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Uma jovem caminha em uma trilha para ir à aula de natação, como costuma fazer, até que tem a vida brutalmente arrancada por um homem desconhecido. O que leva uma pessoa a atacar uma mulher com tanta naturalidade? E mais, como alguém com histórico suspeito por estupro pode voltar a cometer crimes hediondos? Conheça o cenário de horror por trás da morte de Catarina Kasten, no IC News.Se você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Está no ar mais um episódio do Viração. Neste programa, falamos sobre o pacto nacional contra o feminicídio no Brasil. Esta é a parte 1 da entrevista, a parte 2 vai ao ar na próxima segunda (16).Abordamos as demandas históricas do movimento de mulheres e se o pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios é capaz de dar conta ao problema da violência contra as mulheres entre outros assuntos. As entrevistadas são Eva Santos, Assistente Social especialista em Saúde Mental, Educadora Popular, Coordenadora do Grupo Autônomo de Mulheres de Pelotas (GAMP Feminista) e Helô Miléo Martins, Antropóloga, feminista antirracista, escritora. Promotora Legal Popular/PLP. Agente Popular de Saúde que também faz parte do GAMP. Siga nossas redes sociaisADUFPel: instagram / twitter / facebookTrilha: Attribution Code"Funky Boxstep" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 Licensehttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a pergunta que abre o debate é direta: há o que comemorar diante de tantos casos de feminicídio, violência e assédio no país? Esse é um dos temas do Observatório Feminino deste domingo, programa da Rádio Itatiaia que discute os desafios enfrentados pelas mulheres no Brasil. Um dos assuntos centrais é o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro, caso que gerou grande repercussão nacional. Em meio às investigações, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro expediu um mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro como possível mentor do crime, suspeito de ter atraído a vítima ao apartamento onde ocorreram os abusos. Quatro homens presos por participação no crime estão na Cadeia Pública José Frederico Marques, em celas separadas dos demais internos. Dois deles, Mattheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, ambos de 19 anos, já passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão mantida pela Justiça. Outros dois suspeitos, Vitor Hugo Oliveira Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti, ambos de 18 anos, devem passar pelo mesmo procedimento. O programa também aborda medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde do Brasil para ampliar o atendimento e a proteção às mulheres no SUS. As ações incluem teleatendimento em saúde mental para vítimas de violência, reconstrução dentária gratuita e um mutirão nacional de exames e cirurgias. As iniciativas foram apresentadas pelo ministro Alexandre Padilha e fazem parte do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio. Outra proposta do ministério é solicitar à Organização Mundial da Saúde a inclusão do feminicídio na Classificação Internacional de Doenças, o que pode melhorar as estatísticas e fortalecer políticas públicas de prevenção. Atualmente, mortes de mulheres motivadas por desigualdade de gênero costumam ser registradas apenas como agressão. O episódio também destaca histórias de resistência feminina, como as retratadas no documentário original “Mulheres do Vale: Arte que nasce da seca”, produzido pela equipe da Rádio Itatiaia. A produção mostra mulheres da região do Vale do Jequitinhonha que transformaram a arte em sustento e superação.
A edição #181 do Supremo na Semana destaca a decisão que proibiu o saque em dinheiro de emendas parlamentares, medida que busca reforçar a transparência e o controle no uso de recursos públicos.O episódio também aborda o julgamento que discute o limite para a cobrança adicional de ICMS sobre serviços de telecomunicações e energia elétrica, além da análise do Supremo sobre a constitucionalidade da prática da vaquejada.O episódio #181 é apresentado por Mariana Brasil, editora de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e de Hanna Gomes, advogada e analista jurídica da Rádio e TV Justiça.Participe do Supremo na Semana enviando seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, nesta quarta-feira (4), de uma reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) para discutir o fortalecimento de ações integradas de enfrentamento à violência de gênero e de proteção aos órfãos das vítimas de feminicídio. O procurador-geral de Justiça, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, esteve no encontro acompanhado da coordenadora do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), promotora de Justiça Bianca Bernardes.
O Brasil encerrou 2025 com o maior número de feminicídios da série histórica, um alerta urgente que exige respostas coordenadas do Estado, das instituições e de toda a sociedade. Mas por que o país continua registrando recordes, mesmo com leis mais rigorosas e maior visibilidade para o tema? No novo episódio do Febraban Podcast, discutimos uma das pautas mais críticas do país: a violência contra a mulher e o ciclo que antecede o feminicídio. A partir de casos recentes que chocaram o Brasil, analisamos as falhas da rede de proteção, o impacto do machismo estrutural e as medidas que podem, de fato, salvar vidas. Neste episódio, você vai saber também:O papel central da educação e da conscientização na prevençãoA diferença entre violência psicológica, patrimonial e digitalO avanço da misoginia online e os ataques direcionados às mulheresCaminhos para a reeducação de autores de agressão e redução da reincidênciaTecnologias que ampliam a proteção e facilitam pedidos de ajudaCom Regina Célia Barbosa (Instituto Maria da Penha), Valéria Scarence (Promotora de Justiça) e Fernanda Lopes (Contraf CUT), sob condução de Mona Dorf e Májory Marcelino (Febraban). Acompanhe o Febraban Podcast para novos episódios toda quinta-feira. FICHA TÉCNICA: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Májory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Patrícia Travassos e Clovis Travassos Edição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris Arruda Gravação: Supernova CinematográficaAcompanhe o Febraban Podcast para novos episódios toda quinta-feira. Link na bio.
O Brasil encerrou 2025 com um dado alarmante: o maior número de feminicídios desde que o crime foi tipificado em lei em 2015.Foram 1.470 mulheres assassinadas por razão de gênero, o que equivale a quatro mortes por dia. Em uma década, o crescimento é de 316%, revelando que a existência da lei, por si só, não tem sido suficiente para interromper o ciclo de violência que atinge mulheres de forma desigual, especialmente as mais pobres, negras e periféricas.Para compreender as raízes desse recorde, seus impactos sociais e os limites das políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero, conversamos com Natália Corazza Padovani, pesquisadora permanente no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, professora nos Programas de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Antropologia Social da Unicamp e Erika Chioca Furlan, doutoranda em Ciências Sociais na linha de estudos de gênero da Unicamp, mestre e bacharel em direito, advogada criminalista e ex-delegada de Polícia do Estado de São Paulo.CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicamp / @adunicamp-secaosindical3742 Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br
Uma mulher sai para se divertir e, por conta do ciúme de um homem, acaba sendo vítima de um dos crimes mais brutais dos últimos tempos. Após ser atropelada, é arrastada em uma avenida por mais de 1 km, até perder as duas pernas. Assista a este IC News e entenda como o caso de Tainara Souza Santos escancara a crueldade da misoginia no Brasil.Se você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
Minas Gerais registra três casos por semana de feminicídio. É o segundo estado do país em número de ocorrências e foi um dos poucos a não aderir ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, lançado pelo governo federal. Nessa conversa, a presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da OAB-MG, Isabel Rodrigues, orienta as mulheres a perceberem os perigos de uma relação abusiva, onde devem buscar ajuda e o que pode ser feito na esfera pública para combater a violência de gênero. "Enquanto a sociedade não entender o reflexo da violência contra as mulheres na economia, no cotidiano, no emprego das verbas públicas, enquanto não mudarmos este cenário, vamos de mal a pior", critica.
No Brasil, a programação oficial foi iniciada com um ato memorial em homenagem a Tainara Souza Santos, de 31 anos, vítima de feminicídio em dezembro de 2025. Ao longo do mês, o governo federal programou ações com foco no fortalecimento da rede de enfrentamento à violência de gênero. Sonoras:
Integração e recursos: os desafios do novo pacto nacional contra o feminicídio O programa Pautas Femininas destaca, nesta edição, o lançamento do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, iniciativa que reúne Congresso Nacional, Judiciário, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas no enfrentamento à violência de gênero. O pacto surge como resposta ao aumento dos casos no país, onde quatro mulheres são vítimas de feminicídio a cada 24 horas. Entre as ações previstas estão a agilidade na concessão de medidas protetivas, a responsabilização dos agressores, o fortalecimento da rede de atendimento às vítimas e a criação de um comitê interinstitucional para monitorar e divulgar relatórios periódicos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, destacou que o pacto representa um compromisso institucional do Estado brasileiro no combate ao feminicídio. A edição traz ainda entrevista com a senadora Daniela Ribeiro, integrante do comitê gestor, que defende a integração entre as instituições e a garantia de recursos para que as políticas públicas sejam efetivas. Ela também apresenta o programa “Antes que Aconteça”, voltado ao acolhimento e proteção de mulheres em situação de violência. O programa reforça que denúncias e pedidos de orientação podem ser feitos gratuitamente pelo telefone 180, disponível 24 horas em todo o país.
Confira no Jornal da Record News desta terça-feira (24): Lula se reúne com presidente dos Emirados Árabes em Abu Dhabi. Grande São Paulo tem dois feminicídios em menos de 24 horas. E mais: idosa morre afogada e 600 pessoas ficam desalojadas no Rio de Janeiro.
O governo federal publicou o Decreto nº 12.845/2026 que integra oficialmente o Ligue 180 ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio e atualiza as normas da Central de Atendimento à Mulher. A medida amplia a articulação com estados e municípios e fortalece os fluxos de encaminhamento de denúncias. O jornalista Henrique Nascimento entrevistou Estela Bezerra, da Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, do Ministério das Mulheres. Estela destaca a medida e a importância do serviço como ferramenta estratégica de prevenção e proteção.
O governo federal publicou decreto que integra oficialmente o Ligue 180 ao Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio e atualiza as normas de funcionamento da Central de Atendimento à Mulher. A medida amplia a articulação com estados e municípios, fortalece os fluxos de encaminhamento das denúncias e consolida o serviço como ferramenta estratégica de prevenção e proteção. Para entender o que muda na prática para as mulheres, conversamos agora com a Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, do Ministério das Mulheres, Estela Bezerra.
Justiça julgou 42 casos de feminicídio por dia em 2025
Boletim da ALMG - Edição n.º 6360
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quarta-feira (11) acompanhe a segunda parte da aula sobre “As mulheres petistas no combate ao feminicídio" com Mazé Morais, secretária nacional de mulheres do PT.
A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) integra comitê do Pacto Nacional contra o Feminicídio firmado recentemente pelos presidentes dos Três Poderes. Em conversa com a jornalista Carla Benevides, da TV Senado, Daniela afirma que o Brasil já tem leis suficientes, o desafio agora é garantir recursos para fortalecer o pacto. Acompanhe a entrevista.
O podcast Observatório Feminino chega com edição especial neste domingo (8), trazendo debates sobre temas atuais que envolvem direitos das mulheres, segurança pública e políticas de enfrentamento à violência.Apresentado pela jornalista Fernanda Rodrigues, o programa conta, nesta edição, com a participação da jornalista Amanda Antunes, além de duas convidadas que ampliam a discussão com diferentes visões: Marcella Apocalypse, advogada e presidente da Comissão de Estudos de Violência Doméstica da Anacrim-MG, e a pastora e comunicadora Márcia Resende.O episódio marca também uma mudança no formato do podcast, que agora adota um estilo mais dinâmico e direto, inspirado no tradicional “Conversa de Redação”. A proposta é reunir jornalistas e convidadas para comentar os principais assuntos da semana, promovendo um debate plural e com pontos de vista divergentes.Entre os temas discutidos estão o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado pelos Três Poderes no Palácio do Planalto; o projeto aprovado em primeiro turno na Câmara Municipal de Belo Horizonte que restringe a presença de crianças em eventos com nudez ou conteúdos considerados impróprios; e o caso do adolescente de 17 anos apreendido após o ataque a uma padaria em Venda Nova, que terminou com a morte de três mulheres, incluindo duas adolescentes.
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O governo Lula lançou uma iniciativa nacional para combater os feminicídios após o Brasil bater recorde desse tipo de crime no ano passado. O pacto é resultado direto da atuação da primeira-dama Janja. Com ações conjuntas, os três poderes pretendem punir agressores e proteger mulheres.Um relatório de uma ONG de monitoramento do respeito aos direitos humanos no mundo afirma que o governo Trump está impulsionando o autoritarismo. Hoje, mais de 70% da população mundial vive sob regimes autoritários, entre os quais a ONG norte-americana não inclui os EUA.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Bom dia 247_ Lula lança pacto nacional contra o feminicídio 4_2_26 by TV 247
A iniciativa estabelece uma atuação inédita, coordenada e permanente entre os três Poderes para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.Sonoras:
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Os chefes dos Três Poderes assinaram, nesta quarta-feira (4) o pacto nacional Brasil contra o feminicídio. O documento estabelece ações de prevenção e responsabilização de agressores nos casos de violência de gênero. A iniciativa busca uma ação conjunta entre união, estados, municípios, sistema de Justiça e sociedade civil. Segundo o Palácio do Planalto, foi criado um comitê interinstitucional - com quatro representantes de cada um dos poderes - para formar um grupo de trabalho para enfrentar o feminicídio. No discurso, o presidente Lula disse que pela primeira vez os homens estão assumindo a responsabilidade e reforçou a importância da educação de meninos, desde a primeira infância. Dados do Ministério da Justiça mostram que mais de 5.300 mulheres foram vítimas de feminicídio ou tentativa de feminicídio no Brasil, em 2025. E ainda: Operação prende cinco suspeitos do Comando Vermelho na Baixada Fluminense.
A treta entre o presidente dos EUA e a Europa por causa da Groenlândia segue. Por enquanto, além de palavras duras, reuniões e tarifas, uma ação militar dos EUA para tomar a ilha da Dinamarca ainda não aconteceu. Mas Trump já disse que não vai desistir e a Europa, por enquanto, reagiu de maneira patética. O Brasil registrou recorde de feminicídios no ano passado, pelo menos desde que o crime foi tipificado. Foram 1470 assassinatos de mulheres, segundo dados do Ministério da Justiça, média de quatro crimes por dia. Em 10 anos, o número de crimes registrados como feminicídio tem aumentado ano após ano.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Em sequência vertiginosa de mensagens, Trump ironiza e ameaça aliados e expõe conversas privadas com o presidente da França. Publicações de Trump estremecem relação com o principal aliado dos Estados Unidos na Europa. Em coletiva sobre primeiro ano de mandato, Trump volta a ameaçar a Groenlândia. Mesmo durante o recesso, crise no Banco Master reúne assinaturas para criar três CPIs. Brasil registra mais de 1,4 mil feminicídios em 2025.
Pedro Fernando Nery, colunista do Estadão, professor de economia do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), analisa a Economia interna, às 3ªs, 7h45, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mãe pode tudo? Até estar na linha de frente?Neste novo quadro da Onda, ouvimos mulheres que ocupam profissões historicamente masculinas e que também são mães.Elas são delegada, repórter no Brasil e em zonas de conflito, petroleira embarcada, caminhoneira.Aqui, falam sobre o desejo de ser mãe, o machismo, a volta ao trabalho após a maternidade e as transformações profundas que o encontro com o filho provoca.Que essas histórias nos inspirem a sonhar alto. E, sobretudo, a não ceder sobre o próprio desejo. Alguns minutos depois de ter sido assaltada em pleno serviço, Fabiola entrou ao vivo na TV para relatar a agressão.Repórter policial, ela cruza São Paulo diariamente cobrindo crimes, casos de crianças desaparecidas e feminicídios: uma média de três feminicídios por semana.Aqui, Fabiola fala sobre a vida corrida, o abraço que oferece às mulheres enlutadas e o desafio de ser mãe de duas meninas em uma sociedade onde a violência contra as mulheres é tão comum.
Com assinatura interministerial, foi publicada no Diário Oficial da União a Lei nº 15.334, que define 17 de outubro como o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio. A data homenageia Eloá Cristina Pimentel, vítima de feminicídio em 17 de outubro de 2008, em Santo André (SP).Sonora:
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No 3 em 1 desta terça-feira (30), o destaque foi a oitiva, no Supremo Tribunal Federal (STF), do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, do ex-presidente do Banco BRB, Paulo Henrique Costa, e do diretor do Banco Central, Ailton de Aquino. Após os depoimentos, a Corte avalia a necessidade de uma acareação para confrontar as versões apresentadas. Reportagem de Igor Damasceno. A Polícia Civil de São Paulo realiza a Operação Vida Nova, voltada ao combate à violência contra a mulher. Até esta terça-feira, 200 pessoas já foram detidas, e a ação prevê o cumprimento de cerca de 1.400 mandados em todo o estado. Reportagem de Misael Mainetti. O ex-ministro e ex-aliado do presidente Lula (PT), Aldo Rebelo, oficializou sua pré-candidatura à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC). O político fez críticas ao atual governo e manifestou apoio à anistia total. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passará por um novo procedimento médico para conter crises prolongadas de soluço, com reforço no bloqueio do nervo frênico esquerdo. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu orações. Reportagem de Igor Damasceno. Em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, o deputado Fausto Pinato (PP) comentou o desgaste na relação do partido com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), citando insatisfação de parlamentares com um suposto distanciamento político. O governo federal pagou R$ 1,5 bilhão em emendas parlamentares durante a semana do Natal, totalizando R$ 30 bilhões liberados ao longo de 2025. Reportagem de Igor Damasceno. Na Polônia, agricultores realizaram protestos com tratores nas ruas contra o acordo Mercosul–União Europeia, temendo impactos econômicos negativos. Reportagem de Luca Bassani. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Uma operação prendeu 233 agressores de mulheres em São Paulo. A ação da polícia foi coordenada pelas secretarias da Segurança e de Políticas para a Mulher. Ao todo, foram expedidos pela Justiça cerca de 1.400 mandados de prisão contra envolvidos em diferentes formas de violência doméstica, a maioria relacionada ao descumprimento de medidas protetivas. Veja também nesta edição do JR 24 Horas: Rio de Janeiro recebe título de maior Réveillon do mundo no Guinness Book.
Convidadas: Regina Célia Almeida, cofundadora e vice-presidente do Instituto Maria da Penha; e Amanda Sadalla, cofundadora e diretora executiva da Serenas. Tainara foi arrastada. Daniele, morta a facadas. Alane e Layse, baleadas. Catarina, violentada e estrangulada. Maria Katiane, agredida e achada morta após cair do 10° andar. Todas elas, vítimas de um crime recorrente no Brasil: o feminicídio. Nos seis primeiros meses de 2025, foram 718 casos: na média, quatro mulheres são mortas todos os dias no país. Um crime que não para de crescer, apesar de, desde o ano passado, ter tido sua pena endurecida. Pela lei atual, quem comete feminicídio pode ser condenado a até 40 anos de prisão. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Amanda Sadalla, cofundadora e diretora-executiva da Serenas, organização que atua para prevenir a violência contra mulheres e meninas; e ouve também Regina Célia Almeida, cofundadora e vice-presidente do Instituto Maria da Penha. Amanda explica como a prevenção e a orientação de agentes públicos são bases no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Ela também fala da importância de educar meninos e meninas para romper ciclos de agressão e cita o Reino Unido como exemplo de boas práticas para evitar este tipo de crime. Regina responde que tipo de política pública precisa existir para atender as vítimas de violência doméstica e ressalta como as chamadas casas de acolhida são essenciais para o atendimento a mulheres e meninas. Por fim, Regina destaca a importância de mulheres saberem reconhecer que estão sendo vítimas de violência e abuso.
No Papo Antagonista desta quarta-feira, 10, Duda Teixeira e Dennys Xavier conversaram com Karen Scavacini, psicóloga e fundadora do Vita Alere, que falou sobre a dinâmica dos feminicídios no país.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Boa terça, angulers! Abrimos o #313 comentando a última semana devastadora em que uma sequência de tentativas e feminicídios chocaram as mulheres brasileiras. Na sequência, falamos da redução da pobreza e da extrema pobreza. Segundo o IBGE, é o menor índice desde 2012. E comentamos dados do Censo sobre o perfil urbanístico e de acessibilidade nas favelas e comunidades brasileiras. Por fim, os pop-ups da semana: ciclone no sul do país; a crise na família Bolsonaro; e a decisão de Gilmar Mendes que altera a Lei do Impeachment para ministros do STF. Sirva-se! Cortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza
Da construção de seu último personagem às lições do SUS, a atriz reflete sobre misoginia, processo criativo e as mudanças profundas que viveu na carreira e na vida
Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.