POPULARITY
Nascida numa família pobre da Califórnia, Dorothea sempre soube que precisaria agir sozinha para alcançar o luxo que tanto almejava na vida. Já adulta, ela se tornou uma fraudadora nata, mas seu principal desejo era criar uma pensão onde pudesse extorquir e manipular inquilinos vulneráveis.
Arthur Marchetto, Anna Raissa e Igor Oliveira Neves se reúnem em mais um episódio do Clube de Leitura 30:MIN e, desta vez, discutem "Te dei olhos e olhaste as trevas", de Irene Solá. Eles comentam sobre o estranhamento, sobre o sagrado e o profano, de uma casa povoada por fantasmas e compartilham alguns dos trechos preferidos.O episódio anuncia a próxima leitura do clube: "Kim Jiyoung, Nascida em 1982", de Cho Nam-Joo.---LinksApoie o 30:MINConfira nossa vitrine na Amazon!Siga a gente nas redesJá apoia? Acesse suas recompensasConfira todos os títulos do clube!
Símbolo da literatura francesa, Madame de Sévigné costuma ser lembrada pelas cartas que escreveu à filha ao longo do século XVII. Uma nova exposição no Museu Carnavalet, em Paris, propõe uma releitura dessa figura histórica. Em vez da escritora isolada, a mostra apresenta uma mulher inserida em uma rede de aristocratas, intelectuais e anfitriã magnânima de salões que desafiaram as convenções de sua época. "Esse é justamente o objetivo da exposição", explica o curador David Simonneau. Apoiada em três décadas de pesquisas universitárias, a mostra procura revisitar uma figura que ocupa um lugar quase monumental na literatura francesa. "Hoje percebemos que Madame de Sévigné não estava isolada. Ela fazia parte de uma rede de mulheres cultas e extraordinárias, que durante muito tempo permaneceram invisibilizadas pela história." Durante séculos, essas mulheres ficaram associadas ao termo "preciosas", popularizado principalmente pela sátira. Simonneau lembra, porém, que a palavra nasceu como uma forma de desqualificação. "Era um termo usado para depreciá-las", afirma. Os historiadores preferem atualmente a expressão "círculos galantes", ambientes frequentados por homens e mulheres da aristocracia parisiense onde se discutiam literatura, artes e ciência. Mais do que simples encontros mundanos, esses salões revelavam uma ambição intelectual e social. Segundo o curador, eles surgiram em uma época ainda marcada pela violência das guerras religiosas e pelas práticas de uma nobreza acostumada aos duelos e às demonstrações de força. "Havia uma verdadeira vontade de tornar as relações entre homens e mulheres mais pacíficas", explica. Para as anfitriãs desses encontros, os salões também constituíam um espaço de formação permanente, onde as mulheres podiam continuar aprendendo, lendo e participando de debates intelectuais. A trajetória de Madame de Sévigné atravessa diferentes momentos da monarquia francesa. Nascida em 1626 e morta em 1696, ela testemunhou tanto a regência de Ana da Áustria quanto o longo reinado de Luís XIV, o famoso "Rei Sol". Essa duração excepcional de vida permite acompanhar, por meio de suas cartas, transformações profundas da sociedade francesa. Os mecanismos da corte, da regência ao "Rei Sol" Segundo Simonneau, existe um contraste importante entre os primeiros anos da juventude de Sévigné e a sociedade que se consolidou sob o Rei Sol. Durante a regência, os círculos galantes ainda ocupavam um papel central na vida aristocrática. Com Luís XIV, os mecanismos de poder tornaram-se mais rígidos e os conflitos entre cortesãos mais intensos. É justamente nesse contexto que surge uma das características mais fascinantes da escritora. Embora frequentasse regularmente a corte, Madame de Sévigné jamais exerceu um cargo oficial junto à família real. Para o curador, essa posição relativamente independente acabou se transformando em uma vantagem. Livre das obrigações que limitavam outros observadores, ela desenvolveu um olhar particularmente agudo sobre o funcionamento do poder. "Ela observa tudo com grande distância e muito humor", resume Simonneau. Em suas cartas, os conflitos políticos aparecem frequentemente sob a forma de relatos ácidos e irônicos das rivalidades entre nobres, ministros e favoritos reais. O resultado é um retrato vivo das disputas que agitavam os bastidores da monarquia mais poderosa da Europa. Essa dimensão faz com que suas cartas transcendam o valor puramente literário. Durante muito tempo, a correspondência foi lida como uma espécie de crônica elegante do reinado de Luís XIV. A exposição propõe uma visão mais ampla. Para Simonneau, a autora possuía uma verdadeira consciência de seu trabalho de escrita. "Ela tinha formação para escrever. Não escrevia simplesmente ao sabor dos acontecimentos", explica. "Havia uma intenção literária muito clara." Leia tambémUm roteiro de charme pelos castelos e histórias das amantes dos reis franceses Ligações perigosas Mas a importância de sua correspondência também reside na qualidade das informações que circulavam por sua rede de relações. Cercada por personagens próximos do centro do poder, a marquesa registrou episódios que muitas vezes escapavam às publicações da época. O exemplo mais célebre envolve Nicolas Fouquet, poderoso superintendente das finanças do reino e amigo próximo de Madame de Sévigné. Preso por ordem de Luís XIV, Fouquet foi submetido a um julgamento realizado a portas fechadas. Embora boa parte da população dependesse das informações oficiais divulgadas pelas gazetas, a escritora conseguiu obter relatos sobre o desenrolar do processo. "Vou lhe contar o que as gazetas não contam", escreveu ela à filha em uma das cartas citadas na exposição. A frase ajuda a compreender porque sua correspondência continua despertando tanto interesse entre historiadores. Ao lado dos grandes acontecimentos políticos, as missivas revelam aspectos da vida cotidiana, dos costumes, das sociabilidades e das emoções de uma elite que moldou a França do século XVII. Museu foi residência de Madame de Sévigné A escolha do local da exposição reforça esse diálogo entre personagem e história. O Museu Carnavalet ocupa justamente o Hôtel Carnavalet, residência onde Madame de Sévigné viveu durante cerca de 20 anos, de 1677 até sua morte. Instalado no coração do Marais, bairro que concentrava grande parte da aristocracia parisiense da época, o edifício conserva uma ligação íntima com a escritora. Segundo Simonneau, foi precisamente essa associação que levou, no século XIX, à escolha do local para abrigar o museu dedicado à história de Paris. A mostra procura explorar essa proximidade. Em vez de se limitar à apresentação das cartas, reúne retratos, esculturas, objetos de uso cotidiano e obras de arte capazes de reconstruir o universo material da marquise. Os curadores recorreram inclusive ao inventário elaborado após sua morte para reconstituir ambientes e sugerir a atmosfera que cercava sua vida no Hôtel Carnavalet. Ao mesmo tempo, a exposição funciona como uma porta de entrada para o próprio museu, ainda pouco conhecido por muitos visitantes estrangeiros. Dedicado exclusivamente à história da capital francesa, o Carnavalet é o mais antigo museu municipal de Paris. Instalado em dois hôtels particuliers históricos unidos por uma galeria, ele reúne cerca de 3.800 obras que percorrem a trajetória da cidade, desde a pré-história até os dias atuais. Renovado em 2021, o museu conserva desde painéis renascentistas e salões aristocráticos inteiros até objetos ligados à Revolução Francesa, fotografias, cartazes e testemunhos da vida cotidiana parisiense. Um percurso que ajuda a compreender a cidade onde Madame de Sévigné viveu, escreveu e construiu um dos mais extraordinários retratos da França de seu tempo. A exposição Madame de Sévigné, Cartas parisienses fica em cartaz no Museu Carnavalet até o dia 23 de agosto de 2026.
Antenados #329 - Danilo Gobatto conversa com Denise Stoklos. A atriz e diretora está de volta a São Paulo com o solo de sucesso “Mary Stuart”, em cartaz no Teatro Vivo. Este espetáculo estreou em 1987 no Teatro La Mama, em Nova York, e desde então tem recebido internacionalmente os melhores elogios da crítica. Inspirado em vários textos sobre a rainha da Escócia, a peça é definida como “estabelecimento das bases do que Denise Stoklos designa como seu chamado Teatro Essencial”, aquele que utiliza o mínimo de recursos materiais e o máximo dos próprios meios do ator, que são o corpo, a voz e o pensamento. Sozinha no palco, Denise é simultaneamente a rainha da Escócia, Mary Stuart - aprisionada e condenada à morte -, e a própria prima, Elizabeth I, rainha da Inglaterra. Nascida em Irati, a descendente de ucranianos começou sua carreira em 1968, enquanto cursava sociologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná e jornalismo na Universidade Federal do Paraná. Depois de trabalhar no Rio de Janeiro e em São Paulo, mudou-se com seu marido para Londres em 1977, onde ela especializou-se em mímica e desenvolveu seu estilo próprio de performances solo. Denise Stoklos foi a primeira atriz brasileira a se apresentar em Moscou, Pequim e na Ucrânia. Ela já representou suas vinte peças em sete idiomas, apresentou-se em trinta países e escreveu sete livros. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins
A diferença entre suportar a pressão de um propósito ou desmoronar no meio do caminho não reside na quantidade de talentos que você possui.A parábola das dez virgens, relatada no texto de Mateus 25, mostra que a distinção real entre as prudentes e as imprudentes estava na reserva invisível de óleo. O hábito intencional de estocar combustível espiritual antes da crise atua como a garantia de que a sua lamparina continuará acesa sob alta exigência.Neste oitavo vídeo do devocional, a pastora Flavia Arrais expõe uma das armadilhas mais comuns e sutis na rotina de uma mulher ativa: a troca do tempo de intimidade pelo excesso de serviço.- O cansaço profundo manifesta-se meses após o abandono da oração, quando a reserva acaba e a sua entrega passa a depender de um esforço puramente mecânico.- A resistência que sustenta as suas decisões não nasce da sua força humana, mas renova-se a cada vez que você prioriza a presença de Deus em vez de outra distração.- O próprio Cristo, no centro do ministério mais exigente da história, retirava-se de forma consistente para o silêncio antes e depois de grandes demandas.Cultivar o lugar secreto constrói uma autoridade que confunde as expectativas ao seu redor, pois a sua capacidade de suportar os processos difíceis deixa de ter uma explicação natural.Deixe nos comentários o que você tem deixado ocupar o espaço que deveria pertencer ao secreto e o que decidiu reorganizar hoje para voltar a estocar o seu óleo.Garanta o seu exemplar físico no link abaixo para realizar a leitura completa.
Faaaaaala Santidade!Você conhece a história de Santa Catarina de Alexandria?Santa Catarina de Alexandria foi uma jovem de inteligência extraordinária, conhecida por sua profunda fé, coragem e firmeza diante das perseguições aos cristãos. Nascida em uma família nobre no Egito, recebeu uma educação incomum para sua época e dominava áreas como filosofia, retórica e ciências. Ainda muito jovem, converteu-se ao cristianismo e decidiu consagrar sua vida inteiramente a Cristo.Quando o imperador iniciou uma forte perseguição contra os cristãos, Catarina não permaneceu em silêncio. Ela se apresentou diante dele para defender a fé e contestar a idolatria. Segundo a tradição, foi colocada para debater com dezenas de filósofos do império, que acabaram impressionados com sua sabedoria e muitos deles abraçaram o cristianismo. Sua coragem e testemunho levaram diversas pessoas à conversão, mesmo sabendo que isso poderia lhe custar a própria vida.Se você gosta de histórias de coragem, inteligência e de uma confiança inabalável em Deus, este episódio foi preparado especialmente para você. Vamos conhecer a trajetória dessa grande santa, padroeira dos estudantes, filósofos e professores, entendendo como sua fé permaneceu firme mesmo diante das maiores ameaças.Ouça o nosso episódio e descubra curiosidades sobre a vida de Santa Catarina de Alexandria de um jeito leve, acessível e cheio de inspiração. Como uma jovem conseguiu enfrentar um imperador, defender a verdade diante dos maiores sábios do seu tempo e permanecer fiel até o martírio? Você vai conhecer uma história que atravessou os séculos e continua inspirando cristãos no mundo inteiro.《"Sei em quem coloquei minha esperança, e nada poderá me separar do amor de Cristo."》Acompanhe conosco, aprenda com a história de Santa Catarina de Alexandria e compartilhe com os amigos! Esperamos um dia ter um episódio aqui sobre você também.=============CONTATOS===============Instagram: @sopelamisericordiaFacebook: /sopelamisericordiaE-mail: sopelamisericordia7@gmail.comSite: www.sopelamiericordia.com.brYoutube: @sopelamisericordia
Nesta semana recebemos a campeã do IRONMAN Brasil 2026, Romina Biagioli. Nascida em família de atletas, a natação foi o seu esporte de origem. Mas a facilidade para correr chamou a atenção de um técnico e o triathlon entrou na sua vida. Depois de duas olimpíadas, ela migrou de distância e conquistou o maior título da sua carreira (até o momento) em Floripa. Confira como foi o nosso papo!
Neste podcast, os professores Bernardo Norat e Danilo Gomes refletem sobre a trajetória, a obra e os ensinamentos de Helena Petrovna Blavatsky, uma das figuras mais marcantes do pensamento filosófico e espiritual moderno. Sua vida foi marcada por um profundo compromisso com a busca da verdade, do autoconhecimento e dos valores humanos universais. Seus ensinamentos continuam inspirando aqueles que desejam desenvolver uma vida mais consciente, ética e significativa, fundamentada no aperfeiçoamento interior e no ideal de fraternidade entre todos os seres humanos. Ao longo deste episódio, são apresentados aspectos significativos da vida de HPB, desde sua infância e seu interesse precoce pelos mistérios da existência até suas inúmeras viagens em busca de conhecimentos preservados pelas diferentes tradições filosóficas e religiosas da humanidade. Nascida em 31 de julho de 1831, destacou-se pela coragem em desafiar as convenções sociais de sua época e pela dedicação em tornar acessíveis ensinamentos voltados à superação da ignorância, do fanatismo e do materialismo excessivo. A partir de seus ensinamentos sobre disciplina interior, observação de si mesmo, desenvolvimento da mente, domínio das paixões e fortalecimento do caráter, HPB propõe um caminho de transformação humana. O episódio aborda como esses princípios podem ser vividos na prática, por meio da fidelidade aos valores, do cultivo de pensamentos elevados, da reflexão constante e da capacidade de governar os próprios impulsos. Dessa forma, a busca pela sabedoria deixa de ser apenas um ideal abstrato e passa a se expressar em ações concretas para o crescimento humano e espiritual. O legado de Helena Petrovna Blavatsky permanece vivo por meio de seus ensinamentos e do exemplo de sua própria vida. Sua dedicação à busca da verdade, ao autoconhecimento e à construção da fraternidade universal continua inspirando aqueles que aspiram a uma existência mais consciente, responsável e orientada pelos mais elevados valores humanos. Entre suas mensagens mais inspiradoras, destaca-se a ideia de que viver para beneficiar a humanidade é o primeiro passo no caminho da verdadeira sabedoria, um ideal que ela procurou encarnar em toda a sua trajetória. Participantes: Bernardo Norat e Danilo Gomes Trilha Sonora: Sinfonia nº 6 – Terceiro Movimento (Vivace), de Sergei Prokofiev
Trechos do livro " Las Moradas”, de Santa Teresa dʼÁvila.Santa Teresa de Ávila (1515–1582) foi uma mística, reformadora religiosa e escritora espanhola do século XVI.Nascida em uma família cristã na cidade de Ávila, ingressou ainda jovem no Carmelo. Após anos de vida religiosa marcada por enfermidades e lutas interiores, viveu profundas experiências místicas que transformaram radicalmente sua fé. Essas vivências a levaram a iniciar a Reforma do Carmelo, buscando um retorno à simplicidade, ao silêncio e à vida contemplativa autêntica.Seus ensinamentos enfatizam a oração interior como um caminho de amizade viva com Deus. Em obras como O Livro da Vida e O Castelo Interior, Teresa descreve o progresso da alma rumo à união divina, destacando a humildade, o desapego e o amor como fundamentos da vida espiritual. Para ela, a verdadeira contemplação não afasta do mundo, mas aprofunda a caridade e o serviço.Santa Teresa é uma das maiores místicas do cristianismo e foi proclamada Doutora da Igreja. Sua influência ultrapassa fronteiras religiosas, inspirando buscadores espirituais, teólogos e psicólogos, e permanecendo como referência central na tradição contemplativa cristã.
Ev. Marcelo Telles A Inteligência Espiritual Nascida no Altar e Formada na Palavra
A cantora franco-portuguesa Elsinha lança a 3 de Junho o seu primeiro álbum de estúdio, Liberdade. Com 12 temas em português, espanhol e francês, o disco percorre memórias de infância, desafios pessoais e influências culturais que marcaram o percurso da artista entre França, Espanha, Brasil e Portugal. A cantora franco-portuguesa conhecida artisticamente como Elsinha lança, a 3 de Junho, o seu primeiro álbum de estúdio, “Liberdade”. Nascida em Rueil-Malmaison, na região parisiense, filha de emigrantes portugueses, Elsinha cedo sentiu o desejo de descobrir o mundo. Aos 20 anos, saiu de casa e viveu em Espanha e, mais tarde, no Brasil, onde contactou com diferentes sonoridades que viriam a contribuir para a construção da sua identidade musical. Depois de lançar vários singles e o EP “Salvação”, em 2019, a artista concretiza agora um dos seus maiores sonhos com a edição de “Liberdade”, um álbum composto por 12 temas. Um percurso atípico Após concluir os estudos, Elsinha iniciou a sua carreira profissional como professora de espanhol na Educação Nacional francesa. Contudo, o apelo da música revelou-se mais forte. Acabou por abandonar o ensino para se dedicar inteiramente à música e à dança, duas expressões artísticas que hoje marcam profundamente o seu trabalho. Uma actuação de Elsinha vai além da interpretação vocal. Os concertos da artista conjugam música, dança e a participação dos músicos que a acompanham, criando uma experiência artística completa. Em “Liberdade”, Elsinha partilha episódios marcantes da sua vida, revelando momentos de superação, sofrimento, descoberta e felicidade. O álbum assume-se como uma viagem pela infância, pela vida adulta e pelas experiências que moldaram o percurso pessoal da cantora. Musicalmente, o trabalho cruza referências afro-brasileiras com influências lusófonas e hispânicas. O resultado é um disco emocionalmente intenso, que reflecte tanto a história pessoal da artista como a sua vivência multicultural. O projecto inclui canções em português, espanhol e francês, espelhando as diferentes etapas de um percurso construído entre vários países e culturas. Para além da sua dimensão artística e cultural, “Liberdade” afirma-se como um projecto profundamente pessoal, que mergulha também na história familiar da cantora. A música não parecia um destino evidente para Elsinha. Os pais mostravam alguma reserva em relação a uma carreira artística. No entanto, à medida que foi construindo o seu caminho, a cantora descobriu uma ligação familiar à música até então pouco conhecida: uma mãe apaixonada pelo fado e um bisavô acordeonista. Mais do que o título de um álbum, “Liberdade” representa a emancipação artística de Elsinha e a celebração de uma herança familiar em que a música sempre fez vibrar os corações.
Desde as memórias de infância entre as rimas do pai e o grande vulto são-tomense Alda Espírito Santo, com toda a riqueza da poesia lusófona, ou ainda Aimé Césaire ou Langston Hughes, Conceição Lima falou em Junho de 2025 das suas influências literárias. Algumas semanas após a sua morte prematura, a RFI passa excertos inéditos dessa entrevista. Em 2025, a RFI esteve em São Tomé e Príncipe para uma série de entrevistas sobre os 50 anos da independência do país. Um dos primeiros nomes falados na redacção como imprescindível para um relato justo do país neste último meio século foi Conceição de Deus Lima. Nascida ainda sob o jugo colonial, em Santana, na ilha de São Tomé, Conceição tornou-se uma das vozes mais activas e mais conhecidas da sociedade civil são-tomense como jornalista, escritora e poetisa. Fez os estudos até ao liceu em São tomé e Príncipe, tendo depois começado os estudos superiores em Portugal e formando-se ainda na King's College de Londres. Em Londres trabalhou na BBC e em São Tomé fundou e dirigiu o semanário independente "O País Hoje". Teve vários cargos na televisão e na rádio públicas em São Tomé. Foi na poesia, aliás, que mais terá encontrado a sua voz, uma mistura de rectidão, liberdade e encanto. É a poetisa mais traduzida de São Tomé e Príncipe, com as suas rimas a chegarem a pessoas que falam línguas distantes como o alemão, o árabe ou o turco. Após vários encontros e tentativas de persuasão, Conceição Lima concedeu uma entrevista à RFI em que falou sobre os poetas da sua terra, sobre a músicas, sobre a luta pela libertação no arquipélago e sobre a sua visão para o país. Fê-lo com conhecimento de causa, como uma das figuras mais relevantes das sua geração, mas sobretudo com justeza e imparcialidade, ora não fosse jornalista. Alguns excertos da entrevista foram publicados nessa altura, mas ficaram inéditos os excertos em que Conceição Lima falou sobre as suas próprias influências e sobre a sua poesia. Conceição Lima morreu no dia 15 de Maio de 2026, mas a sua obra e a sua influência junto dos são-tomenses e todos os leitores lusófonos perdura. Durante a celebração do dia da mulher são-tomense, em 19 de setembro do ano passado, Conceição de Deus Lima foi distinguida pelo Governo são-tomense como embaixadora da Cultura de São Tomé e Príncipe em reconhecimento pelo papel na valorização e promoção da identidade cultural do país no plano internacional. O Governo são-tomense decretou três dias de luto por Conceição Lima e centenas de pessoas acorreram à última homenagem. Em Junho de 2025, na espalanada da Cacau, Conceição Lima falou-nos sobre as suas influências, a poesia, a música e a esperança no futuro.
Nascida no Oregon, a modelo adolescente Rebecca Schaeffer se mudou para Nova York, onde se tornou atriz. Nos anos 80, ela viveu em Los Angeles e se tornou estrela de uma série de sucesso e era tida como uma promessa da nova geração hollywoodiana. Até que um fã obcecado foi longe demais.〰️Episódios exclusivos aqui:https://orelo.cc/modusoperandihttps://apoia.se/modusoperandi
María Elena Morán chega ao Rabiscos para uma conversa sobre o seu livro "Voltar a quando" (Biblioteca Azul), romance que atravessa memória, exílio, luto, revolução e os escombros emocionais deixados por um país em crise. Nascida na Venezuela e escrevendo também em português, a autora fala sobre desencanto político, literatura como ponte, os limites da democracia, a dificuldade de dialogar em tempos polarizados e a escrita como tentativa de reorganizar o caos. Para envio de livros e postagens: Tadeu Rodrigues Caixa Postal nº 129 CEP: 37701-010 - Poços de Caldas - MG Acompanhe, curta, compartilhe! Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com |
Citações de Anandamayi Ma.Ananda Mayi Ma (1896 - 1982) foi uma santa, mestre espiritual e uma das mais influentes místicas da Índia nos tempos modernos.Nascida como Nirmala Sundari em uma vila de Bangladesh, Anandamayi casou-se jovem, mas sua vida seguiu um caminho de renúncia e devoção. Aos poucos, atraiu discípulos, incluindo intelectuais e buscadores espirituais, que viam nela a personificação da bem-aventurança divina (Ananda). Mais tarde, ela viajou pela Índia disseminando ensinamentos, sem jamais se fixar em um único local ou criar uma organização formal.Anandamayi Ma ensinava a busca pela realização do verdadeiro Eu e a entrega total a Deus. Sua abordagem era universalista, respeitando todas as tradições espirituais. Ela destacava a importância da meditação, do desapego e da prática devocional. Seus ensinamentos enfatizavam que a vida inteira pode ser transformada em um ato de adoração, independentemente das circunstâncias externas. Ela via o mundo como uma manifestação divina, incentivando seus discípulos a cultivar a paz interior e a equanimidade.Considerada uma santa viva, Anandamayi Ma influenciou grandes mestres espirituais e continua a inspirar devotos no mundo todo. Sua vida e ensinamentos seguem como um farol para aqueles que buscam a autotransformação e a conexão com o divino.
