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Em França, a morte de Lyhanna, uma menina de 11 anos, está a gerar uma mobilização contra a lentidão da justiça em tratar os crimes sexuais contra crianças. O suspeito da sua morte acumulava outras denúncias de violações e abusos de menores, mas nunca foi interrogado pelas autoridades. A activista Luísa Semedo denuncia um “escândalo de Estado” que “mete a nu muitas deficiências do Estado” francês, sublinha que “a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França” e que apenas 3% dos agressores são condenados. A investigadora associa-se à mobilização que pede a adopção de uma Lei Integral de combate aos crimes sexuais e acredita que “uma parte da sociedade está a acordar”. Esta segunda-feira, houve manifestações em várias cidades francesas para expressar a revolta colectiva pela morte de Lyhanna e para protestar contra as falhas da Justiça e do Estado francês no que toca à protecção das crianças contra crimes sexuais. Esta quinta-feira, a indignação e a revolta chegaram ao jornal português Público com uma crónica da activista Luísa Semedo, que começa assim: “Em França, a cada três minutos, o tempo de leitura desta crónica, uma criança é vítima de agressão sexual e apenas 3% das denúncias de violação de menores resultam em condenação.” [Os números “abissais” da violência sexual sobre crianças são da Comissão [francesa] Independente sobre Incesto e Violências Sexuais contra Crianças (Ciivise).] Conversámos com Luísa Semedo, investigadora em Filosofia Política e Ética; que olha para a morte de Lyhanna como “a ponta do iceberg” daquilo que denuncia como “um escândalo de Estado”. “É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este o suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido”, explica, por telefone, à RFI. Luísa Semedo sublinha que além de ser um “escândalo de Estado”, a morte de mais uma criança alegadamente vítima de um predador sexual revela também “um escândalo da sociedade”, pelo que é urgente “uma mudança de mentalidades”. “Estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa, muitas vezes, dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou com um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa-se, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto”, diz Luísa Semedo. As associações feministas e de protecção da infância reivindicam a adopção de uma Lei Integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres, a qual já tinha sido apresentada por cerca de cem deputados no fim de 2025, mas que nunca foi analisada. Na concentração desta segunda-feira, em frente ao ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, uma conhecida realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em peça de teatro e que também deu um filme - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denunciou uma detenção arbitrária. Nas redes sociais, muitos partilharam as imagens da violenta detenção de Andréa Bescond e ela também publicou fotografias das nódoas negras que daí resultaram. Luísa Semedo também ficou perplexa com o que aconteceu e pergunta-se como é que Andréa Bescond, uma vítima, “foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos nunca foi sequer ouvido”. Por outro lado, Luísa Semedo subscreve o apelo de Andréa Bescond de concentrações pacíficas todas as segundas-feiras, às 19h, diante de todos os tribunais de França até à adopção da Lei Integral de combate às violências sexuais. “Esta Lei Integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos (...) É uma lei cujo objectivo é fazer com que, cada vez que haja um destes casos, não seja considerado só como um ‘fait divers' ou como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema”, acrescenta a investigadora. Esta semana, nos protestos e até na Assembleia francesa, ouviram-se pedidos a exigir a demissão do primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, que rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à justiça - ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Lecornu propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série contra os actuais 20 anos de prisão [para os que chegam a ser julgados] e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas são suficientes? Não, responde Luísa Semedo, sublinhando que a questão principal “não está no número de anos da pena do agressor”, mas no facto de apenas “3% dos casos de agressão sexual serem punidos”. No domingo, o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, assinalou que existem “graves falhas” na gestão do caso do suspeito da morte de Lyhanna, e anunciou que 70 mil queixas envolvendo crimes sexuais contra menores terão de ser examinados até 14 de Julho. Mais uma vez, Luísa Semedo aponta o seu olhar crítico para este anúncio e diz: “Parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países europeus. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado de 'performance', com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Apesar de lamentar que tanto a Justiça, quanto o Estado, quanto a Sociedade tenham falhado até agora, Luísa Semedo acredita que “uma parte da sociedade a acordar”. Por isso deixa também o apelo: “Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.” Luísa Semedo: A morte de Lyhanna é “um escândalo de Estado” e "talvez o início de uma revolução” RFI: Por que é que decidiu mobilizar-se e escrever num jornal português sobre a morte de Lyhanna? Luísa Semedo, Activista e Investigadora em Filosofia Política e Ética: “Porque em França está a ser uma situação que está a causar imensa emoção e penso que é uma questão que é universal, não é uma questão que é só importante em França, a questão da violência contra as crianças. Parece-me importante também que em Portugal se fale sobre isto porque o que se sente é que há, de facto, uma zona um pouco escondida, a questão do MeToo, da violência em geral e da violência sexual e nomeadamente contra as crianças. É como se fosse uma zona em que o problema é tão grande que parece preferir-se não se ver um problema tão grande. Neste momento, está a rebentar em França com o caso da Liana, ou seja, é a gota de água que fez com que as pessoas saíssem todas para a rua.” Na segunda-feira houve manifestações em várias cidades francesas para exigir medidas e está a haver uma mobilização. O que espera desta mobilização? É possível que algo mude? É preciso um tsunami? Ou, como escreve na crónica no Público, "está-se talvez a viver o início de uma revolução?” “Sim. O que eu espero é que haja uma mudança de mentalidades porque são questões tão estruturais, tão profundas na sociedade, que não é só com pequenas medidas de urgência que se vai lá. Ou seja, é uma questão que necessita que várias soluções sejam postas em prática e uma das mais importantes é talvez uma mudança de mentalidades. Ou seja, olhar para uma criança como uma pessoa é a base, perceber que é uma pessoa que tem um corpo e que tem de ter consentimento em relação ao que lhe fazem. A criança também tem de ter essa consciência e, por isso, as associações pedem muito que haja, por exemplo, uma educação sexual e afectiva nas escolas, que é uma coisa que não existe ou existe de forma muito rudimentar. Ou seja, é toda uma panóplia de soluções que devem ser feitas.” As associações que se têm mobilizado e participado nestes protestos reivindicam a adopção de uma proposta de lei integral de combate à violência sexual contra crianças e mulheres. A Luísa Semedo também fala nesta lei integral na sua crónica. O que é esta lei integral que chegou a ser apresentada no final de 2025 por cerca de 100 deputados, mas que nunca foi analisada? “Esta lei integral implica vários tipos de vias para tratar esta questão da violência sexual contra as crianças e vai desde questões como a imprescritibilidade, ou seja, que não haja limite de tempo para apresentar queixa. Também aborda questões como a educação nas escolas: são as crianças que têm de ser educadas, mas também os futuros adultos, ou seja, a questão do que é que é a dominação sobre o corpo de outro, o que é o consentimento. São questões que implicam toda a gente e, portanto, também começa na educação. Isso é muito importante. É uma lei cujo objectivo é fazer com que cada vez que haja um destes casos que não seja considerado só como um ‘fait divers', só como um caso pontual ou ‘um disfuncionamento', como disse o [Emmanuel] Macron, mas que faz parte de um sistema. E esse sistema tem de ser combatido com esta lei integral que são 78 medidas e que são medidas para enfrentar este caso de frente, ou seja, com várias leis diferentes.” Nos protestos em frente ao Ministério da Justiça, em Paris, a polícia deteve Andréa Bescond, realizadora e autora de um livro (‘Les chatouilles ou la danse de la colère') - que transformou em filme e em peça de teatro - sobre os abusos sexuais que ela própria sofreu quando era menor. Ela passou a noite na esquadra e denuncia uma detenção arbitrária. Como é que vê o que aconteceu e vai seguir o apelo dela de manifestar todas as segundas-feiras em frente aos tribunais de França até à Lei Integral de protecção das vítimas de abusos sexuais ser adoptada? “Sim, sem dúvida. Eu sempre que posso tento acompanhar este tipo de acções que me parecem absolutamente importantes e acho que é muito reconfortante até para as vítimas. Eu própria também sou uma sobrevivente, portanto, é sempre muito forte ver estas pessoas mobilizadas. Acho que nos toca a todas as pessoas que foram de alguma forma vítimas de violência e, portanto, sim, sem dúvida. O que aconteceu com a Andréa Bescond foi, de alguma forma, uma intimidação de uma das cabeças da manifestação, que foi acompanhada também, algumas horas antes, pela proibição da manifestação à frente do Ministério da Justiça. O Estado ou o governo dá com uma mão e tira com a outra, ou seja, há ali um discurso que é bastante ambíguo em relação à questão da violência e da violência sexual contra as crianças e contra as mulheres, que já dura há bastantes anos, não é só de agora.” No seu texto escreve “A lei tem um prazo. O trauma não”. O que pode fazer o Estado francês para ajudar as vítimas que vivem com o trauma e para evitar futuras agressões? “Sim, na Lei Integral também é pedido para que haja apoio para as vítimas para as questões do trauma. Muitas das vítimas vivem o que nós chamamos de stress pós-traumático e stress pós-traumático complexo também. É, por exemplo, o acesso a profissionais de saúde da psiquiatria, psicologia e medicamentos. Há todo um acompanhamento que é necessário quando se sofre de stress pós-traumático, por exemplo. É algo que é muito complicado ainda de ter em França. Isso é um dos pedidos também da Lei Integral. Parece-me absolutamente essencial também ver algo que acho que faz parte da Lei Integral, que é a forma como se ouvem as crianças. Ou seja, elas serem ouvidas de forma autónoma dos adultos que, por vezes, são as pessoas que as agridem e portanto, elas terem um local seguro para serem ouvidas, para serem escutadas, para serem levadas a sério.” Ou seja, é todo um dispositivo que muda completamente a forma como nós vemos até agora as vítimas. Por enquanto, os agressores parecem ser mais protegidos do que as vítimas e o objectivo é que esta estrutura mude completamente, ou seja, que o centro da preocupação sejam, de facto, as vítimas e não os agressores.” Depois do que aconteceu, o ministro da Justiça Gérald Darmanin anunciou, no domingo, que 70.000 processos envolvendo violência sexual contra menores deverão ser examinados antes de 14 de Julho. O jornal Libération diz que o poder Executivo francês reconhece erros, mas transfere a responsabilidade da tragédia para a Justiça. Que leitura faz? E é possível estes 70.000 processos serem analisados num mês? “Pois, somente não me parece possível, como me parece que o que for feito vai ser mal feito porque parece até humanamente impossível, tendo em conta que um dos problemas em França é justamente, em relação à União Europeia, a França ter menos meios, por exemplo, em procuradores do que no resto dos países. Ou seja, há um problema também de meios que não vêm directamente da culpa de magistrados ou dos serviços da Justiça. Vem do Estado em geral e dos meios que são dados a estas questões e das prioridades também que estão em cima da mesa. Por exemplo, a formação de polícias é algo que é importante e também não é feito. O que este caso está a revelar é, de facto, todas as insuficiências do Estado em relação a esta questão, que é uma questão que é multifactorial e que não é só uma questão de magistrados ou só uma questão de ir ver cada caso. Claro que é importante ver cada caso e acho muito bem que se faça, mas não com este lado um bocado de 'performance' com uma data, como se fosse uma espécie de concurso. Até acho indecente e de mau gosto porque há um lado de 'performance' que não tem nada a ver com a seriedade do tema.” Ouviram-se pedidos a exigir a demissão do Primeiro-Ministro francês, não só nas manifestações, mas também na Assembleia. Sébastien Lecornu rejeita deixar o cargo e aponta o dedo à Justiça, ainda que o governo francês seja acusado de ter feito cortes no sector. Ele propôs a possibilidade de uma pena de prisão perpétua para os violadores em série, contra os actuais 20 anos de prisão (para os que chegam a ser julgados) e disse querer que os inquéritos relativos a crimes contra menores sejam feitos em menos de três meses. Estas medidas chegam? “Estas medidas não chegam porque há medidas que já existem. O problema é que as medidas não estão a ser cumpridas. Se só há 3% dos casos de agressão que são punidos, não tem nada a ver com a pena ser maior ou mais pequena. O que é importante é que estas pessoas sejam punidas e é importante ouvir as vítimas. Muitas das vítimas dizem: ‘O que nós queremos, o que nos vai fazer ficar em sentir insegurança e sentir reconfortados é que não haja impunidade'. Não se está à espera que haja pena de morte ou castração, ou o que quer que seja de medida cada vez mais espectacular para dar uma impressão de que se está a fazer alguma coisa. Não é isso. O facto é que só 3% de casos de agressão sexual é que são punidos, portanto, a questão está aí e não está nos anos da pena do agressor.” É por isso que fala num “escândalo de Estado” em relação ao caso Lyhanna? “Sim, sim. É um escândalo de Estado porque mete a nu muitas deficiências do Estado, justamente a vários níveis, quer seja no nível judicial, na polícia, a nível das leis, a nível dos apoios sociais, dos apoios médicos, da educação, ou seja, como é que toda a estrutura está a falhar às pessoas que são vítimas. Portanto, é de facto um escândalo de Estado sim. A questão que aqui se coloca não é só o que aconteceu com Lyhanna, é o facto de ter havido, durante mais de dez anos, queixas contra este suspeito que nunca foram levadas a sério e ele nunca foi ouvido, o que é bastante impressionante. Imagine-se que alguém com este perfil nunca foi ouvido e alguém com o perfil de Andréa Bescond, que é uma sobrevivente, foi detida e passou toda a noite na prisão, enquanto um agressor com queixas há dez anos contra ele nunca foi sequer ouvido. Portanto, já se está aqui a ver o contraste entre como é que as pessoas vítimas e activistas são tratadas e os agressores são tratados.” Ou seja, como escreve no artigo, “não houve aqui só uma negligência pontual, nem um simples disfuncionamento, como afirmou o Presidente Macron”, é algo mais vasto? “Sim, sem dúvida é algo mais vasto. Nós estamos a falar de 3% de pessoas condenadas. Estamos a falar também que a cada três minutos há uma criança que é agredida sexualmente em França. Estes números são absolutamente abissais, por isso é que cada caso que aparece é só mesmo a ponta do iceberg. As pessoas que se estão a mobilizar sabem disso e querem que haja visibilidade sobre esta situação porque é uma situação que é absolutamente grave, que se passa muitas vezes dentro de casa ou muitas vezes com pessoas que são muito próximas. Não se trata de casos que se passam na rua, num canto escuro com um estranho ou um estrangeiro - como nos quer fazer acreditar a extrema-direita. Não. Passa, sim, dentro de casa. Passa-se na escola. É uma catástrofe e é, de facto, um escândalo. É um escândalo de Estado. É um escândalo da sociedade. Felizmente, há uma parte da sociedade que acordou para isto.” A Justiça e o Estado falharam? “Sim. Falharam a Justiça, o Estado, mas a sociedade em geral também está a falhar. Felizmente, o que se está a ver nas ruas é uma parte da sociedade a acordar e a mostrar que não vai deixar passar. Eu acho que o apelo de se juntar todas as segundas-feiras vai ao encontro disso, ou seja, é dizer NÃO, há uma parte da sociedade que não vai deixar passar. Isto foi a gota de água. O Estado falhou. A sociedade também ainda não está completamente consciencializada para o problema, mas há uma parte que está e que vai continuar a lutar.”
