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Tras más de 30 años de carrera, Ángel Lanas, catedrático de Medicina de la Universidad de Zaragoza, jefe de Servicio de Aparato Digestivo del Hospital Clínico Universitario Lozano Blesa y hasta ahora director científico del Instituto de Investigación Sanitaria Aragón, está a punto de jubilarse. Su colega Alberto Jiménez Schuhmacher (investigador ARAID en el IISA Aragón) asegura que la investigación biomédica llegó a los hospitales aragoneses y dio un salto de calidad total gracias al trabajo y el impulso de Lanas. Ágora conversa con ambos científicos sobre la evolución del ecosistema de investigación biomédica en Aragón, y sobre el debate originado entorno a comunicación de los resultados de las investigaciones científicas como la del equipo de Mariano Barbacid, que ha logrado eliminar el cáncer de páncreas en ratones.
Debate con Eduardo Abad, presidente de UPTA; Manuel Romera, director del sector financiero del Instituto de Empresa; y Kamal Romero, consultor independiente de analítica de datos y economía.
Os problemas relacionados à mobilidade são comuns dentro dos grandes centros urbanos, entre eles está o aumento das mortes no trânsito. Os acidentes fatais são muito associados às grandes cidades por serem lugares naturais de movimentação de pessoas e recursos. Segundo José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), o transporte é um aspecto da qualidade de vida que impacta a maioria das pessoas, porque outros quesitos, como a educação, não afetam as classes médias e altas. “Certos problemas que a gente acaba elencando, saúde, educação, não atingem todo mundo, porque quem tem dinheiro, mesmo sendo de classe média e média alta, são pessoas que não têm problema, porque colocam os filhos em escola particular, têm plano de saúde, então educação e saúde não são problemas. Agora, o trânsito pega todo mundo, só não pega quem anda de helicóptero, ou não se desloca porque vai a pé, porque o escritório é perto de casa. Esse problema é desprezado e ele é tratado como se fosse natural, e não é. Ele pode ser muito mitigado”. O professor complementa o tópico falando sobre a importância de políticas públicas eficientes. “A política pública deve priorizar a vida das pessoas e o seu dia-a-dia. Tem uma máxima que fala que: ‘ninguém mora na União, ninguém mora no Estado, as pessoas moram no município', muito falada pelo governador André Franco Montoro. Só que fica uma frase e depois as pessoas não atuam dentro dessa frase. Você me pergunta, as políticas públicas podem resolver? Sim, elas podem resolver, com certeza. Nunca vai ser nada 100%, nada que você fizer de política pública resolve um problema 100%. Ele avança bem e depois as políticas são incrementais, as próximas políticas vão enfrentando os problemas novos, os defeitos que surgem da aplicação das políticas anteriores e vai se corrigindo”. Portella destaca os problemas de trânsito associados às motos. “ As condições da moto, motos com condição muito ruim, tem que haver um sistema de blitz todo dia em vários pontos da cidade, zona norte, zona sul, zona oeste e tal. Você vai mudando nos dias, mas vai pegando, tem que haver um sistema até que você perceba que isso melhorou bastante. A condição da moto, a documentação, se a pessoa está em dia com o trânsito, se a carteira dele está em dia, se ele não cometeu nenhuma irregularidade”. A redução de mortalidade e de acidentes depende de um trânsito mais calmo e seguro. “Outra coisa é reestudar essa questão do tráfico calmo. O Brasil costuma importar essas políticas e fazer de qualquer jeito só para que ela funcione, mas não de forma eficaz. Você tem que diminuir a velocidade em certos lugares. Só que, em alguns lugares, você não tem o que leva as pessoas a desviarem a rota e fazer infração numa paralela. O que acontece é que as pessoas fogem de grandes avenidas e pegam as paralelas, que, sem a fiscalização adequada, tornam propícias as infrações de trânsito”. O professor destaca diversas políticas públicas que podem ajudar a reduzir os problemas no trânsito, entre elas estão as políticas de estacionamento. “Precisa ter uma política de estacionamento. Não é só você tirar o carro de estacionar em lugares que podem atrapalhar o fluxo. O comércio, a vida econômica vivem também de carro. Até existe um ditado: ‘no park, no business'. Você precisa dar prioridade para o transporte coletivo, mas não vai sumir o transporte individual do dia para o outro. Ele já foi em torno de 50%, hoje ele é menos, mas ainda sempre será significativo. Além disso, é muito importante ter ciclovias. As ciclovias têm que ligar um lugar ao outro, não pode ser aleatório pintar faixa na rua, como foi feito em São Paulo. Pinta faixa para dar quilometragem e servir para as campanhas eleitorais”.
The following article of the Policy & Economy industry is: “Inside Mexico's Regulatory Thought Process” by Erick Ponce Flores, President, ICAN (Instituto de Cannabis) (AA2419)
Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Comemoração aos 125 Anos do Instituto Butantan by Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas | Comemoração aos 125 Anos do Instituto Butantan by Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Eleuses Paiva, Secretário de Saúde l Comemoração aos 125 Anos do Instituto Butantan by Governo do Estado de São Paulo
André CortezFormado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). Ali encontra Daniela Thomas onde inicia uma parceria e também, como considera, uma continuação de sua formação. A partir de então já assinou mais de cem projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”.Julio DojcsarCenógrafo e grafiteiro. Desenvolve seu trabalho com base em intervenções urbanas e seus desdobramentos em outras mídias (teatro, moda, vídeo e instalações). Pesquisador da utilização de espaços alternativos como provocação dramatúrgica e performatividade dos corpos. Artista participante da 35º Bienal de São Paulo, com a instalação Inteligência Ancestral. No Teatro é integrante do movimento do teatro de grupos da cidade de São Paulo. Esteve como professor especialista convidado do Departamento de Artes Cênicas da Unicamp – 2019, onde ministrou entre outros projetos o curso Intervenção Urbana e Teatro. Prêmio de Melhor Cenografia festival internacional de Gazenga – Angola 2017 com o espetáculo Revolver do Coletivo Negro. Prêmio Shell de Figurino em conjunto com Silvana Marcondes – O Santo guerreiro e o Herói Desajustado – Cia São Jorge de Variedades – 2008. Osvaldo Miguel GabrieliEstudou em duas escolas de Belas Artes na cidade de Buenos Aires.Estudou Direção Teatral com Ariel Bufano participando também como ator da companhia no Teatro Municipal Gral. San Martin de Buenos Aires. Em 1980, viaja ao Brasil, radicando-se na cidade de São Paulo. De 1980 a 1984, trabalha como ator do grupo Vento Forte, dirigido por Ilo Krugli. Em 1984, funda e passa a dirigir, desde então, o grupo XPTO realizando 28 montagens e recebendo 22 dos mais importantes prêmios da categoria. Em 1993, estuda Direção Teatral com a diretora Romena Margareta Niculescu. Entre 2003 e 2007, realiza a Direção de Arte do espetáculo Os Sertões (O Homem 2 parte e A Luta parte 1 e 2) Teatro Oficina Dir. Zé Celso Martinez Correa.Renato Bolelli RebouçasDiretor de arte, cenógrafo, arquiteto, professor e pesquisador do Centro de Artes Cênicas da USP. Pesquisador no depto. de Performance Studies da Universidade de Nova Iorque e artista residente do Instituto Hemisférico de Performance e Política (2018-2019). Atua em teatro, ópera, dança, performance, artes visuais e exposições junto a diferentes artistas, cias. e instituições no Brasil e na Inglaterra, desenvolvendo projetos a partir de espaços abandonados e do reuso de materiais descartados. É integrante da ABRACE, OISTAT e da plataforma teiabr. É co-coordenador do núcleo de Cenografia do IFTR (International Federation for Theatre Research) e co-curador da edição de 2027 da Quadrienal de Praga do Design da Cena e da Performance.Carol BučekProfissional brasileira do setor cultural, formada em Design Industrial pela UEMG, com mais de 28 anos de experiência em cenografia, produção executiva e produção de cenários. Desde 2015, é coordenadora de cenografia da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), tendo contribuído também para o festival Mirada desde 2010 e, mais recentemente, para a Bienal SESC de Dança. Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se as óperas Macbeth e O Navio Fantasma (TMSP), Ariadne de Naxos e Os Montecchios e os Capuletos (Theatro São Pedro).Entre 2018 e 2020, atuou como professora no curso de Cenografia da EBAC e, desde 2022, coordena o curso Técnicas de Palco no Instituto de Teatro Brasileiro (ITB).
Instituto Butantan completa 125 anos e recebe investimentos de R$ 1,38 bilhão para ampliação do parque fabril; celebração conta ainda com entrega antecipada de mais 1,3 milhão de doses da vacina contra a dengue
IMSS repone cartillas de vacunación de forma gratuitaAlertan riesgo de repunte de sarampión por MundialComunidades mayas impulsan lenguas originarias en GuatemalaMás información en nuestro podcast
Puebla descarta delito en caso de niña con fentaniloFilarmónica capitalina ofrece conciertos este fin de semanaTesoro de EU prevé estabilidad en ingresos por arancelesMás información en nuestro podcast
#Bitcoin #DTV #DontTrustVerifyO podcast focado em Bitcoin falado em língua portuguesa. Neste episódio temos um convidado muito especial, António Silva.Maxfy (Compre sats sem KYC)https://maxfy.app/Medusa Wallet (Obtenha a sua carteira lightning)https://medusa.bzLotoMaxi (Apostas no preço da Bitcoin)https://lotomaxi.maximacitadel.org/APOIA O NOSSO PODCASTdtv@medusa.bz (Lightning Address)bc1qwfq446hu4vs7lw79guqqq2kzxv0ls90a6jylpu (Bitcoin Layer1)LINKSWebsite: https://fyoumoneypod.com/Rumble: https://rumble.com/FYouMoneyPTFountain: https://fountain.fm/show/K8Y5JQruNp7cAjpUuDi3Spotify: https://open.spotify.com/show/7atJjju3NGCtONJTZez2zzApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/f-you-money-em-portugues/id1606626713Google Podcasts: https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy83ZjM2MGM5OC9wb2RjYXN0L3JzcwTelegram group (English): https://t.me/FYouMoneyTelegram group (português): https://t.me/FYouMoneyPTTwitter: @_Hugo_Ramos_ | @FYouMoneyPodInstagram: ssurfer_tugaFacebook group: https://www.facebook.com/groups/bitcoinfyoumoneyLINKS DO CONVIDADOhttps://www.mot.gg/https://x.com/antonio_megas*O conteúdo deste canal não é informação financeira! Todos os nossos conteúdos são apenas para entretenimento.
Resguardan a menor hallada sola en Apaseo el Alto UNAM impartirá curso gratuito sobre cómo hacer tesisAlemania alerta por riesgos del cannabis en adolescentesMás información en nuestro podcast
O novo episódio de Entrevista com Autores aborda o artigo "Processo saúde-doença entre mulheres agricultoras na Amazônia Central: vulnerabilidades no trabalho e no ambiente": https://doi.org/10.1590/0102-311XEN098324.A entrevistada desse programa foi a coautora Letícia Souza Reis, Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC-UFBA). A condução da conversa ficou a cargo de Cláudia Torres Codeço, Editora Associada de Cadernos de Saúde Pública.Acompanhe CSP: linktr.ee/cadernosdesaudepublica.
En el Día Mundial de la Radio 2026, abrimos el micrófono para dialogar sobre radio e inteligencia artificial en dos mesas de análisis y reflexión; en esta emisión, escuchamos la participación de especialistas del Instituto de Investigaciones en Inteligencia Artificial.
A Guiné-Bissau efectuou em finais de Janeiro a contagem mundial 2026 das aves aquáticas migradoras, uma das maiores operações a nível internacional para a monitorização da biodiversidade. Esta contagem que decorreu em simultâneo em vários países inseridos nas rotas migratórias, foi realizada na Guiné-Bissau pelo IBAP, Instituto de Biodiversidade e das Áreas Protegidas, em parceria com outras entidades. Durante uma semana, oito equipas envolvendo um total de mais de 40 técnicos efectuaram essa contagem ao longo do litoral norte, centro e sul do país, bem como no arquipélago dos Bijagós que -lembramos- desde o passado mês de Julho alcançou o estatuto de Património Mundial Natural da UNESCO. António Pires, coordenador da Reserva da Biosfera dos Bijagós, esteve envolvido nesta contagem e explicitou a importância que tem designadamente para medir o estado de conservação em que se encontra determinado ecossistema. RFI: Antes de falarmos da contagem propriamente dita, onde decorreu e de que aves estamos a falar? António Pires: Estamos a falar de aves migradoras que procuram o arquipélago de Bolama-Bijagós durante o período do inverno europeu e em 2025 efectuamos a contagem mundial do arquipélago de Bolama-Bijagós e também na zona costeira da Guiné-Bissau. No arquipélago, temos três grandes zonas de contagem, devido à sua dimensão que cobre a parte de Bubaque-Soga, depois temos a parte de Formosa, mais para o norte do arquipélago, e depois a parte de Orango até mais a oeste do arquipélago. É efectuada assim a contagem do nosso espaço geográfico. Em termos da zona costeira, são efectuadas a partir do Parque Nacional Natural do Rio Cacheu até ao Parque Nacional de Cantanhez, que é a mais a sul da Guiné-Bissau. RFI: Estamos a falar que tipo de aves é que nós encontramos? António Pires: Principalmente das espécies de limícolas (aves que vivem nas praias e mangais). Fundamentalmente limícolas, que efectuam grandes migrações para o sul. Mas também encontramos as outras espécies de aves de médio e grande porte, como as garças, os mergulhões, etc, etc. Mas o alvo da contagem reside fundamentalmente nas limícolas, que empreendem grandes migrações a partir da zona de reprodução mais a norte da Europa, mais ou menos na zona da Sibéria, que ali nidificam e procuram o arquipélago Bijagós para a alimentação durante o período do inverno. RFI: Para nós termos um pouco a noção, quando elas migram de África rumo à Europa, para onde é que vão estas aves? António Pires: Existem vários pontos de paragem. Também irá depender da capacidade de cada grupo de aves para efectuar a migração de África para a Europa. Nesse caso há dois grandes sítios de grande concentração das aves nesse corredor de migração que é o arquipélago Bolama-Bijagós, ou também na Mauritânia, que é o Banco de Argan e há uma parte da população que também faz uma paragem na Europa. Parte dessa população fica na zona mais ocidental, em Lisboa, depois no Mar de Wadden (nos Países Baixos) e dali, depois, procuram o norte da Europa, que é a Sibéria para a reprodução. RFI: Desde quando é que efectuam essa contagem anual? António Pires: A Guiné-Bissau tem vindo a efectuar essa contagem há mais de dez anos, se não estou em erro. Isso foi fruto de um acordo trilateral no início entre a Dinamarca, a Alemanha e a Holanda, onde foi estabelecida uma equipa nacional para a monitorização dos sítios importantes das limícolas nos Bijagós. Depois disso, veio a desenvolver-se até à data presente. Desde 1997, mais ou menos, até esta data, temos vindo a contar regularmente as aves limícolas, também com o apoio de equipas portuguesas, de equipas holandesas, de equipas alemãs que contribuem junto com a equipa da Guiné-Bissau nas contagens ao longo desse período, mais ou menos de dez anos, se não estou em erro. RFI: Qual é a importância de estarmos todos os anos a efectuar essa contagem? António Pires: Bom, uma das importâncias da contagem mundial é para sabermos o efectivo da população que migra do norte ao sul ou do sul ao norte. Isso é a primeira questão. A outra segunda questão é o estado de conservação do espaço e também da disponibilidade do alimento que esses sítios oferecem. Porque as aves são Indicadores do bom estado de conservação dos ecossistemas. E outro aspecto também, ajuda de forma não directa, mediante estudos, a determinar a contaminação do sítio da contagem, por serem indicadores de metais pesados, mas isso numa esfera um bocadinho mais avançada, onde são efectuados estudos específicos nesse sentido. RFI: Durante uma semana, umas quantas equipas andaram tanto nos Bijagós como também na zona costeira da Guiné-Bissau para contar e ver as condições em que se encontram essas aves migradoras, O que é que andaram concretamente a fazer durante essa semana? Quais foram os critérios que aplicaram nas vossas buscas? António Pires: A equipa da Guiné-Bissau está constituída por oito grupos, no total de 46 pessoas. Nessas contagens procura-se saber o número de cada indivíduo. Procura-se também saber o estado do habitat onde eles se alimentam. Também são identificadas as ameaças associadas aos habitats e também as ameaças relacionadas com a presença das espécies no sítio. Mas também há factores que são recolhidos: factores do tempo, da maré, da incidência do sol, à pressão atmosférica. Há vários factores que são tomados em consideração durante o processo da contagem. O habitat até está em bom estado de conservação. A característica do sedimento, a vegetação que está à volta da área de contagem. Porque, por exemplo, nos Bijagós já temos um ecossistema de mangal que também é uma zona muito importante, onde a população humana dedica-se, fundamentalmente as mulheres, à recolha dos moluscos e durante a maré baixa utilizam este espaço para recolha desses moluscos. Então, existe mais ou menos uma relação entre a ave e as pessoas que utilizam o espaço durante a maré baixa. RFI: Nestes dez anos em que andaram a contar as aves migradoras, notaram alguma evolução? António Pires: Em termos do efectivo da população que procura o arquipélago, a zona costeira da Guiné-Bissau, não existe a diminuição do efectivo fruto de uma acção humana. Por exemplo, as flutuações da população dependem muito da disponibilidade do alimento ou da procura de novos sítios por essas espécies. Então, existe uma mobilidade à volta da zona costeira e do arquipélago Bolama-Bijagós. Mas pela disponibilidade do alimento, por exemplo, o arquipélago Bolama-Bijagós é muito influenciado pela dinâmica marinha e costeira. Então, isso faz com que os nutrientes estejam sempre à deriva de um lado a outro e depois é depositado num sítio específico ou num habitat específico durante a maré cheia e a maré baixa. Esses alimentos estão distribuídos dentro do espaço e as aves procuram nichos específicos para a alimentação. Mas não existe uma diminuição da espécie, de forma que a intervenção de uma outra actividade seja a excepção. Mas os habitats ou os sítios onde contamos, não existe uma diferença muito significativa. Também poderá ser em função da percepção da contagem dos factores também que interferem durante a contagem, por exemplo, a visibilidade, a distância que é contada. Isso interfere nos valores, mas não é significativo. RFI: Quais são os desafios, os problemas, os obstáculos que eventualmente estas aves encontram? Falou muito da questão de encontrar alimentos. Há outras problemáticas que enfrentam essas aves migradoras? António Pires: É mais associado ao habitat. Temos, por exemplo, o que é notório, a questão do lixo. Esse é um problema não só da Guiné-Bissau. Temos estado a constatar a presença do lixo que é trazido pelas correntes. Como sabe, a Guiné-Bissau está banhada por duas correntes, quer o mar do Golfo da Guiné e também a corrente fria que vem até à Guiné-Bissau. Então estas duas correntes, com a influência oceânica, trazem lixos para o interior do arquipélago. Mas não só, também dos lixos são produzidos nas grandes cidades e também a nível do arquipélago Bolama-Bijagós. Depois, com a chuva, parte desse lixo vai parar aos sítios de contagem e isso interfere um bocadinho nessa dinâmica da disponibilidade do habitat. O outro desafio é a necessidade da capacitação dos nossos técnicos para continuarmos nessa dinâmica internacional ligada ao Freeway, que é um corredor de migração das aves, fundamentalmente que ocorre desde a Sibéria, a parte da Europa, o banco de Argan e o arquipélago. RFI: Qual é o balanço que faz da contagem que efectuaram há alguns dias agora? António Pires: Eu considero que a contagem foi um sucesso. Os meios logísticos postos à disposição são consideráveis desde os recursos humanos, desde as embarcações, o combustível, o custo das deslocações, etc, etc. Isso fez com que a contagem fosse positiva. O outro aspecto é o nível de novas pessoas que foram incorporadas dentro dessa estrutura de contagem, porque é um trabalho que requer muito conhecimento, muita técnica e também muito trabalho de campo, anos de trabalho de campo que nos permitam identificar com certeza e dizer que é uma determinada espécie ou não. Na Guiné-Bissau, por tradição, temos estado nesse esforço, como referi anteriormente, há mais de dez anos. E bom, as dificuldades continuam a existir do ponto de vista da logística, porque estes meios também são implicados nas outras actividades. Depois é que são solicitados para a contagem mundial, por ser uma necessidade muito importante para o país. RFI: Quais são os desafios que encontram na conservação dessa biodiversidade? António Pires: Os desafios são vários. Temos o desafio desde o ponto de vista do aumento da população. Temos o desafio ligado ao desenvolvimento sustentável. Temos o desafio ligado à questão do turismo para o arquipélago ser agora um sítio de Património natural Mundial da UNESCO. O nível de importância aumentou consideravelmente. Isso faz com que o arquipélago Bijagós seja um sítio de procura. O número de turistas tem estado a aumentar, não de forma expressiva, mas sente-se a presença de cada vez mais pessoas à procura do arquipélago Bijagós. Em termos de conservação, temos o desafio ligado às mudanças climáticas. Em alguns sítios importantes, a erosão costeira tem estado a afectar alguns habitats muito importantes, sítios de reprodução das tartarugas, as zonas de alimentação de algumas espécies. Isso também é um problema. A pesca artesanal também é uma preocupação, por o arquipélago ser um sítio de excelência de actividade de pesca artesanal para os pescadores autóctones. Mas a Guiné-Bissau tem estabelecido protocolos de acordo com alguns países da África Ocidental, principalmente o Senegal. Procuram as nossas águas para as actividades de pesca, mas tudo com base na regulamentação que é estabelecida. Existe um sistema de fiscalização da actividade ilegal da pesca que é efectuada pelo Ministério das Pescas através de um departamento que tem a competência de fiscalizar actividades de pesca, não só no arquipélago, mas na zona costeira da Guiné-Bissau também. Outro desafio ligado à biodiversidade poderá estar associado à gestão do espaço e do recurso. Por ser uma reserva da biosfera, existe múltiplos actores. Há uma necessidade de estabelecer uma sinergia, uma cooperação, uma troca de informação em tempo útil para permitir que as medidas de gestão e de conservação sejam tomadas de forma atempada, evitando assim grandes problemas para o futuro. RFI: As populações locais entendem a necessidade de se cuidar da biodiversidade? António Pires: Sim, existem vários canais que temos estabelecido com os nossos parceiros, desde a comunidade local, do poder tradicional, das associações de base, das ONGs, da administração local, mesmo o Estado. Há um mecanismo de sensibilização ligado à importância do arquipélago Bijagós e mesmo ligado também à conservação da biodiversidade no arquipélago. Por exemplo, temos ONGs que têm a vocação específica ligada à questão da sensibilização, que começa desde a escola até a um nível mais alto, por exemplo, com os deputados, com os membros do governo. São efectuados esses trabalhos de sensibilização, de lobby, para despertar a atenção da importância do arquipélago e do cuidado que se deve ter em termos do desenvolvimento. Por exemplo, também as escolas de verificação ambiental. Há associações de amigos do ambiente, associações de professores, que também estão direccionados para questões ambientais. Agora, também há jornalistas de amigos do ambiente que estão a solicitar uma visita ao arquipélago, para irem conhecer. Então, essa dinâmica já está instalada. Mas é preciso um reforço dessa ferramenta de comunicação que nos irá permitir trabalhar não só a nossa instituição, que tem a responsabilidade da conservação, mas também as outras instituições também, que têm interesse dentro dessa região, para alinharmos o processo da conservação e a promoção do desenvolvimento sustentável nos diferentes eixos que são propostos.
Han participado: Juan Pedro Moreno, presidente del Consejo Asesor para la Transformación digital de la Comunidad de Madrid; Fernando Zunzunegui, abogado y profesor; y Juan José Rubio, catedrático de Hacienda Pública y exdirector del Instituto de Estudios Fiscales.
La comida es un pilar fundamental de la identidad cultural. El clima, el entorno geográfico y los recursos locales han moldeado nuestra alimentación. Muchos europeos vemos los insectos como alimentos exóticos, sin embargo, en más de un centenar de países forman parte de la dieta cotidiana. En "Más cerca" (Radio 5) hemos hablado con Ligia Esperanza Díaz y Tatiana Pintado, investigadoras del Instituto de Ciencia y Tecnología de Alimentos y Nutrición del CSIC y coordinadora y coautora, respectivamente, del libro “Los insectos comestibles en el mundo” (CSIC-La Catarata). Escuchar audio
Abrimos nuestros micrófonos a nuestra comunidad universitaria, con el objetivo de poner al aire los esfuerzos que se realizan en los distintos campus.Recibimos en cabina a la Mtra. Aime Samara Flores Hernández y la Dra. Griselda Hernández. También a los jóvenes estudiantes Jhonny Yepez Rodriguez, Elizabeth Bastián Gómez y Marisol Martínez.
Alex Gómez-Marín is a controversial figure in contemporary neuroscience, known for challenging the materialist framework that dominates scientific accounts of consciousness. He argues that Near Death Experiences (NDEs) raise profound questions about the nature of reality and the limits of reductionist explanation. In this interview, Gómez-Marín reflects on the scientific evidence we have for NDEs and what they might mean for answering ultimate questions about the purpose of human existence. Àlex Gómez-Marín is a Theoretical physicist and neuroscientist, Associate Professor at the Instituto de Neurociencias of Alicante in Spain, and director of the Pari Center in Italy.Please do email us at podcast@iai.tv with any of your thoughts or questions on the episode!To witness such talks live, buy tickets for our upcoming festival: https://howthelightgetsin.org/festivals/And visit our website for many more articles, videos, and podcasts like this one: https://iai.tv/You can find everything we referenced here: https://linktr.ee/philosophyforourtimesSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Mauro Amato. Exfutbolista. Jugaba de delantero y su primer club fue Estudiantes de La Plata. “El Inmortal” fue ídolo de Atlético Tucumán. Ahora, encabeza “Fútbol y Valores”, un taller que dicta en el Instituto de Menores Francisco Legarra, en la ciudad de La Plata. “Quería involucrarme socialmente”, “El objetivo es no solo promover lo futbolístico, sino también dar mensajes sobre la vida”.
Más de 700 chinos residentes de La Rioja celebran esta fiesta a más de 10.000 kilómetros de distancia de su tierra
O paleoantropólogo francês Antoine Balzeau, pesquisador do Museu Nacional de História Natural, em Paris, é o autor principal de uma pesquisa recente publicada no Journal of Anatomy. O estudo permitiu, pela primeira vez, criar uma cartografia detalhada dos vestígios encontrados nos endocrânios, a cavidade interna da caixa craniana. Esse imenso banco de dados, construído a partir dos dados de dezenas de voluntários, ajudará cientistas do mundo todo a decodificar com mais precisão o cérebro do homem pré-histórico. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris O cientista francês Antoine Balzeau estuda há cerca de 20 anos os endocrânios dos nossos ancestrais. Essa superfície funciona como um molde natural e guarda marcas deixadas pelo cérebro ao longo da vida à medida que ele cresce, fornecendo pistas, por exemplo, sobre seu tamanho. Como o órgão é um tecido mole, não existem fósseis de cérebros humanos e as impressões deixadas no endocrânio são uma das únicas maneiras que os cientistas têm de tentar reconstruir o cérebro de nossos antepassados. Conhecer essas marcas em detalhes abre perspectivas inéditas para a ciência, como entender, por exemplo, qual é a relação entre as estruturas cerebrais e o comportamento. "O objetivo é estudar o cérebro dos humanos pré-históricos, mas esse órgão não se fossiliza. Só nos resta o crânio e, dentro dele, o endocrânio, onde o cérebro deixa impressões, que vamos reconstituir e analisar para tentar compreender a forma do cérebro do homem pré-histórico", explica Antoine Balzeau, que também atua no CNRS (Instituto Nacional de Pesquisa Científica) As análises científicas que envolvem o endocrânio são "bastante subjetivas", segundo o pesquisador. Para comparar o cérebro dos homens pré-históricos com os dos humanos de hoje, os cientistas dispõem principalmente de enciclopédias de anatomia cerebral ou de outros documentos similares, cujos dados são baseados na média populacional. A nova cartografia muda esse cenário. "Decidimos investir na criação de uma padronização científica para realizar essa análise e entender, de fato, a relação entre a forma do cérebro e as marcas deixadas na superfície interna do crânio." Esse banco de dados fornece informações detalhadas em forma de impressões cerebrais no endocrânio, que ajudará os cientistas a decodificar o cérebro pré-histórico. Descrição da pesquisa O estudo conduzido pelo cientista francês durou cerca de três anos e envolveu 75 participantes de 18 a 75 anos, que passaram por um exame aprofundado de ressonância magnética, de cerca de três horas, no Instituto do Cérebro, no hospital parisiense Pitié-Salpêtrière, localizado no 5º distrito da capital. O avanço dos exames de imagem nos últimos anos permitiu à equipe do cientista francês "fotografar" em detalhes o endocrânio dos voluntários, mas exigiu adaptação das ferramentas e dos programas de informática utilizados nas análises dos dados da ressonância. "Conseguimos reunir um grande volume de informações. Fizemos uma ressonância magnética no cérebro, outras duas específicas para o formato do crânio e outras imagens das estruturas cerebrais internas. O objetivo foi obter uma enorme base de dados anatômica, que ainda será explorada por muitos anos para tentar entender melhor todos os mistérios que envolvem o órgão", diz. A análise dos dados obtidos demorou cerca de um ano. "Foi preciso identificar todas as marcas deixadas no cérebro e no molde craniano, fazer as correlações necessárias, as estatísticas, comparar, escrever e analisar." O perfil dos voluntários, destaca Antoine Balzeau, era variado e incluía homens e mulheres na mesma proporção, além de atletas, músicos, destros, canhotos e pessoas com outras especificidades. A diversidade anatômica cerebral e comportamental foi um dos critérios fundamentais. De acordo com o pesquisador, objetivo é utilizar os mesmos dados em um outro estudo sobre a relação existente entre o formato do cérebro e o comportamento, que ainda está em fase de preparação. Após a conclusão da pesquisa, Antoine Balzeau enviou os resultados para outros cientistas da área e pediu que eles descrevessem os endocrânios ancestrais com base nos novos dados disponibilizados pelo estudo. O resultado foi surpreendente. Os pesquisadores perceberam que, até então, trabalhavam com critérios imprecisos, exatamente como imaginou o pesquisador francês no início do estudo. "O que produzimos, no fim, foi uma cartografia de 75 indivíduos, que traz a relação detalhada entre os sulcos cerebrais e a forma do endocrânio, além de todas as marcas existentes. O artigo que publicamos reúne todas as informações e dados possíveis, além de todas as suas variações, para que os pesquisadores possam ter critérios de análise extremamente precisos", explica. Outra finalidade da pesquisa, ressalta o paleoantropólogo, é entender como funciona o cérebro humano. "Isso é complicado porque sabemos que há áreas cerebrais envolvidas em diferentes funções, como a linguagem ou a visão. Mas, nessas áreas, não é só o tamanho e a posição que contam: é preciso encontrar uma relação entre a forma e a assimetria de um lado em relação ao outro e o comportamento", explica. "Alguns voluntários são destros ou canhotos, por exemplo, e assim poderemos observar se há impacto na forma ou na posição no cérebro e, se for o caso, aplicar esse conhecimento na análise de um fóssil", conclui.
Ruth Martínez, delegada de STEM, que denuncian la situación del 4 instituto para Colmenar Viejo
Con Josemi Gastón, Director del Instituto de Memoria, y Laura Remírez, alcaldesa de Lodosa
Podcast del programa Imagen Empresarial transmitido originalmente el 13 de febrero del 2026. Conduce Rodrigo Pacheco Los entrevistados de hoy Entrevista: Christian Ehrlich, Socio Director de Inteligencia en RISKOP y Director del Instituto de Estrategia y Estudios de Defensa. Tema: Relación México-EEUU en materia de seguridad; entorno de seguridad en a México y perspectivas a futuro
Un fármaco contra la leucemia (Tenipósido) revela una nueva aplicación al comprobarse que activa la defensa innata del sistema inmune (proteína STING) y podría utilizarse en el contexto de la inmunoterapia frente al cáncer. Adrián Velázquez, catedrático de Bioquímica e investigador del BIFI de la Universidad de Zaragoza, ha participado en este hallazgo que publica la revista científica Frontiers in Immunology y lo cuenta en Ágora. Por otro lado, Clara Malo (I3A y Facultad de Veterinaria Unizar) expone su investigación sobre preservación de tejido ovárico. Alrededor del 30% de las niñas que superan un cáncer infantil tienen después grandes dificultades para ser madres. Estos problemas de fertilidad vienen derivados de los agresivos tratamientos que reciben para curarse. Por ello, el Instituto de Investigación en Ingeniería de Aragón y ASPANOA llevan a cabo un proyecto para mejorar la preservación del tejido ovárico de las niñas con cáncer.
Hablamos con Inés R. Artola, Doctora Europea en Historia del Arte, musicóloga y titulada superior en piano. Profesora adjunta del Departamento de Teoría de la Música y profesora del Instituto de Historia del Arte de la Universidad de Varsovia. Autora del libro “La Landowska: Una crónica por España (1905-1936)”.FALLA: Canción (2.12). E. Sánchez (p.). POULENC: Concierto campestre (22.35). W. Landowska (clv.). Dir.: L. Stokowski. FRANCISQUE: Bransle (2.09). W. Landowska (clv.). FALLA: Nocturno (4.01). E. Sánchez (p.).Escuchar audio
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (14): O Palácio do Planalto vetou a participação de ministros no desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que acontece no próximo domingo (15), no Rio de Janeiro. A escola levará para a avenida o enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, que retrata a trajetória do presidente desde a infância em Pernambuco até a consolidação como líder sindical, político e chefe do Executivo federal. Antes de ser tema da escola de samba Acadêmicos de Niterói, o presidente Lula (PT) também vai curtir o carnaval em Recife (PE) e em Salvador (BA). O presidente vai participar do Bloco Galo da Madrugada e aproveitou para visitar as obras de uma indústria farmacêutica no Complexo de Suape. Antes de ser tema da escola de samba Acadêmicos de Niterói, o presidente Lula (PT) também vai curtir o carnaval em Recife (PE) e em Salvador (BA). O presidente vai participar do Bloco Galo da Madrugada e aproveitou para visitar as obras de uma indústria farmacêutica no Complexo de Suape. O carnaval de rua já começou na semana passada, mas agora é oficial, a folia está no ar e neste sábado (14) a capital paulista vai receber 78 blocos de rua e a polícia já está a postos, assim como a equipe de atendimento para tirar dúvidas dos foliões. Além disso, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), anunciou mudanças que foram feitas em relação aos megablocos, após a superlotação na Consolação na última semana. Um novo estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que o mercado de trabalho brasileiro tem capacidade para absorver a mudança proposta com o fim da escala de trabalho 6x1. No entanto, a proposta segue gerando forte debate. A âncora destaca que boa parte do setor produtivo e dos empresários não compartilha dessa mesma convicção, demonstrando preocupação com os impactos da medida. Um estudo da FecomercioSP aponta que o custo do trabalho aumentaria 22% se o plano de redução da escala 6x1 sair mesmo do papel. Para debater esse assunto, a Jovem Pan News recebe a assessora jurídica da entidade sindical, Karina Negrelli. O departamento que comanda o Serviço de Imigração dos Estados Unidos está paralisado por um impasse dentro do Congresso norte-americano, uma vez que os parlamentares não decidiram as mudanças nas regras de atuação do ICE. Depois de ouvir a Polícia Federal, o ministro André Mendonça deve determinar as primeiras ações na investigação do escândalo envolvendo o Banco Master. Para analisar os desdobramentos jurídicos, a Jovem Pan News entrevista o Dr. Sidney Stahl. O Carnaval 2026 já começou e as articulações políticas também. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), compareceu ao Sambódromo do Anhembi nesta sexta-feira (13) e foi questionado sobre uma possível participação dele na chapa de Tarcísio de Freitas, que concorrerá ao governo do Estado. O prefeito negou que seria vice do aliado nas eleições deste ano. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que ele receba a visita do deputado federal Guilherme Derrite. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses no presídio da Papudinha, em Brasília, por tentativa de golpe de Estado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Los organizadores de la Cabalgata del Año Nuevo Chino de València suspenden la cabalgata programada para este sábado y descartan aplazarla a otra fecha.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (10):A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve apresentar um novo pedido de prisão domiciliar, segundo anúncio feito por Carlos Bolsonaro nas redes sociais. O argumento é baseado em laudos da Polícia Federal e do médico assistente que apontam comorbidades relevantes e riscos elevados à saúde do ex-presidente. O Brasil manteve em 2025 a segunda pior nota de sua série histórica no Índice de Percepção da Corrupção, divulgado pela Transparência Internacional. O país registrou 35 pontos em uma escala de 0 a 100 e ficou na 107ª posição entre 182 nações avaliadas. Apesar da leve alta em relação a 2024, a variação é considerada estatisticamente insignificante, indicando estagnação na percepção sobre corrupção no setor público. Entidades do setor produtivo demonstraram preocupação com a proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1, que pode gerar impactos bilionários nos custos das empresas. Representantes da indústria também criticam a condução do debate em Brasília e afirmam não terem sido chamados para discutir o tema. O presidente da Câmara, Hugo Motta, quer votar a medida até maio. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que a redução da jornada semanal para 40 horas elevaria o custo médio do trabalho celetista em 7,84%, impacto semelhante a aumentos recorrentes do salário mínimo. Apesar disso, a pesquisa aponta que a maioria dos setores conseguiria absorver a mudança. Hoje, grande parte dos trabalhadores formais ainda cumpre jornadas de 44 horas semanais. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que continua conversando com o presidente Lula sobre uma possível candidatura ao governo de São Paulo em 2026. Apesar das pressões políticas, o ministro disse que seguirá ouvindo o presidente antes de tomar uma decisão definitiva sobre a disputa no maior colégio eleitoral do país. O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, reuniu-se com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e afirmou que a conversa reforçou a parceria entre a sigla e o governo paulista. O encontro ocorre enquanto o presidente Lula (PT) tenta atrair o MDB para sua chapa à reeleição, inclusive com a possibilidade de indicar um vice do partido. Nos bastidores, o movimento é visto como sinal de disputa interna sobre o rumo da legenda em 2026. O ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou sua pré-candidatura ao governo do estado. Cassado em 2021 após suspeitas de desvios de recursos na saúde durante a pandemia, o político afirma estar mais experiente e preparado para retornar à vida pública. Para disputar as eleições, Witzel busca uma nova sigla de centro-direita. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Antonio Sanabria, Doctor en Economía, profesor e investigador en economía aplicada en la UCM; Inmaculada Serrano, CEO de StratXpace; y Juan José Rubio, catedrático de Hacienda Pública y exdirector del Instituto de Estudios Fiscales, debaten sobre cómo la falta de mantenimiento y el uso de la inversión pública como partida de ajuste pasa factura al país.
