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O segundo episódio da série especial apresenta as principais manifestações culturais do período junino. Locução: Ronaldo Araújo. Edição: Clayton Cavalcante. Supervisão: Josafá Neto
En este episodio conversamos con Laura Saura-Gargallo sobre su artículo ‘La industrialización de la agricultura en Ecuador desde la perspectiva del metabolismo agrario, 1961-2019', publicado junto a Gloria Guzmán Casado y Manuel González de Molina en el número 97 de la revista Historia Agraria. Sobre el artículo: El artículo analiza la transición socioecológica hacia una agricultura industrial en Ecuador, identificando los principales cambios y tendencias geográficas, productivas y comerciales en términos biofísicos. Para ello, se emplea la metodología del metabolismo agrario, basada en la contabilidad ambiental de los flujos de biomasa desde un enfoque agroecológico. Mediante indicadores como el cambio de uso de suelo, la productividad primaria neta, la extracción doméstica y el balance físico comercial, se evalúan la extensificación y posterior intensificación, la deforestación, la especialización productiva, la ganaderización y el agroextractivismo. El análisis de los patrones metabólicos, desde la producción hasta el consumo de biomasa, muestra el paso de agroecosistemas basados en recursos orgánicos territorializados a un modelo donde los flujos de entrada y salida se deslocalizan y dependen crecientemente de la energía fósil y del mercado internacional, lo que genera deterioro ambiental. Laura Saura-Gargallo [https://orcid.org/0000-0002-8834-0565] es Doctora en Medio Ambiente y Sociedad por la Universidad Pablo de Olavide de Sevilla, España. Modera Noelia Parajuá, profesora en el área de Historia e Instituciones Económicas de la Universidade da Coruña e investigadora del CISPAC-Centro de Investigación Interuniversitario das Paisaxes Atlánticas Culturais, España. Link al artículo: https://doi.org/10.26882/histagrar.097e04l
"Onde tem gente, tem memória". Registrar tradições e manifestações culturais de quem vive próximo à Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). As histórias entre Espírito Santo e Minas Gerais, por meio de uma viagem de trem, dão o tom do projeto "Identidades", responsável por fazer um mapeamento afetivo de saberes, patrimônios e expressões que habitam o imaginário popular. No Espírito Santo, o trabalho de campo, em busca dessas memórias, percorreu as cidades de Cariacica, Vila Velha, Serra, Fundão, Ibiraçu, João Neiva, Colatina e Baixo Guandu, no ano passado. Nesse ano, o trabalho acontece no trecho de Minas Gerais, seguindo até Belo Horizonte. Em entrevista à CBN Vitória, o gestor do projeto "Identidades", o produtor cultural, Diego Ribeiro, fala sobre o assunto.
O autismo esteve presente por décadas na literatura, cinema, filmes e séries, e muito dessa representação causa debate entre os próprios autistas. Neste episódio, Gustavo Borges recebe Aleixo Junior, Alyce Suza e Vitória Rodrigues para relembrar personagens autistas na cultura audiovisual, desde o clássico Rain Man e até mesmo produções lançadas na atual década. Notícias, artigos e materiais citados ou relacionados a este episódio: Representatividade: o que isso significa? | Politize! Importância da diversidade: a representatividade na sociedade Crianças autistas e a importância da representatividade - Canal Autismo Introvertendo 160 – Representação Autista na Mídia The Big Band Theory Rain Man Mazzaropi Heartbreak High Daria Queer coding The Pitt The Middle O Contador Mary and Max As We See It Transcrição do episódio disponível no site do Introvertendo.
En este episodio conversamos con Fernando Collantes, autor del libro ‘El consumo lácteo en España (1950-2020). Auge y caída de la buena alimentación' publicado por Prensas de la Universidad de Zaragoza (2025) y por Bloomsbury Publishing (2024) en inglés, y su reseñador en la revista Historia Agraria, Manuel Vaquero. Fernando Collantes es catedrático de Historia Económica e Instituciones en la Universidad de Oviedo, España. Manuel Vaquero es profesor en Historia Económica en la Universidad de Perugia, Italia. Modera Noelia Parajuá, profesora en el área de Historia e Instituciones Económicas de la Universidade de A Coruña e investigadora del CISPAC-Centro de Investigación Interuniversitario das Paisaxes Atlánticas Culturais, España. Reseña publicada en el número 97 de la revista Historia Agraria: https://www.historiaagraria.com/es/numeros/resenas-de-libros-diciembre-2025-numero-97
A redefinição cultural de verdade e pecado, onde discordar de determinadas práticas passa a ser visto como intolerância.
Neste episódio do Podcast Missionando recebemos os missionários Basílio e Gislaine para uma conversa inspiradora sobre missões na África Ocidental e os desafios culturais.Assistir Podcast: youtube.com/watch?v=ogKS8X-g8JwSaiba mais: apmt.org.br/missionarios
Mariângela Santana Guimarães Santos é uma das vozes mais proeminentes da historiografia maranhense contemporânea. Sua trajetória é marcada pela intersecção entre a educação e a investigação histórica, dedicando décadas ao resgate da memória e da identidade da cidade de Caxias.Formação e Percurso AcadêmicoMariângela consolidou sua base intelectual na região Nordeste, mas expandiu seus horizontes de pesquisa para o sul do país para aprofundar sua análise teórica:Graduação: Formou-se em Pedagogia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).Mestrado: Concluiu o Mestrado em Educação na UFPI, onde começou a delinear suas preocupações com o ensino e a formação docente.Doutorado: Doutorou-se em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS/RS). Sua tese, defendida em 2018, tornou-se um marco para o estudo da memória urbana maranhense.Contribuições para a História de CaxiasSua produção acadêmica é fundamental para compreender Caxias não apenas como um ponto geográfico, mas como um centro de tensões culturais e políticas.1. Memória e Identidade UrbanaEm sua tese, "Fragmentos da memória: contribuições à história da cidade de Caxias do Maranhão", Mariângela utiliza fontes diversificadas — de jornais antigos a relatos orais — para reconstruir a "Caxias do passado". Ela evidencia:A organização social no século XIX e início do XX.Como as elites locais construíram narrativas de progresso e "civilização".O papel das festividades e da religiosidade na coesão da sociedade caxiense.2. Historiografia e CríticaA professora é uma das principais críticas da historiografia tradicional que muitas vezes silenciou grupos subalternos. Seus artigos destacam:A Balaiada: Releituras sobre o movimento rebelde sob a ótica local.Patrimônio Histórico: Análises sobre a conservação do casario e dos monumentos de Caxias, tratando-os como documentos vivos.3. Educação e DocênciaComo Professora Assistente da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), no Centro de Estudos Superiores de Caxias (CESC), sua contribuição vai além dos livros:Formação de Professores: Atua diretamente na capacitação de novos docentes de História e Pedagogia.Pesquisa Acadêmica: Coordena grupos que estudam a relação entre Memória, Educação e Práticas Culturais no interior do Maranhão.Principais Obras e PublicaçõesSua produção está espalhada em capítulos de livros e periódicos especializados, sendo referências obrigatórias em concursos públicos e graduações na região:Livros e Coletâneas: Participa de diversas obras coletivas sobre a história maranhense, focando na transição do Império para a República.Artigos Científicos: Publicações que discutem a "Educação em Caxias" e as "Práticas de Leitura na Caxias Oitocentista".Atuação Institucional: Membro ativo de comitês científicos, ajudando a validar pesquisas sobre o patrimônio imaterial maranhense.
A jornalista Nita Queiroz chega agora com informações sobre o lançamento do projeto Amplifica, ação colaborativa para conectar artistas e impulsionar carreiras de quem trabalha no setor cultural.Foto: Divulgação @bandalupaoficial
A decisão política permite ao município poupar 1 milhão de euros .O dinheiro vai ser canalizado para investimentos que a autarquia considera prioritários: reparação de escolas ou estradas. Edição de Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A terceira temporada do programa Semeando Futuros está no ar! Ela é inteiramente dedicada aos trabalhos de conclusão da turma da pós-graduação em Economia Solidária, Inovação e Gestão Social (ESIGS), uma realização da Universidade do Cariri e do Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM), que tem o Ateliê de Humanidades como instituição parceira associada.O décimo sétimo episódio trata do tema “Coletivos culturais e cooperativismo de plataforma”, com as presenças de Geovana Nunes, Melissa Marcílio Batista, Tieme Estela e Jean Carlos Alves.Assista já!Youtube: https://www.youtube.com/playlist?list=PLu2NbXklC78CzZPbQr5JxtMiLUIQ3myeoSpotify: https://open.spotify.com/playlist/57Xti3cfTdzLd798D8C2MQAcompanhe toda a temporada: ateliedehumanidades.com/semeando-futuros.Siga-nos em nossas redes: ateliedehumanidades.comateliedehumanidades.com/esigs@ateliedehumanidades#economiasolidária #economiasolidária #associativismo #gestao #inovação #semeandofuturos #esigs #associationO que é o programa “Semeando futuros”?“Semeando futuros” é um programa do Ateliê de Humanidades, concebido por Bia Martins e André Magnelli.Diante de tantas crises, nada parece ser possível de mudar, o que resulta em um sentimento generalizado de impotência. Será? Em pequenas mas muitas iniciativas, no Brasil e ao redor do mundo, vemos surgirem experiências que podemos enxergar como sementes de futuros possíveis, mais justos, solidários, conviviais e sustentáveis.Nossa proposta é apresentar algumas dessas sementes, como uma espécie de mapeamento desse território de experimentação social ainda pouco conhecido, e assim propiciar um espaço para sua articulação. Como algo novo e em processo, esse mapeamento não só está aberto a sugestões e contribuições, como depende mesmo dessa interação para que consiga ser rico e representativo.Mais informações: ateliedehumanidades.com/semeando-futuros.
Como toda pessoa que um dia decidiu mudar de país, a enorme comunidade brasileira que escolheu Portugal para viver trouxe na bagagem muito mais do que a saudade. O arroz com feijão, a farofa no domingo e o pão de queijo são frequentes nas mesas dos imigrantes brasileiros neste outro lado do Atlântico. Aromas, sabores, ingredientes e o nosso jeito de cozinhar têm conquistado paladares mundo a fora. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa Nos últimos anos, Portugal viu crescer endereços onde o Brasil é a grande estrela, da comida de rua reinventada à cozinha de autor. Um cenário totalmente diferente dos rodízios de carne que durante muito tempo foram sinônimo de comida brasileira em terras lusitanas. Hoje, até mesmo em alguns restaurantes portugueses, é possível pedir uma moqueca de camarão com azeite de dendê e feita em panela de barro. Verdade seja dita, este prato nasceu na África, atravessou o oceano e criou raízes na Bahia. A versão servida no Cantinho do Avillez, um dos restaurantes do chef estrelado José Avillez, é a Moqueca do Mar, que é uma combinação de corvina com camarão e um toque de amendoim. Comida é memória, afeto e origem Outra estrela da gastronomia lusitana é Kiko Martins, conhecido por ser um chef ousado e criativo em seus cinco restaurantes lisboetas. Em um deles, o Boteco, dedicado à cozinha brasileira, há no cardápio dadinhos de tapioca, pão de queijo, pastéis de vento, feijoada, picanha e bolo brigadeiro. Filho de pai português e mãe pernambucana, o chef passou sua infância no Rio de Janeiro e explica que quis abrir este espaço para honrar a sua herança familiar. Graças ao talento de chefs o Brasil tem proporcionado descobertas que vão muito além dos clichês: um peixe grelhado com manteiga de maracujá ou uma picanha com farofa de mandioca e legumes na brasa com rapadura são exemplos da criatividade que tem feito a cozinha brasileira brilhar e ser mais respeitada. A chef sergipana Lizandra Almeida é uma estrela em ascensão. Ela estudou no renomado Le Cordon Bleu do México, graças a uma bolsa de estudos e depois trabalhou com grelhados em restaurantes de São Paulo. Agora, aos 31 anos e vivendo há três anos em Lisboa, Lizandra foi uma das finalistas na categoria chef revelação do prestigiado prêmio Mesa Marcada, que reconhece os talentos da gastronomia em Portugal. Ela, que trabalha com grelhados no Pils Grill Eatery, conta como recebeu a notícia de que tinha sido indicada ao prêmio. Ainda em São Paulo, ao ter contato com o processo de defumação da carne, Lizandra se apaixonou por este mundo e quis conhecer mais as técnicas. Ela relembra que teve bastante dificuldade por ser um universo bem masculino e fechado. “Foi desafiador, consegui me destacar e também alcançar as possibilidades de entrar para o meio, porque eu era sempre vista como a menina que estava ali para fazer a sobremesa e não para trabalhar com a carne”, recorda. Na opinião da chef, o aumento significativo da comunidade brasileira em Portugal – há cerca de 500 mil brasileiros residentes em terras lusitanas – explica esta “invasão” da nossa gastronomia. A relação luso-brasileira é também marcada pela gastronomia Durante os séculos que o Brasil foi colônia de Portugal os hábitos alimentares sofreram transformações profundas. Ingredientes essenciais dos povos indígenas como a mandioca e dos africanos como o azeite de dendê foram em parte substituídos pela comida que os portugueses estavam habituados a comer. A fritura dos alimentos é uma herança portuguesa e os doces bem açucarados começaram a surgir no Brasil com a chegada da família Real Portuguesa. O sociólogo e historiador Gilberto Freyre, autor de Casa Grande e Senzala, dizia que a influência da culinária portuguesa se manifestava de maneira mais forte no litoral - do Maranhão ao Rio de Janeiro - enquanto a africana sobressaia na Bahia e a indígena no norte do país. Já na década de 1960, Luís da Câmara Cascudo, um dos mais respeitados folcloristas brasileiros, escreveu em sua “História da alimentação do Brasil” que o patrimônio culinário brasileiro não possuía o peso do regionalismo, e sim, da miscigenação entre as cozinhas indígenas, africanas e portuguesas. Um dos símbolos mais emblemáticos da nossa culinária, a feijoada, teria raízes no cozido português, que no Brasil foi adaptado com o feijão preto. Para Câmara Cascudo, a feijoada como conhecemos hoje seria uma combinação criada apenas no século XIX. Décadas depois, os modernistas a elegeram prato nacional – onde influências portuguesas, africanas e indígenas se misturam - na construção de uma identidade brasileira. “Esta identidade da gastronomia brasileira está ainda em processo, não é uma realidade pronta”, costumava afirmar o historiador e membro da Academia Brasileira de Gastronomia, Ricardo Maranhão. “Nós passamos 150 anos valorizando a gastronomia estrangeira e não demos bola para a cozinha nacional.” Maranhão destacava a importância da culinária mineira, da amazônica, assim como as do litoral e do sertão do nordeste, a afrobrasileira da Bahia, a gaúcha e a do centro-oeste. “A gastronomia define nossa identidade tanto quanto os sons do samba, a arquitetura barroca ou modernista”, lembra o sociólogo Carlos Alberto Dória, especialista em cultura culinária. É inegável o espaço e prestígio que a gastronomia brasileira tem conquistado no exterior. Hoje em Portugal, além da cozinha autoral, há pão de queijo nas padarias e supermercados do país, brigadeiros nas festas infantis e lojas de doces, farofas como acompanhamento nas churrascarias. É o Brasil usando sua culinária como soft power para reforçar, ainda mais, os laços culturais entre os dois países.
A revisão da Lei da Identidade de Género foi aprovada com o Chega, PSD e CDS. Nas nomeações para o Tribunal Constitucional, também o Chega parece ser o partido que vai chegar a acordo com o PSD para indicar um juiz. Todos estes casos indicam que há um realinhamento do governo de Luís Montenegro à direita? A análise de Daniel Oliveira e Francisco Mendes da Silva no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 24 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Coletivo Reocupa nasceu em abril de 2016 e desde 2021 constitui-se juridicamente como Associação, sem fins lucrativos, sendo um espaço autogerido para transformação comportamental de uma sociedade, a partir de pessoas comuns que fazem parte de uma nova forma de ação política, sentindo a necessidade de encontrar-se com o outro, para experimentar criações, provocar oportunidades de reflexão, estimular o fazer independente e acima de tudo atuar de forma coletiva em uma mobilização geral dentro de um aprendizado cultural.
No Ensaio Geral desta semana, duas exposições: uma no Museu da Fundação Vieira da Silva, outra na Fundação Albuquerque, que está a celebrar o seu primeiro aniversário. Um filme português de João Marques, que conta a vida de uma jovem influencer, um concerto solidário pelas vítimas da depressão Kristin, mas também um livro autobiográfico do ator Virgílio Castelo e as sugestões de Guilherme d'Oliveira Martins.
Os Selos de Espaços Culturais Acessíveis e Inclusivos distinguem museus, teatros, bibliotecas e outros espaços que garantem condições de acesso para todos.O Tiago Vaz Pereira tem mais informações.
Sara Duarte Brandão nasceu no Porto em 1997, com um pé na Beira Baixa e outro em Arouca, onde, diz, teve a sorte de ter avós. Licenciada em Design de Comunicação e Mestre em Estudos Literários, Culturais e Interartes, é Facilitadora em Criação Artística Comunitária e doutoranda em Ciências da Educação com uma bolsa da FCT. Recebeu o Prémio Literário Nortear com o conto (Ver). Cofundou a Truz Truz Editora (2020), onde é designer e autora, e a sua obra CriÁrvore (2022) foi recomendada pelo Plano Nacional de Leitura. Publicou o livro Descolonizar o Sujeito Poético (2023) na Editora Urutau, que recebeu uma Menção Honrosa no Prémio Glória de Sant'Anna (2024) e foi finalista da Mostra Nacional Jovens Criadores – Literatura (2024). O seu romance de estreia Quem Tem Medo dos Santos da Casa foi galardoado com o Prémio Literário Cidade de Almada – Romance (2023). Integra projetos que cruzam várias áreas artísticas como o teatro, as artes plásticas e a literatura. Faz tricô e prefere embalar males a cantar em vez de os espantar. Escreve por amor e teimosia e já não sabe distinguir acordos ortográficos.LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Boa notícia para a cultura do Espírito Santo! A reabertura do Theatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória, acontece neste sábado, dia 22, em um evento na Praça Costa Pereira. O evento contará com concerto da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo (OSES), com o cantor Silva, visitação ao interior do teatro e intervenção artística. Fechado desde 2017, o Carlos Gomes passou por um amplo restauro iniciado em 2023. A reativação do Carlos Gomes, segundo a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), deve fortalecer o calendário de espetáculos, concertos e mostras no Centro de Vitória.As obras foram viabilizadas por acordo de cooperação entre o governo do Estado e o Instituto Modus Vivendi, com recursos do BNDES e da EDP, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O investimento total é de R$ 20 milhões. Em entrevista à CBN Vitória, a subsecretária de Estado de Políticas Culturais da Secult, Carolina Ruas Palomares, fala sobre o assunto.
Luciana Buarque iniciou carreira no teatro e construiu trajetória marcante no figurino, direção de arte e dramaturgia. Trabalhou em diversas produções na TV e no cinema, além de realizar também editoriais de moda, oficinas e palestras em diversos estados. Atualmente, desenvolve três projetos audiovisuais e de literatura, além de finalizar seu mestrado na Escola de Comunicação da UFRJ.Ao atualizar o sentido da maior história de amor da humanidade, Gabriel Villela e o Galpão transpõem a tragédia de dois jovens apaixonados para o contexto da cultura popular brasileira, evocada por elementos presentes no cenário, nos adereços, na música e na figura do narrador, que rege toda a peça com uma linguagem inspirada em Guimarães Rosa e no sertão mineiro.Considerado um marco na trajetória do Grupo Galpão e um dos espetáculos mais significativos do teatro brasileiro na década de 1990, Romeu e Julieta somou 303 apresentações, em 13 anos de existência.Além das duas temporadas no Shakespeare's Globe Theatre, na Inglaterra, em 2000 e 2012, o espetáculo viajou por todo o Brasil e por vários países da América Latina, dos Estados Unidos e da Europa.A montagem teve uma primeira versão, de setembro de 1992 a abril de 1994, cujas apresentações foram interrompidas pela trágica morte da atriz Wanda Fernandes, que fazia o papel de Julieta. A segunda versão, com a atriz Fernanda Vianna foi apresentada de maio de 1995 a março de 2003. Em 2012, a peça foi remontada para as comemorações dos 30 anos do Grupo Galpão e para a participação nas Olimpíadas Culturais de Londres. Essa nova versão contou com a participação do ator Paulo André, substituindo Chico Pelúcio, nos papéis de Teobaldo e Frei Lourenço.Ficha Técnica:Direção: Gabriel VillelaTexto: William ShakespeareDramaturgia e textos do narrador: Cacá BrandãoTradução: Onestaldo de PennafortAssistente de direção: Arildo de BarrosCenografia: Gabriel VillelaPesquisa musical: Gabriel Villela e Grupo GalpãoDireção musical: Fernando MuzziArranjos e preparação instrumental: Fernando MuzziPreparação vocal: BabayaMinuetos musicais: Paula MartinsAdereços: Gabriel Villela, Luciana Buarque e Grupo GalpãoBonecos: Agnaldo PinhoIluminação: Wagner FreireFigurino: Luciana BuarqueManutenção de figurinos e adereços: Wanda SgarbiAssistente de figurino: Maria CastilhoSonorização: Rômulo Righi e Vinícius AlvesCenotécnica: “Oficina de Marcenaria” e Helvécio IzabelAeróbica: Júnia PortilhoEsgrima: MáquiFotos: Miguel AunDireção de produção: Chico Pelúcio, Regiane Miciano e Gilma OliveiraOperação de luz: Wladimir MedeirosProgramação visual: Lápis RaroAssistente de produção: Virgínia DiasProdução: Grupo GalpãoSite/Rede social do trabalho: https://www.grupogalpao.com.br/espeta... @grupogalpao (perfil aberto)Gênero: Teatro
Lisiane Camargo e Martin Golmayer, foram os convidados do programa Assunto Nosso, e falaram sobre o Dia da Maturidade Ativa e eventos culturais da Oktoberfest.
Lisiane Camargo e Martin Golmayer, foram os convidados do programa Assunto Nosso, e falaram sobre o Dia da Maturidade Ativa e eventos culturais da Oktoberfest.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Vitor Vieira Ferreira, membro bolsista do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o texto “Cultura, desenvolvimento e políticas culturais: algumas questões em diálogo com o pensamento de Celso Furtado”, escrito por Lia Calabre e que compõe, junto a outros artigos, o livro Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura: confrontando as barbáries do capital no século XXI, organizado por Rodrigo Moreno Marques, Manoel Dourado Bastos e publicado em 2022 pela ULEPICC-Brasil. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Conheça o nosso grupo de pesquisa!Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilEmail: coloquio.epcc@gmail.com
Fique por Dentro - Cultura - 26/09
Toma Aí um Poema: Podcast Poesias Declamadas | Literatura Lusófona
Natural de São Paulo; autor de 04 livros; Título Comenda Literária “Pablo Neruda”; reconhecido por diversas Premiações em meios Literários, Profissionais e Culturais; Participações em vários Concursos Nacionais e em 30 Coletâneas Antológicas e Projetos Literários no Brasil e no exterior. Instagram @acarlosmisawa*A Canção do Pôr do SolO sol se deitava sobre os ipês floridos,e o vento dançava entre notas perdidas.Ele dedilhava canções ao entardecer,ela, encantada, só queria pertencer.O amor nascia no som e no olhar,como quem encontra no outro seu lar.Os dias eram música, brisa e chama,abraços que o tempo jamais desama.No brilho dos olhos, segredos guardados,no toque das mãos, desejos calados.Cada acorde era um verso a pulsar,um poema que a vida insistia em cantar.Vieram promessas, vieram partidas,o tempo impiedoso cruzando suas vidas.Cartas dobradas, perfumes guardados,fotografias de risos apaixonados.Mas o sol sempre voltava ao poente,e a música os trazia de volta à mente.Um dia, perdida entre velhas memórias,ela encontrou vestígios da sua história.Os dedos tremiam, o coração disparava,seria um acaso ou o destino chamava?Na linha distante, um simples “alô”,e o mundo parou, sem dizer se acabou.A vida seguiu como quem nunca esquece,como quem ama e o tempo obedece.O amor não pede, não se desfaz,permanece no eco de um pôr do sol fugaz.No acorde de um violão que toca sozinho,ou no silêncio, onde o amor faz seu ninho.
Fique por Dentro - Cultura - 19/09
Fique por Dentro - Cultura - 11/09
A Asociación Veciñal de Canido, en colaboración con distintos colectivos da rede intrabarrial, vén de presentar a programación de actividades para o curso 2025-26, cunha oferta ampla e diversa pensada para todas as idades. As propostas desenvolveranse principalmente en dous espazos: o local da SRyD Canido e o Centro Cívico. A axenda inclúe música e danza (acordeón, batucada, percusión, baile galego, salsa, bachata, lindy hop, sevillanas, jazz ou flamenco); deporte e saúde (fútbol base, capoeira, pilates, ioga, hipopresivos, exercicio terapéutico, ximnasia de mantemento, adestramento funcional ou mindfulness); idiomas e aprendizaxe (inglés infantil, italiano, xaponés, escritura en movemento); e artes e creatividade (macramé, cestería, calceta, ganchillo, bordado, palillos e teatro para todas as idades). A preinscrición xa está aberta a través da web www.avcanido.org. Con esta programación, a asociación e as entidades intrabarriais consolidan o seu compromiso coa dinamización comunitaria, apostando por unha oferta accesible, interxeracional e aberta a todo o mundo, co apoio do Concello.
Milton Teixeira fala sobre o dia quando a UNESCO declarou Ouro Preto como Patrimônio Cultural da Humanidade, marco que abriu caminho para o reconhecimento de outras cidades e bens brasileiros.
O museu com plantas secas para estudos botânicos foi criado em 1932 e reúne uma das maiores coleções de algas da América Latina
Conheça as técnicas e pesquisas do Laboratório de Arqueometria e Ciências Aplicadas ao Patrimônio Cultural
Eventos culturais em São Paulo recuperaram-se da pandemia de covid-19
O Papo Antagonista desta segunda-feira, 21, exibe trechos de dois episódios do Podcast OA!O primeiro é com o cineasta Newton Cannito, que falou sobre patrulha ideológica no cinema brasileiro. O segundo é com Lygia Maria, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Ela falou sobre disputas políticas e culturais no Brasil.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Não perca nenhum episódio! Inscreva-se no canal e ative o sininho para receber as notificações. #PapoAntagonista Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
Clique e siga @LinhaCampeiraOficial no Instagram Desta feita queremos falar de algumas personalidades que dedicaram parte de sua vida pra promover a cultura. Pesquisar, resgatar e publicar, seja em formato de rádio, televisão ou literária, informações relevantes sobre as manifestações culturais da nossa gente No costado tem o melhor da música gaúcha pra acompanhar o teu churrasco!
Portugal está a ser assolado por uma onda de guerras culturais como quase todas as democracias do ocidente, por isso convidámos para este episódio João Ferreira Dias, que está a fazer um doutoramento sobre o tema. Com a política a incendiar-se todas as semanas com a indignação do momento, a grande polarização dos últimos dias foi porque o presidente da câmara de Loures, um socialista, admitiu uma proposta do Chega para expulsar dos bairros sociais - “sem dó nem piedade” - as famílias dos que forem condenados por vandalismo nos distúrbios após a morte de Odair Moniz. Quais são as narrativas em confronto entre conservadores e progressistas? Há verdadeiro wokismo em Portugal? E qual o papel do Chega em arrastar os outros partidos, o PSD e o PS para a direita, movendo o eixo político do país? Os comentários são de João Ferreira Dias, investigador do ISCTE, que está a fazer um doutoramento sobre as guerras culturais, Liliana Valente, coordenadora de política do Expresso e David Dinis, diretor-adjunto, com moderação de Vìtor Matos. A sonoplastia é de João Luís Amorim e a ilustração da autoria de Carlos Paes com TensorArt Flux Dev e Photoshop Generative Fill.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje falo sobre as eleições na América, divago sobre imigrantes e emigrantes e medito sobre os agentes dos comediantes. —————————————————— 00:00 - Introdução 01:35 - Eleições nos EUA 12:56 - Diferenças culturais 21:46 - OS agentes dos artistas 26:04 - Conclusão
Entre a França e o Brasil existem inúmeras diferenças culturais e nas práticas relativas à gravidez e ao parto. Em vários momentos da gestação, essa comparação deixou Fernanda, mineira que mora na França, angustiada. Nesse contexto, o que fazer e a quem ouvir ao descobrir que a sua bebê, que não virou, está pélvica? Deveria escutar o médico francês que aconselhava um parto vaginal ou dar ouvidos a família brasileira que denunciava os riscos do parto normal e preferia a cesárea? Fernanda escolheu confiar no seu médico e viveu toda a potência do seu corpo parindo. Ela conta aqui a angustia de não engravidar, as palavras da parteira que ressoam como um destino e as palavras das amigas que tranquilizam. Ela relata também como pariu sozinha a sua segunda filha e a vitoria que é dar a vida. Obrigada Fê pela sua sinceridade e por mostrar com tanta generosidade essa transformação pessoal que a maternidade pode trazer na vida de uma mulher.
No ‘TV Elas Por Elas Formação' desta sexta-feira (30/08), você acompanha uma roda de conversa sobre “Políticas culturais e a prevenção contra violência”.
Os Jogos Olímpicos arrancaram com polémicas, logo desde a cerimónia de abertura. Desde encenações e representações a equívocos de interpretação, as reações não demoraram em fazer-se ouvir. Na Venezuela, Nicolás Maduro persiste na ideia de que as nações pretendem influenciar os resultados eleitorais. Já em território nacional, o partido Chega investe contra Marcelo Rebelo de Sousa. Ouça a análise de Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e de Pedro Marques Lopes na versão podcast do programa Eixo do Mal, emitido na SIC Notícias no dia 1 de agosto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tá bom o episódio. Dá o play e curte. Depois escreve pra nós: puromalte@empiricus.com.br
Debate da Super manhã: A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), instituída pela Lei nº 14.399, de 8 de julho de 2022, tem como objetivo fomentar a cultura nacionalmente ao apoiar todos os Estados, o Distrito Federal e os Municípios brasileiros. Esse apoio é necessário, pois junto às gestões públicas auxilia nos projetos que criam condições favoráveis as manifestações culturais, dos espaços físicos aos artistas. No debate desta sexta-feira (10), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber os fomentos da arte vinculados a capital pernambucana e o que fazer para garantir que a cultura seja acessível a todos. Participam o secretário de Cultura do Recife, Ricardo Mello, o produtor audiovisual, Anselmo Alves, e o mestre em Maracatu Rural, Maciel Salú.
Qual seu nível de autoestima? Se é que dá pra responder essa pergunta. Refletimos aleatoriamente sobre o tema. Em seguida, falamos sobre professores importantes das nossas trajetórias. Você já parou para pensar quais são os seu professores favoritos? Encerramos com dicas culturais.
Boa terça, angulers! Abrimos o episódio #221 comentado a operação de investigação de ilegalidades cometidas pela Abin que, na última segunda, teve como alvo Carlos Bolsonaro. No segundo bloco, comentamos as pré-candidaturas para eleições municipais do Rio e de São Paulo. Por fim, um bloco com dicas e rolês culturais. Sirva-se! Edição e mixagem: Tico Pro - Indicações do #219: - Apoie o Angu no apoia.se/angudegrilo - Apoie o Angu na Orelo.cc/angudegrilo - Espetáculo “Macacos”, protagonizado por Clayton Nascimento @macacosespetaculo - Exposição “Clara Nunes - Eu sou a tal mineira” no Museu da Moda, de BH. - Galeria Mercado, no subsolo do Mercado Modelo, em Salvador @galeriamercadomodelo - Coluna da Flávia sobre a terminologia “Favela”: https://12ft.io/proxy - Lady Tempestade, espetáculo protagonizado por Andreia Beltrão.
No fim de 2022, a Nigéria assinou a devolução de muitas peças do acervo histórico dos Bronzes de Benin que estavam na Alemanha. Em julho, Indonésia e Sri Lanka receberam de volta artefatos mantidos há décadas na Holanda. Está em curso um movimento em todo o mundo para que itens culturais, históricos e científicos sejam retornados de museus de países ricos a seus lugares de origem. O Brasil entra nessa história com duas peças simbólicas: o manto Tupinambá confeccionado no século 16 e há mais 300 anos na Dinamarca, e o valioso fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus, que viveu há 110 milhões de anos. Sobre tudo isso, Natuza Nery conversa com Letícia Machado Heartel, especialista em direito internacional do patrimônio cultural pela Universidade de Genebra, e Isabel Seta, repórter do g1 e autora de reportagens sobre o tema. Neste episódio: - Letícia explica por que o principal acordo global sobre a posse de artefatos, estabelecido em 1970, “não resolve a grande maioria dos casos”. E como a nova agenda de diálogo entre França e Burkina Faso deu início a atual onda de restituições pelo mundo; - Ela diz que os “museus universais precisarão se adaptar” aos novos tempos de “combate ativo ao legado colonial que ainda existe nas instituições e países europeus” - ainda assim, afirma, eles estão longe de serem esvaziados, a exemplo do Museu Britânico, cujo acervo tem 8 milhões de objetos; - Isabel relata que nem governo, nem instituições “sabem o que de origem brasileira tem espalhado pelo mundo”, mas que a partir da mobilização da comunidade científica brasileira objetos vêm sendo identificados. É o caso do fóssil do Ubirajara jubatus, que retornou à região cearense do Cariri depois de décadas na Alemanha; - A jornalista conta também a história da devolução do manto Tupinambá - um dos 11 que existem no mundo, e o primeiro a retornar da Europa para seu local de origem. Neste caso, representantes da etnia Tupinambá se envolveram e foram fundamentais para que o objeto fosse devolvido ao Brasil: “São as comunidades que originalmente detinham essas peças que conhecem seu significado e história”.