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Festival Internacional de las Artes
Portugal: 1945 - 1995 nas Artes, nas Letras e nas Ideias foi um ciclo de conferências sobre estas cinco décadas na Cultura Portuguesa - e as primeiras da vida do CNC. Publica-se a primeira parte da conferência proferida no dia 6 de novembro de 1995 por Carlos de Pontes Leça, musicólogo e programador musical, sobre a história do Serviço de Música da Fundação Calouste Gulbenkian, com destaque para a divulgação da música portuguesa.
Rodrigo Marçal é bacharel em Engenharia de Produção (FUMEC),mestrando na linha de pesquisa de Poéticas Tecnológicas (UFMG/ EBA) e formado em Teatro no centro de formação artística da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes de Belo Horizonte, Brasil.Ganhou os prêmios de melhor Iluminador Teatro Infantil do FETO - BH 2006 (“Putz, a menina que buscava o sol”) e o Usiminas SINPARC/MG de melhor iluminação em Dança de 2009 (“Dolores”– Mimulus Cia de Dança), 2010 (“Por um Fio” – Mimulus Cia de Dança), o COPASA/SINPARC de melhor iluminação Teatro Adulto 2013 (“Em louvor à vergonha – Diego Bagagal) e o Prêmio Cenym de melhoriluminação 2020("Órfãs de Dinheiro"- Inês Peixoto com direção de Eduardo Moreira). Além das indicações ao USIMINAS/SINPARC de melhor iluminação em Dança 2012 (“Entre” - Mimulus Cia de Dança) e o COPASA/SINPARC de melhor iluminação Teatro Adulto 2016 (“Ignorância” – Quatroloscinco Teatro do Comum).Atualmente é coordenador técnico do Grupo Galpão de Belo Horizonte/MG (desde 2013). Assinou a criação de luz dos espetáculos “De tempo somos”, “Cabaré Coragem” e, mais recentemente, “(Um) Ensaio sobre a Cegueira” em parceria com o diretor Rodrigo Portella. Como Lighting Manager esteve em diversos teatros do Brasil, Espanha, França, Estados Unidos, México, Colômbia, Holanda, Finlândia, Bélgica, Itália e Canadá.Fundador da PRISMA Soluções Cênicas, trabalha como Iluminador e técnico em iluminação cênica com companhias de dança, grupos de teatro, músicos, performers e artistas plásticos.Release:Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.Ficha Técnica:DIREÇÃORodrigo PortellaDIRETORES ASSISTENTESGeorgina Vila Bruch e Paulo AndréDIREÇÃO MUSICAL, TRILHA ORIGINAL E PAISAGEM SONORAFederico PuppiCENOGRAFIAMarcelo Alvarenga - Play ArquiteturaFIGURINOGilma OliveiraINTERLOCUÇÃO DRAMATÚRGICABianca RamonedaILUMINAÇÃORodrigo Marçal e Rodrigo PortellaADEREÇOSRai BentoVISAGISMOGabriela DominguezDESENHO SONORO, PROGRAMAÇÃO E MIXAGEMFábio SantosASSISTÊNCIA DE DIREÇÃOZezinho ManciniASSISTÊNCIA DE FIGURINOCaroline MansoASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIAVinícius BicalhoCONSTRUÇÃO CENÁRIOArtes Cênica ProduçõesCOSTURASDanny MaiaFOTOSIgor Cerqueira e Mateus LustosaREGISTRO E COBERTURA AUDIOVISUALLuiz Felipe FernandesCOMUNICAÇÃOLetícia Leiva e Fernanda LaraARTE GRÁFICAFilipe Lampejo e Rita DavisCONSULTORIA DE ACESSIBILIDADEOscar CapuchoOPERAÇÃO DE LUZRodrigo MarçalOPERAÇÃO DE SOMFábio SantosTÉCNICO DE PALCOWilliam BililiuASSISTENTE TÉCNICOWilliam TelesASSISTENTE DE PRODUÇÃOZazá CyprianoPRODUÇÃO EXECUTIVABeatriz RadicchiDIREÇÃO DE PRODUÇÃOGilma OliveiraPRODUÇÃOGrupo Galpão
La Escuela de Artes y Oficios ofrece dos capacitaciones a cargo de Juan Gustin: Mecánica Básica del Automotor, que comenzara el 18 de marzo; y Electricidad y Electrónica del AutomotorDesde la organización informaron que aún hay tiempo para inscribirse, por lo que invitan a las personas interesadas a sumarse a estas propuestas de formación técnica orientadas al mantenimiento y reparación de vehículos.Las capacitaciones buscan brindar conocimientos prácticos y herramientas laborales, fortaleciendo la formación en oficios vinculados al sector automotor.Escucha la entrevista aqui
Ouça o Podcast Hora da Geotecnia agora e descubra mais. A Rádio UFOP em parceria com a LAGEM (@lagem.ufop), a Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas, produz o PODCAST - HORA DA GEOTECNIA.Hora da Geotecnia é um projeto de extensão que tem como objetivo principal, difundir conhecimento científico acerca de assuntos relacionados à Geotecnia para toda a comunidade. Em cada episódio temas que geram debates ou dúvidas, serão esclarecidos e informados à sociedade.Aperte o play! Ouça e compartilhe.Ficha Técnica:Coordenação do projeto e Revisão Técnica: Prof. Felipe LochEdição de Texto: Elis CristinaEdição de Áudio: Danilo NonatoProdução: Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas (LAGEM) em parceria com a Rádio UFOP.Realização: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Fundação de Educação Artes e Cultura (FUNDAC)SIGA A RÁDIO UFOP EM NOSSAS REDES SOCIAIS E SINTONIZE97,7 E 106,3
A autora, diretora e atriz brasileira Viviane Dias vem despertando o interesse dos estudantes da Universidade Paris 8 com um curso acadêmico dedicado ao teatro brasileiro. A partir de figuras do teatro nacional, das ressonâncias modernistas e de referenciais decoloniais, ela apresenta a inventividade da cena paulista a alunos que pouco conhecem da riqueza cultural do país. Em sua segunda edição, a formação voltou a lotar rapidamente as 40 vagas disponíveis e deve permanecer na grade universitária no próximo ano letivo, fortalecendo o intercâmbio artístico entre o Brasil e a Europa. O curso integra o Departamento de Artes, Filosofia e Estética da Universidade Paris 8 e reúne estudantes de teatro, cinema, artes plásticas e filosofia. Para Viviane Dias, a iniciativa surgiu do desejo de apresentar aos jovens franceses outras referências para além do repertório europeu tradicional. “A gente fala das invenções do Teatro de São Paulo, das invenções de linguagem”, explica. “Fazemos um caminho que começa desde o modernismo, nesse primeiro momento em que se buscou uma arte emancipada da Europa. Em que foram formuladas questões mais próprias da cultura brasileira. Seguimos até o momento em que essas ideias acabaram se materializando na cena por meio do José Celso e do Teatro Oficina, que é uma grande referência, e que oferecem uma cena completamente diferente do que eles estão habituados a ver.” Segundo a professora, muitos alunos buscam o curso justamente porque sentem “saturação” de referências tradicionais e precisam de novos estímulos. “Normalmente, eles vêm de formações muito logocêntricas. Tento deslocar um pouquinho essa percepção”, conta. Perspectiva decolonial e o ensino do Sul Global A professora ressalta que compreender melhor a produção do Sul Global é fundamental para jovens que, no futuro, atuarão em novas cenas culturais da Europa. Nesse sentido, autores como o contemporâneo Ailton Krenak, o modernista Oswald de Andrade e artistas como Tarsila do Amaral têm gerado grande interesse entre os estudantes. “Eles têm poucas referências sobre o Brasil, e quando têm, é muito raso, às vezes o clichê do Brasil, do carnaval”, afirma. “É importante falar do Brasil e mostrar que a gente é ótimo para fazer festa, mas a gente também é excelente em fazer teatro, cinema e artes visuais. Além disso, a gente produz pensamento, que é muito interessante e pode nos ajudar a pensar melhor o século 21”, afirma Viviane Dias. Alunos veem o curso como abertura de horizontes Entre os inscritos está Kayij Baku‑Carlos, de 18 anos, estudante de Cinema e francês de origem angolana. Ele considera essencial compreender outras tradições artísticas para construir sua identidade profissional. “Aqui na França, muitas vezes, quando aprendemos História na escola recebemos, inevitavelmente, um ponto de vista mais eurocêntrico e francocêntrico”, diz. “Na universidade, somos expostos a diferentes percursos culturais ligados à arte de vários países. Preciso ampliar meu olhar e entender como esse trabalho é feito em outros lugares. Como sou angolano por parte de pai, pensei que o curso poderia me ajudar a compreender melhor uma parte da minha cultura e da minha herança lusófona, de um país PALOP”, conclui o jovem. Para Ryod Caldas, de 19 anos, estudante de Teatro, o impacto é semelhante: “Quase nunca vemos o que acontece fora do nosso próprio país. Geralmente ouvimos falar de Shakespeare e dramaturgos europeus. Explorar outras referências amplia nossa visão e nossas inspirações”. A única brasileira da turma, Mayara Marçal, de 25 anos, destaca a importância de mostrar à universidade que há interesse por temas ligados ao Brasil e a outros continentes. “Aqui a gente costuma estudar muito autores franceses. Quando vi que tinha um curso na grade curricular ministrado por uma professora brasileira, um curso de descolonização do teatro, eu achei incrível! É uma forma de mostrar para a universidade que a gente se interessa por professores de outros países, por aulas que falem sobre arte de outros continentes, não só da França”. Um curso em Paris e São Paulo ao mesmo tempo O alcance do trabalho fez com que a formação chamasse a atenção da pós-graduação em Artes Cênicas da USP. Com isso, o curso será oferecido simultaneamente na Universidade Paris 8 e na ECA‑USP, em parceria com o professor Ferdinando Martins – algo inédito, segundo Viviane. “É a primeira vez que um curso dedicado às invenções cênicas brasileiras contemporâneas é oferecido ao mesmo tempo em uma universidade parisiense e na USP”, afirma. Para ela, essa articulação reflete um espírito do século 21 de ampliação de caminhos possíveis e inovadores para a educação. “Vivemos entre mundos e espaços, mas ainda somos muito caretas na nossa maneira de pensar processos pedagógicos. Espero que eu possa fazer mais pontes entre as coisas do Brasil e daqui. Eu também faço uma pesquisa de criação. Eu sou uma artista e pesquisadora. As duas coisas são importantes e andam juntas na minha vida”, conclui Viviane Dias.
La igualdad no es un favor, es un derecho: Sheinbaum Vallas de Bellas Artes se convierten en galería feminista al aire libreColombia vota para renovar CongresoMás información en nuestro podcast
8 de marzo de 2026 - Acercarse a las infancias a través de la investigación y las artes by Javeriana919fm
Cronistas y periodistas, escritoras, cineastas, directoras y actrices, diseñadoras de moda, arquitectas y urbanistas. Mujeres en las artes se adueñan de su relato en este especial 8M
En esta entrevista, calificada por la misma Martha Nussbaum como una de las más conmovedoras que le han hecho, la filósofa estadounidense conversa con el filósofo y escritor Carlos Vásquez Tamayo sobre la vulnerabilidad, la tragedia griega y el lugar de las artes en la vida democrática. Un encuentro organizado por el Parque Explora y la @udea. Nussbaum ha dedicado décadas a demostrar que las emociones no son fuerzas irracionales sino formas de conocimiento. “Mi trabajo es sobre la relación entre las emociones y la justicia social, porque sin comprender cómo sienten las personas, no podemos hacer buenas leyes ni buenas instituciones”, ha dicho sobre el eje de su pensamiento. Su propuesta del Enfoque de las Capacidades —desarrollada junto al economista Amartya Sen— cambió la manera en que organismos como el Banco Mundial miden el desarrollo: no solo por el crecimiento económico, sino por las oportunidades reales que tienen las personas para llevar una vida digna, con salud, educación, participación política y tiempo para el juego y la amistad. Martha C. Nussbaum es filósofa y escritora. Es profesora de Derecho y Ética en la Universidad de Chicago, con cátedra conjunta en la Facultad de Derecho y el Departamento de Filosofía. Entre sus más de 20 libros publicados se cuentan La fragilidad del bien, El cultivo de la humanidad, Sin fines de lucro y Crear capacidades. Ha recibido el Premio Príncipe de Asturias de Ciencias Sociales (2012), el Premio Kyoto en Artes y Filosofía (2016), el Premio Berggruen (2018) y el Premio Holberg (2021). Carlos Vásquez Tamayo es poeta, ensayista, traductor y PhD en Filosofía. Ha publicado, entre otros, los libros de poesía Anónimos, El jardín de la sonámbula, El oscuro alimento, Agua tu sed y Desnúdame de mí. Algunos de sus ensayos son La nada luminosa - Fernando Pessoa, un poeta de la naturaleza, Eclipse de sol sobre Bataille y El arte jovial: la duplicidad apolíneo-dionisíaca en el nacimiento de la tragedia de Nietzsche.
Programa dirigido por José Ignacio Cuenca, miembro de la Academia de las Artes y las Ciencias Cinematográficas de España y corresponsal en Hollywood de algunos de los principales medios de comunicación de nuestro país ¡No te lo puedes perder! Esta semana hablaremos de: HOPPERS ¡LA NOVIA! PILLION EL MAGO DEL KREMLIN STOCKHOLM KIKI KILOMETRO CERO EL DÍA DE LA BESTIA
António Lobo Antunes foi um escritor “radical”, revolucionário, que “desmontou tudo” e “inventou um estilo próprio, uma língua sem equivalente". As palavras são de Dominique Nédellec, tradutor em França daquele que foi um dos maiores nomes da literatura portuguesa contemporânea e que morreu, esta quinta-feira, aos 83 anos. Ana Lima, editora e parceira da Livraria Portuguesa & Brasileira, em Paris, explica que António Lobo Antunes é “um dos autores portugueses mais conhecidos em França” e “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas”. A morte de António Lobo Antunes, esta quinta-feira, marca o desaparecimento de uma das figuras maiores da literatura portuguesa contemporânea. António Lobo Antunes nasceu em Lisboa, em 1 de Setembro de 1942, licenciou-se em Medicina em 1969 e especializou-se em Psiquiatria, mas optou pela escrita a tempo inteiro em 1985. Foi aos 37 anos que publicou o seu primeiro romance, “Memória de Elefante”, em 1979, ano em que também lançou “Os Cus de Judas” e iniciou a sua revolução na literatura portuguesa pós-25 de Abril. A guerra colonial atravessou toda a sua obra, a partir da sua passagem por Angola entre 1971 e 1973 ao serviço do Exército colonial como médico. A sua forma de escrever e de explorar a condição humana no que tem de mais “terrível, cómico, ridículo e comovente” percorreu, como “um rio, uma tempestade”, os seus mais de três dezenas de romances, no entender de Dominique Nédellec, tradutor de António Lobo Antunes em França nos últimos quase 15 anos. O tradutor acrescenta que ele foi um escritor “radical”, revolucionário, que “desmontou tudo” e “inventou um estilo próprio, uma língua sem equivalente". “Ele frequentemente dizia que ninguém escrevia como ele, nem sequer ele próprio. Ele desmontou tudo, foi um golpe terrível no estilo normal, habitual, tradicional. Ele inventou um estilo próprio, conseguiu elaborar uma língua sem equivalente", resumiu. Lobo Antunes foi , sem dúvida, “um dos autores portugueses mais conhecidos em França”, sublinha Ana Lima, parceira da Livraria Portuguesa & Brasileira, em Paris, falando em “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas, as grandes e as independentes”, ao lado de nomes como Fernando Pessoa e José Saramago. A editora fala de um escritor de “um grande modernismo”, com “um tipo de escrita que é um fluxo de consciência permanente” e “sem compromisso”. Dominique Nédellec: "Não é todos os dias que se tem a sensação de se traduzir um génio” RFI: O que representa António Lobo Antunes para a literatura portuguesa e mundial contemporânea? Dominique Nédellec, Tradutor de António Lobo Antunes: “O trunfo maior de Lobo Antunes foi este jeito de fazer uma revolução estilística. Ele frequentemente dizia que ninguém escrevia como ele, nem sequer ele próprio. Eu acho que ele desmontou tudo, foi um golpe terrível no estilo normal, habitual, tradicional, e ele inventou um estilo próprio, uma língua super tensa, uma língua que parece ao mesmo tempo um rio, uma tempestade, que mistura as histórias, que mistura os planos temporários, em que os mortos têm a mesma importância que os vivos, em que os mortos estão sempre a chegar, a falar, a participar na vida dos vivos. Ele conseguiu elaborar uma língua sem equivalente, carregada de sentimentos e da experiência humana no que tem de terrível, de cómico, de ridículo, de comovente. Para mim, o Lobo Antunes é isto tudo.” Como foi traduzir toda esta “experiência humana” no que tem de mais complexo? “É uma experiência única também porque exige um mergulho total na obra dele para ouvir principalmente. São livros que devem ser lidos com o ouvido. É muito sensorial, chama a atenção de todos os sentidos. Então, tentar traduzir a riqueza do estilo dele exige muito tempo, paciência, perseverança também. O paradoxo é que traduzir exige uma lentidão imensa para agenciar todo aquele esquema muito complexo, mas o objectivo final é que a última leitura seja tão fácil e tão fluida e rápida como no original. No dia a dia, eu avanço passo a passo, muito lentamente e só fico contente quando, no final, na altura da última leitura, eu recupero aquela naturalidade, aquela fluidez da mistura que ele consegue e da pungência do estilo dele. É uma tarefa complicada, mas ao mesmo tempo muito gratificante porque não é todos os dias que se tem a sensação de se traduzir um génio.” Dos livros que traduziu de António Lobo Antunes ou da sua obra em geral, qual é aquele que mais o tocou pessoalmente? “Há um que realmente faz a súmula de tudo o que ele sabe fazer e dos temas de predileção do autor. Se calhar seria ‘Até que as Pedras se Tornem Mais Leves que a Água” porque está lá tudo ao mesmo tempo. Está lá ‘Os Cus de Judas' com o tema da guerra em Angola, o que foi obviamente fundamental para ele, mas é um livro que vai muito mais longe do que ‘Os Cus de Judas'. Tem uma mestria, um domínio total da técnica que ele elaborou ao longo dos anos. Então, para mim é uma soma, realmente é uma obra-prima total e para quem nunca leu o Lobo Antunes está lá tudo com uma virtuosidade ímpar.” António Lobo Antunes fala da guerra colonial e dos seus fantasmas de uma forma muito particular e, também, se calhar, revolucionária. Quer falar-nos sobre sobre esse tema e outros que atravessem a obra dele? “Bom, obviamente é central na vida dele e na obra dele. E, aliás, é possível reparar que são temas que voltaram sempre na cabeça dele e tem imagens ou episódios que se encontram logo em ‘Os Cus de Judas', mas que também se encontram contados nas cartas que enviou para a mulher durante a guerra e que voltam nos últimos livros. Ou seja, na vida toda houve episódios que nunca conseguiu eliminar, que ficaram lá para sempre gravados na cabeça dele, na vida dele, no corpo dele. Ele conseguiu fazer desta matéria-prima traumatizante o motivo de uma obra e através destes temas conseguiu dar uma dimensão diferente daquela tragédia. Este tema alimentou a obra dele, mas também queria salientar que é preciso não limitar a obra do Lobo Antunes à guerra e a Angola. Depois, cada vez mais, ficou longe dos primeiros volumes muito autobiográficos e cada vez mais aprofundou uma pesquisa estilística. Também queria que as pessoas entendessem que há humor, há muito humor na obra dele, humor negro, mas também humor burlesco, há coisas muito divertidas, sem cinismo, humor também leve. Há de tudo, obviamente e também é uma das marcas dele passar de uma coisa leve e engraçada e infantil, pueril até, a uma coisa gravíssima ou negra ou deprimente. É aquela fornalha toda sem equivalente.” Por que é que António Lobo Antunes não teve o Prémio Nobel da Literatura? “Eu acho que, se calhar, porque é demasiado fora das categorias normais, não é liso o suficiente se calhar. É demasiado abrupto, demasiado inclassificável, demasiado exigente com ele próprio. Ele nunca fez nada para facilitar o acesso dos leitores à obra dele. É demasiado radical, se calhar. Se calhar é esta a explicação. Nos últimos anos, foi sempre complicado perceber o raciocínio dos júris do Prémio Nobel, mas não temos de chorar por isso. Até seria uma marca de nobreza porque claro que ele merecia o prémio, mas será que o prémio merecia o Lobo Antunes? Não tenho a certeza porque ele estava acima disto tudo.” Falou na “sensação de traduzir um génio”. E a pessoa? Como é que era António Lobo Antunes? “Também foi uma surpresa para mim porque fui sempre avisado que ele era uma personagem complicada, abrupta, mas comigo foi sempre de uma grande ternura, uma grande generosidade. Acho que ele gostava do meu trabalho e ele repetiu isso várias vezes, em privado, mas também em público e foi sempre um incentivo e uma honra enormes. Eu lembro-me desta ternura, era capaz de dar uma piscadela, um abraço forte e são as imagens que vou lembrar.” Quais foram os livros de Lobo Antunes que traduziu em França? “Eu traduzo-o desde 2011, ou seja, quase 15 anos, e acabo de entregar a décima tradução de Lobo Antunes, que é o ‘Dicionário da linguagem das Flores'. Os nove anteriores fui eu que traduzi. Comecei com ‘O Meu Nome é Legião' e desde então fui eu a traduzi-lo.” Ana Lima: António Lobo Antunes é “uma presença em praticamente todas as livrarias francesas” RFI: O que representa António Lobo Antunes nas livrarias em França? Ana Lima, Parceira da Librairie Portugaise & Brésilienne: “António Lobo Antunes é, pelo menos em França, um dos autores mais conhecidos do século XX e início do século XXI e talvez o que conseguiu que a literatura portuguesa, com Fernando Pessoa e Saramago, tivesse uma presença em praticamente todas as livrarias francesas, as grandes e as independentes. É um dos autores mais conhecidos portugueses, mesmo se não foi necessariamente lido pelos que o conhecem, e os autores contemporâneos portugueses, também traduzidos em França actualmente, muitos também se reivindicam dele. Portanto, há um contínuo e há uma presença dele bastante importante.” Qual é o ADN que compõe a literatura de António Lobo Antunes que faz dele um dos grandes autores do século XX e XXI? “Antes de mais, foram umas temáticas muito importantes sobre a guerra colonial, sobre o Portugal pós-25 de Abril, sobre uma descrição da sociedade sempre sem compromisso, sempre com uma visão entre ironia e uma visão muito clara que era, às vezes, um bocado feroz e também um tipo de escrita que é um fluxo de consciência permanente, um texto sempre a fluir, que era uma maneira de escrever um bocado nova na literatura portuguesa, que teve um impacto muito grande, um grande modernismo.” Que livros de António Lobo Antunes recomenda? “Desde logo ‘Os Cus de Judas' que foi mesmo um marco na literatura portuguesa, o ‘Fado Alexandrino', ‘O Regresso das Caravelas', ‘A Morte de Carlos Gardel'. Quer dizer, há assim estes que eu pessoalmente gostei muito e que foram importantes para mim. Agora, ele produziu muito, muito. Aconselho a ler tudo, mas se se tiver que ler alguns é ‘Os Cus de Judas', ‘Fado Alexandrino', ‘O Regresso das Caravelas' e talvez ‘A Morte de Carlos Gardel'. Mas isso é a minha escolha.” Por que é que ele nunca chegou a ter o Prémio Nobel da Literatura? “Isso é uma história bastante complicada. O Saramago teve o Prémio Nobel, sabe-se que era um bocado uma competição no prémio entre os dois. O Saramago teve o prémio e foi o primeiro Prémio Nobel de Literatura em língua portuguesa e antes que se desse outro sabíamos que íamos esperar um bocadinho, portanto era uma questão de tempo, o que é uma injustiça porque de língua portuguesa há autores enormes, também brasileiros que não tiveram e que deveriam ter tido.”
Esta semana en ExpresArte
Neste programa, vamos falar sobre a publicação "Resistência Visual Generalizada: Livros de Fotografia e Movimentos de Libertação", organizada por Catarina Boeiro e Raquel Schefer e que foi apresentada a 26 de Fevereiro em Paris. A obra reúne um conjunto de livros, fotografias, revistas e boletins dos movimentos de libertação produzidos entre as décadas de 1960 e 1980, no contexto das lutas anticoloniais de libertação e dos primeiros anos de independência em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Raquel Schefer falou-nos sobre este projecto que também se materializou em exposições, e lembrou que recolocar em circulação imagens de há mais de 50 anos “é um gesto urgente” perante a situação política mundial actual e perante a invisibilização de lutas históricas. A obra "Resistência Visual Generalizada: Livros de Fotografia e Movimentos de Libertação" debruça-se sobre um conjunto de livros de fotografia publicados durante as lutas de libertação dos países africanos de língua portuguesa e sobre publicações editadas pouco depois das independências. O projecto é da autoria de Catarina Boeiro e Raquel Schefer e começou em 2018 quando as investigadoras obtiveram uma bolsa para um projecto curatorial sobre o tema, algo que resultou em exposições no Instituto Nacional de História da Arte, em Paris, entre Novembro de 2021 e Janeiro de 2022, no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional – Galerias Municipais de Lisboa, entre Setembro e Novembro de 2022, e, em versão reduzida, no âmbito da 10ª Mostra de Cinema Anti-Racista (MICAR), organizada pela associação SOS Racismo, no Batalha Centro de Cinema, no Porto, em Novembro de 2023. A publicação constitui um arquivo visual e textual dos materiais exibidos nas exposições, dando-os a conhecer, contextualizando a sua produção no âmbito dos movimentos emancipatórios das lutas de libertação e recolocando-os em circulação como “um gesto urgente” contra um certo “apagamento” histórico e visual e “tendo em conta a situação política mundial actual”, sublinhou Raquel Schefer. “Esse conjunto de livros é um retrato eloquente do paradigma de emancipação das décadas de 60 e 70 dos processos de descolonização dos países africanos, mas também das redes de solidariedade internacionalista desse período porque - sobretudo na primeira etapa correspondente às lutas de libertação - os fotógrafos e jornalistas que viajavam às zonas libertadas de Angola, Moçambique e da Guiné-Bissau eram fotógrafos internacionalistas como Augusta Conchiglia, que é italiana, o Uliano Lucas, também italiano, o Tadahiro Ogawa, um fotógrafo japonês, entre outros exemplos. Consideramos e constatamos, tanto eu como a Catarina, que há um processo de revisão da história em curso e mesmo um processo de reordenação semântica, de apagamento do paradigma de emancipação das décadas de 60 e 70, de apagamento das suas visualidades, e parece-nos mesmo um gesto urgente, tendo em conta a situação política mundial actual, recolocar essas imagens e essa História em circulação”, disse à RFI Raquel Schefer. A professora de cinema na Universidade Sorbonne-Nouvelle lembrou que, nos tempos das lutas de libertação, há pouco mais de meio século, “a produção de imagens revelou-se como uma arma no quadro das lutas de libertação”. Por um lado, porque através das imagens fotográficas e cinematográficas se podia documentar a luta de libertação e, nomeadamente, as novas formas de organização social e de pedagogia que eram desenvolvidas nas zonas libertadas. Por outro lado, porque não se tratou apenas de documentar, “tratou-se também de reinventar a estética e, nesse sentido, essa própria descolonização da estética é - e era - uma arma de libertação, para citar Amílcar Cabral”. Na introdução da obra, Catarina Boeiro e Raquel Schefer assumem que “o gesto de reunir e apresentar um conjunto de livros e documentos que oferecem, tanto em termos historiográficos, quanto em termos visuais, o reverso da narrativa veiculada em Portugal, tanto no contexto educativo, quanto no quadro mediático, poderá contribuir para a complexificação da perspectiva histórica relativa ao colonialismo português e às lutas de Libertação anticoloniais, bem como aos seus prolongamentos no presente”. Por sua vez, no prefácio, o sociólogo Miguel de Barros fala da publicação como “um acto político” e “reparador” por “resgatar a memória de uma etapa da história protagonizada pela mobilização dos povos africanos subjugados que buscavam a sua emancipação” e por gerar “espaço para educar novas gerações no Norte Global”. Questionada sobre se “Resistência Visual Generalizada” é, de facto, uma forma de denunciar uma certa narrativa histórica oficial e até a continuidade de uma lógica colonial no presente, Raquel Schefer admite que quiseram “colocar em paralelo o passado e o presente e mesmo estabelecer uma linha de continuidade entre o passado colonial e as manifestações, estruturas e formações coloniais no presente”. “Por um lado, consideramos que na sociedade portuguesa, tal como na francesa e na Europa em geral, o colonialismo se mantém vivo através de divisões de classe e de raça, através do racismo. Também constatamos esse processo de reescrita da História que tende a invisibilizar a história das lutas de emancipação e libertação do século XX. Por outro lado - se calhar agora ainda mais do que quando iniciamos o processo de investigação em 2018 - o colonialismo está vivo e é manifesto em certos acontecimentos e processos da actualidade, como o genocídio na Palestina, no Sudão, no Congo, entre outras zonas geopolíticas, ou também no desrespeito total pelo direito internacional e pelo sistema multilateral implementado depois da Segunda Guerra Mundial, como vemos, por exemplo, nos bombardeamentos da Venezuela e no rapto do seu Presidente ou nos bombardeamentos do Irão ainda em curso”, acrescentou. Oiça a entrevista completa no programa ARTES desta semana.
No episódio de hoje, Isabela Lapa fala sobre o show de Flávio Venturini no Palácio das Artes. O artista traz o seu show "50 anos" a Belo Horizonte no próximo sábado, 7 de março. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Acompáñanos esta noche a platicar sobre algunas anécodtas de terror compartidas por seguidores y extraidas de internet.En esta ocasión estaremos hablando sobre el Centro Histórico de la Ciudad de México, uno de los lugares con más historia de todo el país desde tiempos prehispánicos, es de esperarse que con tantos años de antiguedad y tantas construcciones y vestigios que han visto pasar a decenas de generaciones, sucedan cosas raras e inexplicables.Desde algunos fantasmas y sucesos extraños ocurridos en el Palacio de Bellas Artes, hasta apariciones en la alameda y calles aledañas al Zócalo.¡No olvides regalarnos tu like, suscribirte y comentar, eso ayuda muchísimo!YA DISPONIBLE EL CONTENIDO EXCLUSIVO EN PATREON:http://patreon.com/nochesdeterror* Suscripción desde 6 USD para acceder a todo el contenido exclusivo * Si te gusta este podcast y deseas apoyarnos a mejorar nuestro equipo o invitarnos unos tacos puedes apoyarnos en
Programa dirigido por José Ignacio Cuenca, miembro de la Academia de las Artes y las Ciencias Cinematográficas de España y corresponsal en Hollywood de algunos de los principales medios de comunicación de nuestro país ¡No te lo puedes perder! Esta semana hablaremos de: SORRY BABY SCREAM 7 EPiC: ELVIS PRESLEY IN CONCERT ORWELL 2+2=5
Buscando atualizar seu canal, Lisa pensa em nomes temáticos. Num episódio com água e ilhas... Que tal ter um quadro chamado... Mensagem na garrafa...?!Nesta leitura de comentários sobre o Arquivo 17: "Episódio 17", Arba e o capitão rapidamente leem o que receberam e lamentam a queda de audiência. Lembrem de ouvir o diário de bordo antes de ouvir a leitura de comentários!Obrigado pelas mensagens! Espero que nenhuma delas tenha ido parar na caixa de emails da pessoa errada. Não queremos que você estrele o próximo vídeo do canal.Artes por Rachel Shirogane!Apóie o Naus, não deixe esse projeto naufragar!Quer ouvir o que não vai pro feed principal, mas que tem a mão do capitão? Então dá uma olhadinha no Baú do Naus!
Tras la entrega de los Reconocimientos tuvo lugar el diálogo titulado «Una mirada a la solidaridad global en un mundo de transformación» protagonizado por Adela Cortina, Catedrática Emérita de Ética y Filosofía Política de la Universidad de Valencia, miembro de la Real Academia de Ciencias Morales y Políticas y Premio nacional de Ensayo Emilio Lamo de Espinosa, Catedrático Emérito de Sociología en la Universidad Complutense, miembro de la Real Academia de Ciencias Morales y Políticas y de la Academia Europea de Ciencias y Artes y Premio Nacional de Sociología y Ciencia Política Patricia Gabaldón, Directora académica del Grado en Economía y profesora de entorno económico en IE University, miembro del Consejo Asesor de la Fundación Rafael del Pino (moderadora)
Parece insólito pensar que las enseñanzas de religiosas de hace 400 años puedan ser relevantes hoy, pero para las españolas Ana Garriga y Carmen Urbita, las lecciones de esas monjas siguen siendo valiosas. Convencidas de que su sabiduría puede ofrecer soluciones a los problemas actuales, han escrito ‘Instrucción de novicias', una guía práctica fruto de casi una década de investigación. En esta emisión especial de Carrusel de las Artes desde la Librería ‘Ici' en París, conversamos con las autoras sobre cómo las monjas del Barroco enfrentaron dilemas que siguen siendo relevantes para las mujeres del siglo XXI.
Atolón de Mororoa se formó en 2010 por cuatro colegas que se conocieron mientras estudiaban diseño en la universidad. Desde entonces, sumaron a un integrante más y funcionan como un colectivo con mucha autonomía y perfiles variados. Producen desde identidad visual hasta portadas de discos, pasando por ilustración, libros, packaging, tipografía y afiches culturales. Con un fuerte compromiso con la experimentación, el juego y una gráfica potente, el estudio es hoy uno de los más reconocidos del Uruguay.En el marco de Superlocal 2025, el festival internacional de diseño de Uruguay, conversamos en Montevideo con dos de sus integrantes, Diego Prestes y Zelmar Borrás, sobre la historia del grupo, el lugar del no-diseño y sus vínculos con el mundo de la música y la cultura.Este episodio fue realizado por:Sebastián Gagin – dirección, contenidos, diseño y conducciónDarío Margulis, Airín Aguerre y Santiago Castano – producción y realización sonoraPaula Rodríguez – investigación y contenidosAgradecemos especialmente a Tatiana Varela, Camila Marabotto y todo el equipo del festival, y a Sagrado Estudio donde fue grabado este episodio.Encontranos en formapodcast.com.ar y @formapodcastForma cuenta con el apoyo del Fondo Nacional de las Artes de Argentina, el Fondo Metropolitano de las Artes de Buenos Aires y de Fundación IDA, Investigación en Diseño Argentino.
No episódio 52 do Giro Histórico, Willian Spengler nos conduz pela incrível vida de Violet Jessop, conhecida como a “senhora inafundável”. Tripulante que sobreviveu ao naufrágio do Titanic e, também, do Britannic, Violet deixou memórias que revelam não apenas os detalhes dessas tragédias, mas também a força e resiliência de quem enfrentou os perigos em alto-mar e de gênero. O episódio mergulha na perspectiva de uma testemunha que viveu o mito e a realidade dos navios “inafundáveis”. Mais do que uma história de sobrevivência, é um convite para refletir sobre coragem, destino e a forma como o passado continua a nos inspirar. Artes do episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO MAXTONE-GRAHAM, John. Sobrevivente do Titanic: as memórias inéditas de Violet Jessop, tripulante sobrevivente dos naufrágios do Titanic e do Britannic. São Paulo: Brasil Tropical, 1998. MASSON, Philippe. Titanic: a história completa. São Paulo: Contexto, 2011. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #52 Senhora Inafundável. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66501&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Tall Ships de Audionautix é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Artista: http://audionautix.com/ The Empty Moons of Jupiter - DivKid Earth Appears - Brian Bolger What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 52 do Giro Histórico, Willian Spengler nos conduz pela incrível vida de Violet Jessop, conhecida como a “senhora inafundável”. Tripulante que sobreviveu ao naufrágio do Titanic e, também, do Britannic, Violet deixou memórias que revelam não apenas os detalhes dessas tragédias, mas também a força e resiliência de quem enfrentou os perigos em alto-mar e de gênero. O episódio mergulha na perspectiva de uma testemunha que viveu o mito e a realidade dos navios “inafundáveis”. Mais do que uma história de sobrevivência, é um convite para refletir sobre coragem, destino e a forma como o passado continua a nos inspirar. Artes do episódio: Augusto Carvalho DICA DO GIRO MAXTONE-GRAHAM, John. Sobrevivente do Titanic: as memórias inéditas de Violet Jessop, tripulante sobrevivente dos naufrágios do Titanic e do Britannic. São Paulo: Brasil Tropical, 1998. MASSON, Philippe. Titanic: a história completa. São Paulo: Contexto, 2011. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #52 Senhora Inafundável. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66501&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum – Karneef Tall Ships de Audionautix é licenciada de acordo com a licença Atribuição 4.0 da Creative Commons. https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ Artista: http://audionautix.com/ The Empty Moons of Jupiter - DivKid Earth Appears - Brian Bolger What If So Then – Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo de São Paulo inaugurou a Praça da Cidadania de Embu das Artes, na Grande São Paulo. Localizado na Vila Perequê, o espaço foi entregue à população na semana em que o município completou 67 anos. A praça conta com áreas para esporte e lazer, além de uma Escola de Qualificação Profissional com cursos gratuitos pensados para incentivar autonomia financeira e geração de renda.
Programa dirigido por José Ignacio Cuenca, miembro de la Academia de las Artes y las Ciencias Cinematográficas de España y corresponsal en Hollywood de algunos de los principales medios de comunicación de nuestro país ¡No te lo puedes perder! Esta semana hablaremos de: EL AGENTE SECRETO GREENLAND 2 LITTLE AMELIE BALANDRAU, VIENTO SALVAJE EL FANTASMA DE MI MUJER
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas | Inauguração da Praça da Cidadania em Embu das Artes - 21.02.26 by Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Primeira dama Cristiane Freitas | Inauguração da Praça da Cidadania em Embu das Artes - 21.02.26 by Governo do Estado de São Paulo
Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Inauguração Praça da Cidadania em Embu das Artes by Governo do Estado de São Paulo
La Ventana MetropolitanaVigo y su área metropolitana concentran la actualidad con la celebración del motor clásico en el Ifevi y el inicio de los carnavales en Cangas, Salvaterra y A Guarda. En el plano asistencial, la huelga médica registra seguimientos desiguales mientras profesionales del lupus debaten avances en el Álvaro Cunqueiro, centro donde permanece ingresado un hombre de 67 años tras ser atropellado en la calle Pizarro. La conselleira de Vivenda e Planificación de Infraestruturas, María Martínez Alegre, ha analizado el desarrollo de los polígonos de Navia y la urgencia de convenios urbanísticos, en una jornada donde Abel Caballero ha insistido en la gratuidad de la AP-9 y el túnel de la A-52 en O Porriño. El litoral vigués mantiene 12 banderas azules pese a la ausencia de Samil, al tiempo que proyectos como Polibris impulsan la limpieza de plásticos marinos. Finalmente, el sector pesquero de A Guarda lamenta pérdidas por los temporales y el ámbito cultural destaca la exposición de José María Barreiro en la Casa das Artes.
Carlos Castro Saavedra fue un destacado poeta, prosista, dramaturgo, periodista y compositor colombiano, nacido en Medellín el 10 de agosto de 1924 y fallecido también en Medellín el 3 de abril de 1989. Estudió en el Colegio San Ignacio y en el Liceo de la Universidad de Antioquia. Comenzó su carrera literaria muy joven: publicó poemas en prensa local, lo que lo llevó a editar sus primeros libros:Fusiles y luceros (1946),Mi llanto y Manolete (1947),33 poemas (1949). Publicó más de 25 libros de poesía, además de una gran producción en prosa poética, teatro y aproximadamente 80 cuentos infantiles Entre sus obras podrían mencionarse:Sonetos del amor y de la muerte (1959), Poesía escogida (1974), Oda a Colombia (1987), y Adán ceniza (novela, Premio Jorge Isaacs, 1982). Publicó más de 25 libros de poesía, además de una gran producción en prosa poética, teatro y aproximadamente 80 cuentos infantiles Entre sus obras podrían mencionarse:Sonetos del amor y de la muerte (1959), Poesía escogida (1974),Oda a Colombia (1987), y Adán ceniza (novela, Premio Jorge Isaacs, 1982). Ganó el Premio Germán Saldarriaga del Valle en Antioquia (1970), por el poema Mensaje de América, previamente premiado en Berlín. Recibió también el Premio Letras y Artes entregado por la Secretaría de Cultura de Antioquia en 1988. En 1986, el gobierno nacional le rindió homenaje en la Biblioteca Pública Piloto de Medellín. Su poesía está cargada de sensibilidad social, amor, crítica a la violencia, exaltación de la patria y la naturaleza —con influencias de Pablo Neruda— y se caracteriza por un tono lírico y sencillo, que lo hizo accesible para un amplio público. Fue conocido como “el poeta de la paz”, reflejando su opción por transmitir esperanza incluso cuando trataba temas dolorosos. Fundador junto con sus colegas en 1948 de la Casa de la Cultura de Medellín. Fue también columnista en diarios como El Tiempo, El Colombiano, El Mundo y El Diario, contribuyendo al debate cultural y social. En septiembre de 2024, la Universidad EAFIT lanzó la antología Viaje a tu cuerpo y otros versos de amor, seleccionada por Darío Jaramillo Agudelo, para conmemorar el centenario de su nacimiento (10 de agosto de 1924). En Medellín, se realizaron actos, conversatorios y conciertos en torno a su figura durante ese mismo año. En resumen: Nacimiento y muerte: 10 ago 1924 – 3 abr 1989 (Medellín)Géneros literarios: Poesía, prosa, teatro, cuento infantil, periodismo. Obras destacadas: 25 libros de poesía, 10 prosa poética, ~80 cuentos.Temáticas: Paz, amor, justicia social, crítica a la violencia. Premios principales: Berlin (premio por poema), Saldarriaga, Isaacs (novela).
Send a textHello, my people—welcome back to The Global Latin Factor .This is a special on-the-streets episode from Fort Worth's Historic Northside at Artes de la Rosa, covering the premiere of A Feliz Navidad: A Family's Journey to Reconnection by Lúcido Films.You'll hear real conversations with:Pablo De León on grief, forgiveness, and turning a personal story into filmJulio César Cedillo on humanity over labels, cultural accuracy, and why our stories are universalCast, community leaders, and supporters who showed up for Latino storytelling done rightThis night was culture in motion—mariachi, folkloric art, and community—all celebrating family and reconnection.⏱️ Audio Chapters 00:00—Intro: live from the premiere 02:00 — Greg (Primo Advertising): why this film matters 05:10—Julio César Cedillo: Fort Worth roots and storytelling 14:05—Northside history and culture as community 20:30—"There is no Hollywood" message to creators 23:10—Cast and community quick interviews 39:30—Pablo De León post-screening: the real story behind the film 52:10—How to support the feature-length version 56:10—Closing messageSupport the showSocial Media:Facebook: https://www.facebook.com/TheGlobalLatinFactorPodcastTwitter: https://twitter.com/thegloballatin1Instagram: https://www.instagram.com/thegloballatinfactorpodcastTiktok: ...
RU382: SARAH JEZEBEL WOOD ON LOVI ARTES, VALENTINE'S DAY SPECIALS & CREATIVITY AS SELF-CARE Join Rendering Unconscious Podcast at Substack to watch full episodes and access the complete archive: https://renderingunconscious.substack.com Rendering Unconscious episode 382. On this episode, Sarah Jezebel Wood discusses her work with Lovi Artes, focusing on new Valentine's Day offerings, including candles with scents like "Domina" and "Lupercal," and new charm amulets. She shares her journey of starting her candle business, Lovi Artes, during the COVID-19 pandemic, inspired by ancestry and Yule traditions. Wood highlights the evolving nature of her work, which includes performance art and witchcraft. The conversation also touches on the challenges of long winters, the importance of self-care routines, and the impact of social media censorship on artists. https://linktr.ee/sarahjezebel News & events: Monday, February 16th we have a LIVE Rendering Unconscious Podcast event with Drs. Helena Texier and Eve Watson, editors of Freud's Principle Case Studies Revisited: https://renderingunconscious.substack.com/p/you-are-invited-to-a-live-ru-podcast Wednesday, February 18th, we have Mikita Brottman presenting Images from the Id: The Strange World of Psychic Photographer Ted Serios. https://rucenterforpsychoanalysis.substack.com/p/images-from-the-id-the-strange-world If you're in London, I'll be at the Freud Museum in-person Wednesday, February 25th with my husband Carl Abrahamsson for Surreal Secrets of the Psyche: The Creative Zeitgeist of Psychoanalysis, Film and the Avant-Garde. https://www.freud.org.uk/event/surreal-secrets-of-the-psyche-the-creative-zeitgeist-of-psychoanalysis-film-and-the-avant-garde/ Monday, February 23rd Carl Abrahamsson will be in-person at the Viktor Wynd Museum in London presenting Fabulous Freaks of Yesteryear: https://thelasttuesdaysociety.org/exhibition/fabulous-freaks-of-yesteryear-by-carl-abrahamsson-live/ Gary Lachman has a book signing for his new memoir Touched by the Presence at Watkins Books, London on Thursday, February 26th: https://www.watkinsbooks.com/event-details/gary-lachman-touched-by-the-presence Mary Wild has a book signing for Psychoanalysing Horror Cinema at Watkins Books, London on Friday, February 27th: https://www.watkinsbooks.com/event-details/psychoanalysing-horror-cinema-mary-wild Rendering Unconscious is also a book series: Rendering Unconscious: Psychoanalytic Perspectives, Politics & Poetry vols 1:1 & 1:2 (Trapart Books, 2024): https://amzn.to/3N6XKIl The song at the end of this episode is "Any Expression (Gutted)" from the album "Infiltrate" by Vanessa Sinclair and Pete Murphy: https://petemurphy.bandcamp.com/album/infiltrate-21 Infiltrate has been featured on the latest episode of Radio Panik! https://www.radiopanik.org/emissions/l-etranger/show-518-drud-freeform-hemline/ Enjoy! Thank you for being a paid subscriber to Rendering Unconscious Podcast. It makes my work possible. If you are so far a free subscriber, thanks to you too. Please consider becoming a paid subscriber to gain access to all the material on the site, including new, future, and archival podcast episodes. It's so important to maintain independent spaces free from censorship and corporate influence. If you are interested in pursing psychoanalytic treatment with me, please feel free to contact me directly: https://www.drvanessasinclair.net/contact/ Thank You.
Bienvenidas y bienvenidos a Recarga Activa, el podcast diario de AnaitGames en el que filtramos lo más relevante de la actualidad del videojuego en pildorazos de 15 minutos. Estos son los titulares de hoy: Sandfall Interactive ha sido condecorado como Caballero de la prestigiosa Orden de las Artes y las Letras Lanzamientos de la semana ♫ Sintonía del programa: Senseless, de Johny Grimes Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No episódio 95, Marcelo Beraba, Estagiário Rodolfo e o C. A. se reúnem para conversar novamente sobre um tema que está no coração deste projeto: a profissão do historiador. O trio debate conceitos, métodos e fundamentos que nortearam as suas trajetórias de formação e como eles iniciaram suas jornadas no mundo da pesquisa sobre o passado. Esta experiência contribui para tentar responder como nasce uma pesquisa histórica, o que diferencia a narrativa do historiador de outras formas de contar o passado e as múltiplas possibilidades de investigação do passado humano. Se tudo isso lhe interessa, ou se você quer conhecer melhor os bastidores desse ofício, este episódio é pra você, dá o play e vem com a gente descobrir mais sobre o fascinante mundo da história e daqueles que a constroem como profissão! Arte da Capa Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódios Relacionados Fronteiras no Tempo #2 Por que conhecer a História? Fronteiras no Tempo #91 O que fazem os Historiadores Produções do Beraba, C. A. e Rodolfo GRANDE NETO, Rodolfo. A Máscara do Homem e a Face do Morcego: O Manifesto Político em O Cavaleiro das Trevas. 1. ed. Guarapuava: Unicentro, 2022. 208p. Disponível em: SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. O tempo e o trópico: interpretação e análise dos estudos e debates em torno de Casa-Grande & Senzala de Gilberto Freyre. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado e Licenciatura em História) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Campus de Franca. SILVA, César Agenor Fernandes da [UNESP]. O Correio Braziliense e seu projeto de civilização (1808-1822). 2006. SILVA, Cesar Agenor Fernandes da [UNESP]. Ciência, Técnica E Periodismo No Rio De Janeiro (1808-1852). 2010. SILVA, Marcelo de Souza. Homicídios e justiça na comarca de Uberaba, Minas Gerais (1872-1892). 2008. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História Social, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: Acesso em: 3 fev. 2026. Livros AUREL, Jaume. A escrita da história. São Paulo: Sita-Brasil, 2010 BLOCH, Marc. Apologia da história, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BURKE, Peter (org.). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992 BURKE, Peter. A escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1991. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1990. MELLO, Ricardo Marques de. Como a Escrita da História é Elaborada? Uma breve explicação sobre como historiadores convertem informações do passado em livros de história. 1. ed. Curitiba: Casa Editorial, 2022. 216p . PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005. PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tânia Regina de (orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Editora Contexto, 2009 REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. SALES, Véronique (org.). Os historiadores. São Paulo: Unesp, 2011. SILVA, Renan. Lugar de dúvidas: sobre a prática da análise história. Breviário de inseguranças. Belo Horizonte: Autêntica., 2015 TETARD, Philippe. Pequena História dos Historiadores. Bauru: EDUSC, 2000. VEYNE, Paul. Como se escreve a história e Foucault revoluciona a História. 4.ed. Brasillia: UNB, 2003. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 03/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66437&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio 95, Marcelo Beraba, Estagiário Rodolfo e o C. A. se reúnem para conversar novamente sobre um tema que está no coração deste projeto: a profissão do historiador. O trio debate conceitos, métodos e fundamentos que nortearam as suas trajetórias de formação e como eles iniciaram suas jornadas no mundo da pesquisa sobre o passado. Esta experiência contribui para tentar responder como nasce uma pesquisa histórica, o que diferencia a narrativa do historiador de outras formas de contar o passado e as múltiplas possibilidades de investigação do passado humano. Se tudo isso lhe interessa, ou se você quer conhecer melhor os bastidores desse ofício, este episódio é pra você, dá o play e vem com a gente descobrir mais sobre o fascinante mundo da história e daqueles que a constroem como profissão! Arte da Capa Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódios Relacionados Fronteiras no Tempo #2 Por que conhecer a História? Fronteiras no Tempo #91 O que fazem os Historiadores Produções do Beraba, C. A. e Rodolfo GRANDE NETO, Rodolfo. A Máscara do Homem e a Face do Morcego: O Manifesto Político em O Cavaleiro das Trevas. 1. ed. Guarapuava: Unicentro, 2022. 208p. Disponível em: SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. O tempo e o trópico: interpretação e análise dos estudos e debates em torno de Casa-Grande & Senzala de Gilberto Freyre. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado e Licenciatura em História) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Campus de Franca. SILVA, César Agenor Fernandes da [UNESP]. O Correio Braziliense e seu projeto de civilização (1808-1822). 2006. SILVA, Cesar Agenor Fernandes da [UNESP]. Ciência, Técnica E Periodismo No Rio De Janeiro (1808-1852). 2010. SILVA, Marcelo de Souza. Homicídios e justiça na comarca de Uberaba, Minas Gerais (1872-1892). 2008. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História Social, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: Acesso em: 3 fev. 2026. Livros AUREL, Jaume. A escrita da história. São Paulo: Sita-Brasil, 2010 BLOCH, Marc. Apologia da história, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BURKE, Peter (org.). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992 BURKE, Peter. A escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1991. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1990. MELLO, Ricardo Marques de. Como a Escrita da História é Elaborada? Uma breve explicação sobre como historiadores convertem informações do passado em livros de história. 1. ed. Curitiba: Casa Editorial, 2022. 216p . PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005. PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tânia Regina de (orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Editora Contexto, 2009 REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. SALES, Véronique (org.). Os historiadores. São Paulo: Unesp, 2011. SILVA, Renan. Lugar de dúvidas: sobre a prática da análise história. Breviário de inseguranças. Belo Horizonte: Autêntica., 2015 TETARD, Philippe. Pequena História dos Historiadores. Bauru: EDUSC, 2000. VEYNE, Paul. Como se escreve a história e Foucault revoluciona a História. 4.ed. Brasillia: UNB, 2003. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 03/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66437&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Da Prateleira, eu convido você a conhecer “Filho Pródigo – O Musical”, esta grandiosa produção em cartaz pela Cia Nissi de Artes. Vamos conversar sobre como essa parábola milenar ganhou uma roupagem moderna, com coreografias intensas e uma trilha sonora original de tirar o fôlego. Quero compartilhar minhas impressões sobre a entrega do elenco e como a mensagem de perdão e recomeço se torna tão atual quando contada através da arte urbana e do teatro musical. O Da Prateleira é um programa onde eu, Tamyres, indico livros, quadrinhos, filmes, séries ou álbuns que me agradam. Eventualmente com convidados, às vezes sozinha, estou aqui indicando obras e convidando vocês a discorrerem sobre suas impressões nos comentários. PARTICIPANTES:– Tamyres Palma COISAS ÚTEIS:– Duração: 18m43s– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba Avançado, e Assinar Podcast. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios.– Clube de Leitura da Crentassos, o “LivraSSos” CITADOS NO PROGRAMA:– Espetáculo “Filho Pródigo – O Musical”– Instagram “Filho Pródigo – O Musical”– Site “Cia Nissi de Artes”– Instagram “Cia Nissi de Artes”– Parábola do filho pródigo– Nissi Play TRILHA SONORA DO PROGRAMA:– “Postcards From Italy” – Beirut (Ukelele Instrumental por iamblinkin) GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS:– WhatsApp– Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post Filho Pródigo (O Musical) | Da Prateleira 83 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Chris Laquièze es devorador profesional de libros y comparte sus lecturas comentándolas en redes sociales. Hace siete años que se dedica a promover la lectura, con especial pasión por la literatura latinoamericana, desde los clásicos hasta autores contemporáneos. Además, presentó su primera novela, La Rosa Perdida, recién publicada en Francia, y nos contó en esta emisión de Carrusel de las Artes cómo la literatura latinoamericana influyó en su creación.
Continúa operativo de vigilancia en el Nevado de Toluca Confirman primer caso de sarampión en Orizaba, Veracruz Reportan herido de bala por policías del ICE en Arizona
Consuelo Sáizar, Exdirectora del FCE
Orando pela montanha das Artes - EP 52 - 22.JAN.2025
In this episode of Crane Talk, the team sits down with Chris Thomas, CEO of Artes, a London-based MGA specializing in bespoke insurance programs for cranes, rigging, and heavy equipment. Chris walks Ron and Gene through the realities of crane and rigging insurance, from underwriting complexity to claims discipline and subrogation. He explains why many insurance programs fail after just a few years and why sustainable success requires experienced partners, accurate data, and a willingness to stay committed through both profitable and loss-heavy cycles.The conversation also explores broader industry challenges, including litigation exposure, nuclear verdicts, and the importance of educating capacity providers. Chris closes by reflecting on leadership, philanthropy, and building an insurance business designed to endure—not chase short-term premium.Connect with Artes:Website: www.artes-specialty.comChris: cthomas@artes-specialty.comRichard: rbrown@artes-specialty.comAbout the Show Crane talk is a podcast hosted by Ron Thompson and Gene Greiner, 2 highly successful insurance producers in the Dallas-Fort Worth region. About Ron:Ron has been specializing in the heavy iron insurance world as a broker since 1992. In the complex world of heavy iron risk exposure, Ron's expertise is in contractual risk transfer, contract review, fleet safety management where “rubber meets the road” and keeping clients updated on legislative issues that effect the crane & rigging industry and maximizing profit for his clientele.About Gene:Gene Greiner is Vice President of commercial insurance for CoVerica with 15 years of focus on heavy construction risk. Based in Dallas, TX, he is deeply embedded in serving this industry's risk transfer needs and, enjoys active advocacy though the Specialized Carriers & Rigging Association and the Texas Crane Owners Association. New episodes drop the first Tuesday of each month. Please drop us a line if you have a question or suggestion; you can reach us at podcast@coverica.com. Finally, if you like the podcast, we encourage you to subscribe and leave us a review.
Quedan aún doscientos años para que nuestro calendario empiece a contar los años hacia delante. En el territorio de la actual India, redes de iniciados budistas y jainistas perfeccionan un complejo conjunto de técnicas para liberarse del sufrimiento y de una condición miserable bajo la hegemonía de la religión védica de las élites. Su problema no es menor, ni en el terreno político ni metafísico. Se trata de sustraerse del encarcelamiento en el samsara, un ciclo de reencarnaciones al que se entienden sujetos en tanto no sean capaces de librarse de su yo, en favor de un Sí abstracto y cumplir, de este modo, su verdadero propósito en el mundo. Se trata de abandonar la falsedad del reflejo fenomenológico de lo mundano y dominar los sentidos en una dirección muy distinta. En 2026, redes de practicantes de unas técnicas que hunden su linaje en aquéllas no quieren sustraerse de ninguna vuelta al mundo sin final. Lidian, más bien, con la ansiedad, un laberinto de complejos, la abulia o la pérdida de sentido. Si quieren dominar su cuerpo y sus sentidos es para, primero, conocerse y, con ello, perfeccionarse. Quizá también con ciertos indicadores de productividad y los cuerpos que ven en Instagram. Quieren evolucionar para imponerse a esas condiciones mundanas o al menos para adaptarse a ellas, para aceptarlas o, mejor, ser resilientes. Si nada de esto es finalmente posible, el esfuerzo les rentará como un rato de desconexión, mejor coordinación y un vientre -ojalá- un poco más plano. Nadie tiene en mente retirarse del mundo, más allá de 10 días en Semana Santa, pero sería deseable defender algo de paz interna en mitad de todo este ruido. En nuestra serie de episodios sobre subjetividades contemporáneas, ponemos otra baldosa a partir del libro de la filósofa y maestra de yoga Zineb Fahsi, Zineb (2025), El yoga, nuevo espíritu del capitalismo, publicado por La Cebra y traducido por Elina Kohen. Respecto a esta gran reformulación del yoga, lo primero que deja claro Fashi es que no tiene sentido analizar dichos desplazamientos en términos de (pérdida de) autenticidad. El yoga auténtico, si por ello se entiende el producido en el contexto indio, ha vivido también numerosas transformaciones que lo han aproximado a cuestiones tan poco espirituales como el control postural, el autogobierno, la virilidad o el nacionalismo. Tampoco el objetivo es desvelar algo así como la gran conspiración del yoga. Es decir, denunciar por fin que esas personas cercanas que hacen todo lo posible por rebajar los dolores de espalda y del espíritu son en realidad agentes infiltrados del neoliberalismo y del desprecio por la justicia social. Al contrario, Fashi cita estudios sociológicos en el contexto norteamericano y francés que muestran una fuerte afinidad cultural, axiológica y política de esas poblaciones con las nuestras. La cuestión es entender, más bien, de qué manera esas prácticas de liberación han trabado afinidad con otras espiritualidades y éticas afines al neoliberalismo, como el nuevo pensamiento, la teosofía o la biomoral y han llegado a conformar una masa de sentido en la que prima la psicologización del bienestar, la autorresponsabilización por las condiciones de vida y las emociones asociadas o un optimismo desaforado en la capacidad del yo para influir sobre el despliegue de la realidad. En un mundo en el que no es posible concebir la vida social sin su catálogo de prácticas de sí, la preocupación de Fashi, a la que sumamos la nuestra a lo largo de esta serie de episodios, se refiere no a cuánto de esas prácticas de sí sustraen fuerzas de una acción más explícitamente política, sino a cómo esas prácticas se pueden vivir y orientar de otro modo: a la construcción de comunidad y no de la fantasía de un yo todopoderoso, al discernimiento de lo real para su transformación y no solo a métodos para adaptarnos o para prevalecer sobre otros. Namasté.
En información internacional, María Corina Machado afirma que le entregó a Trump su medalla del Premio Nobel de la Paz, en notas de El Esto, el Canelo está de vuelta, ya hay fecha y sede para la próxima pelea de Saúl Álvarez, y en los espectáculos, Gael García recibe la Orden de las Artes y las Letras de Francia por su trayectoria. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
No episódio 51, que inaugura a temporada de 2026 do Fronteiras no Tempo, Willian Spengler (o nosso camisa 10) analisa as novas descobertas arqueológicas na ilha de Creta que foram divulgadas pelo governo grego. Esse achado tem relação direta com o famoso labirinto que era morada da criatura que nasceu com o corpo humano e a cabeça de touro, o Minotauro. Embarque nessa descoberta e de quebra se maravilhe com a mitologia grega. Artes do Episódio: Augusto Carvalho Dica do Giro STHEPANIDES, Menelaos. Teseu, Perseu e outros mitos. São Paulo: Odysseus, 2000. (Mitologia Helênica v. 4) Coleção sobre Mitologia Grega: https://www.odysseus.com.br/mitologia-grega Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #51 Encontraram o labirinto do Minotauro? Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 13/01/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66309&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Museum of Moments Start Vacuum - Karneef Forgotten Heroes What If So Then - Karneef Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Send us a textBakotunes welcomes Piero F. Giunti, creator and curator of "A Great Day in East L.A.: Celebrando the Eastside Sound" exhibition running now through August 23, 2026 at La Plaza de Culturas y Artes 501 N Main St. Los Angeles, CA 90012. Piero F. Giunti is also an award-winning photographer, filmmaker, musician and podcast host who's worked with Ice Cube, Public Enemy, Los Lobos, Becky G and many more. Get to know Piero, learn about the exhibition and make plans to visit! Episode contains music by Los Lobos, The Brat, Ozomatli, Rage Against The Machine, Lalo Guerrero, Cheech & Chong, wil.i.am and Taboo (Black Eyed Peas), The Bags, Thee Midniters, Tierra. *Recorded 12-20-25. Related Links:https://agreatdayineastla.org https://lapca.org/exhibition/a-great-day-in-east/https://pierofgiunti.portfoliobox.net/https://lapca.org/-----------------------Fair Use NoticeThis site and its episodes may contain copyrighted material, the use of which has not always been specifically authorized by the copyright owner. Such material is made available for purposes including criticism, commentary, news reporting, teaching, scholarship, and research.We believe this constitutes a fair use of any such copyrighted material as provided for in Section 107 of the U.S. Copyright Act. The material is presented for educational and informational purposes and is not intended to infringe upon the rights of the copyright holder. We make every effort to limit the use of copyrighted content to the amount reasonably necessary to achieve these purposes and to ensure that such use does not adversely affect the market value of the original work.For more information on fair use, please see Section 107 of the Copyright Act: https://www.copyright.gov/title17/92chap1.html#107Support the showSponsored by Chain Cohn Clark - Kern County's leading accident, injury, and workers' compensation law firm. Subscribe to Bakotunes at all podcast outlets and follow our socials!Instagram / More LinksContact: mattomunoz@gmail.com
En este episodio de Paredro Podcast conversamos con María Claudia Parias, directora de Idartes, en una entrevista de cierre de año dedicada a revisar lo que fue el 2025 en términos de gestión cultural en Bogotá y los principales retos para el 2026.A lo largo de la conversación abordamos las cifras del año, los programas de formación artística como Nidos y Crea, el trabajo con infancia, jóvenes y comunidades, la relación entre lo urbano y lo rural a partir del Festival de Artes y Ruralidad, las estrategias de economía creativa y emprendimiento cultural, las políticas de memoria con el Archivo de las Músicas y los Sonidos de Bogotá y el papel que cumple el arte dentro de la vida cotidiana de una ciudad compleja como Bogotá.Un diálogo sobre política cultural, gestión pública y procesos de largo aliento, más allá del evento y la coyuntura.#ParedroPodcast #Idartes #CulturaBogotá #GestiónCultural #DerechosCulturales #ArteYCiudad #EconomíaCreativa #MemoriaCultural
En Palabras más, palabras menos, Arturo Barba y Rodrigo Murray conversan con Bernardo Fernández (Bef), uno de los creadores más influyentes de la literatura y la novela gráfica en México; escritor, historietista y diseñador gráfico reconocido por su versatilidad narrativa y su mirada crítica sobre la cultura contemporánea, quien reflexiona sobre la literatura, las artes, la historia, el cómic y la ciencia ficción, además de repasar su trayectoria desde los años noventa como coeditor del fanzine Sub y director de arte de la revista Complot Internacional, los retos de crear historias en distintos lenguajes y el camino que lo llevó a escribir Tiempo de alacranes, novela policiaca galardonada con los premios Una vuelta de tuerca y Memorial Silverio Cañadas en la Semana Negra de Gijón, en un episodio imprescindible para quienes aman los libros, la narrativa gráfica y las ideas que dialogan con su tiempo. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.