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No episódio #561 do Mamilos, a gente te convida a fazer um chazinho, puxar o seu banquinho e abrir o coração para conversar sobre um processo que exige muita coragem e vulnerabilidade: a Doença de Alzheimer. A demência não é apenas um envelhecimento acelerado ou uma parte natural da vida. O diagnóstico raramente atinge uma pessoa só. Ele entra na casa e desloca papéis, reorganiza a família inteira, transforma filhas e filhos nos pais de seus próprios pais e carrega um estigma pesado que, muitas vezes, isola e afunda os cuidadores na exaustão sem que eles percebam. Nós escutamos três histórias de famílias que estão ou estiveram atravessando esse processo, conversamos sobre o "luto em vida" que é a dor de ver quem amamos mudar progressivamente e o desafio imenso de amar e respeitar essa nova versão que surge mas, mais do que falar sobre a doença, nós falamos sobre quem cuida. Refletimos sobre o desgaste das cuidadoras, que na imensa maioria das vezes são as mulheres, a importância vital da saúde social, a coragem de pedir ajuda e a quebra do tabu sobre institucionalizar como uma forma de cuidado.Para nos ajudar a entender o que é possível fazer na prevenção, no diagnóstico, no cuidado e, principalmente, em como manter a pessoa presente na própria vida através do afeto, recebemos duas convidadas fundamentais: Dra. Sonia Maria Brucki, neurologista e coordenadora do grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da USP, e a Dra. Laiss Bertola, psicóloga e neuropsicóloga especializada no envelhecimento e no impacto comportamental das demências. Juntas, elas nos explicam a diferença entre o envelhecimento saudável e os sinais de alerta, além de como construir a nossa "reserva cognitiva" ao longo da vida para proteger o cérebro. Se você está passando por esse processo, ou conhece alguém que está precisando desse abraço, compartilhe este conteúdo. É uma conversa densa, profunda, mas cheia de amor e de caminhos possíveis. Vem com a gente para mais um diálogo de peito aberto e não se esqueça de curtir o vídeo, se inscrever no canal e deixar o seu relato nos comentários
Click to Text Thoughts on Today's EpisodeWe are living in a supplement era — and it's overwhelming. Between Instagram reels, podcast ads, and influencer recommendations, it can feel like you need an entire shopping cart of pills and powders just to function. But do you?In this episode, I'm zooming out and taking a common-sense approach to supplements: no hype, no magic wands, just practical guidance to help you figure out what your body actually needs.In this episode:Why food always comes first — and what "bioavailability" actually means for youThe questions to ask yourself before buying any supplementWhy blood work is your best friend (and how to advocate for the panels you want)What to look for on the label — and the red flags that should make you pauseThird-party testing explained: NSF, USP, and Informed ChoiceThe 5 supplements most commonly recommended for women in perimenopause and menopause: protein, creatine, vitamin D, magnesium, and omega-3sWhy more is NOT always better (a cautionary tale about B6)The truth about chia seeds and omega-3s (spoiler: it's not apples to apples)How to choose where to start based on your own goalsEpisodes Discussed:5 Things You Need to Know Before You Take SupplementsHow to Choose Seafood and Avoid the Rare Ciguatera Poisoning I ContractedProtein: A Common Sense Guide for Women in Perimenopause & MenopauseCreatine, Brain Fog, and Muscle Loss: What Every Woman in Perimenopause Should KnowMuscle cramps, fatigue, headaches and stressed? This natural mineral may help.My latest recommended ways to nourish and move your body, mind and spirit: Nourished Notes Bi-Weekly Newsletter30+ Non-Gym Ways to Improve Your Health (free download)Connect with Amy: GracedHealth.com Instagram: @GracedHealthYouTube: @AmyConnell
Convidados: Fernando Maluf, médico oncologista e cofundador do Instituto Vencer o Câncer, e Diego Villa Clé, professor doutor de Hematologia da USP e coordenador de Biotecnologia e do Núcleo de Terapias Avançadas do Hemocentro de Ribeirão Preto. No início de junho, mais de 50 mil médicos e pesquisadores se reuniram no maior congresso de oncologia do mundo, realizado em Chicago (EUA). Juntos, eles aplaudiram de pé – até emocionados e com lágrimas nos olhos – o resultado de um estudo clínico. A cena, que é incomum em eventos científicos como esse, foi uma celebração do resultado da daraxonrasib, uma pílula que dobrou a sobrevida de pacientes com câncer de pâncreas, considerado o tipo de câncer mais letal pelos médicos. Na última semana, a boa notícia veio de Ribeirão Preto: pesquisadores da USP anunciaram que a terapia CAR-T Cell, que modifica as células do sistema imunológico, apresentou quase 90% de eficácia em pacientes com linfoma, um tipo de câncer no sangue. A tecnologia foi totalmente desenvolvida no Brasil, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que pretende incorporar o tratamento ao SUS. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois médicos. Primeiro, ela conversa com o oncologista Fernando Maluf, que explica o funcionamento da daraxonrasib e conta o que há de mais moderno no tratamento contra o câncer. Depois, quem participa é Diego Villa Clé, coordenador da pesquisa que desenvolveu a terapia CAR-T Cell na USP-Ribeirão Preto. Também neste episódio, Paulo Peregrino, um dos pacientes deste tratamento experimental, relata parte do processo de remissão de seu câncer.
Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti. Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais. Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer. Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria. Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti. Liniane: Por que Ugo Giorgetti? Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo. Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português. Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital. Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx. [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar. Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado. Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda. Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024. Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer. [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. As trilhas usadas no podcast são de Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio. As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.
Nas tardes de 17 e 18 de junho, a USP recebe seis escolas de artes marciais para apresentações e diálogos acadêmicos
O governo ameaça judicializar uma série de medidas aprovadas no Senado e batizadas de bombas fiscais. Entre elas está um plano para o alívio de dívidas do setor do agro, que foi empurrado para a mesma gaveta de projetos beneficiando categorias profissionais ou corporações. Além do âncora da CNN William Waack, participam desta edição Thaís Herédia, analista de Economia, Caio Junqueira, analista de Política, Rafael Favetti, sócio da Fatto Inteligência Política, Vitelio Brustolin, professor da UFF e pesquisador de Harvard, e Hussein Kalout, professor de Relações Internacionais da USP e pesquisador de Harvard.
A inteligência artificial já começou a mudar a forma como as pessoas vivem dentro de casa e isso vai muito além de assistentes virtuais e lâmpadas conectadas. No novo episódio do Podcast Canaltech, a conversa é sobre climatização inteligente, economia de energia, conforto e como os aparelhos estão aprendendo cada vez mais sobre os hábitos dos usuários. Fernanda Santos recebe Lucas Nogueira, porta-voz da LG para ar-condicionado residencial, para explicar como sensores, conectividade e IA estão transformando os aparelhos de climatização. Durante o papo, eles falam sobre consumo de energia, qualidade do ar, mitos envolvendo ar-condicionado, tecnologias que identificam desperdícios e como a casa inteligente está ficando cada vez mais automática e quase invisível. O episódio também discute como o consumidor brasileiro mudou sua relação com conforto dentro de casa e por que a tecnologia deixou de ser apenas uma questão de praticidade para entrar também no universo do bem-estar e da qualidade de vida. Você também vai conferir: IA da USP e Embraer quer reduzir atrasos antes mesmo deles acontecerem, renovação automática da CNH já começou a valer para parte dos motoristas e “robô privada” quer levar banheiro inteligente para qualquer lugar. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você otimizou o LDL. Chegou na meta de ApoB. E o paciente volta meses depois com um novo evento. Neste episódio especial, com apoio da Novo Nordisk, Diandro Mota e William Batah recebem o Dr. Eduardo Lima, doutor em Cardiologia pela USP, professor colaborador e supervisor da Residência em Cardiologia da FMUSP/InCor e Head Nacional de Cardiologia da Rede Américas, para uma conversa que pode redefinir como você enxerga o risco residual. A tese é direta: a aterosclerose nunca foi só uma doença de colesterol. Ela é imunometabólica, e a inflamação subclínica pode ser o elo que faltava.O que você vai aprender:
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Senado aprova renegociação de dívidas de produtores rurais com impacto na dívida pública de até R$ 140 bi. EUA realizam novos ataques no Oriente Médio e Irã diz que fechou novamente o estreito de Ormuz. Terapia no combate ao câncer e desenvolvida pela USP avança para chegar ao SUS em até dois anos.
Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Carolina Abelin e Camila Pepe conversam com a imunologista e professora da Faculdade de Medicina da USP, Ester Sabino sobre a crise sanitária do Ebola na África. Segundo dados das autoridades sanitárias da República Democrática do Congo, até o início de junho haviam sido confirmados mais de 500 casos e mais de 90 mortes causadas pela nova cepa: Bundibugyo.#ORIGINHealth #MITTechReviewBR #Podcast #Videocast
TUTAMÉIA entrevista o jornalista Guilherme Freitas, mestre em Filosofia e doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo. Pesquisador sobre migrações e sociologia do esporte. Atualmente é pesquisador e docente externo de pós-graduação na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Convidado: João Francisco Meira, doutor em Ciência Política, sócio fundador do instituto Vox Populi e presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, e Joel Pinheiro, economista, mestre em filosofia pela USP e comentarista da GloboNews. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (8) a suspensão de uma pesquisa eleitoral que apontava queda no desempenho de Flávio Bolsonaro após a revelação das mensagens e dos áudios nos quais o pré-candidato a presidente pede dinheiro para Daniel Vorcaro para financiar o filme ‘Dark Horse', sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A pedido de Flávio e do PL, Nunes Marques decidiu monocraticamente que o instituto Atlas Intel não pode mais divulgar o resultado daquela rodada de pesquisa realizada em maio, logo após a revelação da conversa. A decisão do ministro diz que a inclusão de perguntas sobre o escândalo do Banco Master configura “contaminação metodológica”. A Atlas Intel afirma que essas perguntas foram apresentadas depois do questionário eleitoral e que não tiveram interferência no resultado – outros institutos também mostraram tendência de queda no desempenho de Flávio. O plenário do TSE iniciou nesta terça votação para validar ou derrubar a liminar de Nunes Marques. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois convidados. Primeiro, ela fala com João Francisco Meira, presidente do Conselho de Opinião Pública da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, sobre o ineditismo da decisão em uma corte superior. Depois, participa Joel Pinheiro, que avalia a importância das pesquisas para que os eleitores estejam bem-informados.
Nas tardes de 17 e 18 de junho, a USP recebe seis escolas de artes marciais para apresentações e diálogos acadêmicos
In dieser Folge sitze ich mit Uwe Stuhldreier, Vorstandsmitglied bei Allianz Direct, im NYX Hotel in Berlin-Köpenick zusammen, und spreche über eine Strategie, die die Versicherungsbranche neu denkt. Die Allianz Direct hat die Vision, Allianz Direct zum führenden digitalen Versicherer in Kontinentaleuropa auszubauen. Wir gehen der Frage nach, ob eine „Versicherungsmaschine“ durch den Einsatz von KI tatsächlich persönlicher sein kann als ein klassischer Berater und ob sich Vertrauen in einer digitalen Welt wirklich skalieren lässt. Uwe erklärt, warum Marken wie Amazon oder Apple bereits beweisen, dass exzellente digitale Kundenerlebnisse starke Vertrauensanker sind. Wir diskutieren zudem, wie Allianz Direct die Sicherheit der Muttermarke mit der Agilität und dem Preisvorteil eines Direktversicherers kombiniert, um den „Smart Shopper“ von heute zu überzeugen. Meine Highlights aus dem Gespräch: Vertrauen durch Technologie: Uwe erklärt, dass Vertrauen im digitalen Zeitalter nicht mehr nur an Personen gebunden ist, sondern durch verlässliche Prozesse und positive Kundenerfahrungen – ähnlich wie bei Amazon – entsteht. KI als Service-Turbo: Wir besprechen, wie Allianz Direct eine KI-gestützte Schadenbearbeitung einsetzt, die Kunden im Ernstfall in kürzester Zeit eine Rückmeldung ermöglicht, und wie ein neuer Voicebot den Vertrieb effizienter macht. Die „Digital Unbeatable“-Strategie: Uwe erläutert die Ambition, durch eine komplett neue, cloudbasierte IT-Plattform eine Flexibilität zu erreichen, die es erlaubt, Produkte und sogar Firmenübernahmen in Rekordzeit zu integrieren. Der Marken-Diamant: Er beschreibt die Kombination aus dem „Allianz Sicherheitsgefühl“ und einem kompetitiven Direktpreis als den entscheidenden USP, der sie von reinen InsurTechs abhebt. Europaweite Skalierung: Von Deutschland über Spanien bis Italien – Uwe gibt Einblicke, wie man eine einheitliche Architektur nutzt, um unterschiedliche europäische Märkte mit ihren jeweiligen digitalen Reifegraden zu erobern. Links in dieser Ausgabe Zur Homepage von Jonas Piela Zum LinkedIn-Profil von Jonas Piela Zum LinkedIn-Profil von Uwe Stuhldreier Stich aus der Masse hervor. Werde die Marke, die jeder Entscheider kennt. Echte Relevanz entsteht nicht durch Reichweite, sondern durch Vertrauen. Wir bringen deine Botschaft dorthin, wo die Zukunft gebaut wird. Vom Sponsored Podcast für maximale Awarenes über das Fachmagazin für echtes Print-Prestige bis hin zum direkten Lead bei unseren Boutique-Events. Klick jetzt direkt auf diesen Link oder geh auf insurancemedia.de/werbung.
Convidado: Hussein Kalout, PHD em Política Internacional, professor de Relações Internacionais da USP, pesquisador da Universidade de Harvard e ex-secretário especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Neste domingo (7), um ataque israelense ao subúrbio de Beirute, capital do Líbano, rompeu a trégua que estava em vigor entre os dois países: Israel afirmou que buscava atingir alvos do Hezbollah; o governo libanês informou que o bombardeio deixou mortos e feridos. Em resposta, o regime iraniano afirmou agir em defesa do Líbano e lançou uma onda de mísseis em direção ao território israelense. O governo de Israel, por sua vez, reagiu e atacou alvos iranianos. A escalada entre Irã e Israel colocou em xeque o cessar-fogo firmado em abril entre os dois países, em um acordo mediado pelos EUA. Diante do risco de mais hostilidades, Donald Trump fez um apelo para que ambos parassem imediatamente os disparos e foi atendido – pelo menos, num primeiro momento. Nos dias anteriores, Trump já havia pressionado Benjamin Netanyahu a evitar uma escalada militar e ampliar as operações na região. Neste episódio, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, analista de política internacional, para explicar quais os interesses dos principais atores envolvidos: Israel, Estados Unidos, Irã e Líbano. Kalout destaca o papel de Netanyahu no conflito e nas negociações – a permanência do primeiro-ministro de Israel no cargo será definida em eleições marcadas para outubro.
