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O entrelinhas é um quadro do Com Sotaque pra pensarmos no impacto que uma conversa, uma notícia, um livro gera em nossas vidas. A cada semana trago uma reflexão a partir de algo que me chame a atenção. Hoje a conchinha é pra te dar aquela incentivada e te fazer acreditar que cada um tem sem tempo e sua vez.Vamos Juntos!
Nesse vídeo eu respondo essas e outras perguntas que vocês me fizeram sobre beleza natural, entrada da Ju na escola, sobre o marido não trabalhar fora, se pensamos em algum momento voltar para o Brasil, como lido com o luto, maternidade e outras mais que estarão listadas aqui em baixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialPERGUNTAS00:36 Alice gosta de falar em inglês ou português?02:52 O que você faz para manter um conteúdo inteligente, interessante e não cair na mesmice?06:22 Estou grávida e estamos na França, algum livro pra indicar?06:41 Já pensou em morar no Brasil algum momento ai?13:15 Como a sua família reagiu ao saber que você iria morar fora do Brasil? 14:28 Como é a questão fiscal de vocês? Ganham em reais e gastam em libras? Empresa está onde?17:49 Você já deu chupeta as crianças em alguma situação extremamente pontual?18:12 Essas férias escolares que vão ter agora em fevereiro é de que? Porque sei que ai não tem Carnaval18:49 As escolas ensinam letra cursiva?19:23 Como você fez pra viajar sem a Julia para Los Angeles ainda amamentando?21:17 Você não deu chupeta, né? Como sobreviveu a fase de sucção intensa?21:57 Morgana, vocês conseguiram fazer amizades com os locais?24:17 Lembro que comprou um desumidificador/ purificador. Ajudou a melhorar sua rinite?25:27 Você está assistindo Bridgerton?26:14 Medo de liberar a tela30:07 Pode falar sobre beleza natural e eceitação?32:40 Como você lida com o luto? Fez terapia quando perdeu sua mãe?36:33 Como está a Ju na escola?38:01 Marido não sente falta do mundo corporativo… outros projetos do que ficar em casa?42:39 Porque vocês chamam tia de “dinda”? 43:10 Qual sua opinião sobre Guerreiras do K-pop? É adequado para crianças de 5 anos?LINK DOS VÍDEOS MENCIONADOS:https://youtu.be/pMh1SGxpArshttps://youtu.be/MQiPLrmrVbohttps://youtu.be/5gvBhr3xlbIhttps://youtu.be/YHSfpl_47fAhttps://youtu.be/9_UPWdiWgFYLINK DO DESUMIDIFICADOR DE AR:https://amzn.eu/d/00zK4FrENewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/channel/UCxwENW5gfb72OnMnRycgflA?sub_confirmation=1Instagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Seguir no Facebook: https://www.facebook.com/Morgana-Secco-853527361485473/Canal do Schiller (Finanças): https://www.youtube.com/@UCAVYHoy45kgq9WuUji9ff5g
Episódio do dia 06/02/2026, com o tema: A maternidade é um chamado à oração Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues A maternidade que começa no altar, permanece na presença de Deus e se completa na consagração é uma maternidade sustentada pela oraçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste vídeo, eu falo sobre como a sobrecarga das mulheres é constantemente minimizada, normalizada e até romantizada, como se estar cansada fosse sinal de fraqueza, exagero ou falta de capacidade.A partir da minha vivência, dos comentários que recebo nas redes e de reflexões provocadas pela série All Her Fault, conversamos sobre culpa, invalidação e a expectativa silenciosa de que mulheres simplesmente “deem conta”.Este não é um vídeo sobre fazer mais ou menos do que outras mulheres.É sobre reconhecer o cansaço como legítimo, sem comparação, sem julgamento e sem precisar chegar ao limite para ser validada.Se você já ouviu frases como “isso nem é tão cansativo assim” ou “tem gente que faz muito mais”, esse vídeo é pra você.Vídeo publicado no meu canal do Youtube em 21.01.2026Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira. Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”. O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num momento em que se discute tanto o fim da escala 6x1 lembro que, em dezembro de 1925, portanto, há 100 anos, era aprovada a 1a lei de férias remuneradas no Brasil. Falo sobre o contexto e as razões de aprovação dessa lei, assim como as críticas de quem achava que ela iria destruir a economia e comparo com as discussões que fazemos hoje sobre o fim da escala 6x1.
Neste episódio do Performa Q. Pod. na CBN Campinas, Dr. Aguinaldo Catanoce, Superintendente do Hospital PUC Campinas e Coordenador da Maternidade de Campinas, mostra por que a gestão hospitalar se tornou uma ciência que combina dados, pessoas e decisões críticas em tempo real. Ele explica como a inteligência artificial tem sido aplicada para integrar processos clínicos e administrativos, otimizando desde a gestão de prontuários eletrônicos até o uso estratégico de dados na definição de investimentos.Ao longo da conversa, ele aborda os desafios de tornar a inovação realmente acessível e funcional no atendimento ao paciente, em um cenário onde a tecnologia ainda não substitui a confiança nem a conexão humana.O hospital é apresentado como um ecossistema multifuncional, que opera simultaneamente como hotel, restaurante, universidade, operadora de dados e centro financeiro. Nesse contexto, Dr. Aguinaldo reforça que a verdadeira transformação digital na saúde vai além da adoção de sistemas inteligentes: ela depende de modelos sustentáveis, capazes de gerar valor tanto para a operação quanto para quem está sendo cuidado.
