A escravização do povo preto no Brasil impacta a vida dos negros até hoje. No paÃs, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica, a população não branca ainda tem menos acesso à educação, saúde, saneamento básico e emprego. No podcast Pretoteca, a jornalista Cynthia Martins e a equipe da BandNews FM te convidam a pensar sobre como superar essas desigualdades, a refletir sobre a luta antirracista e a conhecer mais de perto personalidades negras que são referências em diversas áreas.

Em um Brasil que se ergueu baseado em tantas desigualdades, a busca por uma sociedade mais igualitária passa obrigatoriamente pela atuação presente do Estado. Mas quais os avanços, as políticas, o presente, as ações e o futuro da igualdade racial no Brasil? Em busca de respostas, Cynthia Martins conversa com a nova Ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros. Rachel, que assume o mistério em 1 de abril de 2026, é Doutora em Sociologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e ativista dos Direitos Humanos. Ela, que já era secretária-executiva do Ministério, responde perguntas cruciais como o enfrentamento à morte de jovens negros e como ministério está tratando o feminicídio, que atinge em sua maioria mulheres negras no Brasil.Cynthia Martins convida você a conhecer a história repleta de reviravoltas e resistência de Rachel Barros.Apresentação: Cynthia MartinsGravação: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antonio de Araújo

Um projeto social no interior de São Paulo mudou, para sempre, a trajetória da violinista Gabriele Leite. A artista foi a primeira a integrar a lista Forbes Under 30, em 2020. Radicada em Nova Iorque (EUA), onde cursa o doutorado em Performance Musical na Stony Brook University, vem construindo uma trajetória marcada por conquistas inéditas e crescente reconhecimento internacional.No currículo, Gabriele soma a formação de bacharel em Música pelo Instituto de Artes da UNESP e o título de mestre, com honras, pela Manhattan School of Music. O violão clássico já se tornou parte de quem ela é, e sua trajetória é marcada por afeto, família, talento e grandes conquistas.Cynthia Martins e Luana Pereira convidam você a conhecer a história repleta de reviravoltas e resistência de Gabriele Leite.Apresentação: Luana Pereira e Cynthia MartinsGravação: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antonio de Araújo

O funk é, provavelmente, o gênero musical mais marginalizado do Brasil. Para destrinchar a história, o contexto, a importância cultural e a linha do tempo do Funk, o Pretoteca recebe Thiago de Souza, o Thiagson, professor de Música Clássica e doutor em Funk pela USP. Bacharel e mestre pela UNESP e primeiro músico a escrever um livro de Funk. Thiagson faz um trabalho de comunicação com as massas, através de conteúdos nas redes sociais, para disseminar conhecimento e desmistificar tudo sobre funk. Cynthia Martins e Luana Pereira te convidam a mergulhar na lucidez e na discussão.

A rapper Mc Luanna é a convidada do episódio do Pretoteca desta semana. Em entrevista à jornalista Cynthia, a cantora relembra a própria trajetória artística, que começou ainda na pandemia, quando passou a escrever textos e poesias e a investir na dança como forma de expressão. A artista se define como alguém que também traz a linguagem corporal para o palco. “Eu sou uma artista que tem um balé”, afirma.Apesar da visibilidade rápida, ela explica que não planejava seguir carreira musical. Antes da fama, trabalhava como técnica de saúde bucal, sem imaginar que se tornaria rapper. Natural do sul da Bahia, Mc Luanna foi criada pela mãe, Valdineti, e passou parte da infância no interior, convivendo com animais e em um ambiente evangélico.A mudança para São Paulo aconteceu aos oito anos, quando a mãe procurava por melhores oportunidades. Ao chegar à cidade, ela conta que se assustou com os prédios, com a forma de falar e com o que define como "frieza dos paulistas".A rapper relembra o início da carreira musical, incluindo a primeira vez em um estúdio, que descreve como um ambiente majoritariamente masculino. Ela afirma que precisou aprender sozinha processos técnicos, como subir músicas nas plataformas digitais e organizar o próprio material.O álbum “Sexto Sentido” é apontado como um marco de amadurecimento pessoal e artístico. MC Luana também destaca o crescimento das mulheres na cena do rap e afirma que a atual geração tem ganhado espaço em números, público e produção musical. Ela diz que se sente feliz com a presença de outras artistas e lembra momentos marcantes da carreira, como quando conheceu o rapper Dexter.#McLuanna #rap #pretoteca #BandNewsFM








































Esse podcast conta com a produção de Kawany Nascimento e edição de Maria Cecília Dallal.

O Pretoteca dessa semana fala sobre tradição, brasilidade, cultura das ruas. Cynthia Martins e Larissa Alves revisitam suas infâncias e trazem reflexões sobre uma festa que toma as ruas coma pureza das crianças: o Dia de São Cosme e Damião.Nessa conversa com o professor, escritor e especialista em brasilidades Luiz Antônio Simas, o Pretoteca mergulha nessa festa que tem muita força na Igreja Católica, no Candomblé e na Umbanda.Esse podcast conta com a produção de Kawany Nascimento e edição de Maria Cecília Dallal.
