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A estagiária vivia ficando sozinha no escritório e aproveitava pra matar tempo falando com o namorado, até o dia em que esqueceu sua conta logada com as conversas privadas abertas pra qualquer um achar!
Esta semana, Luís Pedro Nunes, Pedro Marques Lopes, Clara Ferreira Alves e Daniel Oliveira analisam as polémicas que têm marcado o Governo e deixaram fragilizados os ministros da Educação e da Administração Interna. No plano internacional, debatem os novos ataques entre os EUA e o Irão, a disputa pelo Estreito de Ormuz, novamente bloqueado, e uma guerra que se arrasta sem solução à vista. Ouça o Eixo do Mal em podcast, emitido na SIC Notícias a 16 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ep. #261 - Livro AbertoEdição especial: Releitura de Crepúsculo | Comentando o capítulo dois.MANDE SUA CORUJA PARA: mundopottercast@gmail.comRedes: @mpottercast @ithasant e @rodriguesphPIX: mundopottercast@gmail.comEdição: Itamar SantosRoteiro: Paulo RodriguesApresentado por Itamar Santos e Paulo Rodrigues#Crepúsculo
Em São Tomé e Príncipe, mais de 142 mil eleitores são chamados às urnas, este domingo, 19 de Julho, para escolher o próximo Presidente da República. Há quatro candidatos a concorrer ao escrutínio: Carlos Vila Nova (recandidato ao cargo) e ainda Eugénio Tiny, Nito D'Abreu e Miques João. A RFI fez um balanço da campanha eleitoral em São Tomé e Príncipe com o analista político são-tomense, Abílio Neto, radicado em Portugal, a quem começámos por perguntar qual dos candidatos chega ao fim da campanha eleitoral em melhor posição e porquê. RFI: Qual dos candidatos chega ao fim da campanha em melhor posição e porquê? Abílio Neto: Essa é uma pergunta muito complicada porque tem duas respostas. A primeira resposta é que, relativamente a quem poderá vir a ser o vencedor, eu tenho dúvidas de que possam existir certezas nessa altura. É evidente que o incumbente parte sempre como favorito. Entretanto, nós sabemos também que, de uma forma global, na política, hoje, os incumbentes, por via do desgaste, por via de uma série de situações específicas do momento que nós vivemos, os incumbentes têm estado a perder sucessivamente eleições. Não sei se São Tomé e Príncipe confirmará essa tendência global, mas desconfio profundamente que sim, que possa também fazer parte dessa tendência global. Mas também existe aqui uma outra situação, que é uma situação específica de São Tomé e Príncipe. Neste momento, vemos, mais do que nunca, uma espécie de polarização geral e generalizada, que deixa em aberto o resultado final. Portanto, entre os dois grandes favoritos, Miques João e o actual Presidente Vilanova, um deles vencerá as eleições. Eu não tenho a certeza de que existam, nesta altura, dados que nos possam indicar, com certeza e com rigor, os favoritos inquestionáveis. Agora, há aqui uma outra questão, que é saber quem pode vencer as eleições não ganhando as eleições. RFI: Há algum que se destaca nesse sentido? Abílio Neto: Há, sim senhora. Eu acho que o advogado Miques João, personagem um pouco complicada e complexa no nosso ambiente político, demasiado activista, demasiado interventor, demasiado polémico, demasiado, diria eu, até ziguezagueante, mas que, neste final de campanha, tem dado notas de alguma ponderação, de alguma compreensão do sistema e até de alguma moderação no discurso. Isso parece-me que é uma boa notícia porque começava-se a cair numa espécie de descrédito generalizado, em que se olhava para as candidaturas praticamente como uma espécie de acto de voluntarismo pessoal e individual, sem que houvesse substância que sustentasse esse ímpeto para se ser candidato. Agora começamos a perceber que todos eles, todos os quatro, têm qualidades para poderem ser presidentes de São Tomé e Príncipe, alguns com mais qualidades, outros com menos. RFI: Considera que durante a campanha foi dada mais visibilidade a Carlos Vila Nova do que a outros candidatos? Pergunto-lhe que hipóteses tiveram os outros candidatos para também se fazerem ouvir e falar com os eleitores? Abílio Neto: Em termos institucionais, o que tem que ver com o previsto na legislação eleitoral e também na Constituição de São Tomé e Príncipe, há uma certa ideia de igualdade de oportunidades políticas para todos os candidatos ou para todas as candidaturas. Isso parece que está mais ou menos a cumprir-se. Toda a gente tem acesso à comunicação social pública. Houve um debate entre os quatro. Houve entrevistas individualizadas com os candidatos na televisão de São Tomé e Príncipe. Houve, e tem estado a haver também na RTP África, entrevistas curtas, mas muito interessantes, com os quatro candidatos. A esse nível, não há grande questão. O problema está no financiamento das campanhas. Há, de facto, duas campanhas que se destacam, destacando-se ainda mais a campanha do actual Presidente da República. Eu acho que está a ser exagerada toda a capacidade financeira que tem para fazer campanha. Isso até começa a ser asfixiante para os próprios são-tomenses, que não querem e já nem sequer têm paciência para ver tanta ostentação de capacidade financeira por parte de uns candidatos, relativamente a outros candidatos. Em segundo, também vem o Nito Viegas d'Abreu, que é um candidato que vem de uma parte considerável da ADI, apoiado pelo Patrice Trovoada, o seu líder, que também mostra pujança financeira, comparando naturalmente com os outros dois candidatos, que têm muito menos recursos para o efeito. RFI: Na sua opinião, qual foi o tema que mais marcou a campanha? Temos conseguido falar com várias pessoas que se mostram revoltadas com a falta de combustível, a inflação, os apagões recorrentes, o mau estado das estradas. Para si, qual foi o tema mais marcante desta campanha? Abílio Neto: Bem, há aqui duas situações. A primeira, de uma forma geral, a campanha foi pouco rica do ponto de vista dos conteúdos políticos que definissem com clareza o que pensam os candidatos sobre uma série de assuntos que são assuntos de competência presidencial. Está na nossa Constituição as competências do Presidente da República num semi-presidencialismo de pendor parlamentar, como é o nosso, e gostaria de ouvir os candidatos a serem muito mais claros numa série de situações, que são situações limite e constam da nossa Constituição e que levantam e têm levantado muitos problemas. Sobretudo porque eu acho que é assim, e tem sido essa a nossa história democrática, tendo a Presidência um pouco como o foco da instabilidade política e governativa no país. Mais a Presidência do que o Parlamento e até do próprio Executivo. Sendo assim, sendo a Presidência o foco das crises políticas no país, o foco principal, eu gostaria de ouvir muito mais coisas dos candidatos sobre como eliminar esse foco. É evidente que existe essa coisa em São Tomé e Príncipe de não se conseguir distinguir a Presidência do Presidente, o que torna naturalmente o exercício do cargo muito mais personalizado e individualizado do que propriamente institucional. E daí a crise profunda da nossa democracia a partir da Presidência. Bem, isso é um caso. É o meu olhar. Agora, a questão é outra. O Presidente Vila Nova, que é o incumbente, fez um exercício terrível de recuo no nosso ambiente institucional e, sobretudo, no Constitucional. Ele demitiu um governo e promoveu um governo de iniciativa presidencial. Isso não existe na nossa Constituição, não existe na nossa legislação e nem sequer existe na lógica da ciência política que sustenta a nossa Constituição. RFI: Esse episódio de que está a falar gerou uma forte disputa política no país. Será que, depois desse período conturbado, estas eleições poderão representar um momento de estabilização, na sua opinião? Abílio Neto: Pode ser, e era aqui que eu queria chegar quando chamei esse momento, que foi um momento importantíssimo, na minha perspetiva porque é o momento em que o Presidente, ao contrário daquilo que o semi-presidencialismo aconselha, o Presidente junta-se ao executivo porque o executivo é um executivo dele. Foi ele que, para lá da Constituição e para lá daquilo que a Constituição lhe diz para fazer, ele cria um governo que é um governo seu. Portanto, aqui está o segundo ponto: se o governo não consegue ser performante, o Presidente é o principal responsável por aquilo que acontece no executivo. Não há outra forma de olhar. E é assim que a cidadania, que o povo, está a olhar para estas eleições e a olhar para o incumbente. Está também a avaliar o governo de iniciativa presidencial que ele propôs e impôs ao país. E o que é que esse governo tem de relevante? Tem de relevante que ele é muito impopular, e é muito impopular exactamente pelo quadro económico e social que a Stefanie Palma acabou de contextualizar e que é o real... A crise energética, a crise de acesso à água, uma série de crises que afectam o quotidiano da vida das pessoas e, naturalmente, também o encarecimento geral do poder de compra. Isso é evidente para todos. Portanto, quando as pessoas olham para o atraso no pagamento dos ordenados, etc., etc., e das reformas, enfim, uma série de problemas que o governo teve, que não tem necessariamente que ser responsabilidade do governo, podem ser responsabilidades até importadas e algumas delas efectivamente são importadas pela circunstância internacional que nós conhecemos. Mas muitas delas têm a ver com a atitude do governo e essa ligação intrínseca entre o Presidente e o actual governo. Qualquer são-tomense que vive no país ou fora do país e que olhe para a nossa política percebe exactamente isso que eu acabei de dizer aqui. RFI: Há muitas questões, de facto, em aberto. Pergunto-lhe agora até que ponto é que estas eleições presidenciais podem e vão influenciar as legislativas marcadas para o próximo mês de Setembro? Abílio Neto: Vão influenciar muito e, na minha perspectiva, vão influenciar muito porque todo o quadro político-partidário está fraccionado, está debilitado. Os partidos tradicionais estão todos eles a viver à base de conflictualidade intensa entre facções. O que é que isso quer dizer? Quer dizer que existe aqui uma possibilidade, uma abertura para serem partidos regeneradores, partidos que não tenham ligação ao sistema, que não têm ligação a agentes do sistema, que tenham toda uma linguagem e todo um discurso que ultrapasse, diria eu, os vícios do sistema. Para mim, essa é que é a perspectiva interessante: tentar perceber se, na sociedade civil são-tomense, se a cidadania são-tomense está capaz de propor alternativas, muito mais do que olhar para o quadro tradicional dos partidos políticos, onde não se vê que venha nada de novo nem nada de especialmente interessante.
hoje o dia é dela. 4.4texto de @titatuifmusica perla - sadegravei numa noite em que ela chorou, sentiu e mergulhou em dores. 16.01gravei com o peito pesado, agoniado... mas esperançoso de que é uma fase dura, necessaria, porém uma fase. qie já tenha passado superado e transformado.
