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Durante casi 17 años EE.UU. había utilizado la constatación científica rechazada por Trump como base legal para reducir las emisiones de automóviles, centrales eléctricas y otras fuentes de gases de invernadero que calientan el planeta.
A Política Nacional de Governança Climática ( PL 2761/2025 ) está em debate na Comissão de Meio Ambiente do Senado. Nesta entrevista concedida à jornalista Marcela Diniz, a consultora legislativa do Senado, Sílvia Cupertino, fala sobre os principais pontos da proposta.
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Mudanças climáticas podem agravar a insônia. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Copenhagen, Dinamarca, noites mais quentes podem interferir na qualidade do sono, aumentando os casos de insônia, principalmente em idosos e mulheres. A insônia marca presença constante na vida das pessoas. A dificuldade de dormir e a perda na qualidade de sono, podem gerar diversos problemas de saúde, como aumento do estresse, irritabilidade, problemas na função cognitiva, aumento da pressão arterial e agravamento de quadros depressivos. A falta ou má qualidade do sono pode ter diversas causas. Entre elas estão estresse, rotinas de trabalho e estudo, problemas físicos, emocionais, e ainda, de acordo com os pesquisadores dinamarqueses, noites mais quentes. [...] Os resultados apontaram que pessoas em países de menor renda, mulheres e idosos, são os que mais sofrem com insônia por interferência do clima na hora de dormir. E que, em temperaturas acima de 25ºC, as pessoas, no geral, tendem a dormir menos de 7 horas por noite. Apesar desses achados, os pesquisadores informam que mais estudos devem ser realizados para se compreender melhor a relação entre as noites mais quentes, provenientes dos efeitos das mudanças climáticas, e a piora na qualidade do sono. E também compreender as diferenças observadas nos índices de insônia entre pessoas residentes em países de maior renda, quando comparados aos de menor renda. Fontes (textos e créditos): https://www.tecmundo.com.br/ciencia/239414-mudancas-climaticas-agravar-insonia-sugere-estudo.htm https://conexaoplaneta.com.br/blog/aquecimento-global-provoca-insonia/ https://www.boletimambiental.com.br/noticia/2017-07-06/aquecimento-global-pode-dar-insonia/ Imagem (créditos): https://www.boletimambiental.com.br/noticia/2017-07-06/aquecimento-global-pode-dar-insonia/ Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=zkGzQulZSEo. Eldar Mansurov - Taleyim.
A pesar de que el Presidente ha señalado que los saldos disponibles podrían ser menores, Tavera sostiene que Planeación Nacional y el Ministerio de Hacienda pueden certificar la disponibilidad de estos fondos para evitar una carga tributaria adicional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bruno Torturra conversa com Claudio Angelo, coordenador de comunicação do Observatório do Clima sobre o Mapa do Caminho que o Brasil pretende desenhar até a próxima COP. Por que o arranjo internacional não consegue falar sério sobre combustíveis fósseis?As contradições e os acertos do nosso governo. O histórico das COPs passadas. A ideologia do fodacionismo tomando o lugar do negacionismo. E o papel da raiva na superação da apatia climática.O Calma Urgente é uma produção da Peri Produções @peri.prodNa apresentação, temos Alessandra Orofino, Gregório Duvivier, Bruno TorturraNa Produção, Carolina Forattini Igreja e Sabrina Macedo @sabrininamacedo Na Pesquisa e Roteiro, Luiza MiguezNa Edição e Mixagem, Vitor Bernardes @vitor_bernardes_Ilustração, Anna Brandão @annabrandinhaNa sonoplastia, Felipe CroccoNa Edição de Cortes, Julia Leite @jupettiNas Redes Sociais Bruna MessinaNa gestão de comunidade, Marcela BrandesIdentidade visual, Pedro InoueConsultoria de Comunicação, Luna CostaFaça parte do Clube de Cultura do Calma Urgente 2026, conversas semanais sobre livros, filmes, séries e discos com Alê, Bruno, Greg e convidados especiais.Acesse agora em calmaurgente.com !
Neste episódio recebo Maria Clara Sosa para conversarmos sobre a relação da arte com a luta ambiental, e falamos especialmente de Bad Bunny. Links do episódio: A luta latino-americana é ambiental: arte e resistência Produção, pesquisa, locução: Marina M. Edição: Thiago Miro
03 11-02-26 LHDW Noticias del NoDo: Sánchez echa la culpa del accidente de Adamuz al cambio Climático. Rufian españolista y su proyecto de izquierdas
03 11-02-26 LHDW Noticias del NoDo: Sánchez echa la culpa del accidente de Adamuz al cambio Climático. Rufian españolista y su proyecto de izquierdas
El presidente Gustavo Petro solicitó a la Corte Constitucional levantar la suspensión del decreto de emergencia económica, en medio de la grave crisis climática que afecta a varias regiones del país. Más de 43 mil familias damnificadas, inundaciones en miles de hectáreas y emergencias en departamentos como Córdoba, Antioquia, Santander y Nariño presionan al Gobierno a tomar medidas urgentes. Mientras avanza la atención a los afectados, el panorama político se fragmenta de cara a las consultas interpartidistas, la Fiscalía genera polémica por un principio de oportunidad al empresario Carlos Matos y, en el plano internacional, excarcelados políticos en Venezuela protagonizan una inédita caravana por Caracas. En deportes, la Selección Colombia Femenina Sub-20 celebró su primera victoria en el Sudamericano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Descrição: Os fenómenos climáticos extremos a que temos assistido são o tema deste episódio. Vimos agora o rasto de destruição deixado pela depressão Kristin, depois de no último verão termos tido grandes incêndios, agravados pelas secas prolongadas e ondas de calor. Gonçalo Moura Martins e António Ramalho explicam o que esta nova realidade vai mudar em termos económicos, de engenharia e no financiamento e realçam os 3 “pês” - planeamento, prevenção e prontidão – que vão distinguir a nossa capacidade ou incapacidade de resposta.
