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Em cada episódio, uma investigação jornalística. Com uma hora de duração, os episódios são um mosaico de entrevistas inéditas, gravações em campo e áudios de arquivo, costurados pela narração do jornalista Tomás Chiaverini. Os temas são os mais variados e a abordagem é sempre profunda, irreverente e…

Tomás Chiaverini


    • Sep 21, 2022 LATEST EPISODE
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    76: Os últimos comunistas

    Play Episode Listen Later Sep 21, 2022 59:09


    Acompanhamos um dia de campanha dos principais candidatos do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Como o partido não teve acesso ao fundo eleitoral, a presidenciável, Sofia Manzano; e o candidato ao governo paulista, Gabriel Colombo, têm de se desdobrar para colocar a campanha na rua. Isso inclui viagens de metrô, hospedagem na casa de militantes, panfleto em preto e branco e almoços pagos do próprio bolso. Entrevistados do episódio Sofia Manzano Economista, professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia e candidata à presidência pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Gabriel Colombo Agrônomo e pesquisador, candidato ao governo do estado de São Paulo pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Aline Marcondes Miglioli Economista, professora, candidata a vice-governadora de São Paulo pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB). Ficha técnica Locução adicional: Priscila Pastre Trilha sonora tema: Paulo Gama, Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini

    75: Caminhando pela São Paulo invisível

    Play Episode Listen Later Sep 7, 2022 56:10


    Uma caminhada pela pela São Paulo que ninguém vê. Durante a pandemia, a população em situação de rua de aumentou 31% em São Paulo. São pessoas que vivem nas calçadas, em barracas armadas em praças, embaixo de viadutos e em albergues. Neste episódio, você vai conhecer um pouco da vida dessas pessoas que a maioria dos paulistanos faz de tudo para não ver, numa caminhada ao lado de um especialista em encontrar pessoas desaparecidas. Entrevistado do episódio Darko Hunter Responsável pela Divisão de Localização Familiar e Desaparecidos da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, da Prefeitura de São Paulo. Mergulhe mais fundo Censo da população em situação de rua (2021) Cama de Cimento - Uma reportagem sobre o povo das ruas (Tomás Chiaverini) Episódios relacionados 74: De volta para São Paulo 50: Gente invisível não estraga parede Ficha técnica Trilha sonora: Marianna Romano, Paulo Gama, e Blue Dot. Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini

    74: De volta para São Paulo

    Play Episode Listen Later Aug 24, 2022 79:21


    Depois de mais de dois anos de pandemia, as pessoas estão voltando à vida normal e retomando as cidades. Para celebrar este momento, fizemos um episódio em homenagem a São Paulo. Três convidados escolheram o itinerário para três caminhadas em três momentos diferentes do dia. Entrevistados do episódio Chico Felitti Jornalista e escritor é autor dos livros Ricardo e Vânia, A Casa, e Elke: Mulher Maravilha (Todavia). Está a frente dos podcasts A Mulher da Casa Abandonada, produzido para a Folha de S.Paulo, e Além do Meme, produzido para o Spotify. Heloisa Lupinacci Heloisa Lupinacci é jornalista especializada em cerveja. Foi editora do site Panelinha e assinou a coluna Só de Birra, no Paladar Estadão, sobre cervejas. Foi editora assistente do Paladar-Estadão, do Link-Estadão e do caderno de Turismo da Folha. É formada em moda, mãe do Lalo e do Tomé. Marianna Romano É produtora de podcasts e compositora. Dirigiu o podcast Pistoleiros, da Globoplay; compôs as trilhas do Reply All, da Gimlet Media. Colaborou com diversos podcasts da Rádio Novelo. É artista plástica e compôs o álbum Romance Modelo. Mergulhe mais fundo A Mulher da casa abandonada (Chico Felitti) "Fofão da Augusta? Quem me chama assim não me conhece" Episódios relacionados 22: Suco de São Paulo Ficha técnica Trilha sonora: Marianna Romano, Paulo Gama, e Blue Dot. Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini

    73:A morte do crítico

    Play Episode Listen Later Aug 10, 2022 66:43


    Os cadernos e guias gastronômicos estão entre as principais vítimas da crise no jornalismo. Com a migração da publicidade para as redes sociais, as redações encolheram e o dinheiro foi canalizado para áreas de maior interesse, como política, cidades e economia. Os jornalistas que escreviam sobre comida tiveram de se adaptar, mudando o jeito de fazer crítica, criando novas abordagens ou brigando de igual pra igual com influenciadores digitais. Os restaurantes também se adaptaram, investindo em pratos "instagramáveis", na relação direta com os clientes e em estratégias para atrair gente famosa que compartilhe pratos nas redes. Neste episódio, mergulhamos nas dores e delícias do ofício de crítico gastronômico, falamos sobre o que motivou o declínio da profissão, e destrinchamos o curioso caso do Paris 6 - um restaurante que é sucesso de público, mesmo tendo sido eleito o pior restaurante de São Paulo. Entrevistados do episódio Mauro Marcelo Alves Jornalista, foi correspondente do Jornal da Tarde-SP em Paris, crítico de restaurantes de Veja, editor de Playboy, diretor-adjunto do Guia 4 Rodas, e, diretor da revista Gula. É autor de “Vinhos, A Arte da França”, “Vinho do Porto, Muito Prazer!” e “O Espírito da Cachaça”. Isaac Azar Empresário, criador do restaurante Paris 6. Marcos Nogueira Jornalista especializado em gastronomia, assina a coluna Cozinha Bruta, na Folha de S.Paulo. Apresenta também o programa de TV homônimo, no canal Sabor & Arte. Já trabalhou no caderno Cotidiano e nos jornais Notícias Populares e Agora São Paulo. Mergulhe mais fundo Pesquisa: Melhores e Piores (Veja SP) Azaït oferece bom mostruário da cozinha do Mediterrâneo (Folha de S.Paulo) Transformei meu barracão no restaurante mais bem avaliado do TripAdvisor em Londres Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Priscila Pastre e Tomás Chiaverini. Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dot Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini

    72: Camming e o amor sob demanda

    Play Episode Listen Later Jul 27, 2022 62:56


    Camming é a prática de usar uma câmera ligada à internet para interações que quase sempre têm um cunho sexual, mas que muitas vezes envolvem afetos que vão além disso. Na forma mais comum, mulheres se exibem para homens espectadores. Mas, como quase tudo que envolve sexo e internet, a prática tem poucos limites e há relatos dos mais diversos. Do homem que quer que assistam ele dar banho em patinhos de borracha, ao soldado do front na Ucrânia que só precisa de alguém para conversar. Além disso, em algumas plataformas, mulheres têm usado o camming como uma forma de ganhar dinheiro vendendo sexo virtual ou shows eróticos. Entrevistados do episódio Thany Sanches Pintora e artista visual, mestre e doutoranda em comunicação e semiótica pela PUC de São Paulo. Mergulhe mais fundo A reinvenção dos corpos femininos nas plataformas de camming: uma aproximação indisciplinar entre pornografia, arte e outras impossibilidades Episódios relacionados Amor de pixel Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Gabriela Mayer Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dot Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini

    71: Por que votam no mito?

