POPULARITY
Categories
Saudações pessoas! Fazia tempo que o professor e pesquisador de relações internacionais Acácio Augusto, da Universidade Federal de São Paulo e uma das cabeças do LASInTec - Laboratório de Análise em Segurança Internacional e Tecnologias de Monitoramento, não aparecia por aqui para destilar suas análises sempre afiadas e pertinentes. Nosso papo começa e termina a respeito da noção de terrorismo sendo usada pela geopolítica biruta de Trump e sua corte como método da ideia de tentacularizar de modo explícito e inédito seu poder político.Imperialismo? Ou novo produto? No meio disso, a conversa navega por um emaranhado incrível de conceitos laterais que complementam a questão e vão abrindo novas janelas. Deixa o homem falar! Taca play! Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre os caminhos da cannabis medicinal no Brasil. Abordamos os avanços e desafios da maconha medicinal no Brasil, discutindo o que a ciência já comprova sobre o uso terapêutico da cannabis em condições como epilepsia, dores crônicas, ansiedade, Alzheimer e Parkinson. Falamos também sobre a importância de ampliar o acesso aos tratamentos e fortalecer a produção científica nacional sobre o tema.O entrevistado é o professor de Farmacologia Clínica da Medicina e coordenador do Laboratório de Cannabis Medicinal e Ciência Psicodélica da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Francisney Nascimento. O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
No primeiro episódio da quarta temporada, conversamos com a professora Maria do Livramento Miranda Clementino, uma das maiores referências em desenvolvimento regional e urbano no Brasil. Professora titular da UFRN, coordenadora do INCT Labplan e integrante do Núcleo Avançado de Políticas Públicas, ela combina uma sólida trajetória na Economia e nas Ciências Sociais para decifrar a complexidade das nossas cidades e regiões.Neste papo, a professora Maria do Livramento compartilha suas histórias de trajetória e nos mostra como passado e futuro se encontram no mesmo lugar: na construção do aqui e agora. Venha ouvir!Ouça mais um episódio do Seda de Buriti e aproveite para seguir a gente no Instagram: @sedadeburitiMande um e-mail com sugestões, dúvidas ou críticas: gedanufabc@gmail.comO Seda de Buriti é um oferecimento do Grupos de Estudos em Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (GEDAN-UFABC)Apresentação: Beatriz MiotoProdução: Beatriz Tamaso Mioto e HenriqueEdição de áudio: Elton Conceição dos Santos e HenriqueIdentidade visual: Kelly AzevedoCapa: Elton Conceição dos SantosTrilha sonora: Paulo Tamaso MiotoMúsica: Sá & Guarabyra - SobradinhoO podcast Seda de Buriti agradece o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), do Bacharelado em Planejamento Territorial da UFABC, do Laboratório de Estudos e Projetos Urbanos e Regionais (LEPUR - UFABC) e do Laboratório de Planejamento Urbano e Regional - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT - Labplan / UFRN).
No segundo episódio da quarta temporada, conversamos com o professor Francisco de Assis Costa, carinhosamente conhecido como Chiquito, uma das maiores referências em economia agrária e desenvolvimento sustentável na Amazônia. Professor titular da UFPA e vinculado ao Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), ele construiu uma sólida trajetória internacional — com passagens pela Freie Universität Berlin e pela Oxford University — dedicada a compreender as complexas relações entre economia, sociedade e sustentabilidade ambiental.Neste papo, o professor Chiquito compartilha suas vivências e reflexões sobre o papel do desenvolvimento na região amazônica, mostrando como o conhecimento local e a pesquisa de ponta caminham juntos para desenhar novas possibilidades de futuro. Venha ouvir!Ouça mais um episódio do Seda de Buriti e aproveite para seguir a gente no Instagram: @sedadeburitiMande um e-mail com sugestões, dúvidas ou críticas: gedanufabc@gmail.comO Seda de Buriti é um oferecimento do Grupos de Estudos em Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (GEDAN-UFABC)Apresentação: Beatriz MiotoProdução: Beatriz Tamaso Mioto e HenriqueEdição de áudio: Elton Conceição dos Santos e HenriqueIdentidade visual: Kelly AzevedoCapa: Elton Conceição dos SantosTrilha sonora: Paulo Tamaso MiotoMúsica: Yamandu Costa - Feira de MangaioO podcast Seda de Buriti agradece o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), do Bacharelado em Planejamento Territorial da UFABC, do Laboratório de Estudos e Projetos Urbanos e Regionais (LEPUR - UFABC) e do Laboratório de Planejamento Urbano e Regional - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT - Labplan / UFRN).
João Arthur Brunet Monteiro é Professor Associado do Departamento de Sistemas e Computação da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), doutor em Ciência da Computação, com estágio sanduíche na University of British Columbia e passagem pela Microsoft Research. Atua em Engenharia de Software Experimental, com foco no uso de inteligência artificial e modelos de linguagem para apoiar atividades de desenvolvimento, testes, manutenção e análise do comportamento de desenvolvedores. Possui mais de dez anos de experiência na coordenação e liderança técnica de projetos de PDI em parceria com empresas e órgãos públicos como Nubank, IBM, Dell, HP e Polícia Federal, resultando em soluções efetivamente implantadas em ambientes produtivos. É coordenador do SPLab/UFCG, já exerceu a coordenação do Curso de Ciência da Computação e tem forte atuação na formação de recursos humanos e transferência de tecnologia universidade-indústria.Transmitido ao vivo no YouTube em https://youtube.com/live/I9-jRNyLudQ.Saiba mais sobre o SE4FP em https://se4fp.github.io/2026/
O podcast “Ressonâncias” nasce do encontro entre a literatura e a experiência individual de leitura. A proposta do programa é simples: ler um livro e compartilhar o que ficou nos pensamentos após a última página. Na segunda temporada o Ressonâncias fez algo diferente. Nessa temporada especial, intitulada de “Ressonâncias Entrevistas”, o podcast trouxe escritoras regionais para falar sobre suas obras, carreira, e muito mais!Neste quarto episódio, disponível em todos os tocadores de áudio pelo canal do UniforCast, a convidada é Glória Diógenes, licenciada em Ciências Sociais e Mestre e Doutora em Sociologia, todos pela Universidade Federal do Ceará (UFC), além de estágio pós-doutoral no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa, realizado em 2013. É Professora Titular da Universidade Federal do Ceará, onde também foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia, e atua como bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq.
