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Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 794! E hoje temos o Príncipe Vidane, Rafa Castro, Gabriel Lecomte (@glecomte) e Isabelle Zacara (@bellezacara) prontos pro início da Copa do Mundo.E neste programa falamos sobre a vitória do Brasil sobre o Egito no último amistoso antes da Copa do Mundo, lamentamos o corte de Wesley que se machucou e vai perder a chance de disputar uma Copa, conspiramos sobre o Cristiano Ronaldo que come gente, avaliamos o Top 5 da história do esporte na visão dos estadunidenses, além de muito mais!#ORDENHANDOVINI #GACHADEALMOÇOAproveite os descontos da Insider com o cupom PELADANANET através do nosso link exclusivo para ouvintes!ORIGINAIS DO FUT - www.originaisdofut.com, cupom PELADA10 com 10% OFF! Siga @originaisdofut_ACOMPANHE AS LIVES do Jovem Nerd na Twitch!contato: podcast@peladananet.com.br acesse: peladananet.com.br e confira os links das nossas redes sociais (grupo de telegram, instagram, bluesky e twitter tanto do podcast quanto dos nossos participantes)Projetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesCia da LouçaJovem Nerd Esporte Clube Spotify / YouTubeFinanciamento coletivo:Apoia.se / Patreon / Chave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Maio/2026!Obrigado a todos que colaboraram com ao menos R$10. Confira aqui a lista de nomes
No episódio de junho do Camada 8, convidamos Renata Teixeira, pesquisadora no time de Streaming Algorithms da Netflix, para uma conversa sobre os desafios do streaming de vídeo em redes de satélites de baixa órbita (LEO, do inglês Low Earth Orbit).Renata fala sobre as redes de satélites LEO, que possuem características bem diferentes das redes tradicionais, e por que isso cria novos desafios para aplicações de streaming e transmissões ao vivo. Ela também fala do algoritmo da Netflix responsável por adaptar automaticamente a qualidade do streaming de vídeo de acordo com as condições da conexão do usuário, e muito mais.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!Participantes:Antonio Marcos Moreiras (Host) - Gerente de projetos e desenvolvimento no NIC.br https://www.linkedin.com/in/moreirasLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.brhttps://www.linkedin.com/in/lucasjorgeRenata Teixeira (Convidada) - Pesquisadora no time de Streaming Algorithms da Netflix https://www.linkedin.com/in/renata-teixeira-383979258/Google Scholar - https://scholar.google.com/citations?user=yZqV-tMAAAAJ&hl Links citados:Semana de Infraestrutura da Internet no Brasil: https://semanainfra.nic.br/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Semana de Capacitação: https://semanacap.bcp.nic.br/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Paulo Filho, um dos lutadores e professores mais lendários do Brasil, com décadas de experiência no judô, jiu‑jitsu e no Vale‑Tudo. Paulo conta sua trajetória desde as primeiras aulas para tratar bronquite até os tatames do Carlson e os ringues do Pride; fala sobre as vitórias, as derrotas, as lesões e os fantasmas que todo atleta carrega. Campeão em diversas frentes, com passagem vitoriosa por judô de alta performance e depois por jiu‑jitsu e MMA, Paulo é referência técnica e humana, um exemplo de disciplina, coragem e compromisso com a essência marcial.O que você vai ouvir neste episódio:- A evolução histórica e cultural do jiu‑jitsu no Brasil: como pegamos técnicas nipônicas e transformamos em laboratório nacional; a importância do Hélio, do Carlson e do legado Gracie.- Diferença entre treino esportivo e treino marcial: por que estamos perdendo eficiência prática e defesa pessoal ao priorizar apenas posições e variações.- Memórias do Pride e do Vale‑Tudo: treinos brutais, a necessidade de “saber apanhar”, o condicionamento para resistir sob pressão e como isso molda o caráter.- Fundamentos técnicos que fizeram a diferença: ajustes simples que mudaram lutas (exemplo dos treinos com Rickson e William), a importância da distribuição de peso, conexão e adaptações por biotipo.- Judô como escola de competição e ritmo: a formação em clubes, cargas de treino olímpico e a transferência desses princípios para o jiu‑jitsu e MMA.- Treinamento “cansado” e simulações realistas: por que treinar sob exaustão e apanhar controladamente é essencial para quem busca efetividade em combate.- Aspecto humano: perdas, lutos e resiliência, a morte do pai, a queda emocional, o poder curativo da comunidade do jiu‑jitsu para muitos.- Projetos futuros, ensino e legado: seminários, cursos de guarda para defesa pessoal e o desejo de transmitir sem repetir os antigos tropeços.Paulo não fala só de golpes: fala de postura, de formação de caráter e de como a prática marcial pode transformar uma vida.
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 793! E hoje temos o Príncipe Vidane, Maidana, Show do Vitinho e Marcus Freitas (@freitinhasmarcus) calculando se o creme compensa.E neste programa falamos sobre a goleada do Brasil sobre o Panamá no penúltimo amistoso antes da Copa do Mundo, comentamos a final da Champions League em que o Paris Saint-Germain venceu o Arsenal e se sagrou bicampeão, discutimos se o Bruno Guimarães fez algo por qualquer um de nós, além de muito mais!#GABRIELGAMALHÃES #TAMOQUEVAMOAproveite os descontos da Insider com o cupom PELADANANET através do nosso link exclusivo para ouvintes!ORIGINAIS DO FUT - www.originaisdofut.com, cupom PELADA10 com 10% OFF! Siga @originaisdofut_ACOMPANHE AS LIVES do Jovem Nerd na Twitch!contato: podcast@peladananet.com.br acesse: peladananet.com.br e confira os links das nossas redes sociais (grupo de telegram, instagram, bluesky e twitter tanto do podcast quanto dos nossos participantes)Projetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesCia da LouçaJovem Nerd Esporte Clube Spotify / YouTubeFinanciamento coletivo:Apoia.se / Patreon / Chave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Maio/2026!Obrigado a todos que colaboraram com ao menos R$10. Confira aqui a lista de nomes
O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal O Projetos em Destaque desta semana trata da proposta de emenda à Constituição que reduz de 44 para 40 horas a jornada de trabalho semanal; do projeto que dispõe sobre a remarcação de etapas de concursos públicos para candidatas gestantes, parturientes ou puérperas ( PL 1054/2019 - Substitutivo Câmara dos Deputados); e da proposta que define regras sobre a remuneração do militar reformado por invalidez ( PL 2573/2026 ). Vamos falar também sobre o projeto que institui a triagem precoce obrigatória do desenvolvimento infantil no Sistema Único de Saúde, com foco na identificação do Transtorno do Espectro Autista e de outros transtornos do neurodesenvolvimento ( PL 2413/2026 ) e sobre a proposta que altera regras de idade, renda e valor da pensão especial paga aos órfãos de vítimas de feminicídio ( PL 1986/2026 ).
Andrew McFarlane interpretou Tony em Eu, a Patroa e as Crianças, série de comédia que foi clássica no SBT. O ator é o entrevistado do Eles que Lutem e vai revelar como eram os bastidores com Damon Wayans, o Michael Kyle, um personagem icônico das sitcom americana. Andrew ainda comenta sobre novos projetos, amizade com colegas de My wife and kids. Prepare-se para a entrevista com mais nostalgia da história deste podcast. Esse episódio teve tradução simultânea e foi dublado em português do Brasil por Geovanne Danioti.#euapatroaeascriançasdublado ças #euapatroaeascriançasdublado
O convidado desta edição é o promotor de Justiça e coordenador auxiliar do Caocidadania, Rodrigo Calzavara.
Evandro Leal Melo, assistente de projetos e captação de recursos do HSC, esteve no programa Direto ao Ponto para falar sobre o apelo da casa de saúde para destinação via imposto de renda aos projetos do Hospital Santa Cruz.
Evandro Leal Melo, assistente de projetos e captação de recursos do HSC, esteve no programa Direto ao Ponto para falar sobre o apelo da casa de saúde para destinação via imposto de renda aos projetos do Hospital Santa Cruz.
NESTA EDIÇÃO. Aneel homologa os primeiros contratos do leilão de reserva de capacidade. Taesa compra cinco concessões de transmissão da Energisa por R$ 2,3 bilhões. Preço médio do etanol registra maior queda entre combustíveis e passa a ser mais competitivo que gasolina. Acelen bate o martelo para construção de planta de combustível sustentável de aviação na Bahia. ***Locução gerada por IA
“O Temps d’Images não envelhece”, refere o fundador António Câmara Manuel sobre 24 edições deste Festival criado para apoiar a criação artística, e apostado e cruzar a imagem com as artes de palco.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal Nesta edição, vamos falar sobre duas medidas provisórias editadas pelo governo que vão beneficiar taxistas, motoristas por aplicativos, mototaxistas e motoboys ( MPV 1359/2026 e MPV 1360/2026 ); e sobre a proposta que institui diretrizes para regulamentar a circulação, em caráter excepcional, de veículos que transportarem pessoas com deficiência em espaços nas vias públicas destinados exclusivamente aos serviços de transporte público coletivo ( PL 2495/2026 ). Vamos falar também da proposta que define regras sobre a proteção da saúde mental, do consumidor e da economia familiar no ambiente de apostas de quota fixa e jogos online, com ênfase na prevenção e redução de danos ( PL 2470/2026 ) e sobre os projetos que permitem deduzir da base de cálcuo do imposto de renda das pessoas físicas as despesas com lentes corretivas, óculos de grau, armações e aparelhos auditivos ( PL 2438/2026 e PL 2450/2026 ).
O trabalho da bancada feminina da Câmara, coordenada pela petista Jack Rocha (PT-ES), resultou na aprovação de 73 proposições totais ao longo deste período. Desse montante, destacam-se 27 Projetos de Lei aprovados,13 sancionados pelo presidente Lula e uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC).Sonora:
Bom dia!A pílula de hoje mostra como tecnologia, inteligência artificial e simulação computacional já estão transformando licenciamento, análise de projetos e avaliação de segurança.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) teve três iniciativas institucionais selecionadas como finalistas do Prêmio “Antes que Aconteça”, promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). A premiação reúne práticas inovadoras voltadas à ampliação do acesso das mulheres à justiça, à proteção preventiva e ao acolhimento jurídico.
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#267 Architecture Decision Records para eliminar a amnésia arquitetural”.Nele, Júlia Pinheiro Roque e Sandro Renzzo, Desenvolvedores de Software na dti digital, compartilham os critérios práticos para decidir quando vale a pena adotar ADR (Architecture Decision Records). Eles revelam como avaliar o custo-benefício dessa prática e discutem estratégias para evitar que os ADRs se tornem apenas mais uma documentação abandonada no projeto. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Critérios para ADR;Decisões arquiteturais complexas;Comportamentos ‘esquisitos' do código;Prolixidade excessiva;Projetos legados órfãos.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal Nesta edição, vamos falar sobre a medida provisória que reduz a zero a chamada "taxa das blusinhas", incidente sobre produtos importados com valor até US$ 50 ( MPV 1357/2026 ) e sobre o projeto de lei complementar que estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, a fim de destinar parte da receita corrente líquida às Defensorias Públicas ( PLP 138/2026 ). Também vamos falar sobre o o veto total do Executivo ao projeto de lei que considerava o estágio realizado pelo estudante como experiência profissional ( VET 22/2026 e PL2762/2019 ); sobre a proposta que cria o Protocolo Nacional Obrigatório de Padronização do Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar ( PL 1985/2026 ) e sobre o projeto que define regras sobre a cessão de direitos creditórios decorrentes de restituição do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para fins de garantia em operações de crédito ( PL 2321/2026 ).
Transforme o São João em uma oportunidade de faturar alto com grandes encomendas! Conversamos com a Regina Pfiffner, Líder de Projetos na Aliança Empreendedora, sobre como micro e pequenos empreendedores podem fechar grandes pedidos nas festas juninas, mesmo trabalhando sozinhos. E para lucrar ainda mais no período junino com seu negócio de alimentação, acesse o site da Academia Assaí. Tem cursos gratuitos, dicas, receitas e mais: academiaassai.com.br
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Já se deparou com código que funciona, mas ninguém consegue explicar por que foi implementado daquele jeito? Neste episódio, Sandro Renzzo e Júlia Pinheiro Roque, Desenvolvedores de Software na dti digital, apresentam como os Architecture Decision Records podem ser a solução para preservar o contexto das decisões técnicas que costumam se perder com o tempo. Eles compartilham experiências práticas sobre como evitar que commits sem explicação e comportamentos "esquisitos" no código se tornem mistérios para futuros mantenedores do sistema. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Amnésia arquitetural;ADR: conceito básico;Template de ADR;Projetos legados órfãos;Boas práticas ADR;Más práticas comuns;Onboarding facilitado;Integração com IA.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
Neste episódio, Rafaela Fonseca recebe Sabrina Silva, Especialista em Gestão do Portfólio de Projetos da Volkswagen Financial Services, Samira Tavares, Sócia, Consultora Estratégica e Trainer na Nower & K21, e Lucas Freitas, Consultor na Nower.A conversa passa por histórias reais de transformação, falando sobre como conectar projetos tradicionais, times ágeis, iniciativas regulatórias, sistemas legados, evolução de produtos e uma gestão de portfólio orientada a valor.Ao longo do episódio, você vai descobrir como organizações estão equilibrando inovação, previsibilidade e entrega de valor sem perder velocidade — além de aprender práticas reais sobre governança, priorização, indicadores de resultado e gestão de portfólio híbrida. Se você lidera times, projetos, produtos ou transformação organizacional, esse episódio vai te trazer insights práticos e provocações que podem mudar a forma como sua empresa toma decisões. Solta o play e vem com a gente!Para aprofundar ainda mais a conversa, vale ouvir também os episódios:
GIRO #5 - DOUGirl, AmazôniaGeek, Artemis II e outras conquistas de mulheres fortes!Projetos de Extensão Meninas Digitais - Região Norte: https://meninas.sbc.org.br/projetos-parceiros/?status=ativos®iao=norteEstudo revela que o cancelamento de bolsas de pesquisa do NIH afetou mais as mulheres cientistas do que os homens.: https://www.statnews.com/2026/03/23/nih-cuts-who-lost-funding-women-blacks-young-researchers/ DOUGIRL- Evento para aprender, conectar e fortalecer ainda mais a presença de mulheres na tecnologia: https://www.youtube.com/live/E37z9XNSdOM?si=fECBpCVFqwwy9tdRMulheres na Tech: Liderança e Inspiração | Especial Mês da Mulher | PPT Não Compila Podcast: https://www.youtube.com/watch?v=jzzYvY_62Lw Primeira mulher a ser general no exército brasileiro: https://www.metropoles.com/distrito-federal/exercito-brasileiro-tera-a-primeira-mulher-general-da-historiaEpisódio do PullreCast com Regina Faria, cientista de dados, empreendedora e referência em comunidade técnica. “Uma conversa direta sobre o que muita gente esquece no meio do hype da IA: sem estatística, metodologia e interpretação, não existe solução confiável.”“Uma dentista que virou estatística e cientista de dados!!”: https://open.spotify.com/episode/5fCon7FeuY9l2QtRYIDBLu Livro Super-Heróis Da Ciência - 52 Cientistas E Suas Pesquisas Transformadorasde Renan Vinicius De Araújo, Laura Marise De Freitas e Ana Cláudia Munhoz Bonassa: https://www.bertrand.pt/ebook/super-herois-da-ciencia-renan-vinicius-de-araujo/27141434?srsltid=AfmBOora3xEy2lPRrwOfuhtKMbwFSTvjTs0wLlRNowFGhikUiM11bcPFhttps://www.scientificamerican.com/article/the-woman-who-demonstrated-the-greenhouse-effect/: “Excelente episódio do podcast ‘Lost Women of Science', com uma entrevista a Eunice Newton Foot, que foi a primeira a descobrir o efeito estufa (numa estufa de verdade!), mas que, claro, não recebeu o devido reconhecimento por isso.”Felienne HermannsArtemis II: https://www.cnnbrasil.com.br/ciencia/missao-artemis-ii-para-a-lua-quem-sao-os-quatro-astronautas-da-espaconave/https://www.instagram.com/p/DWlkLopj8gP/?img_index=3&igsh=c2w3YTU5NmxyZWk0https://www.nasa.gov/humans-in-space/astronauts/christina-koch/Repositório GitHub do programa feito em python demonstrando a trajetória da missão Artemis II:https://github.com/arteweyl/artemis_II_trajectory/tree/main/artemis_orbitGitHub da criadora Artemísia Weyl: https://github.com/arteweyl
O programa Projetos em Destaque trata de algumas propostas em discussão no Senado Federal. Nesta edição, vamos falar sobre a medida provisória que instituiu o programa Novo Desenrola Brasil, voltado à renegociação de dívidas de pessoas com renda mensal de até 5 salários mínimos ( MPV 1355/2026 ) e sobre o projeto que cria a Política Nacional de Educação Empreendedora e Financeira ( PL 2356/2024 ). Também vamos falar sobre o projeto que obriga o reajuste anual de bolsas pagas a médicos residentes ( PL 1327/2026 ); sobre a proposta que regulamenta o garimpo familiar sustentável ( PL 1954/2026 ), sobre o projeto que dispena a anuência do agressor para que a vítima de violência doméstica e familiar possa viajar com seus filhos ( PL 2237/2026 ) e sobre a proposta que cria o Programa Nacional de Proteção à Trabalhadora Doméstica ( PL 2243/2026 ).
NESTA EDIÇÃO. Redata ainda está travado no Senado, mas atração de data centers está na pauta da conversa entre Lula e Trump. Preço do petróleo cai com retomada de negociações entre EUA e Irã. Governo publica meta de descarbonização do gás natural com biometano. ***Locução gerada por IA
Presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), sendo a primeira mulher a ocupar o cargo em 60 anos. Formada pela UFPR, fez MBA Executivo em Gestão Estratégica de Serviços e Gestão de Projetos pela FGV, além de especialização em Liderança e Gestão Pública pelo Centro de Liderança Pública e Harvard Kennedy School. Participou do programa "Transforming Urban Mobility" da London School of Economics.Links mencionados no episódio:Aprendendo com o urbanismo de CuritibaIPPUC. A Bússola de CuritibaMessy Cities: Why We Can't Plan Everything...Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e 0e1 Arquitetos.
Neste episódio, Ricardo questiona a eficácia das ferramentas tradicionais de planejamento de projetos, baseadas em planos estáticos. Embora tenham sido fundamentais por décadas, esses planos rapidamente se tornam obsoletos em ambientes dinâmicos. Ele destaca que a Inteligência Artificial transforma esse cenário ao permitir previsões contínuas e ajustes em tempo real, substituindo estimativas fixas por análises dinâmicas baseadas em dados. Com isso, o foco deixa de ser seguir um plano e passa a ser adaptar-se às mudanças. As ferramentas atuais ainda carecem dessa inteligência preditiva, o que pode comprometer sua relevância. O papel do gerente de projetos também muda: de planejador para analista crítico e estratégico. Apesar dos benefícios, há riscos, como dependência excessiva da IA e decisões baseadas em dados imprecisos. Escute o podcast para saber mais!
A casa própria voltou ao radar de mais brasileiros. Com as novas regras do Minha Casa, Minha Vida, o governo amplia o acesso ao financiamento, reduz juros e inclui a classe média no programa. Mas, na prática, o que realmente muda? E será que as novas condições valem a pena? Quem analisa é Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos de Construção da FGV-IBRE.
A poucos meses do fim do Plano de Recuperação e Resiliência, cerca de um terço dos investimentos analisados está em situação preocupante ou crítica, segundo a comissão de acompanhamento, que alerta para dificuldades na execução e para casos em que os projetos ainda não estão a funcionar no terrenoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Ricardo fala sobre KPIs (Key Performance Indicators - Indicadores-Chave de Desempenho). Ele explica que os KPIs são métricas essenciais que apoiam a tomada de decisões em projetos, ao contrário das métricas gerais que apenas reportam dados. KPIs eficazes ajudam a antecipar problemas, agilizar decisões e alinhar equipes e stakeholders. Exemplos para desempenho de cronograma incluem a porcentagem de tarefas concluídas no prazo, a duração prevista versus a duração programada, o SPI (Índice de Desempenho do Cronograma) e o atraso médio por entrega. Para custo, o CPI (Índice de Desempenho de Custo) e a variação de custo medem a eficiência. Além de cronograma e custo, KPIs estratégicos são essenciais, como taxa de retrabalho, valor entregue, aderência ao plano de negócios e satisfação dos stakeholders, pois os projetos podem atingir as metas de tempo e orçamento e ainda assim falhar. Ricardo recomenda usar alguns KPIs significativos, acompanhar tendências, atualizá-los frequentemente e evitar métricas superficiais que não orientam as decisões. Escute o podcast para saber mais!
A atriz Maria João Bastos é a convidada de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Conhecida por dar vida a personagens complexas e intensas, como Marta na novela “Páginas da Vida”, a atriz confessa que “as vilãs são sempre personagens muito desafiantes”. Crescida em Benavente, recorda com carinho as memórias de uma infância livre, onde organizava teatros com os vizinhos, formava bandas e invadia palcos aos quatro anos para cantar o “Sobe, Sobe, Balão Sobe”. “Não quero perder a menina destemida que me trouxe até aqui”, afirma a atriz. Maria João Bastos fala sobre a perda prematura do pai e de como esse momento marcou o início da sua vida adulta. Recorda o sonho partilhado com ele, enquanto viam juntos as novelas brasileiras à hora do almoço, e a emoção de um dia pisar os estúdios da Globo: “Fechei os olhos e pensei: 'Tinhas razão, aqui estou'.” A atriz reflete ainda sobre a escolha consciente de não ser mãe, a liberdade como palavra que define a sua vida, e a serenidade que encontrou aos 50 anos. “Estou a viver um dos momentos mais felizes da minha vida”, garante. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 25 de abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Rômulo Arantes: ator, empresário, atleta e referência de lifestyle carioca.Rômulo abre o peito e conta como o esporte, a conexão com a natureza e a disciplina transformaram sua vida: desde a infância atravessada por perdas e bullying, passando pela formação no surfe, natação e jiu‑jitsu, até a transição para atuação, empreendedorismo e projetos de wellness e retiros. Ele fala do trauma que virou combustível, da importância do “jogo de cintura” do carioca, do equilíbrio entre disciplina e leveza, do poder do movimento e da energia em ambientes de treino e trabalho e de como o jiu‑jitsu atua como ferramenta de autoconhecimento, autoestima e liderança.Destaques do episódio- Perda do pai na adolescência: como o luto moldou disciplina e busca por sentido.Jiu‑jitsu como escola de confiança, controle do ego e autoconhecimento.- Conexão com a natureza como combustível espiritual e regenerador.- Disciplina x hedonismo: Rio vs São Paulo; a busca pelo “meio do caminho”.- Carreira multifacetada: modelo, ator, empreendedor, como equilibrar múltiplas paixões sem perder propósito.- Liderança e energia: leitura emocional no tatame e no ambiente de trabalho.- Projetos de wellness: retiros, jiu‑jitsu + yoga, experiências integradas em Ubatuba/Angra.
Eles desapareceram… ou foram silenciados?Nos últimos anos, uma série de cientistas americanos ligados a projetos altamente confidenciais simplesmente sumiu — ou morreu em circunstâncias, no mínimo, suspeitas.Coincidência… ou estamos diante de algo muito maior?Neste episódio do Bunker X, Afonso 3D e Affonso Solano investigam casos intrigantes envolvendo pesquisadores conectados a programas secretos, tecnologia de ponta e… possíveis estudos sobre OVNIs — ou melhor, UAPs, se quisermos soar mais “oficiais”.Seriam esses cientistas vítimas de acidentes trágicos… ou peças descartáveis em um jogo que não conseguimos compreender?Existe alguma força por trás desses eventos, garantindo que certos conhecimentos nunca venham à tona?Prepare-se para mergulhar em teorias conspiratórias, documentos obscuros, relatos inquietantes e perguntas que talvez nunca tenham resposta.A verdade está lá fora… mas alguém claramente não quer que você a encontre.Este programa foi um oferecimento de:INSIDERGaranta descontos incríveis usando o cupom BUNKERX:https://www.insiderstore.com.br/BunkerX#InsiderStore
No novo episódio do Camada 8, convidamos André Ricardo Landim, Analista de Segurança no CAIS/RNP, para uma conversa sobre inteligência cibernética explorando Open Source Intelligence (OSINT) e Cyber Threat Intelligence (CTI) e como essas práticas ajudam a entender e combater ataques na Internet.Durante o episódio, Landim explica como informações públicas, muitas vezes disponíveis em redes sociais e na própria Internet, podem ser utilizadas para investigar incidentes, identificar padrões de ataques e antecipar ameaças. Ele também compartilha exemplos reais do uso dessas técnicas, fala sobre a importância do compartilhamento de informações entre organizações e destaca boas práticas para quem quer começar na área de segurança.Dê o play e confira agora mesmo o novo episódio do quadro Roteamento de Ideias do Camada 8!Participantes:Eduardo Barasal Morales (Host) - Coordenador da área de formação de sistemas autônomos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/eduardo-barasal-moralesLucas Jorge da Silva (Host) - Analista de Projetos do Ceptro.br no NIC.br https://www.linkedin.com/in/lucasjorgeAndré Ricardo Landim (Convidado) - Analista de Segurança no CAIS/RNP https://www.linkedin.com/in/andrelandim/Links citados:Semana de Capacitação: https://semanacap.bcp.nic.br/semana-de-capacitao-online-edio-12-2026/Curso BCOP Presencial: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop/Curso BCOP EaD: https://cursoseventos.nic.br/curso/curso-bcop-ead/Programa Acelera NET: https://cursoseventos.nic.br/curso/programa-acelera-net/Agenda de cursos do Ceptro|NIC.br: https://ceptro.br/cursos-eventosRedes Sociais:https://www.youtube.com/nicbrvideos/https://x.com/comuNICbr/https://www.telegram.me/nicbr/https://www.linkedin.com/company/nic-br/https://www.instagram.com/nicbr/https://www.facebook.com/nic.br/https://www.flickr.com/NICbr/Contato:Equipe Ceptro.brcursosceptro@nic.brDireção e áudio:Equipe Ceptro.brEquipe de Comunicação do NIC.brEdição completa por Rádiofobia Podcast e Multimídia: https://radiofobia.com.br/Veja também:https://nic.br/https://ceptro.br/
Projetos marcados por dissonâncias musicais e pela dramaturgia, em que as palavras se articulam ao som e à performance
No episódio desta semana, Talita Gantus conta sobre um novo projeto interdisciplinar em desenvolvimento pelo BI0S, na Unicamp. O CacauClima, como foi apelidado, alia técnicas de sensoriamento remoto, sistemas agroflorestais e ciência cidadã para investigar o cultivo de cacau e pensar como é possível melhorar essa prática. Participam do episódio Giovanni Moura de Holanda, que coordena o projeto pela FITec, Jurandir Zullo Junior e Priscila Coltri, pesquisadores do CEPAGRI, e Claudia Pfeiffer, pesquisadora do Labeurb. ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Talita: No sul da Bahia, o cacau não cresce sozinho. Ele cresce junto a árvores altas, aproveitando sua sombra, e entre troncos centenários da Mata Atlântica. Cresce em sistemas que misturam floresta e cultivo. Cresce com a memória de quem aprendeu a ler o tempo olhando pro céu. Durante mais de um século, essa paisagem moldou a economia, a ciência agrícola e os modos de vida da região. Mas, ao longo do tempo, a busca por maior produtividade e por respostas mais rápidas do mercado foi transformando essa relação com a terra. Sistemas tradicionais, como o cacau que cresce sob a sombra da floresta, passaram a conviver com modelos de cultivo mais intensivos, que apostam na mecanização e no uso ampliado de fertilizantes e agrotóxicos. É uma mudança de ritmo e rendimento. As paisagens também mudam. E nos últimos anos, um novo fator entrou nessa equação: o clima. Secas mais longas, chuvas fora de época, ondas de calor mais intensas… Pra quem vive da terra, essas mudanças não aparecem somente em relatórios científicos. Elas aparecem na flor que não abriu, na doença que se espalhou, na produção que caiu. Ao mesmo tempo, satélites monitoram a superfície do planeta todos os dias. Modelos climáticos projetam cenários pra 2050, 2070, 2100. E algoritmos tentam traduzir o futuro em gráficos. Mas, como transformar informações sobre as imprevisíveis mudanças do clima em decisões concretas no campo hoje? E como fazer isso junto com quem cultiva o cacau todos os dias? Eu sou Talita Gantus, e nesse episódio do Oxigênio a gente vai conhecer o CacauClima – apelido do projeto Solução de Monitoramento Inteligente Climático nas Esferas Produtiva e Ambiental da Cacauicultura. A pesquisa acontece em fazendas de cacau no sul da Bahia, uma das regiões mais tradicionais da produção no Brasil. O objetivo é combinar sensoriamento remoto, modelagem climática e conhecimento dos próprios agricultores para entender como as mudanças do clima estão afetando os cacaueiros – e transformar esse conhecimento em recomendações práticas de manejo para tornar as lavouras mais resilientes. A urgência desse tipo de iniciativa ficou evidente nos últimos anos. Durante o evento de El Niño de 2015 e 2016, uma seca excepcional atingiu agroflorestas de cacau na região e causou cerca de 15% de mortalidade dos cacaueiros, além de uma queda de até 89% na produção, acompanhada pelo aumento de doenças como a vassoura-de-bruxa. Estudos recentes também indicam que sistemas agroflorestais como a cabruca, em que o cacau cresce sob a sombra de árvores nativas, podem reduzir a vulnerabilidade das plantações frente ao clima quando comparados a cultivos a pleno sol. É nesse contexto que o CacauClima busca apoiar agricultores e técnicos a adaptar a produção – integrando ciência, tecnologia e conhecimento local para fortalecer a sustentabilidade da cacauicultura brasileira. [vinheta Oxigênio] Talita: No senso comum, foi cultivada a imagem de que as descobertas e os avanços científicos brotam da noite pro dia, acompanhado com um grito de “Eureka”! Mas, na verdade, a ciência começa como uma semente discreta, quase invisível, lançada à terra por muitas mãos, regada dia após dia, ano após ano. Assim como plantar, produzir ciência é um ofício que demanda seu próprio ritmo. Na maior parte das vezes, porém, o que chega até os leitores e ouvintes curiosos é só o instante em que essa árvore já está frondosa – o anúncio da descoberta, o “avanço revolucionário”, o rosto de um pesquisador transformado em protagonista solitário. Essa ideia reforça a aura de genialidade que esconde todo o sistema de raízes, insumos, tempo, trabalho e colaborações que tornam a ciência possível. A divulgação científica, quando assume seu papel de contar a história inteira, e não apenas o “grande momento”, abre uma trilha diferente. É nessa trilha que este episódio caminha: como um passeio guiado por uma agrofloresta em construção, em que cada edital aprovado, cada parceria firmada entre instituições, cada definição de método e cada visita de campo é mais uma semente plantada, e que só pode florescer de verdade quando todo mundo enxerga o processo desde a semeadura, e não apenas na colheita. Giovanni: A ideia surgiu, pra esse projeto especificamente, surgiu como uma resposta ao edital da FINEP. E era um desafio colocado nesse edital, que era aumentar a produtividade e a sustentabilidade dos sistemas agroalimentares e da agricultura familiar. A gente já vem trabalhando há um tempo, esse mesmo grupo que tá agora conduzindo esse projeto, FITec, CEPAGRI, da UNICAMP, com o BI0S e a CEPLAC, em outras tentativas de submissão de projeto. E a gente foi amadurecendo ao longo dessas oportunidades. Talita: Esse que você acabou de escutar é o Giovanni Moura de Holanda, que coordena o projeto pela FITec, um dos atores institucionais envolvidos na execução do CacauClima junto com o CEPAGRI, o BI0s e a CEPLAC. Sei que parece uma sopa de letrinhas todas essas siglas de instituições, mas a gente vai explicando cada uma ao longo do episódio. O projeto CacauClima foi selecionado em chamada pública lançada em 2024 e é financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos, a FINEP, uma empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Essa chamada está no escopo da linha de financiamento de pesquisas aplicadas, voltadas ao fortalecimento de cadeias produtivas da agricultura familiar. Por meio desse instrumento, a FINEP promove o desenvolvimento econômico e social do Brasil apoiando pesquisas em empresas, universidades, institutos tecnológicos e outras instituições públicas ou privadas. Como parceiros executores do projeto estão 3 atores: a FITec (que é diferente da FINEP), o CEPAGRI e a CEPLAC, mencionados pelo Giovanni. A FITec é a Fundação para Inovações Tecnológicas de Campinas, responsável pela realização de todas as atividades típicas de um processo de pesquisa e desenvolvimento. Por exemplo, a modelagem de algoritmos de inteligência artificial, a gestão financeira do projeto, o levantamento do estado da arte,que é a revisão e sistematização de estudos anteriores sobre o tema e outras atividades. É na FITec que o Giovanni trabalha. Já o CEPAGRI é o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da UNICAMP. Dois pesquisadores do CEPAGRI vão dar as caras, ou melhor, as vozes, por aqui, o Jurandir e a Priscila. O terceiro e último ator que executa o projeto é a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, a CEPLAC, que foi criada em 1957 como um instituto governamental de pesquisa responsável pela produção de cacau no Brasil. A CEPLAC atua de forma descentralizada em diversos estados produtores, sendo reconhecida como referência mundial por sua expertise em sistemas agroflorestais. A CEPLAC contribui diretamente com os agricultores locais oferecendo apoio técnico nas práticas agrícolas. O projeto como um todo se integra ao BI0S, o Instituto Brasileiro de Ciência de Dados, que é um Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial sediado na UNICAMP. O BI0S nasceu de outro edital, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Talita: Em resumo, tem a FINEP e a FAPESP financiando o projeto, a FITec, o CEPAGRI e a CEPLAC executando a pesquisa. Além de todas essas instituições, têm também os produtores rurais locais colaborando com o desenvolvimento de uma solução piloto pra monitoramento climático em áreas de cultivo de cacau. Tá vendo como o desenvolvimento científico não se resume a um cientista solitário que geralmente aparece na capa de uma revista anunciando uma matéria sobre uma grande descoberta?! Foi o esforço coletivo em torno de um objetivo comum que uniu esses atores diversos na construção do CacauClima. O Giovanni aqui de volta… Giovanni: Em todo objeto de estudo que a gente vai avançando no tempo, a gente vai tendo mais elementos e vai colocando camadas em cima de camadas e ele vai ficando um pouco mais maduro. Então essa foi a ideia, trabalhar nesse sentido, trazendo o foco agora, também, além da questão da mudança climática, nós agregamos um outro pilar que até então não estava muito nítido nas iniciativas anteriores, que era da ciência cidadã (…) pra envolver ainda mais a participação e a colaboração dos agricultores na condução das tarefas. Talita: Daqui a pouco eu vou dar mais detalhes de como será essa participação dos agricultores locais na pesquisa. Antes, é importante destacar que o projeto surge de uma demanda social, colocada, justamente, por agricultores e técnicos agrícolas que buscam uma resolução para os problemas enfrentados nos últimos tempos no plantio de cacau. A pesquisa busca também atender uma demanda econômica e tecnológica apontada pelos órgãos públicos que buscam manter a produtividade dessa matéria-prima tão apreciada. Giovanni: A cultura do cacau tá precisando desse impulso tecnológico pra, inclusive, ela mudar de ponto. A CEPLAC, quando nos procurou, ela tinha isso muito claramente, que tava no momento de um salto tecnológico para a cultura do cacau. E, à medida que a gente ia formatando esse projeto, a gente ia vendo que tinha outros campos que precisavam ser incluídos, outros campos do saber, outras disciplinas e tudo mais. Talita: Ou seja, o projeto responde também a uma demanda científica. E, como diz Giovanni, o primeiro desafio posto em evidência foi a multidisciplinaridade. Giovanni: Era um projeto que, naturalmente, traz desafios em várias áreas de saber disciplinares. Um deles a gente viu logo de imediato que era a parte do sensoriamento remoto, que o sensoriamento remoto ia ter suas dificuldades, porque a gente está lidando com a produção em sistema de cabruca, é agroflorestal. Então, também vamos olhar a parte de cultura do cacau a pleno sol, inclusive pra fazer uma comparação das características em termos de mudança climática, tanto para quem tá trabalhando em regime de agroflorestal, quanto pra quem está trabalhando a pleno sol, fazendo as comparações entre os prós e contras de cada uma delas, as dificuldades de cada uma delas. Talita: Antes de seguir no assunto dos desafios científicos, eu preciso explicar uma coisa que o Giovanni comentou e que vai aparecer mais vezes por aqui: existem dois métodos de plantio em análise nesse projeto: o método cabruca, que é feito por meio de sistema agroflorestal, e o método a pleno sol. No pleno sol, as plantas ficam expostas diretamente ao sol e recebem irrigação e fertilizantes intensivos. Essa forma de plantio oferece alta produtividade, mas exige grande investimento em máquinas, adubos químicos e pesticidas; além de ser mais vulnerável, e aí doenças atacam mais facilmente, solos se esgotam rápido, e uma estiagem pode dizimar tudo. Na cabruca, método tradicional na Bahia, o cacau cresce sob a sombra de árvores nativas da Mata Atlântica, preservando a biodiversidade e a fertilidade do solo. Esse sistema, cultivado há séculos pelas populações tradicionais, mantém até 70% da cobertura florestal intacta. Árvores nativas sombreiam as cacaueiras, protegendo-as das secas e de doenças, como a tão temida vassoura-de-bruxa. O cabruca é um método sustentável, com baixa necessidade de insumos, mas tem uma produtividade moderada. Giovanni: E uma das coisas que a gente viu é que o sistema agroflorestal, de certa forma, dificulta a visibilidade das imagens satelitais, por conta de que, às vezes, o cacau está abaixo na floresta, ele está sob a floresta. Então, isso é uma dificuldade, um desafio interessante que a gente pensou em enfrentar. Talita: Além desse desafio que o Giovanni mencionou, existem vários outros. E, pra responder a todas as demandas e perguntas levantadas pela pesquisa, o CacauClima foi estruturado em 4 pilares: o sensoriamento remoto; a modelagem climática; a percepção pública; e a ciência cidadã. Começando do começo: sensoriamento remoto é a técnica de adquirir informações sobre a Terra sem contato físico direto, usando sensores em plataformas, como satélites, drones ou aviões. Ele falou sobre o desafio de analisar “imagens satelitais” da vegetação em sistema agroflorestal. Esse desafio existe porque, diferentemente do cultivo de monocultura a pleno sol, a vegetação mais densa e diversa da agrofloresta pode confundir os pesquisadores na hora de interpretar as imagens. Mas, e como é que o sensoriamento remoto, por meio das imagens de satélite, pode ajudar os agricultores a lidarem com os efeitos das mudanças climáticas na produção de cacau? O Jurandir Zullo Junior, pesquisador da CEPAGRI, respondeu essa pergunta. Jurandir: Nós temos dois tipos de satélites: os meteorológicos e os de observação da Terra. Então, a ideia é utilizar esses dois tipos. Os meteorológicos, atualmente, eles geram uma quantidade muito grande de produtos que podem ajudar o agricultor na tomada de decisões. Com esses dados, que são dados de umidade, temperatura, são dados, às vezes, básicos, mas que ajudam muito a tomada de decisões e ajudam o manejo, porque o manejo da cultura é uma das formas de enfrentar as doenças. Uma forma é usar plantas resistentes, e outra é no manejo, nesse controle de poda, de colheita, plantio. Então, é aquela… aqueles tratos que são feitos com frequência, aquele dia a dia da agricultura. Outro grupo de satélites é o de observação da Terra. Então, fazer essa identificação. Basicamente, os trabalhos nessa linha são de procurar identificar a cultura e o estado da cultura via remota (…) Se você consegue identificar o plantio a pleno sol, se você consegue identificar o plantio cabruca com outras plantas ali juntas. E também identificar o estado dessa vegetação. Esse que é sempre o objetivo, de forma remota. Como vai ter sempre alguém no campo, isso vai ajudar esse desafio: “olha, está com algum problema aqui…” Daí nós estudamos se isso consegue aparecer na imagem, porque às vezes não aparece na imagem. Às vezes a imagem não registra uma doença, praga, deficiência hídrica, alguma deficiência de adubação. Talita: Por meio do sensoriamento remoto, vai sendo formado um repertório de imagens pra se construir um padrão de determinada cultura agrícola. E, a partir dele, identificar tanto plantas saudáveis quanto plantas doentes ou com alguma deficiência, seja de água ou de adubo. Com essas informações, os agricultores e técnicos locais conseguem tomar decisões mais assertivas e cientificamente embasadas. Jurandir: Isso ajuda bastante o acompanhamento, a tomada de decisões, tanto do agricultor como do setor; uma cooperativa, o país, o ministério quer tomar alguma decisão, acompanhar como está determinada cultura, ele pode fazer com esses dados. Como eu disse, isso é um grande desafio, porque é uma cultura que, até onde nós encontramos, não tem muita literatura, tanto no Brasil como no exterior. Talita: Junto com o sensoriamento remoto, o segundo pilar do projeto são os modelos climáticos. Esses modelos fazem projeções sobre o clima futuro, auxiliando nessa tomada de decisão sobre o plantio e o manejo do cacau. A Priscila Coltri, pesquisadora do CEPAGRI responsável pela frente de modelagem climática do projeto, explica como é isso. Priscila: A gente escuta muito sobre a mudança do clima, mas, normalmente, quando a gente escuta isso, né, a gente entende que a mudança do clima vai acontecer lá em 2070. E diversos estudos mostram que o clima já tá mudando em muitas regiões. Então, um primeiro passo é a gente identificar ali como é que o clima dessas regiões que já são cultivadas, né, ele vem mudando ao longo dos últimos anos. E aí, eu falo ao longo dos últimos anos, eu tô falando aí ao longo dos últimos 30, dos últimos 50 anos. Então, um primeiro passo é a gente saber se nessas regiões a temperatura já subiu… Se a mínima subiu mais, se a máxima subiu mais, se a gente tem chuvas como a gente tinha antes, se a gente tá tendo mais épocas de seca, se as secas estão mais longas. Então, um primeiro passo é a gente fazer essa identificação do clima local. E a gente quer fazer isso também porque a própria CEPLAC trouxe pra nós que eles já estão vendo algumas mudanças na produção da cultura, nas pragas e doenças que essa cultura tem. Talita: Nossa entrevistada também aborda a questão da diferença entre os dois modos de cultivo do cacau. Priscila: Um outro ponto que a gente quer responder também, verificando aí como que o clima vem mudando nos últimos anos, é a diferença entre o cultivo sombreado e o cultivo a pleno sol. A monocultura, em geral, é um sistema que sofre, entre aspas, sofre muito em relação ao clima. Então a gente tem que ter muitos aditivos pra que ela funcione. Então tem que ter adubos e defensivos agrícolas e assim vai. As culturas sombreadas acabam tendo uma relação muito boa, assim, lógico que tem todo um estudo que a gente tem que saber de qual que é a melhor cultura que sombreia a outra, qual cultura que não briga ali, entre aspas, ou por solo ou por nutriente ou por sombra, né? Então tem todo um estudo que tem que ser feito. Mas normalmente os cultivos sombreados são mais indicados em termos de mitigação e de adaptação às mudanças do clima. Então a gente quer ver de que forma a cultura, tanto a pleno sol quanto a sombreada, vai reagir nesses cenários futuros. Talita: A Priscila me explicou que o cenário de dados climáticos hoje é complexo. Os sensores instalados no campo – que medem temperatura, chuva, vento e radiação – são fundamentais pra entender o que acontece no clima local. Mas é difícil manter séries históricas longas só com esses dados: há falhas, trocas de equipamento e áreas sem cobertura de sensor. Ao mesmo tempo, nas últimas décadas cresceram os dados de satélites e modelos climáticos, que cobrem o planeta inteiro e oferecem séries mais longas. O problema é que nem sempre eles representam bem a realidade local – alguns superestimam, outros subestimam. Por isso, é preciso validar essas informações com as medições feitas no campo. Funciona assim: os modelos usam dados como temperatura e umidade pra simular o clima atual, validam com o que foi medido no território e, depois, projetam cenários futuros com base em diferentes trajetórias de emissão de gases de efeito estufa. Em resumo, os modelos ensaiam qual será o cenário se emitirmos mais gases, menos gases, ou se mantivermos as emissões atuais… A partir daí, é possível estimar como o clima pode mudar e como o cacau pode responder a essas mudanças. Priscila: A gente vai ter ajuda dos nossos agricultores ali. Eles vão ajudar a gente a ver esse dado e a contar um pouco se aquele dado que a gente tá vendo agora, ele tem se reproduzido nos últimos anos e o quê que ele tem sentido em relação ao clima daquele local. E isso é importantíssimo! Talita: É aí que entra o terceiro pilar do projeto: a percepção pública, que busca entender a percepção dos agricultores e dos técnicos agrícolas da CEPLAC sobre o cenário que vivenciam na prática de cultivo do cacau. Pra isso, o grupo de pesquisa irá aplicar a técnica do grupo focal, coordenado pela Claudia Pfeiffer e pela Simone Pallone, ambas pesquisadoras aqui do Nudecri. A Simone e a Claudia, que trabalham juntas em outro projeto, o Coffee Change, falaram sobre sua experiência com grupos focais realizados com agricultoras de café no episódio número 201 aqui do Oxigênio, em “Um bate-papo sobre café” muito interessante – e se você não escutou ainda, já anota a dica pra escutar quando acabar esse episódio aqui. E eu conversei com a Claudia pra ela contar um pouco como essa técnica irá colaborar com os estudos em sensoriamento remoto e em modelos climáticos do CacauClima. Claudia: É importante que a gente entenda que grupo focal é uma ferramenta que produz a possibilidade de pessoas que têm um determinado tipo de perfil similar, que é definido pelos organizadores do grupo focal, estejam juntos numa roda de conversa. Uma conversa que acontece a partir de um roteiro formulado previamente, com perguntas disparadoras, que têm objetivos específicos. Então, no nosso caso, o objetivo da percepção sobre as mudanças climáticas, mas não pressupondo de antemão o que sejam mudanças climáticas, justamente pra que haja uma abertura, pra que as pessoas possam significar do seu modo, a partir das suas histórias, da sua relação com o território, com as suas práticas agrícolas, os sentidos que elas atribuem àquilo que a ciência chama de mudanças climáticas. Então a expressão “mudanças climáticas” não deve comparecer diretamente nessas perguntas disparadoras. Você vai olhando isso, vai provocando isso por perguntas que de algum modo abordam questões que estão relacionadas pra ouvir como é que essas pessoas se relacionam com determinadas questões que são afetadas pelas mudanças climáticas. Talita: Segundo a Claudia, a percepção das pessoas sobre o que elas vivenciam, como vivenciam e sobre como percebem essa realidade vivida se manifesta no modo como se expressam, ou seja, em seus discursos. E esse discurso é o objeto de estudo extraído por meio dos grupos focais. Claudia: A maneira como uma sociedade indígena lida com a Terra e a maneira como alguma liderança do agronegócio lida com a Terra é absolutamente diferente. Porque é uma história absolutamente diferente da relação desses sujeitos com a Terra, como é que a terra significa e como é que você pratica as suas ações, as suas atividades na relação com a Terra. Talita: É essa análise da percepção dos agricultores e dos técnicos agrícolas que vai informar as pesquisadoras sobre como esses atores estão vivenciando as mudanças climáticas na sua prática cotidiana de cultivo do cacau. E esse conhecimento também vai contribuir com as pesquisas tanto em sensoriamento remoto quanto em modelagem climática, fornecendo informações sobre a mudança do clima, o plantio e as tecnologias usadas em suas práticas agrícolas. Os grupos focais também irão ajudar a compreender como as tecnologias de monitoramento climático, desenvolvidas ao longo do projeto, podem ser incorporadas à cacauicultura. Claudia: Porque no grupo focal a gente não vai olhar só pra mudanças climáticas, a gente vai olhar também para a percepção sobre as tecnologias e aí… Qual que é a importância do lugar de onde a gente fala, né… É que a gente não vai situar a tecnologia na formulação das perguntas disparadoras desse roteiro, simplesmente como as novas tecnologias. Tecnologia existe desde sempre. Toda prática humana na relação com o mundo, ela produz, ela é feita por meio de tecnologias e ela produz outras tecnologias, né. Então, a gente também vai trabalhar com a percepção sobre os diferentes sentidos de tecnologia, né. Não só de ferramentas palpáveis, mas justamente de percepções que são ancestrais, que dizem respeito a diferentes gerações, que podem não estar diretamente lá naquele território, mas trazem saberes sobre esse território que são praticados no modo como aquela prática agrícola acontece, né. Talita: O quarto e último pilar do projeto CacauClima, a ciência cidadã, é transversal a todos os outros três – lembra: o sensoriamento remoto, a modelagem climática e a percepção pública. A ciência cidadã consiste na participação ativa do público não acadêmico na pesquisa científica, colaborando com os cientistas na coleta, análise e interpretação de dados, e até na formulação dos estudos. E pra envolvê-los, o projeto conta com a parceria do Instituto Cabruca, que tem sua sede no Assentamento Terra Vista, no município de Arataca, na Bahia. O Giovanni explicou como os agricultores e as agricultoras do assentamento contribuirão pro piloto da solução que a pesquisa busca desenvolver. Giovanni: A participação deles envolve, primeiramente, a tutoria das estações de coleta de dados, dados meteorológicos de clima, temperatura, índice pluviométrico, ação atmosférica, a parte de radiação solar que é outra coisa importante que a gente precisa ver com o efeito extremo agora das mudanças climáticas, isso pode ter uma informação muito importante. Todas essas informações que fazem parte das condições climáticas da região. Eles vão tutorear o funcionamento dessas estações. Então, eles vão ajudar como os guardiões daquela miniestação meteorológica que vai ficar nas suas propriedades, ou na propriedade que ele tem acesso e que ele interage diretamente. Além disso, ele vai dar suporte, vamos colocar assim, a eventuais problemas que elas apresentem, a reportar, “olha, está tendo um problema aqui e parou de funcionar.” E a outra é na troca de saberes. Então, da mesma forma que os técnicos vão levar informações pra eles, baseado em todos os estudos que vão ser tratados no âmbito do projeto, eles vão também alimentar os analistas, alimentar o sistema com as informações riquíssimas que eles estão tendo ali do dia a dia. Eventos que só eles estão percebendo, por exemplo. Eventos que eles já percebem, eles têm inclusive a memória daquela região, então eles podem dizer no tempo do meu pai, no tempo da minha mãe, não era assim. No tempo dos meus ancestrais era muito diferente, é o que a gente ouve, agora tá tudo mudado. Esse tipo de informação é riquíssima pro projeto. Talita: No livro Uma outra ciência é possível – Manifesto por uma desaceleração da ciência, a filósofa Isabelle Stengers comenta em uma passagem que a ciência cidadã é um dispositivo que, quando eficaz, tem a função de oferecer resistência a hierarquias de pontos de vista. Pra autora, a ciência cidadã constitui aquilo que ela chama de “operador de horizontalização”, pois parte do princípio de que tanto o saber científico dos pesquisadores e técnicos quanto o saber comunitário dos agricultores estão no mesmo patamar, destituindo os cientistas da posição simbólica de “cérebros da sociedade”… Esse movimento mostra que a produção científica também é uma escolha política: envolve decidir quem participa, quais saberes são reconhecidos e como diferentes experiências entram na construção da ciência. E pesquisas assim são fundamentais, porque colocam a cabeça pra pensar onde o pé pisa. Nesse caso: na terra onde brota o cacau. No fim das contas, o CacauClima não é só sobre sensores, modelos ou algoritmos. É sobre como diferentes formas de conhecimento podem trabalhar juntas diante de um cenário de incerteza. É sobre usar satélites para enxergar melhor o que acontece no campo – e usar a experiência de quem vive do campo para interpretar melhor o que os satélites mostram. Entre o microclima da lavoura e o macroclima do planeta, entre a memória dos mais velhos e os cenários projetados pra 2050, o projeto constrói pontes. Pontes entre ciência e prática, entre tecnologia e território, entre futuro e história. E talvez seja assim que novas sementes possam germinar… Trecho de música: “no meu jardim de sementes valiosas / plantas tão maravilhosas podem germinar / no meu jardim água nova vai brotar / passarinhos vem voar abençoando a plantação (…)” Talita: Essa música que você ouviu por último foi gentilmente cedida por Beto Bina. Os créditos da música vão para a Rede de Apoio a Mulheres Agroflorestoras (RAMA), a Ecovila Iandê e a FarFarm. O @ deles tá lá no nosso Instagram. A gente agradece por cederem um trecho da música pra esse episódio, que tem tudo a ver com o trabalho que essa turma desenvolve. Vou dar uma dica aqui. Em 2019, a Camila Cunha produziu um episódio sobre Cacau. O título é À Sombra da Floresta. Trata da produção de cacau por agricultores familiares, do sistema cabruca e sobre a cadeia produtiva do chocolate. Ouve lá. Deixamos o link no site. https://www.oxigenio.comciencia.br/79-tematico-a-sombra-da-floresta/ Este episódio foi produzido e roteirizado por mim, Talita Gantus. A revisão é da Simone Pallone e da Mayra Trinca, coordenadoras do Oxigênio. Este material foi gerado como parte do projeto de divulgação científica do CacauClima, desenvolvido por mim e coordenado pela Claudia Pfeiffer e pela Simone Pallone. A edição de áudio foi feita pela Carolaine Cabral, bolsista do Programa BAS da Diretoria Executiva de Apoio Estudantil. A vinheta do podcast foi criada pelo músico Elias Mendez.O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da UNICAMP e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da UNICAMP. Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e também na sua plataforma de podcasts favorita. Procura a gente nas redes sociais: no Instagram e no Facebook você nos encontra como OxigenioPodcast. Segue lá pra não perder nenhum episódio. Muito obrigada por escutar até aqui.
A gente fala muito sobre velocidade de internet, 5G, Wi-Fi e até soluções via satélite como a Starlink. Mas existe uma outra camada da conectividade que quase ninguém vê e que é ainda mais importante: aquela que simplesmente não pode falhar. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, a gente explica como funciona essa infraestrutura “invisível” que mantém serviços essenciais de pé como energia, telecomunicações e até cirurgias feitas à distância. Para isso, conversamos com Murillo Carvalho, Diretor de Projetos e Operações na Briskcom, que ajuda a traduzir de forma simples como essa rede funciona, o que acontece quando ela falha e por que, mesmo com o avanço de tecnologias mais rápidas, como a Starlink, soluções tradicionais ainda são indispensáveis em muitos cenários. Você também vai conferir: Google lança IA por voz mais natural e quer mudar como você conversa com tecnologia, CNH pode mudar e dividir carros automáticos e manuais e Austrália usa drones para combater a infestação de ratos. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, Paulo Amaral e Vinicius Moschen, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Grupo será liderado pelo português Jorge Moreira da Silva, diretor-executivo do Escritório da ONU de Serviços para Projetos; iniciativa consolidará confiança entre países sobre saída diplomática para o conflito.
Neste episódio, Ricardo explica que projetos também envelhecem, não apenas com o tempo, mas também quando perdem energia, relevância e propósito. Muitos continuam sem questionar, mesmo diante de mudanças no mercado, na tecnologia e nas prioridades. Ele alerta que investimentos passados não justificam continuar, pois não garantem valor futuro. Sinais de envelhecimento incluem falta de clareza quanto ao propósito, baixa motivação da equipe e decisões baseadas em premissas antigas. Revisar ou até encerrar um projeto não é um fracasso, e sim demonstra liderança. Manter projetos “zumbis” consome recursos valiosos. Por isso, líderes devem avaliar constantemente se o projeto ainda faz sentido, gera valor e está alinhado à realidade atual. Escute o podcast para saber mais!
Fala, pirataria! Está no mar o nosso novo podcast! Neste episódio, Daniel Gomes de Carvalho (@danielgomesdecr) e Rafinha (@rafaverdasca) recebem a professora da UERJ, Daiane de Souza Alves (@daianes.alves), para uma conversa sobre a Confederação do Equador. Canal do História Pirata no YouTube: www.youtube.com/@historiapirata chave pix: podcast.historiapirata@gmail.com Livro do Prof. Daniel sobre a Revolução Francesa: www.editoracontexto.com.br/produto/rev…esa/5105603 Livro sobre Thomas Paine e a Revolução Francesa, download gratuito: www.academia.edu/127250233/Thomas…mes_de_Carvalho_ Livro O Jacobinismo e a Revolução Francesa, LF Editorial, preço reduzido: lfeditorial.com.br/produto/o-jacob…nGfGLZOZQ5PaeLh Esse episódio foi editado por: Marcos Sorrilha (@canaldosorrilha)
Algumas leis que estão sendo direcionadas para a proteção das mulheres estão sendo vistas como misóginas e têm gerado discussão no Congresso Nacional.Para falar sobre isso, recebemos Andrea Hoffmann, que comentou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres caso essas leis passem a valer. Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #DireitosDasMulheres #FimDaMisoginia #SegurancaNaInternet #ViolenciaDeGenero #JustiçaPorElas
Nova Acrópole é uma organização filosófica internacional sem fins lucrativos, presente em mais de 50 países e com mais de 100 sedes no Brasil desde 1984.Neste vídeo, a professora Kelly Aguiar apresenta de forma transparente o que a Nova Acrópole faz na prática: cursos de filosofia presenciais, projetos sociais, ações culturais, voluntariado e parcerias com instituições públicas como Ministério Público, Defensoria Pública, UNESCO e Bibliotecas Públicas.Se você pesquisou "Nova Acrópole é confiável" ou quer entender como a instituição funciona antes de se matricular, este vídeo foi feito para você.
Neste episódio, Ricardo fala sobre a importância de manter ritmo, e não histeria, para que os projetos sejam sustentáveis. Ele explica que muitas organizações confundem produtividade com um ambiente caótico, cheio de urgências, reuniões constantes e mudanças de prioridade. Esse cenário cria apenas a sensação de movimento, mas não garante progresso real. Para Ricardo, ritmo significa consistência, cadência e avanço contínuo com foco e energia, enquanto a histeria coloca o projeto em estado permanente de emergência. Isso gera cansaço, piora as decisões e reduz a qualidade do trabalho. Ele destaca que projetos são feitos por pessoas e que equipes exaustas perdem motivação e cometem mais erros. Por isso, líderes devem definir prioridades claras, respeitar a capacidade do time e criar um ambiente sustentável para alcançar resultados consistentes. Escute o podcast para saber mais!
O quanto um time tem a perder por ainda depender apenas de planilhas em processos críticos? Neste episódio, recebemos Thiago da Silva Gonçalves, Product Manager na Ânima Educação, e Gláucia Maria, Product Manager na dti digital. Eles detalham como a empresa transformou um problema operacional em uma iniciativa estratégica usando inteligência artificial. Além disso, compartilham como foi a jornada de migração de processos manuais para soluções digitais, os desafios de conformidade regulatória e como conseguiram resultados mensuráveis que mobilizaram toda a organização. Ficou curioso? Então, dê o play!Assuntos abordados: Migração de planilhas para soluções digitais; Conformidade regulatória do MEC; Projetos operacionais x estratégicos; Implementação de IA educacional; Governança e adoção tecnológica; Resultados com eficiência operacional; Prototipação e cocriação com negócio; Dashboards para decisões estratégicas. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.brOs Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #cases #inteligenciaartificial
Resolução não se aplica para quem já pagou a multa no caso da GTA e para cobranças anteriores a janeiro de 2026 , no caso do Fundeinfra
Neste episódio, Ricardo celebra o Dia Internacional da Mulher refletindo sobre a importância da diversidade em projetos. Ele explica que muitos projetos fracassam não por problemas técnicos, mas pelo group thinking, quando todos pensam da mesma forma e deixam de questionar decisões. Projetos complexos precisam de diferentes perspectivas, experiências e formas de interpretar riscos. Nesse contexto, a participação das mulheres contribui para melhorar a qualidade das decisões, a comunicação e o relacionamento com stakeholders. Ricardo destaca que diversidade não é apenas uma questão de justiça, mas de desempenho e inteligência coletiva. Quando mulheres têm espaço para participar, liderar, questionar e influenciar, os projetos tornam-se mais robustos. Ele conclui incentivando líderes a tratar a diversidade como um fator essencial para alcançar melhores resultados em projetos. Escute o podcast para saber mais!
Neste episódio, Ricardo afirma que o verdadeiro inimigo de um projeto não é o risco, mas a ilusão. Embora dediquemos muito esforço à gestão de riscos, muitos fracassos decorrem do autoengano coletivo: cronogramas otimistas e irreais, orçamentos ajustados para viabilizar o business case e escopos sustentáveis apenas no papel. Diferente da incerteza, que é natural em ambientes complexos, a ilusão é construída pela cultura organizacional e pela pressão por aprovação e velocidade. A falácia do planejamento nos leva a subestimar prazos e custos por incentivos e excesso de confiança. Liderança em projetos não é agradar, mas proteger a realidade, explicitar trade-offs e confrontar ilusões cedo. Projetos fracassam não pelo que sabemos, mas pelo que escolhemos ignorar. Escute o podcast para saber mais!
Durante a semana do Carnaval no Brasil, Ricardo relaciona celebração e gestão de projetos. O Carnaval, uma das maiores manifestações culturais do mundo, simboliza criatividade, energia, disciplina e meses de preparação. Por trás da música e dos desfiles existe planejamento estruturado, orçamento, ensaios e papéis bem definidos — assim como nos projetos. Porém, na vida profissional, as equipes frequentemente passam de um marco a outro sem celebrar conquistas. Projetos exigem resiliência, disciplina e sacrifício, e cada vitória merece reconhecimento. Celebrar não é perda de tempo; é combustível emocional. Reforça comportamentos positivos, fortalece o senso de pertencimento, reduz o esgotamento e evidencia o progresso. Assim como no Carnaval, projetos bem-sucedidos entregam resultados e constroem equipes mais fortes e motivadas ao longo da jornada. Escute o podcast para saber mais!
Conversamos com a Mariana Neves, Head de Projetos da Corre Brasil. Bastidores da organização de corridas, desafios, estrutura, experiência do atleta e polêmicas do universo das provas de rua.https://www.instagram.com/correbrasil/https://www.correbrasil.com.br/ bn SEJA MEMBRO DO CANALUse nossos cupons de desconto:JUNGLE/PLANTPOWER - PFCDA NUTRI SABORES - PFCKEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10FOCO RADICAL - PFC10SPORTBR - PFC10CORRA BARATO - PFCCLUBE DE AUTORES - PFC10MARATONA DE FLORIPA 2026 - PFCLIVE! RUN XP - PFC15RSF PRO EVENTOS - PFC10
Neste episódio, Luan Moreno compartilha sua trajetória na área de dados, desde suas origens como DBA até sua ascensão como Lead Data Engineer. Ele discute a importância da formação, certificações e a transição para a engenharia de dados, além de compartilhar experiências interessantes em sua carreira, como o trabalho no lançamento do GTA V. Luan também enfatiza a relevância da comunidade e do networking, bem como a necessidade de soft skills, como comunicação, no ambiente de trabalho. Ele apresenta sua metodologia de aprendizado, o método GEAR, que combina teoria e prática, e reflete sobre a pressão e o estresse no trabalho, destacando a importância de ter suporte e mentores.A comunidade é essencial para o crescimento profissional.A formação acadêmica é uma das várias formas de alcançar o sucesso.A pressão inicial na carreira pode moldar a forma como lidaremos com os desafios futuros.A comunicação é uma habilidade crucial no mercado de trabalho.A metodologia GEAR combina teoria e prática para um aprendizado eficaz.A constância no estudo é fundamental para o sucesso.Mentores podem acelerar o aprendizado e a carreira.Projetos solicitados são oportunidades de aprendizado.Networking é vital para oportunidades de carreira.A velocidade das mudanças tecnológicas exige adaptação constante. Luan Moreno = https://www.linkedin.com/in/luanmoreno/