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Joana Marques visitou o programa "Dois às 10", e constatou que há coisas que nunca mudam: Cláudio Ramos continua sempre à beira de um ataque de nervos.
Dans ce Q&A on parle des troubles digestifs du bébé allaité, et on se demande si le conseil « il mange trop, espacez les tétées ! » est un bon conseil.On en parle :Épisode 119 :https://milkshaker.fr/podcast/episode-119-virginie-ferrandez-allaitement-et-rgo/ Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
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COMMENTAIRE DE LA 1ère LECTURE DU JOURMi 6, 1-4.6-8Écoutez donc ce que dit le Seigneur : Lève-toi ! Engage un procès avec les montagnes, et que les collines entendent ta voix. Montagnes, écoutez le procès du Seigneur, vous aussi, fondements inébranlables de la terre. Car le Seigneur est en procès avec son peuple, il plaide contre Israël : Mon peuple, que t'ai-je fait ? En quoi t'ai-je fatigué ? Réponds-moi. Est-ce parce que je t'ai fait monter du pays d'Égypte, que je t'ai racheté de la maison d'esclavage, et que je t'ai donné comme guides Moïse, Aaron et Miryam ? « Comment dois-je me présenter devant le Seigneur ? demande le peuple. Comment m'incliner devant le Très-Haut ? Dois-je me présenter avec de jeunes taureaux pour les offrir en holocaustes ? Prendra-t-il plaisir à recevoir des milliers de béliers, à voir des flots d'huile répandus sur l'autel ? Donnerai-je mon fils aîné pour prix de ma révolte, le fruit de mes entrailles pour mon propre péché ? – Homme, répond le prophète, on t'a fait connaître ce qui est bien, ce que le Seigneur réclame de toi : rien d'autre que respecter le droit, aimer la fidélité, et t'appliquer à marcher avec ton Dieu. »
O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe
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Uma noite de desejo e entrega total. Dois corpos fundidos na atmosfera da madrugada fazendo ranger a cama. As mãos entrelaçadas desenham a forma de intenso prazer.
Lançado em 20 de julho de 1986, Dois, da Legião Urbana, é o disco que moldou a cara da geração 80 e dá o pontapé que faria a banda ser a maior da história do rock nacional. É um álbum instigante, rico em detalhes, musicalmente atraente e com letras fabulosas. Uma obra-prima que tivemos o prazer de falar a respeito neste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, Luís Pedro Nunes, Pedro Marques Lopes, Clara Ferreira Alves e Daniel Oliveira analisam as polémicas que têm marcado o Governo e deixaram fragilizados os ministros da Educação e da Administração Interna. No plano internacional, debatem os novos ataques entre os EUA e o Irão, a disputa pelo Estreito de Ormuz, novamente bloqueado, e uma guerra que se arrasta sem solução à vista. Ouça o Eixo do Mal em podcast, emitido na SIC Notícias a 16 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Autores e Livros desta semana reúne obras que exploram a condição humana por diferentes caminhos, da crônica ao horror, do romance de formação à poesia contemporânea. O destaque é a entrevista com o escritor e jornalista José Castello, que fala sobre “Histórias miseráveis” (Maralto Edições), coletânea de crônicas que lança um olhar sensível sobre personagens invisibilizados e as fragilidades da vida nas grandes cidades. Entre as dicas de leitura está “Canil dos condenados”, de Vinicius Tetsuko, que assina como TetsuUcorvo. O thriller de horror urbano mistura crime, elementos sobrenaturais e referências afro-brasileiras, indígenas e japonesas para construir uma narrativa marcada por conflitos familiares, ambição e mistério. A edição apresenta ainda “Dois Pais”, de Moacyr Godoy Moreira (Folhas de Relva Edições), romance ambientado nos anos 1980 que acompanha a trajetória de um adolescente diante das transformações familiares. O autor fala sobre as memórias que inspiraram o livro e sobre o desafio de tratar temas delicados com sensibilidade e leveza. No quadro Entrelinhas, o programa destaca “Dois em Um”, de Alice Ruiz, obra que reúne a produção poética da autora nos anos 1980. Vencedor do Prêmio Jabuti, o livro revela a força de uma poesia concisa, marcada pela influência do haicai e por reflexões sobre o cotidiano, o amor e o tempo.
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Há entrevistas que envelhecem mal ao fim de poucas semanas. Esta não é uma delas. Publicada no suplemento Artes y Letras do jornal chileno El Mercurio, a propósito do lançamento de «Lecciones de Aristóteles» pela editora Taurus, a conversa com o filósofo britânico John Sellars parte de uma pergunta simples — porque é que ainda vale a pena ler um autor com mais de dois mil anos — para chegar a um território que qualquer professor, bibliotecário ou diretor de escola reconhecerá de imediato: a falta de tempo para pensar, a dificuldade em viver em comunidade e a tentação de resolver tudo aos extremos.
Tu rêves de lire ton premier livre en français... mais tu ne sais pas par où commencer ? Tu as peur de choisir un livre trop difficile, d'abandonner après quelques pages ou de passer ton temps dans le dictionnaire ?Dans cet épisode, je célèbre le premier anniversaire de mon Book Club, Le Salon de Yasmine. Depuis un an, une vingtaine d'apprenants lisent un livre francophone chaque mois, débattent, se contredisent, découvrent de nouveaux auteurs... et surtout vivent enfin le français autrement.Mais cet épisode est bien plus qu'un anniversaire.Je te partage tout ce que j'aurais aimé savoir avant de lire mon premier livre dans une langue étrangère. Quel niveau faut-il réellement avoir ? Faut-il connaître le passé simple ? Dois-tu chercher tous les mots dans le dictionnaire ? Est-ce grave d'abandonner un livre que tu n'aimes pas ? Les classiques sont-ils vraiment incontournables ?Je démonte aussi plusieurs idées reçues sur la lecture en français et je t'explique pourquoi terminer ton premier livre est probablement l'une des plus grandes étapes de ton apprentissage.Que tu sois un immense lecteur ou quelqu'un qui pense détester les livres, cet épisode risque bien de changer ta manière d'aborder la lecture en français.Et qui sait... peut-être qu'à la fin, tu auras enfin envie d'ouvrir ce premier livre que tu repousses depuis des années.“Le Français avec Yasmine” existe grâce au soutien des membres et élèves payants. Il y a 3 manières de soutenir ce podcast pour qu'il continue à être libre, indépendant et rebelle : 1️⃣ Le Club de Yasmine Le Club privé du podcast qui donne accès à toutes les transcriptions des épisodes relues et corrigées au format PDF, aux épisodes secrets, la newsletter privée en français et l'accès à la communauté des élèves et membres sur Discord pour continuer à partager et se rencontrer. https://lefrancaisavecyasmine.com/club 2️⃣ Les livres du podcast Les transcriptions du podcast sont disponibles dans les livres “Le français avec Yasmine” sur Amazon : http://amazon.com/author/yasminelesire 3️⃣ Les cours de français avec YasminePour aller encore plus loin et améliorer ton français avec moi, je te donne rendez-vous dans mes cours et mes formations digitales. Je donne des cours particuliers (en ligne et à Paris) et des cours en groupe en ligne. Rendez-vous sur le site de mon école pour découvrir le catalogue des cours disponibles : www.ilearnfrench.eu ➡️ Rendez-vous sur les réseaux sociaux Instagram : https://www.instagram.com/ilearnfrench/LinkedIn : https://www.linkedin.com/in/yasmine-lesire-ilearnfrench/ ➡️ Crédit musique La musique de cet épisode est créée par le groupe Beam. Merci à Maayan Smith et son groupe pour la musique.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
O novo levantamento nacional da pesquisa Quaest indicou um recrudescimento no ritmo da disputa presidencial de 2026.Os números mostram que o presidente Lula conseguiu alargar a margem que o separa do senador Flávio Bolsonaro.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br#quaest #pesquisaeleitoral #xadrezeleitoral #política #polarização #lula #flávio #bastidorespolíticos #eleições #cenáriopolítico #dados #estatística #debate #notícias #análisepolítica #podcastbrasil #audiocast #youtube #emalta #tendências
A Polícia Federal indiciou dois ex-presidentes do INSS e mais 46 pessoas. A investigação concluiu que eles desviaram R$ 708 milhões de aposentados e pensionistas. Em uma pauta-bomba, o Senado aprovou aposentadoria especial para agentes de saúde. O impacto no orçamento é de R$ 27 bilhões em dez anos. Donald Trump mudou de ideia, voltou atrás e desistiu de cobrar pedágio no Estreito de Ormuz. Agora o presidente americano falou em fazer negócio com os países do Golfo Pérsico. No Brasil, o governo anunciou aumento de etanol na gasolina. A Espanha está na final da Copa do Mundo. Em um jogo perfeito, a Fúria dominou a França, fez 2 a 0 e terminou o jogo dando olé. Nesta quarta-feira sai o outro finalista: Argentina ou Inglaterra. Os ingleses confiam em Harry Kane para voltar à final depois de 60 anos. Os argentinos querem manter a fama de carrascos dos europeus em mundiais.
Gravado ao vivo na Brookwood Church em 26/12/2007
Moraes pune pela carta. Dois pesos, duas medidas / Amanhã, decisão sobre o tarifaço / Governo tenta evitar greve de caminhoneiros / Esses são assuntos em destaque na edição de hoje do Jornal do Boris
Riqueza e pobreza são temas que a Bíblia leva a sério — mas que raramente são abordados com profundidade e honestidade. Neste primeiro episódio da série Riqueza & Pobreza, iniciamos uma jornada de 16 episódios para construir uma teologia bíblica completa sobre dinheiro, generosidade, mordomia e desigualdade.A mensagem parte de uma constatação incômoda: o pecado da avareza é o mais oculto de todos. A partir de Provérbios 22, Salmo 104 e 1 Pedro 4, o sermão mostra que a economia de Deus não é capitalismo nem socialismo, mas uma economia da dádiva — onde tudo pertence ao Senhor e nós somos mordomos do que recebemos.⏱️ MARCAÇÕES:00:00 – Introdução e leitura bíblica05:00 – Por que falar de dinheiro na igreja é espinhoso08:30 – O pecado da avareza que ninguém confessa18:00 – Dois discursos religiosos sobre pobreza32:00 – Salmo 104: a generosidade de Deus na criação43:00 – Mordomia: administradores, não donos52:00 – A economia da dádiva e o exemplo de Zaqueu
Mensagem: I Re 13 | Dois profetas e um reiPregação: Pr. Ricardo MoreiraIgreja Batista SulAv. Dr. Paulo Japiassú Coelho, 170, Cascatinha - Juiz de Fora/MGTel.: (32) 3025-1415
Nesta mensagem, o Pr. Geraldo Motta, com o texto em Lucas, capítulo 24, versículos 13 ao 31, nos traz uma reflexão sobre Jesus e seus díscipulos, que não o reconheceram de imediato, mas sim no partir do pão.A narrativa dos discípulos no caminho de Emaús é uma das mais belas descrições de como Jesus transforma a tristeza em esperança. Dois discípulos caminhavam decepcionados, abatidos e confusos. Eles acreditavam que tudo havia terminado na cruz. Embora Jesus estivesse caminhando ao lado deles, eles não conseguiam reconhecê-Lo.Isso nos ensina que, muitas vezes, as circunstâncias da vida podem ofuscar nossa visão espiritual. A dor, a frustração e o medo podem nos impedir de perceber que Cristo continua presente, mesmo quando parece estar em silêncio.Durante a caminhada, Jesus não lhes revela imediatamente Sua identidade. Primeiro, Ele explica as Escrituras, mostrando que tudo o que havia acontecido fazia parte do plano de Deus. O coração daqueles discípulos começou a ser aquecido pela Palavra, mas seus olhos ainda permaneciam fechados.Somente quando chegaram à casa e convidaram Jesus para permanecer com eles, aconteceu o momento decisivo:"E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o, e, tendo-o partido, lhes deu; então se lhes abriram os olhos, e o reconheceram..." (Lucas 24:30-31).O partir do pão simboliza comunhão, intimidade e relacionamento com Cristo. Não foi apenas um gesto comum; aquele ato trouxe à memória quem Jesus era e tudo o que Ele havia feito. O mesmo Cristo crucificado era agora o Cristo ressuscitado diante deles.Essa passagem nos ensina algumas verdades importantes:1. Jesus caminha conosco mesmo quando não O percebemos.Nossa percepção pode falhar, mas Sua presença nunca nos abandona.2. A Palavra prepara o coração.Antes que os olhos se abram, o coração precisa ser aquecido pela Palavra de Deus.3. A comunhão revela Cristo.É no relacionamento diário com Jesus, representado pelo partir do pão, que nossa visão espiritual é renovada.4. Quem reconhece Jesus não permanece parado.Assim que O reconheceram, aqueles discípulos voltaram imediatamente para Jerusalém. A tristeza deu lugar à esperança, e o desânimo foi substituído pela missão de anunciar que Cristo havia ressuscitado.Vivemos dias em que muitas pessoas conhecem informações sobre Jesus, mas ainda não tiveram seus olhos espirituais abertos. Frequentam cultos, ouvem mensagens, mas continuam caminhando como os discípulos de Emaús: tristes, desanimados e sem perceber que o Senhor está ao lado delas.Quando nos assentamos à mesa com Cristo — em comunhão, oração e meditação na Sua Palavra — nossos olhos começam a enxergar aquilo que antes estava oculto. Passamos a compreender que Deus continua no controle, que Suas promessas permanecem vivas e que nenhuma situação é capaz de impedir Seus planos.Conclusão: Os discípulos chegaram a Emaús pensando que a história havia acabado. Porém, ao partir do pão descobriram que o verdadeiro Autor da história estava sentado à mesa com eles.Ainda hoje, Jesus deseja caminhar conosco, aquecer nosso coração pela Sua Palavra e abrir nossos olhos para reconhecer Sua presença em cada etapa da vida.Quando Cristo parte o pão, a incredulidade dá lugar à fé, a tristeza se transforma em alegria e os olhos finalmente se abrem para contemplar o Senhor ressuscitado."No partir do pão, os olhos se abrem; e quando os olhos se abrem para Cristo, a vida nunca mais é a mesma."Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Quando a gente acha que já viu de tudo no Brasil, aparece uma aposta inusitada: um tabaco (limpo, asseado) por uma moto usada (seminova — vamos valorizar!).Para o tabaco vencer, o Brasil precisava perder. Fácil! Errados fomos nós, que torcemos a favor da Seleção.E o tabaco venceu, mas ficou sem moto.Dois personagens que não precisam de nomes, apenas de alcunhas temporárias. A história explodiu nas redes sociais (claro), e a envolvida — e vitoriosa — Gabriela já ganhou um monte de seguidores e parece estar aproveitando bem a semana de fama.Já o tal dono da moto, Edilson, não apareceu. No lugar dele, outro homem se passou por Edilson e assumiu a questão da moto. O sujeito foi logo desmentido por Gabriela.Temos um caso esquisito de falsidade ideológica, estelionato e algum outro crime muito mal planejado, já que não há nenhuma vantagem para o criminoso. Tudo muito doido, tudo bem brasileiro.A Copa está chegando ao fim. Para a nossa seleção amarelo-vômito, ela já acabou. Aos poucos, estamos voltando ao normal, o que não quer dizer que será melhor do que agora.*AGORA VAI! O aulão de Pedro Duarte está com vagas abertas!Ferramentas & Conceitos pra sobreviver na Internet (e quem sabe faturar também). Clique aqui e garanta sua vaga!
Cher écolo, es-tu trop gentil ? Pas lui ! Voici Thomas Wagner de Bon Pote, le nouveau média écolo qui n'hésite pas à clasher les ennemis de l'écologie et à sensibiliser des millions de personnes au fait qu'il est temps qu'on se bouge le cul si on veut protéger la vie sur Terre. Si tu partages ce podcast, tu mets un pollueur en PLS !SOMMAIRE02:09 Ses ennemis sur LinkedIn04:34 Êtes-vous trop gentil.le ?07:26 De trader à militant10:09 Notre maison brûle, et nous regardons Messi au PSG13:19 Le GIEC : c'est la merde mais…16:43 Comment diviser notre mode de vie par 5 ?18:23 Dois-tu quitter ton bullshit job ?27:35 Mea culpa d'un branleur parisien33:50 Les footballeurs doivent-ils prendre l'avion ?__Le site officiel de Soif de SensSoutenir Soif de Sens via Tipeee Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Mon enfant, tu dois passer par toutes sortes d'événements dans ta vie pour t'épanouir et devenir beau à mes yeux. Tu as surtout besoin d'accueillir Mon Amour, de te savoir aimé par Moi et de savoir que Je veille sur toi, que Je te protège et te guide dans les moindres détails... Fais-Moi plus confiance, laisse- toi aimer! Parce que l'Amour nous aime, nous devenons l'amour!
Pesquisa Datafolha mostra profunda descrença de brasileiros com o sistema político, o que fortalece a necessidade de reforma. PT defende mudanças para aproximar Estado da sociedade. Sonora:
Access 2 Perspectives – Conversations. All about Open Science Communication
In this session, we explore how persistent identifiers and open research infrastructure are transforming research visibility and discoverability across Africa.Mohamad Mostafa (DataCite) opens with an overview of the 2021 UNESCO Recommendation on Open Science, particularly its second pillar on open research infrastructure and explains how tools like DOIs, ORCID IDs, and ROR IDs work together to make research outputs findable, accessible, interoperable, and reusable (FAIR). He walks through DataCite's global community of over 1,700 member organizations across 69 countries, its Fabrica platform for DOI registration, and the consortium model that makes adoption cost-effective for institutions across Eastern and Southern Africa through the UbuntuNet Alliance.Ahmed Siyad (CEO, SomaliREN) then shares the story behind SORER — the Somali Research and Education Repository — a centralized, multi-institutional platform built to address low research visibility, plagiarism concerns, and limited access to global scholarly infrastructure. He covers how SomaliREN integrated DOI minting through the DataCite/UbuntuNet consortium, adopted ORCID IDs, established the Somali Identity Federation (SIF), and achieved FAIR compliance — making Somali research outputs accessible and interoperable on a global scale.The session also touches on the importance of hosting research infrastructure on the African continent itself, in line with the CARE Principles and the mission of AfricArXiv.This webinar is part of the AfricArXiv Open Science Webinar Series, supported by Invest in Open Infrastructure and co-organized by UbuntuNet Alliance and Access to Perspectives.Learn more and access past webinars at www.africarxiv.orgFollow for future sessions on open access, persistent identifiers, open science policy, and more.#openscience #PersistentIdentifiers #openaccess #data #research
O Governo aprovou uma reforma do arrendamento. Dois meses de rendas em atraso vão dar direito a despejo e as rendas antigas de inquilinos com menos de 65 anos podem ser descongeladas e aumentar. Análise de Clara TeixeiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
T'as déjà fermé un onglet juste avant de publier ? Aujourd'hui, on parle de la peur d'être cringe : pourquoi elle ne disparaît jamais vraiment, ce qu'elle te coûte concrètement, et pourquoi les créateurs de contenu qui avancent ont juste arrêté de l'écouter._______RETROUVE-MOI PAR ICI
“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” Mateus 6:24“E Isaque chamou a Jacó, e abençoou-o, e ordenou-lhe, e disse-lhe: Não tomes mulher de entre as filhas de Canaã; Levanta-te, vai a Padã-Arã, à casa de Betuel, pai de tua mãe, e toma de lá uma mulher das filhas de Labão, irmão de tua mãe;” Gênesis 28:1-2
Dois irmãos gêmeos decidem largar o passado turbulento e voltar para sua cidade natal em busca de paz… mas descobrem que a cidade tem planos bem mais sombrios para eles. Entre vampiros, música blues ao vivo e segredos enterrados no sul dos EUA dos anos 1930, a trama mistura drama histórico, terror sobrenatural e ação eletrizante. É como se “O Poderoso Chefão” tivesse se encontrado com “Drácula” em um bar de jazz — e a festa acabou em sangue e poesia.Dirigido e roteirizado por Ryan Coogler, que já provou ser mestre em unir emoção e espetáculo.Estrelado por Michael B. Jordan, Jack O'Connell e Hailee Steinfeld, cada um trazendo intensidade e carisma em papéis que os colocam frente a frente com dilemas humanos e monstros literais.A fotografia grandiosa e a trilha sonora gravada ao vivo no set dão ao filme uma atmosfera única, que faz você sentir cada acorde e cada sombra.Mistura gêneros de forma ousada: drama de época, terror vampírico e musical — tudo em um só pacote.“Pecadores” é aquele tipo de filme que te faz pensar: se eu fosse voltar para minha cidade natal, preferia enfrentar fofoca de vizinhos ou uma gangue de vampiros racistas? Aqui, a resposta é clara: nenhum dos dois, mas é irresistível assistir os personagens tentando sobreviver a ambos.PIX: canalfilmesegames@gmail.comSiga o Filmes e Games:Instagram: filmesegames Facebook: filmesegames Twitter: filmesegamesSpotify: https://open.spotify.com/show/5KfJKthPodcast: https://anchor.fm/fgcastIntro - 0:00 A influência de Um Drink no Inferno - 4:02Pescadores, Predadores ou Cynar - 9:01O que é "Pecadores"? - 10:04Notas dos agregadores - 12:44Tirando o bode da sala - 13:31Crítica Social + Vampiros - 26:33A Surpresa de Michael - 31:23Era pra Oscar? - 33:22Os Vampiros - 36:03Michael B. Jordan - 38:57Ah, vai acabar - 44:24A lição que fica - 46:11Os músicos - 47:55A grande cena - 48:21A tradução da HBO Max - 50:03Parece Stephen King - 51:17Duas lojas - 52:22Golpe em Chicago - 53:13A cena pós-crédito - 53:56O leilão de Coogler - 54:31Buddy Guy - 56:19Os Pecadores - 56:51Premiações - 58:52Bilheteria - 1:00:11Notas do Filmes e Games - 1:02:04Momento Locadora - 1:03:46Revelação do FGcast #425 - 1:43:04Dicas do FGcast #426 - 1:59:15
Em 24 de junho de 2026, a Venezuela enfrentou um de seus piores desastres naturais em mais de um século. Dois terremotos devastadores, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram o país com poucos segundos de diferença, deixando milhares de vítimas e um rastro de destruição sem precedentes. A força do evento foi tamanha que os abalos atravessaram milhares de quilômetros e foram sentidos nos estados do Norte do Brasil, como Roraima e Amazonas, gerando pânico e dúvidas na população. Mas afinal, o Brasil corre o risco de sofrer um grande terremoto? Neste vídeol, mergulhamos na geologia para explicar como as placas tectônicas funcionam, a razão pela qual os tremores venezuelanos reverberaram em solo brasileiro através do chamado "efeito pêndulo", e por que a nossa posição continental nos oferece uma camada de segurança. Você também aprenderá o método essencial de três passos para se proteger caso seja surpreendido por um abalo sísmico, seja no Brasil ou no exterior.
1000 dias de guerra.....Bloco 1- Acordo é assinado entre Israel e Líbano. E o Hezbollah?- Israel vendeu equipamento de defesa aérea para o Catar e Arábia Saudita.- Explosão de assentamentos "enterra" solução de dois estados.- Acordo que libertou reféns israelenses poderia ter sido assinado ao menos um ano antes.Bloco 2- Israel reconhecerá genocídio armênio. Por que agora?- Juízes recomendam que acusação de suborno seja retirada de um dos processos contra Netanyahu.- Suprema Corte congela eleição de corregedor do governo.- Lei Básica Estudo da Torá passa em primeira leitura.- Crime organizado continua deixando várias vítimas.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #360 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Ministro da Defesa promete ajuda brasileira na reconstrução da Venezuela após terremotos. Família é resgatada com vida quase uma semana após terremotos na Venezuela. Novas imagens mostram força dos terremotos que atingiram a Venezuela. Fila de pedidos do INSS cai ao menor nível em quase dois anos. STF autoriza pagamento retroativo de vencimentos extras a juízes, procuradores e membros do MP.
José Mauro was a singer, songwriter, and guitarist from Rio de Janeiro who recorded all of his music in a single session in 1970. That resulted in his debut album "Obnoxius", under Roberto Quartin's record label, and a second album, "A Viagem das Horas", released six years later, with the leftover songs. "Rua Dois" is from this second LP, reissued in 2021 by Far Out Recordings, a beautiful folk, jazzy, psychedelic journey that sounds as much like a tropical version of Serge Gainsbourg as it does a foggy Gerlando Vandré. A prodigy guitar student of Baden Powell, and doted on for an anti-bossa approach, in this episode we'll talk about José Mauro's enigmatic career, why he disappeared, and when he was rediscovered, his collaboration with writer/journalist Ana Maria Bahia, who wrote all of his lyrics. Check the translation of this beautiful song provided by Translationsmith.
Le sujet fort de l'actualité foot du jour vu par Jérôme Rothen et la Dream Team.
Neste episódio vou estar à conversa com a Maria Homem. A Maria, psicanalista, palestrante e autora, analisa acomplexidade das relações amorosas, focando-se na transição entre a idealização inicial e o desencantamento do real; explica que os laços afetivos são moldados por pactos inconscientes e heranças familiares que, quando frustrados, podem levar à rutura.Aborda ainda como a modernidade transformou o casamento, permitindo maior autonomia e novas configurações familiares que privilegiam o autoconhecimento. A Maria Homem propõe que, para navegar de forma madura tanto o amor como o desamor, é essencial o autoconhecimento, permitindo que os pactos relacionais sejam renegociados ou encerrados com maior consciência e menos repetição de traumas passados. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relaçõessaudáveis, responsáveis e autênticas. Conteúdos abordados:1. amor, divórcio e parentalidade;2. idealização e projeções nas relações;3. pactos inconscientes entre casais;4. transformações culturais nas relações contemporâneas;5. autoconhecimento e o projeto "Lupa da Alma”. O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para mais informação sobre o trabalho da Maria Homemconsulta o seu site https://mariahomem.com/ou segue-a nas redes sociais @maria.homem Podes adquirir o nosso livro através do nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livroou qualquer livraria física ou online Para mais informações sobre AS NOSSAS FORMAÇÕES segue o link
O Podcast do PublishNews recebe nesta terça-feira (30) Rita Palmeira, crítica literária e curadora da 24a Flip. A Festa Literária Internacional de Paraty deste ano vai homenagear a poeta paulista Orides Fontela (1940-1998), escritora de trajetória rara e específica, que agora deixa sua marca em um dos eventos literários mais importantes do Brasil. Orides tem sua obra completa editada pela Hedra, que já colocou nas livrarias as novas edições.Ieda Lebensztayn, pesquisadora e crítica literária, organizou as novas edições dos cinco livros publicados em vida por Orides — Transposição (1969), Helianto (1973), Alba (1983), Rosácea (1986) e Teia (1996). As novas edições da Hedra reúnem textos críticos clássicos e inéditos, ampliando o panorama da fortuna crítica em torno da autora.Na conversa, Rita falou sobre sua trajetória como leitora, mas também sobre como foi o trabalho de curadoria para a Flip — em contato com muitas editoras, sentindo a temperatura do mercado editorial brasileiro, sobre os segredos de encontrar a química entre os autores — entre outros assuntos.O evento fluminense ocorre entre os dias 22 e 26 de julho, de quarta a domingo. Uma das novidades são os horários das mesas. Na sexta e no sábado, o último painel do dia será realizado às 19h. No domingo, serão apresentadas três mesas: às 10h, às 12h e às 15h30. Dois dos nomes confirmados nesta terça são os da ministra do STF Carmen Lúcia e o da escritora inglesa Zadie Smith.Indicações:Livro: Claro Enigma - Carlos Drummond de Andrade (Record) Livro: O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë - Tradução: Stephanie Fernandes (Antofágica)Livro: Música do Mundo - Tarso de Melo (Fósforo)Eventos: Mesas sobre Orides Fontela na FLIPEste podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.brA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
France affronte ce soir en 16eme de finale la Suède ce soir…on les préfère en musique nous les Suédois !
Aqui vai um fato que ninguém deve ter te dito antes sobre gordura visceral, principalmente gordura no fígado.. Quando os cientistas da Universidade de Minnesota nos EUA analisaram de perto para ver de onde estava vindo a gordura no fígado, eles descobriram algo que fez muita gente ficar de queixo caído. Eles viram que quase quase 60% da gordura no fígado gordo vem do próprio corpo e não da dieta, que é responsável por míseros 15% desta gordura só. Isso muda o jogo e dá clareza sobre as reais causas deste problema e claro, aponta para reais soluções. Isso basicamente diz que não é a gordura da dieta ou os carboidratos da dieta que são estocados como gordura hepática diretamente e que esta gordura visceral toda é resultado de uma disfunção energética que força o corpo a acumular sua própria gordura onde nao deveria. Agora, pra piorar ainda mais a situação, existem 2 deficiências nutricionais específicas que podem prender a gordura dentro do fígado meio que bloqueando sua saída, fazendo com que o fígado fique cada vez mais gordo e doente, então, vamos ver quais elas são e como podemos resolvê-las na prática com 2 alimentos muito potentes nisso e fáceis de encontrar que podem ajudar o fígado a voltar a dar vazão a esta gordura tão perigosa...
durée : 00:03:40 - On n'arrête pas l'éco - par : Sandrine Foulon - Valentin travaille dans l'audiovisuel public et doit organiser un pot de départ pour une collègue. Peut-on boire des bouteilles de Meursault ? Combien mettre dans la cagnotte ? L'employeur doit-il participer ? Une chronique particulière à l'occasion de la dernière à l'antenne d'Alexandra Bensaid. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Existem dois cálices diante de nós — e, em algum momento, todos somos confrontados com uma escolha. Na cultura da hospitalidade, aprendemos que recusar o que nos é oferecido pode ser interpretado como falta de respeito. Por isso, muitas vezes aceitamos o que nem gostaríamos, apenas para honrar quem nos recebe.Mas e quando o convite não é de um homem… e sim de Deus?E se, sem perceber, estivermos sendo cuidadosos com todos… mas deixando passar o convite mais importante da nossa existência?Dois cálices. Dois destinos.Assista e descubra qual cálice você tem aceitado beber.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Make Cazarre enchaîné great again de 16h30 à 17h30 en direct du Flora Caffé avec Julien Cazarre & Jean-Christophe Drouet.
BAD BOYS BAD BOYS WHATCHA WATCHIN' DOIs this you? If so, you're under arrest!-Loves Pornography-Martial Arts?-No GirlfriendThis week we're talking all about The Killer™ Wendy Williams under our Whatcha Watchin' vertical. You should be able to guess what that means:
Welcome back! Today we're answering listener questions:How to make a date feel less like a job interviewCan you date your best friend's friend's ex?What to do when your friends and family like your boyfriend more than you doIs it a bad time if you miss being single when you're in a long-term relationship?Read my substack with tips to avoid future tripping in a new relationship.As always, find me on Instagram @mostlydating. And if you're enjoying the pod, please leave a rating & review! To have your question answered on an upcoming episode, submit it here or email carleigh@mostly-dating.com.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (22): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã neste domingo (21), afirmando que poderá ordenar novos ataques caso Teerã não impeça ações do Hezbollah contra Israel. Em publicação nas redes sociais, Trump declarou que o governo iraniano deve conter seus aliados na região e alertou para uma resposta militar ainda mais forte. Entidades do setor aéreo alertam que a implementação da Reforma Tributária pode aumentar o custo das passagens aéreas no Brasil. A preocupação está relacionada à aplicação do novo Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que poderá elevar a carga tributária incidente sobre o transporte aéreo. Representantes do segmento afirmam que a medida pode reduzir a oferta de voos e dificultar o acesso da população às viagens de avião. A Confederação Nacional da Indústria divulgou uma pesquisa com 1.003 executivos de pequenas, médias e grandes empresas apontando as principais prioridades do setor para o próximo presidente da República. Entre as demandas mais citadas estão a redução da carga tributária, a consolidação da reforma tributária, o equilíbrio fiscal e o controle dos gastos públicos. Segundo a indústria, essas medidas são fundamentais para reduzir a dívida pública, criar um ambiente mais favorável aos investimentos e contribuir para a queda das taxas de juros no país. A discussão sobre a chamada “taxa das blusinhas” ganhou força no Congresso Nacional e no Judiciário após o embate entre varejistas brasileiros e importadores. Enquanto empresas nacionais defendem medidas de compensação e uma maior igualdade tributária com produtos importados, representantes das compras internacionais defendem a manutenção da isenção para encomendas abaixo de US$ 50. O prazo da prisão domiciliar temporária do ex-presidente Jair Bolsonaro termina nesta quinta-feira (25), e a continuidade da medida depende de decisão do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação relacionada à tentativa de golpe de Estado de 2022. A prisão domiciliar foi autorizada temporariamente após problemas de saúde e teve aval da Procuradoria-Geral da República. O ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB) anunciou a desistência da pré-candidatura ao governo de São Paulo nas eleições de 2026. O tucano informou que disputará uma vaga de deputado federal. A decisão ocorreu um dia após Kim Kataguiri (União Brasil) também retirar sua candidatura ao Palácio dos Bandeirantes. Com as mudanças, a disputa paulista tem como principais nomes o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve buscar a reeleição, e o ex-ministro Fernando Haddad (PT). Caribe ligada a uma organização classificada por Washington como terrorista. Segundo o Comando Sul dos Estados Unidos, a ação teve como alvo um navio que estaria envolvido em rotas de tráfico de drogas na região. Dois homens apontados pelos militares como “narcoterroristas” morreram no ataque, enquanto outros seis ocupantes foram resgatados após uma operação de busca e salvamento conduzida pela Guarda Costeira dos Estados Unidos. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, anunciou nesta segunda-feira (22) que deixará o cargo e que um novo líder deverá assumir antes do retorno do Parlamento britânico em setembro. Starmer afirmou que conversou com o rei Charles III e que pretende garantir uma transição de poder organizada. O processo para escolha do substituto deve começar em julho, com a definição do novo líder político para comandar o governo britânico. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Vidéo produite et présentée par HugoDécrypteJournalistes : Samy Rabbata, Benjamin Aleberteau, Hugo TraversCadreur : Noé PériquetMonteur : Anthony OchoaMotion design : Anthony Ochoa, Manon Langlais, Jacques EtcheberryÉtalonnage : Noé PériquetMixage : Arthaud VersaveaudMiniature : Doryan Hincker, Axel ReynierDirectrice de production : Marie DelvalléeChargé de production éditoriale : Clément ChauletChargée de production : Fiona GouzeAssistante de production : Amandine BarAdministratrice de production : Sterenn HallAssistant administratif de production : Emeric Iooss Directrice commerciale : Chloé LeveugleChargée de partenariats : Zélia CastangConceptrices-rédactrices partenariat : Léa Saad, Manon MontoriolVoix partenariat : Garance ChalvinStagiaire coordinatrice de production : Emma SéveracMonteur sponso : Alexandre SoubeyrandCrédits musiques : ArtlistCrédits images : Reuters, White House, Kremlin, Limitless Virgin Produced,CBS, CNN, Artlist, Storyblocks, TF1HDMEDIA / UNFOLD 2026 Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Apenas 48 horas antes de se tornar alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), havia negado categoricamente qualquer envolvimento com o grupo de Daniel Vorcaro.A declaração prévia agora centraliza os debates sobre o nível de informação dos bastidores de Brasília.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #JaquesWagner #DeclaracaoPublica #NegouOElo #BancoMaster #OperacaoPF #ComplianceZero #PoliciaFederal #LiderDoGoverno #Senado #GovernoLula #Investigacao #Polemica #Noticias #Politica #Podcast #YouTube #Viral #Tendencias #Bastidores #Contradicao
O que Steve Jobs, Senna e o Peru (sim, o país) tem em comum?Sobre EFEITO ORNA Somos uma instituição de ensino dedicada a formar profissionais e empresas na criação e gestão de marcas icônicas. Oferecemos cursos livres e multidisciplinares que combinam teoria e prática para ensinar estratégias de branding eficazes, preparando nossos alunos para deixar uma marca duradoura no mundo. Desde 2016, com mais de 30 mil alunos, somos a Escola de Marcas. Instagram: @efeitoorna Sobre DÉBORA ALCÂNTARADébora Alcântara é uma comunicadora premiada, líder em inovação no mercado digital e branding. Reconhecida como Profissional do Ano pela ABRADI em 2020 e como Top Voice no LinkedIn, Débora é uma referência em estratégias de marca. Graduada em Comunicação Social pela PUCPR, ela começou sua carreira em 2010 ao fundar o blog Tudo Orna, que se tornou um case de sucesso digital. Além disso, é autora dos livros Instagram Skills, Deixe sua Marca, Marketing de Influência e Seja Um Pato e continua impactando o mercado por meio de palestras e mentorias. Instagram: @deboralcantara