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A economia brasileira vem crescendo desde 2023, com o emprego em nível alto e a inflação em patamares baixos. Mas os resultados não têm se convertido em aprovação para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O terceiro Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 investiga o quadro para entender os possíveis fatores por trás do fenômeno – entre os quais aparecem o endividamento, as bets e a insatisfação com o trabalho. O episódio conta com a participação de Laura Carvalho, professora de economia da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) e diretora de Prosperidade Econômica e Climática da Open Society Foundations, e de Kauê Lopes dos Santos, geógrafo, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor do livro “Parcelado: Dinâmicas de consumo na periferia”. Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Antonio Mammi Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Miguel Miranda é geofísico e professor catedrático jubilado da Universidade de Lisboa. Dedicou a carreira ao estudo do planeta — da geofísica marinha à geodinâmica e aos tsunamis — e reúne uma longa experiência na direçcão de instituições científicas: presidiu entre 2012 e 2023 ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o IPMA e é hoje director executivo do AIR Centre, uma rede internacional de investigação sediada nos Açores, dedicada à cooperação científica em torno do Atlântico. Neste episódio, Miguel Miranda conta o que o levou a estudar o mar, os sismos e os tsunamis, e o que aprendeu sobre o clima de Portugal nos anos em que esteve à frente do IPMA. E explica por que razão Portugal e, mais em geral, o Sul da Europa são locais onde o aquecimento global se faz sentir mais intensamente. Falamos dos verões de calor extremo, das secas e dos grandes incêndios, e o que nos leva a relacioná-los, com confiança, às alterações climáticas. Por fim, a conversa é sobre o AIR Centre e o modo como a observação da Terra a partir do espaço ajuda a resolver problemas concretos nas duas margens do Atlântico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ano de El Niño exige cuidados extras com o perfil do solo para minimizar impactos climáticos
La Biblioteca Regional de Murcia se ha transformado en un refugio climático y cultural esencial durante el estío, ofreciendo a los usuarios un espacio fresco donde descubrir las joyas de su Comiteca. A través de asesoramiento personalizado y guías de lectura digitales, la biblioteca orienta a los lectores hacia títulos destacados como el impactante cómic de terror 'Spectregraph', de James Tynion IV y Christian Ward, y la nostálgica serie europea 'Los buenos veranos', de Zidrou y Jordi Lafebre. El éxito de esta iniciativa es tal que la estantería especializada situada en la planta cero, diseñada para facilitar el acceso a la novela gráfica, debe ser repuesta prácticamente cada dos días ante la gran demanda de préstamos por parte de un público que abarca desde niños y adolescentes hasta adultos.
*Planeta Invierno está libre de IA. Geomorfología climática Tema 12 (último) de la asignatura ‘Geografía General I: Física' del Grado ‘Historia y Geografía'. 1. Breve historia de la Geomorfología Climática. 2. Clima y morfogénesis. 2.1. La influencia del clima en las formas de relieve. 3. Paleoclimas y herencias morfoclimáticas. 3.1. Los climas del Cuaternario. 4. Las grandes zonas morfoclimáticas. 4.1. Divisiones morfoclimáticas. 4.2. La zona morfoclimática fría. 4.2.1. Dominio glaciar. Procesos. Formas resultantes. 4.2.2. Dominio periglaciar. Procesos. Formas resultantes. Tipología de dominios periglaciares. 4.3. La zona morfoclimática de latitudes medias. 4.3.1. Dominio marítimo. 4.3.2. Dominio continental seco. 4.3.3. Dominio templado mediterráneo. 4.4. La zona morfoclimática árida o xérica. Procesos. Formas resultantes. Tipología de dominios áridos. 4.5. La zona morfoclimática tropical. 4.5.1. El dominio tropical de selva. El dominio tropical de sabana. 4.6. La morfogénesis en áreas de montaña. 4.6.1. Los pisos morfoclimáticos. Piso forestal. Piso periglaciar. Piso glaciar.
Bienvenue dans cet épisode spécial Été du Chantier, spécial Maison de vacances
Podcast ONU News conversou com Marciele Albuquerque Munduruku, Kaê Guajajara e Cristian Wariu sobre o papel da juventude na garantia de direitos; eles falaram de impactos climáticos em seus territórios e da importância da comunicação na afirmação da identidade indígena.
La Tertulia - 05.08.2026 - Gobierno estudia un “seguro obligatorio” en el agro para eventos climáticos by En Perspectiva
El fenómeno climático que va a definir el clima, las cosechas y buena parte de los precios del planeta durante los próximos doce meses, ya está aquí: El Niño. Todo indica que será uno de los más intensos que se hayan registrado en los últimos años. Saúl Pereyra, gerente senior de Acción Climática del Instituto de Recursos Mundiales (WRI México), nos habla al respecto. En otros temas: Buenas noticias en datos de las remesas que llegan a México / Trump vuelve a poner a México en la mira / La guerra en Irán y sus efectos en los balances de las grandes petroleras… y de Pemex / LinkedIn anuncia nuevas medidas para detectar y castigar el contenido generado con inteligencia artificial.
Novo centro regional, em Brasília, integra dados globais, regionais e locais para enfrentar eventos extremos na Bacia do Prata, como chuvas intensas, inundações e tornados, garantindo previsões mais precisas e comunidades mais seguras
El cambio climático sigue presente y las consecuencias en el medio ambiente se intensifican. Aunque en el discurso político se ha dejado a un lado este tema, las comunidades siguen trabajando unidas para sumar acciones que cuiden al planeta. Por lo que expertos piden no minimizar sus esfuerzos y hacer frente al silencio con unidad en pequeñas acciones para lograr grandes cambios.Consulta la información completa en: peninsula360press.com
Hello Interactors,I've long been a fan of “regreening” cities, imagining replacing bits of asphalt and concrete with trees, plants, mini-parks, and green roofs to cool them down. In many cases these are indeed good interventions. But even these celebrated nature-based solutions to the “urban heat island” effect require closer inspection. It turns out any land cover change alters energy, water, and momentum exchanges between the Earth's surface and the atmosphere. Which are the right ones and where?To understand why cookie cutter greening plans can fail and how planners and policy makers can build cities that can handle climate change, we need to understand how land and the air interact. Environments vary from place to place, and this puts limits on what we can do to land to create urban climates that are both beautiful and healthy.To get a handle on what the research says, I found a literature review from 2025 that synthesized findings from 84 peer-reviewed studies. In was published in the journal Climate Risk Management.Let's see what they, and others, found.BEATING HEAT WITH BIOPHYSICAL FEATSWhat better place to start than science. Let's just delve right into how urban green spaces affect temperature. It starts with determining the energy balance at the surface of the earth. This comes from a budget equation found in physical geography. When sunlight hits the Earth's surface, it breaks down into three main fluxes, or ways heat moves around* Sensible heat flux: the heat that directly warms the surrounding air, which we measure as temperature.* Latent heat flux: the heat that's used to turn water from a liquid to a gas, like when we sweat or plants release water vapor (transpiration).* Ground heat flux: the heat stored in building materials, asphalt, and soil.In conventional urban environments dominated by concrete and asphalt, latent heat flux is minimal because we've built cities in ways that rapidly drain water away as ‘waste'. As a result, incoming solar energy is funneled into sensible heat. This raises daytime air temperatures that gets stored as ground heat, which is slowly radiated back into the city at night. Urban greening can reshuffle this thermodynamic budget through three interconnected physical mechanisms: shading, evapotranspiration, and albedo modification.Mechanism 1. Shading: Intercepting Solar RadiationShading — the most immediate and reliable cooling mechanism provided by vegetation — requires precise microclimatic quantification. Vegetative canopies act as physical shields, intercepting incoming shortwave solar radiation before it strikes impervious surfaces like concrete or asphalt. By preventing these dense materials from absorbing heat and emitting sensible heat flux back into the boundary layer, shading dramatically lowers surface temperatures and reduces the baseline thermal energy transferred to the surrounding air. (Bowler, D. E., et al. 2010)The cooling benefit of urban trees is non-linear, accelerating significantly once neighborhood canopy cover crosses a critical threshold of around 40%. Measuring daytime air temperatures across urban gradients, they found that canopy cover above this 40% mark can lower local air temperatures by up to 1.5 to 2.0 degrees Celsius, effectively offsetting the thermal burden created by surrounding roads and impervious surfaces. (Ziter, C. D., et al. 2019)Mechanism 2. Evapotranspiration: Trading Sensible Heat for Latent HeatWhile shading blocks heat absorption, evapotranspiration actively removes heat from the air. Plants absorb soil moisture through their root systems and release it as water vapor through tiny microscopic pores in their leaves called stomata. This process requires thermal energy that turns phase-changing liquid water into gas. This energy transfer absorbs sensible heat and converts it into latent heat.Evapotranspiration from well-watered urban green spaces can lower local air temperatures by 2-4 degrees celsius. (Coutts, et al., 2013) However, physical geographers emphasize a crucial physical prerequisite that is easy to overlook: evapotranspiration is entirely dependent on available water. When the soil is dry or the air is super dry, plants close their stomata to save water. When stomata close, evapotranspiration shuts down. This leaves shading as the sole remaining cooling mechanism.Mechanism 3. Albedo Dynamics: The Surface Reflectivity ParadoxAlbedo measures the reflectivity of a surface on a scale from 0.0 (total absorption) to 1.0 (total reflection). Urban asphalt has a low albedo (0.05 to 0.10), absorbing up to 95% of incoming solar energy. Vegetation's albedo can range from 0.11 to 0.25.In temperate climates, replacing low-albedo asphalt with greenery or reflective surfaces increases surface reflectivity, sending more solar radiation back into space before it can be absorbed as sensible heat. One study documented that increasing urban surface albedo typically lowers peak ambient air temperatures by 0.3 degres Celsius to 1.0 degree Celsius — alongside much larger drops in surface pavement temperatures. While a temperature change under one degree Celsius may sound modest at first glance, a baseline shift of this magnitude across a neighborhood is enough to redefine a local microclimate. (Santamouris, 2014)But swapping out light urban surfaces for dark vegetation can also have a negative effect. Paradoxically, when researchers in 2023 replaced dry, light-colored desert soil with darker vegetation in hot, arid regions it reduced overall surface reflectivity. The drop in albedo caused an increase in daytime surface warming. (Schlaerth, et al., 2023)Furthermore, dense tree canopies inside narrow urban street canyons can act as thermal blankets at night. While trees provide valuable shade during the day, their foliage reduces the sky view factor at street level, trapping outgoing longwave thermal radiation emitted by surrounding building facades and asphalt. When combined with reduced wind permeability, this canopy barrier restricts nocturnal radiative cooling and holds warm air near ground level (Lee et al., 2016).These are the physical realities that can demonstrate how urban greening is not a consistently inherent cooling practice. It is a complex thermodynamic intervention whose success relies entirely on local environmental conditions.PLACEMENT, PATCHES, AND PARK PATTERNSBecause thermodynamic processes happen across physical spaces, cooling urban green space can be uneven. The literature review reveals that a green space's cooling capacity depends on four spatial and biological variables: vegetation density, species selection, spatial configuration, and urban morphology. Let's break them down individually.Cooling Factor 1. Vegetation Density and Species TraitsNot all greenery cools equally. One way to measure this is through a Leaf Area Index (LAI). This is the total leaf area per unit of ground area and is a primary predictor of thermal performance. As you might imagine, dense foliage absorbs more from the sun and then produces higher cumulative transpiration (so long as there's adequate water).Botanical traits also play a big role. Broadleaf deciduous species (like oaks or maples) feature large surface areas that maximize summer transpiration, but that goes away when they drop their leaves in winter. Evergreen coniferous trees, however, maintain continuous canopy coverage through every season.In temperate rainforest environments like Seattle or Vancouver, researchers found that conifers cooled urban surroundings up to 1.7 degrees celsius more effectively than broadleaf trees. Dense needle canopies continuously block incoming solar radiation due to higher LAI and the fact that clusters of spiny needles better trap a stable buffer of calm air which moderates heat exchange with the surrounding urban environment. (Eyster & Beckage, 2022, 2023) Cooling factor 2. Spatial Configuration: Landscape Ecology PrinciplesEcologists and geographers commonly evaluate green spaces through two main attributes: composition (how much green space exists) and configuration (how those green patches are arranged across the landscape). Over 58% of the mechanism-focused studies in the literature review analyzed spatial pattern metrics. The consensus is the spatial layout of green space is just as important as its total area!Other empirical studies consistently demonstrate that cooling effects decay the further you get from green spaces. Research done in 2016 and 2023 shows how urban parks can produce a primary “cooling footprint” that extends typically 100 to 300 meters from the park boundaries. If you're lucky enough to live within this buffer, temperatures drop between 1.9 and 3.1 degrees celsius, but beyond 300 meters, the cooling influence quickly falls off. (Bao, et al. 2016, Shi et al. 2023)This spatial limit leads to a couple spatial layout choices. A few big parks or connected networks of smaller green spaces. Large, consolidated parks (>2 hectares) generate intense, stable “cool islands” at their core, but their benefits remain localized. For example, a study in Xalapa, Mexico, revealed that parks larger than 2.8 hectares with over 21% tree cover provided reliable local cooling of around 2 degrees celsius . (Lemoine-Rodriguez et al., 2022)Connected networks of smaller green spaces distributed across a city create a more equitable cooling effect. Three studies in 2019 and 2021 show that fragmented, isolated green patches — like big parks — perform poorly compared to continuous, linear green corridors. Linear “green belts” or street-tree networks (in the right environment) can act as ventilation channels, allowing cool air generated by vegetation to flow into adjacent built-up neighborhoods. (Masoudi et al., 2019, 2021; Pramanik, 2019)Cooling factor 3. Urban Morphology: The Built Environment MatrixObviously, green spaces don't exist in isolation. They're embedded within a three-dimensional hodge podge of buildings, streets, and other bits of infrastructure. Urban morphologists can quantify this urban morphological cacophony using building height-to-street-width ratio and sky view factor - the extent to which surrounding structures and canopies obstruct a location's view of the open sky.High-density urban cores with tall buildings create deep “urban canyons” that generate their own shade. In these settings, building shade can combine with tree shade during peak daylight hours to significantly lower temperatures.However, studies show that if tree canopies in narrow street canyons are too dense — particularly in humid environments — they can trap anthropogenic heat emitted by vehicle exhaust and air conditioning condenser units. They can also significantly reduce localized wind speeds. As a result, maximizing green space cooling efficiency requires aligning vegetation density and canopy architecture with prevailing wind corridors to preserve urban ventilation channels (Cheung & Jim, 2019; Morakinyo et al., 2019).Nothing is every as easy as it seems.BRIDGING GAPS WITH BETTER MAPSWhile academic literature can offer detailed insights into microclimatic processes, there remains a big gap between academia and urban planning and governmental policy. That gap may be self-fulfilling. The literature review of 84 papers revealed 61% of the papers simply advocate for expanding green space area, whereas only 26% focus on optimizing existing green infrastructure.Recommending that dense, historical cities “add more large parks” ignores real-world urban constraints. In modern, rapidly expanding cities, urban land is expensive, highly contested, and structurally constrained. Space dedicated to a new park often competes directly with housing, transit infrastructure, or commercial development. To move beyond idealistic slogans, urban planning will have to recon with three major implementation challenges.Challenge 1. The Water-Energy-Heat Nexus in Arid CitiesThe most significant implementation challenge facing nature-based solutions occurs precisely where urban heat stress is most severe — in hot, arid regions. Cities like Phoenix, Cairo, Tehran, or Riyadh already suffer from intense summer heatwaves. You don't have to live in or visit these places to know water there is extremely scarce.Maintaining green spaces in places like this requires pumping groundwater or desalinating seawater. Pumping and desalinating water requires massive amounts of electricity, which only increases greenhouse gas emissions if that power is coming from fossil fuels. Furthermore, if irrigation water runs out during a heatwave, non-adapted vegetation dries out, loses its cooling capacity, and can even become a wildfire risk.To solve this dilemma, physical geographers advocate evaluating urban greening through a standardized resource efficiency metric: evapotranspirative cooling per unit of water applied. In plain language, this ratio measures how many degrees of cooling you get for each liter (or gallon) of water that plants and soil release into the air through evaporation and transpiration.In dry climates — where municipal water is already tightly rationed and turfgrass is increasingly discouraged but rarely banned (I'm looking at you Arizona) — urban greening strategies are going to have pivot away from high-water lawns and non-native foliage. These cities have to move from simply prioritizing or incentivizing drought-tolerant species to requiring them. While drought-tolerant plants transpire less water than many other plants and trees — and still require water — when combined with drip-irrigation using treated municipal wastewater (greywater), they can provide a pretty reliable canopy shade and even modest evaporative cooling without draining water reserves.Challenge 2. Environmental Justice and Thermal EquityUrban heat exposure is rarely, if ever, distributed evenly across socio-economic groups. In many cities worldwide, low-income neighborhoods exhibit significantly lower tree canopy cover, higher proportions of impervious asphalt, and higher building densities than the more affluent suburbs and ex-urbs. This imbalance leaves more vulnerable populations exposed to extreme heat hazards.When municipalities undertake uncoordinated “regreening” projects, they risk triggering green gentrification. Installing fancy attractive parks can then inflate surrounding property values, displacing residents while still not reducing their heat related vulnerability.To address this, requires targeted interventions like deploying small-scale, distributed interventions (think pocket parks, vegetated bus stops, and road corridors) directly in high-vulnerability, low-canopy/vegetation neighborhoods. You could focus on functional shading over high-maintenance aesthetics. This could better ensure that at least transit stops, pedestrian walkways, and playgrounds are prioritized for canopy cover. Lastly, combining situated green infrastructure with social policy could create and/or protect more affordable housing around old and new greened public corridors and spaces.Challenge 3. A Multi-Benefit, Context-Specific Design FrameworkNo single cooling intervention works everywhere. Planners and policy makers need to adopt an integrated, multi-tiered approach that combines nature-based solutions with material interventions.In arid and semi-arid environments, planners should prioritize structural canopy shading and end an over-reliance on water-intensive lawn evapotranspiration. It's time to demand drought-tolerant trees with greywater irrigation networks, shade sails, and high-albedo “cool pavements” that can better reflect solar radiation without draining water resources.In contrast, humid and more temperate climates would likely benefit most from maximizing green spatial connectivity. By linking existing parks through linear street-tree corridors — with select broadleaf and/or coniferous species — summer evapotranspiration can be enhanced while maintaining year-round microclimate regulation.Finally, within high-density, built-up cores where ground space for new parks is limited, cities should leverage vertical green walls and green roofs paired with reflective building materials. But they best also preserve prevailing wind corridors while preventing nighttime heat traps through street canyons.