Join Niranjan Vijayakumar, MBBS (Children's Mercy, Kansas City) and Deanna Todd Tzanetos, MD, MSCI (Norton Children's Hospital/U of Louisville) as they speak with Bruna Cury, RN, MSN (CardioPedBrasil®️ – Children's Heart Center, Hospital da Criança e Maternidade, Brasil) and Joram Nyandat, MMED (Moi Teaching and Referral Hospital/Tenwek Mission Hospital, Kenya) about their PCICS experience. We also speak with Lindsey Justice, DNP, CPNP-AC (Cincinnati Children's Hospital) about the foundation and how to donate, help, and apply for scholarships. Hosts: Deanna Todd Tzanetos and Niranjan Vijayakumar Editor: Niranjan Vijayakumar Producer: Deanna Todd Tzanetos
A maternidade entrou na era hot e a barriga de grávida virou o novo decote. Neste episódio, investigamos como o mercado anda aquecido por retiros cinco estrelas pós-parto; marcas de beleza criadas por mulheres com muito repertório sobre o assunto e, claro, o estilo das grávidas 40+ que passam longe do cheirinho de talco.O Ciao Bela é um núcleo de pesquisa que traduz tendências de beleza, bem-estar, longevidade e cultura para pensar o futuro do comportamento e consumo. A cada quinzena, publicamos um episódio de 15 minutos refletindo sobre algumas das tendências que andam aparecendo nos bastidores dos estudos que conduzimos para a indústria e marcas do segmento. Acompanhe!Pesquisa: Larissa Nara, Felipe Stoffa e Hannah DouradoIdentidade visual: Nino AlexandreArte e edição: Bianca LimaTrilha: Chico Reginato
Depois de uma carreira de 47 anos como apresentadora da RTP, Dina Aguiar anunciou a sua saída da estação pública em outubro do ano passado. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os momentos mais difíceis enquanto mãe numa área que “exige muito” e que nem sempre deixa espaço para a vida pessoal. Mas, neste episódio de Alta Definição, o testemunho vai muito além do lado profissional. Dina Aguiar revisita a infância rural, a exigência dos pais, uma carreira longe da ribalta e a experiência da maternidade. Com serenidade, fala de desapego, aceitação do destino e da importância de amar sem prender. Entre memórias, perdas e reencontros, partilha uma filosofia que com os anos foi desenvolvendo, assente na gratidão e na consciência. Acredita que a adversidade da sua infância moldou uma mulher resiliente, livre e profundamente ligada ao presente. “Quando temos este estado de consciência e maturidade, atraímos as pessoas certas. Não vale a pena forçar”, aconselha. Uma conversa sobre envelhecer, perdoar e viver com leveza. Já sobre o futuro profissional, quando Daniel Oliveira questiona se a comunicação e o jornalismo já pertencem apenas ao seu passado, a apresentadora responde sem hesitar: “Não. Ainda há algumas hipóteses, mas só depois de março é que posso falar sobre elas. Só não as vou enfrentar com a mesma intensidade, a idade não permite”, admite. Este episódio foi emitido na SIC a 24 de janeiro, ouça aqui a versão podcast. A sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estudo feito por pesquisadoras francesas mostra que o comportamento da equipe médica considerado inadequado pelas pacientes, antes e depois do parto, pode estar relacionado ao aparecimento da doença. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris A depressão pós-parto atinge cerca de 2 em cada 10 mulheres na França e 25% no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Tristeza persistente, dificuldade para criar vínculo com o bebê recém-nascido, falta de apetite, distúrbios do sono, cansaço e problemas de concentração são alguns dos sinais que devem alertar as mães. Esse risco aumenta em função de fatores ambientais, como gravidez difícil, isolamento ou más condições de vida, mas também está relacionado ao atendimento no hospital durante e após o parto. É o que mostra um estudo inédito divulgado em novembro, conduzido pelas cientistas francesas Marianne Jacques, do Inserm (Instituto Nacional de Pesquisa Médica), enfermeira obstetra no hospital Erdre e Loire, na região centro-oeste da França, e Camille Le Ray, professora de ginecologia e obstetrícia na maternidade parisiense de Port Royal, no 6º distrito da capital. As duas pesquisadoras analisaram como experiências negativas vivenciadas nas maternidades francesas influenciaram o aparecimento da depressão pós-parto. A pesquisa, publicada em novembro na revista BJOG: An International Journal of Obstetrics & Gynaecology, também propõe medidas para prevenir o transtorno psíquico nas mães. Segundo o estudo, cerca de 25% das mães seriam afetadas pelo transtorno. A conclusão é baseada em uma análise de dados recolhidos dois meses após o parto de um grupo de pacientes, que participou de uma pesquisa nacional perinatal, em 2021. “Essas pesquisas nacionais são realizadas há mais de 30 anos, a cada cinco ou seis anos. Elas incluem, durante uma semana, todas as mulheres que deram à luz e aceitaram participar, em toda a França”, diz Marianne. “A última edição é de março de 2021 e contou com a participação de mais de 12 mil mulheres. A novidade é que as participantes responderam a um novo questionário dois meses após o parto”. Nesse questionário, 1.888 mulheres relataram gestos, observações e práticas da equipe médica e hospitalar que, por diferentes razões, geraram desconforto ou mal-estar durante e após o parto. Outra série de perguntas propostas pelas pesquisadoras oito semanas após o nascimento do bebê, relacionadas exclusivamente à depressão pós-parto, revelou que 17% das mães tinham sintomas da síndrome. Há mais de dez anos trabalhando em um hospital, a cientista francesa vive na prática as eventuais dificuldades enfrentadas pelas gestantes e suas famílias. “Tentamos manter nossa atividade clínica o máximo possível, já que nossas pesquisas são baseadas nessa experiência. O objetivo, justamente, é poder aplicá-las de forma prática para beneficiar as mulheres e as famílias.” 'Senti a dor do corte' Sophie, 45 anos, teve um parto normal há 11 anos em uma maternidade parisiense. Quando as contrações ficaram muito fortes, recebeu anestesia. “A anestesia só funcionou de um lado, eu senti muita dor. Avisei o anestesista e a equipe, mas o parto continuou”, conta. A francesa Dadi integra a Associação Femmes Africaines de la Plaine (Mulheres Africanas da Plaine), localizada em Saint-Denis, perto de Paris. Ela relatou à repórter Charlie Dupiot, do programa Priorité Santé da RFI, o trauma vivido após uma episiotomia — uma incisão feita na região do períneo, entre a vagina e o ânus, para ampliar o canal de parto e facilitar a saída do bebê. A anestesia não fez efeito e Dadi sentiu o corte e a sutura. “Três semanas depois, o corte ainda não tinha cicatrizado. Foi traumatizante para mim, eu não podia me sentar, eram dores muito fortes.” Apesar de o estudo não detalhar os problemas que envolvem individualmente as situações que incomodaram as mulheres ouvidas na pesquisa, como foi o caso de Sophie e Dadi, obter essas informações é uma das metas da equipe de pesquisadoras. “Não sabemos o que está por trás desses depoimentos e não é o objetivo desse tipo de estudo. Mas, para sabermos mais a respeito, estamos organizando outras pesquisas que vão nos ajudar a entender, de maneira mais detalhada, quais são os comportamentos apontados como inapropriados pelas mulheres e citados com mais frequência.” Para isso, a equipe utilizará outra coorte, ou grupo de pacientes que já tiveram depressão diagnosticada. “Vamos solicitar às pacientes que tiveram depressão pós-parto que tentem se lembrar de como foi o parto e o período na maternidade. A ideia é entender melhor a interação com os profissionais de saúde que as atenderam.” A cientista francesa explicou que algumas hipóteses explicam essa relação: certos gestos ou cuidados médicos no hospital podem dar às mulheres, explica, uma sensação de “desumanização, desvalorização e perda de confiança em si mesmas”. Novas pesquisas “Também temos hipóteses endocrinológicas e hormonais, mas temos poucos dados para corroborá-las. Por isso, temos outros projetos de pesquisa com esse objetivo: tentar entender a fisiopatologia desse fenômeno e ir um pouco mais longe”, diz Marianne Jacques. A relação causa-efeito entre a experiência das mulheres e a depressão após o parto apontada nos estudos epidemiológicos deve ser vista com cautela, lembra Marianne Jacques, mas não pode ser negada. “Em todo caso, ainda que os cuidados médicos inapropriados não tivessem consequências desfavoráveis, sabemos que isso é uma realidade, que isso acontece, e é necessário adotar estratégias para fazer com que esses gestos ou comportamentos inadequados diminuam.”
Nesse vídeo eu explico como eu faço e priorizo as minhas metas de forma fácil de cumprir, mesmo quando já estamos, muitas vezes, exautos.E dei algumas dicas de como vocês podem fazer as de vocês também, aproveitando o fim de ano e a entrada de um ano novo agora em 2026.Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletter
Conhecemo-la como atriz, chegou a ser apresentadora, despontou a fazer-nos rir. Tanto nos diretos de Bruno Nogueira durante pandemia; no espetáculo “Nem a Ponta do Mindinho”, com Raquel Tillo; na peça “Plim”, com Salvador Martinha e João Maria; como nas participações no “Taskmaster”. Agora pela primeira vez a solo, num formato aproximado a stand-up comedy, Inês Aires Pereira apresenta “Namastê”. Após um período conturbado na vida pessoal e profissional, um retiro espiritual no Brasil despertou a ideia para o espetáculo. Já esgotou por quatro vezes o Coliseu de Lisboa, e outras três o Coliseu do Porto. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica que encontrou um propósito no espetáculo “Namastê”, devido ao “feedback de muitas mulheres”, agradece a ajuda de Salvador Martinha, elogia Gabriela Barros e seleciona o seu painel de concorrentes ideal para uma nova temporada do Taskmaster.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Alta Definição, o ícone da culinária portuguesa, Cátia Goarmon (Tia Cátia), partilha a sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela paixão pela cozinha, pela importância da família e pela superação de desafios. Numa entrevista profunda, conduzida por Daniel Oliveira, aborda memórias de infância, a influência dos pais, a maternidade, e a experiência no MasterChef. Relata ainda o impacto do diagnóstico de cancro da mama, destacando a resiliência perante a doença. O episódio evidencia o papel do afeto, da criatividade e do respeito pelas diferenças na construção do seu percurso, sublinhando a força dos laços familiares e a capacidade de transformação perante a adversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Respondi perguntas da caixinha como: Londres está perigosa? Como lido com a exposição das crianças nas redes sociais? e mais outras listadas aqui embaixo.Episódio exibido no canal do YouTube em 14/11/2025.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade está em BLACK FRIDAY: https://morganasecco.com.br/essencial
Como não ligar para o que pensam de mim? Como não me sentir atrasada na vida?Nesse vídeo eu respondo essas e outras perguntas que vocês me fizeram sobre comparação, opinião dos outros, sentir-se “atrasada”, terapia, morar fora do Brasil, fazer amigos em Londres, maternidade e Natal longe da família.0:23 Como preparou a chegada da irmãzinha mais nova? Sofrendo com ciúmes aqui.3:47 Você e Schiller ainda têm espaço para ouvir músicas que gostam ou K-pop dominou tudo?5:44 Você sentiu dificuldade de fazer amigos em Londres? Ou foi de boa?8:14 Como deixar de se importar com o que as pessoas pensam sobre você? Isso nao é facil para mim.12:06 Como deixar de me sentir atrasada na vida em relação aos outros (que ja conquistaram muito mais)?16:36 Quais as tradições de ano novo que mais gostam?18:50 Vocês tem alguma comida tradicional para o Natal?20:23 O que voce pediu para o bom velhinho?23:08 O que te motivou a fazer terapia e como é para você?24:57 Você se considera uma pessoa introvertida/tímida? Como isso impactou ou impacta sua vida?26:58 Uso de tela por adulto, como melhorar o hábito?27:53 Você sempre se imaginou construindo vida fora do Brasil? 30:32 Morando tanto tempo aí, acha que o Natal tem cara de inverno ou ainda tem cara de verão?32:58 Vocês aí não tem a tradição do Elf on the Shelf?33:54 Costuma fazer planos de ano novo? Trabalho, conhecer um lugar novo?37:25 Como lidar com a frustração de estar longe quando alguém querido fica doente?41:10 Quais eram os desenhos ou programas de TV favoritos da sua infância?41:51 Vocês já se acostumaram com a comida aí da Inglaterra?43:58 Momentos das meninas que mais te emocionaram e continuam te emocionando?Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/channel/UCxwENW5gfb72OnMnRycgflA?sub_confirmation=1Instagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Seguir no Facebook: https://www.facebook.com/Morgana-Secco-853527361485473/Canal do Schiller (Finanças): https://www.youtube.com/@UCAVYHoy45kgq9WuUji9ff5g
Neste episódio dos Bastidores da Liderança, recebo Patricia Costa, com quem tive o privilégio de trabalhar por muitos anos.Com sensibilidade e verdade, ela compartilha como um gesto aparentemente simples, uma sugestão sobre a rotina com sua filha recém-nascida e que marcou profundamente sua vida pessoal e profissional.O episódio se transforma em uma reflexão sobre maternidade, culpa, equilíbrio entre vida e trabalho e o papel da liderança empática na vida real.Eu e minha irmã, Márcia Gioffi, comentamos como o cuidado, a escuta e a disponibilidade genuína fazem parte de uma liderança mais humana, especialmente em momentos de transição e vulnerabilidade.
Geo sempre soube que queria ser mãe, mas não queria gestar. E era perfeito, porque a mulher dela, Carol, queria.Geo vendeu o carro e, juntas, foram a uma clínica de fertilização: o óvulo da Geo, o corpo da Carol.Aqui, ela conta a espera, a gravidez, a cesárea e o momento em que o Gui nasceu: ele parou de chorar assim que ouviu a voz dela. Ele reconheceu a Geo. Ali, ela nasceu também como mãe, segura de que estava exatamente no seu lugar.Com ela, falamos sobre a licença-maternidade na dupla maternidade, dos desafios cotidianos e do Coletivo dupla maternidade que a Geo coordena. Obrigada, Geo, por lembrar que a maternidade não depende de um ventre, mas de um vínculo que se constrói seguindo o caminho próprio de cada mãe.Gravamos entre São Paulo e Lauro de Freitas, na Bahia, ao som dos passarinhos.—Link na bio.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (11/12/2025): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende vetar o trecho do projeto de lei que reduz as penas de condenados por investidas golpistas. Lula foi informado de que, além de manter a redução de penas aprovada na Câmara, uma ala do Senado deseja incluir a anistia no texto para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da prisão. Se isso ocorrer, o projeto voltará para a Câmara e não haverá tempo para nova votação neste ano. Esperidião Amin (PP-SC), amigo e aliado de Bolsonaro, foi escolhido para ser relator da matéria no Senado. O senador disse que é a favor do perdão amplo, geral e irrestrito. Ele vai entregar parecer na quarta-feira. E mais: Economia: Inflação de 12 meses fica dentro da meta após IPCA de 0,18% em novembro Política: Gilmar atende Senado e recua em liminar sobre impeachment Internacional: Trump diz que EUA apreenderam petroleiro na costa da Venezuela Metrópole: Vendaval derruba até Papai Noel e deixa 2 milhões sem luz Esportes: Abel Ferreira renova contrato até o fim de 2027See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a consultora, oradora e criadora do projeto digital “Espécie Rara Sobre Rodas”, Catarina Oliveira reflete sobre o atual cenário político no país e os desafios na área da inclusão e diversidade perante as alterações geopolíticas mundiais. De que forma o trabalho de uma ativista pode influenciar políticas de inclusão? As propostas legislativas em torno da inclusão deveriam centrar-se onde neste momento? Catarina responde, e sem tabus fala também de amor, de sexualidade, e dos novos desafios da maternidade. E ainda revela as músicas que a acompanham, lê um excerto de um texto de Alice Wong e deixa algumas sugestões culturais. E, no final, deixa uma mensagem só para as pessoas que escutarem este episódio até ao fim. Boas escutas! Excerto lido de: Alice Wong, Disability Visibility: First-Person Stories from the Twenty-first Century Um livro: "Mama Car" de Lucy Catchpole (Autor), Karen George (Ilustrador) Uma Série: "As Mães dos Pinguins" Escolhas musicais: O Rappa - "Pescador de Ilusões" Djamal - "Abram Espaço" Rosalía - "Magnolias" Marisa Monte - "Ainda Bem"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nas redes sociais é conhecida por ‘Espécie Rara Sobre Rodas’ e, com humor e olhar crítico, chega ao ‘mainstream’ a desconstruir preconceitos e a revelar os obstáculos que tantas pessoas enfrentam por se deslocarem numa cadeira de rodas. A sua vida mudou aos 26 anos quando sofreu uma infecção na medula e deixou de andar. Atualmente é consultora, oradora e criadora de conteúdos, além de nutricionista e mãe de Kai, um bebé de 5 meses. E todos os dias, à sua maneira, tenta que a sua voz abra portas, endireite rampas e faça com que a deficiência deixe de ser o elefante na sala. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A série Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações na voz das lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada às mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. Neste episódio, a diretora de marketing para nutrição especializada da Danone, Vivian Novaes, fala sobre os benefícios da linha especializada de produtos de nutrição na vida dos consumidores e aborda como a maternidade pode potencializar resultados positivos nas companhias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A série Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações na voz das lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada as mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. Neste episódio, Stephanie Celentano, diretora de comunicação do BTG Pactual, fala sobre novas estratégias de comunicação adotadas pela instituição.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enfermeira e advogada, duas vocações que revelam um desejo de cuidar e de lutar, Tula tem 57 anos e é mãe de Matheus, de 8. Foram cinco anos de espera na fila de adoção até que, um dia, o telefone tocou: havia um bebê esperando por ela.Tula conta aqui esse encontro de almas e o que significa criar um menino negro no Brasil.Ela fala também do desafio que a acompanha diariamente e que tantas famílias adotivas compartilham: como contar ao filho que ele é adotado? Será que existe um momento certo? Como evitar sofrimento? Como ajudá-lo a compreender sua origem da melhor forma?Obrigada, Tula, por dividir conosco esse tempo de preparação, de escuta e de cuidado que compõe o seu caminho para a verdade.
Ao ouvir Caroliny contar sua história de maternidade, que começou há mais de 20 anos, transparecem tranquilidade e sabedoria. Foram muitos recomeços na vida dessa mulher de Uberlândia, mãe de Pablo, de 21 anos, e Miguel, de 15, que há uma década vive em Paris, onde dirige uma empresa de design.Aos 19 anos, veio a primeira cesárea. Seis anos depois, outro parto marcado por uma infecção grave. Mas foi nessa experiência de vulnerabilidade que nasceu uma nova consciência: a de ser dona das próprias escolhas.Sozinha, mas acompanhada dos dois filhos, Caroliny embarcou para Paris para fazer um mestrado. Sem falar a língua e sem ter família por perto.Caroliny conta aqui a maternidade jovem, o parto pélvico que acabou em cesárea, a separação do pai de seus filhos e a vida na França. Conversamos sobre o que é ser mãe de adolescentes e criar filhos em outro país.Obrigada, Caroliny, pela reflexão sobre a maternidade como caminho para conquistar mais segurança, firmeza e liberdade na vida.
5 anos de depois ela está de volta para falar de 10 assuntos ao mesmo tempo e fazer a gente ter crise de riso: Dani Calabresa.
Falo sobre o fato de que o Congresso deveria ter aprovado (e não o fez) uma lei regulamentando a licença paternidade. O STF, na DO. 20, havia dado prazo de 18 meses para isso, finalizando em jul./25. Passados quase 4 meses após o fim do prazo o STF também não resolveu a questão, apenas mandou oficiar a Câmara. Comento 2 projetos que estão mais avançados no Congresso, um do Senado, que daria 60 dias de licença e outro na Câmara que pretende dar apenas 30 dias...
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a escritora Giovana Madalosso fala da relação umbilical que tem com o humor, sempre presente na sua literatura, e de como a psicanálise a ajudou a acreditar no valor da sua escrita e a afirmar-se escritora. Chega mesmo a revelar como a terapia a fortaleceu a sair de uma relação abusiva, com violência doméstica. E partilha ainda a forma como ultrapassa o medo da folha em branco e os desafios da menopausa. E ainda conta como gere a sua relação com o marido, e também escritor, Pedro Guerra, já que os dois moram em casas diferentes e, no momento, em cidades diferentes. É este um dos caminhos para um amor longo, livre dos conflitos mesquinhos e mundanos? A pergunta é lançada. Giovana revela ainda algumas das músicas da sua vida, lê um texto seu e de outro autor e abre um pouco o livro sobre o que anda a escrever. Boas escutas! Leituras referidas: "Batida Só" - Giovana Madalosso "Teta Racional" - Giovana Madalosso "Suíte Tóquio" - Giovana Madalosso "Tudo Pode Ser Roubado" - Giovana Madalosso Poema "Guardar", de António Cícero Escolhas musicais de Giovana: "Lucro", de Baiana System "Balaceiro", de Juliana Linhares "Coração Selvagem", BelchiorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta terça-feira (21) acompanhe a aula sobre "Maternidade e a sociedade de classes" com Ana Clara Ferrari, Especialista em Políticas Públicas para Igualdade de Gênero.
Penélope Nova é comunicadora, influenciadora digital e ex-apresentadora da MTV Brasil, conhecida por sua irreverência e autenticidade. Marcou uma geração na televisão e, atualmente, conquista seguidores nas redes sociais compartilhando lifestyle, cultura pop e reflexões sobre comportamento, consolidando-se como referência em comunicação digital e influência cultural.Patrocinador: Ajudamos a suavizar as dores do crescimento e aumentar a margem líquida. Clique no link e veja como implementamos isso.Link: https://rebrand.ly/excepcionais-257-programaDisponível no YouTube:Link: https://youtu.be/QtT6-GcSY5k00:00 - Introdução E As Fases Da Vida De Penélope Nova07:18 - MTV, Juventude E A Liberdade Dos Anos 200016:42 - Sexualidade, Tabus E O Papel Da Comunicação Aberta26:37 - Relação Com O Corpo E A Construção Da Autoestima37:11 - Maternidade, Propósito E Transformações Pessoais47:53 - O Peso Das Expectativas E O Processo De Aceitação58:24 - Espiritualidade, Silêncio E Reconexão Interior01:09:15 - A Busca Por Equilíbrio Entre Liberdade E Responsabilidade01:21:38 - Envelhecer Com Verdade E A Beleza Da Vulnerabilidade01:32:44 - Encerramento E Reflexões Sobre Uma Vida AutênticaSiga a Penélope no Instagram: https://www.instagram.com/penelope_novaNos Siga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcast
No Alta Definição em podcast, Mariana Cabral, conhecida como Bumba na Fofinha, revela-se com humor e franqueza a Daniel Oliveira. Fala do medo de perder a graça, da síndrome do impostor e da dificuldade em desligar da persona pública criada ao longo de mais de uma década. A humorista confessa ser tímida e introvertida, apesar da imagem extrovertida, e valoriza a liberdade e o direito ao erro. Entre risos e introspeção, Mariana Cabral partilha o lado menos visível da maternidade, como a exaustão, a culpa e a depressão na gravidez, mas também a alegria profunda de ver crescer os filhos. A comediante recorda a infância em família numerosa, o humor partilhado entre irmãos e a liberdade para ser “pateta”. Rejeita o culto da perfeição nas redes e defende um olhar mais verdadeiro sobre a vida. O Alta Definição foi emitido na SIC a 18 de outubro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Muitas mulheres sentem medo de ter filhos no mundo de hoje pelas incertezas, pelas doenças, pela correria e até por achar que talvez não dariam conta.Nesse vídeo, respondi perguntas sinceras sobre maternidade real: o medo, a culpa, o cansaço, as birras, e também a beleza que existe no meio do caos.Uma conversa sem romantizar, mas com o coração aberto sobre o que realmente significa ser mãe e se ainda vale a pena escolher esse caminho.LINK DOS VÍDEOS MENCIONADOS: • https://www.youtube.com/watch?v=MlanKvEbH0Q • https://www.youtube.com/watch?v=MEjNb-iM_FI Vídeo publicado no meu canal do Youtube em 08.10.2025Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Como ser mãe sem a sua mãe por perto?Melissa não sonhava em ter filhos. Mas, quando perdeu a própria mãe, surgiu o desejo de manter vivo o laço materno. Foi no luto que o desejo de gestar nasceu: diante da falta, a maternidade se revelou como um novo começo, mas também como a continuidade da relação da Mel com sua mãe.Afinal, o que nossos filhos herdam dos nossos pais?Mel conta aqui como foi ser madrasta antes de ser mãe, a decisão de ter um filho e o processo de reversão da vasectomia do marido. Ela fala também sobre os desafios da cesárea intraparto e da amamentação interrompida por uma mastite grave que exigiu até cirurgia.Obrigada, Mel, por nos lembrar que a maternidade é começo e continuidade.
Você já pensou em escolher entre a sua carreira e a sua maternidade?Existem carreiras onde a maternidade ainda parece ter pouco espaço. A academia é uma delas. Fernanda é cientista, mãe de 3 filhos e enfrentou dificuldades e desafios para se manter na faculdade após a maternidade. Por isso fundou o Parent in Science uma iniciativa que apoia mães e pais na academia através de ações e programas em todo o Brasil. Ela conta aqui como a carga horária intensa e a visão de uma carreira “sem pausas” muitas vezes entram em choque com a vida real das mães. Com Fernanda falamos sobre preconceitos, respeito às escolhas das mães em relação ao parto, os desafios de se adaptar a uma nova rotina quando nasce um filho, a experiência da amamentação prolongada de seus três filhos, e sobre o que significa ter sucesso e construir uma carreira dentro da ciência.Obrigada Fernanda por nos lembrar que a permanência das mães na academia não é apenas uma questão de justiça, mas também de diversidade e excelência científica. Gravamos à distância, entre São Paulo e Porto Alegre.
Em entrevista ao Mulheres Reais, a atriz e comediante Wanessa Morgado destacou como o espetáculo Manhê!, em cartaz no Teatro UOL, em São Paulo, nasceu do desejo de refletir sobre maternidade e maternagem com humor e crítica social. Wanessa, que iniciou sua carreira no stand-up comedy nos anos 2000, em um grupo pioneiro formado por mulheres, avalia que hoje há mais espaço para que questões femininas sejam tratadas na arte. “Não saberia dizer se foi a vontade de falar sobre as dores e delícias do universo feminino que abriu mercado para nós, ou se foi a presença maior das mulheres em várias áreas que trouxe essa liberdade. Mas sinto que é um movimento conjunto”, afirmou. Para a atriz, esse avanço se reflete na coragem em compartilhar experiências antes silenciadas, como as dificuldades da maternidade. “Há pouco tempo não se ouvia uma mulher dizer que não teria filhos se pudesse voltar atrás. Hoje, mesmo que cause estranhamento, esse tipo de fala aparece. Isso mostra uma liberdade maior”, observou. O monólogo Manhê fica em cartaz até o fim de setembro, sempre às terças-feiras, às 20h, no Teatro UOL, com direção de Rafael Primot, assistência de Rodrigo Frampton e texto de Andréia Batitucci.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“A maior parte das pessoas acha que eu sou maluca”, confessa entre risos Inês Aires Pereira logo no arranque deste episódio de Alta Definição. Conhecida pela autenticidade e pela boa disposição que a caracterizam, a atriz admite a Daniel Oliveira que, por vezes, sente-se “um bocadinho palhaça”, algo que, apesar de divertir os outros, a irrita. Depois desta introdução, que reforça traços já familiares da sua personalidade, a conversa ganha contornos mais íntimos. Sem filtros nem receios, Inês abre o coração e recorda alguns dos momentos mais difíceis da sua vida. Entre humor e emoção, partilha a experiência da depressão que enfrentou após dar vida a uma personagem constantemente triste. “Achava que não tinha o direito de ter uma depressão. Pensava: ‘Tens tudo, um homem, dois filhos, casa, dinheiro, saúde’. Pedi ao David que me internasse”, relembra, entre lágrimas e gargalhadas. Reconhece que, apesar do preconceito em torno dos antidepressivos - “não tomes isso, é perigoso”, chegaram a dizer-lhe - , foi precisamente a medicação que mais a ajudou a recuperar. Por isso, deixa um apelo direto: é urgente quebrar os estigmas e a vergonha associados a este tema. “O que não pode ser é a pessoa viver com aquela tristeza.” Mais recentemente, Inês integrou a nova série da RTP, 'FELP', dos mesmos criadores da novela satírica Pôr do Sol, e admite estar a atravessar “uma boa fase”. Ainda assim, revela que da infância, da qual guarda poucas memórias, lembra-se de sentir falta de colo. Hoje, porém, encontra equilíbrio naquilo a que chama “a fase sanduíche”: “Estou a cuidar dos meus filhos, já estou a cuidar dos meus pais e, ao mesmo tempo, estou a cuidar de mim.” O programa foi emitido a 13 de setembro na SIC e pode ser ouvido aqui. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidada do Desculpa Alguma Coisa com Tati Bernardi, videocast do Canal UOL desta semana, a atriz Fabíula Nascimento falou sobre a chegada dos filhos Roque e Raul, do relacionamento com o ator Emílio Dantas, carreira, política e muito mais.
Esses 4 hábitos mudaram completamente a minha forma de lidar com as coisas e com a vida, e achei muito válido compartilhar com vocês nos detalhes, porque acredito que assim eu consigo ajudar vocês de uma forma mais assertiva. Um daqueles vídeos bem reflexivos mas que fazem muita diferença no nosso dia a dia, acreditem.Temos cupom de desconto pra Insider clicando no link abaixo: https://creators.insiderstore.com.br/MorganaSeccoCUPOM: MORGANASECCO(essa blusa que estou usando na capa é da Insider, e eu amo)#insiderstore #publicidade LINK DOS VÍDEOS MENCIONADOS:https://youtu.be/CLbdhytl3hMVídeo publicado no meu canal do Youtube em 10.09.2025Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Em abril de 2001, Francineide Batista Dantas deu à luz ao seu primeiro filho na maternidade do Hospital Guilherme Álvaro, em Santos (SP). Porém, o que seria o início de uma vida em família transformou-se em uma procura incansável. Foi com um jaleco branco, um sorriso confiante e uma desculpa convincente de um exame médico que uma falsa enfermeira arrancou o bebê de Francineide de seus braços e sumiu, sem deixar rastros. -Aproveite até 15% de desconto na #insiderstore com o cupom CAFECOMCRIME. https://creators.insiderstore.com.br/CAFECOMCRIME-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: https://umapenca.com/cafecomcrime/ -Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 17 de setembro de 2025.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteiro por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoRoteiro e pesquisa for Ana Paula Almeida
As meninas têm poupança?Como o casal encontra tempo para momentos íntimos?E a seletividade alimentar das crianças, como funciona aqui em casa?Minimalismo no dia a dia: como escolher no que gastar energia e evitar acúmulos desnecessários?Essas foram algumas das dúvidas da caixinha de perguntas de agosto! Perguntas que vocês enviaram lá no Instagram
| Os livros-textos deste episódio são: Universo Feminino / A Razão de Ser da Mulher v. 1 / Namoro, Casamento e Maternidade; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: https://rebrand.ly/academias_SNI| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)
Aos 40 anos, Débora Monteiro olha para o seu percurso com orgulho: realizou muitas as ambições que tinha como mãe, na família e na carreira. Mas chegar até aqui não foi simples. Mãe de gémeas e apresentadora do 'Domingão', fala com franqueza sobre os desafios da maternidade, desde o período em que precisou de cirurgia, injeções e “hora marcada para fazer amor” para engravidar, até aos primeiros anos das filhas, vividos em plena pandemia, enquanto conciliava o trabalho e a vida familiar. Para a atriz, a maternidade é muitas vezes romantizada, quando na verdade “a realidade é cansativa e exige uma grande adaptação”. Ainda assim, quando Daniel Oliveira lhe pergunta o que é que foi o melhor destes quarenta anos, a atriz não hesita em responder: “As minhas filhas”. Este programa foi inicialmente emitido na SIC a 10 de junho de 2023, recorde aqui o testemunho da atriz com a versão podcast do 'Alta Definição'. A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A espera acabou: Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chegou aos cinemas e está conquistando crítica e público. Com direção de Matt Shakman e ambientado na Terra 828, um universo paralelo livre das amarras do MCU, o filme finalmente entrega uma versão digna da “primeira família da Marvel”. A estética retrofuturista dos anos 60, somada à liberdade criativa do roteiro, cria uma experiência visual ousada e emocionalmente envolvente.Neste episódio, analisamos como Quarteto Fantástico: Primeiros Passos acerta ao priorizar as relações humanas, destacando os dilemas pessoais de Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach). A maternidade de Sue ganha espaço como tema central, oferecendo uma nova profundidade à personagem e fortalecendo a dinâmica familiar que move o grupo.Quarteto Fantástico: Primeiros Passos também traz ameaças de peso, como o devorador de mundos Galactus e a presença enigmática do Surfista Prateado, vivido por Julia Garner. E claro, a cena pós-créditos não poderia passar batida: Doutor Destino está entre nós: interpretado por ninguém menos que Robert Downey Jr!Rafael Arinelli, Henrique Rizatto, Marina Anderi e José Alves discutem o que fez esse filme dar certo, os riscos que correu e os caminhos que pode abrir para o futuro do estúdio. Spoilers? Com certeza. Mas vale cada minuto!• 05m15: Pauta Principal• 1h28m00: Plano Detalhe• 1h41m50: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Marina): Novela: Guerreiros do Sol• (Henrique): Youtube: Fantastic Four (1994)• (Henrique): Livro: Jack Kirby: A Épica Biografia do Rei dos Quadrinhos• (Henrique): HQ: Helen de Wyndhorn• (José): HQ: Guerras Secretas – Edição Especial• (José): HQ: Quarteto Fantástico - Vol.1• (Rafa): YouTube: Boylei Hobby TimeEdição: ISSOaí
Nathalie Gudayol é psicóloga graduada pela Universidade Metodista de São Paulo, com pós-graduação em Neuropsicologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia e em Neurociência pela PUC. Possui formação em EMDR pelo Trauma Clinic e é Master em Programação Neurolinguística (PNL) pela Ápice Desenvolvimento Humano, atuando com foco em saúde mental, neurociência e reprocessamento de traumas.Temas:00:00 - Intro07:58 - Comparações, Guerra e a Injustiça da Vida15:57 - A Formação dos Traumas na Primeira Infância23:56 - Maternidade, Culpa e Amamentação Forçada31:55 - O Sofrimento Psicológico na Geração Z39:54 - Redes Sociais, Padrões Irreais e Autocomparação47:53 - A Biologia da Atração e os Conflitos de Gênero55:52 - Relações, Carência e a Supervalorização do Sexo1:03:51 - Companheirismo Como Pilar do Amor Duradouro1:11:50 - Por Que é Tão Difícil Mudar Com o Passar dos Anos1:19:49 - A Dor Masculina e a Cultura do Silêncio1:27:48 - Todos Sabem o Que Fazer, Mas Poucos FazemNathalie: https://www.instagram.com/nagudayol/Youtube:https://www.youtube.com/excepcionaispodcastSiga:Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcastPatrocinadorEspaço Volpi - Saúde, bem-estar e superaçãoMencione o Excepcionais para ter uma condição especial
Você já sentiu que estava vivendo para cumprir expectativas dos outros, mesmo que isso te afastasse de quem você realmente é? Neste episódio do “Como Você Fez Isso?”, Luiza Possi compartilha, com muita vulnerabilidade, a virada que viveu ao decidir parar de agradar todo mundo e começar a seguir sua própria verdade.Ela fala sobre amadurecimento, maternidade, abandonar o alcool, o fortalecimento do casamento através da fé e a importância de silenciar o mundo para ouvir a própria alma. É um papo sobre viver com propósito, fazer escolhas conscientes e encontrar leveza em ser quem se é — sem precisar se explicar.Mais do que uma entrevista, é uma conversa real que pode tocar você em um ponto sensível: o momento de mudar. Se você sente que algo precisa virar aí dentro, esse episódio vai te mostrar que é possível.