Na pauta do programa Acerto de Contas, da Rádio Gaúcha:Apresentação: Giane Guerra- Ferrovias do RS têm carga e são viáveis, garante ministro dos Transportes- Juro do consignado CLT terá teto menor, garante ministro da Fazenda- Durigan ainda tenta convencer bancos a aderirem ao Desenrola Adimplentes- Varejo quer fim da taxa das blusinhas "brasileiras" e cria calculadora do imposto de 555 produtos- Sob gestão de empresa de 92 anos, hospital está com 120 empregos para reabrir na Região Metropolitana- Gigante dos shoppings finaliza centro de bem-estar e prepara novas torres em bairro de R$ 3,4 bi- Aberto em 2023 e alagado na enchente, atacarejo fecha as portas em Porto Alegre- Clube de padel é instalado com R$ 3,5 milhões no 4º DistritoProdução: Isadora Terra e João Pedro CecchiniEdição de áudio: Fernando Bortolin, Christan Raphael, Paulo Fraga, Eduarda Brum e Fabricio CorreaPatrocínio: Sindilojas Porto Alegre, Marcopolo, Be8 e Corsan
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (09):Os Estados Unidos e o Irã trocaram ataques durante a noite desta quarta-feira (08) e a madrugada desta quinta-feira (09). Pelo menos 90 instalações e alvos militares do Irã foram atacados pelos EUA. A ofensiva fez com que a Marinha iraniana interrompesse a reabertura do Estreito de Ormuz. Fabrizio Neitzke traz mais informações sobre o conflito no Oriente Médio. A Ucrânia realizou novos ataques contra o território russo. Em uma operação coordenada, drones de Kiev cortaram o espaço aéreo e atingiram refinarias estratégicas e bombardearam navios-tanque russos no mar de Azov. Os ataques ocorrem após os Estados Unidos autorizar o uso do sistema de defesa Patriot. Um documento judicial brasileiro divulgado por parlamentares republicanos dos Estados Unidos voltou a colocar decisões da Justiça brasileira no centro do debate sobre liberdade de expressão e alcance das ordens judiciais. O documento mostra uma decisão de um juiz da Justiça paulista determinando que Facebook, Instagram e Telegram identifiquem o responsável por um perfil e suspendam a conta em até 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 30 mil. Os temas prioritários do governo federal podem ficar para depois das eleições. Entre eles, o fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública. O Congresso entrará em recesso no dia 18 de julho, voltando apenas no dia 31. Além disso, as campanhas eleitorais começarão no dia 13 de agosto. No meio deste período, Câmara e Senado terão uma espécie de “esforço concentrado” por algumas semanas. A expetativa é que nada de importante seja votado durante o período. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram nesta quinta-feira (9) a segunda fase da Operação Monã para investigar um esquema de fraudes em benefícios do INSS destinados a indígenas no sul da Bahia. A Justiça bloqueou mais de R$ 1,5 milhão em contas dos principais investigados e determinou o sequestro de um veículo. A estimativa é que as fraudes tenham causado prejuízo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (08), a admissibilidade da PEC que acaba com a aposentadoria compulsória como punição disciplinar para magistrados e membros do Ministério Público. Atualmente, juízes e promotores que cometem faltas graves ou crimes são afastados do cargo, mas continuam recebendo salários vitalícios proporcionais. O texto passará por dois turnos de votação na Câmara. Reportagem: Thaís Sprovieri. O desentendimento entre o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ainda é assunto semanas após o início da crise. Nesta quinta-feira (09), em sua chegada ao Brasil, Flávio disse estar aberto a conversar com Michelle e falou em esperar o tempo dela para retorno à campanha. O Partido Novo (TCU) entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para suspender R$ 763 milhões em publicidade do governo federal. A sigla alega que os recursos estariam sendo usados para promover a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em desacordo com a finalidade constitucional da comunicação pública. O partido também pede a anulação dos contratos questionados. O PSDB não lançará candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. A decisão foi sacramentada após o deputado federal e presidente nacional da legenda, Aécio Neves (MG), desistir de encabeçar o projeto ao Planalto. Protagonista das disputas presidenciais contra o PT por décadas, a sigla tucana encolheu e ficará de fora da corrida principal. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Em Vilar de Mouros, concelho de Caminha, há uma escola com transporte e cantina gratuitas, mas precisa de mais 3 crianças para manter o único jardim de infância da freguesia de portas abertas. Edição Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Nesse vídeo eu e o Schiller respondemos as perguntas de vocês sobre relacionamento com muita sinceridade e sem filtro
Saudações, pessoas!Hoje é dia de estreia, e que estreia, no Vira: Dani Balbi, é uma professora, roteirista, escritora, militante, filiada ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e que em 2022 se elegeu Deputada Estadual no Estado do Rio de Janeiro consagrando-se comoa primeira parlamentar transsexual da história da ALERJ.A articulação e a clareza de pensamento de Dani cativam e surpreendem, bem como suas referências sempre muito embasadas, seu compromisso político-ideológico e a vontade de representar de fato os ideais que à levaram à Assembleia. A conversa passa pelas possibilidades da militância comunista na contemporaneidade, as formas de fazer política série em meio à selva que se transformou o debate púbico hoje e, claro, os rumos de algumas pautas que são dela, enquanto deputada estadual, mas dizem respeito à vereança nas cidades, ao parlamento federal, à presidência e à todo mundo - eis que: nosso futuro em jogo!Taca play e se prepare para #Aulas Expediente:Pai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Garota da Capa: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A RECORD teve acesso exclusivo a novas imagens da tentativa de assalto a um policial civil de folga, que terminou com seis pessoas feridas em uma estação de metrô no centro de São Paulo, no último sábado (30). E ainda: Seleção brasileira faz treino aberto na tarde desta quarta-feira (3) nos Estados Unidos.
