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Enquanto Donald Trump surpreende com declarações contraditórias sobre um possível acordo com o Irão — anunciando primeiro bombardeamentos e depois uma assinatura iminente —, em Portugal o discurso do Presidente da República no 10 de Junho, nas comemorações do Dia de Portugal nos Açores, recolhe elogios transversais. Diogo Feio e Pedro Delgado Alves analisam as mensagens de Seguro sobre as Forças Armadas, a autonomia regional e o papel de Portugal no multilateralismo. Sobre o diploma das bandeiras, os dois comentadores convergem: é uma guerra cultural que desvia o debate do essencial. Na Prestação Social Única, o PS e o Governo continuam sem acordo, com Pedro Delgado Alves a alertar para os riscos de um “cheque em branco” sobre quem fica de fora e quais os valores a praticar. Já Diogo Feio critica a estratégia socialista de oposição sistemática e apela a uma maior disponibilidade negocial. Ouça a análise dos comentadores no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 12 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como foi o trabalho do Intercept Brasil a partir do vazamento de mensagens que mostraram uma proximidade inédita entre o candidato à presidência Flávio Bolsonaro e o dono do banco Master Daniel Vorcaro? Quais os desafios para conferir a veracidade do material enviado por fonte anônima? Como uma papinha quase impediu que a fatídica pergunta sobre o financiamento do filme Dark Horse fosse feita?Episódio relacionados86: a Vaza Jato e o mea culpa da imprensa134: Los golpistas fujones141: Tchau, Rio147: Um data center incomoda muita genteEntrevistados do episódioPaulo MotorynJornalista formado na PUC-SP, é repórter de política do Intercept Brasil e roteirista de não-ficção em Brasília. Trabalhou nas redações do site Poder360, do jornal Lance! e da revista Brasileiros.Leandro BeckerJornalista, editor no Intercept, tem 20 anos de experiência em reportagem, edição e gestão de equipes e projetos multimídia em jornal, rádio, TV e jornalismo digital, com passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, NSC TV, Globo Rural, Agência Lupa, Exame, UOL e O Estado de S. Paulo.Cecília OliveiraCecília Olliveira é autora de Como Nasce um Miliciano e jornalista investigativa dedicada a cobertura do tráfico de drogas e de armas e a violência. É cofundadora do Intercept Brasil, diretora fundadora do Instituto Fogo Cruzado e membro da The Global Initiative Against Transnational Organized Crime.Laís MartinsJornalista e repórter do Intercept Brasil, formada pela PUC-SP e mestra em Comunicação Política pela Universidade de Amsterdam. Foi fellow do Pulitzer Center, com um projeto sobre como a política armamentista do governo Bolsonaro impactou mulheres brasileiras, e do Rest of World, investigando a intersecção entre trabalho e tecnologia na América Latina.Thalys AlcântaraRepórter do Intercept em Brasília, trabalhou em O Popular e Metrópoles, foi vencedor do Prêmio de Jornalismo Investigativo da União Europeia e do Prêmio Dom Tomás Balduino de Direitos Humanos.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
FASHION VOCAB TALKS - lista de espera: https://www.modanamochila.com/fashionvocabtalksA gaúcha Francys Saleh é professora de moda, mentora e especialista em moulage francesa e desenvolvimento de coleção com foco em criatividade. Depois de conquistar diversas formações em moda, modelagem, marketing e negócios internacionais, ela decidiu iniciar um doutorado em Política Social e Direitos Humanos na Universidade Católica de Pelotas, e parte da sua pesquisa é desenvolvida na região da Puglia, na Itália.Além da trajetória acadêmica, a Francys já trabalhou em grandes empresas como Grendene e Dakota, expôs seus trabalhos na Première Vision em Paris, e hoje soma mais de 5 mil alunos no seu curso Segredos da Moulage Francesa.O trabalho da Francys é reconhecido mundialmente, ela faz parte do time de professores da plataforma espanhola Domestika e representa no Brasil a Promostyl, agência francesa de referência em pesquisa de tendências. Com uma trajetória que mistura moda, pesquisa, arte e educação, ela compartilha conteúdos e experiências incríveis há mais de 20 anos.convidada: https://www.instagram.com/francyssaleh/ Paris com Francys: https://www.francyssaleh.com/single-post/paris-com-francys-2%C2%AA-edi%C3%A7%C3%A3o-da-viagem-de-estudos-na-capital-da-modav newsletter: https://modanamochila.substack.com/about Ig: https://www.instagram.com/modanamochila/
Especialista destacou relatos de violência, deslocações forçadas e violações e apelou sobre proteção dos civis, reforço do Estado de direito, justiça e reconciliação.
