POPULARITY
Primeira-dama assume a coordenação do Pacto Contra o Feminicídio e vai viajar pelo país. Ela fala de preconceitos, misoginia, da sua história com o PT e de como enxerga seu papel.
No Comentário Final de hoje, o Dr. Assad repercute a condenação de Marlon Ferreira a 23 anos e 3 meses de prisão pelo ataque contra Isabele Aparecida, caso que chocou o Norte do Paraná. Ele relembra os detalhes do crime, motivado pela inconformidade com o fim de um relacionamento, e também comenta os desdobramentos do julgamento da segunda acusada, que acabou sendo adiado após uma situação incomum envolvendo a defesa.#CasoIsabele #Polícia #Jacarezinho #Justiça #Paraná
Kelly e PG trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Ministra Márcia Lopes destaca avanços no combate à violência de gênero, com foco na proteção, na prevenção e na punição de agressores. O Pacto Contra o Feminicídio, incentivado pelo presidente Lula, ganhou proporção nacional e engajamento dos Três Poderes, com resultados concretos em 100 dias.Sonoras:
O Ministério Público de Santa Catarina inicia, nesta segunda-feira (25/5), a veiculação de uma nova edição dos programetes “MPSC em Ação”, na televisão, e “Minuto MPSC”, nas rádios.O destaque desta semana é a história de Catarina Kasten, retratada no quarto episódio da websérie “Ausências: as histórias por trás do Mapa do Feminicídio”. A produção foi lançada pelo MPSC em março deste ano, como parte do projeto Mapa do Feminicídio, apresentado pela instituição no mesmo período.A websérie reúne histórias reais que dão rosto aos dados e reforçam o compromisso institucional do MPSC com a prevenção da violência contra mulheres e meninas, a responsabilização dos agressores e a promoção da cultura de proteção à vida.Para assistir o episódio completo da série acesse o canal do Ministério Público de Santa Catarina no YouTube.
O podcast Observatório Feminino deste domingo (24) debate os avanços e desafios no combate à violência contra a mulher, tanto no ambiente digital quanto fora dele. Entre os temas abordados estão os novos decretos sancionados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que estabelecem regras para a atuação das chamadas big techs no Brasil e ampliam a proteção de mulheres e meninas na internet.As medidas atualizam a regulamentação do Marco Civil da Internet e determinam que plataformas digitais criem canais específicos para denúncias de nudez real ou produzida por Inteligência Artificial. Além disso, as empresas ficam proibidas de oferecer ferramentas de IA capazes de criar imagens falsas de nudez a partir de fotos reais.O programa também discute três novos projetos de lei sancionados pelo Governo Federal voltados ao endurecimento das regras de proteção às vítimas de violência doméstica. Entre as medidas estão a criação do Cadastro Nacional de Agressores, o afastamento do agressor do lar e alterações na Lei de Execução Penal para ampliar a proteção de mulheres ameaçadas mesmo após a prisão ou condenação do autor da violência. As ações fazem parte dos 100 dias do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio.Outro assunto em destaque será o caso da estudante Giovanna Neves Santana Rocha, de 22 anos, encontrada morta em um apartamento na Savassi, em Belo Horizonte, no dia 9 de fevereiro. Inicialmente tratado como suicídio, o caso passou a ser investigado como homicídio após laudo apontar asfixia por sufocação direta. O namorado da jovem, Adalton Martins Gomes, de 45 anos, foi preso temporariamente suspeito do crime. Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, ele ajuizou uma ação de reconhecimento de união estável no dia do enterro da vítima e teria enviado mensagens e áudios para amigas de Giovanna tentando obter ajuda para formalizar o processo.Participam do debate a advogada criminal Juliana Günther e a jornalista Vanda Sampaio.Sobre o podcast - O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (23): A Justiça italiana negou a extradição e autorizou a soltura da ex-deputada Carla Zambelli em um dos processos contra ela no país. A decisão atendeu a um pedido da defesa e foi julgada nesta sexta-feira. Zambelli estava presa na Itália desde julho de 2025, após ter o nome incluído na Difusão Vermelha da Interpol como foragida internacional. Os pedidos de extradição envolvem duas condenações no Brasil: uma relacionada à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça e à emissão de um falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, e outra por porte ilegal de arma no caso em que apontou um revólver contra um homem em São Paulo. A ministra Cármen Lúcia votou para declarar inconstitucionais trechos da norma que altera a Lei da Ficha Limpa e modifica a contagem do período de inelegibilidade de candidatos condenados. A mudança aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula previa que o prazo passasse a contar a partir da decisão que determina a perda do mandato ou da renúncia, e não mais do fim do mandato. O julgamento acontece no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal e segue até a próxima sexta-feira (29), com os demais ministros ainda precisando apresentar seus votos. O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino criticou o apelo por autocontenção do Judiciário, tema defendido pelo presidente da Corte, Edson Fachin. Dino afirmou que existe uma confusão entre a aplicação de direitos sociais e o chamado ativismo judicial, dizendo que garantir esses direitos não significa atuação ativista. O ministro também ironizou as críticas recebidas ao comentar que é chamado de um dos “Vingadores” do STF e defendeu que o Supremo não deve ser tratado como inimigo da nação. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostrou que 68% dos brasileiros endividados acreditam que serão beneficiados pelo programa Desenrola 2.0. O levantamento também apontou que 82% dos entrevistados enxergam impacto positivo da iniciativa para a economia como um todo. A deputada federal Tabata Amaral afirmou que a demora para definir a chapa completa de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo está atrapalhando a campanha no Estado. Após um debate do Grupo Esfera, em Guarujá, a parlamentar declarou estar preocupada com o cenário eleitoral e afirmou que o grupo enfrentará uma disputa difícil. A chefe da inteligência dos Estados Unidos, Tulsi Gabbard, anunciou sua renúncia ao cargo de Diretora de Inteligência Nacional em meio a divergências com o presidente Donald Trump sobre a guerra com o Irã. Em carta publicada na rede X, Gabbard afirmou que deixará o cargo para cuidar do marido, diagnosticado com uma forma rara de câncer ósseo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumentou a pressão contra o governo de Cuba após o indiciamento do ex-presidente cubano Raúl Castro. O caso ampliou as tensões diplomáticas entre os dois países e reforçou o discurso mais duro adotado pela Casa Branca contra o regime cubano. Raúl Castro foi acusado nos Estados Unidos por envolvimento na derrubada de aeronaves em 1996. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Danilo Porfírio, professor de relações internacionais. O presidente Lula assinou projetos de lei e decretos para ampliar a proteção às mulheres e reforçar a segurança digital no país. As medidas foram anunciadas durante a cerimônia de 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, no Palácio do Planalto. Entre os atos estão a criação do Cadastro Nacional de Agressores, ampliação do afastamento imediato de agressores e endurecimento de punições para ameaças contra mulheres. O governo também atualizou regras do Marco Civil da Internet sobre responsabilidade das plataformas digitais. Para comentar o tema, a Jovem Pan entrevista Estela Bezerra. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O PT aparece como o partido com maior número de proposições de autoria própria.Os senadores Humberto Costa (PT-PE) e Eliziane Gama (PT-MA) destacaram avanços em 100 dias do Pacto Brasil Contra o Feminicídio, iniciativa incentivada por Lula que mobilizou o Legislativo e o Judiciário.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (21): A Polícia Federal rejeitou a proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro Daniel Vorcaro. A decisão já foi comunicada à defesa do empresário e ao ministro André Mendonça. Segundo investigadores, o material entregue acrescentaria poucas informações novas às apurações. A avaliação interna é de que Vorcaro tentava proteger pessoas próximas. A empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, prestou depoimento à Polícia Federal na Operação Sem Desconto. A investigação apura fraudes bilionárias no pagamento de aposentadorias do INSS e suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o lobista Antônio Camilo Antunes. A PF investiga se repasses mensais ocultavam participação de Lulinha em negócios do grupo. As defesas negam envolvimento nas irregularidades. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou três projetos de lei que endurecem a proteção às mulheres vítimas de violência doméstica. Entre as medidas estão a criação do Cadastro Nacional de Agressores e o fortalecimento de mecanismos de afastamento do agressor. O anúncio ocorreu durante evento no Palácio do Planalto pelos 100 dias do Pacto Brasil contra o Feminicídio. O governo afirma que as ações ampliam o combate à violência contra a mulher. Uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil de São Paulo prendeu a influenciadora Deolane Bezerra. A investigação apura lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital. A Operação Vérnix também mira familiares de Marcos Willians Herbas Camacho e supostos operadores financeiros da facção. Mandados de prisão e busca foram cumpridos em diversos endereços. O relator da PEC da escala 6x1, Leo Prates, afirmou que a proposta busca incentivar a migração de trabalhadores para o regime CLT. Segundo ele, a ideia é flexibilizar limites de jornada para profissionais registrados com salários acima de R$ 16 mil mensais. O parlamentar argumenta que muitos desses trabalhadores já atuam como pessoa jurídica. A proposta pretende tornar a contratação formal mais atrativa para empresas e empregados. Investigações apontam que Deolane Bezerra atuava como “conta de passagem” em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao crime organizado. Segundo as autoridades, contas pessoais e empresas ligadas à influenciadora movimentaram recursos de apostas ilegais e rifas. O inquérito aponta depósitos fracionados superiores a R$ 1 milhão para driblar controles financeiros. Investigadores também identificaram ligações com operadores associados ao PCC. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã estão nos “estágios finais”. Trump declarou esperar uma solução diplomática, mas voltou a ameaçar Teerã com medidas mais duras caso não haja acordo. A fala ocorreu durante declaração na Base Aérea Andrews. As tensões seguem elevadas no Oriente Médio. O vereador Carlos Bolsonaro reagiu às declarações de Romeu Zema sobre a crise envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Em publicação nas redes sociais, Carlos sugeriu que Zema tenta se beneficiar politicamente do desgaste do senador. O episódio aumentou a tensão entre aliados da direita. A disputa por espaço na corrida presidencial de 2026 segue nos bastidores. Pesquisa da Paraná Pesquisas mostra Tarcísio de Freitas liderando um cenário de segundo turno para o governo paulista contra Fernando Haddad. Segundo o levantamento, Tarcísio aparece com 52,7% das intenções de voto, contra 37,6% de Haddad. O estudo também aponta votos brancos, nulos e indecisos. O cenário reforça a competitividade da disputa em São Paulo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A convidada do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (20) é a ministra da Mulher, Márcia Lopes. À jornalista Vanessa Lima, ela fala sobre o combate à violência contra a mulher, os primeiros resultados do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, políticas de proteção às vítimas, violência digital, igualdade salarial e medidas voltadas à autonomia econômica das mulheres.Durante a entrevista, a ministra avaliou como “bastante positivo” o balanço dos primeiros 100 dias do pacto nacional. Segundo ela, pela primeira vez representantes do Executivo, do Judiciário e do Legislativo se reuniram para discutir ações de enfrentamento à violência contra as mulheres, analisando legislações, políticas públicas e o funcionamento do sistema de Justiça.“Tivemos a possibilidade de reunir os três poderes para analisar o que tem sido feito e o que tem dado certo. É uma atitude ousada de sentar para analisar, para reparar e reconhecer onde tem falhas e onde tem erros”, afirmou a ministra.Márcia Lopes afirmou que o governo federal tem buscado reproduzir essa articulação em estados e municípios. Ela destacou que o Ministério da Justiça realizou uma operação que prendeu mais de 6.000 agressores com mandados de prisão em aberto e citou avanços legislativos, como mudanças no uso de tornozeleiras eletrônicas e o reconhecimento das doulas como profissionais de saúde, medida que, segundo ela, ajuda no combate à violência obstétrica.A ministra também afirmou que o Judiciário passou a atuar de forma mais rápida na concessão de medidas protetivas. De acordo com ela, pedidos que antes levavam entre 10 e 15 dias agora são entregues em até 48 horas. Ela ainda mencionou a inauguração de novas unidades da Casa da Mulher Brasileira, centros de referência e cuidotecas em parceria com universidades para garantir mais autonomia às mulheres.Ao tratar da violência digital, a ministra celebrou o novo decreto que obriga plataformas de internet a removerem conteúdos de nudez ou intimidade sem o consentimento da vítima em tempo recorde.“Foi um golaço nosso e de todos os poderes. No caso de conteúdo íntimo, a mulher atingida entra em contato com a plataforma e ela tem duas horas para retirar esse conteúdo do ar. Isso dá um alívio, pois a exposição tem levado inclusive ao suicídio”, destacou Márcia Lopes.Ao falar sobre prevenção, a ministra defendeu a educação como ferramenta central para mudar a cultura de violência. Segundo ela, o governo regulamentou o programa “Maria da Penha vai à escola”, que prevê a inclusão do tema nas disciplinas da educação básica, do ensino fundamental ao ensino médio.A ministra também citou investimentos no fortalecimento da rede de atendimento às vítimas, com ampliação de delegacias especializadas 24 horas, salas lilás e da Patrulha Maria da Penha.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
O governo também anunciou novas etapas do pacto, entre elas a ampliação da Casa da Mulher Brasileira, expansão do uso de tornozeleiras eletrônicas e projetos para criminalizar a misoginia nas redes sociais.
O presidente Lula assinou medidas para ampliar a proteção às mulheres e reforçar a segurança digital no Brasil. Lançado em fevereiro deste ano, o pacto nacional já resultou em 5.000 prisões de agressores em todo país, além da aceleração de processos judiciais e dezenas de projetos aprovados no Legislativo. Sonora:
Especialista explica a evolução jurídica e social do feminicídio no Brasil
O trabalho da bancada feminina da Câmara, coordenada pela petista Jack Rocha (PT-ES), resultou na aprovação de 73 proposições totais ao longo deste período. Desse montante, destacam-se 27 Projetos de Lei aprovados,13 sancionados pelo presidente Lula e uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).Sonora:
O Ministério Público de Santa Catarina inicia, nesta segunda-feira (18/5), a veiculação de uma nova edição dos programetes “MPSC em Ação”, na televisão, e “Minuto MPSC”, nas rádios.O episódio resgata a história de Eveline Schmitz, vítima de feminicídio aos 37 anos em Blumenau. Retratada no terceiro episódio da websérie “Ausências: as histórias por trás do Mapa do Feminicídio”.A produção chama atenção para os impactos do feminicídio sobre as vítimas indiretas da violência, especialmente crianças e adolescentes que perdem a mãe e passam a enfrentar mudanças profundas em suas vidas. Ao dar visibilidade a essas histórias, o MPSC busca sensibilizar a sociedade e fortalecer o debate sobre proteção integral, prevenção da violência de gênero e apoio às famílias atingidas.Para assistir o episódio completo da série acesse o canal do Ministério Público de Santa Catarina no YouTube.
Em uma conversa com Cynthia Martins e Luana Pereira, Sarah Roston abre o coração sobre a construção do novo álbum, a presença da mulher negra no centro da narrativa, a parceria musical com o irmão e as influências de ter vivido em diferentes cidades e culturas.Do início do processo criativo até reflexões sobre feminicídio, identidade latina e propósito artístico em tempos difíceis, a artista mostra por que sua voz ecoa muito além da música.Apresentação: Cynthia Martins e Luana Pereira Produção: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antônio
O Ministério Público de Santa Catarina inicia, nesta segunda-feira (11/5), a veiculação de uma nova edição dos programetes “MPSC em Ação”, na televisão, e “Minuto MPSC”, nas rádios.O episódio evidencia a história de Mônica Uhlmann, mulher que viveu por três décadas sob um ciclo contínuo de violência doméstica, retratada no segundo episódio da websérie “Ausências: as histórias por trás do Mapa do Feminicídio”.A websérie Ausências apresenta histórias reais que dão rosto aos dados do Mapa do Feminicídio e ampliam o debate público sobre a violência contra mulheres e meninas em Santa Catarina, reforçando o compromisso institucional do MPSC com a prevenção, a responsabilização dos agressores e a defesa da vida.Para assistir o episódio completo da série acesse o canal do Ministério Público de Santa Catarina no YouTube
Duas questões foram abordadas neste debate a maternidade e o feminicídio. Não deixe de assistir e compartilhar!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 6ª Promotoria Criminal, obteve a condenação de Jairton Silveira Bezerra pelo assassinato de sua ex-companheira, Paula Gomes da Costa. O réu foi condenado por feminicídio qualificado, com reconhecimento de motivo torpe, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e descumprimento de medida protetiva, em contexto de violência doméstica e familiar.
Ataque a tiros em escola no Acre deixa duas pessoas mortas. E governo aumenta classificação indicativa do Youtube para 16 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Especialista explica o que é crime de feminicídio e o que o diferencia do crime de homicídio
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O presidente Lula sancionou a lei que cria o programa Antes que Aconteça, com o objetivo de reduzir os casos de feminicídios e violência doméstica, sem nenhum veto. Um comitê coordenado pelo Ministério da Justiça será responsável pela execução do programa. As ações incluem atividades educativas em escolas e campanhas de conscientização. Também está prevista a criação da Sala Lilás para acolhimento de mulheres vítimas de violência. E ainda: Anvisa autoriza Instituto Butantan a fabricar vacina contra febre chikungunya.
O Aos Fatos desta terça-feira (5) a pesquisa da Futura Inteligência, instituto ligado à Apex Partners, que aponta que o governador Jerônimo Rodrigues é aprovado por 55,5% dos eleitores baianos, enquanto 39,6% desaprovam sua gestão. Esta edição também repercute que Brasil registrou, em média, um feminicídio a cada 5 horas e 25 minutos nos três primeiros meses de 2026, de acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Nesta segunda-feira (4/5), o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) inicia a veiculação da nova edição dos programas “MPSC em Ação”, na televisão, e “Minuto MPSC”, nas rádios. Desta vez, o foco é resgatar a história da adolescente Ana Kémilli Taques Krindges, que foi assassinada aos 14 anos de idade, em 2021, na cidade de Campo Belo do Sul, em um assentamento no interior do município. Motivado pelo desejo obsessivo e pelas negativas da vítima, o autor do crime planejou e executou o feminicídio com a ajuda da própria irmã e de um adolescente. Ana Kémilli foi asfixiada em 8 de fevereiro de 2021, após uma emboscada armada por um homem que não foi capaz de ouvir e aceitar um “não”. A menina foi encontrada morta, amarrada a uma árvore e coberta por folhas secas, depois de 48 horas de intensas buscas na região. A atuação dos Promotores de Justiça Ricardo Paladino e Cassilda Maria de Carvalho Santiago Dallagnolo no Tribunal do Júri levou à condenação do autor do crime a 23 anos e seis meses de prisão por homicídio com quatro qualificadoras (feminicídio, motivo torpe, emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e meio cruel), ocultação de cadáver e corrupção de menor. A irmã do autor também foi condenada a seis anos de reclusão por homicídio simples. Esse tipo de crime demonstra o processo de interiorização da violência feminicida em Santa Catarina e expõe um cenário alarmante para mulheres e meninas no interior, área que concentra um dos maiores índices proporcionais de feminicídio no estado ao longo do período analisado pelo Mapa do Feminicídio. A intensidade proporcional do fenômeno se manifesta com maior vigor em territórios de menos densidade demográfica e maior dispersão espacial.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Receita Federal recebeu mais de 14 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026. Trabalhadores autônomos, informais e microempreendedores individuais (MEIs) devem declarar caso tenham rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 em 2025. O prazo para a entrega é até 29 de maio. Os MEIs também precisam enviar a declaração anual do Simples até 31 de maio pelo portal do empreendedor no site gov.br. E ainda: Feminicídios crescem mesmo com novas leis de proteção no Brasil.
Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesE siga também nosso canal parceiro "CAFÉ E CAOS TV" apresentado pelo nosso querido Fernandão e Agnes Andradehttps://www.youtube.com/@CafeecaostvAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Debate da Super Manhã: A violência contra a mulher não começa no ato extremo. Ela se constrói no cotidiano, em pequenas permissões sociais. O feminicídio é, muitas vezes, o último capítulo de uma longa história de silenciamento, medo e impunidade uma crise estrutural, persistente e profundamente enraizada: uma verdadeira epidemia. No debate desta quinta-feira (2), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre as causas da violência de gênero, o machismo ainda presente na sociedade e o papel de todos no combate à escalada da violência contra a mulher. Participam a médica psiquiatra, Adriana Figueira, a especialista em gênero e equidade racial, Regina Célia, e o doutor em Sociologia da Saúde, pesquisador e membro do Comitê de Ética em Pesquisa da UNIFAFIRE, Wagner Arandas.
SÂMIA BOMFIM é deputada federal e MÁRCIA TIBURI é filósofa, escritora e professora. Elas vão bater um papo sobre o aumento de ocorrências de feminicídio no Brasil e o que é necessário ser feito para combater esse crime hediondo.
Com redução de orçamento e falta de estrutura para combater o feminicídio, os casos de violência contra à mulher são recorde. “A adesão ao pacto de enfrentamento para o fim do feminicídio no Brasil não tem partido ou ideologia, deve ter responsabilidade efetiva de um governo”, afirma a procuradora Ana Perugini. Sonoras:
A punição para esse tipo de discriminação foi incluída na Lei do Racismo. Parlamentares petistas comemoraram a aprovação da proposta, diante do avanço da violência de gênero no país. O avanço é uma vitória das mulheres e do Governo Lula, que liderou o Pacto Brasil contra o Feminicídio.Sonoras:
Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesE siga também nosso canal parceiro "CAFÉ E CAOS TV" apresentado pelo nosso querido Fernandão e Agnes Andradehttps://www.youtube.com/@CafeecaostvAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O tenente-coronel da Polícia Militar, Geraldo Neto, foi preso na manhã desta quarta-feira (18) na casa dele, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Ele é suspeito de matar a esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta em casa no mês passado. E ainda: Surto de sarampo nas Américas deixa Brasil em alerta máximo para a doença.
Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesE siga também nosso canal parceiro "CAFÉ E CAOS TV" apresentado pelo nosso querido Fernandão e Agnes Andradehttps://www.youtube.com/@CafeecaostvAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Venha visitar a nossa Loja:https://iconografia-da-historia-3.myshopify.com/?utm_medium=product_shelf&utm_source=youtubeSiga nosso canal de CORTES:https://www.youtube.com/@IconografiadaHistoria-cortesE siga também nosso canal parceiro "CAFÉ E CAOS TV" apresentado pelo nosso querido Fernandão e Agnes Andradehttps://www.youtube.com/@CafeecaostvAJUDE-NOS A MANTER O CANAL ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA: Considere apoiar nosso trabalho, participar de sorteios e garantir acesso ao nosso grupo de Whatsapp exclusivo: https://bit.ly/apoiaoidhSe preferir, faz um PIX: https://bit.ly/PIXidhNos acompanhe no Spotify @iconocastSiga ICONOGRAFIA DA HISTÓRIA em todas as redes: https://linktr.ee/iconografiadahistoriaoficialSiga o JOEL PAVIOTTI: https://bit.ly/joelpaviottiApresentação: Joel PaviottiTexto e roteirização: Adriana de PaulaRevisão: Adriana de PaulaCâmera e produção: Fernando ZenerattoEdição: Fernando ZenerattoDireção: Fernando Zeneratto / Joel Paviotti
Ministra das Mulheres conversou com a ONU News sobre iniciativas do Executivo, Legislativo e Judiciário para enfrentar crimes que afetam população feminina; país registra quatro feminicídios por dia; representante brasileira defendeu fortalecimento do direito internacional e resistência a retrocessos.
Uma jovem caminha em uma trilha para ir à aula de natação, como costuma fazer, até que tem a vida brutalmente arrancada por um homem desconhecido. O que leva uma pessoa a atacar uma mulher com tanta naturalidade? E mais, como alguém com histórico suspeito por estupro pode voltar a cometer crimes hediondos? Conheça o cenário de horror por trás da morte de Catarina Kasten, no IC News.Se você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
A edição #181 do Supremo na Semana destaca a decisão que proibiu o saque em dinheiro de emendas parlamentares, medida que busca reforçar a transparência e o controle no uso de recursos públicos.O episódio também aborda o julgamento que discute o limite para a cobrança adicional de ICMS sobre serviços de telecomunicações e energia elétrica, além da análise do Supremo sobre a constitucionalidade da prática da vaquejada.O episódio #181 é apresentado por Mariana Brasil, editora de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e de Hanna Gomes, advogada e analista jurídica da Rádio e TV Justiça.Participe do Supremo na Semana enviando seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
Uma mulher sai para se divertir e, por conta do ciúme de um homem, acaba sendo vítima de um dos crimes mais brutais dos últimos tempos. Após ser atropelada, é arrastada em uma avenida por mais de 1 km, até perder as duas pernas. Assista a este IC News e entenda como o caso de Tainara Souza Santos escancara a crueldade da misoginia no Brasil.Se você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
No Brasil, a programação oficial foi iniciada com um ato memorial em homenagem a Tainara Souza Santos, de 31 anos, vítima de feminicídio em dezembro de 2025. Ao longo do mês, o governo federal programou ações com foco no fortalecimento da rede de enfrentamento à violência de gênero. Sonoras:
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quarta-feira (11) acompanhe a segunda parte da aula sobre “As mulheres petistas no combate ao feminicídio" com Mazé Morais, secretária nacional de mulheres do PT.
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Bom dia 247_ Lula lança pacto nacional contra o feminicídio 4_2_26 by TV 247
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Convidadas: Regina Célia Almeida, cofundadora e vice-presidente do Instituto Maria da Penha; e Amanda Sadalla, cofundadora e diretora executiva da Serenas. Tainara foi arrastada. Daniele, morta a facadas. Alane e Layse, baleadas. Catarina, violentada e estrangulada. Maria Katiane, agredida e achada morta após cair do 10° andar. Todas elas, vítimas de um crime recorrente no Brasil: o feminicídio. Nos seis primeiros meses de 2025, foram 718 casos: na média, quatro mulheres são mortas todos os dias no país. Um crime que não para de crescer, apesar de, desde o ano passado, ter tido sua pena endurecida. Pela lei atual, quem comete feminicídio pode ser condenado a até 40 anos de prisão. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Amanda Sadalla, cofundadora e diretora-executiva da Serenas, organização que atua para prevenir a violência contra mulheres e meninas; e ouve também Regina Célia Almeida, cofundadora e vice-presidente do Instituto Maria da Penha. Amanda explica como a prevenção e a orientação de agentes públicos são bases no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Ela também fala da importância de educar meninos e meninas para romper ciclos de agressão e cita o Reino Unido como exemplo de boas práticas para evitar este tipo de crime. Regina responde que tipo de política pública precisa existir para atender as vítimas de violência doméstica e ressalta como as chamadas casas de acolhida são essenciais para o atendimento a mulheres e meninas. Por fim, Regina destaca a importância de mulheres saberem reconhecer que estão sendo vítimas de violência e abuso.