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Envíanos un mensaje!En este episodio hablo de un crimen violento ocurrido en el pueblo de Carolina en el 2021. A diferencia de otros casos que toman meses y hasta años en resolverse, este trágico suceso se esclareció y procesó con mucha rapidez gracias a la disponibilidad de cámaras de seguridad de alta definición, al análisis balístico del Instituto de Ciencias Forenses de Puerto Rico y la cooperación ciudadana.Fuentes de información y documentos adicionales disponibles en Patreon.Auspiciadores:Puedes llamar a Fernando Fernández Investigador Privado y Forense con más de 17 años de experiencia a nivel local e internacional al 787-276-5619 o visítalo en: Fernando Fernandez PIEste episodio también es traído a ustedes por Jabonera Don Gato. Los jabones Don Gato son hechos a mano, sin químicos dañinos ni detergentes. Elaborados con aceites naturales, esenciales y aromáticos, seguros para la piel. Pruébalos y siente la diferencia. Visítalos en jaboneradongato.com y utiliza el código "Crimepod" para obtener un 10% de descuento en tu compra.Este episodio es traído a ustedes por Libros787.com. Ordena tus libros favoritos escritos por autores puertorriqueños desde la comodidad de tu casa. Utiliza el código promocional: CRIMEPODPR para que recibas envío gratuito en tu primera compra. Envíos a todas partes de Puerto Rico y Estados Unidos.Fernando Fernández, Jabonera Don Gato, Libros787.comSupport the show
Comentamos con Matías Vallés y Quan Zhou la actualidad del momento. José Manuel Fernández Guisuraga, investigador vinculado al Instituto para el Medio Ambiente y el Cambio Global de la Universidad de León, nos explica cómo la Inteligencia Artificial nos puede ayudar a prevenir incendios como los que han quemado una parte importante de España durante el verano. Víctor López de la Parte, vicepresidente primero de la Diputación y diputado de Cultura, Turismo y Patrimonio Artístico, nos cuenta qué se puede ver en la nueva exposición del Museo del Prado que invita a detenerse en las comarcas de Sanabria y La Carballeda para reivindicar los daños que ha sufrido el entorno natural de la zona por culpa de los incendios. Hablamos con Catalina Ribas, investigadora del Centro de Biología Molecular Severo Ochoa, centro mixto de la Universidad Autónoma de Madrid y el CSIC, sobre los datos de personas con problemas de crecimiento de cabello que se están dando en España. Alfredo Rodríguez Muñoz, psicólogo, catedrático de la Universidad Complutense de Madrid y autor del libro 'Dormir para vivir', nos habla del hábito cada vez más común de posponer el descanso.
No episódio número 250 do Podcast Filosofia Pop, conversamos com o filósofo Claudio Ferreira Costa sobre autismo e filosofia. Cláudio Ferreira Costa construiu sua trajetória acadêmica no Departamento de Filosofia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), desenvolvendo pesquisas principalmente no campo da filosofia analítica contemporânea, com trabalhos em áreas como filosofia da linguagem, filosofia da mente e metafísica analítica. Realizou seu mestrado em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), no Rio de Janeiro, e seu doutorado na Universität Konstanz, na Alemanha. Sua formação inclui ainda períodos de pós-doutorado na Hochschule für Philosophie, em Munique, na University of California, Berkeley, na University of Oxford e novamente na Universität Konstanz. Nesta conversa, partimos de seu texto sobre Síndrome de Asperger e filosofia para discutir sua experiência pessoal com o autismo, o diagnóstico tardio e questões relacionadas à linguagem, empatia, sociabilidade e vida acadêmica. O diálogo também passa pelas possíveis relações entre determinadas características do espectro autista e o trabalho filosófico, pelos limites das tentativas de diagnosticar filósofos do passado e pela própria maneira como Cláudio Costa compreende a atividade filosófica. Texto Sindrome de Aperger e Filosofia de Claudio F. Costa Site de Claudio Ferreira Costa Textos de Claudio Costa no Academia.edu O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #250 – Autismo e Filosofia, com Claudio Costa apareceu primeiro em filosofia pop.
O Vale da Serra da Moeda ganha um novo espaço dedicado à cultura, à formação e à valorização dos saberes locais. Nos dias 22 e 23 de agosto, o Instituto Toshiko Ishii faz sua estreia ao público durante uma programação gratuita no Moinho do Vale da Serra da Moeda. Saiba mais no #ficaadica!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hablamos del futuro del sector con José Manuel Hesse, portavoz del Instituto de la Ingeniería de España (IIE), decano del Colegio Oficial de Ingenieros Aeronáuticos de España (COIAE), y presidente de la Asociación de Ingenieros Aeronáuticos de España (AIAE).
GARANTA SUA VAGA NO PROGRAMA "DOBRE SEU LUCRO": https://r.vocemaisrico.com/5fc3f6cd35CONHEÇA A AQUILA: https://aquila.com.br/Muitos empreendedores sabem exatamente onde estão os problemas da própria empresa, mas simplesmente não conseguem resolvê-los. Falta de gestão, ausência de processos, sociedades mal estruturadas e uma dificuldade enorme de sair da zona de conforto — tudo isso vai, aos poucos, minando negócios que poderiam prosperar.Enquanto isso, o Brasil enfrenta seus próprios gargalos: alto custo de capital, insegurança jurídica e uma produtividade que praticamente não avança desde os anos 80.Diante disso, qual é o erro mais comum dos empreendedores brasileiros? Por que 90% das estratégias fracassam na hora de serem implementadas? Como saber se vale a pena ter um sócio — e o que realmente garante que essa sociedade não termine em briga judicial? Vale a pena colocar um filho para trabalhar na empresa da família, e como prepará-lo para realmente sucedê-la? E existe um caminho para o país deixar de "andar de lado" e se tornar, enfim, protagonista?Para responder a essas e outras perguntas, convidamos Raimundo Godoy, presidente executivo, sócio e cofundador do Instituto Áquila, para o episódio 311 do Podcast Os Sócios. Ele será transmitido nesta quinta-feira (13/08), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Raimundo Godoy
Alô, alô! Cadê a anta que tava aqui? A anta brasileira (Tapirus terrestris) é o maior mamífero terrestre que temos na América do Sul. Os indivíduos adultos podem chegar a 300 kg. Conhecida como jardineira da floresta, a anta tem o importante papel ecológico de dispersar sementes por onde anda, ou seja: é uma espécie que planta a floresta e ajuda a manter a diversidade das nossas matas. Apesar do nome, a ‘anta brasileira', não é exclusiva do Brasil. Ela ocorre em 11 países sul americanos, entre eles a Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Peru, entre outros. Em contexto global, a anta é uma espécie considerada vulnerável à extinção e suas populações estão diminuindo devido principalmente à perda de habitat, à caça ilegal, às colisões com veículos (atropelamentos em rodovias) e à contaminação por agrotóxicos. Nesse episódio Amanda Guedes e Lucas Andrade falam sobre os bastidores da conservação de antas no Brasil com a Patrícia Médici, que é pesquisadora e grande especialista em antas, que há 30 anos lidera um projeto de conservação dedicado a entender mais sobre as gigantes jardineiras da floresta e salvar a espécie da extinção. O foco da nossa conversa é entender como que a conservação acontece na prática, tendo como exemplos as expedições realizadas pela Iniciativa Nacional de Conservação da Anta Brasileira, a INCAB, para descobrir o paradeiro das antas na Caatinga. Sorteio exclusivo para apoiadores:Bolsa Ecobag Anta bordada (da loja do IPE!) Assuntos Abordados: 00:00 – Bastidores da conservação da anta.02:04 – O surgimento do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE).10:00 – Mobilização de equipe.12:16 – A pulga atrás da orelha: motivações.17:40 – Expedição em busca da anta na Caatinga.24:55 – Memórias: entrevistas no território.28:44 – SORTEIO DO ALÔ!29:55 – A primeira pegada!35:23 – Memórias quase perdidas.39:60 – Próximas viagens!45:42 – Colisões veiculares: ameaça nº1.50:24 – Anta sentinela: contaminadas por agroquímicos e metais.53:23 – Ameaça do fogo.55:34 – Como salvar as antas?62:53 – Disco de Ouro: recomendações culturais. Assine pelo Apoia.se Assine pelo Patreon ➡️ Siga o Alô nas Redes:Instagram | Facebook | TikTok | Youtube | Bluesky
Patricia Peiró habla en Rojo oscuro casi negro sobre los asesinatos que se producen en institutos. Este jueves, la periodista y Luis Jesús Andrés, psicólogo experto en violencia juvenil, cuentan en La Ventana el caso del municipio valenciano de Foios, localidad donde dos adolescentes de 13 y 14 años entraron en su instituto armados con un machete y un bate.
¿Y si te dijera que el límite de tu jardín puede oler a azahar, pino silvestre o brisa marina cada vez que el viento sopla o rozas sus hojas al pasar? Cuando pensamos en muros verdes y privacidad, casi siempre caemos en las mismas opciones aburridas de siempre, dejando fuera un universo lleno de textura y aroma. En el episodio de hoy dejamos atrás los sospechosos habituales como el romero o el boj para descubrir cinco joyas botánicas de hoja perenne que van a transformar por completo la forma en que ves, y hueles, los setos de tu jardín. ¡Quédate, porque tu paisajismo está a punto de dar un salto de nivel! Patrocinador: https://personalgardenshopper.es Instituto: https://neucorpia.com
A un año de su nueva integración, el balance revela profundas deficiencias funcionales. Mientras que el discurso oficial destaca una justicia ciudadana, en la práctica se percibe un retroceso, como la reducción del 37% en casos resueltos en los primeros 6 meses, caracterizado por la sobrecarga de trabajo y sentencias ininteligibles, con el Pleno viendo alrededor de 120 sentencias a la semana. En este episodio, Mariel Ibarra, editora de política de Expansión, platica con Tito Garza Onofre, abogado, doctor en filosofía del derecho, e investigador del Instituto de Investigaciones Jurídicas de la UNAM Y Javier Martín Reyes, constitucionalista y profesor-investigador del Instituto de Investigaciones Jurídicas de la UNAM sobre los efectos que han tenido estos cambios en el poder judicial de nuestro país. Las opiniones de este podcast son responsabilidad de quien las emite. Lo contenido en este podcast es emitido por su autora en su carácter exclusivo cómo profesionista independiente y no refleja las opiniones, políticas o posiciones de otros cargos que desempeña. Leemos sus comentarios en @ExpansionMx
El programa informa sobre el terremoto en Colombia, que deja al menos 240 muertos y casi 2600 heridos, con cifras que varían. En España, se aproxima el primer eclipse total de sol en más de 100 años; Sanidad emite una guía médica con advertencias sobre el uso de gafas homologadas para evitar daños oculares irreversibles. Se exploran los mitos y la subdirectora del Instituto de Astrofísica de Canarias, Eva Villaver, explica su importancia científica. Además, se sigue la evolución desfavorable de los incendios forestales en Riglos (Huesca), con 4200 hectáreas afectadas y ocho pueblos desalojados, y en Niebla (Huelva), donde 25.000 hectáreas han ardido y 700 personas no regresan a sus hogares. Marta García consigue la medalla de plata en los 5000 metros femeninos en los Europeos de Atletismo de Birmingham. El historiador José Luis Corral detalla la expulsión de los judíos de España en 1492 por los Reyes Católicos, explicando las persecuciones, las causas religiosas y económicas, y la ...
Entrevista a Eva Villaver, subdirectora del Instituto de Astrofísica de Canarias
Este episodio es una colaboración con la Fundación para la Conservación en Guatemala y la Fundación Luis von Ahn, quienes patrocinaron este contenido para llevar información experta sobre el fenómeno del Niño a la audiencia de Tangente.Guatemala entra en un fenómeno de El Niño con una intensidad que no se veía en años: le están llamando el Súper Niño. En este episodio, Daniel Haering conversa con Alex Guerra, del Instituto para el Estudio del Cambio Climático, y con Javier Márquez, de la Fundación de Defensores de la Naturaleza, sobre lo que implica este fenómeno para el país: hasta un año de lluvias muy por debajo de lo normal, con zonas donde la reducción ya llega al 85%.La conversación aborda los riesgos concretos: pérdida de cosechas y riesgo de crisis alimentaria en la agricultura de subsistencia, una temporada de incendios que podría adelantarse a noviembre, y hasta la posibilidad de que ciudades enteras se queden sin agua. También se habla de qué se puede hacer, desde política pública hasta decisiones locales, para no repetir errores del pasado.
El próximo miércoles vamos a asistir a la experiencia sensorial y científica más impactante que nos ofrece la naturaleza: el primero de los tres eclipses solares consecutivos que veremos en nuestro país. Un acontecimiento tan insólito no ocurría en la península desde hace más de un siglo. Será una oportunidad única para que los astrónomos puedan estudiar la corona y la atmósfera solar con tecnología de vanguardia. Y desde el punto de vista social, este espectáculo unirá a millones de personas bajo un mismo cielo, impulsando el astroturismo, la cultura científica y una fascinación compartida por el cosmos. Hemos entrevistado a Rafael Bachiller, presidente de la Comisión Científica y de Asesoramiento del Trío de Eclipses.Cuando pensamos en un eclipse solar, solemos hacerlo desde una perspectiva terrestre, con el Sol, la Luna y la Tierra alineados de forma casi perfecta. Pero como nos ha contado Montse Villar, no se trata un fenómeno exclusivo de nuestro planeta, ya que se producen en otros mundos del Sistema Solar. Alba Calejero nos ha informado del proyecto “Eclipse Inclusivo”, coordinado por el Instituto de Ciencias del Espacio del CSIC, cuyo objetivo es que las personas con discapacidad visual puedan experimentar el eclipse gracias a dispositivos Lightsound que transforman la luz en sonidos. Con testimonios de Jorge Rivero, coordinador del proyecto, y Claudia Gutiérrez, del ICE-CSIC. Estos fenómenos causaron terror en la antigüedad y aunque hoy somos capaces de explicarlos y predecirlos con total precisión, siguen fascinando a los seres humanos. Con José Ángel Morales hemos analizado cómo se desencadena ese secuestro placentero de la atención.Escuchar audio
"Somos organismos pluricelulares, pero… ¿cómo sucedió aquello? La biología evolutiva del desarrollo tiene mucho que decir al respecto porque, aunque pueda parecer que el desarrollo es algo que está reservado para los embriones, los organismos unicelulares también hacen cosas similares y puede que los mismos procesos que han permitido la diferenciación de células en tejidos diferentes en los seres pluricelulares, ya estuviera presente en nuestros antepasados más remotos.Para hablar de ello tenemos con nosotros a Elena Casacuberta, que es científica del CSIC del Instituto de Biología de Barcelona donde co-dirigió el grupo de investigación MulticellGenome lab junto con Iñaki Ruiz-Trillo. Estudió Bioquímica en la Universidad Autónoma de Barcelona, hizo el doctorado en el Centro de Investigación y Desarrollo (CID-CSIC) y trabajó en el Massachusetts Institute of Technology de Cambridge durante su etapa postdoctoral. Elena volvió a España y empezó su grupo en el 2006 con un contrato ICREA junior, y en 2008 consiguió su plaza en el IBE. "Un podcast de Diario La Razón, dirigido y presentado por Ignacio Crespo y producido por https://lafabricadepodcast.com
Por: Laura Palomares | Psicóloga y Sexóloga. Música de Alejandro Diez de la Cortina. En este sexto episodio de La lámpara de Psique, abordamos la persuasión coercitiva: un proceso de influencia y control psicológico que puede debilitar progresivamente la autonomía, el pensamiento crítico y la confianza de una persona en su propio criterio. Influir, argumentar o intentar convencer forma parte de las relaciones humanas. Sin embargo, esa influencia se vuelve coercitiva cuando recurre de manera sistemática al miedo, la culpa, la presión emocional, el aislamiento o el control de la información para condicionar las decisiones de otra persona. De la mano de Laura Palomares Pérez, psicóloga y directora de Avance Psicólogos, exploramos: Qué diferencia existe entre persuadir, manipular y coaccionar. Cómo se desarrollan gradualmente estas dinámicas de control. Qué técnicas pueden utilizarse para modificar la manera de pensar, sentir y actuar. Qué papel desempeñan el aislamiento, la repetición de mensajes, el miedo y la necesidad de pertenencia. Cómo puede deteriorarse la confianza en el propio juicio hasta depender de una autoridad externa para interpretar la realidad. Por qué cualquier persona puede verse atrapada en estas dinámicas, sin que ello implique debilidad, ingenuidad o falta de inteligencia. La persuasión coercitiva no siempre comienza con amenazas evidentes. Puede presentarse inicialmente como afecto, protección, seguridad, pertenencia o la promesa de encontrar respuestas. Poco a poco, se reducen las alternativas, se cuestionan los vínculos externos y se transmite la idea de que dudar, disentir o alejarse supone una traición o un peligro. Desde fuera puede resultar difícil comprender por qué alguien permanece en una situación así. Para entenderlo, es necesario observar los mecanismos que han ido limitando su libertad, debilitando su identidad y condicionando su percepción de lo que ocurre. En el episodio también nos acercamos a relatos de la tradición clásica para reflexionar sobre el poder de la palabra, el engaño, la autoridad y la influencia sobre los demás. Esta conversación busca ofrecer una mirada comprensiva y libre de juicios. Reconocer la persuasión coercitiva permite recuperar el valor del pensamiento propio, los vínculos seguros y la posibilidad de cuestionar sin miedo. Una relación basada en el respeto puede influirnos y ayudarnos a cambiar, pero nunca necesita anular nuestra capacidad de elegir. Como en cada episodio de La lámpara de Psique, encendemos una luz sobre procesos psicológicos que suelen permanecer ocultos. En esta ocasión, observamos cómo puede construirse el sometimiento psicológico y por qué recuperar la propia voz es también una forma de volver a encontrarnos. Fuentes : Rodríguez Carballeira, A. (1992). El lavado de cerebro: Psicología de la persuasión coercitiva_ Boixareu Universitaria Cervero y Álvarez (2022). Técnicas de reforma del pensamiento en los grupos de persuasión coercitiva desde una perspectiva psicosocial. Boletín Criminológico del Instituto andaluz interuniversitario de Criminología. Hesíodo. (2006)Teogonía. Alianza Editorial Edipo. (2018). Fábulas . Gredos. Fedro. (2008). Fábulas . Gredos
Con Rubén Santos, Javier Ruiz , Arturo Téllez y Paloma Gallego, además de los invitados Carlos Duarte, oceanógrafo y biólogo marino, y Javier Cristóbo, investigador científico del Instituto de Oceanografía.
El programa destaca el eclipse solar total del 12 de agosto, visible de A Coruña a Palma. Se esperan millones de personas y desplazamientos, con un plan estatal. La afluencia eleva el riesgo de incendios y genera un negocio de alquileres y pseudoterapias. La crisis migratoria en Ceuta persiste, con miles de personas y menores no acompañados. Se identifican 82 cuerpos recuperados del mar, desbordando el Instituto de Medicina Legal. El reparto de menores genera debate, mientras Marruecos pide eliminar trabas para su acogida. La UE advierte sobre la vulnerabilidad fronteriza. El rey Felipe VI visita Ceuta. La violencia machista muestra un aumento preocupante en 2026, con 35 mujeres asesinadas, 11 más que el año anterior. Casos como los de Laura Cruz y Gloria evidencian fallos en el sistema de protección (un tercio de las víctimas en Viogen). Se subraya la necesidad de concienciación social y más recursos judiciales. En la actualidad internacional y nacional, se informa sobre la ...
Los glaciares colombianos y otros en América del Sur están desapareciendo con mucha rapidez. Hablamos con el glaciólogo Jorge Luis Ceballos, del Instituto de Hidrología, Meteorología y Estudios Ambientales de ColombiaEscuchar audio
El análisis con Josep Martí Blanch, José Enrique Monrosi y Cristina Monge. El director del Instituto de Medicina Legal, Manuel Aparcero, ha asegurado que se han practicado 79 autopsias de los 80 cuerpos que tienen contabilizados. Aparcero ha relatado que el estado de algunas personas que llegaban era prácticamente "agónica" porque llegaban en parada cardiorrespiratoria. La presidenta del foro feminista de Andalucía, Teresa García, acusa a Moreno Bonilla de haber negociado los derechos de las mujeres para llegar a ser presidente. García advierte de que la cesión de la valoración de las víctimas de violencia de género a Vox es un "desmantelamiento" de las políticas de igualdad en Andalucía.
Una semana después de la entrada masiva de migrantes en Ceuta, los trabajos se centren en buscar e identificar a los que siguen en la ciudad autónoma. Las comunidades gobernadas por el PP moderan su discurso y asumen ahora que tendrán que cumplir la ley y acoger a los menores no acompañados en función de las capacidades de cada territorio. Se han practicado 79 autopsias de los 80 cadáveres que el Instituto forense de la ciudad autónoma tiene contabilizado. El CNI trabaja ahora en diluir otra posible entrada masiva a la que están llamando en redes sociales. Además, dos víctimas de violencia de género en menos de un día, mientras PP delega en Voz la valoración de las víctimas de la violencia de género.
Entrevista al director del Instituto de Medicina Legal y Ciencias Forenses de Ceuta, Manuel Aparcero
O professor Luiz Eduardo Anelli coordena o projeto USP nas Escolas no Instituto de Estudos Avançados
This episode is the audio from the AIESEP connect in June 2026 – #AIESEPConnect #CoffeeWithColleagues Physical Literacy Across the World: From a Global Framework to Action Featuring: Johannes Carl – Technical University of Munich, Department Health and Sport Sciences, Germany Kasper Salin – University of Jyväskylä, Faculty of Sport & Health Sciences, Finland Emiliano Mazzoli, PhD – Institute for Physical Activity and Nutrition, School of Health and Social Development, Faculty of Health, Deakin University, Australia Dora Carolo & João Martins – Centro de Estudos em Educação, Faculdade de Motricidade Humana and UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal Jean Pierre-Weerts & Alexandre Mouton – University of Liège, Department of Physical Activity and Rehabilitation Sciences, Research Unit for a Life-Course Perspective on Health & Education, BelgiumSession Video Recording: youtube.com/watch?v=zA-5y4FGELw&feature=youtu.be
¿Meterías las manos al fuego por Carrie Bradshaw? ¿Gokú y Vegeta son mejores amigos que Joey y Chandler? ¿Bart Simpson tuvo amigos de verdad?En el Instituto Tranqui de la Amistad exploramos, con humor, la cultura pop que consumimos pero siempre poniendo al centro el tema de la amistad: cómo la viven sus personajes y cómo lo que vemos en ellos y sus historias se refleja en quienes lo vivimos del otro lado de la pantalla.Episodios 1 y 2 ya disponibles en youtube.com/@institutotranquiTambién en Spotify o donde sea que escuches tus podcasts.
¿Meterías las manos al fuego por Carrie Bradshaw? ¿Gokú y Vegeta son mejores amigos que Joey y Chandler? ¿Bart Simpson tuvo amigos de verdad?En el Instituto Tranqui de la Amistad exploramos, con humor, la cultura pop que consumimos pero siempre poniendo al centro el tema de la amistad: cómo la viven sus personajes y cómo lo que vemos en ellos y sus historias se refleja en quienes lo vivimos del otro lado de la pantalla.Episodios 1 y 2 ya disponibles en youtube.com/@institutotranqui También en Spotify o donde sea que escuches tus podcasts.
¿Meterías las manos al fuego por Carrie Bradshaw? ¿Gokú y Vegeta son mejores amigos que Joey y Chandler? ¿Bart Simpson tuvo amigos de verdad?En el Instituto Tranqui de la Amistad exploramos, con humor, la cultura pop que consumimos pero siempre poniendo al centro el tema de la amistad: cómo la viven sus personajes y cómo lo que vemos en ellos y sus historias se refleja en quienes lo vivimos del otro lado de la pantalla.Episodios 1 y 2 ya disponibles en youtube.com/@institutotranqui También en Spotify o donde sea que escuches tus podcasts.
Los eclipses totales son acontecimientos de profundo impacto emocional, una esquiva carambola cósmica en la que la Luna bloquea completamente el Sol y permite apreciar las capas superiores de su atmósfera durante unos pocos minutos de noche súbita. Después de una prolongada sequía de fenómenos de este tipo, España enfila una insólita racha que nos permitirá vivir dos eclipses totales y uno anular en tres años consecutivos. El primero, el 12 de agosto de 2026, será visible como total sobre las 20.30 horas en una banda de doscientos kilómetros de anchura que barrerá buena parte de la mitad norte peninsular. Un año después, el 2 de agosto de 2027, la franja de totalidad cubrirá el extremo meridional de la Península, Ceuta y Melilla. Por último, el 26 de enero de 2028 podremos apreciar un eclipse de tipo anular desde casi cualquier ubicación al sur de la línea imaginaria que une Badajoz con Girona.La huella de los eclipses de Sol está presente desde los albores de la expresión escrita. Se cree que pudieron influir en importantes decisiones políticas en el Egipto de los faraones y fueron concienzudamente registrados por los babilonios. Además, su simbolismo queda plasmado en relatos religiosos como el eclipse de la crucifixión y sus diversas interpretaciones artísticas. El gran avance en la observación y el análisis llega con la Revolución Científica y la Ilustración; la observación de nuestra estrella y su corona durante episodios de totalidad permite avanzar en el conocimiento del astro, descubrir el helio e incluso confirmar la Teoría de la Relatividad de Albert Einstein. Entre mediados del siglo XIX y comienzos del XX nuestro país vivió una concatenación de eclipses totales semejante a la que se aproxima. Expediciones científicas de todo el mundo visitaron España para presenciarlos en 1860, 1900 y 1905.En este documental sonoro, con guion de Álvaro Soto y realización de Mayca Aguilera, participan los astrofísicos Alejandro Sánchez de Miguel, autor del libro 'Los eclipses de Sol'; Ana Belén Griñón, investigadora en el Instituto de Física Solar de la Universidad de Estocolmo; y Sandra Benítez, responsable de comunicación científica de la Agencia Espacial Europea (ESA). Intervienen también los astrónomos Alba Vidal, del Observatorio Astronómico Nacional; Rafael Bachiller, director de dicha institución y presidente de la Comisión Científica y de Asesoramiento del Trío de Eclipses; y Pedro García Lario, miembro de esta misma comisión por parte de la ESA. Además, el programa recoge las impresiones de la investigadora del CNIO Sara García Alonso, integrante de la reserva de astronautas de la ESA; Pedro Ruiz-Castell, profesor de historia de la ciencia en la Universitat de València; y Enrique Bordallo, presidente de la Asociación Astronómica de Burgos.Escuchar audio
El pasado fin de semana la Universidad más grande de América Latina, la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), informaba que se aplicará un examen de control para determinar qué aspirantes podrían ingresar a nivel licenciatura, después de que se detectaron irregularidades en los exámenes de admisión realizados en mayo y junio pasado, cuando la institución instauró por primera vez esta prueba de manera virtual. Las protestas por parte de estudiantes que exigían que el examen de ingreso a la UNAM 2026 fuese repetido de manera presencial han tenido sus frutos. Después de que se denunciaran posibles irregularidades y un supuesto uso masivo de herramientas para hacer trampa durante la aplicación en línea, la institución se ha pronunciado con el anuncio de una nueva prueba presencial que solo se harán a una parte (al rededor de 58 000 aspirantes) de las 158 000 personas que busca un lugar en la Universidad. Las autoridades de la UNAM recibieron informaciones sobre actos irregulares gracias a “los mecanismos de control que se habían establecido para el examen en línea”, explicó a RFI Soledad Funes, investigadora del Instituto de Fisiología Celular de la UNAM e integrante de la comisión técnica que se formó para la revisión de los exámenes de admisión. La investigadora precisó que, según los resultados de 2026, sí se identificó un grupo de aspirantes que se comportaron de manera “anómala” y otra “regular” en comparación con las cifras de años anteriores. No obstante, puede haber casos en los que el mecanismo de control no detectó irregularidades. Para resolver este problema respetando el calendario de inicio de clases, que ya fue aplazado para el 31 de agosto, la comisión recomendó que repitiera el examen de admisión “un grupo acotado de personas, porque si considerábamos el universo completo no se podría reorganizar de aquí a unas cuantas semanas”, explicó. La IA en la educación Lo que está claro es que lo ocurrido en la UNAM nos hace reflexionar sobre el futuro de la educación frente a las nuevas tecnologías como la IA. ¿Qué tiene que cambiar la educación tras el auge de la IA? ¿Debería haber algún tipo de regulación frente a la IA en la educación? Funes considera que lo sucedido en la UNAM sobrepasó todos los escenarios previstos y por lo cual la sociedad debe reflexionar profundamente “qué estamos haciendo con las nuevas tecnologías”. “¿Cómo podemos hacer que las nuevas tecnologías potencien nuestras capacidades y no nos suplanten? ¿Cómo aseguramos que nuestros estudiantes salgan con una formación crítica, ética, responsable para construir el planeta que queremos en el futuro?”, cuestionó. El examen bajo sospecha de la UNAM ocurre después de que en la India miles de jóvenes estudiantes pusieran contra las cuerdas al poderoso gobierno de Narendra Modi tras denunciar irregularidades en los exámenes de ingreso a las universidades. Una tendencia que se repite desde la última década tras los casos detectados en países como Argentina, Perú, Corea del Sur o Argelia donde también se presentaron casos de repetición o anulación de alguno de los exámenes de ingreso a universidades.
El fenómeno climático que va a definir el clima, las cosechas y buena parte de los precios del planeta durante los próximos doce meses, ya está aquí: El Niño. Todo indica que será uno de los más intensos que se hayan registrado en los últimos años. Saúl Pereyra, gerente senior de Acción Climática del Instituto de Recursos Mundiales (WRI México), nos habla al respecto. En otros temas: Buenas noticias en datos de las remesas que llegan a México / Trump vuelve a poner a México en la mira / La guerra en Irán y sus efectos en los balances de las grandes petroleras… y de Pemex / LinkedIn anuncia nuevas medidas para detectar y castigar el contenido generado con inteligencia artificial.
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
Por: Laura Palomares | Psicóloga y Sexóloga. Música de Alejandro Diez de la Cortina. En este sexto episodio de La lámpara de Psique, abordamos la persuasión coercitiva: un proceso de influencia y control psicológico que puede debilitar progresivamente la autonomía, el pensamiento crítico y la confianza de una persona en su propio criterio. Influir, argumentar o intentar convencer forma parte de las relaciones humanas. Sin embargo, esa influencia se vuelve coercitiva cuando recurre de manera sistemática al miedo, la culpa, la presión emocional, el aislamiento o el control de la información para condicionar las decisiones de otra persona. De la mano de Laura Palomares Pérez, psicóloga y directora de Avance Psicólogos, exploramos: Qué diferencia existe entre persuadir, manipular y coaccionar. Cómo se desarrollan gradualmente estas dinámicas de control. Qué técnicas pueden utilizarse para modificar la manera de pensar, sentir y actuar. Qué papel desempeñan el aislamiento, la repetición de mensajes, el miedo y la necesidad de pertenencia. Cómo puede deteriorarse la confianza en el propio juicio hasta depender de una autoridad externa para interpretar la realidad. Por qué cualquier persona puede verse atrapada en estas dinámicas, sin que ello implique debilidad, ingenuidad o falta de inteligencia. La persuasión coercitiva no siempre comienza con amenazas evidentes. Puede presentarse inicialmente como afecto, protección, seguridad, pertenencia o la promesa de encontrar respuestas. Poco a poco, se reducen las alternativas, se cuestionan los vínculos externos y se transmite la idea de que dudar, disentir o alejarse supone una traición o un peligro. Desde fuera puede resultar difícil comprender por qué alguien permanece en una situación así. Para entenderlo, es necesario observar los mecanismos que han ido limitando su libertad, debilitando su identidad y condicionando su percepción de lo que ocurre. En el episodio también nos acercamos a relatos de la tradición clásica para reflexionar sobre el poder de la palabra, el engaño, la autoridad y la influencia sobre los demás. Esta conversación busca ofrecer una mirada comprensiva y libre de juicios. Reconocer la persuasión coercitiva permite recuperar el valor del pensamiento propio, los vínculos seguros y la posibilidad de cuestionar sin miedo. Una relación basada en el respeto puede influirnos y ayudarnos a cambiar, pero nunca necesita anular nuestra capacidad de elegir. Como en cada episodio de La lámpara de Psique, encendemos una luz sobre procesos psicológicos que suelen permanecer ocultos. En esta ocasión, observamos cómo puede construirse el sometimiento psicológico y por qué recuperar la propia voz es también una forma de volver a encontrarnos. Fuentes : Rodríguez Carballeira, A. (1992). El lavado de cerebro: Psicología de la persuasión coercitiva_ Boixareu Universitaria Cervero y Álvarez (2022). Técnicas de reforma del pensamiento en los grupos de persuasión coercitiva desde una perspectiva psicosocial. Boletín Criminológico del Instituto andaluz interuniversitario de Criminología. Hesíodo. (2006)Teogonía. Alianza Editorial Edipo. (2018). Fábulas . Gredos. Fedro. (2008). Fábulas . Gredos
El pasado fin de semana la Universidad más grande de América Latina, la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), informaba que se aplicará un examen de control para determinar qué aspirantes podrían ingresar a nivel licenciatura, después de que se detectaron irregularidades en los exámenes de admisión realizados en mayo y junio pasado, cuando la institución instauró por primera vez esta prueba de manera virtual. Las protestas por parte de estudiantes que exigían que el examen de ingreso a la UNAM 2026 fuese repetido de manera presencial han tenido sus frutos. Después de que se denunciaran posibles irregularidades y un supuesto uso masivo de herramientas para hacer trampa durante la aplicación en línea, la institución se ha pronunciado con el anuncio de una nueva prueba presencial que solo se harán a una parte (al rededor de 58 000 aspirantes) de las 158 000 personas que busca un lugar en la Universidad. Las autoridades de la UNAM recibieron informaciones sobre actos irregulares gracias a “los mecanismos de control que se habían establecido para el examen en línea”, explicó a RFI Soledad Funes, investigadora del Instituto de Fisiología Celular de la UNAM e integrante de la comisión técnica que se formó para la revisión de los exámenes de admisión. La investigadora precisó que, según los resultados de 2026, sí se identificó un grupo de aspirantes que se comportaron de manera “anómala” y otra “regular” en comparación con las cifras de años anteriores. No obstante, puede haber casos en los que el mecanismo de control no detectó irregularidades. Para resolver este problema respetando el calendario de inicio de clases, que ya fue aplazado para el 31 de agosto, la comisión recomendó que repitiera el examen de admisión “un grupo acotado de personas, porque si considerábamos el universo completo no se podría reorganizar de aquí a unas cuantas semanas”, explicó. La IA en la educación Lo que está claro es que lo ocurrido en la UNAM nos hace reflexionar sobre el futuro de la educación frente a las nuevas tecnologías como la IA. ¿Qué tiene que cambiar la educación tras el auge de la IA? ¿Debería haber algún tipo de regulación frente a la IA en la educación? Funes considera que lo sucedido en la UNAM sobrepasó todos los escenarios previstos y por lo cual la sociedad debe reflexionar profundamente “qué estamos haciendo con las nuevas tecnologías”. “¿Cómo podemos hacer que las nuevas tecnologías potencien nuestras capacidades y no nos suplanten? ¿Cómo aseguramos que nuestros estudiantes salgan con una formación crítica, ética, responsable para construir el planeta que queremos en el futuro?”, cuestionó. El examen bajo sospecha de la UNAM ocurre después de que en la India miles de jóvenes estudiantes pusieran contra las cuerdas al poderoso gobierno de Narendra Modi tras denunciar irregularidades en los exámenes de ingreso a las universidades. Una tendencia que se repite desde la última década tras los casos detectados en países como Argentina, Perú, Corea del Sur o Argelia donde también se presentaron casos de repetición o anulación de alguno de los exámenes de ingreso a universidades.
Dalia Ziada, coordinadora en Washington, D.C. del Instituto para el Estudio del Antisemitismo Global y la Política (ISGAP), se une a Yasmine en el Episodio 3 de «El Islam y Occidente» para analizar la misión de los Hermanos Musulmanes y otros grupos islamistas en Occidente en la actualidad.Dalia Ziada es una escritora y analista política egipcia musulmana. Se especializa en gobernanza, geopolítica y seguridad regional en Oriente Medio. Ocupó altos cargos en centros de investigación y organizaciones de la sociedad civil regionales e internacionales en Egipto, Israel y Estados Unidos. Ha liderado proyectos, asesorado a responsables políticos y publicado artículos, informes y libros que analizan los conflictos geopolíticos y las relaciones de poder en Oriente Medio y el Mediterráneo Oriental. Desde mayo de 2024, Dalia visita campus universitarios estadounidenses, en colaboración con Hillel International, impartiendo conferencias sobre la cambiante geopolítica de Oriente Medio tras los atentados del 7 de octubre.Facebook: https://www.facebook.com/daliaziadaX/Twitter: https://x.com/daliaziada
El 1 de agosto era la fecha marcada para el inicio de las negociaciones entre el Gobierno venezolano y la oposición, pero el presidente de la Asamblea Nacional, Jorge Rodríguez, y la negociadora designada por Estados Unidos, Dinorah Figuera, han solventado el primer contacto oficial con una llamada, entre el escepticismo de algunas figuras de la oposición y la incógnita sobre el papel que jugará en este nuevo escenario María Corina Machado. Analizamos este escenario con nuestra colaboradora externa Carolina Alcalde, desde Caracas. También analizamos el mayor mapa genético de los pueblos indígenas de Latinoamérica con Marcos Araújo, investigador del Instituto de Biología Evolutiva de Catalunya y la Universidad de São Paulo, uno de los científicos que ha pilotado este estudio. Y cerramos con el paso de Rosalía por Buenos Aires, con unos conciertos en los que ha intentado cerrar la polémica con sus seguidores argentinos. Escuchar audio
Un estudio internacional liderado por el Instituto de Biología Evolutiva de Barcelona (IBE-CSIC-UPF) y la Universidad de São Paulo ha creado el mayor mapa genético de los pueblos indígenas de América. La investigación, publicada en Nature, identifica más de un millón de variantes genéticas desconocidas hasta ahora y revela nuevas claves sobre el origen, las migraciones y la diversidad de estas poblaciones.Charlamos con Marcos Araujo Castro e Silva, investigador del IBE y primer autor del estudio para conocer cómo el análisis del ADN permite reconstruir miles de años de historia humana, conocer la huella genética de la colonización europea y mejorar el conocimiento médico de unas poblaciones que hasta ahora estaban infrarrepresentadas en las grandes bases de datos genómicas.Escuchar audio
El Instituto Cervantes es mucho más que una gran academia de español repartida por el mundo. Es una herramienta diplomática de primer orden - depende, de hecho, del Ministerio de Asuntos Exteriores- y cumple múltiples funciones al promocionar la cultura en español. Así se ha vuelto a poner de manifiesto en la reunión anual que los directores de los centros del Instituto han celebrado esta semana en Jerez de la Frontera, en Cádiz, para hacer balance y mirar al futuro sorteando problemas de financiación, personal e incluso los bombardeos sobre alguna de sus sedes. Escuchamos a sus protagonistas.Escuchar audio
El director del Instituto Nacional de Derechos Humanos (INDH), Yerko Ljubetic, defendió la actuación del organismo tras la polémica visita a Carlos Cancino Tapia, alias "El Rana", imputado por el asesinato de los carabineros Eugenio Naín y Marcos Cosme, y aseguró que los cuestionamientos recibidos desde diversos sectores políticos se basan en "prejuicios y mala intención".El exministro sostuvo que la institución actuó "con mucha prudencia y con mucha conciencia acerca de la complejidad del asunto" debido a que, para el organismo, el homicidio de un funcionario policial en ejercicio de sus funciones es un crimen "deleznable, condenable y que tiene que ser severamente castigado".Según Ljubetic, la acción respondió a una denuncia sobre apremios y malos tratos y permitió, de hecho, desestimarla: "hubo dos días en los que se recabaron los antecedentes que pudieran darle alguna plausibilidad o fundamento a las denuncias que estábamos recibiendo por parte de familiares, la pareja específicamente de esta persona, e integrantes de la comunidad donde se había refugiado, acerca de que habría estado recibiendo malos tratos y algún tipo de apremio", explicó.Tales antecedentes se estuvieron revisando, explicó el director del INDH, "antes de tomar la decisión, que se expresó -además- en una visita de nuestra sede de un modo muy discreto al Hospital Base de Valdivia con el doble propósito de enterarnos del estado de salud del carabinero que estaba herido en ese momento, y que posteriormente fallece, y también de las condiciones en las que se encontraba la persona detenida".El Diario de Cooperativa, con Verónica Franco y Rodrigo Vergara.Escucha más episodios como este en Cooperativapodcast.cl
Uma cidade chamada Brazil e outra chamada Americana. No primeiro ato: uma visita a um xará municipal do país. Por Flora Thomson-DeVeaux, com Paula Scarpin. No segundo ato: um lugar onde uma bandeira polêmica é hasteada, muito ao sul do Velho Sul. Por Por Flora Thomson-DeVeaux, com Paula Scarpin. A história "Americana, Brasil" foi produzida em parceria com o Brazil LAB do Instituto de Estudos Internacionais e Regionais da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos – que é uma iniciativa acadêmica que considera o Brasil um nexo planetário vital. Conheça mais em brazillab.princeton.edu No dia 2 de setembro, a experiência imersiva das histórias do podcast Rádio Novelo Apresenta vai ser transportada para o MASP. Branca Vianna e os repórteres da Novelo vão subir no palco num ao evento com histórias inéditas. Os ingressos entram em pré-venda no dia 3 de agosto, exclusivamente para membros do Clube da Novelo, que recebem um desconto de 30% na entrada. A venda geral abre no dia 7 de agosto. Assine o Clube da Novelo em clube.radionovelo.com.br Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@RádioNovelo Siga a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Palavras-chave: Brazil, Indiana, Festa Confederada, Guerra Civil, bandeira confederada, Santa Bárbara d'Oeste, Americana
Monitorean posible migración telúrica (4.6 y 5.2) hacia el Caribe y Centroamérica del 27 de Julio hasta el 3 de agosto. spmnoticias.com Tras el registro de un evento sísmico de magnitud 4.9 M_w en la región norte del Océano Atlántico, grupo de ingenieros peruanos (@sismos.en.peru) han emitido una proyección de seguimiento ante la posible transferencia o migración de energía telúrica hacia el Caribe Central y el sur de Centroamérica. Puntos claves del informe Evento origen: Sismo de magnitud 4.9 M_w en la región Norte del Océano Atlántico. Magnitud proyectada: Entre 4.6 y 5.2 en la escala de magnitud de momento (M_w). Zonas de potencial impacto / migración: 1. Caribe Central: Puerto Rico y República Dominicana. 2. Centroamérica: Zona limítrofe entre Panamá y Costa Rica. Ventana de tiempo: Un plazo estimado de hasta 8 días, del 27 de julio al 3 de agosto 2026 El modelo de transferencia de esfuerzo tectónico sugiere que la liberación de energía ocurrida en la placa del Atlántico Norte podría generar reajustes en sistemas de fallas adyacentes. El informe sitúa dos focos prioritarios bajo observación: el sistema de fallas que bordea la Fosa de Puerto Rico y La Española, y el límite convergente entre las placas de Cocos, Caribe y Panamá. Las magnitudes proyectadas (entre 4.6 y 5.2) corresponden a eventos de intensidad moderada a ligera. Aunque este rango de magnitud suele ser percibido con claridad por la población pero raramente ocasiona daños estructurales de consideración, las autoridades recomiendan mantener activos los planes de contingencia familiar. Aviso de responsabilidad: La ciencia sismológica actual aclara que los sismos no se pueden predecir de forma exacta en fecha, hora y ubicación. Los modelos de "migración sísmica" o transferencia de estrés son herramientas de análisis probabilístico. Se exhorta a la ciudadanía a mantenerse informada únicamente a través de los organismos oficiales de cada país (como la Red Sísmica de Puerto Rico, el Centro Nacional de Sismología de la UASD en República Dominicana, el OVSICORI en Costa Rica o el Instituto de Geociencias de Panamá). #sismosrd #terremotoConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd--3279340/support.ESCUCHAR RADIO
Monitorean posible migración telúrica (4.6 y 5.2) hacia el Caribe y Centroamérica del 27 de Julio hasta el 3 de agosto. spmnoticias.com Tras el registro de un evento sísmico de magnitud 4.9 M_w en la región norte del Océano Atlántico, grupo de ingenieros peruanos (@sismos.en.peru) han emitido una proyección de seguimiento ante la posible transferencia o migración de energía telúrica hacia el Caribe Central y el sur de Centroamérica. Puntos claves del informe Evento origen: Sismo de magnitud 4.9 M_w en la región Norte del Océano Atlántico. Magnitud proyectada: Entre 4.6 y 5.2 en la escala de magnitud de momento (M_w). Zonas de potencial impacto / migración: 1. Caribe Central: Puerto Rico y República Dominicana. 2. Centroamérica: Zona limítrofe entre Panamá y Costa Rica. Ventana de tiempo: Un plazo estimado de hasta 8 días, del 27 de julio al 3 de agosto 2026 El modelo de transferencia de esfuerzo tectónico sugiere que la liberación de energía ocurrida en la placa del Atlántico Norte podría generar reajustes en sistemas de fallas adyacentes. El informe sitúa dos focos prioritarios bajo observación: el sistema de fallas que bordea la Fosa de Puerto Rico y La Española, y el límite convergente entre las placas de Cocos, Caribe y Panamá. Las magnitudes proyectadas (entre 4.6 y 5.2) corresponden a eventos de intensidad moderada a ligera. Aunque este rango de magnitud suele ser percibido con claridad por la población pero raramente ocasiona daños estructurales de consideración, las autoridades recomiendan mantener activos los planes de contingencia familiar. Aviso de responsabilidad: La ciencia sismológica actual aclara que los sismos no se pueden predecir de forma exacta en fecha, hora y ubicación. Los modelos de "migración sísmica" o transferencia de estrés son herramientas de análisis probabilístico. Se exhorta a la ciudadanía a mantenerse informada únicamente a través de los organismos oficiales de cada país (como la Red Sísmica de Puerto Rico, el Centro Nacional de Sismología de la UASD en República Dominicana, el OVSICORI en Costa Rica o el Instituto de Geociencias de Panamá). #sismosrd #terremotoConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/musica-cristiana--4958188/support.
Monitorean posible migración telúrica (4.6 y 5.2) hacia el Caribe y Centroamérica del 27 de Julio hasta el 3 de agosto. spmnoticias.com Tras el registro de un evento sísmico de magnitud 4.9 M_w en la región norte del Océano Atlántico, grupo de ingenieros peruanos (@sismos.en.peru) han emitido una proyección de seguimiento ante la posible transferencia o migración de energía telúrica hacia el Caribe Central y el sur de Centroamérica. Puntos claves del informe Evento origen: Sismo de magnitud 4.9 M_w en la región Norte del Océano Atlántico. Magnitud proyectada: Entre 4.6 y 5.2 en la escala de magnitud de momento (M_w). Zonas de potencial impacto / migración: 1. Caribe Central: Puerto Rico y República Dominicana. 2. Centroamérica: Zona limítrofe entre Panamá y Costa Rica. Ventana de tiempo: Un plazo estimado de hasta 8 días, del 27 de julio al 3 de agosto 2026 El modelo de transferencia de esfuerzo tectónico sugiere que la liberación de energía ocurrida en la placa del Atlántico Norte podría generar reajustes en sistemas de fallas adyacentes. El informe sitúa dos focos prioritarios bajo observación: el sistema de fallas que bordea la Fosa de Puerto Rico y La Española, y el límite convergente entre las placas de Cocos, Caribe y Panamá. Las magnitudes proyectadas (entre 4.6 y 5.2) corresponden a eventos de intensidad moderada a ligera. Aunque este rango de magnitud suele ser percibido con claridad por la población pero raramente ocasiona daños estructurales de consideración, las autoridades recomiendan mantener activos los planes de contingencia familiar. Aviso de responsabilidad: La ciencia sismológica actual aclara que los sismos no se pueden predecir de forma exacta en fecha, hora y ubicación. Los modelos de "migración sísmica" o transferencia de estrés son herramientas de análisis probabilístico. Se exhorta a la ciudadanía a mantenerse informada únicamente a través de los organismos oficiales de cada país (como la Red Sísmica de Puerto Rico, el Centro Nacional de Sismología de la UASD en República Dominicana, el OVSICORI en Costa Rica o el Instituto de Geociencias de Panamá). #sismosrd #terremotoConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/meditacion-del-dia--4064350/support.ESCUCHAR RADIO
En Capital Intereconomía entrevistamos a Javier López, CEO de SilverGold Patrimonio, para analizar el momento que atraviesan los metales preciosos en una semana decisiva para los mercados, marcada por la reunión de la Reserva Federal. Abordamos las expectativas de los inversores ante el mensaje que lance la Fed, la reciente evolución del oro tras la debilidad del dólar y la caída del petróleo, y si las correcciones del mercado pueden convertirse en oportunidades para construir posiciones con una visión de largo plazo. Además, analizamos el comportamiento de la plata, el potencial del platino y el paladio, y el papel que deben desempeñar los metales preciosos dentro de una cartera diversificada, así como las recomendaciones para quienes desean iniciarse en este tipo de inversión. En el Foro de la Inversión conversamos con José Manuel Ortiz, presidente del Comité de Acreditación y Certificación de EFPA España, sobre el informe elaborado junto al Instituto de Estudios Económicos (IEE) dedicado a la fiscalidad del ahorro financiero en España. Analizamos las principales conclusiones del estudio, las propuestas para fomentar la inversión a largo plazo y las medidas que podrían favorecer un marco fiscal más competitivo para impulsar el ahorro de los particulares. Por último, el Consultorio de Fondos de Inversión cuenta con José María Luna, director de Inversiones y socio fundador de Luna Sevilla Asesores Patrimoniales, que responde a las consultas de los oyentes sobre fondos de inversión, construcción de carteras, diversificación y las estrategias más adecuadas para afrontar el actual entorno de mercado.
Fernando Ayala González es diplomático y ex-embajador de Chile, Vietnam, Portugal, Trinidad & Tobago e Italia. Profesor de Política Exterior de Chile del Instituto de Ciencia Política de la Facultad de Historia, Geografía y Ciencia Política de la Pontificia Universidad Católica de Chile y autor de "Zavasabel", una novela de ficción política sobre hechos históricos publicada en Renacimiento. Fernando analiza en profundidad, echando una mirada al pasado como los europeos expoliaron y explotaron sin ética, ni moral, tanto los recursos de África como las personas. Aquella herida no ha dejado de sangrar y en la actualidad son otros países y otros intereses los que siguen provocando la sangría de un continente considerado el más pobre del planeta, aunque sea el más rico en recursos naturales, donde hay oro, diamantes, petróleo, cobre y todo tipo de minerales estratégicos como tierras raras, cobalto y uranio, entre otros muchos.
Llegamos a los 200 capítulos, por eso vamos a conmemorarlo de la única forma que sabemos: haciéndonos más preguntas. ¿Le estamos dejando un mundo mejor o peor a las futuras generaciones? Para este capítulo hablamos con Biviana Unger, directora de la carrera de filosofía de la Universidad Javeriana; con Alexander Campos, editor de Colombia Check; con Angelika Rettberg, decana de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de los Andes; con Paola Arias, doctora en ciencias geológicas y docente de la Universidad de Antioquia; y con Edgar Varela, director del Instituto de Prospectiva, Innovación y Gestión del Conocimiento de la Universidad del Valle.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Estatístico, Mestre e Doutor em Estatística, Coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC, João Ricardo Sato. Só vem! >> OUÇA (82min 13s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * João Ricardo Sato é Professor Titular da Universidade Federal do ABC. Por cinco anos, foi coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos, unidade estratégica vinculada diretamente à reitoria da UFABC que tem como objetivo a realização de atividades em equipes interdisciplinares voltadas para a pesquisa, ensino e extensão na área de neurociências e cognição. Linha de pesquisa atual é interação entre neurociências e ciências exatas, com principal foco no neurodesenvolvimento, bases neurais de transtornos psiquiátricos, conectividade cerebral, inteligência artificial e processamento de sinais neurais. Formou-se no Bacharelado em Estatística pela USP em 2002, tendo concluído três iniciações científicas como bolsista PIBIC/CNPQ na área de séries temporais financeiras, com o intuito de atuar no mercado financeiro. No doutorado que se iniciou em 2004, decidiu focar sua pesquisa no desenvolvimento de novos métodos estatísticos para modelar a conectividade cerebral por meio de sinais de ressonância magnética funcional. Este trabalho interdisciplinar realizou-se sob a orientação de um docente do Departamento de Estatística um docente da Faculdade de Medicina da USP. Em 2006, realizou estágio de pesquisa (doutorado-sanduíche) no Instituto de Psiquiatria do Kings College London, onde integrou técnicas computacionais de aprendizado de máquina à sua linha de pesquisa. Após a conclusão do doutorado em 2007, atuou como consultor estatístico e pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, também atuou como professor no curso de pós-graduação lato sensu da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo. Em janeiro de 2009, foi contratado pela UFABC para o cargo de professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição. Em julho de 2009 tornou-se o coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos (NCSC). Os docentes associados ao NCSC foram a equipe idealizadora do Bacharelado em Neurociências (pioneiro no Brasil) e do programa de pós-graduação em Neurociências e Cognição da UFABC. Esta equipe também foi responsável por todo o planejamento da infra-estrutura para pesquisa científica em neurociências, hoje disponível no primeiro andar do Bloco Delta no Campus de São Bernardo do Campo. Atualmente é coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913813209624175 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Lejos de ser el vacío frio y oscuro que todos imaginamos, el espacio exterior es un gigantesco laboratorio químico donde se forman las moléculas precursoras para la vida. Hasta ahora se han hallado más de 350 moléculas de todo tipo. Y por primera vez, científicos españoles han identificado la presencia de un azúcar, la eritrulosa, flotando en nubes de gas en el centro de nuestra galaxia. Un hallazgo que amplía el repertorio de compuestos orgánicos que pudieron estar disponibles para la síntesis de los primeros ácidos nucleicos en la Tierra primitiva. Hemos hablado con Izaskun Jiménez-Serra y Carlos Briones, investigadores del Centro de Astrobiología (INTA/CSIC) y autores del estudio. Con Humberto Bustince hemos analizado uno de los mayores desafíos que representa la inteligencia artificial: Las cantidades masivas de agua y electricidad que consumen los centros de datos, que generan un debate global sobre la sostenibilidad de la tecnología a medida que su demanda y complejidad se disparan. El próximo miércoles es el Día Mundial del Cerebro y Fernando de Castro nos ha hablado del aumento drástico de los trastornos mentales en los últimos años y su impacto sanitario, económico y social (el 50% de todo el gasto socio sanitario está asociado a patologías neuropsiquiátricas. Elena Garrido nos ha contado que científicos del Instituto de Neurociencias de Alicante (CSIC/UMH) ha descubierto que una vía del sistema inmunitario, conocida como señalización por interferón, podría contribuir a explicar por qué las mujeres son más vulnerables a desarrollar la enfermedad de Alzheimer. Con testimonios de José Pascual López-Atalaya, líder de la investigación.Escuchar audio
Este domingo 19 de julio, casi toda España estará mirando hacia una pantalla para ver jugar a la Selección Masculina de Fútbol la final del Mundial. En menos de un mes, otro evento tendrá también el efecto de unir a casi todo el país, pero será mirando a un lugar muy distinto: el cielo. El miércoles 12 de agosto, hacia las 8 de la tarde, empezará el primer eclipse total de Sol visible desde la Península Ibérica en más de un siglo. Se podrá ver otro en el sur en 2027 y otro anular en 2028, pero lo que tiene de especial el de este verano es que su franja de totalidad abarca muchos lugares. De oeste a este, desde Coruña hasta Palma, pasará por Oviedo, León, Zaragoza o Valencia, y por muchísimos pueblos y ciudades de la España vaciada. Apenas quedan hoteles libres y los precios y eventos se han disparado. A lo largo de los siglos, un eclipse ha servido para realizar mediciones astronómicas, para despertar vocaciones científicas, o incluso para demostrar la Teoría de la Relatividad. En 2026, la principal función de un fenómeno como este es vivir una experiencia colectiva. Este ‘podcast’ es una conversación entre Eva Villaver, subdirectora del Instituto de Astrofísica de Canarias y miembro de la Comisión Nacional de Eclipses, y Pampa García Molina, periodista científica directora del Science Media Center. CRÉDITOS Realiza: Belén Remacha Diseño de sonido: Nacho Taboada y Oskar Bogdanowicz Coordina: José Juan Morales Dirige: Ana Alonso Mapa de sitios donde ver el eclipse total de Sol: EL PAÍS recopila más de 350 puntos de observación oficiales