Esta madrugada hemos invitado al programa a Josefa Masa, epidemióloga del Instituto de Salud Carlos III, que nos ha explicado las causas del repunte de contagios de sarampión y ha hecho una llamada a la calma tras la decisión de la OMS de retirar a España el estatus de país libre de esta enfermedad. También hemos hablado con Luis Miguel Real, psicólogo experto en adicciones, que nos ha hablado del culto al cuerpo y ha respondido a la pregunta: “¿Es posible ser adicto a la vida sana?”. Y, en su sección de los lunes, Antón Meana nos ha comentado algunas de las imágenes que han marcado el fin de semana: la Super Bowl con el espectáculo del medio tiempo protagonizado por Bad Bunny, y la brutal lesión de la esquiadora Lindsey Vonn. También de la relación de los futbolistas con su peso.
Un pensamiento ambiental complejo que cuestiona las simplificaciones sobre Colombia: Julio Carrizosa Umaña, exministro de Ambiente e investigador por más de cinco décadas en asuntos ambientales, conversa sobre su libro Colombia compleja. ¿Por qué Colombia ha sido tan difícil de gobernar? ¿Por qué ningún poder central ha logrado ejercer autoridad plena sobre todo el territorio? La respuesta, dice, está en la complejidad ecosistémica: tres cordilleras, dos océanos, abundancia de agua y cenizas volcánicas que han hecho posible que la población crezca y se disperse, que los pueblos encuentren refugio y sustento. Contra los pesimismos y optimismos dogmáticos, señala logros extraordinarios construidos en medio de la guerra: los parques nacionales, la Universidad Nacional, espacios como el Parque Explora. “La gran mayoría de la gente en Colombia es extraordinariamente buena”, afirma. Julio Carrizosa Umaña (Bogotá, 1935) es ingeniero civil de la Universidad Nacional de Colombia, máster en Administración Pública de Harvard y magíster en Economía de la Universidad de los Andes. Fue director del Instituto Geográfico Agustín Codazzi (1969-1973). Lideró la creación de 17 parques nacionales naturales y participó en la redacción del Código Nacional de Recursos Naturales de 1974. Cofundador y director del Instituto de Estudios Ambientales (IDEA) de la Universidad Nacional, ha desarrollado durante más de cinco décadas el concepto de “visión ambiental compleja”, que integra las dimensiones ecológicas, sociales e históricas para comprender los problemas del país. Entre sus obras destacan ¿Qué es ambientalismo? La visión ambiental compleja, Colombia: de lo imaginario a lo complejo y Colombia compleja. En 2010 recibió el Premio Nacional al Mérito Científico en la categoría Vida y Obra.
Entrevista Ignacio Bartesaghi - Doctor en Relaciones Internacionales, director del Instituto de Negocios Internacionales de la UCU by En Perspectiva
El exministro socialista Antonio Jose Seguro se ha convertido en el presidente electo de Portugal tras los comicios celebrados este domingo. Lo ha hecho además con el mayor número de votos conseguidos por un candidato en unas presidenciales y duplicando los apoyos coschados por su rival, el líder del ultraderechista Chega André Ventura. Hoy Seguro se ha reunido con el presidente saliente, Marcelo Rebelo de Sousa. Repasamos lo ocurrido en la jornada electoral con la enviada especial de RNE a Portugal, Antía André, y el análisis con Inés Gregorio, profesora del Instituto de Estudios Políticos de la Universidad Católica de Portugal.Escuchar audio
Durante la cumbre de Davos, en Suiza, aprovechando la presencia de altos mandatarios internacionales y de multimillonarios hombres de negocios, asistimos a la escenificación del nacimiento de un nuevo organismo internacional: la Junta de Paz. Una entidad diseñada por Donald Trump y su círculo más íntimo, gobernada por él a modo de club privado, en el que entra y sale quien solo él decida previo pago de 1.000 millones de dólares. Este organismo pretende suplantar las funciones de la ONU en las zonas de conflicto y, sobre todo, ser la plataforma de inversión para la reconstrucción de regiones enteras devastadas por criminales de guerra o genocidas miembros, a su vez, de esta Junta de Paz. Con Javier Biosca, jefe de Internacional de elDiario.es, explicamos en qué consiste la Junta de Paz, cómo pretende funcionar y quiénes son, de momento, sus miembros. Con Jesús Núñez, codirector del Instituto de Estudios sobre Conflictos y Acción Humanitaria, analizamos las repercusiones para el orden internacional que puede tener este nuevo colonialismo del siglo XXI. *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuestra comprensión del universo depende de la precisión con que podamos medirlo. Desde los relojes de sol hasta los atómicos, la evolución de la tecnología no solo busca puntualidad, sino descifrar por qué el tiempo parece fluir constantemente del pasado al futuro y que ocurre cuando intentamos medirlo a intervalos cuánticos, diminutos, o si pudiéramos hacerlo en escenarios extremos como un agujero negro o el Big Bang. Hemos entrevistado a Miguel Ángel Martín Delgado, catedrático de Física Teórica en la universidad Complutense y autor del libro “¿Qué es el tiempo y como se mide?” (Catarata).Con Carlos Briones hemos analizado un estudio que apoya la hipótesis del mundo RNA, que propone que la vida en la Tierra primitiva comenzó con estas moléculas y no con ADN. En concreto, la investigación muestra la forma en la que pudo generarse el ARN de transferencia, esencial para la síntesis de proteínas. José Luís Trejo nos ha contado una interesante investigación sobre el sistema de orientación de los pájaros carboneros que demuestra que el cerebro puede "descargar" actualizaciones físicas según las necesidades del entorno. Amanda López nos ha informado de un trabajo coliderado por el Instituto de Astrofísica de Andalucía que revela el papel de las tormentas de polvo en la desaparición del agua en Marte. Con testimonios de Adrián Brines, del IAA (CSIC). Hemos informado de la campaña de recaudación de fondos iniciada por la Fundación CRIS Contra el Cáncer para financiar al Grupo de Mariano Barbacid en el CNIO después de los excelentes resultados obtenidos en ratones de un tratamiento contra el cáncer de páncreas; del aplazamiento a marzo de la misión Artemis II de la NASA por fugas de combustible y problemas de comunicación; y de la recuperación parcial de la visión de un paciente con ceguera total a partir de un ensayo clínico de microestimulación eléctrica cerebral desarrollado por investigadores de la Universidad Miguel Hernández de Elche y del CIBER en Bioingenería, Biomateriales y Nanomedicina del Instituto de Salud Carlos III (ISCIII).Escuchar audio
Mientras Washington afirma que las conversaciones con La Habana ya han comenzado, el presidente cubano Miguel Díaz-Canel anunció la disposición de su gobierno a dialogar con Estados Unidos. Sin embargo, el investigador Sebastián Arcos advierte que, lejos de abrir una auténtica vía de negociación, el régimen cubano se estaría exponiendo a una intervención militar de Estados Unidos. Mientras Estados Unidos viene diciendo que las conversaciones con Cuba ya empezaron, el presidente Díaz-Canel anunció la víspera la disposición de su país a dialogar con Washington. Desde La Florida, el investigador Sebastián Arcos dijo a RFI que el régimen cubano "se expone a una intervención militar como la que terminó con la captura de Maduro el 3 de enero". Además de cortar el suministro de petróleo venezolano y el flujo de dinero de Caracas hacia la isla, el presidente Donald Trump firmó el jueves un decreto que contempla la imposición de aranceles a aquellos países que vendan crudo a La Habana. El presidente cubano admite que la isla atraviesa una crisis económica y energética, lo que obligará a aplicar ajustes y racionamiento a una población ya golpeada por los apagones y la falta de agua y alimentos. Aunque Washington sostiene que las conversaciones con La Habana ya comenzaron, Díaz-Canel dijo la víspera que estaba a favor de un diálogo con Estados Unidos "sin presiones ni injerencias". Sebastián Arcos, director del Instituto de Investigaciones Cubanas de la Universidad de La Florida, se muestra escéptico frente a esa posibilidad de diálogo. "Es falso que La Habana quiera dialogar" "Que ellos [las autoridades cubanas] digan que están dispuestos a dialogar, eso es falso. Ellos quieren únicamente que [los Estados Unidos] les hagan concesiones, que les levanten las sanciones económicas y que los dejen tranquilos, que los dejen violar los derechos humanos de la población cubana, que los dejen robarse todo el dinero que le corresponde a los cubanos", dice Arcos. La situación en Cuba ha empeorado tras la caída de la ayuda de Venezuela, un aliado estratégico para La Habana que, sometida desde 1962 a un embargo estadounidense, dependía del petróleo de Caracas. La isla se encuentra al borde del colapso humanitario, según la ONU. "Ahora el que tiene la sartén por el mango es Estados Unidos, no el régimen cubano. Si los cubanos deciden no sentarse a conversar en serio con Estados Unidos, dentro de cuatro semanas se quedan sin combustible y el país se apaga. Cuba no es Irán, un país que se encuentra del otro lado del planeta. Cuba está a escasas 90 millas de Estados Unidos. Hay una flota estadounidense ahora en Irán dispuesta a castigar a Irán por haber matado a más de 10.000 personas, casi todos muchachos jóvenes, incluso de 17 años. Eso podría suceder mañana en Cuba. Y la presión sobre el gobierno de Estados Unidos para intervenir militarmente [en Cuba] sería irresistible". "Cuba está llamando a una intervención militar" Donald Trump ha intensificado sus amenazas contra Cuba tras la caída de Nicolás Maduro y ha reiterado que podría imponer aranceles a los países que le vendan petróleo a la isla. Para Arcos, La Habana se está colocando en una situación similar a la que precedió la intervención en Venezuela. "Si Estados Unidos considera que el régimen cubano no se está moviendo en la dirección en la que tiene que moverse, tal vez ese país tenga que hacer un recordatorio como el que ocurrió en Venezuela el 3 de enero. Si mañana el pueblo de Cuba se tira a las calles a pedir cambio de régimen y el régimen decide matar a los manifestantes, se está exponiendo a una intervención militar de Estados Unidos. De hecho, Cuba está llamando a una intervención militar de los Estados Unidos. La salida es precisamente que el régimen cubano reconozca que está en un callejón sin salida y empiece un diálogo franco con Estados Unidos, sin condiciones, sobre un proceso de transición del actual régimen a un régimen", concluye.
Ha sido utilizado en Gaza y lo está utilizando el ICE. Se trata del sistema de cibervigilancia más poderoso del mundo. Es una tecnología que recopila, cruza y analiza datos de personas con los que crea perfiles de quiénes somos, qué hacemos, incluso qué haremos. De modo que puede usarse para anticipar protestas, identificar a disidentes y generar un clima de terror. Y se está utilizando para eso. Se está utilizando para imponer un Estado policial de vigilancia. Es la tecnología para implantar el nuevo tecno autoritarismo. ¿Qué es Palantir, y quién es su fundador, el controvertido millonario Peter Thiel? ¿Qué se esconde detrás una de las empresas de software de vigilancia más poderosas del mundo? Vuelven nuestros Radicales Libres, Helena Sardà y Oriol Erausquin, para destripar qué hay detrás de Palantir, sus sesgos, su relación con Donald Trump, y su influencia en todo el mundo, con Ekaitz Cancela, periodista y autor de “Utopías Digitales”, Anita Fuentes, investigadora en el Instituto de Investigaciones Feministas de la Universidad Complutense de Madrid, José Bautista, director de investigaciones periodísticas en la Fundación PorCausa y Judith Membrives, investigadora en derechos digitales y fundadora de Algorights. Más información aquí: https://www.eldiario.es/132_c5c055 Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
El IMCINE, los planes y las tareas de 2026 Enero de 2026. Hace un año y cuatro meses el Instituto Mexicano de Cinematografía estrenaba directora. Daniela Alatorre, productora, documentalista y gente de cine, suplió a la también cineasta María Novaro al mando del Instituto encargado de fomentar la producción y la exhibición de cine en México. ¿Qué ha pasado en este tiempo? ¿Es real que el presupuesto asignado al IMCINE aumentó? ¿Cómo se va a usar ese dinero?En estos 15 meses el IMCINE ha ajustado tuercas y con la creciente presencia del cine mexicano en el mundo, es momento de hacer un rápido recuento de lo que se ha hecho y de lo que se quiere hacer… Porque eso nos importa a todos y a todas Las razones son varias y Daniela Alatorre, directora del IMCINE, es la invitada para comentarlo con nosotros en este podcast. ¿Quieren conocer las convocatorias que lanza el IMCINE ahora que inicia 2026? También de eso trata este episodio. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Con ocasión del primer mes de la captura de Maduro por parte de Estados Unidos, preguntamos a dos especialistas si la administración Trump está logrando las etapas que había detallado el secretario de Estado Marco Rubio para la era pos-Maduro: estabilización, recuperación económica, reconciliación y transición. Entrevistados: Evan Ellis, profesor del Instituto de Estudios Estratégicos de la Escuela de Guerra del Ejército de los Estados Unidos, y el diplomático Víctor Rodríguez Cedeño. El tema de la transición en Venezuela fue abordado por la jefa de la misión estadounidense en Caracas, Laura Dogu, en la reunión que sostuvo la víspera con la presidenta encargada, Delcy Rodríguez. En una publicación en X, la embajadora Laura Dogu indicó que presentó las fases que diseñó el jefe de la diplomacia estadounidense, Marco Rubio, para Venezuela: "estabilización, recuperación económica y reconciliación, y transición". Maduro fue depuesto y capturado por fuerzas estadounidenses, que bombardearon la capital venezolana y regiones vecinas el pasado 3 de enero. Un mes después, ¿se puede decir que se empiezan a observar cambios estructurales hacia la transición democrática del país? Las etapas señaladas por Rubio están teniendo "una suerte dispar", según Evan Ellis, profesor investigador de estudios latinoamericanos en el Instituto de Estudios Estratégicos de la Escuela de Guerra del Ejército de los Estados Unidos. Dudas sobre la transición "La estabilidad, por ahora, se ha logrado. Por ahora se ha evitado una campaña de terrorismo por parte de los criminales, los cuales podrían temer perder sus posiciones. En cuanto a la reactivación, yo creo que estamos haciendo lo fácil, es decir, entregas de petróleo, operaciones que requieren una inversión limitada, operaciones menores, etc. Vamos a ver que se realizan ciertas cosas fáciles, lo que da una apertura limitada. Pero no van a regresar los 9 millones de venezolanos, ni van a reactivar la economía, ni vamos a restaurar los 8 millones de barriles de petróleo al día prometidos por Hugo Chávez. Y en cuanto a esa tercera parte, transición, creo que esto es quizás lo más improbable. Creo que vamos a volver al juego que Jorge Rodríguez y otros ya jugaron con la administración Biden, con Juan González [principal asesor del presidente Biden para América Latina], con muchas otras personas antes, y esto desde siempre. Yo tengo mis dudas sobre hasta cuándo vamos a llegar en esta transición, lo cual es una etapa muy importante para los venezolanos". En cuanto al impacto en la región, el diplomático Víctor Rodríguez Cedeño (exrepresentante de Venezuela ante la ONU) afirma que la extracción de Maduro viene a destapar que la situación venezolana no era un problema exclusivo de los venezolanos. También ha demostrado que tiene un impacto hemisférico-regional en materia de seguridad, migración y economía. Posible impacto en Cuba y Nicaragua "Hemos visto cómo en el proceso de democratización de la región Venezuela juega un papel importante. Ahí tenemos ya, por ejemplo, los anuncios políticos en relación con Cuba y Nicaragua. Creo que ha habido un avance importante también [con esos países]. Eso es lo que ha permitido incluso que algunos gobiernos de países como Brasil y Colombia, por ejemplo, que han sido muy radicales a favor de Maduro, no hayan sido tan críticos extremos con la posición de los Estados Unidos, la cual ha sido totalmente novedosa con respecto a lo que está sucediendo en Venezuela. Es la primera transición, un proceso de transición inédito en el sentido de que las partes trabajan, pero es un proceso impuesto más bien por un actor externo". Desde el pasado 3 de enero, Venezuela apunta a un horizonte incierto en mitad de una fase intermedia, abierta y dependiente de los Estados Unidos. Mientras, millones de venezolanos que migraron dudan en regresar al país, planteándose si esta nueva etapa atiende realmente a una transición democrática o a una reconfiguración del poder interno.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação em Educação Física, Especialista em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos, e Doutorado em Neurociências e Comportamento, Paula Costa Teixeira.Só vem!>> OUÇA (116min 16s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Paula Costa Teixeira possui graduação em Educação Física com Licenciatura Plena pelo Centro Universitário UniFMU (2005), especialização em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos pela UNIFESP (2017) e Doutorado em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP (2014).É certificada em Intuitive Eating, em Nutrição Comportamental e no Método das Cadeias Musculares, além de possuir várias certificações em Meditação.Atua como Professora Associada no Programa de Neurociências do Comportamento do Instituto de Psicologia da USP.É também Colaboradora do AMBULIM – Programa de Tratamento de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, onde é responsável pelas práticas corporais dos pacientes que tratam anorexia, bulimia e compulsão alimentar, e coordena o núcleo de pesquisa e ensino – o NUPE-AMBULIM.Além disso, é Professora do Instituto Nutrição Comportamental e de vários cursos de extensão e pós-graduação.Paula é empreendedora do Exercício Intuitivo, uma marca registrada da sua abordagem na atividade física que surgiu a partir de suas pesquisas clínicas.E é uma das criadoras do movimento “Prevenção Sem Danos”, com ações de prevenção de transtornos alimentares e obesidade na comunidade escolar.Lattes: http://lattes.cnpq.br/2750576428713928*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Value School | Ahorro, finanzas personales, economía, inversión y value investing
Mapi Amela visita Value School para invitarnos a construir un camino de estabilidad, tranquilidad y crecimiento a largo plazo desarrollando sencillos hábitos de ahorro que están al alcance de todos. Si sientes que ha llegado el momento de darle al dinero el protagonismo que realmente tiene y quieres tomar el control consciente de tu futuro financiero sin complicaciones innecesarias, en esta sesión vas a aprender cómo. Mapi Amela lleva más de 20 años gestionando su dinero de forma consciente como ahorradora e inversora, algo que ya había visto hacer a su madre, cuyo ejemplo la llevó a dedicarse a ello. Divulgadora, autora y ponente habitual en medios y eventos, Mapi inspira a miles de personas (principalmente, mujeres) a plantearse una vida financiera más libre, a mejorar su relación con el dinero y a construir riqueza. Mapi Amela es fundadora de Ahorradoras.com, del Club de Inversoras y el Instituto de Riqueza, tres comunidades de finanzas personales que congregan a casi 900.000 personas.
1) Para unirte a mi newsletter: https://elestoico.com/newsletter-estoica 2) Para unirte a mi membresía en Patreon: https://patreon.com/elestoicoesp 3) Mi segundo libro "Manual para la serenidad": https://elestoico.com/libro-estoicismo-manual-serenidad/ 4) Para hacerte con mi primer libro "Siempre en Pie" y conseguir los bonus extra: https://elestoico.com/libro-estoicismo-siempre-en-pie/ Nos han vendido que una buena vida es intensa, emocionante y llena de experiencias y increíbles. Pero ¿y si fuera justo lo contrario? ¿Y si una buena vida fuera, en el fondo, aburrida y repetitiva? De eso y mucho más tengo el honor de hablar en el programa de hoy con el gran Sergio Fernández. Sergio es fundador del Instituto de Pensamiento Positivo, y, sin él saberlo, me ayudó mucho en 2013 cuando decidí dar un cambio de rumbo a mi vida profesional. Conversamos sobre por qué la verdadera abundancia no es sexy, por qué las buenas decisiones se repiten y por qué buscar estímulos constantes suele ser una señal de que algo no está bien. Te adelanto que es un episodio sin frases motivacionales vacías, sin promesas rápidas y sin atajos. En este episodio descubrirás: Por qué una vida buena se parece más a un sistema que a una aventura La diferencia entre una vida emocionante y una vida que funciona Por qué las buenas inversiones (y las buenas decisiones) son aburridas El problema del desarrollo personal moderno y su obsesión por el cambio Cómo construir una vida estable, repetible y en paz Y mucho más.
Convidado: Luiz Augusto Campos, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ e coautor do livro "O Impacto das Cotas". O Tribunal de Justiça de Santa Catarina suspendeu, por decisão liminar, a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello que proíbe cotas raciais e outras ações afirmativas em universidades e empresas que recebem recursos do estado. A medida interrompe, ao menos temporariamente, a aplicação da norma aprovada pela Assembleia Legislativa no fim de 2025. Além da suspensão no TJ-SC, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 48 horas para que o governo catarinense e a Alesc prestem esclarecimentos sobre a lei. O episódio ocorre mais de uma década depois da aprovação da Lei de Cotas, em 2012, que mudou o perfil das universidades brasileiras, como explica Luiz Augusto Campos, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ. Em conversa com Natuza Nery, ele, que é coautor do livro "O Impacto das Cotas", analisa a constitucionalidade da lei e afirma: ela é um "atropelo ao pacto federativo brasileiro".
Convidado: Sérgio Vale, economista, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da USP e economista-chefe da consultoria MB Associados. Pela primeira vez, o preço do ouro atingiu a marca de US$ 5.100 - em janeiro do ano passado, a cotação era de US$ 2.730 por onça, medida que equivale a 31 gramas. A disparada reflete o aumento das incertezas globais, especialmente provocadas pela política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Desde a volta de Trump à Casa Branca, uma combinação de fatores valorizou o preço do ouro: a disputa comercial com a China, a política tarifária, as crises geopolíticas e militares e o aumento das tensões entre Estados Unidos e Europa por causa da Groenlândia. Para explicar a disparada do ouro e por que o preço do metal sobe quando há instabilidade econômica, Natuza Nery conversa com Sérgio Vale, pesquisador da área de economia e política internacional do Instituto de Estudos Avançados da USP. Economista-chefe da consultoria MB Associados, Sérgio Vale também responde como as políticas fiscal e monetária dos EUA agitam os mercados. O economista compara a escalada do preço do metal precioso a uma “febre”, um sinal de que a economia global passa por um período de grave instabilidade.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação, Mestrado e Doutorado em Enfermagem, líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma, Iveth Whitaker.Só vem!>> OUÇA (146min 40s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, janeiro é tempo de recomeços - e o recomeço mais importante é o momento em que acordamos, todos os dias.Afinal, a escolha da manhã muda tudo:- Vestir a roupa de treino assim que acorda — mesmo treinando só à tarde — aumenta a chance de cumprir a meta.- Colocar uma peça inteligente para trabalhar ou criar conteúdo te coloca instantaneamente em modo produtivo e confiante.- Mesmo para ficar em casa, trocar o pijama por um look confortável e bonito muda o humor, a energia e a presença.Ou seja: a Insider entra no seu ritual matinal e acompanha sua rotina com naturalidade.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto, ou 15% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.E bons recomeços pra você!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Iveth Yamaguchi Whitaker possui graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Londrina (1979), mestrado em Enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade Federal de São Paulo (1994) e doutorado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (2000).Atualmente é Professora Associado (aposentada) do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo, vinculada às linhas de pesquisa Cuidado Clínico em Enfermagem e Saúde e Fundamentos Métodos Processos e Tecnologia em Enfermagem.Participou das atividades do European Center for Injury Prevention na Universidad de Navarra na Espanha.Desenvolve pesquisa com ênfase em morbidade e mortalidade hospitalar em trauma, índices de gravidade e indicadores em trauma; cuidados intensivos com foco na carga de trabalho de enfermagem, avaliação de risco de lesão por pressão, nutrição enteral e delirium.É lider do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma: emergência e cuidados intensivos e possui parceria com pesquisadora da Faculdad de Enfermería da Universidad de Cantábria e do Instituto de Investigación Marques de Valdecilla (IDIVAL) da Espanha.Lattes: http://lattes.cnpq.br/4954772252354513*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo