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Delação de Vorcaro falha de novo, Instagram tira função do mapa, abertura histórica no México e mais

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Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 16:48


Bom dia! ☕Faça sua simulação com a Ademicon aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Inscreva-se na newsletter Tempo de Copa ⁠aqui⁠.No episódio de hoje:

Mundo Freak
A História do Ocultismo Ocidental & Maik Baguncinha Apronta nos Comentários | MFC 608

Mundo Freak

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 156:17


Links:Canal jorge Uesu falando do Maik https://www.instagram.com/reels/DZYcFzzqUSI/Curso Cabala e Magia Planetária com Marcos Keller: https://www.sympla.com.br/evento-online/fundamentos-e-pratica-da-cabala-hermetica-e-magia-planetaria/3424981Camisetas Mundo Freak: https://umapenca.com/mundofreak/loja/?srsltid=AfmBOoqsX2AWTRFB-FUyRZnCnRrfrZjDjoCtaZalh2J2cF_lCI4OiqaUNa live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar na longa e fascinante história do ocultismo ocidental, um conjunto de tradições esotéricas, filosóficas e espirituais que atravessa séculos e ajudou a moldar parte do imaginário do Ocidente.A conversa começa nas origens mais antigas desse pensamento, passando por Alexandria, pelo hermetismo, por Hermes Trismegisto, pelo gnosticismo, pelo neoplatonismo e pelas formas como esse conhecimento sobreviveu, foi codificado e transformado ao longo da Idade Média. A pauta também entra em temas como alquimia, cabala, grimórios medievais e a ideia de que o ocultismo sempre esteve ligado à busca por uma gnose, um conhecimento interior e transformador.Ao longo da live, a gente avança para o Renascimento, quando magia, filosofia e ciência ainda caminhavam lado a lado, e passa por figuras fundamentais como John Dee, além do surgimento de tradições e estruturas como rosacrucianismo, maçonaria, Éliphas Lévi, Helena Blavatsky e a Golden Dawn, que ajudaram a organizar o ocultismo moderno.Na reta final, o papo chega ao século XX com nomes incontornáveis como Aleister Crowley, Jack Parsons e Anton LaVey, mostrando como o ocultismo saiu dos círculos iniciáticos e passou a dialogar com contracultura, mídia, ciência, espiritualidade alternativa e cultura pop.Se você gosta de história do esoterismo, magia cerimonial, sociedades secretas, alquimia, hermetismo, cabala, Crowley, satanismo moderno, mistérios históricos e da relação entre ocultismo e cultura contemporânea, essa live é para você.▶ Assista e participa no chat: qual fase da história do ocultismo mais te intriga, Antiguidade, Renascimento, sociedades secretas ou século XX?As Duas Vidas de Rudolf: https://open.spotify.com/show/3okz3u1rW9O0Lz3fdfmqZiApoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialRafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Ocultismo#OcultismoOcidental#Hermetismo#Alquimia#Cabala#AleisterCrowley#SociedadesSecretas#Esoterismo

Mundo Freak Confidencial
A História do Ocultismo Ocidental & Maik Baguncinha Apronta nos Comentários | MFC 608

Mundo Freak Confidencial

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 156:17


Links:Canal jorge Uesu falando do Maik https://www.instagram.com/reels/DZYcFzzqUSI/Curso Cabala e Magia Planetária com Marcos Keller: https://www.sympla.com.br/evento-online/fundamentos-e-pratica-da-cabala-hermetica-e-magia-planetaria/3424981Camisetas Mundo Freak: https://umapenca.com/mundofreak/loja/?srsltid=AfmBOoqsX2AWTRFB-FUyRZnCnRrfrZjDjoCtaZalh2J2cF_lCI4OiqaUNa live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar na longa e fascinante história do ocultismo ocidental, um conjunto de tradições esotéricas, filosóficas e espirituais que atravessa séculos e ajudou a moldar parte do imaginário do Ocidente.A conversa começa nas origens mais antigas desse pensamento, passando por Alexandria, pelo hermetismo, por Hermes Trismegisto, pelo gnosticismo, pelo neoplatonismo e pelas formas como esse conhecimento sobreviveu, foi codificado e transformado ao longo da Idade Média. A pauta também entra em temas como alquimia, cabala, grimórios medievais e a ideia de que o ocultismo sempre esteve ligado à busca por uma gnose, um conhecimento interior e transformador.Ao longo da live, a gente avança para o Renascimento, quando magia, filosofia e ciência ainda caminhavam lado a lado, e passa por figuras fundamentais como John Dee, além do surgimento de tradições e estruturas como rosacrucianismo, maçonaria, Éliphas Lévi, Helena Blavatsky e a Golden Dawn, que ajudaram a organizar o ocultismo moderno.Na reta final, o papo chega ao século XX com nomes incontornáveis como Aleister Crowley, Jack Parsons e Anton LaVey, mostrando como o ocultismo saiu dos círculos iniciáticos e passou a dialogar com contracultura, mídia, ciência, espiritualidade alternativa e cultura pop.Se você gosta de história do esoterismo, magia cerimonial, sociedades secretas, alquimia, hermetismo, cabala, Crowley, satanismo moderno, mistérios históricos e da relação entre ocultismo e cultura contemporânea, essa live é para você.▶ Assista e participa no chat: qual fase da história do ocultismo mais te intriga, Antiguidade, Renascimento, sociedades secretas ou século XX?As Duas Vidas de Rudolf: https://open.spotify.com/show/3okz3u1rW9O0Lz3fdfmqZiApoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialRafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Ocultismo#OcultismoOcidental#Hermetismo#Alquimia#Cabala#AleisterCrowley#SociedadesSecretas#Esoterismo

Convidado
O que representa uma retoma de ataques entre Israel e o Irão?

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 13:40


Israel e Irão retomaram, por algumas horas, os ataques directos pela primeira vez desde o frágil cessar-fogo assinado há dois meses. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, ambas as partes informaram que suspenderam as operações, depois de Donald Trump ter exortado as partes a fazerem-no. É que a retoma dos ataques pode comprometer as negociações entre Estados Unidos e o Irão e mostram “posições cada vez mais divergentes” entre os Estados Unidos e Israel, explica a investigadora Maria Ferreira. A nossa convidada de hoje não antevê o fim do conflito no Médio Oriente a curto prazo porque, para já, Israel e Irão não têm vantagens em negociar e apenas Donald Trump está a jogar “a sua própria sobrevivência política interna” e “não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel”. Esta segunda-feira, Israel confirmou ter atacado um complexo petroquímico e alvos militares no Irão, enquanto Teerão disse ter retaliado, atacando uma instalação petroquímica israelita e duas bases aéreas em Israel. As forças israelitas também anunciaram o lançamento pelos hutis de um míssil a partir do Iémen contra Israel, que foi interceptado. O fogo cruzado recomeçou na noite de domingo com um ataque iraniano contra território israelita, em retaliação ao bombardeamento de Israel ao Líbano horas antes. Estes ataques diminuem ainda mais a perspectiva de um possível acordo para pôr fim à guerra que começou a 28 de Fevereiro com ataques aéreos israelitas e americanos ao Irão.  Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, o exército iraniano disse ter terminado a vaga de ataques e ameaçou retomar se Israel continuar a bombardear o Líbano. Por seu lado, a Reuters avança que Israel também decidiu parar esta série de ataques contra o Irão. Um pouco antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, exortou o Irão e Israel a cessarem as ofensivas. Para falarmos sobre este tema, convidámos Maria Ferreira, investigadora portuguesa do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. RFI: O que representa esta retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão? Maria Ferreira, Investigadora: “Penso que representa o facto de os Estados Unidos e Israel, que desenvolveram em conjunto esta ofensiva, terem objectivos de política externa para o conflito completamente diferentes. Desde o primeiro dia de ofensiva que Israel disse explicitamente que a sua questão com o Irão era uma questão existencial, portanto, Israel compreende o Irão como uma ameaça existencial, enquanto para os Estados Unidos a questão seria relativa ao enriquecimento de urânio, à eventual posse de armas nucleares, que é algo que pode ser gerido através de uma negociação diplomática, tal como aconteceu durante a administração de Barack Obama. Para Israel, a questão não é o enriquecimento de urânio, não é a eventual posse de armas nucleares por parte do Irão. Israel representa o Irão como uma ameaça existencial e, portanto, uma ameaça existencial só é dirimida através da eliminação do regime iraniano. Mas essa eliminação do regime iraniano só pode acontecer através de uma incursão terrestre que é muito difícil de ser executada. Temos dois aliados com objectivos distintos numa guerra e o Irão está a tentar, através de uma resiliência militar e civil notável, aproveitar as diferenças de objectivos que existem entre os Estados Unidos e Israel.” Donald Trump disse “Quem decide sou eu, não ele” em referência a Benjamin Netanyahu e já não esconde o desacordo, tendo-se mostrado muito insatisfeito com a ofensiva israelita no Líbano. Que leitura faz desta declaração de Trump em relação a Netanyahu? É só mais uma declaração ou tem peso? “Tem muito peso, sobretudo quando nós lemos estas declarações à luz da divulgação de um relatório recentemente da própria ‘intelligence' norte-americana que denuncia actividades de espionagem da 'intelligence' israelita sobre os próprios Estados Unidos. Portanto, a ‘intelligence' israelita estaria a tentar penetrar nos mecanismos de decisão norte-americanos, tentando averiguar quais serão os próximos passos da administração Trump para a questão no Irão. Estas actividades de ‘intelligence' subversivas não fazem parte de nenhum acordo de troca de informações, estamos a falar de actividades subversivas de captura de informação secreta que estariam, segundo este relatório, a preocupar seriamente o Pentágono. Isto denuncia uma cisão eventual, não só em relação aos objectivos que os dois Estados têm para o conflito, mas denuncia a existência de uma fractura entre as ‘intelligences' e os aparelhos militares dos dois Estados.” Esta fractura também é uma fractura política? Como é que esta cisão se pode materializar no terreno? “É profundamente política. Ainda ontem Donald Trump deu a entender que a linguagem da guerra no Médio Oriente é distinta da linguagem da guerra no Ocidente, quando argumentou que aquilo que nós, no Ocidente, entendemos por cessar-fogo é diferente do que Israel e Irão entendem por cessar-fogo. É claro que este argumento é uma tentativa de mascarar, no fundo, a incapacidade norte-americana de controlar o seu principal aliado no Médio Oriente, que é Israel, e mesmo de revitalizar aquela que era uma das grandes conquistas de anos e que são os acordos de Abraão. Note-se que Donald Trump admitiu que não tinha conhecimento sequer dos ataques a Beirute. Esta cisão vai ter consequências políticas porque, enquanto os Estados Unidos estão a tentar gerir o conflito através de vias diplomáticas - porque não têm mais opções militares para apresentar em relação à questão do Irão, já que puseram de lado a possibilidade de uma incursão militar terrestre - Israel persiste na sua tentativa de conquistar território. Quem conhece a geografia do Médio Oriente sabe a importância que o Líbano tem para a percepção da ameaça em Israel e, portanto, para o regime de Netanyahu o controlo dos 'proxies' do Irão é muito importante. Para o Irão, o controlo dos seus 'proxies', que são braços armados fora do seu próprio território, também é muito importante. Aquilo que nós temos aqui são três ‘players', dois dos quais estão em posições cada vez mais divergentes, o que está claramente a complicar a solução para o conflito. Solução essa que Donald Trump está a desejar que aconteça para a sua própria sobrevivência política interna. Nós sabemos aquilo que aconteceu na semana passada no Congresso, quando os próprios senadores republicanos já mostram grandes dissensões em relação à presença militar dos Estados Unidos no Irão.” Até que ponto é que a retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão vai afectar as negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão? Elas estão definitivamente comprometidas? “Eu penso que sim, porque enquanto os Estados Unidos não conseguirem retomar o seu controlo sobre as actividades de Israel - e isso não parece fácil, dado que neste momento existe até uma própria desconfiança sobre eventuais actividades subversivas de Israel em território norte- americano - enquanto isso não acontecer, nós não teremos condições para haver uma negociação séria porque não há vontade de Israel de encetar uma negociação com o Irão. E o Irão também ainda não está num ponto de tal fragilidade que precise necessariamente de entrar em negociações, quer com os Estados Unidos, quer com Israel porque o Irão percebeu que controla algo fundamental, que é a percepção da ameaça sobre o estreito de Ormuz e sobre a percepção da ameaça sobre o eventual desenvolvimento de uma crise económica com base no controlo do estreito de Ormuz. Isso dá-lhe uma vantagem estratégica e faz com que esta vontade negocial destas duas partes, Israel e Irão, seja praticamente inexistente. Nenhum deles tem, neste momento, interesse em negociar. Quem tem mais interesse em negociar? Quem está a entrar naquilo a que se chama um ‘break-even point' são os Estados Unidos. Mas os Estados Unidos não têm controlo sobre os objectivos estratégicos de Israel, nem em relação ao Irão, nem em relação aos 'proxies' do Irão. E neste sentido, neste jogo, nem Israel nem o Irão têm neste momento qualquer tipo de incentivo externo para bloquearem o conflito ou para pararem as hostilidades, enveredarem por um verdadeiro cessar-fogo e começarem a negociar. E se não há vontade de negociar, se não há propensão para a negociação, é difícil que haja um acordo negocial sério ou duradouro.” Como é que vê o envolvimento dos hutis do Iémen nesta nova escalada? “Como disse há pouco, os os 'proxies' do Irão são fundamentais no seu esforço de guerra no contexto do Médio Oriente. E, portanto, quer o Hamas, quer o Hezbollah, quer os hutis, são formas de o Irão perpetuar a guerra na sua geografia próxima e de enfrentar os seus inimigos através de braços armados. Também perante a relativa aliança dos Estados Unidos com os restantes países do mundo árabe, é uma forma de demonstrar que o Irão, no seu esforço de guerra, não está isolado perante a força da superpotência que são os Estados Unidos e da grande potência regional que é Israel. É preciso olharmos para a geografia do Médio Oriente, para a sua geografia política, quer para a sua geografia religiosa, quer para a sua geografia energética, e perceber que, se os Estados Unidos foram ao longo de décadas construindo uma rede de alianças muito com base em incentivos económicos com o Qatar, a Arábia Saudita, o Irão também ao longo dos últimos 50 anos, foi construindo um regime de alianças com forças subversivas, com actores erráticos que agora utiliza no seu esforço de guerra. Portanto, é compreensível que estas forças, ainda que esporadicamente, venham ao encontro das necessidades de guerra definidas pelo próprio regime iraniano.” Nesse sentido, como é que vê os próximos tempos? O que será necessário para restaurar um cessar-fogo credível? “Eu penso que países como a Jordânia, a Arábia Saudita têm neste quadro um papel fundamental porque são países cuja economia depende absolutamente daquilo a que se chama a paz comercial ou a paz pelo comércio, dos fluxos de energia regulares, os fluxos de pessoas, nomeadamente fluxos turísticos, do comércio. A estes países do Médio Oriente este conflito não é de todo interessante e têm aqui uma palavra fundamental. Eu penso que isso foi bem lido por Donald Trump quando, no seu primeiro mandato, desenvolveu a lógica que está por trás dos acordos de Abraão. Estes países têm um papel fundamental na estabilização do Médio Oriente e mais do que o Paquistão, que se assumiu já como um potencial mediador, é a estes países que os Estados Unidos devem recorrer no sentido de criar uma base política estratégica pacífica no Médio Oriente.” Isso demoraria algum tempo, mas tendo em conta que temos as eleições intercalares em Novembro nos Estados Unidos, a curto prazo vamos ter o fim do conflito? “Penso que não. A não ser que algo mudasse em Israel que levasse a uma mudança fundamental de orientação estratégica, mas isso não está a acontecer. Aliás, o regime de direita radical de Netanyahu está a agir como os regimes populistas de direita extremista normalmente agem, ou seja, com um grande potencial para a expansão geográfica, com uma grande propensão para a escalada de conflitos, uma total desvinculação de instituições internacionais e uma muito fraca necessidade de contribuírem para bens públicos globais. Estes quatro traços de política externa são em parte partilhados pelos Estados Unidos. Simplesmente nos Estados Unidos, neste momento, Donald Trump não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel, nomeadamente no que toca à propensão para a escalada do conflito com o Irão. E é isso que, a meu ver, está a complicar e a complexificar qualquer tipo de processo negocial em relação à guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irão.”

