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Filipe, adora desporto e viajar, festas e amigos... levou uma vida normal até 2017 ter de começar a fazer hemodiálise. Descobriu que afinal não era o fim.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Apresentado por Bruno Natal.--Aproveite os descontos da Insider Store com o cupom RESUMIDO: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDO--Grupo oficial da Insider no WhatsApp com Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOWPPBF--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--Escola focada em ensino com IA transforma alunos em cobaias. Funk brasileiro vira trilha de propaganda geopolítica no Irã. Óculos Meta Ray-Ban enviam imagens íntimas para terceirizados no Quênia. Pentágono a classifica Anthropic como risco. IA recomenda ataque nuclear em 95% das simulações de guerra.Quem responde quando a ferramenta erra?Neste episódio: escola baseada em IA usa estudantes de cobaia, Ray-Ban Meta e o lado sombrio dos óculos inteligentes, funk brasileiro na trilha da disputa geopolítica, OpenAI e Anthropic no centro de uma disputa militar e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/oculos-inteligentes-que-veem-demais-ia-em-tempos-de-guerra-macbook-quase-barato/
A inveja é um dos sentimentos mais negados da experiência humana.Quase todo mundo diz que quer se proteger da inveja dos outros, mas quase ninguém tem coragem de olhar para a própria inveja.Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim propõe uma reflexão profunda sobre esse tema delicado:não apenas a inveja que você sofre… mas a inveja que você sente.A inveja nasce da comparação.Ela surge quando acreditamos que existe uma injustiça na vida:o outro tem algo que eu não tenhoou é algo que eu não sou.E quando esse sentimento é negado, ele não desaparece.Ele se transforma.Críticas constantes.Desvalorização do sucesso alheio.Afastamento emocional de pessoas que despertam incômodo.A inveja reprimida se transforma em autossabotagem.Neste episódio você vai compreender:• O que realmente é a inveja• Por que ela nasce da insegurança pessoal• Como a comparação cria sofrimento emocional• Como a inveja pode se disfarçar de crítica ou julgamento• A diferença entre inveja e admiração• Como desenvolver autoconfiança para não ser afetado energeticamente pela invejaA cura começa quando existe lucidez.Reconhecer a inveja é o primeiro passo para libertar a consciência.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/
É possível sair de uma realidade de lesões, salários baixos e quase desistir da Educação Física para construir uma consultoria online com quase 100 alunos e um modelo de atendimento que realmente transforma vidas?Neste episódio do GlobalCast, O Podcast do Personal 5 Dígitos, você vai conhecer a história da Pollyanna Folman, uma personal trainer que começou na dança, enfrentou anos difíceis na profissão, passou por lesões sérias dando aulas de ginástica e quase abandonou a área.Entre ônibus lotado, salário baixo e jornadas pesadas, Pollyanna chegou a questionar se realmente valia a pena continuar na Educação Física. Mas ao descobrir o universo da consultoria online e aplicar novas estratégias, ela encontrou um novo caminho dentro da profissão.Hoje, Pollyanna construiu um modelo de consultoria que vai além do treino: ela trabalha comportamento, hábitos, suporte psicológico e transformação real das alunas, atendendo quase 100 clientes no online, conciliando com poucos alunos presenciais e construindo um negócio com mais propósito.
Quase dois anos depois de estarmos no ar com o Podcast Eu Caminho, o jornalista Hélio Araújo também se inspirou e resolveu ajudar os peregrinos por meio de um podcast. Com uma abordagem sensacional, recolhe histórias das peregrinações todas as semanas e inspiram peregrinos com histórias reais de quem percorreu o Caminho de Santiago. Seu nome é genial: Pédcast. Acompanhe a história desse grande parceiro e amigo que também faz da peregrinação sua profissão de fé.No site eucaminho.com/bio você conhece todos os recursos que desenvolvemos ao longo de 16 anos e mais de 1000 peregrinos ajudados para preparar você de forma segura para o Caminho de Santiago e a sua metamorfose pessoal. Conheça o site eucaminho.com, o blog dentro do site e nosso canal no YouTube.#eucaminho #podcasteucaminho #pazebem #besantanna #caminhodesantiago #caminhodeshikoku #caminhodesantiagodecompostela #caminhoportugues #caminhodacosta #caminhodefatima #caminhodesaofrancisco #ultrawalker
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Ouça o que movimentou o mercado nesta segunda-feira.
A autora, diretora e atriz brasileira Viviane Dias vem despertando o interesse dos estudantes da Universidade Paris 8 com um curso acadêmico dedicado ao teatro brasileiro. A partir de figuras do teatro nacional, das ressonâncias modernistas e de referenciais decoloniais, ela apresenta a inventividade da cena paulista a alunos que pouco conhecem da riqueza cultural do país. Em sua segunda edição, a formação voltou a lotar rapidamente as 40 vagas disponíveis e deve permanecer na grade universitária no próximo ano letivo, fortalecendo o intercâmbio artístico entre o Brasil e a Europa. O curso integra o Departamento de Artes, Filosofia e Estética da Universidade Paris 8 e reúne estudantes de teatro, cinema, artes plásticas e filosofia. Para Viviane Dias, a iniciativa surgiu do desejo de apresentar aos jovens franceses outras referências para além do repertório europeu tradicional. “A gente fala das invenções do Teatro de São Paulo, das invenções de linguagem”, explica. “Fazemos um caminho que começa desde o modernismo, nesse primeiro momento em que se buscou uma arte emancipada da Europa. Em que foram formuladas questões mais próprias da cultura brasileira. Seguimos até o momento em que essas ideias acabaram se materializando na cena por meio do José Celso e do Teatro Oficina, que é uma grande referência, e que oferecem uma cena completamente diferente do que eles estão habituados a ver.” Segundo a professora, muitos alunos buscam o curso justamente porque sentem “saturação” de referências tradicionais e precisam de novos estímulos. “Normalmente, eles vêm de formações muito logocêntricas. Tento deslocar um pouquinho essa percepção”, conta. Perspectiva decolonial e o ensino do Sul Global A professora ressalta que compreender melhor a produção do Sul Global é fundamental para jovens que, no futuro, atuarão em novas cenas culturais da Europa. Nesse sentido, autores como o contemporâneo Ailton Krenak, o modernista Oswald de Andrade e artistas como Tarsila do Amaral têm gerado grande interesse entre os estudantes. “Eles têm poucas referências sobre o Brasil, e quando têm, é muito raso, às vezes o clichê do Brasil, do carnaval”, afirma. “É importante falar do Brasil e mostrar que a gente é ótimo para fazer festa, mas a gente também é excelente em fazer teatro, cinema e artes visuais. Além disso, a gente produz pensamento, que é muito interessante e pode nos ajudar a pensar melhor o século 21”, afirma Viviane Dias. Alunos veem o curso como abertura de horizontes Entre os inscritos está Kayij Baku‑Carlos, de 18 anos, estudante de Cinema e francês de origem angolana. Ele considera essencial compreender outras tradições artísticas para construir sua identidade profissional. “Aqui na França, muitas vezes, quando aprendemos História na escola recebemos, inevitavelmente, um ponto de vista mais eurocêntrico e francocêntrico”, diz. “Na universidade, somos expostos a diferentes percursos culturais ligados à arte de vários países. Preciso ampliar meu olhar e entender como esse trabalho é feito em outros lugares. Como sou angolano por parte de pai, pensei que o curso poderia me ajudar a compreender melhor uma parte da minha cultura e da minha herança lusófona, de um país PALOP”, conclui o jovem. Para Ryod Caldas, de 19 anos, estudante de Teatro, o impacto é semelhante: “Quase nunca vemos o que acontece fora do nosso próprio país. Geralmente ouvimos falar de Shakespeare e dramaturgos europeus. Explorar outras referências amplia nossa visão e nossas inspirações”. A única brasileira da turma, Mayara Marçal, de 25 anos, destaca a importância de mostrar à universidade que há interesse por temas ligados ao Brasil e a outros continentes. “Aqui a gente costuma estudar muito autores franceses. Quando vi que tinha um curso na grade curricular ministrado por uma professora brasileira, um curso de descolonização do teatro, eu achei incrível! É uma forma de mostrar para a universidade que a gente se interessa por professores de outros países, por aulas que falem sobre arte de outros continentes, não só da França”. Um curso em Paris e São Paulo ao mesmo tempo O alcance do trabalho fez com que a formação chamasse a atenção da pós-graduação em Artes Cênicas da USP. Com isso, o curso será oferecido simultaneamente na Universidade Paris 8 e na ECA‑USP, em parceria com o professor Ferdinando Martins – algo inédito, segundo Viviane. “É a primeira vez que um curso dedicado às invenções cênicas brasileiras contemporâneas é oferecido ao mesmo tempo em uma universidade parisiense e na USP”, afirma. Para ela, essa articulação reflete um espírito do século 21 de ampliação de caminhos possíveis e inovadores para a educação. “Vivemos entre mundos e espaços, mas ainda somos muito caretas na nossa maneira de pensar processos pedagógicos. Espero que eu possa fazer mais pontes entre as coisas do Brasil e daqui. Eu também faço uma pesquisa de criação. Eu sou uma artista e pesquisadora. As duas coisas são importantes e andam juntas na minha vida”, conclui Viviane Dias.
António Lobo Antunes escreveu durante mais de 40 anos e marcou a literatura portuguesa. Mas sabemos mesmo quem foi e sobre o que escrevia o autor? Conversa com Rodrigo Guedes de Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição, você acompanha a entrevista com Amanda Azevedo e Felipe Souza, que são responsáveis por criar e protagonizar a websérie vertical "Histórias de Quase Amor Pra Quem Tem Pressa".Durante o bate-papo, eles contaram como surgiu a ideia do projeto e as referências musicais presentes, uma vez que seus personagens são inspirados em Rita Lee e Roberto de Carvalho. Além disso, os atores disseram quais são as expectativas desse trabalho e os desafios de narrar uma história em poucos minutos.
Quase seis em cada dez americanos reprovam a decisão dos Estados Unidos de, em ação coordenada com Israel, atacar o Irã. Uma pesquisa divulgada pela CNN revela que a maioria tem dúvidas sobre a forma como o presidente Donald Trump está tratando o assunto, além de não confiar na capacidade de Trump de tomar as decisões corretas sobre o uso da força no Irã, com 60% dizendo que não acreditam que ele tenha um plano claro para lidar com a situação e 62% afirmando que ele deveria obter a aprovação do Congresso para qualquer ação militar futura. A pesquisa foi realizada no sábado (28) e no domingo (1º), logo após os primeiros ataques ao Irã. No geral, 59% dos americanos reprovam a decisão de bombardear o país, enquanto 41% a aprovam. Em entrevista à Rádio Eldorado, a coordenadora do curso de Relações Internacionais da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio, Fernanda Brandão, disse que o conflito desperta más lembranças na população num ano em que Trump vai enfrentar eleições de meio de mandato para a Câmara e para parte do Senado e dos Estados. “É uma ação que levanta alguns traumas na população americana, como os do Iraque e do Afeganistão, que foram guerras que duraram muitos anos”, afirmou. Além disso, ela apontou que um eventual prolongamento da guerra poderá prejudicar ainda mais a popularidade de Trump se o impacto nas cotações do petróleo for repassado para os preços dos alimentos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Essa semana sentimos medo e adrenalina em partes matematicamente idênticas em Resident Evil Requiem. Nas notícias, comentamos o anúncio do novo Pokémon, o quase remake de Bloodborne, as dificuldades financeiras da Nacon, e rumores com o do spin-off de God of War, Wolfenstein 3 em desenvolvimento e mais! 00:15:32: Pokémon Presents 27/02 00:37:19: Bluepoint queria fazer um remake de Bloodborne 00:53:29: Aumento dos Impostos 01:02:20: Nacon com problemas financeiros 01:23:54: Clint Hocking deixa a Ubisoft 01:31:09: Wario em Super Mario Galaxy? 01:34:09: Novos rumores de Wolfenstein 3 01:37:16: Spin-off de God of War em desenvolvimento? 01:42:30: Resident Evil Requiem 02:32:32: Escape Room de Resident Evil Requiem Contribua | Twitter | YouTube | Twitch | Contato
Neste episódio, Tata e Viih recebem o ícone Gretchen. Quase 50 anos depois de lançar um dos maiores hits da música brasileira, ela faz história novamente e fala sobre o relançamento de “Freak le boom boom”, que acaba de ganhar seu PRIMEIRO videoclipe oficial e voltou a dominar as pistas e as redes no verão de 2026.Gretchen comenta os julgamentos públicos e as reinvenções ao longo da carreira, revisita sua trajetória desde o auge nos anos 80 até se tornar um fenômeno da internet e ícone de diferentes gerações. Como é atravessar décadas sendo comentada, amada, criticada e nunca ignorada?Mas este episódio também mergulha na mulher por trás do ícone. Falamos sobre maternidade, sobre o apoio incondicional ao filho Thammy Miranda e sobre como o amor pode ser maior que qualquer julgamento.Curtiu? Dá o play e vem assistir a esse episódio com a gente! Ah, e se inscreve no canal para não perder nada!
Um teste nacional colocou em xeque a competência técnica dos futuros médicos em todo o país. Quase 40 mil estudantes dos últimos períodos de Medicina passaram pelo Enamed, o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica e cerca de um terço deles teve uma nota considerada insatisfatória. Trezentos e cinquenta cursos foram avaliados e 107 obtiveram conceitos abaixo do aceitável. O Panorama desta semana analisa a qualidade dos cursos de Medicina do país. O jornalista Fernando Gomes recebe a vice-diretora da Faculdade de Medicina da UFMG, Cristina Alvim e a conselheira do Conselho Federal de Medicina, Cibele Carvalho.
Quase todo ser humano carrega algum grau de rejeição.Mas o problema não é apenas o trauma.O problema são os vícios psicológicos que nascem para evitar sentir essa dor REJEIÇÃO _02_03_2026_Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim explica como o sentimento de rejeição cria comportamentos inconscientes que sabotam sua personalidade e sua liberdade.Você vai entender:• Por que o medo da exclusão molda sua personalidade• O vício em ser necessário para os outros• O vício em ser “boa pessoa” o tempo todo• O comportamento compulsivo de agradar• O medo de autoridade e de desagradar• O vício de explicar demais suas escolhas• Como esses mecanismos drenam sua energia vitalMuitas pessoas não vivem sua verdade.Vivem tentando não ser rejeitadas.E isso cria uma identidade baseada no medo.A cura começa quando você reconhece esses padrões.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/#Hashtags#MarcelloCotrim, #Ecotrimcast, #Rejeicao, #Autoconhecimento, #CuraEmocional, #TraumasDaInfancia, #PsicologiaEspiritual, #DesenvolvimentoPessoal, #Consciência, #Autossabotagem
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Jó 29:18, NVI: "Eu pensava: ‘Morrerei em meu próprio ninho, depois de viver tantos dias como os grãos de areia'."As Dificuldades te ImpulsionamNa Bíblia, vemos que Jó tinha o seu "ninho" todo arrumado. Ele tinha a casa do jeito que queria, uma família abençoada e um negócio de muito sucesso. As coisas iam muito bem e ele estava, finalmente, confortável. Mas o que aconteceu? Deus permitiu que o seu ninho fosse "sacudido".Entenda algo importante: Deus não é o autor da confusão ou do mal, mas Ele permite dificuldades para nos impulsionar em direção ao nosso destino. Quase da noite para o dia, Jó perdeu sua saúde, seus filhos e seus bens. Se a história parasse por aí, seria um final triste. Mas Jó entendia um princípio espiritual poderoso.Mesmo em meio a dores profundas, ele declarou: "Eu sei que o meu Redentor vive". Ele estava dizendo: "Eu sei que Deus ainda está no trono. Este problema não vai me derrotar; ele vai me empurrar para algo novo". No final, Jó saiu daquela situação com o dobro do que tinha antes. O sonho de Deus para a vida dele era muito maior do que ele podia imaginar.Cada dificuldade que você enfrenta serve para te amadurecer, para te ensinar a confiar mais em Deus e para te tornar mais resiliente e determinado. Se você mantiver a atitude certa, Deus usará esse "sacolejo" no seu ninho para te levar a um novo nível de vitória.Vamos fazer uma oraçãoPai, obrigado porque nenhuma dificuldade e ninguém pode atrapalhar os planos que Tu tens para a minha vida.Obrigado porque o Senhor ordena os meus passos, mesmo quando o caminho parece difícil, e usa cada desafio para me impulsionar. Ajuda-me a declarar que Tu vives e que estás no trono, especialmente nos momentos de provação.Em nome de Jesus, Amém.
Os últimos quinze dias viram a normalização da extrema direita se acelerar. A morte de um militante fascista, transformado em mártir, tem redesenhado as fronteiras do aceitável a do inaceitável na política – e recomposto o chamado “cordão sanitário”: o perigo agora já não seria a extrema direita dos Le Pen, mas a esquerda. Thomás Zicman de Barros, analista político Em 12 de fevereiro, a eurodeputada francesa Rima Hassan, do partido de esquerda radical França Insubmissa (LFI), realizou uma conferência em Lyon. Nascida num campo de refugiados palestinos, ela falaria sobre o conflito no Oriente Médio. Contra o evento, o coletivo “femo-nacionalista” de extrema direita Némésis convocou um protesto. A chamada circulou nas redes, e grupos antifascistas locais foram ao local para evitar intimidações. Mensagens internas divulgadas pelo jornal L'Humanité indicam que, em articulação com grupos neonazistas, as militantes pretendiam “servir de isca” para atrair esses antifascistas. O objetivo era que houvesse confronto. Houve quebra-quebra, violência, e uma morte. Quentin Deranque, militante fascista de 23 anos, caiu no chão durante a briga. Chegou a recuperar a consciência, recusou atendimento médico, mas ignorava a severidade do traumatismo craniano. Hospitalizado, faleceu dois dias depois. A dramática morte do jovem fascista transformado em mártir foi o estopim para acelerar a normalização da extrema direita. Normalização da extrema direita: dois sentidos A normalização da extrema direita é um processo de longo prazo na França. A rigor, é geracional: o fundador do Front National, Jean-Marie Le Pen, era intencionalmente histriônico, próximo a grupos neonazistas, antissemita notório, negacionista do Holocausto, com um passado de torturador na Guerra da Argélia. Por sua vez, sua filha e herdeira política Marine gastou os últimos quinze anos tentando parecer palatável. Seu objetivo é dar uma repaginada no partido, um verniz respeitável. Como repeti inúmeras vezes nessa coluna, contudo, a normalização não é só um processo da extrema direita tentando se mover rumo ao centro. Há normalização, sobretudo, quando atores do mainstream caminham rumo à extrema direita, repetindo suas pautas, suas ideias. Políticos são peças centrais nesse deslocamento, mas não são os únicos. Parte da mídia também contribui para esse processo. Num ambiente midiático cada vez mais concentrado nas mãos de grandes fortunas – como o empresário Vincent Bolloré –, multiplicam-se plataformas dispostas a dar espaço para grupos “fascistizantes” que antes ficavam às margens. Três momentos de “desdiabolização” Nessa dinâmica em que o próprio mainstream se desloca, as mudanças podem ser rápidas. Apenas nos últimos três anos, foram três os momentos de comoção nacional na França que aceleraram muito a “desdiabolização” da extrema direita. O primeiro se viu depois dos atentados do Hamas, em 7 de outubro de 2023. A extrema direita participou das marchas em solidariedade a Israel. Ao permitir sua presença no cortejo sem maiores constrangimentos, boa parte do espectro político ajudou a esconder o antissemitismo inato do partido, apagando o pecado original do lepenismo. Ao mesmo tempo, a acusação de antissemitismo foi instrumentalizada contra a esquerda radical, que se recusou a marchar ao lado da extrema direita e denunciou o genocídio israelense em Gaza. O segundo capítulo veio com a dissolução surpresa da Assembleia Nacional por Emmanuel Macron após as eleições europeias de 2024. Diante da perspectiva de vitória do partido de Le Pen, parte da imprensa não soou o alarme. Ao contrário, preferiu sustentar que não seria o fim do mundo, relativizando seu extremismo e se perdendo em debates terminológicos sobre se se tratava de extrema direita, ultradireita ou direita radical. O terceiro momento é o atual. Como observador da cena política francesa, os capítulos anteriores me exasperavam. Mas nada se compara aos últimos quinze dias. Quentin Deranque fundara o coletivo supremacista branco Allobroges Bourgoin e participava de marchas abertamente neonazistas em Paris. Essas informações foram sonegadas do público, e Deranque foi inicialmente apresentado como um jovem estudante de matemática, um católico idealista que queria um mundo melhor. Em contraste, a diabolização da esquerda radical tem sido avassaladora. Parte do discurso político e midiático sustenta que a principal ameaça à democracia viria hoje da França Insubmissa, de Jean-Luc Mélenchon. É verdade que, em sua estratégia iconoclasta, os mélenchonistas frequentemente oferecem munição aos críticos. Pesou muito também o fato de que, entre os antifascistas presentes no confronto que levou à morte de Deranque, estava um assessor parlamentar do deputado Raphaël Arnault, da própria França Insubmissa e antigo fundador do grupo antifascista Jovem Guarda, em Lyon. Quase não se menciona, porém, que nos últimos quatro anos a extrema direita esteve ligada a pelo menos doze mortes na França, número incomparável aos episódios associados à esquerda. O novo “cordão sanitário” Que a extrema direita instrumentalizasse a morte de um de seus militantes era previsível. O mais preocupante foi a reação do mainstream. Espremida entre o avanço lepenista e o macronismo, a direita tradicional viu no episódio um pretexto para defender a “união das direitas”, aproximando-se de partidos de matriz fascista. Se até recentemente ainda havia quem defendesse apoiar a esquerda num segundo turno contra a extrema direita, esse dique ruiu. Hoje, figuras centrais da antiga direita afirmam abertamente que o “cordão sanitário” deve ser erguido não contra a extrema direita, mas contra a esquerda. Entre macronistas, consolidou-se a falsa equivalência do “nem-nem”: nem extrema direita, nem o que chamam de “extrema esquerda”. Querem se apresentar como a alternativa razoável. Ademais, sabem que essa retórica aprofundará os rachas na esquerda – dos quais falei quinze dias atrás – e pode ajudá-los a chegar no segundo turno. Na esquerda, setores ditos moderados também ampliaram os ataques fratricidas. Sobretudo no Partido Socialista, a esperança é recuperar o espólio eleitoral da esquerda radical e retomar a liderança do campo progressista. O que parecem ignorar é que podem ser – e em parte já são – os próximos a serem alvejados. Desde a morte de um militante fascista, multiplicaram-se pelo país marchas com gestos e palavras de ordem nazistas. Políticos da direita e do centro recorreram a apitos de cachorro, retomando o lema “Trabalho, Família, Pátria”, da França de Vichy, ou descrevendo a esquerda como força “anti-França”, eco de retóricas da extrema direita no caso Dreyfus. Como na canção, já se ouve o voo sombrio dos corvos sobre essas terras. E com a conivência de muitos.
O Presidente dos Estados Unidos pronunciou esta semana o discurso sobre o Estado da União. Donald Trump descreveu um país dinâmico, destacando o aumento da produção económica, a redução da inflação e vangloriando-se da política migratória. No entanto, o fact-checking -a verificação de factos- revela que muitas das afirmações não correspondem à realidade, como explicou à RFI o especialista português em política internacional Germano Almeida, sublinhando que este discurso “é um insulto à inteligência dos americanos”. Que análise se pode fazer do discurso de Donald Trump? É um discurso que é um insulto à inteligência dos americanos. É o pior discurso sobre o Estado da União que ouvi até hoje. É um discurso que aumenta os receios de um progressivo autoritarismo de Donald Trump e que, pela sua duração, desrespeita também as regras. Quase duas horas -mais do dobro do normal, o triplo de muitos outros discursos- batendo recordes no número de mentiras. Um chorrilho de mentiras a apresentar uma realidade alternativa. Dizer que herdou uma economia estagnada e que agora está muito boa, quando o crescimento económico com Trump está a cerca de metade do que era com Biden; dizer que a questão da inflacção está resolvida quando não está; voltar ao fantasma da fraude eleitoral, quando não há qualquer evidência nesse sentido. Já antecipando uma derrota nas intercalares, mostra um desrespeito pelos adversários. É alguém que, como tenho dito e escrito, não tem dimensão para ser Presidente dos Estados Unidos, embora os eleitores americanos, há um ano, o tenham querido reconduzir à Casa Branca. Tem legitimidade democrática, mas, na minha opinião, não tem dimensão para o cargo. O slogan da campanha de Trump, “Make America Great Again”, prometia, entre outros aspectos, aumentar o poder de compra dos americanos. Essa promessa tornou-se realidade? Decretam pela palavra que a questão da affordability, da sustentabilidade e do poder de compra, está resolvida. Não está. A instabilidade da política tarifária -que o Supremo considerou ilegal- já antes era marcada por avanços e recuos constantes de Trump relativamente às tarifas. Isso gera instabilidade nos mercados e nas empresas, que não sabem com o que podem contar. Tem sido um factor para que a inflação não se resolva. Não é o único, mas é um deles. Depois há a questão da imigração. Em 2025, foi registado, pela primeira vez desde 1935, um saldo migratório negativo: saíram mais pessoas dos Estados Unidos do que entraram, numa economia que está em crescimento constante e que precisa de mão-de-obra. A perda rápida de imigrantes, nomeadamente em alguns Estados, gera perdas económicas por duas razões: pela falta de mão-de-obra, que cria dificuldades às empresas, e pela quebra no consumo. Os imigrantes são também consumidores. Ainda relativamente à política de imigração e à actuação das autoridades, têm surgido críticas junto da população e até no seio dos republicanos. Há estudos que mostram que 77% dos americanos defendem que as acções do ICE devem ser realizadas com mandado judicial, e apenas cerca de 20% apoiam acções sem qualquer mandado. Mesmo quem defende deportações em massa não defende que indivíduos mascarados, nas ruas dos Estados Unidos, abordem pessoas, as detenham ou usem força excessiva. A morte de dois cidadãos americanos prejudicou a imagem do país? Isso não foi referido por Trump no discurso do Estado da União. Dois cidadãos americanos, que não constituíam qualquer perigo para a ordem pública ou para os agentes envolvidos, foram mortos nas ruas de Minneapolis. É de enorme gravidade. Já aqui falámos das taxas alfandegárias, apresentadas como mecanismo para aumentar o poder de compra. O Supremo Tribunal considerou várias dessas taxas ilegais. Ainda assim, Trump avançou com novas tarifas de 15% para todos os países. Nada parece travar o Presidente. Essas taxas são utilizadas como forma de pressão da política externa? Donald Trump usa as tarifas como instrumento de pressão geopolítica. O Supremo foi muito claro: o Poder Executivo não tem poder tributário. Está escrito no acórdão. O tribunal considerou a grande maioria das tarifas ilegais, especificando as excepções. Levanta-se agora a questão, colocada pelos democratas e por algumas empresas, de um eventual reembolso do que foi pago indevidamente. Não me parece que isso venha a acontecer, mas veremos. Trump insiste numa política de tarifas que considero uma aberração, mas tem legitimidade política para a defender. Em termos de política externa, Donald Trump afirmou que -desde que regressou ao poder- acabou com oito conflitos e falou do Irão, um discurso ambíguo entre ameaças e acordos. Os Estados Unidos podem atacar o Irão? Os Estados Unidos vão atacar o Irão. Não tenho qualquer dúvida, tendo em conta o grau de envolvimento militar actual na região. Noutro contexto, com outro tipo de alianças, poderia discutir-se, tendo em conta o regime actual e o risco do programa nuclear iraniano, que é real. Mas os Estados Unidos estão a agir praticamente sozinhos, contra a opinião de aliados regionais como a Arábia Saudita, a Turquia, o Qatar ou os Emirados Árabes Unidos. Há outra contradição: Trump rompeu, em 2018, o acordo nuclear negociado por Barack Obama, que estava a funcionar, classificando-o como “a pior coisa de sempre”, e agora pretende usar poder militar para forçar o Irão a aceitar um acordo semelhante. Historicamente, os segundos mandatos tendem a privilegiar a política externa. É assim que se explica este intervencionismo -Groenelândia, Venezuela, Irão? Há uma tendência para tentar racionalizar o que não é racional. Não vejo essa racionalidade. Trump dizia ser o Presidente que não fazia guerras. Mas Trump, como tenho escrito, não é para levar a sério. Está cada vez pior. Há sinais de decadência cognitiva e de crescente autoritarismo. A base “MAGA” acreditava que tinha terminado a fase do intervencionismo americano. Mas Trump entusiasma-se com o poder militar. O Irão não é a Venezuela. É um país muito maior, mais distante, com mais capacidade. Sabe-se como uma intervenção militar pode começar; não se sabe como pode terminar. No discurso, Trump procurou preparar o terreno para as eleições intercalares de Novembro. A popularidade do Presidente dos Estados Unidos está em mínimos. Há risco de implosão numa sociedade tão polarizada? As eleições de Novembro podem funcionar como estabilizador, se os americanos, pelo voto, sinalizarem que esta administração está a falhar. Todavia, antecipando uma eventual derrota, Donald Trump e vários senadores republicanos já começam a falar de fraude eleitoral. Nos Estados Unidos, as eleições intercalares envolvem 50 sistemas estaduais distintos. A narrativa será focar os Estados competitivos com administração democrata e alegar irregularidades nesses casos. Não falarão de todos. Nos Estados claramente republicanos, presumem controlo. Há ainda medidas preocupantes, como cortes em programas federais em Estados governados por democratas, numa lógica de retaliação política. Isto é de enorme gravidade e coloca em causa a coesão federal.
Convidadas: Fernanda Vivas, produtora da TV Globo em Brasília; e Flávia Oliveira, comentarista da GloboNews e da rádio CBN, e colunista do jornal O Globo. Foram mais de 12 horas de julgamento até que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal chegasse a uma decisão unânime. Quase oito anos depois do crime, os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão foram condenados a 76 anos e 3 meses de prisão por planejar e ordenar a execução da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro. Os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino acompanharam o voto do relator, Alexandre de Moraes. Em sua manifestação, Moraes destacou que a motivação política do crime se somou a elementos como misoginia, racismo e origens de Marielle. Neste episódio, Fernanda Vivas, produtora da TV Globo em Brasília, relata todos os aspectos do julgamento pela Primeira Turma. Ela, que é advogada especializada em processo legislativo, direito constitucional e direito público, também apresenta os argumentos da acusação, da defesa e que disseram os ministros sobre as provas do crime. Depois, Natuza Nery conversa com Flávia Oliveira, comentarista da GloboNews, da rádio CBN e colunista do jornal O Globo. Flávia relembra o passo a passo da noite em que ocorreram as execuções e comenta o envolvimento de agentes públicos na investigação do caso. Por fim, ela explica por que é tão importante para o país relembrar a trajetória de Marielle.
NESTA EDIÇÃO. Incentivo a data centers passa na Câmara, mas tem votação adiada no Senado. Arsesp regulamenta devolução de créditos de R$ 2 bilhões a consumidores de gás natural. Quase um quarto dos CEOs do setor de energia projetam desaceleração econômica, mostra pesquisa. ***Locução gerada por IA
Demanda intensa pela oleaginosa brasileria mantém prêmios positivos que, somados aos melhores patamares em Chicago, dão espaço a preços sustentados no país. Portos têm referência de R$ 133/sc.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Nicholas Torres é muito lembrado como Jaime de Carrossel. Ator, dublador e cantor, já atuou em várias novelas no SBT, fez filmes e hoje se reinventou como CEO e fundador de uma marca de vinhos. Ele conta a trajetória de astro mirim a empreendedor aqui no Eles que Lutem. Assista! #nicholastorres #carrossel #sbt
Recebi o Rodrigo Mussi no INTERIORIZA para uma conversa muito honesta sobre o que acontece com a mente de quem entra no Big Brother Brasil e principalmente sobre o que vem depois.Falamos sobre ansiedade, julgamento, bolhas sociais e o impacto real de ser interpretado por milhões de pessoas. Rodrigo trouxe uma reflexão que ficou comigo:
Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A luz acabou.O ventilador parou.O celular tá com 12%.E a dignidade… ficou no escuro. No Cueca Apertada de hoje, o programa sai direto do pós-Carnaval, da época da chuva, do apagão e do caos urbano.Prédios sem luz, calor infernal, trovão estourando e gente surtando na sala. Tem: ⚡ histórias reais de ouvintes no escuro
Ciro Hamen e Matheus Laneri comentam a briga épica de Ana Paula e Cowboy.
Alta das tarifas globais para 15% reacende incertezas no comércio exterior, enquanto governo brasileiro avalia que alíquota uniforme pode manter a competitividade nacional. Apex abre escritório na Índia e reforça estratégia para exportação do agro. Produção de mandioca cresce em Goiás e impulsiona o setor. Valorização do Real e recuo externo intensificam queda dos preços ao produtor rural. Tempo: baixa pressão reforça temporais no Sul e Centro-Oeste nesta segunda.
Muito assunto essa semana no Gregario Radio. Desde o início valente de Henrique Avancini no Tour de Ruanda até a vitória de Otavio Gonzeli em Mendoza. Mas também tem muito papo sobre uma nova geração embalada. Ayuso e Del Toro voam. Almeida e Remco derrapam.E o Seixas, hein? Os franceses já podem voltar a sonhar com o Tour? Chegue junto na resenha da semana com Leandro Bittar, Ana Lidia Borba e Nicolas Sessler!
Quase dois terços desses óbitos têm lugar em nações que atravessam confrontos e crises prologandas; nova análise da OMS mostra que sistemas de saúde frágeis tornam a gravidez significativamente mais arriscada nesses contextos.
Novo estudo revela profundas desigualdades no acesso ao tratamento, sobretudo em países africanos e entre mulheres; cobertura da cirurgia deverá subir cerca de 8,4% nesta década; ritmo atual não chega para cumprir as metas globais até 2030.
Sem alarde, Paramount+ mata plano mais barato no Brasil. Nos Jogos Olímpicos de Inverno, vídeo de drone quase caindo em atleta durante prova volta a viralizar. Virou febre no Carnaval 2026, carregador ambulante vende carga para celular por R$ 15. Apple confirma evento para lançar iPhone 17e; saiba o que esperar. PF investiga vazamento de dados de ministros do STF na Receita Federal. Discos rígidos também ficarão mais caros. Rival do PS6 novo Xbox será como um PC? Explicamos. Galaxy S26: novo vídeo promocional mostra função de privacidade na tela. Anthropic passa a valer US$ 380 bilhões após recente rodada de investimentos.
Quase metade da renda futura dos menores brasileiros está em risco; situação limita o potencial do capital humano; Banco Mundial alerta para necessidade de políticas integradas em domicílios, bairros e locais de trabalho.
Vídeo. Bola volta a rolar em Gaza, mas "alegria é incompleta". "Só no futebol, são quase 450 mortos"
Drone mostra destruição em Arruda dos Vinhos. Concelho quase isolado do exterior9006603f-
Que lá fique todos os diaaaas…Quer apoiar o MD? Melhor forma? Pix recorrente no medoedelirioembrasilia@gmail.com! O post II – 2026.10 – Diário de um detento (quase) sem patente apareceu primeiro em Central 3.
No quadro PROTEÍNAS ANIMAIS conheça o Reaqua, programa da Embrapa de capacitação técnica para Aquicultura ; No quadro POTENCIAL DAS RAÇAS , teste de eficiência tem atraído interesse das centrais de genética.
Com Seguro perto de ganhar todos os distritos e Ventura a superar Chega nas legislativas, Maria João Avillez e Ângela Silva comentam pela primeira vez a vitória do candidato apoiado pelo PS nas eleições presidenciais. Para entender tudo o que está a acontecer na derradeira noite das eleições presidenciais, acompanhe a segunda volta em direto no Expresso, na SIC e na SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em dezembro de 2025, Daiane Alves Souza, corretora de imóveis de 43 anos, desapareceu no próprio prédio em Caldas Novas (GO). A energia do apartamento caiu, ela desceu ao subsolo para verificar o padrão… e nunca mais voltou.O caso virou uma investigação cheia de lacunas: imagens que não aparecem, conflitos antigos no condomínio, dezenas de processos e uma tensão crescente com o síndico do edifício. Quase 40 dias depois, a polícia prendeu o síndico e o filho dele — e, segundo as autoridades, ele confessou e indicou onde estava o corpo de Daiane.⚠️ Aviso importante: este é um caso muito recente. As investigações ainda estão em andamento no momento da gravação, e novas informações podem surgir e complementar (ou alterar) detalhes do que se sabe até agora.✅ Fontes (reportagens e materiais citados):YouTube (imagens do elevador): https://www.youtube.com/watch?v=DEG2rJZXSwYUOL: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2026/01/23/estrutura-de-predio-onde-corretora-sumiu-complica-investigacao-diz-policia.htmMetrópoles: https://www.metropoles.com/brasil/caso-daiane-mpgo-denuncia-sindico-de-predio-onde-mulher-desapareceuCNN Brasil: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/mg/mulher-desaparecida-ao-descer-no-subsolo-do-predio-o-que-sabemos-do-caso/G1 (caso e desdobramentos):https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/01/27/corretora-desaparecida-quedas-de-energia-em-apartamento-eram-provocadas-intencionalmente-diz-familia.ghtmlhttps://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/01/28/corpo-de-corretora-desaparecida-em-caldas-novas-e-encontrado-diz-delegado.ghtmlhttps://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/01/29/sindico-diz-que-matou-corretora-sozinho-meu-filho-nao-tem-nada-a-ver-com-isso.ghtmlhttps://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/01/30/corretora-morta-por-sindico-havia-enviado-e-mail-denunciando-ameacas-tenho-medo-pela-minha-vida.ghtmlhttps://g1.globo.com/go/goias/noticia/2026/01/30/corretora-foi-morta-no-predio-em-um-intervalo-de-8-minutos-acredita-delegado.ghtmlCorreio 24 Horas: https://www.correio24horas.com.br/brasil/corretora-morta-foi-expulsa-de-predio-em-assembleia-mas-decisao-foi-anulada-entenda-0126Sugira casos: casosreaispodcast.com.brApoie e receba episódios antes: apoia.se/casosreaisSiga: @casosreaisoficial | @erikamirandasRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeos
Quase três anos de conflito, restrições ao acesso humanitário e cortes no financiamento pioram a crise alimentar no país africano; alerta indica que situação é particularmente grave nas cidades de El Fasher e Kadugli.
Conversa entre Donald Trump e Xi Jinping puxam forte o mercado na CBOT, mas movimento pesou nos prêmios no BR e mercado no país segue travado.
Análise pós-jogo da partida entre Fortaleza x Iguatu, válida pela 2ª rodada da 2ª fase do Campeonato Cearense. Fábio Hermano e Guilherme de Andrade analisam a fraca atuação do Fortaleza diante de um Iguatu que passou boa parte do jogo com um jogador a menos. Vem com a turma. Na técnica, Gabriel Costa. Ouça agora […]
Sua ligação com a bicicleta começou cedo em sua vida. Pedalava com os amigos pelas ruas do bairro e viveu a mania do BMX no Brasil. Na escola, jogou voleibol, mas destacou-se mesmo em matemática e física, desenvolvendo interesse por eletrônica e computação. Cursou Engenharia Naval na Escola Politécnica da USP e, nesse período, praticou mergulho livre e autônomo, além de ginástica olímpica recreativa. Iniciou a vida profissional estagiando e depois trabalhando no marketing de multinacionais, ao mesmo tempo em que passou a se aventurar no mountain bike, que dava seus primeiros passos no Brasil. A partir do início dos anos 1990, passou a se envolver de forma mais intensa com a bicicleta. Com Daniel Aliperti, um amigo de infância, fundou a loja Pedal Power, que logo se tornou referência no mercado. Algum tempo depois, deu início à importação de marcas icônicas do segmento, como Ritchey, Santa Cruz e Rocky Mountain. Profissionalmente e pessoalmente, sua ligação com a bicicleta só aumentava. Abriu uma loja em Campos do Jordão e aproveitou para explorar as oportunidades locais no mountain bike, trekking e aventuras ao ar livre. Em 1997, começou a participar de enduros a pé e das primeiras corridas de aventura realizadas no Brasil. No ano seguinte, ao lado da esposa, integrou a melhor equipe brasileira na primeira edição da Expedição Mata Atlântica e participou da lendária Southern Traverse, na Nova Zelândia. Ao longo dos anos seguintes, competiu em mais algumas corridas de aventura até se voltar novamente ao mountain bike, geralmente em dupla com sua esposa. Em 1999, sua importadora, a Proparts, passou a representar outras marcas fortes, como RockShox e SRAM. Nos anos seguintes, ao lado de Giancarlo Clini, idealizou o que viria a se tornar a Aliança Bike, associação que presidiu por dois mandatos consecutivos. Depois, conquistou a representação da Specialized e implantou a subsidiária da marca no Brasil. Quase uma década depois, conquistou a Mavic, a Zipp e, posteriormente, a gigante Garmin. Em 2018, decidiu então mudar-se com a família para o Canadá e, no ano seguinte, deixou a Pedal Power, focando exclusivamente no fortalecimento e crescimento das marcas que representa e em agregar novas marcas ao seu portfólio, como Vittoria, Shokz e Orbea. Conosco aqui, o engenheiro naval com pós-graduação em administração, empreendedor que tem um portfólio com 14 marcas representadas no Brasil, um dos melhores corredores de aventura brasileiros do final dos anos 1990, um amante do ciclismo e da vida ao ar livre, o paulistano Marcelo de Barros Dantas Maciel. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Lula escolhe chefe do Conselhão para o lugar de Gleisi. E juiz intima chefe do ICE e critica despreparo do governo Trump em Minnesota.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 27, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula que tenta descolar governo do Master após encontros com Toffoli e Vorcaro fora da agenda. Lula mostra preocupação com imagem do Planalto, da Corte e do Banco Central por causa de escândalo do Master. Quase um ano antes de o Banco Central decretar a liquidação extrajudicial do Master, Lula teve um encontro fora da agenda com Daniel Vorcaro, dono da instituição, no Palácio do Planalto. A conversa ocorreu em dezembro de 2024. À época, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, Vorcaro e o ex-CEO do Master Augusto Lima estiveram no Planalto para uma reunião com o chefe do gabinete pessoal de Lula, Marco Aurélio Marcola. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quase que por uma decisão precipitada, essa médica não deixou muito dinheiro na mesa.Hoje eu conversei com uma médica que já fatura cerca de R$900 por dia com um infoproduto simples, mas estava prestes a abandonar isso pra “tentar algo maior”. Esse episódio vai te prender até o final, já que eu vou te mostrar exatamente como escalar o que já funciona.Conheça o VTSD:http://vtsd.com.br/ep410-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
Ele foi um xadrezista prodígio. Dos 5 aos 10 anos de idade, aprendeu a dar xeque-mate em seu professor. Seu pai, jornalista, fez carreira na Editora Abril, e sua mãe, formada na primeira turma do curso superior de Turismo, trabalhava na Secretaria de Esportes e Turismo do Estado de São Paulo. Por isso, ele cresceu frequentando os diversos eventos esportivos realizados no Ginásio do Ibirapuera. De lutas de boxe ao Mundial de Ginástica, dos shows dos Globetrotters às partidas das seleções nacionais de vôlei e basquete. Viu também de perto o Campeonato Pan-Americano de Ciclismo realizado na USP. A bicicleta teve um espaço importante em sua infância, como um meio libertador de locomoção. Os esportes com bola nunca foram seu forte, mas foi na educação física escolar que ele teve o primeiro contato com a corrida. Quando tinha 15 anos de idade, um mergulho na piscina perfurou seu tímpano, iniciando um processo de perda da audição. Aos 20 anos, começou a correr esporadicamente, ao mesmo tempo em que trabalhava. Quase dez anos depois, em 1994, estava correndo na pista de cooper do Parque do Ibirapuera quando viu uma competição organizada pela Corpore e descobriu que havia outras corridas de rua além da São Silvestre. Informou-se ali mesmo sobre como poderia participar da próxima competição e desde então, iniciou sua relação com as corridas de rua. Já no ano seguinte participou da primeira edição da Maratona de São Paulo. Em 1997 participou da Maratona de Nova Iorque, onde fez outra descoberta importante: o site do New York Road Runners. Teve então a ideia e lançou, em 1999, o site maratona.com.br, a primeira plataforma digital brasileira focada em corrida. Ainda permaneceu alguns anos trabalhando no mundo corporativo antes de se dedicar exclusivamente ao jornalismo esportivo. Em 2002, tornou-se sócio da Webventure, que passou a se chamar Webrun, onde ficou até 2010. Depois, criou o site Running News, tornou-se colunista do portal Ativo, da revista Sport Life e lançou alguns episódios de seu primeiro podcast, o Harry Up! Seja pela profissão ou por lazer, a corrida se fundiu à sua vida e, ao longo das últimas três décadas, ele participou de mais de 30 maratonas no asfalto e na trilha, 60 meias maratonas e 9 ultratrails. Conosco aqui, o administrador com pós-graduação em marketing, jornalista esportivo pioneiro no mundo digital, empreendedor e corredor, autor de três livros sobre a corrida, criador e apresentador do podcast Grit Run, consultor em running, o paulistano Harry Thomas Júnior. Inspire-se! Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.