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Cuatro de cada cinco hogares en el Líbano no pueden cubrir sus necesidades básicas. La OMS pide medidas contra el calor en grandes eventos. México: Las buscadoras de personas desaparecidas continúan enfrentando violencia extrema, advierten expertos. Expertos denuncian la racialización de la migración.
Guterres denuncia que el racismo sigue envenenando las sociedades 25 años después de la Declaración de Durban. Türk celebra la búsqueda conjunta de desaparecidos en Colombia y pide más financiación. La ONU alerta de niveles "sin precedentes" de violencia de colonos en Cisjordania. La política de Estados Unidos de enviar migrantes a terceros países los expone a tortura y graves abusos, advierten expertos.
Esta semana, na estante, temos “As Origens da Era Autoritária”, de Ibram X. Kendi; um ensaio sobre o Betão, de Anselm Jappe; “Escrever à Mão”, de Alexandre Castro Caldas; e a memória de um editor notável, Vítor Silva Tavstes e a & Etc., de Emanuel Cameira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre racismo, resistência e responsabilização na UFPel.Abordamos o episódio envolvendo o uso da expressão escravocrata “turma da senzala” em uma comunicação oficial da universidade, seus impactos sobre as trabalhadoras negras diretamente atingidas e as repercussões do caso na comunidade acadêmica. Também tratamos da mobilização de movimentos e entidades em repúdio ao racismo, da responsabilização diante de situações como essa e das medidas estruturais necessárias para o enfrentamento do racismo institucional na universidade, entre outros assuntos.O entrevistado é o professor Gilson Simões Porciúncula, professor Titular da UFPel, no Centro de Engenharias. Também é coordenador do Curso de Engenharia de Produção, coordena o Laboratório de Automação Industrial do Centro de Engenharias e o Grupo de Estudo ProEDAI — Projeto Exatas Diversidades Afro-indígenas do Centro de Engenharias da UFPel.O programa Viração é uma produção da Assessoria de Imprensa da ADUFPel e vai ao ar todas às segundas-feiras, às 13h, na RádioCom 104.5 FM e em formato de podcast nas plataformas digitais. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
A cantora Paula Lima expõe episódios de racismo enfrentados em gravadoras e relembra o doloroso processo de luto após a morte do marido. Em conversa reveladora, a artista detalha a amizade histórica com Seu Jorge e os bastidores de sua defesa ferrenha por Chay Suede no programa Ídolos. O diálogo aborda ainda os momentos decisivos da carreira da intérprete, o suporte familiar e o ativismo no combate à violência contra a mulher.
Hablamos con dos de las ponentes, con la periodista y escritora Patricia Simón, y con Johanna Flores, coordinadora y abogada del Servicio de Atención frente al Racismo y la Xenofobia
Una generación entera está siendo criada sin padre, ¿qué clase de carencias y qué clase de oportunidades se presentan? Esta es mi experiencia. Os recuerdo que tengo a la venta mi Surface Copilot: Vidas en red: A la venta mi Surface Copilot Agencia recaudatoria de la Isla (Proyecto MEGA ISLA):Paypal: juliommd@hotmail.comBizum: https://revolut.me/julioqdf Telegram Isla difusión: https://t.me/+M46yiWO_BJU2NzkyCárcel Planetaria: https://www.youtube.com/@carcelplanetariaSuscríbete a mi podcast: https://www.spreaker.com/user/vidasenredConsigue tu SIM de Datos de Simyo y apoya a Vidas en red: https://www.simyo.es/amigos.html?codeMGM=086L28E3. Automáticamente, ¡CONSIGUES TU PREMIO! (válido hasta 10/10/2026)Mi canal en Odysee: https://odysee.com/@vidasenred:8En Pocket Cast: https://pca.st/podcast/38707740-c7a5-012f-7f6b-723c91aeae46Tiktok: https://www.tiktok.com/@juliomm1Consigue mis libros:https://www.amazon.es/dp/179311627Xhttps://amzn.to/3odqWv7
Los usuarios de las redes sociales afirman que una imagen de la cuenta de Instagram de la marca se parecía a una capucha del KKK y a un ahorcamiento.
No hace falta censurar nada, solo avisar del machismo y del racismo de la obra que vas a ver. Simplemente. Canción: Mississippi Goddam by Nina Simone
A desigualdade no Brasil segue persistente como reflexo do que o professor Hélio Santos, entrevistado desde episódio, chama de o "dia seguinte" à abolição formal da escravidão: aquele 14 de maio de 1888 em que a população negra recém-liberta foi deixada sem trabalho, sem casa e sem qualquer reparação socioeconômica. É sobre essa relação com o passado, e sobre a urgência da equidade racial, a conversa deste episódio.Helio Santos é doutor em administração pela Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária da Usp, professor e escritor. Ativista da questão racial há mais de 50 anos, publicou, entre outros, "14 de Maio: Lições de Resistência ao Racismo" (Zahar, 2026). Hoje, aos 81 anos, ele preside o Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais (Cedra). É Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia.Na conversa com Gama, Helio Santos fala de como a escravidão ainda reverbera diariamente na nossa sociedade e de caminhos urgentes para mudar esse realidade.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic
Sistemas de reconhecimento facial que confundem pessoas negras, entregadores bloqueados depois de mudar o cabelo e ferramentas de inteligência artificial que repetem informações racistas sobre saúde. Esses casos mostram que os avanços tecnológicos também podem reforçar desigualdades que já existem na sociedade. Esse problema é conhecido como racismo algorítmico. Ele acontece quando sistemas automatizados reproduzem ou aprofundam a discriminação racial por meio de decisões tomadas com base em dados, modelos e critérios que nem sempre são transparentes. Mas atribuir o problema apenas aos dados usados para treinar uma inteligência artificial pode esconder parte importante da discussão. Afinal, existem escolhas humanas em todas as etapas: desde a coleta das informações até os testes realizados antes de uma ferramenta chegar ao público. Esse é o tema do novo episódio do Podcast Canaltech. O repórter João Mello conversou com Tarcízio Silva, pesquisador, cofundador da Associação Desvelar e autor do livro “Racismo Algorítmico: Inteligência Artificial e Discriminação nas Redes Digitais”. Durante a entrevista, Tarcízio explica como o racismo pode aparecer em ferramentas de reconhecimento facial, filtros de imagem e modelos de IA generativa. Ele também alerta para os riscos de sistemas que repetem informações falsas e preconceituosas em áreas sensíveis, como a saúde. A conversa ainda discute por que ter equipes mais diversas não é suficiente quando essas pessoas não participam das decisões e quais mecanismos podem reduzir os riscos, como a curadoria dos dados, os testes contínuos e os relatórios de impacto algorítmico. No fim, o pesquisador explica como usuários podem denunciar situações discriminatórias e por que a mobilização coletiva é essencial diante de empresas que concentram tanto poder. Você também vai conferir: Bill Gates propõe acordo global para evitar o caos com a IA, Apple libera Apple TV e Arcade de graça para assinantes do iCloud+ e Google Tradutor agora traduz conversas por voz mesmo sem internet. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
neste episódio, tivemos o prazer de escutar Ismael dos Anjos – jornalista, palestrante, especialista em diversidade e inclusão, fundador do Instituto de Defesa da População Negraabordamos o letramento racial e a conexão da realidade racista brasileira com o mercado financeiro (temos tanto a fazer, turma) só dar o play!