Corvo Seco
#524 - Swami Prabhavananda - O Evangelho de Jesus Cristo

Corvo Seco

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 70:10


Trechos do livro " The Sermon on the Mount According to Vedanta”, de Swami Prabhavananda.Swami Prabhavananda (1893 - 1976) foi um renomado monge hindu da Ordem Ramakrishna e discípulo direto de Swami Brahmananda.Nascido na Índia, Prabhavananda ingressou na vida monástica ainda jovem, dedicando-se à prática espiritual e ao estudo do Vedanta. Em 1923, foi enviado aos Estados Unidos, onde fundou a Vedanta Society of Southern California. Conhecido por sua colaboração com traduções e comentários de textos sagrados como a Bhagavad Gita e os Upanishads, Prabhavananda tornou-se uma figura central na disseminação do Vedanta no Ocidente.Seus ensinamentos baseavam-se na filosofia védica, enfatizando a unidade de todas as religiões e a realização do divino interior. Prabhavananda ensinava a importância da meditação, da devoção e do autoconhecimento, guiando seus discípulos a integrar a espiritualidade na vida cotidiana. Prabhavananda também abordava os ensinamentos de Jesus Cristo sob a perspectiva do Vedanta, interpretando suas palavras como expressões de verdades universais sobre a natureza divina e a união com Deus. De modo geral, Swami Prabhavananda teve papel essencial na introdução do pensamento vedântico no Ocidente. Sua abordagem clara e acessível influenciou gerações de buscadores espirituais, contribuindo para o diálogo entre culturas e tradições religiosas, e consolidando o Vedanta como uma via relevante no mundo moderno.

Conversas à quinta - Observador
5 Continentes. EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

5 Continentes
EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

5 Continentes

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Europa
5 Continentes. EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

Café Europa

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

3 em 1
Lula reage ao novo tarifaço dos EUA e critica Flávio Bolsonaro.

3 em 1

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 121:44


No 3 em 1 desta terça-feira (02), o destaque foi o presidente Lula (PT) que subiu o tom e responsabilizou diretamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelas novas sanções econômicas e tarifas anunciadas pelos EUA. Em declaração, o petista chamou o pré-candidato da oposição de "traidor da pátria". O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) quebrou o silêncio e rebateu as acusações do presidente Lula (PT), que o chamou de "traidor da pátria". O parlamentar revelou que, durante sua agenda em Washington, fez um apelo direto a Donald Trump para que o Brasil fosse excluído do novo tarifaço global de 25%. O presidente norte-americano Donald Trump utilizou sua rede social, Truth Social, para publicar uma foto do encontro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Salão Oval e tecer fortes elogios ao pré-candidato à Presidência. Em discurso duro, o presidente Lula (PT) elevou o tom da agressividade e chamou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de "imbecil" e "vendilhão da pátria", acusando-o de pedir o tarifaço de 25% ao governo dos Estados Unidos. A bancada do 3 em 1 explica os principais motivos relatados no relatório técnico do Departamento de Comércio dos EUA que expõe o tarifaço de 25% contra o Brasil. O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB) subiu o tom contra a oposição ao comentar o tarifaço de 25% aplicado pelos EUA. Alckmin classificou como "falsos patriotas" e "sabotadores" aqueles que usam agendas partidárias no exterior para prejudicar a economia do próprio país. Durante depoimento no Senado dos EUA, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o Ocidente vive uma forte coalizão de países amigos, mas listou o Brasil como uma das exceções de aliados na América Latina, ao lado de Cuba, Venezuela e Nicarágua. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enquadrou duramente o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu por telefone. Trump estaria furioso com a intensificação dos ataques de Israel no Líbano, comprometendo as negociações de paz entre EUA e Irã. Os pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) dividiram o mesmo palco e pregaram um pacto de união contra o governo Lula (PT-SP) durante evento em Minas Gerais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Pretoteca
#198 - "O racismo no Brasil nunca foi velado"

Pretoteca

Play Episode Listen Later May 29, 2026 36:00


 O racismo estrutural segue presente no cotidiano brasileiro e carrega marcas profundas deixadas por séculos de escravidão. O Brasil foi o país que mais recebeu pessoas escravizadas nas Américas e o último do Ocidente a abolir oficialmente a escravidão, com consequências que ainda podem ser vistas nas desigualdades sociais, na violência e na exclusão que atingem, principalmente, a população negra.Neste episódio do Pretoteca, a jornalista Luana Pereira recebe o Professor Dr. Juarez Tadeu de Paula Xavier para uma conversa sobre racismo sistêmico, aniquilamento racial e os mecanismos históricos que ajudaram a construir essa realidade no país. Um bate-papo necessário, atual e provocador, que convida à reflexão e ao debate sobre a construção de uma sociedade mais consciente e antirracista.Apresentação: Luana Pereira Gravação: Gustavo SantosEdição: Beatriz Alencar e Pedro Oliveira

Podcast Filosofia
A elegância do comportamento e o retorno à Natureza

Podcast Filosofia

Play Episode Listen Later May 26, 2026 40:52


Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole do Brasil, os professores Danilo Gomes e José Roberto refletem sobre a elegância do comportamento e a necessidade de um retorno consciente à natureza. A partir de referências filosóficas como Confúcio, Platão, Ortega y Gasset e tradições antigas do Oriente e do Ocidente, o diálogo explora a relação entre ética, beleza e harmonia na vida humana. Ao longo da conversa, é apresentada a ideia de que a verdadeira elegância não está ligada apenas à aparência exterior, mas principalmente à forma como o ser humano se relaciona consigo mesmo, com os outros e com a natureza. O comportamento ético, cortês e harmonioso é visto como uma expressão de inteligência e discernimento, capaz de aproximar o indivíduo daquilo que há de mais essencial em sua natureza. Os professores também refletem sobre os desafios da sociedade contemporânea, marcada pela desconexão interior, pela perda do sentido de unidade e pelo afastamento do ritmo natural da vida. Em contraste, antigas civilizações compreendiam o ser humano como parte integrante do cosmos e cultivavam uma relação de profundo respeito com a Terra, o trabalho, os objetos e as relações humanas. A conversa destaca ainda como a amizade, a fraternidade, a cortesia e o cuidado com as pequenas coisas podem contribuir para uma sociedade mais humana, integrada e consciente. Ao reconhecer-se como parte de uma grande unidade viva, o ser humano pode reencontrar sentido, esperança e um propósito mais elevado para sua existência. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Adagio da Sinfonia nº 10, de Gustav Mahler

Gabinete de Guerra
Irão e Aliança Xi-Putin: Qual o futuro da ordem mundial?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later May 20, 2026 16:35


Orlando Samões afirma que o Irão usa táticas de guerrilha contra os EUA. Ainda acrescenta que a aliança Xi-Putin desafia o Ocidente e que a ONU carece de capacidade coerciva.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Europa
Gabinete de Guerra. Irão e Aliança Xi-Putin: Qual o futuro da ordem mundial?

Café Europa

Play Episode Listen Later May 20, 2026 16:35


Orlando Samões afirma que o Irão usa táticas de guerrilha contra os EUA. Ainda acrescenta que a aliança Xi-Putin desafia o Ocidente e que a ONU carece de capacidade coerciva.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zoom
Gabinete de Guerra. Irão e Aliança Xi-Putin: Qual o futuro da ordem mundial?

Zoom

Play Episode Listen Later May 20, 2026 16:35


Orlando Samões afirma que o Irão usa táticas de guerrilha contra os EUA. Ainda acrescenta que a aliança Xi-Putin desafia o Ocidente e que a ONU carece de capacidade coerciva.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
China: “Império do Meio” passou a “patamar superior” ao qual “todos batem à porta”

Convidado

Play Episode Listen Later May 19, 2026 11:39


Quatro dias depois de Donald Trump, Vladimir Putin chega esta terça-feira a Pequim, onde vai ser recebido, quarta-feira, pelo Presidente chinês Xi Jinping.  Os líderes chinês e russo já se trataram publicamente como “velhos amigos”, mas a Rússia está altamente dependente, a nível económico, da China, o primeiro comprador do petróleo russo sob sanções internacionais. Simbolicamente, as duas visitas com poucos dias de intervalo confirmam Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, considera José Palmeira, especialista em Relações Internacionais e com quem conversámos sobre o tema. Menos de uma semana depois de Donald Trump ter sido recebido com pompa e circunstância em Pequim, Vladimir Putin chega esta terça-feira à China para se encontrar com Xi Jinping, descrito como um “bom amigo de longa data”, e para reafirmar a robustez das relações sino-russas. Trump foi o primeiro Presidente americano a deslocar-se à China desde 2017, Vladimir Putin vai cumprir a 25.ª visita, de acordo com a diplomacia chinesa. No espaço de um ano, todos os líderes das grandes potências do planeta foram a Pequim, como os do Brasil, da Índia, do Canadá, da União Europeia, de França, da Alemanha, de Itália, do Reino Unido e de Espanha. Agora, a visita de Trump e de Putin, intercalada de apenas quatro dias, confirma o estatuto de Pequim como estando num “patamar superior”, a quem “todos batem à porta”, resume José Palmeira, director da licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho, em Portugal. No fundo, “a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio”. Do outro lado, a China “tem beneficiado das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções”, deixando Moscovo altamente dependente, a nível económico deste que é o primeiro comprador das energias russas sob sanções internacionais. Por outro lado, Vladimir Putin leva na bagagem o dossier do gasoduto “Força da Sibéria 2” que, se for fechado, pode ligar a Rússia à China via Mongólia. Também em cima da mesa, de acordo com a presidência russa, está “a troca de opiniões sobre as grandes questões internacionais e regionais”. Pode a Rússia usar a sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia e desbloquear a situação no Estreito de Ormuz? Estas são algumas das questões sobre as quais falámos com o nosso convidado José Palmeira. RFI: O que está em jogo nesta visita de Vladimir Putin à China, apenas quatro dias depois de Xi Jinping ter recebido Donald Trump? José Palmeira, Director da Licenciatura em Relações Internacionais da Universidade do Minho: “Eu diria que em causa estão questões bilaterais, mas também globais. A China cada vez se assume mais como uma superpotência. A visita recente de Donald Trump evidenciou isso mesmo. A China e os Estados Unidos colocam-se no mesmo patamar em termos de poder global, com uma diferença: é que a China considera-se a potência em ascensão e os Estados Unidos são vistos como uma potência em declínio. A referência que XI Jinping fez a Tucídides simboliza isso mesmo. Relativamente à Federação Russa, é verdade que, nos últimos anos, houve uma aproximação muito significativa. Essa relação é nomeada como sendo uma parceria especial e, no ponto de vista bilateral, a China tem beneficiado sobretudo das importações de gás natural e de petróleo, num contexto em que a Federação Russa está a ser objecto de sanções e, portanto, precisa de ter alternativas para exportar hidrocarbonetos. Isso tem sido útil quer à Federação Russa quer à China, que está a fazer uma compra a preço muito mais reduzido do que aquele que seria o preço de mercado. Por outro lado, a China lida, neste momento, com uma Rússia debilitada em função da guerra que a Rússia está a desenvolver na Ucrânia, onde está a empregar muitos meios militares e onde está a ter muitas baixas. A situação económica da Federação Russa também é bastante difícil neste momento e a China pode ser um aliado importante para Moscovo, na medida em que, de um plano económico, lhe permite sair desse tal bloqueio.” De certa forma, Moscovo quer ter garantias quanto ao facto de que a Rússia ocupa ainda um lugar privilegiado com a China? “O que é que nós tínhamos até há pouco tempo? Tínhamos uma Rússia que é uma potência militar, mas que no plano económico tem ficado debilitada, e tínhamos uma China que era o contrário, que era uma potência económica, mas ainda não tinha capacidade militar, sobretudo no plano nuclear equiparado à Rússia (tem armas nucleares, é verdade, mas o número de ogivas da Federação Russa é muito superior). E o que é que estamos a assistir? Estamos a assistir que a China está também no plano militar a assumir-se como uma potência cada vez mais completa, enquanto a Federação Russa, no plano militar, está a ficar bastante debilitada com o conflito e como já não era uma potência económica no mesmo patamar, acaba por ficar numa situação de inferioridade. A China é conhecida como Império do Meio e, no fundo, está-se a assumir também como uma potência acima da Federação Russa e num patamar equivalente aos Estados Unidos. E, portanto, isto quer no plano interno para XI Jinping, quer no plano externo, coloca a China, de facto, como uma potência que nunca teve este esplendor. Isto para Pequim não deixa de ser uma excelente notícia.” Por que é que a China não usa da sua influência para tentar travar a guerra na Ucrânia? “Essa é uma dúvida de que não temos propriamente uma resposta objectiva. Podemos criar cenários. Será que à China lhe interessa uma Rússia debilitada para poder continuar a tirar partido, por exemplo, dos hidrocarbonetos russos a um preço muito inferior ao de mercado? Será que a Rússia, por seu turno, continuando este conflito desta forma, vai tentar junto da China alguma reabilitação via não só da China, mas também dos BRICS (porque são, no fundo, a única alternativa que Rússia tem)? É isto que é o isolamento que o Ocidente lhe tem vetado. É verdade que este isolamento é muitas vezes, de certa forma, diluído, porque Donald Trump quer ter uma relação com Putin e quer criar aqui um certo equilíbrio com o intuito de mediar o conflito na Ucrânia, mas não tem conseguido até agora alcançar esse objectivo. Pode ser que mais tarde seja a China a aparecer com uma chave para a solução do conflito. Aliás, esta ambiguidade da China mantém-se também em relação ao Médio Oriente. Embora tenha uma boa relação com o Irão, não tem tido um papel activo no Médio Oriente, mas já teve no passado: a China reatou as relações entre o Irão e a Arábia Saudita, por exemplo. Será que vai emergir também como um desbloqueador do conflito, até porque também está a ser afectada pelo bloqueio do estreito de Ormuz? Portanto, há aqui várias questões onde a China não tem sido assertiva. Eu diria que a única matéria onde a China foi assertiva foi em relação a Taiwan, onde na recente visita [de Donald Trump] vincou bem que é um assunto interno e que não admite que os Estados Unidos ou qualquer país interfira.” Fala-se na construção de um gasoduto que ligue a Rússia e a China, através da Mongólia. Seria uma alternativa à via marítima oriunda do Médio Oriente, da qual a China acaba por também estar dependente. O conflito no Irão poderá fazer com que as possibilidades deste gasoduto se concretizar sejam ainda maiores? “Eu diria que, apesar de tudo, a China é muito prudente, isto é, a China não quer ficar dependente da Federação Russa também em termos desse tipo de abastecimentos. Agora, pode ser que o gasoduto seja interessante porque, sobretudo em situações de crise, uma boa relação com a Rússia garante sempre essa alternativa. Mas, apesar de tudo, a política chinesa é uma política de diversificação. Isto é, a China tem várias alternativas em termos de abastecimento e, nesse sentido, para a China é muito positivo ter essa possibilidade. Em caso de crise no Médio Oriente, a Federação Russa dará garantias, mas a China nunca quererá, penso eu, ficar muito dependente do Kremlin. A China quer ter uma política autónoma em matéria de política económica, tecnológica e a diversificação é a sua principal estratégia. Agora, poderá haver avanços nessa iniciativa relativamente ao gasoduto porque pode ser uma alternativa positiva para Pequim.” Tanto a China como a Rússia acabariam por, de certa forma, ganhar com a guerra no Médio Oriente? “Eu diria que o enfraquecimento dos Estados Unidos interessa a Pequim e a Moscovo. Agora, há aqui um problema que afecta mais a China do que a Rússia. É que a China, apesar de tudo, depende bastante do preço de mercado dos combustíveis e, estando esses preços em alta, isso é uma má notícia para Pequim. Agora, é verdade também que a China é um actor global e, nesse sentido, se os outros países da economia global estiverem mal, isso vai afectar também as exportações chinesas e a China não quer isto. Portanto, no curto prazo, o conflito pode não afectar a China, mas no médio e longo prazo afecta também a China que vai querer que o conflito no Médio Oriente termine e que o Estreito de Ormuz deixe de estar bloqueado. Portanto, também fará alguma pressão no sentido de o Irão não prolongar este braço-de-ferro muito tempo. Interessa também à China que o Irão saia desta guerra não derrotado, na medida em que é um aliado importante. Aliás, a China tem um número de aliados cada vez maior na região, lá está, no âmbito da sua política de diversificar. A China quer ter compradores em todo o lado e, na sua perspectiva de importador de energia, quer também ter países que lhe vendam essa energia e de uma forma o mais diversificada possível.” Para terminarmos, ligando estas duas visitas em menos de uma semana de líderes de potências mundiais a uma outra potência mundial, qual é a principal conclusão que se tira da visita de Trump à China e qual é a principal expectativa desta visita de Putin? “A China coloca-se aqui num patamar superior em que é objecto do interesse das duas potências. Uma maior, é verdade, uma super que são os Estados Unidos e outra que é uma superpotência militar, mas não tanto económica, que é a Rússia. E com isso vê-se como o líder desejado, o líder ao qual todos batem à porta. No caso concreto da Rússia, aquilo que certamente Vladimir Putin pretenderá é receber apoio da China daqueles equipamentos que são de duplo uso, que são vendidos alegadamente com objectivos civis, mas podem ter utilização militar. No plano económico, naturalmente, interessa à Rússia continuar a escoar o seu petróleo e gás natural para a China e também alargar as relações em todos os domínios que poderão ser úteis. Por exemplo, neste momento não é só o bloqueio económico, também há um bloqueio cultural e um bloqueio desportivo e é muito interessante para toda a cultura russa, que é muito vasta, e para os grupos desportivos russos poderem desenvolver a sua as suas práticas no território chinês ou no espaço mais amplo dos BRICS. E nesse sentido, a China funciona como um pivô.” Em relação ao aos Estados Unidos, qual é que foi a conquista desta visita de Trump? Conseguiu o que queria? “Ainda não estamos muito esclarecidos sobre aquilo que Trump terá conseguido. A priori, não conseguiu grande coisa, isto é, conseguiu levar uma comitiva, sobretudo constituída por líderes de empresas tecnológicas, e ainda não está muito claro em que é que isso resultou, porque foram anunciadas a compra por Pequim de alguns Boeings, mas, de qualquer forma, esse número não é confirmado por ambas as partes, os tais 200. E é verdade que Donald Trump especulou que a visita correu muito bem e foi um sucesso, mas isso não está dado como garantido. Vamos ver se é possível ou não que a China exerça alguma influência relativamente ao conflito no Médio Oriente porque Donald Trump já mostrou que não quer voltar a atacar o Irão, quer é um acordo diplomático. Mas para isso é preciso cedências e até agora estas cedências ainda não foram alcançadas. Vamos ver se Pequim exerce alguma influência nesse sentido ou não.”

Corvo Seco
#518 - Ajahn Chah - Investigue o Sofrimento

Corvo Seco

Play Episode Listen Later May 17, 2026 18:00


Citações e trechos do livro “Darma da Floresta”, de Ajahn Chah.Ajahn Chah (1918 - 1992), foi um grande mestre da linhagem “Tradição Tailandesa das Florestas” do budismo Theravada.Ajahn Chah (ou Chah Subhaddo) nasceu numa vila rural perto da cidade de Ubon Rajathani, Tailândia. Seguindo a tradição, depois de completar o ensino básico ordenou-se como monge noviço no mosteiro local da vila, onde passou os primeiros anos de sua vida monastica estudando as bases do Dharma, a linguagem Pāli e as escrituras.Após uma grave doença e falecimento de seu pai, Ajahn Chah, reconheceu que apesar de ter estudado exaustivamente ele não se sentia mais próximo de ter uma compreensão pessoal acerca do fim do sofrimento. Então, em 1946, abandonou os estudos e partiu em peregrinação. Caminhou durante vários anos pernoitando em florestas e recebendo comida nas vilas pelas quais passava, despendendo temporadas em mosteiros, assimilando os ensinamentos e praticando meditação.Foi durante sua estadia no mosteiro de Wat Kow Wongkot onde conheceu Ajahn Mun, um mestre de meditação altamente reverenciado, que ensinou-lhe que, apesar dos ensinamentos serem realmente extensos, em sua essência eles são muito simples:“Com consciência, se virmos que tudo surge no ‘coração-mente'. Aí está o verdadeiro caminho!”Este sucinto e direto ensinamento foi uma revelação para Ajahn Chah, transformando o seu modo de praticar. O caminho estava claro!Amado e respeitado em seu país como um homem de grande sabedoria, Ajahn Chah tornou-se um influente professor e fundador de grandes mosteiros de sua tradição.Seus ensinamentos contêm aquilo que se pode chamar de “coração da meditação budista” – as práticas simples e diretas de acalmar o coração e abrir a mente para a verdadeira compreensão da verdade. Esta forma de constante vigilância expandiu-se rapidamente como prática Budista no Ocidente, ensinando-nos a lidar com os estados mentais mais densos, como os medos, a ganância ou o sentimento de perda e a aprender o caminho da paciência, sabedoria e compaixão altruísta. Segundo Ajahn Chah o treino da mente não se trata apenas de nos sentarmos com os olhos fechados ou de aperfeiçoarmos uma técnica de meditação. Trata-se de uma grande renúncia.

Mundo Freak
Quem tem medo de Satanismo | MFC 602

Mundo Freak

Play Episode Listen Later May 6, 2026 127:46


Na live de hoje do Mundo Freak, vamos encarar um tema cercado de medo, caricatura, sensacionalismo e muita desinformação: o satanismo. A proposta da conversa não é repetir os clichês mais fáceis, mas entender de onde vêm essas imagens, como elas foram sendo construídas ao longo do tempo e por que tanta coisa diferente acaba sendo jogada no mesmo balaio quando esse assunto aparece.Ao longo da live, a pauta passa pelas origens e pela filosofia do satanismo, pelas leituras simbólicas e culturais da figura de Satã, pelo peso que o cristianismo exerceu na forma como o Ocidente traduziu outras crenças e também pelo modo como cinema, televisão, literatura e redes de desinformação ajudaram a fabricar uma ideia muito específica, e muitas vezes distorcida, do que seria o “mal”. Além disso, a conversa entra em temas mais espinhosos, como o pânico satânico, acusações sem base, crimes associados de forma oportunista ao ocultismo e até vertentes anti-cósmicas e misantrópicas mais obscuras, mostrando como é importante separar mito, moralismo, fantasia e realidade.Se você gosta de história das religiões, ocultismo, cultura pop, pânico moral, demonologia, teorias sociais e discussões que fogem do raso sem abrir mão da curiosidade, essa live é para você. Como sempre no Mundo Freak, a ideia aqui é trocar medo automático por contexto, e histeria pronta por conversa boa.Apoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialCurso Andrei: https://magickando.com.br/2026/03/31/a-jornada-do-louco-formacao-em-taro-rider-waite/Rafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Satanismo#PanicoSatanico#Ocultismo#HistoriaDasReligioes#Demonologia#Conspiracoes#CulturaPop

Mundo Freak Confidencial
Quem tem medo de Satanismo | MFC 602

Mundo Freak Confidencial

Play Episode Listen Later May 6, 2026 127:46


Na live de hoje do Mundo Freak, vamos encarar um tema cercado de medo, caricatura, sensacionalismo e muita desinformação: o satanismo. A proposta da conversa não é repetir os clichês mais fáceis, mas entender de onde vêm essas imagens, como elas foram sendo construídas ao longo do tempo e por que tanta coisa diferente acaba sendo jogada no mesmo balaio quando esse assunto aparece.Ao longo da live, a pauta passa pelas origens e pela filosofia do satanismo, pelas leituras simbólicas e culturais da figura de Satã, pelo peso que o cristianismo exerceu na forma como o Ocidente traduziu outras crenças e também pelo modo como cinema, televisão, literatura e redes de desinformação ajudaram a fabricar uma ideia muito específica, e muitas vezes distorcida, do que seria o “mal”. Além disso, a conversa entra em temas mais espinhosos, como o pânico satânico, acusações sem base, crimes associados de forma oportunista ao ocultismo e até vertentes anti-cósmicas e misantrópicas mais obscuras, mostrando como é importante separar mito, moralismo, fantasia e realidade.Se você gosta de história das religiões, ocultismo, cultura pop, pânico moral, demonologia, teorias sociais e discussões que fogem do raso sem abrir mão da curiosidade, essa live é para você. Como sempre no Mundo Freak, a ideia aqui é trocar medo automático por contexto, e histeria pronta por conversa boa.Apoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialCurso Andrei: https://magickando.com.br/2026/03/31/a-jornada-do-louco-formacao-em-taro-rider-waite/Rafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Satanismo#PanicoSatanico#Ocultismo#HistoriaDasReligioes#Demonologia#Conspiracoes#CulturaPop

O Dono da Verdade
Imagine se realizou (no Ocidente)

O Dono da Verdade

Play Episode Listen Later May 4, 2026 24:32


Subarashow
Cultura Pop: EUA vs. Leste Asiático

Subarashow

Play Episode Listen Later May 4, 2026 60:03


A cultura pop mudou — e muita gente nem percebeu.Neste episódio, discutimos como a cultura pop do Leste Asiático (animes, mangás, manhwas, doramas, k-dramas e k-pop) vem ganhando cada vez mais espaço enquanto a cultura pop americana, antes dominante com Hollywood, Marvel, DC e grandes séries, parece perder força.Por que animes estão mais populares que nunca?O sucesso dos doramas e k-dramas é passageiro ou definitivo?A cultura pop asiática superou o Ocidente?Analisamos essa virada global, comparamos produções dos EUA vs Ásia e debatemos como o comportamento do público mudou — incluindo nossa própria forma de consumir entretenimento ao longo dos anos.Se você gosta de cultura pop, anime, filmes, séries e quer entender as tendências atuais do entretenimento global, esse episódio é pra você.

Convidado
Estreito de Ormuz:"propostas de paz são compassos de espera antes de confronto a breve trecho"

Convidado

Play Episode Listen Later May 4, 2026 21:42


No fim-de-semana, o Irão apresentou um plano de paz em 14 pontos aos Estados Unidos. Neste documento, Teerão torna a fazer propostas já anteriormente rejeitadas por Washington, nomeadamente que os Estados Unidos se retirem do Golfo, que se levantem as sanções internacionais, que sejam pagas compensações de guerra e que um acordo de paz abranja o Líbano, actualmente sob fogo israelita, apesar de oficialmente vigorar uma trégua desde meados do mês passado. Todavia, antes mesmo de se debruçar sobre este documento, Donald Trump considerou que era pouco provável que respondesse às suas expectativas, o Presidente americano acabando por anunciar que o seu país passaria, a partir desta segunda-feira, a escoltar as centenas de navios comerciais que se encontram no Estreito de Ormuz. De acordo com o comando militar americano na região, esta operação denominada "Project Freedom" - "Projecto Liberdade", mobiliza 15 mil militares, mais de 100 aeronaves terrestres e marítimas, bem como navios de guerra e drones. O Irão que ainda hoje apelou os Estados Unidos para que "adoptem uma abordagem razoável" e "abandonem as exigências excessivas", proibiu hoje as forças americanas de se aproximarem do estreito de Ormuz, recomendando igualmente a todos os navios comerciais e petroleiros que evitem qualquer movimentação no sector sem se coordenarem com as forças iranianas. Trump, contudo, avisou que em caso de obstáculo à sua operação que descreve como um "gesto humanitário", ele "teria recurso à força". Num contexto em que se multiplicam os apelos a uma solução concertada, perante o risco de um reacender das hostilidades depois de menos de um mês de trégua, a RFI falou com o Major General Carlos Branco. RFI: Como se apresenta actualmente o panorama no Estreito de Ormuz? Major General Carlos Branco: Há duas questões. Começando pela proposta de acordo submetida ao mediador paquistanês, para depois ser apresentada aos Estados Unidos, essa proposta em 14 pontos não apresenta nada de inovador. Do lado iraniano, não há nenhuma cedência relativamente a qualquer das linhas vermelhas que os iranianos já tinham definido. Portanto, as propostas do lado iraniano não só não representam uma cedência, como não agradaram, naturalmente, ao Presidente Donald Trump. E isso coloca-se a vários níveis. Um deles tem a ver com o desbloqueamento do estreito. E o outro tem a ver com a negociação do pacote nuclear, onde os iranianos não fizeram cedências pura e simplesmente. Consideram que, para já, não deve ser discutido, porque haverá outros pontos na agenda que merecem ser tratados antes de discutir o problema do acordo nuclear. Agora, relativamente à resposta norte-americana sobre a escolta dos navios. Tudo isto depende do dispositivo naval que o presidente Trump colocar na região. Se mantiver o actual dispositivo, podemos dizer que será um saco com muitos furos que vai deixar passar muitas embarcações, que é aliás, o que tem acontecido até agora. Há de facto algumas embarcações que são interceptadas por parte dos navios norte-americanos. Mas a esmagadora maioria não é. E não é Porquê? Por um lado, porque os navios são poucos para uma área muito grande. E, por outro lado, porque muito desse trânsito marítimo se faz relativamente próximo da costa iraniana. E ao deslocarem-se nesta zona, acabam por estar protegidos pelo sistema balístico iraniano. O que significa que os navios norte-americanos não se conseguem aproximar da costa porque se eles se aproximam da costa, acabam por estar dentro do alcance dos mísseis antinavios iranianos. E, portanto, até este momento, não temos assistido a navios norte-americanos a assumirem esse risco. RFI: Neste domingo, o Irão desafiou, de certa forma, os Estados Unidos, dizendo que Trump deveria escolher entre um "mau acordo" ou então uma "operação militar impossível". Estava a referir-se ao facto de Donald Trump não poder ir além dos 60 dias de conflito sem consultar o Congresso? Major General Carlos Branco: Sim, há essa limitação que Trump, de uma forma expedita, está a procurar contornar e então auto-suspende as operações durante dois ou três dias, para depois recomeçar as operações e, portanto, procurar evitar esse impedimento legal do Congresso. Mas isso é um problema que Trump e os norte-americanos terão que resolver. Para já, o que me parece importante debater, são as opções que estão à frente dos nossos olhos. E, em primeiro lugar, temos aqui uma oposição, por um lado, dos israelitas que querem avançar quanto antes para uma operação militar. Por outro lado, os Estados Unidos que colocam algumas interrogações sobre isso. E a questão é sempre a mesma e é o tema que temos discutido desde o início destes combates: o que é que se pretende atingir com uma operação militar contra o regime iraniano? Seria uma mudança de regime, a substituição do regime dos ayatollahs por um outro regime que nós não conseguimos identificar. O que nesta altura poderia ser uma alternativa, a alternativa monárquica (Reza Pahlavi, herdeiro do trono iraniano, actualmente no exílio), não reúne consenso, nem do lado iraniano, nem do próprio lado norte-americano. Portanto, aqui temos uma questão que não foi resolvida e, deste modo, pode-se dizer que é uma derrota dos Estados Unidos, porque um dos objectivos de uma operação militar é subordinar o oponente à nossa vontade. E o que é um facto, é que não foi isso que aconteceu. Eu tenho muitas dúvidas que uma operação militar contra o Irão vá alterar esta situação. Temos, no entanto, que ver a oportunidade, do ponto de vista norte-americano. É claro para os Estados Unidos que este confronto está-lhes a sair muito caro. Quando eu digo caro, não é só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista político. E há uma vontade do Presidente norte-americano de terminar com isto. E uma das soluções, soluções à Trump, é daquelas do expediente do último minuto, que é "bom, nós vamos fazer uma operação militar, destruímos uma série de instalações, vamos obliterá-las. Aliás, obliteramos várias vezes. Portanto, tivemos várias vitórias. Mas essas vitórias, pois, obrigam sempre a que se continuem os combates. Vamos embora e declaro vitória e a minha imagem internamente não será afectada". Isto sou eu a especular. E fica tudo na mesma e ficamos confrontados com uma guerra fria na região em que não houve alterações significativas. Bom, alterações significativas, coloco este problema com algumas interrogações. Nomeadamente, relativamente ao dispositivo militar norte -americano na região. Segundo informações que nesta altura são públicas, o aparelho militar norte-americano na região do Golfo, esse sim está obliterado, está destruído. Nalguns casos completamente destruídos, noutros com a sua operacionalidade significativamente afectada. Portanto, este é um dos temas que terá que ser discutido também no Acordo de Paz. Mas ainda não chegámos lá. Será numa fase mais avançada. Para já, é aqui que nos encontramos. Eu estou convencido que os Estados Unidos vão avançar para uma solução militar. Estas questões das propostas de paz e contrapropostas são, na prática, paliativos. É que não vão resolver nada. Não vão conduzir a uma solução política. São apenas compassos de espera em que uma e outra parte se preparam para o confronto que ocorrerá. Do meu ponto de vista, a breve trecho. RFI: Precisamente numa altura em que há fortes sinais de que as hostilidades poderiam recomeçar, os Estados Unidos anunciaram nestes dias que iriam retirar 5 mil militares americanos da Alemanha, que é um dos parceiros estratégicos dos Estados Unidos a nível militar, no seio da NATO e no seio da Europa. Isto não será, no fundo, também dar um tiro no pé? Major General Carlos Branco: Será um tiro no pé se os Estados Unidos implementarem essa decisão. É uma interrogação que nós temos, antes de mais, de colocar. Será que isso é apenas uma ameaça ou se vai concretizar? Mas vamos partir do princípio que se vai concretizar. Eu penso que a comunicação social e muitos políticos na Europa estão a reagir de forma exagerada a esse anúncio, porque sabemos perfeitamente que os Estados Unidos nunca vão abdicar da sua presença na Europa, apesar de se dizer isso de vez em quando e muito menos na Alemanha. A Alemanha é o local onde as forças americanas têm uma presença mais efectiva no teatro europeu. A maior base aérea norte-americana fora dos Estados Unidos é na Alemanha. é na Alemanha que estão uma série de estruturas de comando: o quartel-general do comando das forças norte-americanas na Europa, o comando das forças norte-americanas do AFRICOM e muitos outros. Por exemplo, um grande hospital militar próximo da base de Ramstein (sudoeste do país), onde são canalizados os feridos dos diferentes combates que os Estados Unidos têm travado, nomeadamente agora do Irão, há algumas dezenas, senão centenas de peritos que se têm dirigido a este hospital na Alemanha. Portanto, a Alemanha representa um nó de apoio logístico e de sustentação das forças que os Estados Unidos têm vindo a empregar e provavelmente continuarão a fazê-lo no Médio Oriente, na Ásia. E sabemos o que é que aconteceu desde o Iraque e desde os diferentes envolvimentos do Iraque ao Afeganistão. Portanto, estamos a falar de um assunto que, do meu ponto de vista, não é assunto. Para além disso, esses 5 mil soldados são marginais relativamente ao efectivo que os norte-americanos têm na Europa. Segundo uma autorização do ano passado, que foi aprovada no Congresso, os Estados Unidos têm que ter na Europa permanentemente um mínimo de 76 mil soldados. Nesta altura tem 68 mil. Estão autorizados a baixar esse número por um período de 45 dias. Depois tem que ser reposto. Nesta altura, 68 mil são os que se encontram na Alemanha. Aliás, no teatro europeu, partindo do princípio que este número não está subestimado, porque há uma série de presenças norte-americanas em vários locais que me levam a concluir que este número, nesta altura, é um número avaliado por defeito. Mas assumindo que é um número correcto, 5% representa menos de 10% desse total. E volto a dizer, há uma reacção exagerada, desproporcional relativamente às consequências que esta decisão, se for implementada, pode vir a provocar. RFI: Mas a nível da Alemanha, o governo tem apelado fortemente a rearmar a Europa, o que era uma posição que tradicionalmente a Alemanha nunca assumia. Era mais à França que defendia um sistema europeu autónomo em matéria de defesa. Por outro lado, outros parceiros tradicionais dos Estados Unidos parecem também ter tomado consciência de que precisam ter alguma segurança autónoma. Estou a referir-me, por exemplo, ao Japão, que pondera a hipótese de se rearmar e de, inclusivamente, mudar a sua Constituição para não pôr de parte completamente a sua capacidade de defesa autónoma. Major General Carlos Branco: Sim, temos dois assuntos distintos, embora eles tenham uma raiz comum. É um facto que houve uma alteração significativa na política externa norte-americana. Os Estados Unidos nunca abdicaram do seu projecto hegemónico. Essa afirmação dessa hegemonia, dessa liderança mundial, teria que ser feita recorrendo a aliados e, portanto, para recorrer a aliados teria que haver uma operação de captação das suas vontades, que não pode ser o que acontece nesta altura com o presidente Trump. O presidente Trump acha que pode concretizar esse projecto de liderança global, hostilizando tudo e todos, hostilizando os seus aliados. Falando primeiro dos europeus, a questão dos europeus tem aqui uma outra envolvente que se prende com o medo, do meu ponto de vista, sem justificação e mais uma vez exagerado de uma operação militar russa em território europeu. Em primeiro lugar, a Europa tem que decidir para que é que se quer armar. Eu percebo que a Europa se tenha que armar. Sou apologista dessa opção. Mas primeiro, tem que se explicar para quê? Se é para criar uma capacidade de dissuasão relativamente a outros pólos que se possam transformar numa ameaça. E, neste caso concreto, a Rússia. Pois claro, que a Europa tem que ter essa capacidade. Isso é absolutamente indiscutível. Outra coisa é a Europa querer armar-se, não para ter uma capacidade de dissuasão, mas para adquirir capacidade para atacar a Rússia e envolver-se numa confrontação com a Rússia. São necessários outros meios e envolventes políticas que são igualmente distintas e, portanto, ninguém ainda hoje na Europa foi capaz de clarificar exactamente esta questão. Há, de facto, muito discurso, muita narrativa, muita retórica sobre a ameaça russa. E nós sabemos que a Europa se está a armar. Mas convinha esclarecer isto. Eu, nesta altura começo a ficar preocupado, porque esse rearmamento da Europa não parece configurar-se no âmbito de criar capacidade de dissuasão, mas para a outra alternativa, e isso é algo que merece uma análise diferente, porque as consequências vão ser completamente distintas. Aliás, eu recordo que os europeus parecem ter memória curta e não perceberam ainda que guerras na Europa têm-se saldado sempre por resultados de soma negativa. E os europeus têm perdido sempre com estas guerras fratricidas no velho Continente e como é que isso contribuiu para reduzir a importância geoestratégica da Europa. Relativamente ao Japão, a situação tem que ser analisada numa primeira parte, coincidente com aquilo que eu já disse. Ou seja, os Estados Unidos têm hostilizado desnecessariamente os seus aliados. Mas há aqui outra componente, porque os aliados norte-americanos na Ásia, depois do que aconteceu no Médio Oriente, se calhar pensaram duas vezes. Ou seja, os norte-americanos provaram a sua incapacidade de honrar os seus compromissos securitários com os países do Médio Oriente. Por exemplo, relativamente a Arábia Saudita, os Estados Unidos não foram capazes de honrar os compromissos securitários, nem tiveram capacidade para defender as suas próprias bases, os seus navios saíram do Golfo Pérsico. Ou seja, não conseguiram sequer garantir a liberdade de navegação. Estamos a falar até agora no Médio Oriente. Imagine o que é que estará a passar na cabeça dos aliados na Ásia. E daí eu perceber que haverá uma preocupação acrescida no domínio da segurança desses países. Agora, há uma coisa que merece ser discutida: é se as alterações que querem introduzir nas suas arquitecturas de segurança serão as mais adequadas. E nós sabemos que o Japão, e isto não é de agora, está a alterar a sua narrativa e nomeadamente relativamente a Taiwan. Considera Taiwan como um Estado e considera que uma acção chinesa em Taiwan deveria ser considerada como um ataque também ao Japão. Portanto, isto é um outro tema que merece uma outra abordagem, mas que é extremamente preocupante, sobretudo porque a China de hoje não é a China de há dez anos e muito menos de há vinte anos. E isso tem que ser levado em consideração quando se fazem determinados cálculos estratégicos, porque erros de cálculo estratégico é o que tem prevalecido nas últimas décadas. O Afeganistão, mais uma vez, o Iraque, a Líbia, etc. E seria bom que se parasse, se respirasse e se pensasse antes de optar pela via bélica. Provavelmente, haverá outras alternativas do foro político e do foro diplomático que poderão resolver estes problemas. Isto transporta-nos para um outro tema que é o dilema da segurança. E isso conduz normalmente à conflitos, muitas das vezes quando eles não são desejados e os dirigentes políticos actuam exclusivamente com a necessidade de salvar a face. RFI: Voltando ao Médio Oriente e, mais concretamente, desta vez ao Líbano. Apesar de um cessar-fogo estar em vigor desde meados de Abril, Israel continua as suas operações no sul do Líbano, inclusivamente fora da área que definiu como sendo a zona de segurança e, portanto, saindo da mesa das negociações, saindo da possibilidade de haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que abranja também a situação do Líbano. Como é que ficamos? Major General Carlos Branco: A haver um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, ele não ocorrerá a breve trecho. É algo que vai demorar e eu diria não só meses, mas se calhar anos. Porque há muitas questões de natureza técnica que têm de ser discutidas e, fundamentalmente, quando abordamos o dossier nuclear, isto é um dado importante antes de falar do Líbano. No Líbano, não há cessar-fogo. Os combates continuam. Mais uma vez, houve um erro de cálculo estratégico da parte de Israel, porque, aliás, isso é devidamente divulgado por analistas no Ocidente que diziam que o Hezbollah estava completamente fragilizado e que tinha perdido toda a sua capacidade de combate. O que temos assistido é exactamente o contrário. O Hezbollah está muito longe de estar debilitado e conseguiram superar os ataques à sua liderança, às suas chefias. Aliás, um pouco como o Irão o fez também. Depois, temos uma outra questão em causa que se prende com mais uma tentativa de Israel colocar forças no Líbano. Nós assistimos a isto desde 1982 e todas as intervenções de Israel no Líbano, umas demoraram mais tempo do que outras, mas saldaram-se sempre em derrotas e na retirada das forças israelitas do Líbano. Eu não consigo perceber o que é que os dirigentes israelitas viram agora de novo, que alteração qualitativa eles identificaram que vá fazer com que a história seja escrita de forma diferente. É que os israelitas, que andam já há mais de 40 anos a tentar estabelecer uma presença permanente no Líbano e que se tem saldado sistematicamente em derrotas. O que é que é agora novo e diferente? Que vai fazer com que possam sair vitoriosos para além daquilo que têm feito, que é uma coisa absolutamente inaceitável. Há regiões no sul do Líbano que se equiparam muito às de Gaza, completamente destruídas, e acho que a comunidade internacional já devia ter tomado uma posição mais assertiva relativamente a estes desenvolvimentos. Parece que há muita gente anestesiada. Mas, independentemente dos aspectos relacionados com condenações do que os israelitas estão a fazer no sul do Líbano, o que se coloca aqui no debate é saber se isto tem possibilidade de ser vitorioso, saldar-se por uma presença permanente de Israel no sul do Líbano. Recorrendo à história, diria que não, que é mais uma tentativa gorada ao fracasso. Mas isso, daqui a uns meses nós poderemos fazer um saldo definitivo destes desenlaces e procurar perceber até que ponto o que estou a dizer, tem fundamento ou não.

Como Assim
Guerreiras do K-Pop: como a música e animação espalham o “soft power” da Coreia do Sul — Como Assim

Como Assim

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 31:24


Em 2025, a história de Rumi, Mira e Zoey — um trio fictício que utiliza a energia dos seus fãs para alimentar uma barreira mágica contra demónios — deixou de ser apenas um sucesso de streaming para se tornar um fenómeno cultural sem precedentes. Em apenas dois meses, tornou-se o filme mais visto da história da Netflix e foi recentemente consagrado com dois Óscares. O impacto deste sucesso já se sente em Portugal, onde concertos de tributo esgotaram salas de espectáculo de norte a sul. Em Águeda, na estreia do concerto “A Batalha do K-Pop”, centenas de crianças e adolescentes de tranças roxas e fatos dourados cantaram as letras de cor, demonstrando que as personagens de animação são tratadas como verdadeiros ídolos de carne e osso. Não são apenas sessões para crianças: são eventos familiares, com merchandising oficial, coreografias replicadas ao detalhe e momentos de histeria colectiva quando soa “Golden”, a canção que este ano arrecadou o Óscar de Melhor Canção Original e que quebrou recordes ao ficar 43 semanas no topo norte-americano da Billboard. O sucesso surpreendeu até quem o fez. A Sony Pictures Animation investiu cerca de 100 milhões de dólares no projecto, mas acabou por vender os direitos à Netflix numa altura em que os cinemas estavam vazios, em plena pandemia. Resultado: passou a galinha dos ovos de ouro à concorrente e arrecadou apenas 20 milhões de dólares com o projecto. Mas “como assim”? Como é que um filme de animação baseado na cultura coreana se tornou um sucesso tão grande no mercado ocidental? Neste episódio, dissecamos o caso das guerreiras do K-Pop e tentamos perceber como o filme conseguiu romper o nicho e chegar ao mainstream no Ocidente. Mas também como encaixa numa estratégia mais ampla de soft power da Coreia do Sul, que há décadas usa o K‑Pop, os dramas televisivos, o cinema e até a gastronomia para exportar a sua identidade cultural e transformar entretenimento em influência global. Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Eixo do Mal
Trump contra Papa, Magyar contra Orbán

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 49:32


A inteligência artificial na mão da estupidez natural e a crónica de uma vitória esmagadora na Hungria. Esta semana quase pareceu que estávamos à beira de um novo Cisma do Ocidente, como há 600 anos, com o Poder Temporal a desafiar o Poder Espiritual. Trump atacou violentamente o Papa americano por ele pregar a paz e até a amiga Meloni o abandonou. E Já não lhe sobram muitos amigos, tirando Netanyahu. Na Hungria, Orbán perdeu as eleições depois de 16 anos no poder. Magyar passou de antigo apoiante a sucessor e diz querer aproximar-se da Europa. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 16 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Viracasacas Podcast
Eh Varzea #85 - Ameaças do Rei Louco e seu Lacaio

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 23:35


Na coluna dessa semana Carapanã discute como as distinções entre "racionais" e "fundamentalistas" são operadas nas guerras declaradas por um Ocidente falido e um Imperio decadente.

Mundo Freak
Professor Jiang - O Profeta do Fim do Mundo | MFC 598

Mundo Freak

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 84:33


Neste episóodio do Mundo Freak, a conversa gira em torno de Jiang Xueqin, o chamado Professor Jiang, uma figura que se tornou fenômeno na internet ao misturar geopolítica, teoria dos jogos, psicohistória e previsões históricas com uma aura cada vez mais próxima do conspiracionismo.Falamos sobre quem ele realmente é, a construção dessa imagem de autoridade, o impacto de suas previsões sobre a vitória de Donald Trump e a guerra entre EUA e Irã, e o momento em que sua análise deixa o campo da leitura estratégica e mergulha de vez em narrativas sobre Illuminati, sociedades secretas, elite global, profecias e um suposto roteiro oculto para o colapso do Ocidente.Se você gosta de mistérios da internet, gurus digitais, teorias da conspiração, geopolítica, personagens controversos, fóruns, previsões alarmistas e histórias que ficam o tempo todo entre análise séria e delírio paranoico, esse corte é para você.

Linhas Cruzadas
LINHAS CRUZADAS | AS QUATRO FACES DE JESUS | 02/04/2026

Linhas Cruzadas

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 53:26


O Linhas Cruzadas responde: quem foi, de fato, Jesus de Nazaré?Ele não deixou um livro escrito, mas é o protagonista da história do Ocidente. Ele não teve exército, mas conquistou bilhões de pessoas. O programa desta semana mergulha nas quatro faces de Jesus.●       O Jesus que a história narra.●       O Jesus que a política temia.●       O Jesus que a fé abraçou.●       E o Jesus que a cultura não esquece.Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé descascam as camadas do mito para encontrar o homem, o líder, o rebelde e o mestre. Com a participação do teólogo e pastor Ed René Kivitz, o programa faz o que a TV raramente ousa: tratar Jesus com a grandeza intelectual que ele merece e a humanidade que ele nos ensinou.Se você é estudioso, vai se surpreender. Se é devoto, vai se emocionar. E se é apenas um curioso da vida, vai entender por que, 20 séculos depois, o nome dele ainda é o mais falado do planeta.Linhas Cruzadas. Quinta, 22h30, na TV Cultura.

Resumão Diário
JN: Gilmar Mendes vota para manter prisão de Daniel Vorcaro; dono do Banco Master firma termo de confidencialidade com PGR e PF e abre caminho para delação

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Mar 21, 2026 6:46


Por unanimidade, o Supremo manteve Daniel Vorcaro na cadeia. O ministro Gilmar Mendes votou pela prisão do banqueiro, mas faz ressalvas à decisão do ministro André Mendonça. André Mendonça disse que o papel do bom juiz não é ser estrela. O dono do Banco Master firmou um termo de confidencialidade com procuradores e a Polícia Federal. Na terceira semana de guerra, o Irã bombardeou Israel e países vizinhos no Oriente Médio. O país ainda fez uma nova ameaça: atacar destinos turísticos pelo mundo. Donald Trump chamou a Aliança Militar do Ocidente de covarde. O Reino Unido ofereceu bases militares para liberar o Estreito de Ormuz. Morreu o ator Chuck Norris, astro dos filmes de ação e das artes marciais. Divulgadas novas imagens da queda da ponte que ligava o Tocantins ao Maranhão. O australiano Cameron McEvoy bateu recorde de César Cielo nos 50 metros rasos e se tornou o novo homem mais rápido de todos os tempos.

20 Minutos com Breno Altman
A estratégia do Irã para ganhar a guerra - Mohammad Marandi - Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 56:27


A estratégia do Irã para ganhar a guerra - Mohammad Marandi - Programa 20 MinutosAtive a legenda automática do YouTube para ter a tradução para o português.

O Assunto
A morte do homem forte do Irã e a reação do regime

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 25:58


Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Ali Larijani, o líder efetivo do regime iraniano desde o início da guerra, foi alvo de um bombardeio aéreo israelense na madrugada desta terça-feira (17). Além dele, morreu também Gholamreza Soleimani, chefe da Basij, uma milícia paramilitar e voluntária da Guarda Revolucionária do Irã. A morte de Larijani é a maior baixa do regime dos aiatolás desde o primeiro dia de ataques israelenses e americanos ao Irã, quando o líder supremo do país, Ali Khamenei, foi assassinado. Larijani era o chefe do Conselho de Segurança, o cérebro por trás das estratégias de defesa e da política nuclear do país e o mais influente canal diplomático do governo com o Ocidente. Para explicar quem era Larijani e as consequências da morte dele para o regime e para o futuro da guerra, Natuza Nery conversa com Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Demétrio também avalia o risco de uma incursão terrestre no Irã e analisa os objetivos militares de Israel e dos Estados Unidos – onde o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo se demitiu nesta terça.

Viracasacas Podcast
#475 "O Sul Global no Fim da História" - com Tatiana Vargas-Maia

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 94:47


Saudações pessoas! É dia de Tatiana Vargas-Maia conosco, então é dia de aprendizado, sacadas, reflexão profissa e muita profundidade de análise. Como fica a velha tese do "Fim da História" quando nem o fim é realmente próximo do jeito que se esperava, quando não era sequer o fim - e não como vinha sendo lido usualmente? E o que são identidades nessa altura do campeonato? Categorias como o 'sul global' (que periga ser substituída por outras ainda mais propositivas) ajudam a nos mobilizar e empatizar com quem achávamos que tínhamos pouco em comum? Somos mais "Irã" e "Venezuela" do que Ocidente? (Essa é fácil). Descubra que talvez tem até "sul global" em meio à América (aquele país que eles lá insistem em chamar assim).Taca play agorinha!*** Mês do Consumidor?? A barbada está aqui, não aproveita quem não quer:VEM DE INSIDER! Vem de cupom progressivo: mete VIRACASACAS na hora da compra que não tem erro! Descontos que podem se acumular para os produtos que você já aprendeu a não viver sem! Primeira compra ou compra habitual, receba os descontos dinâmicos já no carrinho!  #insiderstoreExpedientePai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãCapas que vocês adoram: Gui ToscanEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Mestra dos Instagrams: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis 

Brasil Paralelo | Podcast
DESCUBRA COMO ESTE LIVRO QUASE TIROU A VIDA DO AUTOR

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 15:20


Em agosto de 2022, o mundo assistiu chocado ao ataque brutal contra o escritor Salman Rushdie em solo americano. O autor, que subia ao palco para falar sobre refúgio e liberdade, foi esfaqueado diversas vezes por um extremista, perdendo a visão de um dos olhos. Este evento não foi um caso isolado de violência, mas o desdobramento de uma sentença de morte decretada há mais de três décadas pelo então Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Khomeini. Neste vídeo, detalhamos como a publicação da obra "Os Versos Satânicos" em 1988 desencadeou uma crise diplomática e humanitária sem precedentes. Analisamos a natureza da "Fatwa", o decreto religioso que ofereceu milhões de dólares pela vida de Rushdie e resultou em atentados a bomba em livrarias, além do assassinato de tradutores e editores ao redor do globo. Explore conosco a conexão entre o regime teocrático iraniano, a supressão da liberdade de expressão e o impacto do radicalismo no Ocidente. Entenda como uma obra de realismo mágico se tornou o estopim para o terrorismo de Estado e o que isso revela sobre a geopolítica atual do Oriente Médio.

Brasil Paralelo | Podcast
QUEM REALMENTE MANDA NO IRÃ? ENTENDA O PODER DO AIATOLÁ

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 15:39


Em 1979, o mundo assistiu atônito a uma transformação radical: uma monarquia milenar e em acelerado processo de ocidentalização foi derrubada por uma revolução liderada por clérigos. No centro dessa mudança estava Ruhollah Khomeini, um homem que ostentava o título de Aiatolá. Mas o que esse termo realmente significa? Neste vídeo, mergulhamos na complexa estrutura do Islã Xiita para explicar a hierarquia do sagrado. Você entenderá a diferença entre um líder religioso comum e um Aiatolá — o "Signo de Deus" — e como décadas de estudo em seminários teológicos se transformam na capacidade jurídica de interpretar a vontade divina. Exploramos a ascensão de Khomeini, o exílio, a queda do Xá Reza Pahlavi e a implementação da "Tutela do Jurista", o sistema que colocou o clero acima das instituições democráticas. Além disso, analisamos como essa autoridade transcende fronteiras, influenciando grupos como Hezbollah e Hamas, e moldando o chamado "Eixo de Resistência" contra o Ocidente.

Brasil Paralelo | Podcast
COMO O IRÃ PERSEGUE MINORIAS?

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 19:41


A morte de Mahsa Amini, em 2022, após ser detida pela "Polícia da Moralidade" por deixar mechas de cabelo à mostra, foi o estopim para a maior onda de protestos no Irã em décadas. Este vídeo analisa profundamente a estrutura de repressão da teocracia iraniana, revelando como o regime utiliza a tortura, a violência sexual e execuções públicas para manter o controle social. Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã transformou mulheres e minorias em cidadãos de segunda classe, aplicando interpretações extremistas da Sharia. Abordamos fatos documentados sobre a perseguição à comunidade LGBT+, as cirurgias forçadas de redesignação sexual e o paradoxal silêncio de setores progressistas do Ocidente diante dessas atrocidades. Conheça a história da antiga Pérsia, a ascensão dos Aiatolás e a realidade atual de um povo que luta pelo direito básico de existir.

Ideias Feitas
A guerra no Irão e a vocação suicida do Ocidente

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 5:57


Alberto Gonçalves comenta os apoiantes ocidentais do Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Pingos nos Is
EUA podem classificar PCC como terrorista / Foco do caso Master muda

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 119:34


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (09):O governo Lula teme possíveis consequências caso os Estados Unidos classifiquem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O chanceler Mauro Vieira chegou a conversar com autoridades americanas sobre o tema. No Planalto, há preocupação com riscos de interferência externa e impactos diplomáticos e econômicos.A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República decidiram suspender, por enquanto, a apuração sobre possíveis ligações entre o banqueiro Daniel Vorcaro e autoridades. A prioridade será investigar crimes financeiros ligados ao caso. Segundo os órgãos, o objetivo é acelerar a resposta judicial e tentar recuperar prejuízos causados pelas supostas irregularidades. A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, pediu orações pela vida do ministro do STF André Mendonça. A manifestação ocorre enquanto o magistrado atua como relator de investigações ligadas ao caso Master. Nos bastidores, também há discussões sobre a ampliação da segurança do ministro e de sua família. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou apoio à criação de uma CPI para investigar ministros do Judiciário citados no caso Banco Master. O requerimento, apresentado por Alessandro Vieira, já reuniu assinaturas suficientes para ser protocolado no Senado. A instalação da comissão agora depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou sobre os desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o futuro político do Irã. Durante entrevista, ele afirmou que o próximo líder iraniano terá que negociar com os Estados Unidos e com o Ocidente. Trump também comentou as operações militares e o programa nuclear do país. Um levantamento aponta que o governo Lula já criou ou aumentou cerca de 30 impostos desde o início do mandato em 2023. O tema foi citado pelo senador Flávio Bolsonaro e pode ganhar destaque no debate político e econômico. A tributação deve ser um dos principais assuntos nas próximas eleições.Pesquisa Real Time Big Data aponta o senador Flávio Bolsonaro na liderança das intenções de voto para presidente em São Paulo, com 39%. O presidente Lula aparece em segundo lugar, com 35%. O levantamento também mostra os índices de rejeição dos candidatos e a avaliação do governo federal entre os eleitores. A CPMI do INSS recebeu menos de 1% dos documentos ligados à quebra de sigilo de Daniel Vorcaro no caso Master. A informação foi revelada pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana. Segundo ele, a Polícia Federal estaria filtrando os arquivos, mesmo após decisão do ministro André Mendonça garantir acesso completo aos registros. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

O Assunto
A guerra no Oriente Médio e o futuro do regime iraniano

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 33:33


Convidado: Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados. No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, enquanto se reorganiza para definir seu sucessor. Para explicar os arcos de aliança que estão formados no Oriente Médio e o processo de sucessão de Khamenei no Irã, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout avalia os riscos de uma escalada militar ainda mais perigosa na região, inclusive em relação ao uso de armas nucleares. E analisa as consequências da escolha do novo líder supremo do regime: se será mais ou menos aberto ao Ocidente. “Um cenário muito mais obscuro”, resume.

Morning Show
Secretário de Defesa dos EUA fala sobre ataques ao Irã

Morning Show

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 119:58


Confira no Morning Show desta segunda-feira (02): O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, detalhou a ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irã, chamada de operação Fúria Épica. Em pronunciamento no Pentágono, afirmou que o regime iraniano construiu, ao longo de décadas, um escudo de mísseis e drones. Segundo ele, a estratégia visava uma chantagem nuclear contra o Ocidente. Donald Trump, segundo Hegseth, não tolerará mais esse tipo de ameaça. A crise no Oriente Médio chegou a um nível que inviabiliza, no curto prazo, qualquer solução diplomática. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país não negociará com os Estados Unidos. A fala ocorre após o assassinato do líder supremo iraniano. De acordo com o correspondente Luca Bassani, Donald Trump e o premiê israelense Benjamin Netanyahu indicam que a ofensiva seguirá até o cumprimento total dos objetivos militares. O Pentágono apresentou novos detalhes da Operação Fúria Épica. Pete Hegseth afirmou que a ofensiva não tem como objetivo implantar uma democracia no Irã. O foco, segundo ele, é a destruição definitiva da capacidade bélica do regime. A missão prioriza mísseis, drones e instalações nucleares construídas por Teerã. O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, atualizou o cenário operacional da ofensiva. Segundo ele, a ação envolve forças cibernéticas, espaciais e navais. Caças F-15 e bombardeiros B-2 realizam missões de até 70 horas. O alvo são instalações subterrâneas, frotas navais e centros de comando da Guarda Revolucionária. Pete Hegseth voltou a reforçar o caráter implacável da operação contra o Irã. Questionado sobre prazos, afirmou que os Estados Unidos não divulgarão seus próximos passos. Garantiu, porém, que a missão é destrutiva e letal. O objetivo é aniquilar fábricas de mísseis e drones, além da capacidade naval e antiaérea iraniana. Em nova entrevista no Pentágono, Pete Hegseth comentou a morte do aiatolá Ali Khamenei. O secretário disse ter ficado orgulhoso da precisão da ação militar. Ele evitou confirmar a presença de tropas em solo iraniano. Também não indicou prazos para o fim do conflito, citando razões estratégicas. A crise no Oriente Médio segue em escalada e fecha as portas para a diplomacia. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã reiterou que o país não negociará com os Estados Unidos. A declaração ocorreu após o início dos bombardeios. O Irã afirma que manterá postura bélica diante da ofensiva. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, major Rafael Rozenszajn, confirmou a convocação de 100 mil reservistas. Eles atuarão diretamente na linha de frente do conflito. O militar classificou o momento como histórico. Segundo ele, Israel enfrenta uma ameaça existencial. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a cidade de Beit Shemesh, atingida por bombardeios iranianos. Imagens ao vivo mostraram destruição causada por drones. Áreas residenciais e civis também foram afetadas. A visita ocorreu em meio à intensificação do conflito. O Morning Show recebeu o especialista em carreira Marcos Tonin para discutir a importância de um “plano B” profissional. Ele destacou a instabilidade global provocada por guerras e pelos efeitos da pandemia. Segundo Tonin, o modelo tradicional de carreira deixou de existir. A adaptação rápida tornou-se essencial. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Terraço Econômico
IRÃ, GUERRAS DE ESCOLHAS E A ILUSÃO DO OCIDENTE DESEJADO - CURADORIA #025

Terraço Econômico

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 30:16


Os fatos estão se desenrolando na mais recente incursão militar dos EUA e de Israel no Irã, mas desde já algumas coisas ficam evidentes de não acontecerem para o futuro do Oriente Médio.FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:YouTube, Predictive History: Geo-Strategy #8: The Iran Trap - https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=7y_hbz6loEo YouTube, CNN Brasil: EUA x Irã: “É cedo para falar em mudança de regime no Irã”, diz Waack - https://youtu.be/xu9VF5nQGvY?si=efookbs7kXElspyT YouTube, CNN Brasil: Análise: Aparato de repressão do Irã está intacto - https://youtu.be/ZwQzqounq48?si=vBW0NMYrBfKc-gWr 

Professor HOC
O QUE OS EUA PODEM APRENDER COM A UCRÂNIA?

Professor HOC

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 16:47


No último vídeo eu mostrei um lado da história: como os drones que dominam as batalhas na Ucrânia podem não ser úteis contra a China. Hoje eu mostro o outro lado da moeda.No campo de batalha da Ucrânia, uma revolução já aconteceu: drones baratos, fáceis de adaptar e produzidos em escala viraram a ferramenta mais importante para enxergar, atacar e sobreviver. E a pergunta que fica para o Ocidente é direta: o que os Estados Unidos realmente precisam copiar dessa “guerra de drones” — e o que seria um erro fatal copiar do jeito errado?Neste vídeo, eu explico por que os drones ucranianos ficaram tão modernos tão rápido, como eles estão integrando IA, sensores e improviso industrial em ciclos de semanas (não de anos), e quais são as lições práticas que o Pentágono e a indústria de defesa americana deveriam absorver agora para não ficarem presos num modelo caro, lento e ineficiente.

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#712 - SEIS PARÁBOLAS DE JESUS - Vinicius Negrão da Nova Acrópole de Cuiabá-MT - NOVA ACRÓPOLE BRASIL (youtube)

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 24:25


As parábolas de Jesus não são apenas histórias religiosas — são instrumentos filosóficos que falam à intuição e ao coração. Entenda 6 delas com profundidade.Nesta palestra, o professor Vinicius Negrão da Nova Acrópole analisa 6 parábolas de Jesus sob uma perspectiva filosófica e simbólica — conectando os ensinamentos do Evangelho com a tradição de Platão, Buda e outras escolas do Oriente e Ocidente.Jesus usava parábolas porque certas verdades só chegam quando passam pelo símbolo, pela imagem, pela história. O mesmo fazia Platão com os mitos. Essa linguagem não é limitação — é profundidade.Parábolas comentadas neste vídeo:— O Semeador: os quatro tipos de solo e como recebemos os ensinamentos da vida— O Grão de Mostarda: como uma pequena mudança interior pode gerar algo grandioso— O Sábio e o Insensato: construir convicções em bases sólidas ou na areia— O Joio e o Trigo: sobre julgamento, discernimento e o mistério de cada ser— O Pai e os Dois Filhos: a diferença entre professar valores e vivê-los— O Vinho Novo e o Odre Velho: por que ensinamentos transformadores precisam de formas novasUma reflexão para quem busca espiritualidade com profundidade filosófica.

Professor HOC
O ERRO FATAL DO OCIDENTE: COPIAR A UCRÂNIA PARA ENFRENTAR A CHINA

Professor HOC

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 20:48


Depois de quase quatro anos de guerra na Ucrânia, o Ocidente ficou obcecado por uma ideia: “drones baratos mudaram tudo”. E mudaram mesmo — mas aqui vai o ponto central do vídeo: as lições da Ucrânia não se traduzem automaticamente para o grande confronto que realmente assombra Washington hoje… a China.Neste episódio, eu explico por que o campo de batalha ucraniano (guerra terrestre de atrito, sem superioridade aérea, linhas defensivas fixas) criou o ambiente perfeito para milhões de drones pequenos dominarem as baixas — e por que um conflito no Indo-Pacífico seria outra realidade: decidido no ar e no mar, em distâncias brutais, sob uma chuva de mísseis e com logística no limite.A pergunta que guia tudo é simples:Se os EUA correrem para comprar “milhões de drones” como solução mágica, eles podem estar reforçando a parte errada do arsenal — e perdendo a vantagem que ainda têm justamente onde a China mais importa.

Professor HOC
A CHINA ESTÁ ESTOCANDO PETRÓLEO, GÁS E METAIS: QUAL A RAZÃO?

Professor HOC

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 17:53


Neste vídeo, eu explico por que uma movimentação que parece “só logística” está deixando Washington, Bruxelas e várias capitais asiáticas em estado de alerta: a China está acelerando uma campanha silenciosa de estocagem estratégica — petróleo, gás, metais e até alimentos — para ficar mais difícil de intimidar em crises e negociações. A história começa em Dongjiakou, um mega complexo de tanques onde, vistos por satélite, os reservatórios sobem e descem como cúpulas gigantes conforme se enchem. Só desde meados de janeiro, cerca de 10 milhões de barris foram adicionados ali, levando o total a 24 milhões, num sinal visível de uma estratégia maior: criar um “colchão” energético e industrial capaz de absorver choques, reduzir a vulnerabilidade a sanções, e até diminuir o impacto de gargalos marítimos como o Estreito de Malaca em um cenário de tensão militar. Eu conecto esse movimento ao ambiente político e comercial pós-2024, à volta da pressão tarifária dos EUA e às mensagens ambíguas vindas de Donald Trump, além de mostrar como Pequim usa estoques e compras de fornecedores sancionados (como Irã, Rússia e Venezuela) para ganhar descontos, testar rotas e mecanismos “fora do dólar” e construir poder de barganha silencioso. Também detalho o lado menos óbvio: metais e insumos críticos (cobre, níquel, zinco, lítio), a dependência alimentar (especialmente soja) e como a diversificação — incluindo a aproximação energética com Moscou via projetos como Power of Siberia 2 — pode trocar uma vulnerabilidade por outra. Por fim, eu fecho com a parte que mais preocupa o Ocidente: ao transformar a China num “core trader” capaz de segurar ou liberar volumes em momentos-chave, Pequim não só se blinda, mas também remodela preços, rotas e incentivos no mundo inteiro — com efeitos diretos no Brasil, na Europa e no equilíbrio geopolítico global.

Catalisadores
O FIM DA MORALIDADE: Dalrymple e o Caos Moderno

Catalisadores

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 15:49


Theodore Dalrymple, psiquiatra e crítico cultural, é famoso por denunciar o colapso moral do Ocidente: a vitimização, a rejeição da autoridade e a destruição da família. Seu diagnóstico é brilhante e assustadoramente preciso. Mas será que a solução é apenas um retorno aos "bons costumes"?Neste episódio, analisamos o pensamento de Dalrymple à luz da teologia adventista. Mostramos por que a Igreja não pode se contentar com o conservadorismo cultural. A ordem verdadeira não nasce da etiqueta ou da tradição, mas da Cruz e da esperança escatológica. Descubra como a liderança da IASD deve responder à decadência moral sem cair na armadilha de um moralismo sem redenção. Resumo – Uma análise do pensamento de Theodore Dalrymple sobre a decadência cultural moderna, contrastando seu pessimismo secular com a esperança profética e a missão restauradora da Igreja Adventista. Principais Conclusões – Dalrymple acerta ao diagnosticar a "vitimização" e a "rejeição da autoridade" como causas do caos social. – A moralidade cultural, sem base na revelação bíblica, é insuficiente para sustentar a ordem verdadeira. – A Igreja Adventista não prega apenas "bons valores", mas arrependimento, juízo e a volta de Jesus. Pontos-Chave – A crítica de Dalrymple ao Estado assistencialista e à infantilização da sociedade. – Por que a "ordem" sem Deus se torna apenas estética e elitista. – A diferença entre a hierarquia de mérito (Dalrymple) e a liderança servidora (IASD). – O perigo do pessimismo cultural vs. a esperança do Advento. – Como a estrutura da Igreja protege a verdade em tempos de relativismo. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

20 Minutos com Breno Altman
Por que o islamismo é odiado pelo Ocidente? - Arlene Clemesha - Programa 20 Minutos

20 Minutos com Breno Altman

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 102:59


Por que o islamismo é odiado pelo Ocidente? - Arlene Clemesha - Programa 20 Minutos

Catalisadores
A TRADIÇÃO É UM ÍDOLO? Roger Scruton e os Riscos para a Igreja

Catalisadores

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 12:11


Roger Scruton foi o grande defensor da ordem, da beleza e da tradição no Ocidente. Mas será que sua filosofia conservadora é segura para a Igreja Adventista?Neste episódio, analisamos como o pensamento de Scruton, embora útil para combater o caos moral moderno, esconde um risco mortal para o povo remanescente: a sacralização do passado. Se a tradição se torna o critério final da verdade, como fica a missão profética de denunciar os erros de "Babilônia"? Descubra por que a verdadeira ordem adventista não é a conservação de costumes, mas a fidelidade radical à Palavra de Deus. Resumo – Uma análise crítica da filosofia de Roger Scruton, contrastando sua defesa da tradição cultural com a necessidade adventista de reforma contínua e fidelidade profética. Principais Conclusões – Scruton defende a tradição como fonte de ordem, mas o Adventismo a submete à autoridade superior da Bíblia. – O conservadorismo cultural pode se tornar um obstáculo para a proclamação de verdades impopulares (como o Sábado). – O sistema representativo da IASD equilibra ordem e movimento, evitando tanto o caos quanto o engessamento institucional. Pontos-Chave – A beleza e a ordem na liturgia: onde Scruton e o Adventismo concordam. – O perigo da "ruptura niilista" moderna vs. a "reforma profética" bíblica. – Por que a tradição humana não pode ser o refúgio final da Igreja. – A tensão entre manter a estrutura e avançar na missão escatológica. – A verdadeira ordem: não a nostalgia do passado, mas a obediência ao "Assim diz o Senhor". Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

Catalisadores
Eficiência vs. Santidade: A Crise Invisível das Nossas Lideranças

Catalisadores

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 12:19


Vivemos em ruínas morais. O filósofo Alasdair MacIntyre, em sua obra After Virtue, diagnostica que a modernidade perdeu a capacidade de definir o "bem humano", substituindo a ética pela preferência pessoal (emotivismo) e a autoridade moral pela eficiência gerencial.Neste episódio, aplicamos essa crítica devastadora à realidade da Igreja. Corremos o risco de substituir pastores por gestores? A nossa estrutura representativa está se tornando uma burocracia técnica, desconectada da virtude e da profecia? Exploramos como a teologia adventista, com sua união única entre tradição e escatologia, oferece a resposta que MacIntyre procura, mas não encontra: uma ordem que não é apenas histórica, mas divina e voltada para o Reino. Resumo – Uma análise profunda sobre a fragmentação moral do Ocidente através das lentes de Alasdair MacIntyre e como isso ameaça transformar a liderança da Igreja em mera gestão administrativa, perdendo sua vocação profética. Principais Conclusões – O "emotivismo" moderno transformou juízos morais em preferências pessoais, destruindo a base da autoridade ética. – A figura do "líder virtuoso" está sendo perigosamente substituída pela do "gestor eficiente" dentro das instituições religiosas. – A Igreja Adventista deve responder a essa crise não apenas com tradição, mas com uma ordem escatológica que une virtude, memória e esperança. Pontos-Chave – A crítica de MacIntyre ao "Gestor" como o personagem central da modernidade. – Por que a técnica e a eficiência não podem substituir a santidade e a sabedoria. – A diferença entre uma tradição morta e a memória profética do povo de Deus. – O perigo de uma igreja que opera por métricas corporativas em vez de fidelidade bíblica. – A necessidade de "Novos São Beneditos" vs. o Remanescente Escatológico. Conexões Oficiais Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5X http://x.com/alexpalmeira9Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042Website www.startmovements.com Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão.

Brasil Paralelo | Podcast
O PLANO DE DONALD TRUMP PARA A GROENLÂNDIA

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 22:03


A geopolítica mundial está em alerta máximo. Donald Trump declarou que a Groenlândia deve se tornar parte dos Estados Unidos, "de um jeito ou de outro". Mas o que está por trás dessa exigência que gerou uma crise diplomática com a Dinamarca e abalou as estruturas da OTAN em 2026? Neste programa, analisamos os reais motivos estratégicos por trás do interesse americano na maior ilha do mundo. Descubra o que é o projeto "Domo de Ouro", a disputa silenciosa por terras raras contra a China e a Rússia, e por que a posse desse território é considerada vital para a segurança nuclear do Ocidente. Entenda a história, os recursos naturais em jogo e o risco real de um conflito no Ártico

Catalisadores
A Morte da Ordem no Ocidente: O Alerta Profético de Christopher Dawson

Catalisadores

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 35:47


A civilização moderna, ao se afastar de sua matriz espiritual, colapsa sob o peso de suas próprias promessas: liberdade sem verdade e técnica sem ética. O historiador Christopher Dawson diagnosticou essa crise com profundidade profética, afirmando que toda cultura nasce de uma religião. Quando o Ocidente abandonou sua raiz cristã, iniciou um processo de desintegração que hoje se acelera. Este vídeo explora o pensamento de Dawson como uma ferramenta indispensável para a liderança cristã contemporânea. Analisamos como sua visão da história — um campo de batalha entre a ordem divina e a desordem secular — se conecta diretamente aos desafios do governo da Igreja, da educação e da missão profética no tempo do fim, oferecendo um caminho para restaurar uma ordem espiritual em meio ao caos. Resumo – Este vídeo analisa o pensamento de Christopher Dawson, que via a religião como a base de toda cultura. Aplicamos suas ideias à crise da modernidade e aos desafios da liderança e do sistema de governo da Igreja Adventista, propondo uma restauração da ordem espiritual e profética. Principais Conclusões – A crise do Ocidente é, fundamentalmente, uma crise religiosa causada pelo abandono de sua herança cristã. – O sistema de governo da Igreja não deve ser uma estrutura administrativa secular, mas a expressão de uma ordem espiritual e escatológica. – A educação e a liderança adventistas devem resistir ativamente aos modelos tecnocráticos e globalistas para cumprir sua missão profética. Pontos-Chave – Toda cultura nasce de uma religião; a fé não é um adorno, mas a raiz da ordem social. – A história é o palco de uma luta espiritual entre as forças da ordem divina e da desordem secular. – A modernidade busca ordem sem transcendência, progresso sem virtude e liberdade sem verdade. – A estrutura da Igreja precisa ser santa e profética, não apenas administrativamente eficiente. – A educação é o principal campo de batalha entre a fé e a secularização. – A liderança adventista é uma mordomia escatológica, não uma busca por poder. Alex Palmeira é um formador de líderes dedicado a catalisar movimentos missionais e fortalecer a liderança apostólica na igreja contemporânea. Com uma abordagem pastoral e teológica, atua como referência em processos de liderança institucional, focando na formação de uma cultura de fidelidade e missão. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

Fernando Ulrich
A França vai acabar? O gráfico assustador da crise demográfica na Europa

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 10:20


No vídeo de hoje analisamos os dados mais recentes da demografia francesa e o que eles revelam sobre o futuro econômico, social e político do país.Pela primeira vez em décadas, a França registra mais mortes do que nascimentos, um sinal claro de esgotamento demográfico.Esse movimento ajuda a explicar pressões crescentes sobre previdência, mercado de trabalho e contas públicas.O que parece um problema local antecipa um fenômeno estrutural que atinge toda a Europa.A França pode estar apenas alguns anos à frente do resto do Ocidente.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
Visão da maldição e a Visão da Bênção. Qual tem sido a sua visão e escolha? - Meditação 26/12/25

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 35:42


"E LEVANTOU LÓ OS SEUS OLHOS, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o Jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar.ENTÃO LÓ ESCOLHEU para si toda a campina do Jordão, e partiu Ló para o oriente, e apartaram-se um do outro." Gênesis 13:10-11"E DISSE O SENHOR A Abrão, DEPOIS que Ló se apartou dele: LEVANTA OS TEUS OLHOS, E OLHA desde o lugar onde estás, para o lado do Norte, e do Sul, e do Oriente, e do Ocidente;Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre." Gênesis 13:14-15