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"E LEVANTOU LÓ OS SEUS OLHOS, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o Jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar.ENTÃO LÓ ESCOLHEU para si toda a campina do Jordão, e partiu Ló para o oriente, e apartaram-se um do outro." Gênesis 13:10-11"E DISSE O SENHOR A Abrão, DEPOIS que Ló se apartou dele: LEVANTA OS TEUS OLHOS, E OLHA desde o lugar onde estás, para o lado do Norte, e do Sul, e do Oriente, e do Ocidente;Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre." Gênesis 13:14-15
Antes de Homero cantar heróis, Hesíodo ensinou a plantar. Neste episódio da série Origens da Agricultura, mergulhamos na Grécia arcaica — um mundo feito de ilhas, montanhas e pequenos vales rurais, fragmentado e, ao mesmo tempo, unido pela força da tradição e do trabalho diário na terra.
Trechos retirados de gravações em Satsang.Ram Dass, nascido Richard Alpert (1931-2019), foi um renomado professor espiritual, psicólogo e escritor americano.Formado em Harvard, tornou-se professor de psicologia e colaborou em estudos pioneiros sobre os efeitos terapêuticos de substâncias psicodélicas. Após uma viagem à Índia nos anos 1960, conheceu seu guru Neem Karoli Baba, que o renomeou Ram Dass (“Servo de Deus”). Essa experiência transformou sua vida e o levou a mergulhar na espiritualidade. Ele se dedicou a integrar ensinamentos espirituais orientais à vida moderna ocidental.Ram Dass ensinava a importância da prática espiritual na vida cotidiana, enfatizando a presença, a compaixão e o amor incondicional. Seu livro Be Here Now (1971) tornou-se um clássico espiritual, incentivando leitores a viverem no momento presente e a explorarem a interconexão da vida. Ele também abordava temas como a aceitação da mortalidade, a busca pelo significado da vida e o serviço desinteressado como caminho espiritual.Ram Dass foi uma figura central na introdução da espiritualidade oriental ao Ocidente. Sua abordagem inclusiva e prática influenciou gerações de buscadores espirituais. Seus ensinamentos continuam vivos por meio de seus livros, palestras e a Fundação Love Serve Remember, que promove sua mensagem de amor e serviço.
O Museu Guimet apresenta em Paris a exposição “Mangá. Uma arte completa!”, uma imersão nas origens e na evolução do mangá. A mostra reúne obras raras, revistas históricas e peças das coleções japonesas para revelar tradições, influências ocidentais e a força criativa de mestres dos séculos 20 e 21 — uma viagem ao universo que transformou o mangá em verdadeiro fenômeno global. Márcia Bechara, da RFI em Paris Em vitrines e painéis, visitantes percorrem séculos de narrativas gráficas japonesas, do teatro nô às primeiras experiências com animação, passando pelo humor satírico da imprensa e pela explosão de gêneros que marcou o século 20. A curadoria é assinada por Estelle Bauer, que sublinha o ineditismo da iniciativa. “Eu acho que é a primeira vez que mangás são expostos em um museu de Belas Artes, numa instituição parisiense. Eles estão muito curiosos no Japão com os resultados dessa exposição”, refletiu. A declaração resume o impacto institucional dessa entrada definitiva do mangá no circuito das artes visuais da capital francesa. Especialista em arte japonesa, Bauer explica como buscou evidenciar a profunda ligação entre os mangás contemporâneos e a iconografia ancestral do Japão. “Eu sou historiadora da arte japonesa, então olho os mangás com essa referência e esse conhecimento da arte antiga do país. Isso era uma evidência, existe uma imensidão de relações entre o Japão antigo e os personagens do mangá que usam, por exemplo, máscaras de teatro antigas", exemplificou. "Há cenas que são tiradas diretamente de lendas japonesas. Foi umpouco isso que tentamos mostrar.” A exposição revela esse diálogo ao aproximar obras do acervo tradicional do museu — esculturas, máscaras, pinturas — das narrativas visuais dos mangakás modernos", destaca. Conexões estruturais dos mangás Para Bauer, essas conexões não são apenas estilísticas, mas estruturais para o trabalho de criação dos autores. “Os mangakás se inspiraram muito de sua tradição, de sua cultura visual, e foi isso que tentamos mostrar na exposição, criando uma espécie de diálogo entre as obras do museu, as obras de coleções patrimoniais e os mangás.” Em um dos núcleos mais comentados da mostra, uma escultura rara exemplifica essa relação direta com o imaginário pop. “Acho que o autor de Dragon Ball se inspirou de aspectos variados da tradição japonesa, mas uma das referências possíveis é o dragão que caça a Pérola da Sabedoria. Apresentamos, durante a exposição, uma escultura que faz referência a isso, e que, na verdade, foi um presente do antepenúltimo Shogun do Japão ao imperador Napoleão 3° em 1864.” Um olhar complementar sobre a mostra é o de Valentin Paquot, especialista em mangás e consultor do catálogo da exposição. Ele chama atenção para a dimensão industrial e econômica desse universo, frequentemente esquecida em debates artísticos. “Houve uma abordagem realmente industrial e não somente artística na criação dos mangás. É claro que se trata de um gênero artístico legítimo, mas, por trás dos mangás, existe também muito dinheiro... Apenas em 2024, esse mercado gerou 704 bilhões de yens somente no Japão, ou seja, um total equivalente a € 4 bilhões, é uma soma colossal. Nós adoraríamos dispor de um orçamento igual para os quadrinhos na França”, compara. Leia tambémDiva do mangá, japonesa é segunda mulher a vencer o Festival Internacional de HQ da França Paquot lembra que o boom editorial japonês, impulsionado pelo pós-guerra e pelo baby boom, foi decisivo para a consolidação de um mercado de larga escala. “É um segmento muito mercantilizado, com um volume enorme de revistas. Essa explosão começou na época do baby boom japonês, com mais de 80 revistas mensais na época. E, além disso, o mangá também foi muito usado como veículo de publicidade.” Paquot também destaca a presença marcante dos yōkai, seres sobrenaturais do folclore japonês que atravessam tanto mangás quanto animes. “Se nos voltarmos ao que chamamos de yokais, ou seja, aos monstros japoneses, que estão muito bem sublinhados nessa exposição, podemos ver o incrível bestiário presente nesse repertório japonês, e, na verdade, trata-se de uma gramática muito conhecida lá. Isso quer dizer que, se usamos um determinado personagem, sabemos com antecedência a mensagem que se quer passar...” Segundo ele, essa gramática visual não impede liberdade criativa — ao contrário. “E se o mangaká tiver vontade de brincar, ele pode criar o que chamamos de ‘gap', uma surpresa, ou seja, ele vai utilizar um monstro do qual é esperado um determinado comportamento, mas que vai fazer exatamente o oposto. Os mangakás adoram nos surpreender desse jeito...” Tradição e cultura pop em diálogo “Manga. Tout un art!” ocupa três andares do Museu Guimet e foi concebida para apresentar o mangá em paralelo às coleções asiáticas da instituição — de máscaras do teatro Nô, vestes de samurais e katanas a desenhos originais de Dragon Ball, One Piece, Naruto e Astro Boy. A curadoria apostou em uma montagem dinâmica que atrai o público jovem sem perder densidade histórica. Um dos pontos altos é a sala dedicada à Grande Onda, um clássico de Katsushika Hokusai (1830/1831), onde se discute como o “traço claro e estruturado” do mestre "antecipa códigos narrativos dos quadrinhos modernos" — e como essa iconografia segue influenciando autores e estilistas. A mostra também destaca o papel de Osamu Tezuka, cujas séries Astro Boy e A Princesa e o Cavaleiro ajudaram a revolucionar linguagem e formatos, abrindo caminho para gêneros como o shōjo (voltado originalmente para meninas) e para movimentos mais adultos como o gekiga. Como gesto de ponte com novas gerações, o cartaz da exposição foi encomendado ao mangaká francês Reno Lemaire (Dreamland), reforçando o diálogo entre tradição japonesa e produção contemporânea. De onde vem o mangá: raízes, encontros e viradas Embora o termo “mangá” tenha sido popularizado por Hokusai no século XIX e hoje seja associado às HQs japonesas, suas raízes remetem aos emaki (rolos narrativos) da era medieval e ao repertório do ukiyo‑e. A exposição em Paris parte exatamente dessa genealogia para ler o mangá como herdeiro de séculos de visualidade. O encontro com o Ocidente, no fim do século XIX, incorporou a tradição de caricatura e sátira dos jornais europeus, catalisando o nascimento do mangá moderno com autores como Kitazawa Rakuten. Já na primeira metade do século 20, o kamishibai — o “teatro de papel” de rua — refinou a narrativa seriada e a relação direta com o público, elementos que migram depois para as revistas e, mais tarde, para o anime televisivo. O kamishibai tem raízes nos emaki e em práticas de narração pictórica (etoki); sua “era de ouro”, nas décadas de 1930–50, antecede a popularização da TV — não à toa apelidada de “kamishibai elétrico”. Muitos artistas transitaram do kamishibai para o mangá e o anime, sedimentando técnicas e modos de contar histórias que hoje são marca do quadrinho japonês. Uma paixão brasileira? O Brasil tem uma relação de longa data com o mangá e o anime. Lobo Solitário chegou ao país em 1988, e a consolidação do formato “de trás para frente” se deu de forma massiva com Dragon Ball, no início dos anos 2000. A partir daí, editoras especializadas e selos de grandes grupos aceleraram a oferta e profissionalizaram a distribuição. O resultado aparece nas vendas: entre julho de 2023 e julho de 2024, 71% dos 100 quadrinhos mais vendidos em livrarias brasileiras foram mangás — com liderança da Panini, seguida pela JBC (adquirida pela Companhia das Letras em 2022), entre outros selos. Em outro recorte, os mangás concentraram 46,7% das vendas do mercado de quadrinhos no país, confirmando o apelo da cultura pop japonesa. Esse interesse transborda para eventos e streaming. A CCXP, maior festival de cultura pop do mundo em público, reuniu 287 mil pessoas em 2023; e a Crunchyroll anunciou, em 2024, que o Brasil já é seu segundo maior mercado de assinantes globais — impulsionando dublagens, estreias em cinema e ativações de grande porte. Mesmo num cenário em que o hábito de leitura geral encolheu — o país perdeu cerca de 6,7 milhões de leitores em quatro anos, segundo a pesquisa Retratos da Leitura 2024, organizada pelo Instituto Pró‑Livro (IPL) — o mangá mantém tração ao se apoiar em uma cadeia multimídia (animes, games, produtos licenciados) e em comunidades de fãs muito engajadas. Números, gêneros e linguagem do mangá Para além do rótulo “quadrinho japonês”, o mangá se organiza por segmentação etária e temática (shōnen, shōjo, seinen, josei etc.) e por gêneros que vão do épico de ação à introspecção psicológica, passando por romance escolar e ficção científica — uma diversidade que facilita identificação e renovação de leitores. A transposição para anime e o modelo em formato de série na publicação ajudam a sustentar fidelização e vendas recorrentes. No Brasil, essa dinâmica se reflete em listas de mais vendidos dominadas por franquias como One Piece, Demon Slayer e Jujutsu Kaisen, ao lado dos clássicos nacionais infantis — um arranjo que mostra coexistência de perfis geracionais e explica o espaço dos mangás nas prateleiras e nos eventos.
Thomas Stearns Eliot (1888–1965), poeta, crítico literário e ensaísta anglo-americano, tornou-se um dos maiores nomes do modernismo do século XX. Sua conversão ao anglicanismo, somada à sua visão conservadora da cultura, trouxe à sua obra uma dimensão teológica que transcende a estética. Em textos como Notes Towards the Definition of Culture e The Idea of a Christian Society, Eliot propõe a reconstrução espiritual e moral do Ocidente com base em uma “ordem cristã”, estruturada pela tradição, autoridade e continuidade cultural. Embora sua crítica à secularização e sua defesa de valores espirituais ecoem preocupações legítimas da cosmovisão adventista, o substrato filosófico, teológico e eclesiológico de Eliot apresenta desafios consideráveis à fé profética, escatológica e missionária da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Este episódio, portanto, examina a fundo o pensamento social de T.S. Eliot, destacando pontos de convergência úteis para a defesa da ordem eclesiástica, mas também denunciando com clareza os aspectos que colidem com a autoridade da revelação bíblica e com a estrutura representativa da liderança adventista.
Temporal em Petrópolis transforma ruas em rios, e Defesa Civil emite alerta extremo; aulas são suspensas, e Centro Histórico é fechado. Passageiros de ônibus ficam ilhados em temporal no Rio e são resgatados de bote; chuva também afeta trens. Após chuva intensa, motorista desaparece em córrego em Guarulhos; Defesa Civil contabiliza sete mortes no estado de SP. Lula cobra ministros a divulgarem resultados do governo: 'Tenho a impressão que o povo não sabe'. Rússia diz que 'tensões na Venezuela podem ter consequências imprevisíveis para o Ocidente'. Confusão em formatura: música que motivou briga generalizada tocou duas vezes antes do tumulto, diz testemunha.
Trechos do livro “The Zen Teaching of Huang-Po”.Huang Po Xiyun (?-850) foi um renomado mestre do budismo Chan (Zen na tradição japonesa) na China durante a dinastia Tang. Pouco se sabe sobre sua vida pessoal, mas acredita-se que nasceu na província de Fujian e entrou para a vida monástica ainda jovem. Ele estudou sob a orientação do mestre Baizhang Huaihai, um dos grandes nomes do Chan, e mais tarde se destacou como um dos mais influentes mestres de sua época. Huang Po liderou teve discípulos notáveis, como Linji Yixuan, que fundaria a escola Rinzai do Zen.Huang Po Xiyun é uma figura central no desenvolvimento do budismo Chan, contribuindo significativamente para a formação do pensamento que enfatiza a prática direta e a iluminação súbita. Seu trabalho consolidou a ênfase no "corte das ilusões" e no retorno à essência da mente, princípios que seriam fundamentais no desenvolvimento do Zen na Ásia e no Ocidente.Os ensinamentos de Huang Po destacam a natureza unificada da mente, que ele descrevia como o "Grande Caminho". Ele defendia que todas as distinções e conceitos são ilusórios e que a verdadeira sabedoria está na experiência direta, livre de apegos e raciocínios. Huang Po rejeitava práticas ritualísticas complexas, incentivando a compreensão da própria mente como o caminho para a iluminação. Suas lições enfatizavam a simplicidade e a introspecção, tendo impacto duradouro em muitas gerações de praticantes. O livro Ensinamentos de Huang Po sobre a Mente-Única, compilado por seus discípulos, permanece como um clássico do Zen.
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O debate sobre China, livre comércio e intervenção estatal explodiu nos comentários do meu último vídeo e neste episódio respondo às críticas, esclareço posições e aprofundo o ponto central: a competitividade chinesa não é apenas fruto de mercado, mas de pesada manipulação cambial e subsídios. Também analiso as reações políticas no Ocidente, o impacto sobre indústrias locais e por que o câmbio chinês é o verdadeiro nó desse desequilíbrio global.
Com o escalar do conflito, impõe-se a questão: estará Moscovo preparado para enfrentar o Ocidente? Ainda o reaparecimento de Serguei Lavrov: é “guerra psicológica” divisora? A análise de Luís Tomé.See omnystudio.com/listener for privacy information.
[Patrocinado] Conheça as oportunidades oferecidas pela Deel aqui: deel.com/estrategiaÀ medida que os mercados do Brasil subiam, mês após mês, e investidores globais compravam ativos do país, os ganhos eram grandes o suficiente para ofuscar os riscos de uma eleição presidencial que ainda está a quase um ano de distância.Em algumas horas, tudo isso mudou.Os ativos do país vêm sendo pressionados por ondas vendedoras desde que Flávio Bolsonaro— filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, agora encarcerado — surgiu como um possível candidato na disputa do ano que vem.
Neste episódio do Podcast Missionando conversamos com Leonardo Bessa e Dennis Bonifacio sobre o Islã e sua influência no Ocidente. Uma verdadeira aula sobre o assunto.Assistir Podcast: youtube.com/watch?v=3BjMupxPRfESaiba mais: apmt.org.br/missionarios
Repórter na Síria conta celebração que marca o dia de hoje.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Para a administração Trump, a Europa é uma força decadente e em perigo de extinção nos próximos 20 anos. Quem quereria um protagonista como este à mesa das negociações? É a investigadora e analista Diana Soller que o interroga, em entrevista ao podcast “O Mundo a Seus Pés”, traçando um cenário de desalento para as nações europeias. Para Vladimir Putin, afirma Diana Soller, a guerra continua a ser existencial.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Estados Unidos anunciaram uma nova estratégia de segurança nacional, e Donald Trump declarou prioridades na política externa: restaurar o protagonismo americano no Ocidente, buscar a paz através da força e disputar influência econômica e geopolítica com a China. Já a Europa foi descrita por Trump como decadente. Veja também: morreu Frank Gehry, um dos arquitetos mais importantes da história. A cidade de Gramado comemora os 40 anos do Natal Luz. O planeta acompanhou o sorteio da Copa do Mundo. E a seleção conheceu os três primeiros adversários no Mundial.
Baseado no filme Os Agentes do Destino (The Adjustment Bureau, 2011), o episódio promove uma profunda reflexão filosófica sobre a dualidade entre destino e livre-arbítrio. Através da história do político David Norris e sua luta para viver um amor que desafia um plano supostamente traçado por misteriosos "agentes do destino", os professores abordam temas fundamentais como Dharma, Karma, intuição, vontade, provas da vida e o papel da consciência nas escolhas humanas. Inspirados por tradições filosóficas do Oriente e do Ocidente, como o estoicismo, o idealismo kantiano e os ensinamentos de Helena Blavatsky, a conversa propõe que o ser humano, ao desenvolver sua consciência, pode deixar de ser um simples cumpridor de ordens e passar a construir o próprio caminho — não em oposição às leis da Natureza, mas em harmonia com elas. A importância da audácia, da perseverança e da busca pelo sentido mais profundo da vida está presente em toda a narrativa do episódio, que convida o ouvinte a olhar para os sinais do cotidiano com mais atenção, e a reconhecer que a liberdade não se resume à ausência de limites, mas à capacidade de responder com sabedoria, justiça e amor aos desafios da existência. Participantes: Paula Poloni, Gustavo Massen e Danilo Gomes Trilha Sonora: Romeu e Julieta, de Tchaikovsky
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Bernardo Buenno, fisioterapeuta com mais de 22 anos de experiência em alta performance esportiva, que já trabalhou com atletas olímpicos e clubes de elite.Aos 13 anos, Bernardo enfrentou a leucemia, uma experiência que transformou completamente sua visão sobre vida, saúde e propósito. O que hoje virou "filosofia de Instagram", ele viveu na pele.Nesta conversa, Bernardo compartilha:
Homilia Padre Reinaldo Satiro, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 8,5-11Naquele tempo,quando Jesus entrou em Cafarnaum,um oficial romano aproximou-se dele, suplicando:"Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa,sofrendo terrivelmente com uma paralisia".Jesus respondeu: "Vou curá-lo".O oficial disse: "Senhor,eu não sou digno de que entres em minha casa.Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado.Pois eu também sou subordinadoe tenho soldados debaixo de minhas ordens.E digo a um : 'Vai!', e ele vai;e a outro: 'Vem!', e ele vem;e digo ao meu escravo: 'Faze isto!', e ele faz".Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado,e disse aos que o seguiam:"Em verdade, vos digo:nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé.Eu vos digo:muitos virão do Oriente e do Ocidente,e se sentarão à mesa no Reino dos Céus,junto com Abraão, Isaac e Jacó".Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 5 quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6 "Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia". 7 Jesus respondeu: "Vou curá-lo". 8 O oficial disse: "Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9 Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um : 'Vai!', e ele vai; e a outro: 'Vem!', e ele vem; e digo ao meu escravo: 'Faze isto!', e ele faz". 10 Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: "Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11 Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó".
Citações e trechos dos livros “The Book” e “Just So”, de Alan Watts.Alan Wilson Watts (1915 - 1973) foi um filósofo, escritor e palestrante britânico, conhecido como um dos pioneiros na divulgação da sabedoria oriental ao Ocidente.Nascido na Inglaterra, desde cedo demonstrou interesse pelo budismo e pelas tradições espirituais da Ásia. Emigrou para os Estados Unidos na década de 1930 e estudou teologia. Ordenado sacerdote episcopal, deixou o ministério para se dedicar a uma abordagem mais ampla e interdisciplinar da espiritualidade. Viveu na Califórnia, onde escreveu, palestrou e gravou programas de rádio que o tornaram uma figura influente.Watts ensinava sobre a integração da filosofia oriental, como o budismo zen e o taoismo, com a vida moderna ocidental. Ele abordava temas como a natureza da consciência, a relação entre o eu e o universo e a ilusão da separação. Enfatizava a importância do presente, a fluidez da vida e a aceitação da incerteza.Alan Watts desempenhou um papel fundamental na introdução da espiritualidade oriental no Ocidente durante o século XX. Sua abordagem prática e filosófica permanecem populares, impactando novas gerações.
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Trechos retirados dos livros “Enter The Quiet Heart” e “Only Love”, de Sri Daya Mata.Sri Daya Mata (1914 - 2010), nascida como Faye Wright, em Salt Lake City, Utah (EUA), foi uma das primeiras discípulas ocidentais de Paramahansa Yogananda. Aos 17 anos, após ouvir uma palestra de Yogananda, Faye Wright decidiu seguir a vida monástica e entrou para a Self-Realization Fellowship (SRF), recebendo de seu mestre o nome espiritual “Daya Mata”, que significa “Mãe da Compaixão”. Assim, ela dedicou mais de 80 anos de sua vida à prática espiritual e ao serviço dentro da organização.Seus ensinamentos, fortemente alinhados com os de Yogananda, enfatizavam a meditação, a devoção a Deus e a busca da autorrealização. Daya Mata transmitia uma mensagem de amor divino, silêncio interior e comunhão constante com Deus, incentivando a transformação interior como caminho para a paz verdadeira.Como presidente da SRF de 1955 até sua morte em 2010, Daya Mata teve um papel fundamental em preservar e expandir o legado de Yogananda pelo mundo. Reconhecida por sua profunda realização espiritual, foi respeitada tanto por devotos quanto por líderes espirituais de diversas tradições, tornando-se um elo vivo entre Oriente e Ocidente.
No 3 em 1 desta sexta-feira (21), o destaque foi o anúncio do presidente norte-americano Donald Trump, que surpreendeu ao decretar o fim da taxação de 40% sobre diversos produtos brasileiros, como carne bovina e café. O debate do programa analisa se a medida representa uma vitória da negociação do governo Lula ou um movimento unilateral dos EUA para conter preços internos e reforçar a política ‘America First'. Reportagem de Eliseu Caetano. O ministro do STF Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do deputado federal Alexandre Ramagem, após o parlamentar ser visto nos Estados Unidos, levantando suspeitas de tentativa de fuga para evitar a execução da pena. O rascunho final da declaração da COP30 não menciona o abandono dos combustíveis fósseis, gerando reação de mais de 30 países. A proposta defendida por Marina Silva e pelo presidente Lula enfrenta resistência de nações em desenvolvimento, que acusam o Ocidente de hipocrisia e afirmam que a transição energética exige gradualismo. Reportagem de Bruno Pinheiro. O vice-presidente Geraldo Alckmin celebrou a retirada das tarifas norte-americanas sobre 238 produtos brasileiros, vista como avanço nas negociações bilaterais. No entanto, o governo agora mira na derrubada de sanções impostas a autoridades brasileiras pela Lei Magnitsky, como o ministro Alexandre de Moraes, em uma reaproximação que aposta na força econômica do Brasil. Reportagem de André Anelli. O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que houve ‘distorções' no debate sobre o PL Antifacção após a divulgação dos trechos polêmicos apresentados por Guilherme Derrite. Motta também rebateu críticas do presidente Lula e do ministro Fernando Haddad, divulgando um vídeo de um ex-integrante do Bope em defesa do projeto. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nova York — a cidade que simbolizou o capitalismo mundial, o consumo, a liberdade e o sonho americano — acaba de eleger um prefeito socialista e muçulmano: Zohran Mamdani. Neste episódio, Ricardo Gomes analisa o significado político e simbólico dessa vitória para os Estados Unidos e para o Ocidente. Como o coração do capitalismo global se tornou um reduto do discurso antiamericano? O programa percorre a história de Nova York — da decadência dos anos 80 à revitalização com Giuliani, do 11 de Setembro à atual guinada progressista — para entender como o Partido Democrata se radicalizou e por que essa vitória pode ser, na prática, uma “vitória de Pirro”.
A Intel está entrando em uma nova fase com o lançamento dos processadores Intel Core Ultra Series 3, conhecidos internamente como Panther Lake, e que chegam com tecnologias inéditas como RibbonFET e PowerVia, além da nova litografia Intel 18A, considerada estratégica para o futuro dos semicondutores no Ocidente. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, Sérgio Oliveira conversa com Yuri Dalian, sales engineer da Intel Brasil, para entender o que muda na prática para quem usa notebook no dia a dia: mais bateria, mais desempenho, menos aquecimento e uma arquitetura totalmente redesenhada para IA, GPU integrada e eficiência energética. Yuri explica também por que a Intel voltou a investir em E-cores tradicionais, como funciona o chiplet modular que separa CPU, GPU e NPU, e o impacto geopolítico da empresa voltar a fabricar em solo americano. Você também vai conferir: Senado aprova incentivo para empresas que treinam jovens em TI, hospital brasileiro usa óculos de realidade aumentada em cirurgia inédita e nova biometria promete aposentar o Face ID. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Vinicius Moschen, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que define a alma brasileira? Somos uma cópia imperfeita do Norte global ou uma civilização original e potente? No episódio de estreia de ‘Hello, Brasil!', Maria Homem e Felipe Miranda recebem o economista e filósofo Eduardo Giannetti para uma análise profunda sobre nossa identidade, nossos vícios e nossas virtudes.O debate mergulha no conceito do "homem cordial" de Sérgio Buarque de Holanda, questionando se a nossa maior força reside na sociabilidade e no afeto (o cordis), em oposição à fria lógica do mercado (o logos). Giannetti desafia o "complexo de vira-lata" e propõe um novo "sonho brasileiro", centrado em um investimento massivo em capital humano e na celebração da nossa originalidade.Esta é uma conversa essencial sobre o fim da hiperglobalização, a crise psíquica do Ocidente e a busca por um caminho próprio para o Brasil. Afinal, qual é a beleza da nossa "condição vira-lata" e como podemos transformá-la em nossa maior potência?Temas em Destaque:A "estranha" e potente civilização brasileira;O Homem Cordial: a prevalência do afeto sobre a lógica;Crítica ao "complexo de vira-lata" e à imitação do Norte;O fim do ciclo da hiperglobalização e a financeirização do mundo;O sonho de um "Juscelino do capital humano" focado em educação;A beleza e a espontaneidade da "condição vira-lata".Entre em contato conosco: hellobrasil@empiricus.com.br
Trump sai, Putin espera, Xi Jinping observa. Entre guerras morais, Putin cansa o Ocidente e a China apoia a Rússia, para distrair EUA. A Ucrânia fica sem apoio decisivo? A análise de Jorge Rodrigues.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Moçambique, novo escândalo ensombra Presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro. Presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, vai visitar África com passagem por Angola. Rússia aposta na diplomacia académica para estreitar laços com países africanos.
Jurandir Filho, Felipe Mesquita, João Pimenta e Bruno Carvalho batem um papo as diferenças entre os RPGs japoneses (JRPGs) e os RPGs ocidentais (WRPGs). Embora compartilhem a mesma base, como evolução de personagens, grandes narrativas e escolhas estratégicas, cada lado desenvolveu sua própria identidade cultural, estética e mecânica ao longo das décadas. Os RPGs japoneses surgiram fortemente influenciados por títulos de mesa como "Dungeons & Dragons", mas rapidamente ganharam personalidade própria. São marcados por histórias lineares e cinematográficas, personagens bem definidos e um foco narrativo que coloca o jogador como espectador de uma grande saga. Jogos como "Final Fantasy", "Dragon Quest", "Chrono Trigger" e "Persona" moldaram essa tradição, com narrativas emocionais, heróis arquetípicos e mundos fantasiosos.Já os RPGs ocidentais nasceram de uma vertente mais próxima dos jogos de mesa, prezando por liberdade de escolha e construção de personagem. O jogador não interpreta um herói pré-determinado, mas cria o seu próprio avatar e molda a história com decisões morais e éticas. Séries como "The Witcher", "The Elder Scrolls", "Fallout", "Baldur's Gate" e "Mass Effect" são exemplos emblemáticos dessa abordagem, em que o mundo reage às ações do jogador, e cada jornada é única. O foco aqui está menos em uma trama fixa e mais em imersão e agência, transformando a narrativa em algo emergente, construído dinamicamente.Nos últimos anos, entretanto, essas fronteiras vêm se misturando. Jogos como "Persona 5" adotam elementos sociais e liberdade de escolhas típicos do Ocidente, enquanto "The Witcher 3" e "Cyberpunk 2077" apresentam tramas fortes e personagens profundos, à maneira japonesa. Hoje em dia, quem faz melhor?Essa é a estreia da série Versus!====- ALURA | Estude na Alura, a maior escola de tecnologia on-line do Brasil! Acesse o nosso link e ganhe 15% de desconto na matrícula! https://alura.com.br/99vidas
A Europa está trocando o altar pelos holofotes. Igrejas centenárias estão sendo transformadas em bares, academias, cafés e até boates. Mas o que explica esse fenômeno? Entenda neste programa da Brasil Paralelo por que a fé cristã entrou em colapso em países como Alemanha, Holanda e Inglaterra — e o que isso revela sobre a crise espiritual do Ocidente.
O Massacre de Cristãos na África e o ódio a Israel .Links para pesquisa mais aprofundada:Britannica — Muslim Brotherhood; Hassan al-Banna. Encyclopedia Britannica - https://www.britannica.com/topic/Muslim-Brotherhood?utm_source=chatgpt.comInstitute for Ethics and Public (IEP) / perfil de Sayyid Qutb. Enciclopédia Internet de Filosofia - https://iep.utm.edu/qutb/?utm_source=chatgpt.comCouncil on Foreign Relations — What Is Hamas? (sobre ligação orgânica entre Hamas e Irmandade). Council on Foreign Relations - https://www.cfr.org/backgrounder/what-hamas?utm_source=chatgpt.comGWU Program on Extremism — relatório sobre redes do Hamas e conexões. Program on Extremism - https://origins.osu.edu/article/clampdown-and-blowback-state-repression-egypt?utm_source=chatgpt.comArtigos sobre radicalização e repressão (Origins Project; análises históricas sobre Qutb e a resposta estatal).origins.osu.edu - https://origins.osu.edu/article/clampdown-and-blowback-state-repression-egypt?utm_source=chatgpt.comNotícias recentes sobre proibições/ações estatais (ex.: fechamento/banimento na Jordânia — The Guardian e AP). The Guardian - https://www.theguardian.com/world/2025/apr/23/jordan-shuts-local-branch-of-muslim-brotherhood-after-arrests?utm_source=chatgpt.comRelatório anual sobre perseguição a cristãos no mundo, com foco em países como Nigéria, Burkina Faso, Mali e Somália - https://www.opendoors.org/en-US/persecution/countries/Human Rights Watch – Relatórios regionais da África Subsaariana. Documenta abusos cometidos por grupos como Boko Haram, ISWAP (Estado Islâmico na África Ocidental) e Al-Shabaab - https://www.hrw.org/africaAmnesty International – “West and Central Africa 2024 Report”. Denuncia ataques sistemáticos contra civis, aldeias cristãs e minorias religiosas em países como Nigéria, Níger e Chade - https://www.amnesty.org/en/location/africa/*Fiz uma lista de títulos para esse vídeo e achei que seria interessante deixar na descrição, espero que tenha escolhido o melhor: O Genocídio Esquecido: A África em Chamas e o Silêncio do Ocidente. Quando o Mundo Fecha os Olhos: O Massacre de Cristãos na África. Nigéria, Israel e a Hipocrisia Ocidental. Do Sahel a Gaza: As Guerras que o Ocidente Escolhe Ignorar. As Vidas que Não Importam: O Silêncio sobre o Genocídio Africano. Entre Boko Haram e Hamas: Religião, Poder e o Duplo Padrão do Ocidente. O Verdadeiro Genocídio: Perseguições na África e a Política do Silêncio. Nigéria, Gaza e o Jogo Geopolítico da Indiferença. A África em Chamas: A Guerra que Não Passa na TV. Quem Decide o Que é Genocídio? A Morte Invisível: O Sofrimento Africano e a Moral Ocidental. Silêncio Cúmplice: A Hipocrisia da Empatia Global. Entre o Sofrimento e o Esquecimento: África, Gaza e o Espelho do Ocidente. O Peso da Indiferença: Quando a Compaixão se Torna Política. A Seleção da Dor: Por que Algumas Tragédias Importam Mais?”Quer Ajudar o canal? Veja como:*Link do meu Livro: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6b80-f832-4fc2-a6af-ee6fa4c9ad9a*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran
RENAMO reune-se hoje em Conselho Nacional. Discurso de João Lourenço sobre o Estado da Nação não espelha a realidade do país. Está o Ocidente a perder influência nas democracias africanas?
A guerra comercial entre EUA e China ganhou um novo capítulo: Trump ameaça tarifas de 100% após Pequim restringir exportações de terras raras — minerais essenciais para tecnologia, defesa e energia. A China domina quase todo o processamento global, criando um risco estratégico para o Ocidente. No vídeo, analiso como essa disputa pode redefinir cadeias de suprimento e por que o Brasil, com grandes reservas, pode sair ganhando.#China #EUA #Trump #Economia #Investimentos #Geopolítica
A reportagem de capa da especial de Crusoé sobre os dois anos do 7 de outubro, intitulada “Superando o terror” e publicada nesta terça-feira, destaca o que o massacre diz sobre Israel, Hamas e o Ocidente. Também nesta terça, o Senado realizou sessão solene em memória das vítimas dos ataques do grupo terrorista Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023.A cerimônia, proposta por Sérgio Moro, contou com discursos de autoridades, representantes da Confederação Israelita do Brasil (Conib) e sobreviventes.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
1989. Voronezh, ex-União Soviética. Dezenas de pessoas testemunham uma esfera vermelha pousar em um parque da cidade. De seu interior surgem criaturas gigantes, incluindo um ser de três olhos acompanhado de um autômato.O caso ganhou destaque mundial quando foi divulgado pela agência estatal soviética TASS e repercutido pela imprensa internacional. Mas enquanto na URSS era tratado como fenômeno real, no Ocidente virou motivo de piada.Neste episódio do Bunker X, trinta e cinco anos depois do incidente, Affonso Solano e Afonso 3D contam tudo sobre essa história que ainda intriga céticos e believers — incluindo a visão do ufólogo Jacques Vallée.
"A Europa tem de ter muito cuidado". Trump pressiona o Ocidente a responder, numa altura em que a NATO não pode escalar o conflito. Ainda a "política de terra queimada". Análise de Miguel Baumgartner.See omnystudio.com/listener for privacy information.
E se a descristianização do Ocidente estiver a ser revertida? E se houver mais jovens a descobrir a religião? A morte de Charlie Kirk e um discurso da viúva talvez ajudem a ver o que ainda é invisível See omnystudio.com/listener for privacy information.
O testemunho da viúva após a morte de Charlie Kirk lança pergunta inesperada que reacende o debate: estará a fé a renascer entre os jovens num Ocidente que julgávamos cada vez mais descristianizado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rogério Anitablian - O papel da Rússia é positivo ou negativo? - Programa 20 Minutos
A China não está apenas construindo modelos de Inteligência Artificial — ela está aplicando IA e robótica em escala no dia a dia.
Com eleições agendadas para breve, na Guiné-Bissau a liberdade de expressão está condicionada, diz Ordem dos Jornalistas. Na província moçambicana de Cabo Delgado, falta fundos e a ajuda humanitária fica aquém das necessidades.Nas redes sociais, líder do Burkina Faso é um herói, mas críticos apontam regime autoritário de Ibrahim Traoré.
A deportação em massa de imigrantes, bandeira de campanha de Donald Trump que vem sendo posta em prática em seu novo mandato, espalha medo e enfraquece a economia americana. Mais que isso, diz Jamil Chade, molda um imaginário coletivo que permite que o discurso de ódio e a xenofobia irrompam nas situações mais inesperadas, dilacerando a alma do país. O recém-publicado "Tomara que Você Seja Deportado" reúne crônicas escritas entre a campanha presidencial e a metade de 2025. O jornalista se mudou para os Estados Unidos e percorreu uma dezena de estados do país, registrando as ameaças da vitória de Trump para imigrantes, indígenas e negros, entre outros grupos. Para o autor, o país e todo o Ocidente vivem uma das encruzilhadas mais dramáticas da nossa história recente e a sobrevivência da democracia depende da luta de uma geração inteira. Assim como uma condenação de Jair Bolsonaro pelo STF não deva significar o fim do bolsonarismo, ele diz, uma vitória dos democratas na próxima eleição não encerraria o movimento capitaneado por Trump. Na entrevista, o jornalista também falou sobre a debilidade da resistência da sociedade civil americana à agenda trumpista e discutiu o novo interesse pelo Brasil em Washington nos últimos meses, que ele relaciona com disputas geopolíticas com a China na América Latina e a reação do Judiciário brasileiro à trama golpista no governo Bolsonaro. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.
NO EPISÓDIO 563 TEREMOS A PRESENÇA DE BRENO ALTMAN, PARA FALAR SOBRE A QUEDA DO OCIDENTE, ISRAEL, TRUMP, MADURO, PUTIN E CHINA!QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
Parada em Pequim assinala a construção oficial de uma nova aliança de interesses anti-americanos. Manuel Poêjo Torres acredita que se avança para um mundo "interdependente, mas mais fragmentado".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Afonso Moura, geopolitólogo, analisa cimeira na China, que reuniu vários líderes mundiais. Trump é o "ausente da sala" e parada militar organizada por Xi Jinping é "prova de força" para Ocidente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Xi Jinping, Putin e Narendra Modi reuniram-se em cimeira desenhada para contrariar EUA e Europa. Von der Leyen sofreu aparente ataque de Moscovo. São mais sinais de que Pequim quer nova ordem mundial?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Xi Jinping, Putin e Narendra Modi reuniram-se em cimeira desenhada para contrariar EUA e Europa. Von der Leyen sofreu aparente ataque de Moscovo. São mais sinais de que Pequim quer nova ordem mundial?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump & The Downfall - Elizabeth AprilDonald J. Trump, figura polarizadora e disruptiva, está redesenhando os contornos do establishment político e midiático dos EUA e, por extensão, do Ocidente. Desde 2016, ele vem desafiando regras tácitas, derrubando velhas convenções institucionais e escancarando uma crise de credibilidade no chamado "sistema". Em 2024 e agora em 2025, mesmo enfrentando processos judiciais e censura velada, Trump continua mobilizando massas com discurso direto, nacionalista e antiglobalista.Seu impacto vem de três frentes principais:1. Exposição do "Estado profundo" (deep state): Trump afirma abertamente que há uma elite burocrática e corporativa que opera acima da vontade popular, interferindo em eleições, decisões econômicas e políticas externas. 2. Ruptura da narrativa da mídia tradicional: Ao chamar grandes redes como CNN, MSNBC e NYT de “fake news”, Trump reposiciona o debate e incentiva o consumo de informações alternativas. Plataformas como Rumble, Truth Social e podcasts independentes ganham força, criando um novo ecossistema de informação fora da velha mídia centralizadora.3. Nacionalismo econômico e reindustrialização: MAGA . Incentiva políticas protecionistas, acordos bilaterais em vez de multilaterais e a valorização da soberania econômica, contestando a agenda do Fórum Econômico Mundial, da ONU e do FMI.Trump não apenas tenta se reeleger, mas se posiciona como símbolo de resistência contra uma ordem global tecnocrática. Ele cria um novo paradigma onde o cidadão comum passa a desconfiar de elites políticas, tecnológicas e financeiras que antes operavam sem oposição visível. Em essência, Trump não é apenas um político: é um catalisador de uma revolução cultural, institucional e ideológica. Para seus apoiadores, ele está “derrubando o sistema”. Para seus críticos, está desmantelando a democracia. Mas uma coisa é certa: ele mudou as regras do jogo.=== Donald J. Trump, a polarizing and disruptive figure, is reshaping the contours of the political and media establishment in the United States and, by extension, in the West. Since 2016, he has been challenging unwritten rules, overturning old institutional conventions and exposing a crisis of credibility in the so-called “system”. In 2024 and now in 2025, even facing lawsuits and veiled censorship, Trump continues to mobilize the masses with direct, nationalist and anti-globalist discourse. His impact comes from three main fronts: 1. Exposing the “deep state”: Trump openly claims that there is a bureaucratic and corporate elite that operates above the will of the people, interfering in elections, economic decisions and foreign policies. 2. Disrupting the narrative of the traditional media: By calling major networks such as CNN, MSNBC and NYT “fake news”, Trump repositions the debate and encourages the consumption of alternative information. Platforms like Rumble, Truth Social, and independent podcasts are gaining momentum, creating a new information ecosystem outside of the old centralized media.3. Economic nationalism and reindustrialization: By putting “America First,” Trump challenges the globalist model of production and trade. He encourages protectionist policies, bilateral agreements instead of multilateral ones, and the valorization of economic sovereignty, challenging the agenda of the World Economic Forum, the UN, and the IMF.Trump is not only trying to get reelected, but he is positioning himself as a symbol of resistance against a technocratic global order. He is creating a new paradigm in which ordinary citizens begin to distrust political, technological, and financial elites who previously operated without visible opposition. In essence, Trump is not just a politician: he is a catalyst for a cultural, institutional, and ideological revolution. For his supporters, he is “overthrowing the system.” For his critics, he is dismantling democracy. But one thing is certain: he has changed the rules of the game.
Global history from Asia's perspective https://www.youtube.com/shorts/WfepOI_IRGQ Niall Ferguson | The War on Science Interviews | Day 2 https://pca.st/s0ltm4er is the mtDNA more similar between different people that their DNA's? https://www.perplexity.ai/search/is-the-mtdna-more-similar-betw-Aw7Rm8x8TI2Ygi.1rWCL_g Mitochondrial DNA Age (chatGPT) https://chatgpt.com/share/68842444-b7cc-8006-9ddc-ac8c09a0e58e Why Did The Universe Begin? https://www.quantamagazine.org/why-did-the-universe-begin-20250724/ Why Did The Universe Begin? (podcast) https://pca.st/czmhdac9 The Silk Roads: A New History of ... Read more The post por que o universo existe? a História muito além do Ocidente appeared first on radinho de pilha.