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Entre Espanha e Argentina, o futebol mostrou, mais uma vez, que nunca se separa da política. As acusações de racismo contra os dois países não devem deixar esquecer que o esporte deve ser também um espaço de resistência. Thomás Zicman de Barros, analista político Apesar de só ter marcado no final da prorrogação, não há dúvida de que a Espanha dominou a final da Copa do Mundo contra a Argentina. Muita gente no Brasil comemorou a derrota dos nossos vizinhos. Para além da rivalidade e do futebol ruim apresentado pela alviceleste, muitos justificavam a torcida por motivos políticos. Como disse antes mesmo do início do torneio, política e futebol são inseparáveis. Para alguns, torcer pela Argentina significaria legitimar o racismo que marca o país. Houve até quem transformasse essa escolha numa forma conveniente de expiar o racismo brasileiro, apontando o dedo para os outros. A Argentina convive, sim, com um grave problema de racismo. Os episódios se repetem nas arquibancadas, nas redes sociais e, por vezes, entre os próprios jogadores. O silêncio de muitos de seus principais atletas diante desse fenômeno também é eloquente. Como se diz hoje, não basta não ser racista: é preciso ser antirracista. Neste aspecto, porém, a Espanha também leva cartão vermelho. Trata-se do país onde Vini Jr. foi alvo de uma escancarada campanha racista, que no entanto tentaram apagar. Até mesmo Javier Tebas, presidente da La Liga, em vez de enfrentar o racismo que se abatia contra o jogador, insinuou que era Vinicius que provocava as torcidas. Fenômeno atravessa séculos O racismo espanhol e argentino vem de longa data. A Espanha foi uma das grandes potências coloniais da era moderna. Ainda que tenha perdido esse protagonismo ao longo do século XX, enfrentando décadas de decadência, conservou por muito tempo uma imagem de si mesma como centro civilizador. A Argentina percorreu uma história diferente, mas chegou a um lugar parecido. Desde o século XIX, parte das elites de Buenos Aires procurou apresentar o país como uma espécie de Europa transplantada para a América do Sul. Domingo Faustino Sarmiento, intelectual que viria a ser presidente do país, resumiu esse projeto na fórmula que atravessou gerações: "civilização ou barbárie". A civilização era a Europa. A barbárie eram os povos indígenas, os mestiços, os gaúchos, todos aqueles que não cabiam no ideal de uma nação branca e europeia. Mas há algo curioso nessa frase. Se Sarmiento precisou opor civilização e barbárie é porque a chamada “barbárie” não branca existia e resistia. E isso vale para os dois finalistas desta Copa do Mundo. A Espanha nunca foi apenas Madri. É, na prática, uma comunidade plurinacional, onde catalães, bascos, galegos e tantos outros disputam há séculos diferentes maneiras de entender o próprio país. Foi também nessas periferias que se organizaram algumas das resistências mais duradouras ao franquismo. E a Espanha do século XXI tampouco é a Espanha sonhada pelos nacionalistas. É um país profundamente transformado pela imigração. Basta olhar para Lamine Yamal, prodígio da seleção espanhola, para perceber isso. Ele é o filho de imigrantes que mostra que a Espanha real é muito mais diversa do que o imaginário construído pelos supremacistas. Algo parecido se vê na Argentina. Por trás da fantasia de uma nação exclusivamente europeia sempre existiu outro país: indígena, mestiço, popular. A Argentina dos chamados cabecitas negras, mobilizados pelo peronismo contra as elites portenhas. Uma Argentina que nunca aceitou desaparecer. Maradona: a Argentina que resiste Maradona talvez tenha sido seu símbolo mais poderoso. Reivindicava sua origem guarani, fazia questão de afirmar sua identidade latino-americana, abraçava causas anti-imperialistas quando isso podia custar muito caro. Era, talvez sem o dizer, a revanche daquela Argentina que Sarmiento havia chamado de “barbárie”. É curioso notar que os jogadores argentinos de hoje, tão omissos quando o assunto é racismo, tenham encontrado tanta convicção para defender a soberania argentina sobre as Malvinas. Depois da vitória sobre a Inglaterra, exibiram uma faixa reafirmando a reivindicação do arquipélago. O gesto lembrava algo que Hannah Arendt observou ao analisar o imperialismo moderno: as hierarquias raciais e a lógica imperial nasceram da mesma visão de mundo. Não é possível combater uma e ignorar completamente a outra. Nada disso transforma a Argentina em exemplo de antirracismo. Nem absolve a Espanha de sua dificuldade em enfrentar o preconceito arraigado. Agora, se política e futebol são inseparáveis, é preciso celebrar os momentos de resistência. O futebol continuará sendo um campo de disputa. Que seja também um espaço de luta antirracista.
Casos de racismo no futebol marcam os dois países.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A FIFA registrou um aumento de 3% de publicações racistas nas redes sociais em comparação com a Copa de 2022 e afirma que o conteúdo tem sido objetivamente mais ofensivo. Diretor do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, Marcelo Carvalho, aponta falhas da instituição e das plataformas digitais no combate ao racismo. Vitória Barreto, especial para a RFI Em menos de um mês, o órgão da FIFA que monitora as redes durante a Copa do Mundo registrou quase 90 mil publicações de teor abusivo. Foram 13 vezes mais do que na Copa de 2022, desde que a organização começou o monitoramento. Desse total, 11% tinham teor racial, apenas 3% a mais do que na Copa do Catar. Mas o órgão afirma que, neste ano, o conteúdo foi mais ofensivo. Marcelo Carvalho, diretor-executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, aponta as lacunas no combate ao racismo na Copa do Mundo: "Precisamos pensar no quanto essa Copa do Mundo promove diversidade, o quanto promove inclusão, fora das quatro linhas. Temos mais seleções africanas, mais seleções na Copa e a porcentagem de treinadores negros continua pequena. A FIFA poderia promover esse debate." O diretor do observatório também cobra a falta de fiscalização por parte das redes sociais. Ele aponta que a entidade identifica os autores das ofensas e entrega os dados para os donos das plataformas, mas enfatiza: "Parece que não vemos esse trabalho sendo feito por quem é dono da rede social." Mbappé foi um dos principais alvos A seleção francesa foi um dos principais alvos. O ex-presidente do governo espanhol Mariano Rajoy disse em um artigo que a equipe era de alto nível, "mas sem franceses". Também houve a série de mensagens com ataques racistas da senadora paraguaia Celeste Amarilla contra o atacante francês Kylian Mbappé, que um porta-voz da ONU classificou como "desprezíveis e, infelizmente, não isolados", além de cobrar uma ação mais firme de governos e entidades esportivas. A FIFA tem aplicado vários protocolos contra o racismo nos últimos anos. Um deles é o sistema de arbitragem, implementado em 2024, pelo qual os árbitros podem fazer um gesto de "X" com os braços para pausar a partida quando acontece uma ofensa racista. Para Carvalho, entretanto, o sistema apresenta lacunas na proteção dos jogadores que sofrem racismo. "Esse protocolo é falho porque permite que o racista se manifeste até três vezes. Imagine a situação da vítima: ela ouve a ofensa, o árbitro interrompe o jogo; depois, a ofensa se repete, o árbitro para a partida novamente e avisa que, na terceira vez, o jogo será encerrado", explica Carvalho. "Quando chega a terceira ofensa, o jogador já está no limite", acrescenta. A Human Rights Watch disse que a FIFA poderia fazer mais para combater o problema fora do torneio, embora tenha condenado os casos de racismo. A ONG também criticou o fato de os jogos serem realizados nos Estados Unidos: a repressão abusiva e discriminatória de Donald Trump à imigração, voltada principalmente para comunidades negras e pardas, colocou fãs, trabalhadores e comunidades em risco, na visão da organização internacional. Desta forma, o Mundial acabou perdendo parte do seu simbolismo como espaço de encontro entre diferentes povos, constata Carvalho. "Quando olhamos para essa Copa do Mundo, temos o prêmio da paz para o presidente dos Estados Unidos, temos árbitro negro que foi barrado para entrar nesse país. O que a Copa do Mundo representa, de fato, ela deixou de representar", analisa. "Não podemos esquecer que futebol e política sempre se misturaram", salienta.
Abrimos nuestra tertulia informativa de verano con Maija Salmi, Sergio Fanjul y Rodrigo Terrasa. Comentamos las últimas polémicas del mundial, los comentarios racistas de Rajoy y la actualidad política. Hablamos Carles Ramió sobre la actualidad de la Administración Pública.
Rajadas de vento próximas de 100 km/h provocaram transtornos em pelo menos 16 cidades do Rio Grande do Sul neste sábado. Houve quedas de árvores, destelhamentos, falta de energia e bloqueio de rodovia. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
La indignación hacia la figura de la senadora no es más que la punta del iceberg de una sociedad que, con frecuencia, prefiere señalar la falta de otro para ocultar su propia falta moral
Paco Marhuenda, Pilar Velasco, Antonio Caño, Marta García Aller y Rubén Amón analizan la actualidad política.
La muerte de varios migrantes durante operativos del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas de Estados Unidos (ICE) ha reavivado el debate sobre el uso de la fuerza por parte de la agencia. El caso del mexicano Lorenzo Salgado, al que posteriormente se sumó el del colombiano Joan Sebastián Guerrero, ha generado nuevas denuncias y acciones legales, mientras crecen los cuestionamientos sobre la protección de los derechos humanos durante las redadas migratorias. Lo analizamos en esta edición de Migrantes.
Declaração de Mariano Rajoy de que a França teria uma equipe “sem franceses” foi condenada por autoridades francesas e espanholas como xenófoba, vergonhosa e inaceitável.
Paco Marhuenda, Pilar Velasco, Antonio Caño, Marta García Aller y Rubén Amón analizan la actualidad política.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.ESCUCHAR RADIO
Boletín de noticias 13/07/26: Australia y otros países piden arbitraje en Mar de China Meridional luego de lanzamiento de misil chino; accidentes viales dejan numerosos muertos en México y en Chile; desde este 13 de julio entran en vigor nuevas normas que obligan a universidades australianas a combatir el racismo.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YouTubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíSíguenos en Facebook e Instagram.
El expresidente del gobierno español dijo que Francia tenía una buena selección pero "sin franceses", lo que ha desatado una oleada de críticas tanto en Francia como en España.
Um Professor teve a absolvição revertida para condenação no STF por ter falado para uma aluna que não iria beber café para não ficar da cor dela. Falo sobre o caso desde a 1a instância até chegar ao STF. Menciono a condenação do Brasil perante a Corte-IDH em situação similar (de racismo institucional).Conheça melhor o autor do #BiroscaNews.
O Autores e Livros desta semana reúne obras que convidam à reflexão sobre preconceito, identidade, espiritualidade e cultura brasileira. O destaque é a entrevista com a escritora Fernanda Hamann, autora de Zuca (Editora Urutau), romance que acompanha uma advogada brasileira que, ao se mudar para Portugal após ser acusada de racismo, passa a enfrentar a xenofobia dirigida aos imigrantes brasileiros. A autora conversa sobre a construção dessa narrativa marcada por desconfortos, contradições e questionamentos sociais. Entre as sugestões de leitura está O balbuciar de um eterno, de Dionysius Fredericus, pseudônimo do escritor Marcelo Gomes Jorge Feres, publicado pela Scortecci. A obra reúne poemas e reflexões que aproximam filosofia, espiritualidade e ciência em uma leitura voltada aos grandes questionamentos da existência. O autor participa do programa para falar sobre sua criação literária. A edição apresenta ainda São Jorge: O santo do povo e o povo do santo, de Luiz Antonio Simas (Editora Planeta), um mergulho na trajetória de um dos santos mais populares do Brasil e em sua relação com a cultura, a religiosidade e a identidade nacional. Na tradicional seleção de dicas de leitura, Rosângela Tejo recomenda Os três nãos de Deus, de Tiago Cavaco, e Ser Amado, de Francis Chan, escrito com Mercy Gordon, dois livros que propõem uma reflexão sobre graça, confiança e amadurecimento da fé cristã. O quadro Entrelinhas encerra o programa com Assim Também Morrem os Santos, de Filipe De Gaspari, obra que explora, por meio da poesia, temas como memória, espiritualidade, perda e condição humana.
Esta semana, Inês Rogeiro destaca um tema que a tem vindo a irritar cada vez mais, nos últimos tempos - os "casamentos das redes sociais": "Tudo é motivo para conteúdo em excesso. (...) Houve agora uma influencer que até 40 vídeos de TikTok fez para falar do casamento. É uma ostentação de doidos". José de Pina volta ao tema da música pimba em "destaque excessivo" na televisão, mas não sem antes dar conta de como, segundo imagens recebidas, há bebidas em cafés do Lago di Como, em Itália, que "conseguem ser mais baratas que no bar novo do Olivier". Já Luís Pedro Nunes encerra o tema "Mundial 2026" para falar do pior que aconteceu durante a competição: "Nunca houve tanto raciscmo. O país que mais sofre dele depois tem uma senadora a atacar Mbappé". Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o Irritações foi emitido a 10 de julho, na SIC Radical. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IASee omnystudio.com/listener for privacy information.
No último sábado (4/7), os Estados Unidos comemoraram 250 anos de independência, mas o que deve ficar para os livros de história foi uma cena capturada pelo fotógrafo Cheney Orr, da agência de notícias Reuters. A imagem mostra uma mulher sentada em um vagão do metrô de Washington, cercada apenas por homens brancos de máscara branca, cobrindo todo o rosto exceto o nariz, de óculos escuros e um boné marrom com a bandeira da organização supremacista ou neofascista Patriot Front. A professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Tatiana Poggi, explica a origem deste movimento e como seus princípios ameaçam as pessoas negras e os imigrantes nos EUA.
Lionel Messi escribió otro capítulo inolvidable en la historia de los Mundiales a sus 39 años de edad. Argentina estuvo contra las cuerdas, perdió 2-0 ante Egipto y parecía despedirse de la defensa de su corona, pero apareció el campeón del mundo para comandar una remontada histórica, aportar un gol, una asistencia y conducir a la Albiceleste hacia los cuartos de final.Jorge de las Fuentes y Héctor Quispe analizan el liderazgo de Messi, el desgaste físico de un futbolista que sigue desafiando al tiempo y la dimensión histórica de una actuación que fortalece aún más su legado.Además, el análisis de uno de los temas más delicados del torneo: los nuevos episodios de racismo que marcaron la jornada, desde la protesta del técnico de Egipto José Hassan hasta la confrontación entre Kylian Mbappé y una senadora paraguaya, en un debate que vuelve a poner bajo la lupa la responsabilidad del futbol, la política y las redes sociales.También: Suiza elimina a Colombia en la serie de definición desde el punto penal. James Rodríguez y el final del sueño colombiano. Cómo quedaron definidos los Cuartos de Final. Francia, España, Noruega y Argentina buscan un lugar entre los cuatro mejores del mundo.
A senadora paraguaia Celeste Amarilla provocou uma grave crise diplomática após desferir ataques de teor racista contra o atacante francês Kylian Mbappé.O caso escalou após a parlamentar citar a prisão de Ronaldinho Gaúcho como tom de aviso ao atleta.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #mbappe #ronaldinho #senadora #paraguai #injuria #racismo #politica #polemica #podcast #noticias #declaracao #repercussao #bastidores #futebol #esporte #debate #analise #brasil #crime #audiopast
Falo do caso absolutamente surreal da invasão de uma escola pública municipal de SP por 12 Policiais Militares porque a diretora e os professores estão cumprindo a lei 10.639/2003 que manda que a escola ensine sobre história e cultura africana. Discuto os fundamentos da Diretora, as "razões" dadas pela PM e como a Constituição e o Direito veem o caso.
¡SAADIA MOSBAH vs RACISMO EN TÚNEZ!¿Sabías que… Saadia Mosbah — una de las activistas afrotunecinas más destacadas — está hoy en prisión pordenunciar el racismo institucional? Hoy es miércoles y toca #LALLAVE. Escúchanos en nuestras plataformas de YouTube y Spotify: https://youtu.be/hJcukmk6J9g En el podcast de hoy Saadia Mosbah vs el racismo en Tunez explica cómo la antinegritud está incrustada en las leyes, la sociedad y la política tunecina, y sigue la lucha de décadas de Saadia por la dignidad, la igualdad, la humanidad y la justicia. Exploramos las raíces del racismo, el movimiento de Saadia,la respuesta del Estado y lo que significa suencarcelamiento para el futuro de Túnez. #sabiasqueÁfrica#OtraÁfricaesposible#FreeSaadiaMosbah#Panafricanisme#blacklivesmatters#حياةالسودمهمّة
Una decisión de la Corte Suprema de Estados Unidos ha permitido al gobierno de Donald Trump definir el futuro del Estatus de Protección Temporal (TPS), dejando en la incertidumbre a unos 350.000 haitianos que viven y trabajan legalmente en el país. Mientras crece el temor a las deportaciones, organizaciones como Human Rights Watch advierten que Haití atraviesa una de las peores crisis humanitarias de su historia. ¿Qué consecuencias tendría el fin del TPS y qué opciones legales les quedan a las familias afectadas? Lo analizamos en Migrantes.
Acesso às modalidades continua desigual especialmente para grupos étnicos minoritários; relatório destaca como pobreza, conflitos, regulamentos e falta de representação criam barreiras à participação.
Luísa Sonza detalha os bastidores do processo judicial por racismo e a pressão constante dos haters em sua trajetória profissional. A cantora também revela como mantém o equilíbrio familiar e os complexos desafios de seu atual relacionamento a distância.
¿Sabías que mientras la ONU declara la esclavitud el peor crimen de la humanidad, miles de personas africanas siguen siendo asesinadas, arrojadas a fosas comunes, explotadas sexualmente, esclavizadas y forzadas a trabajar en las rutas del Mediterráneo? Eso no es pasado. Es ahora.Hoy es miércoles y toca #LALLAVE. Escuchanos en nuestras plataformas de YouTube y Spotify. Cada miércoles a partir de la 1pm (Ciudad de la Paz): https://youtu.be/5Qfew9CQbtg En el podcast de hoy: Mediterráneo Esclavo – cadenas modernas, viejos imperios desmontamos cómo el viejo imperio se reinventa: • Historia viva: del comercio esclavista a las fronteras militarizadas. • Economía del despojo: quién gana y quién paga con su vida. • Racismo estructural: por qué los cuerpos negros siguen siendo descartables. • Testimonios y análisis: mujeres, niños y comunidades atrapadas en rutas mortales. • Resistencia africana: Pan Africanismo, soberanía y futuro.Un podcast para entender lo que otros callan, para despertar conciencia y para construir una narrativa africana sin permiso de nadie.Conéctate, comparte, incomódate, aprende y actúa.¡Otra África es posible!
Ir à escola, encontrar um trabalho, alugar uma casa ou ir ao médico não é tarefa fácil quando se tem uma cor de pele ou religião diferente do que é norma num determinado país. Assim, o racismo alimenta um sistema perpétuo de discriminação que só pode ser quebrado conhecendo os factos e as experiências de quem é vítima do sistema. É para isto que a exposição "Aux Origines", no Palácio da Porte Dorée, que abriga o Museu da Imigração, em Paris, quer alertar. Como é que a discriminação e o racismo se disseminaram nas sociedades ocidentais e quais as consequências até hoje para quem é visto como diferente em países como França, Espanha, Roménia ou Suíça? O Palácio da Porte Dorée, que abriga o Museu da Imigração, em Paris, quis responder a esta questão através de duas vias muito diferentes. Por um lado, mostrando os dados da discriminação reunidos num estudo feito a nível europeu, o UNDETERRED, mas também recorrendo a dados do Instituto Nacional de Estudos Demográficos. Por outro lado, utilizando obras de cerca de 40 artistas com percursos muito diferentes que espelham na sua prática artística a discrimação que viram e sofreram ao longo das suas vidas. Duas formas muito diferentes de ilustrar o racismo e a discriminação, mas que se complentam, como explicou à RFI Olivier Bedoin, um dos comissários desta exposição. "Na verdade, trata-se de duas perspectivas sobre uma única e mesma realidade. E essas duas perspectivas podem parecer contraditórias, mas, na verdade, complementam-se muito bem. Ou seja, colocamos em diálogo duas formas de visibilidade: uma baseada nas provas materiais, que consiste nos dados científicos extraídos de diversas pesquisas realizadas em França e na Europa sobre a questão da discriminação, e outra baseada na sensibilidade. E, para isso, convocámos cerca de quarenta artistas de cerca de vinte nacionalidades diferentes que têm, na sua história, uma ligação com a questão da discriminação, que, na sua maioria, são provenientes de migrações pós-coloniais e cuja obra reflecte a sua visão sobre estas questões. E, portanto, para o visitante, há uma pluralidade de pontos de vista que se expressam. Eles podem ser tocados, ao mesmo tempo, por estatísticas muito impactantes, que às vezes até podem ser violentas porque denunciam uma realidade violenta; e, ao mesmo tempo, podem ser tocados por algo que se insere mais na esfera do sentimento, através de obras que assumem formas muito diferentes", explicou o comissário. Pratos e cadeiras típicos do século XIX com motivos de escravatura, néons com frases que marcam o quotidiano das pessoas de diferentes origens, fotografias ou objectos do quotidiano que reforçam a existência durante anos da chamada France Afrique vão assim interpondo-se com dados de estudos sobre a discriminação na exposição “Aux Origines”, ou em português “Na origem”, um jogo de palavras já que se tenta encontra a raíz do racismo, mas também em França, é comum perguntar-se a origem, ou seja, de se é, logo na primeira vez que se conhece alguém. A exposição é marcada por frases fortes, onde os dados são alarmantes quando se fala de um imigrante vindo de África ou até jovens já nascidos em França mas com pais árabes. Por exemplo, 20% das crianças filhas de imigrantes vindos da África do Norte e da África subsaariana dizem ter vivido algum tipo de discriminação ao longo da sua escolaridade. Olivier Bedoin fala sobre os dados que o marcaram ao realizar esta exposição “No Museu da Imigração temos muita atenção a essas questões. Sabemos que as sociedades são marcadas por um racismo sistémico. No entanto, há alguns números que são particularmente marcantes. E eu fiquei surpreendido com um número que foi incluído na secção dedicada à área da saúde e que indica que, quando se é um homem branco e se vai à urgência por problemas respiratórios, tem-se 50% mais de chances de ser internado em comparação com uma mulher negra com os mesmos sintomas. Portanto, um sector como o da saúde, que poderíamos imaginar estar fora dessas discriminações”, contou. O estudo UNDETERRED aprofundou em vários países europeus os impactos da discriminação, alargando a sua pesquisa para além da saúde ou da educação e incluiu também o alojamento e o acesso ao emprego. Em França, o Defensor de Direitos estima que 40% dos homens identificados como negros através dos seus nomes foram discriminados quando procuravam casa. Já no trabalho, em França, ter um nome que soe a um apelido do Norte de África diminui a um terço a possibilidade de ser contactado para uma entrevista de emprego. Todas estas discriminações somadas em sectores essenciais para a vida de cada indivíduo constituem o racismo sistémico nas sociedades ocidentais. “A exposição aborda questões de racismo tanto no alojamento como na educação e outras áreas desde logo porque o estudo que deu origem a esta exposição é um estudo realizado na Europa, através do Projecto UNDETERRED, que se dedicou a descrever e investigar as discriminações em diversos sectores da nossa vida quotidiana e são esses sectores que incluímos na exposição. E, de facto, são esses sectores que normalmente estão ligados a direitos que deveriam ser garantidos para todos. Portanto, o direito à saúde, o direito à educação, o direito a ter uma casa. E o que tentamos mostrar na exposição é que as pessoas que sofrem discriminação enfrentam uma série de barreiras para ingressar nesses diferentes setores e, portanto, as discriminações acumulam-se e alimentam-se mutuamente. Porque, se alguém não tiver acesso a um emprego estável, provavelmente também não terá acesso a uma casa. Logo, a ideia era mostrar esses ciclos sistémicos que impedem a população de ter acesso a esses direitos fundamentais”, detalhou. Em conjunto com a outra comissária da exposição, Farah-Clémentine Dramani-Issifou, Olivier Bedoin trabalha há dois anos na elaboração desta exposição encontrando artistas, identificando obras e percorrendo galerias. Estes são artistas ligados de alguma forma às questões da discriminação e à questão das migrações pós-coloniais. Especificamente para a exposição “Aux Origines”, o Museu da Porte Dorée encomendou uma obra à artista moçambicana Euridice Zaituna Kala. E é esta peça que abre a exposição. “Para esta exposição encomendámos a realização de duas obras. A primeira obra encomendada é a obra de abertura, criada por Euridice Zaituna Kala, uma artista de origem moçambicana que há muito tempo trabalha com a representação de arquivos através de instalações em vidro e aço. E, para a exposição, ela realmente trabalhou nos nossos acervos, nas colecções e nos arquivos do museu para resgatar cartazes com iconografia racista que datam, de facto, mais ou menos da época da construção do Palais de la Porte Dorée, que foi erguido para a Exposição Colonial de 1931. E, na verdade, ela cria uma estrutura de vidro muito frágil que contrasta com a monumentalidade do Palais de la Porte Dorée, como se quisesse indicar, em última análise, os alicerces ideológicos muito frágeis sobre os quais repousa esse palácio, que é um palácio de propaganda colonialista”, indicou. A exposição abriu ao público no início de Junho e vai durar até 23 de Agosto. Tem sido visitada por muitas escolas, mas também muitos visitantes individuais que se comovem ao ver os números dos estudos e pesquisa sobre o racismo traduzidos em obras de arte tocantes. “As reações têm sido muito positivas. Na verdade, há muita emoção na visita a esta exposição. Podíamos pensar à partida que uma exposição sobre o racismo seria algo bastante austero. E, na verdade, esse diálogo entre as obras de arte e os dados pode gerar reações muito comoventes, já que as pessoas podem identificar-se, ver-se nas obras e, assim, acabar por se reconhecer numa parte das realidades que mostramos”, concluiu.
