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Chutando a Escada
Uzbequistão entra em campo

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 74:26


Em 2025, o Uzbequistão conquistou a primeira vaga da história de um país da Ásia Central em uma Copa do Mundo, um feito que o governo de Shavkat Mirziyoyev rapidamente incorporou à narrativa do “novo Uzbequistão”. Em parceria com o GEsEu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) recebe Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE), um dos maiores especialistas brasileiros no país, para usar essa classificação como ponto de partida de uma leitura de longo prazo sobre o Uzbequistão contemporâneo. Guilherme percorre dois mil anos de história da região, da Rota da Seda ao império de Tamerlão, até a delimitação nacional soviética de 1924, que deu origem ao Uzbequistão como Estado. A conversa revisita a política externa de Islam Karimov, guiada por um único princípio, a defesa da soberania recém-conquistada, mesmo ao custo de aproximações e afastamentos sucessivos entre Moscou, Washington e Pequim. Já sob Mirziyoyev, o país transformou sua condição de duplamente sem litoral, característica que divide apenas com o Liechtenstein, em estratégia diplomática deliberada, equilibrando simultaneamente Rússia, China, Estados Unidos, Turquia, União Europeia e os países do Golfo. Aperte o play. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Flávio Lira (UNIPAMPA/GEsEu) e Guilherme Geremias da Conceição (UNESP/CIRE). Capa do episódio: Reuters Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Capítulos: 00:00 Abertura e a vaga inédita do Uzbequistão na Copa do Mundo 04:00 Apresentação do convidado e o significado da classificação 11:00 Onde fica o Uzbequistão e por que a região foi sempre disputada 18:00 Da Rota da Seda a Tamerlão, dois mil anos antes da URSS 24:00 A criação soviética do Estado uzbeque em 1924 36:00 Independência e o pragmatismo de Islam Karimov 47:00 Andijan e os limites da política externa isolacionista 58:00 Mirziyoyev e a diplomacia multivetorial entre grandes potências The post Uzbequistão entra em campo appeared first on Chutando a Escada.

Debate da Super Manhã
El Niño avança: as projeções para o Nordeste

Debate da Super Manhã

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 51:14


Debate da Super Manhã: Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o fenômeno El Niño altera a circulação dos ventos e influencia diretamente o regime de chuvas e as temperaturas em vários países, incluindo o Brasil. No debate desta segunda-feira (20), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a situação atual do fenômeno e como influencia o clima nordestino, o papel dos órgãos de monitoramento climático, além da causas e consequências do El Niño para o nordeste brasileiro. Participam o secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil de Pernambuco, Cel. Clóvis Ramalho; a meteorologista da Agência Pernambucana e Águas e Climas (APAC), Edvânia Santos; e a engenheira ambiental, doutora em Engenharia Civil, professora de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFPE, e integrante do Núcleo de Estudos de Recursos Hídricos do Semiárido (NERHIS), Vanine Menezes.

Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E SOFRIMENTOS

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 28:42


Episódio de número 326 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 18/07/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E SOFRIMENTOS", com base na CAP. 18 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 18 – “Jesus e Sofrimentos” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Quarta Parte - Cap. 1 - PENAS E GOZOS TERRESTRES - questão 921 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP4C01.htm- Livro: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Terceira Parte - Cap. 12 - Perfeição Moral - questão 909 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP3C12.htm#Q907a912- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Capítulo 5 - Bem Aventurados os Aflitos- itens 4 a 10 - Causas Atuais e Causas Anteriores das Aflições - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/Ev05a.htm#It4e5- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Capítulo 5 - Bem Aventurados os Aflitos- itens 18 - Bem e Mal Sofrer - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/Ev05b.htm#It18- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Capítulo 19 - A Fé que Transporta Montanhas - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Ev/Ev19.htm- Livro: Livro de Respostas — Emmanuel - Cap. 34 - A Escolha é Nossa - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ldr/Ldr34.htm- Livro: Calma — Emmanuel - Cap. 30 - Abençoa e Segue - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ca/Ca30.htm- Livro: Opinião Espírita — Emmanuel / André Luiz - Cap. 27 - Decisão - André Luiz - psicografia de Francisco C. Xavier / Waldo Vieira - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Oe/Oe27.htm- Livro: Agora é o Tempo — Emmanuel - Cap. 29 - Uma Pergunta Simples - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Agt/Agt29.htm- Livro: Instrumentos do Tempo — Emmanuel - Cap. 19 - Aflições - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Idt/Idt19.htmPoesia Final: Anseio e Prece - Maria Dolores - do livro: Mãos Marcadas - Autores Diversos — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Mms/Mms01.htm

Afrodite Podcast

Neste episódio do Afrodite Podcast, refletimos sobre um movimento que tem conquistado cada vez mais mulheres: a busca por uma vida mais suave, consciente e significativa.O que realmente significa viver uma Soft Life? Como o conceito de Frugal Chic pode nos ajudar a sair do ciclo do consumo excessivo? E por que a criação de um lar, o cultivo de hobbies e a construção de um patrimônio imaterial podem trazer mais satisfação do que a busca constante por mais?Falamos sobre feminilidade, simplicidade, consumo consciente, lar, beleza cotidiana, livros, arte, contemplação e tudo aquilo que transforma uma rotina comum em uma vida extraordinária.Prepare uma xícara de chá e venha refletir comigo sobre o verdadeiro significado de uma vida bonita.

CBN Vitória - Entrevistas
Super El Niño: equipes de brigadistas serão reforçadas para combater incêndios no ES

CBN Vitória - Entrevistas

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 15:54


Estudos meteorológicos mantêm a previsão de que os primeiros impactos do Super El Niño comecem a ser sentidos no Espírito Santo a partir de agosto deste ano. A principal mudança em relação às projeções anteriores é a duração dos efeitos, que antes eram previstos até fevereiro e agora podem se estender até abril.As informações foram apresentadas na terça-feira (14), durante a primeira reunião do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), criado pelo Governo do Estado para coordenar a força-tarefa de enfrentamento aos impactos do fenômeno climático.Entre os principais efeitos previstos para o Espírito Santo estão o aumento das temperaturas, a estiagem prolongada, o maior risco de incêndios florestais e a irregularidade das chuvas. Em entrevista à CBN Vitória, o coordenador Estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Benício Ferrari Júnior, fala sobre o assunto.

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco
Estude Comigo! - LV #02 - CAP #05 pt. 2.2 - As Dimensões Psicológicas: Motivacional

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 55:57


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Biblificando
Ep. 229 - Chamados ao Arrependimento | Estudos em Atos | Atos 3.11-26

Biblificando

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 37:07


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Afrodite Podcast

Neste episódio do Afrodite Podcast, conversamos sobre uma das experiências mais comuns — e menos discutidas — da vida adulta feminina: a transformação das amizades.Por que parece mais difícil fazer amigas depois dos 30? O que acontece quando cada mulher segue um caminho diferente? Como lidar com amizades que mudam, se afastam ou simplesmente deixam de fazer sentido?Falamos sobre solidão, maturidade emocional, diferentes fases da vida, amizade feminina saudável e como construir conexões verdadeiras em um mundo cada vez mais conectado e, ao mesmo tempo, mais solitário.Prepare uma xícara de chá e venha refletir comigo sobre uma das formas mais bonitas de amor que existem: a amizade.

Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

UniForCast
#5 Ressonâncias - Zélia Sales

UniForCast

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 84:30


Ressonâncias é o podcast original da TV Unifor, criado e produzido pelo núcleo de podcast para os amantes de literatura. Nele, é explorado o incrível mundo dos livros, das histórias cativantes e de lições transformadoras. E nessa temporada, teremos um grande destaque à literatura cearense, onde conversaremos com algumas escritoras do nosso estado.Nesse último episódio, disponível em todos os tocadores de áudio pelo canal do UniforCast, a convidada é Zélia Sales, escritora cearense, nascida em Itapajé, com graduação em letras na Universidade Estadual do Ceará e especialização em investigação científica na Universidade Federal do Ceará. Ela é autora de três livros, sendo eles “A cadeira de barbeiro”, “O desespero do sangue” e o seu, até então, último lançamento “Quando morrem as bonecas”, publicado pela editora Substância. Seus livros foram publicados em diversas edições do Prêmio Ideal Clube de Literatura, tendo menções honrosas em duas delas. A autora também recebeu o prêmio SESC de Contos, no Crato, em 2016. Além de escritora, ela também é professora no ensino público de ensino, e desenvolve projetos para formação de futuros leitores.

Rádio Escafandro
164: A redoma de Cristo

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 67:39


Até que ponto os evangélicos vivem separados do restante do mundo? Como essa separação afeta o posicionamento político dessas pessoas? Por que as lideranças pentecostais estão cada vez mais próximas do espectro politico de direita? Como essa guinada conservadora se reflete nos fieis? E como os frequentadores dessas igrejas que não se identificam com este caminho ideológico enfrentam esse movimento?Ouça a resposta para essas e outras perguntas no nosso episódio 164: A redoma de Cristo.Mergulhe mais fundoDiscípulos: a investida evangélica no esporte (link para o podcast)Episódios relacionados143: Sob a sombra de Israel154: Hoje é dia de gospel, bebêEntrevistada do episódioCarô EvangelistaCientista social, mestra em Gestão e Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP) e pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião (ISER).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção, reportagem e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

Podcasts epbr
EPE projeta 6,6 GW de baterias até 2035 e aposta em armazenamento hidráulico, diz Thiago Prado | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 16:45


No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, a jornalista Gabriela Rude recebeu Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O executivo detalhou as contribuições da estatal para o leilão de baterias previsto para o final do ano, destacando a metodologia locacional que identifica os pontos mais críticos do sistema elétrico e os requisitos técnicos baseados em normativas internacionais. Prado revelou que a projeção de armazenamento no Plano Decenal (PDE) saltou de 800 MW para 6,6 GW até 2035, consolidando a tecnologia como peça-chave para manter a renovabilidade da matriz. Ele também abordou os estudos sobre flexibilidade do sistema, que vão além da capacidade de atender picos e incluem a velocidade de resposta a rampas positivas e negativas. Sobre as grandes cargas — data centers e hidrogênio —, o presidente alertou que a demanda pode crescer até 60% e defendeu que esses empreendimentos nasçam com flexibilidade e resposta à demanda para não onerar ainda mais o sistema. Por fim, adiantou que a EPE lançará em julho um modelo inédito de integração geração-transmissão com mais de 26 mil elementos geoespacializados. ____________________

Jorge Borges
Soberania cognitiva

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 7:29


Estudos recentes mostram que a atenção sustentada está a encurtar-se e que o uso substitutivo da IA generativa acelera essa erosão. O que isto significa para a escola portuguesa — e uma atividade concreta para trabalhar em sala de aula.

Amorosidade Estrela da Manhã
ESTUDO DO LIVRO BHAGAVATA PURANA (PARTE 5): OPTADO PELOS ESTUDOS: SENHOR DA MENTE

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 7:23


Aulas sobre temas diversos­­­ pela ótica espiritual

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Acesso a educação básica avança e desigualdade ainda é desafio

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 3:02


O Brasil avançou no acesso à Educação Infantil e aumentou a proporção de jovens que concluem o Ensino Médio na idade adequada. Estudos do Todos Pela Educação, elaborados com base nos dados da PNAD Contínua 2025, do IBGE, mostram que as desigualdades ainda marcam a trajetória escolar.

Saúde
Estudos sugerem que as canetas emagrecedoras poderiam ajudar no tratamento de alguns tipos de câncer

Saúde

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 6:06


Pesquisas recentes indicam que os agonistas de GLP-1, usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, poderiam desacelerar a metástase em alguns tipos de câncer, como pulmão, mama, colorretal e fígado. Os resultados foram apresentados neste ano na ASCO 2026, o maior congresso de oncologia do mundo, que ocorre todos os anos no fim de maio, em Chicago, nos EUA. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris As pesquisas sobre o efeito do uso de canetas emagrecedoras no câncer começaram há cerca de cinco anos, e mais dados são necessários para confirmar o benefício. Mas os análogos de GLP-1 são uma pista inovadora na busca de novos tratamentos contra a doença. Segundo o oncologista clínico brasileiro Paulo Henrique Costa, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, que também atua nos hospitais da Rede Mater Dei, os estudos são retrospectivos, o que significa que são menos representativos em termos estatísticos. “Não é um ensaio clínico randomizado. Nesse tipo de estudo, você divide os participantes em grupos: um recebe o tratamento, e outro, não, o que permite obter uma evidência muito mais sólida, quase irrefutável”. Ele reitera a necessidade de outras pesquisas para confirmar a ação das moléculas em certos cânceres. Essa precaução, diz, é ainda mais necessária diante da existência de um mercado paralelo de canetas emagrecedoras, obtidas sem receita ou recomendação médica. Segundo o oncologista, controlar os fatores de risco ainda é a melhor maneira de prevenir o câncer e outras doenças. Isso inclui ter uma dieta adequada e o controle da obesidade, “sem sair usando esse medicamento de forma indiscriminada”, insiste o especialista, que participou do congresso. “À medida que se reduz a obesidade, que é um fator de risco para o câncer, há benefício na redução da incidência da doença e em seu controle”, explica o especialista. O uso das canetas emagrecedoras, diz, tornou esse benefício “ainda mais evidente”. A taxa de incidência de câncer também parece ser menor nos pacientes que utilizam a medicação. “No caso de pacientes que já têm câncer e fazem o uso, o desfecho oncológico parece melhor: a doença progride menos e há menor risco de aparecimento de metástases. Isso leva a pensar que, ao controlar o fator de risco obesidade, que é central, há avanço no controle oncológico. A doença progride menos e há menos metástases.” O estudo apresentado no evento analisou dados de mais de 12 mil pacientes de várias regiões do mundo. Eles tinham diferentes tipos de câncer, que iam de estágios iniciais a intermediários. A pesquisa comparou pacientes tratados com análogos de GLP-1 (liraglutida, pramlintida, dulaglutida, tirzepatida, lixisenatida ou semaglutida) a outros que receberam outros tipos de medicação antidiabética, como os inibidores de DPP-4. Os resultados mostraram redução significativa na progressão de metástases, especialmente em quatro tipos de câncer: pulmão de não pequenas células, mama, colorretal e fígado. Em outros tumores, como próstata, pâncreas e rim, houve tendência de benefício, mas sem significância estatística. Efeitos diretos Os estudos preliminares apresentados durante o congresso da ASCO também indicam que, além de controlar a glicose e o peso, os agonistas de GLP-1 também podem ajudar a modular o sistema imunológico e a inflamação, além de melhorar a taxa de sobrevida global. “Existem novas evidências de que pode haver um efeito direto", diz o oncologista. "Nas células tumorais existem vários receptores e proteínas na membrana celular, e parece que essas classes de drogas também exercem alguma ação direta sobre elas. Esse efeito ainda está sendo estudado. Vale lembrar que não é uma evidência definitiva, ela ainda é indireta, mas também pode contribuir para esse controle”. O câncer se desenvolve em um contexto inflamatório, que levam a erros de replicação das células. A ação dos análogos de GLP-1 poderia contribuir para reduzir esse risco. “O paciente com câncer, ou com maior risco para a doença, desenvolve o tumor em um ambiente de inflamação. Essas moléculas também parecem atuar na redução desse grau de inflamação proprício ao câncer”, reitera. O especialista lembra que a ASCO é uma oportunidade para acompanhar a evolução dos tratamentos e grandes descobertas. Mais de sete mil estudos foram apresentados nesta edição, com destaque para o daraxonrasib, o primeiro medicamento a agir de forma efetiva contra o câncer do Pâncreas, um dos mais letais. O remédio bloqueia a proteína KRAS, que atua na proliferação das células cancerígenas. “A oncologia é construída assim: ela vai somando conhecimento ao longo do tempo. Com certeza, tudo o que chega para a gente com dados tão importantes como esses amplia o nosso entendimento da doença e contribui para o controle de uma condição que ainda é tão desafiadora para o mundo”, diz.

Biblificando
Ep. 228 - O Nome que Transforma | Estudos em Atos | Atos 3.1-10

Biblificando

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 42:26


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

A Incubadora
#082 - Episodio 82 - Journal Club 57 - Especial 50 Estudos: Cardio

A Incubadora

Play Episode Listen Later Jul 5, 2026 64:48


Send us Fan MailNeste episódio de A Incubadora, voltamos às origens de duas condutas que ainda hoje estruturam o cuidado do recém-nascido grave. Percorremos dois grandes ensaios colaborativos multicêntricos — separados por quase quinze anos, mas unidos pela mesma pergunta: quando, em quem e até onde intervir?1. Effects of indomethacin in premature infants with patent ductus arteriosus: results of a national collaborative study - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/6343572/2. Inhaled Nitric Oxide In Full-tearm and Nearly Full-term Infants with Hypoxic Respiratory Failure - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9036320/ Não esqueça: você  pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Negros têm quatro vezes mais chances de morrer em ação policial

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 1:41


O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania pesquisou dados das secretarias estaduais de Segurança do Amazonas, da Bahia, do Ceará, Maranhão, Pará, de Pernambuco, do Piauí, Rio de Janeiro e de São Paulo.

Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E REPOUSO

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 21:58


Episódio de número 324 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 04/07/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E REPOUSO", com base na CAP. 16 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 16 – “Jesus e Repouso” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Terceira Parte - Cap. 3 - Lei de Trabalho - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP3C03.htm- Livro: Refúgio — Emmanuel - Cap. 17 - Infatigavelmente - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rf/Rf17.htm- Livro: Recados do Além — Emmanuel - Cap. 17 - Repouso Demais - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rda/Rda17.htm- Livro: Pai Nosso — Meimei - Cap. 7 - Não nos Deixe Cair em Tentação - item 4 - A tentação do Repouso - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pno/Pno07.htm#It4- Livro: Relatos da Vida — Irmão X - Cap. 11 - Caso de Consciência - Irmão X - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Rlv/Rlv11.htm- Livro: Palavras de Vida Eterna — Emmanuel - Cap. 152 - Descansar - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pve/Pve152.htm- Livro: Caminho espírita — Autores diversos - Cap. 63 - Voltarás Por Amor - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ce/Ce63.htm- Livro: Evolução em dois mundos — André Luiz - Cap. 17 - item 4 - ASPECTOS DO DESPRENDIMENTO - André Luiz - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Edm/EdmP1C17.htm#It4Poesia Final: Se Te Dizes - Maria Dolores - do livro: Caminhos do Amor - Maria Dolores — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Cam/Cam04.htm

Podcasts FolhaPE
Os avanços dos tratamentos de saúde com medicamentos à base do cannabis

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 19:48


Estudos científicos avançam na medida em que a cannabis medicinal enfrenta ainda barreiras e preconceito. São diversos os benefícios comprovados de forma orientada, com eficácia no tratamento ou controle de sintomas de doenças e transtornos de saúde. O canabidiol, também conhecido como CBD, e o tetrahidrocanabinol ou THC atuam como neuromoduladores nos receptores espalhados pelo corpo, afetando diretamente o sistema nervoso central. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a médica especialista em cannabis medicinal, Eneide Dias, no Canal Saúde desta sexta-feira (3)

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
ECONOMIA | O que falha na produtividade em Portugal?

Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 47:25


De que forma os nossos salários e poder de compra são afetados pela baixa produtividade do país? Porque é que estamos entre os que mais horas trabalham na Europa e, ainda assim, temos uma produtividade muito abaixo da média da União Europeia?Nesta conversa, o economista João Duarte explica os principais entraves à produtividade nacional: da má organização à falta de escala, do fraco investimento em marca e inovação à má alocação de capital.Sabia que em 100 empresas portuguesas 96 têm menos de 10 trabalhadores? E que uma grande empresa paga quase o dobro do salário de uma PME?A dupla aborda ainda outros desafios como o peso das «empresas zombie» e a baixa escolaridade de gestores adultos.Mas também há sinais de esperança: Portugal tem recursos - pessoas, empresas e capital - para fazer melhor. A nova geração é mais instruída e qualificada e, com as reformas certas, há um potencial de crescimento que pode – e deve – ser desbloqueado.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISBuiatti, C., Duarte, J. & Sáenz, L. «Europe Falling Behind» (Journal of International Economics, 2026)Estudo «Do made in ao created in: um novo paradigma para a economia portuguesa» (coord. Fernando Alexandre, FFMS, 2021)Eurostat «Structural Business Statistics» (2023) estatísticas de empresas por dimensão e PIB per capita em poder de compraINE - destaque sobre micro, pequenas e médias empresas (2023): gastos com pessoal por trabalhador, por dimensão.Relatório Draghi «The Future of European Competitiveness» (Comissão Europeia, 2024)GEE – Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia — estudos sobre as cadeias de valor e o calçado (2017, 2019)APICCAPS «World Footwear Yearbook» preços de exportação do calçado.Banco de Portugal — investigação sobre alocação de capital e crédito e sobre empresas «zombie»Reis, R. «The Portuguese Slump and Crash and the Euro Crisis» (Brookings, 2013)OCDE «Economic Survey of Portugal 2026 e Survey of Adult Skills» (PIAAC)BIOSJoão DuarteProfessor associado com agregação na Nova School of Business and Economics. A sua investigação foca-se na produtividade, em particular nas razões pelas quais a Europa tem crescido menos do que os Estados Unidos — tema do seu artigo publicado no Journal of International Economics. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024.

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo
Animais podem "prever" desastres naturais? Entenda!

CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade - Marco Bravo

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 5:32


Será que os animais conseguem prever terremotos? Estudos analisaram o comportamento de mais de 130 espécies durante 160 terremotos e a conclusão é mais complexa do que muita gente acredita. Segundo o site de verificação de fatos espanhol Newtral, após cada terremoto circulam nas redes sociais vídeos de elefantes fugindo em manada, pássaros invadindo cidades ou cães uivando de forma insistente, acompanhados de mensagens que afirmam que esses comportamentos ocorrem pouco antes do tremor. Será verdade? Nesta edição do "CBN Meio Ambiente e Sustentabilidade", o comentarista Marco Bravo explica.

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco
Estude Comigo! - LV #02 - CAP #05 pt. 2 - AS DIMENSÕES PSICOLÓGICAS: MOTIVACIONAL

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco

Play Episode Listen Later Jun 30, 2026 63:15


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Biblificando
Ep. 227 - A Vida da Igreja Cheia do Espírito Santo | Estudos em Atos | Atos 2.42-47

Biblificando

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 47:28


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

BBC Lê
Por que nos tornamos amigos melhores quando envelhecemos

BBC Lê

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 14:24


Estudos indicam que, à medida que idade avança, amizades passam a substituir a família como fonte de apoio mais importante e também passamos a ser socialmente mais hábeis.

Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E TORMENTOS

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 29:57


Episódio de número 323 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 27/06/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E TORMENTOS", com base na CAP. 15 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 15 – “Jesus e Tormentos” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec - Cap. 5 - Bem Aventurados os Aflitos - item 23 - Tormentos Voluntários - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKp/Ev/Ev05b.htm#It23- Livro: Vinha de Luz — Emmanuel - Cap. 80 - Como Sofres? - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vl/Vl80.htm- Livro: Nós — Emmanuel - Cap. 14 - Da União com Deus - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ns/Ns14.htm- Livro: O Espírito da Verdade — Autores diversos - Cap. 97 - Escola da Benção - Meimei - psicografia de Francisco C. Xavier / Waldo Vieira - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Oev/Oev97.htm- Livro: Ceifa de Luz — Emmanuel - Cap. 27 - Aflição e Tranquilidade - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Cel/Cel27.htm- Livro: Aulas da Vida — Autores Diversos - Cap. 13 - Aflições Excedentes - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Adv/Adv13.htm- Livro: Mais Perto — Emmanuel - Cap. 4 - Aflitos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Mpo/Mpo04.htm- Livro: Vinha de Luz — Emmanuel - Cap. 119 - Fortaleza - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vl/Vl119.htm- Livro: Ação, Vida e Luz — Autores Diversos - Cap. 13 - A Posse da Felicidade - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Avl/Avl13.htm- Livro: Inspiração — Emmanuel - Cap. 3 - Buscando a Felicidade - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Isp/Isp03.htmPoesia Final: Lema da Felicidade - Maria Dolores - do livro: Maria Dolores, A Própria — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Md/Md32.htm

BBC Lê
Por que nos tornamos amigos melhores quando envelhecemos

BBC Lê

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 14:24


Estudos indicam que, à medida que idade avança, amizades passam a substituir a família como fonte de apoio mais importante e também passamos a ser socialmente mais hábeis.

Chutando a Escada
Do “crente não se envolve” ao “irmão vota em irmão”: Fé evangélica e política no Brasil

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 28:49


O que une os barões da fé, a herança teológica colonial e o bolsonarismo? Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório da Extrema-Direita, David Magalhães (UFU/OED) e Guilherme Casarões (FIU/OED) recebem Ronilso Pacheco (ISER/OED) para debater as raízes teológicas e políticas da captura do campo evangélico pela extrema-direita brasileira. Teólogo, pastor e diretor-executivo do Instituto de Estudos da Religião, Ronilso distingue a presença legítima da fé evangélica na esfera pública de um projeto de supremacia cristã, analisa o processo de radicalização que antecede em décadas a eleição de Jair Bolsonaro e questiona as estratégias do campo progressista diante do eleitorado evangélico. No boletim de notícias, David Magalhães analisa três episódios da extrema-direita europeia. Em foco estão as eleições regionais da Saxônia-Anhalt, onde o AfD lidera as pesquisas e transforma a Bauhaus em alvo de uma guerra cultural identitária; a estratégia digital de Jordan Bardella, que construiu hegemonia no TikTok mirando o eleitorado jovem; e as tensões crescentes entre Giorgia Meloni e Donald Trump, que revelam os limites da chamada internacional reacionária. Para fechar, a dica cultural é Retorno a Reims, do filósofo e sociólogo francês Didier Eribon, que indaga por que a classe operária francesa migrou do Partido Comunista para a extrema-direita. Aperte o play! Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: David Magalhães (UFU/OED), Guilherme Casarões (FIU/OED) e Ronilso Pacheco (ISER/OED). Inserção musical no final: Interpretação de Sarah Hester Ross de “The Day the Nazi Died” (Chumbawamba, 1993). Capa do episódio: Créditos: José Tramontin Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ARENDT, Hannah. A condição humana. In: A condição humana. 2010. p. 407-407. ERIBON, Didier. Retorno a Reims. Belo Horizonte: Âyiné, 2020. (Original: Retour à Reims. Paris: Fayard, 2009.) GHERMAN, Michel; PACHECO, Ronilso. Diálogos em Tempos Difíceis: Decifrando a Gramática da Nova Extrema-Direita. São Paulo: Fósforo, 2026. PACHECO, Ronilso. Ocupar, resistir, subverter: igreja e teologia en tempos de violência, racismo e opressão. Novos Dialogos Editora, 2016. PACHECO, Ronilso. Teologia Negra: o sopro antirracista do Espírito. Editora Schwarcz-Companhia das Letras, 2024. Capítulos: 00:00 — Introdução 02:00 — Entrevista: os barões da fé e a captura política do campo evangélico 09:00 — O processo de radicalização que antecede o Bolsonaro 17:00 — Supremacia cristã e presença legítima da fé na política 25:00 — A cristofobia como estratégia de vitimização 33:00 — A esquerda diante do eleitorado evangélico 41:00 — Boletim OED 53:00 — Dica Cultural OED The post Do “crente não se envolve” ao “irmão vota em irmão”: Fé evangélica e política no Brasil appeared first on Chutando a Escada.

Lutz Podcast
A Ciência Descobriu Algo Inesperado Sobre a Vida Após a Morte - Alexander Moreira | Lutz Podcast #448

Lutz Podcast

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 101:43


Seda de Buriti - O Podcast
T4E1 - Do agreste para o mar: Trajetória, Experiências de pensadores do desenvolvimento territorial.

Seda de Buriti - O Podcast

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 65:00


No primeiro episódio da quarta temporada, conversamos com a professora Maria do Livramento Miranda Clementino, uma das maiores referências em desenvolvimento regional e urbano no Brasil. Professora titular da UFRN, coordenadora do INCT Labplan e integrante do Núcleo Avançado de Políticas Públicas, ela combina uma sólida trajetória na Economia e nas Ciências Sociais para decifrar a complexidade das nossas cidades e regiões.Neste papo, a professora Maria do Livramento compartilha suas histórias de trajetória e nos mostra como passado e futuro se encontram no mesmo lugar: na construção do aqui e agora. Venha ouvir!Ouça mais um episódio do Seda de Buriti e aproveite para seguir a gente no Instagram: @sedadeburitiMande um e-mail com sugestões, dúvidas ou críticas: gedanufabc@gmail.comO Seda de Buriti é um oferecimento do Grupos de Estudos em Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (GEDAN-UFABC)Apresentação: Beatriz MiotoProdução: Beatriz Tamaso Mioto e HenriqueEdição de áudio: Elton Conceição dos Santos e HenriqueIdentidade visual: Kelly AzevedoCapa: Elton Conceição dos SantosTrilha sonora: Paulo Tamaso MiotoMúsica: Sá & Guarabyra - SobradinhoO podcast Seda de Buriti agradece o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), do Bacharelado em Planejamento Territorial da UFABC, do Laboratório de Estudos e Projetos Urbanos e Regionais (LEPUR - UFABC) e do Laboratório de Planejamento Urbano e Regional - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT - Labplan / UFRN).

Seda de Buriti - O Podcast
T4E2 - Do Nordeste para o Norte: Trajetória, Experiências de pensadores do desenvolvimento territorial.

Seda de Buriti - O Podcast

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 69:18


No segundo episódio da quarta temporada, conversamos com o professor Francisco de Assis Costa, carinhosamente conhecido como Chiquito, uma das maiores referências em economia agrária e desenvolvimento sustentável na Amazônia. Professor titular da UFPA e vinculado ao Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), ele construiu uma sólida trajetória internacional — com passagens pela Freie Universität Berlin e pela Oxford University — dedicada a compreender as complexas relações entre economia, sociedade e sustentabilidade ambiental.Neste papo, o professor Chiquito compartilha suas vivências e reflexões sobre o papel do desenvolvimento na região amazônica, mostrando como o conhecimento local e a pesquisa de ponta caminham juntos para desenhar novas possibilidades de futuro. Venha ouvir!Ouça mais um episódio do Seda de Buriti e aproveite para seguir a gente no Instagram: @sedadeburitiMande um e-mail com sugestões, dúvidas ou críticas: gedanufabc@gmail.comO Seda de Buriti é um oferecimento do Grupos de Estudos em Desenvolvimento da Amazônia e do Nordeste (GEDAN-UFABC)Apresentação: Beatriz MiotoProdução: Beatriz Tamaso Mioto e HenriqueEdição de áudio: Elton Conceição dos Santos e HenriqueIdentidade visual: Kelly AzevedoCapa: Elton Conceição dos SantosTrilha sonora: Paulo Tamaso MiotoMúsica: Yamandu Costa - Feira de MangaioO podcast Seda de Buriti agradece o apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do ABC (PROEC), do Bacharelado em Planejamento Territorial da UFABC, do Laboratório de Estudos e Projetos Urbanos e Regionais (LEPUR - UFABC) e do Laboratório de Planejamento Urbano e Regional - Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT - Labplan / UFRN).

Gama Revista
Isabela Venturoza: meninos e as masculinidades

Gama Revista

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 36:53


Como criar meninos conscientes e empáticos quando eles são o alvo preferencial da machosfera? Como conseguir manter uma proximidade real com eles e ficar a par de que influências estão sobre eles quando estamos todos cada vez mais atarefados?“O quanto a gente está interessado e, de fato, está acompanhando essa criança e esse adolescente, que nem sempre é fácil de estar do lado, nem sempre está aberto também para dialogar com a gente?”, questiona a antropóloga Isabela Venturoza, entrevistada do Podcast da Semana sobre a formação das masculinidades em crianças e adolescentes.“É preciso saber o que ele está fazendo ali, nos conectar com ele cotidianamente — porque às vezes a gente está no capitalismo selvagem, às vezes a gente não está conectado nem consigo mesmo, porque está ali só sobrevivendo e entregando pauta, continuando cada dia de uma vez”, afirma.Doutora em Antropologia Social pela Unicamp e mestra pela USP, Venturoza é professora da pós-graduação na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e pesquisadora do Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença da USP, além de coordenar o Núcleo de Estudos Interseccionais sobre Homens e Masculinidades (NUM). É ainda cofundadora do Instituto Feminista de Cuidado (IFC) e colunista da revista Azmina.Na conversa que você ouve abaixo e nas plataformas de áudio, ela fala sobre a importância de ouvir os meninos, de dar referências e de ter um cuidado próximo. Ela comenta sobre o crescimento e a difusão da ideologia masculinista e do movimento red pill na internet e até em cursos, um perigo real para meninos e meninas, e um grande negócio para muita gente.Roteiro e apresentação: Isabelle Moreira Lima

Grupo Espírita
JESUS E ATUALIDADE - JESUS E POSSES

Grupo Espírita "Irmão Áureo"

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 17:38


Episódio de número 323 da palestra virtual da Reunião de Estudos do Evangelho do Grupo Espírita "Irmão Áureo" - 20/06/2026Reflexões sobre o tema "JESUS E POSSES", com base na CAP. 14 do livro: JESUS E ATUALIDADE, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco. BIBLIOGRAFIA:- Livro: Jesus e Atualidade - Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, Cap. 14 – “Jesus e Posses” - disponível em: https://www.usetupa.com.br/Livros/L-Jesus-e-Atualidade_.pdf- Livro: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Segunda Parte - Cap. 5 - Considerações Sobre a Pluralidade das Existências - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP2C05.htm- Livro: O Livro dos Espíritos - Allan Kardec - Terceira Parte - Cap. 12 - Perfeição Moral - Questões 913 a 917 - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TKP/Lde/LdeP3C12.htm#Q913a917- Livro: Vinha de Luz — Emmanuel - Cap. 52 - Avareza - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vl/Vl52.htm- Livro: Ceifa de Luz — Emmanuel - Cap. 46 - Caso Grave - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Cel/Cel46.htm- Livro: Agenda Cristã — André Luiz - Cap. 39 - Com Jesus - André Luiz - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Ac/Ac39.htm- Livro: Servidores no Além — Autores Diversos - Cap. 4 - Entre as Falsas Vozes - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Sna/Sna04.htm- Livro: Benção de Paz — Emmanuel - Cap. 52 - Na Senda de Todos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Bp/Bp52.htm- Livro: Escrínio de Luz — Emmanuel - Cap. 40 - No Combate ao Egoísmo - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/El/El40.htm- Livro: Passos da Vida — Autores Diversos - Cap. 37 - Se formos Justos - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pdv/Pdv37.htm- Livro: Passos da Vida — Autores Diversos - Cap. 31 - Sombras - Emmanuel - psicografia de Francisco C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Pdv/Pdv31.htmPoesia Final: Minutos de Deus - Maria Dolores - do livro: A Vida Conta — Maria Dolores — psicografia de F. C. Xavier - disponível em: https://bibliadocaminho.com/ocaminho/TX/Vc/Vc30.htmhttps://youtu.be/k5u1uMf34nU

Biblificando
Ep. 226 - Uma Pregação Poderosa | Estudos em Atos | Atos 2.14-41

Biblificando

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 45:32


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Chutando a Escada
Cazaquistão e a arte de equilibrar potências

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 32:11


O GeSeu, Grupo de Estudos da Eurásia (UNIPAMPA), estreia no Chutando a Escada com análise do Cazaquistão. Flávio Lira, Bruna Mandu e Luiz Lobo discutem a era Nazarbayev, o Janeiro Sangrento de 2022 e a intervenção da OTSC, além da política externa multivetorial que equilibra Rússia, China, União Europeia e Estados Unidos sem alinhamento exclusivo.

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco
Estude Comigo! - LIVRO #02 - CAP #05 pt. 1.2 - As Dimensões Psicológicas: Self

FALCOcast | Psicólogo Diego Falco

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 54:23


App Assistente de Estudos em TCC:https://essencialdatcc.com.br/cbt-essential-study-appCurso Definitivo de TCC:www.essencialdatcc.com.brBaixe, GRATUITAMENTE, materiais para uso clínico: hhttps://essencialdatcc.com.br/materiais-gratuitos-tcc/Teste Grátis por 30 dias o Kindle Unlimited: https://amzn.to/3idHGzy - Tenha acesso à Mais de um milhão de eBooks para você ler onde e quando quiser. Incluindo o MEU! :) Teste Grátis por 30 dias o Amazon prime: https://amzn.to/3cM7fXf - Tenha frete grátis e acesso ao Prime Víd

IBRACCAST - Podcast do IBRAC
Plenária comentada: 264ª Sessão Ordinária de Julgamento do CADE

IBRACCAST - Podcast do IBRAC

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 32:32


Fique por dentro dos principais temas debatidos na 264ª Sessão Ordinária de Julgamento do Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), realizada em 23 de abril de 2026.A Plenária Comentada do IBRACCAST, podcast do IBRAC – Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional, contou com a convidado Leonardo Maniglia Duarte, Conselheiro do IBRAC e Sócio do Veirano Advogados, além da participação de Flávia Chiquito dos Santos, Diretora de Relações Institucionais do IBRAC e Alessandro Giacaglia, Coordenador da Plenária Comentada do IBRACCAST.

Biblificando
Ep. 225 - O Evangelho Para Todas as Nações | Estudos em Atos | Atos 2.4-13

Biblificando

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 40:11


- Olá, eu sou o Alisson Gomes, criador e responsável por todo o conteúdo do Podcast Biblificando :)- Sou formado em Teologia e pós-graduado em Interpretação Bíblica pela FABAPAR (Faculdades Batista do Paraná);- Nesse canal você poderá acompanhar o nosso ministério de ensino das Escrituras, sempre voltado para uma perspectiva reformada;- Você também pode cooperar financeiramente com o nosso ministério através do pix: oficialbiblificando@gmail.com- Espero que através do conteúdo desses podcasts, o Senhor te faça crescer um pouco mais em conhecimento e graça vindos da parte DELE.

Roda Viva
RODA VIVA | PAULO ARTAXO | 01/06/2026

Roda Viva

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 82:20


O Roda Viva recebe nesta segunda-feira (01/06) o físico Paulo Artaxo, diretor do Centro de Estudos da Amazônia Sustentável da USP e uma das maiores autoridades mundiais em clima.Laureado com o Planet Earth Award 2026 e autor-líder nos três últimos relatórios do IPCC, painel da ONU agraciado com o Nobel da Paz, Artaxo vai analisar o cenário de transição global rumo à sustentabilidade. Em debate, os impactos das mudanças climáticas, as vulnerabilidades e vantagens estratégicas do Brasil, o impacto do próximo El Niño, o ponto de não retorno da Amazônia e a resiliência das cidades.O Roda Viva vai ao ar toda segunda, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #Amazônia #Sustentabilidade #CentroDeEstudosDaAmazôniaSustentável #SalvemAAmazônia #FlorestaAmazônica #PontoDeNãoRetorno

Amazônia Latitude | Humanidades Ambientais
Utopias Amazônicas #03 | Fernando Michelloti — Agroecologia Amazônida: A Floresta Antropogênica e os Engenheiros do Ecossistema

Amazônia Latitude | Humanidades Ambientais

Play Episode Listen Later May 29, 2026 34:32


No terceiro episódio da série Utopias Amazônicas: Conversas com os Autores, recebemos o professor Fernando Michelotti, doutor em Planejamento Urbano e Regional e docente da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), em Marabá, onde atua no Instituto de Estudos de Desenvolvimento Agrário e Regional. É também pesquisador das dinâmicas territoriais e dos conflitos agrários na Amazônia e coautor do livro Horizontes Amazônicos: Para Repensar o Brasil e o Mundo. No livro Utopias Amazônicas, o professor assina o artigo Agroecologia Amazônida: Conectando o Passado e o Futuro, um ensaio que subverte as visões dualísticas sobre a floresta e propõe a agroecologia não como mera técnica de plantio, mas como um paradigma produtivo e político de reexistência. Conversamos sobre a floresta antropogênica, o conceito de campesinato amazônico, a fratura metabólica do capital, o potencial alimentar da castanheira diante do latifúndio e as alianças de resistência que unificam o chão da floresta. Utopia não é o lugar que não existe. É o lugar que sempre esteve ao alcance, e para o qual precisamos caminhar.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #68: Alexandre Linck

Naruhodo

Play Episode Listen Later May 25, 2026 83:33


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Youtuber, graduado em Cinema e Vídeo, Mestre em Ciências da Linguagem e Doutor em Literatura, Alexandre Linck. Só vem! >> OUÇA (83min 34s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Alexandre Linck Vargas tem experiência na área de Literatura e Artes, atuando principalmente nos seguintes temas: Teoria Literária, Filosofia da Arte, Estética, Teorias da Imagem, Crítica Cultural, Roteiro de Cinema e TV e História em Quadrinhos. Graduou-se em 2004 no curso de Comunicação Social - Cinema e Vídeo pela Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Ingressou em 2005 no Mestrado em Ciências da Linguagem - também na Unisul -, concluindo em 2007, com a dissertação "A morte do homem no morcego". Em 2010, ingressou no Doutorado em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), concluindo em 2015 com a tese "A invenção dos quadrinhos: teoria e crítica da sarjeta". Atualmente é professor do PPGCL - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem, onde leciona a disciplina de Estética, e dos cursos de Letras (teoria literária) e Cinema (teoria, história e roteiro cinematográfico), todos da Unisul. Alexandre é editor da revista Memorare, líder do grupo de pesquisa "Estudos em artes" (GRUAS)", e membro da RING (Red de Investigadoras e Investigadores de Narrativa Gráfica en Latinoamérica). Destaque também para o trabalho de cineasta nos curtas-metragens OCULTO (2003), RELIGARE (2005), DEUSES DE MENTIRA (2009), e o site/canal sobre histórias em quadrinhos, QUADRINHOS NA SARJETA (2011-atual). Lattes: http://lattes.cnpq.br/6080748048889215 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

A Incubadora
#079 - Episodio 79: Journal Club 54 - Especial 50 Estudos: Nutrição

A Incubadora

Play Episode Listen Later May 24, 2026 58:24


Send us Fan MailO que você oferece nas primeiras semanas importa — e muitoQuatro estudos. Quatro perguntas que todo neonatologista e pediatra já enfrentou na prática. Voltamos a apresentar os artigos do livro 50 Estudos que Todo Neonatologista Deve Conhecer, dessa vez com os artigos que revolucionaram a nutrição neonatal.Qual fórmula dar a um prematuro quando o leite materno não está disponível? Promover o aleitamento de forma estruturada realmente muda desfechos clínicos? Leite doado é superior à fórmula para prematuros extremos? E como manejar a hipoglicemia neonatal sem separar mãe e bebê?Neste episódio da Incubadora, discutimos os ensaios de Lucas et al. no BMJ, o PROBIT no JAMA, o DoMINO no JAMA e o Sugar Babies no Lancet — estudos que, juntos, constroem um argumento difícil de ignorar: decisões tomadas nas primeiras horas e semanas de vida deixam marcas que aparecem no pulmão, no cérebro e no desenvolvimento anos mais tarde.1.     Randomised trial of early diet in preterm babies and later intelligence quotient  - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9831573/2.     Promotion of Breastfeeding Intervention Trial (PROBIT) A Randomized Trial in the Republic of Belarus - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11242425/3.     Effect of Supplemental Donor Human Milk Compared With Preterm Formula on Neurodevelopment of Very Low-Birth-Weight Infants at 18 Months A Randomized Clinical Trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27825008/4.     Dextrose gel for neonatal hypoglycaemia (the Sugar Babies Study): a randomised, double-blind, placebo-controlled trial - https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24075361/Evidência, cuidado e contexto brasileiro — esse é o nosso roteiro. Não esqueça: você  pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.orgEvidência, cuidado e contexto brasileiro - esse é o nosso roteiro.

45 do Primeiro Tempo
Eloneide Ferreira Marques - “O invisível também organiza a vida”

45 do Primeiro Tempo

Play Episode Listen Later May 22, 2026 85:49


Eloneide Ferreira Marques não tem dúvida em afirmar que o corpo humano possui uma inteligência muito mais antiga — e talvez muito mais sofisticada — do que qualquer inteligência artificial criada pelo homem. Talvez por isso ela tenha dedicado boa parte da sua trajetória a investigar aquilo que existe entre símbolo, energia, natureza e consciência. Estudiosa da medicina chinesa, ela desenvolveu um trabalho que busca escutar essa “inteligência do corpo” através de uma técnica que une acupuntura, trigramas do I Ching, manifestações da natureza e símbolos ancestrais encontrados em uma múmia de mais de 5 mil anos, descoberta há 35 anos entre a Áustria e a Itália. Segundo ela, muito antes de falarmos sobre algoritmos, prompts ou inteligência artificial, o corpo já sabia responder. Já armazenava informações. Já se comunicava através de sinais, frequências, emoções e padrões invisíveis. Foi dessa inquietação — e também de seus estudos sobre metaverso, linguagem simbólica e medicina chinesa — que nasceu a chamada Acupuntura Digital, uma abordagem terapêutica que substitui as agulhas por desenhos inspirados nos trigramas do I Ching, aplicados sobre pontos energéticos do corpo. Mas afinal… o que seriam esses códigos? Como símbolos da natureza poderiam dialogar com os meridianos da acupuntura? E até que ponto existe, dentro de nós, uma espécie de inteligência silenciosa esperando para ser ouvida? Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a professora de medicina chinesa formada pelo Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, docente da Escola Espanhola de Acupuntura, jornalista, pesquisadora e criadora da técnica da Acupuntura Digital contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o campo mais sutil que nos habita e foi categórica: “O invisível também organiza a vida”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Carlos McCord
18/Mai | MINHA IDENTIDADE | Passeio na Vinha (Carlos McCord) | Permanecer #138

Carlos McCord

Play Episode Listen Later May 18, 2026 8:58


Devocional 2026: Passeio na Vinha. Para compra acesse o link: https://amzn.to/4pGMuRrAdquira um exemplar: https://amzn.to/4pGMuRr O Ministério Permanecer nasce com um propósito claro: conduzir pessoas a uma vida cristã profunda, bíblica e frutífera, firmada em um relacionamento real e diário com Jesus Cristo.Pouco antes de ir para a cruz, Jesus poderia ter levado Seus discípulos a muitos lugares. No entanto, Ele escolheu uma vinha. Nesse cenário simples, porém carregado de significado espiritual, o Mestre revelou um dos ensinamentos mais profundos da fé cristã: Ele é a Videira Verdadeira, e nós somos os ramos.A vida cristã não se sustenta em esforço humano, religiosidade ou emoção momentânea, mas em permanecer em Cristo, conectados à única fonte capaz de satisfazer plenamente a alma humana.O devocional “Passeio na Vinha”, que guiará nosso ano de 2026, é um convite diário para caminhar com Jesus, aprender com Ele e viver uma fé que produz fruto. Mais do que reflexões, este canal propõe uma disciplina espiritual prática, bíblica e acessível, para que você desenvolva intimidade com Deus no cotidiano — no silêncio, na Palavra, na oração e na obediência.Aqui, você encontrará: • Devocionais diários profundos e aplicáveis • Estudos bíblicos centrados em Cristo • Reflexões sobre vida cristã, perseverança e maturidade espiritual • Conteúdos para quem deseja permanecer firme em tempos difíceis • Encorajamento para uma fé viva, constante e frutíferaO Ministério Permanecer é para quem:✔️ Deseja crescer espiritualmente de forma consistente. ✔️ Busca intimidade real com Deus, além da religiosidade✔️ Quer aprender a ouvir, obedecer e permanecer em Cristo✔️ Anseia por uma vida cristã que gere fruto permanenteEste canal é um espaço de edificação, confrontação amorosa e encorajamento espiritual. Cada vídeo é um passo nesse passeio pela vinha, onde tesouros espirituais foram deixados por Cristo para aqueles que decidem permanecer n'Ele.

Leandro Twin
5 Novos estudos sobre aumentar a testosterona

Leandro Twin

Play Episode Listen Later May 7, 2026 10:32


⁠Assessoria esportiva online e cursos⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E-book "Dieta Inteligente - Para Perder Gordura e Ganhar Massa Muscular" – só R$ 39,90⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Curso de Treino – Monte seu próprio treino ainda hoje⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Curso de Emagrecimento – Como emagrecer e nunca mais engordar ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠| ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Curso Sobre Esteroides Anabolizantes – Não use esteroides antes de fazer este curso ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠| ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Curso de Suplementação para Praticantes de Musculação⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Grupo do Telegram com promoções⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Facebook⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Growth⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ | ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Oficialfarma⁠

O Assunto
O novo Desenrola: até onde vai o alívio para os endividados?

O Assunto

Play Episode Listen Later May 5, 2026 26:33


Convidados: Lauro Gonzalez, professor da Fundação Getúlio Vargas e coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira e Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília . O Brasil atingiu em março de 2026 a marca de 82,8 milhões de inadimplentes, o que significa que metade dos lares brasileiros está endividada e comprometendo quase um terço da renda com o pagamento de dívidas. Para tentar reverter esse quadro o governo federal lançou nesta segunda-feira (4) o novo Desenrola, que agora permite o uso de parte do FGTS para quitar dívidas e impõe uma regra inédita: quem aderir ao programa fica bloqueado em sites de apostas. A nova fase do Desenrola mira especialmente a inadimplência familiar e precoce. Economistas, porém, afirmam que o atual cenário das contas públicas é um dos fatores que impedem a queda dos juros — o que impacta diretamente o tamanho do endividamento dos brasileiros. Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV, a questão é mais complexa do que o anúncio faz parecer. “Não existe uma solução mágica, uma bala de prata que vai resolver tudo.” Além da economia, existe uma estratégia política por trás do anúncio: o governo tenta recuperar sua popularidade em ano eleitoral por meio de medidas de impacto direto no cotidiano para tentar reverter o “mau humor” do eleitorado e recuperar a popularidade do presidente Lula em um ano eleitoral, e “não tem como fugir disso" -- analisa Guilherme Balza, repórter da GloboNews.

Vichyssoise
Os estudos do André, a sucessão ansiosa no PS e uma reforma a cair

Vichyssoise

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 17:11


A exigência impossível do Chega para aprovar o pacote laboral, os discursos do 25 de Abril e a os ansiosos potenciais sucessores de José Luís Carneiro no PS foram os temas à mesa da Vichyssoise.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Bem Estar
Bem-Estar #348 - Perda muscular: entenda um dos efeitos das canetas emagrecedoras

Bem Estar

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 21:20


Uma das principais consequências do uso das chamadas canetas emagrecedoras é a perda de músculos. Dependendo da caneta, a pessoa chega a perder até 20% do peso em um ano. Mas nem tudo isso é gordura! Boa parte pode ser músculo. Estudos mostram que a perda de massa muscular pode chegar a 50% do peso total perdido. E isso pode afetar a mobilidade, a força e até acelerar o envelhecimento. No podcast de hoje, a gente conversa sobre esse efeito do emagrecimento rápido e suas consequências. Vamos explicar também de que forma as pessoas que usam as canetas podem evitar esse problema. Valéria Almeida conversa com a médica do esporte e reumatologista Fernanda Lima.

A Incubadora
#077 - Episódio 77: Journal Club 52 - Especial 50 estudos: Pulmão

A Incubadora

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 85:04


Send us Fan MailBem-vindos ao episódio 77 do A Incubadora, o podcast quinzenal que aproxima a ciência de quem vive a neonatologia todos os dias — à beira do leito, na residência ou nos livros.Hoje seguimos com mais um capítulo do nosso Especial "50 Estudos que Todo Neonatologista Deve Conhecer", e o tema é o pulmão do prematuro — palco de algumas das decisões mais críticas e dos avanços mais transformadores da nossa especialidade.Neste episódio, mergulhamos em três artigos fundamentais:Prevention of Neonatal Respiratory Distress Syndrome by Tracheal Instillation of Surfactant — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/3895150/  o ensaio clínico randomizado que abriu caminho para uma das intervenções mais icônicas da neonatologia moderna e mudou para sempre a forma como encaramos a SDR.Long-Term Effects of Caffeine Therapy for Apnea of Prematurity — https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa073679 um clássico que vai além da apneia: os dados de longo prazo que todo neonatologista precisa conhecer antes de prescrever — ou deixar de prescrever — a cafeína.Early CPAP versus Surfactant in Extremely Preterm Infants — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20472939/ o estudo que colocou em xeque protocolos estabelecidos e acendeu o debate sobre qual deve ser a primeira linha de suporte respiratório nos extremos da prematuridade.Três artigos. Três marcos. Uma conversa essencial para quem cuida dos menores pacientes.Seja você estudante, residente ou especialista, este episódio foi feito para você. Nos acompanhe, compartilhe com sua equipe e deixe sua avaliação — isso nos ajuda a democratizar ainda mais o conhecimento em neonatologia.Bons estudos e boa escuta! Não esqueça: você  pode ter acesso aos artigos do nosso Journal Club no nosso site: https://www.the-incubator.org/podcast-1Lembrando que o Podcast está no Instagram, @incubadora.podcast, onde a gente posta as figuras e tabelas de alguns artigos. Se estiver gostando do nosso Podcast, por favor dedique um pouquinho do seu tempo para deixar sua avaliação no seu aplicativo favorito e compartilhe com seus colegas. Isso é importante para a gente poder continuar produzindo os episódios. O nosso objetivo é democratizar a informação.Se quiser entrar em contato, nos mandar sugestões, comentários, críticas e elogios, manda um e-mail pra gente: incubadora@the-incubator.org