A segurança pública nas grandes cidades continua sendo um dos principais pontos a serem melhorados para garantir qualidade de vida para população. No episódio de hoje, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, discute eventos recentes que demonstram que a falta de segurança pública tem […]
* Apoie a Cultura: Chave Pix: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88Imagine viver em um país que acabou de declarar a sua liberdade, mas ser tratada, mesmo depois de morta, como se o seu corpo pertencesse ao Estado. Jacinta Maria de Santana foi uma mulher negra cuja existência foi marcada pela pobreza e pela vulnerabilidade na São Paulo do início do século XX. No entanto, o verdadeiro e estarrecedor impacto de sua história veio após a sua morte: seu corpo foi ilegalmente retido por quase trinta anos pela Faculdade de Direito da USP para servir de objeto de trotes e estudos, tornando-se o estopim para debates profundos sobre dignidade humana, racismo científico e direitos civis no Brasil.Essa história passou décadas escondida nos porões da burocracia e do preconceito, mas que precisa ser contada para que nunca mais se repita. A trajetória de Jacinta Maria de Santana, mesmo sem querer, desafiou uma das instituições mais poderosas do país e ajudou a mudar a lei e os protocolos de como os hospitais e as universidades lidam com corpos não reclamados, garantindo que o respeito e a dignidade não terminem com o último suspiro. Eu sou Tania Barros. Seja Bem-vindo a mais uma história no Canal Loucos por Biografias. Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com mais pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Encontro voces na próxima história. Até lá! (Tania Barros)- Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Ministério da Saúde suspendeu temporariamente a aplicação da vacina da dengue produzida pelo Instituto Butantan. A decisão foi tomada para a investigação mais detalhada de duas mortes suspeitas. E ainda: Governo suspende temporariamente vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. E ainda: Ministério Público de São Paulo denuncia ex-professor da USP por crimes sexuais.
O Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, criaram a plataforma SampaAdapta, que visa a monitorar o calor urbano e promover políticas públicas para a adaptação climática. Humberto Ribeiro da Rocha, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, explica como o projeto surgiu e como funciona o monitoramento. “A iniciativa é da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo e vem de um projeto feito em colaboração com a USP, que faz a especificação dos instrumentos e a instalação deles em conjuntos de ambientes interno de residências e ambientes externos, além da análise de bancos de dados de temperatura e umidade do ar. Além da USP e da Prefeitura, existe uma instituição chamada Vital Strategy, que fez o convênio com a Prefeitura para buscar dados que fossem trazer um pouco mais de entendimento dessa variação do microclima dentro e fora de residências e quais os impactos isso pode trazer na saúde humana. Faz parte da iniciativa colaborar para um estudo de entendimento de como esses extremos de temperatura e de umidade do ar podem influenciar no agravamento de doenças ou proliferação de viroses e a intensidade de epidemias.” Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.
Hnízdo nejen jako ptačí domov. Je to i název drinku, se kterým českobudějovický barman Jan Lukas nedávno vyhrál mistrovství světa v míchání nealkoholických koktejlů. Uspěl v konkurenci více než dvou desítek závodníků na Mattoni Grand Drink v Karlových Varech. Stal se teprve čtvrtým Čechem, kterému se za 26 let podařilo v tomto klání zvítězit.Všechny díly podcastu Dopolední host můžete pohodlně poslouchat v mobilní aplikaci mujRozhlas pro Android a iOS nebo na webu mujRozhlas.cz.
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
SolloCast no ar!Você sabe o que acontece dentro da planta antes mesmo dos sintomas de uma doença aparecerem no campo?Neste episódio do SolloCast, Luis Reynaldo Ferracciú Alleoni recebe o Prof. João Paulo Rodrigues Marques, pesquisador e docente da USP, especialista em anatomia vegetal, microscopia aplicada e doenças de plantas, para uma conversa sobre os mecanismos microscópicos envolvidos na interação entre plantas e patógenos.Ao longo do episódio, o convidado explica como as plantas respondem aos primeiros momentos da infecção, de que forma a anatomia vegetal influencia resistência e suscetibilidade às doenças e o que técnicas de microscopia revelam sobre processos invisíveis ao olhar humano.A conversa também aborda os desafios fitossanitários em citros e como o entendimento ultraestrutural das interações entre tecidos vegetais e patógenos contribui para avanços na fitopatologia e no manejo agrícola.Um episódio importante para quem busca aprofundamento técnico, ciência aplicada e uma compreensão mais estratégica sobre fitossanidade no agro.#SolloCast #PodcastDoAgro #Fitossanidade #DoençasDePlantas #FisiologiaVegetal #Citricultura #Microscopia #Agronegócio #SolloAgro #ESALQ #USP
Tradicional evento dedicado à obra de Johann Sebastian Bach, o Festival Bach (Bachfest) será realizado entre os dias 11 e 21 deste mês em Leipzig, no leste da Alemanha. Nos 11 dias do encontro, está prevista a realização de 212 atrações, principalmente concertos, mas também conferências, debates, exposições, performances e visitas a museus e a locais relacionados com Bach. Neste ano, o tema do Bachfest é Em Diálogo (Im Dialog). Como acontece todos os anos, Manhã com Bach antecipa músicas que serão apresentadas no Bachfest. Nesta edição, o podcast traz o Prelúdio e Fuga em Dó Maior (BWV 545), o Magnificat (BWV 243) - que serão apresentados no concerto de abertura do evento, no dia 11, às 17 horas locais - e o prelúdio coral Wachet auf, ruft uns die Stimme, "Despertai, a voz nos chama" (BWV 645), que será ouvido no sábado, dia 13. Com o tema Em Diálogo, o evento busca destacar os diferentes diálogos possíveis a partir da música de Bach, como explica o diretor artístico do Bachfest, Michael Maul, em entrevista publicada no site do evento. Segundo ele, a música de Bach é um permanente diálogo entre vozes individuais. "O que torna a técnica composicional de Bach especial é que, nele, todas as vozes são iguais e tomam parte no discurso musical por direito próprio. Mas o resultado não é caos nem cacofonia, mas a mais maravilhosa harmonia", afirma Maul na entrevista. Em outro sentido - continua o diretor artístico do Bachfest -, Bach promove complexos diálogos entre diferentes instrumentos, como acontece, por exemplo, com suas sonatas para violino e cravo e para viola da gamba e cravo. E Bach sempre demonstrou grande interesse pela música de outros compositores. Por isso o Bachfest deste ano vai apresentar a música de Bach dialogando com a obra de Buxtehude, Händel, Couperin, Vivaldi e outros compositores que inspiraram Bach. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 6 e 7 de junho de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
