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Episódio especial do Biolab Cast no ar!Nesta edição, a jornalista Daiana Garbin recebe o CEO da Biolab, Fabio Amorosino, e os conselheiros João Bezerra e Paulo Roberto Gandolfi para uma conversa aprofundada sobre governança, inovação e o futuro da companhia. Ao longo do episódio, eles compartilham os bastidores do conselho consultivo, refletem sobre como suas experiências anteriores contribuem para a estratégia da empresa e destacam a importância da conexão entre profissionais de diferentes áreas para impulsionar o crescimento sustentável da Biolab. A conversa também aborda novidades, o uso de tecnologias e a busca constante por soluções que simplifiquem a vida das pessoas. O episódio conta ainda com um depoimento especial do conselheiro Cássio Casseb.Dê o play e acompanhe a conversa completa.Apple Podcasts: https://mkt.biolabfarma.com.br/3wM4qnaSpotify: https://mkt.biolabfarma.com.br/43fuMu9Deezer: https://mkt.biolabfarma.com.br/3v8eqqnREDES SOCIAIS BIOLAB FARMACÊUTICA:Instagram @biolabfarmaceuticaFacebook @biolabfarmaceuticaTikTok @biolabfarmaceuticaLinkedIn https://www.linkedin.com/company/biolabfarmaceuticaMEDIADORA:Daiana Garbin – @garbindaianaJornalista e apresentadora.CONVIDADOS: Cassio Casseb Fabio Amorosino João Bezerra - Engenheiro Eletrônico pelo Instituto Mauá de Tecnologia, possui formação em Administração de Negócios pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e participou de programas executivos na Columbia Business School e na Singularity University.Atuou por 36 anos como CTO do Itaú Unibanco e acumula ampla experiência em conselhos consultivos de empresas dos setores financeiro e tecnológico. Atualmente, é membro do Conselho Consultivo da Biolab.Paulo Roberto Gandolfi – @incluir rede socialEngenheiro de Materiais e mestre em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), possui MBA Executivo pela ESPM Campinas.Ao longo da carreira, atuou na Rhodia S.A. e construiu uma trajetória de destaque na 3M do Brasil, onde chegou à presidência. Atualmente, é presidente do Instituto 3M, ONG corporativa da 3M Brasil, e membro do Conselho Consultivo da Biolab.COMUNICAÇÃO, DIREÇÃO E PRODUÇÃO: AR PROPAGANDA @ar.propaganda
A partir de 1º de março de 2026, todas as lojas terão que ficar fechadas aos domingos, após um acordo da Federação do Comércio do Espírito Santo e o Sindicato dos Comerciários.Nesta edição, conversamos com um representante da Fecomércio-ES para detalhar as novas diretrizes que determinam o fechamento dos supermercados aos domingos no Espírito Santo. A medida traz regras específicas e exceções que o consumidor precisa conhecer: estabelecimentos como mercearias de bairro, açougues e lojas de materiais de construção possuem normas diferenciadas, assim como as praças de alimentação e lojas de shoppings. Entenda o que motivou a decisão, quais estabelecimentos ainda podem abrir as portas e como o setor produtivo está se adaptando à nova convenção coletiva. Ouça a conversa completa!
O Carnaval passa, mas o que fica para trás? Para responder a essa pergunta, a designer Juliana Lisboa mergulhou nos bastidores do Sambão do Povo em uma pesquisa profunda sobre a gestão de resíduos da nossa maior festa popular. Em parceria com uma ONG, o projeto investigou o destino de toneladas de tecidos, plásticos, metais, EVA, TNT e madeira que, tradicionalmente, acabariam no lixo. O estudo não apenas mapeou o descarte, mas propôs soluções reais através do design circular. Materiais que seriam perdidos foram transformados em protótipos de cadeiras para arquibancadas e até aviamentos, como botões feitos de restos de TNT. O projeto prova que a folia pode ser sustentável sem perder a poesia. Recentemente, o público pôde conferir de perto essa transformação em uma mostra especial. E as ações não param por aí: nas próximas semanas, o laboratório A Fantástica Carpintaria promove atividades voltadas para questões sustentáveis, reforçando que o Carnaval já pratica a economia circular há décadas pela pura força da criatividade. Ouça a conversa completa!
Você já fez seu planejamento estratégico para 2026, mas será que ele vai realmente se transformar em crescimento e receita? Ou será que só vai virar mais um documento bonito no PowerPoint? Neste episódio, Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures, questiona a eficácia do planejamento tradicional diante da incerteza dos mercados e da necessidade urgente de execução disciplinada.Pedro traz uma visão crítica sobre o modelo clássico de estratégia, apontando as principais armadilhas: planos pouco testados, ciclos longos demais para a velocidade do mercado atual e o “vazamento de receita” que acontece quando as diferentes áreas da empresa não se alinham. Ele compartilha aprendizados valiosos das diversas startups que acompanham, ressaltando a importância de substituir “achismos” por experimentos práticos e de curto prazo que geram dados concretos para decisões reais.Neste papo, você vai ouvir:Por que a estratégia por si só não gera crescimentoComo pequenas hipóteses e testes constantes produzem efeitos semelhantes a juros compostosA importância de abraçar a incerteza em vez de tentar eliminá-laO papel da inteligência artificial para acelerar a experimentação e gerar vantagem competitivaSe você está cansado de planejar e não ver resultado, esse episódio é para você. Dá o play e vem com a gente transformar intenção em geração real de receita!Materiais mencionados:#252 - Como identificar uma estratégia ruim?Discovery-Driven Planning, de Rita McGrath — metodologia para planejar em contextos de alta incerteza
Sem grandes alardes, um setor industrial brasileiro tem tido um desempenho excepcional desde 2024: o de defesa e segurança. Nos dois últimos anos, as exportações brasileiras de armamentos e equipamentos de guerra dispararam, com recorde de crescimento de 110%. A performance inédita ocorre na esteira das guerras em curso na Ucrânia e em Gaza e, de forma geral, do aumento das preocupações globais com o tema. O país se posiciona como uma potência emergente no setor – apesar de, na diplomacia, pregar o diálogo para a resolução de conflitos e a paz. A indústria começa a colher os frutos da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que levou à consolidação de produtos de alta tecnologia, à expansão de mercados e a ofertas competitivas, num contexto de aumento da demanda internacional. “O Brasil reduziu a dependência de poucos mercados. Países europeus integrantes da Otan ampliaram a sua presença como clientes, ao mesmo tempo em que avançamos no Oriente Médio e na Ásia, abrindo espaços antes dominados por grandes potências mundiais”, salienta Luiz Carlos Paiva Teixeira, presidente do Conselho de Administração da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Uma gama variada de clientes, distribuídos pelos cinco continentes, hoje importa produtos brasileiros presentes em 140 países, segundo dados do Ministério da Defesa. Os maiores compradores são Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. Expansão em contexto de queda dos investimentos O volume de comercialização de produtos e serviços atingiu US$ 3,1 bilhões em 2025, em alta de 74% em relação ao ano anterior e mais do que o dobro de 2023. Por trás das vendas, estão cerca de 80 empresas brasileiras, estatais ou privadas, reunidas na Base Industrial de Defesa