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Molts compositors posteriors han rebut influ
O Gustavo ouviu as discografias dos Nuclear Warfare, uma banda thrash da Tailândia e outra banda thrash da Alemanha. Também ouviu Hypnos, death metal da Chéquia. O Paulo fala do facto de que não é só no metal que há artistas que nunca se conseguiram livrar das suas influências, como por exemplo o Chris Isaak. Depois, o Paulo fala da cover que os Ratos de Porão fizeram dos Lobotomia.Episódio com o apoio da Hellsmith: https://hellsmith.eu/Disponível nas plataformas de podcasts.Patreon - https://www.patreon.com/laughbangingiTunes - http://itunes.apple.com/podcast/laughbanging/id1082156917Spotify - https://open.spotify.com/show/1acJRKPw6ppb02ur51bOVkFacebook - https://facebook.com/laughbanging#laughbangingpodcast #podcast #portugal #heavymetal #hellsmithmetalmerch #thrashmetal
Most Christian men aren't building their families in a way that is producing strength, legacy, or long-term faithfulness. The Bible teaches us a better way. In the third episode of this "Abrahamic Starter Kit Series," we unveil The Abrahamic Model — a completely different operating system for marriage, child-raising, and money. In this episode, we go back to the biblical mandate and show what it looks like for a man to lead his home with sacrificial authority so that his wife thrives and his children grow up ready to carry the family torch. This isn't about trends. It's about reclaiming God's original design — and building something that lasts for generations. About Abraham's Wallet: Abraham's Wallet exists to inspire and equip Biblical family leaders. Please partner with us in inspiring and equipping multi-gen families at https://abrahamswallet.com/support AW website Apple Podcasts Spotify YouTube Facebook LinkedIn Instagram Chapters (00:00:00) - How to Run Your Home and Your Dough Like a Biblical Boss(00:00:22) - Abraham's Wallet(00:08:38) - Abraham's Wallet: I Don't Want to Be an Influ(00:12:09) - A Pastor is God's Chosen Leader(00:20:10) - The Abrahamic Profile(00:26:38) - Marriage and the Family(00:27:07) - Marriage Talk: Male Headship(00:30:03) - How to Raise Children in the Abrahamic Machine(00:35:03) - Deuteronomy 13: The Care of Your Children(00:38:01) - God on Money and Marriage(00:42:41) - Households and Money(00:48:00) - Abraham's Wallet: The Family Vision
Neste episódio do Julgados e Comentados, Fernanda Soares conversa com o promotor Rodrigo Brandalise sobre a evolução do poder investigatório do Ministério Público. Para além da já consolidada permissão constitucional, o debate foca na exigência internacional de evitar a proteção deficiente do Estado . Brandalise explora como o STF tem incorporado o entendimento da Corte Interamericana de Direitos Humanos, posicionando a investigação como uma garantia da vítima ao esclarecimento dos fatos. A conversa também avança para os desafios práticos atuais, como o hiperformalismo processual e a necessária alfabetização digital dos membros do MP para lidar com cadeias de custódia e extração de dados .Você encontrará nesse episódio:Influência Internacional: A incorporação da jurisprudência da Corte IDH (Caso Favela Nova Brasília e Caso Honorato) nas decisões do STF .Legitimidade Normativa: O papel das Resoluções do CNMP na organização da investigação e a resposta às críticas de legislação em causa própria .Prova Digital: A distinção entre extração de dados e perícia, e a importância da cadeia de custódia em meios digitais.Política Criminal: O foco estratégico do MP em crimes contra a administração, organização criminosa e violações por forças de segurança, evitando o varejo criminal.Artigos mencionados:ESPELHAMENTO DE APLICATIVOS DE COMUNICAÇÃO, INTERPRETAÇÃO JURISPRUDENCIAL E OS DESAFIOS DA CADEIA DE CUSTÓDIAhttps://apps.mppr.mp.br/openjournal/index.php/revistamppr/issue/view/RevistaJuridica20/RevistaJuridica20#MinistérioPúblico #DireitoPenal #ProcessoPenal #CorteIDH #InvestigaçãoCriminal #STF #ProvaDigital #CadeiaDeCustódia #JulgadoseComentados
Opa, aqui é o Diego Maia. Você pode até não perceber… mas o ambiente onde você vive, trabalha e convive está conversando com você o tempo todo.Ele te empurra pra frente. Ou te puxa pra trás.Muita gente acredita que motivação é força de vontade. Que é “acordar inspirado”, “pensar positivo”, “se esforçar mais”. Só que isso é uma meia-verdade — e das perigosas.Motivação não nasce no vácuo. Ela nasce no ambiente.No lugar onde você acorda. Na mesa onde você trabalha. Nas pessoas que você escuta todos os dias. Nas conversas que você normalizou. Nos estímulos que te cercam.E eu aprendi isso do jeito mais duro.Teve uma fase da minha carreira em que eu estava cercado de gente que duvidava de mim. Não era ataque direto. Era ironia disfarçada. Era “cuidado”, “realismo”, “pé no chão”.Mas, no fundo, aquilo drenava minha energia. Minava minha confiança. E fazia eu questionar se o problema era o mercado… ou eu.Até que caiu a ficha:
Ministração do Pr. Willy Sandro no culto do dia 08 de Fevereiro de 2026.
