Podcasts about ocidente

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Brasil Paralelo | Podcast
A ODISSEIA EXPLICADA

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


A história do Ocidente tem suas raízes fincadas na jornada de um homem tentando retornar ao seu lar. Escrita por Homero no século VIII a.C., a Odisseia é a pedra angular da literatura ocidental e o alicerce de conceitos vitais para a nossa civilização. Neste vídeo, exploramos a tumultuada travessia de Odisseu (Ulisses) após o fim da Guerra de Troia, enfrentando a ira do deus Poseidon, os perigos do Ciclope Polifemo, a magia de Circe e o canto das sereias. Analisamos como a astúcia de Penélope, o amadurecimento de Telêmaco e a sabedoria estratégica de Odisseu moldaram o arquétipo do herói ocidental, onde a inteligência e a resiliência prevalecem sobre a força bruta. Descubra como essa epopeia mitológica influenciou obras ao longo dos séculos e serve como um manual atemporal sobre os desafios da existência humana.

Nerdebate
Nerdebate 554 - A epidemia de Solidão Masculina

Nerdebate

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 136:58


A EPIDEMIA DE SOLIDÃO MASCULINA: O Que Está Acontecendo? Por que os homens estão cada vez mais isolados? No episódio de hoje, o Nerdebate traz uma bancada 100% feminina e altamente qualificada para debater um dos temas mais discutidos e urgentes da atualidade: A Epidemia de Solidão Masculina. Julia Paula "Dell" recebe a Gabi Psicóloga e a Fernanda Eggers (Despautada) para uma conversa profunda sobre comportamento, cultura pop e sociedade.Navegamos pelas raízes desse fenômeno global, analisando desde o impacto de movimentos sociais extremos até a forma como o cinema molda e reflete as frustrações dos homens modernos. O que a ficção tem a nos dizer sobre a realidade? E como as dinâmicas de relacionamento mudaram ao ponto de criarem barreiras invisíveis? Prepare-se para um debate sem filtros, pautado pela psicologia e pela análise cultural.

Conversas à quinta - Observador
O Domínio da Guerra. Será possível compreender Trump?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 24:19


Major-general Arnaut Moreira explica que Trump é o disruptor face ao iminente abismo do Ocidente perante o grupo E7. Acredita ainda que a Ucrânia neutralizou o trânsito naval russo no Mar de Azov.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Consciência Cristã
O papel do Brasil na revitalização da fé nos EUA e Europa - Samuel Vitalino no CC Podcast

Consciência Cristã

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 40:45


Neste episódio imperdível do Consciência Cristã Podcast, gravado diretamente na conferência de 2026 sob a temática "A Igreja de Cristo", o host Lázaro conversa com o Pastor Samuel Vitalino.Juntos, eles debatem o visível esfriamento da fé no Ocidente e revelam como Deus tem usado a igreja brasileira para liderar um movimento extraordinário de revitalização espiritual em solo americano e europeu. Missões com Inteligência: A transição do modelo tradicional para estratégias focadas em treinar teologicamente os líderes locais, multiplicando o alcance do Evangelho de forma muito mais rápida e orgânica. Babel foi a confusão das línguas. Pentecostes foi quando as pessoas ouviram a Palavra de Deus na sua própria língua para entenderem as Suas grandezas. É exatamente esse efeito que estamos vivendo hoje.Este episódio é um chamado urgente para colocarmos os joelhos no chão e as mãos no trabalho em favor do Reino! Faça parte deste movimento:

Café Europa
O Domínio da Guerra. Será possível compreender Trump?

Café Europa

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 24:19


Major-general Arnaut Moreira explica que Trump é o disruptor face ao iminente abismo do Ocidente perante o grupo E7. Acredita ainda que a Ucrânia neutralizou o trânsito naval russo no Mar de Azov.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Zoom
O Domínio da Guerra. Será possível compreender Trump?

Zoom

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 24:19


Major-general Arnaut Moreira explica que Trump é o disruptor face ao iminente abismo do Ocidente perante o grupo E7. Acredita ainda que a Ucrânia neutralizou o trânsito naval russo no Mar de Azov.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Chutando a Escada
A China que o ocidente não conta

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 31:49


Tatiana Teixeira (OPEU/UFU) recebe os professores Marcos Cordeiro Pires, livre-docente da UNESP e pesquisador do INCT-INEU, e Thais Caroline Ataide Lacerda, doutora em Ciências Sociais pela UNESP, para uma análise sobre da China contemporânea. A conversa parte da experiência concreta: dezessete viagens à China, dois meses de estudo em Wuhan e Pequim, consultorias em empresas estatais chinesas no Brasil. O que emerge é um retrato da China que contraria a imagem cinzenta e autoritária projetada pelos meios de comunicação ocidentais; um país que erradicou a pobreza extrema, lidera a produção científica global e planeja seu desenvolvimento por décadas. O debate percorre a relação da academia chinesa com o Estado, o papel dos Livros Brancos na formulação da política externa, a visão de Pequim sobre a América Latina como parceira estratégica no mundo multipolar e os mitos que ainda persistem no Ocidente sobre o país. No clipping, Yasmim Reis, doutoranda pelo Programa San Tiago Dantas (UNESP/UNICAMP/PUC-SP) e pesquisadora do OPEU, traz as principais notícias dos EUA: a resposta de Marco Rubio à carta de Flávio Bolsonaro, as decisões da Suprema Corte sobre imigração e os desdobramentos do cessar-fogo entre os EUA e o Irã. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Tatiana Teixeira (OPEU/UFU), Marcos Cordeiro Pires (UNESP/INCT-INEU), Thais Caroline Ataide Lacerda (UNESP) e Yasmim Abril Monteiro Reis (OPEU/San Tiago Dantas). Inserção musical no final: @2krispii, “Make Conservatives Conservative Again”. Capa do episódio: AFP-JIJI Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio ALLISON, Graham. Destined for War: Can America and China Escape Thucydides’s Trap? Boston: Houghton Mifflin Harcourt, 2017. Capítulos: 00:00 Introdução: A China de 1,4 bilhão de habitantes 03:00 Parcerias acadêmicas Brasil-China e o Instituto Confúcio na UNESP 14:00 Como a China enxerga a América Latina e os EUA 23:00 Os Livros Brancos e a integração entre academia e governo 34:00 A China como epicentro da ciência global 44:00 A rotina nas universidades chinesas 48:00 Derrubando mitos sobre a China 53:00 O futuro da disputa China-EUA 59:00 Clipping OPEU: Brasil-EUA, Suprema Corte e cessar-fogo no Oriente Médio 01:04:00 Encerramento The post A China que o ocidente não conta appeared first on Chutando a Escada.

Brasil Paralelo | Podcast
COMO SURGIU A LINHA ENTRE OCIDENTE E ORIENTE?

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 12:19


Olhe para o mapa do mundo. O que separa o que chamamos de Ocidente daquilo que conhecemos como Oriente? Antes de se tornar uma categoria política ou cultural, essa linha começou de forma astronômica na Roma Antiga, mas ganhou contornos definitivos através dos séculos, esculpida pela história, pelas ideias e pelos grandes conflitos. Neste programa da Brasil Paralelo, exploramos a origem dessa divisão geopolítica. A jornada começa no século V a.C., quando o choque entre as cidades-estado gregas e o vasto Império Persa forjou a primeira grande dicotomia: de um lado, a defesa da pólis, da liberdade política e da razão; do outro, o misticismo e as monarquias absolutistas.

Resumão Diário
JN: EUA impõem sanções a empresas e cidadãos brasileiros por suposta ligação com o PCC; Inglaterra e Bélgica vencem de virada e garantem vaga nas oitavas da Copa

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 5:44


Os Estados Unidos impuseram sanções a empresas e cidadãos brasileiros por suposta ligação com o PCC. A Casa Branca afirmou que a facção é a maior organização criminosa transnacional do Ocidente. Americanos debatem conflito de interesse nos negócios de Donald Trump. Um estudo revelou que as empresas dele triplicaram os ganhos desde que ele voltou à Presidência. Na Copa do Mundo, um furacão salvou a Inglaterra. Harry Kane fez os dois gols na virada sobre a República Democrática do Congo. No outro jogo do dia, emoção até o fim também. O Senegal abriu dois a zero, a Bélgica empatou e depois se classificou com um gol de pênalti na prorrogação. A seleção brasileira tem dois trunfos para a decisão de domingo contra a Noruega: o zagueiro Gabriel Magalhães está acostumado a enfrentar o astro Haaland e o meia Bruno Guimarães é o jogador do Brasil com maior número de passes para gol.

Brasil Paralelo | Podcast
VOCÊ SABE POR QUE O MUNDO EM QUE VIVE É ASSIM? | Especial Clube do Livro BP

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 55:42


A maioria das pessoas vive dentro de uma civilização sem entender como ela foi construída. Neste evento, Ferrugem apresenta uma jornada por 12 livros que investigam as origens das ideias, instituições e valores que moldaram o Ocidente.

Homilias - IVE
”Muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa junto com Abraão, Isaac e Jacó.”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 3:13


Homilia Padre Paulo José, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 8,5-17Naquele tempo,5quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6"Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia".7Jesus respondeu: "Vou curá-lo".8O oficial disse: "Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um : 'Vai!', e ele vai; e a outro: 'Vem!', e ele vem; e digo ao meu escravo: 'Faze isto!', e ele faz".10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: "Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus,junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes".13Então, Jesus disse ao oficial: "Vai! E seja feito como tu creste".E naquela mesma hora o empregado ficou curado. 14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre.15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou.Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra,e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: "Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades".Palavra da Salvação.

Palavra do Dia
Palavra do dia - Mt 8,5-17 - 27/06/26

Palavra do Dia

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 5:01


Naquele tempo, 5 quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6 "Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia". 7 Jesus respondeu: "Vou curá-lo".8 O oficial disse: "Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9 Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um : 'Vai!', e ele vai; e a outro: 'Vem!', e ele vem; e digo ao meu escravo: 'Faze isto!', e ele faz". 10 Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: "Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11 Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12 enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes". 13 Então, Jesus disse ao oficial: "Vai! E seja feito como tu creste". E naquela mesma hora o empregado ficou curado. 14 Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15 Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16 Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17 para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: "Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades".

Brasil Paralelo | Podcast
COMO UM LIVRO DO SÉCULO XVI MOLDOU O MUNDO MODERNO

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 11:47


No século XVI, a Europa sangrava em meio a violentas guerras religiosas. O colapso das instituições tradicionais e o vazio de autoridade ameaçavam a civilização com a desordem total. A França, epicentro dessa devastação política, vivia um cenário onde a autoridade real era contestada por exércitos particulares e a fé justificava o fim do convívio social. Foi neste cenário histórico que Jean Bodin, um notório jurista e filósofo, publicou sua obra-prima: "Os Seis Livros da República" (1576). Para salvar a ordem pública, Bodin forjou um dos conceitos mais influentes da teoria política mundial: a soberania. Ao defender um poder absoluto e perpétuo, ele redesenhou o destino do Ocidente e lançou as bases do que hoje conhecemos como Estado Moderno. Neste vídeo original da Brasil Paralelo, explore como a obra de Bodin separou a administração do Estado das paixões da época, influenciou pensadores ao longo dos séculos e criou a engrenagem jurídica que sustenta a política global até os dias de hoje.

Corvo Seco
#529 - Ajahn Chah - Como Limpar a Mente?

Corvo Seco

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 8:40


Trechos retirados de discursos de Ajahn Chah.Ajahn Chah (1918 - 1992), foi um grande mestre da linhagem “Tradição Tailandesa das Florestas” do budismo Theravada.Ajahn Chah (ou Chah Subhaddo) nasceu numa vila rural perto da cidade de Ubon Rajathani, Tailândia. Seguindo a tradição, depois de completar o ensino básico ordenou-se como monge noviço no mosteiro local da vila, onde passou os primeiros anos de sua vida monastica estudando as bases do Dharma, a linguagem Pāli e as escrituras.Após uma grave doença e falecimento de seu pai, Ajahn Chah, reconheceu que apesar de ter estudado exaustivamente ele não se sentia mais próximo de ter uma compreensão pessoal acerca do fim do sofrimento. Então, em 1946, abandonou os estudos e partiu em peregrinação. Caminhou durante vários anos pernoitando em florestas e recebendo comida nas vilas pelas quais passava, despendendo temporadas em mosteiros, assimilando os ensinamentos e praticando meditação.Foi durante sua estadia no mosteiro de Wat Kow Wongkot onde conheceu Ajahn Mun, um mestre de meditação altamente reverenciado, que ensinou-lhe que, apesar dos ensinamentos serem realmente extensos, em sua essência eles são muito simples:“Com consciência, se virmos que tudo surge no ‘coração-mente'. Aí está o verdadeiro caminho!”Este sucinto e direto ensinamento foi uma revelação para Ajahn Chah, transformando o seu modo de praticar. O caminho estava claro!Amado e respeitado em seu país como um homem de grande sabedoria, Ajahn Chah tornou-se um influente professor e fundador de grandes mosteiros de sua tradição.Seus ensinamentos contêm aquilo que se pode chamar de “coração da meditação budista” – as práticas simples e diretas de acalmar o coração e abrir a mente para a verdadeira compreensão da verdade. Esta forma de constante vigilância expandiu-se rapidamente como prática Budista no Ocidente, ensinando-nos a lidar com os estados mentais mais densos, como os medos, a ganância ou o sentimento de perda e a aprender o caminho da paciência, sabedoria e compaixão altruísta. Segundo Ajahn Chah o treino da mente não se trata apenas de nos sentarmos com os olhos fechados ou de aperfeiçoarmos uma técnica de meditação. Trata-se de uma grande renúncia.

O Mundo Agora
Como a China trocou a dependência pelo protagonismo estratégico na economia do futuro

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 4:54


Visto da China, o G7 parecia girar em torno de uma questão: será que as economias mais avançadas do Ocidente podem reduzir sua dependência de Pequim? Thomás Zicman de Barros, analista político Foi-se o tempo em que os carros chineses pareciam feitos de papelão. Em Xangai, a regra são os modernos veículos elétricos que cruzam silenciosamente as avenidas da cidade. Ao mesmo tempo, milhões de pagamentos são feitos por QR Code e trens de alta velocidade ligam metrópoles distantes em poucas horas. O presente chinês parece, de fato, coisa do futuro. Foi dessa China que acompanhei as notícias do G7 – o clube das economias mais avançadas do Ocidente – reunido em Évian, na França. Sim, mesmo estando longe de Paris, onde moro, continuo falando da atualidade francesa. Mas agora a observo pelo olhar chinês. Oficialmente, a China não era o tema central do encontro. Mas ela estava presente em quase todas as conversas. A principal iniciativa econômica anunciada pelos líderes do G7 foi o reforço da cooperação para reduzir dependências em áreas consideradas estratégicas, especialmente os minerais críticos e as chamadas terras raras, indispensáveis para baterias, carros elétricos, semicondutores e equipamentos militares. O comunicado do G7 evitou apontar um alvo. Ainda assim, ninguém teve dúvidas sobre quem estava sendo discutido. A China ocupa uma posição dominante em diversas etapas da cadeia de produção desses materiais. Para a Europa, sobretudo, o equilibro não é fácil: diante da administração errática na Washington de Donald Trump, os europeus observam a China, por um lado, como parceiro mais confiável do que os Estados Unidos, mas com o qual se estabelece cada vez mais uma relação de dependência. Nos últimos meses, restrições impostas por Pequim às exportações de alguns deles aumentaram a preocupação de governos e empresas ocidentais. O objetivo do G7 é simples: reduzir vulnerabilidades e diminuir a dependência em relação à China. Neste imbróglio, a reação de Pequim foi clara. Autoridades chinesas acusaram o G7 de politizar questões econômicas e defenderam seus controles de exportação como uma prática legítima para proteger interesses nacionais. O episódio revela uma inversão histórica interessante Durante décadas, a ascensão chinesa foi interpretada como consequência de sua integração a uma ordem econômica internacional dominada pelo Ocidente. A rigor, se formos mais atrás na história, a China parecia ocupar uma posição subalterna no arranjo das nações desde as Guerras do Ópio, em meados do século XIX, que inauguraram o chamado Século das Humilhações. Derrotas militares, tratados desiguais e intervenções estrangeiras reduziram drasticamente a autonomia do país diante das potências ocidentais. Mesmo nas últimas décadas, a China dependia dos mercados externos, dos investimentos estrangeiros e do acesso às cadeias globais de comércio para sustentar seu desenvolvimento. A ironia é observar, em Évian, o que parece ser uma inversão de papéis. As potências que durante muito tempo moldaram as regras da economia internacional discutem hoje como reduzir sua dependência em relação à China. Pequim não substituiu o Ocidente no comando do mundo, mas conquistou uma posição estratégica em setores considerados essenciais para a economia do futuro. Observando os carros elétricos que cruzam as ruas chinesas, fica difícil não pensar que essa é uma das questões centrais do nosso tempo. Não apenas quem produz mais ou quem cresce mais, mas quem depende de quem.

Brasil Paralelo | Podcast
A DECADÊNCIA DA NOSSA CIVILIZAÇÃO EXPLICADA

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 8:28


Crises políticas, guerras e a sensação de que as instituições estão ruindo não são eventos isolados. Em 1918, o historiador alemão Oswald Spengler publicou "O Declínio do Ocidente", uma obra monumental que previu com riqueza de detalhes o cenário exato que o mundo enfrenta no século XXI. Diferente da visão linear de progresso, Spengler argumentou que as civilizações possuem ciclos vitais — primavera, verão, outono e inverno. O Ocidente, segundo sua análise temporal, encontra-se em seu "inverno" civilizacional, um período marcado pela ditadura do dinheiro e da grande mídia, o surgimento do "Cesarismo" (o advento de líderes populistas e autoritários) e um profundo vazio espiritual que substitui a fé pelo materialismo. Este vídeo explora a genialidade do diagnóstico de Spengler, oferecendo sobriedade histórica para compreender a atual crise das democracias, sem cair no pessimismo passivo. Em concordância com os princípios estruturais de nossas produções, a missão da Brasil Paralelo é resgatar bons valores, ideias e sentimentos no coração de todos os brasileiros. Conhecer o passado e as teorias que moldam o desenvolvimento civilizacional é a ferramenta definitiva para não se render ao colapso diário.

Igreja Missionária Evangélica Maranata
A diferença do evangelho no oriente e no ocidente - Pr. Paulo Brito Junior

Igreja Missionária Evangélica Maranata

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 56:40


A diferença do evangelho no oriente e no ocidente - Pr. Paulo Brito Junior by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe

Professor HOC
A GRANDE DERROTA RUSSA I Professor HOC

Professor HOC

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 16:31


No norte do Mali, em pleno deserto do Sahel, forças ligadas ao Africa Corps — sucessor do Grupo Wagner — foram obrigadas a abandonar posições estratégicas depois de uma ofensiva coordenada envolvendo rebeldes tuaregues da Frente de Libertação do Azawad e jihadistas do JNIM, braço da al-Qaeda na região.O episódio mais simbólico aconteceu em Kidal, cidade que havia sido apresentada como uma das maiores vitórias russas na África. Em 2023, sua tomada serviu como vitrine da influência de Moscou no continente. Em 2026, a retirada russa expôs os limites desse modelo.Neste vídeo, explicamos como a Rússia entrou no Mali após a saída da França, como o Grupo Wagner se transformou no Africa Corps, por que a geografia do Sahel favorece grupos armados locais e o que essa derrota revela sobre a verdadeira capacidade militar russa fora da Ucrânia.Uma história sobre propaganda, mercenários, golpes militares, alianças improváveis e o colapso de uma promessa: a de que Moscou conseguiria estabilizar o Mali onde o Ocidente havia fracassado.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!

Kinea Investimentos
Kinea Reflexões: A Segunda Guerra Fria e a Crise do Ocidente

Kinea Investimentos

Play Episode Listen Later Jun 20, 2026 9:30


Por Ruy Alves, Sócio e Gestor de Investimentos.

Artes
Biblioteca Nacional de França mostra mapas portugueses como objectos de poder, imaginação e controlo

Artes

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 9:51


A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos.  Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América.  “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.

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Delação de Vorcaro falha de novo, Instagram tira função do mapa, abertura histórica no México e mais

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Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 16:48


Bom dia! ☕Faça sua simulação com a Ademicon aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Inscreva-se na newsletter Tempo de Copa ⁠aqui⁠.No episódio de hoje:

Mundo Freak
A História do Ocultismo Ocidental & Maik Baguncinha Apronta nos Comentários | MFC 608

Mundo Freak

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 156:17


Links:Canal jorge Uesu falando do Maik https://www.instagram.com/reels/DZYcFzzqUSI/Curso Cabala e Magia Planetária com Marcos Keller: https://www.sympla.com.br/evento-online/fundamentos-e-pratica-da-cabala-hermetica-e-magia-planetaria/3424981Camisetas Mundo Freak: https://umapenca.com/mundofreak/loja/?srsltid=AfmBOoqsX2AWTRFB-FUyRZnCnRrfrZjDjoCtaZalh2J2cF_lCI4OiqaUNa live de hoje do Mundo Freak, vamos mergulhar na longa e fascinante história do ocultismo ocidental, um conjunto de tradições esotéricas, filosóficas e espirituais que atravessa séculos e ajudou a moldar parte do imaginário do Ocidente.A conversa começa nas origens mais antigas desse pensamento, passando por Alexandria, pelo hermetismo, por Hermes Trismegisto, pelo gnosticismo, pelo neoplatonismo e pelas formas como esse conhecimento sobreviveu, foi codificado e transformado ao longo da Idade Média. A pauta também entra em temas como alquimia, cabala, grimórios medievais e a ideia de que o ocultismo sempre esteve ligado à busca por uma gnose, um conhecimento interior e transformador.Ao longo da live, a gente avança para o Renascimento, quando magia, filosofia e ciência ainda caminhavam lado a lado, e passa por figuras fundamentais como John Dee, além do surgimento de tradições e estruturas como rosacrucianismo, maçonaria, Éliphas Lévi, Helena Blavatsky e a Golden Dawn, que ajudaram a organizar o ocultismo moderno.Na reta final, o papo chega ao século XX com nomes incontornáveis como Aleister Crowley, Jack Parsons e Anton LaVey, mostrando como o ocultismo saiu dos círculos iniciáticos e passou a dialogar com contracultura, mídia, ciência, espiritualidade alternativa e cultura pop.Se você gosta de história do esoterismo, magia cerimonial, sociedades secretas, alquimia, hermetismo, cabala, Crowley, satanismo moderno, mistérios históricos e da relação entre ocultismo e cultura contemporânea, essa live é para você.▶ Assista e participa no chat: qual fase da história do ocultismo mais te intriga, Antiguidade, Renascimento, sociedades secretas ou século XX?As Duas Vidas de Rudolf: https://open.spotify.com/show/3okz3u1rW9O0Lz3fdfmqZiApoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialRafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/Edição: https://www.instagram.com/instadogrmachado/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Ocultismo#OcultismoOcidental#Hermetismo#Alquimia#Cabala#AleisterCrowley#SociedadesSecretas#Esoterismo

Mundo Freak Confidencial
A História do Ocultismo Ocidental & Maik Baguncinha Apronta nos Comentários | MFC 608

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Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 156:17


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Convidado
O que representa uma retoma de ataques entre Israel e o Irão?