    Play Episode Listen Later Jul 13, 2022 60:58


    Depois de três anos e meio do pior governo desde a redemocratização, cerca de 30% dos brasileiros ainda pretendem votar em Jair Bolsonaro. Neste episódio, usamos ferramentas da psicologia social e da neurociência para tentar explicar o que move os bolsonaristas irredutíveis.Entrevistado do episódioDavi CarvalhoCientista social, divulgador científico e doutorando em Ciência Política na Unicamp, com estágio doutoral no Center for Brain, Biology and Behavior - CB3 da Universidade de Nebraska-Lincoln, EUA. Episódios relacionados31: Profundezas da rede – Capítulo 1: O Tabuleiro32: Profundezas da rede – Capítulo 2: As Peças33: Profundezas da rede – Capítulo 3: O Jogo69: Grana acima de tudo70: Os generais e o cerco a Brasília Ficha técnicaTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, apresentação, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini 

    #70 – Os generais e o cerco a Brasília

    Play Episode Listen Later Jun 29, 2022


    Quando se fala na relação de Jair Bolsonaro com os militares, existe uma espécie de consenso. Bolsonaro sempre foi uma ovelha desgarrada. Um oficial que tinha sido expelido do exército depois de criar uma campanha desastrada por melhores salários, com direito a planos para um atentado a bomba. Depois disso, Bolsonaro teria se feito na política sozinho. Teria se acomodado no baixo clero, até que uma tempestade perfeita se armou. Em 2013, as ruas foram tomadas por um mar heterogêneo de gente insatisfeita. Depois, a operação Lava-Jato destruiu o resto de credibilidade da classe política. Uma presidente inábil fez de tudo para se reeleger. A oposição questionou o resultado das urnas. Parlamentares oportunistas derrubaram o governo. Assumiu outro político fraco, envolvido em escândalos. O país mergulhou no caos. O candidato à presidência favorito da população foi preso. O candidato azarão foi esfaqueado em plena luz do dia, e ganhou uma projeção impensável. E os militares? Olharam aquele cavalo selado passando diante deles e resolveram montar. Essa é a tese dominante. E parece razoável. O mundo é cada vez mais caótico, complexo, imprevisível. E a política segue por esse mesmo caminho. Mas tem gente que vê as coisas de uma forma diferente. Que vê a complexidade do mundo, o caos, a imprevisibilidade, mas que também vê um padrão, um ordenamento. E dentro desse ordenamento Jair Bolsonaro se parece menos com um azarão e mais com uma arma de guerra. – Ajude a financiar a Rádio Escafandro e receba recompensas Clique aqui. Episódios relacionados: 69: Grana acima de tudo 49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres 46: Bolsonaro sorri na terra da maldade Entrevistados do episódio Piero Leirner Possui graduação em ciências sociais pela Universidade de São Paulo, mestrado em ciência social pela Universidade de São Paulo  e doutorado em antropologia social pela Universidade de São Paulo. É professor titular da Universidade Federal de São Carlos. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em antropologia da guerra e em sistemas hierárquicos, atuando principalmente nos seguintes temas: hierarquia, individualismo, estado, guerra e militares. Desde 2013 também realiza pesquisa no alto rio Negro, sobre hierarquia em sistemas tukano. É autor do livro "O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica" (Alameda Casa Editorial, 2020). Marcelo Pimentel Jorge de Souza Coronel de Artilharia da reserva do Exército Brasileiro, mestre em ciências militares pela Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), coautor do livro "Os militares e a crise brasileira" (Alameda Editorial, 2019). Ficha técnica Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots Concepção, apresentação, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini  

    70: Os generais e o cerco a Brasília

    Play Episode Listen Later Jun 29, 2022 75:24


    Quando se fala na relação de Jair Bolsonaro com os militares, existe uma espécie de consenso. Bolsonaro sempre foi uma ovelha desgarrada. Um oficial que tinha sido expelido do exército depois de criar uma campanha desastrada por melhores salários, com direito a planos para um atentado a bomba. Depois disso, Bolsonaro teria se feito na política sozinho. Teria se acomodado no baixo clero, até que uma tempestade perfeita se armou. Em 2013, as ruas foram tomadas por um mar heterogêneo de gente insatisfeita. Depois, a operação Lava-Jato destruiu o resto de credibilidade da classe política. Uma presidente inábil fez de tudo para se reeleger. A oposição questionou o resultado das urnas. Parlamentares oportunistas derrubaram o governo. Assumiu outro político fraco, envolvido em escândalos. O país mergulhou no caos. O candidato à presidência favorito da população foi preso. O candidato azarão foi esfaqueado em plena luz do dia, e ganhou uma projeção impensável.E os militares? Olharam aquele cavalo selado passando diante deles e resolveram montar. Essa é a tese dominante. E parece razoável. O mundo é cada vez mais caótico, complexo, imprevisível. E a política segue por esse mesmo caminho. Mas tem gente que vê as coisas de uma forma diferente. Que vê a complexidade do mundo, o caos, a imprevisibilidade, mas que também vê um padrão, um ordenamento. E dentro desse ordenamento Jair Bolsonaro se parece menos com um azarão e mais com uma arma de guerra.– Ajude a financiar a Rádio Escafandro e receba recompensasClique aqui.Episódios relacionados:69: Grana acima de tudo49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres46: Bolsonaro sorri na terra da maldadeEntrevistados do episódioPiero LeirnerPossui graduação em ciências sociais pela Universidade de São Paulo, mestrado em ciência social pela Universidade de São Paulo  e doutorado em antropologia social pela Universidade de São Paulo. É professor titular da Universidade Federal de São Carlos. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em antropologia da guerra e em sistemas hierárquicos, atuando principalmente nos seguintes temas: hierarquia, individualismo, estado, guerra e militares. Desde 2013 também realiza pesquisa no alto rio Negro, sobre hierarquia em sistemas tukano. É autor do livro "O Brasil no Espectro de uma Guerra Híbrida: Militares, Operações Psicológicas e Política em uma Perspectiva Etnográfica" (Alameda Casa Editorial, 2020).Marcelo Pimentel Jorge de SouzaCoronel de Artilharia da reserva do Exército Brasileiro, mestre em ciências militares pela Eceme (Escola de Comando e Estado-Maior do Exército), coautor do livro "Os militares e a crise brasileira" (Alameda Editorial, 2019).Ficha técnicaTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, apresentação, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini 

    #69 – Grana acima de tudo

    Play Episode Listen Later Jun 15, 2022


    Dinheiro e política são parte de um mesmo jogo. Afinal, a gente às vezes esquece, mas a função principal dos políticos, principalmente do executivo, é definir como o dinheiro dos nossos impostos vai ser gasto. No Brasil, entretanto, dinheiro e política sempre estiveram misturadas num caldo menos democrático do que o ideal. Nas últimas décadas, essa relação passou a ditar os rumos do legislativo e do executivo.  Uma relação que, em geral, ocorre nos subterrâneos do poder, mas vez ou outra aflora na superfície, em grandes crises ou escândalos de corrupção. O caso PC Farias, os Anões do Orçamento, a compra de votos para a reeleição de Fernando Henrique Cardoso, o Mensalão, o Impeachment de Dilma Rousseff, os testes macabros em pacientes com Covid conduzidos pela Prevent Sênior. Todos esses eventos estão ligados a uma mesma relação perversa entre os donos do dinheiro e os responsáveis pela política nacional. Neste episódio, mergulhamos nessa relação para mostrar como dinheiro e política se uniram ao longo das décadas. Refazemos o fluxo do dinheiro, do financiamento eleitoral às contas em paraísos fiscais, e falamos sobre as possíveis soluções para diminuir essa correlação. – Ajude a financiar a Rádio Escafandro e receba recompensas Clique aqui. Episódios relacionados: 00: Quem votou no deputado da tatuagem falsa? 45: Caçada ao Cabeça Branca Entrevistado do episódio Bruno Carazza Autor do livro "Dinheiro, Eleições e Poder: as engrenagens do sistema político brasileiro" (Companhia das Letras, 2018) e colunista do jornal Valor Econômico. Doutor em direito pela UFMG (2016), mestre em teoria econômica pela UnB (2003) e bacharel em ciências econômicas e em direito pela UFMG. Professor associado da Fundação Dom Cabral. Durante 20 anos, atuou em diversas órgãos da área econômica do governo federal. Allan de Abreu Jornalista e escritor, repórter da revista Piauí, autor de livros como "Cocaína: a rota caipira" (Record, 2017) e "Cabeça Branca" (Record, 2021). Foi um dos jornalista escolhidos pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) para participar da apuração do Pandora Papers, que revelou donos de empresas em paraísos fiscais. Ficha técnica Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots Concepção, apresentação, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini    

    69: Grana acima de tudo

    Play Episode Listen Later Jun 15, 2022 63:45


    Dinheiro e política são parte de um mesmo jogo. Afinal, a gente às vezes esquece, mas a função principal dos políticos, principalmente do executivo, é definir como o dinheiro dos nossos impostos vai ser gasto. No Brasil, entretanto, dinheiro e política sempre estiveram misturadas num caldo menos democrático do que o ideal.Nas últimas décadas, essa relação passou a ditar os rumos do legislativo e do executivo.  Uma relação que, em geral, ocorre nos subterrâneos do poder, mas vez ou outra aflora na superfície em grandes crises ou escândalos de corrupção.O caso PC Farias, os Anões do Orçamento, a compra de votos para a reeleição de Fernando Henrique Cardoso, o Mensalão, o Impeachment de Dilma Rousseff, os testes macabros em pacientes com Covid conduzidos pela Prevent Sênior. Todos esses eventos estão ligados a uma mesma relação perversa entre os donos do dinheiro e os responsáveis pela política nacional.Neste episódio, mergulhamos nessa relação para mostrar como dinheiro e política se uniram ao longo das décadas. Refazemos o fluxo do dinheiro, do financiamento eleitoral às contas em paraísos fiscais, e falamos sobre as possíveis soluções para diminuir essa correlação.– Ajude a financiar a Rádio Escafandro e receba recompensasClique aqui.Episódios relacionados:00: Quem votou no deputado da tatuagem falsa?45: Caçada ao Cabeça BrancaEntrevistado do episódioBruno CarazzaAutor do livro "Dinheiro, Eleições e Poder: as engrenagens do sistema político brasileiro" (Companhia das Letras, 2018) e colunista do jornal Valor Econômico. Doutor em direito pela UFMG (2016), mestre em teoria econômica pela UnB (2003) e bacharel em ciências econômicas (1998) e em direito (2010) pela UFMG. Professor associado da Fundação Dom Cabral. Durante 20 anos, atuou em diversas órgãos da área econômica do governo federal.Allan de AbreuJornalista e escritor, repórter da revista Piauí, autor de livros como "Cocaína: a rota caipira" (Record, 2017) e "Cabeça Branca" (Record, 2021). Foi um dos jornalista escolhidos pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) para participar da apuração do Pandora Papers, que revelou donos de empresas em paraísos fiscais. Trilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, apresentação, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini  

    #68 – Lindinês e a década das cotas

    Play Episode Listen Later Jun 1, 2022 66:15


    Em agosto deste ano, a lei 12.711, mais conhecida como lei de cotas, vai completar uma década de existência. A lei causou uma revolução no ensino superior, ao estipular que 50% das vagas em universidades públicas federais fossem destinadas a cotistas. Negros, indígenas, pessoas com deficiência e estudantes de baixa renda estão entre as populações contempladas. A medida se mostrou eficaz em diminuir a desigualdade no acesso ao ensino superior - hoje aproximadamente metade dos universitários brasileiros são negros. O temor dos críticos à lei, de que ela facilitaria o acesso à universidade e de que isso diminuiria a qualidade dos cursos, não se concretizou. Apesar do sucesso, hoje a sociedade vive um dilema diante da lei de cotas. Porque no texto original há um artigo que prevê a revisão da lei após uma década de vigência - ou seja, neste ano. Ao mesmo tempo, os dados necessários para essa revisão não existem. Não foram produzidos e reunidos pelo Ministério da Educação. E o clima polarizado em ano eleitoral dificulta o debate sobre o assunto. Neste episódio, mergulhamos na lei de cotas. Quais são as suas origens, quais foram os efeitos práticos e simbólicos, quais as chances de a revisão ocorrer este ano, o que acontece se ela não ocorrer e por que, uma década depois, ainda há a necessidade de brigar para que as cotas sejam efetivamente usadas por quem tem direito a elas? A história de uma aluna negra que teve de desmascarar alunos fraudadores para garantir a própria vaga em um curso de medicina da Universidade Federal da Bahia - UFBA ajuda a responder estas questões. – Ajude a financiar a Rádio Escafandro e receba recompensas Clique aqui. Entrevistado do episódio Lindinês de Jesus Sousa Estudante de medicina da Universidade Federal da Bahia - UFBA. José Vicente Advogado, mestre em direito, doutor em educação, fundador e reitor da Universidade Zumbi dos Palmares. Roberta Viegas Advogada, consultora legislativa do Senado Federal, especialista em direitos-humanos. Juliana Marta Santos De Oliveira  Pedagoga, assistente social, coordenadora dos Programas de Assistência ao Estudante da Universidade Federal da Bahia - UFBA. Ficha técnica Pauta, produção e reportagem: Gabriela Mayer Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots Concepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini          

    68: Lindinês e a década das cotas

    Play Episode Listen Later Jun 1, 2022 66:14


    Em agosto deste ano, a lei 12.711, mais conhecida como lei de cotas, vai completar uma década de existência. A lei causou uma revolução no ensino superior, ao estipular que 50% das vagas em universidades públicas federais fossem destinadas a cotistas. Negros, indígenas, pessoas com deficiência e estudantes de baixa renda estão entre as populações contempladas.A medida se mostrou eficaz em diminuir a desigualdade no acesso ao ensino superior - hoje aproximadamente metade dos universitários brasileiros são negros. O temor dos críticos à lei, de que ela facilitaria o acesso à universidade e de que isso diminuiria a qualidade dos cursos, não se concretizou.Apesar do sucesso, hoje a sociedade vive um dilema diante da lei de cotas. Porque no texto original há um artigo que prevê a revisão da lei após uma década de vigência - ou seja, neste ano. Ao mesmo tempo, os dados necessários para essa revisão não existem. Não foram produzidos e reunidos pelo Ministério da Educação. E o clima polarizado em ano eleitoral dificulta o debate sobre o assunto.Neste episódio, mergulhamos na lei de cotas. Quais são as suas origens, quais foram os efeitos práticos e simbólicos, quais as chances de a revisão ocorrer este ano, o que acontece se ela não ocorrer e por que, uma década depois, ainda há a necessidade de brigar para que as cotas sejam efetivamente usadas por quem tem direito a elas? A história de uma aluna negra que teve de desmascarar alunos fraudadores para garantir a própria vaga em um curso de medicina da Universidade Federal da Bahia - UFBA ajuda a responder estas questões.– Ajude a financiar a Rádio Escafandro e receba recompensasClique aqui.Entrevistado do episódioLindinês de Jesus SousaEstudante de medicina da Universidade Federal da Bahia - UFBA.José VicenteAdvogado, mestre em direito, doutor em educação, fundador e reitor da Universidade Zumbi dos Palmares.Roberta ViegasAdvogada, consultora legislativa do Senado Federal, especialista em direitos-humanos.Juliana Marta Santos De Oliveira Pedagoga, assistente social, coordenadora dos Programas de Assistência ao Estudante da Universidade Federal da Bahia - UFBA. Ficha técnicaPauta, produção e reportagem: Gabriela MayerTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, roteiro, e edição: Tomás Chiaverini     

    #67 – Marinheiro só

    Play Episode Listen Later May 18, 2022 49:29


    O carioca Thiago André é  conhecido pelo podcast História Preta, onde traz perfis de grandes personalidades negras da história do Brasil. Mas, durante anos, ele viveu uma vida dupla. Porque enquanto via seu podcast crescer e chegar a cada vez mais gente, o Thiago continuava a servir em bases navais espalhadas pelo território nacional. Como os militares são proibidos de expressar opiniões políticas, o Thiago manteve a atividade dele no História Preta em total segredo. E durante anos viveu uma vida dupla. De um lado, era conhecido pelo que falava. De outro, num ambiente cada vez mais tóxico pela ascensão do bolsonarismo, tinha de se manter em silêncio. Neste episódio mergulhamos na história do Thiago André.  Do primeiro dia na marinha, ao momento em que ele revelou o segredo nas redes sociais. – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. Entrevistado do episódio Thiago André Fundador, roteirista e produtor de conteúdo no História Preta - podcast documental que tem por objetivo trazer para superfície a memória histórica da população negra. Ficha técnica Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini

    67: Marinheiro só

    Play Episode Listen Later May 18, 2022 49:29


    O carioca Thiago André é  conhecido pelo podcast História Preta, onde traz perfis de grandes personalidades negras da história do Brasil. Mas, durante anos, ele viveu uma vida dupla. Porque enquanto via seu podcast crescer e chegar a cada vez mais gente, o Thiago continuava a servir em bases navais espalhadas pelo território nacional.Como os militares são proibidos de expressar opiniões políticas, o Thiago manteve a atividade dele no História Preta em total segredo. E durante anos viveu uma vida dupla. De um lado, era conhecido pelo que falava. De outro, num ambiente cada vez mais tóxico pela ascensão do bolsonarismo, tinha de se manter em silêncio.Neste episódio mergulhamos na história do Thiago André.  Do primeiro dia na marinha, ao momento em que ele revelou o segredo nas redes sociais.– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.Entrevistado do episódioThiago AndréFundador, roteirista e produtor de conteúdo no História Preta - podcast documental que tem por objetivo trazer para superfície a memória histórica da população negra.Ficha técnicaTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini 

    #66 – Aos abusadores, a lei

    Play Episode Listen Later May 4, 2022 83:54


    A lei da alienação parental foi criada em 2010 com o alegado objetivo de proteger crianças em processos de divórcio. A lei se baseia numa suposta síndrome da alienação parental, criada pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner. Segundo a teoria da alienação parental de Gardner, a síndrome seria incutida nas crianças por meio de campanhas de difamação por um dos genitores. Entre essas campanhas estariam falsas acusações de abuso sexual. A síndrome nunca foi reconhecida pela comunidade científica, mas, mesmo assim, o legislativo brasileiro criou uma lei baseada nela. Foi o único país do mundo a fazer isso. Desde então, a teoria tem sido amplamente utilizada nos tribunais. Ao mesmo tempo, multiplicam-se relatos de pais violentos e abusadores que utilizam a lei para se defender. Nesses casos, as mães que acusam acabam sendo consideradas alienadoras. E muitas vezes as crianças abusadas são obrigadas a conviver com os pais em dias de visita. Há, inclusive, relatos de casos em que a guarda foi revertida para os pais: crianças que tiveram de viver sob a guarda do abusador, sem poder ter contato com a mãe. Recentemente, em abril de 2022, o Congresso Nacional votou um  Projeto de Lei que alterou o texto original. Nele, a bancada feminina havia inserido um parágrafo que impediria pais acusados de abuso ou violência de usarem a lei da alienação parental como defesa. Mas o trecho acabou excluído do texto final que, agora, aguarda sanção presidencial. – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. Mergulhe mais fundo Alienação parental - Uma iníqua falácia (artigo de Cláudia Galiberne Ferreira e Romano José Enzweiler) Lei expõe crianças ao abuso - Agência Pública (reportagem de Tomás Chiaverini) Texto final da alteração da lei, aprovado pelo Congresso em abril Entrevistados do episódio Cláudia Galiberne Ferreira Advogada e, pós-graduada em direito processual civil pela Faculdade CESUSC, coautora do artigo Alienação Parental - Uma iníqua falácia. Jorge André Domingues Barreto Investigador do departamento de inteligência do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior – DEINTER 5. Katja Visconte Advogada especialista em direito de família, secretária-geral da Comissão de Violência Doméstica e vice-presidente da Comissão de Alienação Parental do Instituto Brasileiro de Direito da Família no Distrito Federal -IBDFAM-DF. Ficha técnica Locução: Priscila Pastre Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini    

    66: Aos abusadores, a lei

    Play Episode Listen Later May 4, 2022 83:53


    A lei da alienação parental foi criada em 2010 com o alegado objetivo de proteger crianças em processos de divórcio. A lei se baseia numa suposta síndrome da alienação parental, criada pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner.Segundo a teoria da alienação parental de Gardner, a síndrome seria incutida nas crianças por meio de campanhas de difamação por um dos genitores. Entre essas campanhas estariam falsas acusações de abuso sexual. A síndrome nunca foi reconhecida pela comunidade científica, mas, mesmo assim, o legislativo brasileiro criou uma lei baseada nela. Foi o único país do mundo a fazer isso.Desde então, a teoria tem sido amplamente utilizada nos tribunais. Ao mesmo tempo, multiplicam-se relatos de pais violentos e abusadores que utilizam a lei para se defender. Nesses casos, as mães que acusam acabam sendo consideradas alienadoras. E muitas vezes as crianças abusadas são obrigadas a conviver com os pais em dias de visita.Há, inclusive, relatos de casos em que a guarda foi revertida para os pais: crianças que tiveram de viver sob a guarda do abusador, sem poder ter contato com a mãe.Recentemente, em abril de 2022, o Congresso Nacional votou um  Projeto de Lei que alterou o texto original. Nele, a bancada feminina havia inserido um parágrafo que impediria pais acusados de abuso ou violência de usarem a lei da alienação parental como defesa. Mas o trecho acabou excluído do texto final que, agora, aguarda sanção presidencial.– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.Mergulhe mais fundoAlienação parental - Uma iníqua falácia (artigo de Cláudia Galiberne Ferreira e Romano José Enzweiler)Lei expõe crianças ao abuso - Agência Pública (reportagem de Tomás Chiaverini)Texto final da alteração da lei, aprovado pelo Congresso em abrilEntrevistados do episódioCláudia Galiberne FerreiraAdvogada e, pós-graduada em direito processual civil pela Faculdade CESUSC, coautora do artigo Alienação Parental - Uma iníqua falácia.Jorge André Domingues BarretoInvestigador do departamento de inteligência do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior – DEINTER 5.Katja VisconteAdvogada especialista em direito de família, secretária-geral da Comissão de Violência Doméstica e vice-presidente da Comissão de Alienação Parental do Instituto Brasileiro de Direito da Família no Distrito Federal -IBDFAM-DF.Ficha técnicaLocução: Priscila PastreTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini  

    37: O sonho do Sidarta (REPRISE)

    Play Episode Listen Later Apr 20, 2022 50:11


    Por que dormimos? E por que, quando dormimos, sonhamos? Como os sonhos moldam nosso cérebro e sedimentam nossas memórias? Por que sem os sonhos a nossa cultura, a nossa tecnologia, enfim, a nossa civilização provavelmente não existiria do jeito que existe?Quem fala sobre tudo isso é o biólogo e neurocientista Sidarta Ribeiro.***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****Saiba mais sobre a Rádio Escafandro em: www.radioescafandro.com***** – Entrevistados do episódioSidarta  RibeiroBiólogo e  neurocientista, professor titular e vice-diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Autor do livro O Oráculo da Noite (Cia das Letras, 2019), finalista do prêmio Jabuti 2020.- Ficha técnica:Produção, apresentação e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaEsse episódio contou com músicas de Jesse Gallager e Kai Engel. 

    #65 – Como os nossos pais?

    Play Episode Listen Later Apr 6, 2022 72:13


    Educação respeitosa, disciplina positiva, educação neurocompatível. Os nomes são vários, escondem nuances, mas a ideia geral é a mesma e se baseia em dois pilares. Crianças e adultos devem ser tratados como seres de igual valor. E o cérebro das crianças é diferente do cérebro dos adultos porque não está completamente formado. Os responsáveis pela criação precisam entender isso e se adequar às necessidades dos pequenos. Neste episódio, partimos dessas constatações para falar dos desafios e limites da educação, das dores e delícias da maternidade e da paternidade, e de como a forma como criamos nossas crianças pode impactar o futuro da humanidade. Mergulhe mais fundo! Naruhodo #198 - Existe instinto materno? - Parte 1 de 2 Naruhodo #199 - Existe instinto materno? - Parte 2 de 2 A evolução do cérebro humano ao longo da vida - Revista Nature (em inglês) Entrevistados do episódio Maya Eigenmann Pedagoga certificada em disciplina positiva, educadora parental e  produtora de conteúdo digital sobre educação respeitosa. Altay de Souza Psicólogo e graduando em estatística pela Universidade de São Paulo. Pesquisador no Departamento de Psicobiologia da UNIFESP, Centro de Comunicações e Ciências Cognitivas da Escola de Comunicações e Artes da USP (ECAUSP) e no Núcleo de Estudos sobre Violência da USP. Co-host do podcast de divulgação científica Naruhodo. Ficha técnica Locução: Priscila Pastre Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini

    65: Como os nossos pais?

    Play Episode Listen Later Apr 6, 2022 72:13


    Educação respeitosa, disciplina positiva, educação neurocompatível. Os nomes são vários, escondem nuances, mas a ideia geral é a mesma e se baseia em dois pilares.Crianças e adultos devem ser tratados como seres de igual valor. E o cérebro das crianças é diferente do cérebro dos adultos porque não está completamente formado. Os responsáveis pela criação precisam entender isso e se adequar às necessidades dos pequenos.Neste episódio, partimos dessas constatações para falar dos desafios e limites da educação, das dores e delícias da maternidade e da paternidade, e de como a forma como criamos nossas crianças pode impactar o futuro da humanidade.Mergulhe mais fundo!Naruhodo #198 - Existe instinto materno? - Parte 1 de 2Naruhodo #199 - Existe instinto materno? - Parte 2 de 2A evolução do cérebro humano ao longo da vida - Revista Nature (em inglês)Entrevistados do episódioMaya EigenmannPedagoga certificada em disciplina positiva, educadora parental e  produtora de conteúdo digital sobre educação respeitosa.Altay de SouzaPsicólogo e graduando em estatística pela Universidade de São Paulo. Pesquisador no Departamento de Psicobiologia da UNIFESP, Centro de Comunicações e Ciências Cognitivas da Escola de Comunicações e Artes da USP (ECAUSP) e no Núcleo de Estudos sobre Violência da USP. Co-host do podcast de divulgação científica Naruhodo.Ficha técnicaLocução: Priscila PastreTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini

    #64 – A distopia é aqui?

    Play Episode Listen Later Mar 23, 2022 63:29


    Vírus mortais dominam o planeta, máscaras se tornam item de vestuário, o clima está fora de controle, nossa vida é mediada por máquinas de funcionamento misterioso, líderes populistas e incompetentes estão no poder, tiranos ameaçam lançar o mundo numa guerra global. Diante de tudo isso, vale a pergunta: estamos vivendo numa distopia futurista? Para tentar responder a ela, voltamos ao livro que é a bíblia das distopias futuristas: 1984, do escritor britânico George Orwell. Lançado em 1949, o livro é um retrato da Europa devastada pela Segunda Guerra e uma crítica feroz ao stalinismo. Mas hoje, mais de setenta anos depois de sua primeira publicação, ele se torna surpreendentemente atual. Mergulhe mais fundo 1984 (link para compra) (In)Verdades: Uma heroína negra mudará tudo (Duologia Brasil 2408 Livro 1) Episódio relacionado A vida, o universo e tudo o mais Entrevistados do episódio Débora Tavares Mestre e doutora em literatura pela Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), onde pesquisou a obra de George Orwell e sua relação com a História. Atua como professora, oferecendo cursos livres sobre literatura e as relações entre arte e sociedade. Lu Ain-Zaila Pseudônimo de Luciene Marcelino Ernesto, é pedagoga e escritora de ficção científica e literatura fantástica. Autora, entre outros, da dualogia Brasil 2408. Ficha técnica Locução: Dario Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini

    64: A distopia é aqui?

    Play Episode Listen Later Mar 23, 2022 63:29


    Vírus mortais dominam o planeta, máscaras se tornam item de vestuário, o clima está fora de controle, nossa vida é mediada por máquinas de funcionamento misterioso, líderes populistas e incompetentes estão no poder, tiranos ameaçam lançar o mundo numa guerra global.Diante de tudo isso, vale a pergunta: estamos vivendo numa distopia futurista?Para tentar responder a ela, voltamos ao livro que é a bíblia das distopias futuristas: 1984, do escritor britânico George Orwell. Lançado em 1949, o livro é um retrato da Europa devastada pela Segunda Guerra e uma crítica feroz ao stalinismo. Mas hoje, mais de setenta anos depois de sua primeira publicação, ele se torna surpreendentemente atual.Mergulhe mais fundo1984 (link para compra)(In)Verdades: Uma heroína negra mudará tudo (Duologia Brasil 2408 Livro 1)Episódio relacionadoA vida, o universo e tudo o maisEntrevistados do episódioDébora TavaresMestre e doutora em literatura pela Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), onde pesquisou a obra de George Orwell e sua relação com a História. Atua como professora, oferecendo cursos livres sobre literatura e as relações entre arte e sociedade.Lu Ain-ZailaPseudônimo de Luciene Marcelino Ernesto, é pedagoga e escritora de ficção científica e literatura fantástica. Autora, entre outros, da dualogia Brasil 2408.Ficha técnicaLocução: Dario ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue DotsConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini

    #63 – Não sou mais o Pedro – Capítulo 2: Internação

    Play Episode Listen Later Mar 9, 2022 59:01


    Na continuação do episódio 62, contamos como, depois de ter parte da memória apagada devido a um tratamento por eletroconvulsoterapia, Pedro tentou se afastar do psiquiatra que havia indicado a prática. A resposta, foi uma internação involuntária na ala psiquiátrica de um hospital público - o Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (HUPE/UERJ). Ali, Pedro recebeu um tratamento que lembra muito os tempos de manicômios e hospícios. E saiu do outro lado num estado mental pior do que o de quando tinha entrado. A partir desse relato, o episódio fala sobre a reforma psiquiátrica, que desde o final da década de 1970 revolucionou a saúde mental, fechando hospícios, asilos e manicômios. Essa reforma psiquiátrica, que se desdobrou por algumas décadas, vem sofrendo fortes retrocessos nos anos recentes, em especial no governo de Jair Bolsonaro. Episódios relacionados 62: Não sou mais  o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia 59: Sonhos de zolpidem 49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres 37 – O sonho do Sidarta Entrevistados do episódio Paulo Amarante Médico psiquiatra, doutor em Saúde Pública (Fiocruz) e Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde Mental (Trieste/Itália). Mestre em Medicina Social (UERJ).  Pesquisador Sênior do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (LAPS/ENSP/Fiocruz). Presidente de Honra da Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME). Vice-Presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Ana Paula Guljor Médica psiquiatra,  mestre e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz. Vice presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental e Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Fiocruz.   Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: João Victor Coura Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots   Nota de resposta do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) Pela análise de seu podcast, dá pra sentir claramente conteúdos extremamente coesos e com narrativas humanizadas. Mas infelizmente, em grande parte da mídia, sabemos, isso não é uma realidade. Uma sensação de incompletude ainda paira no ar, com muitos abordando o tema [saúde mental] de uma forma rasa, reducente, e muitas das vezes descontextualizada, gerando compreensão inexata e confusão social. Embora volte a ressaltar: logicamente esse não é o caso de sua rede de abordagem e reflexões através do podcast. Mas o hospital, infelizmente, já passou por situações dessa natureza; mesmo sendo, como você mesmo ressaltou em uma das conversas que tivemos, uma instituição de excelência na disseminação do conhecimento e na atuação e cuidados, sempre de uma forma humanizada, nas questões sobre o sofrimento psíquico. Assim, se reserva de expor e levar a público casos de pacientes em discussões e/ou análises em mídias sociais. Pedimos desculpas, mas a professora Silvana, no momento, em consonância com essa diretriz da instituição, não poderá realizar a entrevista. Agradecemos a sua compreensão.

    63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação

    Play Episode Listen Later Mar 9, 2022 59:01


    Na continuação do episódio 62, contamos como, depois de ter parte da memória apagada devido a um tratamento por eletroconvulsoterapia, Pedro tentou se afastar do psiquiatra que havia indicado a prática.A resposta, foi uma internação involuntária na ala psiquiátrica de um hospital público - o Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (HUPE/UERJ). Ali, Pedro recebeu um tratamento que lembra muito os tempos de manicômios e hospícios. E saiu do outro lado num estado mental pior do que o de quando tinha entrado.A partir desse relato, o episódio fala sobre a reforma psiquiátrica, que desde o final da década de 1970 revolucionou a saúde mental, fechando hospícios, asilos e manicômios. Essa reforma psiquiátrica, que se desdobrou por algumas décadas, vem sofrendo fortes retrocessos nos anos recentes, em especial no governo de Jair Bolsonaro.Episódios relacionados62: Não sou mais  o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia59: Sonhos de zolpidem49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres37 – O sonho do SidartaEntrevistados do episódioPaulo AmaranteMédico psiquiatra, doutor em Saúde Pública (Fiocruz) e Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde Mental (Trieste/Itália). Mestre em Medicina Social (UERJ).  Pesquisador Sênior do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (LAPS/ENSP/Fiocruz). Presidente de Honra da Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME). Vice-Presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO).Ana Paula GuljorMédica psiquiatra,  mestre e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz. Vice presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental e Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Fiocruz. Ficha técnicaConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: João Victor CouraDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots Nota de resposta do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE)Pela análise de seu podcast, dá pra sentir claramente conteúdos extremamente coesos e com narrativas humanizadas. Mas infelizmente, em grande parte da mídia, sabemos, isso não é uma realidade. Uma sensação de incompletude ainda paira no ar, com muitos abordando o tema [saúde mental] de uma forma rasa, reducente, e muitas das vezes descontextualizada, gerando compreensão inexata e confusão social. Embora volte a ressaltar: logicamente esse não é o caso de sua rede de abordagem e reflexões através do podcast.Mas o hospital, infelizmente, já passou por situações dessa natureza; mesmo sendo, como você mesmo ressaltou em uma das conversas que tivemos, uma instituição de excelência na disseminação do conhecimento e na atuação e cuidados, sempre de uma forma humanizada, nas questões sobre o sofrimento psíquico.  Assim, se reserva de expor e levar a público casos de pacientes em discussões e/ou análises em mídias sociais. Pedimos desculpas, mas a professora Silvana, no momento, em consonância com essa diretriz da instituição, não poderá realizar a entrevista. Agradecemos a sua compreensão.

    #62 – Não sou mais o Pedro

    Play Episode Listen Later Feb 23, 2022 59:23


    Pedro teve depressão desde a infância. Aos 25, fez um tratamento com eletroconvulsoterapia, técnica popularmente conhecida como eletrochoque. Os efeitos colaterais, em particular os danos à memória, foram violentos. Hoje, dois anos depois das sessões, ele sabe que não é mais o mesmo de antes. À partir do drama de Pedro, mergulhamos na história e nos usos da eletroconvulsoterapia. O que leva a debates sobre psiquiatria, saúde mental e sobre os avanços e retrocessos de um movimento que ficou conhecido como reforma psiquiátrica. – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Episódios relacionados 59: Sonhos de zolpidem 49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres 37 – O sonho do Sidarta Entrevistados do episódio Renato Ferreira Araújo Médico psiquiatra mestre em neurociências pela Universidade Federal de Minas Gerais e especialista em neuromodulação. Paulo Amarante Médico psiquiatra, doutor em Saúde Pública (Fiocruz) e Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde Mental (Trieste/Itália). Mestre em Medicina Social (UERJ).  Pesquisador titular do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (LAPS/ENSP/Fiocruz). Presidente de Honra da Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME). Vice-Presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Ana Paula Guljor Médica psiquiatra,  mestre e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz. Vice presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental e Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Fiocruz. Lélia Reis Psicóloga, psicanalista, mestre em Ciências Médicas pela FMRP/USP, doutora em Psicologia pela FFCLRP/USP e pós-doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde Aplicadas à Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots

    62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia

    Play Episode Listen Later Feb 23, 2022 59:23


    Pedro teve depressão desde a infância. Aos 25, fez um tratamento com eletroconvulsoterapia, técnica popularmente conhecida como eletrochoque. Os efeitos colaterais, em particular os danos à memória, foram violentos. Hoje, dois anos depois das sessões, ele sabe que não é mais o mesmo de antes.A partir do drama de Pedro, mergulhamos na história e nos usos da eletroconvulsoterapia. O que leva a debates sobre psiquiatria, saúde mental e sobre os avanços e retrocessos de um movimento que ficou conhecido como reforma psiquiátrica.– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Episódios relacionados59: Sonhos de zolpidem49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres37 – O sonho do SidartaEntrevistados do episódioRenato Ferreira AraújoMédico psiquiatra mestre em neurociências pela Universidade Federal de Minas Gerais e especialista em neuromodulação.Paulo AmaranteMédico psiquiatra, doutor em Saúde Pública (Fiocruz) e Centro de Estudos e Pesquisa em Saúde Mental (Trieste/Itália). Mestre em Medicina Social (UERJ).  Pesquisador Sênior do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (LAPS/ENSP/Fiocruz). Presidente de Honra da Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME). Vice-Presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO).Ana Paula GuljorMédica psiquiatra,  mestre e doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz. Vice presidente da Associação Brasileira de Saúde Mental e Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Fiocruz.Lélia ReisPsicóloga, psicanalista, mestre em Ciências Médicas pela FMRP/USP, doutora em Psicologia pela FFCLRP/USP e pós-doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde Aplicadas à Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP.Ficha técnicaConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots 

    #61 – Amor de pixel

    Play Episode Listen Later Feb 9, 2022 63:28


    Um mergulho no jogo de realidade virtual Second Life, o precursor do metaverso. Um fenômeno que já foi visto como o futuro da internet, mas que hoje é um mundo pós-apocalíptico, povoado por vampiros, prostitutas digitais e corações solitários em busca de afeto, ainda que esse afeto não passe de um conjunto de pixels brilhando na tela. – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Entrevistados do episódio Armindo Ferreira Jornalista especializado em cultura geek, games e tecnologia. Titular do Blog do Armindo e do podcast Amigo Geek. Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots

    61: Amor de pixel

    Play Episode Listen Later Feb 9, 2022 63:28


    Um mergulho no jogo de realidade virtual Second Life, o precursor do metaverso. Um fenômeno que já foi visto como o futuro da internet, mas que hoje é um mundo pós-apocalíptico, povoado por vampiros, prostitutas digitais e corações solitários em busca de afeto, ainda que esse afeto não passe de um conjunto de pixels brilhando na tela.– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Entrevistados do episódioArmindo FerreiraJornalista especializado em cultura geek, games e tecnologia. Titular do Blog do Armindo e do podcast Amigo Geek.Ficha técnicaConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots

    33: Profundezas da rede - Capítulo 3: O Jogo (REPRISE)

    Play Episode Listen Later Jan 26, 2022 58:40


    Dos disparos ilegais de WhatsApp, às campanhas de desinformação, passando por teorias da conspiração e pelo discurso de ódio às mulheres. Está tudo conectado num sistema que tem reflexos profundos na política nacional, e que tem se mostrado eficiente para manter a popularidade do governo. *****– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Saiba mais sobre a Rádio Escafandro*****– Entrevistados do episódio:Patrícia Campos MelloJornalista, repórter e colunista da Folha de S.Paulo, autora de Lua de Mel em Kobane e A Máquina do Ódio.Mariana ValenteDiretora do InternetLab, professora da pós-graduação no Insper e pesquisadora do CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Coordenadora do Creative Commons Brasil. É doutora em sociologia jurídica pela Faculdade de Direito da USP, onde também obteve seu título de mestre e graduou-se em direito. Denis Russo BurgiermanEscritor, jornalista, parte do time do programa Greg News, da HBO, colunista de revista Época. Foi diretor da revista Superinteressante e é autor de diversos livros-reportagens, entre eles "O Fim da Guerra - A maconha e a criação de um novo sistema para lidar com as drogas."- Ficha técnica:Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaEste episódio contou com músicas de: Edvard Grieg, Tchaikovsky e Unheard Music Concepts.

    32: Profundezas da rede - Capítulo 2: As Peças (REPRISE)

    Play Episode Listen Later Jan 19, 2022 65:47


    As redes sociais costumam recompensar discursos mais inflamados, mais polêmicos, que tirem os usuários do marasmo e provoquem interações. Esse tipo de discurso casa perfeitamente com uma paixão antiga da humanidade: as teorias conspiratórias.Neste segundo episódio da série "Profundezas da Rede", mergulhamos fundo nessas supostas tramas elaboradas para dominar o mundo. Falamos de como elas têm se multiplicado por aqui e nos EUA. E de como e por que a extrema direita tem abraçado esse tipo de discurso.Falamos do pizzagate, do Qanon, de Lady Gaga, de Trump e de Bolsonaro, e falamos dele, do maior teórico conspiracionista do Brasil - o escritor, astrólogo e auto-intitulado filósofo, Olavo de Carvalho.*****– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Saiba mais sobre a Rádio Escafandro!*****– Entrevistados do episódio:Denis Russo BurgiermanEscritor, jornalista, parte do time do programa Greg News, da HBO; colunista de revista Época. Foi diretor da revista Superinteressante e é autor de diversos livros-reportagens, entre eles "O Fim da Guerra - A maconha e a criação de um novo sistema para lidar com as drogas."Camila RochaDoutora e mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, com bacharelado em Ciências Sociais pela mesma universidade. Ganhadora do prêmio de melhor tese de doutorado da Associação Brasileira de Ciência Política (2017-2019), pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP).- Mergulhe mais fundoTese de doutorado da cientista política Camila Rocha: Menos Marx, mais Mises - Uma gênese da nova direita brasileira (2006-2018).- Ficha técnica:Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaEste episódio contou com músicas de: Blue Dot Sessions, Lobo Loco, Smokey Hormel, Unheard Music Concepts.

    31: Profundezas da rede - Capítulo 1: O Tabuleiro (REPRISE)

    Play Episode Listen Later Jan 12, 2022 64:53


    Em 1969, num projeto tocado por acadêmicos e financiado pelo Pentágono, entrava no ar a Arpanet. Uma rede de comunicações entre computadores que não podia ser desligada e à qual qualquer um podia ter acesso.Ao longo das décadas, essa tecnologia foi sendo modificada para se tornar cada vez mais eficiente e abrangente. Hoje, ela incorpora inúmeras redes, espalha-se por todo o planeta e é conhecida como internet.Atualmente a internet se tornou tão onipresente que até esquecemos de como era nossa vida sem ela. Diante disso, o mergulho nesse tema vai ser duplo.Neste primeiro episódio, falamos sobre as origens da rede mundial de computadores, e sobre os fóruns anônimos de discussão que impulsionaram uma cultura digital de agressividade, humor politicamente incorreto, racismo, machismo e misoginia.Daqui a quinze dias, voltaremos ao tema para falar sobre como a internet ajudou na ascensão da nova direita no Brasil.****– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. *****– Entrevistados do episódio:Demi GetschkoEngenheiro eletricista e cientista da computação é considerado um dos pioneiros da Internet no Brasil. Atualmente ocupa o cargo de diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). Foi o primeiro brasileiro eleito para o Hall da Fama da Internet.Rafael NakatsuiJornalista pela PUC-RS, cientista social, mestre em estudos culturais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com dissertação que estuda o humor e o politicamente correto na cultura digital.- Mergulhe mais fundo- Tensões entre a “zoeira” e o “politicamente correto” : entrelaçamentos de estética e política na cultura digital jovem (Rafael Nakatsui).- Ficha técnica:Produção, apresentação e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaImagem da capa: Gerd Altmann por Pixabay.Esse episódio contou com músicas de: Ainst Char, Blue Dot Sessions, Curha, Ketsa, Smokey Hormel, Unheard Music Concepts.

    #60 – Arte em tempos de fascismo

    Play Episode Listen Later Dec 15, 2021 62:38


    Assim que Jair Bolsonaro foi eleito presidente, o escritor Ricardo Lísias começou a escrever O Diário da Catástrofe Brasileira. A ideia inicial era que o livro fosse lançado como e-book. E que fosse uma análise quente e mutante do novo governo. A partir da história do livro, da dificuldade para publicá-lo como um produto mutável, e de outras desventuras da carreira de Lísias, falamos sobre a relação entre arte e política, sobre a literatura como instrumento de protesto, sobre os paralelos com a arte conceitual de Marcel Duchamp e dos artistas que se colocavam contra a ditadura de 1964.   – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Episódios relacionados 01: Como ser escritor no Brasil? 39: J.P. Cuenca no país da pós-censura Entrevistados do episódio Ricardo Lísias Escritor, autor de Divórcio, O céu dos suicídas, O diário da catástrofe brasileira, entre outros. Cláudia Calirman Professora, curadora de arte, autora do livro Arte brasileira na ditadura militar. Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots.

    60: Arte em tempos de fascismo

    Play Episode Listen Later Dec 15, 2021 62:38


    Assim que Jair Bolsonaro foi eleito presidente, o escritor Ricardo Lísias começou a escrever o Diário da Catástrofe Brasileira. A ideia inicial era que o livro fosse lançado como e-book. E que fosse uma análise quente e mutante do novo governo.A partir da história da criação do livro, da dificuldade para publicá-lo como um produto mutável, e de outras desventuras da carreira de Lísias, falamos sobre a relação entre arte e política, sobre a literatura como instrumento de protesto, sobre os paralelos com a arte conceitual de Marcel Duchamp e sobre artistas que se colocavam contra a ditadura  militar de 1964.– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Episódios relacionados01: Como ser escritor no Brasil?39: J.P. Cuenca no país da pós-censuraEntrevistados do episódioRicardo LísiasEscritor, autor de Divórcio, O céu dos suicidas, Diário da catástrofe brasileira, entre outros.Cláudia CalirmanProfessora, curadora de arte, autora do livro Arte brasileira na ditadura militar.Ficha técnicaConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots  

    #59 – Sonhos de zolpidem

    Play Episode Listen Later Dec 1, 2021 55:02


    O hemitartarato de zolpidem está na classe dos medicamentos hipnóticos. Se a gente quiser ser mais preciso, ele é um agonista do receptor Gaba. No Brasil, também é conhecido pelo nome comercial de Stilnox. Nos Estados Unidos, Ambien. O zolpidem age direto nas sinapses do cérebro humano. Tem e incrível capacidade de ir lá no interruptor inexistente da nossa cachola e clic. Desligar. Ou seja, é basicamente um sonífero. Um sonífero que, apesar de extremamente eficaz contra insônia, traz uma série de riscos à saúde, especialmente se for usado de forma abusiva ou inadequada. O que tem acontecido bastante, uma vez que seu uso virou modinha entre jovens que costumam postar suas desventuras com o remédio nas redes sociais. – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Episódio relacionado #37 - O sonho do Sidarta Mergulhe mais fundo Capitalismo tardio e os fins do sono (link para compra) Entrevistados do episódio Gabi Criadora da conta @zolpidembot Rosa Hasan Médica neurologista, responsável pelo laboratório de sono e pelo ambulatório de sono do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP. Responsável pelo ambulatório do sono e pelo laboratório do sono da Faculdade de Medicina do ABC Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots.

    59: Sonhos de zolpidem

    Play Episode Listen Later Dec 1, 2021 55:02


    O hemitartarato de zolpidem está na classe dos medicamentos hipnóticos. Se a gente quiser ser mais preciso, ele é um agonista do receptor Gaba. No Brasil, também é conhecido pelo nome comercial de Stilnox. Nos Estados Unidos, Ambien.O zolpidem age direto nas sinapses do cérebro humano. Tem e incrível capacidade de ir lá no interruptor inexistente da nossa cachola e clic. Desligar. Ou seja, é basicamente um sonífero.Um sonífero que, apesar de extremamente eficaz contra insônia, traz uma série de riscos à saúde, especialmente se for usado de forma abusiva ou inadequada. O que tem acontecido bastante, uma vez que seu uso virou modinha entre jovens que costumam postar suas desventuras com o remédio nas redes sociais.– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Episódio relacionado#37 - O sonho do SidartaMergulhe mais fundoGabiCriadora da conta @zolpidembotRosa HasanMédica neurologista, responsável pelo laboratório de sono e pelo ambulatório de sono do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP. Responsável pelo ambulatório do sono e pelo laboratório do sono da Faculdade de Medicina do ABCFicha técnicaConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots.

    #58 – O infame julgamento do LSD

    Play Episode Listen Later Nov 17, 2021 67:41


    Em janeiro de 1970,  Antonio Peticov, artista plástico, hippie e co-fundador da banda Os Mutantes  foi preso no apartamento dele, em São Paulo. A acusação? Tráfico de drogas. A droga? Uma substância psicodélica ainda rara no Brasil chamada dietilamida do ácido lisérgico ou LSD. A partir daí, a história se desenrolou num enredo surreal que envolveu sessões de pau-de-arara nos porões da ditadura, agentes do FBI, uma temporada no Carandiru. e um passeio pela contracultura hippie, na companhia de figuras como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Os Mutantes e muito mais... – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Episódio relacionado 49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres Mergulhe mais fundo A história social do LSD  (link para compra) Camaradas Caretas: Drogas e Esquerda no Brasil (link para compra) Entrevistados do episódio Júlio Delmanto Jornalista, historiador, autor de História Social do LSD no Brasil (Elefante, 2020); e Camaradas Caretas (Alameda Editorial, 2015). Antonio Peticov Pintor, desenhista, escultor e gravurista. Ficha técnica Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Locução adicional: Dario Chiaverini. Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots. Trilha adicional:  Caetano Veloso, Joni Mitchel, Os seis, os Mutantes, Gilberto Gil, e Beatles.    

    58: O infame julgamento do LSD

    Play Episode Listen Later Nov 17, 2021 67:41


    Em janeiro de 1970,  Antonio Peticov, artista plástico, hippie e co-fundador da banda Os Mutantes  foi preso no apartamento dele, em São Paulo. A acusação? Tráfico de drogas. A droga? Uma substância psicodélica ainda rara no Brasil chamada dietilamida do ácido lisérgico ou LSD.A partir daí, a história se desenrolou num enredo surreal que envolveu sessões de pau-de-arara nos porões da ditadura, agentes do FBI, uma temporada no Carandiru. e um passeio pela contracultura hippie, na companhia de figuras como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Os Mutantes e muito mais...– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Episódio relacionado49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livresMergulhe mais fundoA história social do LSD  (link para compra)Camaradas Caretas: Drogas e Esquerda no Brasil (link para compra)Entrevistados do episódioJúlio DelmantoJornalista, historiador, autor de História Social do LSD no Brasil (Elefante, 2020); e Camaradas Caretas (Alameda Editorial, 2015).Antonio PeticovPintor, desenhista, escultor e gravurista.Ficha técnicaConcepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniLocução adicional: Dario Chiaverini.Trilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots.Trilha adicional:  Caetano Veloso, Joni Mitchel, Os seis, os Mutantes, Gilberto Gil, e Beatles.  

    #57 – Manual evolucionista de sedução amorosa

    Play Episode Listen Later Nov 3, 2021 59:09


    Por que as mulheres arriscam os tornozelos usando salto alto? Por que homens com cachorro são mais atraentes? De onde vem nossa obsessão pelos corpos magros ou nossa predileção pela cor vermelha? Ao longo de milhares de anos, a evolução moldou os nosso padrões de beleza. Nesse caminho, a seleção sexual e a seleção natural também modificaram os nossos corpos e os corpos dos animais. E, no caso dos humanos, existe um forte componente cultura que deixa tudo mais fascinante e misterioso. – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Episódios relacionados #56 - Sexo como você nunca ouviu #55 - Paradigma Gengis Khan #41 - Não culpe o meteoro #17 - O amor nos tempos do Tinder – Entrevistados do episódio Jaroslava Varella Valentova Antropóloga, professora doutora do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, especialista em etologia e sexualidade humana. Marco Antonio Corrêa Varella Pós-doutorando em Etologia Cognitiva a Psicologia Evolucionista na Universidade de São Paulo. Pós-doutorado em Genética Comportamental e Psicoetologia.  Bacharel em Ciências Biológicas pela UNESP de São José do Rio Preto. Mestre e doutorado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo. - Ficha técnica do episódio: Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini Trilha sonora tema: Paulo Gama Mixagem: Vitor Coroa Design das capas: Cláudia Furnari Trilha incidental: Blue Dots  

    57: Manual evolucionista de sedução amorosa

    Play Episode Listen Later Nov 3, 2021 59:09


    Por que as mulheres arriscam os tornozelos usando salto alto?  Por que homens com cachorro são mais atraentes? De onde vem nossa obsessão pelos corpos magros ou nossa predileção pela cor vermelha?Ao longo de milhares de anos, a evolução moldou os nosso padrões de beleza. Nesse caminho, a seleção sexual e a seleção natural também modificaram os nossos corpos e os corpos dos animais. E, no caso dos humanos, existe um forte componente cultura que deixa tudo mais fascinante e misterioso.– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Episódios relacionados#56 - Sexo como você nunca ouviu#55 - Paradigma Gengis Khan#41 - Não culpe o meteoro#17 - O amor nos tempos do Tinder– Entrevistados do episódioJaroslava Varella ValentovaAntropóloga, professora doutora do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, especialista em etologia e sexualidade humana.Marco Antonio Corrêa Varella,Pós-doutorando em Etologia Cognitiva a Psicologia Evolucionista na Universidade de São Paulo. Pós-doutorado em Genética Comportamental e Psicoetologia.  Bacharel em Ciências Biológicas pela UNESP de São José do Rio Preto. Mestre e doutorado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo.- Ficha técnica do episódio:Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots  

    #56 – Sexo como você nunca ouviu

    Play Episode Listen Later Oct 20, 2021 73:05


    Por que fazemos sexo? A pergunta pode parecer banal, mas a reposta é deliciosamente complexa. Fazemos sexo por prazer, claro, mas também por interesse, para aumentar nossa autoestima, por vingança, para agradar a parceira ou o parceiro para selar a paz depois de uma briga feia. Mas claro que não é só isso. Porque ainda que muita gente se esqueça, fazemos sexo para produzir novas pessoinhas que carregarão nossos genes adiante.  E nesse processo, sem que a gente se dê conta, o sexo vai moldando não só a nossa espécie, como a maior parte dos seres que habita o planeta. Nesse mergulho, investigamos as origens do sexo, o que herdamos dos animais, e o que criamos por nossa conta. E vamos além para pensar no impacto que a abundância de estímulos, a exposição nas redes, a pornografia sempre ao alcance da mão e até os robôs sexuais terão sobre nós. ***** – Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas. Clique aqui. ***** Mergulhe mais fundo Longe da Árvore - Andrew Solomon (link para compra) Episódios relacionados #55 - Paradigma Gengis Khan #41 - Não culpe o meteoro #17 - O amor nos tempos do Tinder – Entrevistados do episódio Krishna Mahon Cineasta, produtora e apresentadora do SexPrivé Club, da TV Band. Criadora do canal de Youtube Imprensa Mahon. Jaroslava Varella Valentova Antropóloga, professora doutora do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, especialista em etologia e sexualidade humana. Marco Antonio Varella Pós-doutorando em Etologia Cognitiva a Psicologia Evolucionista na Universidade de São Paulo. Pós-doutorado em Genética Comportamental e Psicoetologia.  Bacharel em Ciências Biológicas pela UNESP de São José do Rio Preto. Mestre e doutorado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo.

    56: Sexo como você nunca ouviu

    Play Episode Listen Later Oct 20, 2021 73:05


    Por que fazemos sexo? A pergunta pode parecer banal, mas a reposta é deliciosamente complexa. Fazemos sexo por prazer, claro, mas também por interesse, para aumentar nossa autoestima, por vingança, para agradar a parceira ou o parceiro para selar a paz depois de uma briga feia.Mas claro que não é só isso. Porque ainda que muita gente se esqueça, fazemos sexo para produzir novas pessoinhas que carregarão nossos genes adiante.  E nesse processo, sem que a gente se dê conta, o sexo vai moldando não só a nossa espécie, como a maior parte dos seres que habita o planeta.Nesse mergulho, investigamos as origens do sexo, o que herdamos dos animais, e o que criamos por nossa conta. E vamos além para pensar no impacto que a abundância de estímulos, a exposição nas redes, a pornografia sempre ao alcance da mão e até os robôs sexuais terão sobre nós.*****– Colabore com a Rádio Escafandro e receba recompensas.Clique aqui.*****Episódios relacionados#55 - Paradigma Gengis Khan#41 - Não culpe o meteoro#17 - O amor nos tempos do Tinder– Entrevistados do episódioKrishna MahonCineasta, produtora e apresentadora do SexPrivé Club, da TV Band. Criadora do canal de Youtube Imprensa Mahon.Jaroslava Varella ValentovaAntropóloga, professora doutora do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, especialista em etologia e sexualidade humana.Marco Antonio Corrêa Varella,Pós-doutorando em Etologia Cognitiva a Psicologia Evolucionista na Universidade de São Paulo. Pós-doutorado em Genética Comportamental e Psicoetologia.  Bacharel em Ciências Biológicas pela UNESP de São José do Rio Preto. Mestre e doutorado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo.- Ficha técnica do episódio:Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás ChiaveriniTrilha sonora tema: Paulo GamaMixagem: Vitor CoroaDesign das capas: Cláudia FurnariTrilha incidental: Blue Dots