Podcasts about Preta

Type of supernatural being in South and East Asian religions

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Preta

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Laughbanging
Laughbanging Podcast Ep.498: At The Gates, Six Feet Under, Venom, Capa Preta

Laughbanging

Play Episode Listen Later Jun 6, 2026 19:12


Falamos dos mais recentes álbuns dos At The Gates "The Ghost of a Future Dead" (Century Media Records), Six Feet Under "Next to Die" (Metal Blade Records), Venom "Into Oblivion" (Noise Records) e Capa Preta "Em Nome de Vossa Santidade Maioral de Todos os Infernos" (Black Death Production).Com o apoio da Hellsmith.Disponível nas plataformas de podcasts (Spotify, Apple Podcasts, etc.)#laughbangingpodcast #podcast #portugal #heavymetal #hellsmithmetalmerch #blackmetal #deathmetalPatreon - https://www.patreon.com/laughbangingFacebook - https://facebook.com/laughbanging

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta
Palavra de Mulher Preta | EP. 04 — Linhas e Alinhavos: Escrevendo e Tecendo Vidas

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta

Play Episode Listen Later May 16, 2026 47:31


Há palavras que se escrevem com linha, tecido e permanência.No quarto episódio de Palavra de Mulher Preta, a conversa atravessa moda, ancestralidade, memória e espiritualidade para pensar o vestir como forma de escrita do mundo.Anthea Xavier e Janja Araújo refletem sobre o tecido como arquivo vivo — lugar onde histórias, saberes e identidades seguem sendo preservados e transmitidos.Aqui, a palavra não aparece apenas na fala.Ela vive no corte.No alinhavo.No gesto de fazer e refazer.

Artes
Colectivo "Rua das Pretas" mostrou "encontro entre três continentes" em Paris

Artes

Play Episode Listen Later May 14, 2026 19:26


O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”

Em directo da redacção
Colectivo "Rua das Pretas" mostrou "encontro entre três continentes" em Paris

Em directo da redacção

Play Episode Listen Later May 14, 2026 19:26


O colectivo Rua das Pretas apresentou o álbum “Povo Brasileiro”, esta terça-feira, no Studio L'Hermitage, em Paris. “Se eu falo português, minha terra é aqui” canta-se na música “Cartão do Cidadão” e ouviu-se em Paris, no concerto de apresentação deste disco-manifesto. O trabalho é um encontro entre sonoridades e músicos de três continentes, uma viagem entre o Brasil, Cabo Verde e Portugal, que nos mergulha na ancestralidade que nos une, que traz à tona a História da escravatura e do colonialismo e que alerta contra a xenofobia nos tempos que correm. A RFI falou com Pierre Aderne, Ana Margarida Prado e Jenifer Soledad nesta escala musical do grupo em Paris. “Povo Brasileiro” foi concebido pelo músico Pierre Aderne a partir do livro “O Povo Brasileiro”, do antropólogo Darcy Ribeiro. O disco junta músicos do colectivo Rua das Pretas que Pierre Aderne criou há mais de dez anos em Lisboa, sendo o 13° disco de Pierre Aderne e o terceiro do colectivo. Aproveitámos o concerto no L'Hermitage para falar com o cantor, compositor e produtor que nasceu em França, é filho de um casal luso-brasileiro, e vive há vários anos em Portugal. A fadista portuguesa Ana Margarida Prado e a cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad também participaram na conversa que culminou com os três a cantarem “Se eu falo português, minha terra é aqui”, um verso da música “Cartão de Cidadão” e a linha de força do disco. “Todo o mundo é emigrante”, lembra Pierre Aderne que descreve o álbum como uma “lavagem espiritual de caravelas” que mergulha na “ancestralidade que nos une” e que traz “a História à tona”. Aqui, nas canções “Mãe Preta” e “Benguela”, por exemplo, recorda-se o tráfico de pessoas escravizadas e a resistência do povo quilombola. Este é também um álbum de festa colectiva e de união, simbolizadas pelo tema “Um Menino chamado Brasil”, em que ouvimos “Se sou de Angola eu sou Brasil, sou Cabo Verde eu sou Brasil, sou Moçambique eu sou Brasil, sou Portugal eu sou Brasil, sou da Guiné eu sou Brasil, sou São Tomé eu sou Brasil”. No fundo, o disco é “um encontro entre três continentes”, resume Ana Margarida Prado, a voz que se destaca no fado “Nossa terra é o mar” e em que se ouve “Portugal tu és feito de Brasil... Portugal tu és feito de Abril”. “Se eu falo português, minha terra é aqui” RFI: Como descrevem o disco “Povo Brasileiro”? Pierre Aderne, Músico: “No ‘Povo Brasileiro' a gente tenta contar, de forma litero-musical, a história da nossa criação enquanto povo, da chegada dos portugueses no Brasil, dos africanos cem anos mais tarde, dessa multiculturalidade que nos formou, dessa língua portuguesa que navegou por caravelas e foi-se misturando também com iorubá, com as linguagens bantu, kikongo, kimbundo, tupi-guarani. O álbum conta um pouco disso com essas canções, quer dizer, mostrando um pouco essa narrativa do que Darcy Ribeiro nos ensinou a partir do livro dele ‘O Povo Brasileiro'”. Quem foi Darcy Ribeiro e como é que ele se lê nas entrelinhas ou directamente no disco? “O Darcy Ribeiro foi um dos maiores educadores e antropólogos brasileiros contemporâneos, fundador da Universidade de Brasília, do sistema de ensino público mais estrutural que era um CIEPs [Centros Integrados de Educação Pública]. Darcy Ribeiro escreveu na casa de Maricá, no Rio de Janeiro, onde a gente gravou o álbum o livro ‘O Povo Brasileiro', que é mais ou menos aquilo que eu falei no início e que conta um pouquinho essa história. Eu comecei a compor as músicas há cinco anos, num momento difícil que o mundo vive da intolerância, do discurso de ódio, principalmente em Portugal, um país tão bonito e tão pequenino e que acabou também sendo vítima desse tipo de comportamento por parte dos políticos e depois pela população. Eu comecei a compor algumas canções e a primeira delas foi ‘Cartão de Cidadão', uma canção-manifesto, uma canção de intervenção, minha e do Moacyr Luz. Quando recebemos o convite da Prefeitura de Maricá para gravar o álbum, eu descobri que, na verdade, mesmo sem saber, a gente já estava fazendo uma banda sonora para o livro ‘O Povo Brasileiro' do Darcy. E dessa vez, regressando ao Brasil, nessa caravela com músicos de três continentes, o que seria isso, essa lavagem espiritual das caravelas? Olha como a gente é bonita misturada.” Quem são esses músicos a bordo da caravela? Temos aqui duas... “Bom, temos aqui a fantástica, fundamental, incontornável fadista portuguesa Ana Margarida Prado, uma fadista intelectual. O campo intelectual de Portugal, se tiver que escolher, vai escolher a Aldina Duarte e a Ana Margarida Prado. A gente colabora há muito tempo. Ela participou na génese da ‘Rua das Pretas' há mais de dez anos. Sempre flirtava, chegava no final dos concertos e eu convidei-a para se juntar a esta caravela. Aqui está também a incrível cantora cabo-verdiana Jenifer Soledad, uma das vozes mais bonitas da música de Cabo Verde contemporânea e que eu tinha muita vontade de estar com com a Jenifer e de a trazer para este bando, junto com Nilson Dourado, que está hoje com a gente, Felipe Bastos, Rúben da Luz e Letícia Malvares. A Jenifer Soledad está fazendo hoje o que a Zulu, que é uma outra jovem cantora de Cabo Verde, também muito talentosa, fez no álbum.” Jenifer, o que é que o álbum tem de Cabo Verde? Jenifer Soledad, Cantora: “Quando se fala do povo brasileiro, automaticamente eu me reconheço ali porque os ritmos e a história também é um pouco da nossa história, nós fomos carregados nos navios. Acho que a mistura bonita deste trabalho vem de se reconhecer dentro deste álbum porque eu sinto o chorinho, eu sinto o samba que também em Cabo Verde existe, mas chamado de outra forma, como a coladeira que tem misturas com o samba, e tem alguns solos de instrumentos que me leva a Cabo Verde. E é muita saudade, como sempre, o povo cabo-verdiano é muita saudade. Culturalmente, sinto-me dentro deste álbum, faço - falando pelo meu povo fazemos - parte das mensagens que estão ali dentro.” Ana Margarida, em relação ao fado em que canta “Portugal tu és feito de Brasil ... Portugal, tu és feito de Abril”. Este fado é um cravo na lapela que soa a Brasil... Ana Margarida Prado, Fadista: “A primeira coisa que eu sinto que levo é a língua, a língua portuguesa que nós levámos para o Brasil. Eu como fadista e alem de fadista, sempre gostei muito destes encontros e é uma felicidade poder trazer o fado também para este encontro entre estes três continentes. A mensagem que eu acho importante está num tema que nós cantamos que é uma versão de um tema muito conhecido aqui em França, ‘Barco Negro', mas cantamos a versão original, a ‘Mãe Preta'. Para mim, foi muito importante dar voz a este lamento, a este grito, a esta lavagem das caravelas, como o Pierre fala, falar em temas como a escravatura e é bom ser uma portuguesa a dar voz a estes temas.” Pierre Aderne: “É um fado composto originalmente por dois brasileiros, Caco Velho e Piratini, e ganhou na ditadura [Estado Novo] uma nova letra porque foi censurada. A nova letra é belíssima também, de David Mourão-Ferreira, 'Barco Negro'. Quando alguém canta o 'Barco Negro' numa casa de fado de Alfama, Mouraria, passando pela Madragoa, também tem esse lamento. Quer dizer, como é que eu vou falar de uma coisa tão delicada e horrorosa e dolorida, não é? E ele achou as metáforas dele na letra do Barco Negro, que é extremamente bonita também. A versão original foi primeiro gravada por Maria da Conceição. Depois, Amália tornou esse fado realmente muito conhecido. Poucos brasileiros sabem que esse fado é um fado composto por brasileiros, assim como Amália também gravou ‘Lua Luar', que é um lamento sertanejo, assim como ela voltou do Rio de Janeiro e trouxe “Xu Xu”. Então, aquilo que a gente estava falando e respondendo à tua primeira pergunta, eu acho que esse álbum, de alguma forma, volta a colocar a bandeira atrás da língua. Quando a gente escuta uma música na rádio, a gente escuta primeiro a língua e depois a gente vai atrás da bandeira. Só que na música de língua portuguesa, acho que passamos demasiado tempo colocando a bandeira à frente da língua. Quer dizer, onde é que está esse limite? Onde é que somos limítrofes nessa relação de integração e interação? O que é meu? O que é teu? O que é cabo-verdiano, português e brasileiro? Na verdade, nós temos as patentes de tudo que a gente construiu.” Não há o risco de se despertarem velhos fantasmas do lusotropicalismo? De que forma é que este disco e as canções que vocês escolheram e criaram fazem uma certa reconciliação histórica perante aquilo que o opressor português fez durante séculos? “Eu não sei. Por exemplo, A gente teve a capa do Globo, teve também muitas críticas boas aqui na França em uma semana, com o próprio Le Monde, e curiosamente, em Portugal, em que a gente sempre teve uma visibilidade muito grande pelos programas na RTP, pelos coliseus, a gente teve apenas uma matéria em Portugal, apenas um jornalista resolveu falar desse tema, que foi o Nuno Pacheco, do Público.” O Público escreveu, em 2024, que o Pierre Aderne mudou a cena cultural de Lisboa com o projecto Rua das Pretas... “Agradeço. Mas, enfim, eu acho que realmente em Portugal, talvez este álbum não concilie neste momento, talvez seja uma pedra no sapato de muita gente, não é?” Mas o objectivo é conciliar? “Não. O objectivo é trazer a história à tona. Cada um vai procurar a sua forma de se conciliar com isso. Acho que a primeira forma, se eu fosse parte de algum partido de oposição em Portugal, era criar um museu do colonialismo, da escravatura. Ferreira Gullar dizia que a arte existe porque a vida por si só não basta. Então, todos os assuntos que são polémicos - eu já passei por isso tantas vezes nos últimos cinco anos em Portugal - eles não se resolvem nunca na prosa, mas eles se resolvem na poesia. Eu acho que é uma forma de a gente entregar para as pessoas um conteúdo que pode ser inconveniente para algumas pessoas, mas que certamente com essa multiculturalidade e essas melodias talvez faça com que as pessoas amaciem um pouco. Até porque quem deu escala para a língua portuguesa foi África, foi o Brasil. Eu compus a primeira música que deu nome ao primeiro álbum de António Zambujo lançado no Brasil e eu mostrei para um director de gravadora no Brasil da Sony Music e ele era português e falou para mim: ‘Ah, já sei, aquele fadista que não canta fado, não é?' Porquê? Porque era novo, porque se estava aproximando do Brasil, da sonoridade. E hoje a gente vê como é que esses artistas portugueses ganham escala. A Carminho canta Tom Jobim, o Zambujo canta Chico Buarque. Ou seja, é se apropriar do que é nosso, é a nossa ancestralidade que nos une.” Em “Um menino chamado Brasil” ouvimos: “Se sou de Angola, eu sou Brasil. Sou Cabo Verde, eu sou Brasil. Sou Moçambique, eu sou Brasil. Sou Portugal, eu sou Brasil. Sou da Guiné, eu sou Brasil. Sou São Tomé, eu sou Brasil” - É um manifesto de união, daí a minha pergunta de há pouco sobre se é uma tentativa de reconciliação e até de perdoar tudo aquilo que os portugueses fizeram... “Não. Eu acho que não tem perdão até porque não foi o povo português pobre como a minha família de Ourém que colonizou os seus ancestrais. Quem colonizou foram as oligarquias, as grandes famílias que estão também no Rio de Janeiro, na Bahia e em São Paulo. Quando uma babá preta empurra um carrinho de bebé de um branco, que trabalha sete dias por sete, quer dizer, eu acho que é transversal esse comportamento dessas oligarquias até hoje. Mas vale lembrar também que o grito de independência do Brasil foi dado por um português em 1822, ou seja, foi uma briga de família e Dom Pedro: 'independência ou morte'. Eu acho que não é isso. Você falou desse fado que é um fado na lapela, esse tema meu e do Moacyr Luz, ‘Nossa terra é o mar'. A primeira frase não é minha, é de um compositor do Império Serrano maravilhoso e ele mandou-me uma frase: ‘Em Portugal não fui jamais, embora de lá tenha vindo.' E eu emendei: ‘Graças aos meus ancestrais que mostraram a língua quando eu estava parindo'. É importante para nós, africanos, brasileiros e quem fez o teste de genoma como eu - que sou Magrebe também, 10 por cento africano do Norte - é importante que a gente saiba o que aconteceu. Cabo Verde não era sequer habitado e o crioulo nasceu pela imposição da língua portuguesa. É o seguinte: não busca reconciliar. Não é fácil essa história, mas é interessante a gente assimilar. Como os alemães fizeram com o Holocausto e eles morrem de vergonha do Holocausto. Você vai no Japão - eu tenho nove álbuns lançados no Japão - e eu vou lá e tem o Museu de Hiroshima e Nagasaki. Eles fazem também o mea culpa de algumas coisas. Ou seja, é importante a gente saber quando a gente errou.” Este álbum acaba por ser o “Cartão do Cidadão” dessa multiculturalidade tricontinental, entre aspas? “Vou ser sintético: ‘Vou falar mais uma vez: se eu falo português, minha terra é aqui.” Ana Margarida Prado: “Eu acho que também se celebra o encontro de tudo aquilo que se criou. Vamos passar uma mensagem do bom que nós juntos criámos.” Pierre Aderne: “O Atlântico é o Atlântico. Ele uniu e esmagou, mas é tão interessante sermos atlânticos. A gente vê o que acontece também nos Estados Unidos: os povos originários são realmente os grandes povos. Todo o mundo é emigrante.”

Rádio Panorama Agrícola Epagri.
13 de maio - Processo para obtenção da IG para o aipim da terra preta avança em Itajaí com apoio da Epagri

Rádio Panorama Agrícola Epagri.

Play Episode Listen Later May 13, 2026 10:07


Nesta entrevista, o engenheiro-agrônomo e extensionista rural Antônio Henrique dos Santos conta como está o processo de busca pela Indicação Geográfica (IG) do aipim da terra preta, em Itajaí. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta
Palavra de Mulher Preta | EP. 03 — Arte de Cura?

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta

Play Episode Listen Later May 12, 2026 45:27


A arte cura?No terceiro episódio de Palavra de Mulher Preta, a conversa atravessa cuidado, trauma, espiritualidade e elaboração do sofrimento.A chefe Ana Célia e a rainha-dançarina Lorena Bispo aproximam arte, memória e afeto para pensar os caminhos possíveis de reconstrução de si.Aqui, a palavra aparece como espelho, ferida e possibilidade.Mais do que responder, o episódio propõe escuta:✨ O que ainda está em processo de cura?

Gringos Podcast
ANA PRETA e LIVIA CRUZ - Gringos Podcast #406

Gringos Podcast

Play Episode Listen Later May 8, 2026 114:57


ANA PRETA e LIVIA CRUZ - Gringos Podcast #406CONVIDADA DE HOJE:ANA PRETA : ‪@OFICIALANAPRETA‬   / oficialanapreta  LIVIA CRUZ : @liviacruzh2  / liviacruzh2  Segue a gente:Canal de Cortes:    / @cortesgringos  Gringos no Insta:   / podcastgringos  Gringos no Tik Tok:   / gringospodcast  Anfitriões: @neygringos | @erickjay

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta
Palavra de Mulher Preta | EP. 02 — Escritas Corporais: Caminhos Visuais

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta

Play Episode Listen Later May 7, 2026 46:22


Nem toda palavra é dita.Algumas são encenadas.Fotografadas.Performadas.No segundo episódio de Palavra de Mulher Preta, o corpo aparece como superfície de escrita — lugar onde memória, gesto e imagem se encontram.A atriz e diretora Sara Barbosa e a multiartista Vilma Neres atravessam teatro, fotografia e artes visuais para pensar o corpo negro como arquivo vivo, linguagem e presença.Aqui, a palavra já não vive apenas no discurso.Ela aparece no olhar.Na cena.No movimento.Na forma como o corpo ocupa o mundo.

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta
Palavra de Mulher Preta | EP. 01 — CONHECER E SE RECONHECE NEGRO

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta

Play Episode Listen Later May 5, 2026 90:45


No primeiro episódio de Palavra de Mulher Preta, a conversa começa pela saúde mental e pelos processos de conhecer e reconhecer a si enquanto sujeito negro no mundo.A psicóloga Edlamar França e a comunicadora e escritora Lugana Olaiá refletem sobre dor, linguagem, escuta e os caminhos possíveis de elaboração do sofrimento psíquico.Entre teoria e experiência, a palavra aparece como ferramenta de compreensão — e também de construção de si.Este é o ponto de partida da temporada:nomear, escutar e reconhecer.

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta
Palavra de Mulher Preta | Teaser Oficial da Nova Temporada

LMN Podcast - Palavra de Mulher Preta

Play Episode Listen Later May 4, 2026 1:46


Existem palavras que nascem no silêncio e atravessam gerações.Palavra de Mulher Preta retorna em uma nova temporada reunindo mulheres negras de diferentes áreas para pensar a palavra como corpo, memória, imagem, criação e pertencimento.Ao longo dos episódios, psicologia, literatura, artes visuais, moda, dança e audiovisual se encontram para refletir sobre como se escreve o mundo a partir de experiências negras.Mais do que um programa, este é um espaço de escuta, troca e elaboração coletiva.

Mente Blindada 24/7
EP 93 Rani Yahya | Faixa Preta Quinto grau, Campeão do ADCC e Ex-Lutador do UFC

Mente Blindada 24/7

Play Episode Listen Later Apr 19, 2026 65:44


Bem-vindo ao podcast Mente Blindada 24/7.O convidado de hoje é Rani Yahya, faixa preta de jiu-jitsu quinto grau, campeão do ADCC e ex-lutador do UFC com mais de 40 lutas de MMA. Atualmente morando em Brasília, falamos da sua história, das suas performances marcantes no jiu-jitsu, grappling e MMA, e bastante da parte mental.Espero que vocês curtam.Se você quiser dar uma olhada no meu novo livro "Descoberta Interior para Sucesso Exterior" — 10 regras para integrar autenticidade e performance no jiu-jitsu e além, aqui vai o link: https://geni.us/thebjjmentalcoachGustavo DantasInstagram: @gustavodantasbjj

Notícias Agrícolas - Podcasts
HORTI RESENHA #139 - Manejo de doenças na citricultura e o controle da Pinta-Preta e Podridão Floral

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 43:04


Manejo de doenças na citricultura e o controle da Pinta-Preta e Podridão Floral

O Antagonista
Cortes do Papo - Deputada e a polêmica da tinta preta

O Antagonista

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 17:06


Em entrevista, a deputada estadual Fabiana Bolsonaro comenta a decisão do MPF que mandou a Polícia Federal abrir um inquérito para investigá-la por possíveis crimes de racismo e transfobia após uma notícia-crime protocolada por integrantes da Bancada Feminista do PSOL. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:   https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#FabianaBolsonaro #MPF #DireitaBrasil #LiberdadeDeExpressao #Politica #Investigação #BancadaFeminista #PSOL #Noticias #PodcastBrasil #Debate #Justiça

TEOLOGIA REFORMADA
QUEM GOVERNA SEU CORAÇÃO? - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 12:39


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TEOLOGIA REFORMADA
VOCÊ TEM O ESPÍRITO SANTO? - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 38:16


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TEOLOGIA REFORMADA
SUA FÉ ESTÁ PRODUZINDO FRUTOS? - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 49:52


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Rádio Escafandro
156: Sociedade tarja preta - O mundo lá fora

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 66:25


Na segunda e última parte do mergulho na crise planetária de saúde mental, seguimos em busca de respostas pra uma das grandes perguntas do nosso tempo: vivemos uma epidemia de sofrimento psíquico, ou de drogas psicoativas para combater esse sofrimento.Neste episódio, além de trazer mais motivos para o excesso de medicalização, o foco se volta também para os fatores sociais, culturais, econômicos  e ambientais que têm impactado nossa saúde mental.Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam ⁠(link para compra)⁠A institucionalização Invisível: Crianças que não aprendem na escola (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (⁠link para compra⁠)⁠A epidemia de doença mental - Revista Piauí⁠Episódios relacionados⁠#59: Sonhos de zolpidem⁠⁠#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia ⁠⁠#63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação⁠⁠#137: Os segredos psicodélicos da Jurema Sagrada⁠Entrevistados do episódio⁠Juliana Belo Diniz⁠Psiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Maria Aparecida Affonso MoysésMédica pediatra, professora  da Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Aprendizagem, Desenvolvimento e Direitos, da Unicamp, autora do livro A institucionalização invisível: crianças que não aprendem na escola. É militante do Despatologiza - Movimento pela Despatologização da Vida.⁠Dayana Rosa ⁠Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

Cannabis Hoje Pod
#105 Carolina Sellani – Fim da cannabis tarja preta e outros avanços nas farmácias

Cannabis Hoje Pod

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 53:17


A gente já olha para um medicamento de tarja preta com aquela sensação de que a situação é grave, quase de vida ou morte, né? Por isso nunca fez sentido que produtos de cannabis chegassem às farmácias justamente com essa classificação. A boa notícia é que a partir de maio, quando entram em vigor as novas regras da Anvisa, produtos com até 0,3% de THC passam para a tarja vermelha – ainda um exagero, mas menos pior que o cenário anterior.No episódio 105 do Cannabis Hoje Pod, Carolina Sellani, da Abiquifi (Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos), contou essa e outras boas novas, como a facilitação da prescrição médica, que pode ajudar a tirar a cannabis do papel de última opção terapêutica, e a chegada de novas vias de administração, com a liberação de produtos tópicos, como cremes e pomadas, pela 1ª vez autorizados pela Anvisa.A conversa também abordou a cannabis como suplemento no Brasil, o que realmente teme a indústria farmacêutica, e quais sinergias poderiam surgir entre farmas, associações de pacientes e marcas importadas.Aperta o play para conhecer os planos da indústria farmacêutica para a cannabis!***Encontre a Carolinahttps://www.linkedin.com/in/carolinasellani/Encontre a Abiquifihttps://www.linkedin.com/company/abiquifi/***Carolina indicaDominguinho, o show***Congresso Brasileiro Cannabis Medicinalhttps://congressocannabis.com.br/***MARCAS APOIADORAS DA 5ª TEMPORADAEssas são marcas que valorizam a comunicação responsável e o jornalismo de excelência como pilares para orientar o desenvolvimento do setor.Master Plants: https://masterplants.com.br/USA Hemp: https://www.usahempbrasil.com/AbecMed: https://abecmed.com.br/aLeda: https://aleda.com.br/Blis: https://appblis.com.br/***Para seguir por dentro dos avanços da cannabis e dos psicodélicosAssine a news: https://cannabishoje.substack.com/Siga no Insta: https://www.instagram.com/cannabishoje/Inscreva-se no Youtube: https://www.youtube.com/@cannabishojeAcesse: https://cannabishoje.com.br/

Trip FM
Grande Mini! Cineasta Mini Kerti fala sobre Preta Gil, Oscar, separação e os 50+

Trip FM

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026


A diretora das séries "Sob Pressão" e "Juntas e Separadas" lança documentários sobre Preta Gil e Dona Onete e celebra o boom do cinema nacional

Trip FM
Grande Mini! Cineasta Mini Kerti fala sobre Preta Gil, Oscar, separação e os 50+

Trip FM

Play Episode Listen Later Mar 13, 2026


A diretora das séries "Sob Pressão" e "Juntas e Separadas" lança documentários sobre Preta Gil e Dona Onete e celebra o boom cinema nacional

Rádio Escafandro
155: Sociedade tarja preta - A resposta química

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 54:16


Em 2017, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a depressão é a maior causa de invalidez no mundo. Atualmente mais de um bilhão de pessoas sofrem de algum transtorno mental ao redor do planeta.Uma em cada oito pessoas. Ou 12,5% da população mundial. Essa prevalência é maior entre crianças e adolescentes e varia de acordo com o país. Os brasileiros, por exemplo, parecem sofrer mais com os males da mente do que a média global.O estudo mais recente produzido em âmbito nacional sobre o tema, sintomaticamente, não foi feito pelo Ministério da Saúde, mas pelo Ministério da Previdência Social. Afinal, pessoas com transtornos mentais costumam faltar ao trabalho. São menos produtivas.A pesquisa mostra que em 2024, houve quase meio milhão de afastamentos por motivos relacionados à mente, sendo que ansiedade e depressão são os principais problemas. Esse número representa um aumento de quase 70% em dez anos.Em paralelo, existe um aumento vertiginoso na prescrição de drogas psicoativas. Segundo uma pesquisa feita pelo instituto de estudos para políticas de saúde (IEPS), usando dados do Sistema Único de Saúde, a prescrição de drogas para tratar saúde mental aumentou 50% em uma década.Diante disso, esse episódio tenta responder a uma pergunta inquietante: estamos vivendo uma epidemia de depressão, ansiedade, déficit de atenção e outros transtornos mentais; ou uma epidemia de drogas psicoativas receitadas com base em diagnósticos relapsos e apressados?Mergulhe mais fundoO que os psiquiatras não te contam (link para compra)Anatomia de uma epidemia: pílulas mágicas, drogas psiquiátricas e o aumento assombroso da doença mental (link para compra)A epidemia de doença mental - Revista PiauíEpisódios relacionados#59: Sonhos de zolpidem#62: Não sou mais o Pedro - Capítulo 1: Eletroconvulsoterapia #63: Não sou mais o Pedro - Capítulo 2: Internação#137: Os segredos psicodélicos da Jurema SagradaEntrevistados do episódioJuliana Belo DinizPsiquiatra, psicoterapeuta e especialista em pesquisa clínica. Pesquisadora do Programa Transtornos do Espectro Obsessivo Compulsivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). Autora de "O que os psiquiatras não te contam" (Fósforo Editora).Dayana Rosa Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ). Gerente de Saúde Mental e Relações Institucionais no Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).Ficha técnicaEdição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Locução adicional: Priscila Pastre.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.

TEOLOGIA REFORMADA
A ESTRATÉGIA DE PAULO EM TESSALÔNICA - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 61:31


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TEOLOGIA REFORMADA
UM ERRO QUE CUSTOU GERAÇÕES - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Feb 7, 2026 33:05


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TEOLOGIA REFORMADA
COMO COMPREENDER A CEIA DO SENHOR - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 33:47


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TEOLOGIA REFORMADA
COMO SOBREVIVER AO DESÂNIMO - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 59:29


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TEOLOGIA REFORMADA
A GLÓRIA DO NOSSO SALVADOR - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 68:35


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TEOLOGIA REFORMADA
VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA O DIA MAU? - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 51:27


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TEOLOGIA REFORMADA
COMO CONFIAR EM DEUS - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 60:10


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TEOLOGIA REFORMADA
O PERIGO DO CRENTE MORNO - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 55:56


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TEOLOGIA REFORMADA
VIVA PARA AGRADAR A DEUS - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 48:02


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TEOLOGIA REFORMADA
COMO ATRAVESSAR A NOITE - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 50:07


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TEOLOGIA REFORMADA
DESENTULHAR POÇOS - Raphael Abdala.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 47:44


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TEOLOGIA REFORMADA
A RESSURREIÇÃO DA FILHA DE JAIRO - Raphael Abdala.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 53:37


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TEOLOGIA REFORMADA
A ÚLTIMA OPORTUNIDADE - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 30:03


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TEOLOGIA REFORMADA
QUEM ESTÁ NO CONTROLE DA HISTÓRIA? - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 44:12


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TEOLOGIA REFORMADA
O ECO DA TENTAÇÃO - Raphael Abdala.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 59:31


NOVO PERFIL NO INSTAGRAM ➡️ https://www.instagram.com/teologiada_reforma?igsh=MWVzZmJtcDkzeGx1Ng==ADQUIRA A BÍBLIA PREGAÇÃO EXPOSITIVA - Hernandes Dias Lopes.PRETA➡️ https://mercadolivre.com/sec/1t4TJXCAZUL➡️ https://mercadolivre.com/sec/1C9ru2xTeologia Da Reforma - Pregação Expositiva.

TEOLOGIA REFORMADA
A PROVISÃO DE DEUS - Raphael Abdala.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 43:20


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TEOLOGIA REFORMADA
A ORAÇÃO MAIS IMPORTANTE DA HISTÓRIA - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 58:50


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TEOLOGIA REFORMADA
O DIA DA REFORMA PROTESTANTE - Hernandes Dias Lopes.

TEOLOGIA REFORMADA

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 48:22


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dAdA RAdiO
música preta | as mulheres do blues eps03

dAdA RAdiO

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 55:59


Neste terceiro e último episódio da série As Mulheres do Blues, nos aproximamos do fechamento do ciclo do classic blues, acompanhando vozes que atravessaram o vaudeville, o jazz e a canção popular, expandindo os limites do blues feminino urbano e deixando um legado duradouro para a música do século XX.… Source

SWR2 Impuls - Wissen aktuell
Terra Preta: Wie die spezielle Pflanzenkohle unsere Böden fruchtbarer machen kann

SWR2 Impuls - Wissen aktuell

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 7:54


Terra preta, die schwarze Erde, schätzten schon indigene Völker im Amazonas. Auch für unsere Landwirtschaft und den Klimaschutz bietet sie große Chancen. Doch dazu bräuchte es auch einen politischen Willen. Jochen Steiner im Gespräch mit Prof. Bruno Glaser, Bodenforscher an der Universität Halle

Permaculture Voices
Crediting the Terra Preta for Biochar

Permaculture Voices

Play Episode Listen Later Nov 29, 2025 10:06


In this episode, soil scientist and adjunct professor Dr. Kurt Spokas talks about how the dark soils in the Amazon forest paved the way for biochar research.   Subscribe for more content on sustainable farming, market farming tips, and business insights!   Get market farming tools, seeds, and supplies at Modern Grower. Follow Modern Grower:  Instagram  Instagram Listen to other podcasts on the Modern Grower Podcast Network:  Carrot Cashflow  Farm Small Farm Smart  Farm Small Farm Smart Daily  The Growing Microgreens Podcast  The Urban Farmer Podcast  The Rookie Farmer Podcast  In Search of Soil Podcast Check out Diego's books:  Sell Everything You Grow on Amazon   Ready Farmer One on Amazon **** Modern Grower and Diego Footer participate in the Amazon Services LLC. Associates Program, an affiliate advertising program designed to provide a means for sites to earn advertising fees by advertising and linking to Amazon.com.

My Neighbor Mothman
My Neighbor Mothman 226 (Lugat, Preta, Chindi)

My Neighbor Mothman

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 43:18


///MERCH HERE///https://link.space/@borednerds

GainCast - Bolsa de Valores sem mimimi
Um trader de sucesso conta como ser faixa preta de jiu jitsu o ajudou no mercado | GainDelas#68

GainCast - Bolsa de Valores sem mimimi

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 73:42


#daytrade #bolsadevalores #trading #mercadofinanceiro #dinheiro #JiuJitsu #jiujitsulifestyle #traderbr #análisegráfica #análisefundamentalista #ações #investimentos Rocket Trader. A nova era do trading: https://bit.ly/RocketGainCastPedro Heck é faixa preta de jiu jitsu e conta como as artes marciais o ajudaram na caminhada de sucesso no mercado financeiro com day trade em opções e mercado futuro.Episódio ao vivo. Quarta-feira, 04 de junho, a partir das 17h.Host: Ariane Campolim e Mari DamacenoConvidado: Pedro Heck

Paranoi Radio Podcast
Preta! w/ Jessica Jones from Cryptid Huntress & Trebles Garcia

Paranoi Radio Podcast

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 33:07 Transcription Available


She's back—The Huntress returns to The Trebles Show with bone-chilling encounters that will make your pulse race. From haunted woods to midnight portals crackling with raw energy, this one drips with danger, mystery, and truth. Real stories. Real terror. Real frequency. Brace yourself… #LookItUpVISIT THE HUNTRESS'S WEBSITE JESSICA JONES IN INSTAGRAM WATCH THE HUNTRESS ON YOUTUBE BE THE FREQUENCY HERE ☂️☂️☂️ALERT OPERATIONS: CRYPTID WARFARE GET CLEAN: DETOX AND MAKE KIDS HEALTHY AGAIN// // GET 15% OFF AT CHECK OUT USING "PARANOI" at FLAVORS OF THE FOREST☂️Public Announcement: The Trebles Show — formerly known as Paranoi Radio — has risen from the static. Same soul, louder frequency, bigger purpose.

dAdA RAdiO
musica preta | as mulheres do blues eps02

dAdA RAdiO

Play Episode Listen Later Oct 19, 2025 59:42


Neste segundo episódio, revisitamos a era dourada do feminino classic blues, com vozes que marcaram profundamente a história da música afro-americana. Um tempo em que a música afro-americana ganhava as estradas da América do Norte através das trupes de teatro musicais e dos espetáculos de menestréis, além dos cabarés, bordéis… Source

dAdA RAdiO
musica preta | as mulheres do blues eps01

dAdA RAdiO

Play Episode Listen Later Oct 11, 2025 43:21


Neste primeiro episódio, dedicado às mulheres do blues, passeamos pelo universo das cantoras e compositoras que marcaram a década de 1920 — um tempo em que a música afro-americana ganhava as estradas da América do Norte através das trupes de teatro musicais e dos espetáculos de menestréis, além dos cabarés,… Source

Nephilim Death Squad
229: DIY Biochar: Clean Your Water, Heal Your Soil, Beat Glyphosate w/ Topher Gardner

Nephilim Death Squad

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 138:45 Transcription Available


Topher Gardner returns to Nephilim Death Squad for a deep dive into BIOCHAR: how it's made, why it's not just “charcoal,” and how its diamagnetic charge can help remediate glyphosate and clean up water. We also get into structured water, fascia conductivity, cloud seeding and weather steering, soil rehab for homesteads, and the “little season” theory behind lost building tech (domes, indestructible stonework) and why modern convenience is the real Faustian bargain.Topher shares practical how-tos (DIY smokeless fire-pit method, rain catch + biochar filters), why rivers are “juvenile” from particulates, the obesity–glyphosate link, and why small gardens + hoop houses matter even if the sky is dirty. Stick around for the Patreon-only aftershow.Tophers LinksWebsite: topherhq.com Instagram: @biocharismaX/Twitter: @biocharismaYouTube/Rumble: BiocharismaBiochar products: topherhq.com  (agricultural now; filtration grade launching soon)NEPHILIM DEATH SQUADPatreon (early access + Telegram): https://www.patreon.com/NephilimDeathSquadWebsite & Merch: https://nephilimdeathsquad.comSupport Joe Gilberti: GiveSendGoListen/Watch:Spreaker: https://www.spreaker.com/podcast/nephilim-death-squad--6389018YouTube: https://www.youtube.com/@NephilimDeathSquadRumble: https://rumble.com/user/NephilimDeathSquadX: https://twitter.com/NephilimDSquadInstagram: https://instagram.com/nephilimdeathsquadContact: chroniclesnds@gmail.comX Community – Nephilim Watch: https://twitter.com/i/communities/1725510634966560797TopLobsta:X: https://twitter.com/TopLobstaInstagram: https://instagram.com/TopLobstaMerch: https://TopLobsta.comRaven:X: https://twitter.com/DavidLCorboInstagram: https://instagram.com/ravenofndsSponsors:Rife Tech – https://realsrifetechnology.com/ (Code: NEPHILIM for 10% off)Purge Store – https://purgestore.com/ (Code: NEPHILIM for 10% off)Credits:Intro Animation: @jslashr on XMusic: End of Days by Vinnie PazBecome a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/nephilim-death-squad--6389018/support.☠️ Nephilim Death Squad — New episodes 5x/week.Join our Patreon for early access, bonus shows & the private Telegram hive.Subscribe on YouTube & Rumble, follow @NephilimDSquad on X/Instagram, grab merch at toplobsta.com. Questions/bookings: chroniclesnds@gmail.com — Stay dangerous.

Renascença - Extremamente Desagradável
Wilson, o maior da Coca-Cola preta

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 15:29


Joana Marques fala-nos de Wilson, que poderia ser o melhor treinador e o maior comentador televisivo, mas o seu país não deixou.

Stories with Sapphire
The silver gas station; Flour on the stairs; The preta family; Marisol

Stories with Sapphire

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 31:53


Have you ever experienced a time slip? Or caught physical proof of a spirit? Have you ever lived among the dead without knowing it? Or ever had a deceased relative come back to say hello? In today's episode, you'll hear real stories from people who can say yes to all these questions. And if you can also say yes and would like your story read on the show, you can send it in an email to story@storieswithsapphire.com  Ch 1 - The silver gas station, submitted by Adelle Ch 2 - Flour on the stairs, submitted by Aly Ch 3 - The preta family, submitted by Sai Ch 4 - Marisol, submitted by Faith Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices