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Todos juntos, vamos. Pra frente, Brasil. Salve a seleção! Estamos NAS PORTAS da copa, e no Jovem Nerd Esporte Clube é dia de falar sobre nossas expectativas para o Brasa no torneio! Será que finalmente uma geração inteira verá nosso país se sagrando hexacampeão mundial? E para a análise com mais ALEGRIA da internet brasileira, nosso escrete recebe a presença de honra do Xandi Barros! Hasbro Conheça MONOPOLY Panini Prizm FIFA: https://nerdbunker.short.gy/jnec_hasbro2 Inscreva-se no JNEC no YouTube: https://www.youtube.com/@jnesporteclube Ouça também no Spotify e agregadores de podcast: https://open.spotify.com/show/2lFibvS3lasyNBqkYixJy6 Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: servicos@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
La actualidad de la mañana en Vigo, en la Cadena SER.Vigo mantendrá cielos despejados y temperaturas de hasta 26 grados. En urbanismo, se ha concedido la licencia de demolición de un chalet en la Gran Vía por 3,000 euros para avanzar en su semipeatonalización. En el plano político, el alcalde Abel Caballero exige que la Xunta financie vuelos en el aeropuerto de Peinador tras unas declaraciones de Alfonso Rueda, mientras la oposición (BNG y PP) reclama un pleno extraordinario por la imputación de la concejala de seguridad. Además, tras el rescate de dos bañistas en la playa de Sámil, el PP solicita ampliar el servicio de socorrismo. En gestión municipal, Vigo ha recibido su décima escoba de platino por la limpieza urbana. En el ámbito judicial, se confirma el ingreso en prisión de Eusebio Novas, exgestor de Hipershell. Por otra parte, el puerto recibió al crucero Ambience con 1,400 pasajeros, Redondela logra fondos del plan provincial para el museo de Ángel Barros, y en el Baixo Miño se celebra un pleno para desbloquear facturas pendientes con empresas locales. Finalmente, el Museo Marco conmemora el Día de Portugal con una exposición de Mariana Gomes y Francisco Mendes.
Magazine de ocio, actualidad y cultura de Vigo.El Celta de Baloncesto ha renovado a Diana Cabrera y Maja Meraly de cara a su regreso a la Liga Femenina Endesa. En el ámbito cultural, Galicia acoge una exposición con 200 tesoros del British Museum sobre las islas del Pacífico, se anuncian las actividades de la Festa da Rosa y se avanza en la creación del museo municipal de Redondela para la obra de Ángel Barros. Por otro lado, la plataforma Loita critica que el hospital Álvaro Cunqueiro de Vigo aún no aplique las cesáreas humanizadas por falta de matronas, mientras que en Tui se aprueba un reconocimiento extrajudicial de crédito para pagar a proveedores. En educación, padres y alumnos protestan por la falta de claridad en la selectividad, y en el sector jurídico se analiza la complejidad legal de desheredar a un hijo por maltrato psicológico y un fallo judicial que anula una sanción urbanística en Vigo. Finalmente, se ofrecen consejos ecológicos para combatir plagas, se anuncia el inicio de la gira de Cadena Dial en la playa de Samil, Juan Tallón presenta su nueva novela y se destaca la necesidad de relevo generacional para los alfombristas del Corpus en Ponteareas.
Você não está só! o que está em você é maior do que o que está contra você - Walisson Barros by Verbo da Vida Sede
Mar de Fábula, Virxinia Barros
Mar de Fábula, Virxinia Barros
Consultório do Rádio Livre: Nesta edição do programa, o assunto pautado é sobre a cirurgia para tratamento de endometriose. A pedido de uma ouvinte, a jornalista Anne Barretto repercute o assunto ao lado de três especialistas que tiram as dúvidas dos ouvintes da Rádio Jornal. O médico ginecologista, Dr. Cláudio Barros, explica sobre esta doença, que se forma a partir das menstruações retrógradas e explica que mulheres que menstruam muito devem ficar atentas. Já o também médico ginecologista e mestre em saúde da mulher e especialista em reprodução humana assistida, explica os sintomas da endometriose e aponta o bloqueio hormonal como solução, enquanto o médico ginecologista, Dr. Mauro Aguiar, explica como se chega no diagnóstico.
Com o torneio de Roland-Garros chegando ao fim, o desempenho do carioca João Fonseca, que alcançou as quartas de final, trouxe entusiasmo aos torcedores brasileiros. Mas não foi apenas no circuito profissional que o país chamou atenção em Paris. A participação consistente das novas gerações, nas categorias juvenis, indica um cenário promissor para o tênis nacional nos próximos anos. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros A avaliação é compartilhada por um nome experiente do circuito. O duplista Marcelo Demoliner, que chegou às quartas de final nesta edição do torneio, vê um momento especialmente positivo para o tênis no Brasil. “Eu acho que o tênis brasileiro está vivendo um momento maravilhoso, tanto no profissional, como isso também faz com que a nova geração acredite mais nela, vendo que os profissionais estão chegando”, disse em entrevista à RFI. "O contato que temos com eles é importante para passar experiência e confiança de que eles também podem chegar. A gente vai ter aí uns dez anos de um bom ciclo no tênis brasileiro”, aposta. Nas arquibancadas, o entusiasmo também é evidente. A torcedora Gabriela Costa destacou o nível apresentado pelos jovens atletas. “É muito impressionante. O nível dos juniores já é impressionante de ver. A próxima geração está vindo forte, inspirada pelo João”, disse. Os resultados confirmam essa impressão. Jovens tenistas brasileiros acumulam vitórias importantes em simples e duplas, evidenciando a força da base e a renovação do esporte. Entre os destaques, o goiano Luis Guto Miguel, de 17 anos e número 4 do mundo no ranking juvenil, alcançou a semifinal, ao vencer, na quinta-feira (4), o austríaco Thilo Behrmann por dois sets a um, com parciais de 6/4, 1/6 e 6/3. Já Leonardo Storck França avançou após derrotar o americano Jack Kennedy com um tie break nas quartas de final por 6/3 e 7/6 (7-1). O percurso até esse nível é resultado de anos de trabalho. Eduardo Frick, CEO da Rio Tennis Academy, onde Leonardo treina, detalha essa trajetória. “O Leonardo está conosco desde os 13 anos. Ele chegou de Cuiabá e mora na academia. É um trabalho de quase três anos e meio. Ele conquistou a vaga ao vencer o Roland-Garros Junior Series, um projeto de parceria entre a Federação Francesa de Tênis e a Federação Sul-Americana”, explica. Frick também destaca características técnicas do atleta: “Ele tem um diferencial que eu gosto muito, que é a esquerda com uma mão. Hoje em dia isso é raro. Mas ele precisa transformar isso em vantagem. É um menino com um jogo bonito, com muita garra e evolução mental.” Victoria Barros, um talento em ascensão Outro nome que chamou atenção foi o da jovem Victoria Luiza Barros. A brasileira se classificou para a semifinal nesta quinta-feira, após uma virada sobre a sul-coreana Ha Num Lee, com parciais de 2/6, 6/1 e 6/4 — resultado superior ao desempenho de 2025, quando parou na terceira rodada. A tenista destaca a importância da consistência no processo. “Eu sou muito focada no dia a dia, em cada momento na quadra, em cada bola. Venho de bons jogos e de um bom processo. Claro que trabalho para chegar ao profissional, mas é passo a passo. Fico feliz com o reconhecimento, confio em mim, mas preciso seguir no meu ritmo”, disse à RFI. Essa confiança, sobretudo o talento, chamou a atenção de quem acompanha de perto o tênis feminino latino-americano. Após a carreira como jogadora, Claudia Van der Weck consolidou-se como treinadora internacional, atuando especialmente na formação de atletas e no circuito juvenil. Depois de trabalhar com nomes de destaque do tênis brasileiro, como a gaúcha Miriam D'Agostini, ela afirmou à RFI que viu algo diferente na jovem Vitória. “Eu fiquei em estado de choque. Assisti ao jogo e não podia acreditar no que estava vendo. Porque eu conheço três ou quatro gerações de brasileiras, incluindo a Maria Esther Bueno, mas nunca vi um talento como Victoria Barros. Além de ter todos os golpes, ela tem uma direita muito forte, talvez como a Sabalenka, quando ela acelera e imprime muita potência”, afirma. "Eu vi isso na Barros e fiquei em choque. Depois vi o saque e fiquei apaixonada, pois é tecnicamente perfeito. Vi algo que não via há muito tempo: ela desfruta do jogo. Eu vi uma quantidade de coisas que, em 15 anos, eu não via em uma juvenil no mundo. Ela é um diamante”, compara. Mesmo aqueles que não avançaram no torneio mantêm a ambição. O brasiliense Pedro Chabalgoity, 18 anos, sonha com o futuro. “Quero voltar aqui. Tenho o sonho de ganhar esse torneio, mas é pensar no passo a passo. Pensar muito no futuro traz ansiedade”, diz. O contato direto com o circuito profissional também tem impacto importante na formação dos jovens. Nauhany Vitória Leme da Silva, a Naná, 16 anos, destacou a inspiração ao conviver com atletas de elite. “Fico muito feliz de estar aqui com os profissionais. Ontem a Bia Haddad Maia estava assistindo ao meu jogo. É uma referência. Ver como elas treinam, como se comportam, isso é muito importante”, afirma. Transição promissora A edição de 2026 de Roland-Garros já entrou para a história do tênis brasileiro. Até o momento, é o Grand Slam com maior número de vitórias do país: 35 ao todo, superando as 26 registradas no US Open de 2014. O desempenho coletivo reforça a percepção de que o Brasil atravessa uma fase de transição promissora, com uma nova geração capaz de sustentar resultados no médio prazo e ampliar a presença do país no cenário internacional.
Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
Episódio postado em 29 de maio de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam a articulação de Flávio Bolsonaro junto ao governo Trump para que PCC e Comando Vermelho sejam classificados como organizações terroristas, em meio às revelações sobre suas relações com Daniel Vorcaro e aos seus efeitos sobre a corrida presidencial. No segundo bloco, o trio discute as novas revelações sobre os aportes bilionários do RioPrevidência no Banco Master e seus desdobramentos para o ex-governador Cláudio Castro. No terceiro bloco, os apresentadores tratam da aprovação da PEC que acaba com a escala 6x1 na Câmara dos Deputados e dos próximos passos da proposta no Senado. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:31 2° bloco: 25:12 3º bloco: 43:30 Kinder Ovo: 58:19 Correio Elegante: 59:28 Créditos: 01:03:06 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio:https://piaui.uol.com.br/web/ft114/ Leia "O fiador", reportagem de João Moreira Salles sobre Adnan Demachki, o político que ajudou a construir consensos em torno da agenda ambiental em Paragominas: https://piaui.uol.com.br/revista/236/o-fiador-adnan-demachki/ Receba o Caderno do Repórter, newsletter para assinantes da piauí: https://piaui.uol.com.br/newsletter/ Assine a piauí e tenha acesso ao melhor do jornalismo da revista: https://piaui.uol.com.br/assine Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Sherí Barros, a seasoned marketing and brand executive who currently serves as the Chief Marketing and Communications Officer at ZERO Prostate Cancer.She joined the executive team in October 2024, bringing an extensive background in "purpose-driven" marketing and sports brand partnerships.Professional BackgroundSherí has over 20 years of experience across the nonprofit and for-profit sectors, with a particular specialty in engaging male audiences through high-visibility sports and community brands.ZERO Prostate Cancer (2024–Present): As CMCO, she leads the organization's national marketing, communications, and brand-amplification strategies. Her focus is on the "mission-first" strategy to reduce late-stage diagnoses and address health disparities in the prostate cancer community.American Cancer Society: Before joining ZERO, she was the VP of Sports Brand Partnerships.
Send us Fan MailIn this conversation, Thomas's guest shares his journey from Brazil to Australia, discussing his early experiences in martial arts, the transition from Judo to Jiu Jitsu, and the importance of instilling discipline in children through martial arts. He reflects on the evolution of Jiu Jitsu, the challenges of teaching, and the future of the sport as it grows in popularity. He also emphasizes the need for quality instructors and the importance of maintaining the traditional values of martial arts while adapting to modern practices.Here is The RŌL Radio with a 4th degree black belt, the head coach at Sharp Jiu-Jitsu Academy in Australia, and new academy owner, Almiro Barros.www.rolacademy.tv 30% discount with ROLRADIO code at checkout. Over 1600 videos for your Jiu-Jitsu journey.FREE Access to ROL TV - https://rolacademy.tv/yt/269-the-rol-radiohttp://www.therolradio.comhttps://www.instagram.com/therolradiohttps://www.facebook.com/therolradio/https://sjjarobina.com.au/?https://www.instagram.com/sjjarobina/https://www.instagram.com/almirobarros/Episode Highlights:3:06 Choosing Australia6:24 From Judo to Jiu-Jitsu and Important Traditions16:00 Overcoming Negative Misconceptions23:17 Embracing a New Culture In Singapore32:11 The Challenges and Opportunities of Teaching Kids49:03 Should Everyone Compete53:11 Developing Future LeadersSupport the show
A nova Lei da Nacionalidade, que acaba de entrar em vigor em Portugal repleta de alterações, mudou o destino de milhares de pessoas, entre elas, os descendentes de judeus sefarditas, agora impedidos de obter a cidadania portuguesa. Desde 2015, quem comprovasse a descendência dos antigos judeus ibéricos perseguidos podia se naturalizar no país sem os habituais requisitos de residência e domínio da língua. Mais de 400 mil processos de nacionalidade pela via da descendência sefardita ainda aguardam resposta do governo português. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa Há mais de 500 anos, Portugal expulsou milhares de judeus de seu território e obrigou os que ficaram a se converter ao catolicismo. Uma reparação histórica foi aprovada em 2015, mas as portas se fecharam agora com a nova Lei da Nacionalidade. Para a comunidade, o fim do regime especial de concessão da cidadania portuguesa pela ancestralidade sefardita inviabilizou bem mais do que um meio de adquirir a nacionalidade. A mudança impediu um retorno simbólico às raízes dos antepassados que viveram em Portugal antes da diáspora. A antropóloga Marina Pignatelli, professora de antropologia da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP) e pesquisadora do CRIA, Centro em Rede de Investigação em Antropologia, diz que “muitos requerentes ao fazerem a busca genealógica encontraram essas raízes judaicas e se encantaram com elas. Eles acabaram por desenvolver uma ligação forte com Portugal, com as terras onde os antepassados tinham origem”. Pignatelli tem uma impressão ambivalente sobre as mudanças na lei. “Por um lado a lei foi justa, devia continuar aberta, porque se é uma reparação histórica não deveria ter um limite temporário. Mas por outro lado, a lei foi toda mal feita desde o início, e os quesitos de como as pessoas deviam fazer o processo foram bastante arbitrários”, esclarece. “Então, isso permitiu que as comunidades judaicas em Portugal criassem critérios diferentes para as pessoas se habilitarem ao passaporte", aponta a antropóloga. "Essa duplicidade criou confusão, dúvidas sobre o processo e começaram a haver críticas em nível político ao governo português por estar 'vendendo' os passaportes. E isso nunca devia ter acontecido. Isso é um processo de reparação histórica que não devia ter a ver com política, nem com mercantilização”, conclui. A advogada Ana Pacheco Araújo, especialista em imigração e direito internacional afirma que as pessoas que foram afetadas pela extinção desta via sefardita vão sofrer consequências em muitas décadas. “Nós vamos ter famílias inteiras em que metade é portuguesa, metade não é. Ou que o pai é, e o filho não é; que o filho é, e o pai não é. Então, é necessário também algum tipo de legislação para resolver estas questões mal resolvidas pela Assembleia da República”, pondera. Pacheco Araújo chama a atenção para a forma abrupta da mudança do sistema. "Não se trata de término de direito por limitação da própria reparação ou que a reparação histórica já foi realizada. A limitação se dá pela ingerência estatal em não conseguir analisar os milhares de processos que estão sendo submetidos, em não criar regulamentação da lei, e com isso, a grande culpa foi jogada aos descendentes, e não na falta de estruturas mais rígidas de análise, o que é muito complicado porque o objetivo pelo qual a lei foi criada simplesmente foi esvaziado.” Quando o presidente português, António José Seguro, promulgou a nova Lei da Nacionalidade, no início do mês, ele pediu que os processos pendentes não fossem afetados. Com a publicação da lei e suas alterações no Diário da República, o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), órgão do Ministério da Justiça de Portugal, confirmou que o que irá definir a aplicação ou não das novas regras é a data de submissão do pedido de cidadania na plataforma online do IRN. Há cerca de 700 mil processos em curso no IRN, sendo a maioria de brasileiros. Mais da metade dos pedidos de nacionalidade portuguesa pendentes são de descendentes de judeus sefarditas. O empresário mineiro Sérgio Mendes conseguiu comprovar suas raízes judaicas ainda quando morava no Brasil. No ano passado, quando recebeu o título de residência, decidiu mudar para Portugal com a família; mas assim como milhares de pessoas, Sérgio está aguardando a cidadania portuguesa pela via sefardita. “No início, fiquei decepcionado com as mudanças da lei, mas mesmo assim vou continuar morando aqui em Portugal esperando o meu processo avançar”, conta. Jordania Benevides, presidente da Associação dos Descendentes de Judeus Sefarditas em Portugal, comenta que o fim da concessão da cidadania portuguesa provocou decepção na comunidade, que se mobiliza. "Nós protocolamos uma petição junto ao Parlamento e os descendentes não a estão assinando porque estão descrentes com a nova lei. Eles acreditam que não tem como retornar, e isso gera um sentimento de tristeza e uma grande decepção", relata. Origem Os judeus sefarditas são descendentes das antigas e tradicionais comunidades judaicas da região de Sefarad, na Península Ibérica. A presença deste povo na Ibéria – nome dado à região pelos romanos em homenagem ao rio Iberus, o Ebro – é anterior à formação dos reinos ibéricos cristãos como Portugal, que foi criado no século XII. A partir do final do século XV, essas comunidades judaicas começaram a ser perseguidas pela Inquisição espanhola e muitos de seus integrantes se refugiaram em Portugal. Na época, o rei D. Manuel I promulgou uma lei que garantia proteção dos judeus sefarditas. Porém, em 1496 o monarca determinou a expulsão de todos os que não se sujeitassem ao batismo católico. Foi quando muitas famílias hebraicas abandonaram o país e se estabeleceram em outras nações mais tolerantes, entre elas, o Brasil que acabava de ser colonizado. Com a conversão forçada, decretada por D. Manuel I, deixaram então de existir oficialmente judeus em Portugal. A denominação cristãos-novos escondia a origem judaica. Os judeus sefarditas de origem portuguesa e seus descendentes mantiveram não só a língua portuguesa mas também seus sobrenomes. Os sobrenomes dos judeus sefarditas mais frequentes no Brasil e que constavam nos arquivos da Inquisição são: Albuquerque, Almeira, Álvares, Azeredo, Barros, Bragança, Branco, Cardoso, Carneiro, Carvalho, Castelo Branco, Chaves, Coelho, Correia, Cruz, Cunha, Dantas, Espírito Santo, Ferreira, Fonseca, Henriques, Jesus, Leão, Lobo, Lopes, Macedo, Melo, Mendes, Menezes, Miranda, Monte, Moreno, Negro, Noronha, Oliveira, Pacheco, Paredes, Pereira, Pinheiro, Raposo, Rios, Rodrigues, Santarém, Santos, Serra, Silva, Silveira, Valle, Vasconcelos e Ximenes.
Por ocasião da celebração hoje do Dia da Libertação de África, esta segunda-feira e nos dias 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa, um colóquio sobre o legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, líder independentista angolano, intelectual de vulto, contemporâneo de Aimé Césaire e Leopold Sédar Senghor, que escreveu obras designadamente sobre literatura e história e foi ministro da cultura da Guiné-Bissau, país onde se exilou em 1975. O evento que abrange conferências, projecções de filmes ou ainda exposições em Picoas, na Cidade Universitária e no Espaço Cultural Mbongi 67 nas imediações da Lisboa, é organizado nomeadamente pela associação dos amigos de Sarah Maldoror e Mário Pinto de Andrade, o Centro de Estudos Internacionais, a Casa da Cultura da Guiné-Bissau, ou ainda o Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral. Entre os estudiosos que participam no evento, estão presentes os sociólogos Cristina Roldão e Miguel de Barros, a universitária Inocência Mata ou ainda o historiador Julião Soares Sousa. Em entrevista à RFI, Sumaila Djaló, activista e estudioso guineense membro da organização desta série de encontros, evocou a figura de Mário Pinto de Andrade e o seu enorme legado intelectual. RFI: Nesta data em que se celebra o Dia da Libertação de África, o que os levou a escolher organizar um colóquio específico em torno de Mário Pinto de Andrade? Sumaila Djaló: Mário Pinto de Andrade é uma figura interessante, incontornável das lutas de libertação dos países africanos colonizados por Portugal. Nasceu em Angola, mas teve uma passagem por Portugal entre as décadas de 40 e 50 do século passado, onde conheceu com toda aquela malta da Casa dos Estudantes do Império, que veio das várias colónias portuguesas para estudar em Portugal e onde também esses encontros forjaram a consciência para o anticolonialismo. Liderou não só o MPLA como o seu primeiro presidente e um dos seus fundadores, mas as organizações unitárias das ex-colónias portuguesas em África. A partir destes espaços, também abriu possibilidades de alianças internacionais na Europa, na Ásia e em outros cantos do mundo desses movimentos de libertação. Por isso, a sua figura é muito importante não só para a independência de Angola, mas também para as independências de todos os outros países. Aliás, depois da independência, logo em 1975, exilado na Guiné-Bissau, desempenharia funções governamentais muito importantes nesse país também, para além de mais tarde, outras funções em organizações internacionais como a UNESCO. Portanto, a sua figura, na sua vertente militante, revolucionária, política, intelectual e cultural, é toda esta diversidade em torno do intelectual que é e é muito importante para as gerações actuais e para a historiografia, mas também a memória das lutas de libertação das ex-colónias de Portugal em África. RFI: Não dá, com certeza, para evocar, todos os acontecimentos que estão a ser organizados em torno da figura de Mário Pinto de Andrade. Mas se pudesse citar alguns, quais vão ser os pontos altos dessa série de eventos? Sumaila Djaló: Logo no dia 25 de Maio, em que é celebrado também o Dia da Libertação Africana, temos a abertura de uma exposição no Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral - CITAC, em Lisboa, Picoas, onde às 17 da tarde abre-se um painel em debate sobre a memória e os arquivos que também conduzem a esse legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade. Uma exposição em que estará disponível para investigadores, para pessoas interessadas, estudantes e também jornalistas e todas as pessoas interessadas. Uma exposição que conduz ao arquivo do CITAC sobre Mário Pinto de Andrade. Livros, artigos sobre Mário Pinto de Andrade. Comunicações que também ajudam a compreender todo este seu percurso multifacetado. Depois, no dia 28 e dia 29, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, teremos durante esses dois dias conferências mesas redondas em torno desse mesmo legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, juntando investigadores, historiadores, ensaístas e pessoas que estudam o percurso político e cultural de Mário Pinto Andrade, mas também activistas e outras pessoas que se contactam com o seu legado de outra forma. No último dia, no dia 30, teremos na parte da manhã um passeio histórico intitulado de 'Itinerários de Mário Pinto de Andrade', que passa por diferentes espaços frequentados por Mário Pinto de Andrade durante a sua estadia em Lisboa nos anos 40 e 50. E, finalmente, à tarde, temos uma sessão cultural no Espaço Cultural Mbongi 67, no Monte Abraão, em Lisboa, também onde o contacto será com textos da literatura oral e tradicional angolana, mas também da literatura moderna angolana ao ritmo de Kora, uma mesa redonda de diálogo a partir do seu livro 'As origens do Nacionalismo Africano' e a partir desse livro debater o panafricanismo, desde as suas origens até hoje. São estas actividades que fazem o conjunto do colóquio a acontecer em quatro dias, que também visa a resgatar esta memória importante para os povos africanos de língua oficial portuguesa, mas para os povos que combateram o colonialismo português em África. RFI: Relativamente a, lá está, resgatar esta memória, Mário Pinto de Andrade marcou a época em que viveu. E como é que ele marca a nossa época hoje em dia? Sumaila Djaló: Mário de Andrade tem um legado interessante e diverso. Esse legado faz a intersecção entre a cultura e política. Ele não concebia a cultura fora de uma intervenção política que visa a transformação da vida das pessoas na sociedade e de toda a humanidade. Isto é um legado muito importante para os nossos dias, em que se tende a separar a acção cultural com a vida social e política que até certo ponto mais interessa a transformação da vida das pessoas e ao progresso da própria humanidade. Para ele não havia essa dicotomia entre política e cultura. Na medida em que se acrescentam, se complementam estas duas áreas e o seu legado intelectual, passando pela intersecção destas duas áreas, leva nos à literatura, à militância política, ao pensamento intelectual que não dissocia o acto de pensar a sociedade, o acto de reflectir sobre a vida das pessoas nas sociedades, da intervenção para a transformação dessas mesmas sociedades e para o bem da humanidade. Eu julgo que é o principal ensinamento que podemos retirar do legado de Mário de Andrade, mas também o esforço para a construção da união num sentido panafricano em termos de unidade entre os povos africanos, para a concretização do grande objectivo da construção do progresso de todos os povos africanos e a partir de África, para o benefício da humanidade. Isto é uma questão também muito presente no seu pensamento, pensar a partir de África. RFI: Isto é um evento de vulto em torno de África, em torno de uma figura africana de primeiro plano que está a acontecer em Lisboa. Como é que estamos em Portugal relativamente a este passado? Sumaila Djaló: Portugal tem vários desafios a enfrentar em relação às suas responsabilidades. Também com um passado colonial muito marcado por violências de vária ordem e por subalternizações que persistem até aos dias de hoje. O passado colonial ajuda a configurar questões muito presentes, como o racismo e o neocolonialismo que também se expressa de alguma maneira nas relações entre o Estado português e as suas ex-colónias. Por isso, a figura de Mário Pinto de Andrade, tendo passado por Portugal, onde estudou e onde iniciou a primeira fase da sua militância política, mas também passado por outros países da Europa, como a França, onde teve grande impacto nos círculos panafricanos que também viriam a influenciar os movimentos de libertação na sua construção ideológica, os movimentos de libertação africanos, mas também as dinâmicas do envolvimento directo no processo das lutas de libertação a partir de Conacri, a partir de Angola, a partir da Guiné-Bissau e do envolvimento com todas estas redes transnacionais de lutas anticoloniais, ajudam-nos hoje, a partir de Portugal, também a reflectir sobre o papel que o Estado português e a sociedade portuguesa têm para a sua mobilização no sentido de superar os resquícios do colonialismo manifestados hoje regularmente, através do racismo que é muito marcado na sociedade portuguesa e que tem esse desafio de superar o racismo, mas também nas relações do Estado português com as ex-colónias africanas, onde a relação de subalternização destas ex-colónias permanece nos nossos dias e onde o espaço chamado Lusofonia tem servido como um antro da manutenção desta relação de subalternização entre Portugal e as ex-colónias. Portanto, evocar Mário Pinto de Andrade nos dias de hoje também tem esse papel, essa função de chamar a sociedade portuguesa na sua pluralidade, ao diálogo que contraria os legados do colonialismo presentes na sua sociedade. RFI: Este colóquio conta com a participação de diversos intelectuais de primeiro plano a nível de África. Há um fervilhar em termos de estudos em torno da questão pós colonial. E há também uma passagem de testemunho. Há cada vez mais estudiosos jovens que vão tentar estudar de outra forma a história de África. Sumaila Djaló: Penso que o movimento intelectual que ajudou a configurar o espaço ideológico anticolonial em África e de que fez parte numa das suas fases mais salientes, Mário Pinto de Andrade tem um legado que persiste até aos nossos dias e por isso é que tudo o que jovens estudantes, investigadores e estudiosos africanos, mas também estudiosos e investigadores da Europa e de outros cantos do mundo vão fazer a partir dos legados destas figuras proeminentes das lutas de libertação, tem também a ver com uma forma de continuidade, uma linha de pensamento que pauta pelas sociedades mais plurais e democráticas, onde a liberdade do homem e da mulher nessas sociedades estará sempre no centro, mas também um pensamento que contraria todas as formas de subalternização de povos e de menorização de culturas. E por isso, a partir deste colóquio, mobiliza-se também pessoas de várias geografias, obviamente a partir de África. Como podemos ver no programa, assinalo aqui duas conferências, a da abertura e do encerramento, a serem dirigidas por dois intelectuais africanos que passam muito pelos estudos das várias formas de pensamento africano anticolonial a partir da literatura, a partir da cultura, como a professora Inocência Mata e a partir da história e da historiografia, com o professor Jean-Michel Mabeko Tali e de outros intelectuais que vão fazer os painéis, quer da nova geração, quer de uma geração mais antiga, de intelectuais africanos e de outros cantos do mundo.
Episódio postado em 22 de maio de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam o impacto político das revelações mais recentes sobre a relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, que aprofundaram a crise em torno da candidatura presidencial do senador e ampliaram as divisões dentro da direita. No segundo bloco, o trio discute os efeitos do escândalo nas pesquisas eleitorais e a recuperação de Lula na corrida presidencial. No terceiro bloco, os apresentadores tratam da possível volta de Jorge Messias à disputa por uma vaga no Supremo e das novas tensões entre o Planalto e o Senado. Escalada: 00:00 1º bloco: 04:34 2° bloco: 25:38 3º bloco: 38:31 Kinder Ovo: 55:58 Momento Cabeção: 57:05 Correio Elegante: 01:00:08 Créditos: 01:02:05 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio:https://piaui.uol.com.br/web/ft113/ Leia “Em modo detox digital”, reportagem de Simone Duarte sobre por que as iniciativas para se desconectar estão ganhando tração: https://piaui.uol.com.br/revista/236/por-que-as-iniciativas-para-desconectar-estao-ganhando-tracao/ Receba o Caderno do Repórter, newsletter para assinantes da piauí: https://piaui.uol.com.br/newsletter/ Assine a piauí e tenha acesso ao melhor do jornalismo da revista: https://piaui.uol.com.br/assine Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a parábola que permite refletir sobre o tempo, a maturidade e a transformação no pensamento cristão.
Barros acusó "fanatismo económico" del Ejecutivo en el marco de la tramitación del proyecto.
El ministro de Defensa, Fernando Barros, respaldó a su par de Seguridad, Trinidad Steinert, en medio de las críticas por su rol al frente de esa cartera. Conduce Rodrigo Vergara.
O âncora Jota Batista e a colunista de política da Folha de Pernambuco, Betânia Santana, receberam, nesta terça-feira (19), no Folha Política, o deputado estadual Doriel Barros (PT).
A relação entre espiritualidade e saúde tem ganhado cada vez mais atenção no debate público e acadêmico. Em um contexto marcado por profundas transformações sociais, culturais e religiosas, cresce o interesse em compreender como crenças, práticas e experiências de sentido influenciam o cuidado com o corpo, a saúde mental e o bem-estar.É nesse cenário que se realiza o 19º Simpósio Nacional da Associação Brasileira para Pesquisa e História das Religiões – ABHR, sediado em Belo Horizonte, na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. O evento reúne pesquisadores de todo o país para discutir, de forma interdisciplinar, as múltiplas conexões entre espiritualidade e saúde, considerando a diversidade religiosa brasileira e seus impactos na vida cotidiana.Neste episódio do Religare – Conhecimento e Religião, conversamos com o cientista da religião Brasil Fernandes de Barros, professor na Unimontes e responsável pela organização do simpósio, para refletir sobre os principais desafios e contribuições desse campo de estudos. A proposta é tornar acessível ao público um debate fundamental: como a Ciência da Religião pode ajudar a compreender, de forma crítica e rigorosa, as relações entre espiritualidade, corpo e cuidado no mundo contemporâneo.Saiba mais sobre o evento em https://www.even3.com.br/e/abhr-pucmg-634704
Noda PE: https://www.nodape.com.br/Cupom: OLAR5 (5% de desconto em toda loja!)La Rocha Burger: https://www.instagram.com/larochaburger/Cupom: OLAR10 (10% de desconto para novos clientes)Strike Pizza: https://www.instagram.com/strikepizza_recife/Estúdio mega blaster que gravamos: https://videofarm.com.br/Derrube o tabu de que clássico e cultura popular não se misturam! No episódio de hoje, Mateus Morais e o mestre das teias da podosfera, Sr. Aranha, abrem as portas do Olar para Todos para receber uma dupla que a gente já ama: o escritor e cordelista Josué Limeira e o ilustrador Vladimir Barros.Eles estão de volta e trouxeram na bagagem um lançamento que promete redesenhar os caminhos do País das Maravilhas. Imagine seguir o Coelho Branco, mas em vez de cair em uma toca inglesa, você desembarca em um universo rimado, cheio de xilogravuras, cores e a riqueza visceral da cultura do cordel. Sim, a Alice de Lewis Carroll ganhou sotaque, ginga e a poesia do nosso Nordeste!
Episódio postado em 15 de maio de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam as revelações sobre a relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vórcaro no escândalo do caso Master, incluindo mensagens, transferências milionárias e os impactos políticos da crise sobre a corrida presidencial. No segundo bloco, o trio discute a leve recuperação de Lula nas pesquisas, as medidas econômicas anunciadas pelo governo e o peso crescente da segurança pública no cenário eleitoral. No terceiro bloco, os apresentadores tratam da posse de Kássio Nunes Marques na presidência do TSE e da nova composição do tribunal que comandará o processo eleitoral deste ano. Escalada: 00:00 1º bloco: 07:25 2° bloco: 31:58 3º bloco: 45:51 Kinder Ovo: 59:07 Correio Elegante: 01:00:27 Créditos: 01:04:10 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft112 Seja assinante da piauí e tenha acesso às nossas reportagens exclusivas: https://piaui.uol.com.br/assine Leia “Tanto horror perante os céus”, reportagem de Angélica Santa Cruz sobre trabalho escravo em fazendas ligadas à Volkswagen durante a ditadura militar: https://piaui.uol.com.br/revista/236/volkswagen-trabalho-escravo/ Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a incapacidade de reconhecer o outro, conduzindo a reflexão sobre a parábola do Rico e Lázaro sob o olhar de outros pensadores.
En conversación con El Diario de Cooperativa, el fiscal Héctor Barros, jefe de la Fiscalía Metropolitana Sur y líder del equipo ECOH (Equipos de Crimen Organizado y Homicidios), revisa el modelo de negocios de las organizaciones criminales transnacionales que operan en Chile. Conducen Verónica Franco y Rodrigo Vergara.
Episódio postado em 08 de maio de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam a nova fase da operação Compliance Zero, que colocou o senador Ciro Nogueira no centro das investigações sobre o caso Master e revelou detalhes do esquema de corrupção e lavagem de dinheiro ligado ao banco. No segundo bloco, o trio discute o cenário eleitoral em estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde as disputas seguem indefinidas e marcadas por instabilidade política. No terceiro bloco, os apresentadores tratam do encontro entre Lula e Donald Trump, na Casa Branca, seus bastidores e os efeitos políticos e diplomáticos da reunião. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:00 2° bloco: 28:02 3º bloco: 48:50 Kinder Ovo: 1:01:39 Correio Elegante: 01:03:21 Créditos: 01:05:36 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft111 Seja assinante da piauí e tenha acesso às nossas reportagens exclusivas: https://piaui.uol.com.br/assine Leia “A simbiose”, reportagem de Ana Clara Costa sobre as conexões entre crime organizado, sistema financeiro e a Faria Lima: https://piaui.uol.com.br/revista/236/crime-financas-faria-lima/ No dia 16 de maio, o Museu do Amanhã será palco do festival livro é companhia no rio, que celebra a literatura como ferramenta essencial para imaginar e construir o amanhã. O evento gratuito é organizado pela Companhia das Letras em comemoração aos seus 40 anos, em parceria com a Janela Livraria e o Museu do Amanhã. Para saber mais e retirar os ingressos, acesse o link: http://www.sympla.com.br/companhiadasletras Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Se você acha que filosofia é coisa de gente que vive no mundo da Lua, o convidado desta quinta (06) veio te trazer para a Terra com um belo choque de realidade. O professor Clóvis de Barros Filho está no estúdio e, se você não aprender o que é ética com ele, pode entregar a sua carteira de cidadão no RH mais próximo! Ele veio explicar por que "Happy Hour é na Segunda" e por que tem tanto "canalha" por metro quadrado achando que a vida só começa no sábado. Quer saber se você é livre ou só uma vítima do boleto? Se a meritocracia no Brasil é tão real quanto uma nota de 3 reais? Se sabonete rosa só dá espuma branca? É melhor assistir ao programa para descobrir algumas dessas respostas! Você vai ficar surpreso com quais.
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a parábola que trata das consequências éticas de uma vida voltada apenas ao próprio conforto.
José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: Os incêndios em residências continuam sendo uma das ocorrências mais frequentes e perigosas nos centros urbanos e também em áreas rurais do Brasil. Além de provocar perdas materiais significativas, esse tipo de incidente coloca vidas em risco e, em muitos casos, poderia ser evitado com medidas simples de prevenção. No debate desta segunda-feira (4), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre incêndios residenciais, abordando medidas de prevenção e redução de riscos, as principais causas dessas ocorrências em casas e apartamentos, os fatores de risco envolvidos e as consequências estruturais nos imóveis atingidos pelo fogo. Participam o chefe do Centro de Comunicação Social do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE), major João Paulo; o gerente operacional da Neoenergia Pernambuco, Fábio Barros; e a engenheira de segurança do trabalho e especialista técnica do SENAI-PE, Taciana Nipo.
Episódio postado em 01 de maio de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam a derrota do governo no Senado com a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo, movimento liderado por Davi Alcolumbre que expõe a perda de força política de Lula e se conecta aos desdobramentos do caso Master. No segundo bloco, os jornalistas discutem as implicações dessa derrota para o cenário eleitoral e o risco de reconfiguração do Supremo em meio ao avanço da direita. No terceiro bloco, os jornalistas tratam da viagem de autoridades como Hugo Motta e Ciro Nogueira em avião ligado a um empresário investigado por envolvimento com bets, caso que levanta suspeitas apuradas pela Polícia Federal. Escalada: 00:00 1º bloco: 06:49 2° bloco: 29:29 3º bloco: 46:27 Kinder Ovo: 1:00:04 Correio Elegante: 01:01:24 Créditos: 01:04:20 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft110 Seja assinante da piauí e tenha acesso às nossas reportagens exclusivas: https://piaui.uol.com.br/assine Leia “Somos todos gregos (e irlandeses)”, de Jerônimo Teixeira, sobre Homero, James Joyce e os desafios da tradução: https://piaui.uol.com.br/revista/235/homero-james-joyce-traducao/ Receba o Caderno do Repórter, newsletter exclusiva para assinantes da piauí: https://piaui.uol.com.br/newsletter/ Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre responsabilidade e recompensa na análise de mais uma das parábolas de Jesus.
Episódio postado em 24 de abril de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam os novos desdobramentos do caso Master, com a possibilidade de delação premiada do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e a escalada da crise envolvendo o Supremo, que amplia a tensão no cenário político. No segundo bloco, os jornalistas discutem o papel da economia na disputa eleitoral e o descompasso entre indicadores positivos e a percepção do eleitor. No terceiro bloco, os jornalistas tratam da eleição em São Paulo, com a disputa pelo governo do estado entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad. Escalada: 00:00 1º bloco: 04:09 2° bloco: 20:50 3º bloco: 40:34 Kinder Ovo: 58:10 Correio Elegante: 59:48 Créditos: 01:01:54 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft109 Seja assinante da piauí e tenha acesso às nossas reportagens exclusivas: https://piaui.uol.com.br/assine Leia “É dilacerante”, reportagem de Guilherme Henrique sobre o momento mais difícil de Emicida e seu reencontro com o rap: https://piaui.uol.com.br/materia/no-ano-mais-dificil-de-sua-vida-emicida-reencontra-o-rap-dos-racionais/ Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a justiça e os riscos da comparação com a vida alheia.
Episódio postado em 17 de abril de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam o relatório da CPI do Crime Organizado e seus efeitos sobre o ambiente político, incluindo a tensão em torno do Supremo e os desdobramentos no processo eleitoral. No segundo bloco, os jornalistas discutem a movimentação da eleição presidencial, com a possível entrada de Ciro Gomes na disputa e os impactos desse cenário para Lula. No terceiro bloco, o trio trata da derrota de Viktor Orbán, na Hungria, após 16 anos no poder, e comentam o significado político dessa mudança no cenário internacional. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:07 2° bloco: 25:16 3º bloco: 40:02 Kinder Ovo: 54:51 Correio Elegante: 56:12 Créditos: 01:00:00 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft108 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Lisa Mosko Barros is the founder of SpEducational, a non-profit organization dedicated to empowering families of students with disabilities to effect positive systems change in special education. Lisa is known for her highly detailed knowledge of educational policy, her fierce advocacy through community organizing, and her ability to collaborate and build consensus. Among other positions, she has served as Chairperson for the Los Angeles Unified School District's Community Advisory Committee for Special Education. Lisa is also the mother of two incredible twice exceptional kids. #neurodiversity #neurodivergent #autism #disabilities #podcast #podcasts #specialeducation #specialedadvocacy #IEPs #educationreform #educationpolicy #advocacy #publiceducation #college #highereduction #empowerment www.autismresourceproject.org/podcast
Em um Brasil que se ergueu baseado em tantas desigualdades, a busca por uma sociedade mais igualitária passa obrigatoriamente pela atuação presente do Estado. Mas quais os avanços, as políticas, o presente, as ações e o futuro da igualdade racial no Brasil? Em busca de respostas, Cynthia Martins conversa com a nova Ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros. Rachel, que assume o mistério em 1 de abril de 2026, é Doutora em Sociologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e ativista dos Direitos Humanos. Ela, que já era secretária-executiva do Ministério, responde perguntas cruciais como o enfrentamento à morte de jovens negros e como ministério está tratando o feminicídio, que atinge em sua maioria mulheres negras no Brasil.Cynthia Martins convida você a conhecer a história repleta de reviravoltas e resistência de Rachel Barros.Apresentação: Cynthia MartinsGravação: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antonio de Araújo
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a intenção como força motriz na parábola da casa sobre a rocha.
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Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre a sedimentação de hábitos que, segundo o pensamento cristão, aproximam os humanos do paraíso.
Episódio postado em 10 de abril de 2024. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam os novos desdobramentos do caso Master, com revelações sobre repasses milionários a figuras da política, da economia e do Supremo que ampliam a dimensão do escândalo. No segundo bloco, o debate se volta para a reorganização partidária na largada do calendário eleitoral e a tentativa de Lula de administrar o desgaste provocado pelo caso Master. No terceiro bloco, o trio atualiza o cenário da guerra no Irã após o anúncio de cessar-fogo, as acusações de violação do acordo e os impactos no estreito de Ormuz. Escalada: 00:00 1º bloco: 04:16 2° bloco: 24:02 3º bloco: 43:18 Kinder Ovo: 54:55 Momento Cabeção: 56:04 Correio Elegante: 01:00:30 Créditos: 01:03:32 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft107 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
CLÓVIS DE BARROS é jornalista, escritor, filósofo e professor. Ele vai bater um papo sobre seu livro “"Ilíada & Odisseia: Reflexões Sobre As Obras-primas De Homero”. O Vilela disse que é fã de Homero, mas prefere o Bart.
Episódio postado em 03 de abril de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam o lançamento da candidatura de Ronaldo Caiado à presidência e a disputa na direita. No segundo bloco, o trio discute a participação de Flávio Bolsonaro em evento da conservador nos Estados Unidos. E no terceiro bloco, o programa trata dos movimentos no governo Lula, com a confirmação de Geraldo Alckmin como vice em 2026, a saída de ministros para disputar eleições e o avanço da indicação de Jorge Messias ao Supremo. Escalada: 00:00 1º bloco: 24:10 3º bloco: 43:54 Kinder Ovo: 59:21 Correio Elegante: 01:00:47 Créditos: 01:03:51 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft106 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre as etapas que estão presentes na parábola da pesca.
Episódio postado em 27 de março de 2026. No Foro de Teresina desta semana, Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros analisam a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e os desdobramentos políticos e jurídicos da decisão. No segundo bloco, o trio discute a desistência de última hora de Ratinho Júnior da disputa presidencial e a reorganização da direita, com outros nomes tentando ocupar o espaço deixado pelo governador do Paraná. No terceiro bloco, o programa trata do caos político no Rio de Janeiro após a renúncia e a condenação de Cláudio Castro, que aprofunda a crise institucional no estado. Escalada: 00:00 1º bloco: 05:13 2º bloco: 26:18 3º bloco: 44:51 Kinder Ovo: 01:01:42 Correio Elegante: 01:03:05 Créditos: 01:05:46 Acesse a transcrição e os links citados nesse episódio: https://piaui.co/ft105 Envie uma mensagem – ou um áudio de até 1 minuto – para o Correio Elegante pelo e-mail (forodeteresina@revistapiaui.com.br) ou por nossas redes sociais. Quer anunciar no Foro de Teresina? Entre em contato com nossa área comercial: comercial@revistapiaui.com.br. Ficha técnica: Apresentação: Fernando de Barros e Silva, Ana Clara Costa e Celso Rocha de Barros Coordenação geral: Bárbara Rubira Direção: Mari Faria Edição: Bárbara Rubira e da Mariana Leão Produção e distribuição: Maria Júlia Vieira Finalização e mixagem: Pipoca Sound Intérpretes da nossa música tema: João Jabace e Luis Rodrigues Identidade visual: Maria Cecília Marra com arte de Amandadrafts Coordenação digital: Bia Ribeiro e Juliana Jaeger Checagem: Ethel Rudnitzki Gravado no Estúdio Rastro Redes Sociais: Fábio Brisolla, Emily Almeida e Isa Barros. Vídeos: Isa Barros e Fernanda Catunda
Neste podcast: Clóvis de Barros fala sobre as etapas que estão presentes na parábola da pesca.
Neste podcast: Clóvis de Barros analisa mais uma das parábolas de Jesus, refletindo sobre a humanidade e a justiça.
Convidado: José Roberto Mendonça de Barros, fundador e sócio da consultoria MB Associados, foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998. O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã se concentra numa área estratégica para o abastecimento global de energia. O Oriente Médio reúne algumas das maiores reservas de petróleo do planeta – o Irã tem a terceira maior, e a Arábia Saudita, a segunda – e concentra importantes instalações de produção e refino. Toda essa produção precisa atravessar o Estreito de Ormuz, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, para abastecer os setores produtivos dos quatro cantos do mundo. Cerca de 20% do volume total de petróleo comercializado passa por esse corredor, que foi fechado pelo governo iraniano. Um cenário que pode se agravar caso a ameaça do general da Guarda Revolucionária iraniana, Ebrahim Jabari, se concretize: caso os bombardeios de Estados Unidos e Israel continuem, irá atacar “todos os centros econômicos” do Oriente Médio. Para explicar como o fechamento do Estreito de Ormuz abre um efeito cascata na economia global, Natuza Nery conversa com José Roberto Mendonça de Barros, fundador e sócio da consultoria MB Associados. Ele, que foi secretário de política econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998, comenta também os impactos da guerra na produção e distribuição de gás natural e fertilizantes, e como isso repercute nas economias de Brasil e Estados Unidos, inclusive com possível alta no preço dos alimentos.
On today's episode we will be joined by our longtime friend, Marcus Pittman, to remember our dear friend and hero, John Barros, who has now been with the Lord for two years. We will be playing some never-before-seen footage of an interview we got with him a few months before he passed.