Mais de 20 anos após o crime que marcou o país, o nome de Suzane von Richthofen volta a repercutir: com a morte do tio dela, a história ganha um novo e polêmico capítulo. Entre uma acusação de furto e a disputa por uma herança milionária, a pergunta que não quer calar é: Suzane pode voltar à prisão? Descubra os possíveis desdobramentos do caso no IC News.#crimesreais #casosreais #investigacaocriminal Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
No Bom Dia, Minha Vida de hoje, Isadora Basile comenta a divisão da Embracer Group em duas empresas e a criação da Fellowship Entertainment, que assume Senhor dos Anéis, Tomb Raider, Kingdom Come e Metro. A Warhorse Studios confirma RPG de mundo aberto em Terra Média e novo Kingdom Come em desenvolvimento, a PlayStation marca State of Play para 2 de junho com Marvel's Wolverine, um novo showcase britânico é anunciado para julho, o Warhammer Skulls 2026 revela data de Dawn of War IV e nova classe em Darktide, a Bungie confirma o fim das atualizações de Destiny 2, e dois novos estúdios independentes abrem as portas formados por ex-devs de BioWare e pelo diretor de Returnal._________________❤️____________________
Secretário Executivo da Educação - Valorização profissional e processo seletivo para professores
Tema: VI Fórum Aberto ao Combate do Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes Apresentação: Kaká Rodrigues - Comunicador Convidado: Abner Morilla – Pastor, Psicólogo, pós-graduação em Aconselhamento e doutorado em Ciências (com concentração em Psiquiatria). No programa de hoje da RTM Brasil, conversamos com Abner Morillha sobre a importância da prevenção e do combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Durante a entrevista, falamos sobre a campanha Maio Laranja, sinais de alerta, proteção no ambiente digital e o papel da família, igreja e sociedade nessa missão tão necessária.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pleno aberto co alcalde de Malpica. Eduardo Parga fala das obras que ten en marcha o previstas para próximas datas, a licitación do SAF e o Centro de Día, o turismo, a economía ou a vivenda.
Ciro Gomes (PSDB) anunciará no próximo sábado, 16, que será candidato a governador do Ceará nas eleições de outubro. Ele também foi cogitado para concorrer novamente a presidente.#cirogomes #elmano #governo #ceará #live #política #ceará #eleições2026 #noticias #bolsonaro #presidente #lula #governador Com Jade Romero (PT) buscando uma vaga de deputada estadual, está aberta a vaga de candidatura para vice de Elmano de Freitas (PT).Estes serão alguns dos temas do Jogo Político #521.O Jogo Político vai ao ar ao vivo no YouTube às segundas e quintas-feiras, às 14 horas. E às 17 horas, nos mesmos dias, na TV O POVONosso programa também está disponível do O POVO+, e se você não é assinante, você pode assinar do Streaming do O POVO em https://mais.opovo.com.br/
(3:36) Coñecemos todos os detalles do festival Coruña Comunica Ciencia con David Ballesteros de Ceo Aberto. (13:04) Efeméride do 5 de febreiro con Moncho Núñez. (14:31) Incorporamos á tripulación de Efervesciencia a Senén Barro, director do CITIUS e catedrático de Ciencias da Computación e a Intelixencia Artificial da USC. A partir de relatos do propio Barro, que adaptamos á radio, imos tratando diferentes cuestións en torno á Intelixencia Artificial. Sobre a súa historia, os seus impactos e as derivadas éticas das Tecnoloxías Intelixentes. Hoxe comezamos cun texto titulado "A extinción de persoas e máquinas" no que a lingua humana é a protagonista.
População que mora sozinha mais que dobra no Brasil em 13 anos. Lenda do basquete Oscar Schmidt morre aos 68 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pleno Aberto co alcalde de LAxe, Paco Charlín, falando de obras, o proxecto da mina de Coéns, turismo, a economía local...
O À Prova de Bola desta semana aborda a participação dos clubes portugueses nos quartos de final das competições europeias. Em análise estão a derrota caseira do Sporting e os empates de Braga e FC Porto. Os comentários ficam a cargo do Ailton Ricardo Pereira e do Mário Cagica.
Também neste noticiário: Cresce apoio público a reforma estrutural nos impostos de moradia na Australia, diz Anglicare. Igreja Católica prevê despesa de três milhões de euros para vítimnas de abuso sexual relacionados a entidade em Portugal. No Brasil, agência reguladora de energia inicia processo que pode encerrar a concessão da rede elétrica para a Enel em São Paulo.
O CAMINHO FOI ABERTO (SEXTA - FEIRA SANTA) - 03/04/2026 - BISPO GERSON CARDOZO.
A Copa do Nordeste ganha novos contornos: crise no futebol do Vozão e um possível “caminho aberto” para o Sport na competição. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam o momento dos principais clubes da Copa do Nordeste, além dos impactos na disputa e nas projeções do torneio. Vem com a turma!
Apresentado por Bruno Natal.--Aproveite os descontos da Insider Store com o cupom RESUMIDO: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDO--Grupo oficial da Insider no WhatsApp com Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOWPPBF--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--IA torna impossível apagar rastros digitais. Arte sintética não tem direito autoral. Aceleracionistas querem lucrar resolvendo problemas da tecnologia com mais tecnologia, enquanto a China já ganhou a corrida do código aberto.Acelerar para onde?No RESUMIDO #356: a privacidade não volta mais, arte sem tutor, aceleracionismo molda o Vale do Silício, China domina IA de código aberto e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/privacidade-pixelada-a-mitologia-da-ia-china-domina-ia-de-codigo-aberto
We speak with Brazilian cultural entrepreneur Filipe Assis, founder of Aberto, an exhibition platform that brings architecture to life with plenty of art and design. The fifth edition features Eduardo Longo’s Casa Bola.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O selecionador, em entrevista à Renascença, TSF, Antena 1 e Rádio Observador, fecha-se em copas sobre se renova, garante ter boa relação com Proença e não põe as mãos no fogo sobre o estado físico de Ronaldo.
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Do mércores 11 ao venres 13 de febreiro de 2026 terá lugar a segunda edición do festival “Coruña Comunica Ciencia”. Polo coruñés Teatro Colón desfilarán divulgadores como Eduardo Sáenz de Cabezón, Eva Cabanelas, Rocio Vidal (La Gata de Schrodinger), Patricia Barciela, Dosi Veiga, o cirurxián Diego González Rivas... Tamén se representará o espectáculo “Elemental”, haberá unha charla-concerto de música e matemáticas con Laura Farré, musica e IA con Sofía Oriana e gravación con público de Efervesciencia. Conversamos co organizador do festival, David Basllesteros de Ceo Aberto, que ofrece aos oíntes 100 entradas de balde. Para conseguir un código de desconto tes que escoitar a entrevista a Ballesteros ou tamén o podes atopar na nosa canle de Telegram, https://t.me/efervescentes https://coruñacomunicaciencia.es/
No décimo oitavo episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA , CVO do Grupo Alura, conversa com EDUARDO SANTOS , especialista em inteligência artificial na Lopti, sobre O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE SOFTWARE LIVRE, a diferença entre free software e open source e POR QUE LLAMA E OUTROS MODELOS NÃO SÃO TÃO “ABERTOS” QUANTO PARECEM. Uma discussão sobre licenças (GPL, MIT, BSD), comunidades brasileiras e o futuro do código aberto na era da IA! Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com você!
Crónica de Francisco Sena Santos.
O SantoFlow recebe novamente Thiago Mart e Gabriela Luz, o casal que forma o duo Mar Aberto, uma das duplas mais queridas da música brasileira, com mais de meio bilhão entre streamings e views nas músicas em canções que falam de amor, vida a dois e sentimentos profundos.Juntos na música e na vida, Thiago e Gabi retornam ao SantoFlow para uma conversa sincera sobre trajetória, relacionamentos, fé, desafios, recomeços e tudo aquilo que foi moldando a história deles ao longo dos anos.Neste episódio, falamos sobre a caminhada na música, a história do casal, a construção da vida a dois, experiências que marcaram sua jornada, a paternidade e maternidade com o pequeno Miguel, e como viveram processos importantes que transformaram sua forma de enxergar a vida, o amor e a fé.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuHallow: O Aplicativo de Oração Nº 1 do MundoReze todos os dias com o Hallow, o aplicativo de oração número um do mundo. Experimente 90 dias grátis através deste link especial: https://www.hallow.com/santoflowArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545ACN Brasil: Apoie os cristãos que mais precisam ao redor do mundoA Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre tem por missão sustentar a presença da Igreja em locais de extrema necessidade ou perseguição. É uma ponte de amor que liga quem pode ajudar àqueles mais necessitados. Com sua ajuda, muitos conseguem manter viva a fé diante dessas realidades. Doe agora e faça a diferença!✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
No primeiro episódio do ano, Aurélio Pena, Marcos Ferreira e Rogério Bordini retomam os eventos do 8 de janeiro de 2023 para pensar como a destruição de obras de arte reflete a forma de pensar que motivaram as ações golpistas nesse dia. E depois, como o restauro dessas obras pode ajudar a elaborar a reconstrução da democracia no país? No episódio, você escuta pesquisadores que explicam os impactos dos atos golpistas e também como foi o processo de restauro das obras danificadas. _________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO “Série – Reparos de um Ataque – 8 de Janeiro” – Ep.1 Restauros de um golpe Golpistas: Quebra tudo. Vamos entrar e tomar o que é nosso. Chega de palhaçada. Marcos: Quebradeira, gritaria e confusão. Ouvindo essa baderna, pode-se imaginar que estamos falando de um cenário de guerra. Mas esse foi o som ouvido durante os ataques antidemocráticos do 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Golpistas: Entremos no Palácio dos Três Poderes. Telejornalista: Milhares de pessoas invadiram a sede dos três poderes em 8 de janeiro de 2023. Elas não aceitavam a derrota de Jair Bolsonaro e pediam um golpe de Estado. Golpistas: Intervenção federal. Intervenção federal. Telejornalista: De lá pra cá, investigações da Polícia Federal descobriram que a tentativa de golpe começou meses antes. Políticos e militares alinhados a Bolsonaro se reuniram e elaboraram planos para permanecer no poder. Para eles, era importante que os manifestantes se mantivessem exaltados. Aurélio: Durante o atentado, os golpistas danificaram diversas obras de arte do Acervo Nacional, sendo elas de valor inestimável para a cultura, memória e história do nosso país. Quadros como o Mulatas à Mesa, do pintor Emiliano di Cavalcanti, o retrato de Duque de Caxias, do artista Oswaldo Teixeira e o Relógio de Baltasar Martinot são apenas alguns dos itens danificados e destruídos. Marcos: Os escombros de toda essa devastação não foram simplesmente abandonados. Hoje, tais obras estão restauradas, quase como se nada tivesse acontecido naquele dia fatídico. E é isso que a gente vai contar pra você nesta série, com dois episódios. No episódio de hoje, vamos rememorar como foi o dia da invasão à Brasília. Vamos também conhecer um pouco sobre as etapas do processo de restauro das obras que pertencem ao nosso Acervo Nacional, que você já consegue visitar novamente. E no próximo episódio, vamos explorar mais detalhes dos desafios técnicos e científicos em se estudar e restaurar as obras raras no Brasil, de forma mais aprofundada. Aurélio: Eu sou Aurélio Pena. Marcos: E eu sou o Marcos Ferreira. Aurélio: Nosso editor é Rogério Bordini. E este é o podcast Oxigênio. Vinheta: Você está ouvindo Oxigênio. Aurélio: Para entender a importância desse restauro, primeiro a gente precisa saber um pouquinho sobre o que foi o 8 de janeiro. Marcos: A mudança do ano de 2022 para 2023 foi o período de troca entre governos presidenciais no Brasil. Em 2022, o atual presidente Lula foi eleito com 50,9% dos votos contra 49,1% para o agora ex-presidente Bolsonaro, durante o segundo turno das eleições. Essa disputa acirradíssima representa uma enorme divisão política no Brasil, como nunca tivemos antes na nossa história. Aurélio: O cenário era de tensão. Durante anos, Bolsonaro vinha questionando a legitimidade das eleições e dando declarações favoráveis a um golpe de Estado, caso não vencesse as eleições. Bolsonaro: Nós sabemos que se a gente reagir depois das eleições vai ter um caos no Brasil, vai virar uma grande guerrilha, uma fogueira. Nós não podemos, pessoal, deixar chegar as eleições, acontecer o que tá pintado, tá pintado. Eu parei de falar em votos, em eleições há umas três semanas… Cês tão vendo agora que acho que chegaram à conclusão, a gente vai ter que fazer alguma coisa antes. Aurélio: Dessa forma, quando o ex-presidente foi derrotado nas urnas, ele já havia plantado as sementes de uma revolta antidemocrática que explodiu nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Marcos: Vale ressaltar que as inúmeras alegações de fraude eleitoral feitas por Bolsonaro nunca foram confirmadas. Pelo contrário, segundo um relatório encomendado pelo TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, que contou com uma análise de nove organizações internacionais independentes, o sistema eleitoral brasileiro é, abre aspas, ”seguro, confiável, transparente, eficaz, e as urnas eletrônicas são uma fortaleza da democracia”, fecha aspas. E ainda mais, o próprio ex-presidente nunca forneceu evidências que suportassem essas alegações. Aurélio: Em 8 de janeiro de 2023, uma semana após a posse de Lula, alguns grupos alinhados ao bolsonarismo, insatisfeitos com o resultado da eleição e, claro, influenciados por discursos de contestação ao processo eleitoral, organizaram as manifestações que culminaram na invasão de prédios dos três poderes da república na cidade de Brasília. Trajados de verde e amarelo, os golpistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, que é a sede do Executivo, e o Supremo Tribunal Federal, que a gente conhece como STF. Esses edifícios são símbolos da democracia brasileira e abrigam as principais instituições políticas do nosso país. Marcos: Durante os ataques, os golpistas destruíram janelas, móveis, obras de arte históricas, documentos e equipamentos. Além disso, realizaram pichações, roubaram objetos e tentaram impor sua insatisfação por meio de atos de vandalismo e intimidação. Hoje sabemos que uma parcela das Forças Armadas foi conivente com os atos antidemocráticos e, por conta disso, a devastação causada pelos bolsonaristas foi imensa, principalmente ao acervo histórico e cultural nacional. Aurélio: No próprio dia desses ataques, centenas de manifestantes foram detidos e investigações subsequentes foram e vêm sendo conduzidas para identificar os organizadores e os financiadores dessas ações. Marcos: Em março de 2025, Bolsonaro se tornou réu em ação penal sobre a acusação dos crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estad; Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. E em novembro de 2025, o ex-presidente foi condenado pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, a 27 anos e 3 meses de cumprimento de pena em regime fechado, tornando Bolsonaro inelegível até 2060. Pelo menos essas são as últimas informações até a gravação deste episódio. Aurélio: Para ter uma maior noção do significado político dos atos do 8 de janeiro, conversamos com o Leirner, professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Ele fez uma análise desse crescente cenário antidemocrático desde o ano de 2013 até hoje. Marcos: Professor Piero, como a nossa democracia chegou ao ponto de termos vivenciado esses atos golpistas no 8 de janeiro de 2023? Piero: Esse é um ponto que eu acho que talvez divirja um pouco de algumas leituras, porque eu acho que o fenômeno Bolsonaro é secundário em relação ao fenômeno do desajuste institucional que a gente começou a viver no pós-2013. Após junho de 2013, houve uma espécie de janela de oportunidade, uma condição para que certos atores institucionais promovessem uma desorganização desses parâmetros que a gente está entendendo como parâmetros da democracia. Basicamente, esses atores são muitos e estão ramificados pela sociedade como um todo, mas me interessa, sobretudo, quem foram os atores estatais que produziram esse desarranjo, lembrando que eles são atores que têm muito poder. Basicamente, eu acho que esses atores estatais vieram de dois campos, o judiciário de um lado e os militares de outro. Ambos contribuíram de maneira absolutamente problemática para esse desarranjo institucional. Marcos: As investigações relacionadas à invasão de Brasília, realizadas pelo STF, responsabilizaram cerca de 900 pessoas por participação nos ataques. Os crimes realizados pelos golpistas estão nas categorias de: Associação criminosa; Abolição à violência do Estado Democrático de Direito; e danos ao patrimônio público. Aurélio: Além de Bolsonaro, outros dois grandes envolvidos na trama golpista chegaram a ser presos. O Tenente-Coronel Mauro Cid, em março de 2024, por coordenar financiadores privados dos ataques e manifestações golpistas. E o General Walter Braga Neto, preso em dezembro de 2024, por dar suporte estratégico aos golpistas, fornecendo estrutura para que eles não fossem interceptados. Piero: Eu não quero tirar, evidentemente, o caráter golpista do que aconteceu no dia 8 de janeiro de 23, mas eu queria chamar a atenção para um aspecto que eu só vi considerado nas reflexões de um livro chamado “Oito de Janeiro, A Rebelião dos Manés”. Eu acho que eles trabalham um lado, que é um lado que é bastante interessante, do ponto de vista de quem está pensando a questão simbólica do que foi a conquista do Palácio. E do fato desse grupo ter sequestrado todo o potencial antissistêmico e iconoclasta, que é, vamos dizer assim, tradicionalmente, um potencial atribuído àquilo que a gente pode entender como, vamos dizer assim, a potência virtual da massa revolucionária da esquerda. Há muito tempo a gente vê essa ideia da direita sequestrando, primeiro, a ideia de linguagem antissistêmica. Aurélio: Conforme nos conta Piero, a destruição do acervo nacional possui também um aspecto simbólico de destruição da democracia e da cultura por uma massa que se imagina antissistema. Marcos: Meses após a triste destruição do acervo nacional em Brasília, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, junto com instituições parceiras, iniciou o projeto de recuperação das obras danificadas. Aurélio: A equipe do projeto contou com diversos restauradores profissionais, da Universidade Federal de Pelotas, a UFPel, que hoje é uma das instituições com grande tradição em formar restauradores no nosso país. O projeto durou cerca de 10 meses, sendo que todos os restauros foram entregues em janeiro de 2025. Marcos: E para entender como é realizado esse processo de resgatar um patrimônio vandalizado, a gente conversou com uma especialista que coordenou esse enorme desafio. Andréa: Bem, eu sou a professora Andréa Lacerda Bachettini, sou professora do departamento de museologia, conservação e restauro do Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas, na qual também sou vice-diretora do Instituto do ICH. E atualmente eu coordeno esse projeto que se chama LACORP, Laboratório Aberto de Conservação e Restauração de Pintura, que coordenou então as restaurações das obras vandalizadas no 8 de janeiro do Palácio do Planalto, em Brasília. Contando um pouquinho a história desse projeto, ele começa justamente lá no 8 de janeiro de 23, quando aconteceu o ataque às instituições em Brasília. O nosso grupo de professores ficou muito estarrecido com tudo que a gente estava acompanhando nas mídias e nas redes sociais e pela televisão ao vivo, a destruição das praças e das instituições dos três poderes. Marcos: E Andréa, como que foi o início desse processo e o seu primeiro contato com as obras danificadas? Andréa: Inicialmente a gente recebeu um dossiê de 20 obras danificadas no 8 de janeiro, muito minucioso, com detalhamento enorme do estado de degradação que elas se encontravam. E aí foi nessa oportunidade que a gente viu as obras pessoalmente. Eu fico emocionada e arrepiada até hoje quando eu lembro da gente ver, por exemplo, a obra do Flautista do Bruno Jorge, que é uma obra em metal, ela é um bronze, e ela tem uns 2,8 metros de altura, e ela tem uma barra de ferro maciça por dentro, e ela estava fraturada em quatro pedaços. Aurélio: Conforme nos contou Andréa, a equipe de restauração realmente fez um trabalho bem impressionante, que demandou construir um laboratório todo lá em Brasília para conseguir trabalhar com as obras. Andréa: Então, o projeto tinha inicialmente cinco metas, a meta 1, que era a restauração das obras de