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Análise pós-jogo das partidas entre Fortaleza x Ferroviário, válida pelo jogo de volta da Semifinal do Campeonato Cearense, e Atlético-BA x Bahia, válida pela última rodada da 1ª fase do Campeonato Baiano. Vem com a turma! Fortaleza supera o Ferroviário mais uma vez e garante a vaga na final do Campeonato Cearense. Mais um triunfo, […]
After tasting a jar of chili-infused honey at a local pizzeria in Bahia, Brazil, the founder of Mike's Hot Honey, Mike Kurtz, spent a year obsessively tinkering with batches to recreate that taste. Mike reveals the unglamorous "midnight hustle" of his early days, bottling honey by hand in a Brooklyn pizza kitchen while working a music industry day job. Mike explains how he disrupted a "sleepy" grocery aisle, landed a massive Walmart deal from a small-town garage, and scaled his "sweet heat" into a household name found in 30,000 stores nationwide. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Estamos #NOAR! Vitória peca na pontaria, mas vence Bahia de Feira e encaminha vaga na semifinal do Baianão. Vem acompanhar!
En la edición de Los Tenores de este jueves 19 de febrero, nuestros panelistas analizaron las claves del triunfo de O’Higgins sobre Bahia por la fase 2 de la Copa Libertadores, para lo cual charlaron con el autor del gol de los “celestes”, Francisco González. Leonardo Burgueño, Danilo Díaz, Cristian Arcos, Andrés Fernández y Víctor Cruces también desmenuzaron la decisión de Colo Colo de cerrar su mercado de fichajes antes del plazo final para incorporar jugadores, además de los problemas físicos que presenta Javier Correa. Además, escucharon al director de Azul Azul, Andrés Weintraub, respecto al presente de la U de Chile y la preparación de la UC para recibir a Coquimbo Unido. Revive la edición de Los Tenores de este jueves 19 de febrero y no te pierdas ningún detalle del “clásico de las dos”, que tuvo una nueva versión del “11 de Manolo”, esta vez en alusión a los “Therians”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tudo sobre Ferroviário x Fortaleza e uma análise geral sobre a atual situação do Bahia. Vem com a turma!
O Carnaval de Salvador, Bahia, parou em 1991 quando o corpo esquartejado de um homem foi encontrado em sacos de lixo perto do centro da cidade. A investigação logo encontrou um assassino confesso, mas dúvidas sobre como e quem realmente cometeu o crime seguem até hoje.-Insider com desconto usando o cupom CAFECOMCRIME: https://creators.insiderstore.com.br/CAFECOMCRIME-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: https://umapenca.com/cafecomcrime/ -Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 04 de março de 2026.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteiro por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoRoteiro e pesquisa for Ana Paula Almeida
Confira no Morning Show desta terça-feira (17): O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT) na Sapucaí (RJ) segue dando o que falar. O Partido dos Trabalhadores, no qual o presidente faz parte, negou que a apresentação foi uma campanha antecipada e alegou que teve caráter exclusivamente artístico. A Polícia Federal deflagrou uma operação para investigar servidores da Receita Federal suspeitos de quebrar ilegalmente o sigilo financeiro e fiscal de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e de seus familiares. O repórter David de Tarso traz as informações detalhando que a ação cumpre quatro mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. O desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT) na Sapucaí (RJ) segue dando o que falar. Nesta segunda-feira (16), diversos políticos da oposição publicaram ilustrações geradas por inteligência artificial em resposta a uma das alas da agremiação. A escola apresentou uma ala batizada de “neoconservadores em conserva”. A fantasia era composta por uma lata estampada com o desenho de uma família tradicional (formada por pai, mãe e duas crianças), em claro tom de sátira política.Em retaliação à provocação na avenida, parlamentares e influenciadores de direita abraçaram o termo "famílias em conserva". O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) aproveitou o desfile em homenagem a Lula (PT) para fazer críticas à apresentação.Tarcísio sugeriu sobre o conceito de “dois pesos, duas medidas”, sugerindo que a direita sofreria mais consequências com o desfile, enquanto a esquerda não teve problemas relacionados ao evento. Uma forte temporal atingiu a região metropolitana de São Paulo na tarde de segunda-feira (16), trazendo transtornos e caos para a cidade. A chuva intensa causou diversos pontos de alagamento, deixando pessoas ilhadas e arrastando carros pela correnteza. A cidade de Guarulhos foi um dos locais com o maior registro de ocorrências. A Enel registrou cerca de 90 mil imóveis sem energia elétrica. Houve também queda de granizo em bairros como Pirituba, Santana e São Miguel Paulista. Um novo projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de Cuiabá (MT) promete gerar amplo debate sobre a segurança pública. A proposta autoriza a comercialização, a posse e o porte de spray de pimenta para mulheres a partir dos 16 anos de idade na capital mato-grossense. Para adquirir o produto, a mulher precisará apresentar documento com foto, comprovante de residência e um atestado de antecedentes criminais provando não ter passagem por homicídio. No caso de jovens entre 16 e 18 anos, a compra só será permitida com a autorização legal do responsável. O governador Romeu Zema (Novo) voltou a afirmar em entrevista ao Morning Show, que vai abrir uma ação judicial contra a Acadêmicos de Niterói, escola de samba carioca que desfilou no último domingo (15), com um enredo em homenagem ao presidente Lula (PT). Uma nova pesquisa divulgada pela Serasa revelou que o custo médio de vida no Brasil atingiu a marca de R$ 3.520 mensais. O estudo aponta que quase 60% de todo o orçamento familiar fica comprometido apenas com despesas essenciais, como compras de supermercado, contas básicas e moradia. O estado de São Paulo aparece como o terceiro mais caro da federação, exigindo em média R$ 4.270 por mês para segurar as despesas básicas. A capital paulista fica atrás apenas do Distrito Federal e do Paraná. O Carnaval está chegando ao fim e, com a aproximação da Quarta-feira de Cinzas, a realidade bate à porta de muitos foliões: é hora de lidar com a famosa ressaca e o cansaço acumulado. Para ajudar na missão, o Morning Show conversa com o nutricionista Gian Eidler. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Federal investiga um suposto vazamento de dados da Receita Federal sobre ministros do Supremo Tribunal Federal e familiares. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A operação foi determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes. E ainda: Bombeiros do Rio de Janeiro já fizeram mais de mil resgates no mar durante o feriado.
Se você, assim como eu, até gosta da folia, mas não tem paciência para blocos, blocões e bloquinhos, este episódio deste Podcast de Vendas vai te mostrar o Carnaval por um ângulo completamente diferente.Aqui no Podcast do Diego Maia, a gente fala de comportamento, vendas, empreendedorismo e leitura de mercado. E o Carnaval é um dos maiores laboratórios econômicos do Brasil.Enquanto milhões pulam, viajam e comemoram, bilhões circulam.O Carnaval movimenta entre R$ 12 bilhões e R$ 18 bilhões na economia brasileira, considerando turismo, hotelaria, transporte aéreo e rodoviário, bares, restaurantes, comércio formal e informal, eventos privados e grandes patrocínios de marca.Só o Rio de Janeiro gira algo entre R$ 5 e R$ 6 bilhões no período. Salvador e o estado da Bahia ultrapassam os R$ 6 bilhões. São Paulo passa dos R$ 3 bilhões. Minas Gerais já disputa cifras superiores a R$ 5 bilhões.Hotéis atingem ocupação próxima de 100%. Aeroportos operam no limite. Rodoviárias batem recordes. Milhões de brasileiros entram em deslocamento, criando um dos maiores fluxos migratórios temporários do país.O Brasil pode até “parar”. Mas o dinheiro não para. Ele muda de endereço.E é exatamente sobre isso que falamos neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia: comportamento coletivo, fluxo de pessoas, leitura de mercado e oportunidade.Porque venda acompanha movimento. Dinheiro segue fluxo. E quem entende comportamento humano vende mais.O Podcast do Diego Maia é considerado o podcast mais tradicional do Brasil na temática de vendas, veiculado diariamente desde 2009, sempre às 7h da manhã. São mais de 17 anos no ar, com milhares de episódios publicados ininterruptamente.Diego Maia é considerado pelo Google o palestrante de vendas mais contratado do Brasil. São 23 anos de experiência no mercado, mais de 1.600 palestras realizadas em todo o país, 8 livros publicados sobre vendas, liderança e comportamento, além de milhares de conteúdos produzidos para empreendedores e equipes comerciais.Ele é criador e fundador da CDPV – Companhia de Palestras, uma das principais agências de palestrantes do Brasil, especializada em curadoria de conteúdos corporativos e desenvolvimento de equipes comerciais.Neste episódio especial do Podcast de Vendas, Diego Maia mostra que o Carnaval é mais do que festa: é estratégia, timing, consumo em massa e comportamento coletivo em escala nacional.Se você é empreendedor, vendedor, gestor comercial ou simplesmente quer entender como o dinheiro circula no Brasil em um dos períodos mais intensos do ano, este episódio é para você.Carnaval não é só glitter. Não é só descanso. É um negócio de bilhões.E como aqui no início: depois da quarta-feira de cinzas, eu volto.Porque depois da folia, vem a realidade. E nela, quem sabe vender prospera.
Análise pós-jogo da partida entre Vasco x Bahia, válida pela 3ª rodada da Série A. O Bahia conquista mais um triunfo fora de casa na Série A, dorme na vice liderança e comemora excelente início na competição. Vem com a turma conferir a análise do Esquadrão. Estão neste programa Fábio Hermano e Ravel Pinheiro. Na […]
NEW! 2026 MARCH SPEAKER SERIES! RENOWNED LUMINARIES, ONLY THE BEST OF THE BEST! SIGN UP BEFORE FEB 28TH TO CHOOSE YOUR TUITION RATE!Learn More & Sign up now at synchronicityuniversity.comPrepare to be captivated by the extraordinary minds of these Renowned Luminaries! Brace yourself for a transformative journey into the realms of astrology, led by the incomparable STEVEN FORREST, a true legend in the field, and the best-selling author Melissa Cynova.Class 1: Jill Loftis: Understanding the Void of Course MoonClass 2: Alex Ruiz - The Lot of Victory and Nemesis: Hope & BurdenClass 3: Steven Forrest - The Story Started Before You Were BornClass 4: Hanna Tanajura - Jupiter in Leo: Awakening Your Sovereign SelfClass 5: Melissa Cynova: Grounding And Centering in Tough TimesJupiter, the great benefactor of the Zodiac, enters Leo, expanding the heart, creativity, purpose and personal calling. This powerful cycle supports growth, leadership, visibility, and the birth of passion-driven projects. In this class, you'll learn how to work consciously with Jupiter in Leo, maximizing its opportunities, navigating its challenges, and understanding the key dates that shape this transit. We'll explore Jupiter through the houses to uncover where growth and opportunity are unfolding for you. Where in your chart is Jupiter in Leo igniting creative expansion, inviting you to be seen, and calling you to lead from the heart? Hanna Tanajura is an Evolutionary astrologer, teacher, and ceremonialist based in Chicago, originally from the vibrant cultural landscape of Bahia, Brasil. She is certified in Evolutionary Astrology through the Maurice Fernandez School, and her work weaves astrology with psychology, spirituality, and soul-centered guidance, offering a deeply intuitive and purpose-driven approach to astrological practice. Deeply devoted to the reawakening of ancient feminine wisdom, Hanna integrates astrology, storytelling, and sacred remembrance as pathways to Soulful transformation.Website:https://www.HannaTanajura.comBe Social: To interact and be in the loop on astrological happenings and inspirations... 'Like' me here: http://www.facebook.com/nadiyashahdotcomhttps://www.facebook.com/synchronicityuniversity'Follow' me here: http://twitter.com/nadiyashah'Follow' me here: http://nadiyashah.bsky.social'Follow" me here: http://instagram.com/nadiyashah http://instagram.com/nadiya_shahhttps://www.instagram.com/synchronicityuniversity/'Follow" me here: https://www.threads.net/@nadiya_shah'Follow' me here: https://www.tiktok.com/@nadiya.shahThank You for watching!*N.
Episódio analisa a atuação vascaína na derrota para o Bahia. Diniz continua em alta com a diretoria? Coutinho deve ser titular indiscutível? E os reforços? Dá o play!
React da partida entre Vasco x Bahia pela 3ª rodada do brasileirão.
No programa desta quarta-feira, nossos comentaristas falaram sobre tudo que rolou nessa rodada de Brasileirão. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Federal fez uma operação, em cinco estados, para combater crimes sexuais. A ação aconteceu em São Paulo, no Ceará, Paraná, Santa Catarina e na Bahia. Três suspeitos foram presos. Os criminosos dopavam vítimas para produzir imagens de conteúdo sexual, que depois eram vendidas e expostas na internet. E ainda: Polícia fecha camarote em Salvador (BA) por suspeita de lavagem de dinheiro.
In episode #90, we explored one of the most revered albums in Brazilian music history. Recorded live between January 3rd and 6th, 1966, Os Afro-Sambas has endured decades of change and upheaval in Brazil's musical landscape. The unlikely duo behind it—Baden Powell, a 24-year-old virtuoso guitarist of poor Afro-Brazilian origins, and Vinícius de Moraes, 51, celebrated white-diplomat songwriter of Garota de Ipanema and Chega de Saudade—first met in a Rio nightclub in 1961. Widely regarded as the first album to fuse bossa nova's signature instruments—guitar, bass, flute—with Afro-religious rhythms, Os Afro-Sambas was born after Baden traveled to Bahia to conduct extensive research in candomblé temples.Recorded in a basement studio in downtown Rio during a torrential rainstorm, the sessions help explain why Vinícius' vocals sometimes sound notably nasal. Or, according to various legends, perhaps because they reportedly went through more than 2,300 bottles of whisky over those four days of recording. In this episode, we took a deep dive into the album's history, analyzing its lyrics, music, and the context of its creation, including audio excerpts from interviews and documentaries.Among the videos I have shared in this episode:Baden Powell plays on the TV show Ensaio - TV Cultura (1967) Baden Powell plays "Tempo de Amor" for Saravah documentaryBaden & Vinícius play Berimbau/Canto de Ossanha (1979)Follow our updated playlist on Spotify: "Soundtrack: Brazuca Sounds". Every song we've ever playedon the show!
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Foi enterrado, nesta segunda-feira (9), o corpo da mulher que morreu depois de uma aula de natação em uma academia, em São Paulo. Segundo a polícia, ela foi intoxicada por cloro. Juliana Faustino, de 27 anos, passou mal pouco depois de entrar na piscina, no sábado (7), e sofreu uma parada cardiorrespiratória. Ela estava com o marido, que também teria sido intoxicado. Ele está internado em estado grave. Um adolescente, de 14 anos, também está na UTI; outras duas vítimas já receberam alta. A polícia apontou que a inalação de gases tóxicos, gerados pela mistura inadequada de produtos químicos em um ambiente fechado, provocou a morte. Imagens da câmera de segurança mostram o manobrista da academia manipulando os produtos. Ele seria o responsável pela manutenção da piscina. Em seguida, ele coloca o balde com a mistura ao lado da piscina. Dez minutos depois, os alunos começam a passar mal. E ainda: Reconhecimento facial ajuda a prender cinco foragidos da Justiça na Bahia.
Tem três problemas e uma sapiência no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no sábado, durante a reunião de aniversário do PT, na Bahia. A sapiência é que ele entendeu que a militância estava de salto alto. Já os problemas...See omnystudio.com/listener for privacy information.
Everaldo marca, mas Bahia fica no empate com a Juazeirense e perde 100% no Campeonato Baiano. Vem acompanhar!
Confira na edição do Jornal da Record deste sábado (07): Adolescente agredido por piloto, morre depois de ficar 16 dias internado no Distrito Federal. No Rio de Janeiro, câmera flagra momento em que tubulação estoura em estação de tratamento de água. Queda de andaime mata ambulante em Copacabana. Em viagem a Bahia, presidente Lula diz que eleição será guerra. Zelensky afirma que Donald Trump deu prazo até junho para que Ucrânia e Rússia encerrem guerra. No futebol, São Paulo e Primavera se enfrentam, por vaga nas quartas de final do Paulistão. Na série especial, mais de R$ 12 milhões em brinquedos falsificados são apreendidos no Porto de Santos.
Análise pós-jogo da partida entre Bahia x Fluminense, válida pela 2ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Vem com a turma! Em jogo movimentadíssimo, o Bahia sai atrás mas consegue buscar o empate diante do Fluminense na Fonte Nova. Com o empate o Bahia não está mais 100% no ano de 2026. Estão neste […]
Gustavo Garcia, Cauê Rademaker, Phill e Jéssica Maldonado analisam atuação contra o Bahia, o acerto de Árias com o Palmeiras e o interesse do atacante Denis Bouanga, dos Los Angeles FC. DÁ O PLAY!
NESTA EDIÇÃO. Justiça suspende liminares que isentavam distribuidoras de cumprir o RenovaBio. ANP libera Petrobras para retomar perfuração na Foz do Amazonas. Problemas em série na Refinaria de Mataripe acendem alerta para abastecimento na Bahia. União Europeia, Estados Unidos e Japão intensificam cooperação em minerais críticos. Weg vai construir fábrica de baterias em SC. ***Locução gerada por IA
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 04, Carlos Andreazza fala como o caso Master ter vindo para ficar pode condicionar o debate público, suas entranhas mostradas como capítulos de um folhetim, hipótese em que o fato novo e imprevisível se tornaria agente gerador de instabilidades no chão sobre o qual se desenrolará a disputa eleitoral. Há motivos para considerar razoáveis as chances de o vulcão permanecer ativo, se, analisadas as informações, analisarmos também suas possíveis origens. A quem interessaria vazar que ministro do STF fumava charutos na casa de Vorcaro? A quem interessaria dar ciência a Brasília de que sabe gerir o tempo da distribuição das informações? A semana passada foi dedicada a lembrar que Lula recebeu o banqueiro fora da agenda, quando a pirâmide do banco já derretia, lembrado também que a história de construção desse castelo de cera passa pelos governos petistas na Bahia. Tudo verdade. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Ministério Público de Santa Catarina recebeu, na tarde desta quarta-feira (4), o relatório das investigações da Polícia Civil sobre as denúncias de maus-tratos ao cão Orelha, em Florianópolis. A polícia de Santa Catarina concluiu a investigação e pediu a internação do adolescente. E ainda: Polícia descobre fábrica clandestina que transformava armas de airsoft em armamento letal na Bahia.
Estamos #NOAR! Ceará impõe ritmo avassalador, controla partida e aplica goleada sobre o Horizonte pelo Cearense. Bahia vence o Porto-BA na Fonte Nova e garante vaga antecipada na semifinal do Campeonato Baiano. Vem acompanhar tudo com a turma!
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (30): O governo dos Estados Unidos está recebendo em Washington autoridades dos setores de defesa e inteligência de Israel e da Arábia Saudita para reuniões separadas sobre o Irã, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Os encontros ocorrem em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, com o envio de mais navios de guerra americanos para a região e declarações do presidente Donald Trump pressionando Teerã a negociar um acordo nuclear. O governo do Irã acusou a União Europeia de hipocrisia e prometeu reagir após o bloco incluir a Guarda Revolucionária na lista de organizações terroristas. Em comunicado, a chancelaria iraniana classificou a medida como um “movimento perigoso”. O anúncio foi feito pela chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, em meio às críticas internacionais à repressão de protestos no país. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou, em entrevista ao Jornal Jovem Pan, que o partido terá candidatura própria à Presidência da República em 2026 e descartou a realização de prévias internas para definir o nome. Segundo ele, a escolha será construída politicamente conforme o cenário evoluir. Com a entrada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a legenda passa a ter três possíveis candidatos: além dele, Ratinho Júnior e Eduardo Leite. Kassab destacou que o objetivo é garantir protagonismo independente e oferecer uma alternativa ao eleitorado. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que a secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, será indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o comando do ministério a partir de abril. Costa pretende deixar o cargo em março para concorrer a uma vaga no Senado pela Bahia. José Maria Trindade comentou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende conversar com o Irã e disse esperar não precisar usar “navios grandes e poderosos” contra o país. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, com movimentações militares e pressões diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que Gabriel Galípolo percebeu o “tamanho do problema” envolvendo o caso Master e declarou que não houve diálogo entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda sobre o tema durante a gestão de Roberto Campos Neto. Segundo Haddad, a falta de comunicação entre as instituições marcou o período anterior e diferenciou a condução atual. A decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de permanecer no estado para disputar a reeleição intensificou as articulações e a disputa pela vaga de vice na chapa. Três nomes estão no páreo: o atual vice Felício Ramuth, o secretário Gilberto Kassab e o presidente da Alesp, André do Prado. Aliados indicam que a tendência é manter o posto com o PSD, conforme acordo firmado em 2022, mas o PL pressiona para ocupar o espaço, alegando força de bancada e ligação direta com o bolsonarismo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar o período de Carnaval para participar de eventos em Recife, Salvador e Rio de Janeiro. A movimentação é vista por aliados como parte de uma estratégia de presença pública e articulação política. A definição do candidato ao governo de Minas Gerais apoiado pelo presidente Lula ainda é incerta entre aliados do Planalto. Apesar da preferência do presidente pelo nome do senador Rodrigo Pacheco, o cenário político no estado segue indefinido. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O empresário Sérgio Nahas — preso na Bahia 24 anos depois do assassinato da esposa — foi transferido para São Paulo. O avião da Polícia Civil que trouxe o empresário pousou no início da tarde no aeroporto Campo de Marte, na zona norte da capital paulista. Nahas foi preso em 17 de janeiro, na Praia do Forte, na Bahia, após ser identificado por câmeras de segurança. Ele estava foragido há mais de um ano, depois de ter sido condenado pelo assassinato de Fernanda Orfali, sua esposa, no apartamento do casal, em 2002. Na época, Nahas alegou suicídio, mas as investigações apontaram homicídio doloso, com intenção de matar. O empresário foi condenado a oito anos de prisão e cumprirá a pena na penitenciária de Potim, no interior do estado. E ainda: Presidente Lula passa por cirurgia de catarata em Brasília (DF) e recebe alta.
Tem Série A 2026 na área! Análise pós-jogo das partidas entre Vitória x Remo e Corinthians x Bahia, válidas pela 1ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Depois de 17 anos, o Vitória quebra o tabu e consegue vencer na estreia da Série A. Análise das atuações do Remo nesta volta pro Brasileirão. Time […]
A Série A entrou no debate no 45 Minutos com uma tierlist completa dos times do Brasileirão. Onde o Bahia realmente se encaixa? O Vitória corre riscos em 2026? E, mais uma vez, o Mirassol virou motivo de dúvida na mesa.Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Ravel Pinheiro analisam forças, elencos, contextos e projeções para a […]
O mercado da bola segue agitado no futebol nordestino e sul-americano. O Vitória negocia com Marinho, o Bahia observa a situação de Júnior Santos, Deyverson anunciado na LDU e o Sport tenta avançar por Claudinho, além de outras movimentações importantes. Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os bastidores, a viabilidade das negociações e o impacto […]
O começo do Corinthians no Campeonato Brasileiro não foi positivo. Jogando como mandante na Vila Belmiro, o Timão foi derrotado pelo Bahia, por 2 a 1, depois de sair vencendo. Nesta edição do podcast, os jornalistas João Pedro Brandão e o Voz da Torcida, Careca Bertaglia, analisam o desempenho da equipe e repercutem as declarações do técnico Dorival Júnior pedindo reforços. Na sequência da temporada, o Alvinegro decide a Supercopa Rei contra o Flamengo, em Brasília. Já o time feminino encara o Arsenal, em Londres, pela taça da Copa das Campeãs.
O Bate-Pronto de hoje repercutirá os jogos de ontem pela 1ª rodada do Brasileirão. Na principal partida da noite, o São Paulo surpreendeu, afastou a má fase e venceu o Flamengo de virada no Morumbi. Em Belo Horizonte, o Palmeiras falhou demais na defesa e empatou por 2 a 2 com o Atlético-MG. Já na Vila Belmiro, o Corinthians vacilou e foi derrotado pelo Bahia de Rogério Ceni.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo divulgou um balanço que mostra queda nos roubos, mas o aumento dos casos de feminicídio. Os dados revelam que os roubos caíram no estado e na capital ao longo de 2025. Na cidade de São Paulo, a redução foi de 14,6%, com quase 17 mil ocorrências a menos. No estado, a queda chegou a quase 17%, o menor número desde 2001. No entanto, o balanço também revela um número alarmante sobre os casos de feminicídio, que cresceram mais de 8% em 2025, com 266 mulheres assassinadas. A SSP diz que tem ampliado medidas de prevenção e proteção às vítimas. E ainda: Tentativa de resgate em presídio da Bahia termina com oito suspeitos mortos.
Estamos #NOAR! Bahia derrota Vitória no Barradão e mantém 100% de aproveitamento no Baianão. Em noite inspirada, Ceará goleia o Ferroviário pela segunda fase do Cearense Vem acompanhar!
#sessionLive qui voyage de Salvador de Bahia à Lisbonne, en passant par Barcelone ! Tigana Santana, 1er invité de la #SessionLive en trio Chanteur, compositeur, guitariste, né dans la ville afro-brésilienne de Salvador à Bahia, Tiganá Santana excelle de talents tant dans la musique que dans sa carrière de philosophe et chercheur. L'ancestralité et la culture africaine inspirent la musique de cet artiste polyglotte, premier artiste brésilien à chanter et composer en langues africaines comme le kikongo et kimbundu d'Angola et du Congo. Sa plume et sa voix s'exercent aussi, avec le même brio, dans les sonorités de sa langue portugaise natale, en espagnol ou encore en anglais, ou français. S'il est souvent appelé « le Nick Drake brésilien », c'est certainement grâce à son univers très intimiste et à sa voix chaude et rauque. Caçada Noturna, septième album de Tiganá Santana, enregistré à Serpa, dans les terres portugaises, avec les musiciens et amis Leonardo Mendes et Ldson Galter, est basé sur des instruments à cordes, concrétisant ainsi un projet que Tiganá attendait depuis un certain temps. Titres interprétés au grand studio - Muloloki Live RFI - Nkongo, extrait de Caçada Noturna (2024) - Flor Destinada (effleurer le destin) Live RFI. Line Up : Tigana Santana (chant, guitare), Zé Luis Nascimento (percussions) et Leonardo Mendes (guitare). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant ► Album Caçada Noturna (Ajabu ! 2024) Site - YouTube - Instagram. Puis nous recevons Lina & Marco Mezquida pour la sortie de O Fado. La rencontre entre LINA_, l'une des voix les plus incarnées du fado contemporain, et Marco Mezquida, pianiste catalan virtuose, s'est imposée comme une évidence. Tous deux partagent un amour de la liberté musicale, une exigence artistique sans compromis et une sensibilité à fleur de peau. Dès leur première session en studio, la magie opère : le piano devient le prolongement naturel de la voix, et la voix se déploie dans le souffle du clavier. « Marco a apporté une grande légèreté à ma musique. Avec lui, je me sens libre et profondément écoutée », confie LINA_. De cette alchimie, naît un premier EP, O Fado, sorti en mars 2025, salué pour sa manière de faire dialoguer tradition et modernité. Portés par cet élan, les deux artistes prolongent leur collaboration avec un album du même nom de douze titres où ils explorent un répertoire mêlant compositions originales, réinterprétations et morceaux méconnus. Ils proposent une nouvelle lecture de Fado da Defesa (avec un poème d'António Calém, une musique de José António Sabrosa, rendu célèbre par Maria Teresa de Noronha), ainsi que de Gota d'Água de Flávio Gil. LINA_ signe également des compositions sur des textes de Florbela Espanca, Miguel Torga, Sueli Costa, Álvaro Duarte Simões ou encore Luís de Andrade et explore même la langue castillane avec El Rosario de Mi Madre (Mário Cavagnaro) et No Volveré (Ernesto Cortázar / Manuel Esperón), où elle perçoit des affinités naturelles avec le fado. Titres interprétés au grand studio - O Fado Live RFI - Lisboa Dos Menjericos, extrait de l'labum - Não é Fácil o Live RFI. Line Up : Lina (chant), Marco Mezquida (piano). Son : Mathias Taylor, Benoît Letirant. ► Album O Fado (Galileo 2025). Viavox - YouTube - Marco Mezquida site. Mezquida Instagram - LINA site.
Diretor de Futebol do Bahia é o convidado do programa Bola da Vez desta semana. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O Bahia encerrou 2025 no topo — e não foi só dentro de campo. O Tricolor passou a liderar 11 dos 13 rankings históricos do Nordeste no Campeonato Brasileiro, consolidando uma hegemonia construída ao longo das décadas. No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam os números, explicam os critérios dos rankings e debatem o […]
Antes do clássico, Bahia goleia o Barcelona de Ilhéus e segue com 100% de aproveitamento no estadual. Vem acompanhar tudo com a turma!
Peace & Blessings y'all! We're still in the tropical fats and we're getting into PALM OIL! One of our FAVE fats, one that is nutritious and culturally significant. Can't wait for you to join in this wonderful dialogue with us!As always, we want to thank you for all of your support, in all the ways! Sources and what's discussed in the pod:00:00 Introduction and Land Acknowledgements01:56 What's in Your Medicine Bag?- 09:31 The Power of Shirodara and Nourishment- 13:15 Spirituality and Community Healing - Ifa and community25:31 Exploring Red Palm Oil and Its Significance- (docuseries) Street Food Latin America - Salvador, Bahia, Brazil - Candomblé- (nih/Ghana Medical Journey article) Coconut oil and palm oil's role in nutrition, health and national development: A review- (documentary) Red Palm Oil: A Ghanaian Tradition55:31 Cultural Implications of Food and Health- Nigeria & the west01:07:05 Bougie Auntie Word of Advice and Closing ThoughtsKeywordsPetty Herbalist, herbal medicine, red palm oil, Shirodara, African spirituality, Ayurvedic practices, community healing, ancestral wisdom, food as medicine, cultural identity
Análise pós-jogo das partidas entre Bahia x Galícia, Ceará x Iguatu e Santa Cruz x Vitória-PE. Vem com a turma! Bahia aciona o seu elenco principal e tem mais um passeio no parque. Kauê Furquim marca pela primeira vez no profissional para público de mais de 20 mil na Fonte Nova. Ceará sai na frente […]
Hello Wholigans! On today's episode of Who's There, our weekly call-in show, we begin by revealing WHO is underneath the giant croissant heads on The Masked Singer before taking your calls about Rosalía's seemingly alleged new potential girlfriend Loli Bahia, Jenny Lewis's wedding (to her dog), Sammi Sheen's feud with her sister over her mom's new live-in housekeeper (?), Maggie Rogers's Who/Them status, and more! Bob even takes the time to bury the hatchet with one of his biggest nemeses. Call 619.WHO.THEM to leave questions, comments & concerns, and we may play your call on a future episode. Support us and get a ton of bonus content over on Patreon.com/WhoWeekly. To learn more about listener data and our privacy practices visit: https://www.audacyinc.com/privacy-policy Learn more about your ad choices. Visit https://podcastchoices.com/adchoices
El grupo francés Beyond Brazilian Stories ha publicado 'O ritmo do sonho' con grabaciones de 'Quebra-mar', de Dori Caymmi, 'Casaforte', de Edu Lobo', 'Xibata' de Airto Moreira o 'April child' de Moacir Santos. Del nuevo disco del cantante y compositor brasileño Toco sus canciones 'Clube', 'As vezes', 'Carnaval primeiro', 'Luz da Bahia' y 'Mar'. Y del último disco de Djavan, 'Improviso', 'Um affair', 'Pra sempre' y 'Cetim'. Cierra el grupo Snarky Puppy con la Metropole Orkest tocando 'Waves upon waves'.Escuchar audio
Análises pós-jogos das partidas entre Bahia de Feira x Bahia e Ceará x Maranguape, válidas pelos Campeonatos Baiano e Cearense, respectivamente. Mais um, Bahea! Time mesclado por jovens e reservas do princiapal vencem mais uma vez no Baiano. Dell marca seu primeiro gol no profissional. Ceará estreia sua força total com vitória pra cima do […]
Pós-jogo das partidas entre Bahia x Jequié e Ferroviário x Fortaleza, pelos campeonatos estaduais.
El grupo francés Beyond Brazilian Stories ('Casa forte', 'Xibata'), la cantanta francesa Camille Bertault ('Choro do Portina', 'Folhas secas', 'Nuvem negra'), el trombonista estadounidense Ryan Keberle y su Collectiv do Brasil ('Choro das águas', Saindo de mim'), el cantante y compositor brasileño Toco ('Clube', 'As vezes', 'Luz da Bahia', 'Golpe fatal') y el grupo Snarky Puppy con la Metropole Orkest ('Waves upon waves').Escuchar audio