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Você já se perguntou qual a diferença real entre uma mutação e uma variante? Ou por que os médicos mudaram a forma de falar sobre as alterações no nosso DNA? Neste vídeo, mergulhamos fundo na linguagem da vida para explicar como pequenas mudanças no seu código genético podem — ou não — impactar sua saúde. Se você recebeu um laudo genético ou tem curiosidade sobre o tema, este guia completo foi feito para você! No vídeo de hoje, debatemos: 1) Conceitos Fundamentais: A transição do termo "mutação" para "variante" e o que isso significa na prática clínica. 2) Classificação de Variantes: O que são variantes benignas, patogênicas e as famosas VUS (Variantes de Significado Incerto). 3) A Revolução do NGS: Como funciona o Sequenciamento de Nova Geração e por que ele mudou o jogo dos diagnósticos. 4) Exames Genéticos: Quando o sequenciamento é indicado e o que ele pode (e não pode) revelar. A genética não é mais o futuro, é o presente da medicina personalizada. Entender esses conceitos é o primeiro passo para assumir o controle da sua jornada de saúde. ➡️ Ficou com alguma dúvida sobre algum exame ou sobre um termo específico? Deixe nos comentários! Equipe: Host: Rodrigo Fock Geneticistas: Bianca Linnenkamp e Henrique Galvão Residente: Mariana Pombeiro Apoio: Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) e Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM)
Muito mais do que os atuais campeões brasileiros, Fabio Braga Jr e Maitê Coelho representam uma nova geração de bons ciclistas que despontam no país. Enquanto Braga ainda sonha com a Europa, Maitê Coelho já tem boas histórias para contar da experiência internacional e, principalmente, da orientação que tem recebido da brasileira Claudia Carceroni, primeira brasileira a disputar o Tour de France Feminino, na versão da prova nos anos 80. Um podcast sobre planejamento, base e, sobretudo, sonhos. Aqueles que todos temos para 2026 em diante.
Conversas entre o presente e o futuro. No primeiro ato: crianças indígenas crescendo, uma batalha após a outra. Por Vitor Hugo Brandalise. No segundo ato: um poema e um crime. Por Victor Manoel. A história "A ocupação" é a terceira da série especial “A Retomada”, apoiada pelo Pulitzer Center, sobre direitos indígenas no Brasil. As outras histórias da série foram publicadas nos episódios “A Volta de Goreth Suruí” e “Ritos", em setembro e outubro de 2025, no Rádio Novelo Apresenta. A história "Cartas para Chico" teve apoio do iCS, o Instituto Clima e Sociedade. Além de ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, os membros do Clube da Novelo tem acesso a uma newsletter especial, e a eventos com membros da nossa equipe . Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo feita só pra membros. Assine em radionovelo.com.br/clube Acompanhe a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Siga a Rádio Novelo no TikTok: https://www.tiktok.com/ Palavras-chave: direitos indígenas; infância; educação escolar indígena; Pará; COP 30; Carta ao Jovem do Futuro. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nesta entrevista exclusiva, falamos com Arturo Pallanti, nova geração e representante da icônica vinícola Castello di Ama, localizada no coração do Chianti Classico, na Toscana. Aos 28 anos, Arturo carrega a responsabilidade e o orgulho de uma tradição familiar construída desde 1976, unindo inovação, técnica, arte e profundo respeito pelo terroir.Ao longo da conversa, Arturo compartilha sua visão sobre a identidade dos vinhos do Chianti Classico, a evolução da vinícola, a criação de grandes rótulos como L'Apparita, San Lorenzo e Vigneto Bellavista, além da relação íntima entre vinho, território, tempo e arte contemporânea — elementos centrais da filosofia de Castello di Ama.Também abordamos o papel da nova geração no mercado do vinho e como despertar o interesse dos jovens consumidores sem perder autenticidade.
I. Deus constitui Israel para vencer Seom II. Deus amedronta os povos
Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, vamos conversar sobre a nova geração no empreendedorismo. Nos últimos anos, vimos um movimento crescente de jovens que decidiram começar a empreender muito antes do que era comum há uma ou duas décadas. Se antes era natural esperar a faculdade, a especialização, a “experiência de mercado”, agora muitos jovens estão dando seus primeiros passos aos 20, 18, às vezes até antes — testando ideias, criando negócios, trabalhando com propósito e encontrando novas maneiras de fazer as coisas acontecerem. Essa geração chega com uma forma diferente de olhar para o mundo: é curiosa, questionadora, conectada e disposta a criar novos modelos. Hoje, a gente quer entender esse movimento de perto: o que leva esses jovens a empreender tão cedo? Como eles encontram oportunidades em um mercado tão competitivo? Para essa conversa, recebemos dois convidados que representam muito bem esse novo jeito de empreender: Douglas Corso, 27 anos, administrador pela ESPM e fundador da OFFICINA 21st, uma empresa que estuda o comportamento das novas gerações e ajuda o mercado de hotelaria a se preparar para o futuro. E Pedro Montagna, 22 anos, acadêmico de Gestão de Inovação e Liderança na UNISINOS e Co-fundador da OFFICINA 21st.
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Vários artistas “netos das independências” dos países afrolusófonos estiveram reunidos no "Festival Lisboa nu bai Paris", na Gaîté Lyrique, em Paris, a 8 e 9 de Novembro. Esta é “uma nova geração que está a cumprir Cabral”, declarou a investigadora Luísa Semedo, na conferência que marcou o arranque do evento e que teve como mote o legado de Amílcar Cabral. O curador do festival, o músico Dino de Santiago, lembrou o poder transformador da cultura em tempos de extremismos, disse que “o público está afinado, mas quem está no poder está desafinado” e lembrou que “é da responsabilidade de cada um ser um Amílcar Cabral” hoje. Neste programa, gravado ao vivo no dia 8 de Novembro, pode ouvir a conversa que marcou o arranque do “Festival Lisboa nu bai Paris”, na Gaîté Lyrique, em Paris. O festival foi comissariado por Dino d'Santiago que escolheu vários artistas afrodescendentes que têm reinventado, nos últimos anos, a música lusófona. Subiram, assim, ao palco Fattu Djakité, Kady, Nídia & DJ Marfox, Eu.Clides, Umafricana e Soluna, num evento organizado no âmbito dos 60 anos da delegação em França da Fundação Calouste Gulbenkian. “Os artistas que vão estar connosco vêm precisamente destes lugares de uma periferia, de uma Lisboa onde ainda temos pessoas que vivem à margem, lugares onde a humanidade reside com menos doçura. Mas, ao mesmo tempo, destes lugares conseguimos trazer bons cheiros e esperança com a música, com a força da cultura para nos elevar”, começou por explicar Dino d'Santiago. No ano em que a maioria dos países afrolusófonos celebram os 50 anos das suas independências, o evento teve a força de um manifesto cultural, desde logo pelas palavras que marcaram o seu arranque. “Quando há opressão, há sempre resistência. A cultura, a arte também são uma forma de resistência. Vemos isso a acontecer nos “netos da revolução”. Significa que o trabalho de Amílcar Cabral faz sentido e que ele continua vivo”, considerou a filósofa Luísa Semedo, admitindo que, ao olhar para os nomes do festival, vê-se que “esta nova geração está a cumprir Cabral”. O “regresso às raízes” é algo assumido por esta geração que valoriza o poder criativo do legado musical e cultural que herdou. O próprio Dino d'Santiago - com os discos “Mundo Nôbo”, “Kriola”, “Badiu” - vai ao encontro da “reafricanização dos espíritos” defendida por Amílcar Cabral, o líder das independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde e um dos maiores pensadores do anticolonialismo africano para quem as lutas de libertação eram um acto e um factor de cultura. “A minha libertação foi quando senti um verdadeiro orgulho de ser cabo-verdiano também”, confessou o músico nascido em Portugal que se reencontrou nas raízes africanas e admitiu, no debate, que os seus discos “são autobiografias da reafricanização do meu espírito”. Também a directora da delegação francesa da Fundação Calouse Gulbenkian, Teresa Castro, considerou que a cultura e a criação artística têm “esse papel importantíssimo de garantir a libertação dos espíritos” e que o papel da cultura teorizado por Amílcar Cabral é “profundamente actual”. Uma das frases que sintetiza esse pensamento está transcrita no mural de Hélder Batalha na fachada da Fundação Amílcar Cabral, na cidade da Praia: “A luta pela libertação não é apenas um acto de cultura, mas também um factor de cultura”. Quanto ao peso que a arte pode ter em tempos de extremismo e polarização política, Dino d'Santiago lembrou que só é fácil “pilotar” as pessoas se estas tiverem medo, mas que se a coragem imperar “é da responsabilidade de cada um ser um Amílcar Cabral”. Por outro lado, o músico e activista lembrou que “o público está afinado, quem está no poder é que está desafinado”. Pode a música ser um antídoto ao racismo e unir o que a história desuniu? Foram 500 anos de colonialismo e isso “nunca será possível reparar”, mas a reconciliação vai-se esboçando com a arte e é a cantar que Dino d'Santiago responde: “Aqui toda a gente é parente. Terra não é só o lugar onde se nasceu, é também o chão que trazemos na mente. Aqui toda a gente é parente, mesmo quando se nasceu doutro ventre, chamamos mãe ao mesmo continente”. “O público está sempre afinado, por mais que nos tentem desafinar”, sublinhou o curador do Festival "Lisboa nu bai Paris". De notar que, entre os artistas convidados para o "Festival Lisboa nu bai Paris", a primeira a subir ao palco no sábado foi a cabo-verdiana Kady, neta de Amélia Araújo, a voz da Radio Libertação no tempo da luta pelas independências, e filha de Teresa Araújo, cantora do histórico grupo Simentera que andou na Escola-Piloto de Conacry e conheceu de perto Amílcar Cabral. Kady admitiu à RFI que se sente “de forma visceral” neta da independência. “Eu cresci a ouvir as histórias de Amílcar Cabral, as histórias da luta. Eu sinto-me muito pertencente a esse mundo. É algo mesmo que está nas veias e é uma honra, uma grande honra”, contou. (Oiça aqui a reportagem feita com Amélia Araújo e Terezinha por altura dos 50 anos da independência de Cabo Verde). Por outro lado, a cantora Fattu Djakité admitiu à RFI sentir-se “cem por cento” como “neta de Amílcar Cabral”. “Eu sinto que sou uma representante de Amílcar Cabral porque sou Guiné-Bissau e Cabo Verde. Sinto que tenho dois corações a bater dentro do meu peito que são a Guiné-Bissau e Cabo Verde pelo simples facto de eu nascer na Guiné-Bissau, ir com cinco anos para Cabo Verde e viver lá há trinta anos. Nunca a Guiné-Bissau saiu de mim, falo o meu crioulo muito bem, sei sobre os costumes da Guiné-Bissau e sei também tudo sobre Cabo Verde. Eu sinto que sou o sonho realizado de Amílcar Cabral”, resumiu à RFI Fattu Djakité no final do seu concerto no sábado.
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Direto das palavras de Sarah Bond, presidente do Xbox: vamos ter sim, um Xbox na próxima geração. E ele será de alto desempenho. Com isso, a próxima geração de consoles está garantida. Ainda na mesma semana, a mesma Sarah Bond afirmou que o modelo de jogos exclusivos está "antiquado". Será que a Xbox está comprometida a publicar seus títulos para todas as plataformas e atingir o maior número de jogadores?Vem conferir essas e muito mais no Flow Games News de hoje!
Alexandre Bornschein Silva, CEO e quarta geração da família no comando do laboratório Catarinense conta a história do icônico xarope MelAgrião e da inovação da empresa com a fabricação de suplementos. Em conversa com Mariana Amaro, em mais um episódio do Do Zero ao Topo, o empresário revela bastidores da sucessão familiar, o rebranding da marca e os planos para o futuro da empresa centenária, que espera dobrar o faturamento até 2029 e alcançar o primeiro bilhão de reais em receita.
O avanço da tecnologia na produção leiteira vai proporcionar maior conexão de informações com melhores resultados na atividade
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz batem um papo sobre SEXOOOOOO!!! Nos últimos anos, um fenômeno curioso vem chamando atenção: as novas gerações, especialmente os mais jovens da Geração Z e os mais novos millennials, têm demonstrado certo incômodo (ou até repulsa) com filmes e séries que exibem cenas de sexo explícitas ou prolongadas. O que antes era visto como símbolo de ousadia, liberdade artística ou realismo, hoje é muitas vezes interpretado como algo desnecessário, constrangedor ou simplesmente incômodo.Por que? Como o sexo faz parte das nossas vidas? Quais os filmes mais clássicos?|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Poucos se perguntam o que resta do homem, que é feito dele passados estes últimos dois séculos de abastardamento do espírito, esse ser cada vez mais inapto, que se enreda nas suas justificações, que se adapta seja como for, se safa, dê por onde der, com essa capacidade de levar a vida inteira num longo estertor. Mas a alguém deveria intrigar esta estagnação dos órgãos, à medida que o horizonte se nos escapa, como vamos aperfeiçoando a nossa corrupção, as habilidades mesquinhas, a farsa, a sórdida trama, sempre neste embrutecimento das faculdades, cobrindo tudo com um sorriso petrificado. O instinto de sobrevivência deu lugar a um turvo ofício de entranhas, a estes seres imensamente cautelosos, viciados no seu próprio terror, vítimas de uma subjectividade exagerada, que levam os dias negociando termos de forma a esquivarem-se a qualquer encontro com o perigo. Deveríamos fazer um esforço por compreender o que vem a ser este ser sujeito a uma ocupação que o tornou tão profundamente servil, perfeitamente adaptado a uma ética inteiramente fundada sobre o valor mercantil, a honra do trabalho, os desejos comedidos, a brutalidade instintiva, e a morte, esta que nos segue tão de perto, e manca de pequenez em pequenez. “Tornar-se tão insensível e portanto tão manejável quanto um tijolo é aquilo a que benevolamente convida a organização social”, diz-nos Raoul Vaneigem. Ele denuncia a imensa máquina de condicionar, e explica a ausência de um ânimo e de um enredo tumultuoso que favoreça a transformação com a falta de sinais inspiradores ao nosso redor. “Face à minha prisão actual, o futuro não tem interesse para mim.” No fundo, o capitalismo cria um conflito dentro de cada um de nós, uma divisão entre si e si mesmo. Temos sempre alguma justificação na ponta da língua, uma mentalidade de servos, habituados a serem sacudidos ao virar de cada esquina. Constantemente sujeitos aos interrogatórios, estamos sempre disponíveis para abrir o livrinho com a nossa contabilidade mais íntima. Repare-se na expressão, nos modos mais comuns, nesse constante ensaio com que cada um se desfia a si mesmo, como se estivesse a meio de algum desses exames de rotina, ou fazendo por se apresentar nos tantos concursos, providenciando sobre qualquer tópico uma opinião habilidosa, assumindo a pose de forma a oferecer o melhor ângulo a qualquer montra, como se a sua imagem estivesse a ser captada pelas câmaras, esse rosto de transcendental e eterna inutilidade que põe um tipo quando faz de produto. Vaneigem diz que o sentimento de humilhação difuso que nos persegue nada mais é que o sentimento de ser objecto. Em seu entender, não somos escravos dos nossos desejos tanto como o somos da crença na felicidade dos outros, “uma fonte inesgotável de inveja e ciúme que faz experimentar por intermédio do negativo o sentimento de existir”. “Invejo, portanto existo. Apreender-se com base nos outros é apreender-se outro. E o outro é o objecto, sempre. De tal modo que a vida se mede pelo grau de humilhação vivida. Quanto mais escolhermos a nossa humilhação, mais ‘vivemos', mais vivemos com a vida arrumadinha das coisas. Essa é a manha da reificação.” Isto explica todos esses esforços empreendidos para mascarar o nosso desespero. O que é mais doloroso é pressentir esta culpa face a si mesmo, todas as nossas tentativas para dissimular o esfarelamento dos valores, a ruína das existências, a inautenticidade dos nossos gestos. Por isso, no entender do autor de “Arte de Viver para a Nova Geração”, “as crises que sacodem o mundo não se diferenciam fundamentalmente dos conflitos em que os meus gestos e os meus pensamentos se defrontam com as forças hostis que os travam e os desviam”. O capitalismo significa um colapso da própria consciência humana. Se pudéssemos ganhar alguma distância em relação a nós próprios, se nos escolhêssemos como inimigos, nada nos daria maior prazer do que cuspir nisso a que, por mera afectação, dizemos ser a nossa alma. Gostamos de manter o quarto na penumbra de forma a que as formas do lixo que nos acusa não se possam distinguir, e então admiramos os ecos de outro tempo, o tempo que já foi. Bate-nos uma saudade estúpida de um mundo capaz de produzir em nós algum temor, uma “saudade dos tempos da juventude antiga, dos sátiros lascivos, dos faunos brutais” (Rimbaud)… Voltamo-nos para esses reflexos e para a pouca água que resta à superfície de alguns textos, e repetimos a estranha ordem de palavras que parecem ir além daquilo que somos capazes de sentir… "se viesse um homem ao mundo, hoje, com/ a barba de luz dos patriarcas, só poderia,/ se falasse deste/ tempo, só poderia/ balbuciar balbuciar/ sempre, sempre,/ só só" (Celan). O isolamento é o pior castigo e, no entanto, só através dele podemos fazer esta espécie de luto em relativa paz. “Para sobreviver à uniformidade que nos cerca, a única opção é reconstituir sem parar o nosso próprio mundo interior, como uma criança reconstruiria por todo o lado a mesma cabana. Como Robinson, reproduzindo o seu universo de merceeiro na ilha deserta, com a diferença de que a nossa ilha deserta é a própria civilização e de que somos milhões a desembarcar incessantemente” (Comité Invisível). Dito isto, o pior seria se nos contentássemos com a ridicularia daquilo a que chamamos solidão. Para nos pronunciarmos orgulhosamente sós ainda teríamos de ser uns quantos, para somarmos um Robinson convinha que naufragassem de uma vez largas centenas, e pelo menos uns sete, nove ou até uma dúzia se safassem, constituindo uma pequena camarata na tal ilha, isto para compensar a forma como as nossas almas parecem ser já meros fragmentos, estilhaços de uma qualquer unidade. Não demoramos muito a desconfiar como mesmo esses períodos de abatimento são um pequeno teatro que representamos para benefício da catástrofe da nossa personalidade, que há muito deixou de nos parecer minimamente bela, cativante, abrangente. Neste episódio, juntou-se a nós um tipo que, para coçar-se, não precisa de inventar pragas delirantes nem patéticas, e que veio trazer-nos um embalo mais largo na sua relação com o tempo, com a história, com a herança daqueles que estão dispostos a prosseguir cada dia, travando uma batalha atrás de outra, denunciando os tantos desdobramentos e ecos do colonialismo, e de todos os modos de exercer poder de forma violenta, estabelecendo hierarquias degradantes, e isto sem entrar nesses jogos de palavras cruzadas em que Vaneigem viu a esquerda triturar-se. Activista anti-racista, membro fundador do colectivo Consciência Negra, e um entre as centenas de milhões de herdeiros da luta visceral dos povos africanos pela sobrevivência e por uma África livre do esmagamento capitalista, António Tonga juntou-se a nós para discutirmos o que possa ser uma acção consequente e formas de organização e luta que não se deixem reduzir ao habitual esquema burocrático.
O agro está vivendo uma transição histórica
Neste episódio de estreia da 2.ª temporada do podcast “Por ti”, mergulhamos no universo digital dos jovens e o seu impacto no bem-estar mental. Recebemos a Mariana Zina, a booktoker que se tornou uma voz importante nas redes sociais, para uma conversa sobre a exposição online e a importância de navegar as redes sociais com consciência.Exploramos os desafios de lidar com o "ódio" online, a necessidade de discernir entre o real e o "fake", e o papel fundamental dos pais na educação digital. Uma reflexão essencial sobre como promover uma relação saudável com as redes sociais.Assista à segunda temporada do podcast "Por ti" nas plataformas de podcast, nos canais de comunicação da Zurich e ao conteúdo original publicado no Expresso online.
No podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam os Innovators Under 35.O episódio mostra como jovens do Brasil e do mundo transformam desafios locais e globais em soluções concretas, combinando inteligência artificial, tecnologia e criatividade aplicada.A conversa destaca como contextos diferentes moldam a inovação: enquanto nos EUA o investimento e a infraestrutura permitem projetos de grande escala, no Brasil a escassez de recursos estimula soluções criativas e parcerias estratégicas.Exemplos vão de barcos voadores na Amazônia a soluções de IA para problemas do futuro, evidenciando a combinação de ousadia, criatividade e execução para gerar impacto real.Ouça o episódio completo e descubra tendências que já estão fazendo a diferença.
Nesse programa, recebemos o Dr. Fábio Nasri, médico geriatra e endocrinologista — novo presidente da Associação Médico-Espírita (AME) do Brasil.
No Dunamis Hangout de hoje, recebemos Ana Paula Valadão em uma conversa especial sobre Adoração e a Nova Geração.Confira o episódio completo e compartilhe com seus amigos e familiares.
Tais Silveira, presidente do Rotary Club Nova Geração de Venâncio Aires, participou do Direto ao Ponto sobre o lançamento de um projeto para estimular estudantes em Venâncio Aires.
Tais Silveira, presidente do Rotary Club Nova Geração de Venâncio Aires, participou do Direto ao Ponto sobre o lançamento de um projeto para estimular estudantes em Venâncio Aires.
Apoie o UP no Orelo: clique aqui!A sombra de uma virada de geração já paira sobre nossas cabeças e a inevitável pergunta vem à tona: nós precisamos mesmo de uma nova geração? Neste episódio, Dan Schettini, Cardoso e Tayná Garcia tentam responder essa pergunta, enquanto recapitulam o atual momento da indústria e todas as consequências que um passo como esse pode causar. O nosso muito obrigado a: Guilherme Serravalle, Diego Almeida, Vitor Ludwig, João Sousa, Breno Bezerra Bluhm, Jéssica Macedo, Lucas Eid, Naga, Gabriel Dias, Matheus Henrique, Victor Toffano, Guilherme Magalhães, Rafael Ramalli da Silva, Lucas Carvalho, Renato Martins, Bruno Luiz Korckievicz, Marcelo Junior, Vitor Araujo, Anderson Lister, Lucas Brum, Rodrigo Souza, Rodrigo Taira, Paulo Piazza, Victor “VicGurg” Gurgel, Moisés Resende, Caio Barcelos, Renato Bena, Daniel Labres, Gabriel Bisuli, Renan Ferraz, Davi, Gustavo Garcia, Pedro Vital Brazil, Eric Quarterolli, Sergie Arruda, Bruno Correia Milani, Venigma, João Cassorielo, Yan Queiroz, Vivian, Henrique Fernandes Veri Marques, Gabriel Bittencourt Borowski, REGIS F G FREITAS, Rafael Valim, Anderson Barbosa, Felipe Dal Molin, Luan Germano, Andre Jarenkow, Guilherme Rodrigues, Érica Fontana, Giancarlo, Marcus Buzette, Arthur Luiz, Isadora Marques, Daniel Baumgratz, Caio Cardoso, Giovanne, Daniel Ferreira de Camargo, Ananias Júnior, Rebeca Moura, Clarissa Farias, Daniel Bandoni, Thiago Yakomizo Buainain, Pedro C., Rafael Silva, Luiz Gustavo, Matheus Vasques, Moisés Pacheco de Souza, João Henrique, Bruno Hatto, Marquinhos Maia, Carlos Bonomi, Joao, Akemi Nakamura, Wellington Oliveira, Luiz Fernando Moratelli, Francisco Campos, Fernando Gusman, Ednardo M.Toledo, Cicero Ruschel, Arthur Valladão, dudu pansica, Anne Verrino, Paulo Felisbino, Felipe Gil, Mariana Janoti, Carlos Jefferson, Leonardo Azzi Martins, Arthur Goulart, Rafael Yabiku, MARCELO CARLOS DOS SANTOS JÚNIOR, Gabriel Barros, Júlia Paterniani, Renan Felipe Silva, Guilherme Shuto, Area Zero Podcast, Marcel Kuhne, Filipovisky De La Fuente, Ruan, Helio Cannone, Agmar, andre juck, Andre Benia, André Luís Teixeira, Suellen Amorim!Siga o UP:Orelo | Twitter | Twitch | Instagram | DiscordContato comercial: contato@somosup.com
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Em junho de 2025, o país se chocou com os ass4ssin4tos cometidos por um adolescente de 14 anos, que tirou a vida dos pais e do irmão pequeno para poder se encontrar com a namorada virtual. Por mais perturbador que o caso seja, é preciso perceber que ele não é isolado: é mais um entre uma série de cr1mes brutais cometidos por jovens dessensibilizados, que participam de redes on-line onde o ódio é cultivado e a violência é uma forma de pertencer. Assista a este IC News e entenda este cenário, que levanta graves preocupações sobre o rumo que as nossas crianças e adolescentes têm tomado na internet.Assista aos demais programas do Investigação Criminal:https://www.youtube.com/@ICInvestigacaoCriminal
No Dunamis Hangout de hoje, recebemos Rev. Samuel Rodrigues em uma conversa especial sobre A Nova Geração.Confira o episódio completo e compartilhe com seus amigos e familiares.
Nos últimos anos, os projetos de créditos de carbono para a proteção de florestas, chamados de REDD, enfrentaram revezes. Depois de acusações de que muitos desses projetos não entregam o que prometem, a demanda por créditos no mercado voluntário caiu e ainda não recuperou o patamar do início desta década.Pois eis que agora surge um novo tipo de projeto, que voltou a atrair a confiança tanto de grandes investidores quanto de grandes compradores. Aqui, não se trata de proteger florestas do desmatamento, mas de restaurar áreas que já foram destruídas.Startups dedicadas ao reflorestamento foram criadas recentemente e começam a anunciar seus primeiros negócios. A re.green tem entre seus sócios a família Moreira Salles, do Itaú; a Gávea Investimentos, de Armínio Fraga; e Guilherme Leal, um dos controladores da Natura.A re.green já se comprometeu a vender mais de 6 milhões de créditos para a Microsoft. A Mombak, fundada por ex-executivos do Nubank e do aplicativo de transporte 99, fechou acordos com Google e Microsoft. E a Biomas, resultante da parceria entre Itaú Unibanco, Marfrig, Rabobank, Santander, Suzano e Vale, anunciou seu primeiro projeto: restaurar 1.200 hectares de Mata Atlântica.Mas o que, exatamente, explica a maior atratividade dos projetos de restauração? Não que eles não sejam necessários: o Brasil tem dezenas de milhões de hectares de áreas degradadas. Mas recuperar florestas e outros ecossistemas leva décadas e exige uma construção financeira particular. É exatamente isso que eu exploro neste episódio, em uma conversa com Cristiano Oliveira, diretor de desenvolvimento de negócios e sustentabilidade da Biomas.*Para quem quiser aprender ainda mais sobre a restauração florestal:"As Construtoras de Florestas” do podcast Carbono Zero, do Reset.For scandal-ridden carbon credit industry, Amazon restoration offers redemption, do site Mongabay “O fim do mercado voluntário de carbono,” do Economia do Futuro.Support the showO Economia do Futuro é publicado quinzenalmente às quintas. Para apoiar, envie este episódio para um amigo por Whatsapp. Para entrar em contato, escreva para podcast@economiadofuturo.com
Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, vamos falar sobre a nova geração de empreendedores: jovens e negócios de impacto - quais práticas financeiras são essenciais para o negócio? Para conversar com a gente, duas lideranças que estão construindo negócios com propósito, impacto social e mentalidade de longo prazo. Ricardo Dini, CEO da Dinâmica Conteúdo Inteligente, que assumiu a empresa da família com visão moderna e estratégica. Também é diretor de marketing da CIC Caxias do Sul. E o Lennon Hillman, sócio-administrador da Intermach, uma indústria que está inovando em processos e trazendo uma nova mentalidade de liderança.
Debate da Super Manhã: Expressão cultural genuinamente pernambucana. O forró atravessa os tempos, chega a nova geração de artistas que reembala o ritmo e encanta os forrozeiros ao som da sanfona, do triângulo e da zabumba. No debate desta sexta-feira (30), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a história do forró na trajetória profissional e as novidades musicais dos herdeiros da nação forrozeira. Participam os cantores Laís Senna, Carlos Filho e Larissa Lisboa.
O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Especial de Aniversário!!!! GuaxaVerso destrinchando episódios e respondendo comentários! Se Flopar nunca existiu. Até porque…. Nunca existiu mesmo. Esta semana vamos falar tudo sobre o episódio de 191. Ajude esse...
Os ataques cibernéticos não são mais os mesmos e, infelizmente, estão ficando cada vez mais sofisticados e difíceis de detectar. No novo episódio do Podcast Canaltech, recebemos Kleber Carriello, engenheiro de telecomunicações da NETSCOUT Brasil, para explicar como a Inteligência Artificial e a Internet das Coisas (IoT) estão sendo usadas por criminosos digitais para realizar ataques cada vez mais devastadores. Durante a entrevista, Carriello detalha o funcionamento de técnicas como o ataque slow-and-low, que imita o comportamento de usuários reais para enganar sistemas de defesa, e os perigos dos ataques DDoS multivetor, que misturam estratégias para derrubar serviços online. Ele também aponta caminhos possíveis para proteger empresas e usuários, inclusive com soluções que combinam mitigação local, análise em nuvem e machine learning. Você também vai conferir: Nova lei dos retrovisores entra em vigor no Brasil ChatGPT ganha galeria para salvar e organizar suas imagens criadas por IA Bike elétrica com carregamento via USB-C Nova febre do mundo fitness chega ao Brasil Nova interface cérebro-máquina do tamanho de um fio de cabelo pode controlar dispositivos com a mente Se você quer entender como funcionam essas ameaças modernas, por que elas estão mais difíceis de identificar e o que pode ser feito para se proteger, dá o play e vem com a gente nesse papo essencial sobre segurança digital no mundo hiperconectado. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fisher, Gabriel Cavalheiro, Lilian Sibila, Raphael Gianoti e Leo Alves.A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Dunamis Hangout de hoje, recebemos Francis Chan em uma conversa especial!Confira o episódio completo e compartilhe com seus amigos e familiares.
No mês passado Carol Bastides estava indo para a primeira etapa de QS da sua vida."Na brincadeira", ela disse.Mas parece que Carol não sabe brincar. Saiu de lá com o segundo lugar, deixando pelo caminho veteranas como a multicampeã Silvana Lima e habitués do pódio como Laura Raupp, atual campeã sul-americana do QS. O resultado surpreendeu não só quem viu, mas ela própria, que admite a competitividade como um traço inerente à sua personalidade.Aos 13 anos, além do vice em sua estreia no QS, Carol é quatro vezes campeã brasileira e oito vezes campeã paulista nas categorias de base e faz parte da atual seleção brasileira do ISA Junior, circuito mundial amador realizado pela International Surfing Association. Um belo início de carreira para quem só resolveu aprender a surfar para não ficar atrás em relação à irmã mais velha que, diga-se de passagem, manda bem demais nos esportes, mas se diverte mesmo longe de qualquer competição.Quer conhecer melhor a Carol? Dá o play aqui para ouvir a conversa que só não foi mais divertida porque não tinha chocolate na mesa.
Edição de 07 Abril 2025
Hideo Kojima fez a sua mágica de novo: o diretor de Death Stranding 2 editou pessoalmente o trailer que revelou a data de lançamento do jogo e, surpresa, os dez minutos mostram o que há de melhor e mais sofisticado no mundo dos jogos. Esta semana também tivemos os rumores sobre a chegada de um Xbox portátil ainda em 2025 e do console da nova geração em 2027. Mas já?O Flow Games News de hoje está imperdível! Vem com a gente!
O convívio com dores, lesões e cirurgias levou o mineiro João Menezes à aposentadoria precoce, ainda aos 27 anos. Mas a experiência do campeão pan-americano, que chegou a 172º do ranking, promete ser aproveitada no Programa de Desenvolvimento do Tênis Brasileiro da CBT.No Podcast TenisBrasil desta semana, Menezes traz detalhes sobre os problemas físicos que o levaram a abandonar as quadras em 2024, fala da importante passagem pelo tênis europeu e como encarou a sempre difícil transição para o profissionalismo.Ele acredita que toda essa vivência poderá ser muito bem aproveitada nos encontros e treinamentos com a nova geração. O trabalho começa em poucos dias, quando observará a garotada no Brasil Tennis Cup de Porto Alegre.
A vida sempre me trouxe presentes… Quando decidi lecionar no Insper, onde ensinei por sete anos e criei a disciplina de Gestão da Mudança para o curso de pós-graduação em Gestão de Projetos, fui motivada pelo convite de um ex-cliente e amigo, Guy Cliquet. Ele valorizava meu trabalho e entendia a importância de uma metodologia estruturada para impactar o comportamento organizacional. Na época, meu objetivo era investir em uma segunda carreira. Algo que trouxesse propósito, pudesse ser conciliado com minhas atividades como Diretora na Accenture e me proporcionasse momentos de estudo e reflexão. Mas o que eu não sabia era que essa ação poderia inspirar e me conectar com jovens (na sua maioria mulheres) que buscavam a mudança como promoção de um mundo melhor. E foi assim que eu conheci essas duas lindezas! Duas sobrinhas, como gosto de chamar. Mulheres, jovens, lindas, inteligentes, privilegiadas, mas inconformadas com a desigualdade e as oportunidades das minorias, em especial Mulheres. Descontentes com o papel da mulher em um mundo machista, confiantes no poder de transformação e ávidas por conhecimento e conexões, elas se destacaram. Confesso que vejo muito da Sandra jovem nelas. Talvez essa identificação tenha sido o ponto de conexão: minha admiração ao vê-las ousarem se aproximar e, de forma única, me “colocarem na parede”, pedindo para fazer parte do meu mundo organizacional e pessoal. Como dizer não a alguém que pede aquilo que você sempre quis ter coragem de pedir? Como negar algo que você, por tanto tempo, achou que não merecia? Como ignorar o pedido de jovens mulheres que reafirmam que você está no caminho certo, mesmo quando a sociedade insiste em dizer que você não pertence a este lugar? Amanda e Karol são como eu gostaria de ter sido: livres, firmes, delicadas, sensíveis e inquietas. No podcast, gravamos conversas espontâneas sobre como essa nova geração pode nos inspirar a ser quem realmente queremos ser. Falamos sobre aceitar nossos erros, abandonar a busca pela perfeição e desafiar expectativas sociais: ser ou não mãe, buscar um parceiro ou parceira, ou seguir sozinhas, trabalhar por uma carreira ou apenas trabalhar? Em resumo, sobre QUERER, PODER e DEVER ser quem quisermos em um mundo cheio de regras e expectativas. Obrigada, minhas lindezas, por sempre despertarem o que há de melhor em mim. Espero que vocês também curtam nossa conversa e compartilhem com quem vocês querem inspirar. #SandraGioffi, #AmandaEKarol, #PodcastSobreMulheres, #GestãoDaMudança, #LiderançaFeminina, #MulheresNoMercadoDeTrabalho, #EmpoderamentoFeminino, #DesafiosDaNovaGeração, #InspiraçãoParaMulheres, #JovensLíderes, #IgualdadeDeGênero, #CarreiraEPropósito, #MulheresNaLiderança, #FeminismoNoMercadoCorporativo, #MudançaOrganizacional, #DesafiosDasMulheres, #NovaGeraçãoDeLíderes, #TransformaçãoSocial, #MulheresInspiradoras, #PodcastMotivacional, #ReflexãoSobreAVida, #PodcastSobreIgualdade, #MulheresQueInspiram, #LiderançaNoMercadoDeTrabalho, #PropósitoECarreira, #InquietaçãoFeminina.
Edição de 19 Dezembro 2024
Felipe Drugovich é piloto de reserva do Fernando Alonso e Lance Stroll, da equipe Aston Martin.
Neste episódio do Pelas Pistas, os Hosts Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet, falaram sobre a Nova geração de pilotos que estão chegando na Fórmula 1, como Jack Doohan, Oliver Bearman, Franco Colapinto, Kimi Antonelli e Lian Lawson e como isso implica no automobilismos , já que estão chegando na categoria principal, mesmo sem serem vencedores da Formula 2. O que esta mudando na relação entre Formula 2 e Formula 1? Quais mudanças ainda estão por vir? Também fizeram previsões sobre a performance dos atuais pilotos e das vagas ainda em aberto na Formula 1. Será que Oscas Piastri pode ir pra Red Bull? Falaram sobre o bom deste de Felipe Drugovich na Ganassi e sobre a etapa de Stock Car em Buenos Aires, com vitória de Gabriel Casagrande. Curtiu? Deixe o seu like e compartilhe com os amigos, e ajude o podcast mais veloz da internet chegar a mais lugares! Loja Oficial Pelas Pistas Podcast: https://pelaspistas360.com.br/ Redes sociais: @pelaspistas360 ( https://www.instagram.com/pelaspistas360/ ) Seja membro deste canal e ganhe benefícios: (https://www.youtube.com/channel/UCIsAVvoXseBh3FOzzhpO8rg/join ) Patrocinado por PitStop, a maior rede de autopeças do Brasil: https://www.pitstop.com.br/ Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago Bianco Direção de Conteúdo: Felipe Lobão Produção: Kal Chimenti Captação e Edição de Vídeo: Kaê Peixoto Edição e Sound Design: Tamires Pistoresi Redes sociais e Community Manager: Guilherme Diaz
Neste episódio do Pelas Pistas, os Hosts Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet, falaram sobre a Nova geração de pilotos que estão chegando na Fórmula 1, como Jack Doohan, Oliver Bearman, Franco Colapinto, Kimi Antonelli e Lian Lawson e como isso implica no automobilismos , já que estão chegando na categoria principal, mesmo sem serem vencedores da Formula 2. O que esta mudando na relação entre Formula 2 e Formula 1? Quais mudanças ainda estão por vir?Também fizeram previsões sobre a performance dos atuais pilotos e das vagas ainda em aberto na Formula 1. Será que Oscas Piastri pode ir pra Red Bull? Falaram sobre o bom deste de Felipe Drugovich na Ganassi e sobre a etapa de Stock Car em Buenos Aires, com vitória de Gabriel Casagrande.Curtiu? Deixe o seu like e compartilhe com os amigos, e ajude o podcast mais veloz da internet chegar a mais lugares!Loja Oficial Pelas Pistas PodcastRedes sociais: @pelaspistas360 Seja membro deste canal e ganhe benefíciosPatrocinado por PitStop, a maior rede de autopeças do Brasil Apresentadores: Thiago Alves, Christian Fittipaldi e Nelsinho Piquet Direção Executiva: Marcos Chehab e Tiago BiancoDireção de Conteúdo: Felipe LobãoProdução: Kal ChimentiCaptação e Edição de Vídeo: Kaê PeixotoEdição e Sound Design: Tamires PistoresiRedes sociais e Community Manager: Guilherme Diaz
"Infelizmente, minha única habilidade na vida é bater na bola com uma raquete"
Neste Debate 93 recebemos os irmãos Kendrick, cineastas responsáveis por grandes sucessos cristãos do cinema. Ouça porque está simplesmente imperdível!!!
No terceiro episódio da série sobre Jornada nas Estrelas (desculpem, Star Trek), desbravamos a Nova Geração acompanhados de um guia trekker de verdade, Marcelo Iamposki. Aumenta o som que é Jerry, Jerry, Jerry! (E Dennis McCarthy.)
Quais são os principais desafios que os líderes enfrentam nas corporações hoje?Com o intuito de responder essas e outras perguntas, vamos explorar o perfil da nova geração de líderes e os desafios que eles enfrentam nas corporações modernas. Para nos ajudar a entender essas mudanças, temos duas convidadas que trarão insights incríveis quando se trata de pessoas: Paula Esteves, co-CEO da Cia de Talentos, com uma carreira de 23 anos dedicada à transformação do ecossistema de recursos humanos, e Milena Fonseca, CEO da ACE Cortex, que tem uma vasta experiência em transformação de negócios, liderando projetos que impactam grandes corporações mundo afora.Um pequeno alerta: alguns trechos do áudio têm pequenas falhas, mas não atrapalha o conteúdo. Aproveite o episódio! SAIBA MAIS SOBRE O EXIAEsse é programa voltado para trainees e recém-formados, para desenvolver intraempreendedores. O Exia é uma jornada prática e imersiva. Lá, você terá oportunidade de desenvolver soluções reais para desafios estratégicos, através de formação, conexão com ecossistema de inovação e claro, sendo mentorado por especialistas de mercado e lideranças executivas.Recomendações dos convidados:Milena Fonseca: Livro - O Poder do Agora: Um guia para a iluminação espiritual - Eckhart Tolle Livro - Contra a Corrente - Pedro Waengertner Paula Esteves:Livro - O lado difícil das situações difíceis: Como constuir um negócio quando não existem respostas prontas - Ben Horowitz Podcast - Acenda sua luz - Carol Rache Pedro Waengertner:Livro - O guia do mochileiro das galáxias - Douglas AdamsPara conferir mais conteúdos, acesse nosso site !Instagram : @aceventuresbrLinkedin : ACE VenturesE-mail : contato@goace.vcEste episódio foi editado por Denys Argyriou ( @argyriou_ )
Na segunda-feira, 13, a OpenAI apresentou o novo cérebro do ChatGPT: o GPT-4o. Em uma demonstração que aproxima sua ferramenta da inteligência artificial do filme Ela (Spike Jonze, 2013), a companhia de inteligência artificial ampliou a capacidade de processamento de texto, de compreensão de imagens e de conversas com voz para funcionar, simultaneamente, em tempo real. O GPT-4o é duas vezes mais rápido no processamento de respostas, é 50% mais barato para desenvolvedores (pois exige menos tokens) e tem capacidade de mensagens cinco vezes maior. As demonstrações da OpenAI apontam para várias utilidades do ChatGPT-4o. Por exemplo, por meio de aplicativo no celular, o modelo de IA consegue auxiliar na resolução de equações escritas em folha de papel, graças ao acesso à câmera do smartphone, que funciona como o “olho” da IA. Além disso, o ChatGPT consegue manter conversas como um assistente de voz pessoal, com uma voz bastante natural e pouco robótica. A OpenAI afirma que o novo sistema oferece respostas por áudio em 320 milissegundos em média, similar à resposta humana numa conversa. Assim como em outras versões lançadas do Chat GPT, ressurge o debate sobre as profissões impactadas pela ferramenta, também os limites da criação e relação do ser humano e da máquina. Outras questões incluem privacidade e armazenamento de informação, já que a ferramenta utiliza a imagem e áudio captados pelas câmeras e microfones dos dispositivos. Afinal, como a inteligência artificial deve ser incorporada na nossa vida e cotidiano? Quais são os limites destas ferramentas e da sua relação com os seres humanos? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Bruno Romani, editor do Link, editoria de tecnologia do Estadão. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Rebeca Freitas Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
José Roberto de Toledo conversa com o repórter Rodrigo Ortega sobre os bastidores da reportagem "Como o gospel dominou a música pop", que mostrou a ascensão do gospel na voz de cantoras da Geração Z --ou 'Z-sus'.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Luiz Candreva, um dos maiores futuristas do Brasil, é Head de inovação na Ayoo, board member na Boali e 4Pay. Professor na Fundação Dom Cabral e HSM, mentor no MIT Venture Services. Colunista na CBN e CNN. Luiz Candreva: https://www.instagram.com/luizcandreva/ Escute: Spotify: http://excepcionais.com/spotify Siga: Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/MarceloToledo/ Instagram: https://www.instagram.com/ExcepcionaisPodcast/ TikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast Patrocinador: G4 Educação Leve seu negócio para o próximo nível. 10% de desconto em todos os cursos digitais. Cupom: excepcionais https://bit.ly/excepcionais-g4educacao