Podcasts about projetos

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Projetos da Semana
Projetos em Destaque: combate à corrupção, proteção às mulheres e uso de recursos públicos

Projetos da Semana

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 10:24


O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal. Nesta edição, vamos falar sobre a criação do Banco Nacional de Dados de Corrupção e Lavagem de Dinheiro ( PL 845/2026 ) e do Fundo Nacional de Apoio ao Terceiro Setor ( PL 427/2026 ). Também detalhamos o projeto que disciplina o uso de aviões da Força Aérea Brasileira no transporte de autoridades e outras pessoas ( PL 817/2026 ). O programa também aborda a proposta que assegura a preferência no pagamento de créditos administrativos às pessoas idosas ( PL 790/2026 ); a que prioriza as famílias responsáveis por criança ou adolescente órfão em razão de crime de feminicídio no Programa Minha Casa, Minha Vida ( PL 769/2026 ); o aumento da pena para feminicídio e a tipificação do crime de instigação por terceiro em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher ( PL 953/2026 ).

Radioagência
Câmara aprova projetos com reajuste para servidores do Ministério Público e criação de cargos e estrutura para o CNJ

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026


Radioagência
Presidente da Câmara afirma que projetos da bancada feminina serão a prioridade neste mês

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026


Radioagência
Câmara analisa projetos para restringir fogos de artifício e exigir informação de ruído nas embalagens

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026


Radioagência
Projetos em análise pelo Plenário pretendem mudar reajuste dos benefícios previdenciários

Radioagência

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026


Podcasts epbr
Incertezas geopolíticas fazem petróleo voltar aos US$ 70, mas cotação não deve se sustentar I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 4:15


NESTA EDIÇÃO. Alta no barril de petróleo não deve se manter, apontam analistas. Com impacto da La Niña, chuvas de fevereiro e março serão insuficientes para recompor reservatórios de hidrelétricas. Projetos industriais na fila para conexão ao sistema elétrico entram em compasso de espera. Mercado de gás no Brasil precisa de choque de simplificação, defende Galp. ***Locução gerada por IA

Projetos da Semana
Projetos em Destaque: proteção de menores, crédito bancário e desenvolvimento rural

Projetos da Semana

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 10:18


O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal. Nesta edição, vamos falar sobre propostas que reforçam o entendimento de que manter relações sexuais com menor de 14 anos configura o crime de estupro de vulnerável, independentemente de quaisquer circunstâncias ( PL 2195/2024 e PL 654/2026 ). Também detalhamos o projeto de lei complementar que trata do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) ao estabelecer medidas prudenciais preventivas contra a alavancagem excessiva e disciplinar a qualidade do capital regulamentar das instituições financeiras ( PLP 30/2026 ). O programa menciona a regularização ambiental de áreas embargadas em razão de infração administrativa relacionada ao descumprimento dos regimes de proteção da vegetação previstos no Código Florestal ( PL 6531/2025 ); o aperfeiçoameto dos critérios de implantação de projetos de assentamento rural ( PL 660/2026 ); e a criação do Plano Nacional de Construção e Melhorias de Estradas Vicinais de Terra ( PL 740/2026 ).

Jorge Borges
Projetos educativos com IA

Jorge Borges

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 6:31


Onde se explora a integração ética e pedagógica da Inteligência Artificial no ambiente escolar, defendendo que a sua adoção é essencial para evitar o aumento do fosso digital. O autor, Franco Videla, propõe que a tecnologia seja utilizada como um meio para fomentar o pensamento crítico, a criatividade e a cidadania digital através de projetos educativos estruturados. O texto oferece orientações metodológicas detalhadas, abordando desde o planeamento didático e a seleção de ferramentas até à criação de atividades adaptadas a diferentes níveis de ensino. Destaca-se a importância de avaliar não apenas o produto final, mas o processo de tomada de decisão e a análise de preconceitos algorítmicos pelos alunos. Em última análise, a obra posiciona o docente como um mediador indispensável que transforma a IA numa ferramenta de emancipação e transformação social.

os agilistas
ENZIMAS #306 - Dicas para gerenciar expectativas em projetos complexos

os agilistas

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 5:43


Projetos grandes falham mais por desalinhamento do que por problemas técnicos? Neste Enzimas, Gustavo Brito, Coordenador de Projetos de TI na CNI, traz dicas para transformar incertezas em riscos controlados e estabelecer marcos intermediários que realmente funcionam. Ele compartilha técnicas práticas para alinhar expectativas desde o início e manter a comunicação transparente durante todo o projeto, evitando as frustrações que tanto prejudicam as organizações. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Falhas por expectativas desalinhadas; Alinhamento desde o início; Suposições como riscos; Limites de escopo; Revisão contínua. Ficou curioso? Então, dê o play! Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Guilherme Afif Domingos , Secretário Especial de Projetos Estratégicos do Governo do Estado de São Paulo l Leilão do novo Centro Administrativo na B3

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 9:43


Discurso: Guilherme Afif Domingos , Secretário Especial de Projetos Estratégicos do Governo do Estado de São Paulo l Leilão do novo Centro Administrativo na B3 by Governo do Estado de São Paulo

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP libera R$ 9,5 milhões do FID para obras de mobilidade, meio ambiente e infraestrutura urbana em 12 cidades

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 1:42


Projetos priorizam mobilidade ativa, sustentabilidade urbana, prevenção de danos ambientais e ampliação de áreas de convivência, fortalecendo a infraestrutura local e impulsionando o desenvolvimento regional

Podcast do Patroni
#251 - Raiz de fazenda, visão de futuro

Podcast do Patroni

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 47:06


Existe um espaço do agro que quase nunca aparece nas fotos. Não é o curral. Não é o pasto. Não é a colheita. É o ambiente onde decisões são tomadas — em Brasília, nos governos estaduais, nas assembleias, nas câmaras, nos conselhos — e que, cedo ou tarde, atravessam a porteira de quem produz. Antes mesmo de completar 30 anos de idade, Stéphanie Ferreira já começava a circular por esses ambientes. Quarta geração de uma família de pecuaristas em Três Lagoas (MS), engenheira agrônoma formada, consultora em bovinocultura, ela carrega uma combinação rara: raiz prática de fazenda, base técnica sólida e vivência institucional. Não olha o setor apenas pela lente da tradição — mas também pela lógica de gestão, mercado e ambiente regulatório. Do CNA Jovem às comissões e entidades de classe, passou a acompanhar de perto discussões que moldam o cenário da pecuária brasileira. Projetos de lei, normas ambientais, regras sanitárias, políticas de crédito — temas que parecem distantes da rotina do curral, mas que impactam diretamente a viabilidade do negócio rural. Num momento em que o agro é pressionado, questionado e frequentemente reduzido a simplificações, ocupar esses espaços exige preparo, serenidade e capacidade de diálogo. Neste episódio, a conversa vai além da biografia. A gente fala sobre o peso de representar o setor ainda jovem, sobre os bastidores onde se constrói — ou se trava — o ambiente de negócios e sobre o papel de uma nova geração que entende que produzir bem também passa por participar das decisões.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cultura FM Brasília
EMBRATUR seleciona projetos de curta-metragens

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 1:26


Embratur está com edital aberta para projetos de curta metragens.

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
O Verdadeiro Inimigo do Projeto Não é o Risco. É a Ilusão

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 4:05


Neste episódio, Ricardo afirma que o verdadeiro inimigo de um projeto não é o risco, mas a ilusão. Embora dediquemos muito esforço à gestão de riscos, muitos fracassos decorrem do autoengano coletivo: cronogramas otimistas e irreais, orçamentos ajustados para viabilizar o business case e escopos sustentáveis apenas no papel. Diferente da incerteza, que é natural em ambientes complexos, a ilusão é construída pela cultura organizacional e pela pressão por aprovação e velocidade. A falácia do planejamento nos leva a subestimar prazos e custos por incentivos e excesso de confiança. Liderança em projetos não é agradar, mas proteger a realidade, explicitar trade-offs e confrontar ilusões cedo. Projetos fracassam não pelo que sabemos, mas pelo que escolhemos ignorar. Escute o podcast para saber mais!

Projetos da Semana
Projetos em Destaque: inclusão, vetos e educação

Projetos da Semana

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 9:55


O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal. Nesta edição, vamos falar da proposta que estende às pessoas com surdez unilateral total o direito à redução a zero das alíquotas do imposto sobre bens e serviços e a contribuição sobre bens e serviços incidentes na compra de veículo de passageiro de fabricação nacional ( PLP 16/2026 ) e do projeto que assegura às mulheres surdas o direito a recursos de acessibilidade, de tecnologias assistivas e de apoio, incluindo a presença de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), durante consultas, exames e procedimentos de saúde ( PL 559/2026 ). Também tratamos dos vetos do Executivo à remuneração de servidores do Senado, da Câmara dos Deputados e do Tribunal de Contas da União ( VET 11/2026 , VET 12/2026 e VET 13/2026 ) e da proposta que veda transferências voluntárias da União destinadas ao custeio de shows e eventos festivos de entretenimento, sem prejuízo das políticas públicas culturais e turísticas, e para reforçar os mecanismos de transparência e controle nas transferências voluntárias ( PLP 27/2026 ). Você também vai saber da proposta que torna obrigatória a disponibilização dos resultados da avaliação específica para curso de graduação em Medicina ( PL 430/2026 ) e do projeto que cria a Universidade Federal Indígena ( PL 6132/2025 ).

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Seu Projeto Necessita de Um Carnaval

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 4:44


Durante a semana do Carnaval no Brasil, Ricardo relaciona celebração e gestão de projetos. O Carnaval, uma das maiores manifestações culturais do mundo, simboliza criatividade, energia, disciplina e meses de preparação. Por trás da música e dos desfiles existe planejamento estruturado, orçamento, ensaios e papéis bem definidos — assim como nos projetos. Porém, na vida profissional, as equipes frequentemente passam de um marco a outro sem celebrar conquistas. Projetos exigem resiliência, disciplina e sacrifício, e cada vitória merece reconhecimento. Celebrar não é perda de tempo; é combustível emocional. Reforça comportamentos positivos, fortalece o senso de pertencimento, reduz o esgotamento e evidencia o progresso. Assim como no Carnaval, projetos bem-sucedidos entregam resultados e constroem equipes mais fortes e motivadas ao longo da jornada. Escute o podcast para saber mais!

Conteúdo Brasil
Após episódio com cão Orelha em Santa Catarina mais de 20 projetos de Lei exigem o rigor da Lei

Conteúdo Brasil

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 1:53


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Conteúdo Brasil
Após episódio com cão Orelha em Santa Catarina mais de 20 projetos de Lei exigem o rigor da Lei

Conteúdo Brasil

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 2:10


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Projetos da Semana
Projetos em Destaque: homenagens com verba pública, fim da taxa de licenciamento e combate à obesidade

Projetos da Semana

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 10:13


O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal. Nesta edição, vamos falar sobre a proibição do uso de recursos públicos federais em eventos culturais e desfiles carnavalescos que promovam a exaltação personalizada de autoridades e agentes públicos ( PL 392/2026 ) e a expedição exclusivamente digital do Certificado de Licenciamento Anual e o fim da sua cobrança ( PL 310/2026 ). Também detalhamos a medida provisória que estende até o final de 2030 a possibilidade de entidades do terceiro setor conveniadas ao SUS usarem dinheiro do FGTS para reestruturação de suas dívidas ( MPV 1336/2026 ); a proposta de emenda à Constituição que inclui médicos e cirurgiões-dentistas no rol de profissionais da saúde com direito a um piso salarial nacional ( PEC 2/2026 ); e o projeto do licenciamento compulsório do medicamento tirzepatida (comercialmente conhecido como Mounjaro), sua produção no Brasil e medidas de acesso ao tratamento da obesidade ( PL 160/2026 ).

Universo Produção
REGULAÇÃO DAS PLATAFORMAS DE STREAMING BRASIL: O QUE ESTÁ EM DEBATE NESTE MOMENTO?

Universo Produção

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 146:39


A mesa aborda os Projetos de Lei nº 2.331/2022 e nº 8.889/2017, em trâmite no Congresso Nacional, com foco nos tópicos que têm se mostrado os mais sensíveis: a alíquota, os descontos e o formato da tributação sobre os diferentes modelos de plataforma; as garantias de estímulo à produção brasileira independente; a cota de conteúdo nacional; e a garantia de uma janela entre cinema e VoD. O objetivo desta conversa é esclarecer os aspectos não só setoriais, mas também políticos desse debate que está há nove anos no Legislativo.Convidados:Jandira Feghali – Deputada Federal – PcdoB | RJJoão Brant – Secretário de Políticas Digitais – Secom – Presidência da República | DFMariza Leão – Produtora Audiovisual | RJPatrícia Barcelos – Diretora da Ancine |RJTiago de Aragão – Diretor Centro-Oeste da API | DFMediação: Ana Paula Sousa – coordenadora GT Exibição / Difusão | SP

Por Falar em Correr
PFC 858 - Corre Brasil

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 69:37


Conversamos com a Mariana Neves, Head de Projetos da Corre Brasil. Bastidores da organização de corridas, desafios, estrutura, experiência do atleta e polêmicas do universo das provas de rua.https://www.instagram.com/correbrasil/https://www.correbrasil.com.br/ bn ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Use nossos cupons de desconto:⁠⁠JUNGLE/PLANTPOWER⁠⁠ - PFC⁠DA NUTRI SABORES⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠KEEP RUNNING BRASIL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CARAMELO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC10⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠FOCO RADICAL⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC10⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SPORTBR⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC10⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CORRA BARATO⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLUBE DE AUTORES⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC10⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠MARATONA DE FLORIPA 2026⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠LIVE! RUN XP⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC15⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠RSF PRO EVENTOS⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - PFC10

Radioagência
Caso Orelha motiva 25 projetos para aumentar penas para adolescentes envolvidos em maus tratos contra animais

Radioagência

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026


Jornal da USP
Ambiente é o Meio #208: Mercado de economia verde para o Cerrado pode trazer riscos ambientais

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 28:49


Projetos de compra de créditos de remoção de carbono em áreas do Cerrado permitem monoculturas de eucalipto ou pinus

Camada 8
#73 - Inteligência Artificial no Troubleshooting de Redes com Elizandro Pacheco

Camada 8

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 45:05


No episódio de fevereiro do Camada 8, convidamos Elizandro Pacheco, CEO na NextHop Solutions & EvoCODE IA, para uma conversa sobre o uso da Inteligência Artificial no troubleshooting e no gerenciamento de redes.Elizandro explica como a IA está sendo utilizada para ajudar no troubleshooting de redes, apoiando técnicos no NOC, acelerando análises e ajudando a identificar problemas antes que eles causem grandes impactos. Ele também compartilha boas práticas e cuidados importantes para uma adoção segura da IA e muito mais.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!#Camada8 #RoteamentoDeIdeias #Troubleshooting #Redes #InteligenciaArtificial #IA #NOC #ISP #BGP #Roteamento #Provedores #Automacao #BGP #Infraestrutura #Internet #NetworkAutomationParticipantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br ⁠https://www.linkedin.com/in/lucasjorgeElizandro Pacheco (Convidado) - CEO na NextHop Solutions & EvoCODE IA https://www.linkedin.com/in/elizandropacheco/Links citados:IX Fórum Fortaleza: https://fortaleza.forum.ix.br/IX Fórum Regional Sudeste: https://regional.forum.ix.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/ Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/

Radioagência
Câmara aprova projetos que oficializam retiros espirituais durante o Carnaval

Radioagência

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026


Papo de UX
#PapoReto 072 - As soft skills que salvam projetos

Papo de UX

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 8:09


Projetos raramente dão errado por falta de técnica. Na maioria das vezes, eles travam, atrasam ou morrem por algo muito mais sutil e poderoso: a forma como as pessoas se relacionam. Neste episódio do Papo Reto, eu reflito sobre por que soft skills como comunicação, escuta, empatia e flexibilidade têm um impacto direto no sucesso ou fracasso de qualquer projeto.Compartilho experiências reais de projetos tecnicamente impecáveis que não avançaram por problemas humanos mal resolvidos. Falo sobre o mito de que apenas ser bom tecnicamente é suficiente, explico por que a comunicação clara evita retrabalho e desgaste, e como a escuta ativa ajuda a antecipar riscos antes que eles virem crises.Também abordo a importância da flexibilidade para lidar com mudanças inevitáveis e outras soft skills que fazem diferença no dia a dia, como empatia, responsabilidade e colaboração. Porque projetos não quebram quando o código falha, eles quebram quando as relações falham.Um convite para olhar além da técnica e entender que, no fim das contas, são as pessoas que sustentam os projetos até o final. Desenvolver soft skills não é um extra, é uma estratégia para entregar melhor, crescer profissionalmente e trabalhar de forma mais saudável.Mentoria Luan Mateus ⁠⁠⁠⁠https://mentoria.papodeux.com.br⁠⁠⁠⁠News do Papo ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://papodeux.substack.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://instagram.com/papodeux/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠YouTube ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/@papodeux⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

bitcoinheiros
É hora de ALAVANCAR o Bitcoin!

bitcoinheiros

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 46:00


Oh, yeah! Chegou a hora de tomar coragem e usar todas as ferramentas disponíveis para você alavancar o ambiente OPEN SOURCE do Bitcoin e levar adiante o projeto que sempre sonhou! Tudo o que você precisa está disponível. É muito melhor usar seu tempo livre para criar, se concentrar em coisas produtivas do que se afundar em medos, incertezas e dúvidas plantadas por banqueiros e shitcoinheiros nas suas redes sociais.Sobre alavancar o ambiente Open Source Bitcoin a seu favorhttps://x.com/bitdov/status/2017222739430457521https://x.com/bitdov/status/2017245084329087120https://x.com/Printer_Gobrrr/status/2017880731884613955https://pod21.com/Projetos open source #Bitcoinhttps://github.com/topics/bitcoinSobre depressãohttps://x.com/bradmillscan/status/2018772105538502864Gravado no bloco 934967________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução01:54 Ciclos de preço do Bitcoin e o bear market08:49 Prepare-se para a volatilidade do preço do Bitcoin15:48 Foque na criação e esqueça o preço do Bitcoin19:56 A hora de alavancar o ecossistema do Bitcoin26:45 Projeto Pod21: The Decentralized 3D Printing Network39:27 Epstein estava envolvido com o Bitcoin?Escute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)

Projetos da Semana
Projetos em Destaque: proteção animal, combate ao stalking, encargos patronais e pequenas propriedades

Projetos da Semana

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 9:53


O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal. Nesta edição, vamos falar sobre sobre os projetos que criam cadastro de pessoas condenadas por maus-tratos contra animais ( PL 151/2026 e PL 172/2026 ) e a proposta que aperfeiçoa a tipificação do crime de perseguição/stalking ( PL 329/2026 ). Também detalhamos a proposta de emenda à Constituição que muda as regras de contribuição patronal para a seguridade social ( PEC 1/2026 ) e o projeto que define novas regras sobre impenhorabilidade de pequenas propriedades rurais ( PL 95/2026 ).

os agilistas
ENZIMAS #304 – Como avaliar potencial de mercado antes de investir em tecnologia

os agilistas

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 7:46


Quantos pilotos de tecnologia sua empresa já testou sem que nenhum chegasse à escala real? Neste Enzimas, recebemos Matheus Calderário, Gestor de Projetos de Inovação na MRS Logística. Ele compartilha critérios práticos para diferenciar tecnologias com potencial genuíno de transformação daquelas movidas apenas por hype, revelando o que realmente faz uma solução sair do papel e gerar retorno. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados: Identificação de dores reais; Análise de ecossistema e concorrência; Maturidade tecnológica; Validação com usuários; Alinhamento estratégico; Inovação real x hype. Ficou curioso? Então, dê o play! Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Governo do Estado de São Paulo
Marcelo Cardinale Branco - Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação - Projetos

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 1:50


Marcelo Cardinale Branco - Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação

Governo do Estado de São Paulo
Boletim: Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 3:04


Ações do Casa Paulista, maior programa habitacional da história do estado, incluem início imediato de novas construções e melhorias em 251 cidades e projetos integrados a eixos ferroviários

Direto da Redação
Congresso aprova projetos que reajustam salários de servidores da Câmara e do Senado e criam gratificação que pode chegar a 100% do vencimento básico dos funcionários

Direto da Redação

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 8:28


Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Governador Tarcísio de Freitas | Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos - 04.02.26

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 23:08


Ações do Casa Paulista, maior programa habitacional da história do estado, incluem início imediato de novas construções e melhorias em 251 cidades e projetos integrados a eixos ferroviários

Governo do Estado de São Paulo
Discurso: Sec Marcelo Branco (Habitação) | Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos - 04.02.26

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 19:18


Discurso: Sec Marcelo Branco (Habitação) | Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos - 04.02.26 by Governo do Estado de São Paulo

Governo do Estado de São Paulo
Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos - 04.02.26

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 13:45


Coletiva: Governador Tarcísio de Freitas | Governo de SP anuncia pacote de R$ 6,4 bilhões para 37 mil novas moradias e projetos urbanos - 04.02.26 by Governo do Estado de São Paulo

Radioagência
Câmara aprova projetos que reajustam salários, mudam gratificações e criam novos cargos no Executivo e no Legislativo

Radioagência

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026


Capital Projects Podcast
Episódio #217 – Projetos de Capital sem cortes: Engenharia, ESG e Planejamento na vida real

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 67:34


Encerramos a série especial gravada diretamente do 17° Congresso de Gestão, Projetos e Liderança do PMI MG, em Belo Horizonte, que contou com o apoio da BVP Engenharia, do Capítulo PMI MG e da Stecla Engenharia.E nesse último episódio, eu converso com Alessandro Siano, Gerente de Engenharia da Borborema Recursos Estratégicos, Felipe Borges, Presidente do PMI-MG e especialista no tema ESG em grandes projetos, e com Marcelo Quintão, Coordenador de Planejamento na Vallourec. A conversa abordou as dificuldades da vida real: a importância da qualidade da Engenharia nos projetos, a busca por projetos mais sustentáveis, e os desafios de um bom planejamento para os projetos. Dê um play e vamos juntos!Para essa série, o Capital Projects Podcast contou com o apoio:BVP Engenharia - https://bvp.eng.br/ PMI MG - https://pmimg.org.br/ Stecla Engenharia - https://stecla.com.br/E agora temos uma novidade: o ChomaFlix! Aprenda as melhores práticas de gestão de projetos através do estudo de Cases reais, trazidos de forma leve e direta, com muito conteúdo! O primeiro episódio já está no ar, dissecando o icônico projeto do Eurotúnel! Inscreva-se aqui: https://chk.eduzz.com/R9JJ32K69X Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_linkQuer entrar no grupo VIP para ter acesso a conteúdos exclusivos e benefícios? Acesse: https://chat.whatsapp.com/II5qid3UiN5JUclPSDQxXp

Capital Projects Podcast
Episódio #216 – Como gerenciar Projetos e PMOs na era dos Agentes de IA

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 34:30


Seguimos com a série especial gravada diretamente do 17° Congresso de Gestão, Projetos e Liderança do PMI MG, em Belo Horizonte, que contou com o apoio da BVP Engenharia, do Capítulo PMI MG e da Stecla Engenharia.E nesse sétimo e penúltimo episódio, eu converso com Mário Trentim, Fundador e CEO da ModernPMO.com e membro do Board global do PMI. Trentim já esteve no Capital Projects Podcast no episódio #28 falando sobre Tecnologia como alavanca para a Produtividade e Maturidade em Gestão de Projetos, e no Episódio #84 falando sobre Como Lidar com Stakeholders Difíceis.Nessa nova conversa, abordamos as grandes mudanças em curso com o advento da Inteligência Artificial e a possibilidade da criação e uso de agentes que tendem a mudar a maneira com que o trabalho é executado no mundo da Gestão de Projetos. Dê um play e vamos juntos!Para essa série, o Capital Projects Podcast contou com o apoio:BVP Engenharia - https://bvp.eng.br/ PMI MG - https://pmimg.org.br/ Stecla Engenharia - https://stecla.com.br/E agora temos uma novidade: o ChomaFlix! Aprenda as melhores práticas de gestão de projetos através do estudo de Cases reais, trazidos de forma leve e direta, com muito conteúdo! O primeiro episódio já está no ar, dissecando o icônico projeto do Eurotúnel! Inscreva-se aqui: https://chk.eduzz.com/R9JJ32K69X Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_linkQuer entrar no grupo VIP para ter acesso a conteúdos exclusivos e benefícios? Acesse: https://chat.whatsapp.com/II5qid3UiN5JUclPSDQxXp

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Fundação Grupo Boticário aposta na natureza para reduzir impactos das mudanças climáticas

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 26:09


As mudanças climáticas destão no nosso dia a dia: na enchente que invade bairros inteiros, na seca que ameaça o abastecimento de água, no calor extremo que transforma cidades em ilhas de concreto escaldante, entre outros. Mas, diante de tantos eventos, a própria natureza pode ser parte desta solução. Neste podcast, uma produção do Estadão Blue Studio com patrocínio da Fundação Grupo Boticário, especialistas falam sobre três iniciativas que colocam a ciência, o território e a biodiversidade no centro da adaptação climática no Brasil: uma plataforma digital que mapeia riscos climáticos, o avanço das chamadas soluções baseadas na natureza e um movimento que aposta nessas soluções para proteger a água.Ouça o bate-papo entre o jornalista Eduardo Geraque e os especialistas Guilherme Karam, gerente de Economia e Biodiversidade, e Juliana Ribeiro, gerente de Projetos, ambos da Fundação Grupo Boticário.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Capital Projects Podcast
Episódio #215 – Crise na Liderança! Como praticar uma liderança humanizada e de resultados

Capital Projects Podcast

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 52:20


Seguimos com a série especial gravada diretamente do 17° Congresso de Gestão, Projetos e Liderança do PMI MG, em Belo Horizonte, que contou com o apoio da BVP Engenharia, do Capítulo PMI MG e da Stecla Engenharia.E nesse sexto episódio, eu converso com Leonardo Fabel, Fundador da Fabel Treinamento e Mentoria. Fabel já esteve no Capital Projects Podcast no episódio #123, falando sobre Negociação – um dos episódios mais reproduzidos daquela temporada!Nessa nova conversa, Fabel mergulha no desafio da Liderança, discutindo o balanço entre uma Gestão Humanizada e a busca por resultados! Certamente um episódio obrigatório para todos os profissionais de projetos, que trabalham em um ambiente de alta pressão e poucos recursos!Dê um play e vamos juntos!Para essa série, o Capital Projects Podcast contou com o apoio:BVP Engenharia - https://bvp.eng.br/ PMI MG - https://pmimg.org.br/ Stecla Engenharia - https://stecla.com.br/Não perca a chance de cursar as Masterclasses – aulas focadas em desafios específicos, gravadas em estúdio, para você alcance resultados de excelência em seus projetos! Inscrições aqui:- Como Agilizar o Desenvolvimento do Projeto: https://chk.eduzz.com/KW8K28ZR01 - Definição e Gestão do Escopo no FEL: https://chk.eduzz.com/2150870 - Estratégias de Contratação e FEL: https://chk.eduzz.com/2288994 Quer continuar acompanhando conteúdos relevantes aqui no nosso canal? Considere fazer parte dos apoiadores do canal e do Capital Projects Podcast! Acesse aqui e veja os planos disponíveis: https://www.catarse.me/capital_projects_podcast_3c1e?ref=project_linkQuer entrar no grupo VIP para ter acesso a conteúdos exclusivos e benefícios? Acesse: https://chat.whatsapp.com/II5qid3UiN5JUclPSDQxXp

