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Pablo Marçal declarou que o valor de R$ 7,4 bilhões em seu registro de bens no TSE é resultado de um erro de digitação.A declaração de patrimônio é exigência legal para todos os postulantes a cargos eletivos no Brasil, servindo para controle de evolução patrimonial e transparência junto aos eleitores.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
Neste episódio, falamos sobre o processo envolvendo o Discord, Mottinha apoiando Lula, Alcolumbre querendo apoio, Tariflávio no Missão, o início das campanhas e a perseguição contra Erika Hilton no Conselho de Ética da Câmara. APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast: - Apoia.se : https://apoia.se/midcast - Chave PIX : podcastmid@gmail.com # COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast # CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap # GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo # LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcast PARTICIPANTES: ------------------ Rodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.social Thais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.social Victor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.social COMENTADO NO EPISÓDIO ------------------ Lula e Flávio Bolsonaro não participam de entrevistas Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate Hugo Motta declara apoio a campanha de Lula à reeleição Lula de chapéu: aliados temem questionamentos PF mira candidato do PCO a presidente por suposto desvio CNT/MDA: Lula lidera 1º turno com 13 pontos de vantagem Páginas oficiais de Flávio Bolsonaro incluem curso de pós-graduação que ele não fez; campanha diz que houve 'equívoco' Flávio aparece no TSE filiado ao Missão TSE checa registros e diz que filiação de Flávio Bolsonaro ao Missão foi feita por representante do partido Renan Santos diz que quem filiou Flávio Bolsonaro acessou conta de e-mail do senador para confirmação Patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato Conselho de Ética aprova a continuidade de processo contra Erika Hilton Lula recebe Alcolumbre e destrava parte da pauta eleitoral Senado aprova projeto que reduz preço do combustível 'A gente precisa retirar imediatamente o Discord do ar', diz Janja em evento Segundo o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, o "Discord não tem compromisso com a legislação brasileira". ANPD abre processo contra Discord após suicídio de adolescente no MS Governo determina suspensão de lives do Discord Relembre caso da menina de 13 anos induzida ao suicídio por grupo no Discord
As roças de São Tomé e Príncipe fazem parte desde o final de julho da lista de Património da Humanidade, uma classificação atribuída pela UNESCO. Um conjunto de seis roças nas duas ilhas é agora protegido, obedecendo a critérios de conservação e proporcionando "uma oportunidade única" ao arquipélago para continuar o desenvolvimento sustentável. No fim de Julho, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) declarou seis roças de São Tomé e Príncipe como Património Mundial da Humanidade. A distinção abrange as roças Sundy e Belo Monte, na ilha do Príncipe, e as roças Água Izé, Diogo Vaz, Monte Café e São João, na ilha de São Tomé. Esta classificação das antigas plantações agrícolas coloniais portuguesas no arquipélago junta-se à classificação da ilha do Príncipe, em 2012, como reserva da Biosfera, assim como a recente classificação, em 2025, da globalidade da ilha de São Tomé, nomeadamente a floresta do Ôbo, também como reserva da Biosfera. Uma união entre a natureza e o passado colonial que são "uma oportunidade única" para o país, como explica a investigadora e professora universitária Nazaré Ceita em entrevista à RFI. "Não acredito que a UNESCO possa fazer investimentos [financeiros], mas há parceiros de desenvolvimento. Há a possibilidade agora com esta abertura de encontrar novos parceiros que possam ajudar a ter uma visão mais clara daquilo que se pode fazer, financiar e tornar rentáveis as roças, com uma visão de conjunto daquilo que se pode fazer. Tem que se ter em conta a última classificação também de todo o espaço de São Tomé e Príncipe, como reserva da Biosfera. Eu acho que é uma oportunidade única que se tem de facto que aproveitar, englobando as roças nessa dinâmica a que já está exposto São Tomé e Príncipe", explicou a académica. Até 2035, as seis roças apresentaram à UNESCO projectos para conservar, melhorar e divulgar o seu papel histórico e o seu lugar na memória colectiva da escravatura no Atlântico, mas também projectos de desenvolvimento sustentável ligados ao turismo e às artes. Para Nazaré Ceita, que em 2025 publicou o seu livro "De Serviçais a Funcionárias Rurais" sobre o papel das mulheres na vida profissional em São Tomé e Príncipe, não devem ficar esquecidas as populações das roças, com muitas pessoas a viverem de forma precária em comunidades criadas há mais de um século. "Eu até acho que muitos elementos dessa população terão receitas para tornar rentáveis, tornar visíveis a sua forma de ser e de estar. É preciso aproveitar algumas das estruturas já existentes das roças. Essas populações, inclusivamente, conhecem os esgotos, onde estão as águas, com a sua indicação, podem resolver alguns problemas básicos que existem. Recorde-se, por exemplo a Roça Agostinho Neto, que não entrou no conjunto de roças classificadas, mas é a única roça que tinha, por exemplo, uma central eléctrica, independente da rede que alimenta o país. Então é preciso estudar o que essa população tem para oferecer e porque o saber, a memória está também neles. Não se pode ostracizar pensando apenas as soluções de cima", concluiu a investigadora.
Foram prorrogadas, até 30 de agosto, as inscrições no chamamento público que vai selecionar representantes da sociedade civil para o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do Distrito Federal.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), realizou, na última segunda-feira, 27, uma reunião para apresentar a atuação da Assessoria do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) às 1ª e 2ª Promotorias de Justiça do Patrimônio Público e à Promotoria de Justiça da Evasão Fiscal. O objetivo foi fortalecer a integração entre as unidades, alinhar o fluxo de solicitações e apresentar os serviços do laboratório.
O Teatro Amazonas, em Manaus (AM), e o Theatro da Paz, em Belém (PA), foram reconhecidos como patrimônio cultural do mundo.O Teatro Amazonas, em Manaus, e o Theatro da Paz, em Belém, foram inscritos na Lista de Patrimônio Mundial e Cultural da Unesco.Inaugurado em 1878, o Theatro da Paz ajudou a afirmar Belém como porto estratégico e importante centro político e econômico. Em Manaus, o Teatro Amazonas abriu as portas em 1896 e tornou-se o símbolo mais conhecido da modernização e da riqueza que redesenharam a cidade naquele período.