O projeto “Maternidade Negra à Luz”, idealizado por Lubi Prates, busca romper com representações historicamente estereotipadas de mulheres negras, associadas à servidão e às amas de leite. Por meio de cerca de 50 fotografias, a exposição valoriza mães negras e suas relações familiares, criando novas narrativas sobre maternidade, afeto e identidade.
Hemos hablado con Fatima Taieb que denuncia como su hija Soraya, de 13 años, fue acosada e insultada en una manifestación el pasado domingo en Ceuta. Su delito, ser demasiado morena. Le empezaron a gritar "invasora" y a decir que volviese a su país, que estaba propagando enfermedades. La grabaron e hicieron fotos. El policía que controlaba la zona no la defendió de estas agresiones. Fátima y su hermana acudieron a rescatarla y a denunciar en comisaría los hechos. Fátima nos cuenta que el odio muchas veces lo propagan gente llegada de la península porque ella, que es de una familia cristiana y musulmana, no detecta esos problemas de convivencia con sus vecinos de toda la vida. "No se trata de que mi hija fuese española o no es que no se acosa así a una niña". Nos preguntamos si esa es la sociedad que queremos ser. Hemos hablado con la ONG galega "Ecos Do Sur" que está impartiendo cursos para responder, argumentar y defenderse de estos mensajes de odio.
Esta semana, Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes refletem sobre o chumbo da moção de censura do Chega, os resultados dos alunos portugueses no relatório PISA e a ascensão da AfD na Alemanha após a vitória esmagadora do partido na Saxónia-Anhalt. Ouça este episódio do Eixo do Mal, emitido na SIC Notícias a 10 de setembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Braga recebe a 4.ª edição do festival Paraíso, dedicada ao tema “Passado e Futuro na Afrodescendência”. Cinema, música, dança, gastronomia e conversas servem de ponto de partida para pensar memória, representatividade e pertença. Para o coordenador do festival, Nuno Abreu, o objectivo é criar um espaço onde diferentes comunidades possam não apenas assistir, mas também participar na construção das narrativas. O Paraíso regressa a Braga com uma pergunta que atravessa toda a programação: o que fazer, no presente, com aquilo que se herda do passado? Na 4.ª edição, o festival escolheu colocar “Passado e Futuro na Afrodescendência” no centro de dois dias de cinema, dança, música, gastronomia e reflexão. Para o coordenador de Assessoria de Imprensa, Conteúdos e Acessibilidade do Paraíso, Nuno Abreu, juntar estas duas temporalidades não significa apenas olhar para trás e imaginar o que vem depois. Significa, sobretudo, interrogar o presente. “Todos os anos elegemos um tema associado às questões afrodescendentes. Este ano escolhemos passado e futuro porque queremos propor uma reflexão colectiva”, explica. Essa reflexão começa em Braga e com quem vive na cidade. O festival procura envolver estudantes, investigadores, artistas, agentes culturais e organizações locais na própria construção da edição. “Queremos pensar as formas de existir daquilo que recebemos desta herança que é a afrodescendência e pensar nas realidades que queremos construir e que, neste momento, já estão a ser construídas.” Entre os participantes estão representantes da Secção de Estudantes Africanos da Universidade do Minho, agentes culturais residentes na região e organizações que trabalham com comunidades migrantes e afrodescendentes. Para Nuno Abreu, esta ligação ao território é essencial. “O Paraíso quer demonstrar essa realidade: as pessoas que trabalham cá, que vivem cá e que querem mostrar à população e às comunidades o trabalho que tem sido feito para que a nossa sociedade seja o mais justa possível.” Mas programar culturas afrodescendentes envolve também um risco: transformá-las numa sucessão de manifestações artísticas apresentadas a partir de fora, como se fossem apenas objectos de exposição. É precisamente isso que o festival procura evitar. Em vez de construir toda a programação a partir de uma direcção central, o Paraíso entrega parte da curadoria a pessoas e organizações ligadas aos temas em discussão. “O que fazemos desde o início é convidar pessoas e organizações para fazerem a curadoria das várias áreas, tanto no pensamento como na mediação e nas artes de palco”, explica Nuno Abreu. “Convidamo-las para idealizarem aquilo que querem fazer, quem querem convidar e sobre o que querem conversar e discutir.” É também desta lógica que nasce, por exemplo, a curadoria de cinema entregue a Kitty Furtado, que escolheu uma obra da realizadora Vanessa Fernandes e participa na construção da conversa em torno do filme. A opção responde, segundo Nuno Abreu, a uma questão mais profunda de representatividade. “Talvez por falta de representatividade de artistas afrodescendentes nos teatros nacionais, nós convidamos sempre pessoas e organizações para fazerem a curadoria destes elementos.” A 4.ª edição cruza-se com as comemorações dos 30 anos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, uma associação que nasce precisamente de países ligados por uma história marcada também pelo colonialismo português. Nuno Abreu não foge à contradição. Pelo contrário, considera-a matéria para discussão. “Todas as contradições interessam para a construção de pensamento. Queremos que o Paraíso seja um espaço plural em termos de perspectivas sobre o que é a afrodescendência e também sobre o que é a afrodescendência lusófona.” A própria língua entra, assim, no debate. “O que é que a nossa língua representa para toda a gente? E o que representam outras línguas, como os crioulos dos vários países africanos de língua oficial portuguesa?”, questiona. Para o responsável, memória e futuro não precisam de aparecer como forças incompatíveis. “Falamos sobre o que são as heranças e sobre o que são as construções do futuro. Elas podem, se calhar, andar de mão dada.” Também não é indiferente que esta conversa aconteça em Braga. Se grande parte dos debates sobre racismo, imigração ou afrodescendência tende a concentrar-se em Lisboa, o Paraíso nasceu precisamente da vontade de descentralizar essas discussões. “A maior parte da população afrodescendente reside em Lisboa, mas em Braga também reside, também existe”, lembra Nuno Abreu. “É preciso perceber se estas pessoas estão felizes cá, se usufruem culturalmente dos espaços, se são artistas ou investigadores e que espaço é que essas pessoas têm.” A questão, sustenta, é perceber como se vive a experiência afrodescendente fora da capital. “É importante Braga estar no mapa com um programa artístico como este e conseguir perceber de que forma todas estas pessoas vivem uma cidade como Braga e não uma capital.” Essa preocupação conduz a outra palavra central do festival: acessibilidade. Não apenas no sentido físico de entrar num espaço cultural, mas também no sentido económico e simbólico de sentir que esse espaço é para todos. Cerca de 80% da programação do Paraíso é gratuita. Conversas, sessões de cinema e outras actividades podem ser frequentadas sem compra de bilhete. “Não é obviamente só uma população afrodescendente que tem dificuldade em comprar um bilhete para ir a um espectáculo. Uma população portuguesa que não seja afrodescendente também tem”, lembra Nuno Abreu. Por isso, acrescenta, “o Paraíso tem-se pautado por ser um evento maioritariamente gratuito, para que o número máximo possível de pessoas, de qualquer nacionalidade, que vivam em Braga sejam bem-vindas”. A ambição vai além de aumentar o público. “Queremos que partilhem este espaço, que espero que seja seguro. Um espaço de liberdade para pensar, para conhecer e para sonhar.” O festival concentra-se em dois dias, mas Nuno Abreu rejeita a ideia de que o sucesso possa ser medido apenas pelo número de pessoas que atravessam as salas durante esse período. “Sucesso na área das artes é sempre um pouco discutível”, reconhece. “Obviamente, temos vindo a assistir a um número cada vez maior de pessoas nas acções do Paraíso, mas talvez o mais importante seja existir continuidade.” É essa continuidade, considera, que impede que as questões debatidas no festival desapareçam quando se desmonta o palco. Artistas de diferentes nacionalidades, conversas, espectáculos e criações continuam a integrar a programação cultural da cidade ao longo do ano.
Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Emergencias eleva la alerta por incendios en Canarias: estas son las nuevas restricciones en Tenerife. La alerta entra en vigor este martes por el calor, la baja humedad y el viento. Hoy hace un año: Tenerife y La Palma se unen para albergar el Centro de Vulcanología. Rosa Dávila anuncia que ambos cabildos han alcanzado un acuerdo para presentar una candidatura conjunta para que la sede nacional de esta entidad esté en Canarias. Hoy se cumplen 1.661 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 193 días. Hoy es martes 8 de septiembre de 2026. Día Internacional del Periodista. En 1958, durante el IV Congreso de la Organización Mundial de Periodistas (OIP), llevado a cabo en Bucarest (Rumania) se estableció el 8 de septiembre como Día Internacional del Periodista en honor y conmemoración al fallecimiento de Julius Fucik, escritor y periodista checoslovaco, que fue ejecutado por los nazis en 1943. La fecha está destinada a resaltar la importancia de la profesión del periodismo en su labor de buscar la verdad y en defensa de la libertad de expresión. Es necesario recordar que, en la actualidad, los periodistas siguen siendo objeto de ataques, encarcelamientos, secuestros y asesinatos por ejercer su profesión. Por ello, la importancia de homenajearlos y reconocer el papel que tienen en la sociedad. El 8 de septiembre de 1873 en Madrid, Emilio Castelar es elegido presidente de la I República Española. El 8 de septiembre de 1888 Isaac Peral bota el primer submarino operativo del mundo. 1925: en el Rif (norte de África), en el marco de la Guerra de la Independencia del Rif, el ejército español lleva a cabo el Desembarco de Alhucemas, que acabará con la guerra. Tal día como hoy, 8 de septiembre de 1941, la Alemania nazi inició el asedio de 900 días de Leningrado (conocido como Sitio de Leningrado) por las fuerzas alemanas durante la Segunda Guerra Mundial. Los soviéticos construyeron una intrincada defensa alrededor de la ciudad, pero el asedio provocó la muerte de al menos un millón de rusos por inanición y enfermedad. Años más tarde, el 8 de septiembre de 1943, tras la destitución de Mussolini del poder en julio, el general Dwight Eisenhower anuncia públicamente la rendición de Italia a los aliados. 1966: en Estados Unidos, el canal de televisión NBC emite el primer epìsodio de la serie de ciencia ficción Star Trek (Star Trek: The Original Series), creada por Gene Roddenberry. 1972.- Se crea en España la Universidad Nacional de Educación a Distancia. 1977.- Rafael Alberti renuncia a ser diputado por el PCE. El 8 de septiembre de 2001 en Durban (Sudáfrica) se da inicio a la Conferencia Mundial en Contra del Racismo. El 8 de septiembre de 2021 los talibanes toman el poder en Afganistán y declaran el Emirato Islámico de Afganistán. Patrocinio del santo de cada día por gentileza de la Casa de las Imágenes, en la calle Obispo Perez Cáceres, 17 en Candelaria. El 8 de septiembre es el santo de Natividad de Nuestra Señora, Nuestra Señora de Nuria, San Adriano de Nicomedia, San Corbiniano de Freising, San Isaac de Armenia, San Pedro de Chavanon, San Sergio I papa. Merz admite que la CDU está "profundamente conmocionada" tras el triunfo de la ultraderecha en Sajonia-Anhalt. La Audiencia Nacional investigará la entrada masiva en Ceuta al ser un "ataque grave contra la integridad territorial". Vivas denuncia que Ceuta está "al límite" e insiste junto a Feijóo en que tras el "golpe" está Marruecos. El expresidente de Plus Ultra confirma ante el juez que "daba por hecho que el 1% de las gestiones eran para Zapatero" Un total de 240 personas mueren en las carreteras en julio y agosto, con un breve repunte: "Ha sido un mal verano" Torres niega que existan informes sobre un repunte migratorio en la ruta atlántica en los próximos meses El ministro cuestiona la propuesta de Manuel Domínguez sobre el cierre de fronteras y defiende la necesidad de mantener la colaboración económica con los países vecinos del continente africano. Canarias, entre las regiones donde más se falta al trabajo: las bajas médicas disparan el absentismo. Solo el País Vasco presenta un porcentaje superior, mientras 8,1 puntos corresponden a procesos de incapacidad temporal, según Adecco. Canarias advierte de que acudirá al Supremo si el Gobierno no se encarga del triaje de los menores migrantes. La consejera de Bienestar Social, Candelaria Delgado, rechaza que el Estado solo aporte fondos y asegura que crece el “hacinamiento” Un dia como hoy pero en 1958 se lanzó "Sings for Only the Lonely", álbum de Frank Sinatra, un referente del jazz y la música teatral romántica.
Braga recebe a 4.ª edição do festival Paraíso, este ano dedicado ao tema “Passado e Futuro na Afrodescendência”. Entre cinema, música, dança, gastronomia e conversas, o encontro propõe interrogar as heranças coloniais e imaginar outros futuros. Para a curadora Kitty Furtado, olhar o passado é também um exercício de reparação e de transformação do presente. No festival Paraíso, passado e futuro não aparecem como extremos de uma linha do tempo. Encontram-se, sobrepõem-se e ajudam a interrogar o presente. A 4.ª edição do encontro, em Braga, parte das experiências afrodescendentes para pensar aquilo que permanece do passado colonial, mas também aquilo que pode ser reconstruído a partir dele. É nesse cruzamento que surge um filme realizado por Vanessa Fernandes em 2015, escolhido por Kitty Furtado, crítica cultural, investigadora e curadora do festival. “A escolha deste filme tem precisamente a ver com essa relação que estabelece entre o presente, um futuro possível e o passado”, explica. A obra aborda a mutilação genital feminina, mas fá-lo também através daquilo que não se diz. Para Kitty Furtado, o filme mostra como determinadas tradições atravessam gerações e continuam a condicionar vidas muito depois de a sua origem se ter perdido no tempo. “É um filme que nos fala muito de leis, de tradições que vêm de um passado que se perde no tempo e que, de forma silenciosa, penetram as nossas vidas hoje e condicionam, neste caso, a vida de mulheres negras”, afirma. Há, acrescenta, uma transmissão que acontece através da ausência de palavras: “Fala-nos disto também através dos silêncios que se instalam nas famílias e da transmissão silenciosa desse passado.” Onze anos depois, a curadora considera que esse silêncio não desapareceu. Pelo contrário. “No caso português, é até mais silencioso hoje do que em 2015. Em 2015 estávamos a começar a conseguir falar sobre isto”, observa, criticando uma abordagem que, na sua perspectiva, tende a reaparecer sobretudo pela via da criminalização das comunidades e das mulheres afectadas. Mas a distância entre 2015 e 2026 não se mede apenas na forma como se fala deste tema. Kitty Furtado vê também uma mudança mais ampla no clima político e social português. Recorda um período em que persistia a ideia de que Portugal seria uma excepção numa Europa em transformação e em que ainda era comum negar a existência de racismo no país. “Hoje já não há vergonha, já não há pudor nos discursos racistas, nos discursos de ódio”, afirma. “Estamos num outro Portugal que nós sempre soubemos que existia, que sempre existiu.” Essa mudança no modo de olhar a sociedade conduz directamente a uma das ideias centrais do trabalho de Kitty Furtado: o conceito de Black Gaze. A investigadora evita traduzir a expressão simplesmente por “olhar”, porque considera que a palavra portuguesa não contém toda a dimensão política que lhe atribui. “Gaze implica essa relação de poder entre quem olha e quem é olhado. Implica a construção de um discurso sobre aquilo que se olha e implica uma duração do olhar”, explica. Durante séculos, argumenta, a cultura visual foi construída a partir de uma posição dominante. “O discurso da visualidade foi sempre construído por pessoas brancas, maioritariamente homens brancos, que se arrogam o direito de compreender e de dizer o que é o mundo.” O Black Gaze altera essa relação porque transfere o poder de enquadrar e narrar para quem durante muito tempo apareceu sobretudo como objecto de representação. “Quando dizemos Black Gaze, é o olhar daquele que sempre foi olhado. Ora, isto altera toda a mundivisão.” E essa inversão, sublinha, não transforma apenas quem olha. Transforma também aquilo que passa a ser visível. Permite “humanizar este outro que foi desumanizado”, recuperar histórias sistematicamente apagadas e “reformular, ressignificar a história tal como a conhecemos”. Nem sempre são necessárias narrativas extraordinárias. Muitas vezes, diz Kitty Furtado, basta deslocar o ponto de vista: “São as mesmas histórias de família, as mesmas histórias de viagem, os mesmos dramas amorosos. A matéria humana é a mesma. A perspectiva é que é outra.” É também dessa mudança de perspectiva que nasce a relação entre memória e reparação. Para a investigadora, não são dois processos separados. A memória é reconstruída a partir do presente e, no caso das populações negras, essa reconstrução enfrenta um problema adicional: a ausência ou destruição de grande parte do arquivo. “É um arquivo muito delapidado. Foi muitas vezes queimado, foi muitas vezes invisibilizado, mas, mais do que invisibilizado, foi mesmo destruído”, sublinha. Perante essas lacunas, reconstruir a memória implica juntar fragmentos, estabelecer relações e imaginar aquilo que desapareceu entre os documentos que sobreviveram. “É preciso ligar momentos deste arquivo, os documentos deste arquivo, imaginar o que está entre eles através desse exercício de fabulação crítica.” Esse gesto de reconstrução já é, para Kitty Furtado, uma forma de reparação. “Este exercício de reconstrução da memória, este exercício de pensamento sobre um passado, é, em si mesmo, um acto de reparação. De reparação histórica, de auto-reparação.” E essa auto-reparação, sustenta, não pode ser delegada em quem produziu a violência. “O trabalho de reparação dessa interioridade é nosso, não pode ser do perpetrador. Temos de ser nós a fazer esse exercício de auto-reparação.” O problema surge quando conceitos como reparação, representatividade ou decolonialidade entram no vocabulário das instituições sem alterarem necessariamente o seu funcionamento. Museus, universidades e bienais apropriaram-se progressivamente desta linguagem, mas Kitty Furtado alerta para a distância entre reconhecer uma crítica e transformar uma estrutura. “A alteração discursiva não implica uma alteração política, de facto”, afirma. Na sua leitura, instituições historicamente construídas dentro de relações de poder têm também uma grande capacidade de absorver os discursos que as contestam. “Conseguem fazer sobre si próprias um discurso muito elevado, de boas intenções, de capacidade de autocrítica, de construção de um mundo cada vez melhor, mais igualitário, cada vez menos violento. Mas essa construção fica no plano meramente discursivo.” Kitty Furtado aponta desigualdades persistentes no sistema prisional, no acesso à habitação, na organização das cidades e no funcionamento da justiça. “As coisas continuam como sempre foram, mas o discurso vai mudando para que tudo possa continuar na mesma.” O paradoxo estende-se às próprias instituições culturais. A crítica ao colonialismo entra hoje em museus, universidades e bienais que, historicamente, também participaram na construção das narrativas que agora são questionadas. Para Kitty Furtado, essa entrada pode produzir dois efeitos contraditórios. “Por um lado, corre realmente o risco de ficar numa gaveta muito bem arrumadinha” e até de funcionar como uma forma de legitimação: “Já reparámos, já nos corrigimos, agora somos diferentes.” Mas não é apenas isso que acontece. “O acesso a estes discursos, a discussão que estes eventos proporcionam, chega cada vez a mais pessoas”, reconhece. E a presença crescente de pessoas racializadas dentro dessas instituições tem permitido, segundo a investigadora, “uma alteração subtil no próprio funcionamento”, nomeadamente pela entrada de outros públicos, outras memórias e outras formas de produzir conhecimento. É neste ponto que o Paraíso se desloca do passado para o futuro, embora Kitty Furtado questione a própria ideia de que estes dois tempos possam ser rigorosamente separados. A curadora rejeita a expectativa de que artistas e intelectuais negros tenham de regressar permanentemente ao colonialismo, ao racismo ou ao trauma para legitimarem a sua criação. “Há uma geração de artistas africanos e afrodescendentes que está precisamente a negar fazer esse regresso ao arquivo”, observa. O afrofuturismo é uma das expressões dessa ruptura. Não porque abandone o passado, mas porque propõe outra relação com o tempo. “Há uma ideia de tempo circular em que passado, presente e futuro estão sempre a ser. Nós somos agora o resultado de um passado e uma semente de futuro.” É talvez aí que se encontra uma das ideias mais fortes desta edição do Paraíso: não pensar a memória apenas como aquilo que ficou para trás, nem o futuro como uma promessa distante. Entre os dois existe um presente em curso, onde cada gesto de criação pode também reconstruir aquilo que foi apagado. Nas palavras de Kitty Furtado, trata-se de pensar cada pessoa como “esse ponto no tempo que congrega todos os pontos do tempo”.
Falo sobre caso recente que aconteceu no TRT-3a Região no qual uma Desembargadora criticou política de criação da "justiça itinerante" na Justiça do Trabalho e, para exemplificar, disse que algo como "índio só trabalha se for escravizado à força". Discuto as repercussões jurídicas atuais e possíveis outras.Sobre o autor do canal: https://linktr.ee/AlexandreBahiaBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/biroscanews--4475563/support.
Aimar Bretos entrevista a Ione Belarra, secretaria general de Podemos, tras la comparecencia de Sánchez por la crisis de Ceuta
Van por 200 mil firmas para legalizar la eutanasiaAngela Davis recibe las Llaves de la CiudadRiada afecta a 17 mil menores en Asia Más información en nuestro Podcast#grc
Sistemas de inteligência artificial podem reproduzir racismo, misoginia e exclusão quando são treinados com dados marcados por desigualdades históricas. O debate sobre tecnologia passa também pela concentração de poder nas big techs, pela coleta de dados e pela ausência de populações periféricas nas decisões sobre o futuro digital.
En 1894, durante la Exposición Universal de Amberes, 144 congoleños fueron llevados a Bélgica para ser exhibidos ante el público en el llamado Pabellón del Congo, en pleno corazón de la ciudad. Sometidos a condiciones extremas, siete de ellos murieron a causa de enfermedades. Aquel episodio, conocido como un “zoológico humano”, se convirtió en uno de los capítulos más oscuros de la historia colonial belga. Reportaje de Alix Le Bourdon para France 24.
O diretor da CIA, John Ratcliffe, entrou na Rússia nesta terça-feira. Nem Moscou nem Washington confirmaram oficialmente a viagem, mas sites e TVs americanos afirmam que ele teria se encontrado com autoridades russas. Esta é a primeira viagem de Ratcliffe à Rússia desde que assumiu ocargo, em 2025. Ele teria organizado uma missão diplomática que incluiria ainda uma troca de prisioneiros. Tem ainda:- Governo de Mark Carney diz que não vai ceder e vai impor “dólar por dólar” as tarifas impostas por Trump, que podem chegar a 50%. Ou seja, mais de 100 bilhões de reais em produtos importados dos EUA podem sofrer com essas novas tarifas, entre eles o aço, laticínios e eletrodomésticos. O Canadá vende cerca de 70% dos seus produtos aos EUA, mas também pode causar estragos, já que é o principal parceiroeconômico de 26 estados americanos e fornece 60% do petróleo bruto consumido pelos americanos- No Paquistão, um incêndio numa maternidade agora pela manhã matou pelo menos 15 crianças. A tragédia aconteceu na capital, Islamabad- Na Europa, internautas acusam o Gemini, ferramenta de inteligência artificial do Google, de ser racista. Vídeos mostram que, ao perguntar sobre um argelino ou malinês, aferramenta questiona se a pessoa está em segurança- Mundo da música se despede de Dolly Parton. Aos 80 anos, ela morreu depois de uma batalha contra o câncer Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e LinkedIn Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
En Guatemala el racismo casi nunca se nombra como lo que es: a veces es un desalojo sin consulta, un puesto de mercado que de un día para otro "ya no es para vos", o una denuncia de corrupción que termina en un insulto racial. Son prácticas cotidianas que se han normalizado tanto que ya no se reconocen como violencia.En este episodio, Lucy Rodríguez conversa con Victoria Tubin, comisionada presidencial de CODISRA, sobre los casos que investiga la comisión: despojos de tierra sin consulta previa, libre e informada, desalojos de mujeres vendedoras en mercados municipales, y su propia historia como sobreviviente del conflicto armado interno.
Existiu um aparelho de verdade, com parafusos e tudo, criado para medir milimetricamente o rosto de atrizes de Hollywood e apontar seus "defeitos". Isso aconteceu nos anos 1930, e o homem por trás disso literalmente inventou a palavra maquiagem. Se isso já parece perturbador, espera só para entender o resto.Este episódio percorre a fabricação histórica do belo, desde bochechas rosadas que caíram de moda quando Greta Garbo trouxe o rosto anguloso ao topo de Hollywood, até o conceito de olhar masculino de Laura Mulvey e como ele continua vivo, só que agora escondido dentro do feed do seu celular. Também revisitamos a ascensão e a queda estranha do movimento Body Positive, engolido pela era das canetas emagrecedoras, e discutimos um estudo de psicologia bizarro sobre maiôs que revela o custo cognitivo real de viver sob autovigilância constante.Rafael Arinelli recebe Carissa Vieira, Laysa Zanetti e Alan Alves para trazer ainda a dimensão racial da beleza como sobrevivência, a psicanálise por trás da constituição do desejo feminino, e o caso recente de Ariana Grande, que expõe uma armadilha da qual parece impossível escapar.A beleza nunca foi natural. Mas convenceram você do contrário.• 04m43: Pauta Principal• 1h03m46: Plano Detalhe• 1h19m50: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Laysa): Livro: Suíte Tóquio• (Laysa): Filme: O Fim da Rua• (Alan): Documentário: Tributo - Glória Menezes• (Alan): Documentário: Tributo - Laura Cardoso• (Alan): Novela: A Favorita• (Alan): Novela: Chocolate com Pimenta• (Alan): Série: Cem Anos de Solidão• (Carissa): Livro: Este é o mar• (Carissa): Filme: O Convite• (Rafa): Documentário: O Silêncio dos Homens• (Rafa): Documentário: The Mask You Live InEdição: ISSOaí
La guerra de Ucrania ha entrado en una fase de puro desgaste. Pasado ya el año y medio desde la invasión rusa, el esfuerzo de ambos contendientes se concentra ahora en los ataques a largo alcance. Tanto rusos como ucranianos son conscientes de que no pueden imponerse por tierra en el frente y lo confían todo a enjambres de drones y misiles que castigan las respectivas retaguardias, eso sí, con predilección por refinerías, centrales eléctricas, puertos y ciudades a cientos de kilómetros del frente. La guerra se libra hoy en cuatro planos distintos que no suelen coincidir, pero que se retroalimentan el uno al otro. El primero es la campaña de ataques aéreos recíprocos que este verano ha alcanzado cotas no vistas hasta la fecha. Este mismo domingo Ucrania lanzó una de sus mayores ofensivas aéreas de toda la guerra. Los rusos aseguran que derribaron más de 800 drones ucranianos, pero algunos si que acertaron porque han reconocido que hubo seis víctimas mortales en tierra. En Kiev han bautizado estos ataques como "sanciones de largo alcance", una campaña que Zelenski aprobó en junio de este año para forzar la negociación. Ya no apuntan solo a refinerías, ahora arden almacenes como los de Wildberries, una empresa muy conocida en Rusia que se dedica al comercio electrónico. Rusia está respondiendo con misiles balísticos, drones Shahed y bombas planeadoras. En una sola jornada de este mes el Estado Mayor ucraniano llegó a contabilizar más de 6.000 drones kamikaze rusos. El segundo plano es un frente terrestre estancado en el Donbás. Las ganancias rusas de julio rondaron los 30 kilómetros cuadrados, algo irrisorio en términos territoriales, pero con un coste humano muy alto. Pokrovsk y Myrnohrad cayeron en enero tras un asedio de año y medio y unas 100.000 bajas, pero los rusos no han logrado capitalizar esa conquista con avances sostenidos hacia el oeste. El campo de batalla se ha vuelto transparente y los drones destruyen cualquier concentración de fuerzas antes de que maniobre, lo que favorece a la defensa e impide una victoria terrestre limpia a cualquiera de los dos. El tercer plano es el mar Negro, convertido ya en instrumento de estrangulamiento mutuo. Rusia ha reactivado el bloqueo de facto de los puertos ucranianos y, como consecuencia, las exportaciones de grano ucranianas se han desplomado un 76% en agosto. Ucrania replica atacando terminales rusas. El mayor ataque fue la semana pasada sobre Novorossíisk con tres muertos y dos terminales de grano inutilizadas. Los precios internacionales del trigo apuntan al alza, los más expuestos son los importadores de África, Oriente Medio y Asia. El cuarto eje, el diplomático, es el que mejor explica la situación. Trump ha invertido mucho capital político sin resultados, las conversaciones permanecen encalladas y no se ha encontrado el modo de reactivarlas. Europa ocupa el espacio que va dejando EEUU. En la última cumbre de la OTAN prometieron 70.000 millones en ayuda a Ucrania que continuará el año próximo. Entretanto, los incidentes con drones se multiplican sobre Rumanía y Letonia y mantienen viva la amenaza de una escalada accidental. La guerra ya no se decide en el frente, sino en la capacidad de soportar el castigo. Es una guerra de resistencia, y esas se ganan o se pierden lejos de las trincheras. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 3:54 ¿Por qué no acaba la guerra de Ucrania? 31:58 La financiación de La Séptima 39:47 Racismo invertido · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra el pesimismo”… https://amzn.to/4m1RX2R · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #ucrania #rusia Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Um discurso na Alesp virou alvo de investigação federal após uma deputada pintar o próprio rosto durante uma crítica política. O caso levanta acusações de racismo, transfobia e reacende um debate explosivo sobre limites, discurso e representação. Mas afinal: crime ou liberdade de expressão? #crimesreais #investigacaocriminal #casosreaisAssista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAN4HeD8Xh_QQV1QyDpBzJeSe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Eduardo Tironi, Arnaldo Ribeiro, Mauro Cezar, Juca Kfouri, Danilo Lavieri e José Trajano debatem o resultado do Corinthians na Libertadores, a revolta com mais um caso de racismo contra o goleiro Hugo Souza, a pressão que continua pelo caso Memphis e como ficou o cenário para os jogos de volta da Libertadores, além do vexame do Botafogo na Sul-Americana
Um garoto nascido na cidade e que por por obra do destino passou a ser criado por indígenas no interior.Com eles aprendeu a plantar, colher, conhecer e respeitar a terra e o tempo da natureza.Foi a partir dessas vivências que nasceu uma das iniciativas mais transformadoras no combate ao racismo alimentar: o Prato Verde Sustentável que leva comida saudável e sem veneno para o prato de milhares de pessoas em São Paulo. Cynthia Martins conversa com Wagner Ramalho sobre como lutar pra que comida de verdade chegue ao prato da população preta e periférica, que é a que mais morre por doenças ligadas ao consumo de ultraprocessados.
Dentro de la demanda que busca detener presuntas detenciones basadas en perfiles raciales, se presentaron como evidencia imágenes de las cámaras corporales de agentes de ICE en los que se escuchan insultos raciales contra inmigrantes latinos. Un grupo de congresistas demócratas visitó el centro de detención de Dilley, Texas y denunciaron que cientos de niños siguen detenidos y que las condiciones son precarias. Un poderoso tornado atravesó Wisconsin y varios estados del medio oeste. Decenas de familias perdieron todo en medio de la devastación. Donald Trump recibió en la Casa Blanca a Benjamin Netanyahu y Volodymyr Zelensky. El presidente de solicitó a la Corte Suprema que le de luz verde a una orden ejecutiva para restringir el voto por correo.
La ministra de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones de España presenta en 'El Larguero' el estudio junto al Observatorio Español de Racismo y Xenofobia sobre los discuros de odio que se han registrado en redes sociales durante el Mundial.
El Gobierno australiano ha exigido a las universidades del país que adopten definiciones claras sobre distintas formas de racismo, entre ellas el antisemitismo, la islamofobia y la discriminación contra los pueblos de las Primeras Naciones de Australia.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YouTubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíEn redes: síguenos en Facebook e Instagram.
Falo sobre emenda aprovada na Câmara no PL. 896/23 (sobre equiparar misoginia ao racismo) que, na prática, esvazia a possibilidade de responsabilização por injúria racial.
Ao vivo, palestra do orientador espiritual Benjamin Teixeira de Aguiar (19/07/26)
Abrimos nuestra tertulia informativa de verano con Maija Salmi, Sergio Fanjul y Rodrigo Terrasa. Comentamos las últimas polémicas del mundial, los comentarios racistas de Rajoy y la actualidad política. Hablamos Carles Ramió sobre la actualidad de la Administración Pública.
La indignación hacia la figura de la senadora no es más que la punta del iceberg de una sociedad que, con frecuencia, prefiere señalar la falta de otro para ocultar su propia falta moral
En esta emisión de El Cocodrilo, Sergio Almazán conversa con José Antonio Aguilar, fundador y director ejecutivo de RacismoMX, sobre el racismo en el futbol y la forma en que el mundial de futbol ha llevado la discriminación más allá de las tribunas y hasta las redes sociales, donde los insultos, los discursos de odio y la violencia han encontrado nuevas formas de propagarse. Una conversación necesaria sobre identidad, discriminación y la responsabilidad que tenemos, dentro y fuera de la cancha, para no normalizar el odio. El futbol puede encender pasiones, pero esto no debería convertirse en una excusa para discriminar.
Paco Marhuenda, Pilar Velasco, Antonio Caño, Marta García Aller y Rubén Amón analizan la actualidad política.
Boletín de noticias 13/07/26: Australia y otros países piden arbitraje en Mar de China Meridional luego de lanzamiento de misil chino; accidentes viales dejan numerosos muertos en México y en Chile; desde este 13 de julio entran en vigor nuevas normas que obligan a universidades australianas a combatir el racismo.Escucha SBS Spanish / Australia en español:Por radio o Internet 7 días a la semana de 1:00 a 2:pm (AEST)Escucha también por Apple Podcasts, Spotify y YouTubeExplora nuestra extensa colección de podcasts haciendo clic aquíSíguenos en Facebook e Instagram.
Um Professor teve a absolvição revertida para condenação no STF por ter falado para uma aluna que não iria beber café para não ficar da cor dela. Falo sobre o caso desde a 1a instância até chegar ao STF. Menciono a condenação do Brasil perante a Corte-IDH em situação similar (de racismo institucional).Conheça melhor o autor do #BiroscaNews.
(00:00:00) Xadrez Verbal #467 OTAN e racismo na Copa do Mundo (00:05:40) Giro de Notícias #01 (00:30:35) Coluna Aberta: Cúpula da OTAN (01:09:40) Efemérides: A Semana na História (01:17:05) Match: América Latina (01:54:40) Xeque: Bacia do Pacífico e Copa do Mundo 2026 (02:35:30) Giro de Notícias #02 (02:58:50) Peões da Semana (03:02:35) Sétimo Selo (03:12:40) Música de Encerramento O racismo de uma senadora paraguaia criou uma crise diplomática com a França! Passamos por essa e outras notícias internacionais da Copa do Mundo.Também repercutimos a cúpula da OTAN, além de observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para a crise política na Colômbia.Use o código XADREZ na Você Europeu para ter condições exclusivas: https://voceeuropeu.com.br/xadrez/Conheça a Carta Global de Fernanda Simas: https://www.cartaglobal.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
A senadora paraguaia Celeste Amarilla provocou uma grave crise diplomática após desferir ataques de teor racista contra o atacante francês Kylian Mbappé.O caso escalou após a parlamentar citar a prisão de Ronaldinho Gaúcho como tom de aviso ao atleta.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #mbappe #ronaldinho #senadora #paraguai #injuria #racismo #politica #polemica #podcast #noticias #declaracao #repercussao #bastidores #futebol #esporte #debate #analise #brasil #crime #audiopast
Acesso às modalidades continua desigual especialmente para grupos étnicos minoritários; relatório destaca como pobreza, conflitos, regulamentos e falta de representação criam barreiras à participação.
Luísa Sonza detalha os bastidores do processo judicial por racismo e a pressão constante dos haters em sua trajetória profissional. A cantora também revela como mantém o equilíbrio familiar e os complexos desafios de seu atual relacionamento a distância.
Recibimos a Michel Franco, guionista y director de cine mexicano, que nos presenta su nueva película, Dreams, un romance transfronterizo que revela las tensiones de clase, poder y dependencia entre México y Estados Unidos. En la segunda parte del programa, con motivo del Día Europeo de la Música, conversamos con nuestros compañeros de Radio Clásica, María del Ser y Vigor Kuric, que celebran este año el sesenta aniversario de la emisora. También hoy se celebra el solsticio de verano y, por ello, nuestro colaborador Guillermo Busutil nos invita a recorrer la presencia del estío en la literatura y el cine en una nueva entrega de La ventana de nautilus.Escuchar audio
La presión estadounidense sobre el gobierno mexicano alcanza un punto crítico tras las declaraciones de Sara Carter, zar antidrogas de EE. UU., quien advierte que la cacería de presuntos "narcopolíticos" en México apenas comienza. En esta entrega de Saga Noticias, Max Espejel analiza la reconfiguración de la estrategia de seguridad y el impacto del abatimiento de líderes criminales en territorio nacional. Además, desglosa los temas que marcan la agenda nacional e internacional, desde el caso de la mujer vinculada al CJNG en Puebla, la polémica investigación al gobernador de California, Gavin Newsom, y la decisión del Reino Unido de prohibir el acceso a redes sociales a menores de 16 años, hasta las protestas de la CNTE y el lamentable acto de racismo contra una influencer coreana en el Estadio de Guadalajara. ¿Consideras que la presión de Estados Unidos sobre funcionarios mexicanos representa una violación a la soberanía nacional o una medida necesaria ante la infiltración del crimen organizado? Comparte tu opinión en los comentarios. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
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