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No quinquagésimo sétimo episódio do Estudos Medievais, recebemos a Profa. Dra. Cláudia Regina Bovo, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, para falar sobre o Cisma de 1054 e as relações entre as cristandades latina e grega na Idade Média. A convidada explica o que é um cisma e por que 1054 é chamado de Cisma do Oriente, detalhando as excomunhões mútuas entre Humberto de Silva Candida e Miguel Cerulários e os debates teológicos do período. Cláudia Bovo discute também qual papel as divergências em torno dos pães ázimos e da questão filioque desempenharam no episódio, além de questionar a influência de conceitos como “cesaropapismo” e avaliar como a historiografia recente tem buscado valorizar as conexões entre as comunidades, não apenas o rompimento.ParticipantesCláudia Regina BovoDiego PereiraMembros da equipeDiego Pereira (roteiro)Emília França (roteiro)Eric Cyon (edição)Gabriel Cordeiro (roteiro)Isabela Silva (roteiro)José Fonseca (roteiro)Marina Sanchez (roteiro)Rafael Bosch (roteiro)Sara Oderdenge (roteiro)Tamires Porfiro (edição e ilustração)Sugestões bibliográficasBOVO, Cláudia Regina. A circulação epistolar sobre a controvérsia azimista entre cristãos latinos e bizantinos, Historia del Orbis Terrarum, 26, 2021, p. 12-32.CONGAR, Yves. After Nine Hundred Years: The Background Of The Schism Between The Eastern And Western Churches. Nova York: Fordham University Press, 1959.MIATELLO, André. Cismas. Theologica Latinoamericana Enciclopedia Digital. https://teologicalatinoamericana.com/?p=1449PEREIRA, Diego de Souza. À espera de Roma: controvérsia eucarística e papado no século XI. 2024. 120 p. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em História) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2024.RYDER, Judith. Changing perspectives on 1054. Byzantine and Modern Greek Studies, 35 , 1 , 2011 , p. 20 - 37.
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.
A inovação é essencial para o crescimento econômico, a geração de empregos qualificados e o aumento da produtividade. Mas, para isso, é necessário um ambiente que favoreça a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e o empreendedorismo. Um estudo do Núcleo de Estudos e Pesquisas da Consultoria Legislativa do Senado analisa esse cenário. Em entrevista, Fernando Meneguin, autor do estudo, fala sobre a importância da inovação, os obstáculos burocráticos e as mudanças que poderiam atrair empresas inovadoras. Ele também discute a parceria entre o setor público, empresas e universidades e o papel do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico na competitividade das empresas brasileiras.
O assunto do episódio #88 é a conexão entre samba e futebol. Para aprofundar essa discussão, o convidado do dia é André Silveira Gomes, graduado em educação física e atualmente doutorando em Estudos do Lazer na UFMG. Destacamos a pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer: “Portela querida és tudo na vida pra mim – O ser portelense e suas múltiplas experiências de pertencimento”.No episódio, André analisa os processos históricos que marcaram o surgimento e a popularização do samba e do futebol no Brasil, explorando as conexões entre essas duas importantes manifestações culturais.O podcast Passes e Impasses é um projeto de extensão do Laboratório de Mídia e Esporte (LEME).EQUIPE :Coordenação do laboratório: Ronaldo HelalCoordenação do projeto de extensão: Fausto AmaroRoteiro e produção: Júlya BragaEdição: Jerson PitaSuporte técnico: Clara QuintaneiraConvidado: André Silveira Gomes
Episódio de número 323 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 06/06/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E RESPONSABILIDADE", com base na CAP. 12 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 12 – “Jesus e Responsabilidade” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: Livros dos Espíritso - Allan Kardec - Livro Terceiro - Cap. 10 - Lei de Liberdade - questões 843 e 844 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP3C10.htm#Q843a850- Livro: Revista Espírita - Ano X — Agosto de 1867 - A responsabilidade moral - Louis Nivard - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Re67/Ago/Re67AgoA10.htm- Livro: O Problema do Ser, do Destino e da Dor - Leon Denis - cap. 22 - O Livre Arbítrio - disponível em: https://www.espiritualidades.com.br/Artigos/D_autores/DENNIS_Leon_tit_Obras/DENIS_Leon_tit_O_Problema_do_Ser_do_Destino_e_da_Dor_texto_completo.pdf- Livro: Encontro Marcado — Emmanuel - Cap. 53 - Livres, mas responsáveis - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Enm/Enm53.htm- Livro: Estude e viva — Emmanuel / André Luiz - Lição 25.1 - Nas crises da direção - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier / Waldo Vieira - disponível em:https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Eev/Eev25.1.htm- Livro: Religião dos Espíritos — Emmanuel - Cap. 34 - Responsabilidade e destino - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em:https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rde/Rde34.htm- Livro: Livro da Espeprança — Emmanuel - Cap. 83 - Setor Pessoal - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Le/Le83.htm- Livro: Monte Acima — Emmanuel - Cap. 83 - Setor Pessoal - Emmanuel - - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ma/Ma07.htm- Livro: Mãos Unidas — Emmanuel - Cap. 33 - Dever e Compromisso - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Mu/Mu33.htm- Livro: Apostilas da Vida — André Luiz - Cap. 3 - Caridade do Dever - André Luiz -psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Apv/Apv03.htmPoesia Final: Deus Conta Contigo - Maria Dolores - do livro: Poetas redivivos — Autores diversos — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pr/Pr110.htm
O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.
Neste episódio do podcast de Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com o especialista em Genética Molecular e professor do Insper, Paulo Amaral, sobre os avanços das pesquisas com a plataforma de RNA mensageiro. Estudos promissores estão sendo realizados para vacinas contra o vírus Influenza, HIV e doenças infecciosas negligenciadas, como Zika, chikungunya e leishmaniose. Além do uso em terapias onde o sistema imunológico possa reconhecer proteínas específicas de tumores, por exemplo.#ORIGINHealth #MITTechReviewBR #Podcast #Videocast
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Captação De Pacientes Por Thiago Martins - Marketing Digital para Saúde
Sua clínica dermatológica parou de crescer e você sente que o faturamento atingiu um teto? Neste episódio, desvendamos as estratégias práticas de marketing médico, para ajudar você a alavancar seus resultados e romper esse platô.Muitas vezes, a chave para o crescimento não é gastar mais em anúncios, mas sim ter clareza absoluta sobre seus objetivos e sobre de onde virá o novo faturamento. Será por meio da aquisição de novos pacientes, da recorrência ou do resgate daqueles que estão inativos?Neste episódio, você vai descobrir:Os Pilares da Aquisição: Como trabalhar o seu posicionamento, a sua autoridade e a geração de desejo por meio de conteúdo e tráfego pago para atrair novos pacientes.A Mina de Ouro do Resgate: Por que olhar para os processos comerciais da sua secretária e focar na base de contatos inativos pode ser a sua estratégia mais lucrativa.Estudos de Caso Reais: Entenda como uma clínica gerou R$ 270 mil no primeiro mês de lançamento da tecnologia LineaZ com apenas 58 agendamentos, e como uma simples ação de resgate trouxe R$ 120 mil para o caixa — ambos os casos sem nenhum novo investimento financeiro!Gestão Inteligente de Agenda: Saiba como direcionar os pacientes aos procedimentos de maior margem e parar de trabalhar "no escuro".Atualmente, estratégias de otimização de vendas e de resgate podem gerar entre R$ 500 mil e R$ 700 mil mensais para algumas clínicas. Se você quer fazer parte desse grupo que domina a gestão e o marketing médico, este episódio é para você.
O Roda Viva recebe nesta segunda-feira (01/06) o físico Paulo Artaxo, diretor do Centro de Estudos da Amazônia Sustentável da USP e uma das maiores autoridades mundiais em clima.Laureado com o Planet Earth Award 2026 e autor-líder nos três últimos relatórios do IPCC, painel da ONU agraciado com o Nobel da Paz, Artaxo vai analisar o cenário de transição global rumo à sustentabilidade. Em debate, os impactos das mudanças climáticas, as vulnerabilidades e vantagens estratégicas do Brasil, o impacto do próximo El Niño, o ponto de não retorno da Amazônia e a resiliência das cidades.O Roda Viva vai ao ar toda segunda, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #Amazônia #Sustentabilidade #CentroDeEstudosDaAmazôniaSustentável #SalvemAAmazônia #FlorestaAmazônica #PontoDeNãoRetorno
- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.
Episódio de número 322 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 30/05/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E DECISÃO", com base na CAP. 10 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 11 – “Jesus e Decisão” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: Novo Testamento - Evangelho de Lucas - capítulo 9 - versículos: 57 a 62 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TRP/Lc/Lc09.htm#Lc- Livro: Livros dos Espíritso - Allan Kardec - Livro Segundo - Cap. 2 - Encarnação dos Espíritos - questão 132 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP2C02.htm#Q132e133- Livro: Fonte Viva - Emmanuel - Cap. 32 - A Boa Parte - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Fv/Fv32.htm- Livro: O Essencial - Emmanuel - Cap. 13 - As Três Escohas - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Oel/Oel13.htm- Livro: Ideal Espírita - Autores Diversos - Cap. 60 - Justos e Injustos - André Luiz - psicografia de Francisco C. Xavier / Waldo Vieira - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ie/Ie60.htm- Livro: v - Autores Diversos - Cap. 98 - Chamada e Escolha - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier / Waldo Vieira - disponível em:https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Oev/Oev98.htm- Livro: Fé, paz e amor - Emmanuel - Cap. 10 - Entre Chamados e Escolhidos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Fpa/Fpa10.htm- Livro: Rumo Certo - Emmanuel - Cap. 26 - Decisão e Vontade - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rmc/Rmc26.htm- Livro: Pão Nosso - Emmanuel - Cap. 86 - Intentar e Agir - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn86.htm- Livro: Pão Nosso - Emmanuel - Cap. 79 - O "mas" e os Discípulos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pn/Pn86.htmPoesia Final: Atende a Jesus - Casimiro Cunha - do livro: Cartas do Evangelho e outros poemas — Casimiro Cunha — 2ª Parte — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Cde/CdeP2C20.htm
No terceiro episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos o professor Fernando Michelotti, doutor em Planejamento Urbano e Regional e docente da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), em Marabá, onde atua no Instituto de Estudos de Desenvolvimento Agrário e Regional. É também pesquisador das dinâmicas territoriais e dos conflitos agrários na Amazônia e coautor do livro Horizontes Amazônicos: Para Repensar o Brasil e o Mundo. No livro Utopias Amazônicas, o professor assina o artigo Agroecologia Amazônida: Conectando o Passado e o Futuro, um ensaio que subverte as visões dualísticas sobre a floresta e propõe a agroecologia não como mera técnica de plantio, mas como um paradigma produtivo e político de reexistência. Conversamos sobre a floresta antropogênica, o conceito de campesinato amazônico, a fratura metabólica do capital, o potencial alimentar da castanheira diante do latifúndio e as alianças de resistência que unificam o chão da floresta. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e para o qual precisamos caminhar.
O NJ Notícias tem sua essência baseada no rádio jornal, agora com notas, duas reportagens e uma entrevista. Neste episódio, vamos falar sobre a passagem do projeto “Arte de Inovar com Maratona de Inovação” em Bauru e do fechamento da unidade da Haribo na cidade. Também conversamos com Paulo Ricardo e Vinicius Lozano, estudantes da Unesp em Bauru, sobre as dificuldades de concilar os estudos com o trabalho.O podcast foi produzido por estudantes da Unesp de Bauru e esta edição conta com diversas fontes que contribuíram para o enriquecimento das reportagens e da experiência do ouvinte.Pautas, Reportagens e Locução por Alice Rodrigues, Analice Cruz, Beatriz Soares, Brida Souza, Livia Ghirardello, Mariana Bezerra e Maysa Cassu Notas por Alice Rodrigues e Beatriz SoaresEntrevista por Brida SouzaEdição de som por João Pedro Coelho e Yohana SorianoRoteiro geral por Luísa MachadoProdução por Luísa Machado Edição Geral por Ana Helena Masson Apresentação por Luísa Machado
- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.
A vacinação ao longo da vida é uma das principais estratégias para o envelhecimento saudável. No caso das pessoas idosas, manter o calendário vacinal em dia pode trazer benefícios que vão além da proteção contra vírus e bactérias. Estudos já apontam que algumas vacinas ajudam a reduzir o risco de episódios de infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e até o desenvolvimento de demências. Apesar disso, é cada vez mais comum encontrar idosos que não seguem à risca o calendário vacinal brasileiro. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com o Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de Pernambuco, Rodrigo Patriota, no Canal Saúde desta quinta-feira (28).
O documentário “Circularidade” integrou a programação do 18° Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e foi exibido no Museu de Arte do Rio (MAR), em abril. Parte de uma série produzida pelo projeto de extensão Atlântica Lab, o filme investiga o ato de reunir-se em roda na perspectiva da cultura afro-brasileira. Nossa reportagem ouviu a professora da Escola de Comunicação (ECO) Ana Lúcia Nunes de Sousa, que assina a direção, o estudante de Radialismo Thalys Maia, responsável pela fotografia e pela montagem, e o estudante de jornalismo Júlio Cezar Rodrigues, que assistiu à produção.O Atlântica Lab, que integra o Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária (LECC) da UFRJ, recebe novos extensionistas. Para conhecer o projeto, acompanhe o perfil no Instagram: @atlantica.lab. Para se candidatar, basta preencher este formulário.Reportagem: Juliana BeckerEdição: Thiago Kropf
No quarto episódio da série Mulheres na Ciência, o podcast Conta pra Gente apresenta a trajetória de Maria Helena de Moura Neves, pesquisadora que transformou os estudos da linguagem no Brasil. Com palavras que constroem o que a gente escreve, a narrativa convida os ouvintes a descobrirem como a língua portuguesa funciona, como produzimos sentidos e por que estudar a linguagem é também uma forma de compreender o mundo.Dedicado às crianças, o episódio narra sua jornada de forma lúdica e clara, conectando o público infantil a conceitos como expressão, saber científico e o encanto pela leitura. Ao contar a vida de Maria Helena, destaca-se a relevância de observar nossa fala com atenção e entusiasmo, apreciando o saber que nos possibilita dizer quem somos.O podcast é um projeto experimental vinculado ao Laboratório de Estudos Editoriais (LEE) e desenvolvido pelas alunas Roberta Kelly, Evelyn de Souza e Victoria Lima, do Bacharelado em Letras – Português da UNIFAL-MG. A iniciativa integra a disciplina Introdução à Divulgação Científica, sob coordenação da professora Flaviane Faria Carvalho e com suporte técnico do professor Wellington Lima.No quinto episódio da série Mulheres na Ciência, o Conta pra Gente apresenta a trajetória de Lélia Gonzalez, intelectual, filósofa e ativista que dedicou sua vida a valorizar as culturas e a lutar por um Brasil mais justo. Valorizando culturas e muitos heróis, a narrativa convida as crianças a descobrirem a riqueza das raízes africanas e indígenas que formam a nossa identidade.Outros podcasts podem ser acessados em: https://unif.al/nopotify
Já deu pra notar que a segurança pública será o principal tema das eleições deste ano, em especial a disputa pelo governo do Ceará. É evidente o quanto facções criminosas conseguiram expandir seu raio de ação e o quanto a população tem sido impactada por isso, tanto na capital como no interior. Mas será que o discurso do combate ao crime, que exalta a ostensividade e a ação armada da polícia como solução, é a melhor saída mesmo para reduzirmos o impacto do crime? Para responder esta e outras perguntas, recebemos o sociólogo Luiz Fábio Paiva (@luizfabiopaiva), coordenador do Laboratório de Estudos da Violência (LEV) da Universidade Federal do Ceará (UFC), e que recentemente lançou o livro "O PCC Para Além de São Paulo", em parceria com a pesquisadora Camila Nunes Dias. A conversa virou uma verdadeira aula superinteressante, para entendermos como as facções surgiram e se consolidaram, como elas se mantêm e por que as ações do Estado, mesmo com tantas operações e prisões, parecem não resolver nada. O papo foi ótimo também pra gente perceber que boa parte do discurso político do combate ao crime é só da boca pra fora. Bora assistir, que o programa está mega especial. No finzinho do episódio, deixamos uma dica maravilhosa, da psicoterapeuta Letícia Monteiro, especializada no atendimento a mulheres. Se você ficou interessada e quer mais informações, acesse leticiamonteiropsi.com.br. Aproveitamos para te convidar a participar da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp. Pense num grupo animado e cheio de conversas exclusivas com a gente. Pra participar, basta acessar o link apoia.se/ascunhascomunidade, se cadastrar e pagar R$ 19 por mês. Aí você entra nessa comunidade maravilhosa. Para participar da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp: apoia.se/ascunhascomunidade; Se quiser mandar um PIX, só pra apoiar o podcast, envie para a chave ascunhaspodcast@gmail.com.Produção: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)
Esta semana assinala-se o Dia Internacional da Higiene Menstrual. A pobreza menstrual continua a afectar milhões de mulheres e raparigas em todo o mundo. Em Moçambique, a dimensão real do problema é difícil de medir. “Nós não temos dados. A questão da pobreza menstrual está relacionada com a própria visão da mulher, do corpo da mulher”, afirma Nair Teles, directora executiva do Centro de Estudos em Direitos Humanos, Saúde e Sociedade de Moçambique. Para a investigadora, o silêncio em torno do tema impede até a sua quantificação. “Aquilo que não se fala não existe”. A pobreza menstrual continua a afectar milhões de mulheres e raparigas em todo o mundo. Segundo dados das Nações Unidas, cerca de 1,8 mil milhões de pessoas menstruam todos os meses, mas mais de 500 milhões não têm acesso a produtos menstruais, água potável ou saneamento adequado para gerir a menstruação de forma digna e segura. Em África, a situação é agravada pela pobreza, pela falta de infra-estruturas e pelo estigma social em torno do corpo da mulher e da menstruação. Esta semana assinala-se o Dia Internacional da Higiene Menstrual. Em Moçambique, a dimensão real do problema é difícil de medir. “Nós não temos dados. A questão da pobreza menstrual está relacionada com a própria visão da mulher, do corpo da mulher”, afirma Nair Teles, directora executiva do Centro de Estudos em Direitos Humanos, Saúde e Sociedade de Moçambique. Para a investigadora, o silêncio em torno do tema impede até a sua quantificação. “Aquilo que não se fala não existe”, sublinha. Segundo Nair Teles, a pobreza menstrual não se resume à falta de pensos higiénicos. Está ligada à ausência de informação, à dificuldade de acesso aos serviços de saúde e à forma como o corpo feminino continua a ser encarado socialmente. “Uma jovem ou uma mulher em situação de pobreza extrema muitas vezes nem sabe porque está a menstruar. Ela só sabe que menstrua”, explica. A directora executiva do Centro de Estudos em Direitos Humanos, Saúde e Sociedade de Moçambique aponta ainda falhas na comunicação dentro das famílias, nas escolas e nas próprias instituições públicas: “Um pai não fala sobre isso com a filha. A mãe também passou pelo mesmo silêncio. Há uma naturalização desse silêncio.” A situação tende a ser ainda mais invisível nas zonas rurais: “A mulher rural não existe, embora seja ela que nutre, seja ela o esteio”. Em muitos casos, o custo dos produtos menstruais torna-se incomportável face às necessidades básicas de sobrevivência. A investigadora defende que distribuir produtos menstruais é importante, mas insuficiente sem educação e debate público: “É preciso quebrar o silêncio. Explicar o corpo da mulher, a menstruação, a tensão pré-menstrual, a menopausa. O corpo da mulher não pode continuar a ser tratado como tabu.” Nair Teles considera que a pobreza menstrual é apenas uma das manifestações de um problema mais profundo relacionado com a condição feminina no país: “Tudo isto tem relação directa com a visão da mulher. O que é isto que a gente chama de mulher? Ela é só para uso? Para procriar? Para cuidar da casa e dos filhos? O que nós somos?”, questiona.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Youtuber, graduado em Cinema e Vídeo, Mestre em Ciências da Linguagem e Doutor em Literatura, Alexandre Linck. Só vem! >> OUÇA (83min 34s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Alexandre Linck Vargas tem experiência na área de Literatura e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Teoria Literária, Filosofia da Arte, Estética, Teorias da Imagem, Crítica Cultural, Roteiro de Cinema e TV e História em Quadrinhos. Graduou-se em 2004 no curso de Comunicação Social - Cinema e Vídeo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Ingressou em 2005 no Mestrado em Ciências da Linguagem - também na Unisul -, concluindo em 2007, com a dissertação "A morte do homem no morcego". Em 2010, ingressou no Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluindo em 2015 com a tese "A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta". Atualmente é professor do PPGCL - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, onde leciona a disciplina de Estética, e dos cursos de Letras (teoria literária) e Cinema (teoria, história e roteiro cinematográfico), todos da Unisul. Alexandre é editor da revista Memorare, líder do grupo de pesquisa "Estudos em artes" (GRUAS)", e membro da RING (Red de Investigadoras e Investigadores de Narrativa Gráfica en Latinoamérica). Destaque também para o trabalho de cineasta nos curtas-metragens OCULTO (2003), RELIGARE (2005), DEUSES DE MENTIRA (2009), e o site/canal sobre histórias em quadrinhos, QUADRINHOS NA SARJETA (2011-atual). Lattes: http://lattes.cnpq.br/6080748048889215 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
A comunicação é um campo de disputas… um objeto de desejo e marcado pelo monopólio da classe dominante. No Brasil, os veículos tradicionais são controlados por poucas famílias e as redes sociais também reproduzem a concentração de poder, já que estão nas mãos das big techs..Para ampliar vozes, pautar a informação como direito, não como mercadoria, e garantir pleno acesso à cidadania, é preciso avançar em um processo de democratização da comunicação. E é sobre isso que nós debatemos nesta edição do Rádio ASPUV!.Nosso convidado é o professor e cientista de dados Ergon Cugler, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé. Confira!.Confira!..Dicas culturais da edição:.- “TIC Domicílios 2024”, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação;- “Mídia, Poder e Contrapoder: Da Concentração Monopólica à Democratização da Comunicação”, de Dênis de Moraes, Ignacio Ramonet e Pascual Serrano;- “Democratizar a Comunicação: Teoria Política, Sociedade Civil e Políticas Públicas”, do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé;- “Democratização dos Meios de Comunicação: Estado, Direito e Políticas Públicas”, de Tarso Cabral Violin;- “Uma Onda no Mar”, de Helvécio Ratton;- “O Quinto Poder”, de Bill Condon;- “O Momento Waldo”, episódio 2 da segunda temporada de Black Mirror;- Instituto Conhecimento Liberta, Brasil de Fato e Nexo Jornal, portais de comunicação independentes; e- "Comunicação e contra-hegemonia" e "Soberania digital", episódios do Rádio ASPUV.
Send us Fan MailO que você oferece nas primeiras semanas importa — e muitoQuatro estudos. Quatro perguntas que todo neonatologista e pediatra já enfrentou na prática. Voltamos a apresentar os artigos do livro 50 Estudos que Todo Neonatologista Deve Conhecer, dessa vez com os artigos que revolucionaram a nutrição neonatal.Qual fórmula dar a um prematuro quando o leite materno não está disponível? Promover o aleitamento de forma estruturada realmente muda desfechos clínicos? Leite doado é superior à fórmula para prematuros extremos? E como manejar a hipoglicemia neonatal sem separar mãe e bebê?Neste episódio da Incubadora, discutimos os ensaios de Lucas et al. no BMJ, o PROBIT no JAMA, o DoMINO no JAMA e o Sugar Babies no Lancet — estudos que, juntos, constroem um argumento difícil de ignorar: decisões tomadas nas primeiras horas e semanas de vida deixam marcas que aparecem no pulmão, no cérebro e no desenvolvimento anos mais tarde.1. Randomised trial of early diet in preterm babies and later intelligence quotient - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9831573/2. Promotion of Breastfeeding Intervention Trial (PROBIT) A Randomized Trial in the Republic of Belarus - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11242425/3. Effect of Supplemental Donor Human Milk Compared With Preterm Formula on Neurodevelopment of Very Low-Birth-Weight Infants at 18 Months A Randomized Clinical Trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27825008/4. Dextrose gel for neonatal hypoglycaemia (the Sugar Babies Study): a randomised, double-blind, placebo-controlled trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24075361/Evidência, cuidado e contexto brasileiro — esse é o nosso roteiro. Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.
Episódio de número 321 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 23/05/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E CORAGEM", com base na CAP. 10 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 10 – “Jesus e Coragem” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: Livro de Respostas - Emmanuel - Cap. 37 - A Solicitação do Senho - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ldr/Ldr37.htm- Livro: Neste Instante - Emmanuel - Cap. 15 - Beneficência e Coragem - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ni/Ni15.htm- Livro: Fonte Viva - Emmanuel - Cap. 134 - Busquemos o Equilíbrio - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Fv/Fv134.htm#I1- Livro: Palavras da coragem — Autores diversos - Cap. 11 - Convite da Coragem - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier / Carlos A. Baccelli - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Psc/Psc11.htm- Livro: Estude e Viva - Emmanuel / André Luiz - Cap. 20.2 - Coragem - André Luiz - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Eev/Eev20.2.htm- Livro: Paz e Renovação — Autores diversos - Cap. 37 - Coragem e Fé - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Per/Per37.htm- Livro: Endereços da paz - André Luiz - Cap. 8 - Dupla da Paz - André Luiz - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ep/Ep08.htm- Livro: Nós - Emmanuel - Cap. 17 - Esperança e Coragem - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ns/Ns17.htm- Livro: Palavras do Coração - Meimei - Cap. 5 - Coragem no Caminho - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pc/Pc05.htmPoesia Final: Lembrança da Coragem - Maria Dolores - do livro: Maria Dolores, a Própria — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Md/Md39.htm
Eloneide Ferreira Marques não tem dúvida em afirmar que o corpo humano possui uma inteligência muito mais antiga — e talvez muito mais sofisticada — do que qualquer inteligência artificial criada pelo homem. Talvez por isso ela tenha dedicado boa parte da sua trajetória a investigar aquilo que existe entre símbolo, energia, natureza e consciência. Estudiosa da medicina chinesa, ela desenvolveu um trabalho que busca escutar essa “inteligência do corpo” através de uma técnica que une acupuntura, trigramas do I Ching, manifestações da natureza e símbolos ancestrais encontrados em uma múmia de mais de 5 mil anos, descoberta há 35 anos entre a Áustria e a Itália. Segundo ela, muito antes de falarmos sobre algoritmos, prompts ou inteligência artificial, o corpo já sabia responder. Já armazenava informações. Já se comunicava através de sinais, frequências, emoções e padrões invisíveis. Foi dessa inquietação — e também de seus estudos sobre metaverso, linguagem simbólica e medicina chinesa — que nasceu a chamada Acupuntura Digital, uma abordagem terapêutica que substitui as agulhas por desenhos inspirados nos trigramas do I Ching, aplicados sobre pontos energéticos do corpo. Mas afinal… o que seriam esses códigos? Como símbolos da natureza poderiam dialogar com os meridianos da acupuntura? E até que ponto existe, dentro de nós, uma espécie de inteligência silenciosa esperando para ser ouvida? Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a professora de medicina chinesa formada pelo Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, docente da Escola Espanhola de Acupuntura, jornalista, pesquisadora e criadora da técnica da Acupuntura Digital contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o campo mais sutil que nos habita e foi categórica: “O invisível também organiza a vida”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste policy paper.
Tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos, mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público, revela o novo policy paper da Fundação.Para refletir sobre os resultados, juntam-se à conversa Luís Catela Nunes, autor e coordenador do estudo «Ensino superior e emprego jovem em Portugal», e Luís Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
Devocional 2026: Passeio na Vinha. Para compra acesse o link: https://amzn.to/4pGMuRrAdquira um exemplar: https://amzn.to/4pGMuRr O Ministério Permanecer nasce com um propósito claro: conduzir pessoas a uma vida cristã profunda, bíblica e frutífera, firmada em um relacionamento real e diário com Jesus Cristo.Pouco antes de ir para a cruz, Jesus poderia ter levado Seus discípulos a muitos lugares. No entanto, Ele escolheu uma vinha. Nesse cenário simples, porém carregado de significado espiritual, o Mestre revelou um dos ensinamentos mais profundos da fé cristã: Ele é a Videira Verdadeira, e nós somos os ramos.A vida cristã não se sustenta em esforço humano, religiosidade ou emoção momentânea, mas em permanecer em Cristo, conectados à única fonte capaz de satisfazer plenamente a alma humana.O devocional “Passeio na Vinha”, que guiará nosso ano de 2026, é um convite diário para caminhar com Jesus, aprender com Ele e viver uma fé que produz fruto. Mais do que reflexões, este canal propõe uma disciplina espiritual prática, bíblica e acessível, para que você desenvolva intimidade com Deus no cotidiano — no silêncio, na Palavra, na oração e na obediência.Aqui, você encontrará: • Devocionais diários profundos e aplicáveis • Estudos bíblicos centrados em Cristo • Reflexões sobre vida cristã, perseverança e maturidade espiritual • Conteúdos para quem deseja permanecer firme em tempos difíceis • Encorajamento para uma fé viva, constante e frutíferaO Ministério Permanecer é para quem:✔️ Deseja crescer espiritualmente de forma consistente. ✔️ Busca intimidade real com Deus, além da religiosidade✔️ Quer aprender a ouvir, obedecer e permanecer em Cristo✔️ Anseia por uma vida cristã que gere fruto permanenteEste canal é um espaço de edificação, confrontação amorosa e encorajamento espiritual. Cada vídeo é um passo nesse passeio pela vinha, onde tesouros espirituais foram deixados por Cristo para aqueles que decidem permanecer n'Ele.
Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.
- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realiza, entre os dias 4 e 29 de maio, o curso de formação inicial para promotoras e promotores de Justiça substitutos. Coordenada pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), em parceria com a Corregedoria-Geral do MPAC, a iniciativa reúne 13 promotores e marca o início do estágio probatório dos membros ingressantes.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), realizou nesta terça-feira, 12, na sede do MPAC, uma reunião com a Academia de Polícia Civil do Estado do Acre (Acadepol), responsável pela formação e capacitação dos profissionais da Polícia Civil acreana.
Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), realizou nesta terça-feira, 12, a aula inaugural do Curso de Formação de Ingresso de Estagiários do MPAC, no laboratório do Ceaf, em Rio Branco. Nesta edição, sete estudantes de Direito aprovados no último processo seletivo iniciam a formação.
Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.
Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.
Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos conclui que tirar um curso superior gera ganhos salariais significativos mas implica custos para as famílias acima da média europeia num quadro de fraco investimento público. No "Da Capa à Contracapa" desta semana, convidamos Luís Catela Nunes, coordenador do estudo "Ensino Superior e Emprego Jovem em Portugal" e Luis Loures, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos para refletir sobre os resultados deste 'policy paper'.
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Convidados: Lauro Gonzalez, professor da Fundação Getúlio Vargas e coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira e Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília . O Brasil atingiu em março de 2026 a marca de 82,8 milhões de inadimplentes, o que significa que metade dos lares brasileiros está endividada e comprometendo quase um terço da renda com o pagamento de dívidas. Para tentar reverter esse quadro o governo federal lançou nesta segunda-feira (4) o novo Desenrola, que agora permite o uso de parte do FGTS para quitar dívidas e impõe uma regra inédita: quem aderir ao programa fica bloqueado em sites de apostas. A nova fase do Desenrola mira especialmente a inadimplência familiar e precoce. Economistas, porém, afirmam que o atual cenário das contas públicas é um dos fatores que impedem a queda dos juros — o que impacta diretamente o tamanho do endividamento dos brasileiros. Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV, a questão é mais complexa do que o anúncio faz parecer. “Não existe uma solução mágica, uma bala de prata que vai resolver tudo.” Além da economia, existe uma estratégia política por trás do anúncio: o governo tenta recuperar sua popularidade em ano eleitoral por meio de medidas de impacto direto no cotidiano para tentar reverter o “mau humor” do eleitorado e recuperar a popularidade do presidente Lula em um ano eleitoral, e “não tem como fugir disso" -- analisa Guilherme Balza, repórter da GloboNews.
A exigência impossível do Chega para aprovar o pacote laboral, os discursos do 25 de Abril e a os ansiosos potenciais sucessores de José Luís Carneiro no PS foram os temas à mesa da Vichyssoise.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma das principais consequências do uso das chamadas canetas emagrecedoras é a perda de músculos. Dependendo da caneta, a pessoa chega a perder até 20% do peso em um ano. Mas nem tudo isso é gordura! Boa parte pode ser músculo. Estudos mostram que a perda de massa muscular pode chegar a 50% do peso total perdido. E isso pode afetar a mobilidade, a força e até acelerar o envelhecimento. No podcast de hoje, a gente conversa sobre esse efeito do emagrecimento rápido e suas consequências. Vamos explicar também de que forma as pessoas que usam as canetas podem evitar esse problema. Valéria Almeida conversa com a médica do esporte e reumatologista Fernanda Lima.
Send us Fan MailBem-vindos ao episódio 77 do A Incubadora, o podcast quinzenal que aproxima a ciência de quem vive a neonatologia todos os dias — à beira do leito, na residência ou nos livros.Hoje seguimos com mais um capítulo do nosso Especial "50 Estudos que Todo Neonatologista Deve Conhecer", e o tema é o pulmão do prematuro — palco de algumas das decisões mais críticas e dos avanços mais transformadores da nossa especialidade.Neste episódio, mergulhamos em três artigos fundamentais:Prevention of Neonatal Respiratory Distress Syndrome by Tracheal Instillation of Surfactant — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/3895150/ o ensaio clínico randomizado que abriu caminho para uma das intervenções mais icônicas da neonatologia moderna e mudou para sempre a forma como encaramos a SDR.Long-Term Effects of Caffeine Therapy for Apnea of Prematurity — https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa073679 um clássico que vai além da apneia: os dados de longo prazo que todo neonatologista precisa conhecer antes de prescrever — ou deixar de prescrever — a cafeína.Early CPAP versus Surfactant in Extremely Preterm Infants — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20472939/ o estudo que colocou em xeque protocolos estabelecidos e acendeu o debate sobre qual deve ser a primeira linha de suporte respiratório nos extremos da prematuridade.Três artigos. Três marcos. Uma conversa essencial para quem cuida dos menores pacientes.Seja você estudante, residente ou especialista, este episódio foi feito para você. Nos acompanhe, compartilhe com sua equipe e deixe sua avaliação — isso nos ajuda a democratizar ainda mais o conhecimento em neonatologia.Bons estudos e boa escuta! Não esqueça: você pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org
Estudos em nutrição humana demonstram que, ao ingerir uma quantidade de energia suficiente, o teor de proteínas também será suficiente
Debate da Super Manhã: Revitalizar e reverter o cenário de degradação que marca o bairro da Boa Vista e demais áreas do centro do Recife: esse é o objetivo de um estudo para devolver a vitalidade da região, que terá início pela Rua da Imperatriz, em uma construção coletiva com a participação de várias frentes: governamental, acadêmica e sociedade civil. No debate de hoje, vamos conversar com os nossos convidados sobre o projeto de restauração da localidade, com a preservação do passado e a funcionalidade para o futuro, além de investimentos geradores de novos negócios e do resgate da importância histórica da capital pernambucana. Participam o economista e coordenador-geral de Estudos e Pesquisas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), José Farias; o arquiteto e urbanista Francisco Cunha; e as arquitetas do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFPE, responsáveis pelo projeto, Iana Ludermir e Juliana Cunha Barreto.
Esquecer onde deixou a chave do carro é comum, mas o cérebro começa a emitir sinais de socorro muito antes do diagnóstico de Alzheimer. Estudos recentes da University College London (UCL) e relatórios publicados em fevereiro de 2026 na revista The Lancet Psychiatry revelam que os primeiros sintomas de demência podem aparecer até 20 anos antes das falhas de memória. Neste vídeo, detalhamos os seis sintomas psicológicos específicos que surgem na meia-idade — entre os 40 e 60 anos — e que servem como "bandeiras vermelhas" para a saúde cognitiva. Entenda como a perda de autoconfiança, o nervosismo constante e o distanciamento emocional podem ser, na verdade, manifestações precoces de neurodegeneração. Abordamos também os 14 fatores de risco modificáveis, como o colesterol LDL elevado e a perda visual, e como a construção de uma "Reserva Cognitiva" pode evitar ou retardar até 45% dos casos de demência. Aprenda a decifrar os avisos do seu cérebro enquanto ainda há tempo de agir.
Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento.Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos e ambientais que têm impactado nossa saúde mental.Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Maria Aparecida Affonso MoysésMédica pediatra, professora da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida.Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Veja também em youtube.com/@45_graus Ana I. Domingos é neurocientista e Professora de Neurociência na Universidade de Oxford, onde investiga os mecanismos biológicos que regulam o metabolismo e o peso corporal, em particular o papel das redes nervosas simpáticas na queima de gordura e na obesidade. Formou-se em Matemática em Lisboa e Paris e fez o doutoramento na Rockefeller University, em Nova Iorque. O seu trabalho tem sido publicado em revistas científicas de topo como Nature e Cell e distinguido com várias bolsas internacionais, incluindo bolsas do Conselho Europeu de Investigação (ERC). É também membro da EMBO e editora-chefe do American Journal of Physiology – Endocrinology and Metabolism. _______________ Índice (2ª Parte): Porque tem aumentado a obesidade em todo o mundo? Sistema imunitário e obesidade. Imunometabolismo Papel do stress O que explica o nosso peso: genética vs ambiente Estudos com gémeos O caso dos labradores Ozempic: como funciona? Analogia entre obesidade e doenças psiquiátricas Até que ponto a biologia torna fazer dieta impossível para muitas pessoas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta.Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global.O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas.A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos.Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década.Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados?Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.