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En ContraPunto, donde las palabras pesan, conversamos con Juan Pablo Suárez, director del ICE de la gobernación de Santa Cruz.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Estatístico, Mestre e Doutor em Estatística, Coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC, João Ricardo Sato. Só vem! >> OUÇA (82min 13s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * João Ricardo Sato é Professor Titular da Universidade Federal do ABC. Por cinco anos, foi coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos, unidade estratégica vinculada diretamente à reitoria da UFABC que tem como objetivo a realização de atividades em equipes interdisciplinares voltadas para a pesquisa, ensino e extensão na área de neurociências e cognição. Linha de pesquisa atual é interação entre neurociências e ciências exatas, com principal foco no neurodesenvolvimento, bases neurais de transtornos psiquiátricos, conectividade cerebral, inteligência artificial e processamento de sinais neurais. Formou-se no Bacharelado em Estatística pela USP em 2002, tendo concluído três iniciações científicas como bolsista PIBIC/CNPQ na área de séries temporais financeiras, com o intuito de atuar no mercado financeiro. No doutorado que se iniciou em 2004, decidiu focar sua pesquisa no desenvolvimento de novos métodos estatísticos para modelar a conectividade cerebral por meio de sinais de ressonância magnética funcional. Este trabalho interdisciplinar realizou-se sob a orientação de um docente do Departamento de Estatística um docente da Faculdade de Medicina da USP. Em 2006, realizou estágio de pesquisa (doutorado-sanduíche) no Instituto de Psiquiatria do Kings College London, onde integrou técnicas computacionais de aprendizado de máquina à sua linha de pesquisa. Após a conclusão do doutorado em 2007, atuou como consultor estatístico e pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, também atuou como professor no curso de pós-graduação lato sensu da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo. Em janeiro de 2009, foi contratado pela UFABC para o cargo de professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição. Em julho de 2009 tornou-se o coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos (NCSC). Os docentes associados ao NCSC foram a equipe idealizadora do Bacharelado em Neurociências (pioneiro no Brasil) e do programa de pós-graduação em Neurociências e Cognição da UFABC. Esta equipe também foi responsável por todo o planejamento da infra-estrutura para pesquisa científica em neurociências, hoje disponível no primeiro andar do Bloco Delta no Campus de São Bernardo do Campo. Atualmente é coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913813209624175 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Assista em vídeo acessando: https://youtu.be/kmhXj6dFKZgO Fox 3 Kill Podcast traz uma entrevista inédita com o Tenente-Coronel Aviador Escosteguy, piloto de caça e piloto de ensaios em voo do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) da Força Aérea Brasileira (FAB).O alvo deste papo foi a Operação Samaúma, a campanha de validação do sistema de reabastecimento em voo do Gripen E e a certificação do conjunto formado pelo Embraer KC-390 Millennium e pelo F-39E Gripen para esse tipo de operação.Descubra os bastidores dessa campanha, que simboliza a integração entre Brasil e Suécia em torno de um programa binacional e cujos resultados fortalecem a Base Industrial de Defesa brasileira, ampliam as capacidades operacionais da FAB e aumentam a competitividade internacional do Gripen.Fight's On! ↗️
Vivemos a rotina de Helios Nogués Moyano em São Paulo. Imigrante chileno, chegou ao Brasil aos 18 anos, começou do zero, foi garçom e construiu uma trajetória até se tornar um dos grandes criminalistas de empresários de SP.Foi um dos fundadores do IBCCRIM e carrega uma marca histórica: a carteira de membro nº 007 do Instituto. Começamos o dia na 011 MMA, academia criada por ele e responsável por revelar atletas para o UFC, entre elas, Luana Santos, hoje top 3 do ranking.Depois, seguimos para o escritório, falando sobre advocacia criminal empresarial, sociedade, modelos de escritório, gestão, estratégia e bastidores dos grandes casos.Helios é um criminalista low profile, com atuação para grandes empresários, famílias empresárias e casos de Direito Penal Econômico em que discrição, confiança e precisão são parte da defesa.Isso é o Trajetórias: histórias reais para inspirar a advocacia.
Hablamos del apogeo de las frutas de hueso con Luis Pacheco. La investigadora del Instituto de la Familia de la Universidad CEU San Pablo, María Teresa Díaz-Tártalo y Evandolf Careng nos hablan sobre el programa de acogimiento temporal "Un curso en familia". El mago Mariano Torrente nos cuenta cómo cultivar la atención y el sentido del asombro en la era de la aceleración a través de la magia.
Lejos de ser el vacío frio y oscuro que todos imaginamos, el espacio exterior es un gigantesco laboratorio químico donde se forman las moléculas precursoras para la vida. Hasta ahora se han hallado más de 350 moléculas de todo tipo. Y por primera vez, científicos españoles han identificado la presencia de un azúcar, la eritrulosa, flotando en nubes de gas en el centro de nuestra galaxia. Un hallazgo que amplía el repertorio de compuestos orgánicos que pudieron estar disponibles para la síntesis de los primeros ácidos nucleicos en la Tierra primitiva. Hemos hablado con Izaskun Jiménez-Serra y Carlos Briones, investigadores del Centro de Astrobiología (INTA/CSIC) y autores del estudio. Con Humberto Bustince hemos analizado uno de los mayores desafíos que representa la inteligencia artificial: Las cantidades masivas de agua y electricidad que consumen los centros de datos, que generan un debate global sobre la sostenibilidad de la tecnología a medida que su demanda y complejidad se disparan. El próximo miércoles es el Día Mundial del Cerebro y Fernando de Castro nos ha hablado del aumento drástico de los trastornos mentales en los últimos años y su impacto sanitario, económico y social (el 50% de todo el gasto socio sanitario está asociado a patologías neuropsiquiátricas. Elena Garrido nos ha contado que científicos del Instituto de Neurociencias de Alicante (CSIC/UMH) ha descubierto que una vía del sistema inmunitario, conocida como señalización por interferón, podría contribuir a explicar por qué las mujeres son más vulnerables a desarrollar la enfermedad de Alzheimer. Con testimonios de José Pascual López-Atalaya, líder de la investigación.Escuchar audio
Lejos de ser el vacío frio y oscuro que todos imaginamos, el espacio exterior es un gigantesco laboratorio químico donde se forman las moléculas precursoras para la vida. Hasta ahora se han hallado más de 350 moléculas de todo tipo. Y por primera vez, científicos españoles han identificado la presencia de un azúcar, la eritrulosa, flotando en nubes de gas en el centro de nuestra galaxia. Un hallazgo que amplía el repertorio de compuestos orgánicos que pudieron estar disponibles para la síntesis de los primeros ácidos nucleicos en la Tierra primitiva. Hemos hablado con Izaskun Jiménez-Serra y Carlos Briones, investigadores del Centro de Astrobiología (INTA/CSIC) y autores del estudio. Con Humberto Bustince hemos analizado uno de los mayores desafíos que representa la inteligencia artificial: Las cantidades masivas de agua y electricidad que consumen los centros de datos, que generan un debate global sobre la sostenibilidad de la tecnología a medida que su demanda y complejidad se disparan. El próximo miércoles es el Día Mundial del Cerebro y Fernando de Castro nos ha hablado del aumento drástico de los trastornos mentales en los últimos años y su impacto sanitario, económico y social (el 50% de todo el gasto socio sanitario está asociado a patologías neuropsiquiátricas. Elena Garrido nos ha contado que científicos del Instituto de Neurociencias de Alicante (CSIC/UMH) ha descubierto que una vía del sistema inmunitario, conocida como señalización por interferón, podría contribuir a explicar por qué las mujeres son más vulnerables a desarrollar la enfermedad de Alzheimer. Con testimonios de José Pascual López-Atalaya, líder de la investigación.Escuchar audio
Este domingo 19 de julio, casi toda España estará mirando hacia una pantalla para ver jugar a la Selección Masculina de Fútbol la final del Mundial. En menos de un mes, otro evento tendrá también el efecto de unir a casi todo el país, pero será mirando a un lugar muy distinto: el cielo. El miércoles 12 de agosto, hacia las 8 de la tarde, empezará el primer eclipse total de Sol visible desde la Península Ibérica en más de un siglo. Se podrá ver otro en el sur en 2027 y otro anular en 2028, pero lo que tiene de especial el de este verano es que su franja de totalidad abarca muchos lugares. De oeste a este, desde Coruña hasta Palma, pasará por Oviedo, León, Zaragoza o Valencia, y por muchísimos pueblos y ciudades de la España vaciada. Apenas quedan hoteles libres y los precios y eventos se han disparado. A lo largo de los siglos, un eclipse ha servido para realizar mediciones astronómicas, para despertar vocaciones científicas, o incluso para demostrar la Teoría de la Relatividad. En 2026, la principal función de un fenómeno como este es vivir una experiencia colectiva. Este ‘podcast’ es una conversación entre Eva Villaver, subdirectora del Instituto de Astrofísica de Canarias y miembro de la Comisión Nacional de Eclipses, y Pampa García Molina, periodista científica directora del Science Media Center. CRÉDITOS Realiza: Belén Remacha Diseño de sonido: Nacho Taboada y Oskar Bogdanowicz Coordina: José Juan Morales Dirige: Ana Alonso Mapa de sitios donde ver el eclipse total de Sol: EL PAÍS recopila más de 350 puntos de observación oficiales
O Opinião desta sexta (17) discute se o discurso contemporâneo sobre saúde emocional tem ampliado a consciência de si ou, em alguns casos, reduzido o espaço para autocrítica, responsabilidade e compromisso com o outro. Como encontrar equilíbrio entre acolhimento e exigência? Entre respeitar limites e sustentar relações? Uma conversa entre filosofia e psicanálise sobre os limites do "cuidar de si" e os desafios de crescer em um tempo que evita o desconforto. Para falar sobre o assunto, receberemos a filósofa e voluntária da Organização Internacional Nova Acrópole Lúcia Helena Galvão e também o psicanalista e professor titular do Instituto de Psicologia da USP Christian Dunker.
A editoria do Trata Brasil, "Estudo em Minutos", apresenta os principais destaques dos estudos lançados pelo Instituto, de forma rápida e acessível!Neste novo episódio, apresentamos os destaques do novo estudo “Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2026 (SINISA, 2024)". O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulga a quinta edição do estudo “Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2026 (SINISA, 2024)”. O material busca avaliar o estágio de implementação da Lei nº 14.026, de 15 de julho de 2020, bem como analisar os potenciais ganhos socioeconômicos provenientes de maiores investimentos em saneamento.Acesse o estudo completo e saiba mais: https://tratabrasil.org.br/avancos-do-marco-legal-do-saneamento-basico-no-brasil-de-2026-sinisa-2024/ ________________________________________________Redes sociais: @tratabrasilSite: www.tratabrasil.org.brPainel Saneamento Brasil: www.painelsaneamento.org.br
Os grandes projetos como data centers, plantas de hidrogênio e eólica off Shore geram grandes impactos sobre o setor elétrico brasileiro. Setor que atravessa uma crise preocupante. Esses impactos e suas consequências sobre a crise do setor são o tema desse Curto-Circuito 93. O programa é apresentado por Clarice Ferraz e Ronaldo Bicalho. Clarice é professora da Escola de Química da UFRJ e Ronaldo é pesquisador do Instituto de Economia da UFRJ. Ambos são pesquisadores do Grupo de Economia da Energia do IE/UFRJ e diretores do Instituto Ilumina.
«Jehová es mi pastor» es probablemente el versículo más universal de la Biblia: lo ha oído hasta quien nunca la ha abierto. Juan Varela, fundador del Instituto de Formación Familiar, se sienta con el Pr. Lucho en El pulso de la vida para desarmar el Salmo 23 en tres promesas que se recuerdan fácil porque las tres van con P: la provisión, la protección y la permanencia. Por el camino, un rey que escribe desde el palacio pero piensa en la choza, un pez al que nadie ha echado de comer en cuatro años y una advertencia que lo cambia todo: Dios no promete quitarte el valle de sombra de muerte. Promete cruzarlo contigo.
Neste episódio, o entrevistado é Marlon Rúbio Longo, professor e pesquisador do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP em São Carlos. Ele é autor da tese "Plano e projeto urbano na metrópole de São Paulo: da rede de mobilidade ao projeto-instrumento", orientada pela professora Regina Meyer
En el Consultorio de Bolsa con gerardoortega.es y victorgalanbolsa.com, Gerardo Ortega y Víctor Galán comentan la jornada bursátil y el sentimiento de mercado. Los expertos analizan los siguientes valores que plantean los oyentes: En la Pizarra del Consultorio de Bolsa con gerardoortega.es y victorgalanbolsa.com Sobre Gerardo Ortega Economista y Asesor Financiero certificado, Gerardo Ortega ha desarrollado su carrera profesional asesorando, principalmente y a nivel independiente a grandes patrimonios así como gestionando carteras a nivel institucional (Agencias de Valores). Actualmente y desde 2008 trabaja como analista independiente y responsable del portal financiero https://www.gerardoortega.es/ Colabora de forma exclusiva con CMC Markets desde 2010 como formador (entidad británica líder en intermediación de CFDs.) Ponente en cursos y seminarios sobre análisis y gestión en mercados financieros de diversas Universidades y Facultades de Ciencias Empresariales. Conferenciante habitual en las Ferias de mercados financieros en Madrid, Barcelona y Valencia. Ortega es un convencido del Análisis técnico independiente y de que los precios responden básicamente a las expectativas generadas por el mercado sobre los aspectos fundamentales y macro. Sobre Víctor Galán Analista cuantitativo y técnico. Desde hace casi una década en los mercados financieros. Enfocado en desarrollar estrategias y sistemas de trading. Formación en Trading, derivados (opciones) y macroeconomía. Fundador de Planeta Bolsa y de victorgalanbolsa.com. Apasionado del trading, Galán es licenciado en Económicas con varios postgrados en productos financieros. Destaca el realizado en el Instituto de Estudios Bursátiles de Tesorería. Galán se ha seguido formando en varios cursos más concretos de bolsa, donde ha ido profundizando conceptos sobre Análisis Técnico, Análisis Fundamental, Gestión de Capital y Psicología del Mercado. Los oyentes pueden mandarnos WhatsApp al teléfono 609 22 47 16. Si prefieren hablar directamente con los analistas y comentarles sus dudas, pueden contactarles en el número de teléfono 91 533 18 51.
A Rádio Cidadania entrevistou Maria Isabel Couto, diretora de Dados e Transparência do Instituto Fogo Cruzado, organização que se consolidou como uma das principais referências na produção de dados sobre violência armada no Brasil.Ao longo da conversa, Maria Isabel apresenta a trajetória do Instituto, explica como funciona o trabalho de monitoramento colaborativo da violência armada e discute a importância da produção de dados independentes para ampliar a transparência, qualificar o debate público e contribuir para a formulação de políticas de segurança baseadas em evidências. A entrevista também aborda a relação do Fogo Cruzado com o poder público, os desafios de transformar informação em instrumento de mudança e o papel da sociedade civil na construção de uma agenda de segurança mais democrática e eficiente.
Los avances científicos y tecnológicos de los últimos años en astronomía y la participación española en todos ellos centran la 17ª Reunión Científica de la Sociedad Española de Astronomía (SEA) que esta semana se celebra en Tarragona. Un encuentro que combina ciencia y divulgación con actividades abiertas al público y espacios dedicados a la relación entre astronomía, cultura y sociedad. En "Más cerca" (Radio 5) hemos hablado con José Manuel Vílchez, investigador del Instituto de Astrofísica de Andalucía (CSIC), vicepresidente de la SEA y uno de los organizadores del encuentro. Escuchar audio
No 3 em 1 desta terça-feira (14), o destaque foi que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter desistido de aplicar a taxa de 20% sobre a carga dos navios que trafegarem pelo Estreito de Ormuz. A medida havia sido anunciada na última segunda-feira (13), e será substituída por acordos comerciais e investimentos em países do Golfo Pérsico. Reportagem: Luca Bassani. Em coletiva de imprensa concedida nesta terça-feira (14), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), afirmou que, caso haja consenso, a MP do Frete poderá ser votada antes do recesso parlamentar. O texto, que foi enviado para o Congresso em março e aprovado pela Câmara dos Deputados em junho, perde a validade na próxima quinta-feira (16). O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino deu um prazo de 30 dias para as comissões de saúde da Câmara e do Senado esclarecerem a distribuição e transparência na execução das emendas parlamentares. Dino também criticou o que ele chamou de “mercado de terceirização de emendas”. Reportagem: Bruno Pinheiro. A Ordem dos Advogados do Brasil encaminhou nesta terça-feira (14) um ofício ao Supremo Tribunal Federal solicitando a revisão da medida que proíbe as visitas do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias. Procurada por Flávio, a OAB encaminhou o pedido formal para que os dois possam se encontrar para tratar de temas estritamente profissionais. Reportagem: André Anelli. Em encontro na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, o senador e pré -candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), definiu o senador Carlos Portinho (PL) como pré-candidato ao senado pelo estado. Portinho ocupa posição deixada após desistência do ex-governador Cláudio Castro (PL). O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Kassio Nunes Marques propôs a criação de um selo para premiar os institutos de pesquisa que mais se aproximarem do resultado das eleições. A medida enfrenta resistência e parte das entidades manifestaram serem contrárias à ideia. Reportagem: Thais Sprovieri. O governo brasileiro já trabalha na lógica de que o tarifaço americano de 25% é inevitável e planeja agora negociações para aumentar a lista de exceções às tarifas. A decisão do governo norte-americano deve sair na próxima quarta-feira (15). Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal concluiu a primeira investigação da Operação Sem Desconto, que mira o esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Nesta primeira fase, 48 pessoas foram indiciadas, entre elas o ex-presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador geral do órgão, Virgílio de Oliveira Filho e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o careca do INSS. O ex-governador do estado de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), voltou a criticar seu concorrente Flávio Bolsonaro (PL). Caiado afirmou que Flávio não pode ficar “à margem do pai”, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que ele deve construir a “própria liderança”. Reportagem: Misael Mainetti. O Conselho Nacional de Política Energética aprovou o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD) , a medida deve diminuir a necessidade de importação de gasolina e também trazer uma redução de até três centavos por litro. Reportagem: Beatriz Souza. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Los avances científicos y tecnológicos de los últimos años en astronomía y la participación española en todos ellos centran la 17ª Reunión Científica de la Sociedad Española de Astronomía (SEA) que esta semana se celebra en Tarragona. Un encuentro que combina ciencia y divulgación con actividades abiertas al público y espacios dedicados a la relación entre astronomía, cultura y sociedad. En "Más cerca" (Radio 5) hemos hablado con José Manuel Vílchez, investigador del Instituto de Astrofísica de Andalucía (CSIC), vicepresidente de la SEA y uno de los organizadores del encuentro. Escuchar audio
El director general del Instituto de Estudios Económicos, Gregorio Izquierdo, alerta de que el sistema tributario español concentra el 34% de la recaudación en las empresas.
Según Abellán, la Consejería prometió hace cuatro años 170.000 euros para la construcción de aulas que nunca llegaron. Esta falta de inversión ha obligado a los padres a pagar de su propio bolsillo tabiques para dividir aulas y ventiladores para paliar el calor, ya que los alumnos se hacinan en espacios de 50 metros cuadrados con hasta 33 personas.La precariedad es tal que el instituto carece de biblioteca, laboratorio, departamentos para profesores y salón de actos, ya que todos estos espacios han sido reconvertidos en aulas de clase. Además, ocho alumnos se encuentran actualmente sin centro adscrito y sin opciones de transporte público si son derivados a otras zonas.'Se nos ha acabado la paciencia', afirma Abellán, quien asegura que, si no hay soluciones en septiembre, toda la comunidad rural de las pedanías de Lorca se manifestará ante la Consejería el día 8 de septiembre donde 'realizaremos más que una manifestación, un desembarco'.
El consejero electoral explica por qué los eventos partidistas actuales serán revisados como gasto ordinario, qué riesgos existen para la equidad de la contienda y cuáles son los límites del Instituto frente a candidaturas vinculadas con el narcotráfico
Os médicos que atuam no Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC), em Criciúma, seguem enfrentando um impasse em relação ao pagamento dos honorários. Aproximadamente 130 profissionais estão sem receber pelos serviços prestados nos meses de abril e maio, período em que a unidade era administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (IDEAS). Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, a presidente do Sindicato dos Médicos da Região Sul Catarinense (SIMERSul), Dra. Cristiane Lopes Coral, explicou que, mesmo diante da falta de pagamento, os médicos mantiveram os atendimentos, cumpriram escalas de plantão e realizaram cirurgias para garantir a assistência à população. Segundo ela, o valor devido aos profissionais já se aproxima de R$ 4 milhões. A dirigente ressaltou que o Hospital Materno Infantil atende pacientes de toda a região, especialmente nas áreas de pediatria, obstetrícia e ginecologia, tornando a continuidade dos serviços essencial. Durante assembleia realizada na última semana, o sindicato definiu uma série de medidas para buscar uma solução ao problema. Entre elas está o pedido de realização de uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Criciúma, com o objetivo de dar transparência à situação e envolver gestores públicos e a sociedade no debate. Outra medida será o encaminhamento de um pedido de audiência ao Ministério Público. Paralelamente, o SIMERSul também iniciou os procedimentos para organizar uma paralisação assistencial dos médicos. Conforme explicou a presidente, a mobilização seguirá todas as normas estabelecidas pelo Conselho Regional de Medicina, garantindo a manutenção dos atendimentos de urgência e emergência, com pelo menos 30% do corpo clínico em atividade. Além disso, o sindicato pretende realizar uma auditoria para analisar a aplicação dos recursos destinados ao hospital. A intenção é elaborar um dossiê técnico que permita identificar se os valores repassados pelo Governo do Estado são suficientes para custear os serviços e verificar onde ocorreram os problemas que resultaram no atraso dos pagamentos. Cristiane Lopes Coral informou que manteve reuniões na última sexta-feira tanto com representantes do IDEAS quanto com o secretário de Estado da Saúde. Segundo ela, ambas as partes demonstraram interesse em resolver a situação, mas, até o momento, nenhum pagamento foi efetuado aos médicos. A presidente do SIMERSul destacou ainda que, embora a responsabilidade contratual seja da antiga gestora, o Governo do Estado também possui corresponsabilidade, por se tratar de um hospital estadual administrado por meio de terceirização. Ela também esclareceu que a atual administradora da unidade, a Irmandade da Santa Casa de São Bernardo do Campo, assumiu a gestão em 1º de junho e, por isso, o primeiro pagamento referente ao período sob sua administração está previsto apenas para o fim de julho. Até o momento, não há registro de atrasos relacionados à nova gestão. Por fim, Cristiane reforçou que o objetivo da mobilização é garantir que os profissionais recebam pelos serviços já prestados e sensibilizar a sociedade sobre a situação enfrentada pelos médicos, que continuam atuando normalmente mesmo sem receber seus honorários há mais de dois meses.
Rehabilitan escuelas afectadas por las lluvias en Puebla Disminuyen los delitos de alto impacto en HuixquilucanTragedia en feria de Chile deja seis muertosMás información en nuestro podcast#grc
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Ep. 58 — La batalla por el salario mínimo en Puerto Rico Invitado: Iyari Ríos, economista y profesor del Instituto de Relaciones del Trabajo, UPR Río Piedras; miembro de la Comisión Evaluadora del Salario Mínimo El salario mínimo en Puerto Rico es de $10.50 la hora — unos $21,840 al año trabajando a tiempo completo. La Ley 47-2021 estableció los primeros aumentos en 13 años y creó la Comisión Evaluadora del Salario Mínimo para sacar esa decisión de las manos de los políticos. Ahora el Proyecto de la Cámara 1115 propone derogar la ley y eliminar la comisión, justo cuando le corresponde evaluar los salarios de los trabajadores exentos, agrícolas y por propinas. En este episodio, Rafael conversa con el economista Iyari Ríos sobre la historia del salario mínimo en Puerto Rico, quiénes lo devengan, qué pasó realmente con la economía después de los aumentos y qué está en juego con el P. de la C. 1115. Temas del episodio 1. La formación de Iyari Ríos — De geografía y ciencias sociales a la economía y un doctorado en historia, todo en la UPR. La universidad pública como motor de movilidad social. 2. La UPR bajo la Junta — Presupuesto recortado a la mitad, matrículas triplicadas. El dato del Dr. Jaime Calderón: la proporción de jóvenes de 18 a 24 años matriculados en educación superior cayó de 65% a 55% en cinco años. 3. Qué hace la Ley 47-2021 — Tres cosas: establece política pública (un salario suficiente para vivir sobre el nivel de pobreza, ajustado periódicamente al costo de vida), aumenta el salario mínimo de forma escalonada ($8.50 en 2022, $9.50 en 2023, $10.50 en 2024) y crea la Comisión Evaluadora del Salario Mínimo. 4. La Comisión Evaluadora — Multisectorial y paritaria: dos representantes de los patronos, dos de los trabajadores, dos de la academia y el interés público en la figura del Secretario del Trabajo. Ternas por sector, nombramiento del gobernador, confirmación del Senado — el mismo proceso que un secretario de agencia. 5. Un cuarto de siglo congelado — De 1998 a 2021 el salario mínimo se revisó una sola vez, y no por acción del gobierno de Puerto Rico sino por el aumento federal a $7.25 en 2009. La historia previa: la FLSA de 1938, las juntas de salario mínimo de 1941 a 1998, la paridad con el mínimo federal desde mediados de los 90. 6. Por qué se logró en 2021 — Erosión del poder adquisitivo, la inflación pospandemia y una legislatura fragmentada donde ningún partido tenía mayoría propia. 7. Quiénes ganan el mínimo — Unas 250,000 personas de las 750,000 empleadas en el sector privado: 1 de cada 3. Comercio al detal, restaurantes, servicios. Muchos sobrecualificados, con grados universitarios. 8. La hecatombe que no llegó — Las asociaciones empresariales predijeron colapso económico y cierres masivos. Los datos: la producción ha crecido, el empleo aumentó, la tasa de participación laboral subió, el desempleo está en su nivel más bajo en la historia y la pobreza se redujo 3 puntos porcentuales desde 2021. Hay más negocios abiertos que nunca. 9. El P. de la C. 1115 — Derogaría la Ley 47 y eliminaría la Comisión tras el cabildeo de las asociaciones empresariales. Un trámite atípico: tres informes positivos de la Comisión de Trabajo de la Cámara, vistas públicas inicialmente cerradas al sector laboral. Pendiente de calendario en la Cámara; panorama incierto en el Senado. 10. El libro — La ley de salario mínimo de Puerto Rico: su necesidad y las amenazas que enfrenta (2025), publicado por el Grupo de Investigación sobre Puerto Rico. Las regalías van al grupo, no al autor. Sígueme en las redes sociales: Facebook, YouTube, Instagram, X, y TikTok Sigue a La Ventana PR -
EE. UU. e Irán pusieron fin de facto a su frágil tregua con una nueva serie de ataques, dejando en el pasado el acuerdo preliminar para poner fin a la guerra en Oriente Medio. Teherán quiere mantener su control sobre el estrecho de Ormuz, pero un experto advierte a RFI que podría ser un arma de doble filo, al afectar a los aliados de la república islámica, como China, que podrían retirar parte de su apoyo. Donald Trump dio por terminado el alto al fuego con Irán y calificó de inútil continuar las negociaciones con este país. Acusó a las autoridades iraníes de mentir y tergiversar de manera constante lo pactado durante la tregua. También amenazó con lanzar nuevos bombardeos en Irán. Ross Harrison, investigador principal del Instituto de Medio Oriente en Washington, D.C., y autor de Descifrando la Política Exterior de Irán, explica las razones de esta nueva escalada: "El memorándum de entendimiento está escrito con cierta ambigüedad, que da un margen a la interpretación o incluso a la malinterpretación. Observamos que los iraníes entienden este memorándum como una consagración del control que tiene Irán sobre la navegación en el estrecho de Hormuz". Leer tambiénLos ataques de Estados Unidos dejan 14 muertos en dos días en Irán "Sin embargo, lo que ha estado ocurriendo ahora, con apoyo de Estados Unidos, es que los barcos transitan pegados a la costa omaní y no a la iraní. Las autoridades iraníes interpretan esto como una señal de que han perdido el control o la capacidad de influencia sobre el estrecho. Por eso intentan redirigir el tráfico marítimo hacia el lado iraní. Esta es la razón por la que se rompe el cese el fuego. Los iraníes consideran que el control sobre el estrecho es su gran activo estratégico y que si lo pierden, especialmente en un momento en que han sido debilitados convencionalmente en el plano militar, entrarían en cualquier negociación habiendo perdido su capacidad de disuasión y estarían en una posición de debilidad", continúa. El especialista advierte que si Irán decide bloquear nuevamente el estrecho de Hormuz o imponer peajes para su tránsito, la medida podría convertirse en un arma de doble filo: "Hay muchas formas de analizar los beneficios financieros del estrecho. Si Irán impusiera algún tipo de sistema de peajes o tarifas por el tránsito, hipotéticamente, generaría ingresos, pero con un costo. Otros actores comenzarán a buscar alternativas". Si los iraníes intentaran excederse imponiendo tarifas o tratando de ejercer un control absoluto sobre el estrecho, pondrían en riesgo el respaldo financiero y político que mantienen de su socio China. Harrison explica cuáles serían las alternativas y el precio que deberá pagar Teherán: "No hablo de otras rutas marítimas. Más bien, pienso que recurrirán a oleoductos, ya que el estrecho de Ormuz se volvería tan riesgoso que otros países podrían implementar estas soluciones, reduciendo así el poder de negociación de Irán. Este sería un costo geopolítico importante. Pero hay otro factor. China y los demás actores, que dependen del crudo iraní, siendo China el más importante, si los iraníes intentaran excederse imponiendo tarifas o tratando de ejercer un control absoluto sobre el estrecho, pondrían en riesgo el respaldo financiero y político que mantienen de su socio China. Por lo tanto, existe un costo si deciden tomar esa medida". Como consecuencia de las nuevas hostilidades y de las declaraciones del presidente Trump, el precio del petróleo Brent ya aumentó un 6%.
El director de Fundación Chile 21, Luis Eduardo Escobar, señaló en El Primer Café de Cooperativa que el acuerdo anunciado para un nuevo mecanismo de invariabilidad tributaria en la megarreforma, no logra resolver el problema de fondo de este proyecto: el déficit fiscal con que está operando el país.Según lo conocido en la tarde del miércoles, el acuerdo señala que la invariabilidad tributaria quedará escalonada según el monto de la inversión, a lo que se sumará una sobretasa permanente de 1,5% sobre la tasa corporativa para las empresas que se acojan al beneficio. Según Claudio Agostini, economista de la Universidad Adolfo Ibáñez, esto "es un seguro contra el riesgo de futuras alzas de impuestos. Es un seguro barato", agregó.Alejandro Micco, exsubsecretario de Hacienda, calificó este acuerdo como un paso positivo, aunque marcó distancia respecto al fondo de la política."Yo no era muy partidario de la invariabilidad, para ser franco, pero creo que es un avance y creo que eso hay que valorarlo en ese respecto", señaló Micco.Mientras que Gustavo Díaz, economista del Instituto Libertad, apuntó que la propuesta original era demasiado rígida: "La propuesta original era muy ortodoxa a mi juicio y desde el Instituto estábamos empujando precisamente una flexibilidad en el sentido en que parece ser que se está dando".El Primer Café. Conduce: Cecilia Rovaretti.Escucha más episodios en Cooperativapodcast.cl
A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
Até que ponto os evangélicos vivem separados do restante do mundo? Como essa separação afeta o posicionamento político dessas pessoas? Por que as lideranças pentecostais estão cada vez mais próximas do espectro politico de direita? Como essa guinada conservadora se reflete nos fieis? E como os frequentadores dessas igrejas que não se identificam com este caminho ideológico enfrentam esse movimento?Ouça a resposta para essas e outras perguntas no nosso episódio 164: A redoma de Cristo.Mergulhe mais fundoDiscípulos: a investida evangélica no esporte (link para o podcast)Episódios relacionados143: Sob a sombra de Israel154: Hoje é dia de gospel, bebêEntrevistada do episódioCarô EvangelistaCientista social, mestra em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Otorgan financiamiento a nuevos partidos en la CDMX Alertan por aumento de la sextorsión en WhatsApp y TelegramCOI abre la puerta a Rusia para Los Ángeles 2028Más información en nuestro podcast #grc
Descarrila tren de carga en Zacatecas Familiares de estudiantes desaparecidos en Jalisco exigen su localizaciónNube tóxica amenaza a Salónica, GreciaMás información en nuestro podcast#grc
Siempre se pensó que era la estrella la que mandaba: su gravedad, su radiación, su campo magnético, todo volcado sobre los planetas que la rodean. Pero dieciséis años de observaciones espectroscópicas de alta resolución acaban de demostrar lo contrario: un planeta puede alterar el comportamiento de su estrella. El estudio, publicado en Science, lo firma el Instituto de Astrofísica de Andalucía.Recibimos a Daniel Revilla, investigador del IAA-CSIC y primer autor del trabajo, y a Pedro J. Amado, coautor del estudio. Nos cuentan cómo GJ 436 b, un Neptuno cálido que orbita muy cerca de su estrella de baja masa, inyecta energía en la cromosfera estelar a través de la interacción entre sus campos magnéticos, generando un fenómeno comparable a las auroras terrestres, pero a escala de estrella. Esta interacción, detectable solo en 2008, 2016 y 2024 —cada ocho años, coincidiendo con el ciclo de actividad magnética de GJ 436—, ha permitido estimar por primera vez la intensidad del campo magnético de un exoplaneta de este tipo: entre 2,33 y 27 veces la de Júpiter. Los datos proceden de CARMENES, el espectrógrafo instalado en el Observatorio de Calar Alto y coliderado por el propio IAA-CSIC, y de HARPS. Con Duque de Champán hablamos de cómics y electromagnetismo.Escuchar audio
Empezamos esta temporada hablando sobre el cometa ATLAS, el tercer objeto interestelar que descubrimos atravesando el interior de nuestro Sistema Solar. Entonces os contamos que era un objeto todavía poco conocido, y nos hicimos eco de las teorías de Avi Loeb, que defendía que ciertas peculiaridades de ATLAS lo convertían en un candidato a ser una máquina de origen extraterrestre. Ahora, diez meses después, y tras el paso de ATLAS por el interior del Sistema Solar, os ofrecemos la segunda parte de ese programa: ¿qué hemos aprendido sobre ATLAS en este tiempo? ¿Qué sabemos sobre su origen? ¿Y dónde han quedado las sospechas de que este cometa pudiera ser un artefacto tecnológico? Para ello contamos con la ayuda de Javier Licandro, astrofísico e investigador en el Instituto de Astrofísica de Canarias, y experto en cuerpos pequeños. Si queréis seguirle la pista al culebrón de ATLAS os recomiendo que repaséis el episodio s08e01 de Aparici en Órbita, el primero de esta temporada, y también el episodio s15e01 de nuestro pódcast hermano, La Brújula de la Ciencia. Si queréis aprender más sobre objetos interestelares os recomiendo otros dos episodios de La Brújula de la Ciencia: el s07e11 y s07e15, en los que hablamos del primer cometa interestelar que descubrimos, 'Oumuamua. También os recomiendo el capítulo s02e03 de Aparici en Órbita, porque en él hablamos de Borisov, el segundo objeto interestelar. Este programa se emitió originalmente el 2 de julio de 2026. Podéis escuchar el resto de audios de Más de Uno en la app de Onda Cero y en su web, ondacero.es
Habitualmente se suele emplear el término sequía para referirse a la falta de precipitaciones. Pero ha surgido un nuevo concepto: sequía de viento, periodos prolongados en los que la velocidad del viento se mantiene por debajo de lo esperable para una región y una época del año. Estos fenómenos no solo afectan a la producción de energía eólica. También empeoran la calidad del aire, impiden la dispersión de las semillas y contribuyen a las islas de calor en las ciudades. Investigadores del CSIC han elaborado el primer índice estandarizado de estos fenómenos extremos. Hemos entrevistado a Miguel Andrés Martín, investigador del Centro de Investigaciones Sobre Desertificación (CSIC/UV/GV) y líder del estudio.Ágata Timón nos ha hablado de un robot de bajo coste con inteligencia emocional para apoyar terapias de niños con autismo, que ha sido desarrollado por investigadores del CSIC, del Instituto de Ciencias Matemáticas y del Instituto de Investigación en Inteligencia Artificial en Barcelona. Con testimonios de David Ríos Insua (ICMAT), colíder del proyecto. Hemos informado del apagón durante cuatro años del LHC para la actualización y mejora de sus equipos; de que el parto difícil no es exclusivo de los humanos y hay otros primates que tienen un canal del parto incluso más estrecho, según un estudio del University College de Londres; de la primera edición de la convocatoria de Estancias Innovación Pública para estancias de seis meses en la Administración General del Estado y de la creación por investigadores de la universidad de Minnesota de la primera célula sintética del mundo con un ciclo de vida completo, un genoma mínimo y capaz de evolucionar (el estudio no ha sido publicado). Bernardo Herradón nos ha contado cuales son las aplicaciones industriales del bromo y el iodo (fotografía, antidetonante de gasolina, etc), como se obtienen industrialmente y sus propiedades biológicas. En nuestra sección MUJER Y CIENCIA, Eulalia Pérez Sedeño ha trazado la biografía de la italiana Filomena Nitti, una brillante bioquímica y farmacóloga que trabajó codo con codo con su marido Daniel Bovet en la caracterización de las sulfonamidas y el curare, demostraron que la histamina es la principal causa de las reacciones alérgicas y desarrollaron la pirilamina, el primer fármaco antihistamínico. Bovet recibió el Nobel… Y ella no.Escuchar audio
En Ecuador, la Fiscalía presentó pruebas acusatorias contra siete personas sospechosas de ser los autores intelectuales del asesinato del excandidato presidencial Fernando Villavicencio en 2023. El caso sacudió el país, cinco personas fueron condenadas por su implicación material en los hechos. El caso sin embargo ha sido rodeado de una fuerte politización y de muchos cuestionamientos. En un nuevo capítulo de la investigación judicial sobre el asesinato del excandidato presidencial ecuatoriano Fernando Villavicencio, la Fiscalía ecuatoriana señaló a siete personas como presuntos autores intelectuales del homicidio. “El denunciólogo” En la lista están tres cabecillas de bandas criminales, un exministro del gobierno de Rafael Correa, dos empresarios ligados a casos de corrupción y un exdiputado. Según la fiscal a cargo del caso, Villavicencio pagó con su vida sus denuncias anticorrupción. Carla Álvarez, especialista en temas de seguridad en el Instituto de Altos Estudios Nacionales en Quito, explica que “hizo de la denuncia de la corrupción su lucha como periodista y después su lucha como asambleísta. De hecho, él tenía el apodo de ‘El denunciólogo'”. “La tesis principal que maneja la Fiscalía y también la parte acusatoria, que son las hijas de Fernando Villavicencio, es que son justamente las investigaciones de Villavicencio y el involucramiento que hacía a personas como Xavier Jordán y José Serrano lo que motivó el asesinato. Esta es como la tesis oficial. En cambio, los abogados de los acusados sostienen que no hay todavía ningún elemento probatorio contundente para hacer este involucramiento de estas personas”, detalla Álvarez. Politización del caso La experta en seguridad observa sin embargo una politización extrema del caso del asesinato del excandidato presidencial, con acusaciones cruzadas entre el oficialismo, el correísmo, narcotraficantes y familiares de Villavicencio. “Creo que hay un intento de desprestigiar al bando correísta. Todavía no hay las pruebas necesarias y deben ser judicializados, es decir, un es un crimen que debe esclarecerse. Pero hay un uso político del crimen y esto se puede ver en las declaraciones de la viuda de Villavicencio en contra de la fiscal”, dice la especialista. A la politización del caso se suman serias falencias de las autoridades ecuatorianas. Varios sospechosos de haber participado al homicidio murieron, recuerda Carla Alvarez: “En el camino hemos perdido muchas pistas”. Antes de ingresar a la política, Villavicencio había publicado varias investigaciones en las que denunciaba casos de corrupción.
O estúdio eixos recebeu Guilherme Lima, coordenador de Infraestrutura e Energia, e Pedro Henrique Silva, especialista da mesma área, ambos do Instituto Livre Mercado, durante o diálogos da transição no Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro. Em entrevista ao jornalista Gabriel Chiappini, os especialistas analisaram os principais gargalos regulatórios e tributários que afetam os setores de óleo e gás e elétrico no Brasil. A conversa abordou a criação do imposto sobre exportação de petróleo bruto, que os especialistas classificaram como medida arrecadatória disfarçada de solução para a subvenção aos combustíveis, além do veto presidencial ao imposto seletivo sobre bens minerais exportados. Os executivos também discutiram a concentração do refino na Petrobras e a necessidade de abrir o mercado para novos agentes, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental como ferramenta para destravar projetos estratégicos como a Margem Equatorial, e os impactos dos leilões de reserva de capacidade e armazenamento (baterias) sobre a conta de luz. Por fim, defenderam um marco regulatório para data centers como forma de aproveitar o excesso de geração renovável durante o dia e evitar apagões tecnológicos. ____________________
En Ecuador, la Fiscalía presentó pruebas acusatorias contra siete personas sospechosas de ser los autores intelectuales del asesinato del excandidato presidencial Fernando Villavicencio en 2023. El caso sacudió el país, cinco personas fueron condenadas por su implicación material en los hechos. El caso sin embargo ha sido rodeado de una fuerte politización y de muchos cuestionamientos. En un nuevo capítulo de la investigación judicial sobre el asesinato del excandidato presidencial ecuatoriano Fernando Villavicencio, la Fiscalía ecuatoriana señaló a siete personas como presuntos autores intelectuales del homicidio. “El denunciólogo” En la lista están tres cabecillas de bandas criminales, un exministro del gobierno de Rafael Correa, dos empresarios ligados a casos de corrupción y un exdiputado. Según la fiscal a cargo del caso, Villavicencio pagó con su vida sus denuncias anticorrupción. Carla Álvarez, especialista en temas de seguridad en el Instituto de Altos Estudios Nacionales en Quito, explica que “hizo de la denuncia de la corrupción su lucha como periodista y después su lucha como asambleísta. De hecho, él tenía el apodo de ‘El denunciólogo'”. “La tesis principal que maneja la Fiscalía y también la parte acusatoria, que son las hijas de Fernando Villavicencio, es que son justamente las investigaciones de Villavicencio y el involucramiento que hacía a personas como Xavier Jordán y José Serrano lo que motivó el asesinato. Esta es como la tesis oficial. En cambio, los abogados de los acusados sostienen que no hay todavía ningún elemento probatorio contundente para hacer este involucramiento de estas personas”, detalla Álvarez. Politización del caso La experta en seguridad observa sin embargo una politización extrema del caso del asesinato del excandidato presidencial, con acusaciones cruzadas entre el oficialismo, el correísmo, narcotraficantes y familiares de Villavicencio. “Creo que hay un intento de desprestigiar al bando correísta. Todavía no hay las pruebas necesarias y deben ser judicializados, es decir, un es un crimen que debe esclarecerse. Pero hay un uso político del crimen y esto se puede ver en las declaraciones de la viuda de Villavicencio en contra de la fiscal”, dice la especialista. A la politización del caso se suman serias falencias de las autoridades ecuatorianas. Varios sospechosos de haber participado al homicidio murieron, recuerda Carla Alvarez: “En el camino hemos perdido muchas pistas”. Antes de ingresar a la política, Villavicencio había publicado varias investigaciones en las que denunciaba casos de corrupción.
Debate con Gonzalo Garnica, consultor empresarial y editor; Juan José Rubio, catedrático de Hacienda Pública y exdirector del Instituto de Estudios Fiscales; y Marisa Estévez, Digital & WomaninTech Advisor y ejecutiva en el Sector Tecnológico.
Después de una pausa personal, Compartimos hoy la última parte de nuestro Evento BazArte que hicimos en conjunto con la entidad Amor Que Sana el pasado 16 de Mayo en el Museo de la Música Puertorriqueña. En esta ocasión disfrutamos de la poesía de Natalie Ann Ramirez y Dayra Lee Montoyo además de la música de Kefas. Gracias al Instituto de Cultura Puertorriqueña por abrirnos las puertas al patio del museo. Visita a nuestro auspiciador The Poet's PassageSiguenos aquí y visita nuestra tienda
Bomberos sofocan incendio en fábrica de colchones en IzcalliUna mexicana es aceptada en el Instituto de Física Nuclear de Polonia Israel continuará operaciones militares en LíbanoMás información en nuestro Podcast#grc
Idaira Sánchez Santos, oftalmóloga especialista en retina y vítreo, nos da una serie de consejos para disfrutar de forma segura del eclipse que tendrá lugar el próximo 12 de agosto. También charlamos con Carles Lalueza-Fox, director del Museo de Ciencias Naturales de Barcelona e investigador del Instituto de Biología Evolutiva, acerca de su último libro `Identidad´, editado por Crítica.
Los museos son instituciones permanentes, sin ánimo de lucro y al servicio de la sociedad. Ciencia y humanidades se dan la mano para proteger, restaurar y resguardar los objetos de valor histórico, artístico o científico para las futuras generaciones. Hasta el próximo 18 de octubre se puede visitar en el Museo Arqueológico Nacional la exposición 'Misterios de la materia: ciencia del patrimonio', una muestra pionera coproducida junto al CSIC y el Instituto del Patrimonio Cultural de España. Hemos hablado con Cristina Villar, subdirectora del museo, y con Emilio Cano, líder del equipo de Corrosión Atmosférica y Conservación del Patrimonio Cultural en el CENIM/CSIC y uno de los comisarios de la muestra.Álvaro Martínez del Pozo nos ha hablado de la quitina, el componente principal de las partes duras de los invertebrados. Con José Manuel Torralba hemos conocido los materiales avanzados que necesitan las naves espaciales para soportar las extremas condiciones del despegue y la reentrada en la atmósfera. Con Jesús Martínez Frías hemos viajado al Silo de Almagro, un centro de turismo científico impulsado por Quixote Innovation vinculado a Santiago Ramón y Cajal, la exploración de Marte y el Geoparque Volcanes de Calatrava. Hemos informado de los sorprendentes hallazgos en la última campaña de excavaciones en el yacimiento tartésico Casas del Turuñuelo: un carro de bronce etrusco en excelente estado de conservación, dos braseros y un caldero de bronce de grandes dimensiones, cerámicas y marfiles. Objetos que evidencian redes de intercambio de Tartesos con el Mediterráneo hace 2500 años. Con testimonios de Esther Rodríguez, investigadora del Instituto de Arqueología de Mérida (CSIC/Junta de Extremadura), codirectora de las excavaciones.Escuchar audio
El número de muertos por los terremotos de Venezuela supera el centenar, pero las consecuencias podrían ser más abrumadoras. La maginitud de la tatástrofe encierra varios factores que se combinaron de forma inusual, como suelos no consolidados o temblores casi simultáneos, como explicó a RFI un experto. Los terremotos en Venezuela pasarán a la historia no solo por sus devastadores efectos, sino porque son un fenómeno inusual. Este miércoles, la región norte del país sufrió un temblor de magnitud 7,2, y, tras solo 39 segundos, ocurrió otro más potente, de magnitud 7,5. Los expertos denominan este suceso como doblete sísmico. Marcelo Lagos López, profesor del Instituto de Geografía y Ciencias Ambientales de la Universidad Católica de Chile, explica a RFI: "Ocurren dos terremotos casi simultáneamente porque ambos están localizados en la misma traza de una falla activa. Entonces, el primero, 7,2 sería el terremoto precursor, y el 7,5, posterior, 39 segundos después, sería el evento principal. Ambos son parte de una gran secuencia. "Si lo ponemos todo en cámara rápida, hasta parece un solo evento a ojos de la comunidad que experimentó el gran movimiento del suelo", continúa. Leer tambiénVenezuela: "Todavía se escuchan personas atrapadas bajo los escombros" Para Lagos López, es importante recalcar que el terreno donde ocurrieron los terremotos también explica su gravedad: "Estamos hablando de una zona de valles, una zona donde hay ríos y predominan suelos de origen aluvial y coluvial. Son suelos, en general, menos consolidados. Y cuando tenemos suelos poco consolidados, generalmente en ese tipo de ambientes es donde las ondas sísmicas se amplifican. Puedes recordar los terremotos de 2017 en México: claramente un sector de Ciudad de México, que fue ampliamente afectado, está construido sobre un antiguo lago desecado por los aztecas. Es un suelo claramente poco consolidado donde las ondas sísmicas se concentran, se amplifican y son más peligrosas." Por el momento, la cifra de fallecidos ya supera el centenar, pero esta no para de aumentar. Según la estimación del Servicio Geológico de Estados Unidos (USGS), podrían haber entre 10.000 y 100.000 muertos. No puedo afirmar en este minuto que vayan a ser miles, pero diría que van a ser centenas "Es un modelo. Y como todo modelo, es una simplificación de la realidad. Eso no quiere decir que el cálculo esté errado, pero hay que entenderlo como una aproximación y no como valores absolutos. No sé la estadística en este minuto, pero yo diría que van a ser centenas. No puedo afirmar en este minuto, ciertamente, que vayan a ser miles, pero hay que entender que lo que hace el USGS es una estimación de acuerdo a la intensidad, los datos históricos y la realidad política, social y cultural de cada país.", concluye Lagos López, que no descarta que estos terremotos liberen tensión en otras regiones, por lo que la amenaza sísmica en Venezuela sería inevitable.
Lutz veste Insider
O que une os barões da fé, a herança teológica colonial e o bolsonarismo? Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães (UFU/OED) e Guilherme Casarões (FIU/OED) recebem Ronilso Pacheco (ISER/OED) para debater as raízes teológicas e políticas da captura do campo evangélico pela extrema-direita brasileira. Teólogo, pastor e diretor-executivo do Instituto de Estudos da Religião, Ronilso distingue a presença legítima da fé evangélica na esfera pública de um projeto de supremacia cristã, analisa o processo de radicalização que antecede em décadas a eleição de Jair Bolsonaro e questiona as estratégias do campo progressista diante do eleitorado evangélico. No boletim de notícias, David Magalhães analisa três episódios da extrema-direita europeia. Em foco estão as eleições regionais da Saxônia-Anhalt, onde o AfD lidera as pesquisas e transforma a Bauhaus em alvo de uma guerra cultural identitária; a estratégia digital de Jordan Bardella, que construiu hegemonia no TikTok mirando o eleitorado jovem; e as tensões crescentes entre Giorgia Meloni e Donald Trump, que revelam os limites da chamada internacional reacionária. Para fechar, a dica cultural é Retorno a Reims, do filósofo e sociólogo francês Didier Eribon, que indaga por que a classe operária francesa migrou do Partido Comunista para a extrema-direita. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU/OED), Guilherme Casarões (FIU/OED) e Ronilso Pacheco (ISER/OED). Inserção musical no final: Interpretação de Sarah Hester Ross de “The Day the Nazi Died” (Chumbawamba, 1993). Capa do episódio: Créditos: José Tramontin Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ARENDT, Hannah. A condição humana. In: A condição humana. 2010. p. 407-407. ERIBON, Didier. Retorno a Reims. Belo Horizonte: Âyiné, 2020. (Original: Retour à Reims. Paris: Fayard, 2009.) GHERMAN, Michel; PACHECO, Ronilso. Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita. São Paulo: Fósforo, 2026. PACHECO, Ronilso. Ocupar, resistir, subverter: igreja e teologia en tempos de violência, racismo e opressão. Novos Dialogos Editora, 2016. PACHECO, Ronilso. Teologia Negra: o sopro antirracista do Espírito. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2024. Capítulos: 00:00 — Introdução 02:00 — Entrevista: os barões da fé e a captura política do campo evangélico 09:00 — O processo de radicalização que antecede o Bolsonaro 17:00 — Supremacia cristã e presença legítima da fé na política 25:00 — A cristofobia como estratégia de vitimização 33:00 — A esquerda diante do eleitorado evangélico 41:00 — Boletim OED 53:00 — Dica Cultural OED The post Do “crente não se envolve” ao “irmão vota em irmão”: Fé evangélica e política no Brasil appeared first on Chutando a Escada.
O episódio desta semana do podcast Diplomatas, do PÚBLICO e do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI-Nova), foi em grande parte dedicado à discussão sobre a actualidade política do Reino Unido. Partindo do pedido de demissão de Keir Starmer dos cargos de líder do Partido Trabalhista e de primeiro-ministro do país, anunciado na segunda-feira, Carlos Gaspar e Alberto Cunha reflectiram sobre o seu legado, os desafios internos e externos com que teve de lidar e os planos do favorito ao seu lugar, o ex-presidente da Câmara de Manchester, Andy Burnham. Ainda sobre o Reino Unido, os investigadores do Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa e do Instituto de Defesa Nacional analisaram o impacto político, social, diplomático e geopolítico da saída do país da União Europeia, dez anos depois do referendo do “Brexit” e numa altura em que Nigel Farage e a direita radical ameaçam o establishment político britânico. O programa termina com um balanço sobre as negociações directas entre Estados Unidos e Irão sobre o memorando de entendimento para acabar com a guerra e reabrir o estreito de Ormuz. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidados: Álvaro Pereira Jr, repórter especial da TV Globo; e Leandro Piquet Carneiro, doutor em Ciência Política, professor do Instituto de Relações Internacionais e Coordenador da Escola de Segurança Multidimensional da USP. Um país pequeno, de território menor que o estado do Sergipe e com 6 milhões de habitantes, virou protagonista no discurso da direita na América Latina – e seu presidente ganhou status de herói neste campo político. Isso porque El Salvador, que em 2015 foi considerado o país mais perigoso do mundo, reduziu drasticamente seus índices de violência: a taxa de homicídio caiu mais de 90% desde 2019. Naquele ano eleito presidente Nayib Bukele, um jovem com forte apelo nas redes sociais, que assumiu com forte discurso de combate à criminalidade. No poder, ele virou a mesa: mudou a Constituição para permitir a reeleição, perseguiu opositores, colocou amigos na Suprema Corte e ignorou as garantias legais aos direitos humanos. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois convidados. Ela conversa com o repórter especial da TV Globo Álvaro Pereira Jr., que foi a El Salvador em 2024, onde produziu uma reportagem sobre o país – trabalho que foi indicado ao prêmio Emmy Internacional. Natuza entrevistou também o cientista político Leandro Piquet Carneiro, especialista em segurança pública na América Latina. Participa deste episódio também o professor da Universidade Federal Fluminense Thiago Rodrigues.
Lutz veste Insider
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Biólogo, Doutor em Zoologia e coordenador do Laboratório de Ecologia Sensorial e Comportamento de Aracnídeos (LESCA), Rodrigo Willemart. Só vem! >> OUÇA (84min 47s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Rodrigo Hirata Willemart possui graduação em Ciências Biológicas (2000) e doutorado em Zoologia pela USP (2005). Durante o doutorado trabalhou na França (Université de Bourgogne) e na Argentina (Universidad Nacional de Córdoba). De 2006 a 2007 realizou pós-doutorado nos EUA na University of Nebraska e pesquisa na Harvard University. Foi pós-doutorando no Instituto de Biociências da USP em 2008, realizou pesquisa em 2014 na Aberystwyth University em País de Gales e foi professor visitante na Université de Paris XIII em 2015. Desde 2008 é professor na USP-Leste (Escola de Artes, Ciências e Humanidades). É credenciado no Programa de Pós-graduação em Zoologia do Instituto de Biociências da USP. Defendeu a livre-docência em 2018 e hoje é Professor Associado 3. Atua principalmente nos seguintes temas: ecologia sensorial, interação presa-predador, controle de escorpiões e comportamento de aracnídeos (Arachnida). Coordena o laboratório LESCA (Laboratório de Ecologia Sensorial e Comportamento de Aracnídeos), cujo site está em http://each.uspnet.usp.br/willemart/ Lattes: http://lattes.cnpq.br/9263833464663272 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Uno de cada diez estudiantes de español como lengua extranjera está en África. Un continente donde casi todo está por construir en relación a nuestro idioma. Y para construir bien, hay que conocer, sin triunfalismos y con seriedad, cuál es la situación. Ese es el objetivo del extenso trabajo colectivo que se acaba de presentar en el Instituto Cervantes y que ha coincidido con la apertura de su Aula de Abiyan, en Costa de Marfil, que viene a acompañar el trabajo del Centro Cervantes de Dakar, única representación permanente del Instituto en el África subsahariana hasta ahora. De todo ello hablamos con Concha Barceló, directora del Centro Cervantes en Dakar, y con Álvaro Santa Cecilia, director académico del Instituto Cervantes. Escuchar audio