O senador Flávio Bolsonaro perdeu, em junho, sete pontos percentuais entre os eleitores independentes em relação à última pesquisa Quaest, realizada em maio.
Compre na Insider: https://creators.insiderstore.com.br/ADULTA CUPOM: ADULTA Meu livro: Forte, Independente e Decepcionada https://amzn.to/3PXZBB2Você já sentiu que, em algum momento da vida, deixou de ser quem realmente é?Neste episódio do Descobri Depois de Adulta, vamos falar sobre um processo silencioso que acontece com muitas pessoas: a perda da própria identidade. Em um mundo onde estamos constantemente expostos às opiniões, estilos de vida e expectativas dos outros, é fácil começar a viver no piloto automático, buscando aprovação, tentando se encaixar e se comparando o tempo todo.
Evento reuniu mais de 500 pessoas no Porto Maravalley, entre os dias 29 e 31 de maio, e marca o aniversário de cinco anos da Associação de Jornalismo Digital (Ajor). Verônica Lima, coordenadora de comunicação da Ajor e doutora em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, falou sobre a diversidade da programação, que cobriu temas como sustentabilidade financeira, Inteligência Artificial e trocas de experiências entre organizações jornalísticas como The Intercept Brasil, Agência Pública, Nexo Jornal, AzMina, Alma Preta e outras.Reportagem: Ana Carolina Patomatti e Letícia LourençoEdição: Thiago Kropf
Neste programa Semana em África, voltamos à situação na RDC, a braços com a epidemia do ébola, e olhamos para as medidas que Angola começou a adoptar. Também olhamos para Cabo Delgado, onde a retoma do projecto da francesa Total gera críticas. Ainda em Moçambique, destacamos o estudo do CIP sobre o fecho de 500 empresas nos últimos dois anos. Quanto a Cabo Verde, o destaque vai para a Cimeira das Nações Crioulas. Começamos com a República Democrática do Congo, onde chegou, esta sexta-feira, o director da Organização Mundial de Saúde para tentar encontrar mais respostas para conter a epidemia de ébola. Recordo que, até ao final da semana, tinham sido registadas 246 mortes em mais de mil casos suspeitos, de acordo com um relatório do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, a agência de saúde da União Africana. Também esta sexta-feira,foi confirmada uma recuperação, a primeira desde o início da epidemia. Entretanto, em Angola, as autoridades sanitárias intensificam as medidas de vigilância e prevenção contra o Ébola, sobretudo nas regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo, devido ao índice de mortes provocado pela epidemia. A 23 de Maio, a agência de saúde Africa CDC alertou que Angola está entre os dez países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da RDC, epicentro da epidemia, e do Uganda. Um trabalho de Francisco Paulo. Poucos meses depois de ter retomado o projecto moçambicano de gas natural liquefeito em Cabo Delgado, esta sexta-feira, a TotalEnergies reuniu-se em Paris para a sua assembleia-geral para apresentar lucros recorde. Daniel Ribeiro, da ong moçambicana Justiça Ambiental, denuncia que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”. Em Moçambique, um grupo de membros da Renamo submeteu à Procuradoria-Geral da República um documento com 18 mil assinaturas para impugnar a liderança de Ossufo Momade. O coordenador nacional da comissão de gestão do partido, Edgar Silva, pediu a Ossufo Momade que apresente contas. Em Moçambique, desde 2024, mais de 500 empresas fecharam e deixaram mais de 15 mil trabalhadores desempregados devido à escassez de divisas no país. A conclusão é do Centro de Integridade Pública que divulgou em Maputo um estudo sobre esta problemática, como explica a investigadora do CIP, Teresa Boene. Em Cabo Verde, arranca esta quinta-feira a Cimeira das Nações Crioulas, que decorre até ao dia 30 de Maio. Num contexto internacional marcado por guerras, intolerância e profundas desigualdades, o Presidente José Maria Neves defende que esta iniciativa pretende criar uma nova dinâmica de diálogo, assente na cooperação e na valorização das identidades crioulas. Em Cabo Verde, as mulheres representam menos de dois por cento da população prisional, mas a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania alerta que esta realidade não pode esconder os desafios enfrentados pelas reclusas. A instituição defende medidas mais equitativas e condições mais dignas para o cumprimento das penas, sobretudo no contacto com os filhos menores. Odair Santos. Em São Tomé e Príncipe, a vice-presidente da ADI - Acção Democrática Independente -, Celmira Sacramento, anunciou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que o partido apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra, nomeadamente, o primeiro-ministro Américo Ramos.
Análise pós-jogo da partida entre ABC x Vitória, válida pelo jogo da volta da semifinal da Copa do Nordeste 2026. Vem com a turma! Rumo ao penta ou rumo ao hexa? Independente de quantos títulos o Leão da Barra tenha na competição, o fato é que a conquista de mais um está logo à frente. […]
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Meu livro: Forte, Independente e Decepcionada https://amzn.to/3PXZBB2 Você já parou pra pensar na saudade que sente da estética dos anos 90/2000? Quando para e vê como a gente saía e se divertia, no quanto tínhamos uma vida parece que até mais divertida e agora parece que tudo está tão perfeitamente editado? Por que a geração millennial, com tanto acesso a tecnologias hoje prefere uma vida mais desconectada?
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta eleição conta com a participação de cinco formações políticas, entre elas a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID), que concorre em 10 dos 13 círculos eleitorais. O líder do partido, João Santos Luís, defende medidas para combater a pobreza, a redução da carga fiscal sobre as importações e um maior investimento na economia azul. A UCID afirma que estas eleições podem representar um momento de transformação para o país. Esse objectivo passa por um maior equilíbrio no Parlamento? Estas eleições são de extrema importância para o país. Gostaríamos de romper com o passado e criar condições para que o país tenha um poder político equilibrado no Parlamento, capaz de promover uma governação equilibrada, de respeito pela população e mais transparente. Após 50 anos de independência e 35 anos de democracia, entendemos que já é tempo de o povo cabo-verdiano ter um sistema político que beneficie verdadeiramente o país e os cidadãos. Neste momento, o país tem mais de 100.000 cidadãos em situação de pobreza absoluta. Continuamos a importar mais de 90% do que consumimos, apesar de os dados macro-económicos se apresentarem razoáveis. Contudo, na prática, existem muitos contrastes, sobretudo ao nível do desemprego. Temos uma taxa de desemprego relativamente baixa, mas que contrasta claramente com a saída desenfreada de jovens à procura de melhores oportunidades noutros países. A UCID propõe um choque fiscal para dinamizar a economia cabo-verdiana. De que forma será implementado esse projecto? Temos uma política fiscal que é inimiga do investimento. Propomos que as alfândegas, que representam cerca de 67% das receitas do Orçamento do Estado, vejam esse peso reduzido através de um plano plurianual. O objectivo é criar condições para que os operadores e agentes económicos beneficiem de uma redução dos impostos pagos na importação de mercadorias e, consequentemente, os produtos possam chegar ao mercado a preços mais baixos. Entendemos que, numa primeira fase, o Estado poderá perder alguma receita, mas essa perda poderá ser compensada através da criação de novos negócios e da expansão das actividades económicas já existentes. É também uma forma de diversificar a economia face à dependência do turismo? Essa é igualmente uma das nossas preocupações: diversificar a economia através de um forte investimento no sector primário - agricultura, pesca e pecuária. O sector transformador deve ter capacidade para atrair indústrias para o país e certificar, com qualidade, os produtos provenientes do sector primário. Infelizmente, sem um sector primário forte, também não podemos ter um sector transformador plenamente funcional. Privilegiando também a economia azul? O país podia, por exemplo, viver apenas do sector da pesca e da aquacultura, mas não existem investimentos suficientes na economia azul. Pretendemos investir fortemente neste sector, através de investimentos estruturantes na pesca, na aquacultura e noutras áreas ligadas à economia azul, para alavancar a economia e criar melhores condições de vida para a população. O senhor afirma que a situação dos transportes em Cabo Verde é caótica. Que propostas apresenta a UCID para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Este é outro dos grandes problemas do país. Temos uma política de transportes marítimos e aéreos que já não responde às necessidades nacionais. No caso do transporte marítimo, existe um contrato assinado em 2019 com a Transinsular, posteriormente transformada em Cabo Verde Interilhas, que não serve o país, quer ao nível da regularidade, quer em relação aos navios que se comprometeu a colocar em operação. A UCID entende que é necessário conceber uma nova política de transportes marítimos, capaz de promover uma mobilidade natural e dinâmica da população entre as ilhas, facilitar a circulação dos turistas que visitam o país e contribuir para a unificação do mercado nacional, que actualmente não existe. Relativamente ao transporte aéreo, temos afirmado que os preços praticados nas ligações inter-ilhas são proibitivos. O que pretendemos é criar uma nova política de transporte aéreo inter-ilhas que permita reduzir os custos operacionais e as taxas aeroportuárias, possibilitando assim a redução do preço dos bilhetes. Apesar dos avanços no sector da saúde, persistem desigualdades entre as ilhas. Que soluções defende o seu partido para garantir um acesso mais equitativo? Apesar de alguns avançosterem sido registados ao longo dos últimos 50 anos, continuamos a enfrentar desafios importantes no sector da saúde, sobretudo ao nível do acesso. Há falta de especialistas, principalmente nos hospitais públicos, e a população continua a enfrentar longas listas de espera para consultas de especialidade e exames de diagnóstico. A UCID propõe que o Sistema Nacional de Saúde crie condições para que entre 30% e 40% dos médicos dos hospitais públicos trabalhem em regime de exclusividade, de forma a humanizar o atendimento e reduzir as listas de espera. Além disso, defendemos um forte investimento na formação e capacitação de especialistas em todas as áreas, para que a população encontre respostas adequadas quando procura cuidados de saúde. Para evitar o recurso a cuidados médicos no estrangeiro? Este investimento nas especialidades médicas em Cabo Verde permitirá também reduzir os custos associados às evacuações para o estrangeiro. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende a UCID para descentralizar o poder? Temos ilhas e municípios com grande potencial de desenvolvimento. O Governo tem feito algum esforço na aprovação de medidas legislativas, mas essas medidas têm sido apenas de desconcentração administrativa e não têm servido eficazmente o país. Precisamos de uma verdadeira descentralização, que permita a afectação de recursos e competências e que dê às ilhas autonomia para desenvolverem as suas potencialidades locais, contribuindo para uma melhor qualidade de vida das populações. Entendemos que a melhor forma de concretizar esse objectivo é através da regionalização. A regionalização não implicará mais despesas para o Estado? A regionalização que defendemos deve ser enquadrada numa reforma profunda do Estado, com o objectivo de reduzir os custos da máquina estatal, diminuir os elencos governamentais, o número de deputados, vários institutos públicos e direcções nacionais, criando assim condições para uma redução global da despesa pública. Esta reforma permitirá uma melhor dinâmica de desenvolvimento para as regiões, ilhas e municípios. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o Partido Popular para apoiar a diáspora cabo-verdiana? Entendemos que a diáspora cabo-verdiana tem um contributo fundamental a dar ao desenvolvimento socio-económico e político de Cabo Verde. No entanto, a Constituição da República, aprovada em 1992, estabelece um Parlamento com até 72 deputados. Actualmente, mais de um milhão de cabo-verdianos na diáspora estão representados por apenas seis deputados, enquanto cerca de 500.000 residentes em Cabo Verde são representados por 66 deputados. Existe aqui uma desproporção que deve ser corrigida através de uma revisão constitucional, permitindo uma maior representação e participação da diáspora no Parlamento e no desenvolvimento do país. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas recomenda o partido para lidar com este flagelo? Acreditamos que o país deve investir fortemente em energias renováveis e limpas. É necessário criar condições para reforçar a resiliência do país face às alterações climáticas, apostando na prevenção e em medidas concretas de adaptação. Perante os conflitos internacionais, como a guerra no Médio Oriente, que posicionamento deve adoptar Cabo Verde em termos de política externa? Cabo Verde deve adoptar uma posição de não-alinhamento, promovendo o diálogo e contribuindo para a prevenção de conflitos, ao mesmo tempo que reforça uma diplomacia económica ao serviço do desenvolvimento do país. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios para Cabo Verde e como enfrentá-los? É necessário trabalhar continuamente na consolidação da democracia. Sabemos que a democracia não é um dado adquirido; é algo que se constrói todos os dias. Em Cabo Verde persistem ainda problemas como represálias, revanchismo, medo e alguma vingança política. Entendemos que, tendo existido um poder mais concentrado ao longo dos últimos 50 anos, é fundamental incentivar a participação dos cidadãos. A democracia exige participação cívica, para que os cidadãos possam escolher de forma consciente os seus representantes e contribuir para o fortalecimento do sistema democrático.
Link para participar: https://forms.gle/hDHUfhJZAQTikGyy9 Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2*O S.A.C. - Serviço de Atendimento aos tamanquetes da vida adulta, é o quadro do Descobri depois de adulta onde você deixa seu "causo" através do formns e nós damos um pitaco do que faríamos no seu lugar.
Compre na Insider: https://creators.insiderstore.com.br/ADULTA Cupom: Adulta Meu livro: Forte, Independente e Decepcionada https://amzn.to/3PXZBB2 Se você sente que vive em uma energia de coitada, como se a vida sempre estivesse acontecendo contra você, e que sua autoestima está cada vez mais baixa, esse episódio é pra você. Neste vídeo, eu falo sobre como priorizar sua autoestima e como sair desse lugar emocional onde você se enxerga pequena, impotente e sem controle da própria vida.
Virar motivo de piada não é legal pra ninguém, machuca, o coração.Às vezes você fez algo errado e esse foi o motivo para você ter virado a própria piada. Mas até mesmo a piada mais engraçada um dia deixa de ter graça quando ela fala sobre a vida de alguém, e as palavras, ao invés de fazerem rir, acabando apenas machucando. Talvez você carregue no coração uma história assim, onde as pessoas riram de você e isso te machucou muito.Mas e quando fazem piada de você por causa da sua caminhada com Cristo? Já pensou nisso?Veja o que diz o Salmo 69 nos versos de 10 a 12: "Chorei, jejuei, mas até isto se tornou motivo de deboche para mim. Pus um pano de saco por roupa e me tornei motivo de provérbio para eles. Os que se assentam junto ao portão da cidade falam de mim, e sou motivo para cantigas de bêbados."Veja a realidade do salmista. Todo mundo zomba dele, até os bêbados da rua. Colocaram seu nome em canções, mas só pra zombar. Ele ora, jejua, e todo mundo continua zombando.Isso mostra que seguir a Cristo tem seu preço. Levar uma vida com Deus tem seu preço. Não ache que todo mundo vai gostar de você porque você é alguém que ora e lê a Bíblia.Independente das humilhações e perseguições, vale a pena servir ao Senhor e você precisa carregar essa convicção. Fique firme!