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 13:40


Israel e Irão retomaram, por algumas horas, os ataques directos pela primeira vez desde o frágil cessar-fogo assinado há dois meses. Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, ambas as partes informaram que suspenderam as operações, depois de Donald Trump ter exortado as partes a fazerem-no. É que a retoma dos ataques pode comprometer as negociações entre Estados Unidos e o Irão e mostram “posições cada vez mais divergentes” entre os Estados Unidos e Israel, explica a investigadora Maria Ferreira. A nossa convidada de hoje não antevê o fim do conflito no Médio Oriente a curto prazo porque, para já, Israel e Irão não têm vantagens em negociar e apenas Donald Trump está a jogar “a sua própria sobrevivência política interna” e “não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel”. Esta segunda-feira, Israel confirmou ter atacado um complexo petroquímico e alvos militares no Irão, enquanto Teerão disse ter retaliado, atacando uma instalação petroquímica israelita e duas bases aéreas em Israel. As forças israelitas também anunciaram o lançamento pelos hutis de um míssil a partir do Iémen contra Israel, que foi interceptado. O fogo cruzado recomeçou na noite de domingo com um ataque iraniano contra território israelita, em retaliação ao bombardeamento de Israel ao Líbano horas antes. Estes ataques diminuem ainda mais a perspectiva de um possível acordo para pôr fim à guerra que começou a 28 de Fevereiro com ataques aéreos israelitas e americanos ao Irão.  Entretanto, ao início da tarde desta segunda-feira, o exército iraniano disse ter terminado a vaga de ataques e ameaçou retomar se Israel continuar a bombardear o Líbano. Por seu lado, a Reuters avança que Israel também decidiu parar esta série de ataques contra o Irão. Um pouco antes, o Presidente norte-americano, Donald Trump, exortou o Irão e Israel a cessarem as ofensivas. Para falarmos sobre este tema, convidámos Maria Ferreira, investigadora portuguesa do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. RFI: O que representa esta retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão? Maria Ferreira, Investigadora: “Penso que representa o facto de os Estados Unidos e Israel, que desenvolveram em conjunto esta ofensiva, terem objectivos de política externa para o conflito completamente diferentes. Desde o primeiro dia de ofensiva que Israel disse explicitamente que a sua questão com o Irão era uma questão existencial, portanto, Israel compreende o Irão como uma ameaça existencial, enquanto para os Estados Unidos a questão seria relativa ao enriquecimento de urânio, à eventual posse de armas nucleares, que é algo que pode ser gerido através de uma negociação diplomática, tal como aconteceu durante a administração de Barack Obama. Para Israel, a questão não é o enriquecimento de urânio, não é a eventual posse de armas nucleares por parte do Irão. Israel representa o Irão como uma ameaça existencial e, portanto, uma ameaça existencial só é dirimida através da eliminação do regime iraniano. Mas essa eliminação do regime iraniano só pode acontecer através de uma incursão terrestre que é muito difícil de ser executada. Temos dois aliados com objectivos distintos numa guerra e o Irão está a tentar, através de uma resiliência militar e civil notável, aproveitar as diferenças de objectivos que existem entre os Estados Unidos e Israel.” Donald Trump disse “Quem decide sou eu, não ele” em referência a Benjamin Netanyahu e já não esconde o desacordo, tendo-se mostrado muito insatisfeito com a ofensiva israelita no Líbano. Que leitura faz desta declaração de Trump em relação a Netanyahu? É só mais uma declaração ou tem peso? “Tem muito peso, sobretudo quando nós lemos estas declarações à luz da divulgação de um relatório recentemente da própria ‘intelligence' norte-americana que denuncia actividades de espionagem da 'intelligence' israelita sobre os próprios Estados Unidos. Portanto, a ‘intelligence' israelita estaria a tentar penetrar nos mecanismos de decisão norte-americanos, tentando averiguar quais serão os próximos passos da administração Trump para a questão no Irão. Estas actividades de ‘intelligence' subversivas não fazem parte de nenhum acordo de troca de informações, estamos a falar de actividades subversivas de captura de informação secreta que estariam, segundo este relatório, a preocupar seriamente o Pentágono. Isto denuncia uma cisão eventual, não só em relação aos objectivos que os dois Estados têm para o conflito, mas denuncia a existência de uma fractura entre as ‘intelligences' e os aparelhos militares dos dois Estados.” Esta fractura também é uma fractura política? Como é que esta cisão se pode materializar no terreno? “É profundamente política. Ainda ontem Donald Trump deu a entender que a linguagem da guerra no Médio Oriente é distinta da linguagem da guerra no Ocidente, quando argumentou que aquilo que nós, no Ocidente, entendemos por cessar-fogo é diferente do que Israel e Irão entendem por cessar-fogo. É claro que este argumento é uma tentativa de mascarar, no fundo, a incapacidade norte-americana de controlar o seu principal aliado no Médio Oriente, que é Israel, e mesmo de revitalizar aquela que era uma das grandes conquistas de anos e que são os acordos de Abraão. Note-se que Donald Trump admitiu que não tinha conhecimento sequer dos ataques a Beirute. Esta cisão vai ter consequências políticas porque, enquanto os Estados Unidos estão a tentar gerir o conflito através de vias diplomáticas - porque não têm mais opções militares para apresentar em relação à questão do Irão, já que puseram de lado a possibilidade de uma incursão militar terrestre - Israel persiste na sua tentativa de conquistar território. Quem conhece a geografia do Médio Oriente sabe a importância que o Líbano tem para a percepção da ameaça em Israel e, portanto, para o regime de Netanyahu o controlo dos 'proxies' do Irão é muito importante. Para o Irão, o controlo dos seus 'proxies', que são braços armados fora do seu próprio território, também é muito importante. Aquilo que nós temos aqui são três ‘players', dois dos quais estão em posições cada vez mais divergentes, o que está claramente a complicar a solução para o conflito. Solução essa que Donald Trump está a desejar que aconteça para a sua própria sobrevivência política interna. Nós sabemos aquilo que aconteceu na semana passada no Congresso, quando os próprios senadores republicanos já mostram grandes dissensões em relação à presença militar dos Estados Unidos no Irão.” Até que ponto é que a retoma dos ataques directos entre Israel e o Irão vai afectar as negociações diplomáticas entre os Estados Unidos e o Irão? Elas estão definitivamente comprometidas? “Eu penso que sim, porque enquanto os Estados Unidos não conseguirem retomar o seu controlo sobre as actividades de Israel - e isso não parece fácil, dado que neste momento existe até uma própria desconfiança sobre eventuais actividades subversivas de Israel em território norte- americano - enquanto isso não acontecer, nós não teremos condições para haver uma negociação séria porque não há vontade de Israel de encetar uma negociação com o Irão. E o Irão também ainda não está num ponto de tal fragilidade que precise necessariamente de entrar em negociações, quer com os Estados Unidos, quer com Israel porque o Irão percebeu que controla algo fundamental, que é a percepção da ameaça sobre o estreito de Ormuz e sobre a percepção da ameaça sobre o eventual desenvolvimento de uma crise económica com base no controlo do estreito de Ormuz. Isso dá-lhe uma vantagem estratégica e faz com que esta vontade negocial destas duas partes, Israel e Irão, seja praticamente inexistente. Nenhum deles tem, neste momento, interesse em negociar. Quem tem mais interesse em negociar? Quem está a entrar naquilo a que se chama um ‘break-even point' são os Estados Unidos. Mas os Estados Unidos não têm controlo sobre os objectivos estratégicos de Israel, nem em relação ao Irão, nem em relação aos 'proxies' do Irão. E neste sentido, neste jogo, nem Israel nem o Irão têm neste momento qualquer tipo de incentivo externo para bloquearem o conflito ou para pararem as hostilidades, enveredarem por um verdadeiro cessar-fogo e começarem a negociar. E se não há vontade de negociar, se não há propensão para a negociação, é difícil que haja um acordo negocial sério ou duradouro.” Como é que vê o envolvimento dos hutis do Iémen nesta nova escalada? “Como disse há pouco, os os 'proxies' do Irão são fundamentais no seu esforço de guerra no contexto do Médio Oriente. E, portanto, quer o Hamas, quer o Hezbollah, quer os hutis, são formas de o Irão perpetuar a guerra na sua geografia próxima e de enfrentar os seus inimigos através de braços armados. Também perante a relativa aliança dos Estados Unidos com os restantes países do mundo árabe, é uma forma de demonstrar que o Irão, no seu esforço de guerra, não está isolado perante a força da superpotência que são os Estados Unidos e da grande potência regional que é Israel. É preciso olharmos para a geografia do Médio Oriente, para a sua geografia política, quer para a sua geografia religiosa, quer para a sua geografia energética, e perceber que, se os Estados Unidos foram ao longo de décadas construindo uma rede de alianças muito com base em incentivos económicos com o Qatar, a Arábia Saudita, o Irão também ao longo dos últimos 50 anos, foi construindo um regime de alianças com forças subversivas, com actores erráticos que agora utiliza no seu esforço de guerra. Portanto, é compreensível que estas forças, ainda que esporadicamente, venham ao encontro das necessidades de guerra definidas pelo próprio regime iraniano.” Nesse sentido, como é que vê os próximos tempos? O que será necessário para restaurar um cessar-fogo credível? “Eu penso que países como a Jordânia, a Arábia Saudita têm neste quadro um papel fundamental porque são países cuja economia depende absolutamente daquilo a que se chama a paz comercial ou a paz pelo comércio, dos fluxos de energia regulares, os fluxos de pessoas, nomeadamente fluxos turísticos, do comércio. A estes países do Médio Oriente este conflito não é de todo interessante e têm aqui uma palavra fundamental. Eu penso que isso foi bem lido por Donald Trump quando, no seu primeiro mandato, desenvolveu a lógica que está por trás dos acordos de Abraão. Estes países têm um papel fundamental na estabilização do Médio Oriente e mais do que o Paquistão, que se assumiu já como um potencial mediador, é a estes países que os Estados Unidos devem recorrer no sentido de criar uma base política estratégica pacífica no Médio Oriente.” Isso demoraria algum tempo, mas tendo em conta que temos as eleições intercalares em Novembro nos Estados Unidos, a curto prazo vamos ter o fim do conflito? “Penso que não. A não ser que algo mudasse em Israel que levasse a uma mudança fundamental de orientação estratégica, mas isso não está a acontecer. Aliás, o regime de direita radical de Netanyahu está a agir como os regimes populistas de direita extremista normalmente agem, ou seja, com um grande potencial para a expansão geográfica, com uma grande propensão para a escalada de conflitos, uma total desvinculação de instituições internacionais e uma muito fraca necessidade de contribuírem para bens públicos globais. Estes quatro traços de política externa são em parte partilhados pelos Estados Unidos. Simplesmente nos Estados Unidos, neste momento, Donald Trump não tem muita margem de manobra para continuar a suportar Israel, nomeadamente no que toca à propensão para a escalada do conflito com o Irão. E é isso que, a meu ver, está a complicar e a complexificar qualquer tipo de processo negocial em relação à guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irão.”

Corvo Seco
#524 - Swami Prabhavananda - O Evangelho de Jesus Cristo

Corvo Seco

Play Episode Listen Later Jun 7, 2026 70:10


Trechos do livro " The Sermon on the Mount According to Vedanta”, de Swami Prabhavananda.Swami Prabhavananda (1893 - 1976) foi um renomado monge hindu da Ordem Ramakrishna e discípulo direto de Swami Brahmananda.Nascido na Índia, Prabhavananda ingressou na vida monástica ainda jovem, dedicando-se à prática espiritual e ao estudo do Vedanta. Em 1923, foi enviado aos Estados Unidos, onde fundou a Vedanta Society of Southern California. Conhecido por sua colaboração com traduções e comentários de textos sagrados como a Bhagavad Gita e os Upanishads, Prabhavananda tornou-se uma figura central na disseminação do Vedanta no Ocidente.Seus ensinamentos baseavam-se na filosofia védica, enfatizando a unidade de todas as religiões e a realização do divino interior. Prabhavananda ensinava a importância da meditação, da devoção e do autoconhecimento, guiando seus discípulos a integrar a espiritualidade na vida cotidiana. Prabhavananda também abordava os ensinamentos de Jesus Cristo sob a perspectiva do Vedanta, interpretando suas palavras como expressões de verdades universais sobre a natureza divina e a união com Deus. De modo geral, Swami Prabhavananda teve papel essencial na introdução do pensamento vedântico no Ocidente. Sua abordagem clara e acessível influenciou gerações de buscadores espirituais, contribuindo para o diálogo entre culturas e tradições religiosas, e consolidando o Vedanta como uma via relevante no mundo moderno.

Conversas à quinta - Observador
5 Continentes. EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café Europa
5 Continentes. EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

Café Europa

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

5 Continentes
EUA, o Ocidente e o Médio Oriente: uma longa história

5 Continentes

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 45:05


As origens do conflito entre Estados Unidos e Irão e alguns marcos nas relações entre Ocidente e Islão. Uma viagem por vários séculos de História.See omnystudio.com/listener for privacy information.

3 em 1
Lula reage ao novo tarifaço dos EUA e critica Flávio Bolsonaro.

3 em 1

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 121:44


No 3 em 1 desta terça-feira (02), o destaque foi o presidente Lula (PT) que subiu o tom e responsabilizou diretamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelas novas sanções econômicas e tarifas anunciadas pelos EUA. Em declaração, o petista chamou o pré-candidato da oposição de "traidor da pátria". O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) quebrou o silêncio e rebateu as acusações do presidente Lula (PT), que o chamou de "traidor da pátria". O parlamentar revelou que, durante sua agenda em Washington, fez um apelo direto a Donald Trump para que o Brasil fosse excluído do novo tarifaço global de 25%. O presidente norte-americano Donald Trump utilizou sua rede social, Truth Social, para publicar uma foto do encontro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Salão Oval e tecer fortes elogios ao pré-candidato à Presidência. Em discurso duro, o presidente Lula (PT) elevou o tom da agressividade e chamou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de "imbecil" e "vendilhão da pátria", acusando-o de pedir o tarifaço de 25% ao governo dos Estados Unidos. A bancada do 3 em 1 explica os principais motivos relatados no relatório técnico do Departamento de Comércio dos EUA que expõe o tarifaço de 25% contra o Brasil. O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB) subiu o tom contra a oposição ao comentar o tarifaço de 25% aplicado pelos EUA. Alckmin classificou como "falsos patriotas" e "sabotadores" aqueles que usam agendas partidárias no exterior para prejudicar a economia do próprio país. Durante depoimento no Senado dos EUA, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que o Ocidente vive uma forte coalizão de países amigos, mas listou o Brasil como uma das exceções de aliados na América Latina, ao lado de Cuba, Venezuela e Nicarágua. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enquadrou duramente o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu por telefone. Trump estaria furioso com a intensificação dos ataques de Israel no Líbano, comprometendo as negociações de paz entre EUA e Irã. Os pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) dividiram o mesmo palco e pregaram um pacto de união contra o governo Lula (PT-SP) durante evento em Minas Gerais. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Pretoteca
#198 - "O racismo no Brasil nunca foi velado"

Pretoteca

Play Episode Listen Later May 29, 2026 36:00


 O racismo estrutural segue presente no cotidiano brasileiro e carrega marcas profundas deixadas por séculos de escravidão. O Brasil foi o país que mais recebeu pessoas escravizadas nas Américas e o último do Ocidente a abolir oficialmente a escravidão, com consequências que ainda podem ser vistas nas desigualdades sociais, na violência e na exclusão que atingem, principalmente, a população negra.Neste episódio do Pretoteca, a jornalista Luana Pereira recebe o Professor Dr. Juarez Tadeu de Paula Xavier para uma conversa sobre racismo sistêmico, aniquilamento racial e os mecanismos históricos que ajudaram a construir essa realidade no país. Um bate-papo necessário, atual e provocador, que convida à reflexão e ao debate sobre a construção de uma sociedade mais consciente e antirracista.Apresentação: Luana Pereira Gravação: Gustavo SantosEdição: Beatriz Alencar e Pedro Oliveira

Podcast Filosofia
A elegância do comportamento e o retorno à Natureza

Podcast Filosofia

Play Episode Listen Later May 26, 2026 40:52


Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole do Brasil, os professores Danilo Gomes e José Roberto refletem sobre a elegância do comportamento e a necessidade de um retorno consciente à natureza. A partir de referências filosóficas como Confúcio, Platão, Ortega y Gasset e tradições antigas do Oriente e do Ocidente, o diálogo explora a relação entre ética, beleza e harmonia na vida humana. Ao longo da conversa, é apresentada a ideia de que a verdadeira elegância não está ligada apenas à aparência exterior, mas principalmente à forma como o ser humano se relaciona consigo mesmo, com os outros e com a natureza. O comportamento ético, cortês e harmonioso é visto como uma expressão de inteligência e discernimento, capaz de aproximar o indivíduo daquilo que há de mais essencial em sua natureza. Os professores também refletem sobre os desafios da sociedade contemporânea, marcada pela desconexão interior, pela perda do sentido de unidade e pelo afastamento do ritmo natural da vida. Em contraste, antigas civilizações compreendiam o ser humano como parte integrante do cosmos e cultivavam uma relação de profundo respeito com a Terra, o trabalho, os objetos e as relações humanas. A conversa destaca ainda como a amizade, a fraternidade, a cortesia e o cuidado com as pequenas coisas podem contribuir para uma sociedade mais humana, integrada e consciente. Ao reconhecer-se como parte de uma grande unidade viva, o ser humano pode reencontrar sentido, esperança e um propósito mais elevado para sua existência. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Adagio da Sinfonia nº 10, de Gustav Mahler

Gabinete de Guerra
Irão e Aliança Xi-Putin: Qual o futuro da ordem mundial?

Gabinete de Guerra

Play Episode Listen Later May 20, 2026 16:35


Orlando Samões afirma que o Irão usa táticas de guerrilha contra os EUA. Ainda acrescenta que a aliança Xi-Putin desafia o Ocidente e que a ONU carece de capacidade coerciva.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mundo Freak
Quem tem medo de Satanismo | MFC 602

Mundo Freak

Play Episode Listen Later May 6, 2026 127:46


Na live de hoje do Mundo Freak, vamos encarar um tema cercado de medo, caricatura, sensacionalismo e muita desinformação: o satanismo. A proposta da conversa não é repetir os clichês mais fáceis, mas entender de onde vêm essas imagens, como elas foram sendo construídas ao longo do tempo e por que tanta coisa diferente acaba sendo jogada no mesmo balaio quando esse assunto aparece.Ao longo da live, a pauta passa pelas origens e pela filosofia do satanismo, pelas leituras simbólicas e culturais da figura de Satã, pelo peso que o cristianismo exerceu na forma como o Ocidente traduziu outras crenças e também pelo modo como cinema, televisão, literatura e redes de desinformação ajudaram a fabricar uma ideia muito específica, e muitas vezes distorcida, do que seria o “mal”. Além disso, a conversa entra em temas mais espinhosos, como o pânico satânico, acusações sem base, crimes associados de forma oportunista ao ocultismo e até vertentes anti-cósmicas e misantrópicas mais obscuras, mostrando como é importante separar mito, moralismo, fantasia e realidade.Se você gosta de história das religiões, ocultismo, cultura pop, pânico moral, demonologia, teorias sociais e discussões que fogem do raso sem abrir mão da curiosidade, essa live é para você. Como sempre no Mundo Freak, a ideia aqui é trocar medo automático por contexto, e histeria pronta por conversa boa.Apoie o Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialCurso Andrei: https://magickando.com.br/2026/03/31/a-jornada-do-louco-formacao-em-taro-rider-waite/Rafael Jacauna Autor (Instagram): https://www.instagram.com/rafaeljacaunaautor/Lynda MD: http://lyndamd.com.brAnuncie com a Paratopia: https://www.instagram.com/paratopiapodcast/#MundoFreak#LiveMundoFreak#Satanismo#PanicoSatanico#Ocultismo#HistoriaDasReligioes#Demonologia#Conspiracoes#CulturaPop

O Dono da Verdade
Imagine se realizou (no Ocidente)

O Dono da Verdade

Play Episode Listen Later May 4, 2026 24:32


Como Assim
Guerreiras do K-Pop: como a música e animação espalham o “soft power” da Coreia do Sul — Como Assim

Como Assim

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 31:24


Em 2025, a história de Rumi, Mira e Zoey — um trio fictício que utiliza a energia dos seus fãs para alimentar uma barreira mágica contra demónios — deixou de ser apenas um sucesso de streaming para se tornar um fenómeno cultural sem precedentes. Em apenas dois meses, tornou-se o filme mais visto da história da Netflix e foi recentemente consagrado com dois Óscares. O impacto deste sucesso já se sente em Portugal, onde concertos de tributo esgotaram salas de espectáculo de norte a sul. Em Águeda, na estreia do concerto “A Batalha do K-Pop”, centenas de crianças e adolescentes de tranças roxas e fatos dourados cantaram as letras de cor, demonstrando que as personagens de animação são tratadas como verdadeiros ídolos de carne e osso. Não são apenas sessões para crianças: são eventos familiares, com merchandising oficial, coreografias replicadas ao detalhe e momentos de histeria colectiva quando soa “Golden”, a canção que este ano arrecadou o Óscar de Melhor Canção Original e que quebrou recordes ao ficar 43 semanas no topo norte-americano da Billboard. O sucesso surpreendeu até quem o fez. A Sony Pictures Animation investiu cerca de 100 milhões de dólares no projecto, mas acabou por vender os direitos à Netflix numa altura em que os cinemas estavam vazios, em plena pandemia. Resultado: passou a galinha dos ovos de ouro à concorrente e arrecadou apenas 20 milhões de dólares com o projecto. Mas “como assim”? Como é que um filme de animação baseado na cultura coreana se tornou um sucesso tão grande no mercado ocidental? Neste episódio, dissecamos o caso das guerreiras do K-Pop e tentamos perceber como o filme conseguiu romper o nicho e chegar ao mainstream no Ocidente. Mas também como encaixa numa estratégia mais ampla de soft power da Coreia do Sul, que há décadas usa o K‑Pop, os dramas televisivos, o cinema e até a gastronomia para exportar a sua identidade cultural e transformar entretenimento em influência global. Siga o podcast #ComoAssim e receba cada episódio quinzenalmente, à quarta-feira no Spotify, na Apple Podcasts ou noutras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts do PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Eixo do Mal
Trump contra Papa, Magyar contra Orbán

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 49:32


A inteligência artificial na mão da estupidez natural e a crónica de uma vitória esmagadora na Hungria. Esta semana quase pareceu que estávamos à beira de um novo Cisma do Ocidente, como há 600 anos, com o Poder Temporal a desafiar o Poder Espiritual. Trump atacou violentamente o Papa americano por ele pregar a paz e até a amiga Meloni o abandonou. E Já não lhe sobram muitos amigos, tirando Netanyahu. Na Hungria, Orbán perdeu as eleições depois de 16 anos no poder. Magyar passou de antigo apoiante a sucessor e diz querer aproximar-se da Europa. A análise de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes no Eixo do Mal em podcast. Emitido na SIC Notícias a 16 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Viracasacas Podcast
Eh Varzea #85 - Ameaças do Rei Louco e seu Lacaio

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 23:35


Na coluna dessa semana Carapanã discute como as distinções entre "racionais" e "fundamentalistas" são operadas nas guerras declaradas por um Ocidente falido e um Imperio decadente.

Mundo Freak
Professor Jiang - O Profeta do Fim do Mundo | MFC 598

Mundo Freak

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 84:33


Neste episóodio do Mundo Freak, a conversa gira em torno de Jiang Xueqin, o chamado Professor Jiang, uma figura que se tornou fenômeno na internet ao misturar geopolítica, teoria dos jogos, psicohistória e previsões históricas com uma aura cada vez mais próxima do conspiracionismo.Falamos sobre quem ele realmente é, a construção dessa imagem de autoridade, o impacto de suas previsões sobre a vitória de Donald Trump e a guerra entre EUA e Irã, e o momento em que sua análise deixa o campo da leitura estratégica e mergulha de vez em narrativas sobre Illuminati, sociedades secretas, elite global, profecias e um suposto roteiro oculto para o colapso do Ocidente.Se você gosta de mistérios da internet, gurus digitais, teorias da conspiração, geopolítica, personagens controversos, fóruns, previsões alarmistas e histórias que ficam o tempo todo entre análise séria e delírio paranoico, esse corte é para você.

Linhas Cruzadas
LINHAS CRUZADAS | AS QUATRO FACES DE JESUS | 02/04/2026

Linhas Cruzadas

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 53:26


O Linhas Cruzadas responde: quem foi, de fato, Jesus de Nazaré?Ele não deixou um livro escrito, mas é o protagonista da história do Ocidente. Ele não teve exército, mas conquistou bilhões de pessoas. O programa desta semana mergulha nas quatro faces de Jesus.●       O Jesus que a história narra.●       O Jesus que a política temia.●       O Jesus que a fé abraçou.●       E o Jesus que a cultura não esquece.Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé descascam as camadas do mito para encontrar o homem, o líder, o rebelde e o mestre. Com a participação do teólogo e pastor Ed René Kivitz, o programa faz o que a TV raramente ousa: tratar Jesus com a grandeza intelectual que ele merece e a humanidade que ele nos ensinou.Se você é estudioso, vai se surpreender. Se é devoto, vai se emocionar. E se é apenas um curioso da vida, vai entender por que, 20 séculos depois, o nome dele ainda é o mais falado do planeta.Linhas Cruzadas. Quinta, 22h30, na TV Cultura.

O Assunto
A morte do homem forte do Irã e a reação do regime

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 25:58


Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Ali Larijani, o líder efetivo do regime iraniano desde o início da guerra, foi alvo de um bombardeio aéreo israelense na madrugada desta terça-feira (17). Além dele, morreu também Gholamreza Soleimani, chefe da Basij, uma milícia paramilitar e voluntária da Guarda Revolucionária do Irã. A morte de Larijani é a maior baixa do regime dos aiatolás desde o primeiro dia de ataques israelenses e americanos ao Irã, quando o líder supremo do país, Ali Khamenei, foi assassinado. Larijani era o chefe do Conselho de Segurança, o cérebro por trás das estratégias de defesa e da política nuclear do país e o mais influente canal diplomático do governo com o Ocidente. Para explicar quem era Larijani e as consequências da morte dele para o regime e para o futuro da guerra, Natuza Nery conversa com Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Demétrio também avalia o risco de uma incursão terrestre no Irã e analisa os objetivos militares de Israel e dos Estados Unidos – onde o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo se demitiu nesta terça.

Viracasacas Podcast
#475 "O Sul Global no Fim da História" - com Tatiana Vargas-Maia

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 94:47


Saudações pessoas! É dia de Tatiana Vargas-Maia conosco, então é dia de aprendizado, sacadas, reflexão profissa e muita profundidade de análise. Como fica a velha tese do "Fim da História" quando nem o fim é realmente próximo do jeito que se esperava, quando não era sequer o fim - e não como vinha sendo lido usualmente? E o que são identidades nessa altura do campeonato? Categorias como o 'sul global' (que periga ser substituída por outras ainda mais propositivas) ajudam a nos mobilizar e empatizar com quem achávamos que tínhamos pouco em comum? Somos mais "Irã" e "Venezuela" do que Ocidente? (Essa é fácil). Descubra que talvez tem até "sul global" em meio à América (aquele país que eles lá insistem em chamar assim).Taca play agorinha!*** Mês do Consumidor?? A barbada está aqui, não aproveita quem não quer:VEM DE INSIDER! Vem de cupom progressivo: mete VIRACASACAS na hora da compra que não tem erro! Descontos que podem se acumular para os produtos que você já aprendeu a não viver sem! Primeira compra ou compra habitual, receba os descontos dinâmicos já no carrinho!  #insiderstoreExpedientePai-Fundador e apresentador: Felipe AbalOutro apresentador: Gabriel Divan Apresentador que está em missão secreta: CarapanãCapas que vocês adoram: Gui ToscanEdição de Áudio que nunca falha: Ingrid DutraA Mestra dos Instagrams: Dani BoscattoMúsica de abertura: Dog Fast by mobigratis 

Brasil Paralelo | Podcast
DESCUBRA COMO ESTE LIVRO QUASE TIROU A VIDA DO AUTOR

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 15:20


Em agosto de 2022, o mundo assistiu chocado ao ataque brutal contra o escritor Salman Rushdie em solo americano. O autor, que subia ao palco para falar sobre refúgio e liberdade, foi esfaqueado diversas vezes por um extremista, perdendo a visão de um dos olhos. Este evento não foi um caso isolado de violência, mas o desdobramento de uma sentença de morte decretada há mais de três décadas pelo então Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Khomeini. Neste vídeo, detalhamos como a publicação da obra "Os Versos Satânicos" em 1988 desencadeou uma crise diplomática e humanitária sem precedentes. Analisamos a natureza da "Fatwa", o decreto religioso que ofereceu milhões de dólares pela vida de Rushdie e resultou em atentados a bomba em livrarias, além do assassinato de tradutores e editores ao redor do globo. Explore conosco a conexão entre o regime teocrático iraniano, a supressão da liberdade de expressão e o impacto do radicalismo no Ocidente. Entenda como uma obra de realismo mágico se tornou o estopim para o terrorismo de Estado e o que isso revela sobre a geopolítica atual do Oriente Médio.

Brasil Paralelo | Podcast
QUEM REALMENTE MANDA NO IRÃ? ENTENDA O PODER DO AIATOLÁ

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 15:39


Em 1979, o mundo assistiu atônito a uma transformação radical: uma monarquia milenar e em acelerado processo de ocidentalização foi derrubada por uma revolução liderada por clérigos. No centro dessa mudança estava Ruhollah Khomeini, um homem que ostentava o título de Aiatolá. Mas o que esse termo realmente significa? Neste vídeo, mergulhamos na complexa estrutura do Islã Xiita para explicar a hierarquia do sagrado. Você entenderá a diferença entre um líder religioso comum e um Aiatolá — o "Signo de Deus" — e como décadas de estudo em seminários teológicos se transformam na capacidade jurídica de interpretar a vontade divina. Exploramos a ascensão de Khomeini, o exílio, a queda do Xá Reza Pahlavi e a implementação da "Tutela do Jurista", o sistema que colocou o clero acima das instituições democráticas. Além disso, analisamos como essa autoridade transcende fronteiras, influenciando grupos como Hezbollah e Hamas, e moldando o chamado "Eixo de Resistência" contra o Ocidente.

Brasil Paralelo | Podcast
COMO O IRÃ PERSEGUE MINORIAS?

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Mar 15, 2026 19:41


A morte de Mahsa Amini, em 2022, após ser detida pela "Polícia da Moralidade" por deixar mechas de cabelo à mostra, foi o estopim para a maior onda de protestos no Irã em décadas. Este vídeo analisa profundamente a estrutura de repressão da teocracia iraniana, revelando como o regime utiliza a tortura, a violência sexual e execuções públicas para manter o controle social. Desde a Revolução Islâmica de 1979, o Irã transformou mulheres e minorias em cidadãos de segunda classe, aplicando interpretações extremistas da Sharia. Abordamos fatos documentados sobre a perseguição à comunidade LGBT+, as cirurgias forçadas de redesignação sexual e o paradoxal silêncio de setores progressistas do Ocidente diante dessas atrocidades. Conheça a história da antiga Pérsia, a ascensão dos Aiatolás e a realidade atual de um povo que luta pelo direito básico de existir.

Ideias Feitas
A guerra no Irão e a vocação suicida do Ocidente

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 5:57


Alberto Gonçalves comenta os apoiantes ocidentais do Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Pingos nos Is
EUA podem classificar PCC como terrorista / Foco do caso Master muda

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 119:34


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (09):O governo Lula teme possíveis consequências caso os Estados Unidos classifiquem o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O chanceler Mauro Vieira chegou a conversar com autoridades americanas sobre o tema. No Planalto, há preocupação com riscos de interferência externa e impactos diplomáticos e econômicos.A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República decidiram suspender, por enquanto, a apuração sobre possíveis ligações entre o banqueiro Daniel Vorcaro e autoridades. A prioridade será investigar crimes financeiros ligados ao caso. Segundo os órgãos, o objetivo é acelerar a resposta judicial e tentar recuperar prejuízos causados pelas supostas irregularidades. A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, pediu orações pela vida do ministro do STF André Mendonça. A manifestação ocorre enquanto o magistrado atua como relator de investigações ligadas ao caso Master. Nos bastidores, também há discussões sobre a ampliação da segurança do ministro e de sua família. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou apoio à criação de uma CPI para investigar ministros do Judiciário citados no caso Banco Master. O requerimento, apresentado por Alessandro Vieira, já reuniu assinaturas suficientes para ser protocolado no Senado. A instalação da comissão agora depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou sobre os desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o futuro político do Irã. Durante entrevista, ele afirmou que o próximo líder iraniano terá que negociar com os Estados Unidos e com o Ocidente. Trump também comentou as operações militares e o programa nuclear do país. Um levantamento aponta que o governo Lula já criou ou aumentou cerca de 30 impostos desde o início do mandato em 2023. O tema foi citado pelo senador Flávio Bolsonaro e pode ganhar destaque no debate político e econômico. A tributação deve ser um dos principais assuntos nas próximas eleições.Pesquisa Real Time Big Data aponta o senador Flávio Bolsonaro na liderança das intenções de voto para presidente em São Paulo, com 39%. O presidente Lula aparece em segundo lugar, com 35%. O levantamento também mostra os índices de rejeição dos candidatos e a avaliação do governo federal entre os eleitores. A CPMI do INSS recebeu menos de 1% dos documentos ligados à quebra de sigilo de Daniel Vorcaro no caso Master. A informação foi revelada pelo presidente do colegiado, senador Carlos Viana. Segundo ele, a Polícia Federal estaria filtrando os arquivos, mesmo após decisão do ministro André Mendonça garantir acesso completo aos registros. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

O Assunto
A guerra no Oriente Médio e o futuro do regime iraniano

O Assunto

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 33:33


Convidado: Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados. No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, enquanto se reorganiza para definir seu sucessor. Para explicar os arcos de aliança que estão formados no Oriente Médio e o processo de sucessão de Khamenei no Irã, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout avalia os riscos de uma escalada militar ainda mais perigosa na região, inclusive em relação ao uso de armas nucleares. E analisa as consequências da escolha do novo líder supremo do regime: se será mais ou menos aberto ao Ocidente. “Um cenário muito mais obscuro”, resume.

Morning Show
Secretário de Defesa dos EUA fala sobre ataques ao Irã

Morning Show

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 119:58


Confira no Morning Show desta segunda-feira (02): O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, detalhou a ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irã, chamada de operação Fúria Épica. Em pronunciamento no Pentágono, afirmou que o regime iraniano construiu, ao longo de décadas, um escudo de mísseis e drones. Segundo ele, a estratégia visava uma chantagem nuclear contra o Ocidente. Donald Trump, segundo Hegseth, não tolerará mais esse tipo de ameaça. A crise no Oriente Médio chegou a um nível que inviabiliza, no curto prazo, qualquer solução diplomática. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país não negociará com os Estados Unidos. A fala ocorre após o assassinato do líder supremo iraniano. De acordo com o correspondente Luca Bassani, Donald Trump e o premiê israelense Benjamin Netanyahu indicam que a ofensiva seguirá até o cumprimento total dos objetivos militares. O Pentágono apresentou novos detalhes da Operação Fúria Épica. Pete Hegseth afirmou que a ofensiva não tem como objetivo implantar uma democracia no Irã. O foco, segundo ele, é a destruição definitiva da capacidade bélica do regime. A missão prioriza mísseis, drones e instalações nucleares construídas por Teerã. O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, atualizou o cenário operacional da ofensiva. Segundo ele, a ação envolve forças cibernéticas, espaciais e navais. Caças F-15 e bombardeiros B-2 realizam missões de até 70 horas. O alvo são instalações subterrâneas, frotas navais e centros de comando da Guarda Revolucionária. Pete Hegseth voltou a reforçar o caráter implacável da operação contra o Irã. Questionado sobre prazos, afirmou que os Estados Unidos não divulgarão seus próximos passos. Garantiu, porém, que a missão é destrutiva e letal. O objetivo é aniquilar fábricas de mísseis e drones, além da capacidade naval e antiaérea iraniana. Em nova entrevista no Pentágono, Pete Hegseth comentou a morte do aiatolá Ali Khamenei. O secretário disse ter ficado orgulhoso da precisão da ação militar. Ele evitou confirmar a presença de tropas em solo iraniano. Também não indicou prazos para o fim do conflito, citando razões estratégicas. A crise no Oriente Médio segue em escalada e fecha as portas para a diplomacia. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã reiterou que o país não negociará com os Estados Unidos. A declaração ocorreu após o início dos bombardeios. O Irã afirma que manterá postura bélica diante da ofensiva. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, major Rafael Rozenszajn, confirmou a convocação de 100 mil reservistas. Eles atuarão diretamente na linha de frente do conflito. O militar classificou o momento como histórico. Segundo ele, Israel enfrenta uma ameaça existencial. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a cidade de Beit Shemesh, atingida por bombardeios iranianos. Imagens ao vivo mostraram destruição causada por drones. Áreas residenciais e civis também foram afetadas. A visita ocorreu em meio à intensificação do conflito. O Morning Show recebeu o especialista em carreira Marcos Tonin para discutir a importância de um “plano B” profissional. Ele destacou a instabilidade global provocada por guerras e pelos efeitos da pandemia. Segundo Tonin, o modelo tradicional de carreira deixou de existir. A adaptação rápida tornou-se essencial. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Nova Acrópole Palestras Filosóficas
#712 - SEIS PARÁBOLAS DE JESUS - Vinicius Negrão da Nova Acrópole de Cuiabá-MT - NOVA ACRÓPOLE BRASIL (youtube)

Nova Acrópole Palestras Filosóficas

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 24:25


As parábolas de Jesus não são apenas histórias religiosas — são instrumentos filosóficos que falam à intuição e ao coração. Entenda 6 delas com profundidade.Nesta palestra, o professor Vinicius Negrão da Nova Acrópole analisa 6 parábolas de Jesus sob uma perspectiva filosófica e simbólica — conectando os ensinamentos do Evangelho com a tradição de Platão, Buda e outras escolas do Oriente e Ocidente.Jesus usava parábolas porque certas verdades só chegam quando passam pelo símbolo, pela imagem, pela história. O mesmo fazia Platão com os mitos. Essa linguagem não é limitação — é profundidade.Parábolas comentadas neste vídeo:— O Semeador: os quatro tipos de solo e como recebemos os ensinamentos da vida— O Grão de Mostarda: como uma pequena mudança interior pode gerar algo grandioso— O Sábio e o Insensato: construir convicções em bases sólidas ou na areia— O Joio e o Trigo: sobre julgamento, discernimento e o mistério de cada ser— O Pai e os Dois Filhos: a diferença entre professar valores e vivê-los— O Vinho Novo e o Odre Velho: por que ensinamentos transformadores precisam de formas novasUma reflexão para quem busca espiritualidade com profundidade filosófica.

Catalisadores
O FIM DA MORALIDADE: Dalrymple e o Caos Moderno

Catalisadores

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 15:49


Theodore Dalrymple, psiquiatra e crítico cultural, é famoso por denunciar o colapso moral do Ocidente: a vitimização, a rejeição da autoridade e a destruição da família. Seu diagnóstico é brilhante e assustadoramente preciso. Mas será que a solução é apenas um retorno aos "bons costumes"?Neste episódio, analisamos o pensamento de Dalrymple à luz da teologia adventista. Mostramos por que a Igreja não pode se contentar com o conservadorismo cultural. A ordem verdadeira não nasce da etiqueta ou da tradição, mas da Cruz e da esperança escatológica. Descubra como a liderança da IASD deve responder à decadência moral sem cair na armadilha de um moralismo sem redenção. Resumo – Uma análise do pensamento de Theodore Dalrymple sobre a decadência cultural moderna, contrastando seu pessimismo secular com a esperança profética e a missão restauradora da Igreja Adventista. Principais Conclusões – Dalrymple acerta ao diagnosticar a "vitimização" e a "rejeição da autoridade" como causas do caos social. – A moralidade cultural, sem base na revelação bíblica, é insuficiente para sustentar a ordem verdadeira. – A Igreja Adventista não prega apenas "bons valores", mas arrependimento, juízo e a volta de Jesus. Pontos-Chave – A crítica de Dalrymple ao Estado assistencialista e à infantilização da sociedade. – Por que a "ordem" sem Deus se torna apenas estética e elitista. – A diferença entre a hierarquia de mérito (Dalrymple) e a liderança servidora (IASD). – O perigo do pessimismo cultural vs. a esperança do Advento. – Como a estrutura da Igreja protege a verdade em tempos de relativismo. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042