fediverso. ROGÉRIO: O projeto do Fediverso do Ibram continua crescendo. Eles criaram a instância no Mastodon, chamada social.museus.gov.br, já ha mais de um ano.  MURILO: Então, aí a gente lançou, mas a gente foi bem devagar, fazendo experimentos, a gente criou uma conta do Cadastro, que também publica os itens do Tainacan lá, a Brasiliana está publicando também os itens do Tainacan, mas isso a gente não está divulgando ainda, é tudo como experimento, aí a gente mostra para alguns parceiros, olha como é que está aí. E a gente estava com um plano, chegamos a conversar com o Comitê Gestor da Internet, de ter o domínio Museu.br, que ele não está ativado ainda, a ideia do comitê gestor era usar, tendo uma instituição como porteiro ali, e aí a gente falou, o Ibram pode ser esse porteiro, mas o que a gente queria mesmo era começar o social.museu.br, ser o primeiro, para que a partir dali a gente desse instâncias para os vários museus. O museu ganhava conta e aí, ou seja, essa instância seria para contas de museus. Isso está ainda encaminhando, hoje mesmo eu retomei essa conversa, o comitê gestor já deu ok, só está faltando a gente se organizar aqui. DAMNY: esse caso do Ibram com a criação do Tainacan e a Brasiliana Museus é mais uma evidência de como é possível construir política pública com uso do software livre, unindo esforços de diversas instituições públicas para obter um bem público e acesso à informação e à educação.  MURILO: Para você ver, quando a política pública é integrada ela vai provocando novos desenvolvimentos que são correlacionados, e como está tudo software livre a coisa vai no mesmo nível, vai na mesma linha. Então é uma coisa assim, é um ciclo virtuoso que a gente tem que realmente incentivar. ROGÉRIO: E temos que incentivar mesmo, como as experiências que comentamos nesse episódio, a Organica.Social, o Tainacan, a Brasiliana Museus, e as instâncias do Nudecri para divulgar ciência. Essas são evidências de que é possível, sim, construirmos soberania digital e autonomia através da apropriação de tecnologias de código aberto e software livre. [música] ROGÉRIO: A pesquisa, entrevistas, roteiro, e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Rogério Bordini, que também fui responsável pela edição desse episódio. DAMNY: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante da Unicamp. Agradecemos em especial a revisão da coordenadora do Oxigênio, Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica.  ROGÉRIO: Obrigado por ouvir até aqui, e se quiser, deixa um comentário sobre esse episódio na sua plataforma de áudio preferida ou nas redes sociais, sobretudo no Mastodon, que a gente está esperando por vocês lá. Você encontra a gente em todas as plataformas como Oxigênio Podcast. Obrigado, até mais.  [VINHETA OXIGÊNIO]   Créditos: Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro: Damny Laya e Rogério Bordini Produção: Rogério Bordini Pesquisa: Damny Laya Narração: Damny Laya e Rogério Bordini Entrevistados: Rafael Evangelista, Thiago Skarnio, José Murilo Projetos citados Projeto Tainacan: https://tainacan.org/ Projeto Piloto da SURF (Holanda): https://www.surf.nl/en/about-the-mastodon-pilot  Rede Organica.Social: https://organica.social/explore  Observatório do Fediverso: alquimidia.org/fediverso/ Relatórios Técnicos SANTINI, R. M., BORGES, M., FERREIRA, F., SALLES, D. G., GRAEL, F., & BARROS, C. E. (2023). NETLAB. Estudo da campanha contra o PL 2630 e regulamentação das plataformas digitais. 2023. (p. 23). UFRJ. https://netlab.eco.ufrj.br/post/estudo-da-campanha-contra-o-pl-2630-e-regulamenta%C3%A7%C3%A3o-das-plataformas-digitais Notícias e Reportagens BONIFAZ, R. (2023, outubro 5). Redes libres y federadas: Construyendo el fediverso – Por una Internet Ciudadana. https://al.internetsocialforum.net/2023/10/05/redes-libres-y-federadas-construyendo-el-fediverso/   BLOOMBERG. Bloqueio do X no Brasil custa milhões de usuários a Musk, mas afeta pouco a receita dos negócios. O Globo, Rio de Janeiro, 5 set. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2024/09/05/bloqueio-do-x-no-brasil-custa-milhoes-de-usuarios-a-musk-mas-afeta-pouco-a-receita-dos-negocios.ghtml. CORREIO DA MANHÃ. Milhares de utilizadores abandonam a rede social X no dia da tomada de posse de Trump. Correio da Manhã, Lisboa, 20 jan. 2025. Disponível em: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/milhares-de-utilizadores-abandonam-a-rede-social-x-no-dia-da-tomada-de-posse-de-trump.  DEUTSCHE WELLE. German institutions depart X, a day after Musk’s Weidel talk. Deutsche Welle, Bonn, 10 jan. 2025. Disponível em: https://www.dw.com/en/german-institutions-depart-x-a-day-after-musks-weidel-talk/a-71266331.  DEUTCH, J., ALBORNOZ, D., & JOHNSON, O. (2024). Resumen ejecutivo: Explorando una transición hacia plataformas de redes sociales alternativas para organizaciones de justicia social en el mundo mayoritario. The Engine Room. https://www.theengineroom.org/wp-content/uploads/2024/12/Resumen_Ejecutivo_Explorando-una-transicion_29-11-24.pdf  JACOBS, E. (2024, novembro 22). Profissionais começam nos EUA abandono em massa de rede social X, de Elon Musk. Folha de S.Paulo. https://www1.folha.uol.com.br/tec/2024/11/profissionais-comecam-abandono-em-massa-de-rede-social-x-de-elon-musk.shtml  LEÓN, Lucas Pordeus. Big techs dos EUA influenciaram sanção de Trump contra o Brasil. Agência Brasil, Brasília, 10 jul. 2025. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/big-techs-dos-eua-influenciaram-sancao-de-trump-contra-o-brasil  LIBERIA.SITE. 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Dev Sem Fronteiras
Cientista de Dados Principal em Nova Iorque, EUA - Carreira Sem Fronteiras #231

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 51:40


O joseense Rafael teve a primeira experiência internacional logo na infância, ao morar durante um tempo na França. De volta ao Brasil, cursou Engenharia da Computação na Unicamp, mas após decidir buscar algo mais interdisciplinar, acabou fazendo um doutorado em Geografia na Califórnia.Alguns anos mais tarde, Rafael voltou ao Brasil novamente e trabalhou no INPE até que, por conta de uma oportunidade que surgiu para sua esposa nos EUA, se mudou mais uma vez para lá, onde hoje ele trabalha com análise estatística ligada ao mercado da saúde.Neste episódio, o Rafael detalha suas múltiplas idas e vindas, além de contar os detalhes, o dia a dia, e as particularidades de se morar na terra onde é mais difícil achar tacos.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaRafael Ramos, Cientista de Dados Principal em Nova Iorque, EUALinks:CAPESCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Fernando Ulrich
Bitcoin desaba 50%, o que está acontecendo?

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 71:46


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 - Introdução05:52 - As hipóteses da queda08:22 - O escândalo "Jeffrey" e o impacto no setor17:00 - A precisão dos Ciclos do Halving se mantém?19:48 - A financeirização e os derivativos estão distorcendo o preço?29:14 - Risco Michael Saylor: A MicroStrategy vai quebrar?35:29 - A "Espiral da Morte" da mineração: Mito vs. Realidade38:40 - Computação Quântica: O fim da criptografia do Bitcoin?43:53 - Reagindo às críticas de Walter Maciel01:01:00 - Comparando com os crashes de 2013 e 201801:04:18 - Como eu invisto na física01:07:00 - A estratégia da OranjeBTC01:08:50 - O Bear Market acabou? O que o indicador MVRV sinaliza

Brasil-Mundo
Wikipédia: projeto completa 25 anos em cenário tumultuado por inteligência artificial

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 6:06


Lançada há 25 anos como um inovador projeto de enciclopédia colaborativa e acessível a todos, a Wikipédia hoje é uma consolidada fonte de informação e conhecimento. Mas, assim como grande parte da internet que conhecemos, a enciclopédia se vê diante dos problemas e das soluções introduzidas pela mais disruptiva novidade dos últimos anos: a presença massiva e permanente da inteligência artificial.  Edison Veiga, correspondente da RFI em Bled, Eslovênia A versão em português da Wikipédia, chamada pelos wikipedistas de Wikipédia Lusófona, é um gigantesco manancial de conhecimento. Ela foi inaugurada em maio de 2001, cinco meses depois da fundação do projeto global, em inglês, e tem hoje quase 1,2 milhão de verbetes. O administrador e editor da Wikipédia Lusófona, Rodrigo Padula, é um dos mais experientes membros atuantes do projeto. Formado em Ciências da Computação, com mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele analisa os gargalos do atual cenário e fala com a autoridade de quem está no projeto há 20 anos.  “Chega aos 25 anos com um sucesso colaborativo que nenhum projeto similar alcançou. É um dos maiores projetos colaborativos já criados pela humanidade”, avalia em entrevista à RFI. IA afeta uso da Wikipédia A inteligência artificial, cada vez mais presente nos ecossistemas digitais, também está afetando diretamente a maneira como a Wikipédia vem sendo utilizada. Para os wikipedistas, é um momento de encruzilhada histórica. E muita reflexão para que o modelo colaborativo não só resista, como saia ainda mais fortalecido. Padula acredita que a Wikipédia enfrenta um momento “turbulento” e de “grandes desafios”: “O maior desafio hoje é essa transição do modelo de busca de conteúdo na internet para um modelo de respostas mais sintéticas com o surgimento desses vários mecanismos de busca usando inteligência artificial”, explica.  O usuário comum de internet já notou. Cada vez mais, o resultado de uma busca é resolvido com as informações resumidas trazidas pelo próprio motor de busca, fazendo com que não seja mais necessário clicar nos links para obter a informação desejada. Se, por um lado, isso parece facilitar a vida do internauta, por outro, tem minado o acesso a sites tanto de jornalismo quanto de informação de referência, como no caso da Wikipédia.  Por conta do volume de informações e da credibilidade construída ao longo dos últimos 25 anos, a Wikipédia se tornou uma das principais fontes de conteúdo que alimenta as plataformas de inteligência artificial. Os textos acumulados em mais de 61 milhões de artigos disponíveis em 321 idiomas servem não só para munir as gigantescas bases de inteligência artificial com informações e dados, como também para sedimentar a linguagem desses sistemas, que cada vez mais se assemelham a uma comunicação humana natural.  “Esse problema do extrativismo de dados a gente vem enfrentando e vamos enfrentar, mas a gente não pode ser a fonte de conteúdo para alimentar esses algoritmos hoje, tornando-os úteis e funcionais, e isso matar o projeto a médio e longo prazo”, argumenta Padula.  Voluntários Outro problema trazido por Padula é a carência de voluntários. A Wikipédia Lusófona conta hoje com quase 5 mil editores wikipedistas ativos. Há cinco anos, eram mais de 10 mil. Conforme explica o administrador Padula, são considerados ativos todos os voluntários que trabalharam em pelo menos cinco artigos nos últimos 30 dias. “Estamos entre o prestígio da credibilidade construída e a fragilidade de nossa comunidade que não vem se renovando muito ao longo dos últimos anos”, diz o administrador. “A gente tem um volume muito pequeno de colaboradores para um volume crescente de conteúdo que foi criado, precisa ser mantido e atualizado.” No meio de tantas transformações, não faltam perguntas sobre o futuro da Wikipédia. Mas as respostas para que a plataforma continue se renovando, se atualizando e permanecendo relevante para uma sociedade que, cada vez mais, precisa de conteúdos informativos isentos, responsáveis e comprometidos com a verdade parecem apontar para um elemento essencial: a humanidade por trás da tecnologia. A Wikipédia, afinal, nasceu das contribuições de pessoas. E, a julgar pelo que conta o administrador brasileiro Padula, pretende continuar assim. “Mesmo com todas as transformações de inteligência artificial, a base humana da Wikipédia continua sendo relevante. “E temos de trabalhar cada vez mais fortes e focados para que a Wikipédia continue sendo relevante”, diz Padula.

Debate da Super Manhã
Segurança nos pagamentos eletrônicos

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 47:00


Debate da Super Manhã: Com a expansão dos pagamentos eletrônicos, especialmente no Brasil com o sistema PIX, a segurança nas transações digitais tornou-se essencial. As atuais facilidades na forma como as pessoas e empresas transferem dinheiro e realizam pagamentos atraem a atenção de cibercriminosos. No debate desta quinta-feira (5), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre as tecnologias de proteção para quem faz uso da internet para pagamentos, as ameaças digitais e dicas para evitar golpes e fraudes na internet. Participam o mestre em Ciência da Computação, especialista em Cyber Segurança, fundador do Centro de Excelência em Inteligência Cibernética e professor de Segurança da Informação da UFPE, Henrique Vila Nova; o doutor em Administração, especialista em Gestão e Segurança da TI e professor do curso de Ciências da Computação da UNINASSAU Graças, Humberto Caetano; e a advogada especialista em Proteção de Dados do Escobar Advocacia, Maria Wanick Sarinho.

Estadão Notícias
Start #414 com Daniel Gonzales: IA sem método potencializa erros e esvazia a eficiência

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 24:30


A inteligência artificial nunca esteve tão presente nas decisões das empresas, dos governos e no dia a dia. Mas, em meio a tantos números, estudos e promessas de eficiência, surge uma pergunta central - e que pauta o Start Eldorado desta semana: mais tecnologia significa, automaticamente, decisões melhores? Levando a discussão além das análises se concentram em dados, métricas e avanços técnicos, o apresentador Daniel Gonzales recebe Fabio Gandour, PhD em Ciência da Computação e ex-chefe do laboratório da IBM por quase três décadas, um dos principais especialistas brasileiros no tema, para discutir um ponto menos abordado, porém crucial: o risco de decisões ruins mesmo com o uso de IA. Isso pode acontecer quando faltam métodos, boas perguntas e contexto adequado de dados, fazendo com que a inteligência artificial passe a automatizar erros, em vez de gerar decisões realmente inteligentes. Com apresentação de Daniel Gonzales, o Start vai ao ar todas as quartas-feiras, às 21h, na Rádio Eldorado FM (107,3 para toda a Grande SP), além do app, site e assistentes de voz, e depois pode ser ouvido pelas plataformas digitais como podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Canaltech Podcast
Óculos inteligentes: o que já funciona e o que ainda é promessa

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 21:50


Óculos de realidade aumentada, estendida e virtual deixaram de ser promessa futurista e começaram a ganhar espaço em áreas como saúde, educação, indústria e treinamento profissional. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, a repórter Elisa Fontes conversa com Murilo Zanini de Carvalho, professor de Inteligência Artificial e Computação do Inteli, para entender o que mudou nos últimos anos, por que essa tecnologia voltou ao centro das atenções e quais setores realmente estão se beneficiando dela. Durante a conversa, Murilo explica de forma clara as diferenças entre realidade virtual, aumentada e estendida, mostra aplicações práticas já em uso como cirurgias assistidas, simulações educacionais e treinamentos imersivos e aponta os principais desafios para que esses óculos se tornem mais populares no dia a dia. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de João Melo e Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podzooky
Episode 139: Fensler Film G.I. Joe PSAs (with special guest Jake Avorio)

Podzooky

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 77:06


I'ma Computa! We're doing an entire Podzooky episode on the history, cultural impact and rankings of the legendary Fensler Film G.I. Joe PSAs after special guest Jake Avorio pitched this amazing idea to the Kaiju Hollywood Badboys Martin, Brandon and Luke. You would be surprised at how much there is to talk about with these gems. Highlights include a list of cool orphans, Israeli fighter jets, Tom of Finland being mentioned and Finding out the Bus Ryda song is real, specifically that it's Fun Time Deh Ya by Night Rider. Who wants a body massage?

Excepcionais
Vendi TUDO e coloquei 100% em BITCOIN - Luccas Riedo

Excepcionais

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 104:07


Luccas Riedo é engenheiro civil e ex-CEO do G4 Educação. Após uma carreira executiva de sucesso, ele tomou uma decisão radical: vendeu tudo, saiu do mundo corporativo e alocou 100% do seu patrimônio em Bitcoin.Neste episódio, Luccas explica a lógica por trás dessa aposta "all-in". Ele detalha como o sistema financeiro atual opera como um mecanismo de confisco (via inflação e impostos), revela o risco real de bloqueios judiciais que o motivou a buscar soberania e discute a tese da "Greve dos Produtores" (inspirada em A Revolta de Atlas).Uma aula sobre economia, a história do dinheiro e como é possível viver de Bitcoin sem nunca precisar vendê-lo.Disponível no youtube:Link: https://youtu.be/J-kKBUHZgkYPatrocinador:Remessa Online - Envie e receba dinheiro do exterior com taxas mais baixas e sem burocracia.Link: ⁠https://www.remessaonline.com.br/?utm_medium=display&utm_source=Excepcionais&utm_campaign=RM_Podcast_Excepcionais_Awareness-202500:00:00 - Introdução: O sistema é baseado em confiança (e ela está acabando)00:02:25 - Por que alocar 100% do patrimônio em Bitcoin?00:03:30 - A história dos bancos e a fraude da reserva fracionária00:05:10 - 1971: O fim do padrão ouro e o início da impressão infinita00:08:19 - A inflação real é 17% (IPCA é uma mentira?)00:11:53 - A dívida impagável dos EUA e o roubo do futuro00:13:33 - A estratégia do governo para se perpetuar no poder00:18:17 - Bitcoin como "Opt-out": A saída do sistema00:20:14 - O risco de bloqueio judicial (Alexandre de Moraes e STF)00:22:45 - Escassez absoluta: Bitcoin vs Imóveis e Ouro00:28:06 - As 3 opções: Ignorar, Mudar o Sistema ou Se Proteger00:31:26 - Renda Fixa é Perda Fixa? (A conta real do prejuízo)00:34:17 - O segredo: Como viver de Bitcoin sem vender (Empréstimo Colateral)00:38:55 - A estratégia da MicroStrategy e empresas comprando Bitcoin00:44:18 - Como funciona a rede (Nodes) e por que não podem mudar as regras00:50:44 - Os riscos reais: Computação Quântica e Bugs00:55:07 - Custódia: Como guardar seu Bitcoin com segurança (Seed Phrase)01:08:28 - O Governo te rouba 3 vezes: Passado, Presente e Futuro01:09:48 - A Revolta de Atlas: O dilema de "entrar em greve" e parar de produzir01:15:02 - Vivendo na prática: Cartão de Crédito com Bitcoin01:21:28 - O ciclo do Bitcoiner: De Hater a Maximalista01:33:00 - A diferença brutal entre Bitcoin e "Cripto" (Ethereum, Solana)01:40:07 - Como começar a estudar (Dicas de livros e "100 horas")Siga o Luccas no Instagram:⁠https://www.instagram.com/luccasriedo/Nos Siga:Marcelo Toledo: ⁠https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: ⁠https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: ⁠https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast

Canaltech Podcast
Além do hype: como a IA acabará com o ‘achismo' no Brasil

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 22:07


No episódio desta quinta-feira (8), recebemos Fabio Gandour, PhD em Ciência da Computação e com 28 anos de experiência na IBM, para uma conversa franca sobre o futuro da Inteligência Artificial no Brasil. Gandour analisa o "movimento pendular" da tecnologia — que oscila entre o hype exagerado e a rejeição — e explica como a IA Generativa será a ferramenta chave para encerrar a cultura do "achismo" nas empresas, substituindo palpites por decisões estratégicas baseadas em dados. O papo também explora a engenharia de prompt como uma competência de gestão, ensinando que saber fazer a pergunta certa à IA é o diferencial do executivo moderno. Você também vai conferir: Samsung alerta: celulares vão ficar mais caros; Suas milhas de viagens aéreas podem estar à venda na dark web sem que você saiba; Sabiazinho-4: brasileira Maritaca lança novo modelo de IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Nathan Veira, Jaqueline Sousa e João Melo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dev Sem Fronteiras
Engenheiro de Software em Drogheda, Irlanda - Carreira Sem Fronteiras #225

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 31:57


O bernardense Lucas teve o primeiro contato com computador quando o pai recebeu um como uma espécie de acordo do trabalho, e isso lhe despertou uma curiosidade que nasceu no Paint, e resultou em um curso de manutenção de computadores, técnico em computação, e graduação em Ciência da Computação.Uma vez formado, ele passou a estagiar, teve contato com programação, e resolveu ir para São Paulo. De lá, graças a um ex-colega de trabalho, ele teve a oportunidade de matar a vontade de morar fora e acabou indo para a Irlanda.Neste episódio, o Lucas detalha melhor essa trajetória, além de dizer quais são as partes bacanas e as armadilhas de se morar num lugar diferente de onde a maioria dos brasileiros vai quando decide se mudar para a terra dos leprechauns.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaLucas Fonseca, Engenheiro de Software em Drogheda, IrlandaLinks:LinkedIn do LucasTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

RESUMIDO
#345 — Pegor Papazian e a educação automatizada

RESUMIDO

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 14:47


Apresentado por Bruno Natal.--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido/--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--Pegor Papazian é Diretor de Desenvolvimento do TUMO Center for Creative Technologies, onde lidera iniciativas estratégicas que incluem expansão internacional, automação de sistemas e o desenvolvimento de produtos e plataformas educacionais. Teve papel fundamental na construção do sistema de gestão de aprendizagem do TUMO e possui ampla experiência nos setores público, privado e sem fins lucrativos.No RESUMIDO #344: Pegor Papazian foi Chefe de Desenvolvimento de Programas na USAID, CEO da Fundação Nacional de Competitividade da Armênia, e fundador da Bazillion Beings, plataforma voltada para agentes virtuais. É bacharel em Arquitetura pela Universidade Americana de Beirute, tem MBA pela University of Chicago Booth e mestrado em Ciência da Computação pelo MIT, onde integrou o Laboratório de Inteligência Artificial.--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/

45 Graus
Ludwig Krippahl (parte 2): Progresso moral, comentário político, pensamento crítico, valores, ciência controversa

45 Graus

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 55:12


Veja também em youtube.com/@45_graus Ludwig Krippahl é investigador e formador na área da bioinformática. Até 2022, foi professor de Ciência da Computação na FCT-NOVA, onde se doutorou em Bioquímica Estrutural (2003) e onde lecionou programação, bioinformática, aprendizagem automática e redes neuronais. Ensina também há muitos anos pensamento crítico. __________________ (0:00) Introdução (1:31) Limites da inteligência individual e a ideia de progresso (13:23) A análise política devia ter uma abordagem mais científica? (24:17) Pensamento Crítico | Argumentos vs explicaçõesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

45 Graus
Ludwig Krippahl (parte 1): Filosofia, ciência, racionalidade, ética, aborto

45 Graus

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 74:08


Veja também em youtube.com/@45_graus Ludwig Krippahl é investigador e formador na área da bioinformática. Até 2022, foi professor de Ciência da Computação na FCT-NOVA, onde se doutorou em Bioquímica Estrutural (2003) e onde lecionou programação, bioinformática, aprendizagem automática e redes neuronais. Ensina também há muitos anos pensamento crítico. _______________ (0:00) Introdução (4:43) Filosofia e Ciência = Racionalidade | Escolásticos | Kierkegaard (24:02) Filosofia continental vs analítica | Ciência vs Humanidades | Literatura, poesia (39:47) Ética filosófica | Emoções ajudam ou atrapalham para sermos mais éticos? | Ética vs moral | The Beginning of Infinity, de David Deutsch (57:04) Crítica à ética racionalista (Roger Scruton) | AbortoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Fernando Ulrich
O caso Master e o STF; derrubada a Magnitsky contra Moraes; Fed vai jorrar liquidez?

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Dec 14, 2025 46:25


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 - Nesse episódio...01:30 - O mercado gostou do FOMC? Fed será mais dovish com Trump? 05:24 - Reforma tributária vai gerar inflação em 2026? 06:58 - Quanto dinheiro cada governo brasileiro já emitiu? 08:12 - Como a China mantém o câmbio artificialmente baixo? 12:35 - Como vão as principais teses do Marcelo Lopez? 14:58 - A China é sustentável ou inevitavelmente colapsa? 20:36 - Debate CZ vs. Schiff 21:24 - Computação quântica ameaça o Bitcoin? 22:24 - Vale estudar Escola Austríaca se o mundo não usa? 24:38 - Você era bom em matemática? Quais matérias você tinha afinidade?27:56 - Direita defende Estado mínimo ou só discurso? 29:22 - Mercado exagerou ao temer Galípolo no BC? 30:04 - Fim da escala 6x1 é uma bomba? 31:26 - Melhor investir em EUA ou Brasil em 2026? 32:08 - Controle câmbio e aumento do PIB da China, como não geram inflação? 33:47 - Países podem adotar stablecoins como moeda oficial? 35:11 - Existe terceira via real nas eleições brasileiras? 35:47 - A direita volta ao poder com o atual STF? 43:24 - “BC deveria imprimir dinheiro”: como explicar para ela? 43:53 - Está virando maximalista em Bitcoin? 44:22 - Vai entrar no hype da SpaceX? 44:54 - Quanto tempo para o real valer zero?

Brasil Paralelo | Podcast
ENTENDA COMO ELA SE TORNOU BILIONÁRIA TÃO CEDO

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 15:22


Quem é Luana Lopes Lara e como uma bailarina de Joinville chegou ao MIT, fundou a Kalshi e tornou-se a mais jovem bilionária brasileira construindo a própria fortuna? Neste vídeo, contamos a trajetória que une disciplina do balé, raciocínio matemático, algoritmos e a criação de uma exchange de eventos que “permite negociar o futuro” com perguntas objetivas de sim ou não. Você vai ver: a formação na Escola do Bolshoi, a virada para Ciência da Computação e Matemática no MIT, o encontro com Tarek Mansour, o processo regulatório até a aprovação da CFTC, a tese dos mercados preditivos, a tração com investidores e como isso levou Luana ao status de bilionária aos 29. Mostramos também aplicações práticas (inflação, clima, emprego, cultura pop e esportes), o impacto para empresas e indivíduos e por que a história de Luana inspira milhares de jovens brasileiros. Ao final, conectamos essa transformação à pauta de descentralização do dinheiro e ao nosso Curso Introdutório de Bitcoin.

os agilistas
#328 - Computação quântica: o que muda para as empresas

os agilistas

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 27:59


Como a computação quântica poderá gerar valor no mercado de negócios? Neste episódio, Pedro Dantas, Head de Cibersegurança na dti digital, explica como esta tecnologia transformadora vai além da computação clássica e por que as organizações precisam entender seus impactos na cibersegurança e nos processos de negócio. Além disso, ele ainda explica quando é o momento certo para uma empresa começar a olhar para esta nova era tecnológica. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Diferenças entre computação quântica e clássica; O conceito de superposição quântica; Aplicações na bioinformática e medicina; Avanços recentes: o chip Majorana 1; Otimização de processos empresariais; Edge Computing e suas aplicações imediatas; Cibersegurança na era pós-quântica; Preparação de lideranças para a revolução quântica; Migração de sistemas criptográficos. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Cabeça de Lab
COMPUTAÇÃO QUÂNTICA

Cabeça de Lab

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 55:58


Nesse episódio, falamos sobre Computação Quântica no Brasil, conhecendo sobre a plataforma Ket, um projeto de código aberto da UFSC que democratiza o acesso e o desenvolvimento de software quântico em Python. Recebemos Evandro, pesquisador e cofundador da Quantum Loop, que explica como o Ket e a startup se integram no ecossistema nacional, auxiliando na construção do primeiro computador quântico escalável do Brasil. Abordamos os desafios de hardware, a importância do projeto para a competitividade brasileira e o futuro da pesquisa em uma área exponencial.Edição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: ⁠⁠https://radiofobia.com.br/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠---Nos siga no Twitter e no Instagram: @luizalabs @cabecadelabDúvidas, cabeçadas e sugestões, mande e-mail para o cabecadelab@luizalabs.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ou uma DM no InstagramParticipantes: EVANDRO CHAGAS | https://www.linkedin.com/in/evandro-crr/MIRIÃ GOLLMAN | https://www.linkedin.com/in/miriagollmann/

Dev Sem Fronteiras
Engenheiro de Software em Stuttgart, Alemanha - Carreira Sem Fronteiras #219

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 36:45


O jundiaiense Vinícius se mudou para Curitiba para cursar Engenharia da Computação e, graças ao Ciência Sem Fronteiras, pôde conhecer a Alemanha.De volta ao Brasil e já formado, ele engatou um mestrado em, curiosamente, engenharia biomédica. Para concluir o mestrado, ele voltou para a Alemanha, onde está até hoje.Neste episódio, o Vinicius detalha essa sua trajetória, e conta as particularidades de se morar em Stuttgart, ao invés de Berlim.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaVinícius Mazzola, Engenheiro de Software em Stuttgart, AlemanhaLinks:LinkedIn do ViniciusA Black November da Alura começou! Aproveite o maior desconto do ano e inscreva-se na Alura com até 50% de desconto!TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Canaltech Podcast
IA vai roubar empregos? O futuro é mais colaborativo do que você imagina

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 21:50


Você acha que a inteligência artificial (IA) vai substituir os seres humanos no mercado de trabalho? O Instituto dos Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) divulgou uma pesquisa com dados sobre o impacto da IA no mercado no próximo ano, e a realidade parece mais colaborativa do que excludente. No episódio de hoje, o repórter Marcelo Fischer entrevistou Gabriel Gomes de Oliveira, membro do IEEE e professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade Estadual de Campinas, para entender como a IA vai expandir empregos em 2026 e outros dados relevantes para o mercado. Você também vai conferir: Tim Cook promete Siri com IA e diz que Apple está aberta a colaborações no setor; Rockstar demite funcionários e é acusada de repressão sindical; 300 milhões de registros pessoais já vazaram na dark web em 2025; YouTube Premium grátis com Clube iFood; BYD Dolphin 2027 perderá recurso que gerava "amor e ódio" nos clientes. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de João Melo, Gabriel Cavalheiro, Jaqueline Sousa, André Magalhães e Danielle Cassita, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dev Sem Fronteiras
Desenvolvedora de IA em Barcelona, Espanha - Dev Sem Fronteiras #216

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 36:33


A niteroiense Júlia fez Ciência da Computação, o que não foi uma escolha difícil, já que o interesse pela área veio desde criança, quando aprendeu a programar acidentalmente no NeoPets.Depois de um estágio na faculdade e de uma passagem exaustiva por uma consultoria, ela decidiu buscar um estágio no exterior, que acabou se tornando um mestrado.No fim da faculdade, o interesse por IA e, depois, por programação linguística lhe colocaram na rota para trabalhar com linguagem natural no Barcelona Supercomputing Center, junto do nosso intrépido host viajante poliglota.Neste episódio, a Julia detalha a sua trajetória, a vida, e os perrengues de se morar na terra onde a vida noturna começa bem tarde.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaJúlia Falcão, Desenvolvedora de IA em Barcelona, EspanhaLinks:ErasmusBarcelona Supercomputing CenterModelo SalamandraCarreiras Alura: Explore as carreiras por meio de um caminho estruturado, com prática, profundidade e orientação para você sair do zero e conquistar domínio real em uma habilidade.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Canaltech Podcast
Computação quântica: o que muda depois do Nobel de Física de 2025

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 19:29


A computação quântica está cada vez mais perto de sair dos laboratórios e impactar o mundo real. Depois que o Nobel de Física de 2025 premiou os cientistas John Clarke, Michel Devoret e John Martinis por demonstrarem efeitos quânticos em circuitos elétricos visíveis a olho nu, o tema voltou aos holofotes e promete transformar a tecnologia como conhecemos. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Anderson Fernandes, PhD e pesquisador em Computação Quântica no Venturus, sobre o que essa conquista representa, quais são os próximos passos da área e de que forma o Brasil se insere nessa corrida global. Anderson explica, em linguagem acessível, como funcionam os processadores quânticos, o papel da inteligência artificial nessa nova era e as aplicações que devem chegar primeiro de novos materiais à energia e segurança digital. Você também vai conferir: Um “tanque de energia” chega ao Brasil: o power bank que até notebook carrega!, por que o reconhecimento facial ainda falha?, Starlink bloqueia 2.500 antenas usadas em golpes pela internet, Xiaomi lança celular com som potente na traseira e Nike apresenta tênis elétrico que promete te fazer andar mais rápido. Este podcast foi roteirizado por Fernada Santos e contou com reportagens de Wendel Martins, Nathan Vieira, Vinicius Moschen e Bruno Bertonzin sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rede Geek podcasts
Conversa Com Gigantes - Jeannette Galbinski do Escape 60

Rede Geek podcasts

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 50:42


Hoje o papo é com Jeannette Galbinski, diretora de marketing e sócia-fundadora do Escape 60, marca pioneira no Brasil em entretenimento imersivo. Com um background técnico raro — que combina Estatística, Ciência da Computação e Engenharia — e uma criatividade afiada, Jeannette ajudou a transformar o Escape 60 em uma referência no mercado de experiências, completando 10 anos com fôlego de startup e ousadia de quem não para de inovar.See omnystudio.com/listener for privacy information.