arte, das 20 obras, com também a montagem de um laboratório em Brasília. Por que a montagem de um laboratório em Brasília? Pelo custo do seguro dessas obras de arte. O seguro das obras de arte inviabilizaria o projeto, levando essas obras para a Pelotas. Até porque, para vocês terem uma ideia, o laboratório foi montado, então, dentro do Palácio do Alvorada, que é a residência do presidente da República, e nós tivemos que levar uma série de equipamentos, produtos solventes, reagentes químicos, que são usados até para outras substâncias, fazer bombas, então a gente tinha que ter uma série de autorizações para poder entrar com esses insumos dentro da casa do presidente. Então, era uma rotina de trabalho bem difícil logo no início, até por questões de segurança mesmo da presidência, por causa desse atentado. E hoje a gente descobre que existiam até outros planos de assassinato do presidente, vice-presidente… Então, hoje a gente fica pensando, ainda bem que existiu toda essa segurança no início. Marcos: E você pode contar para a gente como se deu a finalização desse projeto? Nós ficamos sabendo que vocês estiveram em Brasília com o presidente Lula. Como foi isso? Andréa: Na finalização do projeto, agora no dia 8 de janeiro de 25, lá em Brasília, a gente então presenteou os alunos das escolas que participaram de oficinas, presentearam o presidente Lula com uma réplica da miniânfora e também a releitura da obra do Di Cavalcanti. Tudo foi muito gratificante, tudo muito emocional, a gente montou uma exposição na sede do Iphan em Brasília, em agosto, quando a gente fez também um seminário para apresentar as nossas etapas da restauração e todos os colegas, o desenvolvimento do projeto como um todo, foi aberto ao público, foi transmitido também pelos canais do Iphan, pelo YouTube, para nossos alunos em Pelotas também poderem acompanhar. Eu nunca imaginei que hoje, depois de 16 anos, a gente ia fazer um trabalho tão lindo, tão maravilhoso. Para a carreira da gente é muito bacana, mas como cidadã apaixonada pelo patrimônio cultural, pela arte, eu fico muito realizada, estou muito feliz. Aurélio: É muito lindo ver a paixão que a Andréa tem pelas obras e pela cultura brasileira, mas infelizmente a gente percebe que há muito descaso com a conservação do nosso patrimônio material. Pensando nisso, professora, qual é a importância da conservação e do restauro de acervos artísticos e culturais no Brasil? Andréa: A importância dessas obras restauradas é extremamente importante para a preservação da nossa memória, da nossa cultura, da nossa identidade. Pensar por que essas obras foram vitimizadas, foram violentadas. É importante também a democratização dessas obras, que as pessoas tenham acesso, que elas tenham representatividade. Muitas pessoas não conheciam essas obras, porque elas também ficam dentro de gabinetes. Como é importante a valorização da arte, do nosso patrimônio cultural, para a preservação da memória do nosso povo. E, sem isso, a gente não é um povo civilizado, porque isso é a barbárie que a gente passou. Eu fico pensando, a gente está devolvendo agora para a população brasileira essas obras que foram muito violentadas, dentro da sua integridade física, com uma pesquisa que mostra também a força das universidades, que foram também muito atacadas. Então, é a valorização disso tudo, da ciência, da arte, da cultura, do povo brasileiro. E mostrando que a gente tem resiliência, que a gente é forte, que a gente resiste. Que não é só uma tela rasgada, ela representa a brasilidade, a história da arte do nosso país. Marcos: Chegamos ao final do nosso primeiro episódio. No próximo, vamos nos aprofundar ainda mais nos inúmeros desafios enfrentados pela equipe de restauradores, e refletir sobre o estado da nossa democracia. Se você gostou, não se esqueça de deixar 5 estrelas para o nosso podcast. Isso nos ajuda muito a chegar em mais ouvintes. E também, compartilhe Oxigênio com seus amigos e em suas redes sociais. Aurélio: Esse episódio foi produzido por Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Foram utilizados trechos de áudios de matérias jornalísticas da internet. Marcos: Agradecemos a todos os especialistas que conversaram com a gente neste episódio. Também agradecemos ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas, LabJor da Unicamp. Em especial, a professora Simone Pallone de Figueiredo e a doutoranda Mayra Trinca. Um grande abraço e até o próximo episódio! Vinheta: Você ouviu Oxigênio, um programa de jornalismo científico-cultural produzido pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, LabJor da Unicamp. – Roteiro, produção e pesquisa: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira, Aurélio Bianco Pena e Rogério Bordini. Narração: Marcos Vinícius Ribeiro Ferreira e Aurélio Bianco Pena. Capa do episódio: Andréa Lacerda Bachettini trabalhando na restauração do quadro ‘As mulatas', de Di Cavalcanti. A obra levou sete cortes nos ataques do em 8 de janeiro — Foto: Nauro Júnior/UFPel. Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone. Entrevistados: Piero de Camargo Leirner, Andréa Lacerda Bachettini. Edição: Rogério Bordini. Vinheta: Elias Mendez Para saber mais: Reportagem “Entre Tintas, Vernizes e Facadas” | Revista ComCiência: https://www.comciencia.br/entre-tintas-vernizes-e-facadas/ Documentário “8 de Janeiro: Memória, Restauração e Democracia” (Iphan): https://youtu.be/CphWjNxQyRk?si=xcIdb26wQTyTmS5m
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