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ADSON ALVES
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“A Mulher Desarvorada” é um monólogo inspirado no livro “A Mulher Desiludida”, de Simone de Beauvoir, e está em cena no festival Off Avignon até 25 de Julho, com o título francês “La Femme Déracinée”. Em palco, Tati Pasquali, a actriz do espectáculo que também assina a dramaturgia, fala sobre a violência do parto e do pós-parto, a sobrecarga mental e física da maternidade, a persistente desigualdade homem-mulher, a devoção feminina transgeracional à família e o abandono, entre muitas outras coisas. “Quando é a mulher que cuida de tudo, quem é que cuida dela quando tudo desaba?”, questiona Tati Pasquali na entrevista que deu à RFI, em Avignon. “A Mulher Desarvorada” é a história de uma mulher que abdicou de si própria para se dedicar à família. Conta a violência do parto, a depressão pós-parto, a transformação do corpo feminino, o desdém do olhar masculino sobre esse mesmo corpo, a sobrecarga da maternidade, a solidão, a traição e o abandono. “É a história dessa mulher que abriu mão da sua profissão e tornou a família e o lar na sua profissão, no seu único lugar no mundo, e o que acontece com ela quando isso desaparece. É muito focado na importância da independência financeira feminina como forma de liberdade e é um dos temas que a Simone [de Beauvoir] batia muito o martelo em cima. É sobre esse papel que a mulher ainda ocupa em 2026, de ter a maior parte dos cuidados maternos, os cuidados com a família, cuidado com a casa. Quando é a mulher que cuida de tudo, quem é que cuida dela quando tudo desaba, quando tudo se vai embora? Essa mulher vê-se obrigada a cuidar de si sozinha. Tem uma frase no espectáculo que é: ‘Quando se viveu durante tanto tempo em função dos outros, é um pouco difícil se converter a viver para si'. Eu acho que fala sobre muitas coisas, sobre maternidade, sobre sobrecarga materna, sobrecarga mental, sobrecarga física, mas também fala um pouco dessa falta de olhar para si mesma que as mulheres têm quando ocupam demais esse lugar do cuidado com o outro e com a casa”, conta Tati Pasquali. A ideia de escrever este texto nasceu durante a pandemia de Covid-19, com o confinamento, quando ficou “durante dois anos presa em casa com um bebé”, cruzando depressão pós-parto com a depressão da pandemia. Perante a sensação de se sentir intelectualmente e criativamente “desperdiçada”, a actriz brasileira foi à procura de um tema para criar algo e reencontrou-se com “A Mulher Desiludida”, da filósofa francesa Simone de Beauvoir, reconhecendo-se “num lugar de cuidado com a família, com a casa”, de questionamento por ter deixado de lado a sua independência financeira e a sua profissão. “Peguei só em inspirações do livro e transformei em uma coisa muito mais pessoal. Eu acho que o espectáculo ganhou muito e desarvorada é uma palavra que ela fala no texto. Ela fala: ‘Eu estava tão desarvorada que eu precisava fazer alguma coisa.' Desarvorada é essa mulher que perde as folhas, é uma árvore que perde a vida. E também tem a ligação com a árvore genealógica que eu faço com a minha mãe, com a minha avó, com a avó paterna, avó materna, tem essa coisa de árvore das mulheres, dessa árvore genealógica e desse lugar de quando você perde as folhas, quando você perde a força, o que te alimenta?”, descreve a actriz e autora de “A Mulher Desarvorada”. “A Mulher Desarvorada” tem encenação de Claúdia Semedo e está no no Festival Off, em Avignon, no Théâtre de La Porte Saint Michel, até 25 de Julho. Participar no festival “é um super risco financeiro”, admite Tati Pasquali que considera que este “não é um festival democrático” porque “não é qualquer companhia, não é qualquer artista que consegue vir” devido aos elevados custos que implica, desde logo “a hospedagem que fica caríssima e o aluguer do teatro também caríssimo”. A peça só consegue estar em Avignon graças a apoios e a um crowdfunding e, ainda assim, “é preciso captar mais dinheiro e a gente está vendendo paninhos, livrinhos e é importante vender ingressos para tentar captar”. Apesar do risco financeiro, “a experiência é incrível”, com “pessoas de todos os lugares do mundo” e “é um currículo incrível para o espectáculo”. Oiça a entrevista neste programa.