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
CES 2026 por Dentro: O Que Vi Sobre Projetos em um Mundo Onde Tudo Tem AI

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 5:45


Neste episódio, Ricardo compartilha os principais aprendizados da sua participação na CES 2026, destacando que o mundo entrou definitivamente na era da Physical AI, a combinação entre inteligência artificial e o meio físico. Ele usa o exemplo do smart brick da LEGO para mostrar que nenhuma empresa está imune à tecnologia e que projetos de transformação digital passaram a ser uma questão de sobrevivência estratégica. Outro destaque é o Projeto AVA, um holograma com IA e presença física, que transforma projetos em sistemas vivos, exigindo integração de hardware, software, experiência do usuário, ética e governança. A CES também evidenciou a presença da IA em produtos cotidianos, robôs e robótaxis como o Zoox. Ricardo conclui que o gerente de projetos evolui de executor para orquestrador de valor, conectando tecnologia, estratégia e sociedade. Escute o podcast para aprender mais!

Rádio PT

No Café PT desta sexta-feira (9), a deputada federal Adriana Accorsi, debateu as expectativas no Congresso em torno dos projetos antifacção, da PEC da Segurança Pública e do PL da Dosimetria. A conversa aborda os desdobramentos legislativos, os desafios políticos para aprovação das propostas, o equilíbrio entre combate ao crime organizado e garantia de direitos, e quando essas medidas podem começar a impactar a segurança da população brasileira.

Engenharia de Dados [Cast]
De DBA a Lead Data Engineer: a Jornada de Luan Moreno na Engenharia de Dados

Engenharia de Dados [Cast]

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 48:33


Neste episódio, Luan Moreno compartilha sua trajetória na área de dados, desde suas origens como DBA até sua ascensão como Lead Data Engineer. Ele discute a importância da formação, certificações e a transição para a engenharia de dados, além de compartilhar experiências interessantes em sua carreira, como o trabalho no lançamento do GTA V. Luan também enfatiza a relevância da comunidade e do networking, bem como a necessidade de soft skills, como comunicação, no ambiente de trabalho. Ele apresenta sua metodologia de aprendizado, o método GEAR, que combina teoria e prática, e reflete sobre a pressão e o estresse no trabalho, destacando a importância de ter suporte e mentores.A comunidade é essencial para o crescimento profissional.A formação acadêmica é uma das várias formas de alcançar o sucesso.A pressão inicial na carreira pode moldar a forma como lidaremos com os desafios futuros.A comunicação é uma habilidade crucial no mercado de trabalho.A metodologia GEAR combina teoria e prática para um aprendizado eficaz.A constância no estudo é fundamental para o sucesso.Mentores podem acelerar o aprendizado e a carreira.Projetos solicitados são oportunidades de aprendizado.Networking é vital para oportunidades de carreira.A velocidade das mudanças tecnológicas exige adaptação constante. Luan Moreno = https://www.linkedin.com/in/luanmoreno/

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
O maior Erro que Destrói Projetos Já em Janeiro

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 2:50


No primeiro episódio de 2026, Ricardo alerta para o maior erro que arruína projetos no início do ano: dizer sim a tudo. Janeiro traz otimismo, pressão por resultados rápidos e a crença de que tudo é possível, levando a portfólios sobrecarregados e equipes trabalhando muito além da capacidade. Os projetos são planejados sob premissas irreais, confundindo esperança com capacidade real. Os fracassos não acontecem no final do ano, mas no início, quando escolhas erradas são feitas. Projetos sólidos começam com foco, decisões difíceis e renúncia. A questão fundamental não é o que começar, mas o que não fazer. Dizer não no início é menos doloroso do que cancelar projetos mais tarde. Os projetos fracassam não por falta de ideias, mas por excesso de promessas. Escute o podcast para aprender mais!

Data Hackers
Por que projetos de Inteligência Artificial não geram valor esperado ? | Data Hackers Podcast #120

Data Hackers

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 69:15


Por que tantos projetos de Inteligência Artificial não entregam o valor esperado?Neste episódio especial do Data Hackers Podcast, gravado em parceria com a IBM, mergulhamos nos desafios reais por trás da adoção de IA nas empresas. Da evolução do Watson às arquiteturas modernas com GenAI e AI Agents, a conversa conecta tecnologia, dados, arquitetura e tomada de decisão.Falamos sobre os erros mais comuns, a importância de uma base sólida de dados e o papel das lideranças técnicas para transformar IA em impacto real de negócio.Um episódio para quem quer ir além do hype e entender o que separa projetos de IA que avançam daqueles que ficam pelo caminho.Nossa Bancada Data HackersMonique Femme, Líder Executiva do Data HackersGabriel Lages, Diretor de Dados e IA da Hotmart e Co-fundador do Data HackersConvidadosSergio Gama, AI Solution Architect, IBM Champion 2025Tiago Viola, Artificial Intelligence Director, IBM Latin America

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
2026: Cinco Insights que Vão Redefinir os Projetos

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 4:06


Neste último episódio de 2025, Ricardo propõe uma reflexão sobre mudanças que impactarão profundamente os projetos em 2026. Ele apresenta cinco insights centrais: o fim dos projetos como ilhas isoladas, que passam a operar como partes de um fluxo contínuo de valor; a fragmentação radical das equipes, marcadas por alta fluidez entre pessoas, parceiros e agentes de IA; a transferência silenciosa de autoridade, com decisões distribuídas entre conselhos, algoritmos e equipes; o surgimento do risco cognitivo, causado por modelos mentais equivocados e confiança excessiva em respostas automatizadas; e a obsolescência silenciosa do gerente de projetos tradicional. Para Ricardo, 2026 será o ano do reposicionamento, exigindo coragem para desaprender, assumir novas responsabilidades e liderar em ambientes ambíguos, com foco em impacto real e escolhas conscientes. Escute o podcast para aprender mais!

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Retrospectiva 2025: Um Ano de Pressão, Aprendizado e Decisões em Projetos

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 4:16


Neste episódio, Ricardo faz uma retrospectiva do ano em projetos com um olhar maduro e profundamente reflexivo, focando no aprendizado. Ele descreve um ano intenso, marcado por forte pressão por resultados, prazos mais curtos e orçamentos cada vez mais apertados, em que planejar bem deixou de ser diferencial e passou a ser questão de sobrevivência. A execução ganhou protagonismo e o erro ficou mais caro. Ao mesmo tempo, a inteligência artificial deixou de ser promessa e passou a fazer parte do dia a dia dos projetos, trazendo ganhos reais de produtividade. A IA não substituiu o gerente de projetos, substituiu o improviso. Ainda assim, o maior desafio seguiu sendo humano: cansaço, sobrecarga, burnout e falhas causadas pelo desgaste das pessoas. A disputa entre métodos perdeu sentido; venceu quem soube adaptar ao contexto. Os projetos ficaram mais estratégicos, guiados por valor, propósito e escolhas conscientes para o futuro. Escute o podcast para aprender mais!

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas
Marcos, Linhas de Base e o Poder do 31 de Dezembro nos Projetos

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 3:10


Neste episódio, Ricardo explica a importância dos marcos, das linhas de base e dos pontos de controle na gestão de projetos, usando o dia 31 de dezembro como exemplo de um marco poderoso, tanto pessoal quanto organizacional. Assim como as pessoas reavaliam decisões e planejam o futuro no fim do ano, projetos e empresas utilizam marcos para revisar orçamentos, metas e resultados. Embora o calendário seja uma convenção humana, os marcos são essenciais porque permitem comparação e controle. Sem uma linha de base clara, não é possível saber se há progresso real. Projetos sem marcos vivem de percepção; com marcos, vivem de fatos. Marcos não são burocracia, mas momentos de reflexão, decisão e ajuste, fundamentais para evitar desvios graduais e silenciosos nos projetos. Escute o podcast para saber mais!

ONU News
Projeto do Unops permite que a educação continue no sul da Ucrânia

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 1:01


Agência da ONU para Serviços de Projetos reabilita e renova infraestruturas escolares; apenas escolas com abrigos certificados podem funcionar em todo o país; iniciativa recente renovou Liceu de Inhulka para receber 250 crianças.