“Regreening” is a compelling slogan, but as physical geography demonstrates, simplistic blanket policies can yield unpredictable thermodynamic results. Simply planting trees without considering local climate, available water, species traits, spatial configuration, and urban geometry can lead to unintended consequences.The exhaustive synthesis of decade-long research provided by Hadi Soltanifard and Majid Amani-Beni (2025) offers a clear path forward. Nature-based solutions are not off-the-shelf products that can be copy-pasted across different global cities. They are dynamic, living interventions that alter energy fluxes across urban surfaces.By moving beyond blanket acreage targets and framing urban greening as the strategic reorganization of surface-energy relations, geographers, urban planners, and policymakers will need to work together. When we design green infrastructure that respects local environmental constraints, honors spatial equity, and optimizes microclimatic processes, urban greening moves from a vague policy promise toward tools of experimentation that can pragmatically evolve our cities and megaregions into truly climate-resilient urbanscapes.ReferencesBowler, D. E., Buyung-Ali, L., Knight, T. M., & Pullin, A. S. (2010). Urban greening to cool towns and cities: A systematic review of the empirical evidence. Landscape and Urban Planning, 97(3), 147-155.Cheung, P.K., Jim, C.Y., 2019. Differential cooling effects of landscape parameters in humid-subtropical urban parks. Landscape and Urban Planning 192, 103651.Coutts, A.M., Tapper, N.J., Beringer, J., et al., 2013. Watering our cities: the capacity for Water Sensitive Urban Design to support urban cooling and improve human thermal comfort in the Australian context. Progress in Physical Geography 37(1), 2–28.Eyster, H. N., & Beckage, B. (2022). Conifers may ameliorate urban heat waves better than broadleaf trees: Evidence from Vancouver, Canada. Atmosphere, 13(5), 830.Eyster, H. N., & Beckage, B. (2023). Arboreal urban cooling is driven by leaf area index, leaf boundary layer resistance, and dry leaf mass per leaf area: Evidence from a system dynamics model. Atmosphere, 14(3), 552.Lee, H., Mayer, H., & Chen, L. (2016). Contribution of trees and grasslands to the mitigation of human heat stress in a residential district of Freiburg, Southwest Germany. Landscape and Urban Planning 148:37–50.Lemoine-Rodríguez, R., Inostroza, L., Falfán, I., & MacGregor-Fors, I. (2022). Too hot to handle? On the cooling capacity of urban green spaces in a Neotropical Mexican city. Urban Forestry & Urban Greening, 74, 127633.Masoudi, M., Tan, P.Y., 2019. Multi-year comparison of the effects of spatial pattern of urban green spaces on urban land surface temperature. Landscape and Urban Planning. 184, 44–58.Masoudi, M., Tan, P.Y., Fadaei, M., 2021. The effects of land use on spatial pattern of urban green spaces and their cooling ability. Urban. Clim 35, 100743.Masoudi, M., Tan, P.Y., Liew, S.C., 2019. Multi-city comparison of the relationships between spatial pattern and cooling effect of urban green spaces in four major Asian cities. Ecol. Indic 98, 200–213.Morakinyo, T.E., Ouyang, W., Lau, K.-K.-L., et al., 2020. Right tree, right place (urban canyon): Tree species selection approach for optimum urban heat mitigation-development and evaluation. Sci. Total. Environ 719, 137461.Pramanik, M. (2019). Impacts of urban expansion on land surface temperature and urban heat island in Kolkata Municipal Corporation, India. Environmental Monitoring and Assessment, 191(12), 738.Santamouris, M. (2014). Cooling the cities—a review of reflective and green roof mitigation technologies to fight heat island and improve comfort in urban environments. Solar Energy, 103, 682-703.Schlaerth, Hannah L., et al. "Albedo as a competing warming effect of urban greening." Journal of Geophysical Research: Atmospheres 128.24 (2023): e2023JD038764.Soltanifard, H., & Amani-Beni, M. (2025). The cooling effect of urban green spaces as nature-based solutions for mitigating urban heat: Insights from a decade-long systematic review. Climate Risk Management, 49, 100731.Ziter, C. D., Pedersen, E. J., Kucharik, C. J., & Turner, M. G. (2019). Scale-dependent interactions between tree canopy cover and impervious surfaces reduce daytime urban heat. Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), 116(15), 7575-7580. This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit interplace.io
Y como cada noche, Cada noche, Laura Piñero entrevista a un creador digital o divulgador que merece la pena conocer. Hoy nos acompaña Diego Ferraz, conocido en redes sociales como @ecodiuku, es divulgador de medioambiente y cambio climático, y desmiente habitualmente y frente al odio de los negacionistas los bulos que niegan el cambio climático.
Los macroincendios están arrasando los bosques de Europa. Francia registra la mayor cifra histórica de hectáreas quemadas, mientras que España sufrió el incendio con la mayor superficie calcinada. Las sucesivas olas de calor que lleva experimentando el continente desde hace meses han contribuído a esta emergencia climática. Cuando coinciden altas temperaturas, baja humedad y viento intenso, el fuego encuentra unas condiciones ideales para avanzar con una velocidad. “Nuestra casa arde, y miramos hacia otro lado” dijo el expresidente francés Chirac en 2002 añadiendo: “no podremos decir que no lo sabíamos”. Muchos franceses se acuerdan ahora de sus palabras. Un año récord en hectáreas quemadas, con el macroincendio de Gironda provocando miles de evacuados. Una situación similar en España y en varios países de Europa. Incluso nórdicos, incendios en lugares nunca antes vistos en el momento en que Francia sufre su cuarta ola de calor. En junio tanto aquí como en Alemania el calor dejó más de 5000 muertes. El escenario catastrófico que se proyectaba para mitad de siglo no es el futuro, es el presente más rabioso. Son los más vulnerables los que pagan el precio más alto. Nos acompañan en esta edición: -Andrey Hernández, doctor en geografía, con especialidad en ordenamiento territorial y geopolítica. -Laura Arcila Patino, ingeniera medioambiental con énfasis en gestión territorial -Patricia Cuba-Sichler, abogada ambientalista -Elise Naccarato responsable de incidencia justicia climática, Oxfam Realización: Yann Bourdelas, Robin Cussenod Sonido: Vanessa Loiseau Presenta: Carlos Herranz Coordinación editorial: Florencia Valdés
Pilar Bernabé, delegada del Gobierno en la Comunidad Valenciana, atiende a Las mañanas de RNE desde el puesto de mando del incendio de la Vall d'Uixó. Bernabé asegura que todavía es "precipitado" hablar de estabilización pero que "los trabajos de esta noche han sido muy positivos". Añade que en el día de hoy se podrá hacer un gran trabajo, mientras las condiciones meteorológicas permitan volar a los medios aéreos durante todo el día. Respecto a las garantías de seguridad del festival de música Arenal Sound, que se celebra a unos 20km del incendio forestal, la delegada del Gobierno en la Comunitat explica que hoy habrá una reunión extraordinaria: "Por la parte de la Guardia Civil hay refuerzos de otras provincias para poder acompañar a todos los efectivos y que puedan distribuirse también con el Arenal. Vamos a ver en la reunión si todos los dispositivos pueden contar con refuerzos para que se pueda mantener".Sobre la coordinación entre el Gobierno central y la Comunitat Valenciana, Bernabé insiste en que está siendo "total" pero hace hincapié en la idea de alcanzar un pacto de Estado para afrontar la emergencia climática: "Los retos del futuro son las consecuencias del cambio climático. El consenso y la coordinación tienen que estar durante la emergencia, pero también en el antes y en el después". Entrevista completa en RNE Audio.Escuchar audio
Vanesa Santos, responsable de comunicación de Crédito y Caución, ha presentado un análisis sobre el impacto del fenómeno meteorológico El Niño en la actividad empresarial, alertando sobre sus consecuencias en la economía global.
En el último capítulo de la temporada, Rocío Gómez, directora del pódcast 'Climática', recupera varias voces para abordar la restauración de los montes tras los incendios.
Passando a Limpo: os jornalistas Igor Maciel, Romoaldo de Souza, Fernando Castilho e Edgard Leonardo debatem os principais destaques da política, economia e segurança. O episódio analisa os números da pesquisa Genial/Quaest em São Paulo na disputa entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad, as articulações eleitorais do PT e de Flávio Bolsonaro, além do impasse envolvendo o ministro Alexandre de Moraes sobre o uso de inteligência artificial na convenção do PL. A bancada examina também as entraves bancários no programa Move Brasil para motoristas de aplicativo e os fatores que tornam o Brasil líder mundial em carros blindados devido à violência urbana. No cenário internacional, o programa traz relatos diretos da Espanha sobre a severa onda de calor e incêndios florestais, além das novas exigências para visto de trabalho de brasileiros e a privatização da companhia aérea TAP em Portugal.
Os desafios da agricultura gaúcha diante dos eventos climáticos
A Fundação Cacique Cobra Coral anunciou a suspensão de sua alegada assistência climática à Argentina após ataques de Javier Milei no Brasil.A instituição exige um pedido formal de desculpas para retomar as atividades.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.
Los incendios forestales vuelven a golpear con fuerza a Europa. Francia ya registra una cifra récord de hectáreas arrasadas por el fuego, superando incluso los niveles alcanzados en 2022, mientras que en España la temporada apenas entra en su etapa más crítica y las autoridades advierten que agosto podría agravar el panorama. El presidente del Gobierno español ha vinculado estos episodios con los efectos de la crisis climática. Pero si los incendios no son la excepción, sino un fenómeno recurrente cada verano, ¿por qué la prevención de incendios forestales sigue siendo insuficiente? Lo analizamos en El Debate de France 24.
O impacto do possível Super El Niño, dos estoques apertados e das perspectivas para os preços.
Devia, LeilaTemarioComentario sobre la nueva resolución de la ONU sobre Rendición de cuentas en materia climática - Aplicación del derecho internacional del ambiente - Opiniones consultivas de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos para abordar verdaderos cambios estratégicos en el campo de la justicia ambientalCV: Doctora en Ciencias Jurídicas Universidad del Salvador, Especialista en Derecho de los Recursos Naturales de la UBA. Jefe Departamento Basilea INTI. Titular de la Cátedra de Derecho de los Recursos Naturales y Protección Ambiental, Facultad de Derecho UBA.
Isabel González analiza con Carmelo Jordá, Luis Balcarce, Ignacia de Pano y Vanessa Vallecillo.
Esmeralda Ruiz analiza junto a Marisol Hernández, Carmen Lucas-Torres y Susana Burgos las palabras del presidente del Gobierno.
Isabel González analiza con Carmelo Jordá, Luis Balcarce, Ignacia de Pano y Vanessa Vallecillo.
Tertulia y análisis con Esther Palomera, Antonio Ruiz Valdivia y Juanma Marqués
Desde Greenpeace reclaman que los agentes políticos lleguen a un acuerdo sobre la emergenica climática. Eva Saldaña, la directora ejecutiva, asegura que el pacto de Estado que propone el Gobierno "no es de ningún color político" y que "es una demanda de la ciudadanía". Pide dejar las disputas partidistas a un lado y que "las administraciones se pongan de acuerdo": "Estamo viendo los incendios, las olas de calor, la dana... el choque entre administraciones no nos está ayudando".Explica que el pacto cuenta con "15 ejes transversales" y que está basado en "la evidencia científica". Recuerda que hacen falta inversiones en el sector primario y en la prevención porque sale más caro la mitigación de los efectos que el evitar los incendios. Cree quen no tiene cabida el negacionismo: Los discursos negacionistas son irracionales".Escuchar audio
Send us Fan MailTracklist01. No One Knows, Mojjo, Sarria - Cash On Cash (Extended Mix)02. Clim, Dani (AE) - Aka Belive (Extended Mix)03. Volkoder - Bassline Hits (Original Mix)04. Odd Mob, OMNOM and HYPERBEAM - Take You There (Extended Mix)05. Alec Cortez - Drop It (Original Mix)06. Linska, Duss - Criminal (Extended Mix)07. Histar - Striker (Original Mix)08. Magit Cacoon - You Were Never Mine (Extended Mix)09. Discip - Red Room (Extended Mix)10. Mason - Nite Rite Delta (Extended Mix)11. SCRIPT - Activator (Original Mix)12. HNTR, DeLorean Black - 600 Degrees (Original Mix)
Las altas temperaturas sostenidas provocan miles de muertes y evidencian la urgente necesidad de refugios climáticos públicos para la población vulnerable.
Análisis con Joan Subirats, Esther Vera y Carlos Navarro-Antolín. Esta mañana el expresidente Zapatero dará explicaciones en una entrevistas a la investigación contra él en el caso Plus Ultra. El PP en la Comunidad Valenciana ha incluido en sus Presupuestos la "prioridad nacional" de Vox, condición de la ultraderecha en sus pactos políticos con los populares y en donde se estigmatiza y señala a los extranjeros. Entrevistamos a la vicepresidenta tercera del Gobierno y ministra de Transición Energética, Sara Aagesen, sobre la situación de los incendios, la búsqueda de un gran acuerdo climático y otros asuntos de actualidad.
Indagamos en la cantidad de microplásticos que nos rodean con Juan Samaniego, coautor de 'La era del plástico: El viaje de los microplásticos por el planeta y nuestro cuerpo', y Meritxell Abril, ecóloga y coordinadora del proyecto 'PlasticPìratesEU'.
Tu peux avoir le meilleur programme et la meilleure diète du monde : si tu ne les TIENS pas, ils ne valent rien. Dans cet épisode, on attaque LE facteur n°1 qui décide de tes résultats — l'adhésion — celui qui est à la base des fameuses pyramides d'Eric Helms, et la vraie raison pour laquelle ton pote parti plus vite que toi s'est fait rattraper. Avec nos systèmes concrets à tous les deux (entraînement ET nutrition) pour ne jamais lâcher.
Ativista Mavi Brilhante é a participante mais jovem de um Fórum Político de Alto Nível da ONU; em entrevista à ONU News, ela falou da experiência e estimulou outros jovens a participar de debates e decisões sobre temas ambientais.
Les épisodes de chaleur sont de plus en plus fréquents mais la bonne nouvelle c'est que rafraîchir son intérieur sans climatisation c'est tout à fait possible ! Et ça, c'est une bonne nouvelle pour ton portefeuille mais aussi la planète. Optimiser la ventilation, investir dans un ventilateur ou dans les plantes vertes, mettre son matelas au sol, autant d'astuces qui consomment peu et peuvent nous sauver en cette période de forte chaleur ! Mais on ne dit pas qu'il faut justement débrancher les appareils électriques en période de canicule ? Et que faire des volets ? Ecoutez la suite de cet épisode Maintenant vous savez ! Un podcast Bababam Originals écrit et réalisé par Laura Taouchanov Première diffusion : juillet 2025 A ecouter ensuite : Quels sont les dangers du BBL, cette technique chirurgicale ? Prenons-nous trop de médicaments ? Quelles sont les habitudes des Français en vacances ? Retrouvez tous les épisodes de "Maintenant vous savez". Pour rester informé et recevoir le meilleur de “Maintenant vous savez” chaque semaine, abonnez-vous à notre newsletter. Suivez Bababam sur Instagram. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Edomex concluye ciclo escolar para 2.8 millones de alumnosTrump impulsa reforma electoral en mensaje a la naciónArchivo General de Indias conserva historia colonial de AméricaMás información en nuestro Podcast#grc
Sobre la relevancia de los protocolos y el aprendizaje institucional para enfrentar emergencias, como el actual "tren" de sistemas frontales que afecta varias regiones del país, Angélica Bulnes conversó con Luis Cordero y Rodrigo Álvarez en una nueva edición de Columnistas de Mesa Central.
El periodista Juanjo de la Iglesia nos habla en 'Las Claves de La Brújula' sobre las curiosas creencias populares desde un punto de vista científico.
Rocío Gómez, directora del pódcast 'Climática', llega acompañada del divulgador científico Javier Peña para abordar la ola de regeneración de espacios naturales. Para aterrizar el concepto, han contado con la presencia de la investigadora Eva Hernández (de SEO Bird Life) y Quique Villalobos (de la Plataforma Salvemos Ambroz) con tal de profundizar en la defensa de la laguna madrileña.
Federico analiza con Rosana Laviada, Luis Herrero y Francisco Rosell las palabras de Pedro Sánchez sobre el incendio en Los Gallardos.
Federico analiza con Rosana Laviada, Luis Herrero y Francisco Rosell las palabras de Pedro Sánchez sobre el incendio en Los Gallardos.
Aujourd'hui, Bruno Poncet, cheminot, Antoine Diers, consultant, et Barbara Lefebvre, professeur d'histoire-géographie, débattent de l'actualité autour d'Olivier Truchot.
Alberto Gonçalves comenta a falta de água no concelho de Almada, as causas que lhe estão subjacentes e as tentativas de desculpar a gestão autárquicaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
En Cinco Continentes dedicamos un amplio espacio a conocer el alcance internacional del incendio de Almería. También Francia sufre fuego descontrolado como nos cuenta Antonio Delgado desde París. Un fenómeno de grandes incendios que no es nuevo en el mundo como nos resume Celia Vidal; mientras que Valle Alonso nos acerca las novedades sobre el tifón Bavi que llega en breve a Asia. Entrevistamos a Jorge Olcina, geógrafo y climatólogo, uno de los mayores expertos en España en fenómenos meteorológicos extremos. Entre otras cosas nos ha explicado cómo nos afecta un fenómeno tan lejano como "El Niño". De la información relacionada con Estados Unidos, Sara Alonso nos cuenta las novedades de Ormuz y Laura Alonso nos describe la relación de Trump con su nuevo avión presidencial. María Eulate sigue atenta a las novedades en Ucrania y Jordi Barcia al caso de los espías rusos en Italia. Desde Bruselas, Davis Vidueiro nos adelanta las acciones de la Comisión contra Meta y sus aplicaciones adictivas. Desde Berlín, Beatriz Domínguez nos informa de la reforma sanitaria alemana. Cerramos con Guillaume Bontoux y su crónica sobre el gran tapiz de Bayeux que será exhibido en Reino Unido.Escuchar audio
durée : 00:03:14 - Le 6/9 de l'été - par : Dominique Seux - De données récentes sur la climatisation sont enfin disponibles. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Aujourd'hui, Bruno Poncet, cheminot, Barbara Lefebvre, professeur d'histoire-géographie, et Charles Consigny, avocat, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.
Aujourd'hui, Flora Ghebali, entrepreneure dans la transition écologique, Emmanuel de Villiers, chef d'entreprise, et Zohra Bitan, fonctionnaire, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.
Convidados: Carlos Nobre, climatologista e cientista sênior da USP, ele integrou o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007; e Lincoln Muniz Alves, coordenador-geral do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, pesquisador do INPE e autor-líder do IPCC. Os sinais já são assustadores: uma onda de calor sem precedentes na Europa e as temperaturas mais altas já registradas nos oceanos. O alerta é de que isso pode ser apenas o início dos impactos que o El Niño terá ao redor do planeta – a Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA estima que o fenômeno climático tem 68% de probabilidade de ser “muito forte” e climatologistas afirmam que este pode ser o mais poderoso dos últimos 140 anos. No Brasil, o fenômeno deve provocar mais chuvas na região Sul e estiagem nas regiões Norte e Nordeste, além de aumentar a temperatura em praticamente todo o território, principalmente entre novembro e janeiro. O Governo Federal anunciou um pacote de quase R$ 10 bilhões e um sistema nacional de alerta para lidar com as áreas mais vulneráveis. Eventos climáticos extremos são cíclicos, mas os cientistas alertam que eles estão ocorrendo com mais frequência e com mais potência. E o motivo disso são as mudanças climáticas provocadas pela ação humana. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois especialistas em clima. Primeiro, ela conversa com Carlos Nobre sobre o momento que o planeta vive no que diz respeito às mudanças climáticas. Nobre aponta quem são os responsáveis para enfrentar o desafio climático e o que pode ser feito. Depois, participa o pesquisador do INPE Lincoln Alves, que detalha de que modo o El Niño vai atingir o território brasileiro.
durée : 00:03:51 - Par Jupiter ! - par : Charline Vanhoenacker - Une invitée exceptionnelle pour poser un regard sur la vague de chaleur : nous recevons la canicule de 2003 ! Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 00:03:35 - Dans la bouche de Sophia Aram - par : Sophia Aram - Le billet de Sophia Aram du mardi 23 juin 2026 Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France