Há 500 anos nascia o maior poeta da língua portuguesa, Luís Vaz de Camões e os versos que compôs criaram uma obra extraordinária, com destaque para Os Lusíadas, grande clássico da literatura portuguesa. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa No poema épico, que narra a viagem de Portugal à Índia comandada por Vasco da Gama, Camões celebra a pátria, mas também critica o poder. Na epopeia, o poeta usou uma linguagem nova considerada fundadora do português moderno. Para comemorar o 5° Centenário do nascimento de Camões, o governo de Portugal organizou exposições, ciclos de debates, palestras, congressos internacionais, publicações, prêmios, espetáculos, oficinas e concursos, entre outros, que acontecem até junho deste ano. “Celebrar o nascimento de Luís de Camões significa, antes de mais nada, reconhecer a sua atualidade. Tratando-se de alguém que nasceu há 500 anos, o mais natural é que o seu rastro tivesse já desvanecido no pó dos séculos”. Por isso, “celebrar Camões é muito mais do que homenagear um nome maior da literatura portuguesa e da literatura universal: é reconhecer a força duradoura da sua obra, cuja presença atravessa séculos, fronteiras e gerações”, ressalta José Augusto Cardoso Bernardes, catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, especialista em literatura camoniana e comissário-geral da Estrutura de Missão para as Comemorações dos 500 anos de Camões. Em sua entrevista para a RFI, o professor Cardoso Bernardes afirma que “a atualidade de Camões é impressionante, a voz do poeta vem do século 16 e chega ao século 21. Nela, encontramos o conflito entre a injustiça e a justiça. Encontramos um tema impressionantemente moderno, que é a insuficiência das palavras para exprimir a realidade, que pode ser subjetiva ou objetiva. Mas talvez a componente mais atual que existe em Camões é o apelo que ele nos faz para não nos resignarmos, para não aceitarmos aquilo que parece uma fatalidade. Lembro que Camões termina Os Lusíadas exultando os portugueses a partirem; a partirem para algum lugar, mas sobretudo a saírem de si próprios. A vocação universalista que sempre nos caracterizou está nos Lusíadas em forma de retrato profundo”, analisa. A intenção do enorme mosaico de eventos nas comemorações dos 500 anos do poeta é contribuir para a valorização do legado camoniano, promover o seu estudo e divulgação através da pesquisa, criação artística, ação pedagógica e reflexão crítica. Embora o centro da programação - que iniciou em 2024 - aconteça em Portugal, as comunidades portuguesas no mundo e os países de língua portuguesa também participam da celebração. Entre as principais iniciativas deste ano em Lisboa, destaque para a exposição No Rastro de Luís de Camões e o congresso internacional O tempo de Camões, Camões no nosso tempo, ambos na Biblioteca Nacional de Portugal, o ciclo de conferências Camões Hoje no Palácio Galveias, o prêmio Conhecer Camões, a ópera Relicário Perpétuo com libreto de Luísa Costa Gomes, no Teatro São Carlos, e a mesa-redonda As Mulheres no Tempo de Camões, na Biblioteca Nacional de Portugal. O Real Gabinete de Leitura, no Rio de Janeiro, que abrigou um ciclo de conferências sobre o poeta, recebeu do governo de Portugal a Ordem de Camões, no último dia 16. A instituição tem o maior espólio de Camões no Brasil, incluindo um dos exemplares da primeira edição de Os Lusíadas, de 1572. Língua portuguesa e Camões Teria sido a partir dos versos de Os Lusíadas que a língua portuguesa se consolidou. A obra não criou o idioma, mas elevou o português a uma das línguas mais importantes da Europa durante o Renascimento. Camões ao escrever em oitavas rimas, estruturou o português com elegância clássica e o transformou em uma língua literária de prestígio. “Os especialistas na língua de Camões reconhecem a capacidade que ele teve senão de reinventar a língua portuguesa, pelo menos lhe conferir um cunho de modernidade, de musicalidade e até de plasticidade que não existia antes dele. E faz com que os versos de Camões nos toquem de uma forma quase sensorial, para além de uma forma também emocional, e isso é uma característica que começa realmente com ele e que os poetas que vieram a seguir procuram imitar. Nós somos todos devedores desta novidade, desta frescura e modernidade que Camões trouxe para a língua que nós falamos”, contextualiza a escritora Isabel Rio Novo, autora de Fortuna, Caso, Tempo e Sorte: biografia de Luís Vaz de Camões. Como uma das figuras mais agregadoras da cultura portuguesa, Camões se transformou em símbolo da identidade nacional, tanto que o dia da morte do poeta, 10 de junho, é quando se celebra o dia de Portugal e das comunidades portuguesas. Especialista em literatura camoniana, o professor da Universidade de Coimbra, José Augusto Cardoso Bernardes comenta o legado de Luís Vaz de Camões. “Distingo dois aspectos no legado de Camões. Um deles tem a ver com nossa língua, por ventura o nosso maior tesouro. Camões não inventou a nossa língua, mas prestigiou-a, mobilitou-a, converteu-a numa das línguas mais importantes da Europa do seu tempo e assim se mantém até hoje. O segundo legado tem a ver com o fato dele nos ter reunido, de nos ter agregado, é um legado precioso. As comunidades necessitam ter uma referência comum e Camões é a referência comum para os portugueses, e eu diria mais, para os falantes de língua portuguesa”. Influência da lírica e da épica camoniana na literatura brasileira Em uma entrevista para a RTP, Radio e Televisão Portuguesa, o professor de Literatura Brasileira na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, Eucanaã Ferraz, lembra que é possível perceber a influência de Camões na poesia de Gregório de Matos – um dos maiores poetas brasileiros no período do Barroco, no século 17. “O Gregório tem construções e imagens que são claramente camonianas. Já no século 18, há mais presença de Camões na sintaxe, certos esquemas de rima, tempos verbais. No século 19, o romantismo brasileiro está diretamente ligado aos movimentos de Independência, portanto, há uma espécie de anti lusitanismo e isso evita uma presença de Camões, que é como um sinônimo de literatura portuguesa. Curiosamente é no modernismo, nos anos 20, que a presença camoniana aparece mais livre. Talvez Carlos Drummond de Andrade seja o poeta que melhor compreendeu e incorporou Camões”, explica. Teses e estudos de alguns linguistas portugueses afirmam que o português do Brasil tem uma fonética muito mais parecida com os Quinhentos – ou seja, o século 16, época que Camões viveu, do que o português contemporâneo de Portugal, que parece ter “fome de comer sílabas”. Visto sob este prisma, é possível que Camões falasse com todas as vogais presentes, assim como os brasileiros se expressam. Além do mais, a métrica dos versos decassílabos dos Lusíadas só fecha quando lida com sotaque brasileiro, com todas as vogais átonas bem pronunciadas. Nos anos 80, o cantor e compositor Caetano Veloso celebrou Camões e o idioma que une o Brasil a Portugal na música Língua “Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões. Gosto de ser e de estar e quero me dedicar a criar confusões de prosódias e uma profusão de paródias que encurtem dores e furtem cores como camaleão. A língua é minha pátria, e eu não tenho pátria, tenho mátria e quero fátria”. Os séculos passam, Camões fica “Camões é uma personalidade interessantíssima com uma vida que parece ter saído das páginas de um romance e teve uma particularidade de ter sido tudo aquilo que um homem podia ser no século 16”, conta para a RFI a escritora Isabel Rio Novo. “Foi um humanista, um estudioso, também um soldado, porque toda a sua vida ganhou como um homem de armas, foi um viajante que conheceu praticamente todos os lugares daquilo que então se chamava o império português, e com toda essa riqueza, com todo esse conhecimento e um talento inexplicável do domínio do gênio conseguiu produzir uma obra poética tão notável que ainda hoje nos interpela e nos emociona”, reflete. “Estamos a falar de um homem que desde os vinte e poucos anos teve sempre envolvido em grandes aventuras e desventuras. Longas viagens, experiências de prisão, expedições militares, portanto, estamos a falar de uma vida muito dura, nos intervalos da qual, Camões inexplicavelmente conseguiu produzir uma obra notável; e note-se que aquilo que nós conhecemos, nomeadamente Os Lusíadas e a poesia lírica que lhe é atribuída pode ser apenas uma parte daquilo que ele foi escrevendo ao longo da sua vida. Isto, como eu digo, é do domínio do inexplicável, estamos a falar realmente daqueles gênios da literatura, dos quais provavelmente na literatura universal existe uma mão cheia”, enfatiza Isabel Rio Novo. A lírica de Camões é frequentemente interpretada por biógrafos como o reflexo de uma vida marcada por amores impossíveis, intensos e frustrados. Como mostra um dos mais famosos sonetos do poeta, publicado em 1598, na obra Rimas, “Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um descontentamento descontente, é dor que desatina sem doer”. Percurso camoniano Muitos mistérios rodeiam a vida de Luís Vaz de Camões. Não se sabe ao certo onde nasceu, onde morou e por onde andou o autor de Os Lusíadas, que viveu no século 16 e se tornou um dos maiores nomes da literatura lusófona. Ao longo dos tempos, Camões se tornou símbolo nacional, mártir literário e a sua consagração como poeta da pátria no imaginário português se mantêm até hoje. Luís Vaz de Camões nasceu provavelmente em Lisboa ou na cidade do Porto, mas a origem de sua família seria da região da Galícia, na Espanha. Reza a lenda que o jovem Camões teria frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de São Cruz, em Coimbra. Na época, a cidade era uma das mais importantes da Península Ibérica e D. Bento de Camões, tio do poeta, era prior do mosteiro e reitor da prestigiosa Universidade de Coimbra. Ainda jovem teria iniciado sua carreira literária como poeta lírico na corte de D. João III. Acredita-se que após uma desilusão amorosa tenha se alistado no Exército da Coroa Portuguesa embarcando para o norte da África em 1547. Foi em Ceuta, no Marrocos, lutando contra os mouros que Camões perdeu o olho direito. Depois deste episódio trágico, o autor quinhentista volta para Lisboa. Intempestivo, ele se envolve em uma briga, desembainha a espada contra um fidalgo e é preso. “Naquela época era preciso bajular o poder, ser humilde, e Camões não era nada disso. Ele era um homem orgulhoso, tinha muita consciência do seu talento, do seu gênio extraordinário e não tinha perfil psicológico para se dar bem com o poder”, explica Vitalina Leal de Matos, professora da Faculdade de Letras de Lisboa. No entanto, o poeta consegue o perdão real em troca de uma espécie de exílio forçado no Oriente, e parte em direção à Goa, na Índia. Luís de Camões navega então os mares que Vasco da Gama havia percorrido meio século antes. Camões viveu cerca de dezessete anos na Ásia, e Goa, chamada de “capital” do império português no Oriente, foi o seu porto seguro. Lá, escreveu sua obra-prima Os Lusíadas. Não há prova de que o poeta viveu na China, mas há relatos de que ele naufragou na costa chinesa e conseguiu salvar o manuscrito de Os Lusíadas, levando-o preso nos dentes até chegar à terra firme. Da Ásia rumou em direção à África; morou em Moçambique e sobrevivia graças a caridade dos amigos. Em 1570 Camões retornou à Lisboa e o rei D. Sebastião autorizou a publicação de Os Lusíadas, poemas sobre as grandezas de Portugal, mas também um prenúncio da decadência do país. Durante os seus últimos anos Camões viveu na miséria, morreu provavelmente vítima da peste no dia 10 de junho de 1580 e foi enterrado como indigente. Um fim triste e solitário. Por proposta da Academia das Ciências de Lisboa, os presumíveis restos mortais de Camões foram transladados e enterrados em um túmulo na Igreja do Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa.
A Claudio Arrau se'l considera un continuador de la tradici
Tanya 9 shvat Cap 22 Parte 1 -Influência divina externa e “por trás” para as criaturas indesejáveis
EUA ameaçam com força militar vizinhos que não ajudarem a combater narcotráfico e influência de rivais no Hemisfério Ocidental. Investigadores veem situação de Toffoli como insustentável e alertam ministros do STF sobre agravamento das investigações do Caso Master. Crianças localizadas em hotel no Centro de SP não são irmãos desaparecidos no MA, diz polícia. Veja quem é o empresário suspeito de sufocar namorada até desmaiar dentro do elevador, em Goiânia. Nada de arroz: saiba o que fazer se o celular cair na água.
Em depoimento prestado à Polícia Federal, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, afirmou não ter utilizado influência política em seus negócios. O depoimento foi prestado pelo banqueiro no dia 30 de dezembro de 2025, quando afirmou que mantém contatos apenas institucionais com autoridades políticas.
Decreto para as 7 esferas de influência - EP 54 - 24.JAN.2025
O Aos Fatos desta quarta-feira (21) destaca comentário do jornalista Breno Altman, afirmando que é na América Latina que os Estados Unidos enxergam a principal possibilidade de recuperar sua influência global. Esta edição ainda repercute uma sindicância administrativa instaurada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) para apurar denúncias de suposto desvio de equipes terceirizadas contratadas com recursos públicos para atuar em uma obra privada, em Salvador.
Estadão Verifica, núcleo de checagem de informações do jornal, ajuda o ouvinte a identificar o que é verdade, mentira, exagero ou conteúdo enganoso em conteúdos divulgados na Internet.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como orar por cada Montanha de Influência - EP 45 - 14.JAN.2025
Os nossos convidados de hoje são irmãos, vieram do interior do Ceará e começaram do zero, sem audiência e com conteúdo orgânico. Vanessa Oliveira e André Oliveira estão no Kiwicastpara mostrar que é possível construir um negócio no digital sem precisar aparecer e utilizando o marketing de influência.Com consistência e visão de negócios, eles já faturaram mais de R$ 2 milhões e transformaram a vida de mais de 10 mil alunos ao redor do mundo.No episódio, eles compartilham na prática:● Como funciona o processo por trás do marketing deinfluenciadores● Por onde começar nas vendas sem aparecer● Como escolher estratégias diferentes para cada redesocial● Como escolher produtos que vendem mais e pagammelhores comissões Dê o play e descubra como essa virada aconteceu.-------------------Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
SECTARIAN WARFARE IN SYRIA Colleague Akmed Sharawari. Akmed Sharawari reports on escalating violence between Syria's Alawite minority and the central government led by former jihadist Al-Shara. He explains that regime remnants and Russian influence are fueling Alawite defiance, while Druze and Kurdish factions also resist integration, complicating US hopes for a stable, unified post-Assad state. NUMBER 5 1921 ALEPPO
Mergulhamos na complexa e fascinante figura de Dioniso, o deus do vinho, do êxtase e da transformação. "Acto XXXIV Dioniso" explora os mitos, simbolismos e as diversas interpretações que cercam essa divindade enigmática da mitologia grega. Prepare-se para uma jornada repleta de drama, rituais antigos e revelações surpreendentes que desafiam a realidade e convidam à reflexão sobre a natureza humana, a loucura criativa e o poder da celebração. Descubra como Dioniso influencia não só os mitos, mas também a cultura, a arte e a espiritualidade ao longo dos séculos.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
Neste último episódio do Sem Precedentes em 2025, o debate se volta para um tema sensível e incontornável: a ética no Supremo Tribunal Federal. Em meio a críticas sobre imparcialidade, influência política e falta de transparência, cresce a percepção de que a relação entre a Corte e a sociedade atravessa um momento de desgaste. Os alvos da vez são Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Mas no passado houve outros tantos exemplos. Felipe Recondo e Diego Werneck discutem se o Supremo precisa de regras mais claras de conduta, até que ponto a resistência interna dificulta mudanças e por que a cobrança pública por responsabilidade e transparência se tornou central. O episódio parte de uma pergunta simples — mas incômoda: quais limites éticos devem orientar a atuação dos ministros — e examina por que essa resposta é decisiva para a confiança no tribunal e para a própria democracia.00:00 O Ano de 2025 e o Supremo02:51 Código de Conduta e Expectativas para 202606:07 Imparcialidade e Ética no Supremo08:53 Transparência e Relações com a Sociedade12:09 Desafios e Críticas ao Supremo15:04 A Influência da Política no Supremo18:01 A Necessidade de Regras e Limites20:57 A Resistência Silenciosa e a Percepção Pública23:58 O Papel da Sociedade na Supervisão do Supremo27:04 Expectativas Futuras e Conclusões
Joana Marques, Mia Fernandes e Bruna Magalhães são as novas (duas delas mesmo novas) Três da Manhã.
