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No nosso novo episódio, reunimos dois dos maiores nomes da infectologia brasileira para discutir os avanços reais e os desafios científicos rumo à cura do HIV. Recebemos o Dr. Mauro Schechter, professor titular da UFRJ e referência internacional em pesquisas sobre HIV/AIDS, e o Dr. Ricardo Diaz, professor titular da UNIFESP e líder de estudos clínicos promissores voltados à cura e erradicação do vírus.Nesta conversa, os dois médicos infectologistas desconstroem o mito de que a cura estaria sendo retardada por interesses comerciais, demonstrando que as principais barreiras atuais permanecem estritamente biológicas. Eles detalham o complexo desafio dos reservatórios virais latentes e dos santuários anatômicos, compartimentos onde o vírus permanece integrado às células e fora do alcance dos antirretrovirais convencionais.O episódio explora por que a inflamação crônica persiste mesmo em pacientes indetectáveis, abordando mecanismos como a translocação microbiana intestinal e a atividade de provírus defectivos. Além disso, os especialistas analisam o que podemos aprender com os controladores de elite e o fenômeno dos "cemitérios genéticos", onde o DNA viral fica restrito a regiões inativas do genoma. Com a autoridade de quem molda as próximas gerações de pesquisa, Schechter e Diaz revelam como a ciência está redefinindo os rumos da investigação sobre a cura definitiva.
O que significa o crime de stalking? É comum a sua prática no Brasil? O que se pode dizer do crime de bullying? Estes são os temas deste mês no videocast do Prof. Nucci. Ouça e compartilhe com quem você acha que vai gostar!Você já viu as playlists específicas de cada tema abordadono podcast? Clique aqui: https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: https://twitter.com/GSNUCCI==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal,Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
O assunto do episódio #88 é a conexão entre samba e futebol. Para aprofundar essa discussão, o convidado do dia é André Silveira Gomes, graduado em educação física e atualmente doutorando em Estudos do Lazer na UFMG. Destacamos a pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer: “Portela querida és tudo na vida pra mim – O ser portelense e suas múltiplas experiências de pertencimento”.No episódio, André analisa os processos históricos que marcaram o surgimento e a popularização do samba e do futebol no Brasil, explorando as conexões entre essas duas importantes manifestações culturais.O podcast Passes e Impasses é um projeto de extensão do Laboratório de Mídia e Esporte (LEME).EQUIPE :Coordenação do laboratório: Ronaldo HelalCoordenação do projeto de extensão: Fausto AmaroRoteiro e produção: Júlya BragaEdição: Jerson PitaSuporte técnico: Clara QuintaneiraConvidado: André Silveira Gomes
PCR alto significa infecção?Procalcitonina baixa exclui bactéria?O VHS ainda tem espaço na medicina moderna?Neste episódio do InfectoCast, Jordan, William e João discutem os principais marcadores inflamatórios utilizados na prática clínica e exploram como interpretar esses exames de forma mais inteligente e segura.Ao longo da conversa, revisitamos o papel do VHS, discutimos os mitos e verdades relacionados à Proteína C Reativa (PCR) e aprofundamos as indicações, limitações e aplicações práticas da Procalcitonina no contexto das infecções e da antibioticoterapia.
Debate da Super Manhã: Agressões físicas, abusos sexuais, violência psicológica, negligência e exploração infantil são registrados diariamente, revelando uma realidade que afeta milhares de crianças e adolescentes. Dados de órgãos de proteção à infância mostram que grande parte das ocorrências acontece dentro do ambiente familiar, espaço que deveria oferecer segurança e acolhimento. No debate desta terça-feira (2), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os impactos da violência na saúde das vítimas, a identificação e a denúncia de casos suspeitos, os números da violência infantil no Brasil e no estado, além dos desdobramentos da Lei Henry Borel. Participam a pedagoga e doutora em Educação, professora do Centro de Educação e no Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da UFPE, Catarina Gonçalves, a vice-presidente do Conselho Municipal de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Cidade do Recife (COMDICA), Germana Suassuna, e a assistente social do Centro Especializado de Acolhimento às Vítimas de Crimes a Atos Infracionais do Tribunal de Justiça de Pernambuco (CEAVida -TJPE), Tanany Reis @tjpeoficial
Importância da rehomologação da região Norte Fluminense pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar Desafios na integração da região para fortalecer a pesca artesanal e a agricultura familiar.
Existem maneiras de apoiar um criminoso sem se tornar coautor ou partícipe? Como se configura o favorecimento pessoal? Favorecimento ao crime é o tema do episódio desta semana! Aperte o play e entenda essas e outras questões relacionadas ao assunto.Você já viu as playlists específicas de cada tema abordado no podcast? Clique aqui: https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: https://twitter.com/GSNUCCI==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal, Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Debate da Super Manhã: Ondas de calor mais intensas, chuvas extremas, secas prolongadas e eventos climáticos cada vez mais frequentes. As mudanças climáticas geram prejuízos ambientais, sociais e financeiros, influenciando diretamente o cotidiano das pessoas e exigindo ações coletivas e individuais para a construção de um futuro mais resiliente e sustentável. No debate desta segunda-feira (01), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com nossos convidados sobre a crise climática no Brasil e no mundo, os principais desastres naturais, a urgência da preservação ambiental e da ação governamental, além dos eventos climáticos extremos e suas consequências sociais. Participam o Participam o doutor em Geografia e professor de Climatologia do Curso de Mestrado em Ensino de Ciências Ambientais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Lucivânio Jatobá; o geógrafo, professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Osvaldo Girão; e a pesquisadora de Gestão Ambiental e professora da pós-graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir.
Evento promovido pelo Fórum de Ciência e Cultura e pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa será nesta terça-feira, 2 de junho, e terá mesas de debates sobre estratégias para tornar conhecimento científico mais acessível. Entrada é gratuita. Saiba como participar.Reportagem: Rosana AlmeidaEdição: Thiago Kropf
Para conversarmos sobre educação e produção textual, trouxemos a mestre em educação do Programa de Pós Graduação da Ufop, Rafaela Maia Pareto, com sua pesquisa: “A Constituição Identitária De Um Estudante Do Ensino Médio A Partir De Práticas De Produção Textual Na Escola”. Em sua dissertação ela analisa as dificuldades do letramento de alunos do ensino médio. Ouça a entrevista completa. Ficha TécnicaProdução: Isabela Vilela e Lauana CarvalhoEdição de Texto: Isabela VilelaEdição de áudio e sonoplastia: Luís Otávio Xavier
ESBL na prática clínica: ainda existe espaço para alternativas poupadoras de carbapenêmicos?Neste episódio do InfectoCast, Lino recebe a Dra. Vitória Annoni para discutir os estudos PETER PEN e ASTARTE, apresentados no ESCMID 2026, e exploram como esses novos dados reacenderam uma das principais discussões da infectologia hospitalar moderna.Ao longo da conversa, o episódio revisita o impacto do MERINO na consolidação do uso de carbapenêmicos para ESBL, discute as limitações metodológicas levantadas após sua publicação e aprofunda como novos trials estão tentando responder perguntas que continuam abertas na prática clínica.