Há uma enóloga portuguesa a brilhar nos Estados Unidos. Nascida em Lisboa e com fortes ligações sentimentais ao Alentejo, Ana Diogo-Draper está radicada na Califórnia há mais de 20 anos, tendo-se tornado num nome respeitado entre pares e já referenciado pela prestigiada Wine Spectator. Para lá do percurso profissional de Ana, nesta conversa abordam-se os efeitos do "smoke taint", a crise que a indústria californiana do vinho também atravessa, as tarifas, as oportunidades e os desafios para os vinhos portugueses no gigante mercado norte-americano.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 104º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz da publicidade e da dublagem. Nascida em São Paulo, na Moóca, bairro da Zona Leste, mas considerado parte do Centro expandido da Capital, a nossa entrevistada tem ascendência por parte de pai, da Bessarábia, região que atualmente pertence principalmente à República da Moldávia, e materna de espanhóis e italianos. Desde pequena, sua mãe a incentivou a declamar poesias, e se destacava na escola por sua habilidade de recitar em público, além de ter desenvolvido uma facilidade de aprender idiomas. Com 5 anos, queria ser atriz, e até criou um nome artístico: Marta Estevão. Por imposição paterna, foi estudar arquitetura para a qual não tinha a menor habilidade, mas quando terminou a faculdade, ingressou no Teatro Escola Macunaíma e se deu tão bem que ao terminar o curso, foi convidada para dar aula de teatro, até que resolveu participar de um concurso do Clube de Criação de São Paulo que procurava novas vozes para a publicidade. Nesse concurso, foi uma das selecionadas e começou a sua carreira na locução publicitária. Tempos depois, ela foi escolhida num casting para ser a 1a. voz sintetizada do Brasil, e por essa razão viajou inúmeras vezes para a Bélgica, onde as gravações se realizavam e até hoje, a sua voz pode ser ouvida em aplicativos, aeroportos etc. Quem vai contar essa sua história de sucesso é Tânia Gaidarji. A conversa aconteceu em março de 2026 e você vai ficar sabendo que ela também enveredou para a dublagem, fazendo inúmeros personagens famosos, mas uma em especial, a Bulma do Dragon Ball, há 40 anos, sendo que o sucesso da personagem, proporciona a ela a possibilidade de participar de inúmeros eventos em todos os cantos do Brasil. Com a gente, e pra vocês: TÂNIA GAIDARJI! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 104º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz da publicidade e da dublagem. Nascida em São Paulo, na Moóca, bairro da Zona Leste, mas considerado parte do Centro expandido da Capital, a nossa entrevistada tem ascendência por parte de pai, da Bessarábia, região que atualmente pertence principalmente à República da Moldávia, e materna de espanhóis e italianos. Desde pequena, sua mãe a incentivou a declamar poesias, e se destacava na escola por sua habilidade de recitar em público, além de ter desenvolvido uma facilidade de aprender idiomas. Com 5 anos, queria ser atriz, e até criou um nome artístico: Marta Estevão. Por imposição paterna, foi estudar arquitetura para a qual não tinha a menor habilidade, mas quando terminou a faculdade, ingressou no Teatro Escola Macunaíma e se deu tão bem que ao terminar o curso, foi convidada para dar aula de teatro, até que resolveu participar de um concurso do Clube de Criação de São Paulo que procurava novas vozes para a publicidade. Nesse concurso, foi uma das selecionadas e começou a sua carreira na locução publicitária. Tempos depois, ela foi escolhida num casting para ser a 1a. voz sintetizada do Brasil, e por essa razão viajou inúmeras vezes para a Bélgica, onde as gravações se realizavam e até hoje, a sua voz pode ser ouvida em aplicativos, aeroportos etc. Quem vai contar essa sua história de sucesso é Tânia Gaidarji. A conversa aconteceu em março de 2026 e você vai ficar sabendo que ela também enveredou para a dublagem, fazendo inúmeros personagens famosos, mas uma em especial, a Bulma do Dragon Ball, há 40 anos, sendo que o sucesso da personagem, proporciona a ela a possibilidade de participar de inúmeros eventos em todos os cantos do Brasil. Com a gente, e pra vocês: TÂNIA GAIDARJI! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, o PodDelas recebe Gkay para uma conversa sincera sobre fama, polêmicas, amadurecimento e tudo o que aconteceu nos bastidores de uma das trajetórias mais intensas da internet nos últimos anos.Nascida em Solânea, no interior da Paraíba, Gkay começou gravando vídeos de humor na internet e rapidamente conquistou milhões de seguidores. Com o tempo, virou atriz, empresária e criadora da Farofa da Gkay, um dos eventos mais comentados das redes sociais.Mas por trás da influenciadora, existe a Gessica, uma mulher forte e doce ao mesmo tempo.Vem ver e rir nesse episódio super especial! Dá o play!______________________________________________________Experimente as novas linhas e novas fórmulas de Neutrox!10% de desconto com o código COMPRAPOD10 até dia 14/04/26: https://www.mercadolivre.com.br/loja/neutrox
O Câmara Rio Entrevista recebe uma das vozes mais marcantes da música brasileira: Ellen de Lima.Nascida na Bahia e criada artisticamente no Rio de Janeiro, Ellen iniciou a carreira ainda criança ao participar de um programa de calouros da Rádio Nacional. A partir dali começava a trajetória de uma artista que se tornaria referência da música romântica brasileira.Na década de cinquenta, sua voz marcante conquistou o público em todo o país com interpretações de boleros, sambas-canções e baladas. O sucesso levou a cantora a apresentações internacionais, incluindo temporadas no tradicional Casino Estoril, além de participações em festivais, peças teatrais e produções audiovisuais.A partir do fim dos anos oitenta, Ellen passou a integrar o grupo As Cantoras do Rádio, projeto dedicado a preservar a memória da chamada era de ouro do rádio, que marcou gerações de artistas e ouvintes no Brasil.#EllenDeLima #CantorasDoRádio #MúsicaBrasileira #Bolero #SambaCanção #HistóriaDaMúsica #RádioNacional #CulturaBrasileira #Entrevista #RioTVCâmara•••➡️ Acompanhe a Câmara Municipal nas redes sociais:Instagram: / camarario X (Antigo Twitter): / camarario Facebook: / camarario LinkedIn: / camarariooficial Site: http://camara.rioTikTok: / camara.rio
Citações de Anandamayi Ma.Ananda Mayi Ma (1896 - 1982) foi uma santa, mestre espiritual e uma das mais influentes místicas da Índia nos tempos modernos.Nascida como Nirmala Sundari em uma vila de Bangladesh, Anandamayi casou-se jovem, mas sua vida seguiu um caminho de renúncia e devoção. Aos poucos, atraiu discípulos, incluindo intelectuais e buscadores espirituais, que viam nela a personificação da bem-aventurança divina (Ananda). Mais tarde, ela viajou pela Índia disseminando ensinamentos, sem jamais se fixar em um único local ou criar uma organização formal.Anandamayi Ma ensinava a busca pela realização do verdadeiro Eu e a entrega total a Deus. Sua abordagem era universalista, respeitando todas as tradições espirituais. Ela destacava a importância da meditação, do desapego e da prática devocional. Seus ensinamentos enfatizavam que a vida inteira pode ser transformada em um ato de adoração, independentemente das circunstâncias externas. Ela via o mundo como uma manifestação divina, incentivando seus discípulos a cultivar a paz interior e a equanimidade.Considerada uma santa viva, Anandamayi Ma influenciou grandes mestres espirituais e continua a inspirar devotos no mundo todo. Sua vida e ensinamentos seguem como um farol para aqueles que buscam a autotransformação e a conexão com o divino.
Nascida e criada em São Luís, com vivências e experiências em vários lugares do mundo, a artista foi a atração do projeto Pátio Aberto, na quinta (05), no CCVM, com o show Uma Década de História
Nascida em berço de ouro, Dominique Cristina Scharf transformou charme e ousadia em ferramentas para uma carreira criminosa que atravessou décadas. Com a ajuda de seu comparsa gay, cometeu golpes amorosos, roubos audaciosos e crimes cada vez mais perigosos, consolidando-se como “a maior estelionatária do país”.-Insider com desconto usando o cupom CAFECOMCRIME: https://creators.insiderstore.com.br/CAFECOMCRIME-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: https://umapenca.com/cafecomcrime/ -Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 018 de março de 2026.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteiro por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoRoteiro e pesquisa for Ana Paula Almeida
Os últimos quinze dias viram a normalização da extrema direita se acelerar. A morte de um militante fascista, transformado em mártir, tem redesenhado as fronteiras do aceitável a do inaceitável na política – e recomposto o chamado “cordão sanitário”: o perigo agora já não seria a extrema direita dos Le Pen, mas a esquerda. Thomás Zicman de Barros, analista político Em 12 de fevereiro, a eurodeputada francesa Rima Hassan, do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI), realizou uma conferência em Lyon. Nascida num campo de refugiados palestinos, ela falaria sobre o conflito no Oriente Médio. Contra o evento, o coletivo “femo-nacionalista” de extrema direita Némésis convocou um protesto. A chamada circulou nas redes, e grupos antifascistas locais foram ao local para evitar intimidações. Mensagens internas divulgadas pelo jornal L'Humanité indicam que, em articulação com grupos neonazistas, as militantes pretendiam “servir de isca” para atrair esses antifascistas. O objetivo era que houvesse confronto. Houve quebra-quebra, violência, e uma morte. Quentin Deranque, militante fascista de 23 anos, caiu no chão durante a briga. Chegou a recuperar a consciência, recusou atendimento médico, mas ignorava a severidade do traumatismo craniano. Hospitalizado, faleceu dois dias depois. A dramática morte do jovem fascista transformado em mártir foi o estopim para acelerar a normalização da extrema direita. Normalização da extrema direita: dois sentidos A normalização da extrema direita é um processo de longo prazo na França. A rigor, é geracional: o fundador do Front National, Jean-Marie Le Pen, era intencionalmente histriônico, próximo a grupos neonazistas, antissemita notório, negacionista do Holocausto, com um passado de torturador na Guerra da Argélia. Por sua vez, sua filha e herdeira política Marine gastou os últimos quinze anos tentando parecer palatável. Seu objetivo é dar uma repaginada no partido, um verniz respeitável. Como repeti inúmeras vezes nessa coluna, contudo, a normalização não é só um processo da extrema direita tentando se mover rumo ao centro. Há normalização, sobretudo, quando atores do mainstream caminham rumo à extrema direita, repetindo suas pautas, suas ideias. Políticos são peças centrais nesse deslocamento, mas não são os únicos. Parte da mídia também contribui para esse processo. Num ambiente midiático cada vez mais concentrado nas mãos de grandes fortunas – como o empresário Vincent Bolloré –, multiplicam-se plataformas dispostas a dar espaço para grupos “fascistizantes” que antes ficavam às margens. Três momentos de “desdiabolização” Nessa dinâmica em que o próprio mainstream se desloca, as mudanças podem ser rápidas. Apenas nos últimos três anos, foram três os momentos de comoção nacional na França que aceleraram muito a “desdiabolização” da extrema direita. O primeiro se viu depois dos atentados do Hamas, em 7 de outubro de 2023. A extrema direita participou das marchas em solidariedade a Israel. Ao permitir sua presença no cortejo sem maiores constrangimentos, boa parte do espectro político ajudou a esconder o antissemitismo inato do partido, apagando o pecado original do lepenismo. Ao mesmo tempo, a acusação de antissemitismo foi instrumentalizada contra a esquerda radical, que se recusou a marchar ao lado da extrema direita e denunciou o genocídio israelense em Gaza. O segundo capítulo veio com a dissolução surpresa da Assembleia Nacional por Emmanuel Macron após as eleições europeias de 2024. Diante da perspectiva de vitória do partido de Le Pen, parte da imprensa não soou o alarme. Ao contrário, preferiu sustentar que não seria o fim do mundo, relativizando seu extremismo e se perdendo em debates terminológicos sobre se se tratava de extrema direita, ultradireita ou direita radical. O terceiro momento é o atual. Como observador da cena política francesa, os capítulos anteriores me exasperavam. Mas nada se compara aos últimos quinze dias. Quentin Deranque fundara o coletivo supremacista branco Allobroges Bourgoin e participava de marchas abertamente neonazistas em Paris. Essas informações foram sonegadas do público, e Deranque foi inicialmente apresentado como um jovem estudante de matemática, um católico idealista que queria um mundo melhor. Em contraste, a diabolização da esquerda radical tem sido avassaladora. Parte do discurso político e midiático sustenta que a principal ameaça à democracia viria hoje da França Insubmissa, de Jean-Luc Mélenchon. É verdade que, em sua estratégia iconoclasta, os mélenchonistas frequentemente oferecem munição aos críticos. Pesou muito também o fato de que, entre os antifascistas presentes no confronto que levou à morte de Deranque, estava um assessor parlamentar do deputado Raphaël Arnault, da própria França Insubmissa e antigo fundador do grupo antifascista Jovem Guarda, em Lyon. Quase não se menciona, porém, que nos últimos quatro anos a extrema direita esteve ligada a pelo menos doze mortes na França, número incomparável aos episódios associados à esquerda. O novo “cordão sanitário” Que a extrema direita instrumentalizasse a morte de um de seus militantes era previsível. O mais preocupante foi a reação do mainstream. Espremida entre o avanço lepenista e o macronismo, a direita tradicional viu no episódio um pretexto para defender a “união das direitas”, aproximando-se de partidos de matriz fascista. Se até recentemente ainda havia quem defendesse apoiar a esquerda num segundo turno contra a extrema direita, esse dique ruiu. Hoje, figuras centrais da antiga direita afirmam abertamente que o “cordão sanitário” deve ser erguido não contra a extrema direita, mas contra a esquerda. Entre macronistas, consolidou-se a falsa equivalência do “nem-nem”: nem extrema direita, nem o que chamam de “extrema esquerda”. Querem se apresentar como a alternativa razoável. Ademais, sabem que essa retórica aprofundará os rachas na esquerda – dos quais falei quinze dias atrás – e pode ajudá-los a chegar no segundo turno. Na esquerda, setores ditos moderados também ampliaram os ataques fratricidas. Sobretudo no Partido Socialista, a esperança é recuperar o espólio eleitoral da esquerda radical e retomar a liderança do campo progressista. O que parecem ignorar é que podem ser – e em parte já são – os próximos a serem alvejados. Desde a morte de um militante fascista, multiplicaram-se pelo país marchas com gestos e palavras de ordem nazistas. Políticos da direita e do centro recorreram a apitos de cachorro, retomando o lema “Trabalho, Família, Pátria”, da França de Vichy, ou descrevendo a esquerda como força “anti-França”, eco de retóricas da extrema direita no caso Dreyfus. Como na canção, já se ouve o voo sombrio dos corvos sobre essas terras. E com a conivência de muitos.
Filha de pai e mãe jornalistas, é uma das mais jovens caras da televisão portuguesa. Nascida no Porto rumou até Lisboa para se licenciar em comunicação na Autónoma. Francisca Laranjo, jornalista apaixonada pela profissão, conta-nos o episódio que mais a marcou, nas cheias de Valência, a incomum relação profissional entre mãe e filha, as coisas que acontecem em direto. Uma entrevista realizada por Maria Inês Garcia, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Gabi Pessanha, uma das maiores atletas da nova geração do Jiu-Jitsu mundial. Com apenas 22 anos, Gabi já conquistou 10 títulos mundiais na faixa preta e se tornou símbolo de força, disciplina e representatividade feminina no esporte. Nascida e criada na Cidade de Deus, Gabi compartilha sua trajetória marcada por superações, escolhas difíceis e uma fé inabalável no poder transformador do Jiu-Jitsu. Da primeira aula experimental em um projeto social até os palcos internacionais, ela revela como o tatame se tornou seu caminho de vida e de impacto.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 101º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio! Nascida em São Paulo, no Belém, bairro próximo ao centro da Capital, descendente de franceses e espanhóis, estudou até a adolescência na tradicional Escola Caetano de Campos, onde teve uma sólida formação cultural e por influência dos pais, que viviam envolvidos em arte e cultura, acabou se encaminhando para o jornalismo e as ciências sociais. Foi aconselhada por seus professores a enveredar pelos caminhos da midia audiovisual e acabou indo fazer um estágio na Rádio Gazeta, para fazer jornalismo cultural e ser locutora, e nunca mais saiu do rádio. Depois da Gazeta, passou pela Alpha, pela Cultura, depois Eldorado, Estadão/ESPN, e foi para a CBN, que estava começando em São Paulo, onde ficou por 16 anos. Na CBN, durante 13 anos, apresentou o programa CBN Noite Total. Quem vai contar essa sua história de sucesso é Roxane Ré. A conversa aconteceu em novembro de 2025 e você vai ficar sabendo que hoje, e já há 8 anos, ela trabalha na Rádio USP, onde apresenta entre outros assuntos, uma programação de jornalismo científico. Nesta edição, voltamos a homenagear no final, mais grandes nomes que nos deixaram, e que não havíamos citado no episódio #100 do Voz Off, inclusive repercutindo sugestões e lembranças vindas de nossos ouvintes. Com a gente, e pra vocês: ROXANE RÉ! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A trajetória de Yvonne Lo Grandjean-Thomsen cruza continentes e culturas, revelando uma vida guiada pela resiliência e por um profundo sentido de missão. Nascida na Indonésia e criada no Brasil, Yvonne formou-se em medicina no Rio de Janeiro, mas já casada e com três filhos pequenos, emigrou para a Austrália. Em Petersham, Sydney, Yvonne dedicou mais de 30 anos ao cuidado da comunidade falante de língua portuguesa, e assim tornou-se, não apenas médica de família, mas uma presença constante de apoio, confiança e humanidade. Neste episódio, revisitamos o seu extraordinário percurso de vida.
Sandra Regina Rudiger não tem dúvida em afirmar que a verdadeira sabedoria é aquela que atravessa gerações, tradições e fronteiras — e permanece viva dentro de nós como uma chama que nunca se apaga. Talvez por isso ela tenha dedicado praticamente toda a sua vida a decifrar, viver e transmitir um conhecimento que, por muito tempo, foi reservado a poucos: a Cabala — esse mapa ancestral do funcionamento da alma, da vida e do universo. Nascida em uma família de origem judaica, esta minha convidada começou seus estudos ainda aos 14 anos, mergulhando nas histórias da Torá, em pleno Antigo Testamento, enquanto crescia numa escola católica tradicional. Talvez tenha sido ali, entre símbolos tão diferentes — e tão complementares — que ela percebeu que a espiritualidade não é propriedade de ninguém, mas um fio invisível que costura todas as tradições quando há abertura de coração. E abriu-se. E abriu caminhos. Ainda jovem, foi preparada pelos instrutores que a introduziram aos ensinamentos mais profundos da Cabala, num tempo em que esse conhecimento era compartilhado quase exclusivamente entre homens. Ao lado da mãe, da irmã e — mais tarde — das sobrinhas, formou uma verdadeira linhagem feminina que ousou ocupar um espaço que antes não lhes era permitido. Um resgate silencioso, firme e profundamente transformador. Em 2001, publicou seu primeiro livro — A Cabala e as Empresas — conectando a sabedoria milenar ao universo corporativo muito antes de isso virar tendência. Paralelamente, sua trajetória na Ordem Rosacruz a levou ao 12º grau e à atuação como palestrante oficial, aprofundando-se em arquétipos, símbolos e caminhos internos. Desde então, segue transmitindo esses conhecimentos em cursos, grupos de estudo e palestras — inclusive em lojas maçônicas — sempre fiel às fontes originais. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a psicóloga, professora e estudiosa da Cabala, Sandra Regina Rudiger, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento e foi categórica: “Precisamos elevar a nossa consciência para uma outra dimensão”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
repost @O valor e o sentido da vida - Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho #aovivo - YouTube Transmitido ao vivo em 6 de nov. de 2025 O Café Filosófico CPFL é um espaço aberto para reflexão. As falas dos convidados e os comentários do público são de responsabilidade dos respectivos autores e não refletem, necessariamente, a visão do Instituto CPFL ou de seus controladores. Comentários fora do tema proposto e que disseminam discursos de ódio e/ou ataques criminosos serão banidos automaticamente. “Que tipo de ser humano você quer ser?” Com essa provocação que exige olhar para dentro, identificar valores essenciais e, muitas vezes, confrontar incoerências entre crenças e atitudes, Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho dão início a um diálogo inspirado no livro O valor e o sentido da vida, obra que vai embasar um bate-papo dos autores com o público de Jundiaí, no módulo especial do Café Filosófico CPFL, em parceria com a Papirus Editora, em 6 de novembro, no Teatro Polytheama. Na ocasião, os autores abordarão temas centrais da obra, lançada pela Papirus 7 Mares, propondo uma reflexão sobre a busca pelo próprio caminho, o dilema entre razão e emoção, o conceito de propósito e o verdadeiro significado de prosperidade. Ao longo da conversa, Clóvis e Lúcia Helena discutirão, ainda, a importância do autoconhecimento, o papel do outro em nossa trajetória, a fronteira entre a boa vida e o sucesso, além da necessidade de encarar as inquietudes como oportunidades de crescimento. Com olhares complementares, os autores convidam o público a refletir sobre quem somos, quem desejamos ser e como podemos construir uma vida com sentido e valor, questões que atravessam toda a obra e inspiram a palestra de lançamento. O evento, com curadoria do Instituto CPFL e Papirus Sete Mares, terá início às 19h30, com a palestra e um momento de perguntas do público, que poderão ser enviadas pelo chat do canal do Café Filosófico CPFL no YouTube. A abertura contará com uma apresentação do Bom de Tom, projeto de iniciação musical que oferece aulas de flauta e ukulelê para crianças de 7 a 14 anos, em Jundiaí. Realizado pela Goall Impacto Social, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CPFL Energia e apoio da State Grid Brazil Holding S.A. e do Instituto CPFL, o projeto integra a frente CPFL Jovem Geração e, mais do que ensinar música, aposta no desenvolvimento integral dos jovens, estimulando disciplina, concentração, trabalho em equipe e criatividade. Lúcia Helena Galvão é filósofa, professora, escritora, poetisa, conferencista e voluntária com mais de 30 anos de experiência na organização Nova Acrópole do Brasil. Nascida no Rio de Janeiro, vive em Brasília há mais de quatro décadas. Seu trabalho atrai uma audiência global, com milhares de pessoas acompanhando suas produções criativas e filosóficas. Visa auxiliar as pessoas a crescerem e a se tornarem seres humanos melhores. Clóvis de Barros Filho é doutor e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Professor, palestrante e escritor best-seller, tem mais de 30 livros publicados sobre ética, felicidade, autoconhecimento e valores. Suas palestras cativam as mais diversas plateias. Recorrendo a exemplos do cotidiano e histórias divertidas, ensina conteúdos densos de maneira leve e fascinante Siga as redes da TV Cultura! Facebook: / tvcultura Twitter: / tvcultura Instagram: / tvcultura Site: https://tvcultura.com.br/ Siga o Instituto CPFL Facebook: / institutocpfl Twitter: / cafe_filosofico Site: http://www.institutocpfl.org.br/
A soprano Carla Cottini, uma das vozes brasileiras de maior destaque internacional, não apenas percorre os palcos do mundo com interpretações de Mozart, Verdi e outros compositores consagrados: ela também carrega uma reflexão crítica sobre o papel da mulher no universo lírico. “A ópera retrata a realidade. Muitas peças revelam como as coisas mudaram — e também como não mudaram”, afirmou no episódio do Mulheres Reais. Nascida em São Paulo e vencedora do prêmio Revelação no concurso Maria Callas, Cottini construiu uma trajetória que a levou de musicais no Brasil a papéis de protagonista em teatros europeus. Mas, ao longo desse percurso, deparou-se com um repertório que, em suas palavras, evidencia marcas históricas de desigualdade. “Em muitas obras, as mulheres aparecem como submissas, trágicas ou sedutoras, reforçando uma lógica patriarcal. Revisitar esses papéis é sempre a chance de questionar e ressignificar essas representações”, destacou. Para Cottini, essa leitura crítica não anula a potência do gênero operístico. Pelo contrário, a soprano vê na música uma possibilidade de resistência e transformação: “Quando Mozart metaforiza a crítica social em suas óperas, abre espaço para que hoje possamos ampliar essas camadas de leitura. É muito poderoso transformar no palco aquilo que, séculos atrás, já era uma denúncia contra o machismo e a desigualdade de classes”. Além da carreira como solista, Cottini investe em projetos que dão voz a compositoras brasileiras esquecidas pela história. Ao lado do pianista Ricardo Ballestero, grava obras inéditas de mulheres que nunca tiveram suas composições registradas. “É surpreendente e emocionante trazer à tona músicas maravilhosas que permaneceram invisíveis apenas por terem sido escritas por mulheres”, disse. A maternidade e a formação em psicanálise também atravessam seu olhar artístico, reforçando o compromisso com uma escuta atenta e feminina. O podcast Mulheres Reais é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível semanalmente em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um vídeo de Mayara dançando em sincronia com a bateria da Paraíso da Tuiuti, da qual era então a Princesa da Bateria, a tornou famosa no Brasil. Mas ela está longe de ser só isso: Mayara hoje percorre o mundo a ensinar a dança brasileira em vários países, entre os quais, a Austrália. Conversamos com ela em Sydney, em meio à sua maratona de workshops pelo país.
Recebemos o Prof. Romero Frazão, membro da Comunidade São Pio X, especialista e apaixonado pela vida e obra deste grande santo.Nesta conversa, ele nos ajuda a compreender o verdadeiro legado de São Pio X, um papa que marcou a história da Igreja e cuja vida inspira até hoje.A Comunidade São Pio X, fundada em 07 de outubro de 1991, em Campina Grande (PB), já soma 34 anos de missão. Nascida de uma forte experiência de fé, traz como marca o ensino e a formação, sempre em comunhão com a Igreja. É desse carisma que o Prof. Romero fala — com profundidade e amor pela verdade.-------------------------------------------------------------------------------------------------------Aumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuHallow: O Aplicativo de Oração Nº 1 do MundoReze todos os dias com o Hallow, o aplicativo de oração número um do mundo. Experimente 90 dias grátis através deste link especial: https://www.hallow.com/santoflowArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545ACN Brasil: Apoie os cristãos que mais precisam ao redor do mundoA Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre tem por missão sustentar a presença da Igreja em locais de extrema necessidade ou perseguição. É uma ponte de amor que liga quem pode ajudar àqueles mais necessitados. Com sua ajuda, muitos conseguem manter viva a fé diante dessas realidades. Doe agora e faça a diferença!✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
A Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras iniciou actividade faz hoje uma semana e já tem cerca de 100 mil processos pendentes para retorno voluntário ou coercivo de imigrantes. É a herança que recebe da AIMA, que já tinha recebido do SEF e até dos serviços que existiam antes. A UNEF quer recuperar o tempo perdido, começando por adquirir novo software. Toneladas de papel estão a ser transferidos das instalações da AIMA para a sede da nova unidade da PSP. Neste episódio, conversamos com a jornalista Raquel Moleiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aline Bei é uma escritora, mas é também uma febre. Com um estilo de prosa poética bem marcado, seu texto é recorrentemente usado em citações na internet e seus leitores são do tipo que não conseguem largar os livros, devorados em pouco tempo. No centro de seu novo livro, “Uma Delicada Coleção de Ausências”, que acaba de ser lançado pela Companhia das Letras, está a relação de uma neta com a avó que a criou. É sobre esse tema, os avós, e o livro que falamos com Aline Bei nesta edição do Podcast da Semana.“Comecei a escrever o livro a partir da inquietação inicial de uma relação de uma avó e uma neta, uma relação que tivesse sempre essa questão de um tempo que não se une, uma distância que nunca vai se curar”, conta Bei na entrevista a Gama. “Alguma coisa de duas mulheres em pontas tão diferentes da vida, que desejam um tanto estar mais perto, mas que tem essa questão geracional que, em alguma medida, as separa.”Nascida em São Paulo, em 1987, Bei é formada em letras pela PUC de São Paulo e em artes cênicas pelo Célia Helena Centro de Artes e Educação. Fez ainda pós-graduação em escritas performáticas pela PUC do Rio. É autora de três romances, que involuntariamente formaram uma trilogia: “O Peso do Pássaro Morto”, vencedor do prêmio São Paulo de Literatura (2017); “Pequena Coreografia do Adeus”, finalista do prêmio Jabuti (2022); e “Uma Delicada Coleção de Ausências”, lançado neste ano. Os três fazem parte do catálogo da Companhia das Letras.“Eu sou uma grande curiosa das humanidades. Então, eu adoro construir personagens com camadas que são complexas, que vão trazer pontos de vista que, às vezes, inclusive, se contradiz”, afirma na entrevista.Nesta edição do podcast da semana, Bei conta sobre como criou a personagem da avó do seu livro mais recente, quais as referências que usou para conceber essa avó literária — de Doris Lessing a Agnès Varda —, e sobre como prefere imaginar a usar a sua própria vida para criar suas histórias. "O modo como eu escrevo sempre descolada da minha biografia, isso não quer dizer que eu não use emoções, porque não são muito as coisas que me aconteceram, mas o modo como eu absorvi as coisas que me aconteceram me aproximam às vezes das minhas personagens."A escritora também fala sobre a proximidade com os leitores, sobre como recebe as críticas e o que espera de sua hipotética versão avó.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 95º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz da publicidade! Nascida na Bahia em Salvador, passou os primeiros anos em Itabuna, a terra do cacau, porque sua família tinha fazenda lá. Desde pequena, fazia imitações de professores, familiares, artistas de TV, como ela diz, era um Talent Show improvisado com os materiais que tinha em casa, e sonhava em ser atriz. Aos 18 anos foi morar nos Estados Unidos, em New Jersey, para estudar teatro, e morava na casa de seu irmão, que era produtor musical e fez vários cursos dentro da área artística. Essa experiência proporcionou algumas oportunidades de atuar em peças, falando em inglês e depois até em espanhol, até que surgiu a oportunidade de fazer uma locução para uma campanha que seria veiculada no Brasil, mas nem imaginava que um dia seria a sua profissão ao voltar para o Brasil. Quando retornou, acabou indo trabalhar de tradutora e intérprete ao mesmo tempo que tentava alguma chance de atuar no Brasil, e apareceu uma oportunidade de trabalhar em rádio, na recém re-lançada Pool FM, onde trabalhou por muito pouco tempo, mas abriu a possibilidade dela fazer locução. Quem vai contar a sua história de sucesso é Ana Paula Aquino. A conversa aconteceu em junho de 2025, e você vai ficar sabendo que após o trabalho em rádio, ela descobriu que adorava fazer locução, e começou a ir atrás de oportunidades, e como todo o locutor iniciante, no século passado, ia visitar as produtoras para mostrar a sua voz e começou a ser chamada e fazer muito sucesso, tendo feito daí em diante locução para inúmeros grandes clientes, em campanhas publicitárias memoráveis. Com a gente, e pra vocês: ANA PAULA AQUINO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todas nós nascemos super estrelas, disse a minha mãe. Eu acreditei! O episódio de hoje é sobre isso! Olá, olá, tudo bem? Seja muito bem-vinda, muito bem-vindo! Eu sou a Ju Freschi com o nosso podcast Falar Português Brasileiro. Voltamos para animar a sua semana! É isso mesmo! Eu estava precisando de alguns episódios de descanso! Obrigada por você ter esperado o meu retorno! Obrigada por você ter atividado a notificação para ser informada sobre o novo episódio! Só alegria! Você pode acessar a minha página: falarportuguêsbrasileiro.com para receber os nossos materiais gratuitos. Cadastre-se no formulário e fique atenta,verifique a Caixa de spam e promoções. Vamos atualizar a nossa rotina? pegue o seu bloco de notas para as anotações FPB!Data: 05 de julho, 9 horas da manhã. Link para divulgação e inscrição: https://www.sympla.com.br/evento-online/mulheres-inspiradoras-roda-de-conversa-com-a-professora-dra-lucimar-franca/3012052#compartilhar-evento?share_id=copiarlinkEsperamos você! Venha!
Depois de dois meses e meio, cerca de 100 caminhões com suprimentos chegaram à Faixa de Gaza nesta terça-feira (20). O desbloqueio da ajuda humanitária foi feito no mesmo dia em que a União Europeia e o Reino Unido engrossaram a pressão internacional para que Israel permitisse ajuda a Gaza. Para Israel, os bloqueios servem como forma de forçar o Hamas a libertar os reféns que estão sob poder do grupo terrorista desde os ataques de 7 de outubro de 2023. A situação de Gaza é tão crítica que a fez a ONU alertar que 14 mil bebês poderiam morrer em 48 horas caso a ajuda não chegasse. Depois da pressão internacional e do apelo da ONU, cerca de 100 caminhões com ajuda humanitária entraram no território. “Estão atacando a gente com fome, com sede”, relata a palestina Assmaa Abo Eldijian em conversa com Natuza Nery neste episódio. Nascida nos Emirados Árabes, Assmaa viveu no Brasil dos 4 aos 20 anos de idade. Morando em Gaza desde 2006, onde se casou e vive com os filhos, a palestina conta como é lidar com o conflito que já dura quase 600 dias e já deixou mais de 50 mil mortos. Natuza fala também com João Koatz Miragaya, que fala direto de Israel. Mestre em História pela Universidade de Tel Aviv, Miragaya responde como a população israelense vê a guerra contra o Hamas neste momento. Ele relembra como o bloqueio de ajuda humanitária foi uma das primeiras repostas de Israel ao ataque do Hamas que matou mais de 1,4 mil israelenses. E conclui como a percepção da população israelense sobre a guerra mudou desde a última troca de reféns, em fevereiro.
Nascida numa família pobre de 18 irmãos, filha de uma mulher índigena e de um operário negro, Lélia Gonzalez parecia ter seu destino traçado. Mas, ainda criança, ela começou a romper com o caminho reservado às mulheres negras no Brasil.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.comLOJAAcesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAlex Ratts e Flávia Rios. Lélia Gonzalez. Selo negro, 2014.Sueli Carneiro. Lélia Gonzalez: um retrato. Zahar, 2024 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com
Marcelo Tas recebe a cantora, compositora e atriz Gaby Amarantos. Nascida em Belém, no Pará, a artista é uma das responsáveis pelo surgimento e difusão do tecnobrega no Brasil. Ela também já conquistou diversos prêmios importantes ao longo da carreira, como o Grammy Latino. No programa, ela reflete sobre as suas diversas personas: “Eu tenho essa persona Gabriela separada da Gaby Amarantos, e ainda tem uma outra terceira persona, que é a Shirley. A Shirley é a minha deusa. Ela é o meu totem de poder, ela é o meu alter ego, ela é a deusa que eu conjuro [...] e me dá o poder de conseguir falar, de olhar no teu olho, de trocar esse conhecimento”, revela.Gaby também comenta sobre a COP 30 ser sediada em Belém, sua cidade natal, e o peso dessa escolha: “Eu acho que o mais importante, Tas, é que nós, povos da Amazônia, temos que ser os protagonistas dessa história. É a nossa vez, é o nosso momento. [...] Isso não é a COP de Belém. É a COP do Brasil. É a COP do planeta”, afirma.
Com o Projeto 'Sua História é um Presente', oferecemos a oportunidade de eternizar jornadas de vida, presenteando alguém especial com o reconhecimento de sua força e inspiração. Hoje, em homenagem ao Dia das Mães, apresentamos a história da Bertha.Nascida na pobreza dos Andes, Bertha construiu uma vida de força e amor, desde a infância na roça até o romance com Carlos. Enfrentando desafios e mudanças, ela o apoiou em busca dos sonhos dele, moldando não só o futuro deles, mas também o das próximas gerações. Como essa jornada transformou Bertha e aqueles ao seu redor?***Toda vida tem uma história que merece ser lembrada, um capítulo que aquece o coração. Se você conhece alguém com uma trajetória que inspira, um romance que marcou época, ou deseja simplesmente celebrar um aniversário de forma única, conte com a gente. Transforme esse afeto em um presente inesquecível, uma forma de dizer: Sua história importa, e você também.Whats app: +1 650.834.9209 E-mail: historiadeimigrante@gmail.comOuça outras histórias que viraram presente:CRISTINAhttps://www.youtube.com/watch?v=sZpthwacNKYLEILAhttps://www.youtube.com/watch?v=aVpmb8-wmnAOLÍMPIAhttps://www.youtube.com/watch?v=BP-44EaxdNk
O 'Sua História é um Presente' é a maneira perfeita de presentear alguém com o relato de sua própria trajetória, celebrando o poder de sua história. Neste episódio especial de Dia das Mães, mergulhamos na inspiradora vida de Olimpia.Nascida em uma família de 15 filhos no interior de Minas Gerais, Olimpia cresceu na roça, enfrentando dificuldades desde a infância, como longas caminhadas para a escola e trabalho na fazenda. Aos 11 anos, foi trabalhar na casa de um fazendeiro para aprender um ofício, mas a vida a colocaria em provações ainda maiores, testando sua força e fé.***Toda vida tem uma história que merece ser lembrada, um capítulo que aquece o coração. Se você conhece alguém com uma trajetória que inspira, um romance que marcou época, ou deseja simplesmente celebrar um aniversário de forma única, conte com a gente. Transforme esse afeto em um presente inesquecível, uma forma de dizer: Sua história importa, e você também.Whats app: +1 650.834.9209 E-mail: historiadeimigrante@gmail.comOuça outras histórias que viraram presente:CRISTINAhttps://www.youtube.com/watch?v=sZpthwacNKYLEILAhttps://www.youtube.com/watch?v=aVpmb8-wmnABERTHAhttps://www.youtube.com/watch?v=T-zZ9p_DP54
Aos 45 dias, um acidente com fogo mudou a vida de Sol para sempre. Biamputada, Maria do Sol Vasconcelos encontrou seus próprios caminhos em um mundo sem acessos. Hoje, é campeã de parasurf e 6ª no ranking mundial na categoria Kneel/Upright Feminino.A realidade é que seu espírito aventureiro, em muito, se deve à forma como seus pais também a conduziram: fazendo de tudo. Desde cedo, o mar também esteve presente. Nascida no Rio de Janeiro, depois de idas e vindas por aventuras, incluindo uma vida na natureza e longe da energia elétrica (onde teve suas cinco filhas), Sol reencontrou a água salgada e realizou um sonho antigo: surfar.Para ouvir tudo que rolou nesse papo com a Sol, é só dar play!
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 90º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz da dublagem e da publicidade! Nascida em São Paulo - Capital, no Bairro da Lapa, de mãe goiana e pai carioca, numa família com mais 5 irmãs e 1 irmão, desde cedo brincava de teatro com as crianças de sua rua, escrevendo e dirigindo, mas não atuando. Seu primeiro contato com a arte foi trabalhando na área administrativa da Odil Fonobrasil, uma importante casa de dublagem paulista, extinta ainda no século passado. Começou a ficar fascinada pelo mundo da dublagem, porque por curiosidade acompanhava as gravações da dubladora, e muitas vezes era convidada a fazer vozerios e pontas nas produções da casa. Com o passar do tempo, e porque desempenhava bem quando era escalada, entrou de vez na arte de dublar e iniciou na carreira artística. Como atriz, teve oportunidade de fazer um papel na novela A Revolta dos Anjos na extinta TV Tupi, teve uma experiência breve na Rádio Mulher fazendo as férias de uma das locutoras da casa, e uma fase de sucesso na locução publicitária, mas seu trabalho na dublagem de filmes de entretenimento, tanto dirigindo como atuante é muito importante. Quem vai nos contar essa história de sucesso é Rosa Baroli. A conversa aconteceu em janeiro de 2025 e você vai ficar sabendo que ela era a voz do prefixo 130 - Hora Certa da Telesp e das demais subsidiárias da Cia Telefônica Brasileira e já dublou entre outras, as atrizes Jane Fonda, Jamie Lee Curtis, Glenn Close, Meryl Streep, Kate Bates, Sharon Stone, Susan Sarandon, as brasileiras Sandra Bréa, saudosa, e também a Vera Fischer no início da carreira e que esse sucesso na dublagem, criou frutos, porque suas filhas Letícia Quinto e Luciana Baroli, também fazem muito sucesso na carreira. Com a gente, e pra vocês: ROSA BAROLI, A ROSINHA! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A convidada do programa Pânico dessa terça-feira (12) é Zoe Martínez. Zoe Martínez, 25 anos. Nascida em Cuba, chegou no Brasil aos 12 anos de idade e foi naturalizada em 2018. Formada em Direito pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), foi eleita para o cargo de vereadora na cidade de São Paulo com 60.272 votos. Como comentarista, o programa traz Junior Masters (Redpill), produtor de conteúdo e host do Redcast.