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Prende forza l'anticiclone di matrice nord Africana che sta invadendo tutta l'Europa centro occidentale, dove i suoi massimi effetti si vedranno tra Spagna e Francia con temperature fino a 45 gradi. In Pianura Padana le temperature massime rimarranno sotto i 40 gradi, con le zone più calde tra bassa Lombardia ed Emilia Romagna. Sul vicentino si registrerà qualche picco oltre i 35 gradi, valori molto elevati per il periodo, di alcuni gradi sopra le medie. Tempo stabile in pianura, poca instabilità montana.
A diáspora guineense enviou uma carta ao Presidente francês, Emmanuel Macron, pedindo a retirada da Legião de Honra atribuída a Umaro Sissoco Embaló, alegando que o mandato do antigo Presidente da Guiné-Bissau foi marcado por violações da Constituição, repressão política e enfraquecimento das instituições democráticas. Braima Mané, economista e um dos mais de 50 signatários da iniciativa, afirma que a manutenção da condecoração contradiz os valores da democracia, dos direitos humanos e do Estado de direito que a França diz defender. O que é que pretendem com esta iniciativa? Pretendemos alertar as autoridades francesas para o facto de Umaro Sissoco Embaló não reunir as condições morais e políticas compatíveis com uma distinção como a Legião de Honra. Consideramos que a sua actuação política foi contrária aos valores que esta condecoração simboliza. É por essa razão que consideram que uma pessoa com este percurso não deve continuar a ser detentora da Legião de Honra francesa? Exactamente. Não é uma carta contra a pessoa de Umaro Sissoco Embaló; é uma carta em defesa de um princípio. Como guineenses, aspiramos ao programa maior sonhado por Amílcar Cabral, que ainda não se concretizou porque certas pessoas continuam a bloquear o processo de democratização da Guiné-Bissau. É necessário consolidar as instituições para, depois, lançar o país num verdadeiro processo de desenvolvimento. Entendemos que não se pode premiar quem viola esses princípios. Na carta falam de uma deriva autoritária. Quais são os acontecimentos mais graves que demonstram essa degradação do Estado de direito na Guiné-Bissau nos últimos anos? Entre 2020 e 2026, Umaro Sissoco Embaló manteve-se no poder para além do limite constitucional. Desde que assumiu funções, registaram-se episódios recorrentes de perseguição e até de tortura de activistas, adversários políticos e deputados. Assistimos também à captura de instituições da República, nomeadamente do Supremo Tribunal de Justiça. Todas as instituições passaram a servir exclusivamente os seus interesses. Nas últimas eleições, por exemplo, o candidato da plataforma PAI-Terra Ranka- Domingos Simões Pereira- foi impedido de se candidatar às eleições presidenciais sem qualquer fundamento legal. Existem ainda relatos e imagens de pessoas torturadas e até assassinadas. Temos também o episódio recente do alegado golpe de Estado, que consideramos ter sido um simulacro destinado a evitar a transferência do poder e a rejeitar a lógica democrática. Os seis anos de Sissoco Embaló demonstram comportamentos que não são aceitáveis numa democracia. No caso concreto da Guiné-Bissau, o país e o povo foram sequestrados por uma organização criminosa que se apresenta como força política, mas que, do nosso ponto de vista, não o é. Tudo isto acontece com a conivência de sectores militares. Não se trata apenas de uma questão política. Como avalia a situação de Domingos Simões Pereira e o impacto que ela tem na democracia do país? O engenheiro Domingos Simões Pereira, goste-se ou não da sua orientação política, destaca-se como uma das figuras com maior apego à democracia. Apresenta-se a eleições, vence eleições, mas não o deixam governar. Isto acontece porque sabem que, se lhe permitirem governar um mandato completo, a situação da Guiné-Bissau poderá mudar. A Guiné-Bissau é um dos poucos países em desenvolvimento que reúne praticamente todas as condições para prosperar, mas não o consegue porque está sequestrado. As pessoas que tentam concretizar o ideal de Amílcar Cabral e um projecto de desenvolvimento para o país acabam sistematicamente bloqueadas e impedidas de avançar. A carta refere alegadas irregularidades nas eleições presidenciais de 2025. Que elementos sustentam essas acusações? As irregularidades ocorreram a dois níveis. Antes das eleições, o Supremo Tribunal de Justiça, que é a mais alta instância judicial do país, não decidiu as candidaturas com base na lei. Esse foi, justamente, o mecanismo utilizado para afastar o principal adversário político de Sissoco Embaló. O próprio Sissoco Embaló não esperava que Fernandes Dias da Costa vencesse as eleições. No entanto, venceu, em grande medida graças ao apoio de Domingos Simões Pereira e da sua plataforma política. Pela primeira vez na jovem democracia guineense, um candidato venceu as eleições presidenciais à primeira volta. Toda a gente sabia o que estava a acontecer. Estiveram presentes observadores internacionais, representantes da União Africana e da CPLP. As eleições na Guiné-Bissau apresentam um paradoxo: são normalmente processos tranquilos, transparentes e civilizados. O povo aderiu a um projecto político e eles sabem que perderam. O problema é que dispõem das armas e têm utilizado esse poder para impedir a concretização da vontade popular. O que aconteceu a Domingos Simões Pereira não tem sustentação legal. Não se trata de uma detenção judicial; trata-se de um sequestro. São homens armados que actuam sob orientação de Sissoco Embaló, a partir do estrangeiro, com o objectivo de neutralizar ou afastar Domingos Simões Pereira da cena política. Como explica a reacção da comunidade internacional perante esta situação? É inegável que existe uma certa fadiga por parte da comunidade internacional relativamente à situação da Guiné-Bissau. A CEDEAO, na sua configuração actual, não tem capacidade nem credibilidade suficientes para resolver o problema. A própria organização atravessa dificuldades, agravadas pelo afastamento dos três países do Sahel. Tudo isto contribuiu para uma certa normalização da crise guineense. Foi criado um Conselho Nacional de Transição e adoptada uma nova Constituição sob o silêncio, ou até alguma conivência, da comunidade internacional? Sim. E isso não se aplica apenas às organizações africanas. Refiro-me também à União Africana, à CPLP e, em particular, a Portugal e ao Brasil, que deveriam desempenhar um papel mais activo junto das restantes organizações internacionais, nomeadamente da União Europeia. Existe uma preocupante indiferença. O maior perigo é o risco de resignação colectiva. Essas organizações acabam por dialogar com entidades que consideramos ilegais e inconstitucionais. Quem integra esse Conselho Nacional de Transição? Militares e sectores derrotados nas últimas eleições. Trata-se, no fundo, de um conselho dos derrotados. Quanto à nova Constituição, entendemos que foi encomendada por Sissoco Embaló quando este já exercia funções à margem da Constituição vigente. A elaboração constitucional é uma competência que pertence aos deputados. O objectivo é, mais uma vez, neutralizar os opositores, nomeadamente Domingos Simões Pereira, regressar triunfalmente à Guiné-Bissau, participar no simulacro eleitoral previsto para Dezembro e consolidar definitivamente um regime autocrático. É também por causa desse receio que enviam esta carta? O objectivo principal desta carta é demonstrar que a conduta e as práticas de Umaro Sissoco Embaló não são compatíveis com os valores de honra que a França procura representar. Mas existem também dois objectivos complementares. O primeiro é alertar a comunidade internacional para a gravidade da situação na Guiné-Bissau. O segundo é chamar a atenção para a necessidade de actuar antes das eleições. Se a situação continuar a deteriorar-se, existe o risco de uma escalada da violência. A eurodeputada portuguesa do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, pediu sanções contra a Guiné-Bissau. O que esperam dessa iniciativa? O Parlamento Europeu aprovou uma resolução, por larga maioria, condenando aquilo que considera ter sido um golpe e recomendando à Comissão Europeia a adopção de medidas, incluindo sanções. Contudo, nada aconteceu até agora. As sanções podem ser instrumentos muito eficazes. Essas pessoas dependem da possibilidade de viajar e de manter relações internacionais para procurarem afirmar alguma legitimidade. Além disso, existem mecanismos de financiamento que devem ser revistos. É necessário limitar todas essas fontes de apoio. Já receberam alguma resposta do Presidente francês a esta carta? Ainda não recebemos qualquer resposta. Estamos a aguardar. Gostaria de acrescentar que não ficaremos por aqui. Pretendemos dirigir iniciativas semelhantes às autoridades de Cabo Verde, uma vez que aquele país também condecorou Umaro Sissoco Embaló com a Medalha Amílcar Cabral. Tencionamos igualmente desenvolver diligências junto das autoridades portuguesas.
Novedades en AfricaPachanga con dos grandes discos de dos grandes estrellas de la música africana: la guitarrista y cantante maliense Fatoumata Diawara y el congoleño Fally Ipupa, el músico que mejor está llevando la rumba a los ritos urbanos. Más novedades con el afrobeat del trompetista nigeriano Muyiwa Kunnuji y los ritmos de Soweto de los sudafricanos BCUC. En la segunda parte, tenemos el benga keniata de Ambira Boys Band, el highlife ghanés de Alex Konadu, el afropop mandinga del guineano Sekouba Bambino Diabaté, los sonidos afro y eléctrincos del burkinés Baba Commandant, y música latina hecha en Senegal con Pape Fall y Le Sahel. Disfruta !!! Track List Fatoumata Diawara - Djanne Fatoumata Diawara - Mogo Fally Ipupa - Toi Et Moi Fally Ipupa - Just For You Muyiwa Kunnuji - Geediness BCUC - Music Ambira Boys Band - Mama Otongolo Pt 1 Alex Konadu - Si Dewso Sekouba Bambino Diabaté - Ndiwa Ndiwa Baba Commandant - Keleya Pape Fall - Suma Yool Le Sahel - Sunu Music
Costa de Marfil se lleva el triunfo ante Ecuador con un tanto de Diallo sobre la bocina (1-0).
Costa de Marfil se lleva el triunfo ante Ecuador con un tanto de Diallo sobre la bocina (1-0).
O post Líderes religiosos de matriz africana e gestores públicos aproveitam audiência para denunciar intolerância e racismo apareceu primeiro em Conteúdo Brasil.
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Empezamos con novedades discográficas de música africana con la diva de Benín, Angelique Kidjo, y su incursión en los ritmos urbanos, el rey del bongo flava, el tanzano Diamond Platnumz con aires congoleños, y de este país vienen también Yotsi, con sonidos cercanos al rock y al afrobeat. Además, os hablamos de un concierto imprescindible que se va a celebrar en Madrid, en la Sala Villanos, el viernes 12 de junio, como homenaje a la gran cantante angoleña Mila Lázaro, conocida por ser la cantante solista de la mítica banda Afrika Lisanga, que nos puso a todos a bailar a todos en Madrid en los 90 y 2000. En el homenaje a Mila Lázaro habrá actuaciones a cargo de los African Star, con colaboraciones especiales de Marlene, hija de Mila, Jesús Malembe, y la conocida y gran cantante Astrid Jones. Además, seguirá la fiesta con DJs: Dani Cana, autor del magnífico libro "AfroHuellas" y Kiko Helguera, de Radio 3. Te esperamos !! Vas a disfrutar de los lindo !! Y para acabar, reediciones con el maliense Ali Farka Touré, el beninés Antoine Dougbe y el afrobeat del saxofonista nigeriano Lekan Animashaun. Disfruta !! Track List Angelique Kidjo - Sunlight To My Soul Angelique Kidjo - Kakua Afrika Lisanga - Passei Afrika Lisanga - Angola Mila - A Life Diamond Platnumz - Bado Yotsi - Luzingu Ali Farka Toure - Beto Antoine Dougbe - Adin Gban Non Chouwe Lekan Animashaun - Serere
Na edição desta quinta-feira (4) de Os Novos Cientistas, o bate-papo foi com a educadora Cristiane Correia Dias, também conhecida como Bgirl Cris. Ela é autora da tese de doutorado Pedagogias Hip-hop e a pluriversalidade das vozes periféricas: caminhos e sonhos sob a perspectiva interseccional para uma educação emancipadora, defendida na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP sob a orientação da professora Mônica Guimarães Teixeira do Amaral, da Faculdade de Educação. Como contou a pesquisadora ao jornalista Antonio Carlos Quinto, entre os principais objetivos da pesquisa, esteve o de elucidar o caráter transdisciplinar do estudo. “Priorizamos a valorização da diversidade étnico-racial”, disse Cristiane. E a ideia também, segundo ela, foi contribuir para a implementação das Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, que instituiu a obrigatoriedade das temáticas História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, respectivamente. “Recorri a um mosaico teórico-metodológico, partindo de nossa metodologia central que é a pesquisa em ação por meio da docência compartilhada, entrelaçada às pedagogias Hip-hop”, destacou. Para o estudo, Cristiane selecionou uma escola na região do Capão Redondo, na zona sul de São Paulo. “É justamente um lugar que tem uma potência cultural muito grande”, contou a pesquisadora, lembrando que lá, o rap se faz presente desde as décadas de 1980 e 1990. “Era um local com altos índices de violência. O hip-hop ali já tem um papel educador dentro da comunidade”, contou. A tese de Cristiane acaba de ser lançada em livro. Intitulada Hip-Hop: pedagogia e as vozes periféricas, a obra teve seu lançamento pela Giostri Editora, em cerimônia realizada no último dia 30 de maio, na estação São Bento do Metrô, no centro de São Paulo. Disponível também na plataforma Spotify
Consultor da Comissão Econômica para a África destaca que desafio não está mais em criar políticas, mas em garantir sua implementação para ampliar oportunidades reais de trabalho e inclusão; até 2035, mais jovens do continente entrarão no mercado de trabalho que no resto do mundo.