Como construir uma liderança autêntica quando a responsabilidade de dar continuidade a um legado familiar surge em meio a grandes desafios pessoais?Neste episódio do Carreiras IE, Alessandra Gonzaga conversa com Carol Chiao, CEO da Metalúrgica FIMAC.Ao longo da conversa, Carol compartilha sua história como filha de imigrantes chineses, a trajetória da família empreendedora, o processo de sucessão na empresa, os desafios de assumir a liderança em um momento de crise e os aprendizados sobre autoconhecimento, inteligência emocional e liderança feminina.Entre os temas abordados estão sucessão familiar, cultura organizacional, desenvolvimento de líderes, maternidade, gestão industrial, saúde mental, autenticidade, protagonismo feminino, inteligência artificial e o futuro da liderança.Este episódio é para quem deseja desenvolver uma liderança mais humana, compreender os desafios das empresas familiares e construir uma carreira alinhada aos próprios valores.Capítulos00:00 Introdução00:55 Apresentação de Carol Chiao03:00 A história da família e a imigração chinesa para o Brasil13:40 A sucessão familiar e a chegada à FIMAC21:40 Assumindo a liderança em meio às crises31:20 Maternidade, empresa e equilíbrio emocional39:20 O papel do autocuidado na liderança43:50 Autoconhecimento e liderança autêntica50:40 Liderança feminina e protagonismo das mulheres58:30 O livro que marcou a trajetória de Carol Chiao1:02:00 EncerramentoLivros citados no episódio
Copa em Londres: é igual no Brasil? Como eu lido com amizades tóxicas? Alice sabe que ela é famosa no Brasil? Temos vontade de adotar um pet? Essa e muitas outras perguntas que vocês nos fizeram foram respondidas com muitos detalhes nesse vídeo
Minha irmã veio me visitar em Londres e vocês mandaram tanta pergunta na caixinha que a gente precisou de um vídeo inteiro para responder tudo, né?Ela tem 40 anos, mora no Brasil e não tem filhos e vocês tinham MUITA curiosidade sobre as escolhas dela. Será que ela vai largar tudo e vir morar em Londres? Ela ainda pensa em ter filhos? E como é ser irmã morando em continentes diferentes?A gente fala também sobre como mantemos nossa relação de irmãs com a distância, como ela se mantém próxima das meninas morando tão longe, nossas personalidades, se a gente briga (rs), nossas semelhanças e diferenças, e muito mais.LINK DO VÍDEO MENCIONADOhttps://youtu.be/Q76YYTBeHcURede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganasecco☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Depois de ter um bebê, voltar ao trabalho nem sempre é voltar para a vida de antes.Às vezes, a mulher retorna para a mesma agenda, para os mesmos compromissos e para a mesma vida profissional, mas percebe que algo mudou profundamente por dentro.Neste episódio do Vai Pela Sombra, conversamos com Fernanda Scheer, nutricionista com foco em estilo de vida e longevidade, mãe da Antônia e da Valentina, e Milena de Oliveira, mentora e consultora em comportamento humano e aceleração de negócios, mãe da Maitê e da Olívia. Juntas, elas são cofundadoras do Portal Ella.Nessa conversa, falamos sobre os desafios que aparecem quando chega a hora de retomar a vida profissional depois da maternidade.Conversamos sobre retorno ao trabalho após a licença-maternidade, pelas mudanças que os filhos trazem para a carreira, pela pressão de dar conta de tudo, pela culpa materna, pelo cansaço, pela importância da rede de apoio e pelas escolhas que muitas mulheres precisam fazer ao longo desse caminho. E, no meio de tudo isso, exploramos uma dúvida muito comum nessa etapa: a carreira que eu tinha ainda faz sentido para a mulher que eu me tornei?Se você sente que a mulher que voltou ao trabalho não é a mesma que saiu para a licença, este episódio é para você. Aperte o play e vem descobrir que você não está sozinha.Nos siga aqui também para mais conteúdo:- Instagram: https://www.instagram.com/vaipelasombra.podcast/- Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCVsUlClriNgro7UgfWmh4WQ
Lisa Vicente é médica ginecologista, obstetra, especialista em sexologia e em literacia para a saúde, divulgadora científica e autora dos livros “O Atlas da V” e “A Revolução da Menopausa”. No seu consultório afirma sentir-se tão motivada a seguir mulheres grávidas, como na menopausa, pessoas trans ou vítimas de violência sexual. E afirma a diversidade de corpos e de identidades como o que é normal na Humanidade. “Não há duas vulvas, nem dois clítoris iguais, não há duas menopausas iguais e cada pessoa tem prazer à sua maneira.” Ouçam-na aqui nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A experiência da gravidez é imediatamente corporal: a barriga cresce, os seios se enchem, os quilos se acumulam e o corpo passa a ocupar mais espaço. Mas como viver a gestação quando se é uma mulher que passou a vida tentando emagrecer?Sussuca sempre teve uma relação difícil com o próprio corpo. Na gravidez, não gostava do que via no espelho, evitava fotografias e acompanhava cada transformação com desconforto. Ela conta aqui a cesárea do seu primeiro filho, que a deixou sozinha diante da dor e de uma pergunta insistente: o que vai sobrar do meu corpo?Sussuca relata esse corpo dolorido, que dificultava o contato com o filho; os seios, que já não lhe pertenciam mais; e, mais de uma década depois, um segundo parto, no qual conseguiu segurar e acolher o seu bebê. Dessa vez, o corpo fragmentado, reduzido às suas funções, pôde se unificar. Como se algo tivesse se deslocado e permitido habitar o corpo de outra maneira. Como compreender isso? Talvez porque, para algumas mulheres, o contato inicial com o bebê seja uma etapa iniciática: um corpo a corpo inaugural, um encontro físico e psíquico a partir do qual mãe e bebê vão, pouco a pouco, se reconhecer como seres separados.Com Sussuca, falamos da maternidade solo, da carreira que construiu e do casamento com o pai do seu segundo filho, um homem doze anos mais jovem.Obrigada, Sussuca, por compartilhar conosco o seu caminho de unificação.
Nesta Consulta Aberta, Margarida Graça Santos traz uma uma convidada muito especial. Chama-se Bárbara Miranda Lencastre, é advogada, apaixonada por tecnologia, desporto, música, cinema, leitura, viagens e tantas outras coisas que fazem parte de quem é. Mas, nos últimos anos, houve uma parte da sua vida que acabou por ocupar demasiado espaço: a anorexia nervosa. Neste episódio, vamos conversar sobre como é viver com uma perturbação do comportamento alimentar. O que é que as pessoas de fora nem sempre entendem? O que ajuda e o que pode magoar quando queremos apoiar alguém? E porque é que recuperar muitas vezes custa muito mais do que voltar a comer? A conversa pode ficar explícita, se o deixar desconfortável ou se achar que não é o momento certo, deixe para mais tarde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dormir nos primeiros meses de um bebé devia vir com manual… mas raramente vem, e quase nunca vem com descanso incluído!
Pressão social em torno da maternidade, peso das expectativas impostas às mulheres, transformações nas formas de construir a família e afetos na sociedade contemporânea são temas abordados pela psicanalista Vera Iaconelli, em entrevista à jornalista Ritta Zumba. Vera destaca os motivos dessas pressões, o equilíbrio entre trabalho e maternidade, o impacto sobre a saúde mental das mulheres e a importância da autoavaliação feminina na escolha consciente por viver ou não a maternidade.
Nesse vídeo eu e o Schiller respondemos as perguntas de vocês sobre relacionamento com muita sinceridade e sem filtro
No episódio de hoje do Desculpa Alguma Coisa, Tati Bernardi recebe Astrid Fontenelle. A jornalista fala da carreira, abuso sofrido na adolescência, maternidade e demissão da Globo. A artista fala sobre o encontro da mãe com Chico Xavier, o processo de adoção do filho, Gabriel, e sobre como foi surpreendida com a demissão na Globo. Ela ainda se emocionou ao falar da amizade com Petra Gil e do conselho que a amiga deu ao seu filho - que hoje trabalha com comunicação assim como ela. #tatibernardi #DesculpaAlgumaCoisa #ProgramasCanalUOL ________________________________________________ Bem-vindo ao UNIVERSA. INSCREVA-SE NO CANAL: http://bit.ly/2gLZcOr **UNIVERSA NO FACEBOOK ** https://www.facebook.com/universauol/ ** SIGA O UNIVERSA NO INSTAGRAM ** https://www.instagram.com/universa_uol// ** ACESSE NOSSA PÁGINA ** https://universa.uol.com.br
Este episódio do Podcast 15 Minutos debate os desdobramentos da sentença do caso Henry Borel, que resultou na condenação de Jairo Souza Santos Júnior e na concessão de perdão judicial a Monique Medeiros.
Existe uma diferença entre estar confortável… e estar viva dentro da própria vida.Nesse episódio do Juliana Goes Podcast, compartilho uma conversa muito pessoal sobre mudanças, recomeços, maternidade, coragem emocional e a sensação de perceber que uma versão da sua vida já não comporta mais quem você se tornou.Falamos sobre:• medo de recomeçar• mudanças depois dos 40 anos• maternidade e transições de vida• saúde emocional feminina• apego, insegurança e autoconhecimento• vontade de morar perto da natureza• vida no interior e mudança de país• pandemia, exaustão emocional e reconexão consigo mesma• como saber quando é hora de mudarTambém compartilho reflexões sobre carreira, família, criação dos filhos, Dinamarca, rotina, propósito e o desafio emocional de sair de um lugar seguro mesmo quando ele já não faz mais sentido.Porque, às vezes, o que mais assusta não é a mudança.É perceber que você já não consegue mais permanecer igual.✨ Um episódio íntimo, vulnerável e necessário sobre coragem emocional, transições e a vida adulta real.Inscreva-se na Imersão Liberdade de Ser → https://www.julianagoes.com.br/imersao-liberdade-de-ser
A decisão de ter filhos, adiar a maternidade ou simplesmente não querer ser mãe ainda provoca cobranças, julgamentos e expectativas sociais sobre as mulheres. Mesmo em tempos de maior debate sobre autonomia e liberdade de escolha, muitas seguem ouvindo perguntas e opiniões sobre decisões que impactam relacionamentos, carreira, saúde mental e a forma como são vistas pela sociedade. No Pautas Femininas desta edição, a entrevistada é a psicanalista Vera Iaconelli, pesquisadora das relações familiares e das transformações nos papéis de homens e mulheres dentro da família contemporânea. Ela fala sobre a pressão social em torno da maternidade, o peso das expectativas impostas às mulheres e as transformações nas formas de construir família e afetos na sociedade contemporânea. O programa também conversa com o ginecologista Carlos Moraes sobre planejamento familiar, direitos reprodutivos e mudanças na legislação. Você vai saber ainda o que mudou com a lei aprovada pelo Congresso Nacional que retirou a exigência de autorização do cônjuge para laqueadura e vasectomia e reduziu para 21 anos a idade mínima para esterilização voluntária.
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas I Lançamento da Pedra Fudamental do Hospital da Criança e Maternidade de Votuporanga e descerramento de placa do SUS Paulista by Governo do Estado de São Paulo
Talvez tudo aquilo que hoje se sabe sobre a maternidade possa trazer a sensação de que ela é uma experiência de controle. Planejar a gravidez, escolher embriões, prevenir os riscos. Mas felizmente algo escapa.Bianca conta como viveu a gravidez em meio à pandemia, enquanto acompanhava o adoecimento da sua cachorra, que considerava como uma filha. Ela fala dos ultrassons feitos sozinha, do medo de sofrer no parto e da descoberta da sua própria capacidade de parir.Militar da Marinha, Bianca também relata o confronto entre as exigências da instituição e o seu desejo de amamentar a filha sem abrir mão das madrugadas com ela.Obrigada, Bianca, por mostrar que perder o controle não significa perder a si mesma.Gravamos à distância, entre São Paulo e Rio de Janeiro.
Sermão para o V Domingo depois da PáscoaPadre Leonardo Carvalho, IBP10/05/2026Capela Nossa Senhora das Dores
Esse aula aconteceu no YouTube do Terapia Inteligente, um lugar para você descobrir e escolher caminhos de cura para sua alma!Principalmente se você quiser ampliar sua consciência sobre Feminino Ferido, Prosperidade Sistêmica, Codependência, Psicanálise e Espiritualidade.Para ficar por dentro de tudo o que acontece no Terapia Inteligente, visite nosso Portal na internet.
Rafa recebeu o Fantástico para falar sobre a repercussão do documentário “Tempo Para Amar”, que aborda saúde mental, pressão estética e a solidão na gestação.
Respondi perguntas da caixinha como: Por que não falo de religião?Falar só inglês em casa? Me arrependo de ter filhas tarde? As meninas são superdotadas? e várias outras dúvidas de vocês que estão listadas aqui em baixo☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialLINKS DOS VÍDEOS MENCIONADOShttps://youtu.be/YVL_RvEtAd8https://youtu.be/wGzj7JbFYNQhttps://youtu.be/aJ7gnh2W_dUhttps://youtu.be/ItoBI8J81Zohttps://youtu.be/PgozYhI8CYMhttps://youtu.be/dqWy1QI92-sRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Papo de Graça _ Maternidade _ Episódio 19
No episódio desta semana do Mulheres de Produto, Rúbia Macedo e Silvana Dias trazem uma conversa poderosa e necessária sobre maternidade e carreira. Quantas vezes você já se perguntou: "É possível equilibrar a alta performance no trabalho com a maternidade?" ou "Por que ainda precisamos escolher entre ser mães e crescer na carreira?" E ainda, vamos falar sobre: - A pressão social para escolher entre carreira e maternidade. - O impacto da licença-maternidade no retorno ao trabalho. - Como a cultura de "estar sempre disponível" colide com a maternidade. - E muito mais! Uma conversa que vai te fazer refletir, se reconhecer e, quem sabe, encontrar novas perspectivas. Vem com a gente e compartilha com todas as mulheres que precisam dessa reflexão.
Por esse especial de Dia das Mães vocês não esperavam, hein? O episódio de hoje é um “explicando para um baunilha” com ninguém mais ninguém menos que a Dora, a mãe da Roxy. A Ada, a Roxy e a Gabi Dias conversam com ela sobre maternidade e quebra de ciclos, como é ser mãe de uma fetichista, sexualidade aos 64, biodança e toque, as dúvidas dela sobre o BDSM e a comunidade e, é claro, algumas histórias inusitadas sobre o nosso universo! Vem ouvir que tá divertido e emocionante!Participantes: Ada @aleneouada, Roxy @roxylust, Gabi Dias @gabidays23, DoraVoz da vinheta: Morena de São Paulo/SP @a_deusa_morena*Este episódio foi gravado em estúdio em 05/05/2026. Tivemos algumas questões com a qualidade da entrega de áudio e vídeo do estúdio, esperamos que na próxima gravação isso seja resolvido.Apoie o Chicotadas! https://apoia.se/chicotadas Form para envio de dúvidas e feedbacks: https://forms.gle/x3HUheP52BkALn989 Nossos links: https://chicotadas.com.br/Confira nosso Instagram: www.instagram.com/chicotadaspodcast A vitrine do episódio é uma arte com foto. O fundo é lilás com padrão de desenhos de sorvete de baunilha em roxo. Ao centro da imagem, uma foto da Dora, a mãe da Roxy: ela é uma mulher branca, loira, de 64 anos, que usa blusa verde e está com uma expressão de assustada, com as mãos no rosto. No alto da imagem, o número e título do episódio (#54: Explicando Para Um Baunilha #07: Dora, a mãe da Roxy) em roxo e vermelho. Ao centro, sobre a foto da Dora, a frase em destaque “Especial Dia das Mães”. Na parte superior e inferior da imagem, marca d'água com o arroba do nosso insta @chicotadaspodcast e a logo principal do podcast (uma onda sonora posicionada para lembrar uma onda sonora) em preto.Minutagens:2:05 Introdução e autodescriçãoEpisódios com a Gabi: Chicotinho 11, Chicotinho 16, Chicotinho 17, episódio regular 39, clube dos apoiadores 14.6:17 Sobre a DoraCitados: biodança, entendimento e exploração da sexualidade, educação familiar repressora, não perpetuar isso na criação das filhas, aprender a dizer não, separação de casamento longo, uso de aplicativos, encontros e homens solteiros aos 50/6028:39 Maternidade e mudança da narrativaCitados: quebrar o ciclo na próxima geração, criação das filhas, Nossa Senhora da Mãe Moderna, Milly Lacombe, culpa e maternidade, biodança e o estímulo do toque e do afeto, cabeça aberta e evolução pessoal, Donald Winnicott e o conceito de "mãe suficientemente boa", frase atribuída a Clarice Lispector, primeira reação a ter uma filha fetichista e não monogâmica, aprendizado com a Barbara45:34 O BDSM: contato, entendimento e aprendizadoCitados: Rita Von Hunty/Guilherme Terreri, violência, prazer, palavra de segurança, predadores, gostar de dor, a importância e o poder do "não", BDSM saudável, red flags e a comunidade, percepções da comunidade, identificação de pessoas perigosas e referências, figura do facilitador/spotterVídeo do Dia da Comunidade: https://www.instagram.com/p/DX-ZnBsu8sX/1:09:46 Recado do Apoia.se https://apoia.se/chicotadas1:12:02 Experiência pessoal, relatos e histórias divertidasCitados: estimulador de mamilos com sucção, plug de rabinho, hitachi/varinha mágica, educação sexual, masturbação, vibradores e sugadores, diálogo com as filhas.1:26:29 Conselhos para as mães de fetichistas que estão ouvindo1:31:44 Nossas Chicotadas- Série Grace and Frankie, Netflix- Livro Em Agosto nos Vemos, Gabriel García Márquez - Livro O Amor nos Tempos do Cólera, Gabriel García Márquez - Série A Man on the Inside/Um Espião Infiltrado, Netflix- Filme Mary & Max - Uma Amizade Diferente- Jogo Magicraft- Filme O Diabo Veste Prada- Podcast Vertigem com Guilherme Terreri https://www.youtube.com/watch?v=fW4q85alXtg1:38:30 Aftercare1:40:20 Erros de gravaçãoNossos links: https://chicotadas.com.br/
O que muda nas finanças pessoais com a maternidade? Além do aumento nos gastos, como as mulheres em especial lidam com essa nova realidade? No caso das mães solo, que chefiam 14,9% dos lares brasileiros, quais são as maiores dificuldades?A entrevistada deste episódio do Podcast da Semana, a planejadora financeira Ana Leoni, fala dos caminhos possíveis para fechar as contas com a chegada dos filhos -- considerando a realidade de um país em que as mulheres ganham 21% a menos do que os homens.Ana Leoni é CEO da Associação Brasileira de Planejamento Financeiro, a Planejar, sócia e cofundadora da BEM Educação, comentarista da Rádio CBN e autora do perfil Dinheiro com Atitude, que nasceu de sua vontade de compartilhar seus 30 anos de experiência no mercado de capitais e de ajudar as pessoas a colocar a vida financeira em ordem.Na conversa com Gama, Leoni fala da mudança de prioridades com a chegada da maternidade, da necessidade de planejar gastos e das estratégias das mulheres que são chefes de família para fechar a conta no final do mês. "Nasce um senso de proteção e uma visão de longo prazo", diz.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Neste episódio do Café Empreendedor contamos com a participação da Deise Bastos, empreendedora e mãe. Além de conhecer a história empreendedora da Margarida Colorida Rouparia, negócio que surgiu da busca por uma nova rotina após a maternidade, discutimos sobre os desafios de gerenciar uma empresa de varejo de vestuário infantil e a busca entre conciliar filhos e carreira. Se você é mãe (ou quer ser!) e está a frente de um negócio (ou querendo criar um!), este episódio é para você! ☕ Café Empreendedor, seu Podcast de negócios! Patrocínio: Marketing do seu negócio é com a @agenciaarkona Gerencie melhor com a @vgresultados Leia com o @leiturasdenegocios O Cafe é produzido pela @agenciaarkona e gravado pelo Fábrica de PodCast
Duas questões foram abordadas neste debate a maternidade e o feminicídio. Não deixe de assistir e compartilhar!
Neste episódio do De Carona na Carreira, Thaís Roque conversa com Mariana Cunha Leão, fundadora da Etui Home, sobre a decisão de deixar o mundo corporativo para construir uma marca no mercado de decoração de luxo. Mariana compartilha como a maternidade mudou sua relação com o trabalho, como encontrou espaço em um nicho pouco explorado e quais foram os primeiros passos para transformar sensibilidade estética em negócio. Um episódio sobre empreendedorismo, posicionamento de marca e os desafios de se destacar no mercado de luxo sendo um pequeno empreendedor.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: Minha aceleradora de negócios: https://trcircle.com/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Link da Etui:Insta - https://www.instagram.com/etui.home/Mala de viagem:Nada Pode Me Ferir - https://amzn.to/4tNizcnBrene Brown - https://www.youtube.com/watch?v=yPY7uF5Yle8Equipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Esta semana, temos na estante “Diários de Viagem e alguns poemas em prosa”, de Matsuo Bashô; “LX90”, de Joana Stichini Vilela, “Perder o Juízo”, de Ariana Harwicz e “Casa dos Mortos - A PIDE/DGS em Moçambique 1964-1974”, de Maria José Oliveira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A atriz Maria João Bastos é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Conhecida por dar vida a personagens complexas e intensas, como Marta na novela “Páginas da Vida”, a atriz confessa que “as vilãs são sempre personagens muito desafiantes”. Crescida em Benavente, recorda com carinho as memórias de uma infância livre, onde organizava teatros com os vizinhos, formava bandas e invadia palcos aos quatro anos para cantar o “Sobe, Sobe, Balão Sobe”. “Não quero perder a menina destemida que me trouxe até aqui”, afirma a atriz. Maria João Bastos fala sobre a perda prematura do pai e de como esse momento marcou o início da sua vida adulta. Recorda o sonho partilhado com ele, enquanto viam juntos as novelas brasileiras à hora do almoço, e a emoção de um dia pisar os estúdios da Globo: “Fechei os olhos e pensei: 'Tinhas razão, aqui estou'.” A atriz reflete ainda sobre a escolha consciente de não ser mãe, a liberdade como palavra que define a sua vida, e a serenidade que encontrou aos 50 anos. “Estou a viver um dos momentos mais felizes da minha vida”, garante. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 25 de abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que fazer quando o bebê não vem? Qual é o custo de renunciar à maternidade?Depois de seis anos tentando engravidar, Andréia ouviu de um médico que nunca poderia gestar naturalmente. Casada com um pastor, ela perguntou a Deus: “onde estou errando?” Então, como é viver a infertilidade dentro da igreja evangélica?Andréia conta aqui como essa experiência afetou a vida do casal e como enfrentou o olhar machista da sociedade. Ela relata a depressão e o socorro da fé e da psicanálise.Com ela, falamos de planos contrariados e do seu novo papel de testemunha.Obrigada, Andréia, por nos lembrar que é preciso esperar vivendo e não viver esperando.
Ouça aqui a segunda parte da conversa com a atriz e encenadora Carla Maciel, que aqui revela muitos dos sonhos que persegue e como, nesta fase da vida em que os filhos estão mais crescidos, se quer cumprir mais como atriz. "Quero estar em todo o lado." A atriz recusa ver o passar dos anos como um obstáculo, apesar do culto da juventude numa certa ficção. "Atrizes de 50 na televisão costumam ter os papéis das avós. Não me sinto velha. Quero trabalhar até aos 80." E Carla conta como foi importante para si ter tirado um mestrado, numa fase mais madura da vida. Depois partilha algumas das músicas que a acompanham, lê poemas de Sophia e de Raquel Nobre Guerra e ainda deixa algumas sugestões culturais. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Respondi perguntas da caixinha como: Pensamos em adotar um pet? Qual a diferença na criação das minhas filhas? Se eu acompanhei essa ida recente a lua e o que eu acho? Fazemos investimentos pro futuro das crianças? e mais outras listadas aqui embaixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialLINKS DOS VÍDEOS MENCIONADOShttps://youtu.be/Ux4daJl6B6khttps://youtu.be/RRvr8rSWZzUhttps://youtu.be/kQBEdOsm9BoRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Aos 31 anos, Mafalda Castro senta-se no estúdio que considera casa para um regresso às origens e uma viagem íntima pelas memórias, perdas, conquistas e fragilidades que a moldaram. “Ainda há muito da Mafalda miúda em mim”, confessa, entre sorrisos e recordações onde o baloiço do jardim e os domingos de família ganham ecos de eternidade. No olhar, traz a mãe – “era só mãe e pai, não havia espaço para fragilidades”, admite ao relembrar o impacto do diagnóstico de esclerose múltipla – e no colo cabe agora o filho, Manel: “A maternidade mudou tudo. A vida deixou de girar à minha volta para eu girar à volta dele, e isso fez-me ainda mais feliz”. Radialista, apresentadora, influenciadora, Mafalda revisita o engenho e a inocência, o nervo destemido de quem se apresentou à rádio de olhos postos nos ídolos e a vontade obstinada de “provar todos os dias que a autenticidade é o que fica”. Recusa fórmulas feitas ou rótulos: “Prefiro falhar sendo eu do que acertar sendo outra pessoa”. Nesta conversa sem rede, Mafalda revela a urgência de viver o presente e repete o conselho para si própria e para quem lê: “Não esperes que adivinhem o que queres. Passa tempo com as pessoas que amas”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tinha um vídeo bem antigo aqui no canal que expliquei pra vocês do porquê nós mudamos para Londres, e vocês perguntam tanto do que levou a gente a vir pra cá, que resolvi atualizar vocês e fazer um vídeo novo.LINKS MENCIONADOS:https://www.youtube.com/watch?v=soURcP_fLwgVídeo publicado no meu canal do Youtube em 26.03.2026Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
O Desculpa Alguma Coisa, programa de Tati Bernardi no Canal UOL, recebe Adriana Araújo. A jornalista fala da trajetória na TV e a demissão 'traumática' da Record. Ela também conta detalhes do livro e do podcast "Sou a Mãe Dela" e a luta por luvas cirúrgicas adaptadas.
Respondi perguntas da caixinha como: Me preocupo com a exposição das crianças? Eu vacino minhas filhas? Elas tem acesso a telas? e mais outras listadas aqui embaixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialPERGUNTAS:00:26 Se pudesse comer só uma comida pelo resto da vida, qual seria?01:03 As meninas tem autonomia pra vestir o que elas quiserem no dia a dia?01:56 Onde costuma comprar as roupas das crianças? Loja física ou virtual?03:32 As meninas assistem tv? A partir de que idade começaram?05:12 Alice e Julia não pedem outra irmãzinha?06:33 Você acredita em educação parental evolutiva? Você ouviria a alma das suas filhas?06:51 Como são as meninas na hora de escovar os dentes? 09:01 Como dizer “não” ao invés de dizer “não temos dinheiro”?11:58 O Schiller sempre foi proativo nas atividade de casa? Ou vocês tiveram que estabelecer uma conversa pra função de cada um?16:05 Qual característica da personalidade delas que é mais cópia e cola sua?17:48 Vocês pretendem colocar a Ju na aula de música?20:03 Já ouviu falar sobre as substâncias das vacinas? Alumínio e outras coisas…20:20 O seu curso ajuda até na gestação?24:12 Como vocês fez para conseguir não dar mamadeira pra elas?25:15 A terapia te ajudou a lidar com a pressão envolvida em trabalhar com redes sociais?26:18 Vocês fazem terapia de casal? Se sim, recomendam?26:42 Um conselho sem filtros pra quem não sabe se quer ter filhos aos 35 anos26:56 Morgana, o que te irrita em relação a alguma situação ou modo dos ingleses?27:22 O que vocês gostam de jantar?29:04 Lugares do mundo que querem conhecer31:55 Você acha que quando a Julia aprender inglês, as meninas vão preferir falar inglês em casa também?32:27 Você se preocupa com as possibilidade de super exposição das meninas?34:59 Meu sonho é ser mãe, mas tenho medo de não realizar outros sonhos após me tornarVídeo publicado no meu canal do Youtube em 04.03.2026Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
O que o judaísmo diz sobre a perda gestacional?Manoela viveu dois abortos tardios e, na tentativa de compreender a dor, buscou na sua religião uma interpretação. Foi ali que descobriu que, no judaísmo, se um bebê não nasce, ele não é considerado morto. E esse entendimento lhe trouxe algum alívio.Manoela tem 36 anos e é mãe de dois filhos, de 11 e 4 anos. Sua história de maternidade é marcada pela diversidade de experiências e por uma aproximação com a cultura judaica.Ela relata aqui a descoberta da gravidez de Theo, já com 24 semanas, as dificuldades para encontrar um médico disposto a acompanhar um parto vaginal e o parto domiciliar de sua filha, Cecília.“Somos uma família brasileira ou uma família judia?”, se perguntava Manoela.Hoje, ela sabe que as duas identidades não são antagônicas.
Nesse vídeo eu respondo essas e outras perguntas que vocês me fizeram sobre beleza natural, entrada da Ju na escola, sobre o marido não trabalhar fora, se pensamos em algum momento voltar para o Brasil, como lido com o luto, maternidade e outras mais que estarão listadas aqui em baixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialPERGUNTAS00:36 Alice gosta de falar em inglês ou português?02:52 O que você faz para manter um conteúdo inteligente, interessante e não cair na mesmice?06:22 Estou grávida e estamos na França, algum livro pra indicar?06:41 Já pensou em morar no Brasil algum momento ai?13:15 Como a sua família reagiu ao saber que você iria morar fora do Brasil? 14:28 Como é a questão fiscal de vocês? Ganham em reais e gastam em libras? Empresa está onde?17:49 Você já deu chupeta as crianças em alguma situação extremamente pontual?18:12 Essas férias escolares que vão ter agora em fevereiro é de que? Porque sei que ai não tem Carnaval18:49 As escolas ensinam letra cursiva?19:23 Como você fez pra viajar sem a Julia para Los Angeles ainda amamentando?21:17 Você não deu chupeta, né? Como sobreviveu a fase de sucção intensa?21:57 Morgana, vocês conseguiram fazer amizades com os locais?24:17 Lembro que comprou um desumidificador/ purificador. Ajudou a melhorar sua rinite?25:27 Você está assistindo Bridgerton?26:14 Medo de liberar a tela30:07 Pode falar sobre beleza natural e eceitação?32:40 Como você lida com o luto? Fez terapia quando perdeu sua mãe?36:33 Como está a Ju na escola?38:01 Marido não sente falta do mundo corporativo… outros projetos do que ficar em casa?42:39 Porque vocês chamam tia de “dinda”? 43:10 Qual sua opinião sobre Guerreiras do K-pop? É adequado para crianças de 5 anos?LINK DOS VÍDEOS MENCIONADOS:https://youtu.be/pMh1SGxpArshttps://youtu.be/MQiPLrmrVbohttps://youtu.be/5gvBhr3xlbIhttps://youtu.be/YHSfpl_47fAhttps://youtu.be/9_UPWdiWgFYLINK DO DESUMIDIFICADOR DE AR:https://amzn.eu/d/00zK4FrENewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/channel/UCxwENW5gfb72OnMnRycgflA?sub_confirmation=1Instagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Seguir no Facebook: https://www.facebook.com/Morgana-Secco-853527361485473/Canal do Schiller (Finanças): https://www.youtube.com/@UCAVYHoy45kgq9WuUji9ff5g
Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira. Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”. O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Join Niranjan Vijayakumar, MBBS (Children's Mercy, Kansas City) and Deanna Todd Tzanetos, MD, MSCI (Norton Children's Hospital/U of Louisville) as they speak with Bruna Cury, RN, MSN (CardioPedBrasil®️ – Children's Heart Center, Hospital da Criança e Maternidade, Brasil) and Joram Nyandat, MMED (Moi Teaching and Referral Hospital/Tenwek Mission Hospital, Kenya) about their PCICS experience. We also speak with Lindsey Justice, DNP, CPNP-AC (Cincinnati Children's Hospital) about the foundation and how to donate, help, and apply for scholarships. Hosts: Deanna Todd Tzanetos and Niranjan Vijayakumar Editor: Niranjan Vijayakumar Producer: Deanna Todd Tzanetos
A maternidade entrou na era hot e a barriga de grávida virou o novo decote. Neste episódio, investigamos como o mercado anda aquecido por retiros cinco estrelas pós-parto; marcas de beleza criadas por mulheres com muito repertório sobre o assunto e, claro, o estilo das grávidas 40+ que passam longe do cheirinho de talco.O Ciao Bela é um núcleo de pesquisa que traduz tendências de beleza, bem-estar, longevidade e cultura para pensar o futuro do comportamento e consumo. A cada quinzena, publicamos um episódio de 15 minutos refletindo sobre algumas das tendências que andam aparecendo nos bastidores dos estudos que conduzimos para a indústria e marcas do segmento. Acompanhe!Pesquisa: Larissa Nara, Felipe Stoffa e Hannah DouradoIdentidade visual: Nino AlexandreArte e edição: Bianca LimaTrilha: Chico Reginato
Depois de uma carreira de 47 anos como apresentadora da RTP, Dina Aguiar anunciou a sua saída da estação pública em outubro do ano passado. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os momentos mais difíceis enquanto mãe numa área que “exige muito” e que nem sempre deixa espaço para a vida pessoal. Mas, neste episódio de Alta Definição, o testemunho vai muito além do lado profissional. Dina Aguiar revisita a infância rural, a exigência dos pais, uma carreira longe da ribalta e a experiência da maternidade. Com serenidade, fala de desapego, aceitação do destino e da importância de amar sem prender. Entre memórias, perdas e reencontros, partilha uma filosofia que com os anos foi desenvolvendo, assente na gratidão e na consciência. Acredita que a adversidade da sua infância moldou uma mulher resiliente, livre e profundamente ligada ao presente. “Quando temos este estado de consciência e maturidade, atraímos as pessoas certas. Não vale a pena forçar”, aconselha. Uma conversa sobre envelhecer, perdoar e viver com leveza. Já sobre o futuro profissional, quando Daniel Oliveira questiona se a comunicação e o jornalismo já pertencem apenas ao seu passado, a apresentadora responde sem hesitar: “Não. Ainda há algumas hipóteses, mas só depois de março é que posso falar sobre elas. Só não as vou enfrentar com a mesma intensidade, a idade não permite”, admite. Este episódio foi emitido na SIC a 24 de janeiro, ouça aqui a versão podcast. A sinopse foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Alta Definição, o ícone da culinária portuguesa, Cátia Goarmon (Tia Cátia), partilha a sua trajetória pessoal e profissional, marcada pela paixão pela cozinha, pela importância da família e pela superação de desafios. Numa entrevista profunda, conduzida por Daniel Oliveira, aborda memórias de infância, a influência dos pais, a maternidade, e a experiência no MasterChef. Relata ainda o impacto do diagnóstico de cancro da mama, destacando a resiliência perante a doença. O episódio evidencia o papel do afeto, da criatividade e do respeito pelas diferenças na construção do seu percurso, sublinhando a força dos laços familiares e a capacidade de transformação perante a adversidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.