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O governo do Brasil é recebido em visita de Estado à Índia nesta semana, após uma cúpula internacional sobre inteligência artificial realizada pelo país asiático. No cenário das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos ao resto do mundo e de alta dependência global da China, as duas potências emergentes buscam ampliar a cooperação e as parcerias comerciais bilaterais e no âmbito do Mercosul – mas têm pela frente obstáculos importantes a superar. Brasília e Nova Délhi são concorrentes em vários setores, principalmente no agronegócio (açúcar, arroz, carne bovina, derivados de soja, algodão), mas também na energia – ambos são grandes produtores de biocombustíveis –, além das indústrias química e farmacêutica. Em paralelo, os dois países buscam inserção nos mercados emergentes e em desenvolvimento na África e na Ásia. É neste contexto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro Narendra Modi tentarão encontrar pontos de convergência, na sequência da aproximação acelerada em 2025, quando o premiê indiano foi recebido em Brasília para uma visita de Estado. “Precisa fazer a ponte. A Índia está descobrindo o Brasil e eu acho que já sabe o potencial da América Latina. E o Brasil começou a explorar Índia”, nota Umesh Mukhi, professor-associado de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Quando eu converso com pessoas, percebo que há uma lacuna de conhecimento. Acho que o papel da academia para favorecer intercâmbio, promover conhecimento atualizado, é fundamental para moldar opiniões.” Hoje, os países são parceiros comerciais ainda pouco relevantes: a Índia é o 10° destino das exportações brasileiras, num total de US$ 6,9 bilhões em 2025. O Brasil é deficitário na balança comercial com o país asiático, mas estes números estão em ascensão. "Tivemos um crescimento significativo de 30% no fluxo de comércio de 2024 para 2025, mas isso é pouco, considerando o potencial", salienta o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. Para impulsionar as trocas, a entidade inaugura um escritório no país, um mercado potencial de 1,4 bilhão de consumidores. A comitiva presidencial ilustra o novo peso que Brasília quer dar ao país: Lula chega a Nova Délhi acompanhado de cerca de 10 ministros e mais de 300 empresários. "A Apex entende que essa nova fase na relação Brasil-Índia começa com muita força a partir da viagem do presidente Lula. Com o primeiro-ministro Modi, eles vão construir uma história que vai gerar muitos recursos e possibilidades de cooperação e negócios", frisa Viana. Oportunidade para o desenvolvimento de tecnologias As oportunidades vão muito além do comércio de commodities e petróleo, salienta o especialista indiano: os serviços tecnológicos, financeiros e as áreas de defesa e aviação civil representam a possibilidade de impulso para o desenvolvimento e a inovação no Brasil. “A Índia já é uma potência tecnológica. Todas as empresas de tecnologia que fornecem serviços em outros países desenvolvidos estão aqui no Brasil, e a situação global está favorecendo esse investimento no Brasil”, explica. “Quando eu converso com empresários e executivos desses setores, brasileiros que trabalham dentro de empresas indianas, eles têm muita demanda por talento e não estão encontrando esses profissionais aqui no Brasil. Eles sempre procuram saber como o Brasil vai facilitar o intercâmbio de talentos – e, quanto mais talentos vierem, mais investimentos haverá no setor tecnológico”, diz Primeiro memorando sobre minerais críticos Por outro lado, é esperada a assinatura de um memorando de entendimento sobre minerais críticos, dos quais o Brasil detém as segundas maiores reservas do mundo. Será a primeira vez que o país estabelecerá com outra nação um acordo sobre esses minérios, estratégicos para a transição energética. “Foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia, que segue a política brasileira de priorizar o tema e de manter o país aberto à cooperação internacional neste sentido, para trazer valor agregado à produção nacional”, detalhou Susan Kleebank, secretária do Itamaraty para a Ásia e o Pacífico, em briefing à imprensa. “Para que não apenas tenhamos o minério, mas possamos produzir e processar esse minério aqui, chegando a resultados para a nossa indústria e a nossa segurança nacional”, completou. Acordo Índia-Mercosul A viagem também será uma ocasião para o presidente discutir as oportunidades de expansão do comércio com os países do Mercosul. Desde 2009, está em vigor um Acordo de Preferências Tarifárias que reduz as taxas de importação entre a Índia e o bloco sul-americano para uma lista limitada de produtos, contemplando apenas 14% da pauta exportadora brasileira. “Com as mudanças no cenário geopolítico, eu acho que existe uma possibilidade de acelerar, da mesma maneira que a Índia conseguiu acelerar o processo com a Europa”, aponta Mukhi. Em janeiro, Nova Délhi firmou um amplo pacto de livre comércio com a União Europeia, que vai eliminar 97% das tarifas em vigor no comércio bilateral. A ofensiva comercial de Donald Trump contra indianos e brasileiros leva as duas potências a tentarem aumentar o escopo do tratado atual, aposta o professor-associado da FGV. “Eu acho que isso é questão interna, de como o Mercosul se disponibiliza para facilitar esse processo. Vai exigir que a gente saia de nossa zona de conforto e tome algumas decisões duras. Alguns setores vão ser afetados, mas cada setor tem que se adaptar”, indica, referindo-se à agricultura. “Apesar de ser a quarta economia do mundo, a Índia ainda tem grande parte da população de pequenos produtores dependendo da agricultura familiar. Quando você tem um acordo que prejudica essa fatia da população, é um pouco arriscado”, complementa. Leia tambémMacron vai à Índia debater IA, de olho na ampliação do comércio bilateral com o país
O mais novo vexame das autoridades brasileiras envolvendo os golpistas investigados ou condenados pelo 8 de janeiro foi revelado pelo portal UOL esta semana. Um fugitivo passou por vários países até conseguir tirar um novo passaporte no Consulado brasileiro no México e fugir para a Espanha.As notícias hoje: STF volta das férias prometendo código de conduta para ministros; Chuva em minas da Vale que romperam em MG foi normal para o período; Um dos adolescentes envolvidos no caso do cão Orelha deixou de ser considerado suspeito; Influenciador brasileiro apoiador de Trump foi preso pelo ICE; Menino equatoriano de 5 anos preso pelo ICE é solto após repercussão negativa; Manifestante iraniano que EUA disseram que seria executado é solto pela justiça do país; Trump recua e diz que pode fechar acordos com Cuba e Irã. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Índia e União Europeia assinaram o maior tratado de livre comércio do mundo e nós vamos explicar os possíveis impactos disso pra você.Também osbervamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com potencial ataque dos EUA ao Irã.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com a prisão de uma ex-ministra da Suprema Corte do Chile e os encontros bilaterais do presidente Lula no Panamá.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
A RFI ouviu especialistas que divergem quanto à participação do Brasil no Conselho de Paz de Gaza, criado pelo presidente dos Estados Unidos. Ambos apontam cenário bastante tenso nas relações internacionais, mas nenhum acredita em novo tarifaço contra o Brasil diante da recusa ao convite. Raquel Miura, correspondente da RFI em Brasília O governo brasileiro, em especial assessores de Lula e do Itamaraty, têm avaliado em detalhes o tenso cenário internacional a fim de evitar que o convite de Donald Trump para que o Brasil integre o Conselho de Paz se transforme numa casca de banana diplomática. O fórum anunciado por Trump não tem objetivos voltados apenas para a Faixa de Gaza, mas segundo ele próprio, pode vir a substituir as Nações Unidas na pretensão de dirimir conflitos mundo afora. Diante das inúmeras dúvidas acerca do conselho, inclusive de que seja menos democrático do que o próprio Conselho de Segurança da ONU, com poderes concentrados nos Estados Unidos, o Brasil tende a recusar o convite, mas a complexidade das relações internacionais no momento torna a elaboração da resposta um desafio. Lula conversou com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, sobre a situação na Faixa de Gaza e pretende falar com outros líderes, como o presidente francês, Emmanuel Macron. Dois analistas ouvidos pela RFI têm opiniões bem diferentes sobre o tema. O pesquisador William Gonçalves, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), avalia que dizer sim ao convite significaria dizer sim à política externa de Trump. “A participação do Brasil nesse Conselho de Paz proposto por Trump é inteiramente inconveniente, porque ele está subtraindo uma tarefa que devia competir à Organização das Nações Unidas. Trump tem trabalhado contra o multilateralismo, já retirou os Estados Unidos de mais de 60 entidades internacionais, comprometendo o trabalho delas”, diz Gonçalves. Para o especialista, “Trump faz o convite com má intenção, porque o alvo principal dele é o BRICS. O Brasil não pode participar de forma alguma desse Conselho. Seria uma forma de apoiar a política externa de Trump, com todas as ameaças e afrontas ao direito internacional que estamos vendo.” Por outro lado, o analista José Luiz Niemeyer, professor de Relações Internacionais do Ibmec/RJ, defende o ingresso do Brasil no Conselho de paz: “A recusa do Brasil pode ser considerada, neste momento, um erro estratégico. A diplomacia brasileira tem que ficar equidistante dos três centros imperiais de poder hoje, Estados Unidos, China e Rússia. E participar deste Conselho de Paz seria uma maneira de deixar claro para os Estados Unidos que por mais que o Brasil critique esta ordem internacional, o país quer participar de uma maneira propositiva”, defende Niemeyer. Para o especialista do Ibmec, “até para o Brasil manter suas opiniões sobre Gaza de maneira autônoma, não participar é meio que não combater esse mundo de três impérios”. Ameaça tarifária Os dois analistas convergem num ponto. Não acreditam em retaliações comerciais ao Brasil, como um novo tarifaço, diante da recusa de Lula ao convite de Trump. “Não acho que haverá uma revanche dos Estados Unidos com relação a tarifas. Eles estão atuando de maneira muito agressiva no sistema internacional, tendo outras preocupações, com Brasil em segundo ou terceiro foco. Mas, ao mesmo tempo, os Estados Unidos veem o Brasil como um país importante da América do Sul, ainda mais dentro de sua nova doutrina de segurança nacional”, afirmou Niemeyer. “O Brasil teve um problema grave com os Estados Unidos com relação ao tarifaço, que foi muito bem resolvido pelo governo Lula e pela chancelaria brasileira, e que abriu as portas, no bom sentido, para que Washington e Brasília possam, por exemplo, explorar, não só os minerais de terras raras, mas aumentar a linha de investimento direto e comercial entre os dois países. Por isso que seria relevante o Brasil aceitar o convite”, afirmou o professor do Ibmec/RJ. Para William Gonçalves, interesses internos dos Estados Unidos com relação aos produtos brasileiros reduzem o risco de uma nova taxação extra. Mas ele destaca que isso não significa facilidades nas negociações com Trump. “O Brasil deve agir com muita cautela, sem decisões precipitadas, porque Donald Trump já manifestou a sua ideia a respeito da América Latina. Nós estamos, portanto, em área geográfica bastante sensível à política dos Estados Unidos. Qualquer gesto precipitado que possa ser interpretado como uma provocação pode receber em troca uma resposta imprevisível desse senhor, que é um sujeito abusado, que não se detém diante de nada e dispõe de um aparato militar nuclear formidável”, alerta Gonçalves. “Seria bom estar coligado com vários outros Estados e não agir isoladamente para confrontar uma decisão de Trump”, conclui o pesquisador do INCT-INEU.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Na véspera da assinatura do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul, o presidente Lula participou de um encontro com representantes europeus no Rio de Janeiro. A reunião foi realizada no Palácio do Itamaraty, no centro do Rio. Lula recebeu a presidente da comissão europeia, Ursula von der Leyen. Os dois fizeram discursos sobre o acordo, que será assinado neste sábado (17), no Paraguai. O pacto cria uma zona de livre comércio entre os países da Europa e da América do Sul. Mais cedo, Lula participou da cerimônia de lançamento oficial das medalhas comemorativas pelos 90 anos do salário mínimo. O evento aconteceu na Casa da Moeda do Brasil. E ainda: Delegada de São Paulo é presa suspeita de ligação com o PCC.
O Aos Fatos desta quinta-feira (15) destaca que Salvador passará a abrigar a maior unidade da Caixa Cultural do Brasil. A formalização do projeto ocorreu nesta sexta-feira (16), com a entrega das chaves do Palacete Saldanha à Caixa Econômica Federal.Esta edição também repercute encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, nesta sexta-feira (16), no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro.
Em nota divulgada na terça-feira, 13, o governo Lula disse, por meio do Itamaraty, acompanhar “com preocupação” a evolução das manifestações que ocorrem no Irã desde o dia 28 de dezembro e lamentou as mortes registradas durante os protestos.Sem entrar em avaliações sobre a política interna iraniana, a chancelaria ressaltou que “cabe apenas aos iranianos decidir, de maneira soberana, sobre o futuro de seu país”. O governo brasileiro também fez um apelo para que os diferentes atores envolvidos na crise se engajem em um “diálogo pacífico, substantivo e construtivo”.Madeleine Lacsko Duda Teixeira, Ricardo Kertzman e Uriã Fancelli, analista de política internacional, comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (14/01/2026): O presidente dos EUA, Donald Trump, incitou manifestantes iranianos a derrubar a teocracia islâmica. “A ajuda está a caminho”, escreveu em sua rede social. “Patriotas iranianos, continuem protestando. Ocupem suas instituições. Guardem os nomes dos assassinos. Eles pagarão um preço alto”, disse o americano, que anunciou tarifas de 25% sobre produtos de países que mantiverem relações comerciais com o Irã. O número de mortos subiu para pelo menos 3 mil, de acordo com ativistas e autoridades. O apagão de internet chegou ontem a 108 horas. Detido na semana passada, o manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, deve ser executado por enforcamento hoje. Em nota, o Itamaraty afirmou que “cabe apenas aos iranianos decidir” sobre o futuro do país, sem criticar a repressão aos manifestantes. E mais: Economia: BRB pode receber aporte do DF para cobrir perdas com o Master Política: Julgamento no STF dá a Fachin a chance de medir aceitação a código de conduta Metrópole: Líder do PCC e mais 2 são presos por ordenar morte de ex-delegado-geral Caderno 2: Luiz Fernando Guimarães celebra 50 anos de carreira com a peça “Baixa Sociedade” See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo brasileiro deixou de representar a Argentina na Venezuela, encerrando a tutela da embaixada argentina em Caracas, segundo o Itamaraty. Desde julho de 2024, o Brasil havia assumido a representação dos interesses argentinos no país vizinho após a expulsão de diplomatas argentinos pelo governo venezuelano. A decisão foi comunicada à Argentina e às autoridades venezuelanas nesta semana, em meio a divergências políticas entre Brasília e Buenos Aires
O caso Eliza Samudio voltou ao noticiário com um novo elemento: o passaporte dela encontrado em Portugal, com registro de entrada no país, mas sem registro de saída. Em paralelo, fontes do Itamaraty indicam que Eliza retornou ao Brasil em 2007 usando uma Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), um mecanismo consular para quem perde o documento. Neste vídeo, você entende o que esse passaporte realmente significa para o caso, quais teorias voltaram a circular e o que permanece sendo a versão oficial da Justiça sobre o desaparecimento e a morte de Eliza, que envolveu o goleiro Bruno Fernandes e seus comparsas.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Conselho de Segurança da ONU se reunirá ao meio-dia para abordar a situação na Venezuela. O encontro foi solicitado pela Colômbia e contará com a participação do governo brasileiro. Embora o Brasil não tenha uma cadeira fixa no conselho, Maria Laura Rocha, secretária-geral de Relações Exteriores do Itamaraty, confirmou a presença brasileira. E ainda: Acidente na BR-116 deixa seis mortos após tentativa de assalto no Paraná.
Nicolás Maduro deve se apresentar nesta segunda-feira (5) ao Tribunal de Justiça em Nova York (EUA) para responder às acusações de liderar um esquema internacional de narcotráfico. A audiência representa a primeira oportunidade de o líder venezuelano se defender formalmente das alegações feitas pelos Estados Unidos. Ele e a esposa, Cília Flores, foram detidos no último sábado (3) durante uma operação militar em Caracas.A situação na Venezuela também será tema de discussão no Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira. O Brasil confirmou participação na reunião solicitada pela Colômbia. Apesar de não ter uma cadeira fixa no conselho, o país estará representado pela Secretária- Geral de Relações Exteriores do Itamaraty, Maria Laura Rocha. O governo brasileiro já condenou os ataques americanos à Venezuela relacionados à captura de Nicolás Maduro.Em meio às tensões internacionais, Donald Trump ameaçou novas ações militares na Colômbia caso o tráfico de drogas para os Estados Unidos continue sem controle efetivo. No cenário diplomático latino-americano, a presidente interina da Venezuela Delcy Rodríguez fez um apelo por diálogo com os americanos visando evitar conflitos armados e promover desenvolvimento conjunto.No Brasil, mudanças tarifárias impactam usuários do transporte público nas principais capitais. No Rio de Janeiro entrou em vigor um aumento superior a 6%, elevando tarifas como as do BRT e VLT para R$ 5. Outras cidades como Belo Horizonte e Fortaleza também ajustaram seus preços recentemente; São Paulo seguirá com reajustes nos transportes públicos a partir desta terça-feira (6).
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (03): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em uma rede social que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro, que teria sido retirado do país por via aérea. Trump não informou o destino e disse que dará mais detalhes em coletiva às 13h (horário de Brasília). Horas antes da declaração, moradores de Caracas relataram explosões, tremores, sobrevoo de aeronaves e apagões em áreas próximas à base aérea de La Carlota. Vídeos nas redes sociais mostram fumaça e intensa movimentação militar. O governo venezuelano reagiu decretando estado de comoção exterior, acusando os EUA de tentativa de mudança de regime para controle de recursos estratégicos, como petróleo e minerais. Após os bombardeios, a vice-presidente executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o governo não sabe onde está Nicolás Maduro e exige provas de que o presidente esteja vivo. A Rússia condenou a ação dos Estados Unidos, classificando o episódio como ‘preocupante e condenável', e pediu desescalada do conflito. Outros países também se manifestaram sobre a crise. Especialistas analisaram os desdobramentos da ofensiva. A internacionalista Priscila Silveira alertou para o risco de escalada internacional, com possível reação de China e Rússia, caso interesses estratégicos sejam afetados. O professor Danilo Porfírio afirmou que a ação segue um padrão histórico de intervenções e se insere no que chamou de ‘Doutrina Trump', com objetivo de reforçar a primazia dos EUA no continente e garantir controle sobre recursos estratégicos. Analistas da Jovem Pan, como Fabrício Naitzke e Danilo Porfírio, avaliam que a retirada de Maduro não resolve automaticamente a crise política e humanitária no país. O cientista político Carlos José León demonstrou preocupação com possíveis retaliações internas do regime chavista, incluindo repressão à oposição e agravamento da crise humanitária. A Venezuela solicitou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, em busca de uma saída diplomática, em meio a críticas ao enfraquecimento do papel da organização em conflitos internacionais. Na América Latina, o México condenou os ataques e defendeu o respeito à soberania venezuelana. No Brasil, o presidente Lula (PT) classificou a ofensiva como uma grave violação da soberania da Venezuela e afirmou que a ação ultrapassa a ‘linha do inaceitável'. O Itamaraty, sob comando do chanceler Mauro Vieira, acompanha a crise e mantém diálogo com autoridades venezuelanas. Lula retornou a Brasília para acompanhar as discussões. Após a ofensiva, venezuelanos foram às ruas em diferentes países para comemorar a captura de Nicolás Maduro, com manifestações registradas, por exemplo, em Santiago, no Chile. Trump afirmou ainda que acompanhou ‘ao vivo' a detenção de Maduro e declarou que o líder venezuelano será julgado nos Estados Unidos, o que intensificou a crise diplomática. A Venezuela também fechou a fronteira com o Brasil, decisão confirmada por autoridades brasileiras. O governo federal convocou reunião no Itamaraty para avaliar os impactos políticos, humanitários e econômicos da medida. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O mergulho no Brasil em terras portuguesas ganhou nova dimensão com a exposição Complexo Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com curadoria de José Miguel Wisnik, Milena Britto e Guilherme Wisnik, e projeto cenográfico de Daniela Thomas. A mostra, que reúne obras de arte, filmes, vídeos, documentos e textos, oferece uma oportunidade rara para um “redescobrimento mútuo” dos dois lados do Atlântico, e se distancia de estereótipos, abrindo novas perspectivas de entendimento. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa “O que nos propomos é oferecer e questionar, como um convite e um desafio ao atravessamento, uma experiência de Brasis”, ressaltou à RFI o ensaísta e músico José Miguel Wisnik. É um convite bem sensorial porque se trata de uma exposição muito colorida, muito intensa de expressão da visualidade brasileira pelas artes, por objetos, por imagens, por fotografias e também por vídeos, diz Wisnik. “Foram feitos seis vídeos, especialmente concebidos para a exposição Complexo Brasil, que tratam de temas como as potências e os impasses do Brasil contemporâneo e suas relações com o passado. Há vídeos sobre a escravidão, Brasília, a Amazônia, a música popular brasileira, a relação do samba com o candomblé e a escola de samba”, afirma Wisnik. “Todos esses elementos formam um conjunto que não é linear nem descritivo do ponto de vista cronológico. Trata-se de algo muito mais sensorial e também conceitual”, explica. “Percorremos esses múltiplos estímulos com uma visão histórica e crítica da formação do Brasil, um país ao mesmo tempo muito desigual e violento em vários aspectos, mas também extremamente rico e plural do ponto de vista de suas expressões culturais”, conclui. O projeto começou a ser concebido há três anos, com o objetivo de apresentar o Brasil ao público português. Desde o início, segundo o diretor do Programa Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian, Miguel Magalhães, a equipe tinha uma premissa clara. “Sabíamos que não queríamos uma exposição exótica ou tropical, carregada de estereótipos que costumam compor a imagem do Brasil”, afirmou à RFI. De acordo com Magalhães, a mostra propõe múltiplos olhares sobre o país. “É uma exposição feita de muitos Brasis, começando pelo Brasil anterior à chegada dos portugueses. Ela olha para os povos que já estavam ali, aborda o colonialismo e a escravidão, mas reconhece que o Brasil contemporâneo não se explica apenas pela sua relação com Portugal”, diz. “Complexo Brasil se organiza em três eixos — geografia, história e diversidade cultural. É nessa articulação que tentamos dar conta da complexidade do país. Não é uma exposição de artes visuais, mas uma exposição que usa a arte como uma caixa de ferramentas para ajudar a compreender o Brasil de hoje”, enfatiza. “Um país é uma entidade múltipla” Por que Complexo Brasil? Porque, em muitos sentidos, o Brasil é justamente isso: um conjunto intrincado de biomas, etnias, culturas, línguas, religiões e lógicas sociais, atravessado por desigualdades extremas. Um país marcado também por um permanente vaivém entre sentimentos de inferioridade e superioridade — síndromes que, como lembram os organizadores, brasileiros e portugueses conhecem bem. Esse emaranhado se desdobra em múltiplas camadas nas duas grandes galerias da Fundação Calouste Gulbenkian. Obras de naturezas muito distintas se encontram: peças do século XVII dialogam com produções contemporâneas, em um percurso que reúne artistas brasileiros de várias gerações. Estão representados nomes como Alfredo Volpi, Augusto de Campos, Claudia Andujar, Rosana Paulino, Abdias do Nascimento, Arthur Bispo do Rosário, Hélio Oiticica, Glicélia Tupinambá, Lygia Clark, Lygia Pape, Roberto Burle Marx e Luiz Zerbini, entre outros. Para o músico e curador da mostra, José Miguel Wisnik, Complexo Brasil se inicia com uma antologia de frases sobre o país, recolhidas em diferentes épocas e de autores diversos. “O Brasil é feio, mas gostoso”, a célebre frase atribuída ao escritor modernista Mário de Andrade, reaparece décadas depois nas palavras do compositor e maestro Tom Jobim. "Ele dizia que 'morar nos Estados Unidos é bom, mas é uma merda; morar no Brasil é uma merda, mas é bom' — uma síntese irônica e contraditória que ajuda a traduzir a complexidade do país", lembra. Mantos como fio condutor Os emblemáticos mantos tupinambá, cujos remanescentes hoje se encontram em museus europeus, são — não por acaso — o ponto de partida da exposição Complexo Brasil. Eles funcionam como fio condutor da mostra. Do manto sagrado do povo Tupinambá, do século XVI, devolvido ao Brasil pela Dinamarca no ano passado e presente na exposição por meio de um vídeo especialmente produzido, aos parangolés de Hélio Oiticica, o percurso atravessa diferentes tempos e sentidos. Esse diálogo inclui ainda o Manto Raio de Sol, criação contemporânea da artista e pesquisadora Glicéria Tupinambá, e o extraordinário Manto da Apresentação, de Arthur Bispo do Rosário — obra criada e bordada ao longo de décadas pelo artista negro que passou grande parte da vida internado em uma colônia psiquiátrica. “A gente combinamos de não morrer” “Nós partimos da ideia de um desencobrimento do Brasil, não propriamente de um descobrimento, mas na verdade revisitar o descobrimento desencobrindo todas aquelas dimensões que foram em grande parte apagadas e invisibilizadas neste processo em que europeus tomaram esse imenso território habitado por muitas etnias indígenas e sequestraram e transportaram milhões de escravizados africanos para este território. Tudo isso compõe um conjunto de dimensões complexas, nada é simples no seu processo histórico porque envolve apagamentos e violências, mas envolve ao mesmo tempo, experiências humanas únicas que produziram culturas que estão presentes de maneira muito viva na exposição”, reflete Wisnik. É a partir dos questionamentos das relações entre Brasil e Portugal que a mostra se desdobra, abordando o passado colonial com a apropriação do território indígena, a escravização e tráfico de escravos “postos a funcionar nos "moinhos de gastar gente" que caracterizam, segundo a expressão de Darcy Ribeiro, a máquina de produção colonial no Brasil”. “Em Olhos d'água, Conceição Evaristo escreve a frase que se tornou um símbolo de resistência e luta contra o racismo: 'Eles combinaram de nos matar, mas a gente combinamos de não morrer'”, ressalta. Complexo Brasil, que ocupa as duas galerias do Edifício-Sede da Fundação Calouste Gulbenkian, começou a ser concebida para marcar o bicentenário da Independência do Brasil, em 2022. O projeto, no entanto, precisou de mais tempo para amadurecer. “Percebemos que aquela celebração se apoiava em um desconhecimento mútuo entre os dois países”, afirma o diretor do Programa Cultura da instituição, Miguel Magalhães. Três anos e meio depois, a exposição chega ao público sem evitar temas sensíveis, como o papel de Portugal na colonização e na escravidão no Brasil. A mostra se insere em um momento delicado da relação entre os dois países, marcado pelo aumento de episódios de xenofobia e racismo contra brasileiros em Portugal. De acordo com dados do Itamaraty, cerca de 513 mil brasileiros vivem oficialmente no país, formando a maior comunidade estrangeira em território português. Com o avanço da agenda anti-imigração, o partido de extrema direita Chega chegou a afirmar que a exposição na Gulbenkian “responsabiliza os portugueses pelos males do Brasil em decorrência da colonização”. Além da exposição, a programação inclui debates, conferências, performances, concertos, workshops e oficinas. Complexo Brasil pode ser visitada até 17 de fevereiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (11):O estado de São Paulo enfrenta um cenário de caos após a passagem de um ciclone extratropical: mais de 1 milhão de imóveis seguem sem energia há mais de 30 horas e mais de 380 voos foram cancelados. Ventos de quase 100 km/h derrubaram mais de 1.500 árvores e apagaram mais de 200 semáforos, causando 900 km de congestionamento. A Enel afirma que trechos inteiros da rede foram destruídos, enquanto o Procon cobra respostas imediatas. O presidente Lula (PT) telefonou para Nicolás Maduro para expressar preocupação com a escalada militar dos Estados Unidos no Caribe e oferecer apoio diplomático. Segundo o Itamaraty, o diálogo foi cordial e buscou reforçar o papel do Brasil como possível mediador entre EUA e Venezuela. Lula também questionou Donald Trump sobre a intenção de atacar o país vizinho, alertando para impactos em toda a América Latina. O presidente da Câmara, Hugo Motta, enfrentou uma derrota dupla e ficou isolado após fracassar na tentativa de cassar os mandatos de Glauber Braga e Carla Zambelli. A condução das votações irritou governo, oposição e até aliados do centrão, incluindo Arthur Lira, que afirmou que Motta “está perdido” e ouviu “as pessoas erradas”. A avaliação interna é de que o presidente deveria ter adiado as decisões. O senador Esperidião Amin (PP-SC), relator da dosimetria no Senado, afirmou que nada impede a inclusão de uma emenda para retomar a anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro. Amin disse ser favorável ao perdão, mas não garantiu que colocará a medida em seu relatório. Ele considera provável que outro parlamentar apresente a proposta. A Câmara aprovou o texto após acordo para deixar a anistia fora da pauta. A Câmara dos Deputados deve rejeitar as mudanças feitas pelo Senado no PL Antifacção, após o texto ser alterado pelo relator Alessandro Vieira a pedido do governo. O projeto, que inclui taxação de bets para financiar ações contra o crime organizado, foi classificado como “mutilado” por parlamentares. Deputados também devem avançar com a PEC da Segurança Pública na próxima semana. O presidente Lula (PT) minimizou a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência e ironizou a oposição. Ao comentar a disputa eleitoral, o petista afirmou que “quem inventa muito nome é porque não tem nenhum”. Nos bastidores, o governo avalia como remota a chance de Flávio consolidar a candidatura e considera Tarcísio de Freitas o nome mais competitivo da direita para 2026. O senador Flávio Bolsonaro enfrentou resistência ao pedir apoio do Centrão para sua pré-candidatura à Presidência. Em jantar com Ciro Nogueira e Antônio Rueda, o parlamentar ouviu que seu nome enfrenta alta rejeição e que Tarcísio de Freitas seria a opção mais competitiva para a direita. Apesar da pressão, Flávio afirmou que sua candidatura é irreversível. Os líderes prometeram consultar suas bancadas antes de definir apoio. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (01/12/2025): Dados dos tribunais mostram que cresceram mais de 100 vezes, entre 2020 e 2025, as ações que envolvem bullying ou racismo em estabelecimentos de ensino no Brasil, informa Renata Cafardo. Não há números específicos sobre racismo, mas a percepção de alta é compartilhada por comunidades escolares e advogados ouvidos pelo Estadão. A judicialização, segundo especialistas, aumenta por fatores como a maior conscientização e novas leis – o bullying se tornou crime em 2024. “Todo mundo fala que o ensino médio foi a melhor fase da vida; o meu foi uma experiência horrível”, diz Alicia Leão, de 19 anos, que sofreu violência em escola particular de Campinas. Ela tem depressão severa e tentou suicídio. E mais: Política: Alcolumbre vê interferência do governo em sabatina de Messias Economia: Escalada do preço do ouro pode acelerar projetos de mineradoras Esportes: Palmeiras investe alto, mas termina ano sem títulos pela 1ª vez na era Abel Cultura: Lasar Segall ganha exposição em SPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Repercutimos as eleições presidencias no Chile - que será decidida no 2º Turno - além dos últimas dias da COP30 em Belém, referendos no Equador, tensão no Caribe e protestos no México!Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio e repercutimos as últimas notícias dos EUA, como os emails de Jeffrey Epstein, incluindo aquele que você está pensando.Aproveite a Black November da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (21):Diante do risco de prisão em regime fechado do ex-presidente Jair Bolsonaro, a oposição e o Centrão se articulam para aprovar o projeto que reduz as penas dos condenados de 8 de janeiro — iniciativa que pode beneficiar Bolsonaro em razão de seu estado de saúde. O programa detalha a nova ofensiva parlamentar e os bastidores das negociações no Congresso Nacional.A defesa de Bolsonaro pediu ao STF prisão domiciliar humanitária, alegando fragilidade clínica. Enquanto Nikolas Ferreira afirma que o ex-presidente pode morrer caso seja preso, Carlos Bolsonaro relata episódios de soluço e vômito.O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que Bolsonaro está fora da disputa de 2026, dizendo que “eleição é para quem está elegível”. Em aceno ao Centrão, Kassab defendeu a união em torno de nomes como Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior, indicando um possível esfacelamento da direita sem a liderança direta do ex-presidente. O programa analisa a estratégia do PSD e as projeções para o futuro da direita no Brasil.Kassab também projetou um eventual quarto mandato de Lula, classificando-o como “mais progressista” e “irresponsável fiscalmente”. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, rompeu de vez com o governo após a indicação de Jorge Messias ao STF e reagiu com uma “pauta-bomba” que pode custar até R$ 200 bilhões ao Planalto.Os Correios aprovaram um plano de reestruturação bilionário que prevê um empréstimo de R$ 20 bilhões com garantia do Tesouro Nacional, além de demissões e fechamento de agências. A ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, declarou que o presidente Lula conversou “com seriedade e altivez” com Donald Trump, “derrotando” Jair e Eduardo Bolsonaro. A oposição, porém, minimiza o papel do Itamaraty e sustenta que a decisão do governo norte-americano decorreu de fatores internos dos EUA.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (21): O deputado federal Guilherme Derrite (Progressistas) conversou com exclusividade com a Jovem Pan News sobre o Projeto Antifacção e fez duras críticas ao governo federal. Para o secretário de Segurança Pública de São Paulo, o projeto marca o início de uma virada no setor de segurança. Reportagem de Misael Mainetti. O Banco de Brasília (BRB) definiu Nelson Antônio de Souza como novo presidente da instituição, em meio à crise provocada pela Operação Compliance Zero. O escolhido pelo Conselho de Administração tem 45 anos de experiência no setor financeiro. Reportagem de Igor Damasceno. Setores do agronegócio celebraram a decisão dos Estados Unidos de reduzir as tarifas de 40% sobre produtos brasileiros, como manufaturados, têxteis e itens agrícolas. A retirada do tarifaço resulta das negociações iniciadas após o encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump, além da atuação da equipe econômica e do Itamaraty. Reportagem de Matheus Dias. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), comentou a decisão de Donald Trump de retirar as tarifas sobre produtos brasileiros e afirmou que os ruídos entre os dois países foram superados. Reportagem de Igor Damasceno. Os Estados Unidos confirmaram a retirada das tarifas de 40% que incidiam sobre 269 produtos brasileiros. Entre os itens beneficiados estão café, carne, açaí e cacau. A Jovem Pan News ouviu sobre o tema o diretor do Conselho Geral dos Exportadores de Café do Brasil, Marcos Antonio Matos. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, pediu a prisão e extradição do deputado Alexandre Ramagem (PL), visto nos Estados Unidos após ser condenado por tentativa de golpe de Estado. O PSOL também pediu a prisão imediata do parlamentar. Reportagem de Rany Veloso. Após o incêndio que atingiu o pavilhão dos países na área exclusiva da COP30, o evento seguirá normalmente, mas o encerramento foi adiado para sábado (22). O presidente Lula (PT) não participará, pois está na África do Sul para a Cúpula do G20. Reportagem de Bruno Pinheiro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu às falas de seis congressistas democratas que orientaram militares americanos a desobedecer o comando presidencial. Trump classificou o movimento como ‘traição' e sugeriu pena de morte aos parlamentares. Reportagem de Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 17, fala sobre a redução de 10% na tarifa extra sobre produtos brasileiros pelo governo norte-americano, mesmo após várias conversas entre o Itamaraty e representantes de Donald Trump.Além disso, o jornal também fala sobre a mais nova etapa da chamada ação penal do golpe no Supremo Tribunal Federal (STF) e sobre a pedalada que está sendo planejada pelo PL para livrar Eduardo Bolsonaro do Tribunal.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Recebemos nosso amigo Hugo Fernandes para uma conversa sobre as expectativas e o funcionamento da COP30.Também demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a posse do novo presidente na Bolívia e o encerramento das campanhas presidencias no Chile.No mais, comentamos a possibilidade de uma nova constituição palestina e a visita de Mahmoud Abbas a Emmanuel Macron, em Paris.Aproveite a Black November da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
O Tempo Virou conseguiu uma brecha na agenda apertada de Ana Toni, diretora executiva da COP30, nas vésperas da maior conferência climática do planeta. Diretamente do Itamaraty, em Brasília, ela fala sobre os bastidores da preparação em Belém, o papel simbólico da Amazônia nas negociações e o desafio de fazer dessa a “COP da implementação".
(00:00:00) Xadrez Verbal #439 Happy Birthday, Senhor Presidente (00:03:40) Giro de Notícias #01 (00:22:00) Coluna Aberta: Oriente Médio (00:42:15) Efemérides: A Semana na História (00:50:50) Match: América Latina (02:14:35) Giro de Notícias #02 (02:25:05) Xeque: Bacia do Pacífico (03:02:35) Gambito da Dama: Juros, inflação e câmbio (03:10:30) Giro de Notícias #03 (03:17:45) Peões da Semana (03:19:15) Sétimo Selo (03:27:55) Música de Encerramento Lula se encontrou com Trump na Malásia e repercutiremos este e outros encontros bilaterais durante a 47ª Cúpula da ASEAN, além de outras notícias da bacia do Pacífico.Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, destacando as reações aos planos israelenses em relação à Cisjordânia.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com novo presidente na Bolívia e a vitória governista nas eleições legislativas argentinas.Participe da Imersão IA Alura com Google Gemini: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-dev-2025Use o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no plano de saúde do seu pet na Petlove: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
STF Presidentes do Brasil e EUA tiveram uma conversa considerada amistosa, mas Itamaraty ainda não conseguiu furar bloqueio do tarifaço .Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Integrantes do Congresso indicam que pauta pode ser adiada para o final do ano agora que Itamaraty iniciou interlocução com a Casa Branca.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) afirmou nesta quinta-feira, 16, que a conversa entre o secretário de Estado americano, Marco Rubio, o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, foi “muito positiva em relação ao comércio” e nas “questões bilaterais em andamento”. "O que o Itamaraty diz é que a importância do encontro é confirmar que a aproximação é pra valer. Desde ontem, não são encontros de bastidores, com enviados especiais, mas negociação institucional, com os dois chanceleres sentados e conversando. O Brasil foca sempre na questão comercial, botando as sanções na mesa, mas está preparado para ceder, assim como os EUA. É um novo patamar nas conversas", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministério das Relações Exteriores e ONU no Brasil inauguram evento “Construindo Nosso Futuro Juntos”, em alusão a oito décadas de atuação da organização, da qual o Brasil é um dos membros fundadores.
O Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) afirmou nesta quinta-feira, 16, que a conversa entre o secretário de Estado americano, Marco Rubio, o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, foi “muito positiva em relação ao comércio” e nas “questões bilaterais em andamento”. "O que o Itamaraty diz é que a importância do encontro é confirmar que a aproximação é pra valer. Desde ontem, não são encontros de bastidores, com enviados especiais, mas negociação institucional, com os dois chanceleres sentados e conversando. O Brasil foca sempre na questão comercial, botando as sanções na mesa, mas está preparado para ceder, assim como os EUA. É um novo patamar nas conversas", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, vai se reunir nesta quinta-feira, dia 16, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em Washington. A expectativa de realização do encontro, preparado há uma semana com discrição pelas burocracias de Estado brasileira e americana, foi confirmada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O 'Lulinha Paz e Amor' em total negociação com os EUA. E é uma pauta muito clara, que Trump recue no tarifaço de 50%, que atrapalha negócios e empregos no país; é maléfico para economia do Brasil e os brasileiros. Também as sanções impostas pelo presidente dos Estados Unidos. As informações que saem do Itamaraty são de que Lula já autorizou os ministros Mauro Vieira, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad a um recuo no caso das bigtechs e acordo pelo uso das terras raras", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, vai se reunir nesta quinta-feira, dia 16, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, em Washington. A expectativa de realização do encontro, preparado há uma semana com discrição pelas burocracias de Estado brasileira e americana, foi confirmada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O 'Lulinha Paz e Amor' em total negociação com os EUA. E é uma pauta muito clara, que Trump recue no tarifaço de 50%, que atrapalha negócios e empregos no país; é maléfico para economia do Brasil e os brasileiros. Também as sanções impostas pelo presidente dos Estados Unidos. As informações que saem do Itamaraty são de que Lula já autorizou os ministros Mauro Vieira, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad a um recuo no caso das bigtechs e acordo pelo uso das terras raras", afirma Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (10):Apesar das declarações da oposição sobre o tom da conversa, o Planalto trabalha para reconstruir a confiança e descontaminar a relação com os Estados Unidos. Ainda há preocupação de que Donald Trump possa interferir na política brasileira em 2026, o que poderia gerar instabilidade interna. Por isso, a estratégia do governo é retirar das conversas temas políticos e focar exclusivamente no “tarifaço”.Após o Itamaraty anunciar a possibilidade de uma reunião entre Brasil e Estados Unidos, o governo intensificou a retórica contra aliados de Jair Bolsonaro (PL) que defendem sanções a membros do Planalto. Durante uma entrevista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que os integrantes da oposição “são vira-latas que desejavam que ele rastejasse atrás da gestão de Donald Trump”. Em seguida, o chefe do Executivo declarou ter aprendido com a mãe “a nunca abaixar a cabeça”.O deputado Nikolas Ferreira (PL) afirmou nesta quinta-feira (09) que os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ratinho Júnior (PSD), além de Michelle Bolsonaro (PL), são os nomes mais competitivos da direita para 2026. O parlamentar avaliou que Tarcísio faz uma boa gestão em São Paulo e que abrir mão de uma reeleição praticamente garantida para disputar o Palácio do Planalto seria um risco alto. Sobre a ex-primeira-dama, Nikolas a colocou como segunda opção, destacando seu “carisma gigante”, o sobrenome Bolsonaro e a identificação com cristãos e mulheres.O procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá que passar por uma nova sabatina no Senado para permanecer no comando da Procuradoria-Geral da República (PGR). A sessão está marcada para o dia 12 de novembro, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e deve se transformar em um embate político de alto risco. A oposição articula um voto maciço contra Gonet e busca apoio do Centrão, prometendo usar a audiência para desgastar a imagem do Planalto.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Convidados: Ricardo Abreu, repórter da TV Globo, e Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM. Foram quase 30 minutos de conversa entre os presidentes Lula e Donald Trump na manhã desta segunda-feira. Semanas depois da “química” entre os dois na reunião da ONU em Nova York, os presidentes do Brasil e dos EUA participaram de uma chamada por videoconferência. Lula pediu que Trump derrube o tarifaço contra produtos e retire as sanções a autoridades do Brasil. Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a conversa foi positiva. O vice-presidente, Geraldo Alckmin, se disse otimista com o fim do tarifaço. Do lado de lá, as reações também foram favoráveis. Em uma rede social, o próprio Trump disse que a conversa foi muito boa, focada em economia e comércio — e prometeu que encontros devem acontecer "em um futuro não muito distante". Em conversa com Victor Boyadjian neste episódio, o repórter da TV Globo Ricardo Abreu relata como foram as preparações para a conversa entre Lula e Trump e o que deve acontecer a partir de agora. "É como se [...] uma vez marcada essa conversa presencial, o jogo zerasse”, diz. Ricardo revela as reações dentro do Itamaraty após o encontro a expectativa para novas tratativas entre os dois presidentes. Depois, Victor fala com Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM. Ele explica o que mudou nos últimos meses desde que Trump impôs o tarifaço sobre produtos brasileiros. E avalia qual será o papel de Marco Rubio nas negociações futuras. Secretário de Estado dos EUA, Trump já defendeu publicamente sanções a governos alinhados à esquerda. "A diplomacia está apostando que agora, com a ordem de Trump, a postura de Rubio possa mudar”, afirma.
O Ministério das Relações Exteriores classificou como "condenável" a operação militar israelense que interceptou a flotilha Global Sumud na quinta-feira, 2, enquanto tentava furar o bloqueio à Faixa de Gaza para entregar mantimentos. Em nota, o Itamaraty afirmou: “O governo brasileiro deplora a ação militar do governo de Israel, que viola direitos e põe em risco a integridade física de manifestantes em ação pacífica.No contexto dessa operação militar condenável, passa a ser de responsabilidade de Israel a segurança das pessoas detidas.”Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Semana de abertura da AGNU significa o professor Guilherme Casarões nos brindando com sua expertise, comentando o discurso brasileiro. Abusamos da paciência dele e pedimos para comentar também a intervenção de Mahmoud Abbas, representando a Palestina.Depois, passamos por todos os principais discursos dos dois primeiros dias, com Filipe Figueiredo comentando Trump e outros mais, além de Matias Pinto e Sylvia Colombo repercutindo outros representantes da nossa quebrada latino-americana.E fechamos com a Vivian Almeida comentando as relações econômicas entre Argentina e EUA.Participe da Imersão IA Alura com Google Gemini: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-ia-4Conheça a Jornada ao Leste da Academia Guhan: https://academiaguhan.com.br/jornada-ao-leste/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Dino suspende emendas Pix de R$ 671 milhões e pede investigação da PF sobre suspeitas. E ‘O Agente Secreto’ é escolhido para representar o Brasil na disputa pelo Oscar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tudo o que você queria saber sobre a Lei Magnitsky e não sabia para quem perguntar! Recebemos a especialista Alessandra Teixeira Asschenfeldt que nos deu uma aula sobre o tema.Também repercutimos a declaração de fome em Gaza e o novo escândalo de corrupção na Argentina, ligado às famílias Milei e Menem.Conheça o novo plano 24M da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalConfira a Turma do Pagode da Academia Guhan: https://academiaguhan.com.br/turma-do-pagode/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou e o Itamaraty acionou a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas, investigações e medidas com vistas à aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, como resposta ao tarifaço de 50% que atinge setores e produtos brasileiros. "A Lei dá mecanismos para que o Brasil se defenda e responda à altura ataques comerciais de outros países. Lula sancionou essa lei ainda neste governo, liderada pela senadora Tereza Cristina, que é bolsonarista e foi ministra da Agricultura do governo Bolsonaro - portanto, não é uma questão de oposição e governo. É equivalente à Sessão 301 que os EUA usam contra seus parceiros comerciais para investigar abusos nessas relações. A nossa Lei também vale em casos de defesa do interessa nacional. Camex tem de ouvir os ministérios relacionados, levantar os problemas, e usar a Lei. É uma forma de pressão para tentar o diálogo", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel anunciou na segunda-feira (25) que vai “rebaixar” as relações diplomáticas com o Brasil. A decisão vem depois de o Itamaraty ter ignorado a indicação de um novo embaixador israelense em Brasília. Um dia depois, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, criticou Lula nas redes sociais, chamando-o de antissemita e apoiador do grupo extremista Hamas. O Durma com Essa desta quarta-feira (27) explica a crise diplomática entre Brasil e Israel e retoma o histórico das relações entre os dois países, desde a fundação do Estado judaico, em 1947, numa sessão da Assembleia Geral da ONU presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, até as críticas recentes de Lula aos ataques do governo de Benjamin Netanyahu na Faixa de Gaza. O programa desta semana tem também João Paulo Charleaux explicando por que dar o Nobel da Paz a Donald Trump é um problema e Giovanna Castro falando sobre o sucesso das animações chinesas nos cinemas. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Exército de Israel confirmou na segunda, 25, ter realizado um ataque na área do Hospital Nasser, no sul da Faixa de Gaza.Em nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores no X, o país informou que abriu uma investigação preliminar a respeito do caso.Nesta terça, 26, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, chamou Lula de “antissemita declarado e apoiador do Hamas”, ao comentar a saída do Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, que ocorreu no final do mês de julho. Horas depois, o Itamaraty reagiu às declarações de Katz e, no mesmo dia, Lula voltou a acusar Israel de cometer um genocídio na Faixa de Gaza. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Convidados: Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Londres e em Washington. Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Empresarial Brasil China. Na extensa lista de países tarifados por Donald Trump, os fundadores do grupo estão entre os que receberam as taxas mais altas. O Brasil é o que tem maior tarifação, de 50%. Ao nosso lado, uma surpresa: um país que se sentou à mesa para negociar com Donald Trump e que chegou a construir acordos com o americano. Trata-se da Índia. Os produtos indianos que entram nos EUA são tarifados em 50%, soma da tarifa base de 25% que o país recebeu mais a penalização de 25% por conta da compra de petróleo da Rússia. Em busca de soluções conjuntas, lideranças dos países fundadores do Brics conversam entre si – como ocorreu entre o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Em entrevista a Alan Severiano, Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Irice), analisa se há ou não fraturas nas relações entre EUA e os Brics. Barbosa, que foi embaixador do Brasil em Londres e em Washington, ainda responde como ele vê o posicionamento estratégico do Itamaraty diante da crise tarifária global. Depois, para falar sobre os laços cada vez mais estreitos do Brasil com a China, a conversa é com Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Empresarial Brasil China. Ele apresenta o status da relação comercial entre os dois países e explica onde estão os investimentos mais estratégicos da China por aqui.
O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira fala sobre as articulações do Congresso Nacional em relação à PEC da Impunidade, medida que está sendo elaborada para blindar deputados e senadores de investigações do Supremo Tribunal Federal (STF).Além disso, o jornal também aborda o mais novo capítulo da briga entre o governo de Donald Trump e o Itamaraty e fala da morte do senador e pré-candidato à presidência da Colômbia Miguel Uribe, baleado na cabeça em junho.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Diretamente de Brasília, trouxemos uma entrevista com Armen Yeganian, embaixador da Armênia no Brasil.Comentamos as mais recentes tarifas de Trump e demos uma volta pelo Velho Continente, além daquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a aprovação da reeleição sem limites em El Salvador.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbal Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Recebemos novamente nosso amigo Jeff Nascimento para comentar as notícias sobre a Corte Internacional de Justiça, incluindo a adesão brasileira ao caso da África do Sul contra Israel por genocídio.Trump repetiu o meme do TACO com as tarifas contra o Brasil? Abordamos esta e outras notícias da nossa quebrada latino-americana.Finalmente, comentamos o acordo entre os EUA e a União Europeia, além de darmos mais uma volta pela bacia do Pacífico.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br
Continuamos a repercutir a crise entre o governo Trump e o Brasil, incluindo big techs e a origem do Pix com a professora Vivian Almeida.Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com destaque para os ataques israelenses na Síria.No mais, demos uma volta pelo Velho Continente abordando o ruído entre a Estados Unidos e União Europeia em relação ao fornecimento de armas para a Ucrânia.Se inscreva na Imersão Dados com Python da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-dadosAgende uma reunião com a Rio Claro Investimentos: https://rioclaro.com.br/xadrez-verbal/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por tentar discutir a tarifa de Donald Trump sobre produtos brasileiros com a Embaixada dos Estados Unidos. Eduardo afirmou o seguinte à Folha de São Paulo:“O Tarcísio utilizou os canais errados. O filho do [ex-] presidente está nos Estados Unidos.O Tarcísio não tem nada que querer costurar por fora uma decisão que provavelmente vai chegar a mais um acordo caracu. O Tarcísio tem que entender que o filho do [ex-] presidente está nos Estados Unidos e tem acesso à Casa Branca. Qualquer tentativa de nos dar bypass será brecada e freada. Nós já provamos que somos mais efetivos até do que o próprio Itamaraty. O filho do [ex-] presidente, exilado nos Estados Unidos. [Tarcísio] Queria buscar uma alternativa lateral. É um desrespeito comigo.”Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Trump mandou carta para Lula ameaçando com tarifas e vamos debater e repercutir essa questão, incluindo uma conversa diferente com a professora Vivian Almeida.Também analisamos a cúpula dos BRICS, realizada no Rio de Janeiro, e demos uma volta pela bacia do Pacífico, com destaque para as enchentes do Texas.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Falta de interlocução de Lula com os EUA dificultam negociações com o governo Donald Trump para barrar taxação de 50%.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br