Zona de Libre Comercio Continental Africana (ZLCCAf) ¿UNIÓN O TRAMPA NEOCOLONIAL? Hoy es miércoles y toca #LALLAVE. Escuchanos en nuestros canales de YouTube y Spotify: https://youtu.be/HkAkbGReemY¿Sabías que…? África no sólo es el corazón del mundo, sino también el campo de batalla donde se decide quién controla los recursos, las rutas comerciales y el futuro político del planeta. En nuestro nuevo podcast desnudamos el neocolonialismo moderno, analizamos la Zona de Libre Comercio Continental Africana (ZLCCAf) como un verdadero terreno de lucha, desmontamos la retórica europea y exploramos cómo una África unida y socialista podría transformar por completo el orden mundial.otra África es possible#AfCFTA#panafricanismo#OtraÁfricaesposible#SabiasqueÁfrica
Sábado, 30 de maio, é dia de se falar do alvo africano do FC Porto, que pode custar pelo menos 30 milhões, Há ainda novidades sobre Sporting e Benfica. Lá por fora, o grande destaque é a saída de Slot do Liverpool
Sábado, 30 de maio, é dia de se falar do alvo africano do FC Porto, que pode custar pelo menos 30 milhões, Há ainda novidades sobre Sporting e Benfica. Lá por fora, o grande destaque é a saída de Slot do Liverpool
Neste programa Semana em África, voltamos à situação na RDC, a braços com a epidemia do ébola, e olhamos para as medidas que Angola começou a adoptar. Também olhamos para Cabo Delgado, onde a retoma do projecto da francesa Total gera críticas. Ainda em Moçambique, destacamos o estudo do CIP sobre o fecho de 500 empresas nos últimos dois anos. Quanto a Cabo Verde, o destaque vai para a Cimeira das Nações Crioulas. Começamos com a República Democrática do Congo, onde chegou, esta sexta-feira, o director da Organização Mundial de Saúde para tentar encontrar mais respostas para conter a epidemia de ébola. Recordo que, até ao final da semana, tinham sido registadas 246 mortes em mais de mil casos suspeitos, de acordo com um relatório do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, a agência de saúde da União Africana. Também esta sexta-feira,foi confirmada uma recuperação, a primeira desde o início da epidemia. Entretanto, em Angola, as autoridades sanitárias intensificam as medidas de vigilância e prevenção contra o Ébola, sobretudo nas regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo, devido ao índice de mortes provocado pela epidemia. A 23 de Maio, a agência de saúde Africa CDC alertou que Angola está entre os dez países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da RDC, epicentro da epidemia, e do Uganda. Um trabalho de Francisco Paulo. Poucos meses depois de ter retomado o projecto moçambicano de gas natural liquefeito em Cabo Delgado, esta sexta-feira, a TotalEnergies reuniu-se em Paris para a sua assembleia-geral para apresentar lucros recorde. Daniel Ribeiro, da ong moçambicana Justiça Ambiental, denuncia que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”. Em Moçambique, um grupo de membros da Renamo submeteu à Procuradoria-Geral da República um documento com 18 mil assinaturas para impugnar a liderança de Ossufo Momade. O coordenador nacional da comissão de gestão do partido, Edgar Silva, pediu a Ossufo Momade que apresente contas. Em Moçambique, desde 2024, mais de 500 empresas fecharam e deixaram mais de 15 mil trabalhadores desempregados devido à escassez de divisas no país. A conclusão é do Centro de Integridade Pública que divulgou em Maputo um estudo sobre esta problemática, como explica a investigadora do CIP, Teresa Boene. Em Cabo Verde, arranca esta quinta-feira a Cimeira das Nações Crioulas, que decorre até ao dia 30 de Maio. Num contexto internacional marcado por guerras, intolerância e profundas desigualdades, o Presidente José Maria Neves defende que esta iniciativa pretende criar uma nova dinâmica de diálogo, assente na cooperação e na valorização das identidades crioulas. Em Cabo Verde, as mulheres representam menos de dois por cento da população prisional, mas a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania alerta que esta realidade não pode esconder os desafios enfrentados pelas reclusas. A instituição defende medidas mais equitativas e condições mais dignas para o cumprimento das penas, sobretudo no contacto com os filhos menores. Odair Santos. Em São Tomé e Príncipe, a vice-presidente da ADI - Acção Democrática Independente -, Celmira Sacramento, anunciou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que o partido apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra, nomeadamente, o primeiro-ministro Américo Ramos.
Sis mesos després dels primers casos de Pesta Porcina Africana, la malaltia continua afectant Catalunya, amb Collserola tancada i moltes incògnites sobre com va arribar el virus. Joan Mesià, Vicepresident del Consell de Veterinaris de Catalunya
Estamos celebrando el 25 Aniversario de AfricaPachanga con 2 programas especiales y este es el segundo de ellos. AfricaPachanga comenzó en mayo del 2001 en Radio Enlace, y aquí seguimos 25 años después, siendo el único espacio radiofónico dedicado a la divulgación de los ritmos africanos exclusivamente Y lo estamos celebrando con una selección de músicos y bandas que han surgido en estos últimos 25 años, músicos que hemos descubierto juntos. Espero que os guste estos dos especiales. Disfruta !! Track List Dobet Gnahoré - Espoir Diamond Platnumz - Katam Daara J - Xalima Baloji - Kongaulois Blitz The Ambassador - Running Sampa The Great - Let Me Be Great Ami Yerewolo - Itoto Santrofi - Alewa Vaudou Game - La Vie C'Est Bon Angelique Kidjo - Nadi Balance Jah Prayzah - Asante Mokoomba - Nzara Hapana Franck Biyong - Mbopi Road Elida Almeida - Bidibido
Por ocasião da celebração hoje do Dia da Libertação de África, esta segunda-feira e nos dias 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa, um colóquio sobre o legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, líder independentista angolano, intelectual de vulto, contemporâneo de Aimé Césaire e Leopold Sédar Senghor, que escreveu obras designadamente sobre literatura e história e foi ministro da cultura da Guiné-Bissau, país onde se exilou em 1975. O evento que abrange conferências, projecções de filmes ou ainda exposições em Picoas, na Cidade Universitária e no Espaço Cultural Mbongi 67 nas imediações da Lisboa, é organizado nomeadamente pela associação dos amigos de Sarah Maldoror e Mário Pinto de Andrade, o Centro de Estudos Internacionais, a Casa da Cultura da Guiné-Bissau, ou ainda o Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral. Entre os estudiosos que participam no evento, estão presentes os sociólogos Cristina Roldão e Miguel de Barros, a universitária Inocência Mata ou ainda o historiador Julião Soares Sousa. Em entrevista à RFI, Sumaila Djaló, activista e estudioso guineense membro da organização desta série de encontros, evocou a figura de Mário Pinto de Andrade e o seu enorme legado intelectual. RFI: Nesta data em que se celebra o Dia da Libertação de África, o que os levou a escolher organizar um colóquio específico em torno de Mário Pinto de Andrade? Sumaila Djaló: Mário Pinto de Andrade é uma figura interessante, incontornável das lutas de libertação dos países africanos colonizados por Portugal. Nasceu em Angola, mas teve uma passagem por Portugal entre as décadas de 40 e 50 do século passado, onde conheceu com toda aquela malta da Casa dos Estudantes do Império, que veio das várias colónias portuguesas para estudar em Portugal e onde também esses encontros forjaram a consciência para o anticolonialismo. Liderou não só o MPLA como o seu primeiro presidente e um dos seus fundadores, mas as organizações unitárias das ex-colónias portuguesas em África. A partir destes espaços, também abriu possibilidades de alianças internacionais na Europa, na Ásia e em outros cantos do mundo desses movimentos de libertação. Por isso, a sua figura é muito importante não só para a independência de Angola, mas também para as independências de todos os outros países. Aliás, depois da independência, logo em 1975, exilado na Guiné-Bissau, desempenharia funções governamentais muito importantes nesse país também, para além de mais tarde, outras funções em organizações internacionais como a UNESCO. Portanto, a sua figura, na sua vertente militante, revolucionária, política, intelectual e cultural, é toda esta diversidade em torno do intelectual que é e é muito importante para as gerações actuais e para a historiografia, mas também a memória das lutas de libertação das ex-colónias de Portugal em África. RFI: Não dá, com certeza, para evocar, todos os acontecimentos que estão a ser organizados em torno da figura de Mário Pinto de Andrade. Mas se pudesse citar alguns, quais vão ser os pontos altos dessa série de eventos? Sumaila Djaló: Logo no dia 25 de Maio, em que é celebrado também o Dia da Libertação Africana, temos a abertura de uma exposição no Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral - CITAC, em Lisboa, Picoas, onde às 17 da tarde abre-se um painel em debate sobre a memória e os arquivos que também conduzem a esse legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade. Uma exposição em que estará disponível para investigadores, para pessoas interessadas, estudantes e também jornalistas e todas as pessoas interessadas. Uma exposição que conduz ao arquivo do CITAC sobre Mário Pinto de Andrade. Livros, artigos sobre Mário Pinto de Andrade. Comunicações que também ajudam a compreender todo este seu percurso multifacetado. Depois, no dia 28 e dia 29, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, teremos durante esses dois dias conferências mesas redondas em torno desse mesmo legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, juntando investigadores, historiadores, ensaístas e pessoas que estudam o percurso político e cultural de Mário Pinto Andrade, mas também activistas e outras pessoas que se contactam com o seu legado de outra forma. No último dia, no dia 30, teremos na parte da manhã um passeio histórico intitulado de 'Itinerários de Mário Pinto de Andrade', que passa por diferentes espaços frequentados por Mário Pinto de Andrade durante a sua estadia em Lisboa nos anos 40 e 50. E, finalmente, à tarde, temos uma sessão cultural no Espaço Cultural Mbongi 67, no Monte Abraão, em Lisboa, também onde o contacto será com textos da literatura oral e tradicional angolana, mas também da literatura moderna angolana ao ritmo de Kora, uma mesa redonda de diálogo a partir do seu livro 'As origens do Nacionalismo Africano' e a partir desse livro debater o panafricanismo, desde as suas origens até hoje. São estas actividades que fazem o conjunto do colóquio a acontecer em quatro dias, que também visa a resgatar esta memória importante para os povos africanos de língua oficial portuguesa, mas para os povos que combateram o colonialismo português em África. RFI: Relativamente a, lá está, resgatar esta memória, Mário Pinto de Andrade marcou a época em que viveu. E como é que ele marca a nossa época hoje em dia? Sumaila Djaló: Mário de Andrade tem um legado interessante e diverso. Esse legado faz a intersecção entre a cultura e política. Ele não concebia a cultura fora de uma intervenção política que visa a transformação da vida das pessoas na sociedade e de toda a humanidade. Isto é um legado muito importante para os nossos dias, em que se tende a separar a acção cultural com a vida social e política que até certo ponto mais interessa a transformação da vida das pessoas e ao progresso da própria humanidade. Para ele não havia essa dicotomia entre política e cultura. Na medida em que se acrescentam, se complementam estas duas áreas e o seu legado intelectual, passando pela intersecção destas duas áreas, leva nos à literatura, à militância política, ao pensamento intelectual que não dissocia o acto de pensar a sociedade, o acto de reflectir sobre a vida das pessoas nas sociedades, da intervenção para a transformação dessas mesmas sociedades e para o bem da humanidade. Eu julgo que é o principal ensinamento que podemos retirar do legado de Mário de Andrade, mas também o esforço para a construção da união num sentido panafricano em termos de unidade entre os povos africanos, para a concretização do grande objectivo da construção do progresso de todos os povos africanos e a partir de África, para o benefício da humanidade. Isto é uma questão também muito presente no seu pensamento, pensar a partir de África. RFI: Isto é um evento de vulto em torno de África, em torno de uma figura africana de primeiro plano que está a acontecer em Lisboa. Como é que estamos em Portugal relativamente a este passado? Sumaila Djaló: Portugal tem vários desafios a enfrentar em relação às suas responsabilidades. Também com um passado colonial muito marcado por violências de vária ordem e por subalternizações que persistem até aos dias de hoje. O passado colonial ajuda a configurar questões muito presentes, como o racismo e o neocolonialismo que também se expressa de alguma maneira nas relações entre o Estado português e as suas ex-colónias. Por isso, a figura de Mário Pinto de Andrade, tendo passado por Portugal, onde estudou e onde iniciou a primeira fase da sua militância política, mas também passado por outros países da Europa, como a França, onde teve grande impacto nos círculos panafricanos que também viriam a influenciar os movimentos de libertação na sua construção ideológica, os movimentos de libertação africanos, mas também as dinâmicas do envolvimento directo no processo das lutas de libertação a partir de Conacri, a partir de Angola, a partir da Guiné-Bissau e do envolvimento com todas estas redes transnacionais de lutas anticoloniais, ajudam-nos hoje, a partir de Portugal, também a reflectir sobre o papel que o Estado português e a sociedade portuguesa têm para a sua mobilização no sentido de superar os resquícios do colonialismo manifestados hoje regularmente, através do racismo que é muito marcado na sociedade portuguesa e que tem esse desafio de superar o racismo, mas também nas relações do Estado português com as ex-colónias africanas, onde a relação de subalternização destas ex-colónias permanece nos nossos dias e onde o espaço chamado Lusofonia tem servido como um antro da manutenção desta relação de subalternização entre Portugal e as ex-colónias. Portanto, evocar Mário Pinto de Andrade nos dias de hoje também tem esse papel, essa função de chamar a sociedade portuguesa na sua pluralidade, ao diálogo que contraria os legados do colonialismo presentes na sua sociedade. RFI: Este colóquio conta com a participação de diversos intelectuais de primeiro plano a nível de África. Há um fervilhar em termos de estudos em torno da questão pós colonial. E há também uma passagem de testemunho. Há cada vez mais estudiosos jovens que vão tentar estudar de outra forma a história de África. Sumaila Djaló: Penso que o movimento intelectual que ajudou a configurar o espaço ideológico anticolonial em África e de que fez parte numa das suas fases mais salientes, Mário Pinto de Andrade tem um legado que persiste até aos nossos dias e por isso é que tudo o que jovens estudantes, investigadores e estudiosos africanos, mas também estudiosos e investigadores da Europa e de outros cantos do mundo vão fazer a partir dos legados destas figuras proeminentes das lutas de libertação, tem também a ver com uma forma de continuidade, uma linha de pensamento que pauta pelas sociedades mais plurais e democráticas, onde a liberdade do homem e da mulher nessas sociedades estará sempre no centro, mas também um pensamento que contraria todas as formas de subalternização de povos e de menorização de culturas. E por isso, a partir deste colóquio, mobiliza-se também pessoas de várias geografias, obviamente a partir de África. Como podemos ver no programa, assinalo aqui duas conferências, a da abertura e do encerramento, a serem dirigidas por dois intelectuais africanos que passam muito pelos estudos das várias formas de pensamento africano anticolonial a partir da literatura, a partir da cultura, como a professora Inocência Mata e a partir da história e da historiografia, com o professor Jean-Michel Mabeko Tali e de outros intelectuais que vão fazer os painéis, quer da nova geração, quer de uma geração mais antiga, de intelectuais africanos e de outros cantos do mundo.
A actualidade africana desta semana fica marcada pelo agravamento do surto de Ébola na República Democrática do Congo, pela mudança política em Cabo Verde após as legislativas, pela contestação ambiental em torno dos investimentos franceses em Moçambique e pela persistente crise energética em São Tomé e Príncipe. Em Angola, o Presidente João Lourenço rejeitou a proposta de pacto para a estabilidade apresentada pela UNITA, considerando não existir uma situação de crise política que o justifique. As mortes suspeitas provocadas pelo Ébola na República Democrática do Congo ascendem já a 177, enquanto os casos identificados chegaram aos 750. O alerta foi lançado esta sexta-feira pelo director-geral da Organização Mundial da Saúde, que receia que a dimensão real da epidemia possa ser “muito maior”. Numa fase inicial, os sintomas febris confundem-se frequentemente com doenças comuns em África, como a malária, o que pode atrasar o diagnóstico e aumentar o risco de morte. Em Angola, depois do alerta sanitário, foram reforçados os procedimentos de vigilância epidemiológica. O chefe do Departamento de Higiene e Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde angolano, Eusébio Manuel, explicou as medidas adoptadas para prevenir a propagação da doença. "Um dos principais sintomas é febre. Muitas das vezes cruzamos nos nossos países, onde a malária é a primeira causa de morte e de doença, suspeitamos sempre como seja malária, mas depois os sintomas secundários vão aparecendo, dias depois. As pessoas apresentam sinais de febre e essa febre pode cruzar-se com astenia, dores musculares, mas são sinais-sintomas que vêm a posteriori. O sinal principal para reconhecimento é a febre. E depois vamos fazendo outros diagnósticos diferenciados. As hemorragias aparecem no quinto, sétimo dia, mas aí é onde ocorre o maior perigo, em que a pessoa esquece-se que está frente a uma doença altamente contagiosa como a doença hemorrágica. Mas nesta fase a pessoa já se envolveu com o doente. Por isso o contágio é muito frequente", referiu. Em Cabo Verde, os resultados provisórios das eleições legislativas apontam para uma vitória do PAICV, liderado por Francisco Carvalho. O partido da oposição conta, até ao momento, com 36 deputados eleitos, enquanto o MpD conquistou 32 assentos parlamentares e a UCID dois deputados. Faltam ainda atribuir dois mandatos, decisivos para determinar se o PAICV alcançará uma maioria relativa ou absoluta. Os resultados definitivos deverão ser conhecidos até 25 de Maio. As eleições ficaram igualmente marcadas por uma taxa de abstenção histórica de 53,3%, revelando que mais de metade dos eleitores não participou no acto eleitoral. A investigadora Roselma Évora considera que este elevado nível de abstenção reflecte o descontentamento da população cabo-verdiana em relação à classe política e às actuais lideranças. " Os cabo-verdianos valorizam profundamente a democracia, mas muitos sentem-se frustrados com a forma como ela funciona na prática. Existe a percepção de que o sistema político está demasiado fechado sobre os partidos e que as oportunidades não chegam de forma igual a todos os cidadãos. Apesar de termos uma Constituição moderna, muitas pessoas acreditam que apenas uma pequena elite ligada aos grandes partidos beneficia verdadeiramente do sistema democrático. Os dados mostram isso claramente: apenas 19% dos cabo-verdianos dizem estar satisfeitos com a democracia. E é legítimo perguntar quem são esses 19%. Na minha opinião, trata-se sobretudo das elites partidárias que têm controlado o poder ao longo dos anos. A elevada abstenção é, portanto, um sintoma antigo de descrença e desconfiança. Muitas pessoas deixaram de se rever nos políticos e nas lideranças actuais. Cabo Verde não está isolado desta tendência mundial de crise de liderança e de afastamento entre cidadãos e representantes políticos", sublinhou. Na sequência da derrota eleitoral, a direcção nacional do MpD reúne-se esta sexta-feira para analisar os resultados e preparar a convenção extraordinária destinada à escolha do sucessor de Ulisses Correia e Silva. O antigo primeiro-ministro apresentou a demissão após dez anos à frente do Governo e do partido. Paulo Veiga e Orlando Dias já manifestaram publicamente a intenção de disputar a liderança do Movimento para a Democracia. Em Angola, o Presidente João Lourenço recebeu no Palácio Presidencial o líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, para discutir a proposta de pacto para a estabilidade nacional. O documento defendia, entre outros pontos, uma revisão constitucional, reformas políticas e uma amnistia para crimes económicos e financeiros. Depois de analisar a proposta, João Lourenço afirmou não haver fundamento para a sua aprovação, argumentando que pactos desta natureza apenas se justificam em contextos de crise política. Em Paris, na véspera das assembleias-gerais da petrolífera Total e dos bancos Crédit Agricole e Société Générale, a ONG francesa CCFD-Terre Solidaire e a organização moçambicana Justiça Ambiental alertaram para os impactos humanitários e ecológicos dos investimentos franceses em Moçambique. Daniel Ribeiro, da Justiça Ambiental, denunciou os efeitos do projecto liderado pela Total, classificando-o como uma “bomba climática” devido às consequências ambientais associadas à exploração de gás. Já em São Tomé e Príncipe, o agravamento da crise energética levou o chefe do Governo a reunir-se com trabalhadores da Empresa de Água e Electricidade (EMAE) para avaliar soluções urgentes. Apesar da aquisição de novos geradores, os problemas de abastecimento persistem. O sindicato dos trabalhadores da empresa aponta decisões políticas inadequadas como uma das principais causas da actual crise energética no país.
Líder da ONU se reuniu com presidente da Comissão da União Africana, Mahamoud Ali Youssouf, e com presidente da França; ele ressaltou impactos econômicos no continente africano do fechamento do Estreito de Ormuz.
Contra Costa College, Africana history primary researcher Manu Ampim returns to our classroom. Professor Ampim will open your eyes to the vital significance of Africa Day 2026, sharing insights on its rich history and profound meaning for African Americans. Don’t miss this rare opportunity to hear directly from a leading voice in Africana studies. We’re also welcoming back Political Blogger Brandon, who will deliver sharp, timely analysis of the conflict in Iran and its far-reaching economic impacts. Brandon will break down the Supreme Court’s recent Voting Rights Act decision and give you an exclusive look at the high-stakes summit between Trump and China’s Xi—revealing what these developments mean for you and your community.See omnystudio.com/listener for privacy information.
This week's U.S. Supreme Court ruling in Louisiana v. Callais sharpens what we too often soften with abstraction: Whiteness is not passive, accidental, or misunderstood. It is an intentional, strategic mechanism for establishing and protecting an increasingly fragile, minority-centered power base—globally and within the United States. Callais is not just a legal dispute over voting maps, nor merely another instance of judicial ideology overriding clearly expressed legislative intent. It is part of a last-stand effort to preserve a political and legal foothold for Whiteness itself, at any cost. This case represents the latest moment in a multi-generational struggle by proponents of a White nationalist Social Structure to constrain the power of Black Governance formations and movements. Will we defer to a race-first “rule of law” or leverage our Movement and Memory to trust what our Ways of Knowing have repeatedly made clear? The broader project of White minority rule is straining to reassert itself against rising domestic and global forces it cannot control. In doing so, it exposes its own contradictions and erodes the illusions that sustained it at its steadily collapsing peak—marking what must be its final stand. The task before us is twofold: to name reality without euphemism and to organize and assert power with clarity, strength, and coalition, grounded in Africana self-determination.Are you a member of Knarrative? If not, we invite you to join our community today by signing up at: https://www.knarrative.com. As a Knarrative subscriber, you'll gain immediate access to Knubia, our growing community of teachers, learners, thinkers, doers, artists, and creators. Together, we're making a generational commitment to our collective interests, work, and responsibilities. Join us at https://www.knarrative.com and download the Knubia app through your app store or by visiting https://community.knarrative.com.To shop Go to:TheGlobalMajorityMore from us:Follow on X: https://x.com/knarrative_https://x.com/inclasswithcarrFollow on Instagram IG / knarrative IG/ inclasswithcarr Follow Dr. Carr: https://www.drgregcarr.comhttps://x.com/AfricanaCarrFollow Karen Hunter: https://karenhuntershow.comhttps://x.com/karenhunter IG / karenhuntershowSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Welcome to episode 228! We have some great inspiration for you in this episode. We are still working out some sound issues, and hope to have that dialed in soon. This episode is filled with kids. We talk about some foster family success stories, a young man who started speaking out against bullying at the age of eight and is still going more than 15 years later, and the Masaka Kids Africana, a group of African children whose dance videos are funding a home for more than 200 children in Uganda. This episode will inspire you, but you also have to watch these kids dance. I guarantee it will put a smile on your face. You can find out more and see some of their dance videos at www.masakakidsafricana.com. #BeKind #WeStandWithUkraine We would love to hear from you. Send us your comments or even your own inspirational stories at tangentialinspiration@gmail.com. Follow us on our social media: Website: tangential-inspiration.com Instagram: tangentialinspirationpodcast Facebook: https://www.facebook.com/tangentialinspiration Twitter: https://twitter.com/TangentialInsp1 Produced and Edited by Craig Wymetalek
Welcome to the Ms. Book Club! Join authors as they delve into feminist books exploring topics ranging from the child welfare system to human rights to the intersections of race and the law.Today, we're joined by acclaimed historian Keisha N. Blain to discuss her forthcoming book Without Fear: Black Women and the Making of Human Rights. In Without Fear, she tells the stories of remarkable women from the well-known, like Ida B. Wells, Madam C.J. Walker, and Lena Horne, to those who are still lesser known, including Pearl Sherrod, Aretha McKinley, and Marguerite Cartwright. Blain captures human rights thinking and activism from the ground up with Black women at the center working outside the traditional halls of power. Joining us this episode is our very special guest:Keisha N. Blain: Keisha N. Blain is a professor of history and Africana studies at Brown University, a Guggenheim and Carnegie fellow, and the author of the forthcoming book Without Fear: Black Women and the Making of Human Rights (W.W. Norton & Co., Sept. 16, 2025)Check out this episode's landing page at MsMagazine.com for a full transcript, links to articles referenced in this episode, further reading and ways to take action.
Grupo do projeto Brazilian Cattle, parceria entre Apex e ABCZ, conhece de perto tecnologias como inseminação artificial e transferência de embriões que impulsionam a produção e a produtividade na pecuária.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MENORES 2026“HEROES Y VILLANOS”Narrado por: Tatania DanielaDesde: Juliaca, PerúUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church18 de AbrilLos Héroes Del Desierto«Porque voy a hacer que corra agua en el desierto, arroyos en la tierra seca. Yo daré nueva vida a tus descendientes, les enviaré mi bendición» (Isaías 44: 3).El proyecto del que hablaré hoy es el Muro Verde de África, también conocido como la Gran Muralla Verde. Es un proyecto de reforestación que busca combatir la desertificación en la región del Sahel en África. Esta iniciativa consiste en plantar árboles a lo largo de una franja de tierra de 8000 km de longitud y 15 km de ancho que atraviesa varios países africanos, desde Senegal hasta Yibuti.Este proyecto tiene como objetivo restaurar la fertilidad del suelo, mejorar la calidad de vida de las comunidades locales y combatir el cambio climático. La Gran Muralla Verde se considera una de las mayores iniciativas de reforestación a nivel mundial. Es la iniciativa insignia en África para ayudar a combatir los efectos del cambio climático y la desertificación, creando un gran mosaico de paisajes verdes y productivos cubriendo África norte, el Sahel y el Cuerno de África.La idea de establecer una franja de vegetación a lo largo de la región surgió en la década de 1950 como una forma de combatir la desertificación y la degradación de la tierra en esta zona árida y semiárida. El concepto de la Gran Muralla Verde fue formalizado en 2005 durante la Cumbre de la Unión Africana, donde los líderes africanos acordaron trabajar juntos para establecer esta iniciativa de reforestación. Los líderes africanos presentes en la cumbre aprobaron trabajar juntos para llevar a cabo esta ambiciosa iniciativa de reforestación y desarrollo sostenible.Durante las discusiones, hubo un momento simbólico en el que los líderes africanos presentes plantaron un árbol juntos como un gesto de compromiso y solidaridad con el proyecto. Este acto simbólico representó la unión de esfuerzos para abordar los desafíos ambientales y socioeconómicos en la región y marcó el inicio oficial de la iniciativa de reforestación.La Gran Muralla Verde es un proyecto emblemático porque representa la esperanza humana de condiciones favorables para la vida. Las sagradas Escrituras nos presentan a otro Héroe del desierto que derramará aguas sobre el sequedal: nuestro Dios. Se compara a las refrescantes lluvias que caen en el desierto con el generoso derramamiento del Espíritu Santo. El sequedal representa la condición de sed de Dios y de la justicia que viven quienes albergan su esperanza en él.Cuando el Espíritu de Dios caiga sobre nuestra vida, floreceremos como los árboles en la Gran Muralla Verde. Pidamos el Espíritu Santo para que nuestras hojas no caigan y lo que hagamos prospere.
This week's In Class With Carr reflects on memory, leadership, and responsibility, using the passing of media giant Bob Law and global tensions like the Israel-US conflict with Iran to question how power is acquired, held and narrated. The work of educating through effective communication in order to help develop informed communities rather than passive masses requires us to first and simultaneously educate ourselves. Catalyzing the momentum of Africana memory, that work also requires creating flexible, people-centered institutions that harness memory for collective action, imagining futures beyond fading empires and inherited narratives. It challenges us to choose differently together with purpose.Are you a member of Knarrative? If not, we invite you to join our community today by signing up at: https://www.knarrative.com. As a Knarrative subscriber, you'll gain immediate access to Knubia, our growing community of teachers, learners, thinkers, doers, artists, and creators. Together, we're making a generational commitment to our collective interests, work, and responsibilities. Join us at https://www.knarrative.com and download the Knubia app through your app store or by visiting https://community.knarrative.com.To shop Go to:TheGlobalMajorityMore from us:Follow on X: https://x.com/knarrative_https://x.com/inclasswithcarrFollow on Instagram IG / knarrative IG/ inclasswithcarr Follow Dr. Carr: https://www.drgregcarr.comhttps://x.com/AfricanaCarrFollow Karen Hunter: https://karenhuntershow.comhttps://x.com/karenhunter IG / karenhuntershowSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Due inchieste giornalistiche documentano il fenomeno delle intelligenze artificiali addestrate sfruttando manodopera nei Paesi africani: uomini e donne che passano ore ogni giorno a etichettare minuziosamente immagini e video orrendi di ogni genere, senza alcun sostegno psicologico, con paghe miserrime e senza la minima tutela sindacale. Il lato oscuro delle luccicanti promesse delle aziende miliardarie della Silicon Valley: IA sta per “Intelligenza Africana”.
Due inchieste giornalistiche documentano il fenomeno delle intelligenze artificiali addestrate sfruttando manodopera nei Paesi africani: uomini e donne che passano ore ogni giorno a etichettare minuziosamente immagini e video orrendi di ogni genere, senza alcun sostegno psicologico, con paghe miserrime e senza la minima tutela sindacale. Il lato oscuro delle luccicanti promesse delle aziende miliardarie della Silicon Valley: IA sta per “Intelligenza Africana”.
In 1760, following the largest slave revolt in the eighteenth-century British Empire, the Afro-Caribbean word Obeah first appeared in British colonial law. In Archival Irruptions, Katharine Gerbner traces how British authorities in Jamaica came to criminalize Obeah, a practice that was variously seen as a healing method, an Africana religion, a science, and a form of witchcraft. Gerbner shows that in the years directly preceding its criminalization, for enslaved Africans and Maroons, Obeah was a prophetic practice tied to healing and death rites. Drawing on Moravian missionary archives, Gerbner theorizes these descriptions of African religious beliefs, rituals, and concepts as "irruptions" moments when Africana epistemologies break the narrative of a European-authored archival document. In these irruptions, we see European assertions of authority through the lens of Obeah. Moreover, we find that the modern category of religion is rooted in the histories of slavery, rebellion, and the criminalization of Black religious practices. Gerbner's search for archival irruptions not only creates an opportunity to write an alternative narration about Obeah; it provides a new methodology for all those conducting archival research. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/history
As the US federal government exacerbates global and local political conflict and cultural struggle, this week's session centers In Class' latest exploration of secret places of Africana Governance, Cultural Meaning Making and Movement and Memory to highlight how Ways of Knowing in the form of narratives, institutions, and historical memory shape choices individuals and communities must make in order to survive and thrive. Africana governance spaces persist in perpetually hostile Western Social Structures, reminding us of the enduring power of being present, undertaking intentional study and investing time and energy in deliberate acts of building meaningful collective futures. With every day, we choose the lives we live and the ones we want to live.Are you a member of Knarrative? If not, we invite you to join our community today by signing up at: https://www.knarrative.com. As a Knarrative subscriber, you'll gain immediate access to Knubia, our growing community of teachers, learners, thinkers, doers, artists, and creators. Together, we're making a generational commitment to our collective interests, work, and responsibilities. Join us at https://www.knarrative.com and download the Knubia app through your app store or by visiting https://community.knarrative.com.To shop Go to:TheGlobalMajorityMore from us:Follow on X: https://x.com/knarrative_https://x.com/inclasswithcarrFollow on Instagram IG / knarrative IG/ inclasswithcarr Follow Dr. Carr: https://www.drgregcarr.comhttps://x.com/AfricanaCarrFollow Karen Hunter: https://karenhuntershow.comhttps://x.com/karenhunter IG / karenhuntershowSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
In what might be (maybe) our final uniquely focused conversation about Ryan Coogler's landmark, Oscar-winning film Sinners, we sit down with Dr. De'Anna Daniels. Dr. Daniels is assistant professor of Africana and religious studies with a PhD in religion in the African-American religion concentration from Rice University. Her diverse scholarly interests include black religion, the intersection of gender and sexuality, black speculative fiction and horror, popular and visual culture, art, and aesthetics. She brings her extensive experience and thought to the broader conversation surrounding the film Sinners, which has been a focal point of her interests and studies since she first saw it. She has already done impressive work to present the film within academic environments to help people engage with it in a deeper, more curious, and more richly contextual way.We were honored to be joined by her as well as friend of the show and fellow professor Brandon Grafius to dive even deeper into the world of Sinners and unpack the layers of its relationship between horror and religion. This conversation is insightful and challenging, digging deep into the roots of both religion and horror traditions to ask better questions of ourselves and our presumptions as we engage with not only Coogler's film, but art and horror on the whole.It's a lively and vibrant dialogue that we hope and believe you're really going to enjoy.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
In 1760, following the largest slave revolt in the eighteenth-century British Empire, the Afro-Caribbean word Obeah first appeared in British colonial law. In Archival Irruptions, Katharine Gerbner traces how British authorities in Jamaica came to criminalize Obeah, a practice that was variously seen as a healing method, an Africana religion, a science, and a form of witchcraft. Gerbner shows that in the years directly preceding its criminalization, for enslaved Africans and Maroons, Obeah was a prophetic practice tied to healing and death rites. Drawing on Moravian missionary archives, Gerbner theorizes these descriptions of African religious beliefs, rituals, and concepts as "irruptions" moments when Africana epistemologies break the narrative of a European-authored archival document. In these irruptions, we see European assertions of authority through the lens of Obeah. Moreover, we find that the modern category of religion is rooted in the histories of slavery, rebellion, and the criminalization of Black religious practices. Gerbner's search for archival irruptions not only creates an opportunity to write an alternative narration about Obeah; it provides a new methodology for all those conducting archival research. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/african-american-studies
Welcome back to PreserveCast! Today's guest is Itohan I. Osayimwese, professor of the history of art and architecture and urban studies at Brown University, where she is an affiliate faculty in Africana studies and at the Center for Latin American and Caribbean Studies. She is the author of Colonialism and Modern Architecture in Germany and the editor of German Colonialism in Africa and Its Legacies.
In 1760, following the largest slave revolt in the eighteenth-century British Empire, the Afro-Caribbean word Obeah first appeared in British colonial law. In Archival Irruptions, Katharine Gerbner traces how British authorities in Jamaica came to criminalize Obeah, a practice that was variously seen as a healing method, an Africana religion, a science, and a form of witchcraft. Gerbner shows that in the years directly preceding its criminalization, for enslaved Africans and Maroons, Obeah was a prophetic practice tied to healing and death rites. Drawing on Moravian missionary archives, Gerbner theorizes these descriptions of African religious beliefs, rituals, and concepts as "irruptions" moments when Africana epistemologies break the narrative of a European-authored archival document. In these irruptions, we see European assertions of authority through the lens of Obeah. Moreover, we find that the modern category of religion is rooted in the histories of slavery, rebellion, and the criminalization of Black religious practices. Gerbner's search for archival irruptions not only creates an opportunity to write an alternative narration about Obeah; it provides a new methodology for all those conducting archival research. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/latin-american-studies
In 1760, following the largest slave revolt in the eighteenth-century British Empire, the Afro-Caribbean word Obeah first appeared in British colonial law. In Archival Irruptions, Katharine Gerbner traces how British authorities in Jamaica came to criminalize Obeah, a practice that was variously seen as a healing method, an Africana religion, a science, and a form of witchcraft. Gerbner shows that in the years directly preceding its criminalization, for enslaved Africans and Maroons, Obeah was a prophetic practice tied to healing and death rites. Drawing on Moravian missionary archives, Gerbner theorizes these descriptions of African religious beliefs, rituals, and concepts as "irruptions" moments when Africana epistemologies break the narrative of a European-authored archival document. In these irruptions, we see European assertions of authority through the lens of Obeah. Moreover, we find that the modern category of religion is rooted in the histories of slavery, rebellion, and the criminalization of Black religious practices. Gerbner's search for archival irruptions not only creates an opportunity to write an alternative narration about Obeah; it provides a new methodology for all those conducting archival research. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/caribbean-studies
In 1760, following the largest slave revolt in the eighteenth-century British Empire, the Afro-Caribbean word Obeah first appeared in British colonial law. In Archival Irruptions, Katharine Gerbner traces how British authorities in Jamaica came to criminalize Obeah, a practice that was variously seen as a healing method, an Africana religion, a science, and a form of witchcraft. Gerbner shows that in the years directly preceding its criminalization, for enslaved Africans and Maroons, Obeah was a prophetic practice tied to healing and death rites. Drawing on Moravian missionary archives, Gerbner theorizes these descriptions of African religious beliefs, rituals, and concepts as "irruptions" moments when Africana epistemologies break the narrative of a European-authored archival document. In these irruptions, we see European assertions of authority through the lens of Obeah. Moreover, we find that the modern category of religion is rooted in the histories of slavery, rebellion, and the criminalization of Black religious practices. Gerbner's search for archival irruptions not only creates an opportunity to write an alternative narration about Obeah; it provides a new methodology for all those conducting archival research. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/religion
As quartas de final da Champions League 2025/26 chegaram — e o chaveamento parece uma semifinal antecipada: PSG x Liverpool, Real Madrid x Bayern, Barcelona x Atlético de Madrid e Sporting x Arsenal. Felipe Lobo e Bruno Bonsanti analisam por que essa edição chegou ao momento decisivo com os melhores times já se eliminando entre si, o que os jogos de volta revelaram sobre o nível real de cada um dos classificados e como ler os confrontos que vêm aí. Mais: a CAF pune o Senegal, dá W.O. e coroa o Marrocos campeão africano.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Francisco Javier González, periodista y comentarista deportivo
El continente africano viene cambiando e insertándose mejor en las dinámicas internacionales. El crecimiento económico de algunos estados, procesos de estabilización política o incluso ventajas demográficas, llevan a pensar a África y sus procesos como un actor renovado de creciente influencia. Este episodio explora los caminos de un incremento de la agencia de ese continente.
As an extension of our coverage of Ryan Coogler's masterful film Sinners, this week we present to you a special conversation with author and professor, Dr. Yvonne Chireau. Dr Chireau has spent much of her academic career studying religious history and supernatural traditions, particularly within Africana religions, African American religious tradition, and American folklore. She has written extensively about Hoodoo practices and the African American Conjuring tradition, which led to her directly providing her consultant expertise on Coogler's film.In this fascinating conversation, she sits down with Nathan and friend of the show (and fellow author and professor) Brandon Grafius to discuss the complexity of religious expression within the film Sinners, as well as illuminating the ways these ancient religious practices have often been deeply influential and just as deeply misunderstood, particularly within film and the horror genre at large. It's a riveting and enlightening dialogue that we hope will more fully enrich your appreciation for the subject, as well as for Dr. Chireau's work and Ryan Coogler's film. See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
“Black Orpheus” and the Globalization of Afro-Brazilian Culture (Rutgers UP, 2026) is the first historical study in English to examine the development, production, and reception of the 1958 film Black Orpheus and its legacy in the 1960s and 1970s. It focuses on the making of the film and the trajectories of the major actors and musicians who helped construct an image of Black Brazil and provides an analysis of the globalization of Afro-Brazilian images and music in France and the United States in the wake of the movie's success. Using archival sources, interviews, and the secondary literature from France, Brazil, and the United States, this book reveals information about the cultural histories of all three countries and gives readers new insight into the trajectories of diverse actors such as Breno Mello, Marpessa Dawn, and Léa Garcia and performers such as Agostinho dos Santos, Baden Powell, and Maria D'Apparecida. Darién J. Davis is a professor and the chair of Africana studies at Rutgers University–Newark. He is the author of four books, three edited volumes, and more than forty essays and articles in English, Spanish, and Portuguese. Reighan Gillam is Associate Professor in the Department of Latin American, Latino, and Caribbean Studies at Dartmouth College. Her research examines the ways in which Afro-Brazilian media producers foment anti-racist visual politics through their image creation. She is the author of Visualizing Black Lives: Ownership and Control in Afro-Brazilian Media (University of Illinois Press). Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/new-books-network
“Black Orpheus” and the Globalization of Afro-Brazilian Culture (Rutgers UP, 2026) is the first historical study in English to examine the development, production, and reception of the 1958 film Black Orpheus and its legacy in the 1960s and 1970s. It focuses on the making of the film and the trajectories of the major actors and musicians who helped construct an image of Black Brazil and provides an analysis of the globalization of Afro-Brazilian images and music in France and the United States in the wake of the movie's success. Using archival sources, interviews, and the secondary literature from France, Brazil, and the United States, this book reveals information about the cultural histories of all three countries and gives readers new insight into the trajectories of diverse actors such as Breno Mello, Marpessa Dawn, and Léa Garcia and performers such as Agostinho dos Santos, Baden Powell, and Maria D'Apparecida. Darién J. Davis is a professor and the chair of Africana studies at Rutgers University–Newark. He is the author of four books, three edited volumes, and more than forty essays and articles in English, Spanish, and Portuguese. Reighan Gillam is Associate Professor in the Department of Latin American, Latino, and Caribbean Studies at Dartmouth College. Her research examines the ways in which Afro-Brazilian media producers foment anti-racist visual politics through their image creation. She is the author of Visualizing Black Lives: Ownership and Control in Afro-Brazilian Media (University of Illinois Press). Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/latin-american-studies
Today we're bringing you a really interesting episode from our friends at This Guy Sucked, a podcast hosted by historian and writer Claire Aubin about the worst people in history. Each episode, Claire sits down with an expert to pull back the scholarly curtain on a terrible person from their research. Because, as they say on the show, it's never too late to have haters, and you can't libel the dead.This particular episode is about the early 20th century filmmaker D. W. Griffith whose 1915 film “The Birth of a Nation” led to the resurgence of the KKK among other cultural repercussions we're still feeling today. Africana studies scholar Kellie Carter Jackson joins the episode to tell us exactly why this guy sucked.If you like what you hear, you can listen to the rest – and dozens of other great episodes – by searching for “This Guy Sucked” wherever you find podcasts.GuestOur guest Dr. Kellie Carter Jackson is an Associate Professor of Africana Studies at Wellesley College and host of This Day from Radiotopia. Her book We Refuse is available here. Sensitive Themes & TopicsRacism and racial violence, slavery, sexual violenceCredits- Host & Executive Producer: Claire E Aubin. - Editor: Julia Schifini. - Music: Marshall Dean Williams- Multitude: multitude.productions
David Edmonds talks to Chike Jeffers of Dalhousie University about Africana Philosophy. This episode was supported by the Ideas Workshop, part of the Open Society Foundations.