As histórias em quadrinhos não fazem parte apenas do entretenimento ou da cultura pop. Elas também dialogam com o jornalismo de diferentes maneiras. De um lado, existe o jornalismo em quadrinhos, que utiliza a linguagem das HQs para narrar fatos jornalísticos por meio da combinação entre texto e imagem. De outro, há o jornalismo sobre quadrinhos, voltando para a cobertura do universo das HQs, como lançamentos, autores, eventos e o mercado editorial. Neste Podcast Informativo, explicamos como essas duas áreas se conectam e como elas contribuem para ampliar as formas de contar histórias e produzir informação.Acesse nosso site ou Spotify e confira!Ficha TécnicaProdução:Manuela ResendeEdição de Texto: Elis CristinaEdição de áudio e sonoplastia:Luis Otávio Xavier
A justiça informacional no Brasil é um conceito que busca garantir o acesso equitativo, a participação e o reconhecimento na produção do conhecimento. Para entendermos melhor o termo e suas principais implicações, entrevistamos Thais Siqueira, mestre em Ciências da Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Conversamos sobre o padrão de desinformação direcionado a essas comunidades e a influência das big techs no consumo de notícias e checagem dos fatos.Reportagem: Leticia LourençoEdição: Thiago Kropf
Spotfy e youtubeEu sempre achei muito curioso o uso das palavras comuns para alimentação e sexo: apetite, desejo, prazer, vontade… duas coisas que parecem diferentes, mas tão iguais. E a semelhança começa pelo corpo. Afinal, transamos com o corpo, comemos com o corpo… Mas e aí, como fica o prazer quando não existe uma relação legal com esse corpo. Como criar intimidade - consigo ou com outra pessoa - se não há intimidade, conforto e paz com o próprio corpo? Pra entender essa e outras questões, eu chamei a Luiza para falar comigo. Tire as crianças da sala e vem nesse papo sobre intimidade, prazer, sexo, corpo e muito mais!Luiza Ferrario Genez é Psicóloga formada pela Universidade Federal do Paraná, Pós Graduada em Sexologia e Saúde, pós Graduanda na especialização em transtornos alimentares, obesidade e cirurgia bariátrica, com formação em terapia cognitiva Sexual e formações complementares no campo da insatisfação corporal. Luiza atua especialmente para o atendimento de mulheres com queixas na sexualidade e alimentação@psiluizaferrarioO Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube: www.ccafe.com.br. E tem cupom de desconto: CALORIAS10Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/Música: Modern Jazz" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
O presidente Lula assinou decretos que ampliam a fiscalização sobre grandes empresas de tecnologia, mas o avanço da Inteligência Artificial generativa impõe desafios. Durante o evento promovido pela Associação de Jornalismo Digital (Ajor), ouvimos Natalia Viana, diretora executiva da Agência Pública, Cecília Olliveira, do site The Intercept Brasil, Juliana Dal Piva, colunista do UOL, e Fabiana Moraes, professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sobre as dificuldades de fiscalizar plataformas em um ano eleitoral.Reportagem: Luiza Reis e Julie DrumondEdição: Thiago Kropf
FASHION VOCAB TALKS - lista de espera: https://www.modanamochila.com/fashionvocabtalksA carioca Gisele Nepomuceno é professora de moda em Portugal, doutoranda em design de moda pela Universidade da Beira Interior e mestre em moda pela Universidade Federal de Juiz de Fora. No episódio de hoje, ela contou para os mochileiros como fez para furar a bolha do mundo acadêmico na moda na Europa.convidada: https://www.instagram.com/giselenepomucenorj/ https://www.linkedin.com/in/gisele-nepomuceno-b0334424/ newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/
No Isso também é Ciência de hoje vamos entender as relações possíveis entre a memória, tradição, artes cênicas e os povos indígenas no Brasil. Através da pesquisa “Pataxó em cena: flechas contracoloniais no palco da invasão Pindorama”, Isabela de Paula Gomes, mestra em Artes Cênicas pela Ufop, investiga o diálogo entre o teatro e o povo Pataxó do sul da Bahia, através da oficina “Pataxó em Cena” (2024). Saiba mais sobre a pesquisa no episódio de hoje.Ficha TécnicaProdução: Isabela Vilela e Lauana CarvalhoEdição de Texto: Isabela VilelaEdição de áudio e sonoplastia: Luís Otávio Xavier
O que significa pensar a saúde da população LGBTQIAPN+ quando falamos de um grupo tão diverso? Embora as experiências sejam diferentes, o acesso à saúde, à prevenção de doenças e à qualidade de vida ao longo dos anos deveria ser compartilhado por todos, como explica o convidado deste episódio, o o infectologista Vinícius Borges, conhecido nas redes sociais como Doutor Maravilha, que orienta e atende especialmente essa população.Vinícius Borges é médico infectologista com formação pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e que pesquisa especialmente saúde e envelhecimento LGBT. Na conversa com Gama, o especialista fala sobre o estigma relacionado ao HIV, que ainda persiste quase 45 anos após os primeiros casos registrados.Trata ainda de envelhecimento da população LGBT, e da importância de construir redes de apoio para essa fase da vida, explica os benefícios da PrEP, a Profilaxia Pré-Exposição, associada à queda consecutiva dos novos casos de HIV na cidade de São Paulo ao longo de quase uma década.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Pesquisadores do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) desenvolveram um portal com Inteligência Artificial (IA) para auxiliar a Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) no combate à violência e maus-tratos contra a pessoa idosa. A ferramenta foi desenvolvida por estudantes e pesquisadores da instituição para modernizar a gestão de denúncias e ampliar o acesso da população a informações de proteção e prevenção.O trabalho teve início em setembro de 2025 e segue até agosto deste ano, envolvendo cinco estudantes dos cursos de Bacharelado em Sistemas de Informação e Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio. O projeto é coordenado pela professora Marta Amorim e foi desenvolvido em parceria com a Polícia Civil do Espírito Santo. Em entrevista à CBN Vitória, a professora, Mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e Doutora em Engenharia Elétrica, fala sobre o assunto. Acompanhe!
Nesta quinta, 11 de junho, a cidade de Mariana recebeu a visita oficial do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para uma série de anúncios e entregas com foco no fortalecimento da saúde pública nos municípios atingidos pela barragem de fundão, incluindo a assinatura do ato de liberação de recursos do Ministério da Saúde para a construção do Hospital Universitário da UFOP . O evento, realizado no centro de convenções de Mariana, reuniu prefeitos, vereadores, deputados e outras autoridades da região No plantão Rádio UFOP, você confere a cobertura com todos os detalhes, com o repórter Wasington Reis. Ouça agora!Ficha Técnica:Produção: Elis Cristina, Isabela Vilela, Lucas Porfirio e Wasigton ReisEdição de Texto: Isabela VilelaEdição de áudio e sonoplastia: Elis Cristina
Nesta quinta, 11 de junho, a cidade de Mariana recebeu a visita oficial do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para uma série de anúncios e entregas com foco no fortalecimento da saúde pública nos municípios atingidos pela barragem de fundão, incluindo a assinatura do ato de liberação de recursos do Ministério da Saúde para a construção do Hospital Universitário da UFOP . O evento, realizado no centro de convenções de Mariana, reuniu prefeitos, vereadores, deputados e outras autoridades da região No plantão Rádio UFOP, você confere a cobertura com todos os detalhes, com o repórter Wasington Reis. Ouça agora!Ficha Técnica:Produção: Elis Cristina, Isabela Vilela, Lucas Porfirio e Wasigton ReisEdição de Texto: Isabela Vilela Edição de áudio e sonoplastia: Elis Cristina
Nesta quinta, 11 de junho, a cidade de Mariana recebeu a visita oficial do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para uma série de anúncios e entregas com foco no fortalecimento da saúde pública nos municípios atingidos pela barragem de fundão, incluindo a assinatura do ato de liberação de recursos do Ministério da Saúde para a construção do Hospital Universitário da UFOP . O evento, realizado no centro de convenções de Mariana, reuniu prefeitos, vereadores, deputados e outras autoridades da região No plantão Rádio UFOP, você confere a cobertura com todos os detalhes, com o repórter Wasington Reis. Ouça agora!Ficha Técnica:Produção: Elis Cristina, Isabela Vilela, Lucas Porfirio e Wasigton ReisEdição de Texto: Isabela Vilela Edição de áudio e sonoplastia: Elis Cristina
Estamos ON! ou seria OFF? Nesse episódio o foco é outro, um bate-papo descontraído sobre a vida universitária, experiências pessoais, desafios, expectativas e tudo aquilo que acontece nos bastidores da ciência. Os estudantes João Paulo Mantovan, Ivan Sakata, Igor Felipe Andrade da Conceição e Gabriel Rocha Berbel, da Universidade Federal do ABC, se reúnem para uma conversa leve e espontânea, mostrando o lado mais humano de quem vive a universidade todos os dias.PhotON#33: CienciOFF - Ao apagar das LuzesParticipantes: João Paulo Mantovan (UFABC), Ivan Sakata (UFABC), Igor Felipe Andrade da Conceição (UFABC) e Gabriel Rocha Berbel (UFABC).Edição de áudio: Ivan Sakata (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Ivan Sakata (UFABC) e João Paulo Mantovan (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.
Por décadas, a cesta básica foi um conceito quase imutável no imaginário brasileiro: um conjunto fixo de arroz, feijão, óleo, café e açúcar, simbolizando o mínimo necessário para a subsistência de uma família. No entanto, com o passar do tempo, e os hábitos de consumo, a diversidade cultural, surge, então, o conceito da nova cesta básica – uma releitura moderna que vai além do combate à fome e busca atender aos anseios por saúde, praticidade e sustentabilidade, refletindo um Brasil mais dinâmico e consciente. Para entender melhor essa questão e como foi pensada a nova cesta básica, entrevistamos a professora da Escola de Nutrição da UFOP, Ariene Silva do Carmo.Acesse nosso site ou spotify e ouça agora!Ficha Técnica:Produção: Maria Caroline CarmoEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Pensar o amanhã possível exige a coragem de nomear o presente pelo que ele é. A professora Edna Castro passou as últimas décadas provando que as respostas para adiar o fim do mundo não virão dos mercados de carbono, mas das racionalidades milenares que o poder colonial tentou apagar. No quinto episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, o LatitudeCast recebe a socióloga Edna Castro, professora emérita da Universidade Federal do Pará (UFPA), doutora pela Escola de Altos Estudos de Ciências Sociais em Paris, com pós-doutorado no Centro Nacional da Pesquisa Científica (CNRS). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo “Utopias Amazônicas: para ser possível amanhã”, um ensaio contundente que desconstrói as narrativas sedutoras do capitalismo verde para propor outras formas de imaginar o futuro a partir do chão da floresta. Conversamos sobre as temporalidades em disputa, o avanço do neoextrativismo 4.0, a captura mercadológica da bioeconomia de escala e a urgência de uma ciência pública e política capaz de decodificar o poder pós-COP30. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que o poder colonial tentou apagar, e que os povos da Amazônia, em sua tecelagem milenar de reexistências, nunca deixaram de habitar.
No quinquagésimo sétimo episódio do Estudos Medievais, recebemos a Profa. Dra. Cláudia Regina Bovo, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, para falar sobre o Cisma de 1054 e as relações entre as cristandades latina e grega na Idade Média. A convidada explica o que é um cisma e por que 1054 é chamado de Cisma do Oriente, detalhando as excomunhões mútuas entre Humberto de Silva Candida e Miguel Cerulários e os debates teológicos do período. Cláudia Bovo discute também qual papel as divergências em torno dos pães ázimos e da questão filioque desempenharam no episódio, além de questionar a influência de conceitos como “cesaropapismo” e avaliar como a historiografia recente tem buscado valorizar as conexões entre as comunidades, não apenas o rompimento.ParticipantesCláudia Regina BovoDiego PereiraMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasBOVO, Cláudia Regina. A circulação epistolar sobre a controvérsia azimista entre cristãos latinos e bizantinos, Historia del Orbis Terrarum, 26, 2021, p. 12-32.CONGAR, Yves. After Nine Hundred Years: The Background Of The Schism Between The Eastern And Western Churches. Nova York: Fordham University Press, 1959.MIATELLO, André. Cismas. Theologica Latinoamericana Enciclopedia Digital. https://teologicalatinoamericana.com/?p=1449PEREIRA, Diego de Souza. À espera de Roma: controvérsia eucarística e papado no século XI. 2024. 120 p. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em História) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2024.RYDER, Judith. Changing perspectives on 1054. Byzantine and Modern Greek Studies, 35 , 1 , 2011 , p. 20 - 37.
Imagine a possibilidade de projetar e construir do zero um carro de corrida na graduação. Com a FEMU (Fórmula Escola de Minas UFOP), isso é possível na UFOP. A Equipe FEMU reúne estudantes de diferentes cursos em um projeto que vai muito além da sala de aula. Conversamos com alguns participantes da equipe e com o professor orientador para entender como tudo funciona, os desafios enfrentados e a importância da FEMU na formação dos estudantes. E tem mais: alunos de qualquer curso da UFOP podem participar do projeto, desde calouros até veteranos que queiram viver essa experiência durante a formação. Confira este Podcast Informativo e entenda como a FEMU transforma teoria em prática! Acesse nosso site ou Spotify e confira!Ficha TécnicaProdução: Manuela ResendeEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Neste episódio, a Rádio UFOP recebe Marcelo Albuquerque, presidente da LAGEC — Liga Acadêmica de Gastroenterologia e Coloproctologia, para um bate-papo sobre o trabalho desenvolvido pela liga dentro da Universidade Federal de Ouro Preto. No programa, Marcelo conta como a liga contribui para a formação acadêmica e para o desenvolvimento científico dos estudantes da UFOP. O programa completo já está disponível na programação da Rádio UFOP e em nossas plataformas digitais. Ficha Técnica: Produção: Wasington Reis Edição de Texto: Patrícia Consciente e Wasington Reis Edição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Secas mais severas, chuvas intensas e ondas de calor podem voltar a ganhar força nos próximos meses, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Em um comunicado, no último dia 2, a agência da ONU informou que os dados mostram que o El Niño, fenômeno que aquece as águas e afeta o clima pelo mundo, deve chegar nos próximos meses e há fortes indícios de que ele seja intenso. O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial central e oriental. Ele faz parte de um ciclo conhecido como Oscilação Sul do El Niño (ENSO), que alterna entre três fases: El Niño, La Niña e neutralidade.No Espírito Santo, conforme explica a professora de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), doutora Kyssyanne Oliveira, a maior consequência direta não é necessariamente uma mudança comprovada no volume total de chuvas, mas sim o aumento expressivo da temperatura, com a atuação do fenômeno podendo ser sentida já a partir de agosto. Além dessa questão voltada às chuvas, outras consequências Brasil e ES: "o aquecimento 'anômalo' é uma grande bacia oceânica, aquecendo a atmosfera, e impactando aqui. Essa atmosfera mais aquecida, falando dos impactos, falamos de temperaturas acima da média, temos dias mais quentes. Entra na questão do agronegócio. Nem todo cultivo, tolera dias mais quentes. Cultivos mais sensíveis, como plantações, tendem a sofrer mais", explica.A professora explica que o Atlântico também é impactado e aí aparece o impacto na pesca. O Atlântico Sul (que vai da latitude de Vitória-ES até o Rio Grande do Sul), tendem a trazer essas temperaturas, acima da média, aquecendo o Atlântico Sul, e isso impacta também na pesca. Em entrevista à CBN Vitória, ela detalha o assunto.
Secas mais severas, chuvas intensas e ondas de calor podem voltar a ganhar força nos próximos meses, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Em um comunicado, no último dia 2, a agência da ONU informou que os dados mostram que o El Niño, fenômeno que aquece as águas e afeta o clima pelo mundo, deve chegar nos próximos meses e há fortes indícios de que ele seja intenso. O El Niño é um fenômeno climático natural caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial central e oriental. Ele faz parte de um ciclo conhecido como Oscilação Sul do El Niño (ENSO), que alterna entre três fases: El Niño, La Niña e neutralidade.No Espírito Santo, conforme explica a professora de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), doutora Kyssyanne Oliveira, a maior consequência direta não é necessariamente uma mudança comprovada no volume total de chuvas, mas sim o aumento expressivo da temperatura, com a atuação do fenômeno podendo ser sentida já a partir de agosto. Além dessa questão voltada às chuvas, outras consequências Brasil e ES: "o aquecimento 'anômalo' é uma grande bacia oceânica, aquecendo a atmosfera, e impactando aqui. Essa atmosfera mais aquecida, falando dos impactos, falamos de temperaturas acima da média, temos dias mais quentes. Entra na questão do agronegócio. Nem todo cultivo, tolera dias mais quentes. Cultivos mais sensíveis, como plantações, tendem a sofrer mais", explica.A professora explica que o Atlântico também é impactado e aí aparece o impacto na pesca. O Atlântico Sul (que vai da latitude de Vitória-ES até o Rio Grande do Sul), tendem a trazer essas temperaturas, acima da média, aquecendo o Atlântico Sul, e isso impacta também na pesca. Em entrevista à CBN Vitória, ela detalha o assunto.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (03): O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro enviou uma carta ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pedindo que o governo americano poupe o Brasil da nova proposta de tarifas sobre importações brasileiras. No documento, Flávio argumenta que o país enfrenta uma grave deterioração fiscal e econômica, citando o aumento da dívida pública, o recorde de inadimplência e dificuldades enfrentadas por empresas. A iniciativa ocorre após o Representante Comercial dos Estados Unidos recomendar a aplicação de tarifas de 25% sobre parte das importações do Brasil. Os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado se encontraram em Belo Horizonte nesta terça-feira (02) e defenderam a união das forças de direita para enfrentar uma eventual tentativa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O encontro marcou a primeira aparição pública conjunta de Flávio e Zema após o ex-governador mineiro criticar o senador em razão do áudio relacionado ao empresário Daniel Vorcaro e ao financiamento do filme “Dark Horse”. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, afirmou que uma eventual Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master serviria para “fazer palanque eleitoral”. Segundo Alcolumbre, diferentes órgãos já conduzem apurações sobre o caso, incluindo a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, a Justiça brasileira, o Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários. O senador argumentou que não vê necessidade de uma nova comissão parlamentar enquanto as investigações seguem em andamento pelos órgãos competentes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que espera uma nova conversa com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para discutir a proposta de tarifas de 25% anunciada pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros. Durante a inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de Catalão, em Goiás, Lula declarou que aguarda um telefonema de Trump para explicar o que aconteceu após o prazo de 30 dias concedido para negociações entre ministros dos dois países. O presidente brasileiro também lembrou que Trump já havia mencionado uma boa relação entre ambos e afirmou que os dois líderes ainda têm conversas pendentes diante do novo impasse comercial entre Brasil e Estados Unidos. O julgamento da morte de Henry Borel chega ao décimo dia com expectativa de que a sentença seja anunciada ainda nesta quarta-feira (3). Os debates entre acusação e defesa, que podem durar até nove horas, ocorrem após o depoimento de 22 testemunhas e o interrogatório dos dois réus. O caso já se tornou o julgamento mais longo realizado no Rio de Janeiro desde a reforma do Código de Processo Penal de 2008. Durante seu depoimento, Monique Medeiros afirmou suspeitar que tenha sido dopada no dia da morte do filho, em março de 2021. Monique e Jairo Souza Santos Júnior são réus no processo. Segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Jairinho torturava o enteado e Monique teria sido omissa na proteção da criança. O Partido Liberal já trabalha com a possibilidade de desgaste político para o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro diante da provável aplicação de novas tarifas comerciais dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo informações de bastidores, o partido realizou diversas reuniões envolvendo equipes de comunicação e articulação política para avaliar uma estratégia de reação ao cenário. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A Amazônia já foi chamada de inferno verde, de paraíso perdido, de fronteiras do capital, de pulmão do mundo, de vazio demográfico. Cada nome é uma política, cada imagem é um projeto. E por trás de cada projeto, há sempre a mesma pergunta: Quem tem o direito de narrar a Amazônia? No quarto episódio da série Utopias Amazônicas, o LatitudeCast recebe o professor Saint-Clair Cordeiro da Trindade Júnior, professor titular do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará (NAEA/UFPA). A partir de seu artigo "Tecendo compreensões e vislumbrando outros horizontes: a Amazônia no pensamento geográfico brasileiro", o pesquisador analisa o legado de grandes mestres da geografia — como Milton Santos, Aziz Ab'Saber e Carlos Walter Porto Gonçalves — para discutir como as ferramentas da geografia crítica ajudam a desconstruir os discursos de dominação e a projetar novos horizontes possíveis para a região. Na entrevista, o professor debate temas urgentes como o mercado de terras como motor do desmatamento, a força do lugar e as contraracionalidades presentes no urbanismo de cidades como Afuá (PA) e Puerto Nariño (Colômbia).
No episódio #247 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o professor Renan Porto sobre sua trajetória intelectual e sobre o livro Nas Brechas dos Futuros Cancelados: do Pesadelo Ciborgue à Queda do Céu. Da experiência de crescer em uma comunidade produtora de cacau no sul da Bahia às reflexões sobre cosmologias indígenas, Guimarães Rosa, justiça, ecologia e transformação social, a conversa explora caminhos para pensar o presente para além das promessas esgotadas da modernidade. Uma reflexão sobre território, memória, imaginação e as brechas pelas quais outros futuros ainda podem emergir. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #248 – Cosmopoética da Justiça, com Renan Porto apareceu primeiro em filosofia pop.
Debate da Super Manhã: Ondas de calor mais intensas, chuvas extremas, secas prolongadas e eventos climáticos cada vez mais frequentes. As mudanças climáticas geram prejuízos ambientais, sociais e financeiros, influenciando diretamente o cotidiano das pessoas e exigindo ações coletivas e individuais para a construção de um futuro mais resiliente e sustentável. No debate desta segunda-feira (01), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com nossos convidados sobre a crise climática no Brasil e no mundo, os principais desastres naturais, a urgência da preservação ambiental e da ação governamental, além dos eventos climáticos extremos e suas consequências sociais. Participam o Participam o doutor em Geografia e professor de Climatologia do Curso de Mestrado em Ensino de Ciências Ambientais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Lucivânio Jatobá; o geógrafo, professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Osvaldo Girão; e a pesquisadora de Gestão Ambiental e professora da pós-graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir.
No terceiro episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos o professor Fernando Michelotti, doutor em Planejamento Urbano e Regional e docente da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), em Marabá, onde atua no Instituto de Estudos de Desenvolvimento Agrário e Regional. É também pesquisador das dinâmicas territoriais e dos conflitos agrários na Amazônia e coautor do livro Horizontes Amazônicos: Para Repensar o Brasil e o Mundo. No livro Utopias Amazônicas, o professor assina o artigo Agroecologia Amazônida: Conectando o Passado e o Futuro, um ensaio que subverte as visões dualísticas sobre a floresta e propõe a agroecologia não como mera técnica de plantio, mas como um paradigma produtivo e político de reexistência. Conversamos sobre a floresta antropogênica, o conceito de campesinato amazônico, a fratura metabólica do capital, o potencial alimentar da castanheira diante do latifúndio e as alianças de resistência que unificam o chão da floresta. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e para o qual precisamos caminhar.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Youtuber, graduado em Cinema e Vídeo, Mestre em Ciências da Linguagem e Doutor em Literatura, Alexandre Linck. Só vem! >> OUÇA (83min 34s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Alexandre Linck Vargas tem experiência na área de Literatura e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Teoria Literária, Filosofia da Arte, Estética, Teorias da Imagem, Crítica Cultural, Roteiro de Cinema e TV e História em Quadrinhos. Graduou-se em 2004 no curso de Comunicação Social - Cinema e Vídeo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Ingressou em 2005 no Mestrado em Ciências da Linguagem - também na Unisul -, concluindo em 2007, com a dissertação "A morte do homem no morcego". Em 2010, ingressou no Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluindo em 2015 com a tese "A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta". Atualmente é professor do PPGCL - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, onde leciona a disciplina de Estética, e dos cursos de Letras (teoria literária) e Cinema (teoria, história e roteiro cinematográfico), todos da Unisul. Alexandre é editor da revista Memorare, líder do grupo de pesquisa "Estudos em artes" (GRUAS)", e membro da RING (Red de Investigadoras e Investigadores de Narrativa Gráfica en Latinoamérica). Destaque também para o trabalho de cineasta nos curtas-metragens OCULTO (2003), RELIGARE (2005), DEUSES DE MENTIRA (2009), e o site/canal sobre histórias em quadrinhos, QUADRINHOS NA SARJETA (2011-atual). Lattes: http://lattes.cnpq.br/6080748048889215 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Este é nosso epísódio 247, nele ecebemos o professor Philippe Cupertino para uma conversa sobre os povos ciganos, identidade, racismo, resistencia e luta por justiça . Phillipe Cupertino Salloum e Silva é professor Adjunto de Teoria Geral do Processo e Direito Processual Civil, Coordenador do Curso de Graduação em Direito (2022-2026) e docente permanente do Mestrado em Direito da Universidade Federal de Jataí. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde integra o grupo de pesquisa “Luta por direitos e justiça e práticas estatais: uma perspectiva etnográfica”. Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba (2015). Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (2013). Atuação em coordenação e parceria com projetos de assessoria jurídica universitária popular, com foco em povos e comunidades tradicionais. Secretário de Articulação Política do Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais – IPDMS (2023-2025). Experiência com pesquisas empíricas com abordagem etnográfica intercalando Antropologia, Direitos Humanos e os estudos sobre as instituições jurídicas e o Estado. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #247 – Ciganos, com Phillipe Cupertino apareceu primeiro em filosofia pop.
20 milhões de brasileiros convivem com asma, uma das doenças respiratórias crônicas mais prevalentes do país, que causa entre 5 e 7 mortes por dia, muitas delas evitáveis se houvesse diagnóstico e acompanhamento adequados. Recentemente foi divulgado um novo protocolo para o tratamento da asma. As mudanças são voltadas principalmente para quem tem asma grave, mas há também orientações importantes sobre o uso de corticoides inalatórios em associação com os broncodilatadores. A asma é uma doença complexa e heterogênea. Mas, com o tratamento adequado, ela pode ser controlada e os pacientes conseguem manter uma boa qualidade de vida. No episódio de hoje, nós vamos abordar essas novas orientações e vamos também tirar dúvidas comuns do dia a dia do paciente com asma. Nosso convidado é o Dr. Álvaro Cruz, pneumologista, professor titular da Universidade Federal da Bahia e presidente da Fundação ProAr, que tem como objetivo expandir o acesso ao diagnóstico e tratamento das doenças respiratórias crônicas como a asma.
Olá, ouvintes do Fronteiras no Tempo! Estamos de volta com mais um episódio do Historicidade. Neste episódio temos a honra de receber o Jeferson Fernando Celos, doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia. Durante a entrevista, a discussão aprofunda-se na forma como o Direito se manifesta na prática, na realidade concreta, e como a luta social, especialmente a luta pela terra e a dos quilombos, serve para atualizar, questionar e confrontar o Direito, alargando seu foco e suas possibilidades. Jefferson aborda a importância de uma consciência crítica da realidade social, um aspecto ético que não nega o ser humano e a técnica jurídica orientada por esses princípios. Este episódio é um convite à reflexão sobre a historicidade do Direito e a persistente luta pela ressignificação dos quilombos, um tema de extrema relevância para compreendermos as dinâmicas sociais e jurídicas do Brasil. Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nosso convidado Jeferson Fernando Celos Jefferson Selos é doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia, mestre em Direito pela Unesp Franca e bacharel em Direito pela mesma instituição. Atualmente, ele atua como advogado no Sindicato dos Professores de São Paulo (APOESP) e é um renomado pesquisador nas áreas de teorias críticas do direito, direitos humanos, movimentos sociais e quilombos. Currículo Lattes e-mail: celos.jeferson@gmail.com Instagram: jefersoncelos Instagram: jfcelos.consultor.juridico Facebook: Jeferson Fernando Celos Produção do Convidado Jefferson Selos nos apresenta seu mais recente trabalho, o livro "Luta pela Ressignificação dos Quilombos: dos primórdios à resistência quilombola, julgamento da ADI 3239". A obra, fruto de sua tese de doutorado, explora a complexa relação entre o Direito e a luta social, com foco na trajetória dos quilombos no Brasil. Indicações de referências sobre o tema abordado Site da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq): https://conaq.org.br GOMES, Rodrigo Portela. Constitucionalismo e quilombos: famílias negras no enfrentamento ao racismo de Estado. 2.ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020. GALLARDO, Helio. Teoria crítica: matriz e possibilidade de direitos humanos. Tradução de Patrícia Fernandes. São Paulo: Editora Unesp, 2014. MACHADO, Antônio Alberto. Teoria do direito, hoje. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2024. MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 2.ed. Brasília: Fundação Palmares; Rio de Janeiro: Or Editor Produtor, 2002. NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. In: RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, p. 117-125, 2007. SÁNCHEZ RUBIO, David. Miradas críticas en torno al derecho y la lucha social: confluências com América Latina. Madrid: Dykinson S.L.: 2023. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos. Locução: Marcelo de Souza Silva, Jeferson Fernando Celos e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 19/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66984&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba; Artes do episódio: C. A.; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Marcelo Beraba Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, ouvintes do Fronteiras no Tempo! Estamos de volta com mais um episódio do Historicidade. Neste episódio temos a honra de receber o Jeferson Fernando Celos, doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia. Durante a entrevista, a discussão aprofunda-se na forma como o Direito se manifesta na prática, na realidade concreta, e como a luta social, especialmente a luta pela terra e a dos quilombos, serve para atualizar, questionar e confrontar o Direito, alargando seu foco e suas possibilidades. Jefferson aborda a importância de uma consciência crítica da realidade social, um aspecto ético que não nega o ser humano e a técnica jurídica orientada por esses princípios. Este episódio é um convite à reflexão sobre a historicidade do Direito e a persistente luta pela ressignificação dos quilombos, um tema de extrema relevância para compreendermos as dinâmicas sociais e jurídicas do Brasil. Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nosso convidado Jeferson Fernando Celos Jefferson Selos é doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia, mestre em Direito pela Unesp Franca e bacharel em Direito pela mesma instituição. Atualmente, ele atua como advogado no Sindicato dos Professores de São Paulo (APOESP) e é um renomado pesquisador nas áreas de teorias críticas do direito, direitos humanos, movimentos sociais e quilombos. Currículo Lattes e-mail: celos.jeferson@gmail.com Instagram: jefersoncelos Instagram: jfcelos.consultor.juridico Facebook: Jeferson Fernando Celos Produção do Convidado Jefferson Selos nos apresenta seu mais recente trabalho, o livro "Luta pela Ressignificação dos Quilombos: dos primórdios à resistência quilombola, julgamento da ADI 3239". A obra, fruto de sua tese de doutorado, explora a complexa relação entre o Direito e a luta social, com foco na trajetória dos quilombos no Brasil. Indicações de referências sobre o tema abordado Site da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq): https://conaq.org.br GOMES, Rodrigo Portela. Constitucionalismo e quilombos: famílias negras no enfrentamento ao racismo de Estado. 2.ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020. GALLARDO, Helio. Teoria crítica: matriz e possibilidade de direitos humanos. Tradução de Patrícia Fernandes. São Paulo: Editora Unesp, 2014. MACHADO, Antônio Alberto. Teoria do direito, hoje. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2024. MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 2.ed. Brasília: Fundação Palmares; Rio de Janeiro: Or Editor Produtor, 2002. NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. In: RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, p. 117-125, 2007. SÁNCHEZ RUBIO, David. Miradas críticas en torno al derecho y la lucha social: confluências com América Latina. Madrid: Dykinson S.L.: 2023. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos. Locução: Marcelo de Souza Silva, Jeferson Fernando Celos e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 19/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66984&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba; Artes do episódio: C. A.; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Marcelo Beraba Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O corpo das mulheres indígenas, quilombolas e negras da Amazônia é o primeiro território de resistência, e a última linha de defesa de um mundo que o capitalismo tenta destruir. No segundo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos a professora Flávia Marinho Lisbôa, doutora em Letras e Estudos Linguísticos pela UFPA, professora adjunta da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, na Faculdade de Educação do Campo, e no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPA. Autora do livro Racismo Linguístico e os Indígenas Gavião na Universidade: língua como linha de força do dispositivo colonial(EDUFBA, 2022). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo Corpo-Utópico: Território e Dimensões de Gênero na Amazônia, um ensaio que parte de Foucault, atravessa a Amazônia Oriental e chega até os corpos concretos de mulheres que estão, hoje, segurando o céu com as próprias mãos. Conversamos sobre corpo-território, heterotopia, racismo linguístico, o protagonismo político das mulheres amazônidas, e a violência colonial que atinge primeiro os corpos que mais resistem. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e onde os povos originários sempre estiveram.
Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast! Neste episódio, Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Rafinha (@rafaverdasca) recebem a professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Andréa Doré, para uma conversa sobre os mapas na/pela/através da história. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Episódio foi editado por: Marcos Sorrilha (@canaldosorrilha) Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro "História em Público", com Bruno Leal, download gratuito: livros.unb.br/index.php/portal/catalog/book/722 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Livro O Jacobinismo e a Revolução Francesa, LF Editorial, preço reduzido: lfeditorial.com.br/produto/o-jacob…nGfGLZOZQ5PaeLh Livro "As Origens dos Estados Unidos", por Marcos Sorrilha: www.amazon.com.br/origens-dos-Esta…o&s=books&sr=1-1
Debate da Super Manhã: Defendida por governos como alternativa para atrair investimentos e acelerar obras, a concessão do metrô enfrenta críticas de especialistas e usuários, que apontam riscos relacionados à tarifa, à qualidade do serviço e às condições de trabalho. No debate desta quinta-feira (14), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os objetivos previstos com a parceria público-privada, o que muda para os passageiros, os impactos sobre os trabalhadores e as últimas atualizações sobre o projeto estadual. Participam a superintendente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) do Recife, Marcela Campos; o secretário-executivo de Parcerias e Projetos Estratégicos no Governo de Pernambuco, Marcelo Bruto; e o engenheiro civil, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), e integrante do Comitê Tecnológico Permanente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE) Maurício Pina.
Ver menos outdoors de hambúrguer levaria você a comer menos carne? Amsterdã se juntou à lista de cidades que proíbem a publicidade de produtos com alto impacto ambiental, como medida de combate ao aquecimento global. A decisão levanta questionamentos sobre a forma mais eficaz de estimular a população a reduzir o consumo desses produtos. A capital dos Países Baixos se tornou a primeira do mundo a banir do espaço público anúncios de carne e combustíveis fósseis, como o petróleo. A medida inclui fabricantes de aviões e companhias aéreas. A lei, apresentada pelos partidos Ecologista e Dos Animais, argumenta que o espaço público deve estar alinhado com os objetivos de Amsterdã de atingir a neutralidade de carbono até 2050 e diminuir pela metade o consumo de carne bovina – altamente emissora de gases de efeito estufa como CO2 e, principalmente, metano. “A reflexão em Amsterdã foi que a publicidade cria um impasse entre o se pede para os consumidores fazerem – ou seja, respeitarem o meio ambiente –, e os sinais contraditórios que elas vêem por todos os lados”, observa o publicitário francês Sylvain Burquier, membro da Convenção Cidadã para o Clima, criado pelo governo da França em 2019 para auxiliar na orientação das políticas ambientais francesas. “No espaço público, tem publicidade de carne e de hamburguer triplo de grandes anunciantes, e ao mesmo tempo as autoridades pedem que as pessoas andem menos de avião. Existe um duplo discurso e podemos evitar isso." Eficiência da medida Na França, a Convenção participou da elaboração de uma lei para proibir as campanhas ligadas ao setor petroleiro, aprovada em 2021, mas cujo decreto ainda não foi publicado pelo presidente Emmanuel Macron. Na Europa, Estocolmo, Edimburgo e Florença estão entre as cidades que já implementaram a medida. Representante do mercado publicitário, Burquier é favorável à regulação dos anúncios, mas não à sua interdição. Ele avalia que o veto é menos eficaz do que mensagens de esclarecimento que podem ser associadas à publicidade. “Fazer pedagogia, com campanhas que promovam formas alternativas de alimentação e desestimulem as pessoas a ficarem comendo coisas que não são muito boas, é o básico. Não tenho certeza de que retirar as bebidas alcoólicas das páginas de publicidade impeça as pessoas de beber, mas talvez as incite menos a beber”, ressalta. “Proibir as campanhas a favor ou contra a carne não terá efeito direto. Mas mensagens sobre a pegada de carbono do produto mostrado podem, sim, levar a uma maior conscientização.” Sem surpresa, o setor agrícola dos Países Baixos se opôs à proibição da publicidade sobre a carne. Já o do turismo alegou que a proibição de menções a voos pode prejudicar a liberdade comercial no país. Carne será o ‘novo cigarro'? Os defensores da medida alegam que ela visa mudar a visão dos consumidores sobre esses produtos e, como consequência, uma mudança de comportamento. Foi assim que o cigarro passou, aos poucos, a deixar de ser associado a benefícios para ter uma imagem negativa. Um em cada cinco adultos era fumante no mundo em 2020 – 27% a menos do que no ano 2000, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Carne e avião poderiam ser o cigarro de amanhã, no universo da publicidade? Os dois casos têm semelhanças, observa Débora Salles, coordenadora-geral do laboratório de pesquisa sobre internet e redes sociais da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab-UFRJ). “Quando a gente pensa o quanto as empresas de cigarro atuaram conjuntamente para impedir que a opinião pública soubesse realmente dos impactos que o cigarro tem na saúde das pessoas, e que essas empresas já sabiam. Teve todo um trabalho do setor como um todo, para atrasar a regulamentação que, de alguma forma, limitasse a propaganda ou patrocínio merchandising”, relembra. “A gente vê isso acontecendo hoje em dia em vários outros setores econômicos que têm impacto socioambiental, como é o caso de mineradoras, de petroleiras, de empresas que muitas vezes sabem o impacto que podem ter ou que já têm nas mudanças climáticas, mas que estão se promovendo, como muitas vezes líderes da transição energética. Sem regulamentar, dificilmente esses setores vão, por conta própria, deixar de fazer publicidade que é problemática.” Combate ao greenwashing No Brasil, o debate sobre regulamentação ainda é incipiente, e tem se concentrado mais no combate às práticas de greenwashing, ou seja, quando as empresas exageram ou mentem sobre os supostos benefícios ambientais de seus produtos. “É interessante que a gente pense que o greenwashing não precisa ser solucionado apenas com a proibição. A gente poderia criar convenções de transparência e formas de auditar o que essa publicidade diz que faz, que a empresa faz”, avalia a pesquisadora. “Quando você tem um anúncio dizendo que esse carro é socialmente sustentável porque ele é elétrico, por exemplo, a gente precisa poder verificar esse argumento. Hoje em dia, isso não é possível”, adverte. O Instituto Akatu atua na promoção de boas práticas socioambientais e no aumento da transparência das cadeias produtivas – uma via que, na visão do diretor da entidade, Lúcio Vicente, é mais eficaz do que a simples proibição da publicidade. “É possível utilizar essa mesma publicidade para conseguir dar transparência sobre como os produtos são produzidos. Quais os impactos que eles têm para a vida das pessoas? Quais os impactos que eles têm para as questões socioambientais, econômicas?”, questiona. “O elemento regulatório tem que começar a exigir das empresas o processo de rastreabilidade. O processo de onde são feitos, como são feitos, porque todo o sistema produtivo tem boas e más práticas. O consumidor que tem mais detalhes dos sistemas produtivos pode fazer melhores escolhas e, consequentemente, impactar menos as questões de meio ambiente.” Vicente salienta ainda o papel das redes sociais neste contexto. “Uma celebridade que poste um vídeo sobre determinado tipo de consumo vai influenciar tanto quanto a publicidade. A gente vai fazer o quê? Proibir?”, alerta.
Por que estamos caminhando para um judiciário cada vez mais punitivista? Por que o embate entre o Código de Processo Penal - um texto de inspiração fascista - e a Constituição Federal simbolizam essa tendência autoritária? O que a Operação Lava-Jato tem a ver com tudo isso?Episódios relacionados36: Duas vezes cadeia86: A Vaza-Jato e o mea culpa da imprensa110: Você é livre para ser livre?Entrevistada do episódioMaíra Cardoso ZapaterÉ coordenadora e professora de direito da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutora em direitos humanos, especialista em direito penal e processual penal. É formada também em Ciência Sociais.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Bryce Henson joins the pod to discuss his book Emergent Quilombos: Black Life and Hip Hop in Brazil (University of Texas Press, 2023). Drawing on ethnographic research in Salvador da Bahia, Henson explores Brazilian hip hop as a diasporic cultural and political movement rooted in Black radical traditions, anti-racist struggle, and collective community formation. Throughout the conversation, the group discusses the historical significance of quilombos in Brazil, the relationship between Blackness and political struggle, the role of hip hop as a form of "quilombismo," and the intersections of race, class, gender, and diaspora in contemporary Brazil. Bryce Henson is Associate Professor in the Department of Communication and Journalism at Texas A&M University, with affiliations in Africana Studies and the Race and Ethnic Studies Institute. He is also an affiliated researcher with the Pós-Afro Program at the Universidade Federal da Bahia and serves as Associate Editor for Transforming Anthropology. Emergent Quilombos: Black Life and Hip Hop in Brazil can be purchased here: https://utpress.utexas.edu/9781477327986/ Spotify Playlist Curated by Bryce Henson: https://open.spotify.com/playlist/3KnR3IBULZ9aAesr8pY3Ov?si=wp_fX5SwSnigAXai5nWT6Q Subscribe to Latin American Perspectives A journal for discussion and debate on the political economy of capitalism, imperialism, and socialism in the Americas. https://latinamericanperspectives.com/
Debate da Super Manhã: Em períodos eleitorais, as pesquisas de intenção de voto ganham espaço no debate público, influenciam estratégias de campanha e movimentam discussões nas redes sociais. Mas, em meio à avalanche de números e gráficos, muitos eleitores ainda têm dúvidas sobre como esses levantamentos são realizados e até que ponto eles merecem confiança. No debate desta segunda-feira (11), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados para explicar como são feitas as pesquisas eleitorais, qual a importância desses estudos, como funciona a credibilidade dos resultados e quais são os principais questionamentos sobre essas consultas, incluindo possíveis erros, distorções e verdades. Participam o doutor em Direito, especialista em Neoconstitucionalismo e Políticas Internacionais de Integração, professor de Direito do Centro Universitário Tiradentes (Unit), Álvaro de Oliveira Azevedo Neto; o cientista político e advogado especialista em Direito Eleitoral, Felipe Ferreira Lima; o cientista político e diretor do Instituto de Pesquisas NCP Inteligência, Fernando Neves; e o doutor em Estatística pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pela PUC do Chile, e professor da Universidade Federal de Campina Grande (UFPB), Jerfson Bruno.
Lutz veste Insider
No episódio 246 do Filosofia Pop, recebemos o jurista Lenio Streck para uma conversa sobre filosofia no direito, a importância da hermenêutica jurídica e os riscos do decisionismo. A conversa aborda os limites da interpretação, o papel crítico da doutrina e a necessidade de fundamentação teórica para fortalecer práticas jurídicas mais democráticas. Palavras-chave: Este episódio também marca os 11 anos do podcast. Ao final, você ouve a canção “Não Cabem em uma Kombi”, do acervo de Pedro Ivo, do canal Ateu Informa. Aproveitamos para indicar também o canal Esquerda Goiana, Uai!, de Murilo Ferraz e Analu Oliveira, além do curta-metragem Você Não Vai Me Entender, lançado por Murilo em novembro passado. Lenio Luiz Streck, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pós-doutor pela Universidade de Lisboa. Professor titular do Programa de Pós-Graduação em Direito (Mestrado e Doutorado) da UNISINOS, na área de concentração em Direito Público. Professor permanente e pesquisador da UNESA-RJ, Professor visitante da Universidade Javeriana – CO. 3 Jurista mais citado na América Latina e 4 nos países do BRICS – conforme Índice Científico Alper-Döğer) (AD). Membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDConst. Presidente de Honra do Instituto de Hermenêutica Jurídica IHJ (RS-MG). Membro da comissão permanente de Direito Constitucional do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB, do Observatório da Jurisdição Constitucional do Instituto Brasiliense de Direito Público – IDP, da Revista Direitos Fundamentais e Justiça, da Revista Novos Estudos Jurídicos, entre outros. Coordenador do DASEIN Núcleo de Estudos Hermenêuticos. Ex-Procurador de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Autor, entre outras obras, de Jurisdição Constitucional e Decisão Jurídica (6. ed.); Hermenêutica Jurídica e(m) Crise (11. ed.); Verdade e Consenso (6. ed.), Dicionário de Hermenêutica, 2a. edição, além dos livros, em espanhol: Verdad y Consenso, Hermenéutica y Decisión Judicial, e Hermenéutica Jurídica: estudios de teoría del derecho, Dicionario de Hermenéutica, Lla llamada conciencia de los jueces. Tem experiência na área do Direito, com ênfase em Direito Constitucional, Hermenêutica Jurídica e Filosofia do Direito.Vem lecionando disciplinas de direito em cursos de pós-graduação lato sensu EAD desde 2017: Pós Graduação UNISC EAD, da Universidade de Santa Cruz do Sul, 2018; Direito Eleitoral EAD, da Fundação Escola do Ministério Público, Porto Alegre/RS), 2017; Curso de Pós-Graduação em Direito Constitucional EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2018-2019; e Curso de Pós-Graduação em Direito e Processo Penal EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2019 (a lecionar). Temas tratados na entrevista (em tópicos) Diferença entre “filosofia no direito” e “filosofia do direito”Defesa da ideia de que a filosofia não deve ser mero ornamento externo ao campo jurídico, mas condição de possibilidade para compreender conceitos, práticas e decisões jurídicas. A filosofia como modo de ser no mundoInfluência de Martin Heidegger: a filosofia aparece como forma de existência e de compreensão prévia do mundo, não apenas disciplina acadêmica. Linguagem, nomes e realidadeDebate sobre como se dão nome às coisas, relação entre palavras e mundo, usando referências como Crátilo e Vidas Secas. Crítica ao positivismo jurídico e ao cientificismoDiscussão sobre o século XIX, quando a filosofia teria sido afastada como “metafísica”, deixando o direito empobrecido teoricamente. Contradições filosóficas nas decisões judiciaisExemplo de juízes que invocam ao mesmo tempo “livre convencimento” (subjetivismo) e “verdade real” (objetivismo), misturando paradigmas incompatíveis. Crítica ao decisionismo judicial brasileiroRejeição da ideia de que “direito é aquilo que os tribunais dizem que é”, vista como destruição da autonomia do direito. Hermenêutica jurídica e limites da interpretaçãoDefesa de limites interpretativos contra arbitrariedades e superinterpretações. A interpretação jurídica deve ser constrangida por tradição, linguagem e institucionalidade. Conceito de “constrangimento epistemológico”Tese de Lenio Streck de que a doutrina e a teoria jurídica devem limitar interpretações arbitrárias e impor padrões racionais ao direito. Direito e literaturaA literatura como fonte privilegiada para compreender dilemas jurídicos e políticos. Exemplos usados: Orestéia, As Viagens de Gulliver, William Shakespeare. Superinterpretação e relativismoDiscussão do debate entre Umberto Eco e Richard Rorty sobre limites da interpretação e riscos do relativismo. Crítica à cultura digital e redes sociaisReflexão sobre banalização do conhecimento, culto à superficialidade e perda da vergonha pública na era das redes. Inteligência artificial e atalhos cognitivosPreocupação com IA como instrumento de simplificação excessiva, respostas prontas e fuga da angústia do pensamento. Hierarquia, autoridade e educaçãoDebate sobre a importância de hierarquias legítimas na formação intelectual e no aprendizado, contrapondo-se ao igualitarismo simplificador. Filosofia brasileira e reconhecimento de Ernildo SteinStreck aponta Ernildo Stein como o filósofo brasileiro que mais o impressionou. Filósofos preferidosDeclara preferência por Hans-Georg Gadamer, com forte referência também a Heidegger. Referências citadas na entrevista Filósofos / Teóricos Martin Heidegger Hans-Georg Gadamer Ernildo Stein Richard Rorty Umberto Eco Charles Sanders Peirce William James Ludwig Wittgenstein (implícito no tema linguagem privada) Søren Kierkegaard Gaston Bachelard Thomas Hobbes William of Ockham Marcílio de Pádua Dante Alighieri Obras literárias / Livros Crátilo Vidas Secas As Viagens de Gulliver Dom Casmurro O Nome da Rosa O Pêndulo de Foucault O Pato Selvagem A Festa da Insignificância A Brincadeira Autores literários William Shakespeare Jonathan Swift Graciliano Ramos Machado de Assis Henrik Ibsen Milan Kundera Obras de Lenio Streck mencionadas Dicionário de Hermenêutica Dicionário de Senso Comum Ensino Jurídico em Crise Robô Não Desce Escada Hermenêutica, Jurisdição e Decisão “Fatos, relatos e interpretações”. In:Trindade, André Karam. e Karan, Henrieta. (ed.). Por dentro da Lei. Direito, narrativa e ficção. (na entrevista erroneamente atribui esse texto a Ernildo Stein, quando queria enfatizar que funciona como um resumo da perspectiva de Lenio Streck) Obras de Ernildo Stein mencionadas: Aproximações sobre Hermenêutica Anamnese: a Filosofia e o Retorno do Reprimido Pensar é Errar: um Ajuste com Heidegger Diferença e Metafísica Racionalidade e Existência: uma Introdução à Filosofia O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck apareceu primeiro em filosofia pop.
Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast! Neste episódio, Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Rafinha (@rafaverdasca) recebem a professora da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Caroline Garcia Mendes, para uma conversa sobre a Restauração Portuguesa. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Episódio foi editado por: Marcos Sorrilha (@canaldosorrilha) Livro "História em Público", com Bruno Leal, download gratuito: https://livros.unb.br/index.php/portal/catalog/book/722 Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Livro O Jacobinismo e a Revolução Francesa, LF Editorial, preço reduzido: lfeditorial.com.br/produto/o-jacob…nGfGLZOZQ5PaeLh Livro "As Origens dos Estados Unidos", por Marcos Sorrilha: https://www.amazon.com.br/origens-dos-Estados-Unidos-Am%C3%A9rica/dp/6555636955/ref=sr_1_1?dib=eyJ2IjoiMSJ9.LJGvX-i_BuxXef6tkjKu8oHDEiwp4UxahmlNsYiVhJE.JfCwevGzvkpWSD9Mn39UdALRBQGXs6e4V7LmPbyRoF0&dib_tag=se&qid=1777846851&refinements=p_27%3AMarcos+Sorrilha+Pinheiro&s=books&sr=1-1
O Roda Viva desta segunda-feira (20) recebe o escritor e professor Daniel Munduruku.Doutor em Educação pela Universidade de São Paulo e pós-doutor em Linguística pela Universidade Federal de São Carlos, Munduruku é autor de mais de 70 livros e tornou-se recentemente o primeiro indígena a ocupar uma cadeira na Academia Paulista de Letras em seus 116 anos de história. Durante a entrevista, o escritor aborda a literatura como sua “forma de fazer política” e destaca que o reconhecimento acadêmico e institucional não apaga a ancestralidade; ao contrário, reforça a capacidade dos povos indígenas de ocupar diferentes espaços sem abrir mão de sua identidade. A bancada de entrevistadores será formada por Anápuàka Tupinambá, jornalista e criador da Etnomídia Indígena e da Rádio Yandê; Auá Mendes, artista visual e arte-educadora do povo Mura; Carlos Messias, escritor e jornalista; Carolina Dantas, editora da InfoAmazonia; Laís Duarte, repórter da TV Cultura; e Maria Luiza Silveira, psicóloga e jornalista especializada em questões indígenas. O programa conta ainda com a participação do cartunista Eduardo Baptistão.
Neste episódio do podcast do Fantástico, você vai ouvir a conversa do influenciador Felipe Bressanim com a psiquiatra e professora da Universidade Federal de São Paulo, Vera Viveiros Sá.
Suzette Stalker is Director of FSQA Program Compliance at FreshRealm Inc. Formerly, she served as Director of Food Safety, Quality, and Regulatory compliance at Target Corporation. At Target, Suzette was responsible for food safety standards and programs, covering nearly 2,000 stores and more than 60 supply chain facilities. Her work encompassed owned brand supplier manufacturing facilities, product labeling, produce farms, supply chain facilities, retail stores, and managing food recalls. Previously, Suzette led teams to develop and execute comprehensive internal audits of food safety and operational risks across Target. Before joining Target, Suzette gained valuable food safety and quality experience in manufacturing with roles at Agropur and Schroeder Milk Company, where she implemented Global Food Safety Initiative (GFSI) programs across multiple factories. Suzette holds a bachelor's degree in biology from the College of St. Scholastica. Sabrina Terada is the Manager for Food Safety Risk Management and Measurement at Yum! Brands. She is a seasoned professional in food safety and quality assurance with extensive experience at Yum! Brands, where her roles have included Manager of Global Food Safety Risk Management and Measurement and Manager of Global FSQA. In these positions, Sabrina held responsibilities supporting the Food Safety Governance Framework, coaching, and assisting business units with crisis management. Her prior experience includes serving as a Food Safety Specialist at Citrosuco, where she established certifications and coordinated Hazards Analysis and Critical Control Points (HACCP), and as a master's student at the University of Florida researching enzyme reactions. She holds a master's degree in Food Science and Technology from the University of Florida and a bachelor's degree in Food Technology and Processing from Universidade Federal de Viçosa. In this episode of Food Safety Matters, we speak with Suzette and Sabrina [30:38] about: Their contributions as members of the Editorial Advisory Board for the 2026 Food Safety Summit and the value the Summit brings to industry and the broader food safety community The differences between food safety risk management in manufacturing and retail environments The perspective that global experiences offer in the context of food safety risk management Leadership strategies that can help manage food safety programs for large-scale operations with thousands of stores The challenges that companies may face when trying to implement a strong food safety governance structure across multiple brands, markets, or business units A real-world example that illustrates how an imported food safety issue can escalate into a regulatory or crisis communication challenge, previewing Suzette's Summit session, "Beyond the Headlines: Food Safety Risks in Imported Foods" The importance of bridging the gap between quality teams and business operations in the context of food safety culture and building effective food safety programs, previewing Sabrina's Summit session, "Beyond Compliance: Elevating Food Safety Buy-In Through Interpersonal Influence" Key skills and experiences for food safety professionals entering the field today. News and Resources News IFSAC Publishes Latest U.S. Foodborne Illness Source Attribution Estimates [6:43] Raw Farm Recalls Unpasteurized Cheese While Denying Link to E. coli Outbreak [11:47] Patient Count in Raw Farm E. coli Outbreak Grows, Majority are Young Children GFSI Unveils Updated Food Safety Culture Framework [21:05] UK FSA Reveals Plans to Modernize Food Regulatory System [26:14] Resources The 2026 Food Safety Summit, taking place May 11–14 in Rosemont, Illinois! Public Fails to Appreciate Risk of Consuming Raw Milk, Survey Finds (Annenberg Public Policy Center) Sponsored by: Michigan State University Online Food Safety Program
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, graduado em Fisioterapia, Mestre em Fisiologia Humana e Doutor em Ciências, Sergio Cravo. Só vem! >> OUÇA (79min 33s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Sergio Luiz Domingues Cravo é graduado em Fisioterapia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC, 1978), Mestre em Fisiologia Humana pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP, 1982), Doutor em Ciências pelo ICB-USP (1987) ambos sob orientação do Prof. Dr. Cesar Timo-Iaria. Pós doutoramento junto ao Department of Neurology, Cornell University Medical College (New York, USA) com Donald J. Reis e Shaum F. Morrison (1987-1989). Livre Docente em Fisiologia pela Escola Paulista de Medicina (2001). Professor Assistente do Departamento de Fisiologia do ICB-USP (1983-1992). Professor Adjunto do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 1992-2001), Professor Associada da EPM-UNIFESP. Atualmente é Professor Titular do Departamento de Fisiologia da EPM-UNIFESP. Atua principalmente na área da regulação neural do sistema cardiovascular, com ênfase em : 1. o papel dos núcleos vasomotores do bulbo na regulação da pressão arterial e do volume circulante; b. mecanismos fisiopatológicos dos distúrbios cardiovasculares associados à síndrome da Apneia Obstrutiva do sono. Lattes: http://lattes.cnpq.br/9305771671259558 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo