A escravização do povo preto no Brasil impacta a vida dos negros até hoje. No paÃs, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica, a população não branca ainda tem menos acesso à educação, saúde, saneamento básico e emprego. No podcast Pretoteca, a jornalista Cynthia Martins e a equipe da BandNews FM te convidam a pensar sobre como superar essas desigualdades, a refletir sobre a luta antirracista e a conhecer mais de perto personalidades negras que são referências em diversas áreas.

Em uma conversa com Cynthia Martins e Luana Pereira, Sarah Roston abre o coração sobre a construção do novo álbum, a presença da mulher negra no centro da narrativa, a parceria musical com o irmão e as influências de ter vivido em diferentes cidades e culturas.Do início do processo criativo até reflexões sobre feminicídio, identidade latina e propósito artístico em tempos difíceis, a artista mostra por que sua voz ecoa muito além da música.Apresentação: Cynthia Martins e Luana Pereira Produção: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antônio

No especial de Dia das Mães do Pretoteca, Mari Sankofa fala sobre as dores, os afetos, a ancestralidade e os desafios da maternidade negra no Brasil. Ao lado de Cynthia Martins, ela comenta sobre a solidão da mãe negra, relembra a força das mulheres da família e fala sobre os ciclos que quer quebrar: “quero viver a maternidade e não sobreviver a ela”.Em um relato emocionante, Mari fala sobre o amor pelas filhas, consciência racial, violência obstétrica, sexualidade após a maternidade e a importância do aquilombamento. “O Rafa não é só meu marido, ele é minha comunidade”, afirma. Entre lágrimas, ela relembra a mãe, reflete sobre a transformação que a maternidade trouxe para sua vida e deixa um recado para outras mulheres: “busque sua comunidade, busque seu aquilombamento”.Um episódio potente, íntimo e necessário sobre maternidade, rede de apoio e pertencimento. Feliz Dia das Mães

O legado de uma família e a importância de João Cândido da Silva para a história da arte afro-brasileira. Neste episódio do Pretoteca, Luana Pereira e Cynthia Martins recebem o artista plástico, um dos grandes nomes da arte popular brasileira. Aos 93 anos, ele relembra a infância em Minas Gerais, a chegada a São Paulo e a influência da ancestralidade em sua trajetória. O artista conta como transformou vivências da cultura negra em pinturas e esculturas marcadas por música, festa e memória. O artista também revisita as dificuldades enfrentadas para conquistar reconhecimento no circuito cultural brasileiro. Ao longo da conversa, ele compartilha histórias sobre a família, a relação com a arte desde a infância e a força herdada dos pais.O episódio revela como sua obra se tornou um registro sensível da experiência negra no Brasil. Além das lembranças, João fala sobre a criação de seu espaço cultural na periferia de São Paulo e sobre a nova exposição que celebra décadas de produção artística e resistência.


Em um Brasil que se ergueu baseado em tantas desigualdades, a busca por uma sociedade mais igualitária passa obrigatoriamente pela atuação presente do Estado. Mas quais os avanços, as políticas, o presente, as ações e o futuro da igualdade racial no Brasil? Em busca de respostas, Cynthia Martins conversa com a nova Ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros. Rachel, que assume o mistério em 1 de abril de 2026, é Doutora em Sociologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e ativista dos Direitos Humanos. Ela, que já era secretária-executiva do Ministério, responde perguntas cruciais como o enfrentamento à morte de jovens negros e como ministério está tratando o feminicídio, que atinge em sua maioria mulheres negras no Brasil.Cynthia Martins convida você a conhecer a história repleta de reviravoltas e resistência de Rachel Barros.Apresentação: Cynthia MartinsGravação: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antonio de Araújo

Um projeto social no interior de São Paulo mudou, para sempre, a trajetória da violinista Gabriele Leite. A artista foi a primeira a integrar a lista Forbes Under 30, em 2020. Radicada em Nova Iorque (EUA), onde cursa o doutorado em Performance Musical na Stony Brook University, vem construindo uma trajetória marcada por conquistas inéditas e crescente reconhecimento internacional.No currículo, Gabriele soma a formação de bacharel em Música pelo Instituto de Artes da UNESP e o título de mestre, com honras, pela Manhattan School of Music. O violão clássico já se tornou parte de quem ela é, e sua trajetória é marcada por afeto, família, talento e grandes conquistas.Cynthia Martins e Luana Pereira convidam você a conhecer a história repleta de reviravoltas e resistência de Gabriele Leite.Apresentação: Luana Pereira e Cynthia MartinsGravação: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antonio de Araújo

O funk é, provavelmente, o gênero musical mais marginalizado do Brasil. Para destrinchar a história, o contexto, a importância cultural e a linha do tempo do Funk, o Pretoteca recebe Thiago de Souza, o Thiagson, professor de Música Clássica e doutor em Funk pela USP. Bacharel e mestre pela UNESP e primeiro músico a escrever um livro de Funk. Thiagson faz um trabalho de comunicação com as massas, através de conteúdos nas redes sociais, para disseminar conhecimento e desmistificar tudo sobre funk. Cynthia Martins e Luana Pereira te convidam a mergulhar na lucidez e na discussão.

A rapper Mc Luanna é a convidada do episódio do Pretoteca desta semana. Em entrevista à jornalista Cynthia, a cantora relembra a própria trajetória artística, que começou ainda na pandemia, quando passou a escrever textos e poesias e a investir na dança como forma de expressão. A artista se define como alguém que também traz a linguagem corporal para o palco. “Eu sou uma artista que tem um balé”, afirma.Apesar da visibilidade rápida, ela explica que não planejava seguir carreira musical. Antes da fama, trabalhava como técnica de saúde bucal, sem imaginar que se tornaria rapper. Natural do sul da Bahia, Mc Luanna foi criada pela mãe, Valdineti, e passou parte da infância no interior, convivendo com animais e em um ambiente evangélico.A mudança para São Paulo aconteceu aos oito anos, quando a mãe procurava por melhores oportunidades. Ao chegar à cidade, ela conta que se assustou com os prédios, com a forma de falar e com o que define como "frieza dos paulistas".A rapper relembra o início da carreira musical, incluindo a primeira vez em um estúdio, que descreve como um ambiente majoritariamente masculino. Ela afirma que precisou aprender sozinha processos técnicos, como subir músicas nas plataformas digitais e organizar o próprio material.O álbum “Sexto Sentido” é apontado como um marco de amadurecimento pessoal e artístico. MC Luana também destaca o crescimento das mulheres na cena do rap e afirma que a atual geração tem ganhado espaço em números, público e produção musical. Ela diz que se sente feliz com a presença de outras artistas e lembra momentos marcantes da carreira, como quando conheceu o rapper Dexter.#McLuanna #rap #pretoteca #BandNewsFM





