Assistente social Deize Lima, de Melbourne, conta como enfrentou o diagnóstico de esclerose múltipla e construiu uma rede de apoio na Austrália. Jogadores brasileiros e portugueses da Juventus e Palermo de passagem por Perth também terão de participar do Censo australiano em 11 de agosto. Passaportes pedidos nos consulados brasileiros de Lisboa, Porto e dos Estados Unidos voltarão a ser impressos no Brasil. A Ponte 25 de Abril completa 60 anos como a travessia mais movimentada sobre o rio Tejo. O Teatro Amazonas e o Theatro da Paz recebem o reconhecimento de Patrimônio Mundial Cultural da UNESCO.Assistente social Deize Lima, de Melbourne, conta como enfrentou o diagnóstico de esclerose múltipla e construiu uma rede de apoio na Austrália. Jogadores brasileiros e portugueses da Juventus e Palermo de passagem por Perth também terão de participar do Censo australiano em 11 de agosto. Passaportes pedidos nos consulados brasileiros de Lisboa, Porto e dos Estados Unidos voltarão a ser impressos no Brasil. A Ponte 25 de Abril completa 60 anos como a travessia mais movimentada sobre o rio Tejo. O Teatro Amazonas e o Theatro da Paz recebem o reconhecimento de Patrimônio Mundial Cultural da UNESCO.
A temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, o podcast de História que você ama, é um oferecimento exclusivo @petlovebrasilAcompanhamos a trajetória do Grão-Pará, passando pela Cabanagem, os dois ciclos da borracha e a recém inclusão do Theatro da Paz na lista de Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO!Tudo com muita leveza, cultura e informação, além do desenvolvimento do futebol no estado brasileiro que tem o clássico mais disputado do Planeta Bola.E na coluna O Livro, o nosso amigo Ubiratan Leal conta a história de um clube paraense ligado à comunidade japonesa da região norte do Brasil. Compartilhe e divulgue nosso retorno!Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no primeiro mês do plano de saúde do seu pet na Petlove!*Exceto Plano Leve. Promoção por tempo limitado. Oferta válida para clientes com Plano de Saúde e Clube Petlove ativos, em produtos selecionados do Programa de Benefícios de Medicamentos. O cupom pode ser desativado sem aviso prévio conforme disponibilidade. Não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.
Empreender no Brasil exige muito mais do que resiliência operacional; exige inteligência estratégica para navegar em um ambiente fiscal complexo e altamente punitivo. Thiago Alves, advogado tributarista e fundador da Alvus, revela como a falta de planejamento estruturado transforma o Estado em um sócio oculto que recolhe a maior parte dos resultados antes mesmo de o empresário ver a cor do lucro. Neste episódio do Excepcionais, Marcelo Toledo conversa com Thiago Alves sobre a realidade nua e crua dos bastidores fiscais e patrimoniais do país. Da armadilha do Simples Nacional — que pode retroagir com multas pesadas — à construção de holdings e estruturas sob jurisdições internacionais, o diálogo entrega um guia pragmático sobre como jogar rigorosamente dentro das quatro linhas para pagar apenas o estritamente justo e proteger o patrimônio construído com o suor do seu trabalho.Disponivel Também no Youtube:https://youtu.be/kLjxsS8CZoM00:00:00 - A realidade do sócio "César" e a busca pela eficiência tributária 00:03:00 - O limite do Simples Nacional e o risco de desenquadramento retroativo 00:06:16 - Rastreamento de dados via PIX e o fim da informalidade operacional 00:08:19 - A criminalização de empresários por erros na formação de preço 00:11:00 - A diferença prática entre os regimes do Lucro Real e Lucro Presumido 00:21:50 - Oportunidades ocultas de recuperação de crédito no Lucro Real 00:33:00 - Consolidação de mercado e operações de M&A viabilizadas por tributos 00:49:00 - Proteção de ativos real e estruturação em jurisdições internacionais 01:02:00 - As transformações trazidas pela Reforma Tributária e o impacto no consumo Siga o Thiago no Instagram:https://www.instagram.com/thiagoalvus/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Esta semana em África lusófona, foi definitivamente confirmada a reeleição de Carlos Vila Nova como Presidente da República de São Tomé e Príncipe. Em Moçambique, oito pessoas foram detidas, acusadas de ofensa à honra do Presidente da República e da Primeira-Dama nas redes sociais. Na Guiné-Bissau, um dirigente do PAIGC foi agredido após este apelar a votar contra o projecto de nova Constituição. Esta semana foi também o início do Campeonato Africano das Nações de futebol feminino em Marrocos. A semana ficou marcada, em Moçambique, pela detenção de oito pessoas acusadas de difamação do Presidente da República e da Primeira-Dama nas redes sociais. Ainda no país, a governadora da província de Gaza apresentou a demissão, numa altura em que surgem suspeitas de irregularidades na gestão de donativos destinados às vítimas das cheias. Em São Tomé e Príncipe, o Tribunal Constitucional confirmou oficialmente Carlos Vila Nova como Presidente da República. O arquipélago esteve também em destaque com a decisão da UNESCO de inscrever seis das suas roças na lista do Património Mundial, reconhecendo o seu valor histórico e cultural. Na Guiné-Bissau, a agressão ao dirigente do PAIGC Carlitos Costa, após este apelar a votar contra o projecto de nova Constituição, gerou críticas do partido, que aponta para motivações políticas. Em Angola, os advogados do activista Osvaldo Caholo recorreram da decisão que mantém a sua condenação, enquanto a estreia da UNITEL na bolsa de valores ficou ensombrada por um ataque informático de grande dimensão. Em Cabo Verde, o Governo anunciou o aumento gradual da Pensão Social até 15 mil escudos, no âmbito da política de reforço da protecção social. No desporto, a Taça das Nações Africanas de Futebol Feminino continua a animar a semana. Cabo Verde procura recuperar da derrota frente ao Gana no próximo jogo com o Mali, enquanto o Malawi protagonizou uma das maiores surpresas da competição ao vencer a Nigéria por 3-2.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Habitação e Urbanismo e Defesa do Patrimônio Histórico e Cultural e da Promotoria Especializada de Defesa do Meio Ambiente da Bacia Hidrográfica do Baixo Acre, recomendou ao prefeito de Rio Branco o veto integral ao Projeto de Lei Complementar n.º 26/2025, que revisa o Plano Diretor do Município. O documento é assinado pelos promotores de Justiça Luis Henrique Corrêa Rolim e Alekine Lopes dos Santos.
Na terceira edição deste boletim você confere:- Presidente eleito da Colômbia afirma que irá romper relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua;- Em São Paulo, financiamento de veículos registra o maior volume desde 2018;- Unesco reconhece Teatros da Amazônia como Patrimônio Mundial.O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Thales Faria e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
Escolas de beach tennis, canoa havaiana, futevôlei e outras atividades esportivas pagas passarão a seguir novas regras para funcionar nas praias de Vitória. Os empreendedores terão que cumprir alguns critérios para receber autorizações, entre esses o pagamento de uma taxa pelo uso do espaço público. A nova norma, definida pelo Decreto nº 27.025 publicado na última quinta-feira (15), prevê ainda fiscalização com o intuito de garantir o livre acesso da população às praias. Segundo o secretário de Governo de Vitória, Luciano Forrechi, a regulamentação foi elaborada para atender a uma exigência da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que determinou aos municípios a organização da exploração comercial das orlas.Segundo informações da prefeitura de Vitória, “até então, a ocupação da orla para esse tipo de atividade não contava com um marco regulatório específico e unificado. O novo decreto cria um procedimento claro para que empresas, associações e microempreendedores individuais possam solicitar autorização para uso de espaços na praia, com regras de organização, prazo, cobrança e fiscalização. A permissão será concedida a título precário, ou seja, pode ser revista pela administração pública sempre que o interesse público exigir, sem gerar direito a indenização ao permissionário”, explica. Em entrevista à CBN Vitória, ele detalha o assunto.
As empresas offshores em paraísos fiscais já foram uma das principais opções para ocultar patrimônio e lavar dinheiro. Mas acabaram substituídas por uma teia financeira montada dentro do próprio Brasil, com fundos de investimento, sociedades anônimas e fintechs, explicou a repórter Amanda Rossi, em entrevista ao videocast UOL Prime, apresentado por José Roberto de Toledo. A nova estratégia foi revelada pelas operações Carbono Oculto e Compliance Zero, da Polícia Federal. No caso da Carbono Oculto, fundos e fintechs teriam sido utilizados para lavar dinheiro do PCC. Já a Compliance Zero mostrou como fundos e sociedades anônimas serviram para ocultar patrimônio e pagar propina no caso do Banco Master.
No terceiro episódio da série Gestão do Agronegócio Brasileiro, voltamos os olhos para o ativo mais valioso — e frequentemente mais negligenciado — de uma propriedade rural: o solo. Muito além de suporte físico para as plantas, o solo é um organismo vivo, responsável por sustentar a produtividade, armazenar água, reciclar nutrientes e garantir a resiliência econômica da atividade agrícola. Neste episódio, discutimos como a degradação silenciosa do solo compromete não apenas a lavoura, mas a rentabilidade e a longevidade do negócio rural. Entre exemplos práticos, lições da história e conceitos modernos de gestão agrícola, refletimos sobre a importância de enxergar o solo como patrimônio estratégico. Porque produtividade se constrói na superfície, mas sustentabilidade nasce no que está sob nossos pés.
Debate da Super Manhã: O controle do gasto público é um dos principais instrumentos para assegurar que os recursos arrecadados por meio dos impostos sejam aplicados de forma eficiente e transparente. A fiscalização das contas públicas contribui para que essas reservas sejam destinadas de forma responsável às áreas essenciais, gerando benefícios diretos para a população. No debate desta quarta-feira (15), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o papel dos órgãos de fiscalização das contas públicas, a participação da sociedade nesse processo de supervisão e o combate ao desperdício e à corrupção. Participam o procurador do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Cristiano Pimentel, o coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Hodir Melo, e o economista e cientista político, Sandro Prado.
O que faz uma empresa permanecer relevante por mais de 35 anos, atravessando mudanças de comportamento, crises econômicas, transformações tecnológicas e diferentes gerações de consumidores? Neste episódio do Café Empreendedor, recebemos Juliana Medeiros, empresária à frente do Circulu's Lanches, para uma conversa sobre empreendedorismo, legado, gestão e construção de marca. Fundado em 1991, em um trailer ao lado da UCPEL, o Circulu's se transformou em muito mais do que uma lancheria. Tornou-se um ponto de encontro, uma referência gastronômica e uma marca que faz parte da memória afetiva de milhares de pelotenses. Em 2026, ao completar 35 anos de história, recebeu um reconhecimento que poucas empresas alcançam: foi declarado Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Município de Pelotas. Mas por trás desse reconhecimento existe uma trajetória empreendedora construída diariamente. Falamos sobre sucessão, adaptação ao mercado, relacionamento com clientes, manutenção da relevância da marca e os desafios de conduzir um negócio que se tornou parte da identidade de uma cidade. Este episódio é uma aula sobre longevidade empresarial. Poucas empresas chegam aos 35 anos. E menos ainda conseguem continuar crescendo, inovando e mantendo uma conexão genuína com seus clientes.
Moldada pelo isolamento geográfico, pela agricultura em socalcos e pelas tradições centenárias, a aldeia das Fontainhas preserva costumes como o fongo, uma iguaria artesanal associado à Páscoa. Considerada, várias vezes, como o segundo lugar com a vista mais bonita do mundo, impulsionada pelo crescente turismo e pelo reconhecimento da UNESCO, a aldeia da ilha de Santo Antão, em Cavo Verde, procura conciliar a valorização do seu património com a preservação da sua identidade. Chegar às Fontainhas é, por si só, uma experiência memorável. Encravada nas montanhas da ilha de Santo Antão, em Cabo Verde, esta pequena aldeia revela-se apenas depois de uma longa viagem por uma estrada sinuosa, que serpenteia entre escarpas e precipícios, aumentando a expectativa a cada curva. Quando finalmente surge diante dos olhos, o cenário é arrebatador: um conjunto de casas coloridas parece desafiar a gravidade, agarrado à encosta da falésia e suspenso sobre um vale coberto por socalcos verdejantes que se estendem até onde a vista alcança. Em 2024, as Fontainhas foram classificadas como Património Mundial da UNESCO, um reconhecimento que veio reforçar a projecção internacional da aldeia, já anteriormente distinguida pela revista National Geographic como uma das localidades com a segunda vista mais bonita do mundo. A estrada dos Namorados Durante décadas, o acesso à aldeia foi difícil e reservado aos mais destemidos. A antiga estrada, escavada na própria rocha, era tão estreita que quem sofresse de vertigens dificilmente conseguia percorrê-la, fosse a pé ou de automóvel. Em 2025, as autoridades cabo-verdianas concluíram um projecto de valorização turística e ambiental da aldeia, inaugurando uma nova via de acesso. No entanto, a antiga estrada continua a fazer parte da memória colectiva e é conhecida como a "Estrada dos Namorados". Vítor Monteiro recorda a história que deu origem ao nome. A estrada foi mandada construir por João Serra, então administrador do concelho, para poder visitar a esposa, Bárbara, natural das Fontainhas. Proprietário do único camião Bedford existente na região, fez questão de abrir uma estrada com a largura exacta necessária para a passagem do veículo. Construída integralmente em pedra seca, a obra permanece como testemunho da perícia e da dedicação dos trabalhadores da época. Anos mais tarde, porém, o próprio João Serra perdeu o controlo do camião numa das curvas, devido a uma falha nos travões. O veículo caiu na ribeira e ficou destruído, mas o condutor sobreviveu ao acidente. Agricultura e caminhadas entre montanhas Apesar da crescente escassez de água, as Fontainhas continuam a manter alguma actividade agrícola. Nos socalcos cultivam-se produtos como inhame, cana-de-açúcar e bananeiras, culturas que ainda garantem parte do sustento das famílias locais. A aldeia das Fontainhas é igualmente um dos pontos de passagem obrigatória para os amantes das caminhadas. O percurso entre Cruzinha e Ponta do Sol, com cerca de 15 quilómetros, é considerado um dos mais espectaculares de Cabo Verde. Todos os dias, dezenas de visitantes percorrem este trilho costeiro e, durante a época alta, esse número ascende facilmente às centenas. O desafio de preservar a autenticidade O reconhecimento internacional trouxe uma crescente procura turística. Actualmente, mais de 500 visitantes passam - na época alta- diariamente pelas Fontainhas. Para Vítor Monteiro, o turismo representa uma oportunidade importante para o desenvolvimento económico da comunidade, mas alerta para os riscos associados ao crescimento descontrolado. A sua principal preocupação é a construção de edifícios modernos que possam descaracterizar a aldeia. Com a melhoria dos acessos, receia que aumente o interesse de investidores externos, comprometendo a autenticidade que distingue as Fontainhas.O fongo: um sabor que atravessa gerações Entre as tradições mais emblemáticas das Fontainhas encontra-se o fongo, uma especialidade gastronómica profundamente ligada às celebrações da Páscoa. Na casa de Dona Antónia, de 90 anos, descobrimos uma receita artesanal transmitida de geração em geração. A preparação começa com banana madura esmagada, à qual se juntam sal, açúcar, farinha de milho, farinha de mandioca e fermento. Depois de bem amassada, a massa é envolvida em folhas de bananeira. Dona Antónia aprendeu a confeccionar o fongo quando tinha pouco mais de quarenta anos, ensinada por uma mulher mais velha da aldeia. Desde então, nunca deixou de manter viva esta tradição. Ao contrário das versões mais modernas, preparadas no forno, Dona Antónia continua fiel ao método antigo: o fongo é cozinhado lentamente sobre palha e brasas, uma técnica que lhe confere um sabor e uma textura muito característicos. Para os habitantes das Fontainhas, o fongo é mais do que um alimento. É um símbolo de identidade, de partilha e de memória colectiva. Em 2024, esta tradição foi registada pelo Instituto do Património Cultural de Cabo Verde, integrando o processo de valorização do património cultural imaterial da aldeia.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:55 Sono02:28 Saúde03:36 Comida05:08 Setup de trabalho07:08 Guarda-roupa08:21 Terceirização09:47 Mentores11:02 Hobbies 12:15 Experiências13:27 Patrimônio14:29 Conclusão
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre os 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis no Rio Grande do Sul. Abordamos os 400 anos das Missões, destacando o protagonismo e a resistência dos povos Guarani, os processos de colonização na América do Sul e as conexões entre a história das Missões e os atuais debates sobre os direitos e a demarcação de terras indígenas.O entrevistado é o professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), docente dos Programas de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural e em História, Júlio Quevedo. O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Empresas crescem por estratégia, inovação e tecnologia. Mas nada disso acontece sem pessoas preparadas, engajadas e bem lideradas.Neste episódio do COACHcast, converso com Camille Holmer, psicóloga, conselheira e fundadora da Priorize Gestão Estratégica de Pessoas, sobre um tema que impacta qualquer organização: como transformar pessoas em vantagem competitiva.Falamos sobre desenvolvimento de lideranças, cultura organizacional, retenção de talentos, carreira, aprendizado contínuo e por que investir nas pessoas deixou de ser uma escolha para se tornar uma necessidade.Se você lidera equipes, empreende ou deseja construir uma carreira de alto impacto, esta conversa é para você.Conecte-se com a CamilleLinkedIn:https://www.linkedin.com/in/camille-holmerInstagram:https://www.instagram.com/camilleholmerYouTube:https://www.youtube.com/@holmercamilleFaça parte da Comunidade COACHcasthttps://chat.whatsapp.com/JfBvXy64OLh19TzBJHE1OR?mode=gi_tSe este episódio trouxe valor para você, inscreva-se no canal, deixe seu comentário e compartilhe com outros líderes e profissionais. Sua participação fortalece o COACHcast e nos ajuda a levar essas histórias para ainda mais pessoas.O COACHcast é um projeto independente, criado para compartilhar histórias que inspiram profissionais, líderes e empreendedores. Se você acredita nesse propósito e deseja apoiar essa iniciativa, será um prazer conversar.
Eduardo Souto de Moura recebeu esta terça-feira, em Barcelona, a Medalha de Ouro da União Internacional dos Arquitectos (UIA), a mais alta distinção mundial atribuída a um arquitecto em vida. O prémio reconhece uma carreira de mais de cinco décadas e faz do vencedor do Prémio Pritzker o segundo português a alcançar esta distinção, depois de Álvaro Siza, a quem representou recentemente na inauguração de uma exposição na UNESCO, em Paris. A cerimónia, integrada no Congresso Mundial dos Arquitectos, decorreu na Basílica da Sagrada Família e marcou um dos pontos altos da presença portuguesa em Barcelona, onde a Ordem dos Arquitectos e a Casa da Arquitectura organizaram vários momentos dedicados à projecção internacional da arquitectura portuguesa. Entre eles, um debate sobre o futuro da profissão e a inauguração da instalação "Ucronia", construída a partir de desenhos inéditos realizados por Souto de Moura nos anos 70. Dias antes de receber a distinção, o arquitecto contou-nos que a honra ia além do prémio em si. A presença do Presidente da República na cerimónia foi recebida como um gesto de reconhecimento institucional que o emocionou. "Fui honradíssimo pela ida do Presidente da República. Fico muito, muito honrado sempre", afirmou. Apesar do prestígio da distinção, Eduardo Souto de Moura garante que aquilo que verdadeiramente aprecia nos prémios não é o estatuto que conferem, mas a forma como aproximam a arquitectura das pessoas. "A coisa que eu mais gosto dos prémios é quando ando pela rua e as pessoas me cumprimentam, me dão os parabéns", diz, afastando a ideia de que se trate de vaidade. Essa visão ajuda também a compreender a relação que mantém com Álvaro Siza, o primeiro português distinguido com a Medalha de Ouro da UIA. Entre os dois arquitectos nunca existiu competição, antes uma cumplicidade construída ao longo de décadas. "Somos muito diferentes e respeitamo-nos muito. Eu respeito imenso o Siza e penso que ele também me respeita", afirma. Essa amizade ficou igualmente evidente poucos dias antes, em Paris, quando Souto de Moura representou Álvaro Siza na inauguração da exposição "Álvaro Siza: O Tempo Desenha a Arquitectura", patente na UNESCO. Foi ali que explicou aquilo que mais admira no arquitecto de Matosinhos: não uma linguagem formal que possa ser imitada, mas um método de trabalho. "O que eu posso usar é a tenacidade e o método com que ele encontra os meios para resolver os problemas. Ser arquitecto é resolver problemas." Essa aprendizagem, acrescenta, fez-se sobretudo pela observação directa do processo de trabalho de Siza. Souto de Moura diz interessar-se menos pelas formas acabadas do que pelo percurso que leva até elas: "Interessa-me assistir desde o princípio à exposição do problema, à maneira como ele estabelece a estratégia, encontra os meios, resolve as questões e depois as formaliza em obra." É nesse processo, mais do que no resultado final, que identifica a verdadeira lição de Siza. Para Souto de Moura, a arquitectura de Siza é inseparável da persistência com que procura eliminar tudo o que é supérfluo. "A coisa mais complicada que há é a simplicidade", afirma. "Atingir a simplicidade exige persistência, continuidade e perseverança para eliminar o que não é essencial." Uma procura que reconhece também no seu próprio percurso, ainda que sem qualquer intenção de comparação. "Nem tenho o mínimo interesse em competir. Somos amigos, respeitamo-nos e somos felizes assim." A admiração por Siza é também ética. Souto de Moura diz ter aprendido talvez mais com a pessoa do que com o arquitecto. "Ele é uma pessoa de uma integridade rara", afirma, sublinhando que "atrás de um grande arquitecto está sempre um grande homem". No caso de Siza, acrescenta, ética e estética confundem-se quase como na tradição grega: não são dimensões separadas, mas duas formas de uma mesma exigência. Mais do que desenhar edifícios, Souto de Moura acredita que a arquitectura deve melhorar a vida das pessoas. "Quando faço uma casa quero imaginar-me a viver lá dentro", explica. E acrescenta que essa preocupação se estende à escala da cidade: "O resultado que se procura é a felicidade das pessoas." Recorda, por exemplo, a emoção que sente sempre que vê o Estádio Municipal de Braga cheio de adeptos. "Vejo as pessoas felizes e penso: se não fosse eu, elas não estavam ali." Essa ideia de utilidade atravessa a forma como olha para a profissão. Para Eduardo Souto de Moura, uma obra só funciona verdadeiramente quando passa no teste da vida quotidiana. "Se eu não fizer esse teste, não vai funcionar para os outros", diz. Por isso, quando projecta uma casa, pensa numa família; quando projecta um equipamento colectivo, pensa na cidade. A arquitectura, no seu entendimento, não se esgota na forma: deve ser útil, habitável e capaz de produzir bem-estar. Na mesma entrevista, deixou ainda uma reflexão sobre o próprio acto de desenhar, que considera inseparável do pensamento arquitectónico. "Desenhar é pensar", resume. E, citando Samuel Beckett, conclui: "Falhar uma vez, falhar outra vez, falhar melhor. É assim que se aprende." A exposição dedicada a Álvaro Siza, inaugurada na UNESCO, ajuda a compreender essa forma de pensar a arquitectura. A comissária Teresa Cunha Ferreira explica que a mostra reúne mais de 200 obras construídas em quatro continentes ao longo de sete décadas e procura revelar a capacidade de Siza Vieira para responder a culturas, geografias e comunidades muito distintas. Segundo a arquitecta, trata-se de uma obra "de importância não apenas portuguesa, mas mundial", razão pela qual a exposição pretende também contribuir para a futura classificação da sua obra como Património Mundial da UNESCO.
Neste episódio do podcast Em Busca do Cavalo Crioulo, a Deputada Estadual Adriana Lara, Pablo Souza (neto do lendário ginete Vilson Souza) e o treinador Max Heller discutem a sanção da lei pioneira que reconheceu o ofício do Domador como Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul. Durante a conversa, os convidados revelam em primeira mão a oficialização do "Dia do Domador" (2 de dezembro) e da "Semana do Cavalo Crioulo" no calendário de eventos do Estado, explicando como isso facilitará a captação de recursos. O grupo também detalha o impacto social do Instituto Vilson Souza através da equoterapia e reforça o objetivo maior do movimento: articular o projeto no Congresso Nacional em Brasília para transformar a doma em uma profissão regulamentada em todo o país, garantindo amparo jurídico e previdenciário aos trabalhadores do cavalo.Highlights
O Festival de Parintins é considerado o maior espetáculo a céu aberto do mundo e atrai milhares de turistas todos os anos. Ele é celebrado durante a última semana de junho na Ilha de Parintins, no Amazonas, e recebeu o título de Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN. Com foco em temas como preservação e tradição, a Cunhã-Poranga do Boi Garantido, Isabelle Nogueira, conta sobre a importância do festival para a cultura.Reportagem: Larissa CalvetEdição: Thiago Kropf
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⏱️ Capítulos do vídeo00:00 7 Níveis de patrimônio que mudam sua vida01:03 R$ 50 mil: O início da trincheira02:48 R$ 100 mil: O escudo anti-humilhação05:38 R$ 300 mil: A bola de neve e o teste do ego10:26 R$ 500 mil: O meio do caminho12:41 R$ 1 milhão: A máquina de liberdade15:40 R$ 3 milhões: A transição para a elite18:15 R$ 5 milhões: Estratégia global20:40 Conclusão
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Como proteger seu dinheiro do governo00:21 O governo já confiscou dinheiro dos brasileiros01:23 O que você vai aprender hoje01:47 Diversificação EUA e Europa03:35 Melhores Contas EUA e Europa05:32 Bitcoin 07:23 Stablecoins08:36 Ouro09:36 Melhores ETFs de Ouro11:05 Valorização do Ouro12:26 Estruturas Internacionais13:56 Melhores Países para Offshore15:37 Patrimônio Mínimo para abrir Offshore16:06 Conclusão
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Os artistas conquistaram o júri da competição que reuniu trabalhos de 66 países, como Brasil, Moçambique, Dinamarca, Canadá, Chile e Austrália Fábia Belém, correspondente da RFI em Lisboa A sardinha está para os Santos Populares em Portugal assim como o milho para as festas juninas no Brasil. E, neste ano, há dois talentos luso-brasileiros ajudando a dar cara nova ao peixe: o carioca Eduardo Ferrão e Letícia Amaral de Araújo, natural de Belo Horizonte. Eles são dois dos cinco vencedores da 16ª edição do “Concurso Sardinhas” de Lisboa, que neste ano recebeu 3.128 desenhos, enviados por 1.762 autores de 66 países. O resultado surpreendeu Letícia e Eduardo. “Quando chegou o e-mail [com o resultado], eu até tive que conferir algumas vezes. Eu não sabia se era golpe ou coisa do tipo, né? Para ver se era sério mesmo. E eu fiquei super satisfeito, porque é um concurso que acho muito bonito”, conta o designer gráfico. A notícia, que chegou por meio de uma ligação telefônica, foi recebida por Letícia com surpresa e felicidade. Ela também explica que, por retratar na sardinha uma cena tipicamente portuguesa, havia o receio de cometer algum equívoco. No entanto, a aprovação do júri português afastou qualquer dúvida. “Achei que [o resultado] validou a minha ideia”, afirma a designer. O concurso foi criado em 2011 pela EGEAC, empresa pública que promove ações culturais em Lisboa. O objetivo dos organizadores é estimular a participação e a criação artística, desafiando amadores e profissionais das artes a criar novas roupagens para a sardinha. As propostas vencedoras são utilizadas como imagem da campanha visual das tradicionais festas dos santos populares, equivalentes às festas juninas no Brasil. 'Bolo de arroz' Para participar da competição, Eduardo Ferrão se inspirou no projeto “O Último Bolo de Arroz de Lisboa”, lançado por uma associação de moradores que busca proteger, valorizar e dar visibilidade a cafés e pastelarias que fazem parte da história dos bairros. Chamou a atenção do designer gráfico a notícia de que muitos desses estabelecimentos tradicionais estão fechando as portas devido ao aumento do preço dos aluguéis e das matérias-primas, além de estarem sendo substituídos por comércios voltados a turistas e moradores estrangeiros com alto poder aquisitivo. Quando leu sobre o assunto, ele não teve dúvidas. “Foi como uma revelação, sabe? E aí a ideia estava ali”, relembra. A “Bolo de Arroz”, assinada pelo luso-brasileiro, molda o famoso doce português no formato de sardinha. A ilustração destaca a textura fofa da massa, a icônica crosta de açúcar no topo e a base envolta na clássica cinta de papel vegetal. “Fico realmente esperando que [a minha ilustração] abra o apetite das pessoas, sabe? Assim que passarem por uma pastelaria, peçam um bolo de arroz”, pede o carioca, que espera que sua criação também possa ajudar a manter o bolo de arroz e sua receita tradicional nas pastelarias portuguesas. “O Telefone das Coscusvilheiras” Na sardinha, a que deu o nome de "O Telefone das Coscuvilheiras”, Letícia Amaral de Araújo recorreu ao bom humor ao fazer uma leitura de uma cena cotidiana: a coscuvilhice de quem fica à janela ou na sacada dos apartamentos a fofocar e até a monitorar a vida alheia. “Este exagero visual não busca realismo, mas sim evidenciar um comportamento social reconhecível: o prazer na conversa e na construção coletiva de histórias”, destaca a EGEAC na descrição oficial do projeto. A ilustração da mineira destaca duas varandas tradicionais com uma senhora em cada lado a estender roupa na espinha dorsal da sardinha, que ganha nova vida como um varal e um "telefone de lata” ao mesmo tempo. Uma cena que resgata os conhecidos telefones de copinho ou de barbante das brincadeiras infantis. “E essas duas senhoras estão a se comunicar por meio de um telefone de lata, que eu fiz essa analogia com o varal”, explica Letícia. Sardinhas de Lisboa Além das sardinhas “Bolo de Arroz” e “O Telefone das Coscuvilheiras”, também conquistaram o júri da competição as ilustrações portuguesas “Sardinha Guitarrista” e “Patrimônio Fragmentado” e a “Tomatazo”, do Uruguai. O autor de cada uma delas ganhou um prêmio em dinheiro no valor de 1.500 euros (quase R$ 9 mil na cotação atual). A maior recompensa para os vencedores, contudo, é ter as sardinhas exibidas nos ônibus e no metrô da capital, nos painéis publicitários e nas decorações dos arraiais. Eduardo Ferrão, que vive na cidade do Rio de Janeiro, pensa até em ir a Lisboa para não perder a festa. “Eu ainda estou considerando isso, se pego semana que vem um voo. Enfim, vamos ver. É um evento muito relevante para a cidade, e eu gostaria muito de fazer parte desse momento”, confessa. Letícia, que mora há seis anos em Lisboa, já teve a chance de ver o resultado de seu trabalho e testemunhar a reação das pessoas. “Foi muito interessante. Eu fiquei mais como espectadora, vendo as pessoas com a sardinha na mão, conversando nesse contexto popular das festas, e senti uma sensação de orgulho”, disse. Ícone pop O Concurso Sardinha celebra um dos mais populares símbolos da identidade do país. Alimento básico das comunidades pesqueiras e de quem vivia e trabalhava no campo, a sardinha se tornou uma das marcas da capital portuguesa, uma espécie de ícone pop, estampada em roupas, acessórios e peças de decoração. E é no pico do verão deste lado do atlântico, que ela chega ao ponto para ser consumida. O preparo é nas grelhas ao ar livre às portas das casas e tascas. Para a designer mineira Letícia, que assim como Eduardo, gosta de sardinha, a partir de agora, a iguaria vai ter “esse gostinho especial, essa memória afetiva que vai ficar pra sempre”.
Demorou anos a construir o seu património. Mas sabia que pode perdê-lo muito mais depressa do que levou a juntá-lo? No mais recente episódio do podcast MoneyBar trago-lhe 10 dicas práticas para proteger o que é seu antes que seja tarde. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Inscreva-se na Lista de Espera da Formação Plano Património Imobiliário: https://moneylab.pt/imobiliario-sup Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Whatsapp MoneyLab: https://moneylab.pt/whatsapp Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarrosohttps://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução01:00 A Fórmula do Patrimônio Ideal03:22 A Régua da Idade07:01 A Regra 136909:10 Liberdade Financeira de Verdade11:45 Plano de Ação15:50 Conclusão16:59 RC Wealth e RC Club
Apresentação: Juliana Bittencourt. Roteiro: Juliana Bittencourt Produção: Gui Ágata Edição: Gui Ágata Fotografia da capa: Domínio público. Acesso em: https://www.beltike.com/article/cap-haitien/historic-fortress-of-the-citadel-haiti/en/6.Descrição: Neste episódio da Série Haiti, discutimos a tradição cultural e histórica do país, baseando-nos em nossa experiência de campo, vivenciada entre janeiro e fevereiro de 2025. Duração: 9:05 Trilha sonora: Sons provenientes de bibliotecas públicas de áudio (acervos online, sob licenças Creative Commons) e captados in loco em janeiro e fevereiro de 2025. Vinheta: Pulso Latino Gravação: Campinas, 13 de novembro de 2025. Parcerias: Realidades Latino-Americanas, Berta Coletivo Latino-Americanista e Secretaria de Comunicação da Unicamp. Apoio: Recursos disponibilizados pela Secretaria de Extensão da Unicamp - EXTENCULT. Projeto vinculado: Realidades Latino-Americanas.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas, Mestre em Ecologia e Recursos Naturais, e Doutora em Geologia, com ênfase em Paleontologia e Estratigrafia, Aline Ghilardi. Só vem! >> OUÇA (102min 45s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Aline Marcele Ghilardi é Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas (UFSCar, 2008), Mestre em Ecologia e Recursos Naturais (PPGERN-UFSCar, 2010) e Doutora em Geologia, com ênfase em Paleontologia e Estratigrafia (PPGGL-UFRJ, 2015). Atuou como professora substituta de Paleontologia na UFPE entre 2016 e 2017 e realizei pós-doutorado com foco em Paleoicnologia junto ao PPGERN-UFSCar entre 2017 e 2019. Em 2018, foi para o Steinmann Institut da Universität Bonn, Alemanha, como pesquisadora convidada. Desde 2019, é professora adjunta no Departamento de Geologia da UFRN, onde leciona disciplinas de Paleontologia e coordeno o Laboratório de Paleontologia e Paleoecologia (LPP) e o Grupo de Pesquisa em Diversidade, Icnologia e Osteohistologia. Ainda na UFRN, pertence ao quadro permanente de docentes dos programas de pós-graduação em Geodinâmica e Geofísica (PPGG) e Sistemática e Evolução (PPGSE), onde orienta alunos de mestrado e doutorado. Atualmente é Diretora Pro-Tempore do Museu Câmara Cascudo (MCC-UFRN) e pesquisadora associada do seu Setor de Paleontologia da mesma instituição, além de ser investigadora associada da Sociedade de História Natural de Portugal. Suas pesquisas concentram-se nas áreas de Paleozoologia, Paleoecologia, Paleoicnologia e Paleohistologia, com foco em arcossauros mesozoicos, além de temas sobre colonialismo na ciência. Tem forte atuação em divulgação científica: é idealizadora e co-diretora da rede ''Colecionadores de Ossos'', vinculada ao Science Vlogs Brasil e Blogs de Ciência da Unicamp, com um blog e canal no YouTube com mais de 60 mil seguidores. Produziu inúmeros textos, vídeos, livros e jogos educativos. Foi a idealizadora da campanha #UbirajaraBelongstoBR, que impulsionou debates sobre colonialismo científico e contribuiu para a repatriação de fósseis brasileiros. Além disso, é cofundadora da rede Patrimônio em Pauta, voltada à proteção do patrimônio cultural brasileiro e também integra o coletivo ''Mulheres na Paleontologia'', que busca promover equidade de gênero na área. Recebeu prêmios por suas contribuições à ciência, divulgação científica e ativismo, e participa regularmente de palestras, cursos e entrevistas na mídia nacional e internacional. Lattes: http://lattes.cnpq.br/5761534317977568 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Historiadora diz que é cada vez mais comum pais usarem patrimônio para ajudar filhos a pagar estudos, aluguel, hipotecas, creches ou apenas para poderem chegar ao final do mês.
Send us Fan MailQuem cuida do seu dinheiro? Gestão de patrimônio, proteção de riqueza e estratégia de bilhões com Cleidson Rangel. Neste episódio, converso com um dos gestores de capitais mais influentes da América Latina. Cleidson saiu do interior do Ceará em 2001 sem rede, construiu um império que protege bilhões em 6+ países.Nesta conversa profunda, Cleidson revela:✅ Quem deveria cuidar do seu dinheiro (e por que a maioria erra)✅ Como proteger patrimônio em um mundo de risco✅ A psicologia de relacionamento que funciona em gestão de capitais✅ Como conseguir seu primeiro sim após 30 rejeitamentos✅ O papel da educação (Boston College + Harvard) no sucesso✅ Como expandir para 6+ países com estratégia global✅ A importância de transformar saudade em propósito✅ Como gerenciar bilhões em ativos reais✅ O legado que está criando para outras famílias de imigrantesPOR QUE ISTO IMPORTA:A maioria das pessoas não sabe quem cuida do seu dinheiro. Ainda pior: não sabem que patrimônio mal protegido é um risco existencial. Cleidson prova que a proteção do patrimônio é uma ciência, não um acaso.NÚMEROS-CHAVE:• 2001: Ano que Cleidson chegou nos EUA• 0: Conexões que ele tinha• $Bilhões: Ativos que protege hoje• 6+: Países onde trabalha• SEC + CVM: Aprovações regulatórias que possui• Boston College + Harvard: Sua formação educacional• 30: Rejeitamentos antes do primeiro simSOBRE CLEIDSON RANGEL:Cleidson Rangel é gestor de capitais, SEC-approved, e trabalha com ativos reais em múltiplos países. Começou do zero, sem rede, e hoje protege bilhões em investimentos. É um exemplo vivo de como transformar desvantagem em vantagem e construir um legado que impacta gerações.CAPÍTULOS:0:00 - Introdução: Quem Cuida Do Seu Dinheiro?3:45 - A Jornada de um Imigrante Sem Rede12:30 - Saudade Sem Alívio: Transformando Dor em Propósito22:15 - Como Conseguiu o Primeiro Sim (30 Rejeitamentos)31:00 - Educação: Boston College e Harvard39:45 - Gestão de Patrimônio: SEC + CVM48:30 - Expandindo Para 6 Países: A Estratégia Global57:00 - O Legado: Transformando Vidas de ImigrantesSiga o Cleidson Rangel:Instagram: https://www.instagram.com/cleidsonrangeljr
Uma visita para repor relações. Bancos centrais prudentes face às guerras. Património em risco no Médio Oriente. A rebelião no Mali. Chernobyl 40 anos depois. Edição de Mário Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:40 O que a Cosit 28/2026 realmente diz01:44 Exemplo prático do que mudou na tributação02:55 O VGBL não morreu04:08 A isenção de ITCMD continua valendo05:10 A crítica que ninguém faz: inflação e tributação08:26 A Nova Barreira do IOF em 202610:22 Conclusão13:38 RC Wealth 14:07 RC Club
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Vida de Rico e Patrimônio de Estagiário00:36 Decisão 1: Falta de meta financeira01:43 Decisão 2: Inflação do estilo de vida03:19 Decisão 3: Dívida e consumo04:47 Decisão 4: Mistura de dinheiro pessoal e empresarial06:34 Decisão 5: Renda ativa vs patrimônio08:29 Conclusão08:54 RC Club e RC Wealth: Qual é o seu caminho?
O programa Meio-Dia em Brasília desta quinta-feira, 16, fala sobre a prisão de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), na quarta fase da Operação Compliance Zero.Além disso, o jornal aborda o pedido do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o senador Alessandro Vieira seja investigado e a entrega aos ministros Luiz Fux e André Mendonça de relatório que pede o indiciamento do Lulinha.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #BRB #Investigação #PolíticaBrasileira #Notícias #Brasília #Escândalo #Justiça #ImóveisDeLuxo #CorrupçãoNão #Patrimônio #DinheiroPúblico #Jornalismo #PodcastBrasil #Exclusivo #MercadoImobiliário #Transparência #Brasil #Alerta #GiroDeNotícias #CrimesFinanceiros
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Você está dirigindo o carro errado?00:48 A armadilha da parcela01:49 Quanto você realmente paga de juros03:17 O custo real do carro além da parcela05:09 O erro psicológico: status x patrimônio05:56 A regra dos 10%07:08 O que acontece se você investir em vez de financiar08:14 A ordem certa: patrimônio primeiro, carro depois09:02 RC Wealth e RC Club: qual é pra você?
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Introdução00:49 Nível 102:23 Nível 204:04 Nível 306:07 Nível 407:45 Nível 509:41 Conclusão
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 07, Carlos Andreazza fala sobre o aumento patrimonial da família Moraes, em levantamento feito pelo ‘Estadão’ com base em escrituras e matrículas registradas em cartório, indica que o ministro e a mulher são donos de R$ 31,5 milhões em imóveis. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, tiveram aumento de 266% do patrimônio imobiliário , o valor do patrimônio atual é mais de três vezes superior aos R$ 8,6 milhões que eles tinham em 12 imóveis quando o ex-presidente Michel Temer indicou Moraes para a Corte. Andreazza ainda comenta que o Escritório da mulher do ministro do STF alugava aeronaves da empresa de Vorcaro para deslocamento de seus advogados, mas o magistrado não está entre os advogados do Barci de Moraes, e embarcou nesses voos. O sigilo imposto pelo BC (Banco Central) aos documentos relacionados à decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master também é assunto do programa de hoje, pois de acordo com o BC, a divulgação dos documentos iria contra o “interesse público na preservação da estabilidade financeira, econômica e monetária do país”. Os arquivos devem permanecer secretos até novembro de 2033. O colunista fala ainda sobre o anúncio do governo, através do ministro da Fazenda, Dario Durigan, do ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, ed o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, de medidas para lidar com o aumento no preço dos combustíveis provocado pela guerra no Irã. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Papo Antagonista desta segunda-feira, 6, falamos sobre o patrimônio do ministro Alexandre de Moraes, que triplicou desde que assumiu uma cadeira no STF, e também do almoço de Páscoa nada convencional do presidente Lula.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Janja #Lula #Paca #CarneDePaca #Polemica #Politica #Brasil #Viral #Noticias #GovernoFederal #RedesSociais #Meme #Debate #Atualidades #PodcastBrasil #Brunch #JanjaLula #Repercussão
Esta semana falamos da origem da expressão “Doutor da mula ruça” e da morte de um misterioso capitão de Alcácer Ceguer, em inícios do séc. XVI.Sugestões da semana:1. Rui Manuel Figueiredo Nobre - A Ordem do Templo em Portugal - Homens, Património e Poder. Colibri, 2026 (2ª edição).2. Programa ‘Perfil de um Artista' (1954-1960), de Igrejas Caeiro, Arquivos da RTP, https://arquivos.rtp.pt/programas/perfil-dum-artista----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, Miguel Pinheiro, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, João Cancela, João Carreiro, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, Ana Sofia Agostinho, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Afonso, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Catarina Ferreira, Cláudia Brandão, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Gn, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Godinho, João Mendes, Joel José Ginga, Johnniedee, José Santos, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Manuel Bernardo, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Cardoso, Pedro Oliveira, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Curado Silva, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Sofia Silva, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0. And extra music by TUDO_FREE from Pixabay.Edição de Marco António.
Debate da Super Manhã: Os cinemas públicos de Pernambuco passam por um momento de transformação. Esses espaços culturais, fundamentais para o acesso democrático à sétima arte, vêm sendo revitalizados por meio da modernização de suas estruturas e da adaptação às novas demandas tecnológicas e artísticas. No debate desta sexta-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre as obras, os reparos e os investimentos nos cinemas públicos do estado, a reabertura dos equipamentos do campo cultural e os novos ambientes de exibição da sétima arte em Pernambuco. Participam a presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba; o cineasta e programador do Cinema São Luiz, Pedro Severien; e o professor universitário, especialista em audiovisual e titular da coluna Sessão de Cinema, da Rádio Jornal, Filipe Falcão.
Clima de celebração hoje. Os olhos do mundo estão no Pará — COP acontecendo, Círio ainda quente no coração — e a nossa convidada é um dos nomes que transformaram essa energia em linguagem. Multiartista amazônica que botou o tecnobrega no centro do pop, ela abriu caminho para uma geração inteira: 27 anos de estrada, a primeira paraense no Palco Mundo do Rock in Rio, Latin Grammy e, com sua obra reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Pará.Mas título nenhum explica sozinho o que acontece quando ela chega: a rua vira palco, a aparelhagem vira cinema de som e luz, o sagrado dança com o profano. Do Jurunas pro mundo, a Gaby sempre fez da pista uma tese — e agora dobra a aposta com Rock Doido, um álbum-filme pensado como set contínuo, plano-sequência, cidade em movimento. É festa, é manifesto, é técnica, é afeto.Hoje a conversa é pra honrar essa trajetória e olhar pra frente pra uma Amazônia que não é cenário, é sujeito, pra nos lambuzar de uma fartura cultural que exige seu espaço na identidade brasileira. Gaby Amarantos, bem-vinda ao Mamilos! Anuncie no Mamilos ou contrate a consultoria Milos: mamilos@mamilos.me Saiba mais em Mamilos.meEste programa é um oferecimento TotalPass e Insider.