Lambda lambda lambda, nerds! No NerdCast de hoje, vamos reunir o time de ciências para atualizar o nosso papo sobre as mudanças climáticas no mundo. Neste episódio, Alottoni recebe Tucano, André Souza e a dupla Emílio Garcia e Mila Massuda, do BlaBlaLogia, para debater os efeitos catastróficos dos eventos climáticos no mundo, e o que ainda podemos fazer para encarar esta difícil realidade. NERDCAST AGORA TAMBÉM NO YOUTUBE! Acompanhe a publicação de novos programas no canal oficial do Jovem Nerd, e arquivo do NerdCast no canal oficial do podcast: https://youtube.com/@nerdcastjovemnerd?si=ITSiGd08IABGI8yL Daki Use o cupom JOVEMNERD e tenha R$ 30 de desconto em pedidos acima de R$ 100 (válido para primeiro pedido, exceto bebidas alcoólicas): https://jovemnerd.short.gy/Daki_SPOT_NC3 Oscar de Pijama 2026 Dia 15 de março, no YouTube do Jovem Nerd: https://www.youtube.com/live/R6scb811NiA?si=ay_pmyNwVSdbJAfU CITADOS NO PROGRAMA Vaquinha do Pirulla: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/pirulla Conheça o BlaBlaLogia: https://www.blablalogia.com/ CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Pela primeira vez em 50 anos, o mundo está desde ontem sem nenhum controle sobre a proliferação de armas nucleares. O acordo entre EUA e Rússia venceu na quinta-feira e, assim, as duas maiores potências nucleares do mundo não estão, neste momento, obrigadas a ter qualquer limite.Na Europa, Portugal enfrenta os efeitos de uma série de tempestades. Várias cidades do país estão embaixo d'água e os estragos ainda estão sendo contabilizados enquanto a chuva não para. Pelo menos 11 pessoas morreram. O país deve realizar o segundo turno das eleições presidenciais neste domingo. Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
A edição de hoje destaca como dispositivos wearables estão aprimorando a detecção de fibrilação atrial silenciosa , a recomendação para a nova indicação do medicamento Efmody no tratamento da insuficiência adrenal e os desafios da resiliência dos sistemas de saúde frente aos eventos climáticos extremos. Acompanhe as notícias que trazem tecnologia e novas opções terapêuticas para o centro da prática médica no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Acesse o link de cada matéria:O QUE IMPORTA HOJE - https://bit.ly/4r38AP0 O QUE MUDA NA PRÁTICA - https://bit.ly/4tgLd5W RADAR - https://bit.ly/3Ma4BRp
01 04-02-26 LHDW O.Puente echa la culpa del estado del Ferrocarril al cambio Climático y al PP. Barbacid y Broncano y el dinero invertido por el Gobierno
Os últimos anos têm sido repletos de desastres naturais causados por alterações climáticas. É necessário combatê-las e não chega limitar as emissões de CO2. Há que aprender a viver num país diferente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A dimensão de alguns desastres naturais dos últimos anos não se deve só às alterações climáticas e não chega combatê-las limitando as emissões de CO2. Há também que aprender a viver num país diferenteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
01 04-02-26 LHDW O.Puente echa la culpa del estado del Ferrocarril al cambio Climático y al PP. Barbacid y Broncano y el dinero invertido por el Gobierno
Información al día de EL COMERCIO, este lunes 02 de febrero de 2026.John Reimberg contó detalles inéditos de la captura de alias 'Fito'; Laura Fernández, la Bukele de Costa Rica, logra la presidencia; El Instituto Nacional de Meteorología e Hidrología (Inamhi) pronostica lluvias de variable intensidad en Quito y gran parte de Ecuador este lunes 2 de febrero de 2026. Lluvias afectan a Quito; ¡Sorpresa total! Nilson Angulo deja Anderlecht y jugará en la Premier LeagueGracias por escuchar este noticiero, un producto informativo de EL COMERCIO.
A la primera part del Voltant i Girant parlem amb Marc Anton, ornitòleg, investigador i responsable de l’àrea de seguiment d’ocells de l’ICO sobre el recent estudi europeu que conclou que la sequera i la pluja torrencial són la major amenaça climàtica per als moixons.