Sabemos que a internet precisa ser um lugar seguro para crianças e adolescentes. Sendo assim, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente - ECA Digital, instituído pela Lei nº 15.211/2025, foi desenvolvido para proteger os menores no ambiente virtual e trazer regras específicas para redes sociais, jogos, plataformas digitais e serviços de streaming, buscando proporcionar que o acesso dos jovens seja acompanhado de medidas de segurança e responsabilidade. A lei já está em vigor desde o dia 17 de março de 2026, e para nos explicar todos os detalhes sobre o ECA Digital e como ele funciona no nosso país, conversamos com a professora do Departamento de Direito e do Programa de Pós-Graduação em Direito - “Novos Direitos, Novos Sujeitos” da UFOP, Iara Antunes.Acesse nosso site ou Spotify e confira!Ficha TécnicaProdução: Giovanna ÁvilaEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Luís Otávio Xavier
No Isso também é Ciência de hoje vamos conversar sobre educação. Na pesquisa de Pós-Graduação do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto “Educação Do Campo Em Mariana-Mg: Um Estudo Acerca Da Oferta Escolar E Na Permanência Das Instituições Rurais”, Jorge Lucas Almeida, egresso do Programa de Pós Graduação em Educação da Ufop, analisa as camadas na vida educacional das escolas do campo de Mariana e suas consequências. Ouça a entrevista completa. Ficha TécnicaProdução: Isabela Vilela, Mileyde dos Santos e Lauana CarvalhoEdição de Texto: Isabela VilelaEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Por que se pune o desacato, que significa desprezo e desrespeito, contra funcionário público? Houve um julgamento no STF a respeito da constitucionalidade do crime de desacato? O funcionário público pode cometer desacato contra outro servidor público? Desacato é o tema desta semana! Dê o play e veja as respostas para essas e outras questões!Você já viu as playlists específicas de cada tema abordadono podcast? Clique aqui: https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: https://twitter.com/GSNUCCI==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal,Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Youtuber, graduado em Cinema e Vídeo, Mestre em Ciências da Linguagem e Doutor em Literatura, Alexandre Linck. Só vem! >> OUÇA (83min 34s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Alexandre Linck Vargas tem experiência na área de Literatura e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Teoria Literária, Filosofia da Arte, Estética, Teorias da Imagem, Crítica Cultural, Roteiro de Cinema e TV e História em Quadrinhos. Graduou-se em 2004 no curso de Comunicação Social - Cinema e Vídeo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Ingressou em 2005 no Mestrado em Ciências da Linguagem - também na Unisul -, concluindo em 2007, com a dissertação "A morte do homem no morcego". Em 2010, ingressou no Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluindo em 2015 com a tese "A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta". Atualmente é professor do PPGCL - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, onde leciona a disciplina de Estética, e dos cursos de Letras (teoria literária) e Cinema (teoria, história e roteiro cinematográfico), todos da Unisul. Alexandre é editor da revista Memorare, líder do grupo de pesquisa "Estudos em artes" (GRUAS)", e membro da RING (Red de Investigadoras e Investigadores de Narrativa Gráfica en Latinoamérica). Destaque também para o trabalho de cineasta nos curtas-metragens OCULTO (2003), RELIGARE (2005), DEUSES DE MENTIRA (2009), e o site/canal sobre histórias em quadrinhos, QUADRINHOS NA SARJETA (2011-atual). Lattes: http://lattes.cnpq.br/6080748048889215 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Febre tifoide na prática clínica: por que esse diagnóstico ainda passa despercebido e como reconhecer a doença antes das complicações?Neste episódio do InfectoCast, William, Carol e Lino discutem de forma direta e aplicada os principais desafios relacionados à febre tifoide, desde epidemiologia e transmissão até diagnóstico, tratamento e resistência bacteriana.Ao longo da conversa, o episódio explora aspectos históricos da doença, o impacto do saneamento básico na transmissão, o papel do portador assintomático e por que a epidemiologia muitas vezes vale mais que o exame inicial.
O novo episódio de Entrevista com Autores aborda o artigo de Perspectivas de CSP "Os alimentos da Cesta Básica dos brasileiros são seguros para o consumo?": https://doi.org/10.1590/0102-311XPT182325.A edição conta com a mediação de Inês Rugani Ribeiro de Castro, Editora Associada de CSP, e a coautora Márcia Orth Ripke, graduada em Farmácia, Nutrição e Ciências Biológicas pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), mestre no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Saúde na Unochapecó e doutora no mesmo programa e instituição de ensino.Acompanhe CSP: linktr.ee/cadernosdesaudepublica.
Este é nosso epísódio 247, nele ecebemos o professor Philippe Cupertino para uma conversa sobre os povos ciganos, identidade, racismo, resistencia e luta por justiça . Phillipe Cupertino Salloum e Silva é professor Adjunto de Teoria Geral do Processo e Direito Processual Civil, Coordenador do Curso de Graduação em Direito (2022-2026) e docente permanente do Mestrado em Direito da Universidade Federal de Jataí. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde integra o grupo de pesquisa “Luta por direitos e justiça e práticas estatais: uma perspectiva etnográfica”. Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba (2015). Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (2013). Atuação em coordenação e parceria com projetos de assessoria jurídica universitária popular, com foco em povos e comunidades tradicionais. Secretário de Articulação Política do Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais – IPDMS (2023-2025). Experiência com pesquisas empíricas com abordagem etnográfica intercalando Antropologia, Direitos Humanos e os estudos sobre as instituições jurídicas e o Estado. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #247 – Ciganos, com Phillipe Cupertino apareceu primeiro em filosofia pop.
O corpo das mulheres indígenas, quilombolas e negras da Amazônia é o primeiro território de resistência, e a última linha de defesa de um mundo que o capitalismo tenta destruir. No segundo episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos a professora Flávia Marinho Lisbôa, doutora em Letras e Estudos Linguísticos pela UFPA, professora adjunta da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, na Faculdade de Educação do Campo, e no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPA. Autora do livro Racismo Linguístico e os Indígenas Gavião na Universidade: língua como linha de força do dispositivo colonial(EDUFBA, 2022). No livro Utopias Amazônicas, a professora assina o artigo Corpo-Utópico: Território e Dimensões de Gênero na Amazônia, um ensaio que parte de Foucault, atravessa a Amazônia Oriental e chega até os corpos concretos de mulheres que estão, hoje, segurando o céu com as próprias mãos. Conversamos sobre corpo-território, heterotopia, racismo linguístico, o protagonismo político das mulheres amazônidas, e a violência colonial que atinge primeiro os corpos que mais resistem. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e onde os povos originários sempre estiveram.
Por que se pune quem desobedece a ordem dada por um funcionário público? O médico que se recusa a fornecer dados de seu paciente, quando requisitado pelo juiz, comete o crime de desobediência? A vítima de um crime pode responder por desobediência? Este é o tema desta semana que o Prof. Nucci aborda com essas e outras questões. Dê o play e compartilhe com quem você acha que vai gostar!Você já viu as playlists específicas de cada tema abordado no podcast? Clique aqui:Spotify - Web Player: Music for everyone=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:Guilherme Nucci: Curso, Livros e E-books de Processo PenalComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: Guilherme Nucci - Site OficialFacebook: GuilhermeNucciInstagram: Guilherme de Souza Nucci (@professor_guilherme_nucci) • Instagram profileLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter:Guilherme Nucci (@GSNUCCI) on X==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal, Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Boletim da ALMG - Edição n.º 6427
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre a luta pela universidade pública no contexto amazônico. Abordamos de que forma a dimensão territorial e as dificuldades de deslocamento impactam o trabalho docente, quais são os principais desafios para mobilização em um contexto geográfico tão complexo, entre outros.O entrevistado é o professor Antônio Vagner Almeida Olavo, do Instituto de Natureza e Cultura da Universidade Federal do Amazonas e doutorando do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPel. O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
O projeto “Sobre Eles”, realizado pela Unijuí em parceria com a Secretaria de Sistemas Penal e Socioeducativo do Rio Grande do Sul, traçou um perfil inédito de homens autores de violência doméstica presos no estado. A coordenadora da pesquisa, Joice Nielsson, doutora em direito e professora do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unijuí, afirma que muitos demonstram vontade de falar sobre os próprios atos e que a naturalização dessas práticas começa ainda na infância.
Coxsackie vírus na prática clínica: por que esse diagnóstico passa despercebido e como reconhecer apresentações diferentes de um mesmo agente?Neste episódio do InfectoCast, William e João discutem de forma direta e aplicada como o Coxsackie vírus pode se manifestar em diferentes cenários clínicos e por que isso dificulta o diagnóstico na prática.
O que sobrou, 81 anos depois, da Grande Guerra Patriótica para a Rússia, do desembarque da Força Expedicionária Brasileira em Monte Castelo para o Brasil e do legado de Yalta para a ordem internacional contemporânea? Neste episódio em parceria com o Observatório Rússia e América Latina, Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Mariana da Gama Janot (INCT-Ineu) e Valdir da Silva Bezerra (@o_russianista), mestre em Relações Internacionais pela Universidade Estatal de São Petersburgo e organizador, com Boris Zabolotsky, do livro 80 Anos da Vitória na Grande Guerra Patriótica (Blucher, 2025). A conversa atravessa a contribuição massiva (e hoje contestada) da União Soviética para a derrota do nazifascismo, a entrada do Brasil no conflito a partir das contradições do Estado Novo e o modo como a memória da guerra foi mobilizada, na era Putin, para preencher o vácuo de identidade aberto pelo colapso soviético. No bloco de notícias, Giovana Dias Branco e Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento, pesquisadores do Ruslat, repercutem o mês de abril: a reaproximação Rússia-Cuba em meio à crise energética da ilha, a suspensão temporária das exportações de fertilizantes russos e seu impacto sobre o agronegócio brasileiro, o relatório sobre o treinamento de mais de mil criadores de conteúdo latino-americanos com participação da RT em espanhol, e a Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0), projeto bipartidário que tenta requalificar o Grupo Wagner e seus sucessores como organizações terroristas no contexto da intervenção dos EUA na Venezuela. No último bloco, Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat) conversa com Boris Zabolotsky (Unifacs) sobre a insegurança ontológica da Rússia no pós-Guerra Fria e indica três filmes incontornáveis para pensar a guerra sem glorificá-la. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches (PUC Minas / Ruslat), Valdir da Silva Bezerra (Ruslat), Mariana da Gama Janot (Programa de Pós-Graduação San Tiago Dantas), Giovana Dias Branco (Ruslat), Leonardo Henrique Alves de Lima Nascimento (Ruslat), Laura Schneider de Lima (Ruslat) e Boris Zabolotsky (Universidade Salvador – Unifacs / Ruslat). Capa do episódio: “Raising a flag over the Reichstag”, Yevgeny Khaldei, 2 de maio de 1945. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio BEZERRA, Valdir da Silva; ZABOLOTSKY, Boris (orgs.). 80 anos da vitória na Grande Guerra Patriótica: memória, reconstrução e perspectivas. São Paulo: Blucher, 2025. Disponível em: https://www.blucher.com.br/bezerra-zabolotsky-os-80-anos-da-vitoria-na-grande-guerra-patriotica-memoria-reconstrucao-e-perspectivas. FERRAZ, Francisco César Alves. A guerra que não acabou: a reintegração social dos veteranos da Força Expedicionária Brasileira (1945-2000). 2003. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2003. Disponível em: https://repositorio.usp.br/item/001295507. VAÏSSE, Maurice. As relações internacionais desde 1945. Lisboa: Edições 70. Disponível em: https://www.estantevirtual.com.br/livro/as-relacoes-internacionais-desde-1945-HLQ-9833-000-BK. ESTADOS UNIDOS. Congresso. Câmara dos Representantes. Holding Accountable Russian Mercenaries Act 2.0 (HARM Act 2.0). Projeto de lei bipartidário, 2026. Disponível em: https://joewilson.house.gov/sites/evo-subsites/joewilson.house.gov/files/evo-media-document/wilssc_082_xml-20.pdf. KLIMOV, Elem (dir.). Vá e veja [Idi i smotri]. URSS: Mosfilm; Belarusfilm, 1985. 142 min. ROMM, Mikhail (dir.). O fascismo cotidiano [Obyknovennyy fashizm]. URSS: Mosfilm, 1965. 130 min. Documentário. BALAGOV, Kantemir (dir.). Uma mulher alta [Dylda]. Rússia: Non-Stop Production, 2019. 137 min. ASSAYAS, Olivier (dir.). O mago do Kremlin [The Wizard of the Kremlin]. França/Reino Unido, 2025. Mencionado em entrevista. Capítulos 00:00 — Abertura: 81 anos do fim da Segunda Guerra Mundial 00:04 — Valdir Bezerra: a Grande Guerra Patriótica e o legado soviético contestado 00:10 — Mariana Janot: Estado Novo, FEB e a memória disputada da participação brasileira 00:18 — Era Putin: memória, identidade nacional e renascimento militar 00:24 — O Brasil hoje: defesa, paz e o legado contra o fascismo 00:31 — Boletim Ruslat: Cuba, fertilizantes e a guerra informacional 00:37 — Leonardo Nascimento: Grupo Wagner, Venezuela e a geoeconomia do petróleo 00:44 — Boris Zabolotsky: insegurança ontológica, América Latina e três filmes contra a glorificação The post 81 anos depois: Rússia, Brasil e a memória da Segunda Guerra appeared first on Chutando a Escada.
No episódio, Ana Frazão conversa com Christian LynchDoutor em Ciência Política (Ciência Política e Sociologia) pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), Professor Associado do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política do Instituto de Estudos Políticos e Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ) e Pesquisador da Fundaçao Casa de Ruy Barbosa sobre o seu novo livro “Fundações do pensamento político brasileiro”. O autor aborda desde a metodologia da pesquisa, explorando o papel da história e da historiografia para a compreensão dos fenômenos políticos, assim como a nova historiografia e como fazer as adaptações para o contexto periférico. Ao tratar dos principais achados do livro, o autor explica como foi a construção intelectual do Estado no Brasil independente e como se deu a a passagem do mundo colonial para o Império. Aborda igualmente os aspectos mais importantes da construção intelectual do estado português e quais as suas principais reverberações no Brasil, as principais características do pensamento politico ibero-americano, as repercussões do seu maior sentido prático e da centralidade da retórica e a crítica que faz a Raymundo Faoro no livro “Os donos do poder”.
Há muitos crimes sexuais praticados no Brasil? São devidamente apurados? Como analisar a produção de provas nesses casos? Por que foi editada a Lei do “não é não”? Como diferenciar mitos e realidades no cenário dos crimes sexuais? Neste videocast, o tema abordado é estupro e dificuldade probatória. Dê o play agora mesmo!Você já viu as playlists específicas de cada tema abordadono podcast? Clique aqui: https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: https://twitter.com/GSNUCCI==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal,Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Francisco Batista, estudante de Letras da Ufal e escritor premiado, destaca a importância do intercâmbio cultural e da valorização da história africana
Pneumonia adquirida na comunidade na prática clínica: como diagnosticar com mais precisão, decidir o momento certo de iniciar antibiótico e definir o local de tratamento com segurança?Neste episódio do InfectoCast, João recebe o Dr. Fabio Furukawa e o Dr. Lucas Magalhães, Médicos de Família e Comunidade e responsáveis pelo MFC Learning, para uma discussão direta e aplicada sobre o manejo da PAC na Atenção Primária.
Já está no ar o novo episódio do podcast ReumatoMinas.Na edição intitulada “Formação em Reumatologia: da graduação à residência”, participam as reumatologistas Dra. Maria Fernanda Guimarães e Dra. Débora Calderaro. Ambas, com grande experiência no ensino médico, discorrem sobre os desafios e aprendizados como docentes e refletem sobre a jornada para a formação de um grande reumatologista.
Resistir à prisão é crime no Brasil? O que significa a resistência gândhica? Esse crime pode ser cometido por funcionário público? Saiba isso e muito mais com as respostas do Prof. Nucci neste episódio. Dê o play e compartilhe com quem você acha que vai gostar!Você já viu as playlists específicas de cada tema abordadono podcast? Clique aqui: https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: https://twitter.com/GSNUCCI==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal,Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
No episódio 246 do Filosofia Pop, recebemos o jurista Lenio Streck para uma conversa sobre filosofia no direito, a importância da hermenêutica jurídica e os riscos do decisionismo. A conversa aborda os limites da interpretação, o papel crítico da doutrina e a necessidade de fundamentação teórica para fortalecer práticas jurídicas mais democráticas. Palavras-chave: Este episódio também marca os 11 anos do podcast. Ao final, você ouve a canção “Não Cabem em uma Kombi”, do acervo de Pedro Ivo, do canal Ateu Informa. Aproveitamos para indicar também o canal Esquerda Goiana, Uai!, de Murilo Ferraz e Analu Oliveira, além do curta-metragem Você Não Vai Me Entender, lançado por Murilo em novembro passado. Lenio Luiz Streck, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pós-doutor pela Universidade de Lisboa. Professor titular do Programa de Pós-Graduação em Direito (Mestrado e Doutorado) da UNISINOS, na área de concentração em Direito Público. Professor permanente e pesquisador da UNESA-RJ, Professor visitante da Universidade Javeriana – CO. 3 Jurista mais citado na América Latina e 4 nos países do BRICS – conforme Índice Científico Alper-Döğer) (AD). Membro catedrático da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDConst. Presidente de Honra do Instituto de Hermenêutica Jurídica IHJ (RS-MG). Membro da comissão permanente de Direito Constitucional do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB, do Observatório da Jurisdição Constitucional do Instituto Brasiliense de Direito Público – IDP, da Revista Direitos Fundamentais e Justiça, da Revista Novos Estudos Jurídicos, entre outros. Coordenador do DASEIN Núcleo de Estudos Hermenêuticos. Ex-Procurador de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. Autor, entre outras obras, de Jurisdição Constitucional e Decisão Jurídica (6. ed.); Hermenêutica Jurídica e(m) Crise (11. ed.); Verdade e Consenso (6. ed.), Dicionário de Hermenêutica, 2a. edição, além dos livros, em espanhol: Verdad y Consenso, Hermenéutica y Decisión Judicial, e Hermenéutica Jurídica: estudios de teoría del derecho, Dicionario de Hermenéutica, Lla llamada conciencia de los jueces. Tem experiência na área do Direito, com ênfase em Direito Constitucional, Hermenêutica Jurídica e Filosofia do Direito.Vem lecionando disciplinas de direito em cursos de pós-graduação lato sensu EAD desde 2017: Pós Graduação UNISC EAD, da Universidade de Santa Cruz do Sul, 2018; Direito Eleitoral EAD, da Fundação Escola do Ministério Público, Porto Alegre/RS), 2017; Curso de Pós-Graduação em Direito Constitucional EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2018-2019; e Curso de Pós-Graduação em Direito e Processo Penal EaD, da Academia Brasileira de Direito Constitucional ABDCONST, 2019 (a lecionar). Temas tratados na entrevista (em tópicos) Diferença entre “filosofia no direito” e “filosofia do direito”Defesa da ideia de que a filosofia não deve ser mero ornamento externo ao campo jurídico, mas condição de possibilidade para compreender conceitos, práticas e decisões jurídicas. A filosofia como modo de ser no mundoInfluência de Martin Heidegger: a filosofia aparece como forma de existência e de compreensão prévia do mundo, não apenas disciplina acadêmica. Linguagem, nomes e realidadeDebate sobre como se dão nome às coisas, relação entre palavras e mundo, usando referências como Crátilo e Vidas Secas. Crítica ao positivismo jurídico e ao cientificismoDiscussão sobre o século XIX, quando a filosofia teria sido afastada como “metafísica”, deixando o direito empobrecido teoricamente. Contradições filosóficas nas decisões judiciaisExemplo de juízes que invocam ao mesmo tempo “livre convencimento” (subjetivismo) e “verdade real” (objetivismo), misturando paradigmas incompatíveis. Crítica ao decisionismo judicial brasileiroRejeição da ideia de que “direito é aquilo que os tribunais dizem que é”, vista como destruição da autonomia do direito. Hermenêutica jurídica e limites da interpretaçãoDefesa de limites interpretativos contra arbitrariedades e superinterpretações. A interpretação jurídica deve ser constrangida por tradição, linguagem e institucionalidade. Conceito de “constrangimento epistemológico”Tese de Lenio Streck de que a doutrina e a teoria jurídica devem limitar interpretações arbitrárias e impor padrões racionais ao direito. Direito e literaturaA literatura como fonte privilegiada para compreender dilemas jurídicos e políticos. Exemplos usados: Orestéia, As Viagens de Gulliver, William Shakespeare. Superinterpretação e relativismoDiscussão do debate entre Umberto Eco e Richard Rorty sobre limites da interpretação e riscos do relativismo. Crítica à cultura digital e redes sociaisReflexão sobre banalização do conhecimento, culto à superficialidade e perda da vergonha pública na era das redes. Inteligência artificial e atalhos cognitivosPreocupação com IA como instrumento de simplificação excessiva, respostas prontas e fuga da angústia do pensamento. Hierarquia, autoridade e educaçãoDebate sobre a importância de hierarquias legítimas na formação intelectual e no aprendizado, contrapondo-se ao igualitarismo simplificador. Filosofia brasileira e reconhecimento de Ernildo SteinStreck aponta Ernildo Stein como o filósofo brasileiro que mais o impressionou. Filósofos preferidosDeclara preferência por Hans-Georg Gadamer, com forte referência também a Heidegger. Referências citadas na entrevista Filósofos / Teóricos Martin Heidegger Hans-Georg Gadamer Ernildo Stein Richard Rorty Umberto Eco Charles Sanders Peirce William James Ludwig Wittgenstein (implícito no tema linguagem privada) Søren Kierkegaard Gaston Bachelard Thomas Hobbes William of Ockham Marcílio de Pádua Dante Alighieri Obras literárias / Livros Crátilo Vidas Secas As Viagens de Gulliver Dom Casmurro O Nome da Rosa O Pêndulo de Foucault O Pato Selvagem A Festa da Insignificância A Brincadeira Autores literários William Shakespeare Jonathan Swift Graciliano Ramos Machado de Assis Henrik Ibsen Milan Kundera Obras de Lenio Streck mencionadas Dicionário de Hermenêutica Dicionário de Senso Comum Ensino Jurídico em Crise Robô Não Desce Escada Hermenêutica, Jurisdição e Decisão “Fatos, relatos e interpretações”. In:Trindade, André Karam. e Karan, Henrieta. (ed.). Por dentro da Lei. Direito, narrativa e ficção. (na entrevista erroneamente atribui esse texto a Ernildo Stein, quando queria enfatizar que funciona como um resumo da perspectiva de Lenio Streck) Obras de Ernildo Stein mencionadas: Aproximações sobre Hermenêutica Anamnese: a Filosofia e o Retorno do Reprimido Pensar é Errar: um Ajuste com Heidegger Diferença e Metafísica Racionalidade e Existência: uma Introdução à Filosofia O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #246 – Filosofia no Direito, com Lenio Streck apareceu primeiro em filosofia pop.
Vancomicina na prática e o papel do TDM na tomada de decisão: neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. João Telles para uma conversa direta e aplicada sobre o uso de farmacocinética e farmacodinâmica no manejo de infecção por MRSA na prática clínica.
A fuga de preso é crime no Brasil? Como se caracteriza o crime em caso de fuga? Quem facilita a fuga do preso comete o mesmo crime? Já parou para refletri sobre essas questões? O Prof. Nucci responde isso e mais neste episódio! Dê o play e ouça agora mesmo!Você já viu as playlists específicas de cada tema abordadono podcast? Clique aqui : https://spoti.fi/3eFSLdb=========INDICAÇÕES NO PROGRAMASaiba tudo sobre a obra PACOTE ANTICRIME COMENTADO do Professor Nucci:http://bit.do/fpe4TConheça todos os livros do autor:bit.ly/GuilhermeNucciComentários, sugestões, críticas: contato@guilhermenucci.com.brSite: http://www.guilhermenucci.com.brFacebook: https://www.facebook.com/professorguilhermenucciInstagram: https://www.instagram.com/professor_guilherme_nucciLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/professor-guilherme-nucciTwitter: https://twitter.com/GSNUCCI==========Guilherme de Souza Nucci é Livre-docente em Direito Penal,Doutor e Mestre em Direito Processual Penal pela PUC-SP. Professor concursado da PUC-SP, atuando nos cursos de Graduação e Pós-graduação (Mestrado e Doutorado). Desembargador na Seção Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Mariângela Santana Guimarães Santos é uma das vozes mais proeminentes da historiografia maranhense contemporânea. Sua trajetória é marcada pela intersecção entre a educação e a investigação histórica, dedicando décadas ao resgate da memória e da identidade da cidade de Caxias.Formação e Percurso AcadêmicoMariângela consolidou sua base intelectual na região Nordeste, mas expandiu seus horizontes de pesquisa para o sul do país para aprofundar sua análise teórica:Graduação: Formou-se em Pedagogia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).Mestrado: Concluiu o Mestrado em Educação na UFPI, onde começou a delinear suas preocupações com o ensino e a formação docente.Doutorado: Doutorou-se em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS/RS). Sua tese, defendida em 2018, tornou-se um marco para o estudo da memória urbana maranhense.Contribuições para a História de CaxiasSua produção acadêmica é fundamental para compreender Caxias não apenas como um ponto geográfico, mas como um centro de tensões culturais e políticas.1. Memória e Identidade UrbanaEm sua tese, "Fragmentos da memória: contribuições à história da cidade de Caxias do Maranhão", Mariângela utiliza fontes diversificadas — de jornais antigos a relatos orais — para reconstruir a "Caxias do passado". Ela evidencia:A organização social no século XIX e início do XX.Como as elites locais construíram narrativas de progresso e "civilização".O papel das festividades e da religiosidade na coesão da sociedade caxiense.2. Historiografia e CríticaA professora é uma das principais críticas da historiografia tradicional que muitas vezes silenciou grupos subalternos. Seus artigos destacam:A Balaiada: Releituras sobre o movimento rebelde sob a ótica local.Patrimônio Histórico: Análises sobre a conservação do casario e dos monumentos de Caxias, tratando-os como documentos vivos.3. Educação e DocênciaComo Professora Assistente da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), no Centro de Estudos Superiores de Caxias (CESC), sua contribuição vai além dos livros:Formação de Professores: Atua diretamente na capacitação de novos docentes de História e Pedagogia.Pesquisa Acadêmica: Coordena grupos que estudam a relação entre Memória, Educação e Práticas Culturais no interior do Maranhão.Principais Obras e PublicaçõesSua produção está espalhada em capítulos de livros e periódicos especializados, sendo referências obrigatórias em concursos públicos e graduações na região:Livros e Coletâneas: Participa de diversas obras coletivas sobre a história maranhense, focando na transição do Império para a República.Artigos Científicos: Publicações que discutem a "Educação em Caxias" e as "Práticas de Leitura na Caxias Oitocentista".Atuação Institucional: Membro ativo de comitês científicos, ajudando a validar pesquisas sobre o patrimônio imaterial maranhense.
Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana, ligadas ao Agro. Governo americano começa a devolver cobranças indevidas do tarifaço. Safra de grãos da Europa foi maior em 2025. Palestra para alunos de Pós Graduação da Universidade da China. Agrishow vem aí, com vendas em cheque.
O levantamento divulgado pelo Inep, ligado ao Ministério da Educação, aponta que 49% dos alunos que ingressaram em universidades federais e em instituições federais de educação profissional, científica e tecnológica concluíram o curso. O índice dos demais estudantes é de 42%.
Saudações pessoas!Felipe e Gabriel têm o orgulho de apresentar e comentar, no episódio dessa semana, sobre um artigo incrível da filósofa política estadunidense Wendy Brown , professora na Universidade da Califórnia - Berkeley, e autora de obras e conferências famosa mundialmente, que ganha agora sua primeira tradução em português: "Resistindo à Melancolia de Esquerda"Baixe/Acesse o artigo, publicado no Volume 40, n.1, da Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de Passo Fundo-RS aqui: https://ojs.upf.br/index.php/rjd/article/view/17904A tradução do texto e os comentários adjacentes ficaram a cargo de nossos próprios intrépidos apresentadores, que nesse episódio esquadrinham o material e mostram o porquê de o pensamento progressista/de esquerda não poder mais seguir sendo derrotista, acanhado e caindo nas mesmas armadilhas de quando o artigo foi publicado originalmente, na virada dos anos 90 para o ano 2000. Ainda temos tanto a aprender, e o texto parece falar diretamente com o Brasil de 2026 e esse ano perigoso (politicamente) por onde vamos trafegar. Agradecemos, sobretudo, a professora Wendy Brown e sua generosidade ao incentivar e nos dar uma ajuda com a possibilidade da tradução! ExpedientePai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãCapas que vocês adoram: Gui ToscanEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Mestra dos Instagrams: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
SD354 - A prova que pode redefinir quem é médico no Brasil. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé e o epidemiologista e bioestatístico, Alex Cassenote, discutem sobre a avaliação de proficiência do médico, as novidades na avaliação dos estudantes de medicina e as mudanças diante dos resultados. O Enamed trouxe à tona um tema que vinha sendo discutido há anos: a qualidade da formação médica no país. Mais do que uma prova, ele expôs a heterogeneidade entre instituições e reacendeu o debate sobre avaliação no final da graduação. Agora, uma nova discussão ganha força: a criação de uma prova de proficiência obrigatória para exercer a medicina. Se implementado, esse modelo rompe com a lógica atual em que o diploma é suficiente e introduz um novo critério: validação da competência. Neste episódio, você vai entender o que está por trás desse movimento, as diferenças entre os modelos de avaliação e os possíveis impactos para estudantes, médicos e para o sistema de saúde como um todo. Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. ACESSE O Background do Alex Formado em Ciências Biomédicas e Matemática Aplicada, Alex se interessou cedo por banco de dados e questões epidemiológicas. Doutor em Ciências pelo Programa de Pós-Graduação em Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), possui mestrado na mesma área e pós-doutorado com foco em Saúde Pública, Inteligência Artificial e Modelos de Dinâmica de Sistemas. Alex ocupou cargos de coordenação de bases de dados em instituições renomadas, como o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM), além de ter liderado estudos como da Coorte Brasil de HIV/AIDS e do estudo PROVMED 2030. Entre várias atividades, Alex é professor de Epidemiologia, Bioestatística, Metodologia científica e Medicina baseada em evidências em cursos de graduação e pós-graduação na área médica e da saúde. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD353 - O médico que perde a guerra sem perceber SD352 - O erro de buscar faturamento a qualquer custo SD351 - Domine a gestão do WhatsApp antes de ser dominado por ele Music: Magical | Declan DP "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
O novo episódio de Entrevista com Autores aborda o artigo de Perspectivas de CSP "Pós-graduação em Saúde Coletiva no Brasil: trajetórias, avaliação e desafios": https://doi.org/10.1590/0102-311XEN023226. Os coautores do artigo, Rômulo Paes Sousa, Aylene Bousquat e Bernardo Horta, participaram desta edição. A condução da conversa ficou a cargo da coeditora-chefe de CSP, Marilia Sá Carvalho.Acompanhe CSP: linktr.ee/cadernosdesaudepublica.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, graduado em Sistemas de Informação, com especialização em Neurociência, Mestre e Doutor em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, Pesquisador do NIC.BR, Diogo Cortiz. Só vem! >> OUÇA (84min 09s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Diogo Cortiz da Silva é Professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e Pesquisador no NIC.br. Doutor e Mestre pelo Programa de Tecnologias da Inteligência e Design Digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com Doutorado Sanduíche pela Universite Paris I - Pantheon-Sorbonne, Especialista em Neurociência e Comportamento pela PUC-RS e MBA em Economia Internacional pela Universidade de São Paulo. Realizou estágio de pós-doutorado na Universidade de Salamanca, Espanha, e foi pesquisador visitante no laboratório de Ciência Cognitiva da Queen Mary Universidade of London. Foi Chefe do Departamento de Computação, Proponente e Coordenador da Graduação em Design e Coordenador do Programa de Mestrado e Doutorado em Tecnologias da Inteligência e Design Digital. Atualmente suas pesquisas estão na área de Tecnologia, IA, Ciência Cognitiva e Design. Lattes: http://lattes.cnpq.br/6494551464509082 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
No episódio 96 do Fronteiras no Tempo, C. A., Marcelo Beraba, Willian Spengler e o Estagiário Rodolfo, analisam a representação da ditadura brasileira no cinema e, especialmente, o filme "Ainda Estou Aqui". Eles discutem como a sétima arte aborda esse período sombrio da história do Brasil, comparando a produção nacional com a de outros países da América Latina, como Argentina e Chile, que tiveram diferentes processos de redemocratização e políticas de memória. O episódio explora a importância do cinema como ferramenta de preservação da memória histórica e de reflexão sobre os impactos da ditadura, além de mencionar outros filmes relevantes como "Pra Frente, Brasil", "Eles não usam Black-Tie", "O Que É Isso, Companheiro?", "Batismo de Sangue", "Zuzu Angel", "O ano em que meus pais saíram de férias", entre outros. FINANCIAMENTO COLETIVO Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo MENCIONADOS NO EPISÓDIO Longas Metragens 1978 (trailer) Batismo de Sangue: Ainda Estou Aqui (trailer) Agente Secreto (trailer) Pra frente, Brasil Zuzu Angel Lamarca O que isso companheiro? Eles não usam Black tie O ano em que meus pais saíram de férias Podcasts Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #39 Crimes da Ditadura Civil-Militar (o caso de Higino Pio) Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e História Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #21 – GOLPE DE 1964 Fronteiras no Tempo #22 DITADURA CIVIL-MILITAR Fronteiras no Tempo #24 FIM DA DITADURA CIVIL-MILITAR Retrato narrado A vida secreta de Jair Artigo acadêmico NUNES, Fernando de Lima. Combatendo o revisionismo: ensino de história da ditadura civil-militar brasileira enquanto disputa de narrativas. História Hoje, v.10, n.19, p.180-188, 2021. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/issue/view/20/showToc MATERIAL COMPLEMENTAR AGUIAR, Carolina Amaral; MORETTIN, Eduardo (orgs.). Cinema e história: circularidades, arquivos e experiência estética. Porto Alegre: Sulina, 2017. LEME, Caroline Gomes. Ditadura em imagem e som: trinta anos de produções cinematográficas sobre o regime militar brasileiro. São Paulo: Editora Unesp, 2013. NAPOLITANO, Marcos. Recordar é vencer: as dinâmicas e vicissitudes da construção da memória sobre o regime militar brasileiro. Antíteses, v.8, n.15, p. 09-44, nov. 2015 POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, v. 5, n. 10, p. 200-212, 1992. RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila (orgs.). Nova história do cinema brasileiro – volume 2. São Paulo: Editora Sesc, 2018. ROSENSTONE, R. A história nos filmes. Os filmes na história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. SANTOS, Diogo Eduardo Moysés Carvalho dos. A memória das ditaduras (Brasil e Argentina) pelo olhar infantil no cinema contemporâneo. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, Niterói, RJ, 2016. SANTOS, Marcia de Souza. Memórias da ditadura nas telas de cinema: representações fílmicas dos guerrilheiros e da luta armada no período do regime militar brasileiro. Cadernos Ceru, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 57-74, 2012. SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015. SOUZA, Maria Luiza Rodrigues. Um estudo das narrativas cinematográficas sobre as ditaduras militares no Brasil (1964-1985) e na Argentina (1976-1983). Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC), Brasília, 2007. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #96: Ainda Estamos Aqui. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66698&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 96 do Fronteiras no Tempo, C. A., Marcelo Beraba, Willian Spengler e o Estagiário Rodolfo, analisam a representação da ditadura brasileira no cinema e, especialmente, o filme "Ainda Estou Aqui". Eles discutem como a sétima arte aborda esse período sombrio da história do Brasil, comparando a produção nacional com a de outros países da América Latina, como Argentina e Chile, que tiveram diferentes processos de redemocratização e políticas de memória. O episódio explora a importância do cinema como ferramenta de preservação da memória histórica e de reflexão sobre os impactos da ditadura, além de mencionar outros filmes relevantes como "Pra Frente, Brasil", "Eles não usam Black-Tie", "O Que É Isso, Companheiro?", "Batismo de Sangue", "Zuzu Angel", "O ano em que meus pais saíram de férias", entre outros. FINANCIAMENTO COLETIVO Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo MENCIONADOS NO EPISÓDIO Longas Metragens 1978 (trailer) Batismo de Sangue: Ainda Estou Aqui (trailer) Agente Secreto (trailer) Pra frente, Brasil Zuzu Angel Lamarca O que isso companheiro? Eles não usam Black tie O ano em que meus pais saíram de férias Podcasts Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #39 Crimes da Ditadura Civil-Militar (o caso de Higino Pio) Fronteiras no Tempo: Historicidade #55 Carlos Marighella, Cinema e História Fronteiras no Tempo: Historicidade #51 Espionagem, Igreja e Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo: Historicidade #14 Itamaraty e as Forças Armadas na Ditadura Historicidade #9 Histórias da Ditadura Civil-Militar Fronteiras no Tempo #21 – GOLPE DE 1964 Fronteiras no Tempo #22 DITADURA CIVIL-MILITAR Fronteiras no Tempo #24 FIM DA DITADURA CIVIL-MILITAR Retrato narrado A vida secreta de Jair Artigo acadêmico NUNES, Fernando de Lima. Combatendo o revisionismo: ensino de história da ditadura civil-militar brasileira enquanto disputa de narrativas. História Hoje, v.10, n.19, p.180-188, 2021. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/issue/view/20/showToc MATERIAL COMPLEMENTAR AGUIAR, Carolina Amaral; MORETTIN, Eduardo (orgs.). Cinema e história: circularidades, arquivos e experiência estética. Porto Alegre: Sulina, 2017. LEME, Caroline Gomes. Ditadura em imagem e som: trinta anos de produções cinematográficas sobre o regime militar brasileiro. São Paulo: Editora Unesp, 2013. NAPOLITANO, Marcos. Recordar é vencer: as dinâmicas e vicissitudes da construção da memória sobre o regime militar brasileiro. Antíteses, v.8, n.15, p. 09-44, nov. 2015 POLLAK, Michel. Memória e identidade social. Revista Estudos Históricos. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, v. 5, n. 10, p. 200-212, 1992. RAMOS, Fernão Pessoa; SCHVARZMAN, Sheila (orgs.). Nova história do cinema brasileiro – volume 2. São Paulo: Editora Sesc, 2018. ROSENSTONE, R. A história nos filmes. Os filmes na história. São Paulo: Paz e Terra, 2010. SANTOS, Diogo Eduardo Moysés Carvalho dos. A memória das ditaduras (Brasil e Argentina) pelo olhar infantil no cinema contemporâneo. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal Fluminense, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia. Departamento de História, Niterói, RJ, 2016. SANTOS, Marcia de Souza. Memórias da ditadura nas telas de cinema: representações fílmicas dos guerrilheiros e da luta armada no período do regime militar brasileiro. Cadernos Ceru, São Paulo, v. 22, n. 2, p. 57-74, 2012. SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Editora Unesp, 2015. SOUZA, Maria Luiza Rodrigues. Um estudo das narrativas cinematográficas sobre as ditaduras militares no Brasil (1964-1985) e na Argentina (1976-1983). Tese (doutorado) - Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados sobre as Américas, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC), Brasília, 2007. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #96: Ainda Estamos Aqui. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66698&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Como lidamos com a morte? Como seguimos vivendo com aqueles que já se foram, com suas histórias, suas ausências e aquilo que deixaram em nós? Essa é a pergunta que atravessa Viver com nossos mortos, livro da rabina reformista francesa Delphine Horvilleur, em que entrelaça experiências de luto com referências bíblicas, tradições judaicas e humor. O livro se tornou um fenômeno editorial na França, com mais de 250 mil exemplares vendidos, e foi descrito pelo jornal Le Monde como “um poderoso hino à vida”.Inspirada nesse universo, a série A Rabina cria uma personagem ficcional, a jovem rabina Léa, e acompanha os encontros com pessoas que a procuram em momentos de crise, perda ou dúvida. Entre histórias de luto, conflitos familiares e heranças difíceis de carregar, a série acaba tocando em temas como memória, a transmissão e a forma como seguimos vivendo com nossos mortos. Nossa convidada hoje é a Ilana Feldman, professora adjunta da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da mesma instituição. Possui pós-doutorado em Meios e Processos Audiovisuais pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-doutorado em Teoria Literária pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É doutora em comunicação pela USP, com passagem pelo Departamento de Filosofia, Artes e Estética da Universidade Paris 8.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora Psicóloga, Mestra e Doutora em Psicologia, coordenadora do Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais da UEL, Verônica Bender Haydu. Só vem! >> OUÇA (80min 28s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Verônica Bender Haydu é graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina, mestre e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP-SP). Realizou estágio pós-doutoral na UFSCar, junto ao programa de Psicologia. Professora do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina. Coordena o Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais. Acreditada pela ABPMC e é membro do Think Tank sobre cultura e análise do comportamento e do grupo Matemática e Análise do Comportamento (MATEMAC). Lidera o Grupo de Pesquisa "Análise do Comportamento: Implicações Clínicas e Educacionais" cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, desenvolvendo pesquisas em cooperação com docentes e discentes da UEL, da UFES e da UFSCar. Desenvolve pesquisas ligadas às seguintes linhas: 1) Análise Experimental do Comportamento e Psicobiologia, 2) avaliação, desenvolvimento e aplicação de tecnologias comportamentais, 3) realidade e ambientes virtuais: aplicações clínicas e educacionais, 4) análise de comportamento verbal e de práticas culturais, com ênfase em questões ambientais. Suas atividades estão voltadas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mais especificamente o ODS 3 (Saúde e bem-estar) e o ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis). Lattes: https://lattes.cnpq.br/1726041421275880 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação em Educação Física, Especialista em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos, e Doutorado em Neurociências e Comportamento, Paula Costa Teixeira.Só vem!>> OUÇA (116min 16s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Paula Costa Teixeira possui graduação em Educação Física com Licenciatura Plena pelo Centro Universitário UniFMU (2005), especialização em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos pela UNIFESP (2017) e Doutorado em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP (2014).É certificada em Intuitive Eating, em Nutrição Comportamental e no Método das Cadeias Musculares, além de possuir várias certificações em Meditação.Atua como Professora Associada no Programa de Neurociências do Comportamento do Instituto de Psicologia da USP.É também Colaboradora do AMBULIM – Programa de Tratamento de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, onde é responsável pelas práticas corporais dos pacientes que tratam anorexia, bulimia e compulsão alimentar, e coordena o núcleo de pesquisa e ensino – o NUPE-AMBULIM.Além disso, é Professora do Instituto Nutrição Comportamental e de vários cursos de extensão e pós-graduação.Paula é empreendedora do Exercício Intuitivo, uma marca registrada da sua abordagem na atividade física que surgiu a partir de suas pesquisas clínicas.E é uma das criadoras do movimento “Prevenção Sem Danos”, com ações de prevenção de transtornos alimentares e obesidade na comunidade escolar.Lattes: http://lattes.cnpq.br/2750576428713928*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação, Mestrado e Doutorado em Enfermagem, líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma, Iveth Whitaker.Só vem!>> OUÇA (146min 40s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, janeiro é tempo de recomeços - e o recomeço mais importante é o momento em que acordamos, todos os dias.Afinal, a escolha da manhã muda tudo:- Vestir a roupa de treino assim que acorda — mesmo treinando só à tarde — aumenta a chance de cumprir a meta.- Colocar uma peça inteligente para trabalhar ou criar conteúdo te coloca instantaneamente em modo produtivo e confiante.- Mesmo para ficar em casa, trocar o pijama por um look confortável e bonito muda o humor, a energia e a presença.Ou seja: a Insider entra no seu ritual matinal e acompanha sua rotina com naturalidade.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto, ou 15% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.E bons recomeços pra você!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Iveth Yamaguchi Whitaker possui graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Londrina (1979), mestrado em Enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade Federal de São Paulo (1994) e doutorado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (2000).Atualmente é Professora Associado (aposentada) do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo, vinculada às linhas de pesquisa Cuidado Clínico em Enfermagem e Saúde e Fundamentos Métodos Processos e Tecnologia em Enfermagem.Participou das atividades do European Center for Injury Prevention na Universidad de Navarra na Espanha.Desenvolve pesquisa com ênfase em morbidade e mortalidade hospitalar em trauma, índices de gravidade e indicadores em trauma; cuidados intensivos com foco na carga de trabalho de enfermagem, avaliação de risco de lesão por pressão, nutrição enteral e delirium.É lider do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma: emergência e cuidados intensivos e possui parceria com pesquisadora da Faculdad de Enfermería da Universidad de Cantábria e do Instituto de Investigación Marques de Valdecilla (IDIVAL) da Espanha.Lattes: http://lattes.cnpq.br/4954772252354513*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Hoje o papo é sobre ensino! Neste episódio, mergulhamos em uma conversa sem filtros e bastante pé-no-chão sobre as recompensas, os desafios, e as realidades de ser uma professora ou um professor na área de tecnologia em pleno 2026. Vem ver quem participou desse papo! André David, o host que pega as piadas com recorte etário Yago Oliveira, Coordenador de Conteúdo Técnico na Alura Gustavo Torrente, Professor de novas tecnologias na FIAP Thalita Ligeiro, Professora, Conteúdista e Mentora da Pós-Graduação Pós Tech da FIAP Links: Pós Tech da FIAP Flutter React FIAP Shift Carreiras | FIAP Acadêmico – INHIRE Garanta o seu lugar no Builders Camp 2026, o principal evento de automação e de IA, focado em resultados reais, e organizado pela Alura e pela PM3! TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts