Podcasts about Biologia

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Biologia em Meia Hora
Como vulcões moldam a vida?

Biologia em Meia Hora

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 29:25


Por que alguns lagos permanecem cristalinos enquanto outros ficam escuros, turvos e cheios de vida? Separe trinta minutinhos do seu dia e venha descobrir, com a Mila Massuda, o papel dos distúrbios naturais e como o vulcanismo ajudou a moldar um sistema de lagos no Japão.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Caio de Santis (@caiodesantis)Técnico de Gravação: Caio de Santis (@caiodesantis)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis)Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASISAMU WAKANA et al. Varying stages of ecological succession in lakes subdivided by volcanic eruptions at Akan Caldera, Japan. Hydrobiologia, v. 850, n. 18, p. 3919–3933, 23 abr. 2023.https://doi.org/10.1007/s10750-023-05231-5

Radio Naukowe
#290 Białka – najbardziej zakręcone cegiełki życia | dr Takao Ishikawa

Radio Naukowe

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 89:07


Są budulcem naszych komórek i to nie tylko mięśniowych. Umożliwiają przeprowadzanie reakcji, które są dla nas niezbędne do życia (na przykład przemiana materii, uruchamiana przez enzymy). Wskazują układowi odpornościowemu, z jakim elementem ma walczyć. Niektóre przekazują sygnały z jednych tkanek do drugich, np. hormony takie jak insulina. Inne „dyktują” komórkom naszego ciała, które geny powinny uruchomić i skopiować. A jeśli funkcjonują błędnie, to komórki nie mogą dobrze pracować i chorujemy lub nawet umieramy. – Nasz organizm jest w dużej mierze maszyną opartą o białko – mówi dr Takao Ishikawa, prodziekan Wydziału Biologii Uniwersytety Warszawskiego. Znacie go już z odcinka nr 269 o komórce. W tym odcinku rozmawiamy o białkach, niesamowicie wszechstronnych narzędziach życia. Podstawowym budulcem białek są aminokwasy. Są to związki chemiczne z centralnym atomem węgla i dodatkową tzw. grupą boczną. Niektóre nasz organizm syntetyzuje sam, inne musimy pobierać z pożywienia (zjedzone przez nas białko rozkłada się w żołądku na aminokwasy, które wchłaniamy potem do własnych komórek). Wszystkie białka w ludzkim organizmie są zbudowane z różnych zestawów tych samych 20 rodzajów aminokwasów, których cząsteczki łączą się w większe całości, czyli polipeptydy. – Białko to jest polipeptyd, który się sfałdował, to znaczy ma w miarę stabilną strukturę trójwymiarową i pełni jakąś w związku z tym funkcję biologiczną – wyjaśnia biolog.Każda komórka w naszym ciele ma do dyspozycji wszystkich 20 aminokwasów, znajdują się w płynie komórkowym. To, jakie z nich zostanie wykorzystane zależy również od białka: aminoacylo-tRNA. Każda kombinacja aminokwasów przybiera swój unikalny trójwymiarowy kształt, który pozwala jej wypełniać konkretne funkcje: od ogromnej tytyny po malutką insulinę. Niesamowity popis ewolucji!W odcinku usłyszycie też o naszym pomyśle na park białek (zaklepujemy!), o aminokwasach w kosmosie i o białkach, które wyłamują się z reguł (na przykład o prionach, które mogą tworzyć dwie różne struktury) oraz o tym dlaczego, kiedy dzieci bardzo długo jedzą zupę, to w istocie mogą przeprowadzać naukowe rozumowanie. 

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

Galinha Viajante
GV#231: BP - Biologia de Resident Evil

Galinha Viajante

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 121:31


Zumbis, vírus, parasitas, mutações e muitas outras coisas nojentas! Leon e Samuca convidam, mais uma vez, os professores de biologia Sandri e Mario pra falar da biologia de Resident Evil. O que faz sentido, o que não faz, o que tem paralelos no mundo real, e do que devemos ter muito medo? E como é fim de mês, temos as Cartinhas Viajantes, a Voz do Brasil e um pouco do Que Tá Rolando com a gente nesse mês de fevereiro.APOIE O GALINHA VIAJANTEAcesse catarse.me/galinhaviajanteLINKS DA GALINHACatarse | Youtube | Instagram | BlueskyContato: cast@galinhaviajante.com.brAcesse nosso SITE: galinhaviajante.com.brOUÇA TAMBÉMGV#215: Biologia de SubnauticaGV#180: BIologia de Monster HunterGV#162: Resident Evil 4TRILHA SONORAUncharted Worlds (Mass Effect OST)Midside Notes, A Funny Soul, Rootin Tootin, Lucky Spin (Martin Landstrom)Mirada (Sonido Mundial)Battle On The Jazzy Bridge (Quasar)CITADOS NO EPISÓDIOVideogames: Resident Evil, Castlevania: Lords of Shadows, Final Fantasy XIII, Final Fantasy Tactics, Dragon Quest I, II, III, V, VIII, IX, XI, Skatemasta Tcheco, Dungeon Drafters, Dandara, Forgotten Mines, The Legend of Zelda (NES), Final Fantasy Tactics, Lunr,rdio,taxi, Mewgenics, Terraria, Palworld, Dead Cells, Don't Starve, Vampire Crawlers, Menace, SymmetryCats, Kena: Bridge of Spirits, Castlevania: Order of Ecclesia Outras Mídias: Bleach (anime), WWE, Pluribus, Digimon Beatbreak, SAGA (HQ)CAPÍTULOS00:00:00 - Abertura do Episódio00:02:08 - Cartinhas Viajantes00:30:35 - Biologia de Resident Evil01:30:27 - Voz do Brasil dos Games01:38:46 - O Que Tá Rolando01:54:50 - Encerramento do EpisódioO Galinha vai ao ar toda semana graças aos Escudeiros da Galinha Viajante! Apoie você também o nosso projeto no Catarse e junte-se à Escudaria!Apresentado e produzido por Leon Cleveland e Samuel R. Auras.Contato: cast@galinhaviajante.com.brSupport the show

Serviço Público - Bloco de Notas
Biologia e geologia 53 : Pangeia Partida

Serviço Público - Bloco de Notas

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 36:58


Portugal pequeno e Diverso e as Ilhas. Com Nuno Pimentel, geólogo e investigador.

Dragões de Garagem
Mudanças Climáticas e Saúde – Dragões de Garagem #333

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 110:57


Há uma semana, participamos da Live em auxílio ao Pirulla no canal do Youtube dele. Nesta live, Marina e Rogério discutiram os impactos das mudanças climáticas na saúde humana.

Unica Radio Podcast
Unica Radio tra i futuri studenti: giornata di orientamento alla Cittadella Universitaria

Unica Radio Podcast

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 4:16


Giovani, docenti e aspiranti universitari si incontravano il 20 febbraio 2026 nella Cittadella Universitaria di Cagliari per una giornata di orientamento dedicata alla scelta del percorso di studi. Venerdì mattina Unica Radio era presente per raccontare l'atmosfera dell'iniziativa. Studenti delle scuole superiori, accompagnati dai loro docenti, si muovevano nei corridoi della Cittadella, curiosi di conoscere i dettagli dei corsi. Tanti giovani si fermavano ai banchetti informativi per chiedere dettagli su programmi e sbocchi professionali. Quattro aree per esplorare il sapere Nel corso della giornata venivano presentate quattro aree formative principali. La prima era l'Area Medico-Scientifica, con corsi come Medicina, Biologia e Farmacia. Qui i futuri studenti potevano comprendere i percorsi che portano a professioni sanitarie e scientifiche, con spiegazioni sui laboratori e sulle opportunità pratiche durante gli studi. In cima all'interesse restavano le professioni sanitarie perché legate a un forte impatto sociale e a prospettive professionali ampie. L'orientamento mirava non solo a descrivere i contenuti dei corsi ma anche ad aiutare i ragazzi a immaginare come potrebbe trasformarsi la loro carriera personale attraverso quelle scelte. Un'altra area presentata era l'Area Tecnica, con corsi come Ingegneria, Architettura e Informatica. I ragazzi avevano occasione di parlare con studenti più grandi e con tutor, scoprendo esempi concreti di applicazioni pratiche. I docenti illustravano la struttura delle lezioni, i laboratori e alcune applicazioni delle competenze tecniche nella realtà lavorativa. L'informatica e l'ingegneria risultavano particolarmente attraenti per la forte connessione con le tecnologie emergenti. Anche l'architettura suscitava curiosità nei giovani interessati alla progettazione e al design dello spazio costruito. Umanistico, sociale e oltre Le presentazioni proseguivano con l'Area Umanistica, dove venivano discussi corsi come Lettere, Lingue, Beni Culturali e Filosofia. Qui i ragazzi scoprivano l'importanza delle discipline che studiano linguaggi, storie e culture diverse. Docenti e studenti raccontavano esperienze di studio e di ricerca, evidenziando come queste discipline possano aprire a molte carriere professionali, dalla comunicazione all'insegnamento, dalla gestione dei beni culturali alla traduzione. L'orientamento puntava a far capire che anche i percorsi umanistici offrono prospettive significative in un mondo che richiede competenze critiche e comunicative. Infine, nell'Area Sociale e Giuridica venivano presentati corsi come Giurisprudenza, Economia, Scienze Politiche e Psicologia. I futuri studenti ascoltavano le spiegazioni su come queste discipline affrontano temi sociali, economici e giuridici fondamentali. Le testimonianze di giovani studenti già iscritti aiutavano a comprendere la vita quotidiana universitaria e le opportunità di carriera nel campo delle professioni legali, delle scienze sociali e dell'economia. La giornata di orientamento alla Cittadella Universitaria di Cagliari rappresentava così un momento fondamentale per spiegare contenuti e prospettive di studio, offrendo ai ragazzi gli strumenti per una scelta consapevole del loro percorso accademico.

Scientificast
Cervelli cetacei e altre storie

Scientificast

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 58:07


(00:00:00) Cervelli cetacei e altre storie (00:03:44) neonati e categorizzazione oggetti (00:22:43) comunicazione nella medicina (00:40:41) Delfini e Orche che collaborano In questa puntata di Scientificast partiamo dai primissimi mesi di vita: davvero a due mesi siamo già in grado di categorizzare il mondo che ci circonda? Ce lo racconta Anna Truzzi, parlando del suo studio pubblicato su Nature Neuroscience, che mostra come i neonati sappiano distinguere e raggruppare gli oggetti molto prima di quanto immaginassimo. Un viaggio nelle origini della conoscenza, quando il cervello è appena agli inizi ma è già sorprendentemente organizzato. Risultati che dialogano anche con l'intelligenza artificiale: lo studio suggerisce che l'apprendimento visivo possa emergere con pochissima esperienza, a differenza degli algoritmi di IA che richiedono enormi quantità di dati e potenza di calcolo per essere addestrati. Un confronto che solleva interrogativi anche sul piano energetico e ambientale, vista la crescente impronta ecologica dei grandi modelli.Restiamo poi in ambito umano, ma cambiamo prospettiva: Francesca intervista il dottor Enrico Lauta, anestesista e direttore di un distretto socio-sanitario della ASL Bari, per parlare della complessità e dell'importanza della comunicazione tra medico e paziente. In questa prima parte ripercorriamo le origini storiche del ruolo del medico e osserviamo come questa figura si sia trasformata dall'antichità a oggi, tra autorità, fiducia e alleanza terapeutica. Nella prossima puntata entreremo nel vivo dell'effetto placebo e del suo ruolo psicologico nella terapia, quando agisce in sinergia con le cure e con il personale sanitario.Infine, spazio al mare: Giuliano ci porta dentro uno studio pubblicato su Scientific Reports che indaga le interazioni tra orche residenti del Nord (Orcinus orca) e delfini del Pacifico (Lagenorhynchus obliquidens) durante la caccia al salmone Chinook (Oncorhynchus tshawytscha). Grazie a droni e a biologger dotati di videocamere, sensori acustici e inerziali applicati a nove individui, i ricercatori hanno osservato movimenti coordinati e una sorprendente assenza di comportamenti aggressivi o di evitamento tra le due specie.Più che semplice co-presenza o competizione, emerge così una forma opportunistica di cooperazione interspecifica, con benefici per entrambi: maggiore efficienza di caccia per le orche, accesso a risorse altrimenti inaccessibili per i delfini. Un risultato che apre nuove domande sulle dinamiche ecologiche e cognitive di queste alleanze tra predatori marini.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/scientificast-la-scienza-come-non-l-hai-mai-sentita--1762253/support.

Online – Revista Pesquisa Fapesp
O marco regulatório da cannabis medicinal

Online – Revista Pesquisa Fapesp

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 67:01


Podcast discute como as normas da Anvisa terão impacto no cultivo e produção da planta para fins de pesquisa. E mais: gordura marrom; branqueamento de corais; créditos de carbono

Biologia em Meia Hora
Estrelas-do-mar

Biologia em Meia Hora

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 25:38


Como é que um animal sem cérebro consegue andar de forma coordenada, sem virar bagunça? Separe trinta minutinhos do seu dia e venha descobrir, com a Mila Massuda, como estrelas-do-mar se locomovem usando centenas de pés ambulacrários, sem um centro de comando nervoso, e o que isso nos ensina sobre biomecânica, evolução e sistemas biológicos descentralizados.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Caio de Santis (@caiodesantis)Técnico de Gravação: Caio de Santis (@caiodesantis)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis)Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASDeridoux, A. et al. Tube feet dynamics drive adaptation in sea star locomotion. Proceedings of the National Academy of Sciences, 2026.https://doi.org/10.1073/pnas.2509681123

Online – Revista Pesquisa Fapesp
Bioinsumos versus agrotóxicos

Online – Revista Pesquisa Fapesp

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 74:54


Podcast discute o avanço dos inseticidas e fertilizantes biológicos na agricultura brasileira. E mais: mamíferos; saúde mental; ação antimicrobiana

Biologia em Meia Hora
Prototaxites

Biologia em Meia Hora

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 25:16


O que era o maior organismo terrestre da Terra antes das árvores? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como a paleontologia e a biologia evolutiva lidam com organismos que simplesmente não cabem em nenhuma categoria conhecida da vida.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Caio de Santis (@caiodesantis)Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis)Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASLoron, C. C. et al. Prototaxites fossils are structurally and chemically distinct from extinct and extant Fungi. Science Advances, 12, eaec6277 (2026).https://doi.org/10.1126/sciadv.aec6277

Radio Naukowe
#288 Geny i nowotwory – wykorzystać słabość, by zdławić bunt komórek | prof. Kinga Kamieniarz-Gdula

Radio Naukowe

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 67:40


Komórki nowotworowe to nie byty obce, ale nasze własne, tyle że zbuntowane.  Zamiast współpracować, odmawiają „honorowej” samodestrukcji (apoptozy), ignorują sygnały z otoczenia i dzielą się wtedy, kiedy nie powinny. – Komórka rakowa jest w sobie zakochana do tego stopnia, że interesuje ją tylko to, żeby siebie powielać – porównuje prof. Kinga Kamieniarz-Gdula z Centrum Zaawansowanych Technologii i Wydziału Biologii UAM w Poznaniu, z którą rozmawiam w najnowszym odcinku. Zdrowe komórki mają fizjologiczny limit podziałów. Po jego przekroczeniu przestają to robić lub umierają. – Natomiast komórki nowotworowe potrafią wyzerować ten licznik i stać się nieśmiertelne. Robią to często przez aktywację enzymu, który nazywa się telomeraza – wyjaśnia uczona. Takie komórki potrafią tworzyć własną sieć naczyń krwionośnych, omijają mechanizmy naprawy DNA i obronę immunologiczną.Słowem: są niezwykle trudnym przeciwnikiem. Mało kto jednak wie, że nowotwory powstają w nas bardzo często – organizm codziennie produkuje tysiące komórek z potencjalnie groźnymi mutacjami – ale zazwyczaj sobie z nimi radzi. Wchodzą do akcji „policjanci” układu odpornościowego, mechanizmy naprawy DNA. W rozmowie porządkujemy współczesne metody leczenia: od wciąż niezwykle skutecznej chirurgii, przez klasyczną chemioterapię i radioterapię, po nowsze terapie celowane oraz immunoterapię – w tym „żywy lek” CAR-T. Niedawno odkryto, że piętą Achillesową komórek rakowych jest końcowy etap przepisywania informacji genetycznej z genu (cząsteczki DNA) na RNA. Większość ludzkich genów ma kilka alternatywnych końców, a wybór tego właściwego może wpływać na końcowy produkt, czyli białko. Aby wykorzystać tę wiedzę w potencjalnej terapii przeciwnowotworowej, prof. Kinga Kamieniarz-Gdula wraz z dr Martyną Plens-Gałąską opracowały innowacyjną metodę do poszukiwań nowych leków, które kierują wyborem, gdzie kończy się gen. Uczone będą kontynuowały nowatorskie badania, m.in. dzięki kolejnemu grantowi ERC uzyskanemu przez prof. Kamieniarz-Gdulę, tym razem Proof of Concept, pozyskanemu na projekt “Biologia molekularna w terapii przeciwnowotworowej – poszukiwania nowych leków, które kierują wyborem, gdzie kończy się gen”. W zespole pracują wspólnie z dr Agatą Stępień.W odcinku usłyszycie też dlaczego sen, ruch, unikanie kancerogenów oraz ogólnie zdrowy styl życia naprawdę mają znaczenie – bo wspierają właśnie te ciche, codzienne interwencje naszego organizmu. Poznacie barwne metafory mechanizmów stojących za genetyką, opowieść o tym, jak to jest wrócić z Oxfrodu nad Wisłę, a także pochwałę badań podstawowych. Polecamy!W opisie wykorzystaliśmy fragmenty informacji prasowej Uniwersytetu im. Adama Mickiewicza. 

Strefa Psyche Uniwersytetu SWPS
Rola percepcji węchowej w codziennym funkcjonowaniu człowieka

Strefa Psyche Uniwersytetu SWPS

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 58:05


Rola węchu w kontekście ewolucyjnym jest ogromna, to on wspomagał człowieka w poszukiwaniu pożywienia, wzmacniał orientację w terenie, miał wpływ na dobór partnera. Także dziś powonienie wspiera różne funkcje społeczne, a informacje zapachowe mają znaczenie w relacjach interpersonalnych.

Dragões de Garagem
Bioma Caatinga – Dragões de Garagem #332

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 46:46


Hoje nos juntamos com Igor Nascimento para conversar sobre o Bioma Caatinga! Lucas e André se aventuram por esse bioma, conversando sobre as suas principais características, fauna, flora e preconceitos existentes no ideário popular sudestino e sulista. Prepare sua castanha de caju e nos acompanhe! Ajude o Pirulla! pix para: ​pirula1408@gmail.com Links do episódio Animais do sertão YouTube Locais para visitar: Serra da Capivara  Chapada do Araripe - formação Crato Vale do Catimbau PPBIO Caatinga 

Strefa Psyche Uniwersytetu SWPS
Dlaczego ssaki piją mleko? O ewolucji zapisanej w kropli mleka

Strefa Psyche Uniwersytetu SWPS

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 52:07


Mleko matki to znacznie więcej niż pokarm, to precyzyjny system przekazywania sygnałów rozwojowych. Skład mleka zmienia się w czasie i różni między gatunkami. Od laktozy po przeciwciała – tak wygląda biochemiczny dialog między matką a dzieckiem, prowadzony przez miliony lat.

Online – Revista Pesquisa Fapesp
Perspectivas dos povos originários

Online – Revista Pesquisa Fapesp

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 74:43


Podcast discute como museus brasileiros estão criando formas novas de curadoria de arte indígena. E mais: contaminação; cetáceos; picadas

Perguntar Não Ofende
Joana Gonçalves de Sá: porque é que a extrema-direita tem mais tempo de antena?

Perguntar Não Ofende

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 85:23


Há anos que discutimos o crescimento da extrema-direita como reflexo de um mal-estar económico e social, entregando-lhe quase sem resistência a representação política do descontentamento. Mas talvez a pergunta decisiva venha antes das urnas: quem decide hoje a forma como nos informamos e quem molda aquilo que queremos saber quando pensamos em política? Temas que não surgiam no topo das preocupações dos cidadãos — como a imigração, a segurança ou questões culturais laterais — tornaram-se centrais no debate público. Não por força de maiorias sociais, mas pela repetição e pela capacidade de dominar a atenção mediática. A extrema-direita pode não ganhar eleições, mas ganha tempo de antena, centralidade e a normalização do seu discurso e das suas prioridades. É sobre este duplo movimento — media tradicionais e mediação através de algoritmos totalmente opacos — que recebemos novamente Joana Gonçalves Sá, licenciada em Engenharia Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico e doutorada em Biologia de Sistemas pelo ITQB-NOVA, com tese desenvolvida na Universidade de Harvard. Investigadora nas áreas dos sistemas digitais, algoritmos e inteligência artificial, é coautora de dois estudos recentes que analisam a relação entre visibilidade mediática, extrema-direita e motores de pesquisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Imponderabilia
Pułapki psychowashingu: ustawienia rodzinne, szarlatani, totalna biologia i sekty. Oktawia Kromer

Imponderabilia

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 104:17


Oktawia Kromer jest dziennikarką i reporterką, oraz autorką audioserialu 'Psychowashing'. Rozmawiamy o pułapkach jakie są na nas zastawione głównie w internecie. Czym jest totalna biologia? Kim jest Leilani Szajek, czy Doktor Miłość? Zapraszam serdecznie na tę rozmowę. Posłuchaj omawianego audioserialu 'Psychowashing'Skorzystaj z kodu rabatowego na roczny dostęp online do „Pisma”. Odbierz dodatkową zniżkę z kodem: PISMO40 i subskrybuj „Pismo” 40 zł taniej.https://magazynpismo.pl/prenumerata/[współpraca reklamowa z Magazynem Pismo]

Scientificast
Squali? sempre squelli!

Scientificast

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 59:29


Episodio 599 con Luca e Julien casualmente monotematici. Si parla di squali in tutte le salse, Luca ci parla di uno studio recente uscito su Nature Communication sullo squalo della Groenlandia, il vertrebrato più longevo in assoluto, con esemplari che raggiungono la veneranda età di 400 anni. In particolare, lo studio si focalizza sui meccanismi di invecchiamento estremamente rallentati dello squalo, specialmente del suo comparto visivo, che si credeva deperisse anche a causa di alcuni parassiti.Nel nostro intervento esterno Francesca intervista il Dr. Gabriele Micali, leader del gruppo di Microbial Ecology all'Università Humanitas di Rozzano. Il Dr. Micali ci spiega come modelli matematici e simulazioni stocastiche possono essere utilizzati per predire crescita e divisione batterica. Questo è importante sia per capire come il comportamento del singolo batterio influenza la sua comunità batterica, ma anche per capire come questi meccanismi possano intervenire in alcune malattie.Per info sulla conferenza Microfluidics Horizon 2026, che si terrà a Padova 18 al 22 maggio 2026, potete visitare il sito: https://www.microfluidics2026.it/ Dopo una barza brutta e saggiamente polemica, il vero biologo marino del duo parla indovinate un po' di cosa? Esatto, squali martello. Nello specifico, Julien ci rende edotti sulla fondamentale natura della "testa a martello" di questi squali nell'aumentare estremamente l'angolo di visione e la percezione della profondità. Una macchina evolutiva perfettamente selezionata per incrementare le capacità predatorie da fondale e stanare razze e affini. Supportate Scientifcast iscrivendovi al Supporters club di Spreaker per contenuti esclusivi e puntate speciali! Vi segnaliamo inoltre due prossimi premi per la divulgazione scentifica https://www.donnefralestelle.com/premio/https://www.giovediscienza.it/it/premioE infine questo profilo instagram per chi è curioso di mare e biologia marinahttps://www.instagram.com/colmare_/Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/scientificast-la-scienza-come-non-l-hai-mai-sentita--1762253/support.

Radio Naukowe
#286 Płazy – hibernujący śpiewacy o trujących skórach | dr inż. Mikołaj Kaczmarski

Radio Naukowe

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 72:14


Na radionaukowe.pl dostępna trankrypcja*** Są takie zwierzęta, które nie mają zewnętrznych organów rozrodczych, ale rozmnażają się na potęgę i płodzą tysiące potomków. Żyją na lądzie, ale muszą wracać do wody, żeby doszło do przedłużenia gatunku. Nie mają sierści ani piór, żeby się ogrzać, a jednak żyją w różnych strefach klimatycznych, nawet w Norwegii i na Syberii. A do tego są bardzo stare, wyewoluowały około 350 milionów lat temu. W Polsce mamy ich 19 gatunków: salamandrę, 4 traszki, 2 kumaki, grzebiuszkę, 3 ropuchy, 2 rzekotki oraz 6 żab. Mowa oczywiście o płazach, a opowiada o nich dr inż. Mikołaj Kaczmarski, herpetolog z Uniwersytetu Przyrodniczego w Poznaniu. Niektóre umiejętności płazów wprawiają w zdumienie. W Ameryce Północnej żyje gatunek żaby, która potrafi dosłownie zamarznąć, hibernować w bryle lodu, i zwyczajnie się wybudzić, kiedy lód stopnieje. Pewien azjatycki gatunek zaskrońca potrafi przyswoić sobie toksynę z pożartej ropuchy i użyć jej do zaatakowania następnej ofiary. Niezwykły jest też sposób, w jaki przeobrażają się płazy (bezogonowe. Ze złożonych jajeczek, czyli skrzeku, wykluwają się kijanki, larwy kompletnie niepodobne do dorosłych osobników. Oddychają skrzelami, żyją wyłącznie w wodzie, mają ogon i generalnie wyglądają i żyją podobnie do ryb. Z czasem „rybie” cechy zanikają, wykształcają się kończyny i mała żabka czy grzebiuszka wychodzi na ląd, by prowadzić dorosłe życie.Płazy pełnią ważną rolę w środowisku. Jako drapieżniki regulują populację owadów, w tym tych, których pełno na wilgotnych obszarach, a sprawiają nam, ludziom, spore kłopoty, jak komary czy meszki. – Problem płazów jest taki, że to są zwierzęta, które żeby dobrze funkcjonować w środowisku, muszą być pospolite, powszechne – wyjaśnia herpetolog. A niestety jest im coraz trudniej. Osuszamy potrzebne im tereny podmokłe, budujemy drogi i miasta na szlakach ich wędrówek godowych. ***Słuchasz nas regularnie? Zajrzyj na https://patronite.pl/radionaukoweNasze wydawnictwo: https://wydawnictworn.pl/ ***Wszystkie płazy są w Polsce pod ochroną. Organy ochrony środowiska mają obowiązek interweniować, jeśli coś im grozi. Co na przykład w sytuacji, gdy ropuchy przechodzą przez jezdnię do zbiornika z wodą i masowo giną pod kołami? Właściciel drogi powinien zbudować pod nią odpowiedni przepust albo zastosować szybsze, doraźne rozwiązanie. – Godzimy się na zamknięcie drogi, kiedy jest remont. Zamknięcie drogi, kiedy migrują ropuchy, wydaje się też być czymś, na co możemy sobie pozwolić – zauważa dr Kaczmarski. W końcu migrują tylko raz w roku, żeby się rozmnożyć. W odcinku usłyszycie też, czym jest kurczak górski, dlaczego upodobania kulinarne za granicą doprowadziły do załamania populacji żaby zielonej w Polsce i jak duży może być największy żyjący płaz na świecie.Odcinek powstał podczas XVI podróży Radia Naukowego do Poznania. Podróże są możliwe dzięki wspierającej nas społeczności Patronek i Patronów.Miniatura - zdjęcie żaby wodnej: Clément Bardot, Wikimedia Commons https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Grenouille_verte_(Pelophylax_kl._esculentus).jpgZobaczcie, jakie piękne dźwięki wydają polskie płazy! https://www.youtube.com/watch?v=ii8Db0nwXHQhttps://www.youtube.com/watch?v=Pi-DyBSejac

Nerd S.A. Podcasts
Seu cérebro na política: Nascidos para votar? Entenda a Neuropolítica e como a biologia define as diferenças entre direita e esquerda. | NeuroPolitik Podcast

Nerd S.A. Podcasts

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 5:48


Nascidos para votar? Em parte. A ciência revela que a genética e a neurobiologia explicam entre 40% e 60% do nosso posicionamento político. Mas, se o nosso cérebro molda nossa ideologia, o que molda o nosso cérebro? Entre instintos biológicos e experiências de vida, resta o papel crucial do córtex pré-frontal: o centro da razão capaz de questionar nossas tendências mais profundas. Sua ideologia é uma escolha ou uma herança biológica?

il posto delle parole
Paola Bonfante "Piante, noi e loro"

il posto delle parole

Play Episode Listen Later Jan 24, 2026 23:00


Paola Bonfante"Piante, noi e loro"Biologia, simboli, sentimenti di una relazione specialeEdizioni del Mulinowww.mulino.itUn viaggio tra scienza, arte, mito ed emozioni: le piante come non le avete mai lette.Ci sono persone che parlano con le proprie piante, trovano conforto in un bosco, si commuovono davanti a un fiore in boccio. Ci sono poi gli scienziati che ne studiano le strategie evolutive, le relazioni invisibili e i meccanismi biologici sorprendenti, decifrandone il genoma. In mezzo c'è un terreno comune: quello in cui sapere e sentire si incontrano. In questo volume, una biologa di fama internazionale intreccia scienza, mito, arte e vita personale per esplorare il legame profondo – e spesso frainteso – tra gli esseri umani e il mondo vegetale. Dalla Dafne di Anselm Kiefer ai boschi urbani, dai simboli antichi alle sfide del Green Deal e del femminismo, alle conseguenze ecologiche della guerra, ogni pagina apre finestre inedite sul rapporto tra esseri umani e piante. Un racconto intimo e curioso di una relazione in cui forse si nasconde un'altra chiave per comprendere qualcosa di più anche di noi stessi.Paola Bonfante professoressa emerita di Biologia vegetale all'Università di Torino e pioniera degli studi sulle relazioni tra piante e microorganismi. Fa parte dell'Accademia dei Lincei, dell'Accademia delle Scienze di Torino, dell'Accademia di Agricoltura di Torino e di Francia e dell'Accademia Europea. È tra le ricercatrici più citate al mondo (Highly Cited Researchers 2017, 2018, 2020 Clarivate Analytics) ed è nella lista dei top scientist italiani. Con il Mulino ha pubblicato nel 2021 «Una pianta non è un'isola. Alla scoperta di un mondo invisibile».Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/

Radio HombreAlfa.top
390: Por qué el pasado sexual de una mujer te genera celos (y no es por inseguridad) - La biologia del body count

Radio HombreAlfa.top

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 26:51


Recibe tu curso gratis aquí: https://www.hombrealfa.top/curso-gratis/ Únete a los miles de hombres que forman parte de mi comunidad de email para acceder a promociones exclusivas y enterarte de la apertura de mis formaciones. Estar suscrito tiene premio y es la única manera de estar al día de las novedades del proyecto. Al suscribirte con tu email, recibes el curso gratis de «Cómo ser un hombre más atractivo e interesante para las mujeres en la era de las apps y las redes sociales». Es un curso de siete lecciones por escrito (no vídeo, no audio) que puedes personalizar en función del momento que estés viviendo en tus relaciones. Para unirte a mi comunidad y recibir el curso, deja tu email en el enlace: https://www.hombrealfa.top/curso-gratis/ *¿Qué aprenderás en este episodio?: 1) Por qué el pasado sexual se ha convertido en un tema incendiario lleno de bandos, discursos morales y mala interpretación. 2) La razón biológica real por la que el pasado sexual de una mujer puede generar celos en los hombres (y por qué no va de inseguridad). 3) Por qué obsesionarse con “el número” es una forma simplista de no entender la dinámica de fondo. 4) Qué papel juegan la incertidumbre de paternidad, los celos y la escasez masculina en todo este debate. 5) Cuándo el pasado sexual es información útil… y cuándo convertirlo en una sentencia solo te lleva al resentimiento. En el episodio de hoy desmontamos uno de los debates más mal planteados del panorama actual: la idea de que el pasado sexual —o el llamado body count— lo explica todo, o que preocuparse por él es automáticamente machismo o inseguridad. Además, veremos por qué convertir el body count en una identidad o en un juicio absoluto solo genera guerra entre sexos, y cómo entenderlo correctamente te permite tomar mejores decisiones sin caer en dogmas, números mágicos ni narrativas simplistas. PD. Recibe tu curso gratis aquí: https://www.hombrealfa.top/curso-gratis/

Dragões de Garagem
Recomendações 2025 – Dragões de Garagem #331

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 59:57


Neste episódio André, Rogério e Tupá conversam sobre coisas que fizeram em 2025 que podem ser interessante para vocês. Temos indicação de Séries, Filmes, Livros, Música, etc. Ajude o Pirulla! pix para: ​pirula1408@gmail.com Links do episódio Séries Rogério – Pssica – Netflix Confira Pssica | Site oficial da Netflix André – Desalma – GloboPlay – […]

Scientificast
Il mio grosso grasso nuovo fisico greco

Scientificast

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 55:09


Puntata 597 con Valeria e Marco ai microfoni e Giuliana  in esterna.  In apertura, Valeria parla di un articolo che ha analizzato sistematicamente la mobilità di 100 tipi diversi di lipidi.In esterna Giuliana intervista Donato Giovannelli per parlare di organismi estremofili. Dopo ben DUE barze, Marco  ci parla  di cosa vuol dire  nuova fisica e perché tutti la cercano pur non trovandola.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/scientificast-la-scienza-come-non-l-hai-mai-sentita--1762253/support.

Smart City
Proteine "zippate" per dare un boost alla ricerca

Smart City

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026


Solo da pochi anni disponiamo di mezzi come la potenza di calcolo o gli strumenti di Intelligenza Artificiale, per studiare le proteine in modo sistematico e comprenderne la funzione. Questi recentissimi progressi hanno spalancato un mondo di possibili applicazioni per la Medicina e di strumenti di indagine per la Biologia. E ora un gruppo di ricercatori dell'Università di Pisa, in collaborazione con la Scuola Superiore Meridionale di Napoli, ha sviluppato uno strumento ancora più potente: una sorta di rappresentazione "zippata" delle proteine che promette un altro salto di scala nella nostra capacità di confrontare e analizzare le proteine, come per esempio la ricerca di mutazioni pericolose. Ce ne parla Tiziano Tuccinardi, docente del Dipartimento di Farmacia dell'Ateneo Pisano e coordinatore dello studio.

Si può fare
Mare: istruzioni per l'uso

Si può fare

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025


Il mare ha bisogno di cure continue, e in questa puntata raccontiamo i progetti che provano a farlo in modo pratico: iniziative che monitorano lo stato delle acque, soluzioni tecnologiche per ridurre l'impatto della plastica, interventi che ripristinano habitat costieri e riportano biodiversità dove si sta perdendo.Gli ospiti di oggi:Gianluca Sarà - Professore di Ecologia presso l'Università di Palermo. Per il National Biodiversity Future Center (NBFC) è leader dello Spoke 1, l'unità di ricerca dedicata alla produzione della conoscenza sulla biodiversità marina e alla salvaguardia e alla gestione degli ecosistemi marini e costieriDuccio Cavalieri - Professore Ordinario presso il Dipartimento di Biologia, Università degli Studi di Firenze. Coordinatore del dottorato in Biologia Evoluzionistica ed EcologiaLorenzo Cipriani - storico dell'arte, musicista, scrittore e skipper. Collabora con il dipartimento di Biologia dell'Università di Firenze per ricerche scientifiche sulle microplasticheBianca Barbagliotti - Segretario generale di WorldriseLancio Evento del sabato:Vincenzo Di Benedetto - Direttore dell'Orchestra Giovanile di RomaStorie dal Sociale - Radio ShockSi chiama così la radio nata all'interno del dipartimento di salute mentale ausl di Piacenza. La redazione è composta da psicologi, educatori, pazienti. Ogni settimana nella riunione di redazione si decide chi intervistare e quali domande porre. Spesso sono domande che indagano su temi che altri non toccano. Un progetto per abbattere lo stigma ancora forte sui temi della salute mentale.

Online – Revista Pesquisa Fapesp
Reforços contra a dengue

Online – Revista Pesquisa Fapesp

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 75:14


Podcast discute o alcance de novas estratégias para enfrentar a doença: uma vacina de dose única e uma fábrica de mosquitos que não espalham o vírus. E mais: ciência chinesa; robôs submersíveis; flores tropicais

Dragões de Garagem
Retrospectiva 2025 – Dragões de Garagem #330

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 74:54


Neste episódio André, Marina e Tupá conversam sobre o ano de 2025 a partir de alguns "desejos científicos" feito para 2025, no ano de 2024. A partir disso, a gente discute alguns eventos relevantes do ano de 2025 e assuntos que estão em alta. Venha nessa roleta russa emocional para discutir um pouco sobre o ano de 2025.

Online – Revista Pesquisa Fapesp
O repertório cultural dos animais

Online – Revista Pesquisa Fapesp

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 69:33


Podcast aborda a diversidade de comportamentos que certas espécies aprendem e transmitem socialmente e discute a importância de conservá-la. E mais: produção científica; gestão de árvores; impacto emocional

Marketing Digital
Las Mujeres lo tienen más Fácil al Emprender

Marketing Digital

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 13:04 Transcription Available


Diferencias al vender entre hombres y mujeres.Compra el libro "Vender es seducir"Psicología ventas. Diferencias al vender a un hombre y a una mujer.Somos distintos.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/marketing-digital--2659763/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com

Daily Cogito
La Natura è Diversamente BELLA: un'Estetica della Biologia - con Mariagrazia Portera

Daily Cogito

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 75:59


Partecipa allo studio di Mariagrazia ➤➤➤ unveiling.eu ⬇⬇⬇SOTTO TROVI INFORMAZIONI IMPORTANTI⬇⬇⬇ Abbonati per live e contenuti esclusivi ➤➤➤ https://bit.ly/memberdufer Leggi Daily Cogito su Substack ➤➤➤ https://dailycogito.substack.com/ I prossimi eventi dal vivo ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/eventi Scopri la nostra scuola di filosofia ➤➤➤ https://www.cogitoacademy.it/ Racconta storie di successo con RISPIRA ➤➤➤ https://cogitoacademy.it/rispira/ Impara ad argomentare bene ➤➤➤ https://bit.ly/3Pgepqz Prendi in mano la tua vita grazie a PsicoStoici ➤➤➤ https://bit.ly/45JbmxX Tutti i miei libri ➤➤➤ https://www.dailycogito.com/libri/ Il nostro podcast è sostenuto da NordVPN ➤➤➤ https://nordvpn.com/dufer #rickdufer #estetica #filosofia INSTAGRAM: https://instagram.com/rickdufer INSTAGRAM di Daily Cogito: https://instagram.com/dailycogito TELEGRAM: http://bit.ly/DuFerTelegram FACEBOOK: http://bit.ly/duferfb LINKEDIN: https://www.linkedin.com/pub/riccardo-dal-ferro/31/845/b14 -------------------------------------------------------------------------------------------- Chi sono io: https://www.dailycogito.com/rick-dufer/ -------------------------------------------------------------------------------------------- La musica della sigla è tratta da Epidemic Sound (author: Jules Gaia): https://epidemicsound.com/ Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Dragões de Garagem
Prêmio IgNobel – Dragões de Garagem #329

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 68:58


Neste episódio André, Tabata e Tupá discutem um dos prêmios mais improváveis da história da ciência. Neste episódio, além de falar do prêmio IgNobel, a gente discute os artigos premiados deste ano, tentando demonstrar como o prêmio funciona e a lógica do prêmio. Escute como alguns prêmios fazem muito sentido e, além disso, demonstram que também há polêmicas nesse tipo de premiação. Junte-se com a gente para dar umas boas risadas sobre algumas das pesquisas mais inusitadas que você já ouviu falar (até agora). E para você, qual o melhor prêmio IgNobel de 2025? Ajude o Pirulla! pix para: ​pirula1408@gmail.com

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #55: Beatriz Hörmanseder

Naruhodo

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 89:58


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Paleontóloga, Doutora em Biologia Animal, Mestre em Patrimônio Geopaleontológico, Divulgadora Científica e Artista 3D, Beatriz Hörmanseder.Só vem!>> OUÇA (89min 59s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Beatriz Marinho Hörmanseder, a Bea, é Paleontóloga, Divulgadora Científica e Artista 3D, identificando-se como pessoa Não-Binária (pronomes: ela/dela).Doutora em Biologia Animal pela UFES, Mestre em Patrimônio Geopaleontológico pelo Museu Nacional/UFRJ e Bacharel em Ciências Biológicas pela UNIRIO.Desenvolve pesquisas em morfologia funcional e paleobiologia de vertebrados extintos, com foco em metodologias tridimensionais aplicadas à digitalização, retrodeformação e preservação digital de fósseis.Como comunicadora científica, produz conteúdo acessível sobre Biologia e Paleontologia nas redes sociais (@bhor3d), além de participar ativamente de eventos acadêmicos e de divulgação científica como palestrante e ministrante de cursos.Também atua como artista 3D, digitalizando e modelando espécimes cientificamente acurados para fins acadêmicos, didáticos, expositivos e artísticos, promovendo o diálogo entre ciência e arte.Lattes: http://lattes.cnpq.br/2464211948213980*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Dragões de Garagem
Conferência entre Partes (COP) – Dragões de Garagem #328

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Nov 7, 2025 24:45


O assunto do momento é COP 30, o evento que estará acontecendo em Belém entre 10 e 21 de novembro de 2025. Mas você sabe o que é uma COP? Como ela funciona? Vamos falar sobre isso neste episódio, em parceria com o Tortinha de Climão! Ajude o Pirulla! pix para: ​pirula1408@gmail.com Links do episódio […]

Scientificast
A tutta Barza Brutta di Scientificast: 2017

Scientificast

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 27:03


Torna "A tutta Barza Brutta di Scientificast", l'antologia di tutte le barzellette raccontate nel nostro podcast.Oggi vi presentiamo quelle uscite nel 2017, che coprono dalla puntata 139 alla 183.Ancora una volta il nostro ringraziamento va a Marco Paglia per l'immenso lavoro che ha fatto e per lo stupendo regalo di condividerlo con noi. Grazie!Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/scientificast-la-scienza-come-non-l-hai-mai-sentita--1762253/support.

Dragões de Garagem
Pilhas – Dragões de Garagem #327

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 74:33


Neste episódio, só com prata da casa, Marina, Elton e Matheus conversam sobre essa invenção incrível que são as pilhas! Entre na discussão sobre onde surgiram as pihas e aprenda como as pilhas funcionam em relação à química e a física envolvidas, descubra como apagar (ou não) um incêndio proveniente de uma bateria além de refletir um pouco sobre o impacto ambiental. Ajude o Pirulla! pix para: ​pirula1408@gmail.com Links do episódio Hank Green falando das pilhas AA https://www.youtube.com/watch?v=uKYF1CXZPng IEA Trend in batteries 2023 Electric vehicle batteries

Radio Naukowe
Grzyby na tropie zbrodni – detektywi, którzy zaufali fundze | prof. Marta Wrzosek, Karolina Głowacka

Radio Naukowe

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 35:05


Radio Naukowe
Czego gady szukały w wodzie? – "W Głębiny" Daniel Tyborowski [AUDIOBOOK]

Radio Naukowe

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 29:09


Cały audiobook + PDF z ilustracjami dostępny tutaj:https://wydawnictworn.pl/p/w-glebiny-ewolucyjna-podroz-morskich-gadow-i-ssakow-daniel-tyborowski-audiobook/Z przyjemnością przedstawiamy fragment audiobooka "W głębiny. Ewolucyjna podróż morskich gadów i ssaków" dr. Daniela Tyborowskiego, wydanego przez nasze Wydawnictwo RN. Czyta Wojciech ŻołądkowiczO książce:https://radionaukowe.pl/glebinyHistoria życia w oceanach nie ustępuje dramatyzmem tej, która rozgrywała się na lądzie. Od 250 milionów lat wodne ekosystemy są zasiedlane przez potomków lądowych kręgowców, a między gatunkami toczy się ewolucyjny wyścig o dominację. Kolejni władcy mórz rosną w siłę i upadają, ustępując miejsca nowym.Ta książka to więcej niż bestiariusz najbardziej spektakularnych gatunków morskich gadów i ssaków. To odczytany z zapisu kopalnego popis ewolucji, której mechanizmy doprowadziły do powstania morskich maszyn do zabijania.W książce przeczytasz o ikonicznych ichtiozaurach, gigantycznych plezjozaurach i mozazaurach, żółwiach dwukrotnie większych od człowieka, waleniach i współczesnych półwodnych ssakach, które najwidoczniej kusi w pełni morski tryb życia. Dowiesz się, dlaczego to, co działo się w morzach miliony lat temu, ma wpływ na współczesne ekosystemy, a także jakie zwierzęta żyły w morzach na terenie współczesnej Polski. Ich ślady są dookoła nas – czasem wystarczy się tylko dokładniej rozejrzeć.To znakomita pozycja dla wszystkich pasjonatów paleoświata – zwłaszcza tych, którzy nie wierzą na słowo, bo chcą poznać argumenty i dowody, na podstawie których naukowcy rekonstruują życie sprzed milionów lat."Skamieniałości same w sobie są nieme, ale paleontolog, za pomocą wiedzy na ich temat, niczym za dotknięciem różdżki sprawia, że zdradzają one swoje tajemnice i otwierają drzwi do bardzo dalekiej przeszłości. To, co było tylko kawałkiem skały, nagle staje się częścią barwnych opowieści" - ze wstępu#dumna_autopromocja

Radio Naukowe
#270 Ewolucja morskich gadów i ssaków – jakie są na nią dowody? | dr Daniel Tyborowski

Radio Naukowe

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 89:53


Książka Daniela: https://radionaukowe.pl/glebiny/Nasza księgarnia: https://wydawnictworn.pl/Paleoplakaty: https:/radionaukowe.pl/plakaty/– W sumie foka to taki pies, tylko okryty grubą warstwą tkanki tłuszczowej, żeby nie było zimno – rzuca w odcinku dr Daniel Tyborowski i jakkolwiek brzmi to dziwacznie, jest w tym sporo racji. Dr Tyborowski jest paleobiologiem z Wydziału Geologii Uniwersytetu Warszawskiego i autorem książki „W głębiny. Ewolucyjna podróż morskich gadów i ssaków”, którą wydajemy w naszym Wydawnictwie RN. Rozmawiamy o meandrach ewolucji tych zwierząt. Z dowodów kopalnych wiemy, że w dziejach Ziemi kręgowce wyszły z wody na ląd tylko raz, jakieś 400 milionów lat temu. Od mięśniopłetwych ryb, które zdecydowały się na taki szalony krok, rozwinęły się wszystkie późniejsze linie zwierząt (tak, i ty też jesteś poniekąd rybą). Ciekawe jest to, że wiele z nich w późniejszych okresach decydowało się do wody powrócić. – To jest taki spektakularny popis ewolucji, że my widzimy jak na dłoni, jak zwierzęta, które żyły w jednym środowisku, adaptują się do innego – mówi dr Tyborowski. Pierwszy udany powrót kręgowców do mórz nastąpił około 250 milionów lat temu. Wymieranie permskie, największe w dziejach Ziemi, zmiotło z jej powierzchni bardzo wiele stworzeń, w tym również morskich. – Zrobiło się miejsce w oceanach – opowiada dr Tyborowski. Zwierzęta korzystały ze zwolnionych nisz ekologicznych i stopniowo coraz lepiej przystosowywały się do nowego środowiska. Ewolucja konwergentna w morzach działa wręcz modelowo: niespokrewnione ze sobą gatunki wyglądają podobnie, bo każdy z nich niezależnie przekształca się tak, by jak najlepiej dostosować się do warunków. A z początku wcale nie było łatwo. – Walenie wywodzą się od saków kopytnych, co może być zaskoczeniem, ale no taka jest prawda – wskazuje paleobiolog. Czyli kuzynem wieloryba jest hipopotam, a fok koty i psy (co wyjaśnia początek artykułu). Znaleziska paleontologiczne uczą nas ogromnie dużo o przeszłości miejsc i gatunków. Niektóre obszary Polski – Góry Świętokrzyskie, Śląsk, Opolszczyzna – obfitują w cenne znaleziska. W odcinku jest zresztą dużo o kuchni pracy paleontologów: skąd wiedzą, to co wiedzą.Na podstawie danych z przeszłości możemy spróbować przewidzieć przyszłość. Na przykład około 93 miliony lat temu, w połowie kredy, doszło do kolejnego wymierania, w którym wyginęły na przykład morskie ichtiozaury. – Pilotażowe badania pokazują, że w skałach z tego czasu mamy podwyższoną zawartość rtęci – opowiada dr Tyborowski. Można więc przypuszczać, że wielkie morskie drapieżniki wyginęły z powodu kumulacji rtęci w organizmach. Możliwe, że to samo grozi współczesnym nam zwierzętom, na przykład orkom. Z odcinka dowiecie się też, dlaczego trzeba znać ichtiozaury, dlaczego ludzie i węże tak naprawdę są czworonogami, jakim cudem paleontolog może wiedzieć, jaki węch miało jakieś wymarłe stworzenie, i jak wyglądają zęby foki krabojada (bardzo dziwnie!). Uwaga: wysłuchanie grozi zarażeniem się pasją paleontologiczną!#autopromocja

Dragões de Garagem
Jane Goodall (retransmissão #126) – Dragões de Garagem #326

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 61:44


Em 2018, participando do #PodcastÉDelas2018, tivemos esse papo sobre a Jane Goodall. Participaram Bárbara Paes (@moleculoide) e Gabi Sobral (@darkgabi), com Ira Croft (@Iracroft) e Tupá Guerra (@tupaguerra) como convidadas do PontoG (@Programa_PontoG) para falar do trabalho pioneiro dessa primatologista inglesa. Com o falecimento desta importante cientista, resolvemos retransmiti-lo e deixamos com as informações gerais. Ajude […]

Venus Podcast
De viagens a biologia: a trajetória de Bianca Witzel - VENUS #037

Venus Podcast

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 90:51


Biologicamente falando.Instagram:@biancawitzel.sLIVEPIX:https://livepix.gg/venuspodcast

Dragões de Garagem
Sem Pauta 2 – Dragões de Garagem #325

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Sep 23, 2025 67:25


Neste episódio descontraído e sem pauta definida, André e Tupá partem retomam um dos episódios recentes, o comportamento dos gatos entre outros, e mergulham em uma conversa cheia de curiosidades sobre animais que se comunicam por botões, refletem sobre inteligência animal e passam por temas como a dinâmica familiar, como a infância era (ou não) […]

Naruhodo
Naruhodo #451 - Prêmio IgNobel 2025 - Parte 1 de 2

Naruhodo

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 52:21


Chegou o momento do já tradicional episódio duplo sobre o IgNobel, que tem como missão "honrar estudos e experiências que primeiro fazem as pessoas rir e depois pensar", com as descobertas científicas mais estranhas do ano.Esta é a primeira de duas partes sobre a edição 2025 do prêmio, com as categorias Literatura, Psicologia, Nutrição, Biologia e Química.Confira no papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.> OUÇA (52min 22s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo,sabe qual a minha peça coringa no guarda-roupas?É a Camiseta Oversized T-Shirt da INSIDER.Trampo? Ela cai bem.Lazer? Ela cai muito bem.É macia.É elástica.É anti-odor.Não desbota com o tempo.Não precisa passar.Regula a temperatura corporal.Entendeu por que ela é minha peça coringa?E, em Setembro, o Mês do Cliente, você tem a melhor oportunidade para começar a comprar INSIDER: combinando o cupom NARUHODO com os descontos do site, o seu desconto total pode chegar a até 50%!Isso mesmo: sua compra pode sair até pela metade do preço.Mas tem que acessar pela URL especial:creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clicar no link da descrição deste episódio:o cupom será aplicado automaticamente no carrinho.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASThe 35th First Annual Ig Nobel Ceremony (2025)https://www.youtube.com/watch?v=z1cP4xKd_L4PRÊMIO DE LITERATURA [EUA]O falecido Dr. William B. Bean, por registrar e analisar persistentemente, durante 35 anos, a taxa de crescimento de uma de suas unhas. “A Note on Fingernail Growth,” William B. Bean, Journal of Investigative Dermatology, vol. 20, no. 1, January 1953, pp. 27-31. “A Discourse on Nail Growth and Unusual Fingernails,” William B. Bean, Transactions of the American Clinical and Climatological Association, vol. 74, 1962; pp. 152-67. “Nail Growth. Twenty-Five Years' Observation,” William B. Bean, Archives of Internal Medicine, vol. 122, no. 4, October 1968, pp. 359-61. “Nail Growth: 30 Years of Observation,” William B. Bean, Archives of Internal Medicine, vol. 134, no. 3, September 1974, pp. 497-502. “Some Notes of an Aging Nail Watcher,” William B. Bean, International Journal of Dermatology, vol. 15, no. 3, April 1976, pp. 225-30. “Nail Growth. Thirty-Five Years of Observation,” William B. Bean, Archives of Internal Medicine, vol. 140, no. 1, January 1980, pp. 73-6.  Vreeman, R. C; Carroll, A. E (2007). "Medical myths". BMJ. 335 (7633): 1288–9. doi:10.1136/bmj.39420.420370.25PRÊMIO DE PSICOLOGIA [POLÔNIA, AUSTRÁLIA, CANADÁ]Marcin Zajenkowski e Gilles Gignac, por investigarem o que acontece quando você diz a pessoas narcisistas — ou a qualquer outra pessoa — que elas são inteligentes. “Telling People They Are Intelligent Correlates with the Feeling of Narcissistic Uniqueness: The Influence of IQ Feedback on Temporary State Narcissism,” Marcin Zajenkowski and Gilles E. Gignac, Intelligence, vol. 89, November–December 2021, 101595.  PRÊMIO DE NUTRIÇÃO [NIGÉRIA, TOGO, ITÁLIA, FRANÇA]Daniele Dendi, Gabriel H. Segniagbeto, Roger Meek e Luca Luiselli, por estudarem em que medida um certo tipo de lagarto escolhe comer certos tipos de pizza. “Opportunistic Foraging Strategy of Rainbow Lizards at a Seaside Resort in Togo,” Daniele Dendi, Gabriel H. Segniagbeto, Roger Meek, and Luca Luiselli, African Journal of Ecology, vol. 61, no. 1, 2023, pp. 226-227.  PRÊMIO DE BIOLOGIA [JAPÃO]Tomoki Kojima, Kazato Oishi, Yasushi Matsubara, Yuki Uchiyama, Yoshihiko Fukushima, Naoto Aoki, Say Sato, Tatsuaki Masuda, Junichi Ueda, Hiroyuki Hirooka e Katsutoshi Kino, por seus experimentos para descobrir se vacas pintadas com listras semelhantes às de zebras podem evitar ser picadas por moscas. “Cows Painted with Zebra-Like Striping Can Avoid Biting Fly Attack,” Tomoki Kojima, Kazato Oishi, Yasushi Matsubara, Yuki Uchiyama, Yoshihiko Fukushima, Naoto Aoki, Say Sato, Tatsuaki Masuda, Junichi Ueda, Hiroyuki Hirooka, and Katsutoshi Kino, PLoS ONE, vol. 14, no. 10, 2019, e0223447.  PRÊMIO DE QUÍMICA [EUA, ISRAEL]Rotem Naftalovich, Daniel Naftalovich e Frank Greenway, por experimentos para testar se comer Teflon [uma forma de plástico mais formalmente chamada “politetrafluoretileno”] é uma boa maneira de aumentar o volume do alimento e, portanto, a saciedade sem aumentar o conteúdo calórico. “Polytetrafluoroethylene Ingestion as a Way to Increase Food Volume and Hence Satiety Without Increasing Calorie Content,” Rotem Naftalovich, Daniel Naftalovich, and Frank L. Greenway, Journal of Diabetes Science and Technology, vol. 10, no. 4, July 2016, pp. 971–976. “Use of Nondigestible Nonfibrous Volumizer of Meal Content as a Method for Increasing Feeling of Satiety,” Rotem Naftalovich  and Daniel Naftalovich, U.S. Patent 9,924,736, issued March 27, 2018.  *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

BITACORA DEL SUR de Ramon Freire
La BIOLOGIA y el AMOR

BITACORA DEL SUR de Ramon Freire

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 32:37


La BIOLOGIA y el AMOR

Dragões de Garagem
O Capital – Dragões de Garagem #324

Dragões de Garagem

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 70:03


Marx é um nome muito polêmico. O papai Noel do comunismo escreveu algumas coisas que desagradaram algumas pessoas e não escreveu várias coisas que desagradaram mais gente ainda (uma espécie de Clarice Lispector de barba). Mas ele escreveu uma obra imensamente importante sobre o sistema que vivemos, o capitalismo. Em O Capital, Karl Marx apresenta […]