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[Patrocinado] Com mais de 70 anos de história, a JBS garante qualidade à mesa e alimenta um futuro melhor. Saiba mais em: https://www.jbs.com.br/Uma mudança no tom adotado pela Raízen — que passou de discussões públicas sobre a captação de novos recursos à recusa em descartar negociações envolvendo uma possível reestruturação de sua dívida — contribuiu para que a agência de classificação de risco S&P promovesse um rebaixamento de sete níveis na nota de crédito da companhia, um dos mais expressivos já registrados para uma empresa brasileira.
Não sumi. Eu estava vivendo.(quando o silêncio também é construção)Tem fases em que a gente não some.A gente constrói.Constrói estúdio, projeto, identidade.Constrói maturidade, silêncio, escolhas.Constrói saúde, fé, limites — e paz.Esse podcast nunca foi só um podcast.É audioblog. É diário. É memória viva.É o lugar onde eu volto pra me ouvir e, quem sabe, ajudar alguém a se reconhecer também.Entre missas, academia, web rádio, curso jurídico, tecnologia, fé e vida real…eu sigo fazendo o que sempre fiz:vivendo com verdade, sem pedir licença pra ser quem sou.Quem gosta, fica.Quem não gosta, passa.Nem Jesus agradou todo mundo — e tá tudo bem.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
Passado em 1977, durante a ditadura militar brasileira, O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, constrói um retrato da repressão através de gestos íntimos e do que fica por dizer. Integrando um elenco, Isabél Zuaa interpreta Teresa Vitória, uma mulher angolana exilada, formada em Portugal. Em entrevista, a actriz fala do trabalho colectivo, da política inscrita nos corpos e da força do silêncio num filme em plena consagração internacional. Passado em 1977, em plena ditadura militar brasileira, O Agente Secreto afirma-se como um dos mais rigorosos e inquietantes retratos cinematográficos da repressão política no Brasil. O novo filme de Kleber Mendonça Filho recusa a explicação directa e opta por uma construção sensorial, onde a vigilância, o medo e o desgaste moral do autoritarismo se infiltram na vida do dia-a-dia, nos afectos e nos gestos. Esse olhar oblíquo tem garantido à obra um percurso internacional sólido, múltiplas distinções em festivais e, mais recentemente, a entrada na corrida aos Óscares, com nomeações em quatro categorias. Integrado numa narrativa assumidamente coral, o filme assenta num trabalho colectivo visível, quase orgânico. Para Isabél Zuaa, que interpreta Teresa Vitória, essa dimensão foi determinante. “O que mais me marcou foi a simbiose entre a equipa técnica e a equipa artística, os actores, a preparação de elenco, todo o ambiente da cidade do Recife”, afirma. Segundo a actriz portuguesa, o envolvimento foi tal que “as pessoas estavam todas a torcer para que o filme desse certo” e “muita gente queria fazer parte”. Essa experiência revelou-se particularmente singular pela escala do projecto. “Essa simbiose não costuma acontecer assim num filme tão grande”, sublinha Isabél Zuaa, lembrando que, apesar de se tratar de uma produção com profissionais “de Angola, de Portugal, da Alemanha e de vários lugares do Brasil”, se criou um ambiente de rara coesão. “Normalmente, essa ligação é mais evidente em filmes menor escala”, acrescenta, destacando o carácter excepcional do processo de trabalho. A actriz atribui grande parte dessa atmosfera à forma de dirigir de Kleber Mendonça Filho, que descreve como “um gentil gigante, amante do cinema”. Esse amor pelo cinema traduz-se, segundo Isabél Zuaa, numa atenção constante ao detalhe e às pessoas: “Ele trata tudo com muito carinho, com muita atenção, com muito cuidado”, criando um set onde “toda a gente está a torcer e a cuidar para que o filme e todas as coisas deem muito certo”. Mais do que uma hierarquia rígida, impôs-se uma lógica de trabalho assente na colaboração, na escuta e no respeito mútuo. A entrada de Isabél Zuaa no projecto foi inesperada. As filmagens já tinham começado quando recebeu o convite, num momento em que se encontrava em Lisboa, prestes a entrar de férias após concluir outro filme. A personagem que lhe foi proposta trazia, porém, uma complexidade invulgar. Teresa Vitória inspira-se numa mulher angolana real, ligada à história pessoal do realizador, e cruza trajectos coloniais, exílio e formação académica em Portugal. “É uma mulher angolana que estudou em Portugal”, explica a actriz, sublinhando a densidade histórica da experiência. Essa dimensão atravessa a construção da personagem, marcada por uma desilusão política e existencial. Isabél Zuaa recusa uma leitura simplista do seu estado emocional: mais do que uma depressão, trata-se de “uma desilusão com a circunstância em que ela se encontra”, por não poder estar “nos seus países de origem e de referência” e por se sentir deslocada face aos rumos tomados pela história. A personagem ocupa, assim, um lugar ético complexo, recusando alinhar com lógicas de guerra. “Guerra é sempre guerra”, afirma, sublinhando a posição humanitária de Teresa Vitória. O trabalho vocal e corporal assume aqui particular relevância. A opção por um português europeu, atravessado por uma musicalidade africana subtil, responde a um rigor histórico e simbólico. “É uma mulher africana com formação em Portugal”, explica Isabél Zuaa, evocando uma geração de mulheres que estudaram em Lisboa, Coimbra ou Porto e cuja fala reflectia essa formação. “As pessoas perguntam porque é que o sotaque é português de Portugal, mas é uma questão de época”, esclarece, acrescentando que essa escolha representa um grupo de mulheres ainda pouco visível no cinema. Num filme que evita discursos explicativos sobre a ditadura, o silêncio ganha um peso expressivo central. “O filme fala muito nos silêncios, naquilo que não é dito, naquilo que está noutras camadas”, observa a actriz. Para Isabél Zuaa, essa opção cria mais espaço para o espectador: “O silêncio pode ser muita coisa. Pode ser interpretado por cada pessoa de formas diferentes”. Frases aparentemente simples concentram múltiplos sentidos, revelando contradições identitárias, deslocamentos e violências subtis. O edifício Ofir, no bairro do Espinheiro, no Recife, onde Teresa Vitória vive funciona como um microcosmo do próprio filme. Um espaço de resistência material e simbólica, onde corpos exilados e em perigo conseguem ainda “celebrar a vida” e encontrar formas de sobrevivência colectiva. Entre humor, solidariedade e tensão permanente, O Agente Secreto constrói uma reflexão poderosa sobre memória, autoritarismo e persistência do humano. Para Isabél Zuaa, o impacto é claro: “Sem dúvida há um antes e um depois”, tanto pela projecção internacional como pela confirmação de que o cinema político pode ser íntimo, sensorial e profundamente perturbador.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
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A campanha desenha três personagens — André Ventura dirige-se diretamente ao eleitorado, Luís Montenegro gere o silêncio e António José Seguro herda votos da direita.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O Flamengo cobra a Libra por uma falha grave no contrato de direitos de TV do Brasileirão que pode gerar prejuízo para todos os clubes do grupo, inclusive o Remo. Mesmo atuando em defesa de um interesse coletivo, o clube enfrenta silêncio das diretorias, distorções no debate público e reações marcadas pelo clubismo. Neste vídeo, analisamos os fatos, os números e o que esse episódio revela sobre a governança do futebol brasileiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libra
Shiur dedicado à Refuá Shlemá de Zaave Bat Guitel
Boa quinta-feira, bom dia de arrepios
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Numa entrevista exclusiva ao 'Doa a Quem Doer', o ator Carloto Cotta, acusado e absolvido de vários crimes, entre eles sequestro e violação, quebra pela primeira vez o silêncio e afirma ter a vida destruída por uma falsa queixa.
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Joana Gama é uma das figuras mais singulares da música em Portugal. Pianista e investigadora, construiu ao longo de mais de uma década um percurso onde o piano se cruza com outras artes e onde o tempo, o silêncio e a escuta atenta são matéria central. Em 2025, ano do centenário da morte de Erik Satie, regressa a Le Fils des étoiles, obra rara e pouco tocada, apresentada esta terça-feira, 16 de Dezembro, em Paris, na Casa de Portugal da Cidade Universitária, num formato entre concerto e ritual. A relação com Erik Satie não é recente nem episódica. Desde 2010, que Joana Gama se dedica à sua obra, num trabalho de divulgação que inclui recitais comentados, álbuns discográficos e performances de longa duração. A pianista recorda que Le Fils des étoiles “é um dos grandes mistérios de Satie”, uma obra escrita para o teatro de Joséphin Péladan, num contexto ligado à Ordem Rosa-Cruz, onde “os prelúdios são conhecidos, mas os actos ficaram inacabados, sobrevivendo em manuscritos fragmentários”. Essa incompletude contribui, diz, para a profundidade e para o carácter imóvel e místico da peça. Para Joana Gama, trata-se de uma música que exige outra forma de ouvir. “Não é fogo-de-artifício nem virtuosismo exibido; é o oposto”, sublinha, acrescentando que esta obra pede “concentração absoluta e presença no momento”. A própria estrutura, labiríntica, com materiais que reaparecem em diferentes actos, obriga a intérprete a uma atenção rigorosa: “os mesmos elementos levam-nos por caminhos diferentes”. O contexto simbólico da obra continua a informar a interpretação contemporânea. Joana Gama explica que conhecer a vida, os escritos e as relações do compositor francês Erik Satie “alimenta inevitavelmente a música”. O universo de Joséphin Péladan, marcado pelo misticismo e pelo ritual, permanece como referência, ainda que a intérprete tenha optado por um concerto-ritual centrado nos elementos naturais. “Tudo o que está em baixo é como o que está em cima”, recorda, evocando a tradição hermética que atravessa a obra. Mais do que um concerto, trata-se de uma performance pensada ao detalhe. “A preparação não é só musical”, afirma Joana Gama. Inclui reflexão sobre o ambiente, a luz, o figurino e a forma de estar em palco. “Tudo faz parte”, diz, criticando uma formação musical que muitas vezes ignora a dimensão cénica. O gesto final, o silêncio depois da última nota, o modo de agradecer, são música também. A escuta, do lado do público, é igualmente convocada. Joana Gama acredita que ouvir ao vivo permite uma experiência mais profunda: “num concerto há imersão, há tempo, não há telemóveis”. Mesmo que a obra cause estranheza a quem espera as Gymnopédies ou as Gnossiennes, essa surpresa faz parte do processo. Questionada sobre o que continua a ser radical em Erik Satie, a pianista aponta a liberdade e a curiosidade do compositor. “Experimentou sem obedecer a regras”, diz, lembrando a atenção obsessiva ao detalhe, a caligrafia cuidada, a relação com outras artes. Apesar de ser frequentemente vista como especialista, recusa o rótulo: “a minha relação com Satie é emotiva; toco as peças que gosto”. Essa relação estende-se à música contemporânea e a compositores como Hans Otte ou Federico Mompou. “Procuro desacelerar o tempo”, afirma, defendendo repertórios que criam espaços de calma num mundo acelerado. “Estar parado e em silêncio é quase revolucionário”, diz, numa época obcecada pela produtividade e pelos números. O trabalho com públicos diversos, incluindo crianças e contextos descentralizados, é outra vertente essencial. Concertos de pequena escala, proximidade e ligação à natureza são, para Joana Gama, formas de resistência e de sentido. “Há muita vida para além das grandes salas”, sublinha. Sem apressar o tempo, olha para 2026 com novos projectos: um álbum com a música de Ivan Vukosavljević, a itinerância de espectáculos "As árvores não têm pernas para andar", "Pássaros e Cogumelos" e "E as flores?" e a possibilidade de um novo projecto multidisciplinar.
A morte segue sendo um dos grandes tabus da nossa sociedade, e esse silêncio pode agravar a dor de quem vive o luto. O programa “O Silêncio do Luto: Por que não sabemos falar sobre a morte?” explora como evitamos falar sobre a finitude da vida e como esse não-dito afeta a forma como lidamos com a perda, trazendo relatos, reflexões e vozes que revelam a urgência de romper com esse silêncio.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no primeiro semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Isa Rocha. Locução da Vinheta por Gustavo Wendler. Estágio docência de Luiza Zanotti. Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.
O que realmente importa está entre você e Deus! O Silêncio é muito mais PODEROSO do que provar que você está certo
É curioso falar de Silêncio como algo que comunica. Estamos acostumados a pensar que só a palavra, a linguagem comunicam. Tendemos a interpretar o silêncio como ausência, como vazio de sentido, no entanto o silêncio é repleto de sabedoria, ele comunica o que a fala não alcança.Isso pode soar estranho para nossa cultura barulhenta, acostumada com excesso de ruídos e onde estamos sendo sempre convidados a falar, argumentar, se expressar e emitir opiniões sobre tudo.É importante ressaltar que existe um tipo de silêncio negativo, o silêncio da repressão, da omissão, da raiva, seria o silêncio como ausência e não como presença, porém existe um silêncio, que segundo os sábios do caminho contemplativo, é condição indispensável para o encontro e presença de Deus, o silêncio como Linguagem do Sagrado.
Às vezes a vida cria urgências dentro da gente.Vem aquela vontade de resolver tudo na hora, de ajeitar o que machuca, de trazer clareza para o que parece injusto.É natural querer acelerar o desfecho quando o coração está apertado.Mas existe um tempo perfeito para cada coisa.Um tempo que organiza o que a pressa embaralha.Um tempo que costura feridas com mais delicadeza do que qualquer palavra apressada.Quando somos mal interpretados, nasce o impulso de explicar.Queremos revelar intenções, mostrar a verdade, ajustar percepções.Faz parte da alma humana desejar ser compreendida.Só que há situações em que a explicação perde força.O coração alheio está fechado, distraído, distante.E é aí que o silêncio, antes confundido com fraqueza, se transforma em maturidade.O silêncio preserva.Protege.Poupa batalhas desnecessárias.E abre espaço para algo maior agir a seu favor.O tempo, com sua calma certeira, ilumina fatos, revela intenções, recoloca tudo em equilíbrio.Mostra quem estava ao seu lado por verdade e quem apenas passava por perto.Mostra o que era profundo e o que era só barulho.Enquanto isso, por dentro, a gente cresce.A alma ganha fôlego, aprende a respirar diante do que antes tirava o ar.Descobre que o valor pessoal floresce quando não depende de aprovação externa.Descobre que a paz interior vale mais do que qualquer justificativa.Porque o que é verdadeiro permanece.O que é íntegro sustenta a própria força.O que nasce do coração resiste ao tempo.E quando a vida vira a página — porque ela sempre vira — aquele peso antigo se dissolve.O que parecia injusto se revela aprendizado.E você percebe:“Meu silêncio foi coragem. Minha espera foi sabedoria.”A verdade sempre encontra caminho.Chega no instante certo, com uma suavidade que palavra alguma alcança.Até lá, cuide de si.É no cuidado do coração que a vida reencontra o rumo.
Às vezes a vida cria urgências dentro da gente.Vem aquela vontade de resolver tudo na hora, de ajeitar o que machuca, de trazer clareza para o que parece injusto.É natural querer acelerar o desfecho quando o coração está apertado.Mas existe um tempo perfeito para cada coisa.Um tempo que organiza o que a pressa embaralha.Um tempo que costura feridas com mais delicadeza do que qualquer palavra apressada.Quando somos mal interpretados, nasce o impulso de explicar.Queremos revelar intenções, mostrar a verdade, ajustar percepções.Faz parte da alma humana desejar ser compreendida.Só que há situações em que a explicação perde força.O coração alheio está fechado, distraído, distante.E é aí que o silêncio, antes confundido com fraqueza, se transforma em maturidade.O silêncio preserva.Protege.Poupa batalhas desnecessárias.E abre espaço para algo maior agir a seu favor.O tempo, com sua calma certeira, ilumina fatos, revela intenções, recoloca tudo em equilíbrio.Mostra quem estava ao seu lado por verdade e quem apenas passava por perto.Mostra o que era profundo e o que era só barulho.Enquanto isso, por dentro, a gente cresce.A alma ganha fôlego, aprende a respirar diante do que antes tirava o ar.Descobre que o valor pessoal floresce quando não depende de aprovação externa.Descobre que a paz interior vale mais do que qualquer justificativa.Porque o que é verdadeiro permanece.O que é íntegro sustenta a própria força.O que nasce do coração resiste ao tempo.E quando a vida vira a página — porque ela sempre vira — aquele peso antigo se dissolve.O que parecia injusto se revela aprendizado.E você percebe:“Meu silêncio foi coragem. Minha espera foi sabedoria.”A verdade sempre encontra caminho.Chega no instante certo, com uma suavidade que palavra alguma alcança.Até lá, cuide de si.É no cuidado do coração que a vida reencontra o rumo.
Um padre de Cascavel (PR) passou 15 anos usando a batina para esconder crimes perturbadores: sob o disfarce de cura espiritual, drogava e abusava sexualmente de fiéis, incluindo crianças. Como um caso tão grave permaneceu oculto por tanto tempo? Assista ao IC News e entenda o mecanismo cruel por trás dos abusos.Assista também: https://www.youtube.com/watch?v=Kn6Sk8DzAUs&list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Esta semana, temos na estante o ensaio “Imaginação: Cores, Deuses, Viagens e Amores”, de Francisco Louçã; o terceiro volume da “Conta-Corrente”, de Vergílio Ferreira; contos de Clarice Lispector em “A Legião Estrangeira”; e a reedição (aumentada) de “O Silêncio dos Poetas”, de Alberto Pimenta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do podcast Mulheres Reais, a conversa foi sobre um tema urgente: a crise de saúde mental que atravessa o Brasil e o mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que uma em cada oito pessoas convive com algum transtorno mental — e, segundo a convidada do episódio, Tide Setúbal, psicóloga, psicanalista e coordenadora do programa Saúde Mental e Territórios Periféricos, essa realidade é ainda mais dura quando se olha para quem vive nas periferias urbanas. “A saúde mental não é solta no espaço. Ela está ligada ao modo como vivemos — à renda, ao tempo de deslocamento, à moradia, às relações familiares, à cor da pele, ao gênero, à solidão e à falta de lazer”, afirma. Para Tide, os fatores estruturais da vida cotidiana são determinantes no adoecimento psíquico. Mulheres sobrecarregadas, mães solo, pessoas negras e moradores de regiões periféricas enfrentam pressões múltiplas e, muitas vezes, não encontram acolhimento adequado na rede pública. Segundo a especialista, há um cenário alarmante: os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) estão lotados, especialmente nas regiões mais vulneráveis. “Há CAPS que deveriam atender 300 pessoas por mês e hoje cuidam de mil”, relata. Nas UBSs, o quadro é semelhante — e em muitos casos, o atendimento é feito por uma “meia psicóloga”, profissional que se divide entre duas unidades. Para tentar suprir essa carência, Tide Setubal coordena o projeto Territórios Clínicos, que apoia iniciativas locais e clínicas comunitárias nas periferias de São Paulo. O grupo também mapeou serviços públicos e sociais que oferecem atendimento psicológico gratuito ou de baixo custo, disponíveis no site do instituto que leva o nome de sua avó, a Fundação Tide Setúbal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em novembro de 1957, a polícia da pequena Plainfield, Wisconsin, entrou em uma fazenda isolada e fez uma das descobertas mais horríveis da história criminal dos Estados Unidos. Entre móveis de pele humana e rostos pendurados nas paredes, revelava-se o mundo de um homem que inspiraria personagens como Psicose, O Massacre da Serra Elétrica e O Silêncio dos Inocentes.Sugira casos: casosreaispodcast.com.brApoie e receba episódios antes: apoia.se/casosreaisSiga: @casosreaisoficial | @erikamirandasRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeos
Neste episódio ligamos o podcast no modo Supercine e analisamos em detalhes a música de Howard Shore para o clássico O Silencio dos Inocentes (1991), com os astros especialmente convidados Camila Henriques e Vincent Sesering, do Sábado Sem Legenda. Bom podcast!
O Opinião desta semana, apresentado por Rita Lisauskas, reflete sobre a saúde mental masculina e a repressão de sentimentos.Apesar dos avanços nas discussões sobre saúde mental, muitos homens ainda enfrentam barreiras para reconhecer e expressar seus sofrimentos psíquicos. O silêncio, sustentado por estigmas e expectativas de masculinidade, impede que busquem ajuda de forma precoce. Especialistas reforçam a importância de criar espaços seguros para que homens possam se abrir, falar sobre seus sentimentos e construir relações mais saudáveis. Nesse cenário, movimentos como a chamada cultura red pill, que reforçam estereótipos tóxicos e alimentam o isolamento emocional, surgem como um risco adicional ao bem-estar. Para falar sobre o assunto, recebemos o psicólogo e escritor Alexandre Coimbra Amaral e o psicoterapeuta e psicanalista Gustavo Andrade Soares.#SomosCultura #TVCultura #Jornalismo #GenZ #Masculinidade #Repressão▶️ BAIXE O APLICATIVO CULTURA PLAY ▶️Play Store: http://bit.ly/3KUUHhIApple Store: http://apple.co/3LgEK72Inscreva-se no canal e clique no sininho para ser notificado das novidades!Siga as redes do Jornalismo TV Cultura!Facebook: / jornalismotvcultura Twitter: / jornal_cultura Instagram: / jornalismotvcultura TikTok: https://www.tiktok.com/@jornalismotvc...Site: https://tvcultura.com.br/
O amor raramente acaba com uma briga.Na maioria das vezes, ele se apaga no silêncio.Quando o “boa noite” vira automático, quando as conversas se tornam checklists e o riso desaparece aos poucos… o que morre não é o sentimento, é a conexão.Neste episódio, eu te convido a olhar para os sinais sutis da desconexão emocional, aquele momento em que o amor ainda existe, mas o vínculo está adoecido. Vamos falar sobre o que o cérebro faz quando o diálogo some, como o silêncio afeta a liberação de dopamina e ocitocina, e o que você pode fazer para reativar o vínculo emocional sem precisar brigar ou implorar.Porque o amor não precisa de barulho.Precisa de presença.Ouça agora o novo episódio 211 do Amor & Terapia: “Quando o amor adoece e o silêncio vira rotina”
Ouça a palavra ministrada pelo Pr. Léo Maia, no culto de domingo a noite, em 19/10/2025, na Igreja de Nova Vida em Santa Cândida.Ester 2.17
Dando sequência ao nosso especial sobre as scream queens do cinema de horror, voltamos ao início dos anos 1960 para falar sobre a rainha do gótico italiano: Barbara Steele. Desde sua primeira parceria com o diretor Mario Bava no icônico A Maldição do Demônio (1960), a atriz britânica se consolidou como o grande rosto do subgênero. Acompanhe-nos então neste RdMCast que investiga as origens do envolvimento de Steele com o cinema italiano e celebra tanto a inexistência de um código de censura na Itália sessentista quanto estúdios que não derrubam filmes disponíveis na íntegra no YouTube. Entre adaptações de Edgar Allan Poe, aparições de Edgar Allan Poe, fantasmas, vampiros e bruxas, analisamos os principais papéis da carreira de uma atriz que frequentemente trabalhava dobrado, seja por interpretar duas personagens ou por dublar sua própria voz. Então prepare-se para uma verdadeira viagem ao passado do cinema de horror e dê play neste episódio especial sobre a rainha do gótico: Barbara Steele.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabi Larocca e Gabriel Braga.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Horror:A Maldição do Demônio / Black Sunday (1960)O Poço e o Pêndulo (1961) – só mencionar, deixar pro especial Corman/PoeRaptus – O Diabólico Dr. Hichcock (1962)O Demônio e o Dr. Hichcock (1963)Dança Macabra (1964)A Máscara do Demônio / Os Longos Cabelos da Morte (1964)Terror no Cemitério (1965)Amor de Vampiros (1965)The She Beast (1966)Um Anjo para Satã (1966)A Maldição do Altar Escarlate (1968)Calafrios (1975)Piranha (1978)Dark Shadows (série, 1991)O Segredo Da Borboleta (2012)The Mill at Calder's End (curta, 2015)Le Fantôme (curta, 2016)Minutos Depois da Meia-Noite (2016)Outros filmes:8½ (1963)O Jovem Törless (1966)O Incrível Exército Brancaleone (1966)Celas em Chamas (1974)Menina Bonita (1978)Sombra no Escuro (1979)Por Trás da Fé (2005) – produtoraRio Perdido (2014)Citações off topic:O Estranho que Nós Amamos (1971)O Estranho que Nós Amamos (2017)Holocausto Canibal (1980)O Caçador de Bruxas (1968)O Silêncio dos Inocentes (1991)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #523 – Especial Scream Queens: Barbara CramptonRdMCast #484 – Pânico Social e Vigilantismo: de Bullitt a Stallone CobraRdMCast #480 – Trilogia A MúmiaRdMCast #371- Os Monstros da Universal: Uma Breve HistóriaRdMCast #456 – Especial Roger Corman: o mestre dos filmes BRdMCast #353 – Especial Hannibal (the Cannibal) LecterRdMCast #312 – Especial David CronenbergRdMCast #370 – Especial A Hora do PesadeloINSIDER STORE COM ATÉ 50% OFF:Cupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Devocional 2025: Tudo Para Ele (Oswald Chambers)---Adquira um exemplar para acompanhar conosco:▸ E-Book: https://a.co/d/gEO1HGZ▸ Capa comum: https://a.co/d/6QCDR1V▸ Capa dura: https://a.co/d/07C0TDj▸ Capa luxo: https://a.co/d/60F62FB
No Papo Antagonista desta quinta-feira, 9, Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentaram o acerto inicial entre Israel e Hamas sobre a paz na Faixa de Gaza.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O silêncio que tanto ficamos incomodados quando queremos uma resposta de Deus pode ser a própria resposta em si. Este episódio busca refletir sobre o quanto o silêncio nos leva a respostas que não estão em Deus, mas em nós.Inscreva-se em nosso canal
É uma prestigiada atriz de teatro e a voz de inúmeras lutas sociais. Enquanto ativista participou na campanha pela legalização da IVG, deu a cara pela igualdade no casamento, pela despatologização das pessoas trans e integrou o grupo inicial que convocou a manifestação “Que Se Lixe a Troika — Queremos as Nossas Vidas”, de 15 de Setembro de 2012. Há mais de uma década, uma intervenção de Joana Manuel numa conferência em que falou da desesperança de uma geração precária, viralizou no Youtube com milhares de visualizações. Este ano, a atriz protagonizou no teatro a extravagante matriarca 'Mortícia' no musical “A Família Adams” e prepara-se para participar numa nova série da Netflix. Apesar das críticas ao atual Governo, e da precariedade da profissão, Joana deixa claro: “O teatro salvou-me a vida!” Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um juiz aposentado mata uma jovem ciclista enquanto dirigia alcoolizado e com uma mulher nua no colo. Depois de pagar uma fiança de um terço de seu salário, ele é liberado. Será que a justiça é realmente cega? Assista a este IC News e tire suas próprias conclusões.#investigaçãocriminal #crimesreais #ciclista Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Dois anos após o desaparecimento de Suzanne Morphew, o caso parecia encerrado — Barry estava solto, processando o Estado, e a família tentava seguir em frente. Mas a verdade… tem o estranho hábito de emergir quando menos se espera.Produção: Crimes e Mistérios BrasilNarração: Tatiana DaignaultEdição: Tatiana DaignaultPesquisa e Roteiro: Tatiana Daignault Fotos e fontes sobre o caso você encontra aquiO Café Crime e Chocolate é um podcast brasileiro que conta casos de crimes reais acontecidos no mundo inteiro com pesquisas detalhadas, narrado com respeito e foco nas vítimas.Não esqueça de se inscrever no podcast pela sua plataforma preferida, assim você não perde nenhum episódio. Siga-nos também em nossas redes sociais:Instagram Facebook X AVISO: A escolha dos casos a serem contados não refletem preferência ou crítica por qualquer posição política, religião, grupo étnico, clube, organização, empresa ou indivíduo.
Com as diversas denúncias de assédio sexual envolvendo Macius Melhem, humorista da TV Globo, desenrolou-se um controverso processo judicial, que acabou expondo o silenciamento sistemático de vítimas. Assista a este IC News e confira os detalhes do caso.#caso #globo #investigaçãocriminalAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Leitura Bíblica Do Dia: 1 REIS 19:9-14 Plano De Leitura Anual: SALMOS 29–30; ATOS 23:1-15 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Se você gosta de paz e sossego, saiba que existe um local que você absorve 99,99% de todo o som! A famosa câmara anecoica (livre de eco) dos Laboratórios Orfield foi chamada de “o lugar mais silencioso da Terra”. As pessoas que querem experimentar esse espaço sem nenhum som são obrigadas a sentar-se para evitar a desorientação pela falta de ruído, e ninguém jamais conseguiu passar mais de 45 minutos nele. Poucos de nós precisam de tanto silêncio e, às vezes, ansiamos pelo silêncio num mundo barulhento e agitado. Mesmo as notícias e as redes sociais que utilizamos trazem uma espécie de “ruído” que compete por nossa atenção. Muito disso é infundido com palavras e imagens que despertam emoções negativas. Mergulhar nessas coisas pode facilmente abafar a voz de Deus. Quando o profeta Elias foi ao encontro de Deus, no monte Horebe, não o encontrou no vento forte e destrutivo, no terremoto ou no fogo (1 REIS 19:11-12). Foi só quando Elias ouviu um “suave sussurro” que cobriu o rosto e se aventurou a sair da caverna para se encontrar com o “Senhor, o Deus dos Exércitos” (vv.12-14). Seu espírito pode desejar o silêncio, e sobretudo, pode desejar ouvir a voz de Deus. Busque espaço para o silêncio para que você nunca perca o “suave sussurro” de Deus (v.12). Por: CINDY HESS KASPER
Com Joana Azevedo
O Silêncio de Deus #1 | Pr. João Brito | 22/12/24
O Silêncio de Deus #2 | Pr. João Brito | 22/12/24
No Fórum Onze e Meia de hoje: O motivo do silêncio do clã Bolsonaro sobre fuga de Zambelli; Eduardo Bolsonaro é lambe-botas de Trump, diz Lula; Moraes manda recadoParticipam do programa o jornalista Glauco Faria e o advogado Fernando FernandesApresentação de Dri Delorenzo e comentários de Renato Rovai.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
00:00 Gringos quebram o silêncio sobre o Brasil00:10 Quem é Rob Correa00:25 O que está acontecendo no Brasil01:02 Moodys rebaixou perspectiva da nota do Brasil01:59 Minha análise sobre o rebaixamento do Brasil02:40 O preço de um país sem credibilidade03:09 O governo tá perdido ou tem um plano?03:27 Minha análise sobre o que tá acontecendo de verdade03:56 E se o Brasil virar uma Argentina?04:18 Nota de crédito das agências04:35 Rombos fiscais04:54 Dívida pública05:06 Taxa Selic05:28 Conclusão
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Infantil é celebrado no próximo domingo, 18 de maio. No Brasil, 13 crianças e adolescentes são vítimas de algum tipo de violência sexual, física ou psicológica a cada hora. São mais de 115 mil vítimas por ano, segundo o Atlas da Violência 2025, divulgado nesta semana pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Neste episódio, Natuza Nery ouve o relato de uma dessas vítimas, a artista Georgia Bergamim. Aos 34 anos, Georgia teve sua história contada no documentário ‘Apesar de'. No Assunto, ela relembra quando percebeu que era vítima do padrasto e como foi silenciada por pessoas próximas. “Enquanto eu era criança, nunca senti confiança em poder falar sobre isso”, diz, ao lembrar como “emitia sinais” de que havia algo errado. Ela fala como a rotina de abusos marcou a forma com que ela lida com o próprio corpo. E relembra os mecanismos que a ajudaram a lidar com o trauma. Participa também do episódio a advogada Luciana Temer, diretora-presidente do Instituto Liberta, que atua no enfrentamento da violência sexual contra menores. Luciana expõe a existência de uma “epidemia de abusos” que pode ser ainda maior: segundo ela, apenas 11% dos casos são denunciados.