Podcasts about estudos

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CNN Poder
O peso da dívida esmagando o Brasil

CNN Poder

Play Episode Listen Later Aug 24, 2026 74:49


Além do âncora da CNN William Waack, participam deste episódio Zeina Latif, economista e sócia-diretora da Gibraltar Consulting, Jeferson Bittencourt, chefe de macroeconomia do ASA e ex-sec. do Tesouro Nacional, e Ricardo Meirelles de Faria, pesq. do Centro de Estudos em Varejo e Consumo da FGV.

Vida Veda Projeto 0800
Dobraram a proteína que te mandam comer. 350 estudos DISCORDAM.

Vida Veda Projeto 0800

Play Episode Listen Later Aug 15, 2026 38:21 Transcription Available


Dobraram a proteína que te mandam comer. 350 estudos DISCORDAM.

Durma com essa
Crise entre os Três Poderes: quando a tensão vira erosão

Durma com essa

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 37:48


A política brasileira desde o início dos anos 2010 tem sido marcada por um desequilíbrio na relação entre os Três Poderes: o Congresso avançou sobre o Orçamento Federal, o Supremo Tribunal Federal acumulou poder e um presidente até tentou um golpe de Estado. O primeiro Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 discute o quadro da crise entre os Poderes e o cenário potencialmente explosivo do pleito de outubro. O episódio conta com a participação de Andréa Freitas, professora de ciência política da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e coordenadora do Centro de Estudos de Opinião Pública, e de Diego Werneck Arguelhes, professor de direito constitucional e diretor do curso de direito do Insper.   Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Antonio Mammi Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Notícias MP
MPAC lançará livro da promotora de Justiça Joana D'Arc sobre direito fundamental ao clima

Notícias MP

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 1:09


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizará o lançamento do livro Direito Fundamental ao Clima: Constitucionalismo Climático, Direitos Fundamentais e o Papel do Ministério Público, de autoria da promotora de Justiça e diretora do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Joana D'Arc Dias Martins. O evento está previsto para o dia 17 de agosto, na sede da instituição, em Rio Branco.

Jogando Dados
Ciclo CEPCOM #44 - Perspectivas de uma Crítica da Economia Política para o futebol midiatizado

Jogando Dados

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 94:53


Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui está as palestras da mesa “Perspectivas de uma Crítica da Economia Política para o futebol midiatizado”, que contou com as apresentações do Prof. Dr. Anderson Santos (Ufal/Uel) e do Prof. Dr. Fernando Mascarenhas (UnB), sob mediação Vitória Karoline Rocha Martins (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com o bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/pC72dmAS8Qc?si=byj2p9sGt7b51hkg.A proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesAnderson Santos é professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema e do mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Mestrado em Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Anderson é ainda presidente da Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom), coordena o GP de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura da Intercom e é editor-geral da Revista Latino-Americana de Ciências da Comunicação. Em 2025, recebeu o Prêmio Luiz Beltrão, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), na categoria "Liderança Emergente". É um dos líderes do Grupo de Pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/UFAL/CNPq), da Rede Nordestina de Estudos em Mídia e Esporte (ReNEme) e é um dos coordenadores do Observatório das Transmissões de Futebóis.Fernando Mascarenhas é professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB). Docente da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UnB Pesquisador do Avante – Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer. É pós-Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Valência (Espanha), em Estudos do Lazer pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em Política Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Fernando é ex-presidente do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), ex-editor-chefe da Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE) e foi membro do Conselho Nacional do Esporte (CNEsp). É Mestre e Doutor em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco
ESTUDE COMIGO! - Aprendendo PBT | CAP 05 - Dimensões Psicológicas: Comportamento pt.2

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 50:15


App Assistente de Estudos em TCC:https://essencialdatcc.com.br/cbt-essential-study-appCurso Definitivo de TCC:www.essencialdatcc.com.brBaixe, GRATUITAMENTE, materiais para uso clínico: hhttps://essencialdatcc.com.br/materiais-gratuitos-tcc/Teste Grátis por 30 dias o Kindle Unlimited: https://amzn.to/3idHGzy - Tenha acesso à Mais de um milhão de eBooks para você ler onde e quando quiser. Incluindo o MEU! :) Teste Grátis por 30 dias o Amazon prime: https://amzn.to/3cM7fXf - Tenha frete grátis e acesso ao Prime Vídeo

As Cunhãs
Cironaro x Elmanolândia: desafios de Ciro e Elmano após debate na TV

As Cunhãs

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 69:36


Os candidatos ao governo do Ceará Elmano de Freitas (PT) e Ciro Gomes (PSDB) se enfrentaram pela primeira vez em um debate na TV, no último domingo (9 de agosto), na Band. É claro que nós acompanhamos tudo e comentamos as estratégias testadas neste primeiro "laboratório" das campanhas. Quais os destaques? Quem se saiu melhor? Pra projetar os desafios de Ciro e Elmano nos próximos confrontos, temos colaboração da nossa querida Monalisa Soares, que é cientista política, professora da UFC e pesquisadora do Laboratório de Estudos sobre Política, Eleições e Mídia (LEPEM-UFC). Como um dos temas quentes do debate foi o da segurança pública, aproveitamos para indicar a entrevista que fizemos com o também professor da UFC Luiz Fábio Paiva, pesquisador do Laboratório de Estudos da Violência (LEV-UFC): https://www.youtube.com/watch?v=QBWyA9-lMb8. Também trouxemos uma dica de nutricionista maravilhosa, a Thaís Bastos (@thaisbastosnutri), de Fortaleza, que faz atendimentos presenciais e online. A Hébely foi até o consultório dela, deu uma checada nas medidas e já garantiu um plano alimentar gostoso e sustentável pra aguentar o rojão do ano eleitoral, com saúde e qualidade de vida. Aproveitamos para te convidar a participar da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp. Pense num grupo animado e cheio de conversas exclusivas com a gente. Pra participar, basta acessar o link apoia.se/ascunhascomunidade, se cadastrar e pagar R$ 19 por mês. Aí você entra nessa comunidade maravilhosa. Para participar da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp: apoia.se/ascunhascomunidade;  Se quiser mandar um PIX, só pra apoiar o podcast, envie para a chave ascunhaspodcast@gmail.com. Produção: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila Fernandes Estúdio de gravação: Pro Produções Apoio nas redes sociais: Ponto Indie Trilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)

Biblificando
Ep. 233 - O Preço da Hipocrisia | Estudos em Atos | Atos 5.1-11

Biblificando

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 42:45


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Grupo Espírita
LIVRO DA ESPERANÇA - CULTO ESPÍRITA

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Aug 8, 2026 16:52


Episódio de número 332 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 08/08/2026Reflexões sobre o tema "CULTO ESPÍRITA", com base na CAP. 1 do livro: LIVRO DA ESPERANÇA, de Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier. BIBLIOGRAFIA:- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Capítulo 1 - Não Vim Destruir a Lei - item 7 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/Ev01.htm#It7- Livro: Livro da Esperança - Emmanuel - lição 1 - Culto Espírita - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Le/Le01.htm- Livro: Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Terceira Parte - Leis Morais - Cap. 12 - Perfeição Moral - Questão 909 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP3C12.htm#Q907a912- Livro: Boa Nova - Humberto de Campos - cap. 3 - Primeiras Pregações - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Bn/Bn03.htm- Livro: Mais perto — Emmanuel - Cap. 13 - Adoração - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Mpo/Mpo13.htm- Livro: Fonte Viva — Emmanuel - Cap. 93 - Altar Íntimo - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Fv/Fv93.htm- Livro: Pão Nosso — Emmanuel - Cap. 48 - Compreendamos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn48.htm- Livro: Vinha de Luz — Emmanuel - Cap. 146 - Quem Segue - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vl/Vl146.htmPoesia Final: Louvor e Súplica - Maria Dolores - do livro: Antologiada Espiritualidade — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ae/Ae35.htm

Grupo Espírita
ENCONTRO COM O EVANGELHO - LIVRO DA ESPERANÇA - CULTO ESPÍRITA

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Aug 7, 2026 7:57


Episódio de número 1 deste momento de Leitura e reflexão - 07/08/2026Este áudio foi preparado como um momento de reflexão em torno do Evangelho Segundo o Espiritismo, que nos permita também antecipar os temas do episódio principal da Reunião de Estudos do Evangelho, publicado aos sábados pela manhã, e para a nossa live/podcast: Dialogando com o Evangelho, que acontece aos sábados às 17h50 e é disponibilizada na sequência, no sábado seguinte.Nosso propósito aqui é simples e muito importante: favorecer a leitura, a escuta atenta e a reflexão do Evangelho Segundo o Espiritismo, à luz da Doutrina Espírita, em sintonia com a mensagem consoladora de Emmanuel, no livro de Emmanuel intitulado “Livro da Esperança.”Leituras:- Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo - Allan Kardec -capítulo 1 – Não Vim Destruir a Lei, item 7 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/Ev01.htm#It7- Livro da Esperança - Emmanuel - lição 1 - Culto Espírita - psicografia de Francisco Cândido Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Le/Le01.htmQue esta reflexão nos inspire a estudar com mais profundidade, a sentir com mais verdade e a viver com mais consciência os ensinamentos de Jesus.Convidamos você a permanecer conosco nos próximos momentos de estudo: no podcast principal da Reunião de Estudos do Evangelho e também em Dialogando com o Evangelho, nossa live/podcast de partilha e aprofundamento.Que a paz de Jesus nos acompanhe, hoje e sempre.

Playing with Research in Health and Physical Education
419: Physical Literacy Across the World (AIESEP Connect)

Playing with Research in Health and Physical Education

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 58:58


This episode is the audio from the AIESEP connect in June 2026 – #AIESEPConnect #CoffeeWithColleagues Physical Literacy Across the World: From a Global Framework to Action Featuring: Johannes Carl – Technical University of Munich, Department Health and Sport Sciences, Germany Kasper Salin – University of Jyväskylä, Faculty of Sport & Health Sciences, Finland Emiliano Mazzoli, PhD – Institute for Physical Activity and Nutrition, School of Health and Social Development, Faculty of Health, Deakin University, Australia Dora Carolo & João Martins – Centro de Estudos em Educação, Faculdade de Motricidade Humana and UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal Jean Pierre-Weerts & Alexandre Mouton – University of Liège, Department of Physical Activity and Rehabilitation Sciences, Research Unit for a Life-Course Perspective on Health & Education, BelgiumSession Video Recording: youtube.com/watch?v=zA-5y4FGELw&feature=youtu.be

Debate da Super Manhã
A violência no Brasil e em Pernambuco

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 49:41


Debate da Super Manhã: Dados da 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que o Brasil registra a menor taxa de mortes violentas da série histórica iniciada em 2012. No entanto, o crescimento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes, o aumento da letalidade policial e a expansão dos crimes praticados no ambiente digital demonstram que a segurança pública está em transformação e demanda respostas igualmente inovadoras. No debate desta quarta-feira (5), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre os resultados do Anuário no Brasil e em Pernambuco. Entre os temas, estarão os indicadores de homicídios, feminicídios e roubos, além da discussão sobre possíveis ações para melhorar os índices de violência e fortalecer as políticas públicas de segurança. Participam o secretário de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), Alessandro Carvalho; o pesquisador, consultor e especialista em Governança, Estratégias e Sistemas de Segurança Pública; e pesquisador do Laboratório de Governança, Risco e Conformidade (LABGRC/UFPE), do Laboratório de Apoio à Criação e Inovação (LACAI/UFPE) e do Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas e Ciminalidade (NICC/UFPE), Armando Nascimento; e o jornalista Raphael Guerra, titular da Coluna Segurança do Jornal do Commercio

Direito e Economia
EP#146: Comunicação e desinformação na internet, com Rose Marie Santini

Direito e Economia

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 65:54


No episódio, Ana Frazão conversa com Rose Marie Santini, Professora da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fundadora e Diretora do NetLab (Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ). No episódio, a Professora Marie aborda as principais consequências da internet para a comunicação e a interação humanas, bem como o papel das grandes plataformas e redes sociais no gerenciamento do fluxo informacional. Um dos pontos principais da conversa diz respeito ao que é desinformação, seus principais alcances e as principais preocupações que despertam, com base em recente estudo do NetLab “Desinformação pode matar”. São explorados, dentre outros assuntos, os diferentes tipos de manipulação informacional e digital e como a desinformação se tornou um negócio lucrativo. Por fim, a professora Marie ainda faz uma análise dos riscos da desinformação nas próximas eleições, abordando os subsídios que o NetLab recentemente ofereceu ao TSE.

Com a Saúde Em Dia
Com a Saúde em Dia - Vínculos sociais ajudam a proteger o cérebro

Com a Saúde Em Dia

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 1:18


Você sabia que manter vínculos sociais ativos é uma das formas mais eficazes de proteger o cérebro? Estudos mostram que pessoas com vida social regular têm menos risco dedesenvolver condições que afetam a mente e que causam declínio cognitivo a longo prazo. Saiba mais!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Biblificando
Ep. 232 - Unidos Pela Graça | Estudos em Atos | Atos 4.32-37

Biblificando

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 40:18


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E INIMIGOS

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Aug 1, 2026 27:11


Episódio de número 331 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 01/08/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E INIMIGOS", com base na CAP. 20 do livro: JESUS E INIMIGOS, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 20 – “Jesus e InIMIGOS” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: Mais perto — Emmanuel - Cap. 17 - Amando os Inimigos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Mpo/Mpo17.htm- Livro: Convivência — Emmanuel - Cap. 7 - Humanização - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Cn/Cn07.htm- Livro: Algo Mais — Emmanuel - Cap. 25 - Forças Contrárias - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Alm/Alm25.htm- Livro: Através do Tempo — Autores diversos - Cap. 33 - Inimigos que não devemos acalentar - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Adt/Adt33.htm- Livro: Pão Nosso — Emmanuel - Cap. 137 - Inimigos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn137.htm- Livro: Inspiração — Emmanuel - Cap. 26 - Inimigos e Opositores - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Isp/Isp26.htm- Livro: Indulgência — Emmanuel - Cap. 11 - O Inimigo Real - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/In/In11.htm- Livro: Religião dos Espíritos — Emmanuel - Cap. 1 - Se Tiveres Amor - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rde/Rde01.htm- Livro: Pão Nosso — Emmanuel - Cap. 120 - Conciliação - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn120.htmPoesia Final: Mensagem da Paz - Maria Dolores - do livro: Maria Dolores, A Própria — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Md/Md01.htm

Afrodite Podcast

Neste episódio do Afrodite Podcast, conversamos sobre um tema que gera dúvidas, ansiedade e muitas opiniões na internet: a busca por um relacionamento depois dos 30 anos.Falamos sobre aplicativos de namoro, ambientes para conhecer pessoas, autoconhecimento, seleção de parceiros, sinais de maturidade emocional e como permanecer aberta ao amor sem abrir mão dos seus valores.Também refletimos sobre o perigo de desistir da vida afetiva por causa de experiências negativas e sobre a importância de continuar construindo uma vida rica, interessante e significativa independentemente do estado civil.Uma conversa sincera para mulheres que acreditam que o amor ainda vale a pena.

Programa Brasil de Fato MG
A infiltração de organizações criminosas em Minas Gerais

Programa Brasil de Fato MG

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 38:22


Minas Gerais, historicamente, apresenta um cenário menos grave quando se trata de grandes facções com capilaridade nacional, mas alguns sinais podem indicar que grupos do Rio e São Paulo têm visto, aqui, uma oportunidade para expandir seus domínios. O Visões Populares conversou com Roberta Fernandes, integrante do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) e pesquisadora associada ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, sobre este e outros temas que tangenciam a discussão sobre segurança pública. Ouça e compartilhe!

Seis e Um Podcast por Djalma Campos
ENTREVISTA: HELIO SANTOS FALA SOBRE O LIVRO "14 DE MAIO - LIÇÕES DE RESISTÊNCIA AO RACISMO" (ED. ZAHAR)

Seis e Um Podcast por Djalma Campos

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 16:27


Em entrevista a Djalma Campos, editor do podcast e da newsletter do Seis e Um Podcast, Santos chama a atenção para o impacto econômico do racismo. Com base em estudos do Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra), entidade que preside do Conselho Deliberativo, ele afirma que, mantido o ritmo atual, a renda média da população negra só se igualaria à da população branca em 2399.Leia texto da entrevist na newsletter: https://seiseumpodcast.substack.com/p/brasil-14-de-maio-de-1888

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco
ESTUDE COMIGO! - Aprendendo PBT | CAP 05 - Dimensões Psicológicas: Comportamento

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 63:37


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Passes e Impasses
Passes e Impasses #89 Copa do Mundo de 2022: A consagração de Messi e a estreia em um país islâmico

Passes e Impasses

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 80:29


O assunto do episódio #89 é a Copa do Mundo de 2022.Para aprofundar essa discussão, o convidado do dia é Flávio de Campos, doutor em História Social pela Universidade de São Paulo e coordenador científico do LUDENS (Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Futebol e Modalidades Lúdicas). No episódio, Flávio analisa a Copa do Mundo do Catar a partir de diferentes perspectivas: a trajetória de Messi rumo ao tão sonhado título mundial e as particularidades de uma Copa realizada, pela primeira vez, em um país islâmico. O podcast Passes e Impasses é um projeto de extensão do Laboratório de Mídia e Esporte (LEME).EQUIPE :Coordenação do laboratório: Ronaldo HelalCoordenação do projeto de extensão: Fausto AmaroRoteiro e produção: Júlya BragaEdição: Jerson PitaSuporte técnico: Clara QuintaneiraConvidado: Flávio de Campos

Regras do Jogo - Holodeck
Videogame e espacialidade nos estudos de jogos | RdJ #250

Regras do Jogo - Holodeck

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 117:14


Neste episódio, recebemos novamente o geógrafo Patrick Martins, dessa vez para falar sobre geografia, videogame e espacialidade, abordando o uso da geografia nos estudos de jogos, como a geografia cultural até a discussão sobre maneiras de pensar o espaço nos videogames. Ouça também as participações anteriores de Patrick Martins no Regras do Jogo #229 – As paisagens de Piltover e Zaun e Regras do Jogo #242 – Midgar: Paisagem e Intertextualidade em Final Fantasy VII. Ajude a financiar o Holodeck Design no Apoia.se e Orelo.cc ou fazendo doações pelo PicPay. Siga o Holodeck Design no Twitter, Facebook, Instagram e TikTok e entre no grupo para ouvintes do Telegram! Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal no YouTube, faça parte também da conversa! Participantes Fernando Henrique Anderson do Patrocínio Patrick Martins Citado no episódio The Miracle of Pakistani Tekken Half-Real: Videogames entre regras reais e mundos ficcionais Cupons de Desconto regrasdojogo – 10% Descontos em todas as camisas da Veste Esquerda. Músicas: Persona 5 – Beneath The Mask lofi chill remix

Biblificando
Ep. 231 - Uma Igreja Vitoriosa | Estudos em Atos | Atos 4.23-31

Biblificando

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 36:23


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Teletime
27/07/26 | Oi: sindicatos prometem mobilização 6 GHz: Fazenda pede estudos Roubos e furtos de celular em queda

Teletime

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 17:02


Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E INGRATIDÃO

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 24:58


Episódio de número 326 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 18/07/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E INGRATIDÃO", com base na CAP. 19 do livro: JESUS E INGRATIDÃO, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 19 – “Jesus e Ingratidão” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: Psicologia da Gratidão - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 18 – “Jesus e Sofrimentos” - disponível em: https://pt.scribd.com/document/856171947/PSICOLOGIA-DA-GRATIDAO-LIVRO- Livro: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Quarta Parte - Cap. 1 - PENAS E GOZOS TERRESTRES - questão 937 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP4C01.htm#Q937e938- Livro: Mediunidade e Sintonia — Emmanuel - Cap. 7 - Na Senda Renovadora - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ms/Ms07.htm- Livro: Tocando o Barco — Emmanuel - Cap. 5 - Não Nos Esqueçamos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Tb/Tb05.htm- Livro: Vinha de Luz — Emmanuel - Cap. 104 - Nos Mesmos Pratos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vl/Vl104.htm- Livro: Pão Nosso — Emmanuel - Cap. 11 - O Bem É Incansável - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn11.htm- Livro: Sentinelas da Alma — Meimei - Cap. 5 - Agradeçamos - Meimei - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Sda/Sda05.htm- Livro: Pão Nosso — Emmanuel - Cap. 163 - Agradecer - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn163.htm- Livro: Fé — Autores Diversos - Cap. 29 - Agradecimentos Esquecidos - André Luiz - psicografia de Francisco C. Xavier / Carlos A. Baccelli - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Fe/Fe20.htm- Livro: Palavras de Vida Eterna — Emmanuel - Cap. 91 - Aprelo - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pve/Pve91.htmPoesia Final: Cercas - Maria Dolores - do livro: A Vida Conta - Autores Diversos — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vc/Vc28.htm

Notícias MP
MPAC amplia articulações para viabilizar oferta de pós-graduação pelo Ceaf

Notícias MP

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 1:05


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) deu mais um passo para viabilizar a oferta de cursos de pós-graduação por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). Na manhã desta terça-feira, 21, representantes da instituição se reuniram novamente com a Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), desta vez com a participação do Conselho Estadual de Educação (CEE/AC), para avançar nas tratativas voltadas ao credenciamento do Ceaf como escola de governo.

Podcasts de Ecologia/Composições musicais/Natureza Ecology Podcasts/Musical Compositions/Nature
A resistência aos antibióticos é um impacto 'esquecido' da poluição por plásticos.

Podcasts de Ecologia/Composições musicais/Natureza Ecology Podcasts/Musical Compositions/Nature

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 5:44


Os microplásticos são tão pequenos que podem entrar em nossos corpos sem que saibamos – e causar grandes estragos. A degradação dos microplásticos no ambiente natural sob os efeitos da luz ultra violeta os torna plataformas adequadas para Genes Resistentes a Antibióticos (na sigla em inglês ARGs). Esses genes são protegidos por cromossomos bacterianos, fagos e plasmídeos, todos vetores biológicos e, como resultado, eles podem espalhar resistência aos antibióticos nas pessoas, reduzindo sua capacidade de combater infecções. A lixiviação do plástico à medida que ocorre a sua degradação no meio ambiente, aumenta a suscetibilidade dos vetores à transferência de genes, através da qual a resistência se espalha. A disseminação aprimorada da resistência aos antibióticos é um impacto potencial, mas negligenciado (quando se fala) da poluição dos microplásticos. Os microplásticos podem estar nos tornando mais resistentes aos antibióticos. [...] Pesquisas preocupantes provaram que os órgãos humanos podem absorver microplásticos e há uma preocupação particular com os bebês, que podem ter 15 vezes mais microplásticos em seus corpos do que os adultos. Então, se essas minúsculas partículas de plástico estão entrando em nossos sistemas e algumas bactérias estão se tornando mais resistentes a antibióticos, será mais difícil para nosso sistema imunológico combater doenças. À medida que ocorre a degradação das partículas de plástico, elas liberam substâncias químicas que permitem que os genes de resistência a antibióticos se espalhem. Esses genes estão armados com cromossomos bacterianos, fagos e plasmídeos, que podem espalhar a resistência aos antibióticos para as pessoas, diminuindo sua capacidade de combater infecções. [...] Estudos realizados no Brasil apresentam agora resultados que comprovam a existência de bactérias super-resistentes nas micropartículas plásticas. Assim, o cenário está aberto para o surgimento de uma nova pandemia. Para evitar este quadro, são necessárias ações para diminuir o surgimento de novas superbactérias, como, por exemplo, um controle mais rigoroso no uso de antibióticos e a redução da poluição por plásticos. Fontes (textos/créditos): https://www.euronews.com/green/2021/12/08/antibiotic-resistance-is-an-overlooked-impact-of-microplastic-pollution-study-finds https://www.metropoles.com/saude/poluicao-por-microplasticos-aumenta-resistencia-humana-a-antibioticos https://gizmodo.uol.com.br/microplastico-ambiente-ideal-bacterias-patogenos/ https://errejotanoticias.com.br/pesquisa-da-uff-aponta-existencia-de-superbacterias-em-praias-de-niteroi/ Imagem (créditos): https://www.metropoles.com/saude/poluicao-por-microplasticos-aumenta-resistencia-humana-a-antibioticos Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=DqoVkn0pEEI A MAIOR MELHOR MÚSICA DA ORQUESTRA DO MUNDO. blue light orchestra.

Eles que Lutem
RODRIGO FERNANDES: A mente inquieta por trás do Jacaré Banguela - ELES QUE LUTEM

Eles que Lutem

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 83:08


Rodrigo Fernandes é a cabeça pensante do nostálgico blog Jacaré Banguela. Um verdadeiro operário do humor, ele chega no Eles que Lutem para papear um pouco sobre comédia, humor na TV e sua carreira.

Chutando a Escada
A nova onda da direita radical na América Latina

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 38:38


Keiko Fujimori em comício de campanha, Peru, 2026. Foto: Renato Pajuelo/EFE. O que a vitória de Keiko Fujimori no Peru e a de Abelardo de la Espriella na Colômbia têm em comum com mais de duzentos anos de política externa americana para a região? Para Carolina Silva Pedroso, professora adjunta na Unifesp e pesquisadora vinculada ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU), a resposta está na ideia da América Latina como “quintal dos Estados Unidos”. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães e Guilherme Casarões recebem Carolina para discutir a nova onda da direita radical na região, os mitos que cercam a Venezuela chavista, entre eles a suposta fraude sistemática nas urnas eletrônicas, e a forma como o apoio explícito de Washington tem funcionado como variável interveniente no fortalecimento dessas lideranças. No bloco de notícias, David percorre seis frentes do avanço da ultradireita global, da disputa entre Jordan Bardella e Marine Le Pen pela candidatura do Rassemblement National na França à defesa do gás russo feita por Alice Weidel, da AfD alemã, passando pela viagem transnacional da senadora australiana Pauline Hanson ao Reino Unido, pelo mainstreaming dos Democratas Suecos, pelo fracasso de um projeto de perda de nacionalidade em Portugal e pela relação entre futebol e o passado ustacha na Croácia. E ainda tem, no último bloco, dica cultural com a minissérie O Complô Contra a América, de David Simon. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU/OED), Guilherme Casarões (FIU/OED) e Carolina Silva Pedroso (Unifesp/INCT-INEU). Inserção musical no final: “The Day They Died”, de Sarah Hester Ross. Capa do episódio: Keiko Fujimori em comício de campanha, Peru, 2026. Foto: Renato Pajuelo/EFE. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ROTH, Philip. The Plot Against America. Boston: Houghton Mifflin, 2004. SIMON, David (criador). The Plot Against America [O Complô Contra a América]. HBO, 2020. Minissérie. LEWIS, Sinclair. It Can’t Happen Here [Isso Não Pode Acontecer Aqui]. Nova York: Doubleday, Doran & Company, 1935. Capítulos: 00:00 — Introdução 04:00 — A direita radical na Venezuela e a diáspora de Miami 14:00 — O “espantalho perfeito”: mitos, narcoestado e urnas eletrônicas 26:00 — O quintal dos Estados Unidos e a política de Trump para a América Latina 36:00 — Peru: a quarta tentativa de Keiko Fujimori 45:00 — Colômbia: o Uribismo 2.0 de Abelardo de la Espriella 54:00 — Boletim OED: França, Alemanha, Reino Unido, Suécia, Portugal e Croácia 1:11:00 — Dica cultural: O Complot Contra a América The post A nova onda da direita radical na América Latina appeared first on Chutando a Escada.

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles
Folha no Ar - Virginia Carvalho Agrônoma, Mestre e Doutora em Fitotecnia e Professora da UENF#2503

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 82:29


Estudos e pesquisas sobre potencial de produção de Baunilha na região 18 anos do Orquidário da UENF e semana do produtor Coral da UENF no 5º Encanto da Vila

Biblificando
Ep. 230 - Uma Igreja Inabalável | Estudos em Atos | Atos 4.1-22

Biblificando

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 57:03


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Notícias MP
MPAC avança em parceria com a Secretaria de Educação do Estado para oferta de pós graduação pelo Ceaf

Notícias MP

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 1:08


O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) recebeu, nesta terça-feira, 14, o secretário de Estado de Educação e Cultura, Reginaldo Prates, para tratar de uma parceria voltada à oferta de curso de pós-graduação destinado a membros e servidores da instituição, por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf).

Notícias MP
Promotora de Justiça do MPAC aborda direito fundamental ao clima em novo livro

Notícias MP

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 1:21


Na manhã desta terça-feira, 14, o procurador-geral de Justiça em exercício do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Celso Jerônimo de Souza, recebeu a promotora de Justiça e diretora do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Joana D'Arc Dias Martins. Na ocasião, ela entregou um exemplar de sua mais recente obra, “Direito Fundamental ao Clima: Constitucionalismo Climático, Direitos Fundamentais e o Papel do Ministério Público”.

Porque Sim Não é Resposta
O psicólogo que nunca desliga: a terapia por IA

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 9:37


Estudos nos EUA e no Brasil apontam que um em cada cinco adolescentes já recorreu a chatbots de IA para falar de ansiedade ou tristeza. O que procuram ali que não encontram em casa ou no consultório?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Chutando a Escada
Uzbequistão entra em campo

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 74:26


Em 2025, o Uzbequistão conquistou a primeira vaga da história de um país da Ásia Central em uma Copa do Mundo, um feito que o governo de Shavkat Mirziyoyev rapidamente incorporou à narrativa do “novo Uzbequistão”. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE), um dos maiores especialistas brasileiros no país, para usar essa classificação como ponto de partida de uma leitura de longo prazo sobre o Uzbequistão contemporâneo. Guilherme percorre dois mil anos de história da região, da Rota da Seda ao império de Tamerlão, até a delimitação nacional soviética de 1924, que deu origem ao Uzbequistão como Estado. A conversa revisita a política externa de Islam Karimov, guiada por um único princípio, a defesa da soberania recém-conquistada, mesmo ao custo de aproximações e afastamentos sucessivos entre Moscou, Washington e Pequim. Já sob Mirziyoyev, o país transformou sua condição de duplamente sem litoral, característica que divide apenas com o Liechtenstein, em estratégia diplomática deliberada, equilibrando simultaneamente Rússia, China, Estados Unidos, Turquia, União Europeia e os países do Golfo. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE). Capa do episódio: Reuters Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 Abertura e a vaga inédita do Uzbequistão na Copa do Mundo 04:00 Apresentação do convidado e o significado da classificação 11:00 Onde fica o Uzbequistão e por que a região foi sempre disputada 18:00 Da Rota da Seda a Tamerlão, dois mil anos antes da URSS 24:00 A criação soviética do Estado uzbeque em 1924 36:00 Independência e o pragmatismo de Islam Karimov 47:00 Andijan e os limites da política externa isolacionista 58:00 Mirziyoyev e a diplomacia multivetorial entre grandes potências The post Uzbequistão entra em campo appeared first on Chutando a Escada.

Debate da Super Manhã
El Niño avança: as projeções para o Nordeste

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 51:14


Debate da Super Manhã: Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o fenômeno El Niño altera a circulação dos ventos e influencia diretamente o regime de chuvas e as temperaturas em vários países, incluindo o Brasil. No debate desta segunda-feira (20), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a situação atual do fenômeno e como influencia o clima nordestino, o papel dos órgãos de monitoramento climático, além da causas e consequências do El Niño para o nordeste brasileiro. Participam o secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil de Pernambuco, Cel. Clóvis Ramalho; a meteorologista da Agência Pernambucana e Águas e Climas (APAC), Edvânia Santos; e a engenheira ambiental, doutora em Engenharia Civil, professora de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFPE, e integrante do Núcleo de Estudos de Recursos Hídricos do Semiárido (NERHIS), Vanine Menezes.

Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

Rádio Escafandro
164: A redoma de Cristo

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 67:39


Até que ponto os evangélicos vivem separados do restante do mundo? Como essa separação afeta o posicionamento político dessas pessoas? Por que as lideranças pentecostais estão cada vez mais próximas do espectro politico de direita? Como essa guinada conservadora se reflete nos fieis? E como os frequentadores dessas igrejas que não se identificam com este caminho ideológico enfrentam esse movimento?Ouça a resposta para essas e outras perguntas no nosso episódio 164: A redoma de Cristo.Mergulhe mais fundoDiscípulos: a investida evangélica no esporte (link para o podcast)Episódios relacionados143: Sob a sombra de Israel154: Hoje é dia de gospel, bebêEntrevistada do episódioCarô EvangelistaCientista social, mestra em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

Podcasts epbr
EPE projeta 6,6 GW de baterias até 2035 e aposta em armazenamento hidráulico, diz Thiago Prado | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 16:45


No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, a jornalista Gabriela Rude recebeu Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O executivo detalhou as contribuições da estatal para o leilão de baterias previsto para o final do ano, destacando a metodologia locacional que identifica os pontos mais críticos do sistema elétrico e os requisitos técnicos baseados em normativas internacionais. Prado revelou que a projeção de armazenamento no Plano Decenal (PDE) saltou de 800 MW para 6,6 GW até 2035, consolidando a tecnologia como peça-chave para manter a renovabilidade da matriz. Ele também abordou os estudos sobre flexibilidade do sistema, que vão além da capacidade de atender picos e incluem a velocidade de resposta a rampas positivas e negativas. Sobre as grandes cargas — data centers e hidrogênio —, o presidente alertou que a demanda pode crescer até 60% e defendeu que esses empreendimentos nasçam com flexibilidade e resposta à demanda para não onerar ainda mais o sistema. Por fim, adiantou que a EPE lançará em julho um modelo inédito de integração geração-transmissão com mais de 26 mil elementos geoespacializados. ____________________

A Incubadora
#082 - Episodio 82 - Journal Club 57 - Especial 50 Estudos: Cardio

A Incubadora

Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 64:48


Send us Fan MailNeste episódio de A Incubadora, voltamos às origens de duas condutas que ainda hoje estruturam o cuidado do recém-nascido grave. Percorremos dois grandes ensaios colaborativos multicêntricos — separados por quase quinze anos, mas unidos pela mesma pergunta: quando, em quem e até onde intervir?1. Effects of indomethacin in premature infants with patent ductus arteriosus: results of a national collaborative study - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/6343572/2. Inhaled Nitric Oxide In Full-tearm and Nearly Full-term Infants with Hypoxic Respiratory Failure - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9036320/ Não esqueça: você  pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.

Gama Revista
David Nemer: o triste legado das bets

Gama Revista

Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 33:43


Além da catástrofe financeira, você já parou para pensar que as bets estão mudando o jeito de muita gente olhar para a vida e as suas paixões? No caso do futebol, agora na Copa do Mundo, ficou bem óbvio."O futebol sempre foi o nosso ritual mais coletivo, aquele momento raro em que a favela, o asfalto e o condomínio fechado torcem ao mesmo tempo para a seleção. E as bets quebraram esse desejo único em centenas de pequenos mercados, de pequenas transações. Hoje, a pessoa não vai torcer só para um gol, vai torcer para um escanteio, um cartão amarelo, os minutos de acréscimo. As bets sequestraram essa paixão brasileira", diz o antropólogo David Nemer, o convidado do Podcast da Semana da edição sobre bets.Nemer é professor nos departamentos de Estudos de Mídia, de Antropologia e do programa de Estudos Latino-Americanos da Universidade da Virgínia. Ele pesquisa tecnologia nas favelas e, nos últimos anos, se dedica a entender os efeitos das bets no Brasil.Na entrevista que você ouve abaixo, ele fala sobre como as bets têm um modelo de negócios que tira proveito da vulnerabilidade e defende que é errado pensarmos em vício, pois assim "individualizamos" o problema e culpabilizamos o usuário."A questão, tanto do iludido quanto do viciado, não dá conta do que realmente acontece. Ela individualiza uma coisa que é estrutural, que é um produto desenhado para extrair, inclusive de quem é informado", afirma o pesquisador.Segundo Nemer, a Copa funciona como uma grande campanha de recrutamento, trazendo gente nova para as plataformas. "Depois dessa festa, vem a conta, que vai ser o endividamento, o empréstimo com o amigo que não vai conseguir pagar, com agiota. Em lares precarizados, há um abandono familiar. O homem na favela se apropria do dinheiro da mulher, sendo que sete em cada dez lares são mantidos por mulheres. E as mulheres, claro, ao lutar pelo seu dinheiro para sustentar a casa, acabam em confronto e são agredidas."Ele defende o banimento total e diz que, ainda assim, as bets deixarão um triste legado. "Uma dependência social foi criada e as pessoas buscarão outras formas de aposta."Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

BBC Lê
Por que nos tornamos amigos melhores quando envelhecemos

BBC Lê

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 14:24


Estudos indicam que, à medida que idade avança, amizades passam a substituir a família como fonte de apoio mais importante e também passamos a ser socialmente mais hábeis.

Chutando a Escada
Do “crente não se envolve” ao “irmão vota em irmão”: Fé evangélica e política no Brasil

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 28:49


O que une os barões da fé, a herança teológica colonial e o bolsonarismo? Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães (UFU/OED) e Guilherme Casarões (FIU/OED) recebem Ronilso Pacheco (ISER/OED) para debater as raízes teológicas e políticas da captura do campo evangélico pela extrema-direita brasileira. Teólogo, pastor e diretor-executivo do Instituto de Estudos da Religião, Ronilso distingue a presença legítima da fé evangélica na esfera pública de um projeto de supremacia cristã, analisa o processo de radicalização que antecede em décadas a eleição de Jair Bolsonaro e questiona as estratégias do campo progressista diante do eleitorado evangélico. No boletim de notícias, David Magalhães analisa três episódios da extrema-direita europeia. Em foco estão as eleições regionais da Saxônia-Anhalt, onde o AfD lidera as pesquisas e transforma a Bauhaus em alvo de uma guerra cultural identitária; a estratégia digital de Jordan Bardella, que construiu hegemonia no TikTok mirando o eleitorado jovem; e as tensões crescentes entre Giorgia Meloni e Donald Trump, que revelam os limites da chamada internacional reacionária. Para fechar, a dica cultural é Retorno a Reims, do filósofo e sociólogo francês Didier Eribon, que indaga por que a classe operária francesa migrou do Partido Comunista para a extrema-direita. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU/OED), Guilherme Casarões (FIU/OED) e Ronilso Pacheco (ISER/OED). Inserção musical no final: Interpretação de Sarah Hester Ross de “The Day the Nazi Died” (Chumbawamba, 1993). Capa do episódio: Créditos: José Tramontin Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ARENDT, Hannah. A condição humana. In: A condição humana. 2010. p. 407-407. ERIBON, Didier. Retorno a Reims. Belo Horizonte: Âyiné, 2020. (Original: Retour à Reims. Paris: Fayard, 2009.) GHERMAN, Michel; PACHECO, Ronilso. Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita. São Paulo: Fósforo, 2026. PACHECO, Ronilso. Ocupar, resistir, subverter: igreja e teologia en tempos de violência, racismo e opressão. Novos Dialogos Editora, 2016. PACHECO, Ronilso. Teologia Negra: o sopro antirracista do Espírito. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2024. Capítulos: 00:00 — Introdução 02:00 — Entrevista: os barões da fé e a captura política do campo evangélico 09:00 — O processo de radicalização que antecede o Bolsonaro 17:00 — Supremacia cristã e presença legítima da fé na política 25:00 — A cristofobia como estratégia de vitimização 33:00 — A esquerda diante do eleitorado evangélico 41:00 — Boletim OED 53:00 — Dica Cultural OED The post Do “crente não se envolve” ao “irmão vota em irmão”: Fé evangélica e política no Brasil appeared first on Chutando a Escada.

Lutz Podcast
A Ciência Descobriu Algo Inesperado Sobre a Vida Após a Morte - Alexander Moreira | Lutz Podcast #448

Lutz Podcast

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 101:43


Gama Revista
Isabela Venturoza: meninos e as masculinidades

Gama Revista

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 36:53


Como criar meninos conscientes e empáticos quando eles são o alvo preferencial da machosfera? Como conseguir manter uma proximidade real com eles e ficar a par de que influências estão sobre eles quando estamos todos cada vez mais atarefados?“O quanto a gente está interessado e, de fato, está acompanhando essa criança e esse adolescente, que nem sempre é fácil de estar do lado, nem sempre está aberto também para dialogar com a gente?”, questiona a antropóloga Isabela Venturoza, entrevistada do Podcast da Semana sobre a formação das masculinidades em crianças e adolescentes.“É preciso saber o que ele está fazendo ali, nos conectar com ele cotidianamente — porque às vezes a gente está no capitalismo selvagem, às vezes a gente não está conectado nem consigo mesmo, porque está ali só sobrevivendo e entregando pauta, continuando cada dia de uma vez”, afirma.Doutora em Antropologia Social pela Unicamp e mestra pela USP, Venturoza é professora da pós-graduação na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e pesquisadora do Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença da USP, além de coordenar o Núcleo de Estudos Interseccionais sobre Homens e Masculinidades (NUM). É ainda cofundadora do Instituto Feminista de Cuidado (IFC) e colunista da revista Azmina.Na conversa que você ouve abaixo e nas plataformas de áudio, ela fala sobre a importância de ouvir os meninos, de dar referências e de ter um cuidado próximo. Ela comenta sobre o crescimento e a difusão da ideologia masculinista e do movimento red pill na internet e até em cursos, um perigo real para meninos e meninas, e um grande negócio para muita gente.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

Chutando a Escada
Cazaquistão e a arte de equilibrar potências

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 32:11


O GeSeu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), estreia no Chutando a Escada com análise do Cazaquistão. Flávio Lira, Bruna Mandu e Luiz Lobo discutem a era Nazarbayev, o Janeiro Sangrento de 2022 e a intervenção da OTSC, além da política externa multivetorial que equilibra Rússia, China, União Europeia e Estados Unidos sem alinhamento exclusivo.

Roda Viva
RODA VIVA | PAULO ARTAXO | 01/06/2026

Roda Viva

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 82:20


O Roda Viva recebe nesta segunda-feira (01/06) o físico Paulo Artaxo, diretor do Centro de Estudos da Amazônia Sustentável da USP e uma das maiores autoridades mundiais em clima.Laureado com o Planet Earth Award 2026 e autor-líder nos três últimos relatórios do IPCC, painel da ONU agraciado com o Nobel da Paz, Artaxo vai analisar o cenário de transição global rumo à sustentabilidade. Em debate, os impactos das mudanças climáticas, as vulnerabilidades e vantagens estratégicas do Brasil, o impacto do próximo El Niño, o ponto de não retorno da Amazônia e a resiliência das cidades.O Roda Viva vai ao ar toda segunda, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #Amazônia #Sustentabilidade #CentroDeEstudosDaAmazôniaSustentável #SalvemAAmazônia #FlorestaAmazônica #PontoDeNãoRetorno

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #68: Alexandre Linck

Naruhodo

Play Episode Listen Later May 25, 2026 83:33


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Youtuber, graduado em Cinema e Vídeo, Mestre em Ciências da Linguagem e Doutor em Literatura, Alexandre Linck. Só vem! >> OUÇA (83min 34s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Alexandre Linck Vargas tem experiência na área de Literatura e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Teoria Literária, Filosofia da Arte, Estética, Teorias da Imagem, Crítica Cultural, Roteiro de Cinema e TV e História em Quadrinhos. Graduou-se em 2004 no curso de Comunicação Social - Cinema e Vídeo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Ingressou em 2005 no Mestrado em Ciências da Linguagem - também na Unisul -, concluindo em 2007, com a dissertação "A morte do homem no morcego". Em 2010, ingressou no Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluindo em 2015 com a tese "A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta". Atualmente é professor do PPGCL - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, onde leciona a disciplina de Estética, e dos cursos de Letras (teoria literária) e Cinema (teoria, história e roteiro cinematográfico), todos da Unisul. Alexandre é editor da revista Memorare, líder do grupo de pesquisa "Estudos em artes" (GRUAS)", e membro da RING (Red de Investigadoras e Investigadores de Narrativa Gráfica en Latinoamérica). Destaque também para o trabalho de cineasta nos curtas-metragens OCULTO (2003), RELIGARE (2005), DEUSES DE MENTIRA (2009), e o site/canal sobre histórias em quadrinhos, QUADRINHOS NA SARJETA (2011-atual). Lattes: http://lattes.cnpq.br/6080748048889215 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

A Incubadora
#079 - Episodio 79: Journal Club 54 - Especial 50 Estudos: Nutrição

A Incubadora

Play Episode Listen Later May 24, 2026 58:24


Send us Fan MailO que você oferece nas primeiras semanas importa — e muitoQuatro estudos. Quatro perguntas que todo neonatologista e pediatra já enfrentou na prática. Voltamos a apresentar os artigos do livro 50 Estudos que Todo Neonatologista Deve Conhecer, dessa vez com os artigos que revolucionaram a nutrição neonatal.Qual fórmula dar a um prematuro quando o leite materno não está disponível? Promover o aleitamento de forma estruturada realmente muda desfechos clínicos? Leite doado é superior à fórmula para prematuros extremos? E como manejar a hipoglicemia neonatal sem separar mãe e bebê?Neste episódio da Incubadora, discutimos os ensaios de Lucas et al. no BMJ, o PROBIT no JAMA, o DoMINO no JAMA e o Sugar Babies no Lancet — estudos que, juntos, constroem um argumento difícil de ignorar: decisões tomadas nas primeiras horas e semanas de vida deixam marcas que aparecem no pulmão, no cérebro e no desenvolvimento anos mais tarde.1.     Randomised trial of early diet in preterm babies and later intelligence quotient  - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9831573/2.     Promotion of Breastfeeding Intervention Trial (PROBIT) A Randomized Trial in the Republic of Belarus - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11242425/3.     Effect of Supplemental Donor Human Milk Compared With Preterm Formula on Neurodevelopment of Very Low-Birth-Weight Infants at 18 Months A Randomized Clinical Trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27825008/4.     Dextrose gel for neonatal hypoglycaemia (the Sugar Babies Study): a randomised, double-blind, placebo-controlled trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24075361/Evidência, cuidado e contexto brasileiro — esse é o nosso roteiro. Não esqueça: você  pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.

O Assunto
O novo Desenrola: até onde vai o alívio para os endividados?

O Assunto

Play Episode Listen Later May 5, 2026 26:33


Convidados: Lauro Gonzalez, professor da Fundação Getúlio Vargas e coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira e Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília . O Brasil atingiu em março de 2026 a marca de 82,8 milhões de inadimplentes, o que significa que metade dos lares brasileiros está endividada e comprometendo quase um terço da renda com o pagamento de dívidas. Para tentar reverter esse quadro o governo federal lançou nesta segunda-feira (4) o novo Desenrola, que agora permite o uso de parte do FGTS para quitar dívidas e impõe uma regra inédita: quem aderir ao programa fica bloqueado em sites de apostas. A nova fase do Desenrola mira especialmente a inadimplência familiar e precoce. Economistas, porém, afirmam que o atual cenário das contas públicas é um dos fatores que impedem a queda dos juros — o que impacta diretamente o tamanho do endividamento dos brasileiros. Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV, a questão é mais complexa do que o anúncio faz parecer. “Não existe uma solução mágica, uma bala de prata que vai resolver tudo.” Além da economia, existe uma estratégia política por trás do anúncio: o governo tenta recuperar sua popularidade em ano eleitoral por meio de medidas de impacto direto no cotidiano para tentar reverter o “mau humor” do eleitorado e recuperar a popularidade do presidente Lula em um ano eleitoral, e “não tem como fugir disso" -- analisa Guilherme Balza, repórter da GloboNews.