do país. A expansão ocorreu apesar da queda progressiva dos gastos do governo federal nas aquisições nacionais, depois da crise econômica de 2014, chegando a um patamar próximo de apenas 1% do PIB. Entretanto, o cancelamento de encomendas acabou compensado por um esforço diplomático para ampliar parcerias fora do país, salienta Marcos Barbieri, especialista em Economia da Defesa e professor da Unicamp. “Nós temos produtos novos e sofisticados sendo lançados, mas as próprias Forças Armadas Brasileiras que os encomendaram estão reduzindo ou postergando as encomendas. Como manter esses projetos e as empresas? Através das exportações”, afirma. “Já que o governo estava sem condições de comprar, ele incentivou, com uma preocupação muito grande principalmente do Ministério da Defesa, mas outros também, em dar um suporte para essas empresas exportarem, com apoio diplomático, participação de feiras internacionais, visitas técnicas.” A fabricante Embraer representa o principal cartão de visitas da pauta exportadora: teve a maior carteira de pedidos da sua história em 2025, com um total de US$ 4,6 bilhões na área de defesa, com destaque para as vendas do avião de transporte militar C-390 Millennium. Diversificação e projeção de crescimento Já faz tempo que o Brasil está entre os maiores exportadores de armas leves e munições, mas nos últimos anos, o país conseguiu se diversificar para uma vasta gama de equipamentos militares, com embarcações, blindados, soluções de proteção de dados, radares e sistemas de comunicação. O setor hoje emprega quase 3 milhões de trabalhadores e representa 3,49% do PIB brasileiro. “A Base Industrial de Defesa consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Ele caminha para deixar de ser apenas um fornecedor de equipamentos para se tornar um pilar estratégico da alta tecnologia do Brasil”, ressalta frisa Luiz Carlos Paiva. “As metas estabelecidas buscam ampliar o domínio nacional sobre componentes críticos, como sensores, sistemas eletrônicos e softwares, reduzindo a dependência externa nas áreas mais sensíveis. E a estabilidade orçamentária cria um ambiente favorável ao planejamento industrial de longo prazo”, afirma. No mundo, o ano de 2024 teve o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, conforme levantamento do Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), referência em estudos sobre essa indústria. A instituição não menciona o Brasil como um dos atores mais relevantes nesta indústria, na comparação com as maiores potências: Estados Unidos, França, Rússia, China e Alemanha. No ranking publicado em março de 2025, o Brasil aparece na 24ª colocação dos maiores exportadores, e é o único país da América Latina na lista. A tendência é subir mais posições nos próximos anos, aposta Marcos Barbieri. “Muitos dos nossos produtos estratégicos estão começando a entrar no mercado agora: os submarinos que nós desenvolvemos junto com os franceses, da classe Scorpène, as fragatas da classe Tamandaré, que são uma Meko 100 Plus do Thyssenkrupp, desenvolvido com a Embraer, também estão entrando em operação agora. Os caças Gripen vão começar a ser produzidos no Brasil e já tem uma sinalização de que a Colômbia vai comprar”, exemplifica.
O vice-presidente da autarquia, Eduardo Amaral, avisa que é necessário consertar os vários telhados que ficaram partidos devido à depressão. Denúncia alguns roubos de combustíveis no concelhoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Federal prendeu um brasileiro suspeito de integrar o Estado Islâmico. Ele planejava ataques terroristas no país. A operação desta quinta-feira (29) aconteceu em Bauru, no interior de São Paulo, e teve apoio do FBI, a Polícia Federal americana. Segundo as investigações, o suspeito teria começado a preparar um colete com bombas para cometer um atentado. Materiais para a fabricação de explosivos também foram apreendidos. A identidade do homem não foi revelada. E ainda: Presidente Lula faz exames para cirurgia de catarata.
“Calamidade” Kristin varreu o país provocando 4 mortos e prejuízos materiais. Veja o vídeo
No segundo episódio da série “Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro”, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini contam como é o delicado processo de restauro de obras de arte danificadas. É um trabalho minucioso que envolve vários experimentos, alguns deles realizados no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), usando as linhas de luz do acelerador de partícula Sirius. Eles também te contam como o restauro das obras danificadas nos ataques golpistas é um sinal de fortalecimento dos símbolos da democracia brasileira. _____________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro” – Ep.2 Mãos à Obra Presidente Lula: Hoje, é dia de dizermos em alto e bom som, ainda estamos aqui, ao contrário do que planejávamos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Se essas obras de arte estão aqui de volta, restauradas com esmero por homens e mulheres que a elas dedicaram mais de 1.760 horas de suas vidas, é porque a democracia venceu. Muito obrigado, companheiros. Aurélio: Este é o segundo episódio da série sobre a restauração das obras vandalizadas no 8 de janeiro de 2023. Se você ainda não escutou o episódio anterior, dá uma olhadinha nele e aí volta pra cá, porque hoje nós vamos nos aprofundar em toda a ciência do restauro de uma obra rara e também pensar sobre o atual cenário da democracia brasileira. Marcos: Eu sou o Marcos Ferreira, um dos apresentadores dessa série. Aurélio: E eu sou o Aurélio Pena, e você está ouvindo o Podcast Oxigênio. Aurélio: Uma das obras mais famosas entre as restaurações é o mural Mulatas à Mesa, de Di Cavalcanti, parte do acervo do Palácio da Alvorada. Natural da cidade do Rio de Janeiro, Di Cavalcanti viveu entre 1897 e 1976. O artista modernista produziu principalmente pinturas, desenhos, murais e caricaturas. Suas reconhecidas cores vibrantes e temas tipicamente brasileiros o tornaram um dos grandes nomes da pintura e do modernismo do Brasil. Marcos: A obra, produzida em 1962, mostra uma cena na qual predominam figuras femininas, as chamadas mulatas, retratadas com curvas voluptuosas, pele morena e uma postura que mistura sensualidade e introspecção. Elas aparecem em um ambiente descontraído, cercadas por elementos tropicais, como frutas e flores, que evocam a exuberância e o calor do Brasil. A pintura é de grande importância porque reflete a valorização da cultura e da identidade nacional, exaltando a miscigenação como um elemento central do Brasil. Di Cavalcanti buscou celebrar a mulher brasileira, representando não apenas a sua beleza, mas também como um símbolo da força e do espírito nacional. Foi essa obra que levou sete facadas. Aurélio: A cultura japonesa tem um tipo de arte chamado Kintsugi. Nela as rachaduras e avarias de um objeto são mantidas e valorizadas, normalmente com ouro. Essas imperfeições contam a história desses objetos. Marcos: Uma lógica parecida com a do Kintsugi foi utilizada na restauração da Mulatas à Mesa, como nos contou a coordenadora do projeto de restauro, a professora Andréia Bachettini, que você também ouviu no primeiro episódio desta série. Andréia Bachettini: Quando eu desembrulhei ela lá no início, em setembro de 23, eu fiquei muito impactada assim com a brutalidade que ela foi agredida. E o processo de restauração