Livro Conselhos Sobre Saúde
Neste episódio da série Creators, Isabela Reis, jornalista, podcasts e influenciadora, fala sobre a importância da construção de credibilidade no trabalho nas redes sociais e no relacionamento com as marcas. Além disso, a partir da experiência de coapresentadora do podcast de análise Angu de Grilo, ela correlaciona o jornalismo e a influência.
Do surgimento do termo no século XIX às suas múltiplas reformulações ao longo dos séculos seguintes, o positivismo consolidou-se como uma das correntes filosóficas mais influentes da modernidade, propondo que apenas o conhecimento produzido cientificamente - verificado, empírico e racional - poderia ser considerado verdadeiro. A partir de autores como Saint-Simon, Auguste Comte e outros, a doutrina articulou uma visão de mundo que rejeitava explicações teológicas e metafísicas, defendendo que o progresso humano dependia exclusivamente do avanço científico e da organização social fundada em leis tão rigorosas quanto as da natureza. Esse impulso atravessou fronteiras disciplinares, influenciando a sociologia nascente, o direito e outros campos que buscaram aplicar métodos científicos à vida social. Mas o positivismo também encontrou resistências, especialmente a partir do século XX, quando críticas sobre reducionismo, cientificismo e limitações metodológicas apontaram para as tensões de uma visão que pretendia explicar o mundo apenas por fatos observáveis. Convidamos Francisco Quartim de Moraes para explorar a formação e as transformações do positivismo, suas ramificações contemporâneas e, sobretudo, seu impacto profundo no Brasil, desde sua influência na arquitetura intelectual da República até os ecos persistentes dessa tradição no pensamento político nacional.Instagram: @iclesrodriguesAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaCHEGOU O TECH DAY! Só hoje, dia 15 de dezembro de 2025, os melhores preços no ano na linha tech, em preços a partir de R$ 99. Use o cupom HISTORIAFM ou acesse o link: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Nesta edição do podcast cinematório café, nós conversamos com a diretora Ursula Rösele sobre o filme "Abre Alas" (2025), primeiro longa dirigido por ela. Filmado em Belo Horizonte, o documentário é um retrato sensível sobre experiências femininas e se propõe como espaço de escuta e acolhida de sete mulheres, entre 53 e 85 anos de idade, para que elas contem as histórias de suas vidas. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:02:53 - As origens de "Abre Alas" 00:08:54 - Chegando às sete personagens 00:17:51 - Os contrastes entre Walkíria e Lorena 00:23:30 - Os espelhos no cenário 00:28:22 - As cenas entre os depoimentos 00:36:45 - As músicas do filme 00:41:04 - Influências e referências 00:44:15 - Próximo projeto 00:45:57 - O filme como um renascimento Em "Abre Alas", Ursula trabalha com variações de um mesmo cenário, composto por espelhos que multiplicam e revelam as muitas facetas dessas mulheres vindas de diferentes contextos socioeconômicos. Diante da câmera, elas compartilham vivências, revisitam escolhas e, por vezes, arriscam confissões. O filme entrou em cartaz nos cinemas em 11 de dezembro de 2025, em um momento em que o Brasil enfrenta um aumento alarmante da violência contra as mulheres. Um novo dado do Conselho Nacional de Justiça diz que acontece um feminicídio a cada 44 minutos no nosso país. Manifestações massivas sobre o assunto tomaram as ruas de várias cidades brasileiras poucos dias antes do lançamento do documentário. Assim, é interessante pensar como o filme nasce como gesto de escuta e cuidado, mas também se mostra uma forma de resistência, de memória coletiva de mulheres, de reivindicação do direito à vida. Premiado no Femina 2025 – Festival Internacional de Cinema Feminino, “Abre Alas” é produzido por Ursula Rösele e Simone Martins, por meio da Sanar Produções, com distribuição da Embaúba Filmes. A fotografia é da Jenny Cardoso, a direção de arte é da Rimenna Procópio e a montagem é da Beatriz Pomar. O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
O sindicalista Arménio Carlos considera que António Filipe tem margem para ir além do eleitorado PCP. Ainda, Marisa Matias rejeita divisões que prejudiquem a esquerda e realça um "debate cordial".See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Guerra Espiritual pelas Esferas de Influência - EP 6 - 28.NOV.2025Esta não é uma batalha política ou social meramente humana. É uma guerra espiritual nos lugares celestiais que se manifesta em realidades terrestres. Principados e potestades têm controlado estes montes através de sistemas corrompidos, mas chegou o tempo de restauração e restituição.A Batalha pelas MontanhasCada montanha de influência está sob uma missão demoníaca específica e estratégica para aquela área particular da sociedade. O inimigo não opera aleatoriamente, mas com propósito deliberado.Não é suficiente apenas orar por mudança — devemos ocupar estrategicamente essas posições de influência com pessoas íntegras e cheias do Espírito Santo.Religião, Família, Governo, Mídia, Educação, Negócio, Artes e Entretenimento
Cristãos nas esferas de influência - EP 3 - 25.NOV.2025Não basta ter cristãos no topo das 7 montanhas. Eles precisam ter uma fé que "transforme a cultura".Religião, Família, Governo, Mídia, Educação, Negócio, Artes e Entretenimento
No podcast do PublishNews desta semana recebemos Tiago Valente, criador de conteúdo literário e autor de Expresso Fantasma, publicado pela Galera Record.A conversa aborda o fenômeno da Leitura Performática — tradução de performative reading — tendência que vem se consolidando nas redes sociais, em que leitores passam a exibir e compartilhar seus hábitos de leitura. Discutimos como esse comportamento influencia a relação dos jovens com os livros e o impacto que as plataformas digitais têm na formação de novos leitores.Tiago comenta ainda os desafios e as responsabilidades de quem produz conteúdo literário, além de refletir sobre a interseção entre o meio acadêmico e a criação digital. O episódio traz também orientações para quem busca se posicionar no mercado editorial.https://www.instagram.com/otiagovalente/https://www.tiktok.com/@otiagovalentehttps://www.youtube.com/@otiagovalenteO podcast é oferecimento MVB América Latina Um livro e Câmara Brasileira do LivroEste é um episódio 398 do Podcast do PublishNews do dia 25 de novembro de 2025 gravado no dia 24 . Eu sou Fabio Uehara e esse episódio conta com a participação de Bia Sardinha. Não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E também nos siga no YouTube ou no Spotify, onde você pode comentar, dar sugestões até 5 estrelas. Agora Tiago ValenteE este foi o episódio 398 do podcast do PN, obrigado a você que nos ouviu, e se quiser comentar, avaliar nosso podcast no Spotify ou YouTube nos ajuda muito! e sempre temos um programa novo toda terça-feira. Até a semana que vem! Edição e apresentação de Fabio UeharaIndicações:Os Sopranos: https://www.hbomax.com/br/pt/shows/familia-soprano/818c3d9d-1831-48a6-9583-0364a7f98453?utm_source=universal_searchEvenings and Weekends - Oisín McKenna https://www.oisinmckenna.com/O pecado mora ao lado:https://www.disneyplus.com/pt-br/browse/entity-ffe552ee-d437-4c10-bed5-60fbe0f4a2c6?distributionPartner=googleUma casa na praia - Pablo Neruda (José Olympio) https://www.record.com.br/produto/uma-casa-na-areia/Antes que eu esqueça - Anne Pauly ( Ercolano)https://ercolano.com.br/loja/produto/antes-que-eu-esqueca/
Os Sete Montes de Influência - EP 1 - 23.NOV.2025Uma visão estratégica para transformar nações através da fé e ação em sete esferas culturais fundamentais
El 21 de noviembre de 1962 se presentó oficialmente la bossa nova en el Carnegie Hall de Nueva York. De aquella noche de lluvia intensa recordamos al sexteto de Sergio Mendes ('One note samba'), al cuarteto de Oscar Castro-Neves con Carlos Lyra ('Influência do jazz'), Agostinho dos Santos y Luiz Bonfá ('Manhã de carnaval'), Roberto Menescal ('O barquinho') o como grupo instrumental ('Não faz assim') y a João Gilberto ('Outra vez'). En el mismo lugar, 61 años más tarde, se recordó el concierto con Daniel Jobim y Seu Jorge al frente ('Chega de saudade', 'Samba do avião', 'Só danço samba', 'Samba de uma nota só', 'Wave', 'Corcovado', 'A felicidade', 'Desafinado') y participaciones de Carol Biazin ('Samba de verão'), Menescal ('O barquinho') o Carlinhos Brown ('Manhã de carnaval'). Escuchar audio
A quem devemos dar o poder? E como devemos gerir os poderes? Neste episódio falamos da necessidade de usar o poder para o bem da organização e não de quem o detém. Luca De Meo é a figura da semana.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Oro Por Você 02977 – 17 de novembro de 2025 Senhor, proteja minha vida de qualquer influência perversa, seja de pessoas com quem trabalho, seja […]
Tanya 16 cheshvan Cap 27 Parte 5 -Outro tipo de influência da alma do Tzadik sobre seus discípulos
No episódio 93 do Fronteiras no Tempo, Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo recebem dois convidados de peso para uma conversa que atravessa décadas de disputas políticas, econômicas e culturais: a professora Camila Feix Vidal (Economia e Relações Internacionais – UFSC) e o professor Marcos Sorrilha (História – UNESP). Juntos, eles exploram a Influência dos Estados Unidos na América Latina, analisando como o poder norte-americano moldou governos, economias, culturas e até imaginários sociais em nosso continente. Da Doutrina Monroe à Guerra Fria, das intervenções militares à dependência econômica, o episódio mergulha nas múltiplas camadas dessa relação complexa – marcada tanto por alianças estratégicas quanto por tensões profundas. Se você quer entender como o "quintal americano" se transformou em um campo de disputas globais e como essas dinâmicas ainda ecoam no presente, este episódio é indispensável. Dá o play e vem com a gente atravessar as fronteiras da história e da geopolítica! Artes do Episódio: C. A. Mencionado no Episódio YOUTUBE (Canal do Sorrilha). Qual é o correto: Americano ou estadunidense? YouTube, 2023. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KWKktKCj2Qc A IDADE DOURADA (The Gilded Age). Criação de Julian Fellowes. [Série de televisão]. Estados Unidos: HBO, 2022–. Disponível em: https://www.imdb.com/pt/title/tt4406178/ GREJO, Camila Bueno. Entre a diplomacia e a História: a atuação de Estanislao Zeballos frente ao Panamericanismo. Revista de Historia de América, n. 165, p. 165–191, maio-ago. 2023. ISSN impresso: 0034-8325. ISSN eletrônico: 2663-371X. DOI: https://doi.org/10.35424/rha.165.2023.1106 INSTITUTO DE ESTUDOS LATINO-AMERICANOS (IELA – UFSC). Página institucional. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, [s.d.]. Disponível em: https://iela.ufsc.br/instituto/?ancora=#colaboradores . Acesso em: 4 nov. 2025. INSTITUTO DE ESTUDOS LATINO-AMERICANOS (IELA – UFSC). Canal no YouTube. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, [s.d.]. Disponível em: https://www.youtube.com/@Ielaufsc . Acesso em: 4 nov. 2025. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007 DULCI, Tereza Maria Spyer. As conferências Pan-Americanas (1889 a 1928): identidades, união aduaneira e arbitragem. São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2013. FITZ, Caitlin Annette. Our Sister Republics: The United States in an Age of American Revolutions. New York: W.W. Norton & Company, 2016. PECEQUILO, Cristina Soreanu. A política externa dos Estados Unidos. 3. ed. ampliada e atualizada. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2011. SCHOULTS, Lars. Estados Unidos: poder e submissão – uma história da política norte-americana em relação à América Latina. Trad. Raul Fiker. Bauru-SP: EDUSC, 2000. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #93 Influência dos EUA na América Latina. Locução Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Camila Felix Vidal, Marcos Sorrilha, Willian Spengler e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 06/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66000&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian Spengler See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tanya 15 cheshvan Cap27Parte4-A influência do Tzadik após seu falecimento não é limitada fisicamente
No episódio 93 do Fronteiras no Tempo, Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo recebem dois convidados de peso para uma conversa que atravessa décadas de disputas políticas, econômicas e culturais: a professora Camila Feix Vidal (Economia e Relações Internacionais – UFSC) e o professor Marcos Sorrilha (História – UNESP). Juntos, eles exploram a Influência dos Estados Unidos na América Latina, analisando como o poder norte-americano moldou governos, economias, culturas e até imaginários sociais em nosso continente. Da Doutrina Monroe à Guerra Fria, das intervenções militares à dependência econômica, o episódio mergulha nas múltiplas camadas dessa relação complexa – marcada tanto por alianças estratégicas quanto por tensões profundas. Se você quer entender como o "quintal americano" se transformou em um campo de disputas globais e como essas dinâmicas ainda ecoam no presente, este episódio é indispensável. Dá o play e vem com a gente atravessar as fronteiras da história e da geopolítica! Artes do Episódio: C. A. Mencionado no Episódio YOUTUBE (Canal do Sorrilha). Qual é o correto: Americano ou estadunidense? YouTube, 2023. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=KWKktKCj2Qc A IDADE DOURADA (The Gilded Age). Criação de Julian Fellowes. [Série de televisão]. Estados Unidos: HBO, 2022–. Disponível em: https://www.imdb.com/pt/title/tt4406178/ GREJO, Camila Bueno. Entre a diplomacia e a História: a atuação de Estanislao Zeballos frente ao Panamericanismo. Revista de Historia de América, n. 165, p. 165–191, maio-ago. 2023. ISSN impresso: 0034-8325. ISSN eletrônico: 2663-371X. DOI: https://doi.org/10.35424/rha.165.2023.1106 INSTITUTO DE ESTUDOS LATINO-AMERICANOS (IELA – UFSC). Página institucional. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, [s.d.]. Disponível em: https://iela.ufsc.br/instituto/?ancora=#colaboradores . Acesso em: 4 nov. 2025. INSTITUTO DE ESTUDOS LATINO-AMERICANOS (IELA – UFSC). Canal no YouTube. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, [s.d.]. Disponível em: https://www.youtube.com/@Ielaufsc . Acesso em: 4 nov. 2025. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007 DULCI, Tereza Maria Spyer. As conferências Pan-Americanas (1889 a 1928): identidades, união aduaneira e arbitragem. São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2013. FITZ, Caitlin Annette. Our Sister Republics: The United States in an Age of American Revolutions. New York: W.W. Norton & Company, 2016. PECEQUILO, Cristina Soreanu. A política externa dos Estados Unidos. 3. ed. ampliada e atualizada. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2011. SCHOULTS, Lars. Estados Unidos: poder e submissão – uma história da política norte-americana em relação à América Latina. Trad. Raul Fiker. Bauru-SP: EDUSC, 2000. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #93 Influência dos EUA na América Latina. Locução Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Camila Felix Vidal, Marcos Sorrilha, Willian Spengler e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 06/11/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66000&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian Spengler See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Cesaréia de Filipe, Jesus questiona seus discípulos sobre quem o povo dizia que Ele era; um momento crucial de revelação e afirmação de identidade. Enquanto Cesaréia era um território tomado pela imoralidade e pela ação do inimigo, Jesus estava ali para mostrar que o domínio espiritual não pertence às trevas, mas à luz de Deus.
Tanya 13 cheshvan Cap27Parte2-A influência espiritual física,material do Tzadik após seu falecimento
No episódio de hoje do Podcast Canaltech, Guilherme Haas, estrategista de conteúdo do Canaltech conversa com Arthur Borges, Head de Negócios para Mid-Market no Google, sobre o impacto da inteligência artificial no marketing e no comportamento do consumidor. A partir do estudo “Mapa da Influência”, desenvolvido pelo Google em parceria com a Boston Consulting Group, Arthur explica como o antigo funil de marketing deu lugar a uma jornada muito mais fluida, marcada por quatro hábitos principais: buscar, rolar, assistir e comprar. Ele também fala sobre maturidade digital, o papel da IA na personalização com responsabilidade e as habilidades que os profissionais de tecnologia e marketing precisam desenvolver para acompanhar essa transformação. Você também vai conferir: OpenAI planeja entrar no mercado com valor recorde; Brasil está no topo do ranking mundial de vítimas de fraudes digitais; Robô humanóide que faz tarefas domésticas por você; Chefe da Take-Two afirma que IA não poderia fazer um novo GTA; Jogos da PS Plus de novembro. Este podcast foi roteirizado por Fernada Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Jaqueline Sousa, Wendel Martins e Gabriel Cavalheiro, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rafa Latorre y el informe de la UCO contra Ángel Víctor Torres: "Sí conocía a Aldama, que influía en Canarias a través de Koldo y Ábalos"
A épica implantação do PPD em Aveiro a seguir ao 25 de abril: o papel do contínuo, o militante encapuzado, o casting para as mesas nas sessões de esclarecimento, a palavra do bispo e o erro com Girão Pereira. Parte I da entrevista com Ângelo Correia: “O 11 de Março é talvez o fenómeno político mais destruidor por muitos anos em Portugal.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, discutimos a intersecção entre masculinidade e violência a partir da figura de Charlie Kirk, cuja morte recente reacendeu debates sobre a relação entre homens, armas e a cultura de violência. A conversa explora a complexidade da violência política, a tensão entre autodefesa e subjugação, e como as masculinidades são moldadas por narrativas sociais que glorificam o uso de armas. Também refletimos sobre as raízes sociais da violência e a construção do ideal masculino em torno da proteção e do controle. Por fim, nossos hosts batem uma bola sobre como a cultura pop influencia a visão das armas, da adrenalina em atividades como o paintball à necessidade de uma mobilização masculina para enfrentar a violência.Acesse a Comunidade MEMOH pra ficar pertinho da gente!00:00 - Introdução ao Debate sobre Masculinidade e Violência02:52 - A Morte de Charlie Kirk e suas Implicações05:57 - A Complexidade da Violência Política08:50 - Armas: Autodefesa ou Subjugação?11:45 - Masculinidade e o Imaginário da Proteção14:55 - A Arma como Símbolo de Poder e Controle17:58 - Cultura e a Fascinação por Armas21:06 - A Violência e suas Raízes Sociais23:54 - A Construção da Masculinidade e suas Consequências26:55 - Reflexões Finais sobre Masculinidade e Violência39:24 - A Retórica da Proteção e a Cultura das Armas42:01 - A Influência da Cultura Pop na Percepção das Armas45:58 - Adrenalina e a Experiência do Paintball49:55 - Masculinidade e o Fetiche das Armas57:53 - Mobilização Masculina pelo Fim da ViolênciaEdição de som: Reginaldo Cursino
No episódio de hoje do Check-up Semanal, nosso editor-chefe médico, Ronaldo Gismondi, traz os principais destaques recentes em Anestesiologia abordados no Portal Afya.Leia na íntegra os artigos mencionados hoje: