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Los organizadores de la Cabalgata del Año Nuevo Chino de València suspenden la cabalgata programada para este sábado y descartan aplazarla a otra fecha.
O Brasil tem mais de 32 milhões de idosos, e o uso excessivo de celulares entre essa população surge como um novo desafio. Inicialmente uma forma de companhia ou entretenimento, o hábito pode evoluir para dependência, provocando prejuízos financeiros, isolamento social e problemas de saúde mental. No episódio, o psiquiatra Rodrigo Machado, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria da USP, detalha os riscos desse comportamento e dá orientações sobre prevenção e tratamento do vício digital na terceira idade.
A América Latina volta a encarar seus fantasmas históricos quando a soberania de um país é violada em nome da ordem e da democracia. A invasão da Venezuela e o sequestro de seu presidente não são um episódio isolado, mas um espelho brutal das relações de poder no continente. Neste episódio do Papo no Auge!, perguntamos o que muda, o que se repete e quem paga o preço desse novo rearranjo geopolítico.Conosco, e abrilhantando este episódio, o Professor doutor Nildo Ouriques, professor titular do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA).Para entender essa nova dinâmica geopolítica, ouça o episódio 231 do podcast Papo no Auge! Se gosta do nosso trabalho, associe-se ao nosso podcast.Ao se tornar um patrocinador de nosso programa, você nos habilita a conversar com mais professores e pesquisadores mundo afora, levando conhecimento a mais gente.Nos apoie via plataforma Catarse de financiamento coletivo.Link para o Catarse: https://www.catarse.me/vamosproauge
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos al Mtro. David Flores Fraga, Coordinador del Instituto del Emprendedor en Baja California (IEMBC). Tema:Qué es el Instituto del Emprendedor en Baja California (IEMBC) y qué talleres ofrecen durante este mes de febrero#Uniradioinforma
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) recebeu, nesta sexta-feira, 6, o presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), André Hassem, para uma reunião destinada ao alinhamento de parcerias estratégicas entre as instituições, com ênfase no fortalecimento das ações de fiscalização e de educação ambiental.
En esta edición de 'El Chico del Chándal' hablamos con nuestro entrenador Alejandro Mazón, del Instituto de Ejercicio Terapéutico, sobre los deportes de invierno. Con la patinadora sobre hielo Cristina Upegui
Ángela Millán, portavoz Más Madrid Sanse, pide garantías para que el futuro instituto de Tempranales sea de titularidad y gestión públicas
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (10):A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve apresentar um novo pedido de prisão domiciliar, segundo anúncio feito por Carlos Bolsonaro nas redes sociais. O argumento é baseado em laudos da Polícia Federal e do médico assistente que apontam comorbidades relevantes e riscos elevados à saúde do ex-presidente. O Brasil manteve em 2025 a segunda pior nota de sua série histórica no Índice de Percepção da Corrupção, divulgado pela Transparência Internacional. O país registrou 35 pontos em uma escala de 0 a 100 e ficou na 107ª posição entre 182 nações avaliadas. Apesar da leve alta em relação a 2024, a variação é considerada estatisticamente insignificante, indicando estagnação na percepção sobre corrupção no setor público. Entidades do setor produtivo demonstraram preocupação com a proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1, que pode gerar impactos bilionários nos custos das empresas. Representantes da indústria também criticam a condução do debate em Brasília e afirmam não terem sido chamados para discutir o tema. O presidente da Câmara, Hugo Motta, quer votar a medida até maio. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que a redução da jornada semanal para 40 horas elevaria o custo médio do trabalho celetista em 7,84%, impacto semelhante a aumentos recorrentes do salário mínimo. Apesar disso, a pesquisa aponta que a maioria dos setores conseguiria absorver a mudança. Hoje, grande parte dos trabalhadores formais ainda cumpre jornadas de 44 horas semanais. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que continua conversando com o presidente Lula sobre uma possível candidatura ao governo de São Paulo em 2026. Apesar das pressões políticas, o ministro disse que seguirá ouvindo o presidente antes de tomar uma decisão definitiva sobre a disputa no maior colégio eleitoral do país. O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, reuniu-se com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e afirmou que a conversa reforçou a parceria entre a sigla e o governo paulista. O encontro ocorre enquanto o presidente Lula (PT) tenta atrair o MDB para sua chapa à reeleição, inclusive com a possibilidade de indicar um vice do partido. Nos bastidores, o movimento é visto como sinal de disputa interna sobre o rumo da legenda em 2026. O ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou sua pré-candidatura ao governo do estado. Cassado em 2021 após suspeitas de desvios de recursos na saúde durante a pandemia, o político afirma estar mais experiente e preparado para retornar à vida pública. Para disputar as eleições, Witzel busca uma nova sigla de centro-direita. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Antonio Sanabria, Doctor en Economía, profesor e investigador en economía aplicada en la UCM; Inmaculada Serrano, CEO de StratXpace; y Juan José Rubio, catedrático de Hacienda Pública y exdirector del Instituto de Estudios Fiscales, debaten sobre cómo la falta de mantenimiento y el uso de la inversión pública como partida de ajuste pasa factura al país.
Esta madrugada hemos invitado al programa a Josefa Masa, epidemióloga del Instituto de Salud Carlos III, que nos ha explicado las causas del repunte de contagios de sarampión y ha hecho una llamada a la calma tras la decisión de la OMS de retirar a España el estatus de país libre de esta enfermedad. También hemos hablado con Luis Miguel Real, psicólogo experto en adicciones, que nos ha hablado del culto al cuerpo y ha respondido a la pregunta: “¿Es posible ser adicto a la vida sana?”. Y, en su sección de los lunes, Antón Meana nos ha comentado algunas de las imágenes que han marcado el fin de semana: la Super Bowl con el espectáculo del medio tiempo protagonizado por Bad Bunny, y la brutal lesión de la esquiadora Lindsey Vonn. También de la relación de los futbolistas con su peso.
Un pensamiento ambiental complejo que cuestiona las simplificaciones sobre Colombia: Julio Carrizosa Umaña, exministro de Ambiente e investigador por más de cinco décadas en asuntos ambientales, conversa sobre su libro Colombia compleja. ¿Por qué Colombia ha sido tan difícil de gobernar? ¿Por qué ningún poder central ha logrado ejercer autoridad plena sobre todo el territorio? La respuesta, dice, está en la complejidad ecosistémica: tres cordilleras, dos océanos, abundancia de agua y cenizas volcánicas que han hecho posible que la población crezca y se disperse, que los pueblos encuentren refugio y sustento. Contra los pesimismos y optimismos dogmáticos, señala logros extraordinarios construidos en medio de la guerra: los parques nacionales, la Universidad Nacional, espacios como el Parque Explora. “La gran mayoría de la gente en Colombia es extraordinariamente buena”, afirma. Julio Carrizosa Umaña (Bogotá, 1935) es ingeniero civil de la Universidad Nacional de Colombia, máster en Administración Pública de Harvard y magíster en Economía de la Universidad de los Andes. Fue director del Instituto Geográfico Agustín Codazzi (1969-1973). Lideró la creación de 17 parques nacionales naturales y participó en la redacción del Código Nacional de Recursos Naturales de 1974. Cofundador y director del Instituto de Estudios Ambientales (IDEA) de la Universidad Nacional, ha desarrollado durante más de cinco décadas el concepto de “visión ambiental compleja”, que integra las dimensiones ecológicas, sociales e históricas para comprender los problemas del país. Entre sus obras destacan ¿Qué es ambientalismo? La visión ambiental compleja, Colombia: de lo imaginario a lo complejo y Colombia compleja. En 2010 recibió el Premio Nacional al Mérito Científico en la categoría Vida y Obra.
Entrevista Ignacio Bartesaghi - Doctor en Relaciones Internacionales, director del Instituto de Negocios Internacionales de la UCU by En Perspectiva
PF aponta que Instituto de Previdência do Amapá rejeitou 'bancos de primeira linha' e preferiu o Master, apesar de alertas. Diretor jurídico do BRB renuncia ao cargo em meio ao caso Master. Brasil registra 1,6 milhão de casos de trabalho infantil, mas menos de 1% foi alcançado pela fiscalização. O que pode estar por trás dos casos de pancreatite investigados em usuários de canetas emagrecedoras. Pessoas com obesidade têm 70% mais risco de complicações por doenças infecciosas, alerta estudo.
O ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que os Três Poderes revisem e suspendam os "penduricalhos" da administração pública sem fundamento legal que permitam que a remuneração do servidor público ultrapassasse o teto salarial, atualmente em R$ 46.366,19. José Luiz Portella, pós-doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisador do Instituto de Estudos Avançados (IEA), explica os impactos da decisão na política brasileira. “Um dos impactos é a descrença no poder público, consequência muito grave para as políticas públicas. O povo acredita que o poder público vai ser o principal motor das políticas e, sobretudo, o Congresso, que perde força. O posicionamento de Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, ao acatar a decisão, leva a uma contribuição negativa que é a descrença no poder. Outro impacto é a tensão entre os Poderes Legislativo e o Judiciário. Este caso está alimentando uma disputa que já é grande, em que o Congresso diz que o STF está legislando, o STF alega que o Congresso não legisla e o Executivo acaba dividido, porque em um momento ele defende o Judiciário através de uma declaração do presidente, mas depois precisa ceder ao Congresso através de acordos, tudo isso paralisa o processo de políticas públicas.” Portella também explica que a decisão tem impactos na percepção da sociedade em relação a fatores sociais, como desigualdade: “Há um aumento da percepção de desigualdade no País, é uma desigualdade grande que causa revolta e um cenário de ‘cada um por si', onde as políticas públicas passam a ser feitas de forma menos coletiva, como no caso das emendas Pix. Nós também temos a sensação de um país que não quer se corrigir e que ainda insiste no erro, porque o mesmo Congresso, que muitas vezes fala em cortar despesas e menos impostos, impõe à população um gasto que é desigual e a favor da desigualdade e do privilégio”. “Outro impacto dessa decisão é a perda da noção de um plano nacional de desenvolvimento. Você olha para tudo isso e pensa: se estamos cada um por si, não dá para pensar no todo, que é justamente o que falta para o Brasil. Por último, surge a demonização da política, pois a população vê esse cenário e, além da perda de credibilidade, a política fica sempre retratada como algo que é ruim, corrupta e que faz mal. Nós perdemos todas essas coisas no processo.”, finaliza o professor.
El exministro socialista Antonio Jose Seguro se ha convertido en el presidente electo de Portugal tras los comicios celebrados este domingo. Lo ha hecho además con el mayor número de votos conseguidos por un candidato en unas presidenciales y duplicando los apoyos coschados por su rival, el líder del ultraderechista Chega André Ventura. Hoy Seguro se ha reunido con el presidente saliente, Marcelo Rebelo de Sousa. Repasamos lo ocurrido en la jornada electoral con la enviada especial de RNE a Portugal, Antía André, y el análisis con Inés Gregorio, profesora del Instituto de Estudios Políticos de la Universidad Católica de Portugal.Escuchar audio
Durante la cumbre de Davos, en Suiza, aprovechando la presencia de altos mandatarios internacionales y de multimillonarios hombres de negocios, asistimos a la escenificación del nacimiento de un nuevo organismo internacional: la Junta de Paz. Una entidad diseñada por Donald Trump y su círculo más íntimo, gobernada por él a modo de club privado, en el que entra y sale quien solo él decida previo pago de 1.000 millones de dólares. Este organismo pretende suplantar las funciones de la ONU en las zonas de conflicto y, sobre todo, ser la plataforma de inversión para la reconstrucción de regiones enteras devastadas por criminales de guerra o genocidas miembros, a su vez, de esta Junta de Paz. Con Javier Biosca, jefe de Internacional de elDiario.es, explicamos en qué consiste la Junta de Paz, cómo pretende funcionar y quiénes son, de momento, sus miembros. Con Jesús Núñez, codirector del Instituto de Estudios sobre Conflictos y Acción Humanitaria, analizamos las repercusiones para el orden internacional que puede tener este nuevo colonialismo del siglo XXI. *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743See omnystudio.com/listener for privacy information.
Discurso: Esper Kallas, diretor do Instituto Butantan l SP inicia vacinação contra a dengue by Governo do Estado de São Paulo
Ao completar 125 anos, Instituto Butantan amplia e diversifica a produção de vacinas e soros, com novas fábricas para HPV e DTPa e modernização das plataformas de RNA mensageiro e da produção de soros
Nuestra comprensión del universo depende de la precisión con que podamos medirlo. Desde los relojes de sol hasta los atómicos, la evolución de la tecnología no solo busca puntualidad, sino descifrar por qué el tiempo parece fluir constantemente del pasado al futuro y que ocurre cuando intentamos medirlo a intervalos cuánticos, diminutos, o si pudiéramos hacerlo en escenarios extremos como un agujero negro o el Big Bang. Hemos entrevistado a Miguel Ángel Martín Delgado, catedrático de Física Teórica en la universidad Complutense y autor del libro “¿Qué es el tiempo y como se mide?” (Catarata).Con Carlos Briones hemos analizado un estudio que apoya la hipótesis del mundo RNA, que propone que la vida en la Tierra primitiva comenzó con estas moléculas y no con ADN. En concreto, la investigación muestra la forma en la que pudo generarse el ARN de transferencia, esencial para la síntesis de proteínas. José Luís Trejo nos ha contado una interesante investigación sobre el sistema de orientación de los pájaros carboneros que demuestra que el cerebro puede "descargar" actualizaciones físicas según las necesidades del entorno. Amanda López nos ha informado de un trabajo coliderado por el Instituto de Astrofísica de Andalucía que revela el papel de las tormentas de polvo en la desaparición del agua en Marte. Con testimonios de Adrián Brines, del IAA (CSIC). Hemos informado de la campaña de recaudación de fondos iniciada por la Fundación CRIS Contra el Cáncer para financiar al Grupo de Mariano Barbacid en el CNIO después de los excelentes resultados obtenidos en ratones de un tratamiento contra el cáncer de páncreas; del aplazamiento a marzo de la misión Artemis II de la NASA por fugas de combustible y problemas de comunicación; y de la recuperación parcial de la visión de un paciente con ceguera total a partir de un ensayo clínico de microestimulación eléctrica cerebral desarrollado por investigadores de la Universidad Miguel Hernández de Elche y del CIBER en Bioingenería, Biomateriales y Nanomedicina del Instituto de Salud Carlos III (ISCIII).Escuchar audio
Mientras Washington afirma que las conversaciones con La Habana ya han comenzado, el presidente cubano Miguel Díaz-Canel anunció la disposición de su gobierno a dialogar con Estados Unidos. Sin embargo, el investigador Sebastián Arcos advierte que, lejos de abrir una auténtica vía de negociación, el régimen cubano se estaría exponiendo a una intervención militar de Estados Unidos. Mientras Estados Unidos viene diciendo que las conversaciones con Cuba ya empezaron, el presidente Díaz-Canel anunció la víspera la disposición de su país a dialogar con Washington. Desde La Florida, el investigador Sebastián Arcos dijo a RFI que el régimen cubano "se expone a una intervención militar como la que terminó con la captura de Maduro el 3 de enero". Además de cortar el suministro de petróleo venezolano y el flujo de dinero de Caracas hacia la isla, el presidente Donald Trump firmó el jueves un decreto que contempla la imposición de aranceles a aquellos países que vendan crudo a La Habana. El presidente cubano admite que la isla atraviesa una crisis económica y energética, lo que obligará a aplicar ajustes y racionamiento a una población ya golpeada por los apagones y la falta de agua y alimentos. Aunque Washington sostiene que las conversaciones con La Habana ya comenzaron, Díaz-Canel dijo la víspera que estaba a favor de un diálogo con Estados Unidos "sin presiones ni injerencias". Sebastián Arcos, director del Instituto de Investigaciones Cubanas de la Universidad de La Florida, se muestra escéptico frente a esa posibilidad de diálogo. "Es falso que La Habana quiera dialogar" "Que ellos [las autoridades cubanas] digan que están dispuestos a dialogar, eso es falso. Ellos quieren únicamente que [los Estados Unidos] les hagan concesiones, que les levanten las sanciones económicas y que los dejen tranquilos, que los dejen violar los derechos humanos de la población cubana, que los dejen robarse todo el dinero que le corresponde a los cubanos", dice Arcos. La situación en Cuba ha empeorado tras la caída de la ayuda de Venezuela, un aliado estratégico para La Habana que, sometida desde 1962 a un embargo estadounidense, dependía del petróleo de Caracas. La isla se encuentra al borde del colapso humanitario, según la ONU. "Ahora el que tiene la sartén por el mango es Estados Unidos, no el régimen cubano. Si los cubanos deciden no sentarse a conversar en serio con Estados Unidos, dentro de cuatro semanas se quedan sin combustible y el país se apaga. Cuba no es Irán, un país que se encuentra del otro lado del planeta. Cuba está a escasas 90 millas de Estados Unidos. Hay una flota estadounidense ahora en Irán dispuesta a castigar a Irán por haber matado a más de 10.000 personas, casi todos muchachos jóvenes, incluso de 17 años. Eso podría suceder mañana en Cuba. Y la presión sobre el gobierno de Estados Unidos para intervenir militarmente [en Cuba] sería irresistible". "Cuba está llamando a una intervención militar" Donald Trump ha intensificado sus amenazas contra Cuba tras la caída de Nicolás Maduro y ha reiterado que podría imponer aranceles a los países que le vendan petróleo a la isla. Para Arcos, La Habana se está colocando en una situación similar a la que precedió la intervención en Venezuela. "Si Estados Unidos considera que el régimen cubano no se está moviendo en la dirección en la que tiene que moverse, tal vez ese país tenga que hacer un recordatorio como el que ocurrió en Venezuela el 3 de enero. Si mañana el pueblo de Cuba se tira a las calles a pedir cambio de régimen y el régimen decide matar a los manifestantes, se está exponiendo a una intervención militar de Estados Unidos. De hecho, Cuba está llamando a una intervención militar de los Estados Unidos. La salida es precisamente que el régimen cubano reconozca que está en un callejón sin salida y empiece un diálogo franco con Estados Unidos, sin condiciones, sobre un proceso de transición del actual régimen a un régimen", concluye.
Mientras Washington afirma que las conversaciones con La Habana ya han comenzado, el presidente cubano Miguel Díaz-Canel anunció la disposición de su gobierno a dialogar con Estados Unidos. Sin embargo, el investigador Sebastián Arcos advierte que, lejos de abrir una auténtica vía de negociación, el régimen cubano se estaría exponiendo a una intervención militar de Estados Unidos. Mientras Estados Unidos viene diciendo que las conversaciones con Cuba ya empezaron, el presidente Díaz-Canel anunció la víspera la disposición de su país a dialogar con Washington. Desde La Florida, el investigador Sebastián Arcos dijo a RFI que el régimen cubano "se expone a una intervención militar como la que terminó con la captura de Maduro el 3 de enero". Además de cortar el suministro de petróleo venezolano y el flujo de dinero de Caracas hacia la isla, el presidente Donald Trump firmó el jueves un decreto que contempla la imposición de aranceles a aquellos países que vendan crudo a La Habana. El presidente cubano admite que la isla atraviesa una crisis económica y energética, lo que obligará a aplicar ajustes y racionamiento a una población ya golpeada por los apagones y la falta de agua y alimentos. Aunque Washington sostiene que las conversaciones con La Habana ya comenzaron, Díaz-Canel dijo la víspera que estaba a favor de un diálogo con Estados Unidos "sin presiones ni injerencias". Sebastián Arcos, director del Instituto de Investigaciones Cubanas de la Universidad de La Florida, se muestra escéptico frente a esa posibilidad de diálogo. "Es falso que La Habana quiera dialogar" "Que ellos [las autoridades cubanas] digan que están dispuestos a dialogar, eso es falso. Ellos quieren únicamente que [los Estados Unidos] les hagan concesiones, que les levanten las sanciones económicas y que los dejen tranquilos, que los dejen violar los derechos humanos de la población cubana, que los dejen robarse todo el dinero que le corresponde a los cubanos", dice Arcos. La situación en Cuba ha empeorado tras la caída de la ayuda de Venezuela, un aliado estratégico para La Habana que, sometida desde 1962 a un embargo estadounidense, dependía del petróleo de Caracas. La isla se encuentra al borde del colapso humanitario, según la ONU. "Ahora el que tiene la sartén por el mango es Estados Unidos, no el régimen cubano. Si los cubanos deciden no sentarse a conversar en serio con Estados Unidos, dentro de cuatro semanas se quedan sin combustible y el país se apaga. Cuba no es Irán, un país que se encuentra del otro lado del planeta. Cuba está a escasas 90 millas de Estados Unidos. Hay una flota estadounidense ahora en Irán dispuesta a castigar a Irán por haber matado a más de 10.000 personas, casi todos muchachos jóvenes, incluso de 17 años. Eso podría suceder mañana en Cuba. Y la presión sobre el gobierno de Estados Unidos para intervenir militarmente [en Cuba] sería irresistible". "Cuba está llamando a una intervención militar" Donald Trump ha intensificado sus amenazas contra Cuba tras la caída de Nicolás Maduro y ha reiterado que podría imponer aranceles a los países que le vendan petróleo a la isla. Para Arcos, La Habana se está colocando en una situación similar a la que precedió la intervención en Venezuela. "Si Estados Unidos considera que el régimen cubano no se está moviendo en la dirección en la que tiene que moverse, tal vez ese país tenga que hacer un recordatorio como el que ocurrió en Venezuela el 3 de enero. Si mañana el pueblo de Cuba se tira a las calles a pedir cambio de régimen y el régimen decide matar a los manifestantes, se está exponiendo a una intervención militar de Estados Unidos. De hecho, Cuba está llamando a una intervención militar de los Estados Unidos. La salida es precisamente que el régimen cubano reconozca que está en un callejón sin salida y empiece un diálogo franco con Estados Unidos, sin condiciones, sobre un proceso de transición del actual régimen a un régimen", concluye.
La mayoría de los europeos considera a Trump un enemigo. Las ambiciones del presidente estadounidense por Groenlandia han marcado una toma de conciencia en el arranque de 2026. Europa explora como tener menos dependencia de su exaliado al otro lado del Atlántico y mira a otras latitudes como India o Mercosur. Esta semana analizamos la anatomía de un divorcio que se ha acelerado en las últimas semanas. Según los sondeos, Trump está provocando un auténtico vuelco en la opinión pública europea con una mayoría de ciudadanos que ya lo califican de “enemigo”. ¿Las amenazas de Trump sobre Groenlandia han marcado una toma de conciencia? Lo analizamos en una nueva edición esta semana de "En Primera Plana" de RFI y France 24. Nos acompañan en esta edición: -Enric Bonet, corresponsal de El Correo y El Confidencial -Luisa Corradini, corresponsal la Nación -Carlos Quenan, profesor de economía en Paris 3 Sorbonne Nouvelle, vicepresidente del Instituto de las Américas -Pompeo Coppola, periodista especializado en internacional Realización: Yann Bourdelas, Souheil Khedir Sonido: Hadrien Toureaud Presenta: Carlos Herranz Coordinadora de programas: Florencia Valdés y Yesica Brumec.
Ha sido utilizado en Gaza y lo está utilizando el ICE. Se trata del sistema de cibervigilancia más poderoso del mundo. Es una tecnología que recopila, cruza y analiza datos de personas con los que crea perfiles de quiénes somos, qué hacemos, incluso qué haremos. De modo que puede usarse para anticipar protestas, identificar a disidentes y generar un clima de terror. Y se está utilizando para eso. Se está utilizando para imponer un Estado policial de vigilancia. Es la tecnología para implantar el nuevo tecno autoritarismo. ¿Qué es Palantir, y quién es su fundador, el controvertido millonario Peter Thiel? ¿Qué se esconde detrás una de las empresas de software de vigilancia más poderosas del mundo? Vuelven nuestros Radicales Libres, Helena Sardà y Oriol Erausquin, para destripar qué hay detrás de Palantir, sus sesgos, su relación con Donald Trump, y su influencia en todo el mundo, con Ekaitz Cancela, periodista y autor de “Utopías Digitales”, Anita Fuentes, investigadora en el Instituto de Investigaciones Feministas de la Universidad Complutense de Madrid, José Bautista, director de investigaciones periodísticas en la Fundación PorCausa y Judith Membrives, investigadora en derechos digitales y fundadora de Algorights. Más información aquí: https://www.eldiario.es/132_c5c055 Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
Tras la operación militar liderada por Estados Unidos que culminó con el arresto de Nicolás Maduro, Venezuela entró en una nueva etapa: la transición. Lo que no sabemos es si estamos frente al fin del chavismo o solo estamos viendo una nueva versión de lo mismo pero con otros nombres.En este episodio de Bajo la Lupa analizamos las implicaciones políticas y democráticas de lo sucedido en Venezuela y, sobre todo, ponemos el foco en lo que podría venir. Participan Paola Bautista de Alemán, directora del Instituto de Estudios Políticos FORMA e investigadora visitante en la Universidad de Notre Dame. Miguel Ángel Martínez Meucci, experto en conflicto político y procesos de paz, y colaborador de Diálogo Político. Juan Miguel Matheus, dirigente del partido Primero Justicia. Enlaces de interés:El plan de Estados Unidos en Venezuela: ¿cuáles son los obstáculos y cómo se pueden superar? Venezuela: ¿por qué el régimen tutelado es un problema histórico? Estrategia de Seguridad Nacional de Estados Unidos 2025: ¿cómo impacta a Latinoamérica?Conducción: Franco Delle Donne | Realización: Franco Delle Donne | Rombo Podcasts. Visita dialogopolitico.org
El IMCINE, los planes y las tareas de 2026 Enero de 2026. Hace un año y cuatro meses el Instituto Mexicano de Cinematografía estrenaba directora. Daniela Alatorre, productora, documentalista y gente de cine, suplió a la también cineasta María Novaro al mando del Instituto encargado de fomentar la producción y la exhibición de cine en México. ¿Qué ha pasado en este tiempo? ¿Es real que el presupuesto asignado al IMCINE aumentó? ¿Cómo se va a usar ese dinero?En estos 15 meses el IMCINE ha ajustado tuercas y con la creciente presencia del cine mexicano en el mundo, es momento de hacer un rápido recuento de lo que se ha hecho y de lo que se quiere hacer… Porque eso nos importa a todos y a todas Las razones son varias y Daniela Alatorre, directora del IMCINE, es la invitada para comentarlo con nosotros en este podcast. ¿Quieren conocer las convocatorias que lanza el IMCINE ahora que inicia 2026? También de eso trata este episodio. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Con ocasión del primer mes de la captura de Maduro por parte de Estados Unidos, preguntamos a dos especialistas si la administración Trump está logrando las etapas que había detallado el secretario de Estado Marco Rubio para la era pos-Maduro: estabilización, recuperación económica, reconciliación y transición. Entrevistados: Evan Ellis, profesor del Instituto de Estudios Estratégicos de la Escuela de Guerra del Ejército de los Estados Unidos, y el diplomático Víctor Rodríguez Cedeño. El tema de la transición en Venezuela fue abordado por la jefa de la misión estadounidense en Caracas, Laura Dogu, en la reunión que sostuvo la víspera con la presidenta encargada, Delcy Rodríguez. En una publicación en X, la embajadora Laura Dogu indicó que presentó las fases que diseñó el jefe de la diplomacia estadounidense, Marco Rubio, para Venezuela: "estabilización, recuperación económica y reconciliación, y transición". Maduro fue depuesto y capturado por fuerzas estadounidenses, que bombardearon la capital venezolana y regiones vecinas el pasado 3 de enero. Un mes después, ¿se puede decir que se empiezan a observar cambios estructurales hacia la transición democrática del país? Las etapas señaladas por Rubio están teniendo "una suerte dispar", según Evan Ellis, profesor investigador de estudios latinoamericanos en el Instituto de Estudios Estratégicos de la Escuela de Guerra del Ejército de los Estados Unidos. Dudas sobre la transición "La estabilidad, por ahora, se ha logrado. Por ahora se ha evitado una campaña de terrorismo por parte de los criminales, los cuales podrían temer perder sus posiciones. En cuanto a la reactivación, yo creo que estamos haciendo lo fácil, es decir, entregas de petróleo, operaciones que requieren una inversión limitada, operaciones menores, etc. Vamos a ver que se realizan ciertas cosas fáciles, lo que da una apertura limitada. Pero no van a regresar los 9 millones de venezolanos, ni van a reactivar la economía, ni vamos a restaurar los 8 millones de barriles de petróleo al día prometidos por Hugo Chávez. Y en cuanto a esa tercera parte, transición, creo que esto es quizás lo más improbable. Creo que vamos a volver al juego que Jorge Rodríguez y otros ya jugaron con la administración Biden, con Juan González [principal asesor del presidente Biden para América Latina], con muchas otras personas antes, y esto desde siempre. Yo tengo mis dudas sobre hasta cuándo vamos a llegar en esta transición, lo cual es una etapa muy importante para los venezolanos". En cuanto al impacto en la región, el diplomático Víctor Rodríguez Cedeño (exrepresentante de Venezuela ante la ONU) afirma que la extracción de Maduro viene a destapar que la situación venezolana no era un problema exclusivo de los venezolanos. También ha demostrado que tiene un impacto hemisférico-regional en materia de seguridad, migración y economía. Posible impacto en Cuba y Nicaragua "Hemos visto cómo en el proceso de democratización de la región Venezuela juega un papel importante. Ahí tenemos ya, por ejemplo, los anuncios políticos en relación con Cuba y Nicaragua. Creo que ha habido un avance importante también [con esos países]. Eso es lo que ha permitido incluso que algunos gobiernos de países como Brasil y Colombia, por ejemplo, que han sido muy radicales a favor de Maduro, no hayan sido tan críticos extremos con la posición de los Estados Unidos, la cual ha sido totalmente novedosa con respecto a lo que está sucediendo en Venezuela. Es la primera transición, un proceso de transición inédito en el sentido de que las partes trabajan, pero es un proceso impuesto más bien por un actor externo". Desde el pasado 3 de enero, Venezuela apunta a un horizonte incierto en mitad de una fase intermedia, abierta y dependiente de los Estados Unidos. Mientras, millones de venezolanos que migraron dudan en regresar al país, planteándose si esta nueva etapa atiende realmente a una transición democrática o a una reconfiguración del poder interno.
Eric Freeman, CEO y cofundador de Alpha Unmanned Systems; Hermenegildo Altozano, Socio en Pinsent Masons; y Francisco Navarro, profesor del Instituto de Empresa, debaten sobre la situación geopolítica y las tensiones comerciales.
En entrevista con Ana Francisca Vega, para MVS Noticias, platicamos con Javier Martín Reyes, investigador del Instituto de Investigaciones Jurídicas de la UNAM, sobre la reforma electoral “regresiva” en México. El académico advirtió que, aunque todavía no se conoce el texto final de la presidenta, el contexto del Plan C sugiere un retroceso en la independencia de las autoridades encargadas de organizar los comicios.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Con ocasión del primer mes de la captura de Maduro por parte de Estados Unidos, preguntamos a dos especialistas si la administración Trump está logrando las etapas que había detallado el secretario de Estado Marco Rubio para la era pos-Maduro: estabilización, recuperación económica, reconciliación y transición. Entrevistados: Evan Ellis, profesor del Instituto de Estudios Estratégicos de la Escuela de Guerra del Ejército de los Estados Unidos, y el diplomático Víctor Rodríguez Cedeño. El tema de la transición en Venezuela fue abordado por la jefa de la misión estadounidense en Caracas, Laura Dogu, en la reunión que sostuvo la víspera con la presidenta encargada, Delcy Rodríguez. En una publicación en X, la embajadora Laura Dogu indicó que presentó las fases que diseñó el jefe de la diplomacia estadounidense, Marco Rubio, para Venezuela: "estabilización, recuperación económica y reconciliación, y transición". Maduro fue depuesto y capturado por fuerzas estadounidenses, que bombardearon la capital venezolana y regiones vecinas el pasado 3 de enero. Un mes después, ¿se puede decir que se empiezan a observar cambios estructurales hacia la transición democrática del país? Las etapas señaladas por Rubio están teniendo "una suerte dispar", según Evan Ellis, profesor investigador de estudios latinoamericanos en el Instituto de Estudios Estratégicos de la Escuela de Guerra del Ejército de los Estados Unidos. Dudas sobre la transición "La estabilidad, por ahora, se ha logrado. Por ahora se ha evitado una campaña de terrorismo por parte de los criminales, los cuales podrían temer perder sus posiciones. En cuanto a la reactivación, yo creo que estamos haciendo lo fácil, es decir, entregas de petróleo, operaciones que requieren una inversión limitada, operaciones menores, etc. Vamos a ver que se realizan ciertas cosas fáciles, lo que da una apertura limitada. Pero no van a regresar los 9 millones de venezolanos, ni van a reactivar la economía, ni vamos a restaurar los 8 millones de barriles de petróleo al día prometidos por Hugo Chávez. Y en cuanto a esa tercera parte, transición, creo que esto es quizás lo más improbable. Creo que vamos a volver al juego que Jorge Rodríguez y otros ya jugaron con la administración Biden, con Juan González [principal asesor del presidente Biden para América Latina], con muchas otras personas antes, y esto desde siempre. Yo tengo mis dudas sobre hasta cuándo vamos a llegar en esta transición, lo cual es una etapa muy importante para los venezolanos". En cuanto al impacto en la región, el diplomático Víctor Rodríguez Cedeño (exrepresentante de Venezuela ante la ONU) afirma que la extracción de Maduro viene a destapar que la situación venezolana no era un problema exclusivo de los venezolanos. También ha demostrado que tiene un impacto hemisférico-regional en materia de seguridad, migración y economía. Posible impacto en Cuba y Nicaragua "Hemos visto cómo en el proceso de democratización de la región Venezuela juega un papel importante. Ahí tenemos ya, por ejemplo, los anuncios políticos en relación con Cuba y Nicaragua. Creo que ha habido un avance importante también [con esos países]. Eso es lo que ha permitido incluso que algunos gobiernos de países como Brasil y Colombia, por ejemplo, que han sido muy radicales a favor de Maduro, no hayan sido tan críticos extremos con la posición de los Estados Unidos, la cual ha sido totalmente novedosa con respecto a lo que está sucediendo en Venezuela. Es la primera transición, un proceso de transición inédito en el sentido de que las partes trabajan, pero es un proceso impuesto más bien por un actor externo". Desde el pasado 3 de enero, Venezuela apunta a un horizonte incierto en mitad de una fase intermedia, abierta y dependiente de los Estados Unidos. Mientras, millones de venezolanos que migraron dudan en regresar al país, planteándose si esta nueva etapa atiende realmente a una transición democrática o a una reconfiguración del poder interno.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação em Educação Física, Especialista em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos, e Doutorado em Neurociências e Comportamento, Paula Costa Teixeira.Só vem!>> OUÇA (116min 16s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Paula Costa Teixeira possui graduação em Educação Física com Licenciatura Plena pelo Centro Universitário UniFMU (2005), especialização em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos pela UNIFESP (2017) e Doutorado em Neurociências e Comportamento pelo Instituto de Psicologia da USP (2014).É certificada em Intuitive Eating, em Nutrição Comportamental e no Método das Cadeias Musculares, além de possuir várias certificações em Meditação.Atua como Professora Associada no Programa de Neurociências do Comportamento do Instituto de Psicologia da USP.É também Colaboradora do AMBULIM – Programa de Tratamento de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, onde é responsável pelas práticas corporais dos pacientes que tratam anorexia, bulimia e compulsão alimentar, e coordena o núcleo de pesquisa e ensino – o NUPE-AMBULIM.Além disso, é Professora do Instituto Nutrição Comportamental e de vários cursos de extensão e pós-graduação.Paula é empreendedora do Exercício Intuitivo, uma marca registrada da sua abordagem na atividade física que surgiu a partir de suas pesquisas clínicas.E é uma das criadoras do movimento “Prevenção Sem Danos”, com ações de prevenção de transtornos alimentares e obesidade na comunidade escolar.Lattes: http://lattes.cnpq.br/2750576428713928*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Value School | Ahorro, finanzas personales, economía, inversión y value investing
Mapi Amela visita Value School para invitarnos a construir un camino de estabilidad, tranquilidad y crecimiento a largo plazo desarrollando sencillos hábitos de ahorro que están al alcance de todos. Si sientes que ha llegado el momento de darle al dinero el protagonismo que realmente tiene y quieres tomar el control consciente de tu futuro financiero sin complicaciones innecesarias, en esta sesión vas a aprender cómo. Mapi Amela lleva más de 20 años gestionando su dinero de forma consciente como ahorradora e inversora, algo que ya había visto hacer a su madre, cuyo ejemplo la llevó a dedicarse a ello. Divulgadora, autora y ponente habitual en medios y eventos, Mapi inspira a miles de personas (principalmente, mujeres) a plantearse una vida financiera más libre, a mejorar su relación con el dinero y a construir riqueza. Mapi Amela es fundadora de Ahorradoras.com, del Club de Inversoras y el Instituto de Riqueza, tres comunidades de finanzas personales que congregan a casi 900.000 personas.
1) Para unirte a mi newsletter: https://elestoico.com/newsletter-estoica 2) Para unirte a mi membresía en Patreon: https://patreon.com/elestoicoesp 3) Mi segundo libro "Manual para la serenidad": https://elestoico.com/libro-estoicismo-manual-serenidad/ 4) Para hacerte con mi primer libro "Siempre en Pie" y conseguir los bonus extra: https://elestoico.com/libro-estoicismo-siempre-en-pie/ Nos han vendido que una buena vida es intensa, emocionante y llena de experiencias y increíbles. Pero ¿y si fuera justo lo contrario? ¿Y si una buena vida fuera, en el fondo, aburrida y repetitiva? De eso y mucho más tengo el honor de hablar en el programa de hoy con el gran Sergio Fernández. Sergio es fundador del Instituto de Pensamiento Positivo, y, sin él saberlo, me ayudó mucho en 2013 cuando decidí dar un cambio de rumbo a mi vida profesional. Conversamos sobre por qué la verdadera abundancia no es sexy, por qué las buenas decisiones se repiten y por qué buscar estímulos constantes suele ser una señal de que algo no está bien. Te adelanto que es un episodio sin frases motivacionales vacías, sin promesas rápidas y sin atajos. En este episodio descubrirás: Por qué una vida buena se parece más a un sistema que a una aventura La diferencia entre una vida emocionante y una vida que funciona Por qué las buenas inversiones (y las buenas decisiones) son aburridas El problema del desarrollo personal moderno y su obsesión por el cambio Cómo construir una vida estable, repetible y en paz Y mucho más.
La candidata favorita para las presidenciales de este domingo en Costa Rica, Laura Fernández, inquieta a ciertos sectores de la sociedad por el carácter populista de su campaña, centrada en la seguridad, la Iglesia y la familia, si bien numerosos electores están de acuerdo con la "mano dura" que propone, en particular, su proyecto de megacárcel. Informe desde Costa Rica de Marie-Aimée Copleutre, corresponsal regional de RFI. Costa Rica acude a las urnas este domingo. Un total de 3,7 millones de ciudadanos están llamados a votar para elegir presidente y a los 57 diputados del Poder Legislativo. En la contienda participan 20 candidatos, entre ellos la oficialista Laura Fernández, del Partido Pueblo Soberano, representante de la derecha conservadora y favorita en los sondeos. Es considerada como la heredera política del presidente saliente, Rodrigo Chaves. Según la encuesta más reciente del Centro de Investigación y Estudios Políticos de la Universidad de Costa Rica (CIEP-UCR), Laura Fernández lidera la intención de voto con un 43,8 %. Aunque no se descarta una victoria en primera vuelta, la elección sigue abierta y el país aparece dividido en torno a su candidatura. Además, algunos sondeos advierten sobre una posible alta abstención. Hace cuatro años, esta alcanzó el 43 %, una cifra histórica en el país. Se trata, por tanto, de una elección marcada por la incertidumbre, con cerca del 30 % del electorado aún indeciso. En las calles de San José, algunos capitalinos aseguran que votarán por la candidata oficialista. Es el caso de Bryan. "Lo que he escuchado es que es la candidata que más promete. Y sí, yo siento que hace falta un cambio, porque vamos de mal en peor". El modelo Bukele se mete en la campaña Cada vez más costarricenses denuncian el deterioro de los servicios públicos y el aumento de la violencia. En seis años, la tasa de homicidios pasó de 11 a 17 por cada 100.000 habitantes. En este contexto, la candidata oficialista apuesta por replicar el modelo de seguridad del presidente salvadoreño Nayib Bukele, incluida la construcción de una megacárcel. Una postura que cuenta con el respaldo de parte de la población, como Patricia: "Todos estamos de acuerdo en que se haga [la megacárcel]. Lo que queremos es que se ponga mano dura. Hay que hacer algo". Este posible giro político genera preocupación entre las organizaciones de defensa de los derechos humanos, en particular los movimientos LGBTIQ+, que denuncian un clima de opresión bajo el actual gobierno. Francisco Madrigal Ballesteros, director del Instituto sobre Migración y Refugio LGBTIQ+ para Centroamérica, explicó a RFI: "Los gays y las lesbianas en Costa Rica hemos sentido en estos cuatro años, siendo costarricenses, un deterioro muy agresivo. Hay mucha violencia contra las poblaciones LGBT y esa violencia se ha incrementado. El odio, la discriminación y la xenofobia han aumentado en Costa Rica paralelamente al auge de estos discursos de odio". El sector turístico, que representa cerca del 8 % del PIB, también se mantiene en alerta. Para Eric Gómez, gerente de una empresa turística familiar, Laura Fernández carece de un plan sólido para esta actividad clave de la economía. "Laura Fernández, desde el oficialismo, habla de que va a ayudar mucho al turismo, pero en este gobierno eso no se refleja. Nosotros no vemos esa ayuda y esto nos está perjudicando mucho. Antes teníamos dos o tres personas más trabajando con nosotros. Hoy estamos obligados a hacerlo todo y no podemos pagar un salario más, porque el dólar ha bajado mucho. Hemos perdido alrededor de un 30 % del valor del dólar frente al colón y eso nos afecta gravemente", concluye.
Convidado: Luiz Augusto Campos, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ e coautor do livro "O Impacto das Cotas". O Tribunal de Justiça de Santa Catarina suspendeu, por decisão liminar, a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello que proíbe cotas raciais e outras ações afirmativas em universidades e empresas que recebem recursos do estado. A medida interrompe, ao menos temporariamente, a aplicação da norma aprovada pela Assembleia Legislativa no fim de 2025. Além da suspensão no TJ-SC, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, deu prazo de 48 horas para que o governo catarinense e a Alesc prestem esclarecimentos sobre a lei. O episódio ocorre mais de uma década depois da aprovação da Lei de Cotas, em 2012, que mudou o perfil das universidades brasileiras, como explica Luiz Augusto Campos, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ. Em conversa com Natuza Nery, ele, que é coautor do livro "O Impacto das Cotas", analisa a constitucionalidade da lei e afirma: ela é um "atropelo ao pacto federativo brasileiro".
La Neta del Planeta con Doctor Rodrigo Medellín, del Instituto de Ecología de la UNAM
Desde España se podrán observar tres eclipses totales de Sol en 2026, 2027 y 2028, lo que ofrece una oportunidad única para estudiar la corona solar. Canarias, con su Observatorio del Teide y la Ley de protección del cielo, es un enclave astronómico privilegiado. Alfred Rosenberg, Astrofísico divulgador del Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC) nos cuenta que la Tierra se protege de las tormentas solares gracias a su campo magnético y a su atmósfera. Además, considera probable que exista vida extraterrestre simple, y, señala que el universo, con 13.800 millones de años, se expande hacia una "muerte térmica".
Comenzamos el podcast de esta semana hablando de relativismo cultural, y es que más de treinta asociaciones feministas han enviado una denuncia pública al Ministerio de Igualdad por financiar, a través del Instituto de las Mujeres, un estudio que defendía el uso del hiyab en niñas y adolescentes, especialmente en el ámbito educativo. Seguimos con vuestros mensajes: hablamos de la impunidad con la que se sienten los hombres que cometen agresiones sexuales (con o sin billete de por medio) contra las mujeres; reflexionamos sobre la importancia de buscar tiempo para nosotras y analizamos al machotrapero, ese ejemplar que limpia con mimo su coche pero en casa no sabe ni dónde están las bayetas, el típico que no sabe poner la lavadora pero sabe todas las funciones de la última smart TV. Y hoy nos visita nuestra consultora legal de confianza, Alicia Cortés, que viene a contestar a dos de vuestras dudas, muy interesantes, como siempre. Pero quédate, prima, que después tenemos la sección “Cuéntaselo a la tita Patri”, en la que Patricia Sornosa responde otro tipo de inquietudes, también importantes y necesarias, sobre kárate, magos y bragas. Finalizamos con una compañera, amiga, oyenta que es una asidua en Radiojaputa. Con el subidón de su audio y el temazo que la acompaña, nos despedimos hasta la semana que viene. Para matrocinar este espacio, puedes hacerlo en radiojaputa.com. Si tú también quieres participar, mándanos un audio de whatsapp al (+34) 636 75 14 20. Y si te han gustado las canciones, las tienes todas en Youtube, listadas por temporadas.
Este é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários e trata de dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários produzidos pelo diretor e produtor, que também são muito diferentes entre si, mas que têm um ponto crucial em comum. No episódio, Liniane Brum e Mayra Trinca revelam como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, em meio ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. _____________________________ Roteiro [Som de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] Mantém em BG até entrada da música de transição. LINI: Esse é o segundo episódio da série de podcasts Ugo Giorgetti em 4 documentários. Meu nome é Liniane Haag Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. Essa pesquisa surgiu da descoberta de uma lacuna. Percebi que não havia nenhum estudo sobre a obra de não ficção de Giorgetti. Apesar de ela ser tão expressiva quanto a sua ficção, e mais extensa. MAYRA: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e mestra em Divulgação Científica e Cultural pelo Labjor. Você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Eu tô aqui pra apresentar esse episódio junto com a Liniane. Nele, vamos abordar os médias-metragens “Variações sobre um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”. [Música de transição – tirar da abertura de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] LINI: No primeiro episódio, apresentamos os documentários “Pizza” e “Em Busca da Pátria Perdida”, destacando os procedimentos e recursos de linguagem empregados pelo cineasta para retratar a complexidade da capital paulista. MAYRA: Em “Pizza”, as contradições de São Paulo surgem na investigação de pizzarias de diversas regiões, por meio de depoimentos de seus donos, funcionários, clientes e pizzaiolos. Já “Em Busca da Pátria Perdida” se concentra no bairro do Glicério, e registra a experiência de migrantes e imigrantes que encontram acolhida e fé na Igreja Nossa Senhora da Paz. Se você ainda não ouviu, é só procurar por “Ugo Giorgetti” no nosso site ou no seu agregador de podcasts. LINI: Nesse segundo episódio, vamos falar sobre dois médias-metragens: “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” e “Santana em Santana”, documentários que também são muito diferentes entre si, mas que tem um ponto crucial em comum. Vamos revelar como eles entrelaçam as trajetórias de vida de dois artistas, ao desenvolvimento da cidade de São Paulo. (pausa) Vinheta Oxigênio LINI: Se você não tem muita ligação com a música de câmara, seja tocando, estudando ou pesquisando o tema, é provável que nunca tenha ouvido falar em Johannes Olsner. “Variações Sobre Um Quarteto de Cordas” retrata a trajetória profissional desse violista que chegou no Brasil em 1939, vindo da Alemanha para uma turnê musical, e nunca mais voltou pra casa. MAYRA: Sobre esse documentário o crítico literário e musical Arthur Nestrovski escreveu o seguinte na Folha de São Paulo, em setembro de 2004: “O filme é muito simples. O que, no caso, é uma virtude: (…) a vida de Johannes Oelsner se confunde com a arte que praticou ao longo de quase 70 anos de carreira.” LINI: O violista alemão fez parte da formação inicial de músicos do que é hoje o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. [Música de transição – escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] MAYRA: Talvez você esteja se perguntando o que é um quarteto de cordas… Vamos por partes: Um quarteto de cordas é uma das formações mais emblemáticas da música de câmara e reúne quatro instrumentistas em dois pares: dois violinos, uma viola e um violoncelo. [Entra música de fundo: escolher excerto de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] [Sugestão – time code do Youtube – 09:32 até 10:42] A expressão “música de câmara” tem sua origem na “musica da câmera”, termo italiano que significa “música para a sala”. É originalmente um gênero de música erudita para ser tocada em ambientes privados e íntimos, como nos aposentos palacianos e gabinetes da aristocracia, – e não nas grandes salas de concerto. LINI: A música de câmara pode ter diferentes formações, como por exemplo um dueto ou um quinteto. Mas – sim! – o quarteto é a sua forma mais clássica. [Música de transição] Embora os quartetos de cordas se dediquem a um repertório de alto refinamento artístico, sua presença no Brasil é pouco comum. Foi pensando nisso que perguntei pra Ugo Giorgetti por que motivo ele decidiu fazer um documentário sobre um tema tão específico. Ouve só como foi a nossa conversa: LINI: Sobre o quarteto de cordas eu queria perguntar o seguinte: é um tema restrito? Fica um documentário mais assim, restrito, você acha? GIORGETTI: O Quarteto de Cordas é só um lado do documentário. Ele fala também de São Paulo, ele fala do Mário Andrade, ele fala do Prestes Maia, ele fala um monte de coisa. Ele fala da durabilidade do tempo, esse negócio se transformou em uma coisa que durou 37 anos tocando juntos. Esses caras envelheceram juntos. [Música de transição – trecho de “Variações Sobre um Quarteto de Cordas”] GIORGETTI: Quando eu fiz o documentário, esse quarteto já não existia mais naquela forma original. Já passou por outras formas, mas é sempre o Quarteto de Cordas do município de São Paulo. Então, nenhuma coisa é tão fechada assim. MAYRA: Retomando a trajetória de Johannes Olsner: sua formação como músico erudito começou cedo e se deu por meio do aprendizado do violino. Foi só mais tarde, quando já tocava profissionalmente, que ele chegou à viola que lhe acompanhou ao longo da vida. Escuta o próprio Johannes falando um pouco sobre isso: [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Estudei primeiro violino, comecei com 9 anos o violino, então eu me apresentei no Conservatório Real de Dresden. Aí quem me ouviu foi o grande professor Henri Marteau, francês. Depois, com 13 anos, me deram uma bolsa de estudo integral. Eu me formei, depois ganhei o meu diploma, etc, etc. Isso foi em 1935, até 1937. [trecho de MOZART em violino] LINI: O violista já tocava no prestigioso Quarteto Fritzsche de Dresden, ainda na Alemanha, quando recebeu a notícia que iria sair em turnê para as Américas. No dia 9 de março de 1939, aos 24 anos, ele e seus parceiros musicais pegaram um navio, em Bremen, também na Alemanha. [Efeito de som do mar] Primeira parada: Panamá, por três dias. Depois Argentina, onde tocaram na escola alemã e permaneceram por semanas a fio. Em seguida Montevidéu, onde fizeram quatro concertos. E, finalmente, aportaram no Rio de Janeiro. [Efeito de som do mar] [trecho do documentário] – Johannes Olsner: Chegamos dia 26 de julho de 1939, com bastante atraso, mas aqui no Brasil. LINI: Veio a Segunda Guerra, ele e os colegas permaneceram em terras brasileiras. [trecho do documentário] – Johannes Olsner: A gente pode dizer mesmo o Deus é brasileiro, né? Eu tive sorte lá, com entrar no Quarteto e tudo assim, mas aqui, olha que, eu sempre digo para todos vocês que são brasileiros natos: pode ficar contente, porque é a melhor terra que tem. Fora de tudo que tem, olha que, é a melhor terra que tem. LINI: Olsner criou raízes em São Paulo. Em 1944, mesmo ano em que se casou, entrou para o Quarteto Haydn. MAYRA: O Quarteto Haydn do Departamento de Cultura de São Paulo representa a fase inicial e histórica do que hoje é o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo. Sua origem remonta a 1935, quando foi fundado por iniciativa de Mário de Andrade, que na época era o diretor do Departamento. A formação respondia a um antigo anseio do escritor, crítico musical, ensaísta e professor de música. Entre outras tantas lutas culturais, Mário de Andrade acabou se tornando um verdadeiro paladino da construção de uma cultura musical consciente e autônoma para o Brasil. A rememoração de Oelsner dá indícios dessa efervescência: EXCERTO MÁRIO DE ANDRADE: Oelsner: Um dos primeiros concertos, me lembro, era em frente do Teatro Municipal, a velas. E então, aí o Mário, como disse, como assistiu todos os concertos, um dia ele chegou também. Ele dizia, seria possível tocar uma vez com o nosso quarteto aqui do teatro, do departamento. Então, como eu já falei para o senhor, fizemos o quarteto de Mendelssohn [trecho do quarteto de Mendelssohn do documentário Variações(continuação do texto acima) ] LINI: Pausa para um esclarecimento. Você lembra que no primeiro episódio a gente falou da presença da literatura na obra de não ficção de Giorgetti? Pois é, “Variações sobre um quarteto de cordas” também revela essa face do diretor paulista. Na entrevista com Oeslner, ele não disfarça o interesse pelo escritor brasileiro Mário de Andrade. [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: O senhor lembra do bem do Mário de Andrade? Oelsner: Sim, nós éramos amigos, que infelizmente eu tinha mais contato com ele de 44, quando eu entrei no departamento, até 45, e pobre Mário morreu em 45. Ugo Giorgetti Como ele era? Oelsner: Sempre alegre, sempre disposto, e qualquer coisa que o senhor disse, uma novidade, o senhor dizia, vamos ver. Sim, sim, sim. E marcava quanto se podia fazer. O Mário era formidável. LINI: Eu perguntei ao diretor se ele de fato – abre aspas “perseguiu” – a presença e a figura de Mário de Andrade, na entrevista com o Oelsner. Ele respondeu que sim. E fez o seguinte relato: [trecho do documentário] Ugo Giorgetti: Eu considero o Mário de Andrade o maior intelectual de São Paulo, de todos os tempos, porque ele era um grande poeta. Tem poemas que são fantásticos, citei um num artigo que escrevi sobre Abujamra, um poema dele, que dizia, “eu sou 300, sou 350, mas um dia eu toparei comigo.” Ele era um músico, ele dava aula no Instituto de Arte Dramática, professor, ele era um etnógrafo, ele saia pelo Brasil cantando folclore, ele era um professor, claro, político, na boa fase, na boa forma de político. Ele foi o primeiro secretário de Cultura de São Paulo. Eu procuro o Mário de Andrade, onde é possível achar. Eu tenho contos dele, o que ele escreveu para jornais, ele escreveu para jornais também, era um cronista, um cara fantástico. MAYRA: Johannes Olsner cultivou laços com Mário de Andrade e também com personalidades como os compositores e regentes Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Além disso, executou peças com as pianistas Guiomar Novaes e Magdalena Tagliaferro. Durante a formação mais longeva do Quarteto, de 1944 a 1979, ele tocou com Gino Alfonsi no primeiro violino, Alexandre Schaffman no segundo e Calixto Corazza no violoncelo. LINI: A gente pode dizer que Johannes Olsner é o biografado do documentário. Mas também podemos afirmar que essa peça audiovisual é um testemunho. Por meio de um único depoimento, o média-metragem: flagra o nascimento do Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, – que é também um registro do florescimento da vida cultural e do desenvolvimento da capital paulista. MAYRA: Vislumbra uma linhagem de músicos alemães surgida em Dresden, berço musical em um dos momentos mais ricos, inovadores e contraditórios do Ocidente. LINI: Testemunha os efeitos da Segunda Guerra Mundial, quando centenas de cidadãos alemães se viram obrigados a imigrar para sobreviver. Esse ponto não está explícito no relato de Olsner, mas as imagens do documentário fazem referência ao fato. MAYRA: Revela a devoção de Johannes Olsner à música. LINI: Mesmo depois de aposentado, Johannes Olsner seguiu trabalhando como músico. Na época da gravação do documentário, em 2003, lecionava no Conservatório Villa Lobos, em Osasco, e tocava em eventos e festas de casamento. Ele jamais considerou parar com suas atividades musicais. Faleceu aos 94 anos, em São Paulo, no ano de 2010. [Bloco 2: documentário “Santana em Santana”] LINI: Santana em Santana, de 2007, foi realizado a partir de um edital da Secretaria Municipal de Cultura que visava a realização do projeto “História dos bairros de São Paulo”. A ideia por trás da chamada pública era fomentar o mapeamento audiovisual da capital paulista, por meio de documentários sobre os bairros que a compõem. MAYRA: Ugo Giorgetti, com sua produtora, a SP Filmes de São Paulo, foi selecionado com o projeto de documentário que propunha explorar a história do seu bairro de origem: Santana, localizado na zona norte da capital paulista. [Ruído de passagem de cena] LINI: Santana em Santana: de cara dá pra perceber que o título escolhido pelo cineasta é tanto uma provocação existencial e poética, quanto um convite à interpretação. MAYRA: A gente se pergunta: como assim Santana EM Santana? Existe um bairro dentro do bairro original? Isso seria um erro de grafia ou uma pista? Ou apenas um jogo linguístico para atrair a atenção do espectador? [Ruído de passagem de cena] LINI: Pois é, eu questionei o Ugo Giorgetti sobre o que o título do filme pretende revelar. Sua resposta acabou mostrando as motivações por trás do projeto original. Além, é claro, de elucidar esse “mistério”… Ele disse: UGO GIORGETTI: Bom, eu fiz pelo seguinte, também eu quis fazer. Se Santana realmente correspondia à minha concepção que eu tinha dela. Por quê? Porque eu ia na casa do meu irmão… Eu vou sempre na casa do meu irmão. Toda a vez que eu ia na casa dele, às vezes eu ia à noite, às vezes de dia, eu tinha a impressão que não tinha sobrado pedra sobre pedra do meu bairro. Era uma coisa sórdida, vulgar, ridícula, todas as construções iguais, uma coisa cafajeste, não sobrou nada do cinema, nada de nada. Eu não falava com ele sobre isso porque ele morava lá, ele também não falava. Então ficou essa ideia que estava cimentada na minha cabeça. E, para a minha surpresa, quando eu fiz o documentário, eu vi que não só restavam coisas, mas que restava muita coisa. Uma pessoa como eu, que conhecia muito bem o bairro, eu andava para aquele bairro o tempo todo, você procurando os lugares que você ia, em geral, eu achava o lugar. Não só achava o lugar, como alguns lugares intactos. [Ruído de passagem de cena: um carro passando] MAYRA: A escolha da linguagem cinematográfica mostra também esse interesse pessoal pelo tema. O principal recurso usado em Variações sobre Um Quarteto de Cordas se repete em Santana em Santana: o depoimento de um único artista, nesse caso, o próprio Giorgetti. Em Santana em Santana Ugo não é apenas o cineasta, mas assume também a posição de narrador-apresentador. Na cena que abre a narrativa, você vê um ambiente despojado, o diretor atrás de uma escrivaninha olhando para a câmera e falando o seguinte texto: [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Santana sob o ponto de vista da história, do fato histórico, não é relevante, não há nada na história de Santana, que eu saiba, que mereça um registro significativo. Santana é uma região que fica ao norte da cidade, dividida pelo Tietê. Isto é, o Tietê é a primeira fronteira dela, que separa Santana da cidade. E o início dela, é o início mais ou menos costumeiro dos bairros de São Paulo. Quer dizer, é uma grande quantidade de terra, ocupada por uma associação entre o Estado, a Igreja e ricos proprietários. . Evidentemente essas proporções foram se desfazendo depois, principalmente os ricos proprietários, e se tornou um bairro, conforme ele se configurou, a partir de 1942”. LINI: A fala do cineasta sugere que o documentário vai investigar a história do bairro Santana. No entanto, à medida que a narrativa avança, o que se vê na tela é um percurso afetivo que pouco tem a ver com acontecimentos verificáveis, dados e informações precisas. Santana em Santana revela o cineasta à procura de sua própria história… MAYRA: Em cena, a escola que frequentou na primeira juventude, o Mirante de Santana, o cinema de bairro que hoje é shopping center. LINI: Ouve só como também é revelador esse trecho da conversa que tive com ele: GIORGETTI – O filme que mais me impactou que eu vi lá em Santa Ana foi um filme de 1960. Eu tinha 18 anos. É um filme maravilhoso não pelo, digamos assim, valor cinematográfico, é pequeno o valor cinematográfico, mas porque era um filme chamado O Julgamento de Nuremberg; o casting era inacreditável: Spencer Tracy, Burt Lancaster, Montgomery Clift. Lini: É um bom filme. Ugo: Pô! MAYRA: Em entrevista, o diretor também expôs a importância do processo de produção do documentário, para o tema de que ele trata: GIORGETTI: Tem alguns planos nesse filme que eu gosto muito. Tem um plano que eu acho que é muito bom, que é um plano numa tempestade. Eu falei, se prepara que vai chover, se prepara que vai ter uma puta tempestade que ocorre nesse bairro. E, de repente, o que eu acho curioso é que, no meio da tempestade, o bairro ficou um bairro. Tudo ficou um pouco impreciso, como se o tempo tivesse passado, porém deixou como um quadro impressionista, contornos no meio daquela névoa da tempestade. Daí eu reconheci o bairro. Daí eu falei, esse é Santana. Casas meio aparecendo, outras não. Uma coisa mais na sombra, outra coisa mais evidente. Ficou muito legal aquilo. Mas tem outras coisas. Tem o meu irmão voltando da feira. Não sei se você viu. Ele está identificado como… Lini: Não, não. Ah, então eu não identifiquei. Acho que foi uma cena muito de passagem. É, o cara voltando da feira. O maestro Mauro Giorgetti com uma puta de uma cesta. Ele nem viu que ele estava lá. MAYRA: Essa atitude artística de Giorgetti em Santana em Santana, de individualizar a narrativa, ao invés de elucidar fatos e discursar sobre eles, faz parte de um – digamos – estilo. Segundo o diretor, ele nunca trata realmente do tema que se anuncia; ele afirma que o seu mote é, abre aspas, “ter sempre uma coisa que vista a cidade (…) você pensa que tá vendo uma coisa, mas é outra”. LINI: Ou seja, de acordo com o diretor, no fundo ele está sempre tratando de São Paulo. [Pausa.] OK, como você ouviu lá no primeiro episódio, é preciso considerar a visão do artista sobre seu próprio trabalho. Mas sem tirar de foco aquilo que a obra, ela mesma, mostra. No caso, o documentário – sobretudo – ativa a memória do diretor e a projeta no presente. Essa projeção oferece ao espectador uma realidade construída por um discurso que é uma espécie de auto-perscrutação dos primeiros anos de vida do artista em contato com a cidade. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo] LINI: Uma investigação a partir do subjetivo…que é também um documento…. [trecho do documentário Santana em Santana] Ugo Giorgetti: Por isso que eu tento fazer uma coisa que deixe, pelo menos, uma impressão do mundo que eu vivi. Eu não estou fazendo poesia, não estou fazendo filmes fora, cabeça, mensagem. Isso não é comigo. [Efeito sonoro de tráfego em cidade: buzinas, carros, ruídos de fundo.] MAYRA: O roteiro desse episódio foi escrito pela Liniane Haag Brum, que também realizou as entrevistas. A revisão do roteiro foi feita por mim, Mayra Trinca, que também apresento o episódio. LINI: A pesquisa de pós-doutorado teve orientação do professor Carlos Vogt, e seu resultado é objeto de meu trabalho no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone. As reportagens referentes à divulgação de “Contra o apagamento, o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti”, foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência. A gente vai deixar o link e a ficha técnica dos documentários na descrição do episódio. LINI: A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral e a vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez. MAYRA: Este episódio tem o apoio da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. MAYRA: Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast. LINI: Se você gostou do conteúdo, compartilhe com seus amigos.
Convidado: Sérgio Vale, economista, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da USP e economista-chefe da consultoria MB Associados. Pela primeira vez, o preço do ouro atingiu a marca de US$ 5.100 - em janeiro do ano passado, a cotação era de US$ 2.730 por onça, medida que equivale a 31 gramas. A disparada reflete o aumento das incertezas globais, especialmente provocadas pela política externa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Desde a volta de Trump à Casa Branca, uma combinação de fatores valorizou o preço do ouro: a disputa comercial com a China, a política tarifária, as crises geopolíticas e militares e o aumento das tensões entre Estados Unidos e Europa por causa da Groenlândia. Para explicar a disparada do ouro e por que o preço do metal sobe quando há instabilidade econômica, Natuza Nery conversa com Sérgio Vale, pesquisador da área de economia e política internacional do Instituto de Estudos Avançados da USP. Economista-chefe da consultoria MB Associados, Sérgio Vale também responde como as políticas fiscal e monetária dos EUA agitam os mercados. O economista compara a escalada do preço do metal precioso a uma “febre”, um sinal de que a economia global passa por um período de grave instabilidade.
Generalmente, comenzar un nuevo año suele venir acompañado de expectativas, planes y metas. Sin embargo, hay momentos —como el que estamos viviendo— en los que esa sensación de “nuevo comienzo” se mezcla con una pregunta: ¿y cómo puedo tomar decisiones cuando el entorno se muestra impredecible?. No pocos empresarios, ejecutivos y emprendedores de distintos sectores coincidimos en que operamos en un mercado con elevada incertidumbre y muchos dudan de cómo proceder. Ahora bien, decir que hay incertidumbre no aporta demasiado valor. Eso lo sabemos todos. La pregunta relevante es más bien: ¿qué podemos hacer frente a ella? Y más aún: ¿cómo evitar que la incertidumbre paralice nuestras decisiones justo cuando más claridad necesitamos? En este episodio de Punto Biz abordo este tema esperando que te sea útil para diseñar mejores estrategias de negocio. Este episodio de PuntoBiz es posible gracias a...Gimar Distribution: https://gimardistribution.com/Zoom: https://zoom.red/ Instituto de Estudios Superiores de Administración IESA: https://www.iesa.edu.ve/Consecomercio:https://www.consecomercio.org/ RECURSOS:Suscríbete a mi boletín: https://www.carlosjimenez.net/registroDescarga mis ebooks: https://carlosjimenez.net/ebooks/Website: http://www.carlosjimenez.net/Carlos Jimenez Punto Biz es un podcast producido por Carlos Jimenez, experto en identificar tendencias del mercado y diseñar estrategias de negocios para aprovechar las oportunidades que se derivan de los cambios en el comportamiento de los consumidores en América Latina. En este podcast se habla de tendencias del mercado y estrategias de negocios.Suscríbete a Carlos Jimenez Punto Biz en las principales plataformas ¿Te gusto mi podcast? Califícame y agrega tu comentario.
Respondemos a quiénes lo forman y cuál es la misión del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas de Estados Unidos (ICE) con Andrew Selee, director del Instituto de Política Migratoria de Washington.Escuchar audio
Javier Martin Reyes, investigador del Instituto de Investigaciones Jurídicas de la UNAM
CDMX creará Instituto de Salud Mental y 100 centros de atenciónINE cuestiona contrato millonario por documental electoralSismo obliga a desalojos preventivos en ChinaMás información en nuestro Podcast
En Estados Unidos, el papel de ICE con sus tácticas de agresión y con oficiales con la cara cubierta por pasamontañas, es motivo de crisis trás el segundo ciudadano asesinado en sus operativos en Minneapolis. ¿Qué sigue en materia migratoria? Ariel Ruiz Soto, analista de políticas públicas del Instituto de Políticas Migratorias, nos habla al respecto. En otros temas: La Suprema Corte renuncia a usar camionetas blindadas y anuncia la reasignación de los vehículos. Defiende austeridad / Xi Jinping pierde la confianza en mandos militares tras acusaciones de filtración de secretos nucleares a Estados Unidos y ordena una purga militar sin precedentes.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, com Graduação, Mestrado e Doutorado em Enfermagem, líder do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma, Iveth Whitaker.Só vem!>> OUÇA (146min 40s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERIlustríssima ouvinte, ilustríssimo ouvinte do Naruhodo, janeiro é tempo de recomeços - e o recomeço mais importante é o momento em que acordamos, todos os dias.Afinal, a escolha da manhã muda tudo:- Vestir a roupa de treino assim que acorda — mesmo treinando só à tarde — aumenta a chance de cumprir a meta.- Colocar uma peça inteligente para trabalhar ou criar conteúdo te coloca instantaneamente em modo produtivo e confiante.- Mesmo para ficar em casa, trocar o pijama por um look confortável e bonito muda o humor, a energia e a presença.Ou seja: a Insider entra no seu ritual matinal e acompanha sua rotina com naturalidade.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto, ou 15% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.E bons recomeços pra você!INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*Iveth Yamaguchi Whitaker possui graduação em Enfermagem pela Universidade Estadual de Londrina (1979), mestrado em Enfermagem na Saúde do Adulto pela Universidade Federal de São Paulo (1994) e doutorado em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (2000).Atualmente é Professora Associado (aposentada) do Programa de Pós Graduação em Enfermagem da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo, vinculada às linhas de pesquisa Cuidado Clínico em Enfermagem e Saúde e Fundamentos Métodos Processos e Tecnologia em Enfermagem.Participou das atividades do European Center for Injury Prevention na Universidad de Navarra na Espanha.Desenvolve pesquisa com ênfase em morbidade e mortalidade hospitalar em trauma, índices de gravidade e indicadores em trauma; cuidados intensivos com foco na carga de trabalho de enfermagem, avaliação de risco de lesão por pressão, nutrição enteral e delirium.É lider do Grupo de Estudo e Pesquisa em Trauma: emergência e cuidados intensivos e possui parceria com pesquisadora da Faculdad de Enfermería da Universidad de Cantábria e do Instituto de Investigación Marques de Valdecilla (IDIVAL) da Espanha.Lattes: http://lattes.cnpq.br/4954772252354513*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
Extorsión disminuye 37% en el Edomex durante 2025 Se conmemora el Día Mundial de la Lepra China acusa de corrupción a su general de mayor rangoMás información en nuestro podcast
Carlos de la Mota es actualmente embajador de la República Dominicana en el reino de los Países Bajos, antes fue director del Instituto de los Dominicanos en el Exterior y tiene en pausa su carrera como actor. Hablamos sobre política, servicio publico, prepararse para cuando el momento llegue y l importancia de participar.REDES:Patreon: https://www.patreon.com/jorgechaljub YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCvmw5p_mFlEC5XKEIqL1-TQInstagram: https://www.instagram.com/jorgechaljub/ Twitter: https://twitter.com/jorgechaljubREDES Carlos:Instagram: https://www.instagram.com/carlosdelamota/ALIADOS DEL PODCASTBrands Avenuehttps://www.instagram.com/brandsavenuerd/https://brandsavenuerd.com/ Música: Good for Nothing Safety de Twin Musicom
¿Por qué algunas personas parecen ganar siempre... y otras siempre pierden? ¿Qué sucede exactamente en tu cerebro cuando tienes éxito? ¿Por qué el poder cambia a las personas... y cómo evitar que te pase a ti?En este episodio analizamos El Efecto Ganador, de Ian Robertson (The Winner Effect, 2012), un libro que revela los mecanismos neurobiológicos más profundos del éxito y el fracaso humano.Ian Robertson no es el típico autor de autoayuda. Es profesor de Psicología en Trinity College Dublin, profesor visitante en University College London y científico en el Instituto de Investigación Rotman de la Universidad de Toronto. Es miembro de la Academia Real Irlandesa y ha dedicado décadas a estudiar cómo funciona el cerebro humano bajo presión, bajo estrés... y bajo el poder.Lo más valioso: Robertson descubrió que ganar literalmente reprograma tu cerebro para más victorias —a través de testosterona y dopamina— pero también que el poder puede corromperte sin que te des cuenta si no construyes los sistemas adecuados para protegerte.