foi muito pensado assim, como que a gente vai não tirar o valor dessa obra, mas também a gente não podia esconder essas marcas que ela sofreu, essas sete perfurações que ela sofreu. Então a gente optou por remover esse reentelamento, o reentelamento, para os leigos, é colar uma tela para dar sustentabilidade à tela original. Então ela já tinha essa tela, ela tem a tela original, e colada a ela um outro linho que era um tecido bem resistente. Esses dois tecidos foram rasgados, inclusive a sustentação dela é feita com um bastidor em madeira que também foi quebrado, os montantes, as travas desse bastidor foram quebradas. Então a gente teve que fazer uma substituição de travas do bastidor, e aí optamos então por fazer um reentelamento com o tecido de poliéster de vela de barco, de vela, que é transparente assim, e não esconderia então as cicatrizes por trás da obra. Pela frente ela ficou imperceptível, a gente fez a restauração com a técnica de pontilhismo, que são sobreposição de pontinhos na cor, dando a ilusão de ótica da cor na superfície. Então ela fica imperceptível pela frente, mas pelo verso as marcas dessa restauração estão evidenciadas. Aurélio: Ao destacar a figura da mulata, que frequentemente é marginalizada na sociedade brasileira, a obra também provoca reflexões sobre questões sociais, como a posição da mulher negra e mestiça no Brasil. Assim, vai além da mera representação de uma imagem, tornando-se um manifesto visual da busca por uma identidade cultural, nacional e autêntica no contexto modernista. Marcos: O restauro de uma obra é extremamente sofisticado, e envolve profissionais de áreas das quais normalmente nem imaginamos. Um exemplo disso é que parte do projeto exigiu um estudo das tintas e vernizes utilizadas nos quadros danificados, feita por cientistas de materiais. Andréia Bachettini: Falando um pouquinho do ofício, hoje a conservação e restauração não é só um artesanato, só o fazer, a habilidade manual. Claro que existe a necessidade de ter habilidade manual para interferir em uma obra, mas por trás de tudo isso, tem muita ciência, muito estudo. A gente tem que conhecer os materiais que foram feitos nessas obras. É um trabalho multidisciplinar, envolve profissionais da química, da biologia, da arquitetura, da física, da história da arte, da conservação e restauração, da museologia. Pensar como essa obra vai ficar exposta depois. Então são muitos profissionais envolvidos na restauração hoje. Aurélio: Compreender com precisão a composição dessas tintas é uma etapa importante, pois permite aos restauradores recriar os materiais que serão utilizados para recuperar as obras, garantindo que elas fiquem quase como se fossem tocadas. Essa tarefa não é simples, já que muitas vezes as tintas usadas no passado são bem diferentes das que nós temos hoje. Além disso, é comum que artistas misturem diversos meios e pigmentos para conseguir os efeitos desejados. Em alguns casos, faziam as próprias tintas, sem deixar registro sobre esse processo. Marcos: Para entender um pouco mais sobre como o estudo dos vernizes e tintas foi feito, conversamos com dois professores da Universidade Federal de Pelotas, o Bruno Nuremberg e o Mateus Ferrer, que atuaram nas análises químicas das obras danificadas pelos golpistas. Aurélio: Bruno, você pode contar um pouquinho pra gente como se deu esse estudo? Bruno Nuremberg: Em janeiro de 2024, a gente já estava montando o laboratório lá em Brasília para realizar esse projeto de restauro. Claro que a base dele é a parte do restauro dessas obras, mas ele também contou com várias ações pontuais, dentre elas a que eu e o Mateus a gente está desenvolvendo até agora, que seria o quê? Seria a pesquisa dos materiais presentes nesses bens culturais para fazer toda uma parte de documentação, um estudo dos materiais utilizados pelo artista, tentar descobrir novas informações. Aurélio: E por que é feito um estudo dos materiais presentes nas obras? Bruno Nuremberg: Então a gente pode utilizar essas técnicas na parte do pré-restauro. Por exemplo, eu tenho um quadro e nesse quadro eu preciso remover o verniz dele porque ele passou por um processo de oxidação. Marcos: A oxidação que o professor Bruno mencionou é uma reação química que acontece com o oxigênio do ar e que acaba desgastando um material. Bruno Nuremberg: Então se eu tiver conhecimento do material que compõe esse meu verniz, ou seja, do aglutinante, do polímero, eu vou conseguir estar direcionando um solvente muito mais adequado para ser aplicado nesse processo de remoção desse verniz. Outro ponto muito importante é que conhecendo esses materiais a gente também consegue direcionar mais corretamente, digamos assim, quais materiais devem ser utilizados no processo de restauração, no processo de intervenção. Então todo material que eu vou aplicar numa obra de arte, ele não pode ser exatamente da mesma composição. Ele tem que ter a mesma característica estética, mas a parte química dele tem que ser diferente. Por que isso? Porque daqui a 15, 20 anos um novo restaurador vai trabalhar em cima dessa tela e ele tem que distinguir os materiais que foram aplicados ali naquela intervenção. Eles têm que ser quimicamente diferentes. Então no futuro, daqui a 50, 100 anos, quando essa obra precisar passar por um processo de limpeza ou de reintegração pictórica, que seria o processo de repintar perdas, as pessoas já vão ter essas informações ali, quais materiais foram utilizados, vão ter, enfim, tudo caracterizado quimicamente, dados robustos e confiáveis do que aquela obra presença de materialidade. Então se eu tenho, por exemplo, uma pintura a óleo e eu vou fazer uma reintegração com óleo, se eu precisar retirar no futuro essa intervenção que eu fiz, eu vou estar causando um dano na pintura original que também era a base de óleo Marcos: E Bruno, quais são os desafios na caracterização dos componentes químicos dessas obras de arte? Bruno Nuremberg: Quando a gente se depara com esse tipo de amostra, a gente encontra desafios que, digamos assim, na pesquisa tradicional de engenharia de materiais, da química, a gente não tem. O número de amostras que a gente pode coletar de uma obra de arte, ele não é ilimitado. Então a gente tem que ter uma série de autorizações, a gente tem que ver, tem vários critérios que a gente tem que seguir para poder realizar essas amostragens. As amostras que a gente coleta tem em torno de um milímetro quadrado, digamos assim. Então são amostras super pequenas. Então a gente tem numa pintura, por exemplo, tu vai encontrar aglutinantes de vernizes, tu vai encontrar cargas, tu vai encontrar aditivos, tu vai encontrar pigmentos, tu vai encontrar dois, três tipos de aglutinantes. Então essa sopa química dentro desse universo microscópico é o que a gente tem que realizar de caracterização. Aurélio: Esse tal aglutinante de verniz que o Bruno mencionou é também conhecido como ligante. Ele é o componente essencial que atua como base da formulação e é responsável por unir todos os outros ingredientes, como pigmentos e aditivos das tintas, e por formar uma película na superfície da obra que protege ela. Marcos: Nós conversamos também com o professor Mateus Ferrer, que também é da UFPel, que trabalhou junto com o Bruno no estudo desses materiais das obras raras. Ele nos contou um pouquinho de como isso foi feito. Mateus Ferrer: Primeiro que ali não são somente pinturas, não são somente telas. Nós temos diversos tipos de obras, inclusive materiais cerâmicos, telas de várias épocas, pintores diferentes, com técnicas e materiais diferentes. Então isso gera uma complexidade e a gente nota uma complexidade até mesmo na literatura. Marcos: Para determinar com alta precisão os constituintes de amostras muito pequenas das telas, os professores Bruno e Mateus utilizaram diversas técnicas avançadas de análise. Algumas foram realizadas na própria universidade, enquanto outras foram feitas em instalações abertas para toda a comunidade científica, no CNPEM, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, que fica em Campinas/SP. Uma delas é a técnica de espectroscopia de infravermelho, que permite identificar e medir quais substâncias estão presentes nas obras do acervo nacional. Mateus Ferrer: Então a gente tem o que a gente encontra na literatura, de forma muito vaga, e tem o nosso conhecimento do nosso grupo, que de fato a gente está explorando, buscando novas técnicas, buscando ferramentas, buscando laboratórios parceiros, buscando projetos como o caso do Sirius, que esse foi o primeiro projeto e não será o único, haverão outros projetos que a gente precisa de super laboratórios e equipamentos que a gente não tem na nossa estrutura. Aurélio: Isso só é possível porque existe uma interação entre o infravermelho e as substâncias estudadas, mais especificamente, quando as moléculas das tintas ou dos vernizes conseguem interagir com a luz infravermelha. O nome disso é atividade do infravermelho. Dessa maneira, parte dessa luz interage com a amostra, podendo ser absorvida por ela, sendo isso detectado e medido pelo equipamento. Marcos: É interessante destacar que a infraestrutura de estudos com o infravermelho beneficia toda a comunidade científica brasileira, estando disponível na linha de luz Imbuia, uma das linhas de luz do Sirius, um acelerador de partículas de última geração e o mais famoso equipamento do CNPEM. A nossa Imbuia é a única linha de luz infravermelha em um equipamento desse tipo no mundo todo, mostrando para a comunidade científica internacional que o Brasil é, sim, líder em ciência de ponta. Bruno Nuremberg: A gente consegue obter informações a respeito dos pigmentos pela espectroscopia Raman, a espectroscopia infravermelho, para a gente identificar especialmente a parte orgânica, então quais são os polímeros que compõem essa tinta, quais são os polímeros que compõem os vernizes, e a parte de microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia de fluorescência para fazer a identificação de elementos, elementos químicos. Então, essas três técnicas aplicadas, a gente geralmente consegue informações bem completas, essas informações se complementam para a gente montar o quebra-cabeça de cada uma dessas micro amostras. Aurélio: A espectroscopia Raman é uma técnica de análise que utiliza a interação da luz com a amostra para obter informações sobre a sua estrutura molecular e a composição química. Marcos: Já a microscopia eletrônica de varredura, mencionada pelo Bruno, é uma técnica para gerar imagens de alta resolução da superfície de uma amostra. Isso acontece ao se varrer cada ponto da superfície da amostra com um feixe de elétrons bem pequeno e focado. Bruno Nuremberg: O projeto que foi submetido lá foi para utilizar o micro-FTIR, na linha Imbuia-micro. O nosso objetivo lá, então, era fazer o mapeamento químico da fração orgânica da obra do Di Cavalcanti, intitulada Mulatas à Mesa. Então, o nosso objetivo, na verdade, era identificar quais compostos orgânicos estavam presentes dentro de cada uma das camadinhas que compõem a nossa tela. A gente teve, além da utilização do equipamento, toda uma parte de preparo de amostras que foi bem complexa. Aurélio: O professor Mateus também explicou que, para conseguir analisar essas amostras, que em geral são bem complexas, foi muito importante a ajuda da equipe científica do CNPEM, para que algumas dificuldades fossem superadas. Mateus Ferrer: Além do pessoal da Imbuia, incluindo o cientista de linha, que foi o Bruno, o pessoal da LCRIO (Laboratório de Preparações Criogênicas), a gente teve muita dificuldade ali com essas obras. Cada uma tinha um tipo de densidade, um tipo de dureza, e junto também com a pesquisadora Juliana, do nosso grupo também, que se dedicou bastante nos cortes ali. Eu acredito que esse foi um dos grandes desafios, que a gente tinha pouquíssima amostra, quase a gente não enxergava as amostras, então a gente tinha que preparar essas amostras e para depois fazer o infravermelho com diversas formas que a gente usou ali. Mas eu acho que o grande diferencial que a gente teve ali foi realmente o mapeamento, o infravermelho acoplado com o mapeamento, que a gente conseguia encontrar as composições e as regiões daquele determinado material que a gente enxergava. Então a gente conseguia ver as camadas, mais a quantidade de materiais ali que faziam parte daquelas amostras. Marcos: Professor Mateus, conta para a gente como o estudo químico dos materiais usados nas obras de arte pode também resultar em novos conhecimentos artísticos e históricos. Mateus Ferrer: Quando a gente começa a entrar nesse mundo de entender o material, a gente começa a ver e comprovar de fato que a arte é um reflexo da história. Lógico que a gente tem obras também nacionais e de artistas de fora do Brasil, mas a gente começa a entender um pouquinho da história da forma como nunca ninguém viu. Eu sei que tem pessoas que criticam quando a gente quer olhar a obra de uma forma mais lógica, de uma forma científica, mas a gente começa também a pegar uma essência que não está diretamente impressa ali na obra. A gente começa a entender qual o material que aquela pessoa utilizava, a gente começa a ver discrepâncias, por exemplo, uma pessoa de classe média acima usava e uma pessoa de classe inferior usava. Então, a gente começa a entender a história e também extrair algum tipo de sentimento ali entendendo o material que foi utilizado naquela obra. São pistas para a gente, para que a gente possa entender naquela época qual era o tipo de pigmento, qual era o tipo de resina, no caso pega uma composição da tinta no geral ali ou no verniz que se utilizava, por que tal pintor utilizava materiais totalmente diferentes do que era dessa época. É dessa época mesmo? Então são questões aí que a gente, são pistas, é um processo investigativo realmente que a gente tem que ir aí se apoiando também na história. Presidente Lula: Se essas obras de arte estão aqui de volta é porque a democracia venceu, caso contrário estariam destruídas para sempre e tantas outras obras inestimáveis teriam o mesmo destino da tela de Di Cavalcanti, vítima do ódio daqueles que sabem que a arte e a cultura carregam a história e a memória de um povo. A arte e a cultura que as ditaduras odeiam, a história e a memória que sempre tentaram apagar. Estamos aqui porque é preciso lembrar para que ninguém esqueça, para que nunca mais aconteça. Aurélio: Em janeiro de 2025, em um evento comemorativo da finalização do processo de restauro das obras em Brasília, o presidente Lula discursou sobre a importância do reestabelecimento do acervo nacional e também da nossa democracia. Marcos: A fala de Lula sobre a finalização do projeto é um exemplo claro de como a manutenção da cultura e história de um país é também o restauro da democracia brasileira. Não é possível uma democracia saudável existir sem um patrimônio material, mantido em bom estado e celebrado nos espaços públicos, acessíveis para todas as gerações, por meio dos aparelhos de cultura. Aurélio: Sobre isso, o professor Mateus comenta sobre a falta de incentivos para áreas como as artes, os estudos museológicos, a manutenção e o restauro dos nossos acervos históricos. Mateus Ferrer: É muito difícil a gente pensar em incentivos na parte de restauro e proteção quando a gente vê que a gente não dá valor às nossas obras. Então como é que a gente está pensando em incentivos, em proteger algo que a gente não valoriza? Então a gente precisa pensar realmente de incentivos na arte como um todo, dos nossos artistas, das obras que a gente tem, dos legados já que foram deixados aí e lógico isso vai vir também um incentivo na proteção desse patrimônio material que é tão precioso e tão fantástico e diversificado aqui no nosso país. Aurélio: Agora que já temos as obras restauradas e os golpistas que as danificaram vêm sendo julgados e punidos, o que o futuro promete? A democracia voltou à sua normalidade ou ainda se encontra ameaçada? Jornalista 1: Um protesto pela anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reuniu milhares de pessoas na Avenida Paulista em São Paulo. Jornalista 2: O ex-presidente Jair Bolsonaro e sete governadores participaram da manifestação. Bolsonaro: O movimento aqui hoje é pela anistia, pela liberdade das pessoas de bem que nunca pegaram arma na sua vida, tanto é aquele dos condenados que estão respondendo o processo, não achei ninguém com qualquer passagem pela polícia. Música (Marcelo Crivella): A anistia chegou, é a justiça mais ampla. Aurélio: Fizemos essa pergunta para o cientista político e professor da Universidade Federal de São Carlos, Piero Leiner, que você já deve ter ouvido no episódio anterior. Piero Leiner: Diante desse cenário, os problemas para a democracia foram tão profundos no Brasil e tão pouco solucionados que a gente só está vivendo, assim como aquele corredor que começa tropeçando e não consegue reestabelecer o equilíbrio. A restituição do nosso processo democrático está demorando demais para acontecer, porque a máquina está ocupada em lidar com esse excesso de ruído que essas coisas todas vinculadas ao Bolsonaro e ao bolsonarismo criaram durante esses últimos anos. O bolsonarismo radicaliza cada vez mais para a extrema direita e agora com o Trump, então, isso vai escalar muito mais e o Lula acaba indo também no vácuo disso para o campo do centro-centro-direita, o que é um problema. Agora, o que vai ser nos próximos dois anos? Bom, eu acho que isso ainda está incerto, não dá para saber exatamente o que vai rolar, mas tem pesquisas mostrando um Lula muito pouco competitivo hoje já. Marcos: O professor Piero também nos contou sobre como Bolsonaro, de certa maneira, sempre buscou se vender como antissistêmico, por mais que antes da presidência, ele e a sua família já estivessem no sistema político brasileiro há décadas. Piero Leiner: Eu acho que muita gente está com uma espécie de ideia fixa na ideia de uma espécie de utopia regressiva, de que a gente vive numa sociedade extremamente desorganizada e que é uma sociedade cujos pilares são estabelecidos por uns poucos agentes que controlam a ordem das coisas a partir de uma espécie de sala secreta. É um pouco uma espécie de visão conspiratória tá? Que começa daquela percepção muito comum, muito do senso comum, de que os políticos são uma casta que só trabalha em benefício próprio, que conseguem produzir um sistema que beneficia a eles e que a sociedade é alguma coisa completamente separada ou apartada desse sistema. E a partir de um determinado momento, as pessoas passaram a botar na cabeça a ideia de que precisaria vir uma espécie de agente antissistêmico ou antissistema para fazer uma reviravolta na vida social. Quando, na verdade, isso é um engodo, uma mega farsa. Como é possível um cara ser liberal e antissistêmico ao mesmo tempo? Então, essa rebelião brasileira é uma rebelião profundamente auto-enganada, porque eles procuram justamente os agentes da ordem e da ordem que cria a própria desordem para fazer o seu movimento de rebelião. Ou seja, já é uma rebelião que nasce equivocada do começo. Me parece que tem como grande tarefa esvaziar aí sim o potencial de transformador que poderia estar ancorado a um campo popular de esquerda, etc., e tal. Marcos: Chegamos ao final do nosso episódio. Se você gostou, não se esqueça de deixar cinco estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes e também compartilhe o Oxigênio com os seus amigos em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas disponíveis na internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, o Labjor da Unicamp, em especial a coordenadora do Oxigênio, a professora Simone Pallone de Figueiredo, e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até mais! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: professores da Universidade Federal de Pelotas: Andréa Lacerda Bachettini, Bruno Noremberg, Mateus Ferrer e, Piero Leirner, da Universidade Federal de São Carlos. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Músicas: Youtube Audio Library (sem atribuição necessária) e “A Anistia Chegou” de Marcelo Crivella. Para saber mais: Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m
Neste episódio conversamos com a Dra Eliane Mayumi Nakano sobre empreendedorismo, gestão de carreira, empoderamento feminino, finanças e várias reflexões para começar 2026 com mais propósito!Materiais de Apoio:SBOPCast 57. Como investir de forma segura e garantir sua aposentadoria?SBOPCast 70. Como fazer seu consultório render mais e melhor?
A Polícia Federal marcou novos depoimentos para ex-executivos do Banco Master e do BRB (Banco de Brasília). Materiais colhidos durante a investigação da PF motivaram as oitivas. A âncora e analista de Economia da CNN Thais Herédia, a analista de Política da CNN Jussara Soares e Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, debatem o assunto.
Liderar uma startup não é o mesmo que gerir uma empresa tradicional. O founder encara o caos, toma decisões sem manual e carrega uma responsabilidade existencial pelo negócio — tudo isso enquanto transforma energia em dinheiro.Neste episódio solo, Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures, explora o que torna a liderança do fundador tão única e por que muitos conselhos de gestão simplesmente não funcionam em contextos empreendedores. A partir de referências como Paul Graham e Brian Chesky (Airbnb), ele compartilha reflexões sobre quando o founder deve se envolver e quando deve, sim, jogar o manual fora.Você vai entender:As diferenças entre fundador, gestor e operadorOs seis perfis de foundersQual combinação desses perfis mais contribui para o crescimento de uma startupPor que autobiografias ensinam mais que playbooksComo usar IA para escalar sua atuação como founderSe você está na linha de frente de um negócio, esse episódio é um lembrete poderoso de que sua visão não é um detalhe — é o que dá vida à empresa.Dá o play e vem com a gente!Materiais mencionados:The Science of Startups: The Impact of Founder Personalities on Company Success — Paul X. McCarthyBefore the Startup — ensaio de Paul Graham (blog post) sobre os desafios de empreender.
Este é o Espresso Outliers InfoMoney, uma pausa na correria do dia a dia para pegar um café, sentar no sofá e entender, de uma forma tranquila e descomplicada, tudo o que você precisa saber sobre o universo de investimentos. Neste segundo episódio, Clara Sodré mergulha no tema previdência complementar, mostrando o tamanho deste mercado, as oportunidades e os principais cuidados para não escolher produtos ruins para a sua carteira. Enriquecendo esta conversa, Clara traz pontos de vista de quem entende – e muito – do assunto: - Fabio Oliveira, gestor de crédito privado da XP Asset - Henrique de Barros, fundador da Invés Invista - Victor Bentivegna, assessor private FAMI Esquente a água, prepare um bom café e acompanhe este novo programa cheio de insights! Materiais citados nesta edição: Relatório educacional:https://conteudos.xpi.com.br/previdencia-privada/relatorios/como-investir-seu-pgbl/ Seleção de fundos previdenciários: https://conteudos.xpi.com.br/previdencia-privada/recomendacoes/top-previdencia/
Consultoria MDR, preencha o formulário e faça um call gratuita: https://forms.gle/8QKa9iukSkYUw2Xt9 Não compre imóvel agora… pelo menos não antes de simular direito.Neste vídeo, Dawison Barbosa (educador financeiro, especialista em investimentos e autor best-seller 8 Hábitos dos Pré-Ricos e Pré-Ricas) mostra o que mudou nas novas regras e condições de financiamento imobiliário, como isso afeta CET (custo efetivo total), parcela, entrada e custos de compra (ITBI, escritura, registro, laudo, cartório).Você vai aprender a comparar comprar x alugar + investir a entrada, entender liquidez e custo de oportunidade, e ver números didáticos (imóvel de R$ 500 mil) para decidir com calma — imóvel como parte da carteira, não o plano inteiro.
Consultoria MDR, preencha o formulário e faça um call gratuita: https://forms.gle/8QKa9iukSkYUw2Xt9 R$ 1.000.000 dá para viver de renda?Neste vídeo ao vivo, Dawison Barbosa (educador financeiro, especialista em investimentos e wealth planner, autor do best-seller 8 Hábitos dos Pré-Ricos e Pré-Ricas) faz a Conta do Milhão sem mágica: quanto R$ 1.000.000 pode pagar por mês, o que é sustentável no longo prazo e como proteger seu poder de compra contra a inflação.O que você vai aprenderPercepção vs. realidade: por que “1 milhão = nunca mais trabalhar” pode ser ilusório.Quanto rende por mês: Poupança, CDB/Tesouro Selic, FIIs e uma regra de retirada sustentável (foco em renda real).3 planos práticos para perfis diferentes:Segurança: renda estável hoje (Selic/CDB + FIIs + IPCA+).Renda: fluxo mensal mais alto (FIIs + Selic/CDB + IPCA+).Longevidade Global: preservar poder de compra por décadas (IPCA+, Selic/CDB, ETFs globais e um pouco de FIIs).Estratégia anti-erosão: como inflação e ciclo de juros afetam sua renda e como rebalancear 1–2x/ano.Checklist do amanhã: passos simples para definir gasto-alvo, carteira em camadas e disciplina de aportes.Capítulos00:00 Abertura: dá para viver de renda com R$ 1 milhão? 01:10 Percepção vs. realidade (inflação, impostos, onde investir) 02:30 Quanto rende por mês: Poupança x Selic/CDB x FIIs x retirada sustentável 06:00 3 planos prontos (Segurança, Renda e Longevidade Global) 09:30 Inflação, queda de juros e por que diversificar 12:10 Quanto você precisa por mês? Ajuste por perfil e metas 13:30 Checklist prático e próximos passos 14:50 Conclusão + como não cair em armadilhas Materiais do vídeo
A Xampla é uma empresa britânica que desenvolve materiais naturais, como filmes solúveis e revestimentos, que substituem plásticos de uso único em diversas aplicações.A empresa criou os materiais Morro, totalmente biodegradáveis, compostáveis em casa e compatíveis com vários processos industriais.
Em Compras, a única certeza é a mudança. E quando falamos em PDM (Padronização Descrição de Materiais) e PDS (Padronização Descrição de Serviços), a vida do comprador se torna ainda mais desafiadora. Afinal, como lidar com alterações de engenharia, ajustes técnicos de fornecedores ou mudanças inesperadas em projetos sem comprometer prazos, custos e qualidade? No Café com Comprador vamos debater como esses pedidos impactam diretamente a rotina de quem está na linha de frente das negociações. Mais do que reagir, o comprador precisa assumir o papel de protagonista, antecipando riscos, documentando processos, negociando com base em dados e mediando interesses entre engenharia, supply chain e fornecedores. Gerenciar um PDM ou PDS não é apenas um procedimento burocrático. É uma prova real de maturidade da área de Compras, uma oportunidade de mostrar a importância estratégica da função dentro da organização.
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Em mais um episódio do Analisando Tributos, Jô Nascimento explica sobre SP ampliar isenção de ICMS para materiais cirúrgicos.
As baterias desempenham uma variedade de funções no nosso cotidiano: seja em dispositivos eletrônicos, transportes elétricos, geração e armazenamento de energia, entre outros usos. Na busca por um futuro mais sustentável, um grupo de pesquisadores do Laboratório de Microscopia de Alta Resolução, do Instituto de Física da UFF, desenvolveu uma bateria nova à base de flúor e teflon. A bateria lítio-flúor ou PANfon possui oito vezes mais capacidade que as tradicionais e pode originar uma nova família que venha a substituir o uso do íon-lítio. Conversamos com o coordenador do projeto, o pesquisador Samuel Bertolini, doutor em Engenharia e Ciência dos Materiais pela Faculdade de Agricultura e Mecânica do Texas, sobre os próximos passos dessa descoberta.Produção e apresentação: Louise FilliesEdição: Vinícius Piedade
O homem rico “...pensou: 'Vou fazer o seguinte: vou demolir meus celeiros e construir outros maiores, e aí vou recolher todo o meu trigo e meus bens.”
Os convidados do programa Pânico dessa quinta-feira (31) são Engenheiro Leo, Felippe Monteiro e Alan Ghani.Engenheiro LeoLeonardo Calicchio é engenheiro, pesquisador e comunicador científico, com o diferencial de trazer humor e dinamismo ao universo gamer. Leo busca aproximar temas complexos da ciência – como mesmo materiais e nanociência – do cotidiano das pessoas, fazendo a ponte entre educação e entretenimento. Com conteúdo acessível, inspira curiosidade científica e pensamento crítico, mantendo ainda a paixão pelos games e cultura geek.Participou de podcasts reconhecidos, como o “Flow Podcast” e “Fora da Caverna”, onde discute ciência, tecnologia e cultura nerd. Atua ativamente em plataformas como YouTube e X (Twitter), onde compartilha insights sobre engenharia, nanotecnologia, games e o futuro da tecnologia.Considerado o primeiro Youtuber Gamer Engenheiro do Brasil, lidera o canal “Consoles e Jogos Brasil”, combinando análises técnicas e ludicidade em gameplays, reviews e debates sobre tecnologia gamer É graduado em Engenharia de Materiais, especialista em Metalurgia; Mestre em Ciência – com foco em Energia Nuclear; Doutorando em Nanotecnologia, investigando materiais avançados em escala nanométrica.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/engenheiroleooficialFelippe MonteiroFelippe Monteiro, o Pepê, é advogado, consultor e comentarista político. Ele tem mestrado em Direito em Harvard e em gestão e políticas públicas na FGV, tendo trabalhado nos governos Dilma, Temer e Bolsonaro nos mais variados cargos.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/fnmonteiro/Alan GhaniAlan Ghani é um dos principais nomes da economia no Brasil, conhecido por sua atuação como economista, comentarista e professor. Doutor em Administração com ênfase em Finanças pela USP — com parte do doutorado realizado nos EUA —, também possui formação pela FGV e uma sólida trajetória no mercado financeiro e na mídia.Atualmente, é Economista-Chefe da MSX Invest e comentarista de economia e política na Jovem Pan. Já atuou em instituições como BTG, MCM Consultores, InfoMoney e participa frequentemente de grandes veículos como CNN, Globo e Estadão. Na academia, leciona em MBAs do Insper e ministra cursos para empresas como Itaú, Votorantim e CPFL. Ghani se destaca por sua capacidade de traduzir temas econômicos complexos para diferentes públicos.Redes Sociais:Instagram:https://www.instagram.com/alan_ghani/
Reouça a #EntrevistaJG de Denise Campos de Toledo com André Nunis, pesquisador do laboratório de processos metalúrgicos da unidade de materiais avançados do IPT, sobre terras-raras.
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O Morphing Matter Lab é um laboratório de investigação nos Estados Unidos que se foca no desenvolvimento de materiais que mudam de forma de maneira controlada.Entre as suas principais áreas de estudo estão os atuadores bio-híbridos, materiais que se transformam com a humidade, tecidos que respiram e dispositivos biodegradáveis.#Sustentabilidade #MorphingMatterLab
O Morphing Matter Lab é um laboratório de investigação nos Estados Unidos que se foca no desenvolvimento de materiais que mudam de forma de maneira controlada. Entre as suas principais áreas de estudo estão os atuadores bio-híbridos, materiais que se transformam com a humidade, tecidos que respiram e dispositivos biodegradáveis.
O Morphing Matter Lab é um laboratório de investigação nos Estados Unidos que se foca no desenvolvimento de materiais que mudam de forma de maneira controlada. Entre as suas principais áreas de estudo estão os atuadores bio-híbridos, materiais que se transformam com a humidade, tecidos que respiram e dispositivos biodegradáveis.
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O convidado do programa Pânico desta terça-feira (17) é Engenheiro Leo.Leonardo Calicchio é engenheiro, pesquisador e comunicador científico, com o diferencial de trazer humor e dinamismo ao universo gamer. Seu trabalho fortalece a relação entre tecnologia e público, democratizando saberes até então restritos a nichos acadêmicos.Engenheiro Leo busca aproximar temas complexos da ciência – como materiais e nanociência – do cotidiano das pessoas, fazendo a ponte entre educação e entretenimento. Com conteúdo acessível, inspira curiosidade científica e pensamento crítico, mantendo ainda a paixão pelos games e pela cultura geek.Participou de podcasts reconhecidos, como o “Flow Podcast” e “Fora da Caverna”, onde discute ciência, tecnologia e cultura nerd.Atua ativamente em plataformas como YouTube e X (Twitter), onde compartilha insights sobre engenharia, nanotecnologia, games e o futuro da tecnologia.Considerado o primeiro youtuber gamer engenheiro do Brasil, lidera o canal “Consoles e Jogos Brasil”, combinando análises técnicas e ludicidade em gameplays, reviews e debates sobre tecnologia gamer.É graduado em Engenharia de Materiais, especialista em Metalurgia; mestre em Ciência – com foco em Energia Nuclear; e doutorando em Nanotecnologia, investigando materiais avançados em escala nanométrica.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/cjbrengleo/YouTube: https://www.youtube.com/consolesejogosbrasil
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No último episódio desta nova temporada, falamos sobre a importância dos catadores de materiais recicláveis autônomos e cooperativados para o desenvolvimento econômico das cidades e a defesa ambiental do planeta.
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Ela é a expert e ele o estrategista do negócio, juntos eles já faturaram R$ 4 milhões de reais e ajudaram mais de quatro mil alunos a transformar conhecimentos em material de estudos para venda. Agora, eles vieram ensinar um pouco do que sabem no Kiwicast.O nome deles são Marcos Landim e Maria Clara e eles conversaram com a gente sobre:De concurseiros a empreendedores no digitalQual o processo para criar um produto educativo para venderComo escolher o nicho para começar no digitalVencendo a timidez para construir audiênciaFazer lançamento ou ter perpétuo: como escolher?Como qualificar leads e construir uma comunidade digitalEstratégias para converter seguidores em clientesE muito mais!Quer saber tudo o que o Marcos Landim e a Maria Clara disseram pra gente?Dá o play no Kiwicast de hoje.E conta pra gente nos comentários o maior insight que você tirou do episódio.
Confira nesta edição do JR 24 Horas:Dois carros com explosivos e granadas foram encontrados próximos a três escolas públicas e uma UPA, na zona oeste do Rio de Janeiro. O esquadrão antibombas precisou ser acionado para recolher o material com segurança. A polícia acredita que o arsenal seria usado na disputa entre quadrilhas rivais de milicianos. E ainda: Moradores são evacuados após explosão em empresa de produtos químicos no interior de SP.
Desconhecimento e burocracia são motivos que dificultam resgate dos créditos
Principais recursos estratégicos globais (matéria-prima, extração) e seu impacto na geopolítica global. O cast falará sobre porque esses recursos são estratégicos, como são extraídos e transformados e como entram no cálculo político de potências e nações envolvidas direta e indiretamente. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, André Trapani, Fernando Malta, Francisco Serafini Citação ABNT: Scicast #606: Geopolítica dos Materiais. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo de Matos, André Trapani, Fernando Malta, Francisco Serafini. [S.l.] Portal Deviante, 23/08/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-606 Imagem de capa: Série 'Triângulo de Líitio', do fotógrafo alemão Tom Hegen. — Foto: Tom Hegen/InstagramSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Principais recursos estratégicos globais (matéria-prima, extração) e seu impacto na geopolítica global. O cast falará sobre porque esses recursos são estratégicos, como são extraídos e transformados e como entram no cálculo político de potências e nações envolvidas direta e indiretamente.
Técnicas milenares como o Washi, a porcelana de Arita e o trabalho de tingimento com índigo seguem encantando e se mantendo vivas no Japão e no mundo.
Ouça em áudio: https://podcasters.spotify.com/pod/show/carlosmccord Compre o livro para acompanhar com os Amigos de Jesus nos seguintes links a seguir. Ed. Ultimato: https://loja.ultimato.com.br/livros/o-caminho Mais links: https://linktr.ee/permanecer
Sejam bem vindos aos anais da história industrial, onde as forças da produção não apenas moldaram máquinas, mas também esculpiram os contornos da economia. Das últimas décadas do século XIX ao apogeu dos anos 80, testemunhamos uma sinfonia de inovações, desde os princípios da Administração Científica de Taylor até a vanguarda do Sistema Toyota de Produção. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://instagram.com/scicastpodcast Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Fernando Malta, Roberto Spinelli, Guilherme Dinnebier, Giullian Nóbrega Citação ABNT: Scicast #591: Manufatura: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. Locução: Tarik Fernandes, Fernando Malta, Roberto Spinelli, Guilherme Dinnebier, Giullian Nóbrega. [S.l.] Portal Deviante, 10/05/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-591 Arte: Getty Images Referências e Indicações Sugestões de literatura: ARAÚJO, J. S. (1973). Administração de Materiais. São Paulo: Atlas. ARNO Zomerdijk & Vries (2003), LD, J. R. (1999). Administração de materiais. São Paulo: Atlas. BALLOU, R. U. (2005). Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Porto Alegre: Bookman. CHOPRA, S., & MEINDL, P. (2004). Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. São Paulo - SP: Pearson Education do Brasil. DIAS, M. A. (1993). Administração de Materiais: Uma Abordagem Logística. São Paulo: Atlas. FRANCISCHINI, P. G., & GURGEL, F. d. (2002). Administração de Materiais e do Patrimônio. São Paulo: Pioneira Thomson. Rezende, A. C.2015, Entendendo a Logística. 1ed. IMAM São Paulo, SP, Brasil. The Taylor System—Man's Enslavement by the Machine, Put Pravdy No. 35, March 13, 1914. V. I. Lenin Sugestões de filmes: Tempos modernos Indústria Americana - Netflix Desserviço ao consumidor (série) - Netflix Rotten (série) - Netflix Queda livre - Netflix Sugestões de links: AequilibraE: pacote para modelagem de transporte em Python (“shortest path”). Disponível em: http://www.aequilibrae.com/python/latest/ Sugestões de games: Container (jogo de tabuleiro) Factorio (PC) Transport Fever (PC) Notícias comentadas no episódio: https://www.brasildefato.com.br/2023/07/03/montadoras-decidem-reduzir-producao-apesar-de-incentivo-governamental-a-carros https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2023/10/21/gm-alega-queda-nas-vendas-e-faz-demissoes-em-tres-fabricas-no-brasil.ghtml https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/03/montadoras-reduzem-producao-e-dao-ferias-coletivas-para-evitar-alta-de-estoque.shtml https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/03/22/paralisacao-das-montadoras-falta-de-compradores-nao-deve-reduzir-precos-de-automoveis-entenda.ghtml See omnystudio.com/listener for privacy information.
Minha convidada nasceu no balneário de Santos. Na infância e adolescência praticou natação e patinação artística. Já na Unicamp, praticou alguns esportes coletivos, mas nada muito sério. Em 2009 foi diagnosticada com esclerose múltipla. Após um período de assimilação da notícia e o início do tratamento, decidiu mudar seu estilo de vida na tentativa de amenizar os efeitos progressivos da sua nova condição. Mudou sua alimentação e começou a correr. Ela tinha 30 anos e durante quatro anos participou de diversas provas de 10km, conquistou alguns pódios, mas o que ela mais gostava era das meias maratonas. Durante o período de tratamento ela jamais havia imaginado que seria capaz de correr 1km. Algumas dores nas pernas começaram a aparecer em decorrência da esclerose, o que eventualmente a fizeram procurar outra modalidade esportiva para manter-se ativa. Tentou o pole dance e até o mountain bike, mas após ser convidada por uma amiga a conhecer um ginásio de escalada, ela se encontrou e desde então, tornou-se o seu esporte. Em 2020 passou a competir em campeonatos brasileiros de paraescalada e hoje, é a maior medalhista brasileira em mundiais, com 3 medalhas de ouro e 2 de bronze em etapas da Copas do Mundo. Conosco aqui a engenheira química com pós doutorado pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, professora e escaladora, vegana, ativista pelos animais, pelo meio ambiente e atual Campeã Mundial de Paraescalada, título conquistado na Suíça faz poucos meses, direto de Taubaté, Marina Oliveira de Souza Dias. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. O verão está chegando e com ele, devemos redobrar nossa atenção com a proteção solar. Nesse sentido, a Pink Cheeks tem grande expertise, com produtos cosméticos com altos fatores de proteção. Seu principal produto, o Pink Stick, possui o maior FPUVA do mercado! A marca foi idealizada e desenvolvida por mulheres apaixonadas por esportes e é pioneira no segmento de dermocosméticos de alta performance, inovando com o conceito do sportcare. Descubra a linha completa da Pink Cheeks para proteção facial, corporal e até capilar, com produtos de alta qualidade e alta resistência à água e ao suor. A linha também possui produtos que minimizam os atritos causados durante a prática de algumas modalidades, como a corrida e o ciclismo, que foram desenvolvidos especialmente de atletas para atletas, e produtos focados para a melhor performance de esportistas. Além da inovação com o conceito de sportcare, o diferencial da Pink está na união da proteção de alta performance, beleza, multifuncionalidade e ainda conta com uma linha completa de maquiagem com proteção solar e resistência à água e ao suor. Os produtos são altamente indicados para qualquer tipo de movimento, possuem fórmulas veganas, sem parabenos, são fáceis de utilizar, tem uma sensação muito agradável na pele e podem ser utilizados a partir dos dois anos de idade. Compre no site www.pinkcheeks.com.br/endorfina e aproveite para utilizar o cupom ENDORFINAPINK para ganhar 10% de desconto.
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A Engenharia e Ciências dos Materias está presente nas nossas vidas e em One Piece! Quer uma prova?! Então escute esse episódio gravado juntamente com o Scicast (para dar aquele peso a ciência) e conheca o fundamental sobre Materiais! Jolly Roger, a hamburgueria temática para fãs de One Piece Se você é fã de One […] The post OPEXCast #201 – Ciências dos Materiais em One Piece first appeared on One Piece Ex.
A Engenharia e Ciências dos Materias está presente nas nossas vidas e em One Piece! Quer uma prova?! Então escute esse episódio gravado juntamente com o Scicast (para dar aquele peso a ciência) e conheca o fundamental sobre Materiais! Jolly Roger, a hamburgueria temática para fãs de One Piece Se você é fã de One […] The post OPEXCast #201 – Ciências dos Materiais em One Piece first appeared on One Piece Ex.
Um homem de borracha e um chapéu de palha, elementos de suma importância na obra ‘One Piece' que são caracterizados justamente pelos materiais que os compõem. A Engenharia e a Ciências dos Materiais é a área do conhecimento que estuda, desenvolve e produz os materiais que são utilizados para constituir todas as ferramentas, utensílios e dispositivos que a sociedade tem acesso. Nesse episódio teremos novamente um crossover de dois podcasts, no qual o SciCast e o OPEXCast discutirão elementos básicos de materiais dentro do contexto de ‘One Piece'.