Podcasts about Bahia

State of Brazil

  • 2,475PODCASTS
  • 13,809EPISODES
  • 32mAVG DURATION
  • 1DAILY NEW EPISODE
  • Mar 11, 2026LATEST
Bahia

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about Bahia

Show all podcasts related to bahia

Latest podcast episodes about Bahia

Flow Sport Club
BAHIA x VITÓRIA - Brasileirão FSC React

Flow Sport Club

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 95:56


React da partida entre Bahia x Vitória pela 5ª rodada do brasileirão.

História Preta
Luiz Gama | 1. Pai Contra Filho

História Preta

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 32:50


Em 1881, Luiz Gama liberta Francisco, menino escravizado pelo próprio pai, revivendo sua própria tragédia: vendido aos 10 anos pelo pai endividado através de documentos falsificados.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores.  Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: historiapreta@gmail.com LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA CASTILLO, Lisa Earl; ALBUQUERQUE, Wlamyra. Família, insurgências e contravenções: memória e história de Luiz Gama na Bahia. Afro-Ásia, Salvador, n. 71, pp. 1-49, 2025. GAMA, Luiz. Carta a Lúcio de Mendonça. São Paulo, 25 jul. 1880. In: LIMA, Bruno Rodrigues de (org.). Luiz Gama: obras completas. v. 8: Liberdade, 1880-1882. São Paulo: Hedra, 2021. pp. 59-68. LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. MENDONÇA, Lúcio de. Luiz Gama. In: LISBOA, José Maria (org.). Almanaque literário de São Paulo para o ano de 1881. São Paulo: Tipografia da Província, 1880. pp. 50-62. REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do Levante dos Malês em 1835. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.   APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com

Podcast 45 Minutos
BAHIA 2 X 1 VITÓRIA – BAHIA É CAMPEÃO ESTADUAL APÓS BATER O RIVAL VITÓRIA

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 86:26


Estamos #NOAR! Jean Lucas faz dois gols, Bahia vira para cima do Vitória e é o campeão baiano de 2026. Vem acompanhar!

Acerto de Contas
Parque do Albardão, indústria de celulose, rede de R$ 100 milhões, fábrica de caixas de som e mais, no Acerto de Contas

Acerto de Contas

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 49:23


Na pauta do programa Acerto de Contas, da Rádio Gaúcha:Apresentação: Giane Guerra- A surpresa do setor de energia eólica com a criação do Parque Nacional do Albardão - O risco de o RS perder a fábrica de celulose de R$ 27 bi- Rede que iniciou na rodoviária há 42 anos fatura R$ 100 milhões e abre 1º restaurante fora do RS- Com clientes que vão de igrejas à festa de Iemanjá na Bahia, fábrica de caixas acústicas é instalada no RS Produção: Isadora Terra e Diogo DuarteEdição de áudio: Fabrício Corrêa e Fernando BortolinPatrocínio: Shopping Total, Sindilojas Porto Alegre, Be8 e Corsan

Rádio JA
Sobrevoo #143 - SUS oferta teleatendimento para pessoas com vício em apostas, Bahia é afetada por instabilidade temporal, entre outras notícias.

Rádio JA

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 4:37


Atenção senhoras e senhores ouvintes! O nosso voo acabou de decolar! E o comando desse episódio foi a integrante Beatriz Paranhos. Neste voo abordamos as notícias sobre o SUS oferta teleatendimento para pessoas com vício em apostas, Bahia é afetada por instabilidade temporal, A prefeitura de Salvador fomenta inserção profissional ao público feminino. A nossa dica cultural de hoje, Verão Pé na Areia chega ao encerramento da sua primeira temporada neste sábado e domingo, dias 7 e 8, com uma programação especial em homenagem à mulher. Na Terceira Ponte da Praia de Jaguaribe, a galera de Salvador vai encontrar futevôlei, funcional, boxe, aulão de forronejo e show de pagode, tudo de graça, durante o dia, de frente pro mar.

Entrevistas Jornal Eldorado
Violência contra a mulher: estudo mostra 12 vítimas por dia em 2025 em nove Estados

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 10:02


A cada 24 horas, ao menos 12 mulheres foram vítimas de violência em 2025, nos nove estados monitorados pela Rede de Observatórios da Segurança: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. O dado foi revelado no novo boletim “Elas Vivem: a urgência da vida”, divulgado nesta sexta-feira, antevéspera do Dia Internacional da Mulher. Ao todo, foram registradas 4.558 mulheres vitimadas, o que representa um aumento de 9% em relação a 2024. Um dos destaques da pesquisa é o crescimento dos casos de violência sexual/estupro de 602 para 961, uma alta de 56,6%. O perfil das vítimas também é assustador: 56,5% eram crianças e adolescentes de 0 a 17 anos. A sexta edição do relatório ainda indica que 78,5% das violências foram cometidas por companheiros e ex-companheiros. Em entrevista à Rádio Eldorado, Francine Ribeiro, pesquisadora da Rede de Observatórios da Segurança, destacou a necessidade de melhorias nas redes de apoio e acolhimento das vítimas. “A dependência emocional e financeira dessas mulheres reforça esse ciclo de violência”, afirmou.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fotografie Neu Denken. Der Podcast.

In dieser Episode geht es um Isabelle Borges, die in Santiago do Bahia in Brasilien geboren wurde und heute in Berlin lebt. Sie war Teil der Hauptausstellung FACT/FAKE vom INTERNATIONALEN FESTIVAL FOTOGRAFISCHER BILDER von Ende November 2025 bis Anfang Februar 2026. Isabelle Borges wurde 1966 in Salvador, Brasilien geboren. Gemeinsam mit ihren Eltern lebte sie in verschiedenen brasilianischen Städten und in verschiedenen Ländern. So lebte sie lange in Brasilia in der Hauptstadt Brasiliens, die sie künstlerisch sehr prägte, und machte ihren Schulabschluss zum Beispiel in Brighton, Großbritannien. Sie studierte dann zunächst Sozialwissenschaften und anschließend Kunst in Rio de Janeiro. 1993 zog sie nach Köln und war u.a. Assistentin von Sigmar Polke. 1995 bis 1997 studierte sie an der Kunstakademie Düsseldorf bei Christian Megert. Ihre Arbeiten wurden bereits sehr zahlreich international ausgestellt. Sie lebt und arbeitet in Berlin. https://www.isabelleborges.com https://festival-fotografischer-bilder.de/ Kommende Ausstellungen: Frank Taal Galerie - Rotterdam Unfolding Voids – Isabelle Borges 1. März bis 18. April 2026 https://franktaal.art/ ++ Art Rotterdam 27. - 29. März 2026 https://www.artrotterdam.com ++ Ab 12 April 2026 Solo Exhibition Entanglement Enlace Art - Galerie , Lima, Peru http://www.enlaceart.com - - - Episoden-Cover-Gestaltung: Andy Scholz Episoden-Cover-Foto: David Hausmann - - - Link zu unserem Newsletter: https://deutscherfotobuchpreis.de/newsletter/ - - - Idee, Produktion, Redaktion, Moderation, Schnitt, Ton, Musik: Andy Scholz Der Podcast ist eine Produktion von STUDIO ANDY SCHOLZ 2020-2025. Andy Scholz wurde 1971 in Varel geboren. Er studierte Philosophie und Medienwissenschaften an der Universität Düsseldorf, Kunst und Design an der HBK Braunschweig und Fotografie/Fototheorie an der Folkwang Universität der Künste in Essen. Er ist freier Künstler, Autor und Dozent. Seit 2012 unterrichtet er an verschiedenen Instituten, u.a.: Universität Regensburg, Fachhochschule Würzburg, North Dakota State University in Fargo (USA), Philipps-Universität Marburg, Ruhr Universität Bochum, Pädagogische Hochschule Ludwigsburg. 2016 wurde er berufenes Mitglied in der Deutschen Gesellschaft für Photographie (DGPh). Seit 2016 ist er künstlerischer Leiter und Kurator vom INTERNATIONALEN FESTIVAL FOTOGRAFISCHER BILDER, das er gemeinsam mit Martin Rosner gründete. Im ersten Lockdown im Juni 2020 begann er mit dem Podcast und seit 2022 ist er Organisationsleiter vom Deutschen Fotobuchpreis, der ins INTERNATIONALE FESTIVAL FOTOGRAFISCHER BILDER in Regensburg integriert wurde. Er lebt und arbeitet in Essen (Ruhrgebiet). https://fotografieneudenken.de/ https://www.instagram.com/fotografieneudenken/ https://festival-fotografischer-bilder.de/ https://www.instagram.com/festivalfotografischerbilder/ https://deutscherfotobuchpreis.de/ https://www.instagram.com/deutscher_fotobuchpreis/ https://andyscholz.com/ https://www.instagram.com/scholzandy/

Reportagem
‘Aqui não há percepção de que a mulher pode jogar futebol', diz brasileira que atua na Arábia Saudita

Reportagem

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 7:20


Os tradicionais centros do futebol mundial ganharam um concorrente nos últimos anos. As atenções não estão mais divididas apenas entre sul-americanos e europeus. A Arábia Saudita, que vai sediar a Copa do Mundo de 2034, surge como um dos principais mercados emergentes do futebol. O país tem atraído cada vez mais jogadores estrangeiros: Roberto Firmino, Cristiano Ronaldo, Benzema e Sadio Mané são alguns dos principais nomes que desfilam seus talentos em gramados árabes. Marcio Arruda, da RFI em Paris Mas o país não chama a atenção somente de jogadores da modalidade masculina. O campeonato feminino tem atraído cada vez mais mulheres estrangeiras. A liga feminina, chamada de Saudi Women's Premier League, reúne atualmente oito clubes; e seis contam com brasileiras em seus elencos. Uma delas é a mineira Letícia Nunes, que ainda busca seu espaço na seleção brasileira. Enquanto sonha em ser chamada pelo técnico do Brasil, Arthur Elias, a atacante de 28 anos tem se firmado como uma das principais jogadoras do Al-Ittihad Jeddah. Em entrevista ao jornalista da RFI, Marco Martins, a jogadora destacou o bom momento que vive no futebol. “Já é minha segunda temporada aqui na Arábia Saudita. Eu venho de uma temporada boa no ano passado, quando fiz muitos gols. Na atual temporada, o grupo encaixou melhor e temos tido mais vitórias e mais empates, que tem sido um pouco diferente da passada. Acredito que o futebol saudita está numa evolução. Como o grupo está melhorando, o individual também melhora”, afirmou Letícia. Leia tambémBrasil vai sediar a Copa do Mundo Feminina de futebol em 2027 Na última rodada do campeonato saudita, o Al-Ittihad Jeddah venceu o Al-Hilal por 3 a 1. O terceiro gol foi da brasileira, que já tem três na atual temporada. Com a vitória, o time de Letícia assumiu a vice-liderança da liga. “A pretensão da gente é ficar no top 4. Claro, sempre a ideia é ser campeão, acho que nenhuma equipe entra num campeonato sem pensar em ser campeão. Porém, temos um time aqui que é muito forte, que é o Al-Nassr e está disparado na frente da tabela. Mas, de início, é ficar entre os três ou quatro primeiros colocados”, revelou a atacante brasileira. Antes de se destacar na Arábia Saudita, Letícia ganhou projeção no Brasil atuando no futebol mineiro. “Tive uma passagem pelo Ipatinga, que é um time do interior de Minas Gerais. Eu me destaquei lá e fui vista pelo América Mineiro", lembrou. "Na minha opinião, foi no América Mineiro que eu vivi o melhor momento da minha carreira, fazendo muitos gols e tendo muitas participações nos jogos. De lá eu fui para o Bahia, onde também tive uma experiência muito boa. Tanto que eu fui a primeira jogadora do departamento feminino do Bahia a ser vendida para um clube do exterior. De Salvador, eu vim direto para cá” No futebol árabe desde agosto de 2024, Letícia falou das dificuldades que enfrentou em sua primeira experiência fora do Brasil. “Para mim foi um pouco impactante, mas sempre fui corajosa e sem medo dos desafios. Quando cheguei aqui, a cultura e as vestimentas chamaram muito minha atenção. Na rua, todas as pessoas usam roupas semelhantes; as mulheres não mostram o rosto nem o corpo, algo bem diferente da nossa realidade no Brasil", comparou.  "A vida social praticamente não existe para mim. Então, meu convívio é mais com as meninas do clube e as pessoas do trabalho. O lado positivo é que é um lugar muito tranquilo e seguro, onde você tem tempo para fazer suas coisas. E é nisso que eu tento me apegar” “Eu acho que foi algo muito bom para mim. Antes eu não tinha contato com a língua inglesa e hoje eu falo inglês e espanhol. Se por acaso no futuro eu tiver uma oportunidade de ir para algum clube da Europa ou dos Estados Unidos, eu acho que a escolha será muito mais fácil", afirmou Letícia. Experiência gratificante Atualmente, muitas jogadoras brasileiras atuam em gramados europeus. Na França, por exemplo, três jogadoras da seleção do Brasil são destaques em seus clubes: a lateral Isabela e a meia Yaya vestem a camisa do Paris Saint-Germain, enquanto que a zagueira Tarciane é titular no Lyon. "Vir para a Arábia Saudita me deu a chance de evoluir como pessoa. Então, para mim, toda essa experiência é gratificante”, disse a camisa 9 do Al-Ittihad Jeddah. A aventura no futebol da Arábia Saudita tem valido a pena para Letícia e considera que deu um salto financeiro na carreira. "Na minha opinião, a parte financeira daqui é muito melhor do que no Brasil. Isso me trouxe uma estabilidade financeira, que para mim era algo que me incomodava no Brasil em relação ao tempo que ainda tenho na minha carreira e ao que eu poderia conquistar. Aqui eu consegui uma boa estabilidade para eu ficar tranquila. Quando você sabe que está num clube estruturado, tudo isso conta. Hoje eu vejo que isso me ajudou muito”, afirmou. A atacante brasileira contou que as mulheres ainda buscam espaço nesse esporte no país, que só autorizou a entrada de torcedoras em estádios e arenas para assistir a jogos de futebol a partir de 2018. “A torcida comparece, sim, mas se fizermos uma comparação entre um jogo do masculino e outro do feminino, a diferença é grotesca. O futebol feminino aqui na Arábia Saudita ainda precisa evoluir muito. Por ser um país fechado, aqui as pessoas não têm a percepção de que a mulher pode jogar futebol. E eu acho que isso impacta ainda mais se compararmos com Portugal, Brasil ou França. A gente vê que isso é mais comum nesses países; é algo mais natural entre as pessoas”, contou a atacante brasileira. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil A aceitação de mulheres no futebol é uma realidade no Brasil, que conta com jogadoras talentosas, como Bia Zaneratto, Gabi Zanotti e Duda Sampaio, entre outras, e clubes vitoriosos, como o Corinthians, atual vice-campeão intercontinental. Ainda assim, Letícia disse que as jogadoras ainda atravessam incertezas em suas carreiras. “Hoje, no Brasil, eu acredito que os campeonatos estão muito consolidados. Mas, por outro lado, há muita incerteza. Eu conheço muitas atletas que passam por dificuldades: estão em um clube e logo depois estão desempregadas. Querendo ou não, isso é algo complicado porque passa pela parte financeira e psicológica. Eu agradeço ter tido essa oportunidade ao clube Al-Ittihad Jeddah e também à treinadora brasileira Linsey Camila, porque foi ela quem abriu esse caminho para mim” Além de Letícia Nunes, a liga feminina da Arábia Saudita conta com as brasileiras Kathellen (lateral do Al-Nassr), Duda Francelino (meia do Al-Nassr), Rayanne (lateral do Al-Qadsiah), Adriana Maga (atacante do Al-Qadsiah), Aline Reis (goleira do Al-Ula), Tuani (zagueira do Al-Ula), Jaine Lemke (meia do Al-Ula), Priscila Hellen (lateral do Neom) e Keikei (goleira do Eastern Flames). Mesmo que lentamente, o futebol feminino ganha força na Arábia Saudita e, aos poucos, se consolida no cenário mundial. Esta é a quarta edição da Saudi Women's Premier League. O Al-Nassr, que conquistou todos os três títulos da liga feminina saudita disputados até hoje, é o líder da atual temporada com 30 pontos conquistados em 11 rodadas (10 vitórias e 1 derrota). O Al-Ittihad Jeddah da Letícia está na segunda colocação do campeonato, a oito pontos da liderança (7 vitórias, 1 empate e 3 derrotas).

Os Pingos nos Is
TCU investiga festas do Master / Alcolumbre mantém quebra de sigilo

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 119:50


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (03):O Tribunal de Contas da União solicitou ao Judiciário acesso a possíveis provas que indiquem o envolvimento de autoridades de alto escalão em festas promovidas por Daniel Vorcaro em Trancoso, na Bahia. O pedido ocorre após o Ministério Público requisitar a identificação de procuradores, juízes e outras autoridades que teriam frequentado os eventos privados do banqueiro. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) respondeu às críticas sobre ter viajado, durante a campanha de 2022, em um jatinho pertencente a uma empresa que tinha Daniel Vorcaro como um dos sócios. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que não teria como prever problemas futuros envolvendo o empresário e ironizou a cobrança, comparando a situação a perguntar a um motorista de aplicativo se ele cometerá crimes no futuro. A Organização das Nações Unidas contrariou as acusações feitas por Estados Unidos e Israel e afirmou que o Irã não estava próximo de produzir uma arma nuclear. A declaração foi dada pelo diretor da agência de fiscalização nuclear da ONU, que reconheceu a existência de material sensível e falhas de transparência, mas afirmou que nunca houve evidências de um programa estruturado para fabricar armamento nuclear. Segundo ele, não cabe à agência julgar intenções. Um grupo de juristas, empresários e representantes da sociedade civil realizou um ato na Faculdade de Direito da USP em defesa da criação de um código de ética para ministros dos tribunais superiores. A carta, intitulada “Ninguém Acima da Lei”, aponta preocupação com a integridade institucional e defende a responsabilização por eventuais desvios, preservando as garantias do Estado de Direito. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, recusou o pedido da base governista para anular a votação da CPMI do INSS e manteve a quebra de sigilos de Fábio Lins Lula da Silva, o Lulinha. Segundo ele, não houve desrespeito ao regimento ou à Constituição que justificasse intervenção no resultado. A decisão ocorre após sessão marcada por bate-boca entre parlamentares aliados do Planalto. A defesa de Lulinha nega qualquer envolvimento nas irregularidades investigadas. Dois jovens acusados de participar do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos foram presos no Rio de Janeiro. Segundo a polícia, eles se apresentaram voluntariamente após mandados de prisão serem expedidos. Outros dois suspeitos seguem foragidos. O crime ocorreu no fim de janeiro e é investigado pela Polícia Civil. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) protocolou no Senado uma Proposta de Emenda à Constituição para acabar com a reeleição para presidente da República. A iniciativa já conta com mais assinaturas do que o mínimo necessário para tramitação. Segundo o parlamentar, a reeleição estimula campanhas permanentes e desvia o foco da gestão. O texto ainda precisará passar pela CCJ e por votação em dois turnos no plenário. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Fim do Dia
Mortes aumentam no Irã e Bahia decreta emergência após chuvas intensas #1209

Fim do Dia

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 4:43


O Aos Fatos desta terça-feira (3) destaca a escalada da ofensiva militar de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Segundo o Crescente Vermelho, o número de mortos já chega a 787 no território iraniano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país “não está onde gostaria” em relação ao estoque de armamentos de ponta, mas declarou possuir suprimento “praticamente ilimitado” de armas de médio alcance e que “guerras podem ser travadas ‘para sempre' e com muito sucesso”.

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro
SC: agricultores em alerta com expansão da cigarrinha-do-milho

Portal Agrolink o maior produtor de conteúdo Agro

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 19:00


Conflito no Oriente Médio amplia incertezas no mercado internacional e preço do frete marítimo pode subir com possível fechamento do Estreito de Ormuz. Estudantes da Bahia desenvolveram novo inseticida para lavouras a partir da mamona. Colheita da soja pressiona fretes e aquece mercado logístico no país, com alta nas principais rotas, impulsionada por safra recorde e disputa por transporte entre oleaginosa e milho armazenado. Com elevado número de cigarrinhas-do-milho no ambiente, produtores de Santa Catarina devem intensificar manejo para safrinha. Tempo: regiões Norte e Nordeste devem ter dia marcado por chuvas fortes e temporais.

Podcast : Escola do Amor Responde
3280# Escola do Amor Responde (no ar 02.03.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 23:39


Neste programa da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso compartilhou um trecho de uma palestra recente da Terapia do Amor, no Templo de Salomão (SP), em que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, explicaram o que é ser uma pessoa inteira, ao contrário de ser uma pessoa quebrada. Entenda o que isso quer dizer. Inclusive, confira o programa na íntegra pelo UNIVER Vídeo. Não acredita mais Logo em seguida, um aluno – que não quis se identificar – disse que está divorciado, após 23 anos de casado, e tem dois filhos. Ele saiu do estado em que morava, na Bahia, para se mudar para o Rio de Janeiro. Após alguns meses, ele conheceu outra pessoa e começou a gostar dela, até que os dois resolveram se casar. Contudo, no decorrer do tempo, ele descobriu que essa pessoa não levava uma vida correta, como manter relações com homens casados.Os dois sempre têm discussões, inclusive porque ele percebeu curtidas de homens nas publicações dela. Ele disse que iria embora, mas não sabe o que fazer realmente. A companheira disse que se arrepende e que quer mudar, só que ele não acredita. O aluno comentou que não viu mudanças e perguntou como proceder nessa situação.Está inseguro Ainda hoje, outro aluno comentou que está casado e descobriu, recentemente, uma traição da esposa com um colega de trabalho dela. Os dois conversaram e resolveram dar mais uma chance para o relacionamento. Ela está em período de férias e retornará na semana que vem, e isso o deixa inseguro.O aluno disse que gostaria que ela saísse da empresa, ainda que eles fiquem com uma renda a menos. Ele perguntou se deve ser radical e terminar o relacionamento, já que ela tem demonstrado que o trabalho e a vida dela são mais importantes que a vida a dois do casal, ou se deve confiar e deixar que ela continue no mesmo trabalho.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Segue o BAba
Segue o BAba #250 - Ba-Vi em dose dupla que vale título e tranquilidade

Segue o BAba

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 35:34


Deu a lógica nas semifinais do Campeonato Baiano. Bahia e Vitória cumpriram com suas obrigações, passaram por Juazeirense e Jacuipense e vão se enfrentar na grande decisão pelo terceiro ano seguido. Vai ser o Ba-Vi 506, mas que rapidamente vai dar lugar ao 507, já que as duas equipes voltam a se enfrentar dias depois em outro válido clássico, desta vez pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Podcast analisa como chegam as equipes, projeta escalações e debate a tentativa do Rubro-Negro em ter a volta da torcida mista.

Podcast 45 Minutos
BAHIA 4 X 2 JUAZEIRENSE – SOB PROTESTOS DA TORCIDA, BAHIA VENCE

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 50:49


Estamos #NOAR! Sob protestos da torcida, Bahia vence Juazeirense e garante vaga na final do Baiano. Vem acompanhar!

JORNAL DA RECORD
JORNAL DA RECORD | 26/02/2026

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 46:40


Confira na edição do Jornal da Record desta quinta-feira (26): CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de filho de Lula e sessão é suspensa por briga entre parlamentares. Volta a chover forte na Zona da Mata mineira e moradores de áreas de risco entram em desespero. O relato da mulher que se agarrou a um poste e escapou da enxurrada. E o drama que quem perdeu parentes na tragédia das chuvas. Um dos bicheiros mais procurados do RJ é preso em casa de luxo. Torcedor chileno é detido por ato racista em jogo contra o Bahia, em Salvador.

Cultura
Exposição 'Encontros e Dissonâncias', em Paris, explora relação entre Ricardo Ribenboim e Frans Krajcberg

Cultura

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 9:53


O Espaço Frans Krajcberg, em Paris, apresenta até 11 de abril a exposição "Encontros e Dissonâncias", que reúne obras do artista brasileiro Ricardo Ribenboim. A mostra destaca a relação construída ao longo de quase três décadas entre ele e Krajcberg — uma convivência marcada pela amizade, parcerias no meio cultural e pelo engajamento ambiental. Daniella Franco, da RFI A exposição integra o terceiro ciclo do projeto “Frans Krajcberg visto por”, que celebra os amigos que caminharam ao lado do artista nascido na Polônia, naturalizado brasileiro e falecido no Rio de Janeiro, em 2017. Entre eles está Ricardo Ribenboim, que conheceu Krajcberg em 1992, durante a Eco-92, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Desde então, os dois passaram a entrelaçar suas trajetórias e lutas — mesmo que a afinidade artística entre ambos nem sempre tenha sido linear. Em entrevista à RFI, Ricardo Ribenboim explicou de onde partiu a ideia que guia a exposição. "Encontros porque em muita identidade em todos os momentos onde eu produzo e meus diálogos, conversas e relações próximas que eu tive com Krajcberg ao longo do tempo. Dissonâncias são as diferenças que cada um tem no olhar sobre a questão do meio ambiente", diz.  Enquanto Krajcberg tinha uma relação intrínseca com a floresta e priorizava em seu trabalho o uso do material bruto, Ribenboim foca na transformação da matéria para transformá-la em memória. "Para Krajcberg, as árvores eram praticamente a família dele. E, para mim, o uso do que eu chamo de 'rastros dos restos' em grande parte do meu trabalho são essas apropriações de coisas que eu trago da natureza e do espaço urbano. Isso vai se compondo ao longo do tempo", reitera.  19 obras de Ribenboim Ricardo Ribenboim trouxe para Paris um conjunto de 19 obras, mas a abertura da exposição foi impactada por um contratempo: algumas peças ficaram retidas na alfândega em Paris. Liberadas nesta primeira semana da mostra, o público finalmente pode conferir este panorama que evoca diferentes momentos da carreira do artista e seu engajamento ambiental. Algumas telas, feitas com lonas, denunciam as ocupações indevidas, o garimpo ilegal, a poluição dos rios e as queimadas na Amazônia. Uma das obras também homenageia o Museu Nacional do Rio, destruído por um trágico incêndio em 2018.  Ricardo Ribenboim estruturou a exposição em três núcleos: o primeiro trata de questões relacionadas à Amazônia, o segundo destaca o resgate de materiais da natureza e do meio urbano e o último é a exibição de um vídeo sobre sua intervenção na Eco 92, "Bólides Marinhos", que utilizou mil infláveis na praia de Ipanema. Outros dois vídeos exibidos no Espaço Krajcberg abordam a instalação "Continente-Conteúdo", exposta primeiramente no Museu de Arte Moderna da Bahia, em 2004, e mais de 20 anos depois no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro.  Segundo Ricardo, a escultura feita com cobre e cabalaça exposta na mostra é o trabalho que mais o conecta com Frans Krajcberg. "Ele era muito família para a gente, mas ele não podia ter esse sentimento da família, para ele isso era uma coisa mais complicada. Mas ele sempre foi muito contundente com relação ao ser humano", relembra.  Associação dos Amigos  Embora mantivesse uma visão profundamente crítica do ser humano — frequentemente percebido por ele como um agente de devastação da natureza — Krajcberg atribuía grande importância às relações que cultivava. Essas conexões, construídas ao longo de décadas de convivência e militância, tornaram‑se decisivas para a preservação de sua memória e para a continuidade de sua obra.  Essa, aliás, é a ideia da Associação dos Amigos de Frans Krajcberg, concebida pelo próprio artista e dirigida pela arqueóloga e conservadora-geral do Patrimônio da Cidade de Paris Sylvie Depondt. "Ele gostava muito de seus amigos, por isso reuniu nessa associação as pessoas mais próximas dele: foi uma vontade dele dar voz a seus amigos", diz.  A exemplo de Ribenboim, são as conexões que Krajcberg fez durante sua carreira que contribuem para enriquecer os arquivos sobre sua vida e suas obras. O objetivo, segundo Depondt, é "manter sua presença na História da arte do século 21 e transmitir seu engajamento e sua revolta junto às gerações, sejam elas atuais ou futuras". 

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – LIBERTADORES – BAHIA 2 X 1 O'HIGGINS-CHI

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 75:25


Estamos #NOAR! Bahia faz gol cedo, mas joga mal no 2ª tempo e cai nos pênaltis para o O'Higgins na Copa Libertadores. Vem acompanhar!

Linha de Passe
Bahia cai na Libertadores, Botafogo avança, e Palmeiras se mantém no topo do Brasileirão - Linha de Passe

Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 85:06


Nesta quarta-feira (25), nossos comentaristas repercutiram as partidas que agitaram a noite pelo Brasileirão e na Libertadores. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Flow Sport Club
BAHIA x O'HIGGINS - Pré Libertadores FSC React

Flow Sport Club

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 59:51


React da partida de volta entre Bahia x O'Higgins pela pré libertadores.

react higgins bahia pr libertadores
Podcast 45 Minutos

Análise pós-jogo das partidas entre Fortaleza x Ferroviário, válida pelo jogo de volta da Semifinal do Campeonato Cearense, e Atlético-BA x Bahia, válida pela última rodada da 1ª fase do Campeonato Baiano. Vem com a turma! Fortaleza supera o Ferroviário mais uma vez e garante a vaga na final do Campeonato Cearense. Mais um triunfo, […]

Everyone Talks To Liz Claman – FOX News Radio
The Sweet Sting of Success: How Mike's Hot Honey Built a $60M Empire

Everyone Talks To Liz Claman – FOX News Radio

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 32:00


After tasting a jar of chili-infused honey at a local pizzeria in Bahia, Brazil, the founder of Mike's Hot Honey, Mike Kurtz, spent a year obsessively tinkering with batches to recreate that taste. Mike reveals the unglamorous "midnight hustle" of his early days, bottling honey by hand in a Brooklyn pizza kitchen while working a music industry day job. Mike explains how he disrupted a "sleepy" grocery aisle, landed a massive Walmart deal from a small-town garage, and scaled his "sweet heat" into a household name found in 30,000 stores nationwide. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Brasil Paralelo | Podcast
OS BASTIDORES DAS FESTAS DE LUXO DE DANIEL VORCARO

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 10:59


Trancoso, sul da Bahia. O que parecia ser apenas o refúgio de luxo de um bilionário revelou-se, segundo investigações, o epicentro de uma sofisticada engrenagem de influência e poder. Daniel Vorcaro, o nome por trás do Banco Master, tornou-se alvo de escrutínio após relatórios da Polícia Federal e mensagens judiciais apontarem para festas extravagantes apelidadas de "Cine Trancoso". Neste vídeo conheça os bastidores de uma investigação que apura se a intimidade e o luxo foram utilizados como moeda de troca no entorno de Vorcaro. O cardápio incluía vinhos de 50 mil reais, acompanhantes estrangeiras para garantir o "isolamento informativo" e a proibição rigorosa de celulares — exceto, supostamente, o do próprio anfitrião.

Podcast 45 Minutos
VITÓRIA 1 X 0 BAHIA DE FEIRA – VITÓRIA VENCE E ENCAMINHA VAGA NA SEMIFINAL DO BAIANÃO

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 45:56


Estamos #NOAR! Vitória peca na pontaria, mas vence Bahia de Feira e encaminha vaga na semifinal do Baianão. Vem acompanhar!

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – O’HIGGINS 1X0 BAHIA – LIBERTADORES – 2ª FASE – INVENCIBILIDADE CAI NA PIOR HORA POSSÍVEL

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 79:38


Linha de Passe
Bahia e Botafogo perdem e saem atrás na segunda fase da Libertadores - Linha de Passe

Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 88:39


Nesta quarta-feira (18), nossos comentaristas repercutiram as partidas de ida pela segunda fase preliminar do torneio continental. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – CEARENSE & BAIANO – FERROVIÁRIO 0 X 2 FORTALEZA – BAHIA 2 X 2 JACUIPENSE – 45 MINUTOS

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 84:55


Tudo sobre Ferroviário x Fortaleza e uma análise geral sobre a atual situação do Bahia. Vem com a turma!

Café com Crime
188 | O ESQUARTEJADO DOS BARRIS: o crime que chocou Salvador no Carnaval

Café com Crime

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 57:57


O Carnaval de Salvador, Bahia, parou em 1991 quando o corpo esquartejado de um homem foi encontrado em sacos de lixo perto do centro da cidade. A investigação logo encontrou um assassino confesso, mas dúvidas sobre como e quem realmente cometeu o crime seguem até hoje.-Insider com desconto usando o cupom CAFECOMCRIME: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://creators.insiderstore.com.br/CAFECOMCRIME⁠⁠⁠⁠-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://umapenca.com/cafecomcrime/ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠-Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 04 de março de 2026.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteiro por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoRoteiro e pesquisa for Ana Paula Almeida

Morning Show
PT nega pré-campanha no desfile em homenagem a Lula

Morning Show

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 118:46


Confira no Morning Show desta terça-feira (17): O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT) na Sapucaí (RJ) segue dando o que falar. O Partido dos Trabalhadores, no qual o presidente faz parte, negou que a apresentação foi uma campanha antecipada e alegou que teve caráter exclusivamente artístico. A Polícia Federal deflagrou uma operação para investigar servidores da Receita Federal suspeitos de quebrar ilegalmente o sigilo financeiro e fiscal de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares. O repórter David de Tarso traz as informações detalhando que a ação cumpre quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT) na Sapucaí (RJ) segue dando o que falar. Nesta segunda-feira (16), diversos políticos da oposição publicaram ilustrações geradas por inteligência artificial em resposta a uma das alas da agremiação. A escola apresentou uma ala batizada de “neoconservadores em conserva”. A fantasia era composta por uma lata estampada com o desenho de uma família tradicional (formada por pai, mãe e duas crianças), em claro tom de sátira política.Em retaliação à provocação na avenida, parlamentares e influenciadores de direita abraçaram o termo "famílias em conserva". O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) aproveitou o desfile em homenagem a Lula (PT) para fazer críticas à apresentação.Tarcísio sugeriu sobre o conceito de “dois pesos, duas medidas”, sugerindo que a direita sofreria mais consequências com o desfile, enquanto a esquerda não teve problemas relacionados ao evento. Uma forte temporal atingiu a região metropolitana de São Paulo na tarde de segunda-feira (16), trazendo transtornos e caos para a cidade. A chuva intensa causou diversos pontos de alagamento, deixando pessoas ilhadas e arrastando carros pela correnteza. A cidade de Guarulhos foi um dos locais com o maior registro de ocorrências. A Enel registrou cerca de 90 mil imóveis sem energia elétrica. Houve também queda de granizo em bairros como Pirituba, Santana e São Miguel Paulista. Um novo projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de Cuiabá (MT) promete gerar amplo debate sobre a segurança pública. A proposta autoriza a comercialização, a posse e o porte de spray de pimenta para mulheres a partir dos 16 anos de idade na capital mato-grossense. Para adquirir o produto, a mulher precisará apresentar documento com foto, comprovante de residência e um atestado de antecedentes criminais provando não ter passagem por homicídio. No caso de jovens entre 16 e 18 anos, a compra só será permitida com a autorização legal do responsável. O governador Romeu Zema (Novo) voltou a afirmar em entrevista ao Morning Show, que vai abrir uma ação judicial contra a Acadêmicos de Niterói, escola de samba carioca que desfilou no último domingo (15), com um enredo em homenagem ao presidente Lula (PT). Uma nova pesquisa divulgada pela Serasa revelou que o custo médio de vida no Brasil atingiu a marca de R$ 3.520 mensais. O estudo aponta que quase 60% de todo o orçamento familiar fica comprometido apenas com despesas essenciais, como compras de supermercado, contas básicas e moradia. O estado de São Paulo aparece como o terceiro mais caro da federação, exigindo em média R$ 4.270 por mês para segurar as despesas básicas. A capital paulista fica atrás apenas do Distrito Federal e do Paraná. O Carnaval está chegando ao fim e, com a aproximação da Quarta-feira de Cinzas, a realidade bate à porta de muitos foliões: é hora de lidar com a famosa ressaca e o cansaço acumulado. Para ajudar na missão, o Morning Show conversa com o nutricionista Gian Eidler. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

JORNAL DA RECORD
17/02/2026 | 3ª Edição: Operação da Polícia Federal investiga vazamento de dados da Receita sobre ministros do STF

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 3:19


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Federal investiga um suposto vazamento de dados da Receita Federal sobre ministros do Supremo Tribunal Federal e familiares. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A operação foi determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes. E ainda: Bombeiros do Rio de Janeiro já fizeram mais de mil resgates no mar durante o feriado.

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – VASCO 0 X 1 BAHIA – TRIUNFO TRICOLOR EM SÃO JANUÁRIO. MAIS UMA DO BAHIA FORA DE CASA!

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 67:37


Análise pós-jogo da partida entre Vasco x Bahia, válida pela 3ª rodada da Série A. O Bahia conquista mais um triunfo fora de casa na Série A, dorme na vice liderança e comemora excelente início na competição. Vem com a turma conferir a análise do Esquadrão. Estão neste programa Fábio Hermano e Ravel Pinheiro. Na […]

AstroFabulous with Nadiya Shah
JUPITER IN LEO June 2026- July 2027 With Hanna Tarajura

AstroFabulous with Nadiya Shah

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 65:19


NEW! 2026 MARCH SPEAKER SERIES! RENOWNED LUMINARIES, ONLY THE BEST OF THE BEST! SIGN UP BEFORE FEB 28TH TO CHOOSE YOUR TUITION RATE!Learn More & Sign up now at synchronicityuniversity.comPrepare to be captivated by the extraordinary minds of these Renowned Luminaries! Brace yourself for a transformative journey into the realms of astrology, led by the incomparable STEVEN FORREST, a true legend in the field, and the best-selling author Melissa Cynova.Class 1: Jill Loftis: Understanding the Void of Course MoonClass 2: Alex Ruiz - The Lot of Victory and Nemesis: Hope & BurdenClass 3: Steven Forrest - The Story Started Before You Were BornClass 4: Hanna Tanajura - Jupiter in Leo: Awakening Your Sovereign SelfClass 5: Melissa Cynova: Grounding And Centering in Tough TimesJupiter, the great benefactor of the Zodiac, enters Leo, expanding the heart, creativity, purpose and personal calling. This powerful cycle supports growth, leadership, visibility, and the birth of passion-driven projects. In this class, you'll learn how to work consciously with Jupiter in Leo, maximizing its opportunities, navigating its challenges, and understanding the key dates that shape this transit. We'll explore Jupiter through the houses to uncover where growth and opportunity are unfolding for you. Where in your chart is Jupiter in Leo igniting creative expansion, inviting you to be seen, and calling you to lead from the heart? Hanna Tanajura is an Evolutionary astrologer, teacher, and ceremonialist based in Chicago, originally from the vibrant cultural landscape of Bahia, Brasil. She is certified in Evolutionary Astrology through the Maurice Fernandez School, and her work weaves astrology with psychology, spirituality, and soul-centered guidance, offering a deeply intuitive and purpose-driven approach to astrological practice. Deeply devoted to the reawakening of ancient feminine wisdom, Hanna integrates astrology, storytelling, and sacred remembrance as pathways to Soulful transformation.​Website:https://www.HannaTanajura.com​Be Social: To interact and be in the loop on astrological happenings and inspirations... 'Like' me here: http://www.facebook.com/nadiyashahdotcomhttps://www.facebook.com/synchronicityuniversity'Follow' me here: http://twitter.com/nadiyashah'Follow' me here: http://nadiyashah.bsky.social'Follow" me here: http://instagram.com/nadiyashah http://instagram.com/nadiya_shahhttps://www.instagram.com/synchronicityuniversity/'Follow" me here: https://www.threads.net/@nadiya_shah'Follow' me here: https://www.tiktok.com/@nadiya.shahThank You for watching!*N.

GE Vasco
GE Vasco #446 - Por que o time começou tão mal o Brasileiro?

GE Vasco

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 59:54


Episódio analisa a atuação vascaína na derrota para o Bahia. Diniz continua em alta com a diretoria? Coutinho deve ser titular indiscutível? E os reforços? Dá o play!

Flow Sport Club
VASCO x BAHIA - Brasileirão FSC React

Flow Sport Club

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 149:45


React da partida entre Vasco x Bahia pela 3ª rodada do brasileirão.

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

Linha de Passe
Grande vitória do São Paulo, Bahia triunfando contra o Vasco e empate dramática entre Atlético-MG e Remo

Linha de Passe

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 80:34


No programa desta quarta-feira, nossos comentaristas falaram sobre tudo que rolou nessa rodada de Brasileirão. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

JORNAL DA RECORD
11/02/2026 | 3ª Edição: PF faz operação contra criminosos que dopavam vítimas para cometer crimes sexuais

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 4:01


Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Federal fez uma operação, em cinco estados, para combater crimes sexuais. A ação aconteceu em São Paulo, no Ceará, Paraná, Santa Catarina e na Bahia. Três suspeitos foram presos. Os criminosos dopavam vítimas para produzir imagens de conteúdo sexual, que depois eram vendidas e expostas na internet. E ainda: Polícia fecha camarote em Salvador (BA) por suspeita de lavagem de dinheiro.

Brazuca Sounds
Brazuca Sounds #90: Vinícius de Moraes e Baden Powel - Os Afro-Sambas (1966)

Brazuca Sounds

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 40:46


In episode #90, we explored one of the most revered albums in Brazilian music history. Recorded live between January 3rd and 6th, 1966, Os Afro-Sambas has endured decades of change and upheaval in Brazil's musical landscape. The unlikely duo behind it—Baden Powell, a 24-year-old virtuoso guitarist of poor Afro-Brazilian origins, and Vinícius de Moraes, 51, celebrated white-diplomat songwriter of Garota de Ipanema and Chega de Saudade—first met in a Rio nightclub in 1961. Widely regarded as the first album to fuse bossa nova's signature instruments—guitar, bass, flute—with Afro-religious rhythms, Os Afro-Sambas was born after Baden traveled to Bahia to conduct extensive research in candomblé temples.Recorded in a basement studio in downtown Rio during a torrential rainstorm, the sessions help explain why Vinícius' vocals sometimes sound notably nasal. Or, according to various legends, perhaps because they reportedly went through more than 2,300 bottles of whisky over those four days of recording. In this episode, we took a deep dive into the album's history, analyzing its lyrics, music, and the context of its creation, including audio excerpts from interviews and documentaries.Among the videos I have shared in this episode:Baden Powell plays on the TV show Ensaio - TV Cultura (1967) Baden Powell plays "Tempo de Amor" for Saravah documentaryBaden & Vinícius play Berimbau/Canto de Ossanha (1979)Follow our updated playlist on Spotify: "⁠Soundtrack: Brazuca Sounds⁠". Every song we've ever playedon the show!

JORNAL DA RECORD
09/02/2026 | 3ª Edição: Aluna morre após passar mal em aula de natação em academia de São Paulo

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 4:00


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Foi enterrado, nesta segunda-feira (9), o corpo da mulher que morreu depois de uma aula de natação em uma academia, em São Paulo. Segundo a polícia, ela foi intoxicada por cloro. Juliana Faustino, de 27 anos, passou mal pouco depois de entrar na piscina, no sábado (7), e sofreu uma parada cardiorrespiratória. Ela estava com o marido, que também teria sido intoxicado. Ele está internado em estado grave. Um adolescente, de 14 anos, também está na UTI; outras duas vítimas já receberam alta. A polícia apontou que a inalação de gases tóxicos, gerados pela mistura inadequada de produtos químicos em um ambiente fechado, provocou a morte. Imagens da câmera de segurança mostram o manobrista da academia manipulando os produtos. Ele seria o responsável pela manutenção da piscina. Em seguida, ele coloca o balde com a mistura ao lado da piscina. Dez minutos depois, os alunos começam a passar mal. E ainda: Reconhecimento facial ajuda a prender cinco foragidos da Justiça na Bahia.

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – ESTADUAL – JUAZEIRENSE 1 X 1 BAHIA

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 47:12


Everaldo marca, mas Bahia fica no empate com a Juazeirense e perde 100% no Campeonato Baiano. Vem acompanhar!

Podcast 45 Minutos
BAHIA 1 X 1 FLUMINENSE – EM JOGO DE ALTO NÍVEL, FÍSICO E TÉCNICO, OS TRICOLORES FICAM NO EMPATE

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 64:45


Análise pós-jogo da partida entre Bahia x Fluminense, válida pela 2ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Vem com a turma! Em jogo movimentadíssimo, o Bahia sai atrás mas consegue buscar o empate diante do Fluminense na Fonte Nova. Com o empate o Bahia não está mais 100% no ano de 2026. Estão neste […]

GE Fluminense
GE Fluminense #505 - Empate “amargo” e frustração por Árias: Flu segue no mercado em busca de atacante

GE Fluminense

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 55:29


Gustavo Garcia, Cauê Rademaker, Phill e Jéssica Maldonado analisam atuação contra o Bahia, o acerto de Árias com o Palmeiras e o interesse do atacante Denis Bouanga, dos Los Angeles FC. DÁ O PLAY!

Estadão Notícias
Caso Master: todo mundo se encontrava - e não fazia nada de errado. Ninguém punha na agenda | Estadão Analisa

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 54:19


No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala como o caso Master ter vindo para ficar pode condicionar o debate público, suas entranhas mostradas como capítulos de um folhetim, hipótese em que o fato novo e imprevisível se tornaria agente gerador de instabilidades no chão sobre o qual se desenrolará a disputa eleitoral. Há motivos para considerar razoáveis as chances de o vulcão permanecer ativo, se, analisadas as informações, analisarmos também suas possíveis origens. A quem interessaria vazar que ministro do STF fumava charutos na casa de Vorcaro? A quem interessaria dar ciência a Brasília de que sabe gerir o tempo da distribuição das informações? A semana passada foi dedicada a lembrar que Lula recebeu o banqueiro fora da agenda, quando a pirâmide do banco já derretia, lembrado também que a história de construção desse castelo de cera passa pelos governos petistas na Bahia. Tudo verdade. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – ESTADUAIS – CEARÁ 4 X 0 HORIZONTE | BAHIA 3 X 1 PORTO/BA

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 104:07


Estamos #NOAR! Ceará impõe ritmo avassalador, controla partida e aplica goleada sobre o Horizonte pelo Cearense. Bahia vence o Porto-BA na Fonte Nova e garante vaga antecipada na semifinal do Campeonato Baiano. Vem acompanhar tudo com a turma!

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – 1ª RODADA SÉRIE A – VITÓRIA 2 X 0 REMO – CORINTHIANS 1 X 2 BAHIA – 45 MINUTOS

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 132:51


Tem Série A 2026 na área! Análise pós-jogo das partidas entre Vitória x Remo e Corinthians x Bahia, válidas pela 1ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Depois de 17 anos, o Vitória quebra o tabu e consegue vencer na estreia da Série A. Análise das atuações do Remo nesta volta pro Brasileirão. Time […]

Podcast 45 Minutos
TIERLIST DA SÉRIE A: BAHIA NO G6, VITÓRIA EM XEQUE… DUVIDAMOS DO MIRASSOL DE NOVO

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 68:07


A Série A entrou no debate no 45 Minutos com uma tierlist completa dos times do Brasileirão. Onde o Bahia realmente se encaixa? O Vitória corre riscos em 2026? E, mais uma vez, o Mirassol virou motivo de dúvida na mesa.Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Ravel Pinheiro analisam forças, elencos, contextos e projeções para a […]

Podcast 45 Minutos
MARINHO NO VITÓRIA | BAHIA MIRA JR SANTOS | DEYVERSON NA LDU | SPORT TENTA CLAUDINHO E MAIS

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 74:03


O mercado da bola segue agitado no futebol nordestino e sul-americano. O Vitória negocia com Marinho, o Bahia observa a situação de Júnior Santos, Deyverson anunciado na LDU e o Sport tenta avançar por Claudinho, além de outras movimentações importantes. Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os bastidores, a viabilidade das negociações e o impacto […]

GE Corinthians
GE Corinthians #507  - Timão joga bem, mas é derrotado para o Bahia na estreia do Brasileirão 

GE Corinthians

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 53:42


O começo do Corinthians no Campeonato Brasileiro não foi positivo. Jogando como mandante na Vila Belmiro, o Timão foi derrotado pelo Bahia, por 2 a 1, depois de sair vencendo. Nesta edição do podcast, os jornalistas João Pedro Brandão e o Voz da Torcida, Careca Bertaglia, analisam o desempenho da equipe e repercutem as declarações do técnico Dorival Júnior pedindo reforços. Na sequência da temporada, o Alvinegro decide a Supercopa Rei contra o Flamengo, em Brasília. Já o time feminino encara o Arsenal, em Londres, pela taça da Copa das Campeãs.

Podcast 45 Minutos
PÓS-JOGO – ESTADUAL – VITÓRIA 0 X 1 BAHIA | FERROVIÁRIO X CEARÁ

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 174:16


Estamos #NOAR! Bahia derrota Vitória no Barradão e mantém 100% de aproveitamento no Baianão. Em noite inspirada, Ceará goleia o Ferroviário pela segunda fase do Cearense Vem acompanhar!

Podcast 45 Minutos
BAHIA REINA EM 2025 E LIDERA 11 DE 13 RANKINGS DO NORDESTE NA HISTÓRIA DO BRASILEIRO

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 23:50


O Bahia encerrou 2025 no topo — e não foi só dentro de campo. O Tricolor passou a liderar 11 dos 13 rankings históricos do Nordeste no Campeonato Brasileiro, consolidando uma hegemonia construída ao longo das décadas. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os números, explicam os critérios dos rankings e debatem o […]

Who? Weekly
Loli Bahia, Jenny Lewis & Maggie Rogers?

Who? Weekly

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 63:41


Hello Wholigans! On today's episode of Who's There, our weekly call-in show, we begin by revealing WHO is underneath the giant croissant heads on The Masked Singer before taking your calls about Rosalía's seemingly alleged new potential girlfriend Loli Bahia, Jenny Lewis's wedding (to her dog), Sammi Sheen's feud with her sister over her mom's new live-in housekeeper (?), Maggie Rogers's Who/Them status, and more! Bob even takes the time to bury the hatchet with one of his biggest nemeses. Call 619.WHO.THEM to leave questions, comments & concerns, and we may play your call on a future episode. Support us and get a ton of bonus content over on ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Patreon.com/WhoWeekly⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠. To learn more about listener data and our privacy practices visit: https://www.audacyinc.com/privacy-policy Learn more about your ad choices. Visit https://podcastchoices.com/adchoices