Bowed, fretted and stringed instrument
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Já está no ar o novo episódio do podcast STJ No Seu Dia, que aborda uma importante decisão da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o direito da vítima de violência doméstica de recorrer quando medidas protetivas de urgência são negadas ou revogadas.Em conversa com o jornalista Thiago Gomide, o promotor de justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Raoni Maciel explica os fundamentos jurídicos da decisão e destaca como o entendimento amplia a proteção prevista na Lei Maria da Penha, ao reconhecer que a vítima pode atuar diretamente na defesa dos direitos, inclusive durante o processo judicial.O episódio discute ainda os impactos da decisão para o Sistema de Justiça, a importância do acesso da vítima à instância recursal e o papel das instituições judiciais no fortalecimento da proteção às mulheres em situação de violência.STJ No Seu Dia Com entrevistas em linguagem acessível sobre questões institucionais ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania, o podcast é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.
As ações integram a estratégia do Governo de São Paulo de enfrentamento permanente à violência contra a mulher, unindo ações repressivas, prevenção e políticas públicas de proteção. O objetivo é ampliar a segurança das mulheres, interromper ciclos de violência e assegurar o cumprimento rigoroso das decisões judiciais.
Violência em várias regiões do país segue matando e danificando infraestruturas deixando milhões de pessoas sem eletricidade, aquecimento e abastecimento de água em pleno inverno.
Com muita seriedade e amor, este Debate 93 trata sobre os graves casos de agressões domésticas. Não deixe de ouvir e também de compartilhar!
Neste Debate 93, os pastores conversam sobre o papel da igreja diante do caos da violência no Rio de Janeiro. Não deixe de ouvir!
A dor de ter sido violentada pelo próprio pai é o assunto deste Debate 93. Ouça e compartilhe!
Sempre alegre e positiva, Beatriz Imperatori, cara da UNICEF Portugal, relembra que a Convenção sobre os Direitos da Criança foi o Tratado mais ratificado do mundo, num raro momento de união mundialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais de 35 mil casos de violação e agressão sexual a menores foram registrados em 2025; relatório revela tendência de aumento contínuo, papel de conflitos e sistemas frágeis de proteção; apenas 23% das intervenções contra a violência de gênero receberam financiamento.
Documento da OMS na região mostra que substância tem impactos significativos na segurança, na saúde pública e na vida de jovens, mulheres e comunidades inteiras; Europa tem maior consumo de álcool do mundo.
O Opinião desta sexta (12/12):Quando piadas em reuniões, críticas disfarçadas de conselho ou brincadeiras repetidas passam do limite e ferem. Situações que parecem inofensivas podem esconder manipulação, controle e humilhação emocional. Como reconhecer esses comportamentos, entender seus efeitos e quebrar o ciclo de dor dentro de casa?Uma conversa sobre o que se esconde por trás das "brincadeiras de família". Como essas relações e conflitos familiares se perpetuam? Para falar sobre o assunto, conversaremos com a psicanalista e professora Professora titular do departamento de Psicologia Social da USP Belinda Mandelbaum e com o antropólogo e professor da ESPM Fred Lucio.#SomosCultura #TVCultura #Amor #Paixão
César Afonso, ex-inspetor chefe PSP de Lisboa, e advogado Miguel Matias defendem que acompanhamento de casos deve ter mais poder de decisão, com ligação direta ao Ministério Público e tribunais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Escrever no escuro: Tânia Ganho, a linguagem e o dever de olhar Há escritores que procuram a luz. Outros preferem começar no escuro. Não por gosto do choque, mas porque sabem que há zonas da experiência humana que só se tornam visíveis quando se abdica do conforto. A escrita de Tânia Ganho pertence claramente a este segundo grupo. Ao longo da conversa no Pergunta Simples, torna-se evidente que não se trata de uma escolha estética nem de uma estratégia narrativa. É uma posição ética: escrever é olhar para aquilo que existe, mesmo quando é incómodo, perturbador ou socialmente evitado. Nos seus livros — e no modo como fala deles — a literatura não surge como refúgio, mas como instrumento de análise. Ganho escreve sobre violência, abuso, maternidade falhada, infância em risco, sistemas de justiça imperfeitos. Não para moralizar. Não para oferecer respostas simples. Mas para tornar visível uma complexidade que tende a ser empurrada para fora do discurso público. A escrita como trabalho — e não como epifania Um dos pontos mais consistentes da conversa é a recusa da ideia romântica do escritor inspirado. A escrita, diz Ganho, é trabalho. Trabalho disciplinado, solitário, muitas vezes árido. Há momentos de fluxo, mas são exceção. O essencial acontece sentado, a cortar, reescrever, eliminar palavras, escolher sinónimos, testar frases até ao limite. Este rigor não é preciosismo. É resistência. Num tempo em que a linguagem se acelera, se empobrece e se uniformiza — em parte pela delegação crescente da escrita em ferramentas automáticas — insistir na escolha exata das palavras é um ato deliberado de diferenciação humana. A preocupação com a inteligência artificial atravessa a conversa não como alarme tecnofóbico, mas como constatação prática. Na tradução literária, onde Ganho trabalha há décadas, as ferramentas automáticas já produzem resultados aceitáveis ao nível estrutural. O problema está noutro lugar: o vocabulário limitado, a previsibilidade sintática, a perda de nuance. A língua funciona, mas deixa de pensar. Escrever, neste contexto, torna-se também um gesto de defesa da linguagem como espaço de liberdade e não apenas de eficiência. Traduzir é recriar — e assumir a imperfeição A tradução literária surge como um dos campos mais reveladores da conversa. Longe da ideia de equivalência perfeita, Ganho insiste num princípio clássico da teoria da tradução: toda a tradução é, por definição, imperfeita. E é precisamente por isso que exige criatividade. Traduzir trocadilhos, humor, ambiguidades culturais implica reconstruir, adaptar, escolher. Às vezes, mudar nomes de personagens secundárias. Às vezes, sacrificar a literalidade para salvar o efeito. É um trabalho que combina técnica e intuição, fidelidade e traição controlada. Esta visão coloca a tradução no centro da criação literária, e não na sua periferia. Tradutores não são mediadores invisíveis: são autores de segunda ordem, responsáveis por decisões que moldam profundamente a experiência de leitura. Ler devagar num mundo rápido A leitura ocupa um lugar central no pensamento de Tânia Ganho — não apenas como hábito pessoal, mas como prática social ameaçada. Ler exige tempo, concentração, disponibilidade emocional. Exige parar. E parar tornou-se uma raridade. Ao longo da conversa, surge uma defesa clara do direito de abandonar livros, de mudar de leitura conforme a fase da vida, de aceitar que nem todos os textos servem todos os leitores em todos os momentos. Longe do moralismo cultural, esta abordagem devolve à leitura uma dimensão viva e plural. Nesse contexto, livreiros, bibliotecários e clubes de leitura ganham uma importância renovada. São mediadores num mercado saturado, curadores num mar de títulos, guias num tempo de excesso de escolha e escassez de atenção. Violência contra crianças: o que preferimos não ver O momento mais duro da conversa surge quando Ganho fala de violência doméstica e sexual sobre crianças. Não como abstração, mas como realidade recorrente. A referência direta ao trabalho da Polícia Judiciária — e à frequência com que são detidos abusadores — desmonta a ilusão de excecionalidade. A dificuldade social, sublinha, está em aceitar que o mal não se apresenta sempre como monstruoso. Pode ser bem-vestido, integrado, respeitável. Essa dissonância cognitiva leva muitas vezes à negação, ao silêncio, à recusa de olhar. É aqui que a literatura assume, para Ganho, uma função insubstituível: obrigar à atenção prolongada. Não ao choque momentâneo, mas à compreensão lenta. Um romance não resolve o problema, mas pode criar consciência. Pode alterar comportamentos marginais — como a exposição excessiva de crianças nas redes sociais — e introduzir dúvida onde antes havia automatismo. Imagem, verdade e desconfiança A conversa cruza ainda fotografia, vídeo e tecnologia. Num mundo em que imagens podem ser manipuladas com facilidade crescente, a relação com a verdade visual degrada-se. Já não sabemos se uma fotografia documenta ou simula. Se um vídeo regista ou inventa. Esta erosão da confiança tem consequências profundas, não apenas mediáticas, mas morais. Se tudo pode ser falso, tudo pode ser descartado. A resposta proposta não é paranoia, mas discernimento: parar, verificar, desconfiar com método. Mais uma vez, a leitura surge como treino essencial. Ler ensina a lidar com ambiguidade, a sustentar atenção, a adiar julgamentos. Competências cada vez mais raras — e cada vez mais necessárias. Escrever para não se afundar No final da conversa, a escrita surge também como estratégia de sobrevivência. O livro dedicado ao pai, escrito após a sua morte, não é um exercício de luto terapêutico simplista. É uma tentativa de reorganizar o mundo depois da perda, de reconstruir camadas identitárias, de encontrar equilíbrio entre memória e continuidade. Humor, dança, desporto, isolamento voluntário: são estratégias práticas para lidar com a carga emocional de quem passa a vida a investigar o sofrimento humano. Não há romantização da dor. Há gestão consciente da tensão. A literatura como exercício de responsabilidade O que atravessa toda a conversa com Tânia Ganho é uma ideia simples e exigente: a literatura não serve para nos proteger do mundo. Serve para nos preparar para ele. Escrever, ler, traduzir, pensar — tudo isto exige tempo, atenção e coragem. Num espaço mediático dominado pela reação imediata e pela simplificação, essa exigência pode parecer anacrónica. Mas talvez seja precisamente por isso que se tornou indispensável. No Pergunta Simples, esta conversa não oferece respostas fáceis. Oferece algo mais raro: ferramentas para pensar melhor. E, num tempo como o nosso, isso já é uma forma de resistência.
Bienvenue dans le dernier épisode de l'année 2025 de Machi Rojola.Dans cet épisode de Machi Rojola, nous recevons Camélia Echchihab, journaliste et fondatrice du mouvement Stop Féminicide, pour une conversation autour des violences masculines au Maroc.Nous explorons les racines de la culture du viol, les réalités des féminicides, les silences institutionnels et les mécanismes patriarcaux qui banalisent ou minimisent ces violences. Nous parlons aussi du rôle crucial de la société civile, des collectifs et du travail de documentation pour rendre visibles des réalités trop souvent niées.Cet échange interroge également la responsabilité des hommes et des masculinités dans la déconstruction de la violence, et ouvre des pistes pour imaginer une société égalitaire ne serait plus un horizon lointain mais une réalité vécue.Un épisode politique et nécessaire.
El Mariachi es una de las expresiones más representativas de México y un símbolo de identidad cultural que ha trascendido fronteras. A través de sus elementos cuenta historias de amor, lucha, tradición y comunidad. El mariachi es una forma de celebrar la vida, de honrar las raíces y de reunir a las personas en torno a la música. La Universidad de Guadalajara, cuenta con la Maestría en Música Tradicional Mexicana en Patrimonios Regionales con orientación en Mariachi, más que una carrera musical, es una herramienta de identidad, desarrollo cultural y transformación social dentro de las comunidades. Y para cerrar con broche de oro nuestras transmisiones en vivo, es un honor recibir en los micrófonos de Radio UDG al Dr. Héctor Ernesto Villicaña y su grupo de la maestría en mariachi. Gracias a Rosa Linda Murillo Werekense en la voz y María Teresa Ortega Martínez – Violín, Miguel Ángel Martínez Estrada – Arpa, Guillermo Fabio Medina Enríquez – Jarana, Martín Aceves – Voz y danzante y Vidal Rivera González - Violín, y a Ernesto Villicaña- Guitarrón; ellos son Alumnos de la Maestría en Mariachi. Qué viva el mariachi
Un tribunal de Hato Mayor condenó a 20 años de prisión a un hombre que cometió abuso físico y violación sexual en perjuicio de tres niñas de 9, 11 y 13 años de edad.#noticiasRNN #JusticiaRD #HatoMayor #ViolenciaSexual
Mais uma semana daquelas....vamo que vamo!Bloco 1- Israel mata membro do Hamas em Gaza e EUA acusam quebra de cessar-fogo.- Turquia e Catar são afastados de negociações sobre o futuro de Gaza.- Atentado terrorista deixa 15 judeus mortos na Austrália. Reações em Israel.Bloco 2- Suprema corte cancela demissão de Conselheira Jurídica e ministros defendem não cumprir ordem judicial.- Repressão policial e violência política aumentam contra árabes e opositores.- Orçamento destinado a programas sociais no setor árabe são repassados para o Shin Bet.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #332 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Coordenador especial para Processo de Paz no Oriente Médio citou agravamento da situação na Cisjordânia, marcado por violência crescente, expansão de moradias para israelenses e deslocação de palestinos, num contexto regional ainda fragilizado por cessar-fogo instável em Gaza.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta segunda-feira (15) acompanhe a aula sobre “RECONEXAO PERIFERIAS: Mulheres e Violência” com Bárbara Santos - Advogada e pesquisadora em Justiça Racial e Direitos Humanos.
Podcast discute as razões do aumento da criminalidade na Amazônia legal e em cidades médias do país. E mais: cetáceos; bem-estar; Brasil Colônia
En juillet 2019, le multi millionnaire Jeffrey Epstein est arrêté aux Etats unis à la descente de son avion privé. Il est accusé pendant plusieurs décennies d'avoir organisé un trafic sexuel de jeunes femmes, souvent mineures. Les enquêteurs du FBI épluchent sa correspondance, ses registres de vol et surprise : Jeffrey Epstein voyageait régulièrement en France où il avait un appartement à Paris. Plus encore, un de ses plus proches amis s'appelle Jean-Luc Brunel, un agent de mannequin français, qui a cofondé l'agence KarinModels. L'association Innocence en danger signale l'affaire à la justice française. Une enquête est ouverte et des femmes se manifestent : elles disent avoir été victimes de violences sexuelles de la part de Jean-Luc Brunel. Malheureusement, comme Jeffrey Epstein avant lui, l'agent de mannequin mettra fin à ses jours en prison. Il reste pour toujours présumé innocent. La voix du crime de cet épisode, c'est Maître Anne-Claire Lejeune. Elle représente six femmes qui accusent Jean-Luc Brunel de violences sexuelle. Au micro de Marie Zafimehy, elle raconte comment elle les a assisté pendant cette enquête aux contours internationaux. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Novos ataques de drones atingem cidades no Darfur; famílias de Kordofan obrigadas a fugir pela segunda vez; mais de 1,2 milhão de sudaneses ou chadianos repatriados nos últimos dois anos chegaram ao vizinho Chade.
À Poitiers, un viol élucidé dix ans après grâce à la généalogie récréative Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Chaque jour, retrouvez le journal de 19h de la rédaction d'Europe 1 pour faire le tour de l'actu. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
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Apesar da entrada em vigor de um cessar-fogo no final de outubro deste ano, ataques aéreos, bombardeamentos e confrontos armados continuam deixando vítimas civis na Faixa de Gaza.
La revoilà. La revoilà, frêle parmi les monstres, les robots, les dangers. La revoilà un peu secouée, mais sans honte de sa fragilité. En apparence, tout continue pour Blanche Gardin. Elle achève la tournée de promotion de son dernier film, L'incroyable femme des neiges, qui emmène du Jura au Groënland son personnage de chercheuse à bout de souffle, en état de mort sociale. Elle assure fourmiller de projets, "des petits trucs sympas". A la différence de toutes les autres coméd ...
No Café PT desta quarta-feira (10), Estela Bezerra, secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, do Ministério das Mulheres, falou sobre os 20 anos do Ligue 180, um dos principais instrumentos de proteção, orientação e denúncia para mulheres em situação de violência no Brasil.
A Câmara aprovou projeto que prevê a redução de penas de pessoas condenadas por atos antidemocráticos e pela tentativa de golpe de Estado. No Senado, avançou o projeto que limita a demarcação de terras indígenas. Movimentos sociais e do campo progressista anunciaram ato de repúdio no próximo domingo (14).Sonoras:
Invités : Eric Naulleau, journalisteGauthier Le Bret, journaliste politiqueLouis de Raguennel, journaliste politiqueFrançois de Rugy, ancien ministre et ancien président de l'Assemblée nationaleSabrina Medjebeur, essayisteBenoit Perrin, directeur général contribuables associésHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
ONU Mulheres lança campanha para aumentar esforços globais de eliminação da violência contra mulheres e meninas; quase três décadas após adoção da Plataforma de Ação de Pequim, níveis de violência permanecem praticamente inalterados.
OIM defende parceria contínua entre autoridades e atores humanitários locais para apoiar famílias afetadas; Unicef pede fim imediato dos ataques e das graves violações dos direitos das crianças vivendo em contexto de fragilidade.
Ecoutez RTL Matin avec Thomas Sotto du 05 décembre 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Dans la nuit du 20 au 21 août 1974, Anne Tonglet et Araceli Castellano campent dans une calanque marseillaise... Les deux femmes, en couple, sont en vacances et s'apprêtent à rejoindre la famille d'Anne. Quand elles plantent leur tente, elles sont interpellées par Serge Petrilli, pêcheur qui souhaitent entrer dans leur tente. Les deux femmes refusent, se sentant menacées, mais Serge Petrilli tente malgré tout de pénétrer dans la tente. Anne le frappe d'un coup de marteau avant de s'apercevoir qu'il est accompagné de deux autres hommes, Albert Mougladis et Guy Roger. La suite est glaçante : Serge Petrilli se "jette sur elle" - ce sont ses mots. Pendant toute la nuit, raconte-t-elle, les trois hommes les violent, Araceli et elle. Les deux femmes portent plainte au petit matin, et les trois agresseurs sont interpellés. Ils nient les faits. La voix du crime de cet épisode présenté par Marie Zafimehy c'est Maître Agnès Fichot, collaboratrice de Gisèle Halimi au moment de ce que l'on a appelé "le procès d'Aix-en-Provence", le procès du viol. Elle fait aujourd'hui le parallèle entre cette affaire et celle des viols de Mazan. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Neste episódio, Pedro, Isa e Viny conversam sobre o Dia da Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra Meninas e Mulheres (06 de dezembro) e por que é urgente olhar para a masculinidade de forma crítica. Falam sobre a violência enquanto um problema estrutural, a naturalização do machismo, a cultura do estupro e o papel dos homens na transformação dessa realidade. Também refletimos sobre autocrítica, responsabilidade, referências positivas e caminhos para uma masculinidade com mais consciência e sensibilidade ética, e também comprometida com o fim da violência.Faça parte da Comunidade MEMOH! Edição de Som: Reginaldo Cursino.
Um levantamento feito em outubro pela ONG SaferNet Brasil apontou 72 vítimas de deepfakes sexuais, também chamados de deepnudes, em escolas de 10 dos 27 estados do país. Essa nova forma de violência digital, facilitada pelos avanços das inteligências artificiais generativas, afeta principalmente mulheres e meninas. O Nexo explica como essa tecnologia tem evoluído. O programa tem também Isadora Rupp falando sobre o adiamento da sabatina de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal e João Paulo Charleaux comentando os preparativos de países europeus para uma eventual guerra com a Rússia. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Iniciativa ocorre no marco da campanha global “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência de Gênero”; representante da ONU no país fala de abordagem inovadora para alcançar diferentes públicos; governo investe no fortalecimento de leis e programas de apoio social.
durée : 00:05:22 - La Revue de presse internationale - par : Catherine Duthu - Le viol de guerre est devenu, depuis la guerre au Rwanda et en ex-Yougoslavie, une arme de guerre systématique dans le monde. Les criminels cherchent à terrifier leurs victimes et des populations entières. Des ONG écoutent les victimes et cherchent à traduire leurs auteurs en justice. - invités : Céline Bardet Juriste et enquêtrice criminelle internationale, fondatrice et directrice de l'ONG "We are Not Weapons of War"
Sabia que o chamado 25 de Novembro (Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres) durou 3 dias e só terminou a 27 de Novembro (feriado municipal da cidade de Guarda)?
O Núcleo de Operações e Articulações Digitais (NOAD) da Polícia Civil de São Paulo, criado para monitorar e combater crimes no ambiente digital, completou um ano com 319 crianças e adolescentes salvos de situações de aliciamento, extorsão sexual e automutilação em ambientes on-line. A informação foi detalhada pela delegada Lisandrea Salvariego Colabuono, chefe do núcleo, em entrevista ao podcast Mulheres Reais. Criado após ataques a escolas em 2023 terem sido combinados e transmitidos ao vivo no Discord, o núcleo monitora plataformas e jogos que permitem interação entre usuários, como Roblox, Minecraft e Free Fire. Segundo a delegada, as vítimas — em sua maioria meninas — são induzidas a confiar nos agressores, que iniciam um “namoro virtual” e passam a chantageá-las após o envio da primeira imagem íntima. A atuação ocorre principalmente durante a madrugada. Ao identificar risco iminente, a equipe localiza a vítima e liga diretamente para familiares, evitando automutilações ou atos extremos. A delegada cita casos de crianças de apenas 7 anos, forçadas a se cortar ou a realizar atos violentos diante de transmissões ao vivo. O balanço inclui mais de 100 adolescentes apreendidos e mais de 40 adultos presos. Calabuono afirma que a violência dos casos tem aumentado e reforça a necessidade de maior colaboração das plataformas na entrega de dados cadastrais para investigações. Denúncias e dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail: nucleo.noad@sp.gov.br. O Mulheres Reais é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível semanalmente em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
25N, el Dia Internacional per a l'Eliminaci
Você sabia que a Comando Vermelho se relaciona com guerrilhas comunistas da Ditadura Militar? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a História do CV, o Comando Vermelho.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- AMORIM, Carlos. Comando Vermelho: A história secreta do crime organizado. Rio de Janeiro: Record, 1993- BARBOSA, Antônio Rafael. O poder do tráfico: territórios, hierarquias e sociabilidades. Rio de Janeiro: Mauad X, 2012.- CANCLINI, Néstor García. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: Edusp, 2000.- CANO, Ignacio; LOPES, Carolina. Violência letal, renda e desigualdade social no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Laboratório de Análise da Violência (Uerj), 2017.- ZALUAR, Alba; ALVITO, Marcos (orgs.). Um século de favela. Rio de Janeiro: FGV, 1998. - INSTITUTO DE SEGURANÇA PÚBLICA (ISP-RJ). Relatório anual de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Governo do Estado, 2023.