Debate da Super Manhã: Agressões físicas, abusos sexuais, violência psicológica, negligência e exploração infantil são registrados diariamente, revelando uma realidade que afeta milhares de crianças e adolescentes. Dados de órgãos de proteção à infância mostram que grande parte das ocorrências acontece dentro do ambiente familiar, espaço que deveria oferecer segurança e acolhimento. No debate desta terça-feira (2), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com convidados sobre os impactos da violência na saúde das vítimas, a identificação e a denúncia de casos suspeitos, os números da violência infantil no Brasil e no estado, além dos desdobramentos da Lei Henry Borel. Participam a pedagoga e doutora em Educação, professora do Centro de Educação e no Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos da UFPE, Catarina Gonçalves, a vice-presidente do Conselho Municipal de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Cidade do Recife (COMDICA), Germana Suassuna, e a assistente social do Centro Especializado de Acolhimento às Vítimas de Crimes a Atos Infracionais do Tribunal de Justiça de Pernambuco (CEAVida -TJPE), Tanany Reis @tjpeoficial
No livro O Regime Internacional dos Direitos Humanos e o Sul Global, o jurista Durval de Noronha Goyos Jr. oferece uma reflexão profunda sobre os direitos humanos, focando nos caminhos e contradições do debate atual. Em entrevista ao Conexão Senado, ele critica a predominância das narrativas ocidentais e mostra como os direitos humanos podem ser usados como ferramentas de poder político, econômico e cultural. Durval também destaca mudanças na perspectiva do Sul Global, a importância de uma visão ampla sobre o tema, e como defender os direitos humanos sem atender a interesses específicos.
Neste programa Semana em África, voltamos à situação na RDC, a braços com a epidemia do ébola, e olhamos para as medidas que Angola começou a adoptar. Também olhamos para Cabo Delgado, onde a retoma do projecto da francesa Total gera críticas. Ainda em Moçambique, destacamos o estudo do CIP sobre o fecho de 500 empresas nos últimos dois anos. Quanto a Cabo Verde, o destaque vai para a Cimeira das Nações Crioulas. Começamos com a República Democrática do Congo, onde chegou, esta sexta-feira, o director da Organização Mundial de Saúde para tentar encontrar mais respostas para conter a epidemia de ébola. Recordo que, até ao final da semana, tinham sido registadas 246 mortes em mais de mil casos suspeitos, de acordo com um relatório do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, a agência de saúde da União Africana. Também esta sexta-feira,foi confirmada uma recuperação, a primeira desde o início da epidemia. Entretanto, em Angola, as autoridades sanitárias intensificam as medidas de vigilância e prevenção contra o Ébola, sobretudo nas regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo, devido ao índice de mortes provocado pela epidemia. A 23 de Maio, a agência de saúde Africa CDC alertou que Angola está entre os dez países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da RDC, epicentro da epidemia, e do Uganda. Um trabalho de Francisco Paulo. Poucos meses depois de ter retomado o projecto moçambicano de gas natural liquefeito em Cabo Delgado, esta sexta-feira, a TotalEnergies reuniu-se em Paris para a sua assembleia-geral para apresentar lucros recorde. Daniel Ribeiro, da ong moçambicana Justiça Ambiental, denuncia que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”. Em Moçambique, um grupo de membros da Renamo submeteu à Procuradoria-Geral da República um documento com 18 mil assinaturas para impugnar a liderança de Ossufo Momade. O coordenador nacional da comissão de gestão do partido, Edgar Silva, pediu a Ossufo Momade que apresente contas. Em Moçambique, desde 2024, mais de 500 empresas fecharam e deixaram mais de 15 mil trabalhadores desempregados devido à escassez de divisas no país. A conclusão é do Centro de Integridade Pública que divulgou em Maputo um estudo sobre esta problemática, como explica a investigadora do CIP, Teresa Boene. Em Cabo Verde, arranca esta quinta-feira a Cimeira das Nações Crioulas, que decorre até ao dia 30 de Maio. Num contexto internacional marcado por guerras, intolerância e profundas desigualdades, o Presidente José Maria Neves defende que esta iniciativa pretende criar uma nova dinâmica de diálogo, assente na cooperação e na valorização das identidades crioulas. Em Cabo Verde, as mulheres representam menos de dois por cento da população prisional, mas a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania alerta que esta realidade não pode esconder os desafios enfrentados pelas reclusas. A instituição defende medidas mais equitativas e condições mais dignas para o cumprimento das penas, sobretudo no contacto com os filhos menores. Odair Santos. Em São Tomé e Príncipe, a vice-presidente da ADI - Acção Democrática Independente -, Celmira Sacramento, anunciou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que o partido apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra, nomeadamente, o primeiro-ministro Américo Ramos.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Militares brasileiros atuam para conter ebola na RD Congo*ONU pede que Chile avance no plano de busca por desaparecidos da ditadura*Chefe de Direitos Humanos quer fim do retorno involuntário de afegãos*Surto de ébola ameaça intensificar insegurança alimentar na RD Congo
Quase 270 mil pessoas já foram deportadas para o Afeganistão desde o início do ano; medida é uma violação dos direitos dos refugiados; Volker Turk insta Estados a cumprirem “obrigações legais internacionais”.