Cush Rodríguez Moz speaks to Emily Everett about his essay “Future Remains: The Mysterious Allure of a Town in Ruins,” which appears in The Common's fall issue. The piece chronicles a trip to Villa Epecuén: once a vacation destination for the wealthy in Argentina's golden age, now a site for disaster tourism after salt-water flooding first ruined and then preserved it. Cush discusses how the piece evolved from simple travelogue to a complex personal essay examining national and personal decline, climate and political change, and our fascination with destruction and decay. Cush Rodríguez Moz is a journalist, writer and photographer currently based in Madrid. His investigative articles and long-form narrative pieces cover an array of themes that include environmental issues, agriculture and urbanism. His work has appeared in El Malpensante, Altäir, The New Yorker and Climática, among other outlets. He also collaborates regularly with Revista Late. He holds degrees in history, geography and journalism. Prior to Spain, he lived in Italy and Argentina. Read Cush's essay in The Common here. Read more from Cush at linktr.ee/cush.moz, and follow him on Instagram @cush.moz. The Common is a print and online literary magazine publishing stories, essays, and poems that deepen our collective sense of place. On our podcast and in our pages, The Common features established and emerging writers from around the world. Read more and subscribe to the magazine here, and follow us on Instagram, Bluesky, and Facebook. Emily Everett is managing editor of the magazine and host of the podcast. Her new debut novel All That Life Can Afford is the Reese's Book Club pick for April 2025. Her work has appeared in The New York Times Modern Love column, the Kenyon Review, Electric Literature, Tin House, and Mississippi Review. She was a 2022 Massachusetts Cultural Council Fellow in Fiction. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network
Cush Rodríguez Moz speaks to Emily Everett about his essay “Future Remains: The Mysterious Allure of a Town in Ruins,” which appears in The Common's fall issue. The piece chronicles a trip to Villa Epecuén: once a vacation destination for the wealthy in Argentina's golden age, now a site for disaster tourism after salt-water flooding first ruined and then preserved it. Cush discusses how the piece evolved from simple travelogue to a complex personal essay examining national and personal decline, climate and political change, and our fascination with destruction and decay. Cush Rodríguez Moz is a journalist, writer and photographer currently based in Madrid. His investigative articles and long-form narrative pieces cover an array of themes that include environmental issues, agriculture and urbanism. His work has appeared in El Malpensante, Altäir, The New Yorker and Climática, among other outlets. He also collaborates regularly with Revista Late. He holds degrees in history, geography and journalism. Prior to Spain, he lived in Italy and Argentina. Read Cush's essay in The Common here. Read more from Cush at linktr.ee/cush.moz, and follow him on Instagram @cush.moz. The Common is a print and online literary magazine publishing stories, essays, and poems that deepen our collective sense of place. On our podcast and in our pages, The Common features established and emerging writers from around the world. Read more and subscribe to the magazine here, and follow us on Instagram, Bluesky, and Facebook. Emily Everett is managing editor of the magazine and host of the podcast. Her new debut novel All That Life Can Afford is the Reese's Book Club pick for April 2025. Her work has appeared in The New York Times Modern Love column, the Kenyon Review, Electric Literature, Tin House, and Mississippi Review. She was a 2022 Massachusetts Cultural Council Fellow in Fiction. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/literature
“Toda manhã, acordo com a minha ‘ameacinha' de morte me esperando.” O tom é de brincadeira, mas o ódio na internet virou caso de polícia na vida do engenheiro agrônomo francês Serge Zaka. Há cerca de 10 anos, ele compartilha nas redes sociais os conhecimentos de agroclimatologista para ajudar os produtores rurais a se adaptarem às mudanças climáticas. Jamais imaginou que os seus vídeos o tornariam um alvo dos negacionistas climáticos, ao ponto de precisar de proteção. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Em 2025, o assédio virtual disparou, de internautas não só da própria França, como de endereços nos Estados Unidos e em países de influência russa. Zaka não acredita em um acaso: a situação piorou após a volta de Donald Trump à presidência americana, impulsionando o discurso contrário à ciência e, em especial, à proteção do meio ambiente. Hoje, o agrônomo vive sob proteção policial, na região de Montpellier, no sul do país. “Chegamos neste ponto. Até na Europa, tem um tipo de ‘trumpização', digamos, da ciência. Passamos para uma era da pós-verdade, na qual colocamos as emoções à frente dos fatos científicos”, resume. “Recebi ameaças de morte, acusações racistas, ameaças de estupro. Cheguei a receber ameaças sobre minha aparência, por usar um chapéu de cowboy. Virou quase uma rotina”, conta o engenheiro agrônomo. A paixão por fotografar trovões levou Zaka, doutor em biologia, a se especializar em uma área pouco conhecida, mas cada vez mais importante para o futuro da agricultura face às mudanças climáticas. A agroclimatologia estuda as interações entre o clima e as atividades produtivas no campo. Nas redes sociais, o especialista tem milhares de seguidores interessados nos seus conselhos sobre como preparar a agricultura francesa ao aumento dos fenômenos extremos, como as secas e enchentes. “É sobre como a gente se prepara até 2050 ou até 2070 face às mudanças climáticas, conforme a região. Preciso trocar espécies? Devo começar a plantar espécies tropicais na Europa?”, exemplifica. “Devo preparar os meus consumidores a novos gostos, novas cores dos produtos no mercado? Os agricultores são muito abertos a essas discussões porque estão particularmente afetados pelas mudanças do clima, afinal isso mexe com o bolso deles”, aponta. Vinho, legumes: agricultura francesa já sofre consequências Na França, as alterações climáticas já viram do avesso uma das culturas agrícolas mais tradicionais, a do vinho. As temperaturas mais quentes obrigam os produtores do sul do país a planejarem sistemas de irrigação, até pouco tempo atrás dispensáveis. Com frequência, as colheitas da uva precisam ser antecipadas e até as zonas geográficas históricas de produção, como a Borgonha, estão ameaçadas. Em 2025, os prejuízos relacionados a duas ondas de calor custaram € 10 bilhões à agricultura francesa, segundo um relatório da universidade alemã de Mannheim sobre as perdas do setor em toda a Europa. A França foi o terceiro país mais atingido, depois da Espanha e da Itália. Os produtores de legumes e hortaliças também buscam caminhos de adaptação. Os invernos mais brandos e curtos levam ao amadurecimento precoce das plantas – que ficam desprotegidas em caso de uma onda de frio tardia. “Eu saliento que as mudanças climáticas são um fato. Não tem nenhuma discussão sobre o aumento da temperatura ou as mudanças das precipitações, afinal elas estão [sendo] medidas por dezenas de milhares de estações meteorológicas no nosso país”, frisa o produtor de conteúdo. “Mas não é só isso: temos as datas de florescimento das plantas, a migração dos pássaros, o início do canto das cigarras, que também mudou. Não são medidas humanas, mas medidas ambientais que estão se alterando progressivamente.” Tratamento dos solos na Europa ou no Brasil Para enfrentar esta nova realidade, o setor vai precisar dar mais atenção ao tratamento dos solos, afirma Serge Zaka. As zonas suscetíveis às ondas de calor precisarão pensar em técnicas de estocagem da água, enquanto aquelas onde as chuvas aumentarão deverão planejar melhor o escoamento da água – que, quando acumulada, leva ao aumento das pragas nas lavouras. Por outro lado, novas culturas favorecidas pelas altas temperaturas, como oliveiras e frutas, poderão ser expandidas no país, aconselha o agroclimatologista. O francês também está de olho nas mudanças no restante da Europa e até mesmo além das fronteiras do continente. “Para os agricultores brasileiros, os princípios são praticamente os mesmos. Precisaremos trabalhar no mapeamento das áreas de distribuição das culturas: no Brasil, algumas migrarão para o sul, para longe dos trópicos”, afirma. “Prestem muita atenção ao solo, porque haverá tanto excesso, quanto escassez de água. E ao avançarem pouco a pouco sobre a floresta tropical, vocês estão não apenas alterando o ciclo global do carbono, mas também estão ressecando os campos e se tornando, vocês próprios, mais vulneráveis às mudanças climáticas”, salienta. A vegetalização das áreas rurais, importante solução natural para o enfrentamento do calor e a resiliência dos solos, é um conselho que hoje vale para grande parte do mundo, ressalta o especialista. As pesquisas em genética e o uso das ferramentas digitais também podem ser aliadas valiosas contra uma crise que só tende a se agravar nas próximas décadas. “As ameaças passam por cima do meu chapéu, como dizemos em francês. Eu não ligo, porque a partir do momento em que eu toco e incomodo pessoas que não concordam comigo, é porque o meu objetivo está sendo cumprido”, diz Zaka. “Pelo contrário, tudo isso me dá mais visibilidade nos algoritmos das redes sociais e na mídia. E tem o efeito oposto do que eles querem: em vez de me silenciar, eles acabam me promovendo.”
A nova temporada do Programa de Quinta começa com um debate fundamental sobre os desdobramentos da COP 30 e os rumos da agenda climática para o setor têxtil brasileiro. Este primeiro episódio promove o encontro entre a visão estratégica institucional e a aplicação prática na indústria, trazendo uma análise realista sobre os desafios e as oportunidades da nossa cadeia produtiva diante dos compromissos globais.Para conduzir essa conversa, recebemos Camila Zelezoglo, Gerente de Sustentabilidade e Inovação na Abit, que compartilha sua experiência em negociações internacionais e sua atuação em grupos voltados aos Direitos Humanos e à Economia Circular. Ao seu lado, Gabryella Mendonça, Coordenadora de Sustentabilidade na Capricórnio Têxtil e do Comitê de Sustentabilidade da Abit. Sua atuação foca na jornada de descarbonização, em projetos de economia circular e no reuso de água, conectando temas de clima e natureza a soluções inovadoras que geram impacto real para o negócio e para a manutenção de empregos dignos no setor.O episódio explora também as ações que a Abit impulsiona para que a indústria lidere esse redesenho produtivo, buscando o equilíbrio entre produtividade, ganhos financeiros e a manutenção de empregos dignos.
Tecnologia é direcionada à região Sul, permite a antecipação da colheita e otimização da janela de plantio. Novidade marca entrada da Nidera Sementes, marca da Syngenta Seeds, no mercado de híbridos.
Frear mudanças climáticas requer R$ 3 trilhões por ano.
Podcast ONE: 23 de enero de 2026 ¿Cómo está transformando la IA la educación y los videojuegos en 2026? ¿Qué cambios está enfrentando la industria automotriz? @vincent_quezada y @zoomdigitaltv analizan estos temas y más en #one_digital #onedigital #PodcastONE. ¡Escucha el episodio completo! Escucha aqui el Podcast ONE: 23 de enero de 2026 Facebook Live One Digital: Análisis profundo de tecnología, videojuegos, ia y tendencias en 2026 Vincent Quezada y Pablo Berruecos analizan los temas más relevantes de 2026, desde la reestructuración de Ubisoft y el lanzamiento de Elder Gate, hasta el impacto de la IA en la educación, la edición de contenido, la industria automotriz, la Fórmula 1 y el cine latino. Este índice permite navegar directamente a cada tema principal, con descripciones detalladas y análisis crítico. Índice Situación Climática Global y su Impacto en Norteamérica y México en 2026 Crisis y Reestructuración de la Industria de los Videojuegos: Ubisoft y Elder Gate Edición de Audio y Video con Inteligencia Artificial: Herramientas y Desafíos en 2026 Inteligencia Artificial en la Educación y el World Economic Forum: Predicción de Exámenes y Futuro del Empleo Tecnología de Consumo en 2026: Sony, Alerta Sísmica en México y Avances en Dispositivos Industria Automotriz en 2026: Vehículos Eléctricos y Competencia China Fórmula 1 en 2026: Nuevos Modelos, Pilotos Latinos y Cambios Regulatorios Cultura y Entretenimiento en 2026: Oscars, Guillermo del Toro y el Cine Latino Salud y Prevención: Recuperación de Enfermedades y Adaptación a Fenómenos Climáticos Conclusiones: Ética, Innovación y Responsabilidad en el Futuro Tecnológico Situación climática global y su impacto en norteamérica y México en 2026 Vincent Quezada y Pablo Berruecos analizan las alertas climáticas en Norteamérica y México, destacando la preparación ante ventiscas y la comparación de temperaturas entre Brasil y México. Se discute la importancia de la prevención y adaptación a fenómenos climáticos extremos, así como el impacto en la vida cotidiana y la necesidad de planes de contingencia. Puntos clave: Alertas climáticas en Norteamérica y preparación ante ventiscas. Comparación de temperaturas entre Brasil (20-22°C) y México. Impacto en la vida cotidiana y reflexión sobre el cambio climático. “Las situaciones climatológicas nunca están dentro de nuestro control, pero sí podemos prevenirnos para minimizar su impacto.” — Vincent Quezada Crisis y reestructuración de la industria de los videojuegos: Ubisoft y Elder Gate Análisis de la crisis financiera de Ubisoft, con pérdidas de mil millones de euros y la cancelación de seis proyectos, incluyendo el remake de Prince of Persia. Se explora la nueva estrategia de la compañía, el impacto en el mercado y el lanzamiento exitoso de Elder Gate, un RPG de extracción innovador. Detalles: Pérdidas financieras y depreciación acelerada en Ubisoft. Cancelación de proyectos y nueva estrategia centrada en franquicias consolidadas. Lanzamiento de Elder Gate: mecánicas, recepción y optimización para hardware. “La industria de los videojuegos está en un punto de inflexión; la innovación y la calidad deben ir de la mano.” — Pablo Berruecos Edición de audio y video con inteligencia artificial: herramientas y desafíos en 2026 Pablo Berruecos comparte su experiencia usando herramientas de IA como Audacity, Adobe Podcast y CapCut para corregir audio saturado. Se discuten los desafíos técnicos, la creación de clips virales y el papel de la IA en la democratización de la edición de contenido. Herramientas y lecciones: Uso de Audacity, Adobe Podcast y CapCut para edición de audio. Desafíos técnicos y soluciones con IA. Creación de shorts y clips virales para redes sociales. “La IA acelera procesos, pero la creatividad humana sigue siendo irremplazable.” — Pablo Berruecos Inteligencia artificial en la educación y el World Economic Forum: Predicción de exámenes y futuro del empleo Análisis del uso de Google Gemini para predecir preguntas de exámenes y los temas discutidos en el World Economic Forum 2026, incluyendo gobernanza, empleo y vulnerabilidades de ciberseguridad. Se destaca la metodología Marco Rising y el impacto de la IA en la educación y el mercado laboral. Temas clave: Predicción de exámenes con Google Gemini y metodología Marco Rising. IA en el World Economic Forum: empleo, gobernanza y ciberseguridad. Impacto en la educación y el futuro del trabajo. “La IA no es solo una herramienta, sino una infraestructura que redefine la sociedad.” — Vincent Quezada Tecnología de consumo en 2026: Sony, Alerta sísmica en México y avances en dispositivos Sony deja de fabricar pantallas y forma una alianza con TCL, mientras se analiza la alerta sísmica en México y los avances en dispositivos de consumo. Se discute cómo la tecnología está cambiando la vida cotidiana y los desafíos de la obsolescencia programada. Tendencias: Reestructuración de Sony y alianza con TCL. Controversias y aclaraciones sobre la alerta sísmica en México. Avances en dispositivos y su impacto en los consumidores. “La tecnología debe beneficiar a los consumidores, ofreciendo productos innovadores y sostenibles.” — Pablo Berruecos Industria automotriz en 2026: Vehículos eléctricos y competencia China Crecimiento de vehículos eléctricos y la competencia de marcas chinas como BYD y Giggly. Se analizan las alianzas estratégicas de Renault y Volkswagen con empresas chinas, así como los avances en diseño, seguridad y sostenibilidad. Innovaciones: Crecimiento de vehículos eléctricos y competencia china. Alianzas estratégicas de marcas tradicionales con empresas chinas. Avances en diseño, seguridad y sostenibilidad. “La industria automotriz está en una revolución, impulsada por la innovación china.” — Vincent Quezada Fórmula 1 en 2026: Nuevos modelos, pilotos latinos y cambios regulatorios Nuevos modelos de Ferrari, Cadillac y Audi, junto con la participación de cuatro pilotos latinos: Checo Pérez, Alonso, Colapinto y Bortoleto. Se discuten los cambios regulatorios y cómo están afectando la competitividad y el espectáculo. Novedades: Nuevos modelos de Ferrari, Cadillac y Audi. Participación de pilotos latinos en la Fórmula 1. Cambios regulatorios y su impacto en las carreras. “La Fórmula 1 sigue evolucionando, con nuevos modelos y talentos latinos.” — Pablo Berruecos Cultura y entretenimiento en 2026: Oscars, Guillermo del Toro y el Cine Latino Guillermo del Toro compite en los Oscars con Frankenstein, mientras Brasil destaca con Agente Secreto. Se analiza el crecimiento del cine latino y su impacto en la industria global, así como la importancia de la diversidad en la narrativa cinematográfica. Destacados: Nominaciones de Guillermo del Toro en los Oscars. Cine brasileño y su reconocimiento internacional. Diversidad e impacto del cine latino. “El cine latino está en un momento dorado, con historias que resuenan globalmente.” — Vincent Quezada Salud y prevención: Recuperación de enfermedades y adaptación a fenómenos climáticos Vincent comparte su experiencia recuperándose de una gripe, mientras Pablo discute la importancia de la prevención y el cuidado personal ante enfermedades y fenómenos climáticos. Se destacan consejos prácticos para mantener la salud y adaptarse a cambios ambientales. Consejos: Recuperación de enfermedades y cuidado personal. Adaptación a fenómenos climáticos extremos. Prevención y hábitos saludables. “La salud es nuestro bien más preciado; pequeñas acciones pueden marcar una gran diferencia.” — Pablo Berruecos Conclusiones: Ética, innovación y responsabilidad en el futuro tecnológico Reflexión final sobre el futuro tecnológico, destacando la importancia de la ética, la innovación responsable y la participación comunitaria. Se invita a los oyentes a ser parte activa en la construcción de un futuro más inclusivo y sostenible. Temas finales: Ética en el desarrollo y uso de la tecnología. Innovación responsable y sostenibilidad. Participación comunitaria y acceso equitativo. “El futuro tecnológico depende de nosotros; debe ser inclusivo, sostenible y ético.” — Vincent Quezada El cargo Podcast ONE: 23 de enero de 2026 apareció primero en OneDigital.
O ministro Dias Toffoli, do STF, foi flagrado recebendo o banqueiro André Esteves, dono do banco BTG Pactual, no resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR). A gravação, divulgada pelo portal Metrópoles e datada de 25 de janeiro de 2023, mostra Toffoli aguardando a chegada de convidados em uma área reservada do empreendimento.Na sequência, um helicóptero aterrissa em frente ao local, transportando André Esteves e o empresário Luiz Pastore, proprietário do grupo metalúrgico Ibrame.Madeleine Lacsko, Dennys Xavier e Wilson Pedroso comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
As geleiras guardam a memória da evolução do clima no planeta – mas estão ameaçadas pelo aquecimento global. Na Antártida, pesquisadores de 13 países – inclusive do Brasil – começaram a abastecer o primeiro acervo glacial do mundo, para garantir a preservação desse patrimônio natural para as futuras gerações. Lúcia Müzell, da RFI em Paris As amostras que inauguraram o Santuário da Memória do Gelo (Ice Memory Sanctuary), instalado na base científica franco-italiana Concordia, foram retiradas dos Alpes. O primeiro cilindro, de 128 metros, saiu do Mont Blanc, na França, e o segundo, de 99 metros, foi extraído do Grand Combin, na Suíça. A prioridade é resguardar vestígios das geleiras que provavelmente não resistirão até o fim deste século, destruídas pelo aumento da temperatura média da Terra. "Os cilindros de gelo retirados de geleiras ameaçadas de desaparecer serão conservadas na Concordia pelas próximas décadas e séculos à frente, para estarem disponíveis para as futuras gerações de cientistas, quando essas geleiras, infelizmente, terão derretido”, indica o biologista Jérôme Fort, vice-presidente da Fundação Ice Memory e diretor de pesquisas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas (CNRS), da França. "Elas serão um rastro da história do nosso planeta: são arquivos extraordinários não só da história do clima, como da vida na Terra.” 'Balão' gigante formou a caverna de gelo O transporte da Europa até o polo sul foi quase uma operação de guerra: os cilindros precisaram ser mantidos a -20 °C durante todo o trajeto, que durou 50 dias. A chegada ocorreu no último dia 14. O santuário das geleiras, a 3,2 mil metros de altitude, é um projeto ambicioso, iniciado em 2015. O local foi construído todo em gelo, praticamente sem necessidade de outras infraestruturas, à exceção de uma espécie de balão gigante que serviu de fôrma para a caverna, agora transformada em “biblioteca do gelo”. A estrutura tem 35 metros de comprimento e fica a 9 metros abaixo da superfície. A temperatura constante de -54 °C no local permitirá preservar os cilindros por pelo menos 24 anos. Depois, a pressão do gelo tende a começar a deformar a caverna, e será preciso construir uma nova. Geleiras da América do Sul estão entre as mais ameaçadas Entre os pesquisadores que participam do projeto, tem um brasileiro: Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Membro da Academia Brasileira de Ciências e com 29 viagens à Antártida no currículo, Simões é o primeiro glaciólogo do país. "O que nós estamos vendo, ao longo das últimas quatro décadas, é o derretimento principalmente das geleiras não polares. São as que estão nos trópicos, nas regiões temperadas, a exemplo dos Andes, dos Alpes, das Montanhas Rochosas e do Himalaia”, afirma. As da Venezuela já não existem mais, e outras desaparecerão em poucos anos, como as das montanhas Rwenzori, na África Central. "As geleiras, como um todo, guardam um registro muito importante. Elas são formadas pela acumulação, ao longo de milhares de anos, de cristais de neve, que, ao precipitarem-se e se acumularem, com o passar do tempo, carregam todas as características da atmosfera no momento em que se formaram”, sublinha Simões. Importância para a compreensão do aquecimento global O glaciólogo destaca a contribuição das geleiras para a paleoclimatologia, o estudo do passado do clima e de suas variações. Esses registros foram fundamentais para a descoberta e comprovação do aquecimento global. A análise das bolhas de ar retidas no gelo, ao longo de 800 mil anos, levou os cientistas a identificarem o acúmulo anormal de dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O) na atmosfera – os principais gases de efeito estufa. "Foi ali que nós demos as evidências de que esses gases atingiram, nos séculos 20 e 21, uma concentração nunca antes vista”, ressalta. Simões é o representante brasileiro no Comitê Científico de Pesquisa Antártica do Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), onde é um dos coordenadores de projetos de “perfuração de gelo não polar”. Ele participou das operações de captura de uma amostra na geleira Illimani, na Bolívia, que está sendo transportada para o Ice Memory Sanctuary. No futuro, a meta é coletar cilindros de outras partes dos Andes, como da calota de gelo Quelccaya, no Peru. "Nos trópicos, no Peru e na Bolívia, elas estão derretendo mais rapidamente e guardam registros, por exemplo, da história da química da atmosfera da Amazônia. Essa é uma das áreas pelas quais nós temos muito interesse, para reconstruir a história não só das queimadas e das mudanças do ciclo hidrológico, como também a história das culturas pré-colombianas”, salienta o pesquisador. Acervo com 20 amostras Além da amostra de Illimani, devem chegar nos próximos meses ao Ice Memory cilindros já recolhidos em Svalbard, no mar da Groenlândia, no Cáucaso e nas montanhas de Pamir, no Tajiquistão. No total, 20 amostras farão parte do acervo. Segundo projeções dos cientistas, metade das geleiras do mundo terá desaparecido até 2100. "Desde 1975, as geleiras perderam mais de 9 trilhões de toneladas de gelo, o equivalente a um bloco do tamanho da Alemanha, com 25 metros de espessura", observou Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, na inauguração do projeto. O Ice Memory custou € 10 milhões nesses primeiros 10 anos, a maior parte financiados por fundos públicos de instituições científicas, e cerca de um terço por organizações filantrópicas. * Colaborou Géraud Bosman-Delzons, da RFI
As mudanças climáticas já produzem efeitos concretos sobre a saúde da população, com impactos desiguais entre regiões e grupos sociais. Ondas de calor, frio extremo e eventos climáticos intensos estão associados ao aumento da mortalidade e a agravos evitáveis.Neste episódio do podcast Biotech and Health, Camila Pepe e Carolina Abelin conversam com Mauricio Barreto, pesquisador da Fiocruz Bahia, sobre o uso de tecnologia e grandes bases de dados para ajudar a compreender e enfrentar esses impactos. A conversa aborda a plataforma Cidacs-Clima e o papel da ciência no apoio a políticas públicas em um cenário de emergência climática.
O episódio de hoje mostra os impactos das mudanças do clima na saúde pública dos brasileiros. Saiba como o aumento das temperaturas e a poluição do ar pode impactar o seu dia a dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As mudanças climáticas destão no nosso dia a dia: na enchente que invade bairros inteiros, na seca que ameaça o abastecimento de água, no calor extremo que transforma cidades em ilhas de concreto escaldante, entre outros. Mas, diante de tantos eventos, a própria natureza pode ser parte desta solução. Neste podcast, uma produção do Estadão Blue Studio com patrocínio da Fundação Grupo Boticário, especialistas falam sobre três iniciativas que colocam a ciência, o território e a biodiversidade no centro da adaptação climática no Brasil: uma plataforma digital que mapeia riscos climáticos, o avanço das chamadas soluções baseadas na natureza e um movimento que aposta nessas soluções para proteger a água.Ouça o bate-papo entre o jornalista Eduardo Geraque e os especialistas Guilherme Karam, gerente de Economia e Biodiversidade, e Juliana Ribeiro, gerente de Projetos, ambos da Fundação Grupo Boticário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversamos con el meteorólogo Andrés Moncada, de la Dirección Meteorológica de Chile, sobre las condiciones climáticas que favorecen la propagación del fuego en la región del Ñuble y Biobío, además de la alerta de calor extremo para la zona centro sur del país.
Rafa Panadero y Rocío Gómez saluda en La Climática María Viadero Acha, trabajadora social, socióloga e investigadora feminista y parte de este proyecto de Casa Basoa y a Zenayda Serrano, abogada ambientalista que llegó con su marido y sus dos hijas tras huir de El Salvador.
La celebració de la COP30 i el desè aniversari dels Acords de París ofereixen una ocasió clara per fer una mirada crítica sobre els compromisos assumits i els resultats obtinguts.
O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.
O agravamento dos impactos das alterações climáticas expõe milhões de pessoas a violações de direitos humanos, tornando mais urgente a atribuição de responsabilidades e a adoção de respostas baseadas na justiça.
Dirige y presenta: Juan Carlos Baruque Hernández Sumario del programa ALBA LOBERA *Operación Pop Eye. *Manipulación climática. JUAN RADA *Bebedores de sangre. Nuestra Web: https://mundoinsolitoradio.es Contacta: +34 687 39 80 12 - Solo WhatsApp mundoinsolitoradio@hotmail.com Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
El ministro de Agricultura, Pesca y Alimentación, Luis Planas, ha presentado esta semana las líneas de actuación de los sectores agrario y pesquero del Pacto de Estado frente a la emergencia climática. Entre los principales objetivos, el ministro ha destacado el refuerzo de la ganadería extensiva, el impulso a los regadíos sostenibles, el fortalecimiento del sistema de seguros agrarios, la utilización de nuevas técnicas genómicas, el desarrollo de la agricultura regenerativa y el reconocimiento y retribución al sector pesquero por sus servicios ecosistémicos. Expertos de 31 instituciones de 14 países de Europa, América y Australia se dieron la Asamblea General del proyecto europeo BeXyl, para poner en común los avances en la lucha contra la bacteria Xylella fastidiosa. El Gobierno impulsa el conocimiento sobre agricultura de carbono mediante un convenio con la Asociación Española de Agricultura de Conservación Suelos Vivos. Abrimos, como cada domingo, nuestra 'Gestoría agrícola y ganadera', repasamos la actualidad semanal del sector cinegético en Aragón y conocemos los proyectos
Have you ever felt confused by conflicting media reports about the health of the Great Barrier Reef? If so, you're not alone. New research shows news coverage has often failed to clearly communicate the risks climate change poses to the reef, sometimes fuelling misinformation and climate denial.So what's really happening on the Great Barrier Reef? To help unpack this, our guest today is Dr. Gabi Mocatta, Senior Research Fellow in Climate Science Communication at the University of Tasmania.PLUS it's our last show of the year and we're going out with a bang! Hosts Tanya and Brett celebrate their 40th and final episode of the year and look back at the highlights of 2025.SOURCES:The Australian Institute of Marine Science (AIMS) 2022 Media Release as discussed in the episode: https://www.aims.gov.au/information-centre/news-and-stories/highest-coral-cover-central-northern-reef-36-yearsAndreotta, M., Mocatta, G., Lubicz-Zaorski, C. et al. Steering Great Barrier Reef climate science narratives through the mediasphere in a time of misinformation. npj Clim. Action 4, 99 (2025). https://doi.org/10.1038/s44168-025-00235-4Support the showHelp Keep Word on the Reef Afloat!Please take 2 minutes to fill out our Word on the Reef Listener Survey to help us apply for funding for the show!PROTECT THE REEF - Sign these Petitions Now! Australian Marine Conservation Society: Australia, it's time to lead on Climate Action! Divers for Climate: Sign the 'I'm a Diver for Climate' National Statement Australian Conservation Foundation: No New Coal and Gas! Queensland Conservation Council: Take Strong Climate Action and Build a Positive Renewable Future! Our Islands Our Home: Protect the Torres Strait Islands from Climate Change Greenpeace: Save the Great Barrier Reef! WWF Australia: Protect Nature Rising Tide: ...
Nora Cabrera, Directora de Nuestro Futuro AC
Os carros já não terão de ser 100% elétricos a partir de 2035, propõe a Comissão Europeia. Para muitos trata-se apenas de realismo, para outros a culpa é dos novos equilíbrios políticos, e da AlemanhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
La UE, en su combate contra el cambio climático, establece unas condiciones estrictas para evitar que la tensión que generan los Sevilla-Betis aumente el calor de la zona.
Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre, escancararam nesta quarta-feira, 26, o clima ruim entre o Congresso e o Palácio do Planalto.Os parlamentares não compareceram à cerimônia em que o presidente Lula sancionou o projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda.Madeleine Lacsko, Rodolfo Borges e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Convidados: Poliana Casemiro, repórter do g1 enviada a Belém; e Paulo Artaxo, professor da USP e membro do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU. A COP 30 entrou em sua semana decisiva nesta segunda-feira (17), com a chegada de ministros dos países participantes a Belém (PA). Inaugurada a etapa mais política da conferência, a expectativa é de que um acordo sobre o texto final da COP seja apresentado até sexta-feira (21). Fora da agenda oficial da conferência da ONU, uma proposta alternativa do Brasil tem recebido elogios: o chamado “mapa do caminho” para o abandono de combustíveis fósseis. Reduzir o consumo de combustíveis fósseis é uma medida considerada essencial para frear o aquecimento do planeta. Em conversa com Natuza Nery, a repórter do g1 Poliana Casemiro detalha o que é esse mapa e qual foi a estratégia adotada pelo Brasil para fazer o plano avançar. Direto de Belém, Poliana conta como os negociadores brasileiros dividiram as discussões em blocos, e quais são os pontos mais polêmico até aqui. Depois, a conversa é com Paulo Artaxo, professor da USP e integrante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, o IPCC. Artaxo analisa como o mapa do caminho pode contribuir para o sucesso da COP 30. Ele também responde o que precisa sair da conferência para que seja possível dizer que houve avanço real na transição energética.