O compositor e multi-instrumentista paraibano Sivuca (1930-2006) é o destaque desta edição de Vira e Mexe. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 6 e 8 de junho de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
Die Outdoormarke Vaude misst sich selbst am Gemeinwohl. Geschäftsführerin Antje von Dewitz erklärt, was sie motiviert. (00:00:00) Intro (00:02:08) Ziel des „Guten Lebens für alle“ – was bedeutet das? (00:03:34) Individuelle Definitionen eines guten Lebens (00:04:18) Auslöser für Fokus auf Gemeinwohlökonomie (00:06:17) Gab es Vorurteile? (00:08:43) Anfängliche Problemstellungen (00:11:00) Wo war die Umsetzung einfach? (00:12:07) Definition der Gemeinwohlbilanz (00:13:45) Gemeinwohlbilanz – Extrakosten? (00:14:12) Tipps für Unternehmen in Richtung Gemeinwohlökonomie (00:14:47) Position zu Unternehmenswachstum? (00:16:14) Konkurrenz und Nachteile (00:18:31) Marketingstrategie (00:18:55) Innovation als USP (00:20:21) Umgang mit Kritik (00:21:45) Rolle der Führungskräfte innerhalb des Konzepts (00:22:40) Gesellschaftliche Veränderungstendenzen WERBEPARTNER Erlebt die Opernfestspiele am Saarpolygon vom 13. – 30. August mit einer Neuproduktion der West Side Story! Imposanter Schauplatz ist die Bergehalde Duhamel im Saarland. Alle Infos und Tickets gibt es auf opernfestspiele-saarpolygon.de Hier entlang geht's zu den Links unserer Werbepartner: https://detektor.fm/werbepartner/brand-eins-podcast Und hier entlang geht's zum aktuellen brand eins Magazin: https://www.brandeins.de/products/brand-eins-06-2026-07-2026 Hier gelangt ihr zu unseren Streams und Apps: https://detektor.fm/empfang ➡️ Artikel zum Nachlesen: https://detektor.fm/wirtschaft/brand-eins-podcast-antje-von-dewitz-vaude-gemeinwohloekonomie
Por que algumas dores persistem por meses ou até anos? Quais são os mecanismos que fazem a dor crônica permanecer ativa no organismo? E por que as mulheres, muitas vezes, enfrentam desafios adicionais para ter suas dores reconhecidas e tratadas?No Opinião, Andresa Boni recebe o neurologista Gabriel Kubota, coordenador do Centro de Dor do Departamento de Neurologia do Hospital das Clínicas da USP, e a ginecologista Telma Zakka, presidente do Comitê de Dor da Associação Paulista de Medicina. Participa também, de forma remota, o psiquiatra João Paulo Solano, que aborda os impactos da dor crônica na saúde mental.Uma discussão sobre os avanços da ciência, os desafios do diagnóstico e os caminhos para melhorar a qualidade de vida de milhões de pessoas que convivem diariamente com a dor.
Die Outdoormarke Vaude misst sich selbst am Gemeinwohl. Geschäftsführerin Antje von Dewitz erklärt, was sie motiviert. (00:00:00) Intro (00:02:08) Ziel des „Guten Lebens für alle“ – was bedeutet das? (00:03:34) Individuelle Definitionen eines guten Lebens (00:04:18) Auslöser für Fokus auf Gemeinwohlökonomie (00:06:17) Gab es Vorurteile? (00:08:43) Anfängliche Problemstellungen (00:11:00) Wo war die Umsetzung einfach? (00:12:07) Definition der Gemeinwohlbilanz (00:13:45) Gemeinwohlbilanz – Extrakosten? (00:14:12) Tipps für Unternehmen in Richtung Gemeinwohlökonomie (00:14:47) Position zu Unternehmenswachstum? (00:16:14) Konkurrenz und Nachteile (00:18:31) Marketingstrategie (00:18:55) Innovation als USP (00:20:21) Umgang mit Kritik (00:21:45) Rolle der Führungskräfte innerhalb des Konzepts (00:22:40) Gesellschaftliche Veränderungstendenzen WERBEPARTNER Erlebt die Opernfestspiele am Saarpolygon vom 13. – 30. August mit einer Neuproduktion der West Side Story! Imposanter Schauplatz ist die Bergehalde Duhamel im Saarland. Alle Infos und Tickets gibt es auf opernfestspiele-saarpolygon.de Hier entlang geht's zu den Links unserer Werbepartner: https://detektor.fm/werbepartner/brand-eins-podcast Und hier entlang geht's zum aktuellen brand eins Magazin: https://www.brandeins.de/products/brand-eins-06-2026-07-2026 Hier gelangt ihr zu unseren Streams und Apps: https://detektor.fm/empfang ➡️ Artikel zum Nachlesen: https://detektor.fm/wirtschaft/brand-eins-podcast-antje-von-dewitz-vaude-gemeinwohloekonomie
Die Outdoormarke Vaude misst sich selbst am Gemeinwohl. Geschäftsführerin Antje von Dewitz erklärt, was sie motiviert. (00:00:00) Intro (00:02:08) Ziel des „Guten Lebens für alle“ – was bedeutet das? (00:03:34) Individuelle Definitionen eines guten Lebens (00:04:18) Auslöser für Fokus auf Gemeinwohlökonomie (00:06:17) Gab es Vorurteile? (00:08:43) Anfängliche Problemstellungen (00:11:00) Wo war die Umsetzung einfach? (00:12:07) Definition der Gemeinwohlbilanz (00:13:45) Gemeinwohlbilanz – Extrakosten? (00:14:12) Tipps für Unternehmen in Richtung Gemeinwohlökonomie (00:14:47) Position zu Unternehmenswachstum? (00:16:14) Konkurrenz und Nachteile (00:18:31) Marketingstrategie (00:18:55) Innovation als USP (00:20:21) Umgang mit Kritik (00:21:45) Rolle der Führungskräfte innerhalb des Konzepts (00:22:40) Gesellschaftliche Veränderungstendenzen WERBEPARTNER Erlebt die Opernfestspiele am Saarpolygon vom 13. – 30. August mit einer Neuproduktion der West Side Story! Imposanter Schauplatz ist die Bergehalde Duhamel im Saarland. Alle Infos und Tickets gibt es auf opernfestspiele-saarpolygon.de Hier entlang geht's zu den Links unserer Werbepartner: https://detektor.fm/werbepartner/brand-eins-podcast Und hier entlang geht's zum aktuellen brand eins Magazin: https://www.brandeins.de/products/brand-eins-06-2026-07-2026 Hier gelangt ihr zu unseren Streams und Apps: https://detektor.fm/empfang ➡️ Artikel zum Nachlesen: https://detektor.fm/wirtschaft/brand-eins-podcast-antje-von-dewitz-vaude-gemeinwohloekonomie
Neste episódio, o entrevistado é o pesquisador Alessandro Sbampato, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e de Design (FAU) da USP. Ele é autor da tese "Rio e Lisboa: arquitetura e ordenação da paisagem", orientada pelo professor Rodrigo Cristiano Queiroz
Estudo de doutorado realizado na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP mostra como a experiência valorizou a diversidade étnico-racial
Adventures in kakeland - A podcast about running a cake business
In todays episode i revisited a day in the life. In 2022 (Episode 4) i spoke about my average day and how i fit in running a cake business alongside a full time job and after a recent post on Instagram i decided the time was right to look back and see if anything has changed in how i run my business.Also i look back at the month of May in the business and what i have been up to as well as looking at what's trending including the viral DOT cakes and what we can learn from Michael Jackson with regards to marketing and your USP. If you have a question or feedback about this episode you can message me here. Thank you for listeningYou can connect with me via:Instagram: Adventures in KakelandAdventures in kakeland studio: Creative projects, custom GPTs, books and resourcesPublished books for hobbyist and cake business owners.A food management system: for small home based food businesses Bake -cover-finish -deliver: undated Weekly baking plannerCake business order form bookCake business Social media plannerDated weekly cake business planner (2026)My Business social media channelsInstagram: Kake and CupkakeryFacebook: Kake and CupkakeryWebsite:...
O Roda Viva recebe nesta segunda-feira (01/06) o físico Paulo Artaxo, diretor do Centro de Estudos da Amazônia Sustentável da USP e uma das maiores autoridades mundiais em clima.Laureado com o Planet Earth Award 2026 e autor-líder nos três últimos relatórios do IPCC, painel da ONU agraciado com o Nobel da Paz, Artaxo vai analisar o cenário de transição global rumo à sustentabilidade. Em debate, os impactos das mudanças climáticas, as vulnerabilidades e vantagens estratégicas do Brasil, o impacto do próximo El Niño, o ponto de não retorno da Amazônia e a resiliência das cidades.O Roda Viva vai ao ar toda segunda, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #Amazônia #Sustentabilidade #CentroDeEstudosDaAmazôniaSustentável #SalvemAAmazônia #FlorestaAmazônica #PontoDeNãoRetorno
Episode 29 of Guardians of M365 Governance: Christian Buckley, Joy Apple, and Ragnar go off-script. No guest this month, just three MVPs working through a laundry list of the governance topics keeping them up at night, from Agent 365 and shadow AI to the real question underneath it all: what does it mean to be the human in the loop?In this episode we get into:00:59 The hottest news in the M365 governance space02:00 Lessons from Agent 365 customer workshops (delivered in Spanish!)03:25 What resonates: agent inventory and classification across Microsoft, third-party, and homegrown agents03:52 Shadow AI: OpenClaw, Cortex, Bedrock and why "observe or block" is the only lever today05:04 Don't be the department of "no": have the conversation first06:50 Coming soon to shadow AI discovery: Claude Code CLI, Codex CLI, Cursor, Llama and more07:19 Multi-model reality: Copilot, Grok, Claude and where each fits08:35 Mike Gennady's agent factory, nightly agent conferences, and #ClawPilot10:08 Microsoft Build preview and OpenClaw + Teams / Copilot integration11:05 New Agent 365 registry sync: Amazon Bedrock, Google Vertex AI, Databricks Genie, Salesforce Agentforce15:16 Cloud migration vs. AI: the governance parallels and the need for foundational cleanup18:00 The risk to Microsoft's strategy: enterprise vs. the developer space20:28 Licensing changes, Agent 365 pricing, and the true (unknown) cost of AI22:45 Why automating away junior roles handicaps your future talent pipeline24:01 Retrieval, semi-autonomous, and autonomous agents, and why nobody wants full autonomy yet25:33 Human in the loop on multiple levels: content cleanup, the publishing quality gate, and workflow escalation28:50 100 test cases for Power Platform alone: never underestimate the testing effort29:31 Productivity vs. effectiveness: redefining how humans work with AI31:17 AI-assisted writing done right: a 47-page doc drafted by AI, then days of human verification35:28 Handwriting vs. typing, stream-of-consciousness drafting, and thinking through the words36:36 Why the human mind can't be replicated, and Hegel on master and horse39:28 Finding your USP as a human in the loop, a daily new discoveryThe big takeaway: the discussion of the next two to three years won't be about productivity. It will be about effectiveness, and resetting the standard for what it means to keep humans meaningfully in the loop. Govern your agents as helpers, never the other way around.Guardians of M365 Governance is a monthly webcast dedicated to everything governance in the Microsoft 365 ecosystem. Got a topic you want us to cover, or want to join as a guest? Connect with Christian, Joy, or Ragnar on LinkedIn.Microsoft Build runs June 2-3, free online: https://build.microsoft.com
O gênero do horror vem ganhando espaço na literatura ibero-americana contemporânea escrita por mulheres. Autoras premiadas como Mariana Enriquez, da Argentina, María Fernanda Ampuero, do Equador, e Laila Martínez, da Espanha, recorrem a elementos do horror e do fantástico sombrio para abordar traumas, diferentes formas de violência e outras questões sociais. É sobre esse tema o novo episódio do Podcast da Semana, com a atriz e diretora Amanda Lyra, que partiu de contos desse universo para, ao lado de Juuar, montar a peça Estratagemas Desesperados.Amanda Lyra é atriz e diretora. Formada pela Escola de Arte Dramática da USP. Fez a dramaturgia e direção (ao lado de Juuar) do espetáculo Estratagemas Desesperados (2025). Idealizou e atuou no monólogo Quarto 19, criado a partir do conto homônimo de Doris Lessing, com direção de Leonardo Moreira. Como atriz convidada, atuou em peças de diretores como Felipe Hirsch, Yara de Novaes, Carolina Bianchi e Daniela Thomas, entre outras.Na conversa com Gama, Lyra trata de literatura, gênero, teatro e dos estereótipos por trás de ser mulher, e mulher latino-americana.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
O Google abriu as portas do seu novo Centro de Engenharia em São Paulo, instalado dentro da Cidade Universitária da USP e construído a partir da revitalização de um prédio histórico da década de 1940. O espaço também abriga o primeiro Google Safety Engineering Center da América Latina. No novo episódio do Podcast Canaltech, Marcelo Fischer conversa com Alex Freire, Diretor Sênior e líder do Centro de Engenharia do Google em São Paulo, sobre os bastidores do projeto e o papel do Brasil no desenvolvimento de tecnologias globais de segurança digital e inteligência artificial. Durante a entrevista, Alex explica como os times brasileiros atuam em sistemas de proteção usados por bilhões de pessoas em plataformas como Gmail, Maps e Gemini, combatendo spam, golpes, deepfakes e conteúdos abusivos. O executivo também comenta como a inteligência artificial passou a ser usada tanto por criminosos quanto pelas empresas de tecnologia na disputa contra ataques digitais, além da parceria do Google com universidades brasileiras para pesquisas em IA responsável. Além da tecnologia, o episódio também aborda o próprio prédio do Google, que combina preservação histórica, arquitetura sustentável, painéis solares, reaproveitamento de água da chuva e espaços abertos para interação com a comunidade acadêmica. Você também vai conferir: governo quer que apps de delivery mostrem para onde vai o dinheiro do seu pedido, Starlink agora quer disputar espaço até com as operadoras de celular e luzes turquesa podem virar o novo símbolo dos carros autônomos. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Bruno de Blasi, Nathan Vieira e Danielle Cassita, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this Her Stack series episode, I open up about maternal mental health, postpartum anxiety, and the invisible biological load mothers carry long after the six-week checkup is over. This episode is not just for the newly postpartum mother. It is for the mother whose kids are four, eight, fifteen, and still asking herself why she does not feel like herself. I share why motherhood structurally changes the brain, hormones, and nervous system, and why so many mothers are left feeling anxious, foggy, depleted, or unlike themselves without ever being properly screened or supported. I walk you through the science of the postpartum neurosteroid withdrawal, the gray matter changes that persist for years, and the five-system map underneath maternal brain fog. Then I break down the full four-pillar protocol I use with my one-to-one clients: foundational nutrition, lifestyle and biohacking tools, the supplement layer including some of the most under-discussed compounds for the maternal brain, and the advanced peptide layer including Semax, Selank, NAD+, and bioregulators. This is the episode every mother needs. Send it to one. Join The LongHer Life for women-specific guidance on peptides, hormones, and longevity. I TALK ABOUT: 02:00 - My free peptide masterclass for moms next week 04:10 — Why maternal mental health is not just a six-week postpartum issue 06:30 — The numbers every mother should know (and the screening gap that explains everything) 08:20 — How pregnancy structurally changes the brain (Nature Neuroscience, 2017) 11:40 — The neurosteroid withdrawal nobody warned you about, and the FDA's $34,000 drug that proves it is real 13:50 — Pillar 1: DHA, protein, ferritin, blood sugar stability, and methylated Bs for the maternal brain 22:40 — Pillar 2: Protected sleep cycles, morning sunlight, vagal nerve activation, and red light to the brain 28:00 — Yoga nidra and NSDR as the workaround for mothers who cannot engineer a protected sleep cycle 32:45 — Simplifying routines, meals, outfits, and planning to reduce mental load 35:00 — Co-regulation: Why one hour of real adult conversation is medicine 38:40 — Creatine for maternal mental health, depression support, and cognitive fatigue in sleep-deprived moms 40:50 — Saffron and inositol for postpartum mood, anxiety, racing thoughts, and the "can't shut off the brain" symptoms 42:15 — Magnesium L-threonate, glycine, vitamin D, and low-dose methylene blue for sleep, brain fog, mitochondrial support, and nervous system balance 45:25 — Why peptides are an advanced layer and should come after nutrition, lifestyle, and supplement foundations 46:10 — Semax and Selank for anxiety, cortisol support, BDNF, dopamine, brain fog, memory, and maternal brain support 50:00 — NAD+ and bioregulators (Cortagen, Cerluten, Epithalon) for maternal energy, neuronal support, circadian rhythm, melatonin, sleep, and long-term brain health 58:15 — Why postpartum anxiety and depression need different kinds of support, and why SSRIs work for some mothers and not others 1:00:00 — Why lingering symptoms matter and which labs mothers should check RESOURCES: Labs to ask your provider for: TSH, free T3, free T4, reverse T3, ferritin, vitamin D, DHA panel Join The LongHer Life for women-specific guidance on peptides, hormones, and longevity. Free Peptide Masterclass for Moms: Join the waitlist for the next live class. The Her Stack Planner: The first peptide tracking journal built around female biology. Crisis support: 988 in the US, 988 in Canada PRODUCTS MENTIONED: Supplements DHA (omega-3) Creatine monohydrate Saffron (Crocus sativus extract) Inositol (myo + d-chiro blend) Glycine Magnesium L-threonate (BiOptimizers code: BIOHACKINGBRITTANY) Vitamin D Lion's mane mushroom Bacopa monnieri Methylated B vitamins (methylcobalamin, methylfolate, P5P) Methylene blue (low dose, pharmaceutical USP only) Peptides Semax Selank NAD+ options NOVOS code: BIOHACKINGBRITTANY Nuchido TIME+ code: BIOHACKINGBRITTANY Nasal spray (Synchronicity Health code: BIOHACKINGBRITTANY) Bioregulators Cortagen Cerluten Epithalon LET'S CONNECT: Instagram, TikTok, Facebook Shop my favorite health products Listen on Spotify, Apple Podcasts, YouTube Music
Ashley King and Sophie Lovett run the international side of Pearl, the AI company that reads dental radiographs — and they turn up as a self-confessed package deal. The chat starts with what the tech actually does (a second opinion for clinicians, and a way to help patients finally see what's going on in their own mouths), but it doesn't stay there for long. Payman, Ashley and Sophie get into US versus UK dentistry, the state of the NHS, why trust beats price every time, and how AI is creeping into everyday work. Then it gets personal: women and AI, the awkwardness of asking for a pay rise, what happens when a woman out-earns her partner, and whether having children is selfless or selfish. Honest, funny and occasionally controversial — this one wanders well beyond the X-ray.In This Episode00:00:50 - Life at a start-up 00:02:20 - Life on the road 00:04:35 - Distributors or your own office 00:06:05 - What Pearl does 00:09:30 - Accuracy and limits 00:10:45 - A controversial take 00:12:45 - AI and the future 00:18:35 - A cottage industry 00:21:20 - US vs UK dentistry 00:24:40 - NHS vs private 00:30:20 - Getting set up 00:34:00 - The price 00:35:40 - Why trust is everything 00:37:45 - The word "sell" 00:40:35 - Living in London 00:46:50 - The worst of America 00:51:50 - Politics 00:56:05 - AI in their own work 01:00:50 - Women and AI 01:02:30 - The pay rise problem 01:05:20 - The gender pay gap 01:08:25 - Femininity as power 01:11:00 - Relationships and self-reliance 01:13:55 - Children01:16:30 - Out-earning a partner 01:25:10 - "I'm just a hygienist" 01:26:30 - Business influences 01:33:50 - Biggest business mistakes 01:38:40 - Competitors and USP 01:45:40 - Guilty pleasures 01:49:05 - Fantasy dinner party 01:54:00 - Ministry of SoundAbout Ashley King & Sophie LovettAshley King leads international partnerships at Pearl, having started out in dental back in 2018 at VOCO; she's from North Carolina and now calls London home. Sophie Lovett heads up Pearl's international market development and, despite only three years in dentistry, talks the clinical language like a native. The two are best friends as much as colleagues — which is exactly why they turned up to record together.
Smart Fit expõe dados de clientes após sistema de catraca inteligente ser vazado.Google permitirá a troca de endereço do Gmail; entenda o que muda. Disney+ amplia lista de benefícios para assinantes; confira novidades. Nubank ganha jogos que dão cupons e descontos na Shopee, Uber e Samsung. Streamer é suspensa da Twitch após jogar Dark Souls usando os pés em live. Zuckerberg e Priscilla Chan lançam IA para acelerar descoberta de medicamentos. CD Projekt Red revela Songs of the Past, nova expansão de The Witcher 3: Wild Hunt. Google inaugura centro de engenharia na USP com foco em privacidade, segurança e IA.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Mais de 5,4 milhões de famílias deixam o Bolsa Família desde 2023. Júri do caso Henry Borel é retomado com 27 testemunhas no RJ. Anvisa aprova novo medicamento para pacientes com Parkinson avançado. Professores da USP aderem à greve iniciada por alunos há quase 45 dias.
Special Offer: Get 15% OFF your first FIGS order with code FIGSUK at checkout.Shop now at https://www.wearfigs.com/———————————————————————UK Dentists: Collect your verifiable CPD for this episode here >>> https://courses.dentistswhoinvest.com/smart-money-members-club———————————————————————Patients do not have a checklist for your clinical skill, but they do have a radar for trust. We sit down with marketing specialist Rahil Kumar from MiSmile Media and dentist and speaker Dr Dan Shaffer to get brutally practical about personal brand for dentists in the UK, and why it changes everything from your diary to your pricing power. If you have ever thought “posting won't really make a difference”, we challenge that comfort-zone logic and show what being visible actually does for your career. We talk about what a personal brand really is: not a logo, not a claim of being “high quality”, but the sum of every touchpoint patients experience. Dan shares how authenticity and integrity create a USP patients can feel, and why personal stories land when they are true rather than engineered for likes. We also explore the reality that most patients cannot easily judge clinical nuance, so they choose the dentist they trust, the one who communicates clearly and feels consistent online and in the practice. Then we get tactical: which platforms matter, how Instagram and Meta algorithms work, why short-form video wins attention, and what to do if you hate being on camera. We also zoom out to the in-practice details that make or break a premium brand experience, plus a case example where consistent organic social starts bringing patients in without turning on the paid ads tap.———————————————————————Disclaimer: All content on this channel is for education purposes only and does not constitute an investment recommendation or individual financial advice. For that, you should speak to a regulated, independent professional. The value of investments and the income from them can go down as well as up, so you may get back less than you invest. The views expressed on this channel may no longer be current. The information provided is not a personal recommendation for any particular investment. Tax treatment depends on individual circumstances and all tax rules may change in the future. If you are unsure about the suitability of an investment, you should speak to a regulated, independent professional. Investment figures quoted refer to simulated past performance and that past performance is not a reliable indicator of future results/performance. Send us Fan Mail
What does it take to deliver impactful learning in a global, highly regulated industry? Tim Greiner, Senior Director of USP Education at the U.S. Pharmacopeia, a global nonprofit that sets quality standards for medicines, food, and dietary supplements, shares how USP delivers education at scale to ensure those standards are applied effectively across industries and regions to improve quality and protect public health. Show Notes:Senior Education Director Tim Greiner explains how USP delivers training that improves quality and performance. Key takeaways from the conversation include:Impact over completion: In regulated environments, training success is measured by behavior change and improved quality practices—not just course completion. Design for diverse, global audiences: Effective programs balance modalities, regional preferences, and roles (regulators, manufacturers, students) without overcomplicating delivery. Blended learning drives stronger outcomes: Live and live-virtual experiences tend to have the highest impact, especially when paired with self-paced resources for reinforcement. Operational discipline matters at scale: Managing global training requires strong processes—centralized content, regular reviews, and alignment with evolving standards. Microlearning in the flow of work is the future: Delivering targeted learning at the exact moment of need can significantly increase retention, application, and overall impact. Powered by Learning earned Awards of Distinction in the Podcast/Audio and Business Podcast categories from The Communicator Awards and a Gold and Silver Davey Award. The podcast is also named to Feedspot's Top 40 L&D podcasts and Training Industry's Ultimate L&D Podcast Guide. Learn more about d'Vinci at www.dvinci.com. Follow us on LinkedInLike us on Facebook
Neste episódio, a entrevistada é a pesquisadora Ana Carolina Martins Dias Felizardo, do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) da USP em São Carlos. Ela é autora da dissertação "Investigações críticas acerca do urbanismo tático: [in]congruências e disputas", orientada pelo professor David Sperling
O mundo dos red pills, da machosfera e afins entrou com força no debate público nos últimos anos, principalmente quando ficou claro que o discurso que circula na internet pode se converter em agressões muito reais.Por que um modelo que origina tanta violência (inclusive contra os próprios homens) atrai tanta gente? Neste episódio, vamos entender do que é feita essa ideia tóxica de “ser homem”, por que ela atrai tantos meninos e homens e se existem caminhos possíveis para diminuir o espaço desse imaginário rígido e destrutivo.Recebemos Isabela Venturoza, antropóloga, mestre pela USP e doutora pela Unicamp, consultora do Ministério da Saúde e compõe o quadro do Instituto Feminista de Cuidado.Indicações- Entre Mulheres (filme)- Classe dos Heróis Fracos (série)- Saving the Modern Soul, Eva Illou (livro)- Tony (filme)- Sabrina (HQ)Produção: Baioque ConteúdoRoteiro e apresentação: Luiz Fujita Jr e André LombardiCoordenação geral: Tainã DamiãoRedes: Tainah MedeirosEdição: Pedro OliveiraTrilha sonora: Paulo GarfunkelInstagram: @entrementespodcastYouTube: @entrementespodcastSupport the showClique aqui para contribuir com a manutenção do Entrementes!
Referência na Semiótica da Canção no Brasil e Professor Titular de Teoria e Análise do Discurso na USP, Luiz Tatit desenvolveu uma obra em que a música nasce, invariavelmente, da palavra
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastMétodo Destiny: https://metododestiny.com.br/LIVRO O JOGO DA VIDAhttps://amzn.to/4thoRkwCongresso de arqueologia:https://pay.hotmart.com/L105148201D?off=zik0pq7x&checkoutMode=10&src=sayao&utm_source=sayao&utm_medium=parceiro&utm_campaign=ciab2026_alunos&bid=1776271943958Neste episódio do BrunetCast, recebemos Luiz Sayão: mestre em Língua Hebraica pela USP e coordenador da tradução da Nova Versão Internacional (NVI). Com décadas de pesquisa arqueológica em Israel, ele responde às perguntas mais difíceis sobre a Bíblia do ponto de vista histórico, linguístico e teológico.Falamos sobre o problema do sofrimento, a confiabilidade dos manuscritos bíblicos, o que a ciência moderna confirma (e o que não confirma).
In this episode of Personal Injury Marketing Minute, host Lindsey Busfield is joined by Joy Avila and David Chamberlin from James Scott Farron to discuss the intricacies of branding within a well-established law firm. They delve into how James Scott Farron has successfully developed verticals such as eminent domain and whistleblower law, separate from their main personal injury brand, to avoid brand confusion and better target specific client demographics. The conversation highlights the importance of understanding market saturation, audience-specific messaging, and the challenges of building domain authority. They also touch on the unique considerations when marketing software solutions to other law firms. This episode is essential for law firms considering expansion into new practice areas, offering insights into strategic brand development and the importance of aligning messaging with client needs. Key Timestamps: 00:01 – Introduction 01:25 – Overview of James Scott Farron 02:40 – Developing Law Firm Verticals 03:59 – Branding Decisions for New Practice Areas 05:01 – SEO Considerations in Branding 06:14 – Identifying Target Markets 07:48 – Tailoring Messaging to Client Situations 09:28 – Differentiating Personal Injury Messaging 10:39 – Branding for Law Firm Software 12:01 – Whistleblower Vertical Branding 13:31 – Messaging Adjustments for Client Comfort 15:19 – Advice for Expanding Practice Areas 16:49 – Testing Market Viability 17:52 – Unique Selling Proposition in Branding See all episodes or subscribe to the Personal Injury Marketing Minute here: https://optimizemyfirm.com/podcasts/. What makes James Scott Farron a leader in the personal injury law firm industry? James Scott Farron is a prominent personal injury law firm with a significant presence in North Carolina, South Carolina, and Georgia. Established in 1997, the firm prides itself on being a market leader and trendsetter in the legal field. With nearly 300 staff members, they handle a wide range of personal injury cases, striving for excellence through their experienced team and innovative approaches. Why did James Scott Farron choose to develop separate brands for specific practice areas? The decision to create separate brands for specific practice areas, such as eminent domain or whistleblower law, is driven by the need to reach distinct audiences. For instance, eminent domain requires specialized knowledge and targets a different clientele than personal injury law. By hiring experts with experience in these fields, the firm ensures they cater to the specific needs of each practice area without causing brand confusion. How do you approach branding for new verticals within an existing law firm? When developing a brand for a new vertical, the firm considers whether the brand can effectively rank online and reach its intended audience. For example, eminent domain projects offer clear opportunities for targeted marketing due to the availability of detailed project information. This allows for easier identification and outreach to potential clients, ensuring that the brand effectively addresses their unique needs. What factors influence the decision to keep a practice area under the main brand or develop it separately? The choice between keeping a practice area under the main brand or developing it separately depends on the audience and the ease of establishing a new brand. If the practice area aligns well with the existing brand and audience, it may remain under the main brand. However, if the audience is distinct and requires specialized messaging, a separate brand is more appropriate to avoid internal competition and confusion. How does targeting specific demographics impact branding strategies for law firm verticals? Branding strategies are tailored to the specific situations of the clients rather than traditional demographics. For instance, in eminent domain cases, the firm targets individuals based on the specific impact on their property, providing information relevant to their situation. Similarly, in personal injury cases, marketing materials are customized to address the unique concerns and recovery processes of different accident types. What are the key considerations when developing a B2B software brand for a law firm? Developing a B2B software brand requires a different marketing approach than consumer-focused services. The firm highlights the importance of understanding the unique needs of law firms and ensuring the software addresses those needs. Building a software product involves significant technical challenges, especially regarding data security, and requires a clear understanding of the target market and competitive landscape. How does the firm address the emotional needs of clients in specialized practice areas like whistleblower law? In specialized practice areas like whistleblower law, the firm tailors its messaging to address the emotional and procedural concerns of clients. Whistleblower clients often face significant personal and professional risks, so the firm emphasizes confidentiality, support, and guidance throughout the process. This distinct approach helps build trust and reassurance for clients in sensitive situations. What advice do you have for law firms considering the expansion into new practice areas or verticals? Law firms should assess market saturation and competition before launching a new brand. Building a brand is a long-term commitment that requires consistent effort and investment. Testing the market and audience interest before fully committing to brand development is crucial. Additionally, different marketing channels may be necessary for various practice areas, and firms should prioritize areas where they can easily identify their potential audience. What is the importance of identifying a unique selling proposition in branding? A unique selling proposition (USP) is vital for defining a brand’s messaging and positioning in the market. It involves identifying what sets the brand apart from competitors and aligns with what clients want. By focusing on this intersection, firms can effectively communicate their value and attract the right audience. Understanding the USP helps guide branding strategies and ensures the brand resonates with potential clients.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (11):Uma explosão atingiu residências no bairro do Jaguaré, localizado na Zona Oeste de São Paulo, nesta segunda-feira (11), resultando em uma vítima fatal e ao menos três feridos. As equipes de resgate atuam no local para o atendimento da ocorrência e socorro às vítimas. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, pela suspensão da Lei da Dosimetria. A decisão do magistrado gerou um novo clima de tensão, provocando revolta e forte reação por parte de parlamentares da oposição. O deputado Nikolas Ferreira (PL) defende que a Câmara dos Deputados passe a ter poder de fiscalização direta sobre o Poder Judiciário. A proposta ocorre em meio a debates sobre o equilíbrio entre os Três Poderes e a atuação de ministros de tribunais superiores. Reportagem: Julia Fermino. A Polícia Militar realizou a desocupação da Reitoria da USP, que estava tomada por alunos em greve que reivindicam melhorias no programa de permanência estudantil. A ação contou com o efetivo de 50 policiais e resultou na detenção de quatro pessoas. Enquanto a corporação afirma ter utilizado força moderada na operação, os estudantes denunciam o uso de força excessiva e relatam ferimentos durante a abordagem. Reportagem: Matheus Dias. Um levantamento do Datafolha revela que 68 milhões de brasileiros vivem em áreas com a presença de facções criminosas e milícias. O dado alarmante aponta que o domínio do crime organizado afeta diretamente cerca de 41% de toda a população do país. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, defendeu que o Poder Judiciário deve se afastar do cenário político para evitar o que classificou como uma "ambição desmedida". A declaração ocorre em meio a crescentes cobranças por uma mudança de postura dos magistrados da Corte. A bancada do programa Os Pingos nos Is avalia a postura de André do Prado, pré-candidato ao Senado por São Paulo pelo PL. A análise ocorre após o político demonstrar apoio a pautas consideradas contrárias às diretrizes da oposição. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
If Tamil Nadu CM doesn't want to be at his ‘political enemy' Stalin's mercy, he will need the AIADMK on his side. Either way, his USP as the Dravidian majors' alternative gets diluted, ThePrint Political Editor DK Singh elaborates in this episode of #PoliticallyCorrect----more----Read this week's Politically Correct here: https://theprint.in/opinion/vijay-gets-his-sarkar-in-real-life-too-many-odds-are-stacked-against-him/2927800/
Para entender a disputa entre Estados Unidos e China é preciso recuar até 1776. Essa é a tese de Pedro Costa Jr., editor de Geopolítica e Relações Internacionais do jornal GGN, doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e autor do recém-lançado Estados Unidos versus China, a luta pelo poder global, publicado pela Editora Escuta. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Político dos Estados Unidos, Tatiana Teixeira, editora-chefe do OPEU, e Yasmin Reis, pesquisadora do OPEU e doutoranda em Relações Internacionais pelo Programa Interinstitucional Santiago Dantas, recebem Pedro para uma conversa que articula teoria do poder global, história de longa duração e conjuntura contemporânea. A entrevista atravessa o encontro secreto entre Henry Kissinger e Zhou Enlai em 1971, a histórica visita de Nixon a Mao Tse Tung em 1972, o trauma do Vietnã, a reforma e abertura conduzida por Deng Xiaoping, a entrada da China na Organização Mundial do Comércio em 2001, o pivô fracassado de Barack Obama para a Ásia e o consenso bipartidário em Washington em torno da contenção global da China. Pedro discute por que Washington despertou tarde demais para o que Giovanni Arrighi chamou de transferência da fábrica e do cofre do mundo do Atlântico para o Pacífico e o que a aliança sem limites entre China e Rússia, firmada vinte dias antes da invasão da Ucrânia, sinaliza sobre o fim da velha ordem mundial liberal. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (OPEU), Yasmin Reis (OPEU; PPGRI Santiago Dantas), Pedro Costa Jr. (GGN; USP). Capa do episódio: FT Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ANDERSON, Perry. “Balanço do neoliberalismo”. In: SADER, Emir; GENTILI, Pablo (orgs.). Pós-neoliberalismo: as políticas sociais e o Estado democrático. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995. ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX: dinheiro, poder e as origens do nosso tempo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. ARRIGHI, Giovanni. Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI. São Paulo: Boitempo, 2008. ARRIGHI, Giovanni; SILVER, Beverly J. Caos e governabilidade no moderno sistema mundial. Rio de Janeiro: Contraponto, 2001. COSTA JR., Pedro. Estados Unidos versus China: a luta pelo poder global. São Paulo: Editora Escuta, 2025. FUKUYAMA, Francis. O fim da história e o último homem. Rio de Janeiro: Rocco, 1992. HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995. KAGAN, Robert. The World America Made. New York: Knopf, 2012. KISSINGER, Henry. Sobre a China. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. VELASCO E CRUZ, Sebastião C. Os Estados Unidos no desconcerto do mundo. São Paulo: Editora Unesp, 2010. WALLERSTEIN, Immanuel. O declínio do poder americano. Rio de Janeiro: Contraponto, 2004. Capítulos: 00:00 Introdução e apresentação do convidado 02:30 Por que os anos 1970 são o ponto nevrálgico da relação sino-americana 09:00 De fábrica a cérebro do mundo, a transferência geoeconômica para o Pacífico 17:00 A viagem secreta de Kissinger e o jantar com Mao Tse Tung 27:00 O atropelo diplomático, o tempo milenar do império do meio 40:00 A janela perdida, por que os Estados Unidos não pararam a China em 1989 55:00 O consenso bipartidário em Washington pela contenção da China 1:01:00 A aliança sem limites entre Pequim e Moscou e o fim da velha ordem liberal The post EUA x China: A luta pelo poder global appeared first on Chutando a Escada.