Esta semana assinala-se o Dia Internacional da Higiene Menstrual. A pobreza menstrual continua a afectar milhões de mulheres e raparigas em todo o mundo. Em Moçambique, a dimensão real do problema é difícil de medir. “Nós não temos dados. A questão da pobreza menstrual está relacionada com a própria visão da mulher, do corpo da mulher”, afirma Nair Teles, directora executiva do Centro de Estudos em Direitos Humanos, Saúde e Sociedade de Moçambique. Para a investigadora, o silêncio em torno do tema impede até a sua quantificação. “Aquilo que não se fala não existe”. A pobreza menstrual continua a afectar milhões de mulheres e raparigas em todo o mundo. Segundo dados das Nações Unidas, cerca de 1,8 mil milhões de pessoas menstruam todos os meses, mas mais de 500 milhões não têm acesso a produtos menstruais, água potável ou saneamento adequado para gerir a menstruação de forma digna e segura. Em África, a situação é agravada pela pobreza, pela falta de infra-estruturas e pelo estigma social em torno do corpo da mulher e da menstruação. Esta semana assinala-se o Dia Internacional da Higiene Menstrual. Em Moçambique, a dimensão real do problema é difícil de medir. “Nós não temos dados. A questão da pobreza menstrual está relacionada com a própria visão da mulher, do corpo da mulher”, afirma Nair Teles, directora executiva do Centro de Estudos em Direitos Humanos, Saúde e Sociedade de Moçambique. Para a investigadora, o silêncio em torno do tema impede até a sua quantificação. “Aquilo que não se fala não existe”, sublinha. Segundo Nair Teles, a pobreza menstrual não se resume à falta de pensos higiénicos. Está ligada à ausência de informação, à dificuldade de acesso aos serviços de saúde e à forma como o corpo feminino continua a ser encarado socialmente. “Uma jovem ou uma mulher em situação de pobreza extrema muitas vezes nem sabe porque está a menstruar. Ela só sabe que menstrua”, explica. A directora executiva do Centro de Estudos em Direitos Humanos, Saúde e Sociedade de Moçambique aponta ainda falhas na comunicação dentro das famílias, nas escolas e nas próprias instituições públicas: “Um pai não fala sobre isso com a filha. A mãe também passou pelo mesmo silêncio. Há uma naturalização desse silêncio.” A situação tende a ser ainda mais invisível nas zonas rurais: “A mulher rural não existe, embora seja ela que nutre, seja ela o esteio”. Em muitos casos, o custo dos produtos menstruais torna-se incomportável face às necessidades básicas de sobrevivência. A investigadora defende que distribuir produtos menstruais é importante, mas insuficiente sem educação e debate público: “É preciso quebrar o silêncio. Explicar o corpo da mulher, a menstruação, a tensão pré-menstrual, a menopausa. O corpo da mulher não pode continuar a ser tratado como tabu.” Nair Teles considera que a pobreza menstrual é apenas uma das manifestações de um problema mais profundo relacionado com a condição feminina no país: “Tudo isto tem relação directa com a visão da mulher. O que é isto que a gente chama de mulher? Ela é só para uso? Para procriar? Para cuidar da casa e dos filhos? O que nós somos?”, questiona.
Entrevistadas: Debora Santos, docente na Faculdade de Enfermagem e Coordenadora da Comissão Assessora de Diversidade Étnico-racial (Cader) e Aparecida do Carmo Miranda Campos, assistente social do Serviço de Atendimento e Encaminhamento Institucional das Denúncias de Racismo (SAER) O enfrentamento ao racismo estrutural nas universidades públicas brasileiras tem se tornado uma pauta cada vez mais urgente diante das desigualdades históricas que seguem atravessando o cotidiano acadêmico. Para além dos casos explícitos de discriminação, estudantes, servidoras(es) e docentes negros convivem com práticas que reproduzem exclusão, silenciamento e violência racial.Uma das iniciativas voltadas ao enfrentamento desse cenário é o Serviço de Atendimento e Encaminhamento Institucional das Denúncias de Racismo (SAER), vinculado à Diretoria Executiva de Direitos Humanos da Unicamp.O serviço atua no acolhimento de vítimas, orientação sobre procedimentos institucionais e encaminhamento de denúncias, buscando fortalecer mecanismos de responsabilização e contribuir para a construção de um ambiente universitário mais justo, diverso e comprometido com os direitos humanos.Para aprofundar o debate sobre os desafios do combate ao racismo institucional e o funcionamento do SAER, o videocast recebe a professora Débora Santos, docente na Faculdade de Enfermagem e Coordenadora da Comissão Assessora de Diversidade Étnico-racial (Cader) e e Aparecida do Carmo Miranda Campos (Thida), assistente social do Serviço de Atendimento e Encaminhamento Institucional das Denúncias de Racismo (SAER).Durante a conversa, as convidadas discutem a importância da escuta qualificada às vítimas, os caminhos institucionais para enfrentamento das denúncias e os limites ainda impostos pelo racismo estrutural dentro das instituições públicas de ensino superior.O episódio também debate como políticas de diversidade e ações afirmativas precisam estar articuladas a mecanismos concretos de proteção, acolhimento e responsabilização para que a permanência estudantil e o acesso à universidade sejam, de fato, acompanhados de condições dignas e seguras para a população negra. Você pode ouvir o podcast #ConexãoADunicamp no Spotify ou acesse pelo Youtube. CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula Vianna e Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742 Inscreva-se, curta e compartilhe! ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 35212470 / (19) 35212471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br
Este é nosso epísódio 247, nele ecebemos o professor Philippe Cupertino para uma conversa sobre os povos ciganos, identidade, racismo, resistencia e luta por justiça . Phillipe Cupertino Salloum e Silva é professor Adjunto de Teoria Geral do Processo e Direito Processual Civil, Coordenador do Curso de Graduação em Direito (2022-2026) e docente permanente do Mestrado em Direito da Universidade Federal de Jataí. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde integra o grupo de pesquisa “Luta por direitos e justiça e práticas estatais: uma perspectiva etnográfica”. Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Federal da Paraíba (2015). Bacharel em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (2013). Atuação em coordenação e parceria com projetos de assessoria jurídica universitária popular, com foco em povos e comunidades tradicionais. Secretário de Articulação Política do Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais – IPDMS (2023-2025). Experiência com pesquisas empíricas com abordagem etnográfica intercalando Antropologia, Direitos Humanos e os estudos sobre as instituições jurídicas e o Estado. O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Se gosta do conteúdo do podcast, apoio nossa campanha de financiamento coletivo no Catarse, O endereço é http://catarse.me/filosofia_pop. A contribuição mínima que pedimos ´de 5 reais mensais. Se você preferir, pode contribuir através de nosso pix, que é contato@filosofiapop.com.br. Se não pode contribuir financeiramente, ajude divulgando, comentando, indicando para amigos. Precisamos dessa força! Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #247 – Ciganos, com Phillipe Cupertino apareceu primeiro em filosofia pop.
Comissão de Direitos Humanos faz debate para avaliar o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência contra Crianças e Adolescentes; Davi Alcolumbre anuncia votação de vetos para destravar convênios com prefeituras; Gabriel Galípolo fala aos senadores sobre atuação do Banco Central no Caso Master.