Meu livro: Forte, Independente e Decepcionada https://amzn.to/3PXZBB2 Você sente que tudo te ofende? Que qualquer comentário, olhar diferente ou resposta atravessada já te faz pensar que fez algo errado? Neste episódio do Descobri Depois de Adulta, eu falo sobre como parar de levar tudo pro lado pessoal e por que isso é tão comum na vida adulta. Muitas vezes, a gente não sofre pelo que o outro disse, mas pelo que aquilo desperta dentro da gente: insegurança, medo de rejeição, necessidade de aprovação e sensação de não ser suficiente. E quando você vive nesse estado, qualquer coisa vira ataque e qualquer silêncio vira abandono.
Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Se a frustração é EU que sinto, porque o OUTRO precisa lidar com ela? Porque ainda adultos terceirizam a responsabilidade de elaborar seus sentimentos e aprender a lidar com eles? Essa é a famosa Inteligência Emocional!
Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Existe um tipo de energia que faz as pessoas gostarem de você quase automaticamente. Não é sobre aparência, não é sobre falar bonito e nem sobre tentar agradar. É sobre presença, comportamento e a forma como você faz o outro se sentir ao seu lado. Neste episódio do Descobri Depois de Adulta, eu falo sobre carisma na vida real e como algumas atitudes simples podem mudar completamente a maneira como você é percebido. Porque carisma não é dom, e autoconfiança não é algo que nasce pronto. São construções que aparecem nos detalhes do dia a dia. Você vai entender quais posturas tornam alguém naturalmente mais querido, como a autoconfiança influencia a energia que você transmite e por que pessoas inseguras muitas vezes tentam se provar demais, criando o efeito contrário do que desejam. Se você quer desenvolver mais carisma, melhorar suas relações e se tornar alguém mais agradável, respeitado e interessante sem precisar forçar uma personalidade, esse episódio vai te ajudar a enxergar o que realmente faz alguém ser irresistível na vida adulta.
O LibriCast é o Podcast da Biblioteca Central da Unifor com temas variados e convidados com conhecimento no tema proposto. Neste episódio do LibriCast, entramos no clima das celebrações literárias de abril, mês marcado por datas importantes como o Dia Internacional do Livro Infantil (2 de abril) e o Dia Mundial do Livro e do Direito do Autor (23 de abril).Para celebrar esse período tão significativo, recebemos o Bruno Paulino, o autor premiado na 11ª edição do Prêmio de Literatura Unifor, que compartilha sua trajetória como escritor e os desafios de produzir literatura fora dos grandes centros urbanos, no interior do Ceará.Bruno Paulino é graduado em Letras pela Universidade Estadual do Ceará, escritor, pesquisador e professor de língua portuguesa. Natural de Quixeramobim, ele é uma referência quando se fala em literatura no Sertão Central do Ceará. Entre suas produções, estão livros de contos, textos em cordel, antologias e a trilogia poética Celebração do Divino Mistério. Seu livro A Menina da Chuva está em sua 3ª edição e já foi adotado por escolas da rede particular de ensino.Um convite para quem ama livros, acredita no poder das histórias e quer conhecer mais sobre os bastidores da escrita e da publicação independente.Dá o play e vem com a gente!Apresentação: Valeska Sousa e Katiuscia DiasConvidado: Bruno Paulino - vencedor da 11ª edição do Prêmio de Literatura Unifor, na categoria Trabalho Inédito – Cartas a Edson Queiroz de 2026.
Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Se você é aquela pessoa que resolve tudo, que dá conta de tudo e que sempre ajuda, esse episódio é pra você. Existe um risco silencioso em ser “muito resolutiva”: com o tempo, as pessoas começam a se acostumar com sua disponibilidade e passam a tratar sua competência como obrigação. Neste episódio do podcast Descobri Depois de Adulta, eu falo sobre como as pessoas tratam quem é resolutivo demais, por que quem resolve tudo acaba sendo usado e como esse padrão pode gerar cansaço emocional, ressentimento e a sensação de carregar o mundo nas costas. Ao longo da conversa, você vai entender: • por que ser prestativo demais pode fazer você perder respeito • como a disponibilidade excessiva vira exploração • a diferença entre ajudar e se abandonar • como impor limites sem culpa e sem brigar • como parar de ser a pessoa que sempre resolve tudo Se você sente que está sempre disponível, sempre fazendo pelos outros e quase nunca recebendo o mesmo de volta, esse episódio vai te ajudar a enxergar esse padrão com mais maturidade emocional e clareza.
António Guterres enviou mensagem de vídeo na abertura da primeira reunião presencial do órgão, que decorre em Madri; grupo é composto por 40 especialistas, incluindo uma brasileira e uma cabo-verdiana; primeiro relatório sobre governança global da inteligência artificial deve sair em julho.
Link para participar: https://forms.gle/hDHUfhJZAQTikGyy9 Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2No SAC de hoje nossa ouvinte quer uma opinião sobre o que fazer nessa situação tão delicada no namoro.E você o que faria? *O S.A.C. - Serviço de Atendimento aos tamanquetes da vida adulta, é o quadro do Descobri depois de adulta onde você deixa seu "causo" através do formns e nós damos um pitaco do que faríamos no seu lugar.
Rejeição é algo muito duro, algo que marca a vida de uma pessoa pelo resto de sua vida. Quem foi rejeitado normalmente desenvolve uma série de traumas e questões não resolvidas que vão impactar o futuro. Ser bem resolvido diante de uma forte rejeição na infância é certamente um milagre de Deus.Embora você certamente condene a rejeição, já deve tê-la praticado de alguma forma. Rejeitar e ser rejeitado é algo que é comum em nossa vida.Veja o que diz o Salmo 66 no verso 20: "Bendito seja Deus, que não rejeitou a minha oração, nem afastou de mim a sua graça."O texto bíblico fala que Deus não rejeita a nossa oração. Mas vai além disso. Deus não nos rejeita enquanto pessoas, não rejeita nosso pedido de perdão, não rejeita nosso pedido de socorro, etc.Sendo rejeitado por nós, o texto bíblico diz que Ele nos amou, e nos amou de forma tão profunda que decidiu enviar seu Filho para morrer em nosso lugar. Em lugar da rejeição recebemos amor.Independente de você ter recebido rejeição, não entregue rejeição a ninguém, pois o que aprendemos com Deus é receber amor. Se seu coração ainda dói pela rejeição recebida por alguém, lembre que Deus não rejeita ninguém e que seu amor é capaz de curar seu coração.
Maria Lencastre critica falta de transparência do executivo de Ana Abrunhosa. A vereadora independente da Câmara de Coimbra defende que só apoia medidas que beneficiem a cidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Se você quer que as coisas deem certo, talvez o maior erro seja contar demais antes da hora. Neste episódio, eu falo sobre o perigo de falar demais, sobre como o excesso de exposição pode destruir planos, atrasar processos e enfraquecer sonhos que ainda estão sendo construídos. Muita gente não percebe, mas existe um motivo emocional e espiritual por trás disso: nem todo mundo torce por você, nem todo mundo merece acesso à sua vida, e nem toda opinião vem para ajudar. Às vezes, o que parece conselho é só projeção, inveja ou confusão colocada em cima de algo que ainda estava frágil. Para aprofundar esse tema, eu trago a história de José do Egito, que contou seus sonhos para os irmãos e acabou pagando um preço alto por isso. A história de José mostra como falar no momento errado pode gerar rejeição, sabotagem e conflitos desnecessários, mesmo quando aquilo que você carrega é verdadeiro. Aqui você vai entender como proteger seus sonhos, como parar de buscar validação externa, como saber quando ficar em silêncio e como ter mais maturidade emocional para guardar processos. Se você sente que sempre que fala sobre seus planos algo desanda, este episódio vai te ajudar a enxergar esse padrão com mais clareza e inteligência.
Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Você já percebeu que, muitas vezes, as coisas não terminam de forma leve? Elas vão ficando ruins. Vão desgastando. Vão perdendo sentido. E, de repente, aquilo que já foi bom começa a virar peso. Neste episódio do Descobri Depois de Adulta, eu falo sobre por que as coisas costumam ficar difíceis quando estão perto de acabar. Relacionamentos, amizades, fases da vida, empregos, ciclos… às vezes o fim não chega como um ponto final, mas como um processo silencioso de desgaste. A vida adulta tem esse lado cruel: nem tudo termina com clareza, maturidade e conversa. Às vezes termina com afastamento, com frieza, com confusão e com aquela sensação de “por que precisou ficar tão ruim assim?”. Aqui, vamos conversar sobre: • Por que ciclos precisam se desgastar para acabar • O desconforto de permanecer onde já não existe mais sentido • Como identificar quando algo já terminou emocionalmente • Por que insistir pode ser mais doloroso do que encerrar • E como aceitar finais sem transformar isso em culpa ou fracasso Se você está vivendo uma fase em que tudo parece estar piorando, talvez não seja azar. Talvez seja apenas o fim se aproximando.
Bom dia 247_ Lula fala à mídia independente_ Ramagem é preso nos EUA by TV 247
O que é o desejo materno? Como entender esse desejo tão particular de ter um filho?Bárbara é mãe de uma menina de 1 ano e 8 meses, que ela teve sozinha. O desejo de maternidade existia, mas não o parceiro. Então, ela construiu o próprio caminho. Chegou a cogitar ter um filho com um amigo, até escolher a produção independente. Queria gestar, viver no corpo a experiência de sentir um filho crescer dentro de si.Ela conta aqui a infância, o processo de escolha de um doador, as FIVs, a perda e, depois, a depressão no primeiro ano após o parto.Com ela, falamos de força feminina, da mãe imperfeita e do estranhamento de si.Obrigada, Bárbara, por lembrar que o cuidado com a saúde mental não vem depois da maternidade: ele é condição para responder ao que ela exige.
Compre na Insider: https://creators.insiderstore.com.br/ADULTA Cupom: ADULTA Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Você já conviveu com alguém que não consegue conversar sobre sentimentos? Que foge de conversas difíceis, muda de assunto, se fecha, desaparece ou explode quando é confrontado? Neste episódio do podcast Descobri Depois de Adulta, eu falo sobre pessoas que chegam na vida adulta sem repertório emocional e como isso impacta relacionamentos, amizades, trabalho e a capacidade de resolver conflitos de forma madura. Muitas pessoas cresceram em ambientes onde sentimentos eram ignorados, onde discussões terminavam em silêncio e onde pedir desculpas ou falar sobre emoções parecia fraqueza. Essa dinâmica, conhecida como “terapia do silêncio”, cria adultos que sentem muito, mas não sabem se comunicar emocionalmente. Neste episódio, você vai entender: • O que é repertório emocional e por que ele importa • Por que algumas pessoas fogem de conversas difíceis • Como a terapia do silêncio afeta a vida adulta • Como identificar padrões de imaturidade emocional • E como desenvolver comunicação emocional sem virar refém do medo ou do conflito Se você sente dificuldade de se expressar, ou convive com alguém que se fecha, some ou reage mal a qualquer conversa séria, esse episódio vai te ajudar a enxergar essa dinâmica com mais clareza e maturidade emocional. Temas abordados: repertório emocional, terapia do silêncio, comunicação no relacionamento, inteligência emocional, conversas difíceis, imaturidade emocional, conflitos, limites emocionais, autoconhecimento, vida adulta.
Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Formulário participação SAC: https://forms.gle/ZeaTS5M5Az863djH9Você se esforça, entrega resultado, é responsável, faz mais do que deveria… mas percebe que as oportunidades sempre caem no colo das mesmas pessoas. E o pior: nem sempre são as mais competentes, e sim as mais próximas da liderança. Nesse episódio do SAC da Vida Adulta, eu respondo uma pergunta que muita gente vive em silêncio: como manter a motivação e o alto desempenho quando o ambiente parece premiar vínculo pessoal e não mérito profissional? Vamos falar sobre política corporativa, visibilidade, reconhecimento, posicionamento e, principalmente, como jogar esse jogo sem perder a dignidade e sem destruir sua autoestima. Se você já sentiu que está “fazendo tudo certo” e mesmo assim sendo ignorado, esse episódio é pra você.
Meu livro “Forte, Independente e Decepcionada”: https://amzn.to/3PXZBB2 Você já comprou algo no impulso e se arrependeu poucos minutos depois? Já sentiu aquela necessidade quase automática de gastar, encher carrinho na Shein ou Shopee, comprar uma “brusinha”, um acessório, um celular novo… mesmo sem precisar? Neste episódio do Descobri Depois de Adulta, eu falo sobre o consumismo e a dor emocional que muitas vezes ele esconde. Porque, na maioria das vezes, comprar não é sobre o produto — é sobre ansiedade, vazio, tédio, necessidade de validação e até traumas de escassez. Aqui eu compartilho minha história real como ex consumista, o momento em que perdi o controle financeiro, como entrei em dívidas e como consegui sair desse ciclo. Além disso, trago reflexões e dicas práticas sobre como parar de comprar por impulso e começar a construir uma vida financeira mais leve. Neste episódio você vai entender: • O que está por trás do consumismo emocional • Por que comprar dá alívio imediato, mas piora depois • Como o marketing alimenta desejos e inseguranças • As principais raízes do impulso de gastar • Como recomeçar e organizar sua vida financeira mesmo endividada Se você sente que gasta para aliviar emoções ou está tentando se libertar de dívidas e compras desnecessárias, esse episódio é pra você.
Ser Pós-Jovem é estar "abatido, mas não derrotado" - ou ao menos é isso o que Lucas Vinícius, mais conhecido como Lucas Inutilismo, canta em seu mais recente EP sob o nome LVCAS. Independente como você o chame, ele tem muito a dizer sobre as vivências nos meios digitais e ter crescido sob os olhos do público.Newsletter Pós-JovemPós-Jovem nas redes: Instagram |BlueSkyPlaylist"Episódios Essenciais"Canal do Whatsapp:Acesso aos BastidoresDesign: Nayara LaraTrilha: Peartree
Roberta Martinelli conversa com Pupillo sobre o seu novo trabalho, trajetória e encontros.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Três servidores públicos foram detidos na província moçambicana de Gaza por alegado desvio de bens destinados às vítimas das cheias. Analista pede punição exemplar. Em São Tomé e Príncipe, Partido Ação Democrática Independente expulsa seis deputados e aprofunda crise político-parlamentar. Chanceler alemão realiza visita à China para discutir parcerias estratégicas.
Neste episódio falamos sobre os principais temas de segurança digital e privacidade das últimas semanas, abordando assuntos que você precisa conhecer para entender o cenário atual da proteção de dados, segurança infantil online e inteligência artificial. Você vai descobrir como o Roblox e o Discord lidam com a verificação de idade e proteção de crianças na internet, incluindo os riscos de predadores digitais, mecanismos psicológicos de retenção e a ausência de controles parentais eficazes. Também abordamos o polêmico caso do Grok no X (antigo Twitter) gerando imagens de nudez de mulheres e menores de idade sem guardrails, e as medidas tomadas pela ANPD, Ministério Público Federal e Senacon contra a plataforma. Discutimos o acordo de adequação mútua entre Brasil e União Europeia em proteção de dados pessoais e o que isso representa para transferências internacionais de dados e oportunidades comerciais. Ainda comentamos a solicitação do FBI à Microsoft pelas chaves de criptografia BitLocker, a ação judicial contra a Meta por suposto acesso às mensagens criptografadas do WhatsApp, o fenômeno das personas digitais criadas por IA, como a “Aboriginal Steve Irwin”, e os deepfakes com celebridades. Por fim, apresentamos a WhisperSafe, novo patrocinador do podcast, um software de transcrição local com privacidade em foco, usando modelos Whisper da OpenAI sem envio de dados para a nuvem. Assine o podcast para não perder nenhum episódio, deixe sua avaliação nas plataformas e siga o Segurança Legal no Instagram, Mastodon, Blue Sky, YouTube e TikTok. Apoie o projeto independente em apoia.se/segurancalegal. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Acesse WhisperSafe – Transcreva áudio e grave reuniões direto no seu computador, mesmo offline. Rápido, leve e pronto para usar com qualquer IA. Use o cupom SEGLEG50 para 50% de desconto na sua assinatura. ShowNotes Grupo 1 – Roblox, crianças e proteção digital em plataformas de jogos ‘Estou sendo atacado por crianças’, diz Felca após ser alvo de protesto no Roblox Opinião: feito para viciar, Roblox tem lógica de cassino e vira caça-níquel para crianças Palcos no Discord serão bloqueados para adolescentes e restritos para grupos da mesma idade Hackers expose age-verification software powering surveillance web ‘O que adolescentes fizeram com cão Orelha acontece todas as noites em muitas casas do Brasil, ao vivo no Discord’, alerta juíza Vanessa Cavalieri Internal chats show how social media companies discussed teen engagement Como vão funcionar as novas regras do Discord para verificar idade no app? Grupo 2 – Grok, conteúdo sexual gerado por IA e responsabilização do X/Musk ANPD, MPF e Senacon recomendam que X impeça geração e circulação de conteúdos sexualizados indevidos por meio do Grok ANPD, MPF e Senacon determinam que X implemente de forma imediata medidas para corrigir falhas no Grok Masterful gambit: Musk attempts to monetize Grok’s wave of sexual abuse imagery Joint statement on AI-generated imagery and the protection of privacy Grupo 3 – Adequação mútua Brasil-UE em proteção de dados e multas na UE Brasil e União Europeia reconhecem adequação mútua em matéria de proteção de dados pessoais Violation de données : sanction de 5 millions d'euros à l'encontre de FRANCE TRAVAIL Violation de données : sanction de 42 millions d'euros à l'encontre des sociétés FREE MOBILE et FREE Más sanciones y de mayor importe: La AEPD sube el nivel de multas en 2025 Grupo 4 – Vigilância, privacidade e Estado The Department of Homeland Security is demanding that Google turn over information about random critics Microsoft is giving the FBI BitLocker keys US authorities reportedly investigate claims that Meta can read encrypted WhatsApp messages Grupo 5 – IA generativa e identidade ‘It’s AI blackface’: social media account hailed as the Aboriginal Steve Irwin is an AI character created in New Zealan Imagem do Episódio – Children’s Games (Bruegel) Transcrição do Episódio (00:00:08.000 –> 00:00:17.500) Bem-vindos e bem-vindas ao Café Segurança Legal, episódio 411, gravado em 24 de fevereiro de 2026. (00:00:17.500 –> 00:00:22.920) Eu sou Guilherme Goulart e junto com o Vinícius Serafim vamos trazer para vocês algumas notícias das últimas semanas. (00:00:22.920 –> 00:00:24.440) E aí, Vinícius, tudo bem? (00:00:24.440 –> 00:00:27.940) Olá, Guilherme, tudo bem? (00:00:24.440 –> 00:00:27.940) Olá aos nossos ouvintes. (00:00:28.180 –> 00:00:30.600) Você estava com saudade de gravar ou não? (00:00:30.600 –> 00:00:39.160) Cara, eu já estava até duvidando da minha capacidade de gravar de novo, porque a gente passou quase.. (00:00:30.600 –> 00:00:39.160) Vai fechar dois.. (00:00:39.160 –> 00:00:40.820) Um mês e pouco. (00:00:40.820 –> 00:00:45.280) O último foi ali em janeiro, não foi? (00:00:45.280 –> 00:00:46.720) Foi em janeiro que a gente gravou. (00:00:46.720 –> 00:00:51.000) Agora você me pegou, você me pegou no contrapé. (00:00:51.000 –> 00:00:57.820) Mas nós gravamos o episódio 410 da Retrospectiva, que se você não ouviu, está lá no dia 6 de janeiro. (00:00:58.180 –> 00:01:02.100) De 2026. (00:00:58.180 –> 00:01:02.100) Retrospectiva 2025. (00:01:03.780 –> 00:01:07.380) Bem, então, esse é o nosso momento de conversarmos sobre algumas notícias. (00:01:07.380 –> 00:01:10.240) Pegue o seu café e venha conosco para entrar em contato. (00:01:10.240 –> 00:01:18.760) Vocês já sabem, é lá no podcast.roba.segurançalegal.com, no Mastodon, no Instagram, no Blue Sky, no YouTube e no TikTok também. (00:01:18.760 –> 00:01:24.520) Você pode ver que tanto no TikTok quanto no YouTube você consegue ver também uns shorts lá que aparecem no Instagram também. (00:01:24.900 –> 00:01:30.420) A nossa campanha de financiamento coletivo, vocês já sabem, lá no apoia.se barra segurança legal. (00:01:30.420 –> 00:01:36.940) A gente sempre pede que você considere colaborar com esse projeto independente de proteção de conteúdo. (00:01:36.940 –> 00:01:41.960) E, Vinícius, temos uma novidade que é um novo patrocinador aqui no Segurança Legal. (00:01:42.500 –> 00:01:43.520) É isso aí, Guilherme. (00:01:43.520 –> 00:01:54.360) Tem a WhisperSafe, na verdade, o produto da WhisperSafe de uma startup que nós conhecemos, inclusive o dono da startup. (00:01:54.360 –> 00:02:04.360) É um software para transcrição de voz com um valor bastante acessível comparado com outros que tem no mercado. (00:02:05.420 –> 00:02:08.640) Ele faz transcrição tanto.. (00:02:08.640 –> 00:02:13.760) Eu tenho usado muito para fazer, para mandar comandos para IA. (00:02:13.760 –> 00:02:17.060) Eu fazia prompt tudo estruturadinho, digitando e tal. (00:02:17.060 –> 00:02:26.200) Agora, para programar, para criar scripts, criar alguns programas, para fazer alguns testes, eu tenho utilizado essencialmente ele para digitar. (00:02:26.200 –> 00:02:34.080) E tem uma funcionalidade muito interessante, que é a gravação e transcrição de reuniões, que eu também tenho utilizado. (00:02:35.220 –> 00:02:40.820) Independente do software que você utiliza, você abre ele, clica gravar a reunião, ele vai gravar todo o áudio da reunião. (00:02:40.820 –> 00:02:48.280) E depois que ele grava e você aperta lá o botãozinho para transcrever, ele te dá uma.. (00:02:48.280 –> 00:02:53.000) Ele tanto gera um arquivo com a transcrição bruta, se tu quiser usar com alguma IA, (00:02:53.000 –> 00:03:04.160) Como ele já deixa na área de transferência a tua transcrição com um prompt montado para te colar na IA que tu quer utilizar para fazer um resumo da tua reunião. (00:03:04.160 –> 00:03:07.500) Então, termina a reunião, cola na IA e pimba. (00:03:07.500 –> 00:03:16.880) O valor dele é um valor bastante acessível e, para os ouvintes do Segurança Legal, nós temos 20 cupons. (00:03:17.840 –> 00:03:28.700) O cupom é SEGLEG50, ele dá 50% de desconto vitalício, digamos assim. (00:03:28.700 –> 00:03:35.360) Você faz a assinatura, aplica o desconto, se fizer mensal ele vai aplicar a todos os pagamentos mensais (00:03:35.360 –> 00:03:40.080) E, se for anual, ele vai aplicar a todos os pagamentos anuais. (00:03:40.080 –> 00:03:44.540) Então, não é um desconto que vale só no primeiro ano ou só no primeiro pagamento. (00:03:44.540 –> 00:03:48.460) SEGLEG50 para os ouvintes do Segurança Legal. (00:03:49.080 –> 00:03:55.520) São 20 cupons, são 20 cupons que a gente tem aí, pelo menos para este episódio. (00:03:55.520 –> 00:04:01.320) E o mais importante, Vinícius, ele é um aplicativo que é construído com privacidade em foco. (00:04:01.320 –> 00:04:06.820) Ou seja, se você, os dados e toda a parte de transcrição, ela fica só na sua máquina, (00:04:06.820 –> 00:04:11.020) Não vai para a nuvem, a não ser que você queira depois usar isso no MyA e tal, (00:04:11.020 –> 00:04:14.580) Mas, assim, para assuntos mais críticos. (00:04:14.580 –> 00:04:18.560) Se você quiser ter lá para fazer uma ata depois, isso fica só na sua máquina. (00:04:18.560 –> 00:04:24.280) Ele faz, ele usa os modelos da Whisper, isso está lá na interface, está muito claro. (00:04:24.280 –> 00:04:31.040) Ele usa os modelos da, os modelos Whisper da OpenAI, que são modelos que rodam local na máquina. (00:04:31.040 –> 00:04:35.460) E o interessante é que tu não precisa nem ter uma placa de vídeo, não precisa ter GPU nem nada, (00:04:35.460 –> 00:04:39.280) Ele funciona muito bem, eu testei no meu notebook, não tem placa de vídeo dedicada. (00:04:40.700 –> 00:04:45.580) E funcionou muito bem, assim, ele é bastante rápido. (00:04:45.580 –> 00:04:52.320) E eu tenho feito os testes até para ver a questão de velocidade, já que tem os modelos disponíveis lá. (00:04:52.320 –> 00:04:55.000) Eu estava usando sempre o Turbo, assim, vou usar o melhor. (00:04:55.000 –> 00:05:00.500) Aí eu resolvi começar a usar o Medium e o Small lá dos modelos. (00:05:00.500 –> 00:05:04.580) E, cara, o Small, ele dá umas erradas, assim, sabe? (00:05:04.580 –> 00:05:06.260) Mas o Medium funciona muito bem. (00:05:06.260 –> 00:05:08.060) Tá bom. (00:05:08.840 –> 00:05:15.480) Então, basta você acessar o whispersafe.ai.ai, você vai ver lá todos os valores. (00:05:15.480 –> 00:05:19.920) Na hora do pagamento, pode usar o cupom SEGLEG50 e vamos lá. (00:05:19.920 –> 00:05:24.080) Bem-vindos, então, ao novo patrocinador do podcast Segurança Legal. (00:05:24.080 –> 00:05:30.480) Vamos para os temas, então, Vinícius, desses últimos dois meses, dá para se dizer aí. (00:05:30.480 –> 00:05:32.680) Hoje já estamos aí no dia 24 de fevereiro. (00:05:32.680 –> 00:05:44.260) Bastante coisa acontecendo, mas nós vamos, em vez de comentar propriamente as notícias, claro que nós vamos citá-las aqui, mas nós dividimos em alguns grupos. (00:05:44.340 –> 00:05:49.420) De temas que nos chamaram a atenção e que também foram temas importantes aí nas últimas semanas. (00:05:49.420 –> 00:05:53.860) O primeiro deles diz respeito à questão da proteção da criança na internet. (00:05:53.860 –> 00:05:56.400) Proteção digital, sobretudo em plataformas. (00:05:56.400 –> 00:06:00.200) Você que nos acompanha aqui sabe que a questão da proteção de criança é importante. (00:06:00.200 –> 00:06:04.860) A gente tem diversos, para esse podcast, a gente tem diversos episódios gravados sobre isso. (00:06:05.100 –> 00:06:11.420) Chegamos a comentar, inclusive, um episódio mais recente também sobre o ECA Digital, Vinícius, se você puder ver o número aí para nós. (00:06:11.420 –> 00:06:24.280) E, basicamente, o que nós estamos vendo mais recentemente é toda uma questão sobre como tornar essas plataformas, os problemas envolvendo plataformas utilizadas por crianças. (00:06:24.280 –> 00:06:33.320) E cada vez mais as crianças têm usado, seja o discórdio, mas aqui o foco dessas notícias é o Roblox. (00:06:33.320 –> 00:06:38.740) Então, se você tem filho, provavelmente já ouviu falar sobre Roblox, que é um jogo. (00:06:38.740 –> 00:06:44.020) Dá para dizer que é um jogo, mas que simula quase como um ambiente, assim. (00:06:38.740 –> 00:06:44.020) Virtual. (00:06:44.020 –> 00:06:47.600) Eu cheguei a jogar ele logo que ele apareceu. (00:06:47.600 –> 00:06:52.020) Assim, não tão logo, mas os colegas do meu filho começaram a jogar. (00:06:52.020 –> 00:06:54.900) Ai, meu filho veio com essa história do Roblox. (00:06:54.900 –> 00:06:57.140) E aí, disse, não, beleza, vamos ver. (00:06:57.140 –> 00:06:58.860) Aí eu entrei com ele. (00:06:59.320 –> 00:07:02.180) Cara, é um ambiente, é um ambiente virtual. (00:07:02.180 –> 00:07:08.400) Para mim, me lembrou muito aquele Second Life, tá ligado? (00:07:08.400 –> 00:07:09.320) Sim, Second Life. (00:07:09.320 –> 00:07:11.100) Me lembrou muito aquilo, então. (00:07:11.100 –> 00:07:15.880) E aí, dentro, tu tem espaços. (00:07:15.880 –> 00:07:19.980) Que tu acessa aplicações, jogos e tudo mais. (00:07:19.980 –> 00:07:22.560) Tu pode criar, inclusive, e tal. (00:07:22.700 –> 00:07:26.080) E aí, ele tem uma moeda interna no jogo, tá? (00:07:26.080 –> 00:07:28.080) Ele tem grana envolvida. (00:07:28.080 –> 00:07:36.080) E, cara, em cinco minutos de Fussaclo ali, eu larguei para o meu filho, ó, tem jogos melhores (00:07:36.080 –> 00:07:36.640) Para te jogar. (00:07:36.640 –> 00:07:39.060) Tu não vai jogar isso aqui. (00:07:39.060 –> 00:07:44.520) Justamente porque é um ambiente, eu percebi, o que eu percebi de cara, e se confirmou depois, (00:07:44.520 –> 00:07:47.180) Um ambiente muito descontrolado, entende? (00:07:47.680 –> 00:07:56.360) Um ambiente muito descontrolado, com muita, assim, nomes estranhos de personagens, todo (00:07:56.360 –> 00:08:03.060) Mundo pode se comunicar com todo mundo, então, é um negócio bem estranho. (00:08:03.060 –> 00:08:04.880) Pelo menos, era. (00:08:04.880 –> 00:08:06.060) A percepção. (00:08:06.060 –> 00:08:06.260) Não entrei mais para jogar. (00:08:06.260 –> 00:08:11.720) Mas aí, pelo que a gente vê agora nas reações e notícias e tudo mais, pelo visto, (00:08:11.720 –> 00:08:12.580) Continua estranho. (00:08:12.580 –> 00:08:13.620) Continua estranho. (00:08:13.620 –> 00:08:18.880) O, o, a grande questão aqui é que, por fora, e isso está acontecendo no mundo (00:08:18.880 –> 00:08:20.140) Inteiro, não é só no Brasil. (00:08:20.140 –> 00:08:23.820) No Brasil, por conta do ECA Digital, mas assim, começa.. (00:08:23.820 –> 00:08:24.660) Episódio 400, viu, Guilherme? (00:08:24.660 –> 00:08:25.940) Tá, legal. (00:08:25.940 –> 00:08:26.660) Episódio 400, isso é legal. (00:08:26.660 –> 00:08:32.380) É que começa a se ampliar toda a discussão de como você fazer a verificação de idade (00:08:32.380 –> 00:08:34.120) De pessoas nessas plataformas. (00:08:34.120 –> 00:08:41.000) Então, aqui a gente junta nesse mesmo pacote o Roblox e também o Discord. (00:08:41.360 –> 00:08:43.840) E aí, uma coisa muito interessante. (00:08:43.840 –> 00:08:48.460) Que gerou, assim, até um fenômeno social, me parece que relevante. (00:08:48.460 –> 00:08:52.160) Crianças começaram a protestar lá, porque as crianças seriam os beneficiários. (00:08:52.160 –> 00:08:56.820) Mas começaram a protestar por conta das novas medidas de verificação de idade. (00:08:56.820 –> 00:08:59.280) Aí, o Felca foi alvo de protesto e tal. (00:08:59.280 –> 00:09:05.920) E tem as crianças lá, simulando um protesto, segurando cartazes lá dentro do Roblox. (00:09:07.520 –> 00:09:11.380) Saíram também notícias dizendo, e aí, mais ou menos na tua percepção, Vinícius, (00:09:11.380 –> 00:09:16.720) De que o Roblox, como acontece com grandes plataformas, ele teria uma lógica de cassino, (00:09:16.720 –> 00:09:21.860) Ou seja, as crianças ficariam ali, utilizariam gatilhos psicológicos, (00:09:21.860 –> 00:09:26.860) Como já ocorre em redes sociais, para que as crianças ficassem mais tempo lá dentro. (00:09:26.860 –> 00:09:33.160) E aí, também começou a se ventilar de que predadores sexuais estariam dentro do Roblox, (00:09:33.160 –> 00:09:36.760) Se fazendo passar por crianças. (00:09:33.160 –> 00:09:36.760) Disfarçados aí. (00:09:36.760 –> 00:09:40.700) Nos Estados Unidos, isso é um problema bem sério lá, justamente com isso. (00:09:40.700 –> 00:09:52.020) E teve o CEO do Roblox, ele teve lá no episódio do The Hard Fork. (00:09:53.020 –> 00:09:59.060) Eu já vejo o número de episódios aqui, mas o nome do CEO é Dave Bazzucchi, tá? (00:09:59.060 –> 00:10:06.020) E, cara, o pessoal do The Hard Fork tentou, assim, impressionou, foi uma coisa que ficou até tenso, sabe? (00:10:06.020 –> 00:10:08.940) Não é normal, assim, tu ver esse episódio do The Hard Fork desse jeito. (00:10:08.940 –> 00:10:14.100) E o cara sempre saindo pela tangente, assim, e perguntas bem diretas. (00:10:14.460 –> 00:10:21.300) Em termos de controle de comunicação, a questão de deixar adultos falar com crianças, assim, várias coisas. (00:10:21.300 –> 00:10:23.420) E ele sempre dando evasiva. (00:10:23.420 –> 00:10:26.320) Ele não.. (00:10:23.420 –> 00:10:26.320) Assim, foi muito ruim, sabe? (00:10:26.320 –> 00:10:32.020) A impressão que tu tens é que o cara foi ali para tentar se justificar, (00:10:32.020 –> 00:10:35.280) Não aceitando os problemas que ele tem na plataforma. (00:10:35.280 –> 00:10:38.800) Isso o CEO da própria Roblox, sabe? (00:10:38.800 –> 00:10:40.320) Na própria empresa. (00:10:40.320 –> 00:10:50.300) Então, isso me deixou ainda mais convencido de que é uma empresa que não tem preocupação nenhuma (00:10:50.300 –> 00:10:54.240) Com essa questão de segurança de crianças e tudo mais, entende? (00:10:54.240 –> 00:10:55.540) É bem delicado. (00:10:55.540 –> 00:10:58.760) Se o pessoal já se preocupa com o Discord, o Roblox é muito pior. (00:10:58.760 –> 00:11:00.000) É muito pior. (00:11:00.000 –> 00:11:03.140) Em termos de possibilidades de comunicação. (00:11:03.140 –> 00:11:06.380) É uma reportagem aqui da Folha de São Paulo. (00:11:06.420 –> 00:11:10.920) Pelo Daniel Mariani, ele destaca justamente isso. (00:11:10.920 –> 00:11:13.660) Inclusive de monetização. (00:11:13.660 –> 00:11:18.120) Práticas predatórias em games e monetiza compulsão e frustrações. (00:11:18.120 –> 00:11:22.720) Explora mecanismos psicológicos como medo de ficar fora da plataforma. (00:11:22.720 –> 00:11:25.060) Ficar de fora e perda de noção de tempo. (00:11:25.060 –> 00:11:27.540) Então, ele conta uma historinha que ele sai com o filho e o filho diz (00:11:27.540 –> 00:11:31.600) Olha, nós temos que voltar até tal hora porque vai acontecer um evento lá no Roblox (00:11:31.600 –> 00:11:34.920) E eu preciso estar lá e enfim. (00:11:35.800 –> 00:11:42.840) E aí, a crítica toda é também de que haveria uma falta de vontade, digamos assim, (00:11:42.840 –> 00:11:46.920) Da empresa de adotar controles parentais e também a questão da verificação da idade. (00:11:46.920 –> 00:11:52.820) E a verificação da idade que começa agora também a ficar mais presente agora em março. (00:11:52.820 –> 00:11:55.440) Tudo indica que vai acontecer também no Discord. (00:11:55.720 –> 00:11:57.760) Então, isso.. (00:11:57.760 –> 00:12:01.500) E também o Discord, Vinícius, se você quiser falar logo a seguir, (00:12:01.500 –> 00:12:07.160) Mas o Discord também aplicando novas formas de controle parental. (00:12:07.160 –> 00:12:11.440) Mas a grande discussão, e mais uma vez, isso está acontecendo no Brasil e no mundo, é (00:12:11.440 –> 00:12:17.200) Mas qual vai ser ou quais serão as medidas de controle de identidade. (00:12:18.080 –> 00:12:27.420) Então, se fala em biometria facial, se fala em envio de documentos e tal, e aí a grande preocupação que se coloca (00:12:27.420 –> 00:12:33.320) É no aumento das práticas de vigilância sobre como, que as empresas vão lidar com isso, (00:12:33.320 –> 00:12:39.040) Sobre o fato de a biometria facial ser um dado sensível, que poderia ser utilizado para outras sinalidades. (00:12:39.040 –> 00:12:47.020) Uma das notícias aqui mostra que o próprio Discord estava usando uma empresa lá, ou contratou uma empresa de verificação (00:12:47.020 –> 00:12:53.380) Que tinha conexões, que é a tal da persona lá, conexões no site deles, dizia mesmo (00:12:53.380 –> 00:12:55.840) This is a US government system. (00:12:55.840 –> 00:13:01.240) Mas aí que tá, Guilherme, assim, a gente tem um problema bem sério para resolver aí, tá? (00:13:01.240 –> 00:13:08.060) Porque ao mesmo tempo que se quer que as empresas consigam fazer a verificação de idade, (00:13:09.040 –> 00:13:11.160) E aí sim, é ok. (00:13:11.160 –> 00:13:12.660) O que que eu faço essa verificação de idade? (00:13:12.660 –> 00:13:17.000) O que que eu faço de um jeito que eu consiga ter um mínimo de confiança (00:13:17.000 –> 00:13:20.060) De que a criatura não tá mentindo pra mim, que o Zora não tá mentindo pra mim (00:13:20.060 –> 00:13:22.420) E tá entrando com menos de 13 ou coisa parecida? (00:13:22.420 –> 00:13:25.660) Então, eu preciso uma forma de verificar isso. (00:13:25.660 –> 00:13:28.400) Tu vai verificar como? (00:13:28.400 –> 00:13:30.080) Imagina a própria empresa. (00:13:30.080 –> 00:13:34.680) Ela vai usar reconhecimento facial para tentar identificar a idade? (00:13:34.680 –> 00:13:36.440) Ela vai pedir documentação? (00:13:38.360 –> 00:13:40.020) Não sei se isso é bom, se é ruim, entende? (00:13:40.020 –> 00:13:42.000) Eu só tô com o problema. (00:13:42.000 –> 00:13:46.220) Aí, o ideal, eu não gostaria de ficar dando minha identidade pra tudo quanto é empresa. (00:13:46.220 –> 00:13:50.460) Então, uma outra opção o governo tem as informações. (00:13:50.460 –> 00:13:54.360) Uma agência governamental tem as informações, as nossas informações. (00:13:54.360 –> 00:13:55.580) Sabe a idade que a gente tem. (00:13:55.580 –> 00:13:57.540) Tem toda a comprovação de quem a gente é. (00:13:58.220 –> 00:14:07.340) Será que não dá pra ter um protocolo que, de forma anônima, eu acesso um site e esse site (00:14:07.340 –> 00:14:15.160) Conversa com o site do governo e aí eu converso com o site do governo e digo, gera aí um token (00:14:15.160 –> 00:14:21.420) Pra mim, eu sou fulano, gera um token dizendo que eu tenho mais de 18 anos ou tem mais de 13 (00:14:21.420 –> 00:14:22.460) Ou coisa parecida. (00:14:22.460 –> 00:14:27.360) Parecido com o que a gente já faz no Alt pra fazer autenticação quando a gente usa o Google e tudo mais. (00:14:27.360 –> 00:14:31.720) Parecido com isso, mas em vez de dizer quem nós somos, ele diz que idade que a gente tem. (00:14:31.720 –> 00:14:32.860) Tá? (00:14:32.860 –> 00:14:36.000) Só que daí tu tem vários outros problemas. (00:14:36.000 –> 00:14:38.380) Ok, o site pode não saber quem tu é por ali. (00:14:38.380 –> 00:14:39.360) Não tem problema. (00:14:39.360 –> 00:14:41.460) E aí tem outro jeito de saber quem tu mas enfim. (00:14:41.460 –> 00:14:43.180) Até porque você vai ter um cadastro lá. (00:14:43.240 –> 00:14:43.960) Exato. (00:14:43.960 –> 00:14:51.560) Então assim, ok, ao mesmo tempo tu vai estar dizendo pro governo o que que tu tá acessando. (00:14:51.560 –> 00:14:57.260) Então se o governo começar a registrar lá na hora de consultar quem tá consultando o teu cadastro (00:14:57.260 –> 00:15:00.900) Ou pra quem tu tá se autenticando, ele sabe o que que tu tá acessando. (00:15:00.900 –> 00:15:06.060) E aí teve um problema recente, a gente chegou a comentar aqui, eu só não lembro se foi na (00:15:06.060 –> 00:15:10.120) Inglaterra especificamente ou foi na União Europeia, tá? (00:15:10.120 –> 00:15:11.900) E se eu não tô enganado, foi na Inglaterra, cara. (00:15:11.900 –> 00:15:19.940) Mas eles estavam com a demanda de, pra acessar site pornográfico, tu tem que dar a tua (00:15:19.940 –> 00:15:23.300) Identificação real, tá? (00:15:23.300 –> 00:15:28.080) Pra que o site tenha certeza de que tu é o maior de idade. (00:15:28.080 –> 00:15:36.360) E aí começou uma outra discussão da questão da privacidade das pessoas que acessam (00:15:36.360 –> 00:15:37.600) Esses sites e tudo mais. (00:15:38.100 –> 00:15:46.060) Então eu não vejo uma solução perfeita, assim, que empresa privada não guarde as informações (00:15:46.060 –> 00:15:48.760) Ou não tem um repositório de informações pra fazer isso. (00:15:48.760 –> 00:15:52.560) Tem uma solução que já é conhecida que é uma chamada, com a chamada Meu ID. (00:15:52.560 –> 00:15:59.420) Eu uso pra algumas plataformas de jogos, que a ideia é justamente essa, tu se autentica (00:15:59.420 –> 00:16:04.100) Com a plataforma, com a tua documentação, faz prova, faz o esquema da imagem e tudo mais. (00:16:04.100 –> 00:16:06.140) Aí tu usa ela pra se autenticar uma plataforma. (00:16:06.140 –> 00:16:11.660) Então, ou a gente vai ter que ter uma empresa como essa, ou vai ter que vincular com algum (00:16:11.660 –> 00:16:12.500) Órgão do governo. (00:16:12.500 –> 00:16:18.140) Eu não vejo uma saída diferente pro Discord, por exemplo. (00:16:18.140 –> 00:16:21.540) Eu não vejo uma saída diferente pro Facebook. (00:16:22.220 –> 00:16:27.240) Como é que eu vou autenticar, como é que eu vou saber que o usuário tem mais certa idade, (00:16:27.240 –> 00:16:37.040) Sem que eu possa ser enganado e sem pedir uma confirmação mais consistente, documental, (00:16:37.040 –> 00:16:43.280) Nem que seja interfaceada ou intermediada pelo governo ou por uma empresa privada, (00:16:44.460 –> 00:16:49.760) Que diga, não, Vinícius realmente tem mais de 13 anos. (00:16:49.760 –> 00:16:51.620) É um problema não. (00:16:51.620 –> 00:16:53.520) Eu não vejo uma solução fácil pra isso. (00:16:53.520 –> 00:16:55.720) É um problema de privacidade. (00:16:55.720 –> 00:17:01.940) Essa questão que eu comentei aqui desse persona que o Discord tava usando, (00:17:01.940 –> 00:17:05.660) A grande questão era que era um negócio quase como um data broker de verificação (00:17:05.660 –> 00:17:11.980) Que iria ser utilizado para fins de vigilância estatal. (00:17:11.980 –> 00:17:17.900) E aí o Discord, depois que isso vira notícia, eles voltam atrás. (00:17:17.900 –> 00:17:19.940) Eles dizem, nós não vamos mais usar isso. (00:17:19.940 –> 00:17:21.100) Ou seja, assim, tiram. (00:17:21.100 –> 00:17:23.000) O problema é um problema de privacidade. (00:17:23.000 –> 00:17:27.280) Você poderia, eu imagino, Vinícius, que se todo mundo tivesse, (00:17:27.280 –> 00:17:31.960) Levasse proteção de dados a sério, você poderia sim ter um protocolo (00:17:31.960 –> 00:17:36.560) Em que empresas e Estado poderiam fornecer um meio de autenticação (00:17:36.560 –> 00:17:39.540) Privacy-friendly. (00:17:39.540 –> 00:17:43.860) Ou seja, sem a coleta de informações sobre quem acessou o quê. (00:17:43.860 –> 00:17:48.360) Eles, ambos os lados, ou todos os lados, deveriam abrir mão disso. (00:17:48.360 –> 00:17:53.080) Mas nós sabemos que no estado atual de coisas, isso não vai acontecer. (00:17:53.080 –> 00:17:53.800) É o contrário. (00:17:53.800 –> 00:17:57.440) O que essa notícia mostra é que as empresas e governos estão, (00:17:58.560 –> 00:18:02.820) Frequentemente, caminhando para utilizar essa desculpa da verificação (00:18:02.820 –> 00:18:04.760) Para aumentar o monitoramento sobre as pessoas. (00:18:04.760 –> 00:18:06.620) E essa que me parece que é a preocupação. (00:18:06.620 –> 00:18:12.060) Enfim, nós vamos deixar, como sempre, todas as notícias lá no Show Notes. (00:18:12.060 –> 00:18:15.020) Tem outras coisas aqui, se você se interessa por essa questão. (00:18:15.020 –> 00:18:18.660) O papel do Discord em questão de agressão de animais, (00:18:18.660 –> 00:18:21.040) Que teve aí recentemente com o caso do Cão Orelha. (00:18:21.040 –> 00:18:25.860) E também sobre como empresas internamente discutiram e sabem. (00:18:25.860 –> 00:18:29.540) O próprio Instagram sabia como o próprio Instagram fazia mal para meninas (00:18:29.540 –> 00:18:30.680) E para adolescentes e tudo mais. (00:18:30.680 –> 00:18:32.440) Então, isso continua acontecendo. (00:18:32.440 –> 00:18:35.160) Documentos internos aí vazados. (00:18:35.160 –> 00:18:40.440) Como acontece, demonstram que eles sabem dos potenciais maléficos. (00:18:40.440 –> 00:18:46.680) Para adolescentes e continuam oferecendo as plataformas ou serviços (00:18:46.680 –> 00:18:49.700) Sem levar em consideração a proteção da criança e do adolescente. (00:18:49.700 –> 00:18:53.220) Então, fica nesse primeiro grupo aí, Vinícius. (00:18:54.120 –> 00:18:54.640) Perfeito. (00:18:54.640 –> 00:18:57.720) Segundo grupo, tem a ver também. (00:18:57.720 –> 00:19:00.300) Tem a ver com crianças e adolescentes, mas não somente. (00:19:00.300 –> 00:19:03.120) Mas tem a ver também com proteção de.. (00:19:03.120 –> 00:19:05.740) Sobretudo de mulheres na internet, da imagem de mulheres (00:19:05.740 –> 00:19:12.360) E sobre como a IA tem sido utilizada especificamente pelo X ou Twitter, Vinícius? (00:19:12.360 –> 00:19:15.660) Todo mundo que fala X logo depois tem que dizer o antigo Twitter. (00:19:15.660 –> 00:19:17.800) Mas todo mundo já sabe que o X é o antigo Twitter. (00:19:18.040 –> 00:19:20.500) Você fica meio com um vício ali. (00:19:20.500 –> 00:19:22.880) E aí, o que começou? (00:19:22.880 –> 00:19:24.060) O nome virou.. (00:19:24.060 –> 00:19:26.180) Parece que o nome virou o X antigo Twitter mesmo. (00:19:26.180 –> 00:19:27.440) Junto. (00:19:27.440 –> 00:19:28.400) Que nem a HBO. (00:19:28.400 –> 00:19:31.180) Viu a HBO Max, que era HBO. (00:19:31.180 –> 00:19:33.280) Aí depois virou a HBO Max. (00:19:33.280 –> 00:19:34.760) Aí depois foi Max. (00:19:34.760 –> 00:19:35.980) Aí tinha.. (00:19:35.980 –> 00:19:36.140) Gol. (00:19:36.140 –> 00:19:38.360) Aí voltaram com a HBO agora. (00:19:38.360 –> 00:19:40.940) Eu tenho a assinatura deles lá. (00:19:40.940 –> 00:19:41.360) Meu Deus. (00:19:41.360 –> 00:19:44.700) Eu nem sei mais o que eu tô assinando lá, porque eu não sei mais o nome desse. (00:19:44.700 –> 00:19:51.960) E aí a questão que, enfim, nesses últimos meses aí virou, uma notícia muito forte (00:19:51.960 –> 00:19:57.740) Foi que o pessoal pedia lá pro Grock no X pra que ele tirasse, deixasse mulheres nuas (00:19:57.740 –> 00:20:02.920) Ou tirasse a roupa de mulheres, inclusive de crianças. (00:20:03.660 –> 00:20:10.520) E naquela perspectiva, de que a ferramenta é neutra, a ferramenta só faz aquilo que (00:20:10.520 –> 00:20:16.440) O usuário pede pra ela fazer, a culpa não é nossa e tal, mas ao mesmo tempo a ferramenta (00:20:16.440 –> 00:20:22.400) Era programada sem guardrails ali pra despir pessoas. (00:20:22.400 –> 00:20:28.940) E se ela pode ser programada para despir pessoas, me parece que também é fácil colocar guardrails (00:20:28.940 –> 00:20:35.400) Aí pra impedir que ela dispa, dispa, despir, despir pessoas. (00:20:35.400 –> 00:20:37.920) Acho que eu nunca tinha usado o verbo despir dessa forma. (00:20:37.920 –> 00:20:39.840) Então, é.. (00:20:39.840 –> 00:20:41.080) E aí o que que aconteceu? (00:20:41.080 –> 00:20:43.860) Não sei se você quer fazer uma observação agora ou depois aqui, só pra.. (00:20:43.860 –> 00:20:45.080) Não, pode sim, pode sim, pode sim. (00:20:45.080 –> 00:20:46.580) Aí o que que aconteceu? (00:20:46.580 –> 00:20:52.860) Foi toda uma pressão em cima do X, Elon Musk chega e diz, não, olha, nós vamos, (00:20:52.860 –> 00:21:00.340) Então vamos ampliar os controles aqui, só vai poder despir pessoas quem tiver a conta (00:21:00.340 –> 00:21:01.920) Paga do X. (00:21:01.920 –> 00:21:09.820) E obviamente que daí a emenda saiu pior que o soneto e no Brasil também já vimos movimentações, (00:21:10.160 –> 00:21:17.560) De três entidades aqui, a NPD, Ministério Público Federal e Senacom, em primeiro lugar fizeram (00:21:17.560 –> 00:21:25.420) Uma recomendação lá em janeiro e agora mais recentemente, depois da resposta do X, esses (00:21:25.420 –> 00:21:32.400) Três órgãos entenderam que as medidas foram insuficientes e cada um deles, na medida das (00:21:32.400 –> 00:21:36.620) Suas competências, iniciou um processo pra determinar. (00:21:36.620 –> 00:21:42.500) Aí sim, antes tinham sugerido medidas, o X informou as medidas que foram tomadas, eles (00:21:42.500 –> 00:21:47.500) Entenderam que não foram suficientes e a partir de agora começaram, cada um na medida das (00:21:47.500 –> 00:21:53.000) Suas competências, procedimentos administrativos, seja a NPD, uma medida preventiva, o Ministério (00:21:53.000 –> 00:21:58.960) Público também, um procedimento interno e a Senacom também numa medida cautelar administrativa (00:21:58.960 –> 00:22:01.700) Determinando que eles imediatamente parem. (00:22:01.700 –> 00:22:08.720) E implementem soluções técnicas e administrativas pra impedir a geração de imagens de pessoas (00:22:08.720 –> 00:22:10.000) Nuas. (00:22:10.620 –> 00:22:16.580) E pra variar. (00:22:10.620 –> 00:22:16.580) Pra variar as maiores vítimas disso foram mulheres, tá? (00:22:16.580 –> 00:22:19.800) E inclusive menores de idade, tá? (00:22:19.800 –> 00:22:20.800) E adolescentes. (00:22:20.800 –> 00:22:25.920) Isso foi o que causou, claro que, mesmo que não tivesse menores de idade envolvidas, (00:22:25.920 –> 00:22:32.620) Isso já gerou bastante polêmica, mas com menores de idade é a coisa.. (00:22:33.300 –> 00:22:37.840) E aí uma coisa, Guilherme, só uma observação, a gente já fala há muitos anos aqui no Segurança (00:22:37.840 –> 00:22:42.880) Legal, há muito tempo, essa questão da super exposição das crianças na internet e muitas (00:22:42.880 –> 00:22:43.960) Vezes pelos próprios pais. (00:22:43.960 –> 00:22:48.920) Quando a gente falava assim, ó, não expõe, não fica botando foto, não sei o quê, tu não (00:22:48.920 –> 00:22:50.900) Sabe o que vai poder ser feito com isso amanhã. (00:22:52.040 –> 00:22:56.620) E eu lembro de estar falando e falando sobre isso em 2015, em escolas, fazer umas palestras (00:22:56.620 –> 00:22:59.020) Assim, falando pro pessoal exatamente nesses termos. (00:22:59.020 –> 00:23:07.800) E agora aqui estamos nós em 2026 com o X antigo Twitter, uma ferramenta de ar embutida (00:23:07.800 –> 00:23:13.940) Que, cara, tira a roupa de adolescente, menor de idade e tudo mais. (00:23:14.480 –> 00:23:19.600) E aí, e mesmo que você seja cuidadoso com a imagem dos filhos e tal, que é realmente (00:23:19.600 –> 00:23:20.500) A recomendação.. (00:23:20.500 –> 00:23:22.560) As escolas tinham foto, publicam, é um.. (00:23:22.560 –> 00:23:28.740) Exato, não, e ainda você tem pessoas públicas, que eventualmente, eventualmente não, (00:23:28.740 –> 00:23:34.940) Mas pessoas públicas que têm a sua imagem publicada em função da sua, da sua atividade, (00:23:34.940 –> 00:23:40.600) Sei lá, uma política, pessoas do ramo político, enfim, artistas e tudo mais, e ainda (00:23:40.600 –> 00:23:46.220) Assim não há, me parece, aliás, eu tenho certeza que não há um direito de pessoas (00:23:46.220 –> 00:23:53.460) Usarem IA pra macular a imagem de mulheres, inclusive teve notícias, pegaram lá uma (00:23:53.460 –> 00:23:58.420) Primeira ministra, não lembro exatamente de qual país, e aí começaram a fazer isso (00:23:58.420 –> 00:24:02.200) Com a imagem dela pra desqualificá-la, enfim. (00:24:02.200 –> 00:24:10.580) E aí acaba entrando, Vinícius, um pouco naquilo, eu vou puxar lá pro grupo 6, (00:24:10.580 –> 00:24:16.200) Mas tem um pouco a ver, o Vinícius me mandou esses dias uma notícia de um.. (00:24:16.200 –> 00:24:21.120) Seria um aborígine, da Nova Zelândia, que fazia vídeos.. (00:24:21.120 –> 00:24:21.760) O Steve Irving. (00:24:21.760 –> 00:24:23.340) Conta aí a história, conta aí a história. (00:24:23.340 –> 00:24:23.680) O Steve Irving. (00:24:23.680 –> 00:24:24.440) . (00:24:24.440 –> 00:24:26.260) É inacreditável. (00:24:26.260 –> 00:24:29.200) O Steve Irving, o Steve Irving é um.. (00:24:29.200 –> 00:24:37.740) Um aborígine, australiano, que faz vídeos.. (00:24:37.740 –> 00:24:38.240) Neo-zelandês. (00:24:38.240 –> 00:24:38.740) Neo-zelandês. (00:24:38.740 –> 00:24:39.380) Neo-zelandês. (00:24:39.380 –> 00:24:42.400) É Nova Zelândia, não misturar Nova Zelândia com a Austrália. (00:24:42.400 –> 00:24:43.140) Nada. (00:24:43.140 –> 00:24:49.400) Neo-zelandês, que faz vídeos, aqueles vídeos assim, meio de aventura, assim, de ver os bichos (00:24:49.400 –> 00:24:50.780) De perto e meio.. (00:24:50.780 –> 00:24:55.620) Encontra uma cobra e mexe na cobra e um escorpião e por aí vai. (00:24:55.700 –> 00:24:56.700) Esses vídeos assim, sabe? (00:24:56.700 –> 00:24:57.140) E mostrando.. (00:24:57.140 –> 00:25:00.160) Mas mostrando os animais lá da Nova Zelândia. (00:25:00.160 –> 00:25:01.120) Sim, exatamente. (00:25:01.120 –> 00:25:02.460) Fazendo um negócio.. (00:25:02.460 –> 00:25:04.060) Cara, um negócio muito bem feito. (00:25:04.060 –> 00:25:05.340) Um negócio muito bem feito. (00:25:05.340 –> 00:25:06.800) Tipo um National Geographic, assim. (00:25:06.800 –> 00:25:09.320) Tinha um outro cara, aquele cara que morreu.. (00:25:09.320 –> 00:25:13.500) Bem conhecido, ele morreu com ferrão de uma arraia. (00:25:13.500 –> 00:25:14.200) Uma arraia. (00:25:14.200 –> 00:25:15.560) No peito. (00:25:15.560 –> 00:25:18.040) Eu não lembro o nome dele, mas tudo bem. (00:25:18.040 –> 00:25:21.040) .. (00:25:21.040 –> 00:25:24.880) E esse personagem é uma vibe muito parecida, tá? (00:25:25.700 –> 00:25:30.620) Cara, um negócio com, assim, muita gente seguindo. (00:25:30.620 –> 00:25:37.660) Houve 90 mil pessoas no Instagram e aí começou a chamar muita atenção, muita atenção. (00:25:37.660 –> 00:25:42.600) E aí o cara que criou o personagem veio ao público e dizia, ó, esse cara não existe. (00:25:43.400 –> 00:25:47.980) O Steve Irving era o cara que morreu com ferrão de arraia. (00:25:49.420 –> 00:25:50.400) Sim, verdade. (00:25:50.400 –> 00:25:51.480) Na notícia, sim. (00:25:51.480 –> 00:25:53.080) Eu misturei aqui que ele chamou.. (00:25:53.080 –> 00:25:54.620) É o Aboriginal Steve Irving. (00:25:54.620 –> 00:25:56.860) É o Steve Irving aborigine. (00:25:56.860 –> 00:25:57.340) Exatamente. (00:25:57.340 –> 00:25:59.780) O Steve Irving é o cara real que morreu. (00:25:59.780 –> 00:26:00.720) Isso, isso. (00:26:00.720 –> 00:26:01.220) Isso. (00:26:01.220 –> 00:26:03.380) E o nome do cara que.. (00:26:03.380 –> 00:26:06.220) Essa persona digital criada. (00:26:07.620 –> 00:26:09.340) Quem criou foi o.. (00:26:09.340 –> 00:26:10.400) Quem criou foi o.. (00:26:10.400 –> 00:26:13.720) O Keegan, John Manson, o cara que fez a.. (00:26:13.720 –> 00:26:15.140) Que criou o personagem. (00:26:15.140 –> 00:26:17.260) Cara, eu não tenho o nome do personagem aqui. (00:26:17.260 –> 00:26:20.040) Seria o Bush Legend. (00:26:20.040 –> 00:26:20.480) Mas.. (00:26:20.480 –> 00:26:21.320) Bush Legend. (00:26:21.320 –> 00:26:22.260) Esse é o canal. (00:26:22.260 –> 00:26:23.760) Esse é o canal, Bush Legend. (00:26:23.760 –> 00:26:24.520) O Bush Legend. (00:26:24.520 –> 00:26:25.260) A conta aqui, ó. (00:26:25.260 –> 00:26:26.260) Tá separado aqui. (00:26:26.260 –> 00:26:27.280) Bush Legend, a conta. (00:26:27.780 –> 00:26:30.500) Mas o interessante é que não é a conta em si, tá? (00:26:30.500 –> 00:26:33.260) Quem quiser olhar o Bush Legend lá, deve estar no ar ainda esse negócio. (00:26:33.260 –> 00:26:35.240) O interessante não é a conta em si. (00:26:35.240 –> 00:26:41.400) O interessante é que é uma coisa que tu assiste e, cara, tu não se dá a conta que (00:26:41.400 –> 00:26:42.360) Não é real. (00:26:42.360 –> 00:26:47.360) Talvez ali num vídeo ou outro tu possa até perceber, tá? (00:26:47.360 –> 00:26:50.880) Mas a maioria das pessoas não vai perceber. (00:26:50.880 –> 00:26:51.920) Não vai se dar conta, não vai se dar conta. (00:26:51.920 –> 00:26:53.560) Então, assim.. (00:26:53.560 –> 00:27:01.540) E recentemente teve um vídeo também, eu vi essa semana, ou semana passada, um vídeo (00:27:01.540 –> 00:27:06.360) Em que tava o Brad Pitt lutando com o Tom Cruise, tá? (00:27:06.360 –> 00:27:10.320) E eles discutindo os Epstein Files na luta. (00:27:10.320 –> 00:27:20.040) Eu mostrei pra minha esposa o vídeo e disse assim, olha só o trailer de um filme que eles (00:27:20.040 –> 00:27:20.940) Estão lançando e tal. (00:27:21.420 –> 00:27:24.060) Aí a gente começou a ver o vídeo, eu já tinha visto, ela começou a ver o vídeo, (00:27:24.060 –> 00:27:29.440) Assim, tá, mas aí eles falando e tal, e eles se batendo e não paravam de se bater (00:27:29.440 –> 00:27:31.840) E conversar, assim, mas que cena mais. (00:27:31.840 –> 00:27:33.080) Sem propósito. (00:27:33.480 –> 00:27:34.820) Uma coisa meio.. (00:27:34.820 –> 00:27:37.000) Mas ao mesmo tempo ela achou que fosse verdade. (00:27:37.000 –> 00:27:38.060) Aham. (00:27:38.060 –> 00:27:43.120) Ela achou que fosse verdade, porque os personagens, ali o Tom Cruise e o Brad Pitt, tá certinho (00:27:43.120 –> 00:27:43.500) Ali, cara. (00:27:43.500 –> 00:27:44.900) Claro que fica.. (00:27:44.900 –> 00:27:48.780) Depois eles começam a zoar, começam a mudar demais, assim, começam a botar uns personagens (00:27:48.780 –> 00:27:49.800) Meio estranhos no negócio. (00:27:50.560 –> 00:27:51.240) Mas é.. (00:27:51.240 –> 00:27:51.800) E há, cara. (00:27:51.800 –> 00:27:53.660) E aí isso gera tanto.. (00:27:53.660 –> 00:27:54.580) Não só uma preocupação. (00:27:54.580 –> 00:27:56.300) Agora nós estamos vando pra ano de eleição. (00:27:56.300 –> 00:27:57.360) Vamos ver o que vai acontecer. (00:27:57.360 –> 00:28:07.520) Mas não só gera essa possível confusão com quem assiste, pra quem assiste, mas também (00:28:07.520 –> 00:28:13.300) Tá gerando uma boa discussão lá nos Estados Unidos com relação, lá nos sindicatos dos (00:28:13.300 –> 00:28:16.380) Artistas e tudo mais. (00:28:16.380 –> 00:28:23.620) Porque, cara, se tu não quiser usar a imagem de alguém, que obviamente tu vai ter que pagar (00:28:23.620 –> 00:28:28.240) Pra usar a imagem do Tom Cruise, ninguém discute que mesmo que seja autorizado pelo Tom Cruise (00:28:28.240 –> 00:28:33.160) Tu vai ter que pagar o Tom Cruise pelo uso da imagem dele, mas que tu possa começar a criar (00:28:33.160 –> 00:28:37.600) Personagens completamente fictícios, ou pessoas. (00:28:37.600 –> 00:28:44.560) Atores fictícios, pra.. (00:28:37.600 –> 00:28:44.560) Pra atuarem num filme, atuarem numa série. (00:28:45.560 –> 00:28:48.320) E aí tu não precisar mais. (00:28:48.320 –> 00:28:53.580) Talvez tu possa substituir até o roteirista na brincadeira, mas tu não precisar mais (00:28:53.580 –> 00:28:55.500) De atores humanos pra atuar. (00:28:55.500 –> 00:28:57.120) Então.. (00:28:57.120 –> 00:29:01.940) Tem uma discussão bem interessante em cima disso, sabe? (00:29:01.940 –> 00:29:07.680) A questão do emprego dos artistas e da questão do conteúdo que tu entrega. (00:29:07.680 –> 00:29:09.200) Pras pessoas. (00:29:09.200 –> 00:29:11.120) Tu vai assistir um filme.. (00:29:11.120 –> 00:29:14.480) Assim, tu topa assistir um filme muito bom feito por Iá? (00:29:14.480 –> 00:29:16.560) Cara.. (00:29:16.560 –> 00:29:21.280) Eu acho que tem um elemento ético, inclusive se fala isso lá numa das notícias. (00:29:21.800 –> 00:29:27.300) Que é um preceito de trans.. (00:29:21.800 –> 00:29:27.300) Um preceito ético de transparência no uso de Iá. (00:29:27.300 –> 00:29:32.160) Então, quando a gente fala em princípios de governança de Iá, a transparência, ela (00:29:32.160 –> 00:29:36.060) Se desdobra em várias.. (00:29:32.160 –> 00:29:36.060) Várias situações. (00:29:36.060 –> 00:29:40.680) E uma das situações que a transparência se desdobra, enquanto princípio que deve reger (00:29:40.680 –> 00:29:45.320) O uso da Iá, isso eu tô falando porque é princípio já adotado na União Europeia (00:29:45.320 –> 00:29:46.940) E tudo mais, é.. (00:29:46.940 –> 00:29:51.140) . (00:29:46.940 –> 00:29:51.140) Você tem que saber que aquele conteúdo é gerado por Iá. (00:29:51.140 –> 00:29:52.800) E a grande.. (00:29:52.800 –> 00:29:54.320) E por que que isso virou notícia? (00:29:54.320 –> 00:29:55.540) Na verdade, são duas coisas. (00:29:55.540 –> 00:30:00.500) Isso virou notícia porque não se deram.. (00:29:55.540 –> 00:30:00.500) Ninguém se deu conta. (00:30:00.500 –> 00:30:05.540) Porque se diz, você mostra pra pessoa, se você olhar num vídeo e prestar atenção, (00:30:05.540 –> 00:30:06.760) Você vai descobrir que é. (00:30:06.760 –> 00:30:10.420) A questão é que hoje, até a gente comentava isso antes. (00:30:10.420 –> 00:30:17.520) Nós, eu e você e quem nos escuta, nós já estamos consumindo conteúdos gerados por (00:30:17.520 –> 00:30:18.440) Iá sem se dar conta. (00:30:18.440 –> 00:30:18.840) Por quê? (00:30:18.840 –> 00:30:23.400) Porque a lógica de consumir conteúdo em rede social não é você ficar prestando atenção (00:30:23.400 –> 00:30:28.980) Nos detalhes, a lógica é que você vai passando rapidamente sobre certos conteúdos. (00:30:28.980 –> 00:30:32.780) E você fica vendo muitos, aquela história do feed infinito que a gente já falou. (00:30:32.780 –> 00:30:38.080) Que é uma das maldições das redes sociais e o que aprisiona as pessoas lá dentro é (00:30:38.080 –> 00:30:38.860) O feed infinito. (00:30:38.860 –> 00:30:39.900) E vamos lá. (00:30:39.900 –> 00:30:42.620) O teu espírito crítico ali fica bem rebaixado. (00:30:42.840 –> 00:30:45.960) Claro que quando a gente olha o vídeo depois sabendo o que bom, tudo bem. (00:30:45.960 –> 00:30:51.860) Ontem mesmo eu tava na academia e fica uma TV ligada lá e tava passando uma propaganda (00:30:51.860 –> 00:30:53.300) Do Liquida Porto Alegre. (00:30:53.300 –> 00:30:57.000) É tipo uma liquidação de verão que eles fazem aqui na cidade. (00:30:57.800 –> 00:31:05.020) E, cara, cinco segundos da coisa já deu pra ver que era tudo gerado por Iá, cara. (00:31:05.020 –> 00:31:09.860) Toda uma propaganda gerada por Iá, até porque no final tinha uma senhora bem idosa correndo (00:31:09.860 –> 00:31:15.540) Junto com um monte de pessoas que ela não teria como uma senhora. (00:31:15.540 –> 00:31:19.400) Enfim, até teria, mas chamou a atenção o fato de ser uma senhora bem idosa correndo (00:31:19.400 –> 00:31:21.000) Loucamente na cidade, assim, sabe? (00:31:21.640 –> 00:31:25.980) Não que não seja possível, não que não seja possível. (00:31:25.980 –> 00:31:29.660) Não, não que não seja possível, mas, assim, aquilo já disparou, não, como assim. (00:31:29.660 –> 00:31:35.940) Então, você tem um elemento ético muito, isso tá acontecendo, a propaganda, eu acredito, (00:31:35.940 –> 00:31:39.720) Que o CONAR, enfim, a regulamentação da propaganda tem que deixar isso claro. (00:31:39.720 –> 00:31:45.220) Olha, você está assistindo uma reportagem, uma propaganda feita por Iá, assim como você (00:31:45.220 –> 00:31:49.340) Quando você tá consumindo um produto no supermercado, diz se aquilo ali tem transgênico (00:31:49.340 –> 00:31:51.900) Ou não, ou o que consta. (00:31:51.900 –> 00:31:52.140) Excesso de sal. (00:31:52.140 –> 00:31:53.980) Excesso de sal, por que não? (00:31:53.980 –> 00:31:58.020) Porque a gente sabe que isso é bem brain rotizável. (00:31:58.020 –> 00:31:58.900) Aham. (00:31:58.900 –> 00:32:01.200) Brain rotizável, você não inventei agora, Vinícius. (00:32:01.200 –> 00:32:02.880) É um bom verbo. (00:32:02.880 –> 00:32:04.220) Brain rotizável. (00:32:04.220 –> 00:32:13.740) Vinícius, Brasil, você já deve ter ouvido falar disso, mas Brasil e União Europeia, (00:32:13.740 –> 00:32:17.320) Consolidaram lá o seu acordo de adequação mútua. (00:32:17.320 –> 00:32:23.180) Então, basicamente, agora, no final de janeiro, foi anunciado esse reconhecimento recíproco (00:32:23.180 –> 00:32:25.560) De adequação dos regimes de proteção de dados. (00:32:25.560 –> 00:32:31.800) E tem-se pintado isso como um marco histórico, porque, além desse franco reconhecimento, (00:32:31.800 –> 00:32:35.060) A ideia é que se abra, principalmente para o Brasil. (00:32:35.440 –> 00:32:42.000) Mas a ideia é que o Brasil poderia se beneficiar com base nesse acordo de adequação, (00:32:42.000 –> 00:32:47.660) Prestando serviços, para toda a União Europeia. (00:32:47.660 –> 00:32:53.020) Então, isso poderia ampliar o uso de data centers para IA e também o uso de próprio serviço, (00:32:53.020 –> 00:32:56.040) Porque uma vez que você tem esse reconhecimento, você não precisa, (00:32:57.180 –> 00:33:00.580) Digamos assim, quando você for fazer a transferência internacional de dados, (00:33:00.580 –> 00:33:03.140) Que é uma das situações lá em que você faz de um lado para o outro, (00:33:03.140 –> 00:33:05.800) Esse reconhecimento implica na possibilidade automática, (00:33:05.800 –> 00:33:08.880) Sem, por exemplo, você pedir, precisar pedir consentimento, (00:33:08.880 –> 00:33:12.820) Ou fazer avisos adicionais, ou reconhecimentos das autoridades. (00:33:12.820 –> 00:33:18.980) Então, abre-se, de fato, um espaço comercial também, (00:33:19.040 –> 00:33:22.300) Não seja de fluxos, de fluxo seguro de dados, enfim. (00:33:22.300 –> 00:33:24.600) Qual a questão? (00:33:24.600 –> 00:33:31.800) A questão é que, quando a gente faz uma comparação em como a União Europeia tem aplicado sanções (00:33:31.800 –> 00:33:35.620) E como o Brasil tem aplicado sanções, mesmo diante desse reconhecimento, (00:33:35.620 –> 00:33:39.620) Nós notamos que há uma distância, porque no Brasil ainda há, (00:33:39.620 –> 00:33:43.980) E aqui eu falo como titular de dados pessoais, (00:33:44.360 –> 00:33:49.580) Ainda há um certo, é um certo, como é que eu vou dizer, (00:33:49.580 –> 00:33:54.640) Atraso, talvez, na aplicação de sanções em situações muito complexas. (00:33:54.640 –> 00:33:57.340) Apenas para vocês terem uma ideia de alguns números, (00:33:57.340 –> 00:34:00.120) Na França, por exemplo, agora é janeiro, fevereiro, (00:34:00.120 –> 00:34:06.280) Você teve a France Travel, foi multada em 5 milhões de euros, (00:34:06.280 –> 00:34:09.920) A Free Mobile, 42 milhões de euros, (00:34:10.920 –> 00:34:14.820) É dividido aqui em Free Mobile e Free, não sei o que é. (00:34:14.820 –> 00:34:19.140) Então, você teve aí todas essas situações somente, (00:34:19.140 –> 00:34:22.120) Ou seja, multas milionárias na França, (00:34:22.120 –> 00:34:27.400) Somente por situações de vazamentos que se confirmou que ocorreram (00:34:27.400 –> 00:34:30.300) Por causa de insuficiência de medidas de segurança (00:34:30.300 –> 00:34:32.560) Adotadas por essas organizações. (00:34:32.560 –> 00:34:34.060) Isso na França. (00:34:34.060 –> 00:34:36.940) Na Espanha, que é uma autoridade pequena, (00:34:36.940 –> 00:34:40.180) Tem, se não me engano, menos funcionários do que, (00:34:40.180 –> 00:34:43.540) Até fiz esses dias um apanhado de número de funcionários e tal, (00:34:43.540 –> 00:34:45.960) Mas acho que tem menos funcionários do que a nossa NPD, (00:34:45.960 –> 00:34:53.040) Eles terminaram 2025 com 394 procedimentos sancionadores (00:34:53.040 –> 00:34:57.040) E com multas que somadas deram 40 milhões de euros. (00:34:57.040 –> 00:35:00.040) Então, acho que para consolidar, de fato, (00:35:00.040 –> 00:35:03.700) Urge que nós tenhamos um aprimoramento, (00:35:03.700 –> 00:35:05.480) E eu não falo nem somente em multas, (00:35:05.480 –> 00:35:08.720) Eu falo em sanções, impedir certos tratamentos, (00:35:08.720 –> 00:35:14.400) Caminhar justamente para a implementação de medidas de segurança, (00:35:14.400 –> 00:35:16.680) Resolver a questão das farmácias, (00:35:16.680 –> 00:35:20.380) Resolver a questão que a gente já falou aqui no nosso podcast (00:35:20.380 –> 00:35:26.980) Sobre a farra das biometrias faciais em academias, (00:35:26.980 –> 00:35:29.580) Em condomínios. (00:35:29.580 –> 00:35:32.780) Então, acho que a gente comemora, de fato, (00:35:32.780 –> 00:35:36.060) Mas há um caminho ainda a ser perseguido, me parece, (00:35:36.060 –> 00:35:40.100) Posso estar errado, enfim, mas me parece que há um caminho ainda a ser percorrido. (00:35:40.100 –> 00:35:42.580) Isso, obviamente, é uma via de duas mãos. (00:35:42.580 –> 00:35:45.340) Então, a gente tem uma equivalência. (00:35:45.340 –> 00:35:46.080) Isso. (00:35:46.080 –> 00:35:48.500) Então, uma coisa que muda, então, por exemplo, (00:35:48.500 –> 00:35:51.660) Se você quiser usar algum data center na Europa, (00:35:51.660 –> 00:35:53.620) Na União Europeia, para fazer mais ou menos de dados (00:35:53.620 –> 00:35:57.820) E cidadãos brasileiros, em princípio, ok. (00:35:57.820 –> 00:35:59.860) Isso. (00:35:59.860 –> 00:36:02.260) Quando você tem na União Europeia, (00:36:02.260 –> 00:36:04.040) Nos países que fazem parte da União Europeia, (00:36:04.040 –> 00:36:06.980) Não é na Europa, porque você tem países que.. (00:36:06.980 –> 00:36:08.340) Sim, eu falei, União Europeia, não é Europeia. (00:36:08.340 –> 00:36:10.960) Tu tem Inglaterra que não faz mais parte da União Europeia. (00:36:10.960 –> 00:36:12.060) Inglaterra não é mais. (00:36:12.060 –> 00:36:14.520) Aí o pessoal lá da Inglaterra, (00:36:14.520 –> 00:36:15.720) Quando entra na União Europeia, (00:36:15.720 –> 00:36:18.300) Eles ficam na fila não dos residentes da União Europeia, (00:36:18.300 –> 00:36:20.040) Eles têm que enfrentar a fila de todo mundo, (00:36:20.040 –> 00:36:21.800) Mas Suíça também não é. (00:36:21.960 –> 00:36:22.660) É engraçado. (00:36:22.660 –> 00:36:24.420) A Suíça também não é. (00:36:24.420 –> 00:36:25.960) Embora a Suíça tenha, (00:36:25.960 –> 00:36:30.200) Seja conhecida justamente por hospedar sistemas, (00:36:30.200 –> 00:36:32.080) The Privacy Friendly, de segurança, (00:36:32.080 –> 00:36:34.180) Mais VPNs que ficam lá na Suíça, (00:36:34.180 –> 00:36:36.520) Se vendem, mas não faz parte da Suíça. (00:36:36.520 –> 00:36:38.740) A Suíça acho que faz parte do espaço Schengen, (00:36:38.740 –> 00:36:39.340) Se não me engano, (00:36:39.340 –> 00:36:42.320) Que permite que você entre, (00:36:42.320 –> 00:36:44.640) Sem a necessidade de passar por fronteiras, (00:36:44.640 –> 00:36:46.120) Tem o tráfego livre, (00:36:46.120 –> 00:36:47.180) Mas acho que não faz, (00:36:47.180 –> 00:36:49.740) Mas não faz da União Europeia. (00:36:51.160 –> 00:36:52.620) Bom, Vinícius, (00:36:52.620 –> 00:36:54.680) Seguindo aqui, (00:36:54.680 –> 00:36:59.520) Nós temos também toda a questão da vigilância, (00:36:59.520 –> 00:37:02.240) Lá no Grupo 5, (00:37:02.240 –> 00:37:04.420) De vigilância e privacidade, (00:37:04.420 –> 00:37:05.220) Que nós vimos, (00:37:05.220 –> 00:37:07.680) Que me chamou bastante atenção, (00:37:07.680 –> 00:37:09.320) Chamou bastante atenção, (00:37:09.320 –> 00:37:13.660) Que foi o FBI solicitando a Microsoft (00:37:13.660 –> 00:37:17.460) A entrega de chaves BitLocker. (00:37:17.460 –> 00:37:20.720) E a gente estava conversando sobre isso antes, (00:37:20.720 –> 00:37:23.100) Não é obrigatório, (00:37:23.100 –> 00:37:26.540) Que você salve a chave do BitLocker na Microsoft. (00:37:26.540 –> 00:37:26.940) Não. (00:37:26.940 –> 00:37:27.900) Você pode salvar. (00:37:27.900 –> 00:37:29.380) Pode não estar em outro lugar. (00:37:30.520 –> 00:37:33.140) O que chama atenção aqui é a possibilidade, (00:37:33.140 –> 00:37:33.740) E vejam, (00:37:33.740 –> 00:37:35.360) Assim, (00:37:35.360 –> 00:37:36.800) O FBI e a polícia, (00:37:36.800 –> 00:37:39.040) Eu tenho absoluta certeza (00:37:39.040 –> 00:37:44.300) Que todos esses órgãos de investigação, (00:37:44.300 –> 00:37:45.220) De persecução penal, (00:37:45.220 –> 00:37:46.440) Tem o direito de, (00:37:46.440 –> 00:37:47.820) Eventualmente, (00:37:47.820 –> 00:37:50.180) Por uma ordem judicial fundamentada, (00:37:50.180 –> 00:37:52.420) Pedir acesso a nuvens, (00:37:52.420 –> 00:37:54.300) Como é o que está acontecendo agora. (00:37:54.560 –> 00:37:56.020) Os grandes escândalos aí, (00:37:56.020 –> 00:37:56.820) Banco Master, (00:37:57.240 –> 00:37:57.620) Mas, assim, (00:37:57.620 –> 00:38:01.300) Grandes escândalos e de crimes e tal, (00:38:01.300 –> 00:38:04.420) O pessoal acaba acessando nuvem de gente (00:38:04.420 –> 00:38:06.180) Que deixa o WhatsApp fazendo, (00:38:06.180 –> 00:38:07.480) Não se fala muito, (00:38:07.480 –> 00:38:10.940) Mas que deixa o WhatsApp fazendo backup lá no Google, (00:38:10.940 –> 00:38:11.940) Acessa o Google, (00:38:11.940 –> 00:38:14.000) Recupera o backup e vê tudo que o cara fez, (00:38:14.000 –> 00:38:14.720) Quem conversou, (00:38:14.720 –> 00:38:16.020) E arquivos e tudo mais. (00:38:16.020 –> 00:38:18.580) Mas o que chama atenção (00:38:18.580 –> 00:38:22.160) Sobretudo como os Estados Unidos agora estão se posicionando, (00:38:22.160 –> 00:38:23.440) Nessa parte de vigilância, (00:38:23.440 –> 00:38:25.520) Já vem se posicionando ao longo dos últimos anos, (00:38:25.520 –> 00:38:27.260) De repente, (00:38:27.260 –> 00:38:30.500) O FBI pegar a tua chave do BitLocker (0
No Brasil e no mundo, os mercados de ações têm ganhado cada vez mais destaque entre os investidores globais. Desde a temática da inteligência artificial e as disrupções que vemos a cada semana, a fuga de capital dos EUA e enfraquecimento do dólar, o interesse crescente por mercados emergentes e o Brasil se beneficiando dessa tendência.Neste episódio, o Carteiros do Condado traz um convidado especial, baseado na Europa, para explorar a visão dos investidores estrangeiros sobre mercados emergentes e principalmente o Brasil.
Missão Independente de Inquérito relata assassinatos em massa e ataques étnicos direcionados a comunidades Zaghawa e Fur durante a tomada de El Fasher pela Forças de Apoio Rápido; conflito começou em abril de 2023.
Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quinta-feira, 19 de fevereiro:Relatório de Missão Independente alerta para evidências de genocídio no SudãoOMS soa alerta sobre ensaio clínico de vacina na Guiné-Bissau
Toca piano todos os dias e gostava de ter sido músico. Apaixonado pela água, nada diariamente no mar gelado. É escritor. Escreve sempre que lhe faz sentido. Foi professor de Filosofia, teve uma agência de publicidade, foi um dos fundadores do semanário Independente. Com quase 70 anos, continua a admirar a beleza num mundo onde, por vezes, ela não é evidente.
Em nossa primeira edição de 2026 falamos das principais coisas que rolaram durante esse período do recesso, como a polêmica em torno do Indie Awards e a triste morte de Vince Zampella. O ano também começou com uma série de demissões na Ubisoft e o GOG se tornando independente.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:19:00 - Ubisoft abre o ano com uma nova leva de demissões31:00 - GOG é comprado e agora é independente39:00 - Morre Vince Zampella, co-criador de Call of Duty53:00 - Os jogos mais jogados em PlayStation em 2025 são os mesmos de 20241:03:00 - Rápidas e curtasVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Apesar das dúvidas sobre China, outros mercados podem ocupar o espaço, além de um consumo interno promissor
A Montanha da Família - Parte 6 - EP 37 - 06.JAN.2025PASTORES DE MERCADO: INFILTRANDO TODAS AS ESFERASA montanha da família deve ser infiltrada por pastores em todos os setores da sociedade. Independente de seu título no seu emprego, você pode ser chamado para servir como pastor daquele local de trabalho. Sua missão específica é destituir os Jebuseus, trazendo a cura, redenção e aceitação de Cristo onde quer que você esteja.
Durante todo o mês de dezembro, vcs ouviram histórias sobre algumas das maiores religiões do mundo e outras amplamente praticadas no Brasil. Vcs conheceram alguns aspectos do protestantismo (evangélicos), judaísmo, islamismo, hinduísmo, budismo, espiritismo, além das religiões afro-brasileiras candomblé e umbanda. Hoje, no dia de Natal, eu encerro esse especial sobre religiões com um livro que faz uma releitura luminosa e terna da história do Natal para os cristãos: "Holy night and Little Star", ou "A Noite Santa e a Pequena Estrela", escrito por Mitali Perkins, ilustrado por Khoa Le e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episodio. De acordo com maior parte dos historiadores, a festividade do Natal originalmente era destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno, mas foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e então passou-se a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão (sendo o cristianismo a maior religião do mundo), o Natal é amplamente comemorado por muitos não cristãos e alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. A Pequena Estrela gosta do seu lugar habitual no céu noturno sobre Belém. Todas as noites, ela cintila acima das colinas e espera que nada mude. Mas uma noite, o Criador reúne a galáxia! A Noite Santa está chegando, e o Criador quer que os planetas, a Lua e as estrelas participem. Enquanto o Criador distribui tarefas, a Pequena Estrela hesita, pois cada nova função parece muito difícil ou assustadora. Mas quando o Criador finalmente a chama para brilhar, a Pequena Estrela descobre que está pronta e capaz de receber a Criança e se junta às outras estrelas e planetas na celebração.Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/3XUkopHSe vc gostou desse especial sobre as religiões, deixe seu comentário aqui no Spotify, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais: https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/Independente da sua crença, ou ainda se vc é ateu ou agnóstico, eu desejo a vc e sua família um Feliz Natal, com muito amor, paz e momentos felizes. Com menos presentes, e mais presença!
Cupom OSECONOMISTAS que dá 15% de desconto no site todo, em compras acima de R$400! https://finc.ly/291f47e5d0Nesse episódio ele abre o jogo sobre por que 80% das empresas quebram, por que sociedade é mais perigosa que casamento, por que fazer o básico já te coloca entre os melhores e por que a maioria dos empreendedores está construindo uma ilusão cara em vez de um negócio de verdade.Se você tem empresa ou sonha em ter, assista.Se não tiver coragem de encarar a realidade, melhor nem dar play.Como não quebrar no Brasil?A pergunta parece simples, mas a resposta exige lucidez brutal.No Os Economistas 201, Lásaro do Carmo destrincha o que realmente define quem prospera e quem desaparece do mapa.Entre os temas que abordamos:Empreender no Brasil é ato de heroísmo ou delírio coletivo?O mito das 80% das empresas que quebramÉ mais fácil ficar rico aqui do que nos EUA?Por que fazer o básico vira extraordinário no BrasilVocê tem empresa ou só uma ilusão cara que suga sua energiaSociedade é pior que casamento e pode te quebrarO perigo de ser generalistaO mito das metodologias que salvam qualquer negócioPor que o problema quase nunca é o Brasil é a sua gestãoNegócio no que você ama ou no que você dominaSua empresa é ciência ou feitiçaria de planilhaTime forte ou um monte de gente te odiandoCrédito fácil vira tombo certoStartup ou tigrinho qual arranca mais dinheiroA lucidez necessária para não ficar no caminho
INFRACAST: Concessões, Parcerias Público-Privadas e Privatizações
Fernando Marcato conversa com Isadora Cohen sobre a evolução da verificação independente nas PPPs brasileiras: desde sua origem, passando pela pesquisa que analisou quase 300 contratos, até seu papel atual no desempenho, remuneração e gestão contratual. Um episódio onde você vai conhecer mais sobre o livro da Isadora e também ter uma visão clara e atual sobre um instituto que vem ganhando relevância no setor de infraestrutura.