1. Policía identifica turistas vinculados a presunta agresión sexual múltiple en Condado2. Abuso del gobierno central con el municipio de Loiza. Siguen sin agua. ¬Parece otra forma de discrimen racial3. Gobierno pagará $90.4 millones en deuda acumulada a más de 5,850 maestros4. Puerto Rico cae siete puestos en el Índice de Competitividad Mundial5. LUMA recibe visita del Departamento de Energía Federal6. Senado confirma a Carlos Ríos Pierluisi secretario DDEC7. Sobre 70 organizaciones boricuas fueron ante el Comité de Descolonización de la ONU a denunciar el daño ambiental en proyectos como Esencia y otros, además de denunciar el coloniaje8. Andy Burnham se prepara para asumir el poder mientras un emocionado Keir Starmer se retira como primer ministro del Reino Unido9. Estados Unidos levanta parcialmente las sanciones petroleras contra Irán pero Trump dice que EEUU tiene “control total” del estrecho de Ormuz10. Messi se convierte en el máximo goleador en solitario del Mundial de Fútbol 18 golesEste es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. X61 – 610 AM en Patillas5. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste6. WPAB 550 AM - Ponce7. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico8. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentarioUna vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcottoTambién nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTokBLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.comSUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcottoOTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
A investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público revelou a existência de uma lista onde estavam quase duas centenas de pessoas que o grupo de extrema-direita Movimento Armilar Lusitano (MAL) considera traidores. Ninguém foi avisado, porque as autoridades de investigação consideraram já não haver perigo, com o desmantelamento do MAL. Mas dois dos arguidos que fizeram a lista aguardam julgamento em liberdade. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Recibimos a Michel Franco, guionista y director de cine mexicano, que nos presenta su nueva película, Dreams, un romance transfronterizo que revela las tensiones de clase, poder y dependencia entre México y Estados Unidos. En la segunda parte del programa, con motivo del Día Europeo de la Música, conversamos con nuestros compañeros de Radio Clásica, María del Ser y Vigor Kuric, que celebran este año el sesenta aniversario de la emisora. También hoy se celebra el solsticio de verano y, por ello, nuestro colaborador Guillermo Busutil nos invita a recorrer la presencia del estío en la literatura y el cine en una nueva entrega de La ventana de nautilus.Escuchar audio
Falo sobre um caso que ganhou bastante visibilidade recentemente no qual a empregada doméstica Samara Regina, grávida de 5 meses, teria sido espancada por sua patroa, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, acusada de furtar um anel/pulseira. Falo sobre racismo estrutural, desigualdade social, patriarcado e de como o trabalho doméstico no Brasil, herdeiro da escravidão, mantém os padrões de exploração, assédio, precarização, racismo e violência.
El caso de "Lady Güera" reabrió una conversación necesaria sobre racismo, clasismo y discriminación | El Dr. Rodrigo Guerra Wong explicó qué consecuencias legales pueden existir y cuáles son los mecanismos de denuncia en México. Conéctate en Tamara con Luz en MVS, de lunes a viernes, de 10:00 AM a 01:00 PM por MVS 102.5 FMSee omnystudio.com/listener for privacy information.
La presión estadounidense sobre el gobierno mexicano alcanza un punto crítico tras las declaraciones de Sara Carter, zar antidrogas de EE. UU., quien advierte que la cacería de presuntos "narcopolíticos" en México apenas comienza. En esta entrega de Saga Noticias, Max Espejel analiza la reconfiguración de la estrategia de seguridad y el impacto del abatimiento de líderes criminales en territorio nacional. Además, desglosa los temas que marcan la agenda nacional e internacional, desde el caso de la mujer vinculada al CJNG en Puebla, la polémica investigación al gobernador de California, Gavin Newsom, y la decisión del Reino Unido de prohibir el acceso a redes sociales a menores de 16 años, hasta las protestas de la CNTE y el lamentable acto de racismo contra una influencer coreana en el Estadio de Guadalajara. ¿Consideras que la presión de Estados Unidos sobre funcionarios mexicanos representa una violación a la soberanía nacional o una medida necesaria ante la infiltración del crimen organizado? Comparte tu opinión en los comentarios. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
La presión estadounidense sobre el gobierno mexicano alcanza un punto crítico tras las declaraciones de Sara Carter, zar antidrogas de EE. UU., quien advierte que la cacería de presuntos "narcopolíticos" en México apenas comienza. En esta entrega de Saga Noticias, Max Espejel analiza la reconfiguración de la estrategia de seguridad y el impacto del abatimiento de líderes criminales en territorio nacional. Además, desglosa los temas que marcan la agenda nacional e internacional, desde el caso de la mujer vinculada al CJNG en Puebla, la polémica investigación al gobernador de California, Gavin Newsom, y la decisión del Reino Unido de prohibir el acceso a redes sociales a menores de 16 años, hasta las protestas de la CNTE y el lamentable acto de racismo contra una influencer coreana en el Estadio de Guadalajara. ¿Consideras que la presión de Estados Unidos sobre funcionarios mexicanos representa una violación a la soberanía nacional o una medida necesaria ante la infiltración del crimen organizado? Comparte tu opinión en los comentarios. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Chojín repasa las cuestionables y extraordinarias condiciones que está imponiendo Donald Trump para organizar el Mundial de EEUU. Carlos Cano nos habla sobre el cocinero Koichi Kuwabara, ganador de una estrella Michelin que ha sido explotado por el dueño del local en el que trabajaba. La réplica del ballenero vasco del siglo XV inaugura su cocina y prepara la ruta hacia Canadá.
El Mundial de 2026 promete romper todos los récords deportivos, pero también podría convertirse en una de las Copas del Mundo más marcadas por el contexto internacional. La expansión del torneo a 48 selecciones, las crecientes tensiones geopolíticas, las restricciones migratorias impulsadas por Estados Unidos y las advertencias sobre temperaturas extremas sitúan a la competición ante desafíos inéditos. Mientras la FIFA defiende que será el Mundial más inclusivo de la historia, organizaciones civiles, expertos y algunos gobiernos cuestionan cómo afectarán las nuevas políticas fronterizas, los conflictos internacionales y el cambio climático a jugadores, aficionados y delegaciones. ¿Podrá el fútbol mantenerse al margen de la política o quedará esta Copa del Mundo definida por algo más que lo que ocurra dentro de los estadios? Lo analizamos en El Debate de France 24.
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No travessias de hoje, conversamos sobre a injustiças do cárcere a partir da história de duas irmãs presas injustamente, que na liberdade formaram um coletivo para acolher mulheres regressas do sistema prisional. Uma luta que é de todos e por todos nós.ParticipantesMeireBatiaFlávia SaianiBru AlmeidaRafa LauroLinksPor nósIma InáOutros linksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurCoordenação: Bru AlmeidaLeitura adicional: Rafa DornelasMúsica: Kassule KenyattaGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
É uma das vozes jornalísticas mais consistentes em Portugal quando se trata de investigar e criar reflexão sobre imigração, direitos humanos, e de expor as camadas profundas do racismo e desigualdades sociais que persistem no presente. Duas vezes premiada com o prémio Gazeta, Joana Gorjão Henriques é autora de vários livros e assinou em 2025 o documentário “Racismo, uma descolonização em curso”, disponível agora na RTP Play. E deixa claro que a discriminação racial é um problema ainda sem solução na sociedade.“Portugal continua num apartheid de poder. Na casa onde se fazem as leis e a democracia vemos só uma deputada negra, a Eva Cruzeiro.”Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O racismo estrutural segue presente no cotidiano brasileiro e carrega marcas profundas deixadas por séculos de escravidão. O Brasil foi o país que mais recebeu pessoas escravizadas nas Américas e o último do Ocidente a abolir oficialmente a escravidão, com consequências que ainda podem ser vistas nas desigualdades sociais, na violência e na exclusão que atingem, principalmente, a população negra.Neste episódio do Pretoteca, a jornalista Luana Pereira recebe o Professor Dr. Juarez Tadeu de Paula Xavier para uma conversa sobre racismo sistêmico, aniquilamento racial e os mecanismos históricos que ajudaram a construir essa realidade no país. Um bate-papo necessário, atual e provocador, que convida à reflexão e ao debate sobre a construção de uma sociedade mais consciente e antirracista.Apresentação: Luana Pereira Gravação: Gustavo SantosEdição: Beatriz Alencar e Pedro Oliveira
Vince Staples se mueve entre el soul, el jazz, la psicodelia y los sonidos de Motown con "White Flag", el segundo avance de "Cry Baby", su próximo disco, en el que expresa su agotamiento físico y mental ante la la lucha constante contra el racismo sistémico y la violencia institucional en Estados Unidos. Desea que el amor sea el motor del cambio pero la tensión social y política de su país le supone un enorme desgaste. "White Flag" es una de las canciones protagonistas de este podcast junto con lo nuevo de Bleachers, Olivia Rodrigo, Konyikeh, La Amenaza Constante, Charli XCX y el dúo Wasia Project. BLEACHERS - We Should TalkBLEACHERS - TAKE YOU OUT TONIGHTKONYIKEH - MercenaryOLIVIA RODRIGO - the cureTHE CURE - Boys Don't Cry (86 Mix _2026)ADAM GUERRERO - Fotos de la PolaroidLA AMENAZA CONSTANTE - Dame estrellas o LimonesSHEGO - (casi no vivo para contarlo)VINCE STAPLES - White FlagCHARLI XCX - SS26CHANNEL TRES - Pop PopTRUENO - Estilo SudakaTEMPLES - Blue FlameANNI B SWEET - Adiós Con AlegríaBARRY B - SilveradoWASIA PROJECT - Bleeding GoldNOTHING BUT THIEVES - EvolutionEscuchar audio
Especialistas em direitos humanos, que visitaram país sul-americano, citam persistência de discriminação, abusos policiais e condições degradantes em centros de detenção no país.
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Desculpa Alguma Coisa, Tati Bernardi recebe o escritor e roteirista Fabão. O artista fala da vida pessoal e a ascensão na internet. Ele comenta como foi assumir sua homossexualidade para a família, relembra a morte da mãe e a parceria com o marido, com quem está junto há 12 anos. #DesculpaAlgumaCoisa #ProgramasCanalUOL
Send us Fan MailPsicologia de Vendas Que Criou um Império de $5M (Sem Investimento)Neste episódio, converso com Darley Tomaz, fundador da PTX Group, sobre como ele construiu um negócio de 5 milhões de dólares partindo do zero absoluto, enfrentando 30 rejeitamentos consecutivos e desenvolvendo uma psicologia de relacionamento que a maioria das pessoas nunca descobre.A história de Darley desafia tudo o que pensamos saber sobre empreendedorismo. Ele não levantou capital. Ele não tinha conexões. Aqui está o que discutimos:• Por que o dinheiro destrói a inovação em empresas iniciantes• A psicologia dos pequenos favores (a história de Idaho)• Como pesquisa de mercado profunda substitui orçamentos de marketing• O momento exato em que ele percebeu que ouvir vence fazer pitch• Como ele superou racismo sistêmico sem capital• A primeira reunião que mudou tudo• Como táticas de bootstrapping escalaram para 5 milhões0:00 O Paradoxo: Por Que o Dinheiro Destrói Empresas5:00 Os 30 Rejeitamentos (O Ponto de Ruptura)10:00 A Mudança: Ouvir Vence Fazer Pitch15:00 A Tática de Idaho (Marketing de Custo Zero)20:00 Pesquisa de Mercado (Inteligência Vence Orçamento)25:00 Barreiras Sistêmicas (Racismo no Setor de Seguros)30:00 Carrie: O Primeiro Sim (Sem Dinheiro)35:00 A Primeira Reunião (O Roteiro Exato)45:00 Como Táticas de Custo Zero Escalaram para $5M55:00 Conclusão: Relacionamento vs. CapitalSiga Darley:Instagram: https://www.instagram.com/darleytomaz/Youtube: https://www.youtube.com/@UCyXVCNkVWeeWQ8X0VBQI78A PTX Group: https://www.ptxgroup.us/Siga o IR Educação:Host: https://www.instagram.com/tiagopradous/Site: https://imigranterico.comInstagram: https://www.instagram.com/imigranterico.ofc/YouTube: https://www.youtube.com/@imigrantericoSpotify: https://www.instagram.com/imigranterico.ofc/Apple Podcasts: https://www.instagram.com/imigranterico.ofc/
Imagine revelar seu segredo mais sombrio na véspera do casamento. Agora imagine que todos na sala também têm segredos terríveis, mas só você será julgado como monstro. Bem-vindo a O Drama, o filme da A24 que está fazendo plateias saírem do cinema em silêncio constrangedor.Zendaya e Robert Pattinson interpretam um casal aparentemente perfeito cuja vida implode em uma dinâmica de grupo que vira armadilha moral. Mas aqui está a pegadinha de O Drama: por que uma personagem é condenada por um pensamento não executado enquanto outros saem ilesos por ações cruéis reais que machucaram pessoas de verdade? E o que o racismo estrutural tem a ver com isso?Rafael Arinelli, Thiago Muniz e Carissa Vieira destrinçam as camadas deste thriller psicológico de 28 milhões de dólares (que já faturou 81 milhões globalmente). Eles debatem Hannah Arendt e a banalidade do mal, Foucault e o panóptico das redes sociais, e por que um diretor norueguês conseguiu olhar para a "patologia americana" dos tiroteios em massa com uma lucidez brutal.O Drama testa você, não a protagonista. Você vai passar?• 05m44: Pauta Principal• 1h18m25: Plano Detalhe• 1h32m36: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Filme: Veneno para as Fadas• (Carissa): Filme: Suspíria• (Carissa): Filme: Exploda Minha Cidade• (Thiago): Filme: Michael• (Rafael): Canal do youtube: SanagoEdição: ISSOaí
Vox ha conseguido que el PP respalde su estrategia —¿racista?— denominada “prioridad nacional”. Ya se ha visto en Extremadura y en Aragón,