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Você está tomando decisões importantes baseado em uma premissa errada?Este é o segundo episódio da Série Decisão do Entra Pra Rachar. Caio Carneiro conta a história pessoal de como uma premissa errada quase fez ele perder a coisa mais importante da vida: a Fabi, sua esposa.O que você vai descobrir neste episódio:Por que premissa errada destrói qualquer decisão por mais que você acerte depoisComo a infância cria premissas inconscientes que comandam decisões de adultoPor que esperar "ter dinheiro pra casar" pode te custar a pessoa certaA sacada que mudou tudo: ir junto te leva mais longe do que ir sozinhoComo questionar suas próprias premissas antes que elas decidam por vocêSiga o Entra Pra Rachar:Instagram: @entrapraracharCaio Carneiro: @caiocarneiro#SérieDecisão #Premissa #Decisão #Caiocarneiro #Entraprarachar #Podcast
Quase metade dos brasileiros dá nota 10 para a própria vida amorosa, mas, ao mesmo tempo, as redes sociais nunca estiveram tão inundadas de posts que revelam medo, insegurança e desesperança. Por que a nossa felicidade pública parece tão maquiada enquanto a nossa intimidade vive sob o signo da exaustão? Neste episódio, a psicanalista Carol Tilkian e o pesquisador de felicidade Luciano Sewaybricker se sentam à mesa para decifrar os enigmas do afeto contemporâneo.Entre a rotina sufocante que transforma casais em sócios de uma microempresa, o perigo da presença ausente e a armadilha da hipervigilância mediada por algoritmos, nós nos perguntamos: afinal, o amor virou outra coisa? Uma conversa profunda sobre desatar os nós dos relacionamentos, se permitir viver o que sustenta o amor e descobrir se ainda temos a coragem de colocar todas as nossas fichas na mesa. E por aí, qual é o seu felizes para sempre?---
Hoje o papo é sobre Fable, Mythos e a disputa pelo controle dos modelos de IA! Neste episódio, conversamos sobre o salto de capacidade do Claude Fable 5, e do seu impacto no trabalho de devs. A seguir, abordamos os bastidores do bloqueio imposto pelo governo dos Estados Unidos, o que toca em temas de segurança, regulação, soberania tecnológica e o risco de empresas e países dependerem de modelos que podem sair do ar de uma hora para outra. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que fez um mashup Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Sérgio Lopes, cofundador da Alura e CEO do Alun Future Studio Fabrício Carraro, co-host do IA Sob Controle, Program Manager da Alura, autor de IA e host do podcast Carreira Sem Fronteiras Marcus Mendes, co-host do IA Sob Controle Links: Anthropic anuncia o Claude Mythos 5 e Fable 5 System Card do Fable 5 e Mythos 5 (PDF) Anthropic suspende acesso ao Claude Mythos 5 e Fable 5 Victor Taelin comenta desempenho do Fable 5 The Verge apura lance-a-lance da suspensão do Claude Mytos 5 e Fable 5 Yann LeCun critica forma como Dario Amodei abordou o Mythos Ordem Executiva de Trump para o mercado de IA Texto de Fabrício Carraro sobre soberania tecnológica na era da IA Meta Muse Spark Toda revolução tecnológica começa com quem antecipa o futuro e transforma ideias em soluções de alto impacto. Conheça os cursos da Alura + FIAP Skills & Go: Agentic Engineering, Building AI Products, e AI Data Strategy. Saiba mais sobre o Skills & Go. Vá para o Vale do Silício com Paulo Silveira, Marcell Almeida, Fabrício Carraro e Marcus Mendes na “Imersão IA Sob Controle e Alura no Vale do Silício“! Vagas limitadas, corra para reservar a sua. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Vocês já vieram pro nosso grupo do Telegram?http://orelo.cc/diariodebordo
Cicatrizes na pele a gente consegue ver, cuidar e, com o tempo, elas fecham. Mas e as cicatrizes invisíveis? Quase todos nós carregamos na mente o eco de uma frase pesada, de uma rejeição ou de uma crítica destrutiva que ouvimos há 10, 20 ou 30 anos. Palavras têm um poder absurdamente desproporcional: elas entram na alma e moldam a forma como enxergamos a nós mesmos. Uma única frase dita no momento de ira tem a força de fragmentar uma família, arruinar uma amizade ou enterrar a autoconfiança de alguém.Na nova mensagem da série Fé Sem Religião, nós analisamos um dos textos mais práticos e provocativos sobre o comportamento humano (Tiago 3:1-12) para entender como a nossa boca funciona como o leme de um navio. Em dias de calmaria, é fácil conversar. Mas é no meio das maiores tempestades da vida — nas crises, no estresse do trabalho ou no ambiente familiar — que o rumo do nosso destino e dos nossos relacionamentos é definido pela forma como usamos nossa língua. O grande problema é que a nossa fala não é apenas um ato mecânico; ela é o termômetro exato do que está escondido no fundo do nosso coração. Uma faísca boba de fofoca ou um comentário maldoso no WhatsApp pode incendiar uma floresta inteira de reputações.Se você já passou pela experiência frustrante de dizer "falei sem pensar" e depois teve que recolher os cacos do estrago, essa mensagem é para você. Descubra por que tentar controlar as nossas reações apenas com "força de vontade" sempre falha e como encontrar uma transformação real que começa de dentro para fora. VEM COM A GENTE!O vídeo dessa mensagem está disponível também no nosso canal do Youtube: https://youtu.be/9scuNSUjqCIPara acompanhar tudo o que está acontecendo no Luzeiro, acesse nosso site! https://somosluzeiro.com.brSe quiser contribuir com a gente, a chave PIX é contato@somosluzeiro.com.br, e os outros dados para contribuições estão disponíveis neste link: https://qrfacil.me/QCl5ZuEZ #somosluzeiro
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Quase todas as pessoas busca uma vida independente, para isso acreditam que a saúde, os bens, os amigos são o caminho seguro para esta independência. Aprendemos no evangelho, entretanto, que devemos aprender a depender do Senhor, pois nele é que encontramos a estabilidade desejada. Quando reconhecemos que não temos a força e os recursos para seguir sozinhos e buscamos ao Senhor em plena dependência, então, assim, nos tornamos fortes, de verdade. O caminho da felicidade é andar sempre dependendo do Senhor.
Indústria buscam tecnologias novas para reduzir quantidade de medicamentos, aumentar eficiência e evitar residual dos medicamentos
María Bethânia cumple hoy 80 años. Le deseamos un feliz cumpleaños escuchándola cantar 'A hora da estrela de cinema', 'A beira e o mar', 'Motriz', 'Explode coração', 'Mel', 'É de manhã', 'Viramundo', 'Eu não existo sem você', 'Minha namorada', 'A tua presença', 'Drama', 'Negue', 'Quase', 'Anos dourados', 'Soneto de separação/Bom dia tristeza/Olhos nos olhos'', 'Sonhei que estava em Portugal/Anda Luzia' y 'Lua vermelha'.Escuchar audio
Com CPF como número único, biometria e versão digital integrada ao GOV.BR, registro civil é modernizadoSonora:
Nos reunimos essa semana para falar de tudo que nos deixou animados no principais eventos do ano: Summer Game Fest, Xbox Showcase, State of Play e Nintendo Direct!Grupo do Telegram: https://t.me/warpzonemeCanal do Jhones: https://www.youtube.com/@jhonnesgamesPodcast do Nino: https://open.spotify.com/show/39QJL9Rk1HG5yzAqfzSrfZCanal do Pedro: https://youtube.com/@euhxcx Episódio com Sidney Rodrigues, Nino, Pedro Pacheco e Anderson da Rosa!
Há muita chuva junto ao NRG Stadium, mas não tanta como a quantidade de camisolas de Portugal. Quase todos os adeptos são norte-americanos e mexicanos. Longas filas avançam rapidamente para o estádio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Previsão é que a Sabesp invista, nos próximos anos, uma média de R$ 369 por habitante.
Cicatrizes na pele a gente consegue ver, cuidar e, com o tempo, elas fecham. Mas e as cicatrizes invisíveis? Quase todos nós carregamos na mente o eco de uma frase pesada, de uma rejeição ou de uma crítica destrutiva que ouvimos há 10, 20 ou 30 anos. Palavras têm um poder absurdamente desproporcional: elas entram na alma e moldam a forma como enxergamos a nós mesmos. Uma única frase dita no momento de ira tem a força de fragmentar uma família, arruinar uma amizade ou enterrar a autoconfiança de alguém.Na nova mensagem da série Fé Sem Religião, nós analisamos um dos textos mais práticos e provocativos sobre o comportamento humano (Tiago 3:1-12) para entender como a nossa boca funciona como o leme de um navio. Em dias de calmaria, é fácil conversar. Mas é no meio das maiores tempestades da vida — nas crises, no estresse do trabalho ou no ambiente familiar — que o rumo do nosso destino e dos nossos relacionamentos é definido pela forma como usamos nossa língua. O grande problema é que a nossa fala não é apenas um ato mecânico; ela é o termômetro exato do que está escondido no fundo do nosso coração. Uma faísca boba de fofoca ou um comentário maldoso no WhatsApp pode incendiar uma floresta inteira de reputações.Se você já passou pela experiência frustrante de dizer "falei sem pensar" e depois teve que recolher os cacos do estrago, essa mensagem é para você. Descubra por que tentar controlar as nossas reações apenas com "força de vontade" sempre falha e como encontrar uma transformação real que começa de dentro para fora. VEM COM A GENTE!O vídeo dessa mensagem está disponível também no nosso canal do Youtube: https://youtube.com/live/o9QDm8TiL4sPara acompanhar tudo o que está acontecendo no Luzeiro, acesse nosso site! https://somosluzeiro.com.brSe quiser contribuir com a gente, a chave PIX é contato@somosluzeiro.com.br, e os outros dados para contribuições estão disponíveis neste link: https://qrfacil.me/QCl5ZuEZ #somosluzeiro
Quase todos compartimentam sua vida, como se diferentes áreas pudessem ser separadas a ponto de não exercerem influencia entre si. Há quem pense ser possível ter um relacionamento saudável com Deus e deixar relações pessoais quebradas, marcadas por mágoas e ressentimentos. A Escritura nos ensina que não podemos amar a Deus se não amamos nossos irmãos. Relações saudáveis com o próximo são imperiosas para uma relação saudável com Deus. Precisamos entender que todas as áreas da vida estão conectadas e cuidar de todas elas.
No Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, um estudo da Fundação Abrinq mostra que a melhora do mercado de trabalho no Brasil não foi suficiente para afastar adolescentes de atividades irregulares. Segundo o levantamento, 77,2% dos jovens de 14 a 17 anos que estavam ocupados no primeiro trimestre de 2026 se encontravam em situação de trabalho infantil. Os dados foram produzidos com base na PNAD Contínua, do IBGE. Para João Pedro Sholl, analista de dados e indicadores da Fundação Abrinq, houve uma redução gradual do problema nos últimos anos, mas o ritmo é lento.
Quando perdeu o pai de forma repentina, a Bruna entendeu que o amor deixa marcas que permanecem vivas, mesmo quando a voz de quem amamos já não pode mais ser ouvida.Pouco tempo antes da perda, Bruna havia passado um feriado ao lado do pai. Voltaram para casa no sábado. No domingo de manhã, ele saiu de moto e não voltou mais. Um acidente interrompeu uma história que ela imaginava ter muito mais capítulos pela frente.15 depois, ainda mergulhada no luto, ela tinha um show marcado. Subir naquele palco parecia impossível, mas foi justamente ali, tão perto da despedida, que encontrou forças para seguir. Cantar a fez lembrar por que havia escolhido a música. Desde o início, cada nota carregava um desejo silencioso: orgulhar o pai.A música sempre foi uma herança de família e seu avô era um de seus maiores mestres. Já muito doente, ele passava os dias entre a cama e as lembranças. Foi durante uma visita despretensiosa que Bruna comentou ter experimentado uma sanfona na casa de um amigo, e seu avô respondeu apontando para um instrumento esquecido na sala.A partir daquele dia, ela começou a aprender sozinha. Assistia a vídeos, ensaiava algumas notas e levava a novidade para compartilhar com ele. A sanfona virou uma desculpa bonita para estar presente com ele.Foi então que o pai percebeu algo especial naquele encontro entre neta e avô. Incentivou Bruna a pedir o instrumento para ela. Antes mesmo que ela terminasse a frase, o avô já havia dado sua resposta: para ele, aquela sanfona pertencia a quem a tocava.Um mês depois, ele partiu.Hoje, o pai já não está aqui. O avô também não. Outros amigos se foram pelo caminho, alguns de forma tão inesperada quanto o pai. Mas, quando Bruna canta, nenhuma dessas presenças parece distante.Porque a música se tornou o lugar onde as memórias permanecem vivas, o espaço onde o amor continua encontrando voz e onde ela pode reverenciar aqueles que ajudaram a construir quem ela é.Bruna acaba de lançar a música “Quase de Dançar”. O clipe reúne relatos de pessoas que já passaram pelo @historiasdeterapia e que ajudam a comprovar o poder transformador da música. Como diz a própria letra: toda canção nasce do que é bom de ouvir por dentro.
PodCast do Grupo de Conjuntura IE - UFRJA armadilha da quase estagnaçãoParticipam: Antonio Licha, Francisco Eduardo Pires deSouza e Margarida Gutierrez.https://open.spotify.com/show/2DnmUkTF8HNqm2PEY9bu75
Ouça a reportagem de Josafá Neto sobre a inauguração do sinal da emissora em Itabaiana-SE. Foto: Adilson Andrade/Ascom UFS
No solo de Cabo Delgado repousam algumas das maiores reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos de África. À superfície persistem pobreza, medo e violência. Uma investigação internacional coordenada pela Forbidden Stories revela como a captura das riquezas locais, a falta de transparência e a exclusão das comunidades ajudaram a criar o terreno onde prosperou a insurgência armada que desde 2017 devasta o norte de Moçambique. Há uma pergunta que atravessa toda a investigação Mozambique Exposed: como é possível viver sobre uma montanha de riqueza e continuar sem nada? Durante cinco meses, cerca de 30 jornalistas de vários países procuraram responder a essa questão. Coordenado pela Forbidden Stories, o projecto investigou as ligações entre a exploração dos recursos naturais de Cabo Delgado, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que há quase uma década assola o norte de Moçambique. O resultado é o retrato de uma região onde a abundância e a miséria existem lado a lado. Cabo Delgado concentra algumas das mais valiosas reservas de gás natural, rubis, madeira e minerais estratégicos do continente africano. No entanto, para grande parte da população, essa riqueza continua a ser uma promessa distante. “O mundo consegue ser bastante desigual”, observa Micael Pereira, jornalista do Expresso e um dos participantes da investigação. Em países que saíram do colonialismo sem instituições suficientemente fortes, explica, essas desigualdades assumem frequentemente contornos mais severos. No caso de Cabo Delgado, considera existir “um falhanço claro por parte do Estado em assegurar as condições mínimas que nós poderíamos desejar e esperar para estas populações”. Ao longo da investigação, os jornalistas encontraram provas de uma realidade denunciada há anos pelos habitantes da província: quanto mais riqueza é descoberta, menos essa riqueza chega a quem vive sobre ela. “Existe claramente uma contradição entre os vastos recursos naturais e a forma como isso se traduz na vida das populações”, afirma Micael Pereira. Essa contradição não resulta apenas de dinâmicas internas. Segundo o jornalista, está também presente na forma como grandes operadores internacionais exploram os recursos da região através de acordos celebrados com o Estado moçambicano. “Há uma certa cumplicidade entre aquilo que é essa comunidade internacional de corporações, de empresas, e o Estado local”, sustenta. Uma relação que, na sua perspectiva, ajuda a explicar porque é que as riquezas extraídas de Cabo Delgado continuam a gerar tão poucos benefícios para as comunidades locais. Questionado sobre a transparência na gestão do conflito em Cabo Delgado, nomeadamente em relação ao acordo de segurança entre Moçambique e o Ruanda, Micael Pereira considera que persistem muitas zonas de sombra. “Estamos perante uma situação em que falta efectivamente transparência”, afirma o jornalista, recordando que só recentemente se tornou pública a existência de uma componente financeira associada ao destacamento das forças ruandesas, suportada pelo Estado moçambicano. As forças ruandesas receberam apoio financeiro europeu apesar de já terem sido alvo de denúncias relacionadas com abusos dos direitos humanos e de persistirem interrogações sobre a natureza do regime de Kigali. Mas compreender Cabo Delgado implica olhar para além dos contratos, dos investimentos e das operações militares. Quando se fala da insurgência, a atenção recai frequentemente sobre os homens armados e sobre a dimensão religiosa do conflito. No entanto, para Micael Pereira, essa é apenas uma parte da história. “A presença desses homens armados e todos os episódios que têm vindo a ser reportados ao longo dos últimos anos são um reflexo” de problemas mais profundos, afirma. Na sua análise, a ausência do Estado, a exclusão social e a incapacidade de transformar os recursos naturais em desenvolvimento criaram um sentimento de injustiça que os grupos extremistas souberam explorar. A narrativa jihadista encontra eco porque se cruza com frustrações muito concretas. “Isso só é possível singrar com um substrato de grande desigualdade social, de uma ausência do Estado”, explica o jornalista. Uma realidade agravada, acrescenta, pela delegação de funções essenciais, incluindo a segurança das populações, a actores externos. Uma das grandes perguntas que permanece sem resposta diz respeito ao financiamento dos grupos armados. “É difícil dizer exactamente quem está por trás do financiamento destes grupos”, admite Micael Pereira. O acesso limitado à região por parte de jornalistas, investigadores e organizações independentes torna particularmente difícil seguir o rasto do dinheiro. “Existe alguma especulação sobre de onde vem o financiamento destas operações”, reconhece. Parte dos recursos poderá ser gerada pelos próprios grupos no terreno. Mas, para já, conclui, “eu diria que é um mistério”. Enquanto as explicações permanecem incompletas, a vida das populações continua marcada pela insegurança. Em 2023, durante o processo de retorno promovido pelas autoridades moçambicanas, os relatos recolhidos no terreno mostravam que o medo continuava presente no quotidiano de muitas comunidades. “As pessoas continuam a viver uma situação de medo. Vivem sob um constante ambiente de ameaça”, relata o jornalista. Apesar dos sucessivos anúncios de estabilização e dos avanços militares registados nos últimos anos, a percepção de insegurança permanece. Para muitos habitantes, a guerra pode ter mudado de intensidade, mas nunca desapareceu verdadeiramente. Hoje, quando outras crises internacionais monopolizam a atenção mediática, Cabo Delgado corre o risco de voltar ao silêncio. “A conclusão que retiro é que o problema persiste nesta região”, afirma Micael Pereira. Por isso, defende que o jornalismo não abandone um território onde continuam por responder às questões que estiveram na origem do conflito. “Nós, enquanto jornalistas capazes de trabalhar de forma colaborativa e até com colegas locais, devemos persistir em manter uma atenção e uma dedicação àquilo que se passa em sítios como Cabo Delgado.” Quase dez anos desde o início da insurgência, a investigação deixa uma conclusão inquietante: a guerra em Cabo Delgado não se explica apenas pelas armas nem pela ideologia. Explica-se pela riqueza que continua a sair da região sem transformar a vida de quem lá vive.
A internacionalização do Flamengo já apresenta resultados concretos.As transmissões internacionais da Flamengo TV alcançaram quase 2 milhões de visualizações em apenas 18 partidas, registrando crescimento da audiência em espanhol e mostrando que a marca rubro-negra começa a construir uma base sólida de torcedores fora do Brasil.No vídeo analisamos os números, o potencial comercial da estratégia e os próximos passos para transformar audiência internacional em receita e fortalecimento da marca.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #FlamengoTV
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (08/06/2026): A inflação brasileira enfrenta uma tempestade quase perfeita em 2026. A guerra entre EUA e Irã fez com que as projeções do mercado para o IPCA subissem mais de um ponto porcentual. Na véspera do início do confronto, em 27 de fevereiro, a previsão do mercado para o índice do ano era de 3,91%. Agora, a expectativa é de 5,09%. As cotações do petróleo dispararam, levando junto os combustíveis, os preços de fertilizantes e de alimentos. Também a perspectiva de um “super-El Niño”, fenômeno climático que afeta as safras agrícolas no mundo, coloca mais pressão nos preços da comida. Bancos e consultorias frearam apostas na redução da Selic, hoje em 14,5%. Alguns falam em mais um corte, de 0,25 ponto. Outros, em manutenção da taxa Política: Supremo descumpre própria regra e tem 94 decisões individuais sem julgamento Internacional: Irã dispara mísseis contra Israel pela 1ª vez desde cessar- fogo com EUA Metrópole: Apreensão de canetas emagrecedoras cresce 1.000% em Foz do Iguaçu Esportes: Wesley está fora da Copa e Ancelotti chama meia da Atalanta em seu lugarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A camisa azul número 10 usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958 deverá atrair a atenção de colecionadores e fãs de futebol de todo o mundo quando for leiloada pela Sotheby's, em Nova York, no próximo mês.A camisa azul número 10 usada por Pelé na final da Copa do Mundo de 1958 deverá atrair a atenção de colecionadores e fãs de futebol de todo o mundo quando for leiloada pela Sotheby's, em Nova York, no próximo mês.
Gustavo Borges, um dos maiores monstros da história da natação mundial e dono de quatro medalhas olímpicas, abre a caixa preta dos bastidores do esporte de alto rendimento e sua transição genial para o topo do mundo dos negócios. Neste episódio, ele revela o impacto psicológico de uma declaração polêmica de seu maior rival, Alexander Popov, que o forçou a encarar suas próprias fraquezas e a obsessão milimétrica por três décimos de segundo. Você vai entender como a dor da derrota moldou o empresário que hoje lidera um império com mais de 250 mil alunos.Além dos segredos das piscinas, Gustavo faz um alerta urgente sobre o colapso silencioso que a inteligência artificial está provocando na sociedade. Ele compartilha um experimento próprio assustador que ativou sua "preguiça cognitiva" e explica como a automação desenfreada vai gerar uma onda inevitável de demissões em massa. Se você quer sobreviver ao novo mercado, precisa entender a diferença brutal entre esforço e performance real.Disponível no Youtube:Link: https://youtu.be/XCGKReSws5sPatrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial. https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi00:00:00 - a mentira do "hard work" cego no alto rendimento 00:15:30 - bastidores brutais e a provocação de alexander popov 00:38:45 - a agonia de 40 minutos com o erro do placar em 1992 01:02:15 - o mercado da noite e a venda secreta do bar favella 01:18:40 - como construí um império de 250 mil alunos recorrentes 01:32:10 - mais linhas de código que game of thrones: a estrutura mgb 01:41:50 - o colapso da inteligência artificial e o apagão mental 01:46:15 - ambição fria, milhões em palestras e a busca pela paz real Siga o Gustavo no Instagram:https://www.instagram.com/gustavo.borges/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Polícia Civil investiga se dinheiro da Prefeitura de SP custeou filme sobre Bolsonaro. E Trump diz que Israel e Hezbollah concordaram em parar ataques no Líbano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agência da ONU promoverá discussões sobre trabalho em plataformas, inteligência artificial, igualdade de gênero e diálogo social; representantes de países de língua portuguesa participam dos eventos.
Você já se perguntou como funciona a engrenagem administrativa por trás de uma das igrejas mais organizadas do mundo? Ao contrário do que muitos pensam, a Igreja Adventista não é governada por ordens hierárquicas rígidas de vozes solitárias, mas sim por meio de um modelo participativo e representativo de assembleias. Neste vídeo, vamos desmistificar o funcionamento prático e a teologia profunda que sustentam as sessões e assembleias nos diferentes níveis da denominação. O que você vai descobrir neste vídeo: * Sessão x Assembleia: Entenda de uma vez por todas a diferença técnica e prática entre esses dois termos. * Decisões Coletivas: Como representantes eleitos pela própria comunidade tomam decisões vitais sob oração, consulta e estudo da Palavra. * A Pirâmide Organizacional: Como funcionam as votações desde o nível local até a Associação Geral. * A Voz de Deus? O peso espiritual das decisões coletivas e quando a voz da igreja reunida deve ser respeitada. * Papel de Cada Um: O dever do membro comum, a responsabilidade ética do delegado e a transparência exigida da liderança. Se você deseja entender por que essas reuniões não são meros eventos burocráticos, mas sim momentos escatológicos e altares de reforma espiritual, acompanhe este estudo completo! Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Quase 270 mil pessoas já foram deportadas para o Afeganistão desde o início do ano; medida é uma violação dos direitos dos refugiados; Volker Turk insta Estados a cumprirem “obrigações legais internacionais”.
Chama-se Magnifica Humanitas e é a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um texto longo e denso sobre as ansiedades e desafios colocados pela inteligência artificial. Mas não só, também fala de guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante a Segunda Guerra Mundial um homem se salvou por pouco de ser capturado e canibalizado pelos japoneses. Anos depois ele se tornaria presidente.Roteiro e Apresentação: Icles RodriguesEdição: João Victor VilaInstagram: @iclesrodriguesAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoria
Estima-se que sete dos onze australianos detidos por Israel regressem à Austrália esta segunda-feira. Passageiros e testemunhas descrevem o que aconteceu durante uma explosão junto a linha ferroviária no sudoeste do Paquistão, que causou, pelo menos, 19 mortes e mais de 70 feridos. Donald Trump, na rede social Truth Social: "qualquer acordo com o Irão seria bom e apropriado, ao contrário do acordo nuclear da era Obama, que abriu caminho para que o Irão obtivesse uma arma nuclear". O número de mortos devido ao surto de Ébola na República Democrática do Congo subiu para 204, com 867 casos suspeitos registados. Estas e outras notícias em destaque no noticiário de hoje.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Jorge Rodrigues sublinha que o Irão utiliza o Estreito de Ormuz como um trunfo estratégico fundamental. Também destaca que a aliança EUA-Israel prevalece, embora as prioridades regionais divirjam. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por que uma matéria sobre o filme Dark Horse incomodou tanto o dono do Banco Master? A PF descobriu que bastou uma mensagem de Daniel Vorcaro para que o Portal Léo Dias removesse do ar informações sobre a produção milionária.Ouça à análise dos fatos que eles tentaram apagar da história.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #PortalLéoDias, #LéoDias, #Vorcaro, #DarkHorse, #Censura, #Deletado, #Polêmica, #Bastidores, #Fofoca, #Notícias, #Famosos, #Celebridades, #Internet, #Trending, #Viral, #Babado, #Podcast, #Entretenimento, #Exclusivo, #Alta
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Corinthians classifica para a fase oitavas de final da Copa do Brasil, mas tropeça no Brasileirão e volta a entrar na zona do rebaixamento. Fora de campo, Yuri Alberto diz que gostaria de ir embora e, dias depois, Hugo Souza é surpreendido com a não convocação para a disputa da Copa do Mundo. No episódio desta semana, Careca Bertaglia e Yago Rudá debatem os rumos do Timão, repercutem as polêmicas do Parque São Jorge e palpitam sobre o futuro de Memphis Depay. Confiram!
Tá chegando a hora do IM Brasil e o start list deste ano está ANIMAL! Quase 50 atletas profissionais, vários campeões de IM e de 70.3, alguns top 100 PTO e a certeza de que teremos um grande show. Confira o MT News desta semana.
Em 2025, a APAV registou 1600 casos de pais agredidos pelos filhos. São mais 54% do que no ano anterior. Quase 60% das vítimas tem 65 ou mais anos. Metade dos casos nunca chega a ser reportadaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Thiago Siqueira e Fernanda Schmölz conversam sobre "O Diabo Veste Prada 2", continuação que chega 20 anos depois do filme original. Nós mergulhamos em tudo sobre a sequência de um dos filmes mais icônicos dos anos 2000. Neste episódio, relembramos o impacto do clássico original, o legado de Miranda Priestly (Meryl Streep), Andy Sachs (Anne Hathaway) e Emily Charlton (Emily Blunt), além de discutir como a indústria da moda e o jornalismo mudaram desde então. O retorno do elenco original, as possibilidades de um "O Diabo Veste Prada 3", bastidores da produção e as nossas opiniões sobre a continuação entraram na conversa. Será que ainda existe espaço para a Runway no mundo digital de hoje?OFERECIMENTO | LISTERINE®️ Cuidado Total - o enxaguante mais completo da marca. Ele tem 5x mais poder de limpeza*, alcançando áreas que muitas vezes a gente não consegue chegar com apenas escovação e fio dental. SAIBA MAIS AQUI!!!!*Do que apenas uso da escovação e fio dental.
As ilhas açorianas estão sempre a mexer-se, umas vezes tremendo, como sucedeu há poucos dias em São Jorge, outras vendo lava chegar à superfície, como esteve quase a acontecer há 4 anos na mesma ilha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As ilhas açorianas estão sempre a mexer-se, umas vezes tremendo, como sucedeu há poucos dias em São Jorge, outras vendo lava chegar à superfície, como esteve quase a acontecer há 4 anos na mesma ilha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há elogios facilmente entendidos, declarações que tocam o coração. Onde será que se encaixa a mensagem enviada para uma menina a chamando de "calango do deserto?” Da inocência do coraçãozinho das crianças, partimos para a desconfiança da vida adulta, que faz um sujeito omitir o próprio nome, sem lógica aparente, arruinando o dia de um trabalhador, guerreiro, que já começa quase sempre arruinado. O motociclista sabe que ele é ele, já o sujeito que fez o pedido parece ter esquecido o seu papel no planeta Terra. Às vezes, era só ir embora... Faz falta não.Ainda falando de entregas: que tal entregar uma encomenda e se deparar com uma chibata de 25 centímetros, vista apenas graças ao avanço da medicina? Uma terça-feira qualquer, sem dúvida.E como o fundo do poço pode ser sempre mais embaixo, encontramos uma grande lição de vida, com pouca ou quase nenhum humildade, no jogo preferido do Felca: Roblox.APOIE O THIS IS BRAZIL: clique aqui.
Nos anos 80 e 90, Ana Deus tornou-se conhecida como a voz feminina dos Ban, uma banda pop que marcou uma geração. “Eu era a punk numa banda de betos.” Depois, com a escritora Regina Guimarães, criou outra banda icónica, os “Três Tristes Tigres”. Uma formação que regressou com renovada garra com o álbum “Arca”. Um disco lúcido, com letras afiadas, que são a anatomia de um tempo, distinguido pelo Expresso como um dos melhores de 2025. Atualmente está a ensaiar com músicos reclusos na prisão de Custóias e está convicta que, de alguma forma, a música liberta. “A minha preocupação na música tem sido com o mais pequeno, o quase invisível, o que está na margem da atenção.” Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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O Ceará se despediu da Copa do Brasil após derrota nos pênaltis para o Atlético Mineiro, na Arena Castelão. Mesmo vencendo no tempo normal por 2 a 1 e jogando com um atleta a mais desde o início, o Vozão viu a classificação escapar nos pênaltis, em uma disputa decidida pelas defesas do goleiro adversário. A […]
Nosso especial no mês de aniversário!!!! Anote seus pontos, sem roubar, e venha torcer para Fabi, Caio ou Felipe Xavier e diga nos comentários quantos pontos você faria? TEXTOS: No início, sou só água. Água que espera. Então vêm as mãos. Uma pesa demais. Outra mede demais. A terceira hesita, e essa hesitação muda tudo. Sou golpeado. Sovado. Esticado até quase romper. As primeiras tentativas são desiguais. Alguns fios nascem grossos, outros frágeis. Há pressa demais em uma palma. Orgulho demais em outra. O fogo observa. O ar fica pesado com sal, gordura, memória. Alguém quase perde o ritmo quando o aroma sobe rápido demais. Alguém quase se afoga na própria ansiedade. Mas então eles lembram do que aprenderam. Três movimentos. Não separados, simultâneos. Eu giro. Sou lançado contra calor que não recua. Uma força antiga tenta me dispersar, espalhar meus ingredientes, provar que ainda manda na chama. Quase me perco. Quase transbordo. Mas três tempos se alinham. Um impacto que atordoa. Um alongamento que desequilibra. Uma dobra que concentra. E eu encontro forma. O cenário é improvável. O cheiro de menta e produtos químicos tenta, sem sucesso, mascarar o odor de sangue que impregna o tecido azul escuro. O chão vibra com o rugido lá de fora e as paredes de metal rangem. Ao olhar para o lado, a visão de sua mulher segurando um cutelo com naturalidade é a única coisa que lhe dá confiança para tentar decifrar aquelas linhas técnicas em francês. Você precisa estabilizar a aeronave e ignorar, por um instante, o que aguarda por trás da porta: sete figuras que deveriam estar imóveis e ensacadas, mas que podem ser bem mais perigosos do que uma queda livre. O prédio tem três andares, mas nunca esteve completo. Uma ala inteira permanece vazia há mais de uma década. Prometeram móveis. Prometeram verba. Prometeram futuro. O cheiro ali é curioso: mofo recente, como se algo tivesse sido inaugurado ontem, e abandonado no mesmo dia. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Alguém que sorri demais. A cidade é redonda. Não por acaso, por orgulho. Torres ovais, bandeiras amarelas, brasões com formas simples demais para serem inocentes. Dentro dos muros, tudo brilha. Fora deles, a lama é espessa. O ser mais protegido do reino vive numa torre alta. Oficialmente, é de companhia. Extraoficialmente, sustenta o tesouro. Na manhã da fuga, a janela estava estilhaçada de fora para dentro. No alto da colina próxima, marcas no solo indicavam algo pesado apoiado ali por horas. Não houve invasão. Houve lançamento. Dias depois, criadores começaram a notar ausências sincronizadas. Portões intactos. Cercas inteiras. E ainda assim, vazios. O soberano fala em sabotagem. Mas os relatórios usam outra palavra: organização. O tempo dos carros voadores ficou para trás e a Biblioteca não guarda apenas livros raros, mas a sobrevivência humana. Após passarem por um teste de sangue e álcool, eles são levados à cidade subterrânea, onde lâmpadas brilham como estrelas e o silêncio dos moradores esconde um medo profundo. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O carro sobe por uma estrada estreita ladeada por muros de pedra antiga. Não é apenas uma propriedade, é um monumento. O cheiro não é só de terra: é de tradição. À esquerda, fileiras disciplinadas descem o terreno em declive. À direita, uma mansão que parece ter aprendido a envelhecer com elegância. Um anexo mais recente destoa, concreto mais claro, linhas mais retas. Mas eu não estou ali pela arquitetura. Estou ali porque algo apodreceu. Ajude esse projeto Apoiase: https://apoia.se/rpguaxa PIX: rpguaxa@gmail.com Contatos: Instagram: https://instagram.com/RPGuaxa Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Edição: Marcelo Guaxinim. Idealizador e Host: André Trapani. Jogadores: Caio, Fabi e Felipe Xavier. “Happy Happy Game Show” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Sabia que a forma como ajusta os seus investimentos ao longo da vida pode fazer a diferença entre uma reforma tranquila e uma reforma de preocupação? No mais recente episódio do Podcast MoneyBar, explicamos-lhe a estratégia que quase ninguém aplica em Portugal. Inscreva-se no evento gratuito "A Nova Fase": https://bit.ly/novafase50 Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Inscreva-se na Lista de Espera do Programa Património Imobiliário: https://moneylab.pt/imobiliario-sup Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Whatsapp MoneyLab: https://moneylab.pt/whatsapp Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Ministro da Saúde defende interdição técnica na Ypê e crítica disputa partidária na crise. E alunos da USP paralisam atendimentos no Hospital das Clínicas e no Hospital Universitário após ação da PM.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Felipe Cesarano, Gordo, surfista de ondas grandes, faixa‑preta de jiu‑jitsu por formação, empresário e figura central da tribo surf+jiu‑jitsu do litoral brasileiro. Filho de uma história de superação, Felipe construiu uma carreira entre Havaí, Indonésia, México e as praias do Brasil; viveu a glória do surf internacional, sobreviveu a crises pessoais e hoje transforma sua experiência em ensino, aulas, jet‑safari e projetos de lifestyle. Gordo é conhecido pela energia autêntica, pela relação direta com a comunidade e por unir técnica, coragem e humanidade.Se você é surfista, atleta de alto risco, praticante de jiu‑jitsu ou busca entender a vida de quem vive no limite, este episódio é ouro. É uma conversa crua, íntima, cheia de histórias de sobrevivência, técnicas de preparação mental e física, lições sobre responsabilidade e sobre como transformar queda em propósito.
Falámos ao telefone com Nuno Markl.