A defesa permanente dos direitos humanos fundamentais será prioridade na condução do Grupo Nacional de Defesa dos Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH), assim como já é na atual gestão do Ministério Público do Acre. A afirmação foi feita pelo procurador-geral de Justiça do Acre, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, ao presidir a primeira reunião do grupo nacional durante a 2ª Reunião Executiva dos Grupos Nacionais do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG), realizada na sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em Brasília.
O procurador-geral de Justiça do Acre, Oswaldo D'Albuquerque Lima Neto, participou das atividades da 2ª Reunião Executiva dos Grupos Nacionais do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), em Brasília, ocasião em que também esteve presente, a convite do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, do lançamento do programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, realizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. O programa prevê investimento de R$ 11 bilhões em ações integradas de segurança pública, com foco na asfixia financeira das organizações criminosas, no fortalecimento do sistema prisional, no combate ao tráfico de armas e na qualificação das investigações de homicídios.
Textos foram debatidos durante a 2ª Reunião Executiva do GNDH, em Brasília, e tratam de população em situação de rua, comunidades terapêuticas, conflitos fundiários e proteção de grupos vulneráveis
Comissão de Direitos Humanos vai analisar projeto que destina à Confederação Brasileira de Desporto de Surdos parte da arrecadação das loterias.
Ativista Thiago de Ávila foi preso, juntamente com o espanhol/sueco Saif Abukeshek, em águas internacionais; ambos integram Flotilha Global Sumud, que presta apoio humanitário a Gaza; Escritório de Direitos Humanos ressalta preocupação com “relatos perturbadores de maus-tratos severos”.
Na segunda parte da conversa, a artista multidisciplinar Grada Kilomba reflete sobre como a violência e a desumanização se banalizam quando surgem novas crises e guerras, ao mesmo tempo que surgem novas forças de solidariedade. Grada nomeia Bell Hooks e Angela Davis, como vozes negras que a inspiram. A artista recorda depois o que a levou a deixar a academia, e a deixar de dar aulas em duas universidades de Berlim, para se afirmar apenas artista e como as suas obras levam outras comunidades aos museus. Grada afirma que o amor, assim como a arte, são atos políticos e de resistência e alerta para o facto de que os corpos femininos negros são ainda alvo dos maiores silenciamentos e violências. No final, lê um pequeno excerto do seu livro “Memórias da Plantação”, partilha algumas das músicas que a acompanham e fala do seu regresso a Portugal, depois de duas décadas a viver em Berlim. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa, voltamos a alguns dos temas africanos que marcaram a semana. Destaque para Cabo Verde, onde arrancou a campanha para as legislativas de 17 de Maio. Em Angola, o activista angolano Osvaldo Caholo foi condenado a dois anos e seis meses de prisão e começou o julgamento de uma antiga ministra das Pescas por suspeita de apropriação indevida de dinheiro público. Em Moçambique, uma recente superstição propagada também pelas redes sociais gerou uma onda de violência e vários mortos. A escalada de violência no Mali também esteve no centro das preocupações. Começamos com Cabo Verde onde arrancou, esta quinta-feira, a campanha eleitoral para as legislativas de 17 de Maio. São cinco os partidos que disputam as eleições, mas nem todos concorrem nos 13 círculos. As explicações de Odair Santos, o nosso correspondente. Em Moçambique, a Comissão Nacional de Direitos Humanos condenou a violência no país na sequência de superstições de magia ligadas a receios de atrofiamento de órgãos genitais. Esta quarta-feira, já eram 19 as pessoas que morreram vítimas de agressões físicas ligadas a esta crença. As superstições verificaram-se desde 18 de Abril em Cabo Delgado e espalharam-se pelas províncias de Nampula e Zambézia, bem como pelas redes sociais. O director do serviço de saúde de Cabo Delgado, Edson Fernando, lamentou o que chamou de “pânico colectivo”. Em Angola, na segunda-feira o activista angolano Osvaldo Caholo foi condenado a dois anos e seis meses de prisão por instigação pública ao crime. A pena foi considerada “excessiva” pela defesa, que aponta contradições e fala em “prisão política”. Caholo foi um dos activistas detidos na sequência dos protestos contra o aumento dos combustíveis, em Julho de 2025, que desencadearam tumultos e pilhagens em vários pontos do país com pelo menos 30 vítimas mortais em Luanda. A defesa do activista que está detido há nove meses, apresentou recurso contra a decisão que olha como “política”, como explicou à RFI Simão Afonso, um dos advogados de Osvaldo Caholo. Também em Luanda, arrancou esta semana o julgamento de Vitória de Barros Neto, antiga ministra das Pescas, e mais três cidadãos, por suspeita de apropriação indevida de dinheiro público no exercício de funções. Esta semana, o Mali viveu uma nova escalada de violência. No sábado passado, grupos jihadistas e rebeldes tuaregues lançaram ataques simultâneos em várias cidades e o ministro da Defesa, Sadio Camara, foi morto num dos ataques. Os rebeldes tuaregues da Frente de Libertação de Azawad controlam a cidade de Kidal, no Norte do Mali, e tentam aproximar-se de Bamaco, cortando várias estradas que ligam a capital ao resto do país. Tropas paramilitares russas continuam no país, mas sofreram recuos em algumas áreas. Em entrevista à RFI, Leonardo Simão, representante da ONU para a região do Sahel, alertou para o "crescendo da sofisticação dos ataques" em relação aos que se realizaram no fim-de-semana passado.
