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As Washington escalates threats of military action against Iran, negotiations over Tehran's nuclear programme continue behind the scenes. But while the Trump administration insists that the standoff is about security, Iran's state media are pushing a very different narrative: that the crisis is a deliberate distraction from the Epstein scandal that continues to implicate the US president. Contributors: Dina Esfandiary – Middle East Lead, Bloomberg Economics Fereshteh Sadeghi – Iranian journalist Jamal Abdi – President, National Iranian American Council Sina Toossi – Senior Fellow, Centre for International Policy On our radar: Indian Prime Minister Narendra Modi travelled to Israel this past week in a carefully choreographed display of solidarity. While Modi's trip was celebrated in the Israeli media, criticism by Indian journalists was blocked back home. Leaving the two leaders to sign arms deals that will boost an already significant military partnership. The Rise of Digital Micro-Bolsonaros Nearly two years after Jair Bolsonaro's fall from power in Brazil, the movement he built is searching for a new figurehead. A rising generation of young, evangelical, and hyper-online politicians is stepping in. They are leveraging a sophisticated, decades-old religious media machine that evolved from radio and television into a powerful force on social media. Brazil's political right is being reshaped for the digital age. Featuring: Anna Virginia Balloussier – Journalist, Folha de Sao Paulo Caro Evangelista – Executive Director, ISER Magali Cunha – Editor-in-Chief, Berreia Project
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Le Mexique secoué par une vague de violences après la mort du baron de la drogue Nemesio Oseguera Cervantes, alias El Mencho. Le cartel Jalisco Nueva Generación a réagi brutalement en bloquant des routes, attaquant des commerces et en affrontant les forces de l'ordre dans une vingtaine d'États. Le journal Milenio raconte comment s'est déroulée la journée d'hier (23 février 2026) dans la zone métropolitaine de Guadalajara, au lendemain de la « chute » d'El Mencho : très peu de magasins ouverts, de longues files pour acheter l'essentiel et des groupes WhatsApp devenus essentiels pour s'informer de la situation. Milenio décrit dans son reportage une métropole à l'arrêt, des rues désertes et des voyageurs bloqués dans les gares routières. On apprend aussi que plus de mille personnes, dont des enfants, contraintes de passer la nuit au zoo faute de pouvoir rentrer chez elles. On commence aussi à en savoir plus sur l'opération militaire D'après le New York Times, les services de renseignement ont localisé le chef du cartel en surveillant l'une de ses compagnes, jusqu'à une cabane dans l'État de Jalisco. L'assaut des forces spéciales s'est terminé par une fusillade au cours de laquelle il a été mortellement blessé. Le journal pose aussi la question : après soixante ans de « guerre contre la drogue », qu'est-ce qui fonctionne vraiment ? Selon son analyse, l'élimination de barons de la drogue et la fragmentation des organisations n'ont pas stoppé le trafic, mais ont souvent favorisé l'émergence de groupes encore plus violents. Enfin justice pour Marielle Franco ? C'est un procès très attendu qui s'ouvre aujourd'hui (24 février 2026) au Brésil, celui des commanditaires présumés du meurtre de l'élue Marielle Franco, icône de la cause noire et LGBT+, assassinée avec son chauffeur Anderson Gomes, il y a huit ans, à Rio de Janeiro. Le tireur et son complice ont déjà été condamnés ; il s'agit désormais de juger les cerveaux présumés, l'ancien député fédéral Chiquinho Brazão et son frère Domingos Brazão, accusés d'avoir planifié le crime parce que l'élue s'opposait à des projets liés à des milices cherchant à s'approprier des terres. Dans une tribune publiée par Folha de Sao Paulo, les familles évoquent une douleur toujours vive mais voient dans cette étape judiciaire la possibilité de bâtir un pays où les violences politiques et les attaques contre les défenseurs des droits humains ne resteraient plus impunies. Le texte souligne que la mobilisation nationale et internationale a été, selon eux, déterminante pour maintenir la pression et parvenir à ce jugement. Mais au-delà du symbole international qu'est devenue Marielle Franco, ils rappellent qu'elle et Anderson Gomes restent avant tout des proches arrachés à leurs familles, et que la quête de vérité — qui a ordonné le crime et pourquoi — demeure centrale. À lire aussiAssassinat de Marielle Franco au Brésil: six ans après, trois commanditaires présumés arrêtés Haïti : débat autour du Pacte national sur la stabilité Avec Gotson Pierre, directeur d'Alterpresse, nous évoquons les critiques à l'égard du « Pacte national pour la stabilité et l'organisation des élections », signé entre le Premier ministre Alix Didier Fils-Aimé, une partie de la classe politique et la société civile. Cette signature « intervient dans un contexte marqué par de profondes divisions politiques, des actes de terreur et d'autres violences persistantes des gangs armés, une crise humanitaire et l'absence d'élections depuis plus de dix ans », peut-on lire dans Alterpresse. « Heated Rivalry », une série à succès C'est devenu un véritable phénomène mondial, bien au-delà des écrans. La série canadienne s'attaque à un tabou en racontant l'histoire d'amour entre deux hommes, deux rivaux sur la glace, membres d'équipes de hockey. Une passion inattendue dans un milieu réputé viril, très conservateur — voire réactionnaire — et d'autant plus surprenante qu'elle unit un joueur américain et un joueur russe. Au Canada, les fans sont de plus en plus nombreux. Reportage de notre correspondante Nafi Alibert. Journal de la 1ère En Martinique, les produits importés, notamment frais, se font de plus en plus rares.
Planos de Cargos e Vencimentos há 20 anos sem reformulação Luta pela recomposição salarial
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta segunda-feira (23), no Folha Política, o secretário de Habitação do Recife, Felipe Cury.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, compareceu a um tribunal de Los Angeles nesta quarta-feira (18) para depor em um julgamento sobre vício em redes sociais, relacionado a acusações de que o Instagram e outras plataformas foram deliberadamente projetadas para tornar jovens usuários dependentes. Marina Costa, do Blog Tecnologia e Games, conversou com Simone Ventura, âncora da Rádio Folha 96,7FM, sobre este, que é o primeiro de uma série de casos que podem estabelecer um precedente legal para milhares de processos movidos por famílias americanas contra as principais plataformas de redes sociais. Acompanhe!
Ainda no clima na de Carnaval, com a temática da Pessoa com Deficiência, o Programa Resgatando a Cidadania deste sábado(21) recebeu integrantes da Associação Juntos pela Inclusão de Paulista, que vai promover a segunda edição do Bloco "Inclusão na Folia", no próximo dia 28, a partir das 9h, na sede da associação, na Rua Coronel Alberto Lundgren, 2071, centro de Paulista. O comunicador Domingos Sávio, apresentador do programa, recebeu no estúdio, Vera Arruda, vice-presidente e Luciene Martin, diretora, da Associação Juntos pela Inclusão de Paulista. A associação presta assistência a cerca de 600 famílias de pessoas com deficiência. São oferecidos, além de alfabetização, também, a preços populares serviços de psicologia, odontologia, neuropediatria, terapia alimentar, assistência jurídica e práticas esportivas, além de um bazar. Para outras informações pode se acessar o Instagram @juntospelainclusao. O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio-dia, pela Rádio Folha 96,7FM, produzido e apresentado pelo radialista Domingos Sávio.
O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco- Detran-PE retirou as provas de baliza e de rampa do exame prático para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, a CNH, na categoria B. A mudança já está em vigor desde o dia 12 de fevereiro e segue as novas diretrizes estabelecidas pela Secretaria Nacional de Trânsito, a Senatran. Marta Souza, do Blog FMotors, conversou com Simone Ventura âncora da Rádio Folha 96,7FM sobre as alterações para a CNH.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jerimum de Olinda, cantor, compositor e percussionista, lançou uma campanha para viabilizar a construção da sede própria do Baque Percussivo, projeto social que há 23 anos promove formação musical gratuita na Cidade Tabajara, em Olinda. A iniciativa oferece educação musical para 30 crianças e adolescentes da comunidade e busca apoio para garantir um espaço estruturado e permanente para ensaios, oficinas e atividades culturais. Simone Ventura, âncora da Rádio Folha 96,7 FM, conversou com Jerimum de Olinda sobre a mobilização e a importância do projeto para a comunidade. “A sede própria vai garantir continuidade, segurança e mais oportunidades para as crianças e adolescentes atendidos pelo projeto”, ressaltou Jerimum de Olinda. Emerson Menezes/Rádio Folha 96,7 FM
O âncora Jota Batista e a repórter de política da Folha de Pernambuco, Clara Oliveira, receberam, nesta sexta-feira (20), no Folha Política, a vereadora do Recife, Cida Pedrosa (PCdoB)
Gordura no fígado: o que é, quais causas e como tratar by Folha de Pernambuco
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta quinta-feira (19) no Folha Política, o cientista político Hely Ferreira.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (16): Um mega esquema de segurança foi montado para a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (15) na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, onde ele acompanha os desfiles; ministros foram orientados a não desfilar e evitar contato com a imprensa durante o evento. Promotores federais em Minneapolis retiraram as acusações contra dois imigrantes venezuelanos, um deles baleado na perna por um agente do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE), depois que novas provas surgiram contradizendo a versão de que eles teriam agredido ou obstruído o trabalho dos agentes; a medida foi tomada após o Departamento de Justiça informar que as evidências recém-descobertas eram materialmente inconsistentes com as alegações iniciais, levando à suspensão das acusações no tribunal. O homem atropelado por um carro alegórico após o desfile da União de Maricá, na madrugada de domingo (15), no sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, passou por cirurgia e permanece no CTI do Hospital Souza Aguiar, segundo informou o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz (PSD), durante evento que contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do prefeito Eduardo Paes (PSD) e de ministros; o secretário classificou o caso como uma “tragédia” e afirmou que a equipe segue acompanhando a evolução do paciente sob observação intensiva. A presença de diversos ministros de Estado e presidentes de estatais na Marquês de Sapucaí, durante o primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro, foi marcada pelo silêncio perante a imprensa. Nomes como Gleisi Hoffmann, Alexandre Silveira, Alexandre Padilha, além de dirigentes da Petrobras e do BNDES, circularam pelo Sambódromo, mas evitaram conceder declarações aos jornalistas. A postura cautelosa é um reflexo das orientações do Palácio do Planalto para evitar possíveis complicações com a legislação eleitoral em 2026. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, acompanhou os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, e, em entrevista exclusiva à Jovem Pan, afirmou que o PSD pode ter uma chapa puro-sangue nas próximas eleições, além de elogiar o elenco da Portela durante a passagem pela avenida. O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva provocou reação da oposição. O Partido Novo anunciou que pretende acionar a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente, sob a alegação de que o evento teria configurado propaganda eleitoral antecipada com suposto uso de recursos públicos. A legenda afirmou nas redes sociais que entrará com ação quando houver registro formal de candidatura, classificando o desfile como peça de propaganda política. A Receita Federal iniciou um rastreamento interno para verificar se houve quebra de sigilo fiscal de cerca de 100 pessoas, entre elas ministros do Supremo Tribunal Federal e seus familiares, incluindo pais, filhos, irmãos e cônjuges. Segundo a Folha de S.Paulo, o pedido de análise partiu do ministro Alexandre de Moraes. A apuração ocorre em meio à crise institucional entre os Poderes após a quebra e liquidação do Banco Master, instituição ligada ao empresário Daniel Vorcaro. As revelações envolvendo o banco levantaram suspeitas sobre possíveis vazamentos de informações protegidas por sigilo bancário e fiscal. O czar das fronteiras dos Estados Unidos, Tom Homan, afirmou que a suspensão do financiamento ao Department of Homeland Security (DHS) não deve afetar as operações de imigração no país. Segundo ele, os agentes do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) continuarão atuando mesmo sem receber pagamento temporariamente. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eugênio Bucci é um dos principais analistas de mídia em atividade no país. Como jornalista, entre outros veículos, trabalhou no Jornal do Brasil, na Folha de S.Paulo e atualmente escreve, a cada quinze dias, na seção Espaço Aberto do jornal O Estado de S.Paulo. Na academia, Eugênio Bucci é professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Na entrevista que concede ao nosso Podcast, Bucci analisa a dinâmica da mídia na contemporaneidade — da presença massiva das Big Techs à falha de regulação das plataformas digitais, passando ainda pela fragilidade do jornalismo frente aos chamados influenciadores. Em um momento de rarefação das redações profissionais e da normalização do uso da inteligência artificial para a produção de conteúdo na imprensa brasileira, quem é que domina a conformação da opinião pública? A resposta para essa e para outras perguntas está no episódio desta semana do Podcast Rio Bravo.
Carnaval pelo mundo, minha gente! by Folha de Pernambuco
O Folha Turismo desta sexta-feira vai até São José dá Coroa Grande. O jornalista Fabiano Antunes, do site de viagem Rota1976.com fala pra gente sobre o tour com a @luckreceptivo. Entre os passeios por lá estão o @catamarantours e o quadriculo. O ponto de apoio é o charmoso beach club Pé Na Areia, que oferece uma super infra aos visitantes.
Ligação com Campos, vida pública em Niterói, atuação na Alerj e pré-candidatura Projeção a eleição de governador-tampão na ALERJ e no voto popular em outubro Projeção da eleição a duas cadeiras no Senador pelo RJ e a presidente da República
Papel das pesquisas no processo eleitoral do Brasil e do Mundo A sete meses da urna, projeção da eleição a presidente da República Projeção a eleição de governador, senadores, deputado estadual e federal do RJ e região
Nova pesquisa acende luz amarela na esquerda Governador do Rio, senadores e deputados
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O uso de IA na Folha gerou uma polêmica danada, e a Bia e o Marcus tomaram muito café para falar sobre o assunto.
O governo Lula liberou o maior valor para ser usado em emendas parlamentares no início deste ano, segundo levantamento da Folha de São Paulo. O valor supera, inclusive, o recorde de Bolsonaro. Nos bastidores, integrantes do governo admitem que o objetivo é melhorar a relação com o Congresso.O presidente da Câmara dos Deputados afirmou que pode colocar em votação o projeto que acaba com a jornada de trabalho de 6x1 já em maio. Ontem, Hugo Motta já tinha anunciado o início da tramitação do projeto. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, recebem, nesta terça-feira (10), no Folha Política, a deputada estadual Socorro Pimentel (UB).
O ditado diz que a morte é a única certeza da vida —todo o mundo sabe, desde criança, que vai morrer, mas quase nada dá mais medo do que pensar no fim da vida. Para falar sobre por que a gente precisa falar sobre a morte, o Ilustríssima Conversa recebe Camila Appel nesta semana. A jornalista é criadora do blog Morte sem Tabu, da Folha, e acabou de lançar "Enquanto Você Está Aqui", uma reflexão sobre vários aspectos do fim das nossas vidas endereçada à sua mãe, a dramaturga Leilah Assumpção, 84. Esta é a raiz do trabalho que Appel vem desenvolvendo desde 2014: disseminar a ideia de que a morte, por ser uma certeza para todos, precisa ser tratada com a maior naturalidade possível, tanto para podermos lidar melhor com o fim da vida de mães e pais, irmãs e irmãos, esposas e maridos, cachorros e gatos quanto para conseguirmos nos preparar para a nossa própria morte. Esse assunto pode parecer sombrio, mas, como Appel lembra, olhar de frente para a nossa finitude é, antes de tudo, uma forma de pensar em como queremos viver. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Beatriz Rey, cientista política, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper; e Joel Pinheiro da Fonseca, filósofo, economista, comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo. Os projetos de lei que preveem reajustes e benefícios para servidores da Câmara e do Senado foram aprovados em caráter de urgência e em votação simbólica, na terça-feira (3). Nos textos, um conjunto de benesses que contempla aumentos salariais programados até 2029, um dia de folga a cada três dias trabalhados – folgas estas que podem ser convertidas em dinheiro – e gratificações por desempenho chegam a até 100% do salário. Na prática, isso pode até dobrar a remuneração e estourar o teto constitucional do funcionalismo, hoje em R$ 46.366. Nesta quinta (5), houve reação. O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, concedeu uma liminar suspendendo os chamados "penduricalhos" ilegais nos três Poderes da República, e determinou um prazo de 60 dias para a revisão dessas verbas. Na decisão, ele citou o “auxílio-peru” e o “auxílio-panetone” como exemplos de que essas indenizações vêm sendo usadas para “turbinar salários”. Em entrevista a Natuza Nery, a cientista política Beatriz Rey, pesquisadora na Universidade de Lisboa e pesquisadora visitante no Insper, comenta o impacto desse pacote nas contas públicas (quase R$ 800 milhões no Orçamento de 2026) e avalia o efeito simbólico desse gasto. Natuza conversa também com o filósofo e economista Joel Pinheiro da Fonseca. Comentarista da GloboNews e colunista do jornal Folha de S.Paulo, Joel analisa o cenário político que permitiu um grande acordo no Congresso para aprovar os reajustes.
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Como superar o luto de uma separação? Superar significa esquecer? Para a psicanalista Carol Tilkian, entrevistada da edição sobre separação do Podcast da Semana, a resposta é não.Elaborar não é esquecer, é ressignificar", afirma e faz um convite a conviver com memórias sem transformá-las em assombrações. “Há uma máxima popular, um senso comum, de que o superar é não sentir mais nada, é não se abalar quando você encontra a pessoa já casada com outra, o que convoca a gente para esse lugar de apagamento. Mas não existe apagamento”, afirma na entrevista."Tem pessoas com as quais a gente vai conviver para sempre, principalmente pensando se você se separa de pais dos seus filhos. Como você dá menos voz a essas lembranças? Como você não alimenta as mesmas narrativas do ressentimento?"Tilkian tem formação em psicanálise e também pesquisa as formas como nos relacionamos amorosa e socialmente no mundo contemporâneo. É também colunista da rádio CBN e do jornal Folha de S.Paulo, além de ser professora da Casa do Saber.Na conversa com a Gama, Tilkian defende que um afastamento consciente é saudável num primeiro momento e que é melhor não seguir, não saber, não perguntar. Ela comenta ainda a ideia de que um amor só se cura com outro. "Existe amor depois do amor. Convido a lembrar que se separar não é apagar as memórias, os sentimentos. É ressignificar e se dar a chance de ter novos começos. As histórias não são menos bonitas porque elas têm pontos finais."
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (30):O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), rebateu declarações do presidente do PSD, Gilberto Kassab, e afirmou que sua postura política não tem relação com submissão ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Tarcísio disse ser grato e leal a Bolsonaro, inclusive ao visitá-lo na Papuda, e reforçou que sua decisão de disputar a reeleição em São Paulo faz parte de um projeto próprio. A Polícia Federal encontrou indícios de ligação entre políticos e o caso do Banco Master, segundo apuração divulgada pela Folha de S.Paulo. As informações surgiram na primeira fase da Operação Compliance Zero e envolvem análises de celulares, documentos e materiais apreendidos. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), reconheceu incômodo com ataques vindos de integrantes da família Bolsonaro, mas afirmou que não há desarmonia na relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), apagou das redes sociais ataques feitos em 2015 ao atual presidente do partido, Gilberto Kassab (PSD), após se filiar à legenda. Na época, Caiado, então senador pelo Democratas, criticou a aliança de Kassab com o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), rejeitou o pedido de blocos de rua por aumento no repasse de verbas públicas para o Carnaval. Segundo Nunes, a prefeitura prefere ampliar o número de blocos atendidos, mantendo o valor atual, e defende que organizadores busquem patrocínio privado. Dados divulgados pelo Banco Central mostram que as estatais encerraram 2025 com déficit de R$ 5,7 bilhões, o segundo pior resultado nominal da série histórica iniciada em 2001. O levantamento inclui empresas federais, estaduais e municipais, mas exclui Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. A maior parte do rombo foi registrada por estatais sob a gestão do governo Lula (PT). O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou à Justiça autorização para receber a visita do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) na Papuda, onde está preso desde 15 de janeiro. Segundo a defesa, o encontro teria como objetivo a necessidade de “diálogo direto” com o parlamentar. Dados divulgados pelo IBGE mostram que a taxa de desemprego caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro, o menor patamar desde 2012. O levantamento aponta redução de 1,1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior e indica avanço no número de pessoas ocupadas e na renda média real. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
This author and scholar's latest book, Biography of a Dangerous Idea: A New History of Race from Louis XIV to Thomas Jefferson, will be published in February 2026 by Other Press. Curran, a distinguished humanities professor at Wesleyan University, has written or edited six books, including Who's Black and Why: A Hidden Chapter in the Eighteenth-Century Invention of Race. It was nominated for an NAACP Image Award, and it won the Association of American Publishers Prose Award. Curran's journalistic writing has appeared in the New York Review of Books, The New York Times, The Guardian, Time Magazine, Newsweek, The Paris Review, Il Pais, Folha de S. Paola and the Wall Street Journal. BIO member and BIO podcast producer Jenny Skoog interviewed Andrew Curran.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts. LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner. “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa. MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes: Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha? GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos. [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI: O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha. [Efeito de som do mar] Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil. LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras. [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn. MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ] LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45. Ugo Giorgetti Como ele era? Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA: Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades como os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista. [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação. MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema. O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti. Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô! MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro. Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira. Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá. MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra. No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo] LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.
Caio Blinder, integrante do Manhattan Connection, com passagens por O Globo, Folha de S.Paulo, VEJA, Jovem Pan e BBC Brasil, analisa e comenta as relações internacionais, no Jornal Eldorado, às 4ªs e 6ªs feiras, 8h15.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lula está irritado com o ministro Dias Toffoli, do STF, em meio aos desdobramentos do caso Banco Master, segundo a Folha de S. Paulo. O jornal publicou reportagem sobre o assunto baseada nos relatos de três auxiliares do presidente, indicando que o petista tem dito que Toffoli deveria renunciar ou se aposentar.Madeleine Lacsko e Ricardo Feltrin comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos dodia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonistahttps://bit.ly/papoantagonistaSiga O Antagonista no X:https://x.com/o_antagonistaAcompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
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Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Os relatos são de execuções, disparos contra adolescentes, necrotérios lotados. Resultado de uma repressão do regime iraniano contra os protestos que tomaram o país nas últimas semanas. Organizações internacionais estimam entre 2 mil e 12 mil mortos. Os números oficiais, no entanto, são desconhecidos, já que o regime cortou o acesso à internet em todo o território iraniano. O tamanho das manifestações é inédito no país, como relembra Demétrio Magnoli em conversa com Natuza Nery neste episódio. Comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo, Demétrio fala o que há de diferente nos protestos de agora em comparação aos de 2022, quando uma jovem foi morta por não usar o véu islâmico como manda o regime dos aiatolás, e de 2009, quando o resultado da eleição presidencial foi questionado. Apesar de o estopim das manifestações ter sido econômico, Demétrio aponta como os atos passaram a ter caráter político: manifestantes passaram a exigir a queda do regime dos aiatolás, no poder desde a Revolução Islâmica de 1979. Ele fala também como os EUA têm incentivado as manifestações, dado sinais de que está em negociação com o governo de Teerã, e quais as chances de ação de Donald Trump contra o Irã.
Quem define o que é literatura? Este episódio recebe o escritor gaúcho José Falero, uma voz dissonante no debate atual sobre a crítica literária, que tem movimentado o meio editorial brasileiro. Autor da coletânea de contos Vila Sapo e dos romances Os Supridores e Vera, todos pela Todavia, Falero colocou um pé na crítica ao publicar na revista Piauí um ensaio que parte da polêmica envolvendo o predomínio do conteúdo sobre a forma em obras contemporâneas, instaurada pela professora da USP Aurora Bernardini em entrevista à Folha de S.Paulo. Na conversa, ele aprofunda a discussão e aponta como a crítica pode aprimorar o trabalho dos autores. Apoio: Lei Rouanet - Incentivo a Projetos Culturais. Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
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15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, o Prêmio Oceanos 2025 é de duas brasileiras: Silvana Tavano, na categoria prosa com "Ressuscitar mamutes", e Ana Maria Vasconcelos, na poesia com "Longarinas". Uma nova série de reportagens da Folha de S. Paulo, "Lugar de Escrita", que revela os ambientes e rituais criativos de autores consagrados. Os 250 anos de Jane Austen, o retorno de Adélia Prado às livrarias com "O Jardim das Oliveiras" e uma breve retrospectiva de 2025, relembrando alguns dos episódios que marcaram o 30:MIN este ano.Este episódio também conta com uma "Resenha Relâmpago dos Apoiadores", indicando "O Grande Caderno", de Ágota Kristóf (ed. Dublinense, trad. Diego Grando), da Trilogia dos Gêmeos.---Links citadosSilvana Tavano e Ana Maria Vasconcelos vencem Prêmio Oceanos 2025; conheça os livrosSilvana Tavano foi 'andar no deserto todo dia' e de lá tirou seu livro que venceu OceanosSérie: Lugar de EscritaJane Austen, que faz 250 anos, inspirou livros e filmes contemporâneos; relembreJane Austen, 250 anos: Por que a rainha da ironia ainda domina a literatura e o cinema?De professora primária à poeta nas redes sociais: como Adélia Prado se reinventa e chega aos 90 anos fazendo sucesso entre gerações---Episódios citados487: Por que ler Adélia Prado?30:MIN Entrevista: Aline Valek30:MIN Entrevista: Bruna Maia30:MIN Entrevista: José Falero30:MIN Entrevista: Ian Fraser539: O que faz um bom personagem? (P.E.N.T.E. #1)556: As mais assustadoras cenas da literatura
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpli analizam medida utilizada pelo Sport na montagem do elenco para a temporada 2026. Foi o correto? Haviam outros meios de reduzir a folha? Quais nomes saíram e muito mais. Ouça agora ou quando quiser!
Temple Announcement Portland Maine Temple Announced at a Stake Christmas Devotional, live reaction from members Allen D. Haynie read a letter by the first presidency “in a recent meeting of the First Presidency of the Church, a decision was made that, when directed by the First Presidency, the announcement of the construction of a new temple should be made on location by a member of the Quorum of the Twelve Apostles or a member of an Area Presidency.” “such an announcement by a member of an Area Presidency has never occurred before. Tonight will be the first.” 383rd announced temple Three Stakes in Maine (Portland, Augusta, Bangor) First Temple in Maine 6 states left without a temple Currently a two hour drive to Belmont MA Devotional held at a meetinghouse in North Yarmouth – Temple Site? Temple Dedications and Open House Announced Davao Philippines Temple Media day on March 23, 2026 Open House: March 26th to April 10th Dedication: May 3, 2026 presided by Dale Renlund Bacolod Philippines Temple Media day on April 13, 2026 Open House: April 16th to May 2 Dedication May 31, 2026 presided by Neil Andersen Temple Groundbreaking announced João Pessoa Brazil Temple To be held January 24, 2026 Presided by Joni L. Koch Temple Rendering Released Jakarta Indonesia Temple Multi-story (4?), 50,000 sq. ft. temple White stone topped with a central spire surrounded by 4 smaller spires Similar pattern to the Bangkok Thailand and Bengaluru India Temple designs Plus ancillary building with meetinghouse, patron housing, and arrival facilities. Located across the street from the T Tower, the SMESCO Indonesia Exhibition Hall, and Pancoran Bank rail station. The UN now considers Jakarta as the world’s most populous city Temple Renamed Sunnyvale California Temple San Jose California Temple remamed Located on meetinghouse site in Sunnyvale Unclear impetus behind the change New Temple Matrons and Presidents Called Phnom Penh Cambodia Temple Sovan Chan and Sophon Sam of the Mean Chey 1st Ward Former district president Ephraim Utah Temple Michelle and Thomas Bailey of the Ephraim 8th Ward Former mission leaders in Nebraska Omaha Mission Temple Construction Updates Fairview Texas Temple Plans submitted to the to Texas Department of Licensing and Regulation Estimated cost of $9,359,081 Church confirms preliminary site work and thanks the cooperation of the town of Fairview with the permitting on the project. Heber Valley Utah Temple Utah Supreme Court hears oral arguments about the temple construction A Church lawyer says the church is willing to risk the chance that the temple construction would need to be demolished: “Buildings get torn down all the time.” Residents asked to put forward a $10K bond but church responded that stalling the project for 12 months would cost the church $7.8M or $11.4M for 18 months delays Freetown Sierra Leone Temple Community event held to share information about the future temple Attended by Elder Kenneth Pambu, Area Seventy Gift presented to community chief who is supporting community during construction Londrina Brazil Temple Local Stake President interviewed by publication Folha de Londrina Lethbridge Alberta Temple Temporary visitors center trailer opens at construction site Coeur d’Alene Idaho Temple Coeur d’Alene City Council changes zoning on the temple site from “Urban Townhomes” to “Religious Assembly.” West Jordan Utah Temple Preliminary earthwork on site underway Ephraim Utah Temple Moving furniture into the temple Grand Rapids Michigan Temple Local TV station notes 1 year anniversary of groundbreaking Cleveland Ohio Temple Landscape work finishes up at temple site Still no cupula installed! Year in Review 9 Dedications 1 Rededication 20 groundbreakings 16 announcements 2026 7 scheduled dedications 15-20 additional dedications? San Diego Rededication Maybe Anchorage? The post Portland Maine Temple is the First of Many Non-General Conference Temples – Temple Ticker – 997 appeared first on The Cultural Hall Podcast.