Pelo menos 21 pessoas foram executadas e mais de 4 mil presas sob acusações relacionadas à segurança nacional; chefe de Direitos Humanos da ONU pediu suspensão de todas as execuções; relatos de tortura e confissões forçadas são motivo de preocupação.
Anúncio feito pelo presidente do Conselho de Direitos Humanos informa que Sofía Macher Batanero substitui a jurista portuguesa Marta Valiñas, que concluiu mandato no início deste ano; grupo, formado em 2019, deve seguir até outubro deste ano.
O Presidente recebe a UGT, antes da decisão final sobre a revisão do Código Laboral. Terá Seguro um papel nesta negociação ou resta-lhe vetar o que o Parlamento aprovar. Nesta Comissão Política, analisamos as opções Incomodada com a pressão do Presidente, a UGT vai a Belém esta semana, antes da sua decisão final sobre as negociações. Neste episódio da Comissão Política, analisamos as opções da central sindical, do Governo e do próprio Presidente, sobre uma legislação que já teve destino quase traçado, mas que ainda terá várias sequelas. Comentários de Eunice Lourenço, Rita Dinis e Vítor Matos, com moderação de David Dinis, sonoplastia de Salomé Rita e ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Helena Ferro Gouveia considera que quebra de acordo de associação entre UE e Israel "tem agenda política de Pedro Sanchez" por causa da situação política interna, em Espanha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em um Brasil que se ergueu baseado em tantas desigualdades, a busca por uma sociedade mais igualitária passa obrigatoriamente pela atuação presente do Estado. Mas quais os avanços, as políticas, o presente, as ações e o futuro da igualdade racial no Brasil? Em busca de respostas, Cynthia Martins conversa com a nova Ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros. Rachel, que assume o mistério em 1 de abril de 2026, é Doutora em Sociologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e ativista dos Direitos Humanos. Ela, que já era secretária-executiva do Ministério, responde perguntas cruciais como o enfrentamento à morte de jovens negros e como ministério está tratando o feminicídio, que atinge em sua maioria mulheres negras no Brasil.Cynthia Martins convida você a conhecer a história repleta de reviravoltas e resistência de Rachel Barros.Apresentação: Cynthia MartinsGravação: Gustavo Santos Edição: Gabrielli SoaresSonorização: José Antonio de Araújo
Torturado. Executado. Abandonado nas matas. Vigário Luís Balanta queria apenas que os votos dos guineenses fossem respeitados. Exigia democracia e pagou com a vida.
A ativista Amanda Abreu recorre ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos contra o governo de Portugal pela alegada inércia sistemática das instituições públicas, que mantêm milhares de cidadãos estrangeiros sem documentação correta, o que acarreta consequências sociais severas.
O ativista Sumaila Djaló condena, em entrevista à DW, o assassinato de Vigário Luís Balanta, secretário do movimento "Po di Terra", na Guiné-Bissau. Djaló afirma que “foi um crime político" e sociedade civil deve reagir.
O espancamento até à morte do activista Vigário Balanta marcou a semana na África lusófona, com a sociedade civil a pedir o apuramento das responsabilidades neste crime. O corpo do activista Vigário Luís Balanta, representante do Movimento Revolucionário Pó de Terra, foi descoberto no início da semana com sinais de espancamento a cerca de 30 quilómetros de Bissau. Desde a tomada de poder pelos militares em Novembro de 2025 an Guiné-Bissau, que Vigário Balanta se tinha vindo a destacar como uma das figuras mais activas na denúncia do regime militar e defesa das liberdades cívicas no país. Para Armando Lona, coordenador da Frente Popular, entrevistado por Lígia Anjos, trata-se de "uma grande perda" para a Guiné-Bissau. Ao mesmo tempo que os primeiros rumores do desaparecimento e morte de Vigário Balanta começaram a correr em Bissau, as rádios privadas guinenses foram temporariamente fechadas pelo Governo de transição devido a uma alegada falta de pagamento de licença de emissão. O encerramento durou entre terça e quarta-feira, como relatou o nosso correspondente Mussá Baldé. Para Armando Lona, coordenador da Frente Popular, esta foi uma decisão política e não ligada às licenças, sendo que não serve de nada já que as notícias são agora difundidas e comentadas nas redes sociais, não sendo possível privar o povo de saber o que se passa no país. As autoridades guineenses condenaram a morte “em circunstâncias particularmente violentas” de Vigário Luís Balanta. O Governo de transição disse ter tomado conhecimento “com profunda consternação e viva indignação” do que considera ser um “lamentável e condenável acontecimento”. Para o jurista senegalês e perito independente junto da ONU, Alioune Tine, presente na Guiné-Bissau aquando o assassinato de Vigário Balanta, tratou-se de “crime internacional” e uma caso de “execução extrajudicial” para intimidar a sociedade civil do país, como disse em entrevista a Lígia Anjos. A Liga Guineense dos Direitos Humanos reagiu com profunda consternação ao assassínio do activista político Vigário Luís Balanta, classificando-o como uma execução sumária marcada por extrema brutalidade. Segundo Bubacar Turé, presidente da liga em, este acto envia uma mensagem clara de insegurança generalizada num país onde “ninguém está a salvo”, comod escreveue m entrevista a Cristiana Soares. Na quinta-feira realizaram-se as cerimónias fúnebres de Vigário Luís Balanta levando centenas de pessoas às ruas de Bissau com palavras de ordem como liberdade e democracia.
Especialista, que visitou o país, deve apresentar relatório sobre o tema ao Conselho de Direitos Humanos, no próximo ano; Gehad Madi reuniu-se com migrante, representantes de povos indígenas, mulheres crianças, autoridades e membros das Forças Armadas; para ele, o Brasil se destaca no acolhimento e outras áreas.
Situação no país foi tema de debate em Conselho de Direitos Humanos, em Genebra; já em Nova Iorque, Conselho de Segurança faz encontro sobre a crise a portas fechadas.
Iniciativa tem parceria com o Escritório para as Instituições Democráticas e os Direitos Humanos e financiamento da Comissão Europeia; agência que ajudar a prevenir racismo e na promover inclusão.
Alto-comissário para Direitos Humanos da ONU discursou em debate urgente sobre Irã, em Genebra, dizendo que crise criou caos em toda a região afetando países do Golfo Pérsico e outras nações; ele pediu o fim do conflito que tem potencial para se espalhar.
Projeto de resolução deve ser apresentado ao órgão pelo Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo; evento que acontece nesta quarta-feira responde solicitação, feita há uma semana, pelo Bahrein.
Convidado: Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil. Na última terça-feira (17), o presidente Lula assinou o decreto que cria o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. O ECA Digital cria regras que obrigam redes e provedores de conteúdo a controlar o acesso de menores de 16 anos, e a garantir que eles não recebam conteúdos impróprios para a idade. Essa é uma pauta que ganhou os holofotes do debate público depois da publicação do vídeo do influenciador Felca, em agosto de 2025. Nele, Felca denunciou a sexualização de crianças e adolescentes e o uso indevido da imagem de jovens com a finalidade de ganhar dinheiro com conteúdo online. Apenas em 2025, o Brasil registrou quase 90 mil denúncias de crimes cibernéticos: mais de 60% deles alertavam para abuso e exploração sexual infantil. Neste episódio, o secretário de Políticas Digitais do Governo Federal, João Brant, relata quais são os quatro eixos mais importantes do ECA Digital. E Natuza Nery entrevista Thiago Tavares, presidente da SaferNet Brasil, associação civil que atua na defesa dos Direitos Humanos na Internet há mais de 20 anos. Thiago explica o que muda na prática a partir de agora.
Data instituída pela Assembleia Geral em 2010 homenageia o Arcebispo Óscar Arnulfo Romero, de El Salvador; tributo cobre ainda aos que dedicaram vidas ou as perderam a fim para promover e proteger princípios fundamentais.
Moçambique aprova novas leis da comunicação social sob polémica: críticos apontam restrições aos órgãos internacionais. A Guiné-Bissau registou a maior queda no índice da Freedom House após golpe militar de 2025. Para compreender melhor o impacto ouvimos Bubacar Turé, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos.
Dos decretos assinados pelo presidente Lula, um regulamenta a lei aprovada, outro cria o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, ligado à Polícia Federal, para receber e centralizar denúncias; e o terceiro estrutura a Agência Nacional de Proteção de Dados, responsável pela fiscalização.Sonoras:
Alto comissário falou ao Conselho de Direitos Humanos que espaço cívico do país tem restrições e muitos venezuelanos ainda estão presos de forma arbitrária; Volker Turk pede às autoridades que reavaliem declaração de estado de emergência.
O Estatuto da Criança e do Adolescente no meio digital entra em vigor impondo novas regras para a proteção deste público em redes sociais, jogos e sites. A norma foi sancionada pelo presidente Lula em setembro do ano passado e representa um marco para um ambiente mais seguro na internet. Sonoras:
Relatora especial Mai Sato pediu retomada do diálogo político, restabelecimento de acesso irrestrito à internet e fim da escalada militar; país sofreu aumento de execuções de pena de morte em 2025, tendência continuou este ano.
Deportação e transferência forçada de crianças ucranianas bem como desaparecimentos forçados por autoridades russas foram denunciadas ao Conselho de Direitos Humanos da ONU.
Chefe de Direitos Humanos fala de risco de “grandes ramificações econômicas e ambientais ao redor do mundo”; movimentos populacionais aprofundam necessidade de ajuda; instabilidade no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho já estão afetando cadeias de suprimentos e entrega de itens de ajuda.
DA MTV PARA O CAOS DE SP! Nesta quinta (05), o Pânico recebe a comunicadora e política que já viu de tudo nessa vida (menos o Morgado magro): Soninha Francine! A ex-apresentadora que trocou a TV pelas ruas de São Paulo e já foi até Secretária de Direitos Humanos vem responder na lata: tem como resolver o problema das pessoas em situação de rua? E como fica o tabuleiro político pras Eleições 2026? E quem ficar de fora nunca vai realizar o sonho de virar VJ da MTV!
A Polícia Federal estima que pouco mais de 3.500 brasileiros foram deportados dos Estados Unidos no segundo mandato de Donald Trump. Embora não existam dados oficiais de quantos deles foram separados de suas famílias, uma pesquisa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania mostra que quase 70% deixaram ao menos um familiar para trás, o que implicaria mais de 2.000 famílias brasileiras divididas à força pelo governo norte-americano. A repórter e colunista do UOL em Washington Mariana Sanches mapeou seis dessas famílias e entrevistou três delas. Neste episódio do podcast UOL Prime, Mariana conta ao apresentador José Roberto de Toledo sobre as dificuldades vividas pelos brasileiros separados à força. Também detalha o funcionamento da nova versão da política de fragmentação de famílias que marcou a primeira gestão de Donald Trump, entre 2017 e 2021. No primeiro mandato, mais de 5.000 mil crianças foram separadas de seus pais logo após atravessarem a fronteira entre México e EUA.
Escritório de Direitos Humanos da ONU pede investigação sobre ataque à escola no sul do Irã; conflito já afetou 12 países; Líbano tem nova onda de deslocados.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal iniciou nesta terça-feira o julgamento dos acusados de serem mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, e do motorista Anderson Gomes.A Procuradoria-Geral da República pediu a condenação dos cinco réus. O vice-PGR, Hindenburgo Chateaubriand, defende que há provas suficientes contra os réus.Madeleine Lacsko e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #MarielleFranco #CasoMarielle #STF #JusticaPorMarielle #Investigacao #SupremoTribunalFederal #PoliticaBrasil #RioDeJaneiro #SegurancaPublica #NoticiasUrgentes #BrasilHoje #CrimeOrganizado #MarielleFranco #CasoMarielle #STF #Justica #PoliticaBrasil #Noticias #RioDeJaneiro #AndersonGomes #DireitosHumanos #Brasil #Brazão #RonnieLessa #MarielleFranco